Dirigido por Garth Davis (‘Lion’), a produção acompanha a história da personagem homônima em busca de redenção. Em sua trajetória, ela conhece a mensagem de Jesus (Joaquin Phoenix) e tem sua vida transformada.
Em execução desde 2016, o longa seria lançado pela The Weinstein Company, mas mediante as inúmeras acusações de assédio sexual contra um dos sócios, Harvey Weinstein, o contrato foi encerrado, com a produção passando para a Sony Pictures.
‘Maria Madalena’ estreia nos cinemas em 15 de março de 2018.
O diretor M Night Shyamalan revelou em entrevista que o primeiro corte do filme tinha mais de 3 horas.
“O roteiro era muito longo, eram quase 150 páginas e o primeiro corte tinha 3 horas e 20 minutos, era muito comprido. Então começamos a encurtar e acertar até chegarmos nas 2 horas e 8 minutos que você vê.”
Será que veremos uma versão estendida algum dia? Material é o que não falta.
Segundo analistas de bilheterias do Box Office Pro, o suspense deve arrecadar entre US$ 55 e 80 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias.
Para comparação, ‘Fragmentado’ abriu com US$ 40 milhões.
A Buena Vista lançará o filme nos cinemas brasileiros dia 17 de janeiro de 2019.
Após os eventos de “Fragmentado”, Elijah Price (Jackson), também conhecido como Mr. Glass, descobre que David Dunn (Willis) está perseguindo Kevin (McAvoy) e sua figura super-humana, A Fera. Em uma série de encontros crescentes, a sombria presença de Glass surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.
O mega aguardado ‘IT: Capítulo Dois‘ será um dos filmes de terror mais longos da história.
Em entrevista ao Digital Spy, o diretor Andy Muschietti confirmou que a sequência terá 2 horas e 45 minutos.
“O filme tem 2 horas e 45 minutos, mas o ritmo é muito bom. Ninguém que assistiu ao filme teve alguma reclamação.”, afirmou.
O primeiro filme foi lançado em 2017 e teve uma duração de 2 horas e 15 minutos, meia hora a menos que a sequência.
O terror recebeu a alta classificação indicativa Rated-R (para maiores de 17 anos), devido ao “Conteúdo violento extremamente perturbador e cenas excessivamente sangrentas, linguagem adulta e algum material sexual grosseiro”.
Empolgados?
Vale lembrar que o diretor Andy Muschietti e a produtora Barbara Muschietti virão ao Brasil para conversar com a imprensa do país sobre o aguardado filme de terror, que tem estreia marcada para 5 de setembro.
Ambos estarão em São Paulo em agosto, com datas finais ainda a confirmar.
Confira a descrição das cenas exibidas na San Diego Comic-Con:
Na primeira cena divulgada, o grupo dos Perdedores se reencontra, 27 anos depois. Sem Stanley, a turma se une no restaurante Jade of the Orient. Antes da exibição dessa tomada, os presentes se comprometeram a não compartilhar detalhes do conteúdo, então pouco se sabe sobre o que fora apresentado.
Mas segundo o Bloody Disgusting, a cena destaca as características únicas de cada um dos personagens, evidenciando que Muschietti fez a escolha ideal dos atores para as versões adultas dos protagonistas. E o reencontro foi marcado por muito álcool e em meio a um terror crescente, os Perdedores começam a se questionar do porque eles decidiram retornar à Derry, depois de tantos anos.
Já a segunda cena exibida se passa durante um festival na cidade de Derry, mais precisamente na Funhouse, um peculiar espaço cheio de espelhos e caminhos confusos que formam um labirinto assustador. Bill (McAvoy) tenta salvar um garotinho das mãos de Pennywise, nesta tomada que é de dar “calafrios”, segundo o Bloody Disgusting. Aqui também é possível ver um pouco mais do grande vilão, que se destaca na corrida para pegar o garotinho. A cena ainda parece fazer uma referência/homenagem particular ao Bill, que ainda não superou totalmente a morte de seu irmãozinho.
A última cena divulgada leva os protagonistas de volta à Casa Neibolt, onde eles tentarão matar o palhaço. A tomada ainda explica a importância do local e porque apenas crianças conseguem vê-la. Isso ainda traz um contraste ao fato de que os Perdedores, hoje adultos, ainda conseguem encontrar a residência, após tantos anos. É aqui que começa o clímax do longa, quando nos deparamos como o grupo de amigos frente a frente com Pennywise pela última vez.
‘IT: A Coisa – Capítulo 2’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de setembro.
Segundo o jornalista John Campea, que escrevia para o Collider, o roteirista e diretorJoss Whedon está novamente em negociações para voltar para a Marvel Studios e desenvolver o reboot de ‘Quarteto Fantástico‘.
Whedon dirigiu os dois primeiros filmes da franquia ‘Os Vingadores‘ e depois assinou contrato com a Warner para finalizar ‘Liga da Justiça‘, sendo creditado apenas como roteirista.
Mais detalhes não foram revelados.
Até então, o preferido para assumir a direção era John Krasinski, astro de ‘Um Lugar Silencioso’ e ‘Jack Ryan‘.
Lembrando que o ‘Quarteto Fantástico‘ será readaptado para os cinemas em breve, junto com os ‘X-Men‘, já que a Disney adquiriu os direitos de imagem sobre os personagens da Fox.
‘Quarteto Fantástico‘ foi adaptado para o cinema pela última vez em 2015, estrelando Michael B. Jordan (Tocha Humana), Kate Mara (Mulher Invisível), Miles Teller (Senhor Fantástico), e Jamie Bell (Coisa).
Dirigido por Josh Trank, o longa foi uma decepção de crítica e público, arrecadando apenas US$ 167 milhões nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.
Ainda não se sabe quem ficará responsável pela direção ou pelo roteiro, mas as informações indicam que a companhia está em busca da equipe criativa e técnica da nova versão.
O plano é reinventar e modernizar a história original, afirmou o produtor Renee Tab:
“É quase assustador e estranho como os temas [do longa original] são relevantes atualmente: auto-isolamento, paranoia, medo e o intenso desejo de proteger nossos filhos e a nós mesmos dos danos. Estamos ansiosos para desvendar as camadas por trás da personagem principal, Grace, cuja dor e demônios levam os espectadores a uma jornada verdadeiramente compassiva.”
Sucesso nos cinemas, o longa original arrecadou mais de US$ 200 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 17 milhões.
Na trama, durante a 2ª Guerra Mundial, Grace (Nicole Kidman) decide por se mudar, juntamente com seus dois filhos, para uma mansão isolada na ilha de Jersey, a fim de esperar que seu marido retorne da guerra. Como seus filhos possuem uma estranha doença que os impedem de receber diretamente a luz do sol, a casa onde vivem está sempre em total escuridão. Eles vivem sozinhos seguindo religiosamente certas regras, como nunca abrir uma porta sem fechar a anterior, mas quando eles contratam empregados para a casa eles terminam quebrando estas regras, fazendo com que imprevisíveis consequências ocorram.
A Netflix acaba de renovar ‘Emily In Paris‘ para mais duas temporadas. O streaming acaba de confirmar a 3ª e a 4ª temporada da comédia estrelada por Lily Collins.
A novidade vem depois que a série criada por Darren Star voltou para sua segunda temporada em 22 de dezembro. A segunda temporada foi assistida por 107,6 milhões de horas em sua primeira semana, ficando em segundo lugar na lista Global Top Ten da Netflix para séries em inglês, derrotada apenas pelos segunda temporada de ‘The Witcher‘, que foi assistida por 168 milhões de horas naquela semana.
A série também foi a série de comédia mais popular do streamer em 2020, com sua primeira temporada assistida por 58 milhões de famílias no primeiro mês.
Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.
Na trama, Collins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.
O ator indicado ao Oscar sofreu ferimentos graves como resultado de um acidente envolvendo um Snowcat em sua casa na área de Reno.O ocorrido aconteceu enquanto o astro limpava a neve com um maquinário que capotou e passou por cima de sua perna, o fazendo perder muito sangue.
Renner só chegou ao hospital com vida graças a um vizinho, que conseguiu colocar um torniquete antes da chegada dos paramédicos em um helicóptero.
Tina Fey e Tim Meadows, que interpretaram respectivamente, a professora de matemática Sra. Norbury e o diretor da escola Sr. Duvall, retornam.
Jon Hamm voltará a trabalhar comTina Fey após ‘30 Rock‘. Ele foi confirmado como o Coach Carr na adaptação musical de ‘Meninas Malvadas’. Para quem não se lembra, o treinador do colégio foi acusado de ter um caso com duas alunas.
A estreia foi agendada para o dia 11 de Janeiro de 2024 nos cinemas brasileiros.
A Marvel Studios está mudando de estratégia no mundo das séries de televisão. Após o sucesso inicial com minisséries notáveis como ‘WandaVision‘ e ‘Cavaleiro da Lua‘, a empresa está alterando sua abordagem para abraçar um modelo de produção mais tradicional.
De acordo com o The Hollywood Reporter, o estúdio planeja se afastar da estratégia de minisséries e está agora focada em desenvolver “programas de TV serializados com múltiplas temporadas”.
Essa nova abordagem permitirá que seja explorado as complexidades dos personagens e tramas ao longo de várias temporadas, semelhante ao modelo de produção de séries tradicionais.
Vale lembrar que ‘Agatha: Desde Sempre‘, série derivada de ‘WandaVision‘, chega ao catálogo da Disney+ em 18 de setembro.
Kathryn Hahn, intérprete da icônica bruxa, concedeu uma entrevista à Total Fim e revelou as inspirações que moldaram sua personagem.
Hahn surpreendeu ao citar filmes como ‘Abracadabra’ e ‘Da Magia à Sedução’ como referências para a construção de Agatha.
“Tem um pouco de Nancy Meyers ali, tem, [e] quanto às bruxas, há um pouco da amizade de Abracadabra, aquelas amizades profundas e doces, e também o terror de Da Magia à Sedução, algo como Poltergeist ou E.T.”, revelou a atriz.
Sua colega de elenco, Aubrey Plaza, também compartilhou suas impressões sobre a série.
“Jovens Bruxas é aquele que eu senti que estava realmente aparecendo. Esse filme fica assustador, e o que é legal Jovens Bruxas é sobre Agatha é que ele realmente segue a linha. Há momentos em que é realmente engraçado e quase tem essa qualidade exagerada, mas há momentos em que fica realmente sombrio, fundamentado e assustador”, comentou Plaza.
O jovem ator Joe Locke revelou que “cada episódio se inspira em um clássico diferente de terror ou suspense”.
Ele acrescentou: “Há várias referências ao Exorcista, e O Bebê de Rosemary é uma delas. Mas há muitos outros exemplos. Um que se destacou para mim foi Os Goonies. Em um dia específico, Jac enviou uma foto para Kevin, e ele respondeu imediatamente: ‘Oh meu Deus, são Os Goonies’. Para mim, esse foi o grande destaque”.
A Warner Bros. Discovery está investindo no relançamento de uma das franquias mais queridas da cultura pop infantil: um novo filme dos ‘Ursinhos Carinhosos’ está oficialmente em desenvolvimento. Este projeto promete trazer de volta às telonas o carisma e a magia dos personagens que encantaram gerações desde os anos 1980.
A produção ainda se encontra em uma fase bastante inicial, mas já conta com alguns nomes importantes envolvidos. Josh Greenbaum, conhecido por seu trabalho em comédias e produções voltadas ao público familiar, foi confirmado como o diretor do longa. Até o momento, nenhum roteirista foi anunciado, o que indica que o roteiro ainda está sendo concebido ou em fase de contratação de talentos criativos.
Na parte da produção, Chris Bender e Jake Weiner, da produtora Good Fear Content, estão à frente do projeto, enquanto Jonathan Goldstein e John Francis Daley, que recentemente trabalharam juntos em filmes como Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes, também participam como produtores através da GoldDay. Pela Cloudco Entertainment — atual detentora dos direitos dos Ursinhos Carinhosos — os produtores executivos são Sean Gorman e Daniel Barnes, garantindo que a essência da marca seja respeitada e atualizada para as novas audiências. Sheila Walcott é a executiva da Warner encarregada de supervisionar o desenvolvimento do longa dentro do estúdio.
Os Ursinhos Carinhosos nasceram como personagens de cartões comemorativos criados pela American Greetings no início da década de 1980. O sucesso imediato fez com que eles ganhassem brinquedos, livros, filmes animados e uma série de TV que se tornou extremamente popular no final daquela década. Os personagens, cada um com uma cor e símbolo únicos que representavam emoções e valores positivos, tornaram-se ícones da cultura pop, com legiões de fãs ao redor do mundo.
Com esse novo projeto cinematográfico, a Warner Bros. Discovery pretende não apenas reintroduzir os Ursinhos Carinhosos às novas gerações, mas também celebrar a nostalgia dos fãs mais antigos. O plano é realizar uma distribuição ampla nos cinemas, reforçando a aposta do estúdio em transformar o longa em uma nova franquia de sucesso no universo das adaptações de propriedades intelectuais infantis.
Ainda não há previsão de estreia ou maiores detalhes sobre a trama, mas espera-se que o filme combine tecnologia de ponta, apelo emocional e humor familiar, em sintonia com o espírito acolhedor que sempre definiu os Ursinhos Carinhosos.
Quem nunca marcou um primeiro encontro com alguém que está gostando para assistir a um filme em uma sala de cinema ou até mesmo no conforto de alguma casa? Ao longo do tempo, as salas de cinema de todo o mundo já foram palcos de diversas manifestações de amor, pedidos de casamento e momentos inesquecíveis ligados a toda força desse lindo sentimento. Mas como um filme pode ser um encaixe perfeito para um início de relacionamento?
Pensando em projetos que de alguma forma mostram de maneira muito intensa e carismática a questão do sentimento, do amor, da paixão (fatores que fazem refletir quando pensamos num outro alguém), eis abaixo uma lista com cinco ótimos filmes para você assistir em um primeiro encontro:
Em A Vida dos Peixes, a simplicidade que sempre devemos levar em consideração em qualquer produção de orçamento baixo, é o pontapé inicial positivo desse trivial/genial longa-metragem. Pegaram poucos recursos (até mesmo locações, só tem uma) mas com muita mão-de-obra qualificada (sim, artistas fantásticos) e colocaram no liquidificador, deu certo.
A trama, fala basicamente sobre um reencontro de dois eternos namorados, em uma festa rodeada de passado e indefinição sobre o futuro. O filme não toma tendências, o que é ótimo, os atores possuem uma harmonia comparável, sem dúvidas, a Julie DelpyeEthan Hawke (Antes do Amanhecer) e ao casal de Once (aqueles que não sabemos os nomes dos personagens até hoje). Matías Bize (que dirigiu o intenso Na Cama) é o comandante desse grande filme. O diretor enriquece a fita com detalhes e ótima movimentação da sua inteligente câmera. No elenco dois atores que se completam muito bem em cena: Santiago Cabrerae Blanca Lewin dão vida aos personagens que comovem o público com suas incertezas e desejos evidentes um pelo outro.
A trilha sonora é uma crítica à parte. Algo maravilhoso, preenche cada lacuna daquele especial momento na vida dos corações apaixonados. Créditos para Diego Fontecilla que assina essa obra de arte musical.
Latitudes
Hoje, eu acordei pensando em você. Quem nunca teve uma grande paixão, um grande amor? Em singelos 82 minutos de fita, o trabalho do diretor Felipe Braga, Latitudes, fala sobre o amor, sua ilusões e desilusões. Com locações que variam entre Paris, Londres, Veneza, São Paulo, Porto e Istambul, esse longa-metragem tinha tudo para dar errado, principalmente pela forma como a montagem foi feita, mas acaba encontrando seu porto seguro nas convincentes interpretações dos dois únicos artistas em cena, Alice Bragae Daniel de Oliveira.
Na trama, acompanhamos uma história de amor pingado entre uma bem sucedida editora de moda chamada Olívia (Alice Braga) que viaja o planeta por conta de sua profissão e do renomado e requisitado fotógrafo José (Daniel de Oliveira). Cada um deles tem suas vidas pessoais as sempre que se encontram o clima de paixão e amor toma conta, tornando-os pessoas extremamente vulneráveis. Essa duas almas, que não estavam nos planos um do outro a cada novo encontro precisam por fim definir essa conturbada e intensa situação romântica.
Latitudes é um filme que fala a língua do amor. Quem nunca sofreu por antecedência? Quem nunca teve dúvidas sobre um relacionamento? Quem nunca teve medo de arriscar e se jogar num grande amor? Histórias de amor também duram 82 minutos. Viver é se arriscar. Afinal, um dia lindo em Paris é algo imperdível.
Após o ano de 2012, com pelo menos três ótimos filmes no currículo, o artista californiano Joseph Gordon-Levitt resolve ingressar na carreira de diretor apresentando o interessante drama Como Não Perder essa Mulher. O roteiro fala com maturidade sobre a vida sexual. O longa-metragem, estimado em U$$ 6 Milhões, conta com as presenças marcantes de Julianne Moore e da musa Scarlett Johansson, ambas super divertidas em seus respectivos papéis.
A comédia cult acompanha Jon (Joseph Gordon-Levitt), um clássico Don Juan dos dias de hoje que vive intensamente sua juventude. Levando uma vida sem relacionamentos sérios, consegue encontrar felicidade em simples movimentos noturnos cotidianos. Um dia, em mais uma dessas noites regadas a bebidas e mulheres, conhece Barbara (Scarlett Johansson), nascendo deste encontro uma paixão avassaladora. Após os enormes conflitos que atrapalham esse relacionamento, Jon conhece Esther (Julianne Moore) e a maturidade e os simples prazeres da vida são vistos de outra forma por esse curioso personagem.
O amor é a força mais abstrata, e também a mais potente que há no mundo. Escrito e dirigido pelo ótimo roteirista e diretor irlandês John Carney (dos excelentes Apenas Uma Vez e Mesmo Se Nada Der Certo) essa maravilhosa ‘dramédia’ com pitadas generosas de musical é um grande achado europeu em meio a tantos lançamentos mensais que entram e saem no circuito e infelizmente, em muitos casos, não conseguem ser vistos pelo público. Com um elenco desconhecido e um poderoso roteiro, Sing Street conquista o coração de nós cinéfilos em poucos minutos e vamos torcendo para o filme nunca acabar.
Na trama, passada em uma Dublin em meados dos anos 80, conhecemos Conor (Ferdia Walsh-Peelo) um adolescente que se muda para uma nova escola onde começa a sofrer bullying. Em meio a uma tentativa de ser forte em relação a essa situação, se apaixona perdidamente por uma jovem mais velha e para conquistar seu coração, resolve criar uma banda com alguns amigos, que conhece na nova escola, e assim uma linda história de amor surge.
As canções, talvez o ápice do longa-metragem, são sensacionais. Dá vontade de levantar da cadeira/sofá e começar a dançar. Acredito que os próprios atores sentiram isso, a transformação do protagonista é genial, antes um jovem nerd solitário se torna mais pra frente um líder de uma banda super eclética que acredita no amor e nos sentimentos desde cedo. Um fato para abrilhantar mais ainda essa produção, Carney se inspirou na história de sua vida e ainda teve a colaboração mais que especial do vocalista Bono, da banda U2.
Não somos responsáveis pelas emoções, mas sim do que fazemos com elas. Em seu primeiro longa-metragem como diretor, o roteirista e produtor norte-americano Dan Fogelman logo de cara tem a difícil missão de dirigir, talvez, o maior ator de cinema em atividade, Al Pacino. Contando a história, baseada em alguns trechos numa história real, de um decadente músico que vê sua vida mudar de rotina quando resolve acertar suas contas com o passado, Não Olhe para Trás mais uma vez mostra todo o talento e carisma de Pacino embasado em um roteiro bem sincero e que transpira verdade. Quem ganha somos nós cinéfilos, por termos a honra de sermos do mesmo tempo de um dos grandes artistas de toda a história da indústria cinematográfica mundial.
Na trama, conhecemos o famoso cantor Danny Collins (Al Pacino), um homem que vive de fama, whisky, shows e drogas faz 40 anos. Sem lançar um novo sucesso por bastante tempo e sem ter muitas esperanças em seu futuro, após receber de presente uma carta que John Lennon escreveu para ele anos atrás e que ele não sabia, resolve embarcar em uma jornada comovente buscando resolver positivamente seu relacionamento com seu único filho Tom Donnelly (Bobby Cannavale). Nessa jornada, acaba reencontrando sentimentos que estavam perdidos em seu cotidiano, um deles, quem provoca é a gerente de hotel Mary Sinclair (Annette Bening), por quem Danny criará sentimentos fortes.
A honestidade com quem é executada essa bela história é um dos fatores mais preponderantes para o sucesso da trama. Fora o carisma de outro planeta de Pacino, Benning e Cia, a direção de Fogelman, extremamente cuidadosa e detalhista, também nos levam para dentro do que acontece nas cenas. Os diálogos são bastante emotivos durante boa parte do filme, o roteiro visa o amor como forma de perdão e como forma de auto descobertas. Questões são expostas e respostas ficam em aberto, trazendo cada vez mais o público para próximo de uma realidade totalmente possível.
Ambientado em um dos bairros mais deliciosos da zona norte carioca, o longa-metragem brasileiro A Miss levanta a bandeira do pertencimento por meio de uma família e seus conflitos. Escrito e dirigido por Daniel Porto, o filme parte de uma relação conturbada entre mãe e filhos para alcançar temas importantes da nossa sociedade, através de uma fórmula que diverte sem esquecer de encontrar camadas – ainda que, por vezes, beirando à superfície dramática.
Martha (Maitê Padilha) e Alan (Pedro David) são dois irmãos que vivem seus dias em pé de guerra com a mãe, a exigente – e sem paciência – Iêda (Helga Nemetik). Dona de um salão de cabeleireiro, ela está à beira do descontrole e possui uma obsessão por um famoso concurso de beleza. Os irmãos entram em apuros quando Marta descobre que Alan quer participar da competição no seu lugar. A partir daí, contando com a ajuda de Atena (Alexandre Lino), embarcarão em uma estrada de descobertas.
Um dos méritos do roteiro é conseguir chegar na identificação rápida com o público através de situações, o lugar e seus personagens. Há exageros pontuais, situações amplificadas mas que fogem de qualquer estigma de caricatura. Não se prendendo a um tema, consegue ser plural ao entrelaçar questões ligadas ao pertencimento, maternidade, identidade e sexualidade.
Caminhando pelo bairro do Grajaú, no Rio de Janeiro – com pedaços de Vila Isabel e Maracanã – o projeto disseca as frustrações e as maneiras como encaramos esse sentimento. Em um dos centros dos debates está uma mãe repleta de vulnerabilidades, que criou os filhos sozinha após o falecimento do marido, e cujas ações revelam mais sobre si do que sobre eles, totalmente responsável pelo que cativa. Uma personagem hipnotizante, que transita entre leveza e força, ganhando vida pela bela atuação de Helga Nemetik.
A narrativa sustenta a emoção por meio do presente, preenchendo lacunas com um humor fácil de digerir, sem suavizar as tensões. O amor de mãe e o se aceitar misturam-se a brincadeiras com o delicioso bairro do Grajaú, elevando o filme a um patamar que mescla divertimento e reflexões.
A Netflix desde seus primórdios investiu de forma séria em suas produções originais, vendo como resultado fidelização do público em sua marca e elogios múltiplos da crítica. Porém, quase dez anos após o início dessa trajetória de sucesso, os dias de programas como Orange is the New Black(2013-2019) e House of Cards (2013-2018), suas primeiras séries originais, parecem ter ficado para trás. A verdade é que renovar é preciso e o colosso do audiovisual continuou mantendo (quase sempre) seu compromisso com a qualidade seriada, tirando da manga a cada nova temporada, programas prontos para caírem no gosto de sua audiência monstruosa espalhada pelo mundo.
É claro também que nem todas as séries planejadas para serem o novo fenômeno da praça atingem seu público de forma certeira, e muitas morrem na praia terminando por serem canceladas – foi o caso com o recente O Legado de Júpiter, criada para ser a resposta da Netflix para The Boys, da Amazon, cancelada este ano após uma única temporada. Obviamente, a Netflix desejava ter um novo marco para chamar de seu (dentro do gênero dos super-heróis), mas no fim das contas, quem dita o que vai ser sucesso ou não é o público. E assim como a bilheteria de um filme no cinema, se os números de visualizações na plataforma para determinada série não forem satisfatórios, que justifique seus gastos, ela eventualmente será cancelada.
Nesta matéria, no entanto, iremos abordar o outro lado desta moeda: um mais positivo. Aqui, o tópico será justamente as séries mais assistidas da plataforma de streaming número 1 do mundo. Recentemente, a Netflix divulgou seu top 10 como forma de celebrar o sucesso estrondoso de Round 6, produção sul coreana que viveu para se tornar o programa mais visto do streaming. Já sabemos quem ficou em primeira posição, mas confira abaixo para conhecer as demais séries de sucesso do ranking.
Em décimo lugar temos um caso curioso.Sweet Tooth não gerou uma comoção assim tão grande ao ponto de ser considerado uma febre. Apesar disso, na surdina o seriado logo em sua primeira temporada, estreando no dia 4 de junho de 2021, conquistou visualizações suficientes na plataforma para lhe garantir a décima posição na lista, sendo assistido por 60 milhões de contas. Trata-se da adaptação para as telas dos quadrinhos homônimos da DC Comics, parte de sua linha adulta da Vertigo, criado por Jeff Lemire. Curiosamente, por trás da produção da Netflix temos Robert Downey Jr., o Homem de Ferro da rival Marvel. O criador do programa é Jim Mickle, nome conhecido por filmes barra-pesada, vide Stake Land (2010), Somos o que Somos (2013) e Julho Sangrento (2014). A trama apresenta um menino híbrido entre humano e veado, vivendo uma realidade futurista pós-apocalíptica. Uma segunda temporada, obviamente, já está confirmada.
Ganhando por 2 milhões de contas, chega uma produção que, ao contrário de Sweet Tooth, não saiu da boca do povo, permeando a internet como uma enxurrada, seja através de memes ou recomendações sérias. O que chama atenção em O Gambito da Rainha, lançado no dia 23 de outubro de 2020, foi a “surra” de elogios que a produção recebeu da crítica e especialistas em geral. Apesar de usar como pano de fundo o “enfadonho” jogo de xadrez, a mensagem da série é muito mais ampla e fala sobre obsessão, talento, comprometimento, felicidade e perseguirmos nossos sonhos. Além, é claro, de um forte teor feminista – com mulheres à frente de seu tempo. Ao contrário dos demais itens na lista, O Gambito da Rainha é uma minissérie, com começo, meio e fim, e apesar do sucesso não terá uma segunda temporada. A obra serviu para elevar o status da protagonista Anya Taylor-Joy e foi assistida por 62 milhões de contas.
Outra série diferente chega na lista, esta, no entanto, um programa documental. A história de Joe Exotic, um caipira gay dono de um zoológico de tigres, autoproclamado o Rei dos Tigres, é tão surreal que em pouco tempo se transformou no assunto mais falado do mundo. Essa fama, digna de um desastre, o qual não conseguimos parar de olhar, chegou até o Brasil, onde a série fez sucesso igualmente. Até mesmo o astro Sylvester Stallone embarcou na onda ao lado de sua família (esposa e três filhas) aparecendo vestidos como os “personagens” do programa. De fato, produções de ficção sobre o tema começaram a sair do papel, uma delas a ser estrelada por Nicolas Cage como Joe. A Máfia dos Tigres estreou bem no começo da pandemia, no dia 20 de março de 2020 e foi visto por 64 milhões de contas. O que garantiu uma segunda temporada para novembro de 2021.
Em sétimo lugar temos a série espanhola de maior sucesso da Netflix. E aqui temos novamente um caso curioso. Acontece que La Casa de Papel, que narra um assalto magistralmente planejado à casa da moeda da Espanha, estreou na plataforma no dia 25 de dezembro de 2017 e foi gerando seu hype aos poucos, assim com o tempo conquistando uma legião de seguidores. Logo, as máscaras de Salvador Dalí usadas pelos criminosos, entre homens e mulheres, todos com nomes de cidades pelo mundo, começou a aparecer em todo tipo de lugar, como blusas e pinturas. Ah sim, isso sem falar na música Bella Ciao, que virou hino. O auge do programa, porém, que consta aqui na lista, ocorreu com a quarta temporada, de 3 de abril de 2020, assistida por 65 milhões de contas. A quinta já estreou em 3 de setembro de 2021 e quem sabe possa entrar no ranking quando a lista for atualizada.
Aqui temos a série mais antiga da lista, que mostra sua força ao ainda permanecer entre as mais vistas. Trata-se do xodozinho da Netflix Stranger Things, seu primeiro grande fenômeno, gerando inclusive um programa inteiro sobre ela exibido pelo SBT. O clima dos anos 80 era resgatado com gosto pela série que mistura o coming of age juvenil cômico, com elementos sobrenaturais de terror e ficção. A receita perfeita para agradar gregos e troianos. A série estreou em 15 de julho de 2016, e em 27 de outubro de 2017 chegava a segunda temporada. Com sua popularidade apenas aumentando, nada mais justo do que a terceira temporada, lançada em 4 de julho de 2019, seja a mais assistida, vista por 67 milhões de contas. Lembrando que a quarta tem estreia programada para 2022.
Produção de drama e romance, com fortes doses de erotismo, o programa é um dos mais recentes da lista, tendo estreado no dia 25 de junho de 2021. Protagonizado pela bela descendente de iranianos Sarah Shahi, que em 2012 interpretou a filha de Sylvester Stallone no filme de ação Alvo Duplo – presente no acervo da Netflix. A série usa a seu favor a beleza e sensualidade da morena no papel de Billie, mulher casada e mãe de dois filhos numa vida monótona, que irá fazer colidir sua realidade atual com seu passado selvagem. A série capricha nas cenas de sexo e na nudez da atriz, sendo sucesso em especial para as mulheres em busca de tempero em seus casamentos, assim como na franquia Cinquenta Tons de Cinza. O programa foi assistido por 67 milhões de contas, empatando com Stranger Things.
Voltamos para o terreno da fantasia, aqui, porém, banhado no gênero medieval que fez tanto sucesso em O Senhor dos Anéis e afins. Muitos podem acreditar que The Witcher é baseado no famoso game de muito sucesso, que possui uma legião de fãs, por ter sido onde a história se popularizou. Porém, antes de ir para as telas na forma de gráficos avançados, a trama nasceu em 1986 na forma de livros poloneses. Apreciador inveterado da franquia, o astro Henry Cavill, o mais recente Superman do cinema, lutou para levar este universo para as telas, e encontrou na Netflix um lar para isso. Podemos dizer que a investida valeu a pena pois a mística The Witcher é a quarta série mais vista da Netflix, assistida por 76 milhões de contas. A estreia foi em 20 de dezembro de 2019, a segunda estreia em 17 de dezembro de 2021 e uma terceira já está confirmada.
A terceira série mais vista na Netflix é uma produção francesa, estrelada pelo carismático Omar Sy – que já fez carreira em Hollywood igualmente. O personagem Arsène Lupin foi criado em 1905 como um ladrão cavalheiro e mestre dos disfarces, pelo autor Maurice Leblanc. E aqui temos a modernização atual destas histórias, protagonizada por Sy. A série é recomendada para os que curtem planos mirabolantes de roubos – no esquema de La Casa de Papel. Lupin estreou no dia 8 de janeiro de 2021, com a segunda chegando em 11 de junho do mesmo ano, e uma terceira prometida. O programa igualmente teve 76 milhões de visualizações em contas de assinantes.
É curioso não ver a queridíssima The Crown entre as mais assistidas da plataforma – e acreditamos que ela estaria entre os vinte mais assistidos. Os aficionados por dramas e romances de época não precisam reclamar, pois aqui temos um substituto à altura. Bridgerton aborda a riqueza, luxúria e traição na corte britânica, vista através dos olhos da poderosa família do título. Fenômeno absoluto, que não por menos tem o dedo de Shonda Rhimes (responsável por sucessos como Grey’s Anatomy e Scandal) na produção. A série estreou em 25 dezembro de 2020 e obteve 82 milhões de visualizações em contas de assinantes. Sendo assim, uma segunda temporada já está confirmada para 2022.
Também conhecido pelo título Squid Game, a série mais assistida da Netflix veio lá da Coreia do Sul, demonstrando a força que o país tem no atual mercado do audiovisual. Recentemente, o fantástico Parasita (2019) quebrou barreiras ao ser eleito o melhor filme do ano no Oscar, e Round 6 chega para confirmar este “favoritismo” mundial. Acessado por 111 milhões de contas pelo mundo, Round 6 foi a única série da casa a ultrapassar a barreira dos 100 milhões de visualizações e em sua trama mistura elementos de Battle Royale (2000) e do próprio Parasita. Na história, pessoas pobres e endividadas, recebem uma proposta fora do comum: participar de jogos infantis por dinheiro. Ao chegaram num misterioso local, descobrem que existe muito mais em risco, como suas próprias vidas. A segunda temporada é só questão de tempo.
Apesar de deixar de ser o showrunner de ‘The Walking Dead‘, Scott M. Gimple continua sendo o nome por trás da direção da franquia, como um todo. Em entrevista ao Vulture, ele falou sobre os futuros planos para a franquia.
“No momento, estou trabalhando nas duas séries. Estou trabalhando com a nova equipe, e há todo tipo de possibilidades que eu sequer posso enumerar. Mas, o mais importante, enquanto seguimos em frente, é fazer algo diferente, para que possamos ver o mundo de ‘The Walking Dead’ de um novo jeito. Estamos tentando trazer variedade.”
Quando perguntado diretamente sobre um possível filme, Gimple respondeu: “Esse tipo de variedade, é disso que estamos falando. Toda diferença na forma como contamos a história. Há um universo inteiro de possibilidades.”
No último domingo (15), ‘The Walking Dead‘ encerrou a sua 8ª temporada, registrando a audiência mais baixa para um final de temporada desde o seu primeiro ano.
Sucesso nas bilheterias, o longa já acumula mais de US$ 70 milhões mundialmente em menos de uma semana de exibição.
Emily Blunt (‘Caminhos da Floresta‘) estrela ‘O Retorno de Mary Poppins‘ como a babá praticamente perfeita com habilidades mágicas singulares que pode transformar uma tarefa de rotina em uma aventura fantástica e inesquecível. Nesta sequência inédita, que tem uma sensibilidade nova, contudo ainda celebra o espírito do original, Mary Poppins está de volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. A babá enigmática tem a companhia de seu amigo Jack, um acendedor de lampiões otimista que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres.
A Netflix divulgou o videoclipe oficial da música Passei na Nave, uma das faixas principais da série ‘Sintonia‘, que estreou recentemente no serviço de streaming.
A trama acompanhará o ponto de vista de três personagens diferentes, Doni, Nando e Rita, que cresceram juntos na mesma favela, sob a influência do funk, das drogas e da igreja. Porém, conforme o tempo passa, eles transformam suas experiências na infância e seguem caminhos bem diferentes.
Para promover o lançamento da comédia ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever), criada por Mindy Kaling (‘The Mindy Project‘), a Netflix divulgou um novo vídeo divertido com os momentos mais constrangedores da série.
A série é uma comédia coming-of-age que gira em torno de Devi, uma estudante ansiosa que tem um leve surto e se envolve em situações difíceis enquanto lida com o fato de ser a primeira geração moderna de descendentes de indianos nos Estados Unidos.
De acordo com o TVLine, Brie Larson (‘Capitã Marvel’) irá estrelar a série ‘Lessons in Chemistry‘, que recebeu sinal verde da AppleTV+.
A produção é baseada no romance escrito por Bonnie Garmus.
A trama segue Elizabeth Zott, cujo sonho de se tornar uma cientista é suspenso em uma sociedade que considera que as mulheres pertencem à esfera doméstica, não à profissional. Quando Elizabeth descobre que está grávida, sozinha e demitida de seu laboratório, ela aceita um emprego como apresentadora em um programa de culinária na TV e começa a ensinar uma nação de donas de casa – e aos homens que, de repente, a estão dando ouvidos – muito mais do que receitas.
O enredo será ambientado durante a década de 1960.
A série será escrita e produzida pela Susannah Grant (‘Inacreditável’).
As filmagens estão programadas para começarem nos próximos meses, em Los Angeles.
Andrew Miano, Stephanie Meurer & Weitz servem como produtores através da Depth of Field. Chris Parker e Dylan Sellers irão financiar o projeto, além de produzirem.
Novas informações devem ser divulgadas em breve.
Tomlin e Fonda estão atualmente filmando a última temporada de ‘Grace & Frankie‘. Com 12 episódios encomendados, o ciclo final deve ser lançado apenas em 2022.
Em entrevista ao TVLine, a atriz Erin Moriarty relevou novos detalhes da 3ª temporada de ‘The Boys‘, indicando um tenso embate entre a Starlight e o psicótico Capitão Pátria.
“A Starlight vê o Capitão Pátria como um psicopata extremamente inseguro. Ele está ficando psicótico, como vimos no trailer da terceira temporada. Por ser alguém obcecado em poder, qualquer avanço da Starlight irá ameaçá-lo. Ela tentará usar seu poder para o bem, mas não sabe quando ele se voltará contra ela. Quanto mais poder ela tiver, mas ameaçado ele ficará. E ele é um assassino psicótico. Quem sabe o que pode acontecer?”
Sobre o novo personagem, Soldier Boy (Jensen Ackles), a atriz declarou: “O Soldier Boy é como uma outra versão do Capitão Pátria. Agora, a Starlight terá que lidar com outra entidade destrutiva além do Capitão Pátria e a Vought. Isso é irônico, porque ela se uniu a essa corporação para salvar o mundo, mas precisará derrotá-los para salvar o mundo deles. A pressão nos ombros dela é enorme.”
Vale lembrar que a 3ª temporada irá estrear nesta sexta-feira (3).
A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.
Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack Champion, Liana Liberato, Devyn Nekoda, Josh Segarra e Henry Czerny completam o elenco.
Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.
Atualmente, a produção se encontra no TOP 16 das maiores arrecadações de 2023.
O filme conseguiu ultrapassar a bilheteria total de blockbusters como ‘Aquaman 2: O Reino Perdido‘, ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes‘, ‘As Marvels‘, ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘ e ‘Besouro Azul‘.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 160.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 162 milhões – totalizando US$ 322.5 milhões mundialmente.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$20.1M), Alemanha (US$15.7M), Austrália (US$13.7M), França (US$10.8M) e México (US$9.5M).
Vale lembrar que o longa passou duas semanas no topo das bilheterias norte-americanas – desbancando as estreias de ‘Napoleão‘ e ‘Wish: O Poder dos Desejos‘.
Apesar de ser considerada uma aposta certa no elenco da vindoura sequência ‘Pânico 7‘, Courteney Cox confirmou que ainda não assinou o contrato para participar do próximo filme da franquia.
Em entrevista ao Variety, a atriz, que esteve presente em todos os filmes da saga como a sagaz Gale Weathers, revelou:
“Eu ainda não assinei oficialmente para o sétimo filme. Ainda não estou no elenco, mas o filme irá acontecer.”
“Eles estão reescrevendo o roteiro o tempo todo,”completa a artista.
Vale lembrar que, anteriormente, o Production Weekly revelou que as filmagens vão começar em Janeiro e se estendem até Abril de 2025 em Atlanta. Inicialmente, o filme começaria a ser filmado no final desse ano.
O filme é previsto para o final de 2025 e promete trazer o Ghostface mais sombrio da franquia.
Anteriormente, Neve Campbell (‘Twisted Metal’) havia confirmado que ‘Pânico 7‘ irá se inspirar no formato do reboot de ‘Halloween‘ (2018): “Eu poderia comparar com Jamie Lee Curtis no Halloween de 2018, sua volta e esse ressurgimento de sua personagem… Sim, essa é a ideia,” ela afirmou.
Apesar de ter participado do quinto filme, a atriz se recusou a retornar para a sexta iteração após uma disputa de salário com o estúdio.
“Nós vamos seguir a Sidney [em ‘Pânico 7’]. Eles me contaram o conceito para o próximo filme, e esta é a razão pela qual eu aceitei retornar à franquia.”
Ela completa, “Eu amo esses filmes, e eles são muito divertidos de se fazer. Sou muito grata por participar desta franquia, e eu nunca teria imaginado fazer parte de uma saga que duraria tantas décadas. Os fãs são incríveis! Eles realmente amam essa franquia e eu estou muito animada em entregá-los um novo capítulo.”
O novo filme contará com o retorno de Neve Campbell (Sidney Prescott). Patrick Dempsey segue em negociações para reprisar o seu papel como Mark Kincaid – do terceiro filme.
A trama alegadamente será focada na família da Sidney, com os quatro sendo protagonistas: Sid, seu marido e as duas filhas.
Anteriormente, a insider MyTimeToShineH havia revelado que a próxima iteração terá vários assassinos, talvez mais do que o último filme.
Isso indica que finalmente veremos o Culto do Ghostface, planejado pelo Kevin Williamson em um roteiro descartado de ‘Pânico 3‘. Confira as nossas reações ao anúncio do filme:
De acordo com o The Hollywood Reporter, Jon Bernthal (‘The Walking Dead’) foi confirmado no elenco da sequência ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘, que está sendo desenvolvida pela Marvel.
O ator reprisará seu papel como o Justiceiro, marcando sua estreia nas telonas.
O personagem foi introduzido originalmente na série do ‘Demolidor‘, da Netflix, antes de ganhar seu próprio derivado – que rendeu duas temporadas. Ele entrou oficialmente para o MCU ao retornar no reboot ‘Demolidor: Renascido‘.
Destin Daniel Cretton, de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, será responsável pela direção. A estreia está agendada para 30 de Julho de 2026.
Tom Holland retorna como o herói titular ao lado de Zendaya e Jacob Batalon, que reprisam seus papéis como MJ e Ned, respectivamente.
Sadie Sink (‘Stranger Things’) também foi confirmada em um papel misterioso.
A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.
A Imagem Filmes divulgou o novo trailer legendado ‘Eu e Você na Toscana‘, comédia romântica estrelada por Halle Bailey(‘A Pequena Sereia’) e Regé-Jean Page (‘Bridgerton’).
Além disso, foi confirmado que a produção chegará aos cinemas nacionais no dia 14 de maio.
Kat Coiro (‘Case Comigo’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Ryan Engle.
A trama é ambientada na Costa Amalfitana e acompanha Anna (Bailey), uma jovem cozinheira de espírito livre, cuja decisão impulsiva de se tornar ocupante ilegal em uma vila toscana abandonada, propriedade de um homem que ela mal conhece, a leva a um mundo totalmente novo de aventuras, mentiras e amor.
Embora ‘Guardiões da Galáxia’ possua um viés mais humorístico, a inspiração de Zoe Saldana para interpretar a durona personagem Gamora no filme não veio de uma fonte semelhante.
Segundo a atriz, uma trágica história real a ajudou a estruturar o passado de sua heroína:
“Quando estávamos montando Gamora no primeiro filme, eu me lembro que tive uma conversa com James [Gunn] e eu disse: ‘Eu não sei porque, mas ‘Lost Boys of Sudan’ veem à minha mente em termo de crianças que foram retiradas de suas vilas e de seu povo – como Gamora foi retirada de seu planeta – e forçadas a uma vida de violência, corrupção e abusos. E o que aquilo faria ao coração de alguém, a mente de alguém’. E então, ele me deu a permissão de me aprofundar o máximo que poderia e eu fiz isso”.
‘Lost Boys of Sudan’ é um documentário de 2003, que relata o trágico período da Segunda Guerra Civil Sudanesa. Entre os anos de 1983 e 2005, mais de 20 mil jovens garotos foram desalojados ou se tornaram órfãos e muitos ainda foram recrutados como soldados mirins por lados opositores.
[SPOILERS]
O CinePOP publicou um vídeo revelando quais são as CINCO CENAS PÓS-CRÉDITOS de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’, para aqueles fãs mais afoitos que não se aguentam e querem tudo antes de todo mundo.
Não prossiga se não quiser saber o que acontece nas cenas pós-créditos.
Uma publicação compartilhada por Joe Berlinger (@joeberlingerfilms) em
A atriz Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) viverá Carole Ann Boone, ex-esposa de Ted Bundy. Zac Efron será Bundy, Lily Collins viverá Elizabeth Kloepfer, Jim Parsonsinterpreta o promotor de justiça, Larry Simpson, e John Malkovich dará vida ao juiz Edward Cowart.
O projeto é dirigido porJoe Berlinger e o roteiro ficou a cargo de Michael Werde. Além de Efron, Lily Collins estrela a produção.
A trama explora os crimes cometidos pelo assassino Ted Bundy, através da perspectiva de sua namorada de longa data, Elizabeth Kloepfer. Após anos negando os assassinatos cometidos por ele, ela finalmente decidiu entregá-lo para a polícia. No entanto, mal ela sabia a extensão de suas atrocidades, que foram detalhadamente reveladas quando o serial killer decidiu falar sobre o assunto perto de sua sentença de morte.
A aguardada 3ª temporada de ‘True Detective‘, protagonizada por Mahershala Ali, chega logo mais em janeiro de 2019 e os seus quatro primeiro episódios ganharam títulos e sinopses oficiais.
Confira:
Episódio 1 “The Great War and Modern Memory”:
O desaparecimento de um jovem garoto do Arkansas (Phoenix Elkin) e de sua irmã (Lena McCarthy) em 1980 desencadeia lembranças vivas e perguntas duradouras para o detetive aposentado Wayne Hays (Mahershala Ali), que trabalhou n caso 35 anos antes, com o parceiro Roland West (Stephen Dorff ). O que começou como um caso rotineiro se torna uma longa jornada para dissecar e dar sentido ao crime.
Episódio 2 “Kiss Tomorrow Goodbye”:
Hays (Mahershala Ali) faz um retrospecto do rescaldo do caso Purcell de 1980 em West Finger, Arkansas, incluindo possíveis evidências deixadas no Devil’s Den, um ponto de encontro ao ar livre para as crianças locais. Como a atenção se concentra em dois suspeitos conspícuos – Brett Woodard (Michael Greyeyes), um veterinário solitário e coletor de lixo, e Ted LaGrange (Shawn-Caulin Young), um ex-presidiário com uma queda por crianças – os pais dos filhos desaparecidos, Tom (Scoot McNairy) e Lucy Purcell (Mamie Gummer), recebem um bilhete criptografado de uma fonte anônima.
Episódio 3 “The Big Never”:
Hays (Mahershala Ali) relembra seu romance precoce com Amelia (Carmen Ejogo), bem como as rachaduras em seu relacionamento que surgiram depois que eles se casaram e tiveram filhos. Dez anos após os crimes de Purcell, novas evidências surgem, dando-lhe uma segunda chance para vindicar a si mesmo e voltar à investigação.
Episódio 4 “The Hour and the Day”:
Hays (Mahershala Ali) e West (Stephen Dorff) veem uma possível conexão entre a igreja local e os crimes de Purcell. Enquanto os detetives procuram por um suspeito e reúnem outro para interrogatório, Woodard (Michael Greyeyes) é alvo de um grupo de vigilantes.
A terceira temporada apresenta a história de um crime macabro no âmago de Ozarks e um mistério que tem se aprofundado ao longo das décadas, se desmembrando em três períodos distintos.
Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020
Resgatando o terror com uma certa irreverência e escolhas até mesmo peculiares, a Blumhouse tem se tornado a grande responsável por resgatar o gênero aos seus tempos de glória que – até então – residiam entre os anos 70 a 2000. E se apropriando de alguns dos contextos sócio culturais contemporâneos que têm regido o mundo, a produtora de Jason Blum cruzou novos limites ainda mais inusitados para o gênero, fazendo deRun Sweetheart Run uma produção gore peculiar que foge à regra em todos os sentimentos. Com elementos fantásticos que garantem o fator surreal à trama, o longa de Shana Feste é ainda uma crítica social sobre abuso sexual e racismo, em meio ao latente empoderamento feminino.
À primeira instância, Run Sweetheart Run aparenta ser mais um filme de terror da lista de infindáveis produções da Blumhouse, que poderiam muito bem ter uma passagem sólida nas telonas, porém efêmera. Mas de maneira inadvertida, o que poderia ser apenas um longa repleto de jumpscares e cenas intensas, se metamorfoseia em uma experiência surpreendentemente reflexiva, a respeito de como é sentir – literalmente na carne – o horror de ser uma mulher violada por outra pessoa em posição de poder. E aqui, Ella Balinska é uma jovem com cicatrizes de um relacionamento abusivo e que aceita um encontro às escuras com um homem rico e poderoso, amigo de seu chefe, vivido por Johan Philip Asbæk (Game of Thrones). No entanto, o que poderia ser uma noite apaixonante, se transforma em uma insana caçada, onde ela terá que ir até às últimas consequências para manter-se viva.
Na trama, pouco importa as origens de seu agressor. Inicialmente apresentado apenas como um charmoso homem de feições hipnotizantes, ele rapidamente se transforma em uma espécie de monstro (literalmente) quase imortal, que fareja o sangue das mulheres e se alimenta a partir dos abusos sexuais que comete, tendo apenas um critério para a escolha de suas vítimas: jovens e negras. E como alguém que transita com autoridade pelas ruas de Los Angeles, sem ser impedido de seus crimes, Asbæk é uma espécie de representação do patriarcado, viola os direitos e integridade das suas vítimas e escolhe suas presas de forma estratégica por uma razão genuinamente realista: Mulheres negras são tratadas com menor importância pelas autoridades norte-americanas. Errado ele não está.
E conforme o padrão do agressor é desenhado diante dos nossos olhos, o terror de Feste se desabrocha para a audiência, mostrando-se como de fato uma espetacular oportunidade de usar um gênero tão atípico para tratar sua temática social, fazendo da sua abordagem a cartada certeira para transformar sua trama em uma experiência visual e perceptiva realmente impactante. E embora você seja atraído a Run Sweetheart Run por ser um original Blumhouse, o que te faz permanecer diante das telas não são os sustos e a tensão bem equilibrada e escalonada, mas sim o recado da diretora para homens e mulheres.
Explorando com voracidade os perigos da perpetuidade do abuso de poder sobre mulheres e – principalmente – negras, o terror consegue aliar o fator entretenimento à um roteiro com premissa madura, brincando com o gênero como quem tem a pretensão de abrir um diálogo sério sobre como a mulher é vista quando abusada sexualmente – a ponto de ser ignorada e rejeitada por muitos que a cercam. Bem dirigido, com uma edição certeira que sabe desenvolver uma atmosfera macabra em torno da trama, Run Sweetheart Run dá o seu recado com agilidade e dinamismo sem ser óbvio demais e sem fugir da premissa básica da Blumhouse de produzir um bom horror que envolva suas audiências. Misturando temas tão diversos e conectando-os com destreza, a produção é uma bela surpresa regada por boas atuações e por aqueles fatídicos sustos que vão te tirar do lugar.
Após as filmagens da 6ª e última temporada de ‘Better Call Saul‘ terem sido adiadas, em virtude da pandemia do coronavírus, a produção parece estar finalmente retomando o seu ritmo, com o período de início das filmagens sendo confirmado pelo co-criador Peter Gould.
Em uma entrevista ao portal Deadline, o também produtor ainda deu detalhes da produção do ciclo de encerramento, compartilhando que os roteiros já estão quase finalizados:
“Nosso desejo fervoroso é filmar no início do ano que vem. Agora quando vocês verão a série vai depender do destino, da AMC e da Sony. Estamos em reunião pelo Zoom todos os dias desde então. É como tentar dançar na areia movediça. É uma desvantagem para mim estar trabalhando remotamente, mas eu adoro o que vamos fazer, só vai demorar um pouco mais. Agora estamos bem avançados na temporada, então devo dizer que estou muito empolgado com o caminho para o qual estamos seguindo”.
Embora ainda não haja uma data oficial de lançamento, a expectativa é de que a 6ª e última temporada de ‘Better Call Saul’ seja lançada no segundo semestre de 2021, ao longo do outono norte-americano (entre setembro e dezembro).
A história acontece seis anos antes de Saul Goodman (Bob Odenkirk) encontrar Walter White. Quando o conhecemos, o homem que se tornará Saul é conhecido como Jimmy McGill, um pequeno advogado em busca de seu destino e correndo para pagar as despesas. Trabalhando com, e frequentemente contra Jimmy, está o fixer Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), um personagem amado, introduzido pela primeira vez em Breaking Bad. A nova série irá mostrar a transformação de Jimmy em um homem que coloca a palavra criminal em ‘advogado criminal’.
A cinebiografia ‘Apresentando os Ricardos‘ (Being The Ricardos), estrelada por Nicole Kidman e Javier Bardem, já está disponível na plataforma Amazon Prime Video.
A trama acompanha Lucille Ball e Desi Arnaz, que casaram em 1940 e viram sua fama decolar após estrearem uma das mais memoráveis sitcoms americanas chamada “I Love Lucy”. Entretanto, quando tudo parecia estar indo bem, os dois são envolvidos em uma trama de acusações chocantes que ameaçam sua vida pessoal e profissional. Ao longo da semana mais tensa de gravações, o relacionamento complexo dos dois será posto à prova, enquanto algumas verdades vêm à tona.
O elenco também conta com J.K. Simmons (William Frawley), Nina Arianda (Vivian Vance), Tony Hale (Jess Oppenheimer), Alia Shawkat (Madelyn Pugh) e Jake Lacy (Bob Carroll Jr.).
No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 72% de aprovação, com nota 6.70/10 baseada em 163 reviews. Segundo o consenso geral, “o filme não consegue verdadeiramente capturar o poder de seus sujeitos, mas Kidman se diverte com os diálogos irascíveis de Aaron Sorkin“.
Uma das atrizes mais influentes do mundo, Isabelle Huppert consolidou sua identidade artística no cinema francês através de uma filmografia versátil, marcada por dramas poderosos como Elle, experiências sinestésicas mais maduras como A Professora de Pianoe até mesmo comédias inusitadas como A Dona do Barato. Admirada por sua plurivalência nas telonas e por seu senso de humor bem particular, a veterana é conhecida por ousar em suas escolhas de papéis, sempre lembrando o público de seu caráter camaleônico de transitar entre gêneros com autenticidade e maestria.
E não seria diferente em seu novo filme e em sua vinda ao Rio de Janeiro para celebrar a estreia de A Mulher Mais Rica do Mundo. Mais uma vez se aventurando pela comédia, dessa vez sob as nuances do drama, Huppert abriu o Festival de Cinema Francês à sua maneira. Com trajes simples e estampando uma jaqueta jeans, absolutamente alheia ao peso que sua presença exerce nos ambientes que percorre, ela conduziu uma coletiva de imprensa fechada em que compartilhou sua nova fase profissional, aos 72 anos.
Após lançar o drama fantástico Luz, no Festival de Sundance 2025, Huppert se despe da mitologia fabulosa do longa sino-hong-kongues para não se levar tão a sério no filme de Thierry Klifa. E à medida em que refletia sobre o que esse novo projeto representa no escopo de toda sua obra, a veterana ponderou sobre o cinema brasileiro, celebrando os nomes mais marcantes que têm conquistado as audiências nas edições recentes do Festival de Cannes.
Na ocasião, Isabelle destacou a filmografia de Kleber Mendonça, Walter Salles e Karim Aïnouz. Admitindo que não conhece todos os longas do trio de cineastas, ela foi categórica ao salientar a força das narrativas desenvolvidas por eles, evidenciando a popularidade de seus filmes na cena europeia – mais precisamente francesa.
“O Brasil tem dois grandes diretores, e na minha opinião isso já bastaria, de tão imensos que eles são”, afirmou, se referindo a Walter Salles e Kleber Mendonça Filho. Em relação ao último, a atriz foi ainda mais além e revelou que ele é “um diretor muito importante para França, cujos filmes sempre esperamos com curiosidade”.
Huppert também mencionou Karim Aïnouz, cuja obra A Vida Invisível foi, para o público francês, “uma descoberta muito alegre”, ressaltando que o filme “caiu como uma luva”na França, mesmo antes de ela conhecer o diretor pessoalmente. Suas observações, feitas com naturalidade, ecoaram como um reconhecimento espontâneo da força criativa do cinema brasileiro.
E durante a coletiva, ela também fez questão de reiterar como se sente diante dos papéis tão diversos que habimente encara nas telonas. Se distanciando deles de maneira clara, a francesa salientou como não se parece com suas personagens, à medida em que também se identifica com elas em certos aspectos. O comentário, que gerou risos entre os presentes na coletiva, refletiu tanto seu rigor artístico quanto sua consciência da distinção que é necessário fazer entre a arte, o material que se interpreta e sua própria identidade.
“Eu não tenho nada em comum com meus personagens em geral. Ao mesmo tempo eu tenho tudo e nada. Tudo porque eu encarno essas figuras. Eu ainda não sou um produto de uma inteligência artificial. E nada, porque eu não tenho nada a ver com essa pessoa, nem com nenhuma das outras pessoas que eu escolho representar na tela”.
Huppert enfatizou ainda a importância de Marianne Farrère, protagonista deA Mulher Mais Rica do Mundoter um nome próprio dentro da ficção — algo que, segundo ela, não deve ser interpretado como referência direta à pessoa real que inspirou a narrativa. Para a atriz, atribuir nomes distintos não só protege a ficção, como também oferece aos intérpretes maior liberdade para construir seus papéis sem a sombra da identificação automática com figuras conhecidas.
“Eu gosto muito de dizer que nesse filme eu interpreto uma pessoa que se chama Marianne Farrère, é o meu nome no filme. Mas é importante dizer isso, porque Thierry Klifa não fez um filme em que ele chama os personagens pelo seu nome verdadeiro”, explicou.
Ao detalhar sua leitura da personagem, Huppert descreveu Marianne como alguém que atravessa uma transformação emocional — movimento que ela resume como a passagem “do bem-estar para a alegria”. Essa mudança, contou, surge com a chegada de um fotógrafo excêntrico e imprevisível que entra na vida da protagonista. Para ela, trata-se de “um personagem completamente fora do comum. Muito brilhante, engraçado, inteligente, iconoclástico. Assolante, vulgar.”
É justamente essa combinação, tão destoante do universo de Marianne, que desencadeia seu despertar. “Isso a faz rir. Isso a faz rir, porque ela tem muito humor, obviamente”, disse a atriz – acrescentando que a personagem redescobre sua leveza ao mesmo tempo em que se distancia da própria família.
Já a relação com a filha é, segundo Huppert, uma peça essencial da dramaturgia. A atriz a descreveu como uma figura “austere, bastante orgulhosa”, diametralmente oposta à protagonista, e ressaltou que essa oposição evidencia o processo de afirmação de Marianne. À medida que encontra uma nova forma de existir, ela também explicita suas diferenças — e suas rupturas — com aqueles ao seu redor. “Então, é isso… isso conta uma história”, concluiu, encerrando com discrição o que talvez tenha sido a definição mais sintética — e mais precisa — do filme inteiro.
Confira a programação do Festival:
13 DIAS, 13 NOITES – 13 jours, 13 nuits
2025 / 1h52 / Drama, Thriller
De Martin Bourboulon – Com Roschdy Zem, Lyna Khoudri, Sidse Babett Knudsen
Sinopse: Cabul, 15 de agosto de 2021. Enquanto as tropas americanas se retiram, os Talibãs tomam a capital. Milhares de afegãos buscam refúgio na Embaixada da França, protegida pelo comandante Mohamed Bida e seus homens. Cercado, ele negocia com os Talibãs para organizar um comboio da última chance em direção ao aeroporto.
Sinopse:A mulher mais rica do mundo: sua beleza, sua inteligência, seu poder. Um escritor fotógrafo: sua ambição, sua insolência, sua loucura. O amor à primeira vista que os arrebata. Uma herdeira desconfiada que luta para ser amada. Um mordomo vigilante que sabe mais do que revela. Segredos de família. Doações astronômicas. Uma guerra onde todos os golpes são permitidos.
De Ken Scott – Com Leila Behkti, Jonathan Cohen, Sylvie Vartan
Distribuído por CALIFORNIA FILMES
Adaptado do romance autobiográfico de Roland Perez, advogado de Sylvie Vartan.
Sinopse: Em 1963, Esther dá à luz Roland, que nasce com pé torto e não consegue andar. Contra a opinião de todos, ela lhe promete uma vida normal e maravilhosa, e luta a vida inteira para cumprir essa promessa. Uma história real sobre um destino incrível e o amor incondicional de uma mãe por seu filho.
Sinopse: Ela o amava mais do que tudo, ele a amava mais do que todas as outras. Simone Signoret e Yves Montand foram o casal mais famoso de seu tempo. Assombrada pelo caso de seu marido com Marilyn Monroe e ferida por todos os que vieram depois, Signoret sempre recusou o papel de vítima.
FANON – Fanon
2025 / 2h13/ Cinebiografia
De Jean-Claude Barny – Com Alexandre Bouyer, Déborah François, Stanislas Merhar
Distribuído por FENIX
Sinopse : Frantz Fanon, um psiquiatra francês originário da Martinica, acaba de ser nomeado chefe de serviço no hospital psiquiátrico de Blida, na Argélia. Seus métodos contrastam com os dos outros médicos em um contexto de colonização.
FORA DE CONTROLE – Dis-moi juste que tu m’aimes
2025 / 1h51 / Drama
De Anne Le Ny – Com Omar Sy, Élodie Bouchez, Vanessa Paradis, José Garcia
Distribuído por CALIFORNIA FILMES
Sinopse: Após quinze anos de casamento, uma crise coloca à prova a união de Julien e Marie. Quando Anaëlle, o grande amor de juventude de Julien, reaparece, Marie entra em pânico. Perdida em uma espiral infernal de ciúmes e autodepreciação, Marie se deixa levar para uma aventura com Thomas, que se revelará tão manipulador quanto perigoso.
UMA JORNADA DE BICICLETA – À bicyclette!
2025 / 1h29 / Comédia dramática
De Mathias Mlekuz – Com Mathias Mlekuz, Philippe Rebbot, Josef Mlekuz
Distribuído por BONFILM
Prêmio Valois de Música de Filme no Festival do Cinema Francófono de Angoulême
Indicado ao Festival Internacional de Cinema de Comédia de Alpe d’Huez
Sinopse: Do Atlântico ao mar Negro, Mathias leva seu melhor amigo Philippe em uma viagem de bicicleta. Juntos, eles refazem o percurso que Youri, seu filho, havia iniciado antes de desaparecer tragicamente.
JOVENS MÃES – Jeunes Mères
2025 / 1h45 / Drama
De Jean-Pierre et Luc Dardenne – Com Babette Verbeek, Elsa Houben, Janaïna Halloy Fokan Distribuído por VITRINE FILMES
Sinopse: Jessica, Perla, Julie, Ariane e Naïma estão hospedadas em uma casa materna que as ajuda em sua vida de jovens mães. Cinco adolescentes que têm a esperança de conquistar uma vida melhor para si mesmas e para seus filhos.
LA PAMPA – La Pampa
2024 / 1h34 / Drama, Thriller
De Antoine Chevrolier – Com Sayyid El Alami, Amaury Foucher, Damien Bonnard
Distribuído por ENCRIPTA
Sinopse: Willy e Jojo, dois adolescentes inseparáveis, passam o tempo caçando o tédio em uma pequena aldeia no coração da França. Mas Jojo esconde um segredo. E quando toda a vila o descobre, os sonhos e as famílias dos dois amigos se despedaçam.
MÃOS À OBRA – A pied d’œuvre
2026 / 1h32 / Comédia dramática
De Valérie Donzelli – Com Bastien Bouillon, Virginie Ledoyen, Marie Rivière
Distribuído por BONFILM
Adaptado do filme homônimo de Frank Courtès
Prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2025
Sinopse: Um fotógrafo de sucesso abandona tudo para se dedicar à escrita e descobre a pobreza.
MAYA, DÊ ME UM TÍTULO – Maya, donne-moi un titre
2025 / 1h01 / Animação, Aventura, Comédia, Família
Versão dublada / A partir de 6 anos
De Michel Gondry
Sinopse: Maya e seu pai vivem em dois países diferentes. Para manter o vínculo com a filha e continuar contando histórias para ela, seu pai lhe pede todas as noites: “Maya,
me dá um título”. A partir desse título, ele cria um desenho animado no qual ela é a heroína.
MERCATO – OS DONOS DA BOLA – Mercato
2025 / 1h59 / Comédia dramática, Thriller
De Tristan Séguéla – Com Jamel Debbouze, Monia Chokri, Hakim Jemili
Distribuído por BONFILM
Sinopse: Mercato mergulha nos bastidores do futebol de hoje, uma indústria global onde os interesses se contam em bilhões. Driss, empresário de jogadores, tem sete dias para salvar a própria pele antes do fim da janela de transferências
O APEGO – L’Attachement
2025 / 1h45 / Drama
De Carine Tardieu – Com Valeria Bruni Tedeschi, Pio Marmaï, Vimala Pons
Distribuído por BONFILM
Sinopse: Sandra, uma mulher ferozmente independente, compartilha repentinamente e sem querer, a intimidade de seu vizinho de andar e de seus dois filhos. Contra todas as expectativas, ela aos poucos se apega a essa família adotiva.
O ESTRANGEIRO – L’Étranger
2025 / 2h00/ Drama
De François Ozon – Com Benjamin Voisin, Rebecca Marder, Pierre Lottin
Distribuído por CALIFORNIA FILMES
Exibido no Festival de Veneza 2025
Adaptado do romance L’Etranger, de Albert Camus
Sinopse : Na Argélia dos anos 1930, o francês apático Meursault mostra total indiferença à vida. Seu distanciamento emocional o leva a um assassinato.
O SEGREDO DA CHEF – Partir un jour
2025 / 1h38 / Comédia dramática
De Amélie Bonnin – Com Bastien Bouillon, Juliette Armanet
Sinopse: Quando Cécile está prestes a realizar seu sonho, abrir seu próprio restaurante gastronômico, ela precisa voltar na aldeia onde cresceu após o infarto de seu pai. Longe da agitação parisiense, ela reencontra seu amor de juventude.
OPERAÇÃO MALDOROR – Le Dossier Maldoror
2025 / 2h35 / Drama, Thriller
De Fabrice du Welz – Com Antony Bajon, Sergi Lopez
Distribuído por CALIFORNIA FILMES
Sinopse: Bélgica, 1995. O desaparecimento preocupante de duas jovens abala a população e desencadeia um frenesi midiático sem precedentes. Paul Chartier, um jovem policial idealista, junta-se à operação secreta “Maldoror”. Confrontado com as falhas do sistema policial, ele parte sozinho em uma caçada humana que o levará a mergulhar na obsessão.
De Victor Rodenbach – Com William Lebghil, Vimala Pons
Distribuído por BONFILM
Sinopse: Há anos, Henri e Nora compartilham tudo: eles se amam e ela dirige as peças em que ele atua. Quando Henri consegue, pela primeira vez, um papel no cinema, a criação de seu novo espetáculo desmorona e o casal se despedaça.
SONHO, LOGO EXISTO – L’homme qui a vu l’ours qui a vu l’homme
2025 / 1h28 / Comédia
De Pierre Richard – Com Pierre Richard, Timi-Joy Marbot, Gustave Kervern
Distribuído por BONFILM
Sinopse: Grégoire e Michel não são da mesma geração, mas são unidos pela amizade, pelo amor à natureza e por um grande afeto por um urso que escapou de um circo
VIZINHOS BÁRBAROS – Les Barbares
2025 / 1h41 / Comédia
De Julie Delpy – Com Julie Delpy, Sandrine Kiberlain, Laurent Lafitte
Distribuído por SYNAPSE
Sinopse : Em Paimpont, a vida tranquila dos moradores é subitamente abalada. Num gesto de solidariedade, eles votam com entusiasmo para acolher refugiados ucranianos. Mas, ao chegarem, descobrem que eles não são ucranianos… são sírios! Alguns moradores têm dificuldade em aceitar esses novos vizinhos.
De Fabienne Godet – Com Salif Cissé, Denis Podalydès, Aure Atika
Distribuído por BONFILM
Prêmio do público do Festival Internacional do Filme de Comédia de l’Alpe d’Huez 2025
Adaptação do romance homônimo de Luc Blanvillain.
Sinopse: Baptiste, um talentoso imitador, não consegue viver da sua arte. Um dia, ele é abordado por um romancista, constantemente perturbado pelas ligações incessantes de seu círculo. Precisando de silêncio para escrever, o romancista propõe a Baptiste que se torne seu “atendedor de chamadas”.
O CLÁSSICO
A CABRA -La Chèvre
1981 / 1h35 / Aventura, Comédia, Policial
De Francis Veber – Com Pierre Richard, Gérard Depardieu, Pedro Armendariz Jr.
Distribuído por BONFILM
Sinopse: A filha do grande CEO Bens acaba sendo sequestrada enquanto está de férias no México. Para encontrá-la, seu pai contrata o detetive particular Campana e o associa a um trapalhão incorrigível na esperança de que isso o aproxime de sua filha.
HOMENAGEM PIERRE RICHARD
O BRINQUEDO – Le Jouet
1976 / 1h35 / Comédia
De Francis Veber – Com Pierre Richard, Michel Bouquet, Fabrice Greco
Sinopse: O jovem filho de um bilionário passeia em uma grande loja para escolher um presente. A escolha da criança recai sobre um jornalista, que será colocado à sua disposição e se tornará seu brinquedo.
OS FUGITIVOS – Les Fugitifs
1986 / 1h29 / Comédia
De Francis Veber Com Pierre Richard, Gérard Depardieu, Jean Carmet
Sinopse: Os tempos estão difíceis para François Pignon, que precisa cuidar de sua filha. Ele chega até a se resignar a assaltar um banco. Vai ao ponto de fazer refém Jean Lucas, um ex-presidiário recém-saído da prisão, mas decidido a se tornar honesto.
LOIRO, ALTO E DE SAPATO PRETO – Le grand blond avec une chaussure noire
1972 / 1h30 / Comédia
De Yves Robert – Com Pierre Richard, Jean Rochefort, Bernard Blier
Sinopse: François Perrin chega a Orly calçando um sapato amarelo e outro preto. Uma sorte para Perrache, assistente do coronel Toulouse, chefe de um serviço secreto, que vê nesse jovem violinista excêntrico a oportunidade perfeita. Ele o escolhe para, às suas custas, desempenhar o papel de um temível espião internacional.
UM SOPRO ENTRE OS DENTES – Un nuage entre les dents
1974 / 1h35 / Comédia
De Marco Pico – Com Pierre Richard, Philippe Noiret, Claude Piéplu
Sinopse: Malisard e Prévot, jornalistas da imprensa sensacionalista, percorrem Paris em busca de um furo. Nesse dia, os dois comparsas precisam buscar os filhos de Prévot na escola, mas durante um momento de desatenção do pai, os garotos escapam.
AS CIDADES:
Até dia 10.11, estavam confirmadas as seguintes cidades participantes: As cidades são: Aracaju (SE), Araguaína (TO), Araraquara (SP), Balneário Camboriú (SC), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Botucatu (SP), Búzios (RJ), Brasília (DF), Campinas (SP), Campo Grande (MS), Caxias do Sul (RS), Cotia (SP), Corumbá (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Garanhuns (PE),Gurupi (TO), Indaiatuba (SP) Itajubá (MG), Jaguari (RS), João Pessoa(PB), Juiz de Fora (MG), Jundiaí (SP), Londrina (PR), Lorena (SP), Macaé (RJ), Maceió (AL), Manaus (AM), Maringá (PR), Monte Claros (MG), Natal (RN), Niterói (RJ), Palmas (TO), Pelotas (RS), Petrópolis (RJ), Poços de Caldas (MG), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Resende (RJ), Ribeirão Preto (SP), Rio Grande (RS), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santos (SP), São Carlos (SP), São Jo´se dos Campos (SP), São Luís (MA), São Paulo (SP),Uruguaiana (RS), Vitória (ES) e Volta Redonda (RJ).
A lista de cidades e de cinemas participantes serão continuamente atualizadas no site do festival. O valor do ingresso é o já cobrado por cada exibidor.
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