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‘Passageiro Acidental’: Sci-fi com Anna Kendrick e Toni Collette ganha cartazes individuais; Confira!

O sci-fi ‘Passageiro Acidental’, estrelado por Anna Kendrick (‘Um Pequeno Favor‘) e Toni Collette (‘Inacreditável‘) já está disponível na Netflix e a produção ganhou uma série de cartazes individuais.

O material foi compartilhado pelo próprio cineasta Joe Penna, responsável pelo roteiro e direção do longa.

Confira:

Assista ao trailer:

Em uma missão com destino à Marte, um clandestino (Anderson) inesperado acidentalmente causa graves danos aos sistemas de suporte de vida da nave. Enfrentando recursos cada vez menores e um resultado potencialmente sombrio, uma pesquisadora médica (Kendrick) emerge como a única voz dissidente contra a lógica clínica de sua comandante (Collette) e do biólogo da nave (Kim).

O cineasta brasileiro Joe Penna (‘Arctic’) é responsável pela direção.

O elenco também conta com Shamier Anderson (‘Winonna Earp‘) e Daniel Dae Kim (‘Hellboy‘).

 

Crítica | Maníaco do Parque: Silvero Pereira se transforma em inescrupuloso serial killer em ótimo true crime brasileiro

Ao som da versão punk de “What a Wonderful World”, de Joey Ramone, Silvero Pereira flui pelas ruas de uma São Paulo cercada por prédios cinzas, sob uma fotografia ensolarada. A audácia de seu personagem de cruzar o trânsito como se o manipulasse é expressa em um sorriso afetado e pretensioso. Deslizando pelo asfalto das principais avenidas da cidade com seus patins, ele já é logo apresentado como uma antítese ambulante. Entre a satisfatória euforia jovial e a prudência profissional que o destacou em seu emprego de motoboy, reside a psicopatia de um homem sedento por mulheres inocentes. E seu rastro de sangue é a expressão máxima da história que nos aguarda, na excelente abertura de Maníaco do Parque.

Homem sendo escoltado por policiais em corredor iluminado.
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Mauricio Eça retorna ao gênero true crime que tornou sua trilogia sobre o caso Suzane Von Richthofen um sucesso incomensurável dentro da Prime Video. Em mais uma parceria com a gigante do streaming, ele abre uma cápsula do tempo e convida a audiência para os meandros de uma década de 90 marcada por sucessões infindáveis de sequestros de crianças e pela tenebrosa história do Maníaco do Parque. Para entender a dimensão deste caso era preciso estar lá. Conduzindo parte do zeitgeist do Brasil, a cobertura de um dos maiores serial killers do país assombrava São Paulo, afetando também os demais estados. Era como se, pela primeira vez, vivêssemos no mesmo universo dos envolventes suspense criminais norte-americanos. Uma espécie de pesadelo em vida.

A Eça tenta capturar esse frenesi midiático a partir de uma história ficcionalizada, que embala os relatos reais envolvendo Francisco de Assis. Obstinado a honrar a memória das vítimas, sobreviventes e de seus familiares, ele quase se arrisca a tornar o serial killer em um coadjuvante. Não o faz, mas o digladia com a protagonista Elena (Giovanna Grigio), em uma dinâmica que emula direta e indiretamente a mesma dinâmica entre Clarice Starling e Hannibal Lecter. E aqui, Grigio cruza seus limites como atriz em um papel fictício mais sério, que representa uma amálgama da cobertura jornalística da época. Ela também funciona como o principal elo de identificação entre a audiência e as jornadas abreviadas das mulheres que sofreram nas mãos do famigerado assassino.

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E assim, entre fatos e uma extensa liberdade criativa, o diretor entrega uma ótima cinebiografia true crime, conduzida com destreza e montada habilmente. Brilhando nas cenas mais gráficas, ele recria alguns dos ataques do assassino sem vulgarizar as vítimas, mostrando a intensidade da violência aplicada com um requinte técnico. Essa sábia escolha garante momentos viscerais que não são abusivamente explícitos, mas são impactantes o bastante para despertar o lado imaginativo da audiência.

E embora alguns momentos da performance do elenco principal flerte com o exagero das atuações mais novelescas, a verdade é que Maníaco do Parque é uma sólida demonstração do enorme talento de Pereira e Grigio. Com o intérprete do serial killer roubando a nossa atenção com realismo, profundidade e sutileza, o longa consegue nos tragar para sua sombria atmosfera, sempre nos mantendo atentos aos movimentos dos personagens. Com Giovanna inaugurando um momento novo em sua carreira, a jovem atriz mostra que é versátil e tem cacife para segurar o protagonismo de um suspense. Quanto a Silvero, sua poderosa caracterização é o que faz do thriller true crime uma experiência tão imersiva.

Homem sendo escoltado por policiais na floresta.
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Induzindo a audiência à discussões nada relevantes para a trama, sobre o inescrupuloso ambiente profissional dos anos 90, o suspense criminal peca por apostar em um final piegas e clichê. Com um ar mais otimista, que contraria o futuro do serial killer – que pode ser solto em 2028 -, o longa opta por uma caminho mais seguro e comum em seus instantes finais. Mesmo assim, Maníaco do Parque não perde sua força como um ótimo true crime e é ainda uma vitrine do enorme talento de Mauricio Eça como um diretor que sabe como conduzir sua audiência.

Cannes 2025: 5 Filmes Brasileiros em Destaque no Marché, com estreia de Vini Jr. na produção

O Brasil será o País de Honra no Marché du Film 2025, mercado oficial do Festival de Cannes. Entre os dias 13 e 21 de maio, o país apresentará cinco novos filmes e mais de 30 profissionais em destaque, com apoio do Ministério da Cultura. A programação inclui desde a estreia do jogador de futebol Vinícius Jr. como produtor e o novo longa de Daniel Ribeiro (Hoje Eu Quero Voltar Sozinho).

Entre os destaques estão ações no Producers Network, com cinco produtores emergentes, e no Cannes Docs, com quatro documentários em fase de desenvolvimento. Além disso, cinco títulos brasileiros foram selecionados para o Goes to Cannes, plataforma dedicada a obras em andamento. A iniciativa busca promover novos talentos e histórias diversas, com curadoria de festivais e mercados parceiros de quatro continentes.

Bruno Gagliasso e Vini Jr. são produtores associados do filme ‘Clarice vê Estrelas’, de Letícia Pires (Foto: reprodução)

A curadoria brasileira foi conduzida por Ilda Santiago, diretora do Grupo Festival do Rio/Estação. Ela destaca: “Os cinco projetos que estamos levando para o Goes to Cannes representam uma ampla gama do cinema brasileiro — da sátira política profunda ao coming of age — e também trazem à tona novas discussões sobre temas LGBTQIAPN+ e questões de gênero.

5 Produções Brasileiras no Marché de Cannes

Clarice vê Estrelas, de Letícia Pires

Clarice vê Estrelas, de Letícia Pires

Clarice recebe a notícia de que ganhará um irmão e se sente deslocada. No sótão, encontra um livro mágico que a transporta para o mundo encantado do Circo Aquário, onde enfrenta seus medos, o racismo simbólico e aprende sobre diversidade.

Baseado no livro da própria diretora, o roteiro tem colaboração de Pedro Alvarenga e Cláudia Sardinha. A produção é da Luminar do Brasil, com coprodução da Aurora E² e do Instituto Vini Jr., ONG fundada pelo jogador de futebol em 2021. O ator Bruno Gagliasso é um dos produtores associados.

Amanda e Caio, de Daniel Ribeiro

Após sete anos juntos, Amanda e Caio mudam de casa. Ele quer futuro com ela; ela, algo diferente. Então Amanda conhece João. Um drama íntimo de Daniel Ribeiro e de sua produtora de longa data Diana Almeida, da Lacuna Filmes, de São Paulo, e considerado o primeiro longa-metragem com um elenco totalmente transgênero, até mesmo os figurantes.

Diferente dos outros nomes da seleção, Daniel Ribeiro não é um estreante. Ele tornou-se conhecido ao ganhar o prêmio Generation 14plus da Berlinale de melhor curta com You, Me & Him, em 2008. Desde então, ele acumula 54 vitórias em festivais com seus filmes, sendo o seu maior sucesso Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014).

Criadas, de Carol Rodrigues

Sandra e Mariana são primas e voltam a morar juntas na mesma casa onde cresceram. Sandra é negra de pele escura, enquanto Mariana é negra de pele clara. Quando crianças, a mãe de Sandra trabalhou como empregada residente para os pais de Mariana. Agora, Sandra é engenheira civil e volta a São Paulo para assumir um prestigioso cargo numa construtora. O reencontro é estranho, desconfortável e abre antigas feridas.

Descrito como um drama psicológico com elementos sobrenaturais, o longa é escrito, dirigido e protagonizado por mulheres negras. Vencedor de três prêmios no BrLab de 2017 e de uma Menção Honrosa do Frapa 2020

Virtuosas, de Cíntia Domit Bittar

Um retiro VIP para mulheres cristãs desmorona quando uma lenda de bruxas toma conta do local. A trama mistura terror, humor ácido e crítica ao ultraconservadorismo religioso. De acordo com a produtora Ana Paula Mendes, da Novelo Filmes, Virtuosas revela um Brasil raramente retratado nas telas.

Esta é a estreia de Cíntia Domit Bittar em longas de ficção, após uma carreira de curtas premiados, como Baile (2019), vencedor do Festival de Cartagena, na Colômbia.  A documentarista já dirigiu oito curtas e os episódios de uma série sobre veganismo.

Não Estamos Sonhando, de Ulisses Arthur 

Ciro, estudante de medicina negro e gay, vê sua vida desmoronar após o fim de um namoro e o atraso da bolsa de estudos. Expulso de casa, passa a viver com um DJ vizinho, enquanto tenta manter o curso e dar aulas de pole dance para universitários negros.

O projeto é descrito por Ulisses Arthur como um “drama sexy e rebelde”. Desenvolvido na Incubadora Paradiso do Brasil, com mentoria do diretor Marcelo Gomes (Cinema, Aspirinas e Urubus), ele é produzido pela Céu Vermelho Fogo Filmes, focada em narrativas irreverentes sobre raça e queerness.

Apoio do Governo Federal é Fundamental

A participação brasileira se fortalece com apoio institucional e incentivos financeiros retomados nos últimos anos. O Ministério da Cultura lidera uma programação que inclui paineis sobre o setor audiovisual, um dia dedicado à coprodução internacional e presença da ministra Margareth Menezes, confirmada para a abertura do evento.

Presidente Lula e Ministra da Cultura Margareth Menezes (Foto: reprodução)

Uma das bases do nosso trabalho, desde a recriação do Ministério da Cultura pelo presidente Lula, é pensar a cultura como vetor estratégico de desenvolvimento econômico.”, afirmou a ministra.

Segundo Guillaume Esmiol, diretor executivo do Marché du Film, o Brasil se tornou o “território líder da América Latina” no evento, com aumento de 50% no número de participantes em comparação com anos anteriores.

Durante o governo Bolsonaro, o setor sofreu com o congelamento de incentivos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) por decisão do TCU. Em 2025, o cenário se inverte: novos recursos federais, regionais e privados voltam a impulsionar a indústria.

Após vencer o Oscar, Guillermo Del Toro vai financiar jovens cineastas mexicanos

O cineasta Guillermo Del Toro ganhou seu primeiro Oscar recentemente pela direção de A Forma da Água e deseja retribuir o prestígio com uma bolsa de estudos anual para jovens aspirantes a cineastas no México.

Durante o Guadalajara Film Festival, Del Toro anunciou uma bolsa de US$ 60 mil (cerca de R$ 195 mil) para jovens que queiram começar estudos na área.

Durante sua vitória, o diretor dedicou seu Oscar a “todos os jovens cineastas ao redor do mundo”:

“Eles estão nos mostrando como as coisas acontecem. Eu era uma criança apaixonada por cinema, e achava que isso aqui nunca poderia acontecer. E olha, aconteceu”

A Forma da Águavenceu quatro categorias no Oscar 2018: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Trilha Sonora e Melhor Direção de Arte.

‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado’ ganha cartaz nacional; Vem ver!

A Sony Pictures Brasil divulgou o primeiro pôster nacional e trailer de ‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado, sequência direta de ‘Goosebumps – Monstros e Arrepios‘.

Confira, com o trailer:

Apesar de Jack Black, que interpretou o R.L. Stine no primeiro filme, não aparecer no trailer, ele dublará o boneco Slappy.

A produção chegará aos cinemas norte-americanos em 12 de outubro de 2018.

Além disso, as quatro crianças protagonistas foram reveladas: Jeremy Ray Taylor, de It: A Coisa’; Madison Iseman, de Jumanji: Bem-Vindo à SelvaBen O’Brien e Caleel Harris.

Dica | ‘Aconteceu no Natal do Mickey’ é o filme subestimado perfeito para o natal

A véspera de natal é uma data extremamente tradicional na América Latina, em especial no Brasil. Por aqui, a data costuma marcar a reunião de familiares e, muitas vezes, é mais celebrada que o próprio natal. Por conta disso, esse clima natalino fica marcado pelos filmes típicos dessa época. A dica deste feriado é um especial que marcou minha infância e acabou se transformando em uma tradição natalina quase que sem perceber.

Lançado em 1999, Aconteceu No Natal do Mickey é uma coletânea de três aventuras com a ‘trindade’ da Disney. O filme dura aproximadamente uma horinha, construindo aquele clima natalino inocente para o público se ambientar. Cada um deles é estrelado por um núcleo icônico do estúdio. O primeiro é do Pato Donald, o segundo é do Pateta e, encerrando, o Mickey Mouse protagoniza uma aventura com seu cachorro e sua amada.

O primeiro conto é uma versão de Feitiço do Tempo (1993). Na história, Huguinho, Zezinho e Luisinho acordam na manhã de natal e tal qual toda criança, estão empolgados em abrir os presentes, encher o bucho com a ceia e brincar. Para eles, o verdadeiro significado é a diversão, enquanto Donald e Margarida tentam ensinar que é uma data sobre família e amor. No fim do dia, os meninos rezam à estrela para que todo dia seja natal. Milagrosamente, eles acabam ficando presos em um loop temporal. Mas o que parecia um sonho, logo se transforma em pesadelo. Afinal, ninguém merece viver o mesmo dia todo dia.

Dessa forma, depois de curtirem o natal de todas as formas possíveis, eles começam a enjoar da comida, de brincar todos os dias com os mesmos presentes, ouvindo sempre as mesmas conversas. Então, eles decidem parar de aloprar e tentar entender sobre o que é a data e como ela é importante para seus parentes. É uma história clássica sobre família e os personagens são carisma purinho.

A Disney tem esse estranho costume de colocar aves comendo outras aves, mas juro que a história é adorável.

A segunda história é estrelada pelo Pateta e seu filho Max em uma situação muito comum na paternidade, que é o momento em que os filhos começam a se questionar se o Papai Noel existe ou não. Para complicar mais a situação, o vizinho da dupla, Bafo de Onça, começa a pilhar o garoto ao dizer que tudo não passa de uma invenção dos adultos. Pronto, era o que bastava para alugar um tríplex na mente do Max, que tenta se agarrar ao máximo em suas crenças para evitar perder seu espírito natalino.

Enquanto isso, o Pateta vê o filho se desiludir aos poucos e vai fazer de tudo para evitar a perda da inocência da criança. Paralelamente a suas ações, o pai tenta mostrar ao filho que o natal é muito mais do que só o Papai Noel e seus presentes. Ele busca levar o Max para realizar ações de caridade, brincar com crianças carentes e fazer atividades típicas.

Mas o mais legal de tudo é ver como o Pateta é provavelmente um dos maiores pais da ficção, senão o maior. Ele faz de tudo e passa o tempo inteiro se esforçando para que o garoto não perca a crença mais pura que uma criança pode ter. E mesmo com toda a forçada de barra do Bafo em fazer o menino acreditar que não existe Papai Noel, o Pateta jamais se destempera ou ataca o vizinho.

E chega a um ponto em que a inocência dos personagens troca de papel, com o Pateta plenamente convencido de que existe Papai Noel, enquanto Max está completamente desiludido. Ainda assim, o amor do pai pelo filho é tão grande que o menino se sente acolhido e contemplado, até a conclusão completamente inesperada.

Por fim, o último segmento do filme é uma clássica história de amor entre Mickey Mouse e Minnie. Na trama, Mickey é um rapaz humilde, que vê na época de natal uma oportunidade de trabalhar como entregador de pinheirinhos para conseguir uma graninha extra e comprar uma corrente de ouro para sua amada. Junto ao emprego, ele nutre um hobby de tocar gaita, que conquista todo mundo de forma quase instantânea.

Do mesmo jeito, a Minnie está passando por dificuldades financeiras e conta com o bônus natalino para comprar um presente singelo para seu amado. O problema é que o chefe da coitada engana as funcionárias e troca o bônus por um bolo de frutas cristalizadas. No dia de natal, Mickey passa por uma série de desventuras e perde seu suado dinheirinho. Faltando poucas horas para a noite mais importante do ano, ele precisa encontrar uma forma de conseguir o tão sonhado presente para a Minnie.

Cada história traz suas particularidades, mas é divertido ver como cada um conversa com a outra na hora de abordar diferentes tradições e situações natalinas. É plenamente possível identificar familiares e amigos nos casos retratados na animação e o carisma dos personagens é mesmo um diferencial.

E vale destacar que a animação desse filme é aquela que se popularizou nos anos 2000, dos personagens 2D interagindo em meio a cenários que parecem pintados de aquarela. Também tem os primeiros traços que marcariam uma série animada muito famosa, O Point do Mickey. É visualmente fantástico.

É pouco comum ver filmes da Disney estrelados por seus três principais personagens. E aqui é mesmo um caso de filme subestimado. É simples, divertido, passa uma mensagem e tem todos os pontos para se tornar um clássico natalino. Aqui em casa, assistir Aconteceu No Natal do Mickey é uma tradição que começou no VHS, passou pelo aluguel do DVD na locadora e agora chegou ao streaming. Caso não saiba o que assistir nesta noite para embarcar no clima de natal, fica aqui a sugestão.

Aconteceu no Natal do Mickey está disponível no Disney+. Feliz natal, pessoal!

 

Crítica | Meu Nome é Gal – Cinebiografia de Gal Costa Foca na Origem dos Tropicalistas [Festival do Rio 2023]

Gal Costa foi sem dúvidas uma das maiores cantoras brasileiras de todos os tempos. Com uma voz doce, olhos marcantes e cabelos volumosos, suas canções embalaram três gerações de brasileiros – pais, avós e netos cantando, através de suas músicas, os desejos por um país mais justo. Após ganhar um documentário sobre sua vida, a cantora baiana ganha agora, poucos meses após sua morte ano passado, uma cinebiografia de ficção que chega a partir de hoje nos cinemas brasileiros, com o título ‘Meu Nome é Gal’.

Maria da Graça (Sophie Charlotte) tinha um sonho: cantar. Com seus amigos tendo se mudado para o Rio de Janeiro, a jovem decide deixar sua vida na capital baiana para ir encontrar Caetano (Rodrigo Lelis), Gil (João Gil) e Bethânia (Dandara Ferreira) na capital fluminense. Uma vez lá percebe que a vida no centro urbano é completamente diferente daquilo que imaginava, indo morar numa espécie de república com vários artistas, onde travou amizade com outros músicos. Assim consegue suas primeiras oportunidades em estúdio por intermédio de seu amigo Caetano e de seu mais novo agente, Guilherme Araújo (Luís Lobianco), que lhe dá seu nome artístico: Gal Costa. Porém, os anos de chumbo da ditadura estão colocando todo o país sob controle, afetando as produções e manifestações artísticas. Com o regime militar sendo cada vez mais rígido, Gal precisará tomar uma posição política com relação aos acontecimentos.

Mesmo em se tratando de uma cinebiografia há de se levar em conta que para contar a vida de alguém é necessário se fazer recortes, que acabam deixando de fora, muitas vezes, fatos importantes da vida do biografado. Em ‘Meu Nome é Gal’ o recorte do roteiro de Ricky Hiraoka e Lô Politi foca na mudança de Gal de Salvador para o Rio, seu contato com seus amigos conterrâneos, a formação daquilo que mais tarde seriam os Tropicalistas e a perseguição política a Caetano e Gil por conta de seus posicionamentos públicos com relação ao regime militar. Até por conta disso esta que deveria ser uma cinebiografia de Gal Costa acaba, por fim, se tornando um filme sobre os Tropicalistas pelo ponto de vista de Gal. Nesse sentido, Caetano e Gil têm muito mais participação ativa nos acontecimentos do que a biografada, que parece o tempo todo ser uma observadora dos fatos.

Sophie Charlotte alcança a doçura de Gal Costa nos gestos e na voz suave que imprime no longa. Gal Costa foi uma mulher que pisou manso na Terra e Sophie conseguiu entender isso sobre a biografada. Luís Lobianco se destaca com falas inteligentes e afiadas, brilhando em comicidade nos momentos de tensão, bem como o jovem ator Rodrigo Lelis, que, por interpretar Caetano, impressiona pela semelhança física e pela forma como conseguiu se fundir ao personagem.

Menos musical do que o esperado, ‘Meu Nome é Gal’ conta apenas um trecho da vida de Gal Costa, e não toda a sua jornada como cantora, seja antes ou depois dos anos de chumbo. Bem ambientado e com um design de produção afiado, o longa introduz a vida de Gal Costa para as novas gerações que mesmo hoje continuam a se espelhar naquele grupo de amigos músicos que inspiraram aos nossos pais e avós e cujas músicas até hoje ecoam as vozes dos corações jovens.

‘Capitã Marvel’: Primeiras reações do filme são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Capitã Marvel chegará muito em breve aos cinemas, mas você não precisa esperar para conferir as primeiras reações ao filme, cuja primeira exibição aos críticos foi feita ontem, 19.

E apesar das críticas completas serem divulgadas apenas no dia 05 de março, o público pode ter uma prévia do que aguardar da mais nova aventura Marvel – e escolher se prefere ir ao cinema conferir a jornada de Carol Danvers ou ficar em casa e esperar o lançamento do filme no Disney+.

Veja:

“Fãs dos quadrinhos da #CapitãMarvel irão amar o filme. Simples e prático” – Brandon DavisComicBook.com.

 

Capitã Marvel é incrível! Tem algumas surpresas que não vi chegando, e o mistério/origem é envolvente e divertido. Brie Larson é ótima e entra no MCU de forma fantástica” – Eric EisenbergCinema Blend.

 

“#CapitãMarvel tem uma ótima vibe sci-fi dos anos 90 com um tom diferente de qualquer outro filme da Marvel, de verdade. É retrô, bizarro, misterioso e cômico. É engraçado em lugares surpreendentes e de tirar o fôlego nos lugares certos. E é divertido porque está sempre mudando. [O filme] tem várias coisas certas” – Erik DavisFandango

 

“#CapitãMarvel é pura alegria. Eu não posso esperar pela geração de garotinhas que crescerão com Carol Danvers como uma heroína.”, Devan Coggan, EW.

 

“Espero que os Skrulls sejam as Joias do Infinito da MCU daqui para frente. Ben Mendelsohn é incrível e todo o conceito de mudança flui muito bem. #CapitãMarvel”, Brandon Davis, ComicBook.

 

“Os fãs de quadrinhos e do MCU gostarão mais do #CaptainMarvel do que o espectador comum. Ainda assim, esse público vai gostar muito, é totalmente uma história de origem.”, Brandon Davis, ComicBook.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Delilah’: Nat Faxon entra para o elenco da nova série da HBO

Segundo a VarietyNat Faxon (‘(Des)Encanto’) e Nicole Byer (‘Tuca & Bertie’) foram elencados na nova série da HBO MaxDelilah. Faxon será Brian, o filho mais velho e mais irritado de Tom Childs, enquanto Byer será Cassie, a única pessoa a dar boas-vindas à personagem-titular à cidade.

Os dois se juntam ao previamente anunciado Arturo Castro (Narcos), que vai interpretar o afável Pastor Dale na produção.

Jessica Rothe será Delilah e Michael McKean será Tom Childs, um charmoso e bem-sucedido dono de uma concessionária que ainda está de luto devido à morte de sua esposa, que lhe deu três filhos, uma casa feliz e uma vida confortável. Tom agora deve lidar com os preparativos do funeral e a chegada de Delilah, uma jovem mulher que alega ser sua filha.

Castro também participou do drama The Good Wife e da antologia Room 104. Ele também participará do remake em live-action de A Dama e o Vagabundo, como Marco.

O roteiro foi assinado por Aisling Bea Sharon Horgan, com reescrita a encargo de Kirker Butler.

Delilah ainda não tem previsão de estreia.

‘Jurassic World: Dominação’: Colin Trevorrow divulga nova imagem de bastidores; Confira!

Jurassic World: Dominação entrou em um hiato indefinido devido à pandemia do Coronavírus, mas não impediu a equipe de continuar trabalhando de suas casas.

Agora, o diretor Colin Trevorrow divulgou uma nova imagem de bastidores que mostra um monitor de computador e um personagem andando de bicicleta em meio a detritos.

Confira:

 

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Working from home. #JurassicWorld

Uma publicação compartilhada por Colin Trevorrow (@colin.trevorrow) em

Por enquanto, o enredo do longa ainda permanece um mistério, mas novas atualizações devem surgir em breve.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

O capítulo final da saga ‘Jurassic World’ já deu início em sua produção. Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.”

Ele também comentou sobre como a recepção das críticas dos fãs e jornalistas ajudou na narrativa de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘:

“Nós viramos para um lado mais sombrio de ‘Jurassic Park‘ naquele roteiro. O primeiro filme era uma aventura colorida e pop, já no segundo resolvemos explorar o lado feio da humanidade e o tratamento cruel com animais. Mas acho que Bayona, o diretor, nos deteve de ir longe demais, o que é algo bom. Ele abraçou os elementos sombrios, mas adicionou humor na aventura. A ideia de tornar a venda dos dinossauros em um leilão para os super ricos também foi dele. Na versão original, era algo bastante clandestino e sujo. Acho que a versão que foi para o filme funciona melhor para as crianças. Foi uma grande vantagem termos ele no time.

 

50 Músicas Essenciais para Conhecer Madonna

Madonna completou 62 anos no dia 16 de Agosto e seu legado continua mais vivo que nunca. Depois de atravessarmos sua jornada musical, está na hora de reapresentá-la ao mundo que ou não conhece essa lendária cantora e compositora ou conhece apenas suas músicas mais famosas.

Separamos uma extensa lista com 50 canções essenciais para se familiarizar ou relembrar os clássicos da rainha do pop – incluindo não apenas a discografia principal, mas suas incursões cinematográficas e algumas músicas que marcaram época e revolucionaram o cenário mainstream.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

EVERYBODY

Lançamento como single: 06 de outubro de 1982

Álbum: Madonna

O primeiro single da lendária performer enfrentou um grande problema quando foi lançado: afinal, Madonna não tinha referências do pop, visto que o mundo era dominado pelas reminiscências da discoteca. Dessa forma, coube a ela misturar um pouco dos dois mundos, convidando o público a dançar em uma reverberação sintética que não teve uma recepção tão sólida da crítica – a qual disse que a música era repetitiva demais.

HOLIDAY 

Lançamento como single: 07 de setembro de 1983

Álbum: Madonna

“Holiday” é, sem sombra de dúvida, uma das músicas mais famosas de Madonna. Apesar de um instrumental repetitivo e cansativo, a canção viralizou em diversos países, com renomados historiadores e críticos chamando-a de “infecciosa”. De fato, não houve uma pessoa que não ouviu a canção e automaticamente sentiu uma vontade incontrolável de se jogar nas pistas de dança.

LUCKY STAR

Lançamento como single: 08 de setembro de 1983

Álbum: Madonna

Apesar de divertida, “Lucky Star” não teve o mesmo sucesso que sua predecessora, sendo chamada pelos críticos de “esquecível”. Com o passar dos anos, a canção adquiriu um status cult e foi redescoberta, principalmente por sua influência disco e por seu icônico videoclipe

BORDERLINE 

Lançamento: 15 de fevereiro de 1984

Álbum: Madonna

Facilmente um das melhores produções de Madonna, “Borderline” foi a primeira forte separação da artista do disco e, ao lado de ‘Holiday”, a peça principal que calcou sua carreira em ascensão e a colocava no centro dos holofotes. Não é surpresa que tenha se tornando o primeiro Top 10 da Billboard e tenha sido elogiada por sua intrincada, envolvente e complexa construção sonora.

LIKE A VIRGIN

Lançamento como single: 31 de outubro de 1984

Álbum: Like a Virgin

O primeiro single de ‘Like a Virgin’ foi sua música epônima, orientada pelo dance e por uma da batidas mais instantaneamente reconhecíveis de todos os tempos. Liricamente contando sobre a primeira vez de uma garota, que é encarnada por Madonna, a música se tornou o primeiro #1 de Madonna na Billboard e uma de suas produções definitivas..

MATERIAL GIRL

Lançamento como single: 23 de janeiro de 1985

Álbum: Like a Virgin

Madonna voltou a explorar o soubrette com “Material Girl”, encarnando Marilyn Monroe em ‘Os Homens Preferem as Loiras’. Com lírica sobre materialismo e joias e tudo que possa cintilar, o arranjo se rende aos sintetizadores com força incrível e colocando tanto a música quanto o videoclipe como um dos maiores influenciadores do século passado.

INTO THE GROOVE

Lançamento como single: 15 de julho de 1985

Álbum: Like a Virgin

“Into the Groove” integrou o clássico longa-metragem ‘Procura-se Susan Desesperadamente’ e, por mais que a obra cinematográfica não tenha feito tanto sucesso, a canção ganhou lugar especial entre o público e a crítica. Voltando a incorporar elementos do synth-pop, madonna começava a se sentir mais confortável com sua fama e percebia que convidar seus fãs para se jogar nos night clubs era a receita certa para o sucesso.

DRESS YOU UP

Lançamento como single: 24 de julho de 1985

Álbum: Like a Virgin

“Dress You Up” foi lançado como o single final de ‘Like a Virgin’ e traz inúmeros elementos que se fundem numa coesa redição: coro, guitarras e vocais divertidos – sso sem mencionar a parceria infalível com o icônico Nile Rodgers. A letra, por sua vez, é uma metáfora inteligente para luxúria e fashion, comparando o ato de se vestir com paixão.

LIVE TO TELL

Lançamento como single: 26 de março de 1986

Álbum: True Blue

Madonna deu vida a uma onírica e emocionante balada com Live to Tell”, primeiro single oficial de ‘True Blue’, um de seus melhores álbuns. A artista alcança seu primeiro espasmo de amadurecimento ao falar de traumas e infância através de sintetizadores ecoantes. Eventualmente, a canção teve aclamação pela crítica especializada e debutou em primeiro lugar na Hot 100.

PAPA DON’T PREACH

Lançamento como single: 11 de junho de 1986

Álbum: True Blue

“Papa Don’t Preach” tem uma poderosa letra que conta a história de uma jovem garota que engravidou e, com medo da reação do pai, decidiu que irá criar o filho independente do que ele pensa. A música causou certa comoção negativa por parte de entidades parentais, as quais diziam que encorajava gravidez na adolescência – mas controvérsias à parte, Madonna conseguiu seu quarto #1 na Billboard.

TRUE BLUE

Lançamento como single: 29 de setembro de 1986

Álbum: True Blue

Buscando um look diferente daqueles que já havia utilizado, a música homônima de ‘True Blue’ tornou-se um sucesso de crítica e de paradas, garantindo mais uma canção no Top 10 da Billboard consecutiva para a rainha do pop. Com uma atmosfera retrô, intimista e reconfortante, a artista se inspirou no clássico grupo dos anos 1960 Motown para dar vida à faixa.

OPEN YOUR HEART

Lançamento como single: 19 de novembro de 1986

Álbum: True Blue

Elogiada por sua simplicidade, “Open Your Heart” é uma simples narrativa romântica que também serve como metáfora para o ato de ser vulnerável, expandindo-se para o relacionamento íntimo. O conceito principal coloca seu eu-lírico como uma vítima do amor e, seguindo os passos dos singles predecessores, tornou-se um sucesso comercial mundial e ganhou reconhecimento por suas homenagens a Liza MinnelliMarlene Dietrich.

LA ISLA BONITA

Lançamento como single: 25 de fevereiro de 1987

Álbum: True Blue

“La Isla Bonita” é uma dançante construção latino-sintética que mistura inúmeros gêneros e mostra a paixão de Madonna por conhecer outras culturas e incorporá-las no cenário mainstream. Suas performances foram inclusive comparadas à da icônica Carmen Miranda, além de ter sido bem recebida pelos especialistas internacionais.

WHO’S THAT GIRL

Lançamento como single: 23 de junho de 1987

Álbum: Quem é Essa Garota? (OST)

Trazendo instrumentais como bateria, baixo e instrumentos de corda, “Who’s That Girl” continuou mostrando a fascinação de Madonna pela cultura hispânica, permitindo que ela até mesmo trouxesse versos em espanhol e utilizasse o efeito de vocais duplos. Apesar da recepção mista por parte da crítica, alcançou o topo das paradas e foi indicada ao Grammy de Melhor Canção em Filme e ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

CAUSING A COMMOTION

Lançamento como single: 25 de agosto 1987

Álbum: Quem é Essa Garota? (OST)

“Causing a Commotion” também fez parte da trilha sonora de ‘Quem é Essa Garota?’ e, assim como a música supracitada, não teve uma recepção solidamente favorável por parte da crítica. Usando elementos do dance, a canção foi inspirada pelo relacionamento com Sean Penn e sua natureza abusiva e violenta.

LIKE A PRAYER

Lançamento como single: 03 de março de 1989

Álbum: Like a Prayer

Em 1989, Madonna lançava um dos álbuns mais aclamados e mais importantes da história da música, ‘Like a Prayer’. E, assim como produções anteriores, a produção veio acompanhada da faixa titular que misturava diversos elementos elegíacos e poéticos, incluindo um coro gospel e um impactante pop-rock. A canção permanece até hoje na lista das 500 Melhores Músicas de Todos os Tempos da revista Rolling Stone.

EXPRESS YOURSELF

Lançamento como single: 09 de maio de 1989

Álbum: Like a Prayer

A evocativa “Express Yourself” é uma construção que amalgama dance-pop e deep-funk em um hino feminista bastante dançante, além de ser acompanhado pelas notas do saxofone e de uma percussão irretocável. Falando sobre aceitação e sobre empoderamento, a canção foi elogiada pela crítica por suas mensagens de igualdade de gênero e, mais tarde, servindo como um dos grandes anthems LGBTQ+.

VOGUE

Lançamento como single: 27 de março de 1990

Álbum: I’m Breathless

“Vogue” não é apenas uma das canções mais conhecidas de Madonna, mas também uma das mais famosas de todos os tempos. Colocando o estilo de dança criado pela comunidade LGBTQ+ nos anos 1970 no cenário mainstream e com um videoclipe dirigido por David Fincher, a canção fez parte da trilha sonora ‘I’m Breathless’ e ganhou aclame mundial. A faixa foi inspirada no dance-pop e no house, que definiu as tendências dos anos 1990.

SOONER OR LATER

Lançamento como single: 21 de maio de 1990

Álbum: I’m Breathless

Também parte de ‘I’m Breathless’, a música foi composta pelo lendário liricista Stephen Sondheim como forma de evocar a natureza teatral e o estilo do filme. A balada retomar o jazz dos anos 1930, criando uma atmosfera que nos recorda dos nightclubs da época. Eventualmente, a música levou para casa o Oscar de Melhor Canção Original.

JUSTIFY MY LOVE

Lançamento como single: 06 de novembro de 1990

Álbum: The Immaculate Collection

No mesmo ano que lançou várias produções icônicas, Madonna também aproveitou o momento para lançar seu primeiro compilado de hits – usando o álbum especial para trazer aos fãs a canção inédita “Justify My Love”, um trip-hop que fala sobre romance e sexo. A iteração teve recepção mista por parte da crítica, mas alcançou o #1 na Billboard (a nona música da artista a chegar ao topo das paradas).

EROTICA

Lançamento como single: 13 de outubro de 1992

Álbum: Erotica

Se Madonna havia revolucionado a música em 1989, ela faria a mesma coisa poucos anos depois com o revolucionário, controverso e blasfemo ‘Erotica’. A faixa-título, o primeiro single de uma era esteticamente perfeita, é uma ode ao BDSM e a primeira encarnação da artista como Dita (em homenagem a Dita Parlo), um de seus vários pseudônimos. Através de vocais falados, a performer convida seu amante para se submeter às suas vontades e explorar os limites entre o prazer e a dor.

DEEPER AND DEEPER

Lançamento como single: 08 de dezembro de 1992

Álbum: Erotica

“Deeper and Deeper” é uma mimética produção que une, em um mesmo lugar, as vertentes do disco e do dance em uma explosiva e ao mesmo tempo íntima construção. Trazendo à tona alguns dos melhores vocais de Madonna, a canção também é dona de um dos bridges mais famosos e mais relembrados da história do pop, o qual serviu de inspiração para várias progressões na atualidade.

RAIN

Lançamento como single: 05 de agosto de 1993

Álbum: Erotica

Com resposta bastante positiva por parte da crítica e uma estreia sólida nos charts mundiais, “Rain” é uma balada de grande calibre que quebra os tabus explorados por Madonna em ‘Erotica’. A música traz espectros do R&B e do trip-hop, que voltariam em sua próxima era, para o comando de um pop comedido e envolvente.

SECRET

Lançamento como single: 27 de setembro de 1994

Álbum: Bedtime Stories

Depois de chocar o mundo com ‘Erotica’, Madonna resolveu dar um passo para trás e “pedir desculpas” à conservadora sociedade que claramente não estava preparada para suas músicas. Com “Secret”, a artista dava origem a ‘Bedtime Stories’ – e a sagaz canção é memorável em cada incursão instrumental, apresentando uma nova camada cada vez que a ouvimos de novo.

TAKE A BOW

Lançamento como single: 06 de dezembro de 1994

Álbum: Bedtime Stories

“Take a Bow” permitiu que Madonna quebrasse o recorde de Carole King cmoa artista com mais #1 nos charts da Billboard – permanecendo nada menos que sete semanas no topo das paradas. Guiado por um pano de fundo orquestral e por elementos da cultura asiática, a canção foi elogiada por sua poética romântica e pela trágica narrativa.

HUMAN NATURE

Lançamento como single: 06 de junho de 1995

Álbum: Bedtime Stories

“Human Nature” de fato merecia um lugar na nossa lista – e não é por menos: a faixa, lançada em meados de 1995, mostra que Madonna, na verdade, é uma mulher que fala o que pensa e que usa de ironias ácidas para rebater as críticas que havia recebido com ‘Erotica’. Recheada de pungentes versos, a artista se alia ao produtor Dave Hall para uma inflexão R&B cheia de referências.

YOU’LL SEE

Lançamento como single: 30 de outubro de 1995

Álbum: Something to Remember

“You’ll See” fez parte do grande compilado de baladas de Madonna, com o intuito de atenuar a imagem da artista que vinha constantemente sofrendo ataques e críticas injustificáveis. Funcionando como uma construção acústica pop, a canção traz instrumentais que variam da percussão ao violão e ao piano.

DON’T CRY FOR ME ARGENTINA

Lançamento como single: 04 de feereiro de 1997

Álbum: Evita (OST)

Para a personagem titular em ‘Evita’, Madonna passou por um intenso treinamento vocal para honrar a originalidade elegíaca de Julie Covington em 1976. O resultado foi bastante positivo e rendeu à rainha do pop não apenas uma atuação sólida, mas também uma das rendições mais operísticas e teatrais de sua carreira.

FROZEN

Lançamento como single: 23 de fevereiro de 1998

Álbum: Ray of Light

‘Ray of Light’ tornou-se um dos, senão o mais importante disco da carreira de Madonna. Representando o grande amadurecimento artístico da cantora e compositora, o álbum veio acompanhado de singles espetaculares, incluindo a cinemática obra-prima “Frozen”, pincelada com cordas e sintetizadores arrepiantes.

RAY OF LIGHT

Lançamento como single: 06 de maio de 1998

Álbum: Ray of Light

A música epônima dessa nova era levou para casa duas estatuetas do Grammy Awards e também foi indicada à categoria de Música do Ano – e não é por menos: a competente produção, supervisionada por William Orbit, fundiu em um mesmo escopo sonoro as tendências do electrodance, do Europop e do techno, arquitetando uma narrativa que compara a vastidão do universo com a pequenez do ser humano.

BEAUTIFUL STRANGER

Lançamento como single: 19 de maio de 1999

Álbum: Austin Power: O Agente Bond Cama (OST)

“Beautiful Stranger” foi uma das músicas mais aguardadas de Madonna e, sendo bem recebida pela crítica especializada, misturou incursões do pop psicodélico e do disco, trazendo reverberações de guitarras elétricas e loopings sonoros para falar sobre uma história de amor.

AMERICAN PIE

Lançamento como single: 03 de março de 2000

Álbum: Sobrou pra Você (OST)

A versão de Madonna para o clássico “American Pie”, de Don McLean, falhou em resgatar o teor crítico e teve recepção relativamente negativa por parte da crítica. Transformando um impactante folk-rock em um dance-pop esquecível, a única coisa que realmente salva é o videoclipe dirigido por Philipp Stölz.

MUSIC

Lançamento como single: 21 de agosto de 2000

Álbum: Music

Afastando-se completamente da sinestesia intimista de ‘Ray of Light’, Madonna retornou às pistas de dança no começo do novo século com ‘Music’. A música-título, primeiro single do álbum, trouxe influências do funk e do dance-pop, liricamente erguendo-se como um hino disco com uma infecciosa e dançante progressão.

DON’T TELL ME

Lançamento como single: 14 de novembro de 2000

Álbum: Music

“Don’t Tell Me”, em comparação com o single analisado acima, é mais uma ótima adição ao catálogo de sucessos de Madonna; entretanto, diferente das distorções apresentadas em “Music”, a peça em questão opta pelo folk e pelo electro-country, experimentando certas dissonâncias interessantes e bem-vindas.

AMERICAN LIFE

Lançamento como single: 08 de abril de 2003

Álbum: American Life

‘American Life’ é uma das produções mais polêmicas de Madonna – ainda mais porque a artista ousa criticar o sonho americano e o militarismo desenfreado de sua pátria. A música-título é uma representação interessante das mensagens que a artista pretende mostrar para o mundo, mas a gestação do single transforma uma crítica social de suma importância em uma egolatria oscilante.

HUNG UP

Lançamento como single: 17 de outubro de 2005

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Depois de um período conturbado, Madonna resgatou o gosto pela música e pelo colorido espectro musical que havia apresentando ao mundo desde o início de sua carreira. Com “Hung Up”, suprassumo fonográfico que traz o icônico grupo sueco ABBA para a linha de frente, a artista dava início a uma de suas eras mais conhecidas e mais bem sucedidas: ‘Confessions on a Dance Floor’.

SORRY

Lançamento como single: 07 de fevereiro de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Madonna explora seu cansaço físico e mental quanto a um relacionamento abusivo com a vibrante “Sorry”. O frenético hino dance estende suas raízes para a nostalgia do nu-disco e foi considerada como uma das faixas mais fortes do 10º álbum de estúdio de Madonna.

GET TOGETHER

Lançamento como single: 06 de junho de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Inspirada pelo grupo francês Stardust, “Get Together” pode ter caído no esquecimento, mas certamente merece nossa atenção. A amálgama perfeita entre trance, techno e dance serve de base para uma narrativa prática, ainda que formulaica, para o pop : a possibilidade de encontrar amor nas pistas de dança.

JUMP

Lançamento como single: 31 de outubro de 2006

Álbum: Confessions on a Dance Floor

“Jump” é uma estonteante e coesa produção que, mesmo com uma lírica unidimensional e clichê, ganha nossos corações por uma atmosfera envolvente ao extremo – ainda mais por ser inspirada pelas incursões oitentistas do synth-pop, do disco e do techno.

4 MINUTES

Lançamento como single: 17 de março de 2008

Álbum: Hard Candy

“4 Minutes”, primeiro single do álbum ‘Hard Candy’, é uma das parcerias de maior sucesso crítico e comercial de Madonna. Batalhando contra o fim do mundo ao lado de Justin Timberlake, o dance-pop ganhou o mundo e, integrada a um CD oscilante e apático, é um dos pontos altos sem sombra de dúvida

GIVE IT 2 ME

Lançamento como single: 24 de junho de 2008

Álbum: Confessions on a Dance Floor

Madonna apostou em si mesma na construção de “Give It 2 Me”. Mais uma vez retomando as incursões do dance-pop, a performer buscou dar vida a uma profusão perfeita de sintetizadores gritantes e de percussões do oeste africano.

GIRL GONE WILD

Lançamento como single: 02 de março de 2012

Álbum: MDNA

“Girl Gone Wild” é uma profusa canção que integra o 12º álbum de Madonna, ‘MDNA’. Movida pelas incessantes inflexões do electropop e do Euro Disco, a faixa resgata “Act of Contrition”, de ‘Like a Prayer’, para dar vida a uma narrativa indesculpavelmente blasfema, mesmo com seus erros, tornou-se bastante conhecida.

MASTERPIECE

Lançamento como single: 02 de abril de 2012

Álbum: MDNA

“Masterpiece” é uma das poucas faixas realmente bem produzidas de ‘MDNA’ e fez parte do drama histórico ‘W.E.’, dirigido e escrito por Madonna. Transformando a costumeira orquestra das baladas românticas em um folk-pop trabalhado arduamente pela artista e por William Orbit. Eventualmente, a música levou para casa o Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

LIVING FOR LOVE

Lançamento como single: 20 de dezembro de 2014

Álbum: Rebel Heart

‘Rebel Heart’ é um subestimado álbum de Madonna que, apesar do número exorbitante de produtores, culminou em uma coesa joia que merecia mais atenção. No topo desse convidativo CD, há o single “Living for Love”, que explora EDM e diva house com perfeição, aliando a pontual presença do piano de Alicia Keys com um coral gospel de arrepiar.

REBEL HEART

Lançamento: 06 de março de 2015

Álbum: Rebel Heart

Por incrível que pareça, a faixa-título do álbum foi acrescentada apenas à sua versão deluxe e descartada como um dos singles principais – um erro incorrigível da rainha do pop. Relacionando-se com a própria história de Madonna, a mensagem altiva da canção é incorporado ao teor acústico de sua produção aplaudível.

GHOSTTOWN

Lançamento como single: 13 de março de 2015

Álbum: Rebel Heart

“Ghosttown” é uma daquelas músicas que merecia muito mais reconhecimento do que realmente tem. Acompanhada de um videoclipe cinemático irretocável, a balada traz os elementos do órgão e da matéria para construir uma história introspectiva que vai para além de um mero conto romântico, atingindo um âmbito metafórico que conversa com a própria vida da artista.

BITCH I’M MADONNA

Lançamento como single: 15 de junho de 2015

Álbum: Rebel Heart

A parceria de Madonna com Nicki Minaj é um afastamento brusco de qualquer coisa que já nos tenha sido apresentado. Produzida por Diplo, a mistura de EDM e dubstep é consideravelmente coesa nos atos principais, falhando com um prólogo desnecessário e pedante e fechando uma história sobre se jogar na pista de dança não importa o que aconteça.

MEDELLÍN

Lançamento como single: 17 de abril de 2019

Álbum: Madame X

Quatro anos depois de sua última investida musical, Madonna resolveu mergulhar de cabeça no experimentalismo – e, depois de ser introduzida à cultura fonográfica portuguesa, deu origem a ‘Madame X’. O 14º álbum teve início com o lançamento de “Medellín”, trazendo a cantora refletindo sobre traumas passados e uma coesão sonora bastante sólida.

DARK BALLET

Lançamento como single: 07 de junho de 2019

Álbum: Madame X

“Dark Ballet” é a música mais experimental da carreira de Madonna: aliando-se a uma imagética que retoma a mitológica figura de Joana D’Arc e introduzindo incursões de Tchaikovsky para uma ambientação electro-gospel, a canção merece reconhecimento por sua ousadia reverberante, ainda que o resultado não seja tão memorável quanto poderia.

GOD CONTROL

Lançamento como single: 14 de junho de 2019

Álbum: Madame X

“God Control” é facilmente uma das melhores faixas de ‘Madame X’ e, com mais força que suas conterrâneas, traz o retorno de Madonna para a crítica social. Introduzindo o hi-NRG em sua carreira e revisitando o disco que outrora a colocou no topo do mundo, a música é uma pungente declamação acerca da política de controle armamentista nos Estados Unidos – além de fazer menção ao tiroteio da balada Pulse, em Orlando, no ano de 2016.

I RISE

Lançamento como single: 04 de outubro de 2019

Álbum: Madame X

Provavelmente tendo passado longe do radar, “I Rise” é uma nostálgica performance de Madonna para ‘Madame X’ e uma das únicas inflexões que realmente se encaixam no comodismo do pop. Construindo-se através do mid tempo, os versos delineiam mais uma crítica da cantora para a violência e o porte de armas dos Estados Unidos, além de usar o poderoso discurso da ativista Emma González para guiá-los.

‘A História do Palavrão’: Série da Netflix com Nicolas Cage ganha novo clipe HILÁRIO; Confira!

Netflix divulgou recentemente um novo clipe oficial de ‘A História do Palavrão’, série documentária estrelada por Nicolas Cage e que conta a origem dos palavrões de forma didática, inusitada e hilária.

No breve vídeo, Cage e outras celebridades analisam o uso e a história da palavra “bitch” (“vadia”, no português).

Confira:

A série contará com seis episódios, que se aprofundarão no significado e contexto histórico de alguns dos palavrões mais populares da língua inglesa.

‘A História do Palavrão’ estreia na Netflix no dia 05 de janeiro de 2021.

‘A Casa Coruja’: 2ª temporada da série animada ganha data de estreia no Disney Channel

Disney Channel divulgou recentemente o primeiro teaser oficial da 2ª temporada de ‘A Casa Coruja’, aclamada série animada.

O breve vídeo anuncia também a estreia dos novos episódios: 12 de junho.

Confira:

A série é uma mistura de comédia e terror e gira em torno de uma garota chamada Luz que se torna aprendiza de uma poderosa feiticeira conhecida como Eda. O objetivo da protagonista é se tornar uma poderosa bruxa e, além de sua mentora, também será acompanhada pelo adorável guerreiro King.

A produção é comandada por Dana Terrace.

Sarah-Nicole RoblesWendie MalickAlex HirschTati GabrielleIsaac Ryan BrownMae WhitmanIsabella Rossellini e outros fazem parte do elenco de dublagem.

‘Pânico’: Fãs estão SURTANDO com o primeiro trailer do novo filme; Confira as reações!

Paramount Pictures finalmente divulgou o trailer oficial do aguardado Pânico, quinto filme da franquia slasher – e não demorou muito até que os fãs ficassem em êxtase com o retorno de uma das produções mais icônicas do cinema.

Confira algumas das reações abaixo:

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett são os diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

‘Immigrant’: Astro de ‘The Boys in the Band’ é escalado para a série sobre o grupo de dança Chippendales

Segundo o ColliderRobin De Jesús, conhecido por seus trabalhos em obras como ‘The Boys in the Band’‘Tick, Tick… Boom!’, foi escalado para ‘Immigrant’, nova série do Hulu que gira em torno da criação do grupo de dança masculino Chippendales.

O ator dará vida ao papel regular de Ray Colon, um jovem porto-riquenho do Bronx que encontra seu chamado em meio aos Chippendales como um faz-tudo e logo é abraçado como pupilo pelo empresário Somen “Steve” Banerjee (Kumail Nanjiani).

De Jesús também se junta aos previamente confirmados Murray BartlettAnnaleigh AshfordQuentin PlairAndrew RannellsNicola PeltzDan Stevens.

A história gira em torno de Banerjee (Nanjiani), um jovem empresário indiano-americano que deu início aos Chippendales, grupo de dança formado apenas por homens que se tornou icônico pelos visuais sem camisa com gravatas-borboleta e abotoaduras. Banerjee também ficou famoso por criar o ato do entretenimento em meio a crimes chocantes e uma caótica origem.

O roteiro fica a encargo de Robert Siegel (‘Pam & Tommy’), que também entra como produtor ao lado de Nanjiani. Dylan SellersJenni KonnerMatt ShakmanEmily V. GordonNora Silver e Rajiv Joseph são os produtores executivos.

Shakman fica responsável pela direção dos episódios, enquanto Joseph e Mehar Sethi também contribuem para a narrativa.

Siegel e Konner são os co-showrunners.

Nenhum outro detalhe foi revelado.

Beyoncé lança duas novas versões de “Break My Soul”, single do álbum ‘Renaissance’; Confira!

A icônica Beyoncé divulgou duas novas versões de “Break My Soul”, lead single do aguardado sétimo álbum de estúdio solo, intitulado Renaissance – Act I’.

O compilado de originais será lançado no dia 29 de julho.

website oficial da cantora e compositora inclusive já permite que os fãs façam o pre-save do disco.

Ouça:

Confira a tracklist oficial:

1. I’m That Girl
2. Cozy
3. Alien Superstar
4. Cuff It
5. Energy (feat. Beam)
6. Break My Soul
7. Church Girl
8. Plastic off the Sofa
9. Virgo’s Groove
10. Move (feat. Grace Jones e Tems)
11. Heated
12. Thique
13. All Up in Your Mind
14. America Has a Problem
15. Pure/Honey
16. Summer Renaissance

Em 2018, Queen-B colaborou com o marido, Jay-Z, com o álbum conjunto ‘Everything Is Love’; um ao mais tarde, lançou o álbum ao vivo ‘Homecoming’, em celebração a suas apresentações no Festival Coachella; em 2019, divulgou ‘The Lion King: The Gift’, para comemorar o remake em live-action de O Rei Leão; em 2020, lançou o filme musical ‘Black Is King’, que conquistou uma estatueta do Emmy Awards; e, por fim, conquistou mais dois prêmios do Grammy com Black Parade, que levou a estatueta de Melhor Performance R&B, e Be Alive, música original de ‘King Richard – Criando Campeãs’, que faturou uma indicação ao Oscar.

Além disso, Beyoncé fez história na cerimônia do Grammy 2021 ao tornar-se a mulher mais condecorada da história da premiação, com nada menos que 28 estatuetas.

‘Gotham Knights’: Misha Collins se transforma no Duas-Caras em novo vídeo de bastidores

Gotham Knights é a mais nova série da The CW e estreia muito em breve.

Agora, o astro Misha Collins divulgou um vídeo de bastidores em que se transforma no icônico antagonista Duas-Caras.

Confira:

A produção tem estreia agendada para o dia 14 de março de 2023, mesmo dia da 3ª temporada de ‘Superman & Lois’.

Em ‘Gotham Knights‘, após o assassinato de Bruce Wayne, seu filho adotivo rebelde forja uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman quando todos são acusados ​​de matar o Homem-Morcego. Como os criminosos mais procurados da cidade, esse bando renegado de desajustados deve lutar para limpar seus nomes. Mas em uma Gotham sem Cavaleiro das Trevas para protegê-la, a cidade se torna a mais perigosa que já foi. No entanto, a esperança vem dos lugares mais inesperados, pois essa equipe de fugitivos incompatíveis se tornará sua próxima geração de salvadores.

O elenco conta com Oscar Morgan como Turner Hayes, Navia Robinson como Carrie Kelley, Fallon Smythe como Harper Row, Tyler DiChiara como Cullen Row, Olivia Rose Keegan como Duela, Anna Lore como Stephanie Brown, Rahart Adams como Brody, Misha Collins como Harvey Dent, Lauren Stamile como Rebecca March e Damon Dayoub como Lincoln March.

A série foi criada por Chad FiveashJames StoterauxNatalie Abrams, roteiristas da adorada série Batwoman. Abrams também entra como co-produtora executiva.

A narrativa é baseada nos personagens criados por Bob KaneBill Finger e gira em torno do assassinato de Bruce Wayne. Logo depois do trágico evento, seu filho adotado rebelde forma uma aliança com os filhos dos inimigos de Batman, quando todos são acusados de terem matado o Cavaleiro das Trevas. Com Gotham mais perigosa do que nunca, o grupo de fugitivos poderia ser a próxima salvação da cidade.

A produção é parceria entre a Warner Bros. TV e a Berlanti Productions.

Fiveash e Stoteraux entram como produtores executivos ao lado de Greg BerlantiSarah SchechterDavid Madden.

‘It’s Always Sunny in Philadelphia’: FX divulga novo teaser OFICIAL da 16ª temporada; Confira!

FX divulgou um novo teaser oficial da 16ª temporada da adorada comédia ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’.

Lembrando que os próximos capítulos estreiam em 07 de junho.

Confira, com o trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Com a renovação para um novo ciclo, a série se tornou a comédia live-action com maior longevidade da história da televisão americana, superando ‘The Adventures of Ozzie and Harriet‘, que durou por 14 temporadas.

It’s Always Sunny in Philadelphia‘ foi criada por Glenn Howerton e Rob McElhenney.

Na trama, cinco amigos com grandes egos e atitudes arrogantes são proprietários de um pub irlandês em Philadelphia.

O elenco conta com Charlie Day, Glenn Howerton, Rob McElhenney, Kaitlin Olson e Danny DeVito.

Alan Ritchson está de volta no trailer LEGENDADO da 2ª temporada de ‘Reacher’; Confira!

Prime Video Brasil divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de Reacher, série de ação estrelada por Alan Ritchson.

O novo ciclo chega à plataforma de streaming em 15 de dezembro.

Confira:

A segunda temporada não seguirá a ordem dos livros e adaptará “Azar e Contratempo”, 11º livro da série do autor Lee Child. O livro acompanha Jack Reacher que é forçado a voltar à ação quando seus ex-companheiros começam a ser mortos.

Durante uma entrevista para o Collider, Vernon Sanders, presidente de conteúdo televisivos da Amazon Studios, provocou o público ao dizer que a nova temporada será ainda melhor que a anterior.

Além disso, ele espera que o próximo ciclo seja lançado ainda esse ano.

“Estamos indo muito bem. Alan está de volta, e ele está fantástico no papel. Estou tão orgulhoso dos produtores por acharem o cara adequado para dar vida a Reacher. E a recepção dos fãs do romance foi um sonho. A 2ª temporada está incrível.”

Ele continuou:

“Por melhor que a 1ª temporada tenha sido, eu acho que a 2ª é melhor, vai muito além, e acho que há uma boa chance de que a série volte no ano que vem.”

Malcolm Goodwin, Willa FitzgeraldKristin Kreuk também fazem parte do elenco.

Jack Reacher, preso por engano, mostra que a justiça escolheu brincar com a pessoa errada. Nesta sua primeira aventura, Reacher verá uma cidade-modelo na Geórgia revelar toda a sua podridão, ao mesmo tempo em que é iniciada uma brutal e surpreendente contagem de cadáveres… E de milhares de notas de dólares falsificadas.

Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.

Vale lembrar que a saga já foi adaptada para as telonas em dois longas estrelados por Tom Cruise, ‘Jack Reacher: O Último Tiro‘ (2012) e ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (2016). Juntos, os dois filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente.

Gabriel Leone é Ayrton ‘Senna’ no teaser INCRÍVEL da nova série da Netflix

A minissérie ‘Senna’, produção da Netflix baseada na vida do ícone brasileiro Ayrton Senna, ganhou seu teaser trailer oficial.

Gabriel Leone daá vida ao protagonista.

A atração estreia ainda em 2024, sem dia confirmado.

Confira:

https://twitter.com/NetflixBrasil/status/1785293084290322705?t=THDF8_xRXgeUgZd4L8PgdA&s=19

O primeiro drama ficcional sobre o ídolo Ayrton Senna da Silva (1960-1994) dará aos fãs a chance de cruzar a linha de chegada não com Senna, mas com Beco ou Becão, apelidos carinhosos do piloto entre amigos e familiares.

Mais do que relembrar momentos marcantes de sua carreira, a minissérie é um convite a desbravar a personalidade e as relações familiares do tricampeão de Fórmula 1. Senna personificou de forma profunda a vontade dos brasileiros de vencer — e fez acelerar os corações de jovens, adultos e crianças ao redor do mundo.

Retrato do homem por trás do herói nacional, a obra é uma produção da Gullane para a Netflix com a participação ativa da família do piloto. Locações internacionais se somarão a sets de filmagem intimistas, a exemplo da casa em que Senna cresceu, na Grande São Paulo, e à qual os familiares concederam acesso inédito para a produção da minissérie.

“É muito especial poder anunciar que contaremos a história que poucos conhecem dele. A família Senna está empenhada em fazer deste projeto algo totalmente único e inédito. E ninguém melhor do que a Netflix, que tem um alcance global, para ser nossa parceira neste projeto”, celebrou Viviane Senna, irmã de Ayrton.

“Senna é uma pessoa que precisamos. Um jovem que batalhou por seu sonho e enfrentou inúmeras barreiras para representar uma nação. Senna une o Brasil”, comentam Fabiano e Caio Gullane.

O ponto de partida será o começo da carreira automobilística de Ayrton, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na F1600. Toda a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas. Os bastidores mostrarão o homem por trás do mito até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino.

“Assim como Senna começou sua jornada em São Paulo e conquistou o mundo, estamos honrados em levar sua inspiradora trajetória para todos os seus fãs, onde quer que eles estejam. Ayrton Senna tem um legado que atravessa gerações e fronteiras, e a Netflix se orgulha de poder levar um novo olhar sobre o homem por trás do piloto para os nossos assinantes em mais de 190 países”, afirmou Maria Angela de Jesus, diretora de produções originais internacionais da Netflix no Brasil.

Kaya Scodelario também está no elenco: “É uma honra estar envolvida em um projeto que conta a história de Ayrton, um verdadeiro herói nacional que significa muito para o povo brasileiro. Fazer parte dessa série é uma responsabilidade enorme e estou extremamente animada para embarcar nessa jornada.”

A minissérie, gravada em inglês e português, conta com oito episódios.

‘O Poço 2’ estreia na Netflix | Analisamos o filme original, um dos mais VISCERAIS da Netflix

O gênero distópico sempre teve um lugar especial na literatura e nas telonas – principalmente no tocante à inclinação crítica. A criação de mundos que passaram por grandes reviravoltas e que encontraram um modo complexo e problemático de resolver seus problemas data desde o surgimento da arte fílmica, ganhando impulso com a emergência do cinema falado e novos capítulos na contemporaneidade. Desde adaptações como 1984′ e Admirável Mundo Novo’ até releituras de V de Vingança’ e Jogos Vorazes’, as narrativas normalmente trazem personagens comuns para o primeiro plano e os colocam em um arco de reflexão que quebra paradigmas e que acende uma faísca que urge por mudança – e, com frequência, por justiça.

Seguindo a estética e a preferência supracitadas, a Netflix investiu, em 2020, em um longa-metragem intitulado O Poço, que acaba de ganhar uma sequência.

O filme original incrementa o suis-generis com aspectos do thriller, do suspense e gore. Ambientada em uma prisão vertical com centenas de andares, o enredo gira em torno de Goreng (Iván Massagué), um homem que acorda numa cela cúbica ao lado de Trimagasi (Zorion Eguileor), um detento veterano que já está lá há dez meses e que tenta explicar (do modo mais cínico e mais árduo possível) como aquele lugar funciona. A cada trinta dias, uma dupla de prisioneiros é destinado a um dos andares e, para sobreviverem, só podem comer os restos da comida devorada pelos níveis superiores. Logo de cara, Trimagasi deixa bem claro que o lugar onde se encontram (a 48ª cela) é consideravelmente agradável, visto que podem se alimentar o suficiente para sobreviverem. Os problemas (e a verdadeira face de todos) vêm à tona quando, no mês seguinte, acordam no nível 171.

É um fato dizer que a soma de todos os fatores da produção é bem mais positiva pelas metáforas que induz com simulacros da realidade e por gentis inclinações a simbologias escondidas. A história, por si só, expande-se em um competente suspense que perdura os pouco mais de 90 minutos e nos envolve do começo ao fim – isso é, até o rechaçável grand finale que resolve não amarrar as pontas e transformar o protagonista num mártir messiânico sem consolidar o lado empático de sua personalidade. Na verdade, é-nos revelado que Goreng erroneamente escolheu ser trancafiado no Poço para “parar de fumar” ou algo assim, até descobrir, tarde demais, que não deveria jamais ter pensado nisso. Afinal, ele é atacado por um psicótico Trimagasi, tenta salvar uma perigosa e lunática assassina chamada Miharu (Alexandra Masangkay) e observa impotente enquanto alguns “colegas” se jogam no infindável buraco para acabarem com sua miséria.

As coisas começam a mudar de figura quando, depois do espetacular assassinato de seu algoz, o protagonista é transferido para o 33º nível e divide a cela com Imoguiri (Antonia San Juan), ex-funcionária que também resolveu entrar na prisão para se livrar de seus pecados e trazer um pouco de sensatez a bárbaros desumanos que não se importam com ninguém além de si mesmos. É Imoguiri, em sua conturbada autorrealização, que tenta em vão convencer as outras pessoas a comerem apenas o necessário e permitir que a plataforma de comida chegue com alimento o suficiente para os dos níveis mais baixos. Eventualmente, Goreng decide destruir o mecanismo de dentro para fora, aliando-se com Baharat (Emilio Buale Cokan) para racionar comida e permitir que todos comam.

Apesar dos claros deslizes, o filme constrói-se com uma estética impecável que transcende as expectativas da audiência e transforma claustrofóbicos quartos em uma imensidão de culpa internalizada e loucura, cortesia do diretor Galder Gaztelu-Urrutia. À medida que busca uma identidade própria, nutre suas habilidades de outros thrillers intimistas como O Quarto do Pânico’Jogos Mortais’ para analisar, ainda que na superfície, o retorno do ser humano à condição de selvageria e de impotência frente a um obstáculo invisível e amedrontar: a fome. O grande deslize, entretanto, isola-se no início do terceiro ato, que ergue-se num pedantismo épico sem sentido e acaba jogando todas as incríveis sutilezas no lixo em prol de uma presunçosa e infeliz resolução que não alcança a catarse à qual se propõe nem a crítica que explora nos blocos anteriores.

Na verdade, as próprias alegorias trazidas pela equipe criativa premeditam o que se pode esperar das reviravoltas: cada um dos prisioneiros pode trazer consigo um objeto qualquer; Goreng escolhe o clássico romance Dom Quixote’, de Miguel de Cervantes, mas não à toa: tanto a trama do livro quanto a do filme discorrem sobre a necessidade do sacrifício e da morte, e caminham para um final que nunca resolve as questões levantadas, fazendo com que nos perguntemos se realmente absorvemos tudo o que foi apresentado. Mesmo os nomes dos personagens principais e coadjuvantes não foi escolhido ao acaso; pelo contrário, trouxeram significados mais profundos que explicam partes dos arcos e ações a priori incompreensíveis.

O Poço é uma interessante adição ao catálogo da plataforma de streaming – e um convite à reflexão de extrema importância nos dias de hoje, almejando a tópicos de discussão como empatia e comunhão. Apesar da agridoce decisão do roteiro em mudar o curso principal, somos envoltos em uma névoa de tensão que nos impede de desviar os olhos por sequer um segundo (inclusive nas cenas mais explícitas).

Agora, a sequência já está disponível no catálogo. Será que o filme precisava de uma continuação?

‘Hacks’: 4ª temporada ganha primeiro teaser; Trailer completo será lançado AMANHÃ!

Hacks‘, aclamada comédia estrelada por Jean Smart, continua como uma das melhores produções da televisão contemporânea – e, agora, o primeiro teaser foi revelado.

Além disso, foi anunciaci que o trailer completo será lançado amanhã, 11 de março.

Confira:

https://x.com/StreamOnMax/status/1899234139154657578?t=f0UFvnHIJGk9GAzwj3Gi4g&s=19

Recentemente, Julianne NicholsonMichaela WatkinsBresha WebbRobby HoffmanEric Balfour foram escalados para papéis convidados nos novos episódios.

O próximo ciclo chega à plataforma de streaming em 2025 e contará com dez episódios.

A nova temporada acompanha o cabo de guerra entre Deborah (Smart) e Ava (Hannah Einbinder) enquanto elas dão início ao seu programa noturno, ao mesmo tempo em que fazem história ao trazê-lo à vida.

As três primeiras iterações já estão disponíveis na Max.

Jean SmartHannah Einbinder estrelam.

Mark Indelicato, Carl Clemons-Hopkins, Rose Abdoo, Susie Essman, Devon Sawa, Ming-Na Wen, Laurie Metcalf, Martha Kelly e Margaret Cho também estão no elenco.

O show é uma criação de Paul W. Downs, Lucia Aniello e Jen Statsky.

Hacks conta a história de Deborah Vance (Smart), uma comediante pioneira que agora enfrenta a decadência e a falta de humor. Embora ainda tenha uma porção de contratos milionários em seu nome, sua maior conquista profissional – uma residência em Las Vegas – parece estar por um fio. Determinada a salvar sua carreira, ela contrata uma jovem de Los Angeles para ajudá-la a atualizar seu repertório e, assim, atrair um público mais novo. A roteirista Ava Daniels (Einbinder), de 25 anos, é uma espécie de pária que, assim como Deborah, se vê à beira do abismo. Após ter feito uma piada com o filho gay de um congressista no Twitter, ela perdeu seu emprego e acabou “cancelada” em Hollywood. É exatamente por isso que aceita o convite para trabalhar com Deborah. No início, a mentoria não vai muito bem: Deborah acredita que Ava não tem disciplina nem referências suficientes; já Ava considera Deborah uma mulher grossa, cafona e sem humanidade. Mas elas logo percebem que precisam uma da outra e que esse embate é o ingrediente ideal para uma boa parceria.

‘O Clube do Crime das Quintas-Feiras’: Novo filme do diretor de ‘Harry Potter’ chega ESTE MÊS ao streaming!

O Clube do Crime das Quintas-Feiras (The Thursday Murder Club, no original), adaptação do aclamado romance de Richard Osman comandada por Chris Columbus (‘Harry Potter’) chega este mês ao catálogo da Netflix.

O longa tem estreia marcada para o dia 28 de agosto na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

O filme e estrelado por Helen MirrenPierce BrosnanBen KingsleyCelia Imrie.

Columbus também entra como roteirista do projeto.

Steven Spielberg entra como um dos produtores executivos através de sua companhia Amblin Entertainment.

Confira a sinopse oficial:

Toda quinta, em um retiro para aposentados no sudeste da Inglaterra, quatro idosos se reúnem para — segundo consta na agenda da sala de reunião — discutir ópera japonesa. Mas não é bem isso que acontece ali dentro. Elizabeth, Ibrahim, Joyce e Ron usam o horário para debater casos policiais antigos sem solução, confiantes de que podem trazer justiça às vítimas e encontrar os responsáveis por algumas daquelas atrocidades do passado.

Com todos os integrantes acima dos setenta anos, o Clube do Crime das Quintas-Feiras não é a equipe de detetives mais convencional em que se conseguiria pensar, mas com certeza está mais do que acostumada a fortes emoções. Afinal, Joyce foi enfermeira por décadas, Ibrahim ajudou pacientes psiquiátricos em situações dificílimas, Ron era um reconhecido líder sindical e Elizabeth… Bom, digamos que assassinatos e redes de contatos sigilosas não eram nenhuma novidade para ela.

Quando um empreiteiro local com projetos bastante questionáveis na cidade aparece morto, o grupo tem a oportunidade de seguir as pistas de um caso atual. Apostando em seus semblantes inocentes e habilidades investigativas estranhamente eficazes — além de trocas de favores clandestinas com a polícia, que, apesar de todos os esforços, parece estar sempre um passo atrás de seus colegas amadores —, os quatro amigos embarcam em uma aventura na qual as mortes do presente se entrelaçam com antigos segredos, e em que saber demais pode trazer consequências perigosas.

O sucesso do primeiro livro rendeu duas sequências: ‘O Homem que Morreu Duas Vezes’‘A Bala que Errou o Alvo’, também lançados no Brasil pela Editora Intrínseca.

Crítica | Timothée Chalamet e Josh Safdie unem forças para o primoroso e irretocável drama cômico ‘Marty Supreme’

Os Irmãos Safdie são conhecidos por inúmeras colaborações que trouxeram uma originalidade inerente à arte de se fazer filmes, desde sua estreia com o elogiado ‘Traga-me Alecrim’ até a poderosa comédia dramática ‘Joias Brutas’, uma das produções mais subestimadas da década passada. Agora, os irmãos parecem estar navegando em suas próprias trajetórias, com Benny Safdie tendo comandado a recente e elogiada cinebiografia ‘Coração de Lutador: The Smashing Machine’, com The Rock e Emily Blunt, e Josh Safdie se aventurando no mundo esportivo com a impecável dramédia ácida ‘Marty Supreme’ – e é sobre este filme que falaremos no texto a seguir.

Retomando parceria com seu colaborador de longa data, Ronald Bronstein, Josh arquiteta um dos melhores longas-metragens da década ao garantir que cada uma das engrenagens dessa frenética jornada esteja em perfeita sincronia com as demais, entregando-se de corpo e alma para um roteiro exemplar, uma montagem vibrante e uma fotografia que explora até onde a ambição humana pode chegar. E, para construir o longa-metragem, Safdie trouxe Timothée Chalamet, que ganhou inúmeros elogios por seus múltiplos papéis no cenário do entretenimento, no papel de sua carreira – e que muito provavelmente pode lhe render um merecido Oscar de Melhor Ator.

Na trama, que traz inspirações livres da vida de Marty Reisman, Chalamet encarna Marty Mauser, um jovem vendedor de sapatos que trabalha no Lower East Side de Manhattan e que, nas horas vagas, compete como um jogador de tênis de mesa profissional cujo maior sonho é participar do Torneio Mundial. Navegando entre o atribulado mundo dos esportes e envolvendo-se com pessoas perigosas e sedutoras, Marty tem o desejo autodestrutivo de se provar não apenas para si mesmo e para as pessoas que conhece, mas para o planeta inteiro, com ganas de se tornar uma divindade encarnada em terra que merece ser idolatrada – e que, ao mesmo tempo, parece não enxergar o mundo à sua frente.

Josh tem uma visão muito clara do que quer: se desassociar do estilo que firmou ao lado do irmão, mas sem renegar a carga criativa que explorou em outras produções. Em outras palavras, é notável como o diretor e corroteirista investe esforços consideráveis para construir uma espécie de ‘Joias Brutas’ com esteroides, valendo-se da mesma estética clássica e envolvente que explorou no filme estrelado por Adam Sandler, com um filtro nostálgico e sutil que ajuda a levar o público em uma viagem no tempo, nos levando para os principais polos do tênis de mesa dos anos 1950 à medida que singra por anacronismos estilísticos que apenas ajudam a aumentar a densidade da narrativa.

Safdie e Bronstein fazem questão de não construir um herói clássico ou um anti-herói romantizado, mas sim uma pessoa dotada de falhas e de um senso de superioridade que ultrapassa um sistema de crenças totalmente desestabilizado – motivo pelo qual ele não tem escrúpulos em se envolver com Rachel Mizler (Odessa A’zion), uma antiga amiga de infância que, mesmo casada, mantém uma relação secreta com Marty; e Kay Stone (Gwyneth Paltrow), uma ex-atriz e socialite que cai na mira de Marty e que passa a ter um caso escandaloso com o esportista. E, à medida que o personagem principal tenta se desvencilhar de cada um dos capítulos que encerrou em sua vida, ele se vê diante de um trabalho impossível ao passo que duas realidades totalmente se chocam em um explosivo tour-de-force.

Chalamet, que já havia causado grande comoção com suas performances em ‘Me Chame pelo Seu Nome’, ‘Querido Menino’, ‘Duna’ e ‘Um Completo Desconhecido’, volta a nos surpreender com a melhor atuação da carreira (ao menos até agora) ao mergulhar de cabeça no papel que parece ter nascido para interpretar. Ao encarnar as múltiplas facetas de um jovem cuja necessidade de estar sempre no centro dos holofotes apaga qualquer traço de empatia e de compreensão, Chalamet reitera seu status como um dos maiores atores da geração, garantindo que cada sentimento e cada beat esteja em uníssono com um espetáculo que ao mesmo tempo se expande para analisar a pequenez do ser humano e se contrai para denotar a inexorabilidade da solidão e do vazio.

À medida que trata os acontecimentos com pinceladas ácidas do sarcasmo, da ironia e de uma exploração nada arbitrária da avidez de Marty, Safdie faz questão de deixar que os outros membros do elenco tenham seu momento de brilhar – com destaque à contida e sólida entrega de Paltrow em um glorioso retorno às telonas, e de A’zion em mais uma bem-vinda entrada em sua carreira em ascensão. Integrando esse “time dos sonhos”, temos Kevin O’Leary como Milton Rockwell, um magnata influente casado com Kay que se interessa por Marty e por sua carreira esportiva; e Fran Drescher em uma breve aparição como Rebecca Mauser, mãe de Marty e ponto-chave para que o protagonista se mantenha fincado a uma realidade que não pode varrer para debaixo do tapete.

A decisão do diretor em rodar o filme em 35mm promove à obra uma fuga da cronologia, por assim dizer, garantindo um efeito de granulação natural que nos permite encontrar a narrativa em determinado ponto do espaço-tempo, mas não a ponto de nos distanciar da época. Pelo contrário, a indução de nostalgia e saudosismo se firma na medida certa, e vem acompanhada de uma trilha sonora propositalmente anacrônica que utiliza elementos robóticos e retrofuturistas dos anos 1980 em uma composição etérea e intangível – cortesia das habilidosas mãos de Darius Khondji como diretor de fotografia e Daniel Lopatin como compositor.

‘Marty Supreme’ é um dos filmes que definem o cinema contemporâneo como ele é e como deveria ser, carregado de ousadias e de um comprometimento apaixonante que transforma as potentes duas horas e meia de tela em uma delirante jornada antropológica que é, ao mesmo tempo, incansável e satisfatória. Contando com a presença formidável de Timothée Chalamet no melhor papel da carreira, o novo longa de Josh Safdie é, com a falta de outro adjetivo, primoroso.

‘Eles Vão Te Matar’: Terror sangrento e engraçado produzido pelo diretor de ‘It’ chega ao streaming!

O terror cômico de ação Eles Vão Te Matar, estrelado por Zazie Beetz (‘Deadpool 2’), finalmente chegou ao streaming após uma breve passagem nos cinemas.

O longa-metragem, que conquistou 65% de aprovação no Rotten Tomatoes, chegou ao catálogo da HBO Max no último dia 12 de junho.

Na trama, uma mulher responde a um anúncio para ser governanta em um edifício residencial glamoroso na cidade de Nova York. No entanto, após alguns desaparecimentos misteriosos, logo se torna aparente que o arranha-céu está sob o controle de um culto satânico.

O elenco ainda conta com Myha’la (‘Morte Morte Mprte’), Patricia Arquette (‘Medium: A Paranormal’), Heather Graham (‘Do Inferno’) e Tom Felton (‘Harry Potter’).

Kirill Sokolov (‘Morra!’) fica responsável pela direção. Além de comandar a produção, ele também assina o roteiro ao lado de Alex Litvak.

Andy Muschietti e Barbara Muschietti, conhecidos por seu trabalho na aclamada franquia ‘IT: A Coisa’, produzem.

Durante entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os irmãos revelaram o motivo de terem escolhido o filme como o primeiro de sua nova produtora, a Nocturna.

Confira, junto à nossa entrevista completa, e siga o CinePOP no Youtube:

‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Primeiras reações sugerem que o filme é decepcionante

A Warner Bros e a New Line liberaram as reações do público que já assistiu a ‘IT – A Coisa: Capítulo 2′ e, infelizmente, nem todos os comentários são positivos.

Um deles ainda sugere que o filme é “a maior decepção do ano”.

Confira as publicações:

“‘IT – A Coisa: Capítulo 2‘ é a maior decepção do ano. Uma bagunça grande e maçante, que gasta muito tempo refazendo as coisas do primeiro filme. Embora haja bons momentos, o filme carece de suspense e sustos. As performances também são entediantes.”

‘IT – A Coisa: Capítulo 2‘ tem algumas excelentes cenas e performances, mas também tem grandes problemas. É muito artificial, as piadas atrapalham os sustos e depende demais de flashbacks do clube dos perdedores em vez de desenvolver as versões adultas.”

“‘IT – A Coisa: Capítulo 2′ é grande, ambicioso e não consegue lidar com o peso de suas aspirações, mas ainda é um belo filme de horror. As partes que funcionam, funcionam muito bem. Bill Hader é o único que rouba a cena que todos esperávamos.”

“‘IT – A Coisa: Capítulo 2‘ provavelmente é mais assustador que o primeiro, há mais imagens do Pennywise para assombrar seus sonhos. Mas também perde muito charme na mudança de foco do amadurecimento para os personagens adultos. Em quase 3 horas, parece longo demais.”

“Assisti ‘IT – A Coisa: Capítulo 2‘ na semana passada! Definitivamente faz jus ao hype do primeiro, oferecendo sustos memoráveis e visuais incríveis. A química do clube de perdedores adultos foi incrível. É assustador.”

“‘IT – A Coisa: Capítulo 2‘ é incrível. O elenco adulto é perfeito e adorei a maneira como o filme se conecta ao primeiro. Eu não quero falar muito porque a maioria de vocês vai ver. Parabéns a todos que trabalharam nisso, foi um trabalho bem feito.”

“Acho que as pessoas terão de escolher sobre qual parte eles gostaram mais, mas eu gosto de pensar em ambos como um filme só. E o segundo capítulo oferece uma conclusão satisfatória e emocional para um dos melhores filmes de terror já feitos.”

Lembrando que a sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de setembro.

Confira os trailers:

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård, no papel de Pennywise, e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

‘Homem de Ferro’: Terrence Howard culpa Robert Downey Jr. por sua saída do MCU

Antes de Don Cheadle assumir o papel como James Rhodes em ‘Homem de Ferro 2‘, o personagem foi interpretado por Terrence Howard no filme anterior.

Por conta disso, diversos fãs ainda se questionam sobre o motivo da substituição.

Durante uma entrevista para o Cheat Sheet, Howard disse que saiu porque seu salário seria drasticamente reduzido nas sequências e culpou Robert Downey Jr. pela decisão, afirmando que o astro negou seu pedido de ajuda.

Pelo visto, Downey estava exigindo um cachê muito alto, pois acreditava que ‘Homem de Ferro‘ só foi um sucesso por conta de sua atuação.

“Tínhamos um contrato para três filmes. Mas depois do primeiro, eles [os executivos da Marvel] vieram até mim para falar sobre a sequência e disseram: ‘Vamos te pagar um oitavo do que havíamos planejado no acordo, porque achamos que a sequência será um sucesso, com ou sem você’.”, disse Howard.

Depois da notícia, ele disse que procurou a ajuda de Downey, mas o intérprete de Tony Stark ignorou suas ligações por três meses, até que a Marvel decidiu entrar em contato com Cheadle.

No entanto, Howard admitiu durante a pré-estreia de ‘Homem de Ferro‘ que não é uma pessoa fácil de lidar, e diversos artistas alegaram que ele tem fama de descontrolado.

Inclusive esse teria sido o principal motivo para a sua saída do MCU, já que ele e o produtor Jon Favreau haviam discutido seriamente nos bastidores.

Lembrando que Don Cheadle continuou no papel até ‘Vingadores: Ultimato‘, mas ainda não foi revelado se Rhodes irá retornar nos próximos filmes do MCU.

Lançado em 2019, ‘Vingadores: Ultimato‘ tornou-se o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Liga da Justiça’: Superman veste o traje negro e usa a visão de calor em teaser inédito do Snyder Cut

Um novo trailer do Snyder Cut deLiga da Justiçaserá lançado em 14 de fevereiro.

E, para relembrar a novidade, o diretor Zack Snyder divulgou mais um trecho do filme em seu perfil do Twitter.

O vídeo de apenas 18 segundos traz diversas cenas inéditas, como o repaginado Lobo da Estepe usando seu machado contra os inimigos, uma perseguição do Batmóvel e uma incrível surpresa: O Superman vestindo seu traje negro enquanto usa sua visão de calor.

Confira:

“Em três dias.”

Lembrando que o filme terá 4 horas de duração e chega ao catálogo da HBO Max em 18 de março.

Há alguns dias, o site Film Ratings revelou que a nova versão do filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos por conta de sequências intensas de violência e linguagem inapropriada.

Anteriormente, o próprio Snyder havia dito à Entertainment Weekly que o filme poderia receber uma classificação mais restrita.

“Aqui está uma informação que ninguém sabe: o filme é insano e tão épico e provavelmente terá uma classificação para maiores de 18 anos. Não está certo, mas é uma coisa que eu acho que vai acontecer, que será uma versão censurada, com certeza.”

Ele continuou, explicando os motivos da classificação:

“Ciborgue não está muito feliz com o que está acontecendo com sua vida antes de encontrar a ‘Liga da Justiça‘, e ele fala o que pensa, sem freios. O Lobo da Estepe praticamente parte as pessoas ao meio. Portanto, [a classificação seria devido à] violência e aos palavrões , provavelmente os dois.”

Confira a sinopse:

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

‘The Witcher’: 2ª temporada trará uma IMPACTANTE revelação sobre a identidade de [SPOILER!]

De acordo com o Redanian Intelligence, a 2ª temporada de ‘The Witcher‘ trará uma impactante revelação sobre o personagem Duny (Bart Edwards) .

Para quem não se lembra, Duny é o jovem amaldiçoado e transformado em um porco-espinho humanoide, que acaba se casando com Pavetta (Gaia Mondadori), a princesa de Cintra, e mais tarde torna-se pai de Ciri (Freya Allan).

Foi dito que Duny será revelado como ninguém menos que Emhyr var Emreis, o governante de Nilfgaard, uma nação que serviu como a principal antagonista da série na primeira temporada.

Como o rosto de Emreis não foi mostrado até agora, está será uma baita surpresa, considerando seu ódio por Cintra, mas também traz mais sentido à sua busca por Ciri.

E aí, você está animado para os próximos episódios?

Lembrando que o novo ciclo têm estreia agendada para 17 de dezembro e que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Confira os títulos dos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘Velozes e Furiosos 10’: Ludacris diz que “os fãs ficarão muito SURPRESOS” com o final da franquia

Quem acompanha a franquia ‘Velozes e Furiosos sabe que cada filme consegue ultrapassar os limites de ação e aventura estabelecidos nos anteriores.

E parece que o 10º filme também promete surpreender o público, como garantiu Ludacris durante uma entrevista para o Entertainment Tonight.

“A cada filme que fazemos, eu penso: ‘Como podemos superar isso? Como você pode superar algo como ir para o espaço num carro?’ Mas há algumas reviravoltas preparadas. Há ainda mais personagens sendo introduzidos, que vão explodir sua mente… Há muitas conclusões e os fãs vão ficar muito surpresos.”

Questionado como se sentia ao fazer parte de uma franquia tão duradoura, o intérprete de Tej Parker respondeu:

“A família Fast é uma família de verdade fora das telas e somos o elenco mais sortudo o mundo, acredite. Na maioria dos filmes por aí, cada ator segue eu rumo depois que as câmeras param de rodar. Conosco é diferente, nossos filhos se conhecem e são como melhores amigos… Eles ficam tipo: ‘Ah, esse é o tio Vin. Ah, esse é o tio Tyrese. Essa é a tia Michelle‘. Eles realmente os chamam de tios… Fazer parte disso é a melhor coisa do mundo.”

Com estreia marcada para maio de 2023, o longa também vai contar com o retorno de Sung Kang, Jordana Brewster, Tyrese Gibson Charlize Theron. Michael Rooker, que fez uma participação especial em ‘Velozes e Furiosos 9‘, também retornará no novo filme.

A produção também irá introduzir Jason Momoa (‘Aquaman’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Alan Ritchson (‘Reacher’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’).

Vale lembrar que Dwayne Johnson NÃO retornará após sua briga com o Vin Diesel, assim como diretor Justin Lin, que deixou a produção após conflitos com o ator.

Louis Leterrier (‘O Incrível Hulk’) foi contratado para assumir a direção.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Equipe se reúne em belíssimo banner; Confira também os cartazes individuais!

Guardiões da Galáxia Vol. 3’ estreia em 04 de maio e a Marvel Studios divulgou um belo banner reunindo os membros da equipe de heróis.

Além disso, uma página do Twitter divulgou os cartazes individuais da sequência.

Confira:

 

Ao longo da divulgação da sequência, tanto o diretor James Gunn quanto o elenco haviam falado sobre o tom de despedida da trama.

Em entrevista para o Comic Book, o protagonista Chris Pratt reforçou que o filme será uma jornada bastante emocional para o time.

“Participar deste filme foi muito emocionante. Foi realmente emocionante por tantos motivos que eu terminaria essa entrevista sem entrar em todos os detalhes. Mas, sim, foi emocionante. Sinto muita gratidão pelo fato de James Gunn tersido capaz de ter feito isso. Sou grato por ele ter me dado este papel. Foi gratificante passar por cima dos críticos que disseram que o original provavelmente seria o primeiro filme da Marvel a fracassar. Pegar esses personagens que quase ninguém conhecia e tranformá-los em nomes familiares… Fazer parte disso é saber que o mundo dá voltas.”

Ele continuou:

“Foram dez anos incríveis. Encerrar essa jornada foi como o último dia de aula quando você está no último ano da escola. Você está tão animado que acabou, mas ao mesmo tempo, você não sabe se você vai ver algum de seus amigos novamente. Alguns deles estão indo para a faculdade, e alguns deles estão mudando de país. É como entrar em uma nova fase e em um novo capítulo da sua vida. É o virar de uma página. Portanto, é emocionante, simplesmente emocionante.”

Lembrando que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ recebeu classificação indicativa para maiores de 13 anos, assim como os filmes anteriores.

O motivo da classificação é devido a “sequências intensas de ação e violência, linguagem inapropriada e referências sugestivas a drogas.”

E aí, você está ansioso?

Confira o trailer:

“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”

E aí, você está animado para o encerramento da trilogia?

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Paul Walker quase interpretou o ‘Superman’ no cinema e receberia US$ 10 milhões

A carreira de Paul Walker é marcada por seu papel como Brian O’Conner, da franquia ‘Velozes e Furiosos‘.

Mas, o que poucos sabem é que o astro quase interpretou o Superman no cinema.

De acordo com o Deadline, a informação foi revelada por seu empresário, Matt Luber, e por seu dublê, Oakley Lehman, no documentário ‘I Am Paul Walker‘.

O documentário foi ao ar recentemente na CW e um trecho mostra Luber dizendo que Walker “estava fazendo testes para o Superman e era o favorito em um acordo de US$ 10 milhões e ele foi o favorito”.

Lehman, que também era amigo de infância de Walker, disse que o ator “estava pronto para isso e estava cogitando a ideia de seguir em frente”, mas tinha receio de permanecer preso ao papel por anos.

“Eu sabia que ele não queria fazer três ou quatro filmes do Superman. Tipo, ele não queria ser o Superman pelo resto da vida”, continuou Lehman.

Na época, Walker chegou à fase de vestir o traje do herói para os testes, mas decidiu que não era isso que ele queria para sua carreira.

Luber disse que Walker ligou para ele e disse:

“Cara, estou aqui com um ‘S’ no peito, tenho uma capa, botas, meia-calça… Essa cara não sou eu. Vou dar o fora daqui. Tenho que ir. Que se fod#.”

Em 2003, Walker já havia explicado ao Chicago Sun Times porque recusou a oferta.

“Sim, eu poderia ter ganhado um zilhão de dólares com essa franquia. Eu provavelmente poderia ter comprado minha própria frota de jatos ou minha própria ilha. Mas eu não preciso disso. Minha marca favorita de tênis de corrida custa US$ 20. Raramente pago mais de US$ 40 por meus jeans. Coloque uma camiseta e isso me custará US$ 20 ou US$ 10 se eu comprar na praia. Não preciso de um zilhão de dólares para administrar esse tipo de estilo de vida.”

Pelo visto, ele estava fazendo testes para um filme que prometia reiniciar a trajetória do Superman nas telonas, mas a ideia acabou sendo descartada.

Anos mais tarde, a Warner Bros decidiu reviver a ideia, trazendo Brandon Routh em ‘Superman: O Retorno‘.

Lembrando que Walker morreu em 30 de novembro de 2013, aos 40 anos, após um acidente de carro.

Seu último filme foi ‘Velozes e Furiosos 7‘:

‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’ tem estreia morna na China

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, o primeiro filme da Marvel Studios a ser lançado na China em três anos, teve uma estreia morna nos cinemas chineses.

O filme estreou na terça-feira (07) e arrecadou US$ 3,47 milhões, de acordo com a agência de ingressos Maoyan. Isso representou uma participação de mercado de 17% e um terceiro lugar atrás dos líderes de bilheteria produzidos na China ‘The Wandering Earth II’ e do drama de ação histórico ‘Full River Red’.

A trajetória prevista para o longa parece fraca em comparação com a bilheteria alcançada pelo primeiro filme ‘Pantera Negra‘, lançado na China em março de 2018, que arrecadou US$ 105 milhões. Mas dado o intervalo de dois meses desde que o filme foi lançado no resto do mundo, um curto período para a realização do marketing e um lançamento incomum na terça-feira, o número alcançado até agora é considerado satisfatório.

Este é o primeiro filme da Marvel Studios a ser lançado no país desde ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ em 2019. Títulos como ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e ‘Thor: Amor e Trovão‘ não foram lançados.

O próximo lançamento do estúdio na China é ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, que conseguiu uma estreia para o fim deste mês nos cinemas chineses.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Confira o trailer:

O filme se encontra disponível para streaming exclusivamente no Disney+

Dirigido por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-herói a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.