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Episódios de ‘Supergirl’ e ‘Batwoman’ sofrerão atrasos em virtude do coronavírus

Os fãs de ‘Supergirl‘ e ‘Batwoman‘ terão que esperar um pouco mais para conferir novos episódios das respectivas séries.

Em virtude da pandemia do coronavírus, que acarretou na interrupção das filmagens das produções, os capítulos finais dos ciclos atuais em exibição não puderam ser gravados.

Isso significa que, no próximo domingo (29), serão exibidos reprises de ambas as séries na emissora The CW.

De acordo com o portal ComicBook, enquanto Batwoman vai exibir ‘A Mad Tea Party’, Supergirl apresentará ‘Back From The Future Part Two’.

Os novos episódios ainda não possuem data de exibição.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série Supergirl originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Aquaman 2’: Jason Momoa faz brincadeira sobre sua dieta bizarra para o filme

As gravações da sequência ‘Aquaman 2‘ começam em breve e o astro Jason Momoa instigou os fãs em relação ao início dos trabalhos, ao fazer uma brincadeira sobre sua suposta dieta para entrar em forma.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, o também ator da série original da Apple TV+, ‘See‘, compartilhou um story em que ele e um membro da equipe técnica se deleitam com uma porção de caviar.

Ironicamente, o ator brincou sobre a situação, afirmando que essa seria a sua dieta para estrelar ‘Aquaman 2‘. Para os que não sabem, a iguaria de luxo consiste em ovas de esturjão (uma espécie de peixe) não-fertilizadas.

Confira o seu story:

Anteriormente, o protagonista Jason Momoa revelou ao Entertainment Tonight que o novo filme será majestoso.

“Há muito mais guardado em diversos níveis”, ele comentou. “[A continuação] será grandiosa. Muito maior!”.

Lembrando que Nicole Kidman, Patrick WilsonYahya Abdul-Mateen II vão reprisar seus papéis como a Rainha Atlanna, o Mestre do Oceano e o vilão Arraia Negra, respectivamente. Momoa retorna como o personagem-titular.

A atriz Amber Heard também garantiu ao Entertainment Weekly que vai retornar como Mera, após um abaixo-assinado viralizar pedindo a saída da atriz do elenco.

“Estou super animada com a quantidade de amor dos fãs e a quantidade de apreciação dos fãs que Aquaman adquiriu e que gerou tanta empolgação para Aquaman e Mera. Isso significa que significa que voltaremos. Estou tão animada para filmar a sequência.”, disse a atriz.

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022.  

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

Assista à nossa crítica:

Crítica | Boa Sorte, Leo Grande – Emma Thompson desperdiça seu talento em comédia com premissa sex-positive

A sexualidade feminina no auge da melhor idade por si só rende discussões indispensáveis e Boa Sorte, Leo Grande (Good Luck to You, Leo Grande) tenta surfar nessa vertente, com uma comédia sobre a feminilidade e a sensualidade de uma mulher que – teoricamente – não deveria mais desejar por essa área em sua vida. Mas ainda que as intenções sejam boas, o longa de Sophie Hyde caminha por uma rota cafona e blasé, se apropriando do talento nato de Emma Thompson para entregar uma história que se esforça demais para se provar, que de fato não nos convence.

Na trama, Nancy Stokes (Thompson) é uma mulher que viveu todo o seu casamento sob uma submissão incorreta, onde seus direitos e desejos sempre foram abafados e até mesmo negados. Agora, viúva e com seus filhos bem encaminhados, ela se compromete a tentar ter um orgasmo pela sua primeira vez na vida. Para vencer o desafio, ela recorre a um jovem michê, o que tornará o íntimo processo de autodescoberta em uma tumultuada jornada.

Como conceito, Boa Sorte, Leo Grande parece ser uma boa ideia, ao tentar expandir as discussões relacionadas à sexualidade de mulheres na casa dos 60-70 anos – que majoritariamente foram educadas desde a juventude a aceitar que a vida íntima no casamento não seria tão favorável para a mulher, como para o homem. Mas com Katy Brand entregando um roteiro simplista demais que apenas cumpre todos os itens da agenda militante, a produção não entrega a reflexão que tanto promete e ainda desperdiça a performance de Thompson, que é a única coisa realmente genuína na curta duração do longa.

Com a veterana completamente comprometida com sua personagem Nancy, ela é um sopro de vigor diante do ator Daryl McCormack, que peleja em meio à expressões faciais fracas e uma atuação medíocre e pobre, que se torna cansativa em apenas 20 minutos de filme. Fora isso, a martirização exagerada da vida conjugal não apenas subverte algo tão precioso – que é o casamento – como tenta reduzi-lo a um “erro”, sugerindo que seria impossível a mulher ser tão intimamente satisfeita nesta união, como o homem é.

Com discussões tão rasas e vazias, a comédia se torna um filme qualquer, aleatório e pouco tem a acrescentar para a audiência. Não levantando fundamentos bem pautados, a produção de Hyde perece no ar como um desperdício de reflexão e, principalmente, de entretenimento. Irrelevante para o debate e pouco engraçado, Boa Sorte, Leo Grande ainda tenta se aproveitar de uma forte cena de nudez de Thompson, que corajosamente se despede no auge dos seus 63 anos, apenas para ver sua poderosa cena se perder em um filme tão fraco, que sequer deveria ser lembrado.

Crítica | Benedetta – Entre Nudez, Sangue e Oração, a Freira Lésbica de Paul Verhoeven

Baseado no livro acadêmico Atos Impuros: A Vida De Uma Freira Lésbica Na Itália Da Renascença, de Judith C. Brown, o octogenário Paul Verhoeven cria uma sátira provocativa ao catolicismo no período da peste negra na Itália do século XVII. Com um enredo de libertinagem, corrupção e hipocrisia, Benedetta estreou no Festival de Cannes 2021. Os elementos citados são os condimentos para a exploração cômica e erótica do cineasta holandês, responsável pelos controversos Instinto Selvagem (1992), Showgirls (1995) e Elle (2018). 

Na pele da provocativa, inescrupulosa e cínica Benedetta Carlini está Virginie Efira (Um Amor Impossível). A atriz é a mistura perfeita de sarcasmo e luxúria, pontos exatos de exploração da sua imagem em tela. É preciso deixar o fato histórico de lado para envolver-se nas sequências de deboche, como uma imensa cobra em CGI (Computer-Generated Imagery) a entrar nas cavidades da irmã e imediatamente ser destroçada por Jesus (Jonathan Couzinié), personificado como um cavalheiro de branco e pronto para salvar sua esposa Benedetta

Levada para o convento por seus pais ainda menina, Benedetta é uma figura difícil de lidar. Ela sempre tem uma resposta afiada para tudo e maneja muito bem a reação alheia. Se a premissa de lesbianismo dentro de um convento pode soar ousada para o período, a forma como o caso é tratado com zombaria à igreja, é o que chama mais atenção na obra. Ou seja, o filme é uma denúncia à  hipocrisia dos dogmas religiosos que prega uma coisa, mas faz outra. 

Longe de mostrar o sexo explícito entre as atrizes, como em Azul é a Cor Mais Quente (2013), de Abdellatif Kechiche, Paul Verhoeven explora em suas lentes os corpos de Virginie Efira e de Daphné Patakia (que vive a amante Bartolomea). O relacionamento entre as duas não aparenta ser sedutor, amoroso ou cordial. A princípio, é uma estripulia infantil, um jogo de provocação, uma penúria para, enfim, torna-se um encontro carnal em busca do prazer e poder. 

Benedetta sempre mostrou-se arredia e até mesmo lunática, ao ter sonhos acordada aos braços de Jesus, a quem ela se direciona como seu marido. A chegada de Bartolomea, uma campesina desamparada é o que desperta o desejo latente da irmã e coincide com os seus planos de ascensão ao poder como Madre Superiora. Algo completamente velado e dissimulado, o trunfo do filme é fazer o espectador, ora desconfiar, ora acreditar na freira.

Com o aparecimento dos estigmas nas mãos e pés de Benedetta, ela começa a trilhar seu caminho para a cadeira mais alta de uma mulher na igreja, ou mesmo ser consagrada Santa. Assim, começa as dúvidas, a inveja e as angústias das outras freiras. Elas não confiam que Bernadette assuma a liderança e seja a escolhida pelo Senhor. O posto cobiçado pela freira é ocupado pela soberana Felicita (Charlotte Rampling), uma das suas principais oponentes.

É triste ver o desempenho sisudo e o olhar perdido da atriz inglesa entre as cenas de galhofas, como quando ela vai ao encontro do Núncio Papal (Lambert Wilson) para revelar a informação de conjunção carnal entre duas freiras. Ela é recebida durante a refeição do religioso, enquanto sua serva visivelmente grávida dele aperta os seios e jorra leite para anunciar o parto iminente. Uma cena para despertar o riso e o absurdo, mas desproporcional a trama precedida. 

Além das cenas de encontro com Jesus e servas lactantes, a sequência mais polêmica é a utilização da imagem da Virgem Maria como um sex toy, ou seja, um brinquedo sexual entre os encontros de Benedetta e Bartolomea. Talvez Paul Verhoeven tivesse Monty Python em mente ao compor a sátira, mas ele não encontrou uma boa dosagem entre o escárnio e a denúncia. Por vezes, o tom sério ganha a impressão de filme de época, mas as motivações e ações em torno das cenas desabam para a chacota.

Benedetta poderia ser melhor se seguisse uma prerrogativa de Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (1975) ou A Vida de Brian (1979), de Terry Gilliam e Terry Jones, respectivamente. Por outro lado, Verhoeven mistura uma seriedade na narrativa histórica, na qual os momentos cômicos soam pueris ao invés de tirada artística; e a nudez constante, que poderia ser celebrada como uma libertação da repressão religiosa, aparenta ser um desejo voyerista.

‘Creed II’: Ryan Coogler explica por que não retornou para a direção

O diretor Ryan Coogler concedeu uma entrevista à Variety para promoverPantera Negra e acabou explicando o motivo de não ter retornado para dirigir Creed 2. Segundo ele, o apego emocional com o primeiro filme afetou seu retorno, além de dizer que o projeto está em boas mãos:

‘Creed’ era sobre eu e meu pai, então é um filme que considero difícil de assistir. É difícil até pensar sobre, porque tenho muitos laços emocionais, sem falar de o quanto que me importo com as pessoas envolvidas. Tem uma questão de timing e esse filme, por qualquer razão que fosse, tinha que ser feito naquela hora. Acredito que é uma benção. É incrível que encontraram um cineasta como Steven Caple Jr., com quem fiz faculdade e tenho muito respeito e amor. Mal posso esperar para ver o que ele está fazendo”

Enquanto isso, a sequência Creed 2 ganhou um belo cartaz, desenvolvido pelo artista conceitual e fã, Bosslogic. Confira:

 

Stallone assina o roteiro da sequência. Michael B. Jordan reprisa o papel de Adonis Creed, Tessa Thompson volta como Bianca e Dolph Lundgren será Ivan Drago. Ryan Coogler, que dirigiu o primeiro filme, volta apenas como produtor. Steven Caple Jr. (‘Class’) assume a direção.

Creed 2 tem estreia marcada para 21 de novembro de 2018. Fique ligado no CinePOP para novidades.

‘American Horror Story: Apocalypse’: Sarah Paulson vai interpretar duas personagens na 8ª temporada

Em uma nova entrevista ao Screen Rant, Sarah Paulson deu novas informações sobre sua personagem na 8ª temporada de ‘American Horror Story‘, que ganhou o subtitulo ‘Apocalypse‘.

Segundo a atriz, ela viverá dois papéis diferentes na nova fase do programa, e deixou um suspense no ar afirmando que um deles ou será de ‘Coven’ ou de ‘Muder House’, afinal, a nova temporada será um crossover entre as temporadas antigas.

“Não irei interpretar Cordelia e Billie. Alguém disse que iria interpretá-las? Interessante… Até pode ser que eu interprete as duas personagens. Mas não. Tudo o que posso dizer é que terei duas personagens, e um desses nomes está correto, e o outro não”

O tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada) será lançado nos EUA dia 12 de setembro.

Confira o visual e os cartazes da nova temporada.

Confirmados até agora são Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Joan Collins, Billie Lourd, Cheyenne Jackson, Leslie Grossman, Billy Eichner e Adina Porter. Emma Roberts e Taissa Farmiga devem retornar.

Além disso, o ator Billy Eichner publicou uma foto do elenco reunido em seu Instagram, porém, apenas uma pessoa não foi mostrada, sendo coberta com o emoji de um fantasma e sendo chamada de “amiga(o) secreta(o)”. Especula-se que seja Jessica Lange, já que seu retorno ainda está sendo mantido em segredo. Confira:

Especula-se que a “temporada especial” trará o retorno da musa Jessica Lange, que interpretou a diabólica Constance Langdon na primeira temporada e a Suprema Fiona Goode na terceira.

Segundo a MTV, a atriz já revelou que gostaria de retornar para uma última participação na série, e esse seria o momento ideal para seu retorno.

Os fãs têm especulado há tempos que a bruxa Madison Montgomery (Emma Roberts) tem alguma ligação com o infame “cirurgião das estrelas” Charles Montgomery (Matt Ross), o médico da primeira temporada. Além deles terem o mesmo sobrenome, ambos moravam em Los Angeles. Mas nada de concreto foi estabelecido entre os dois personagens.

O anúncio abre a porta para vários astros que passaram pela primeira e pela terceira temporada, como Dylan McDermott, Kate Mara, Alexandra Breckenridge, Zachary Quinto e Gabourey Sidibe.

Crítica com SPOILERS | ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ traz aventura genérica salva pelo vilão

Caso você tenha ignorado o título, vamos ressaltar aqui novamente que essa crítica contém revelações importantes sobre a trama de Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, os famosos SPOILERS. Então, se você ainda não tiver assistido e não quiser saber das principais revelações da trama, não leia este texto. Caso queira ler a crítica sem spoilers, basta clicar aqui.

Desde que foi anunciado que Kang, o Conquistador (Jonathan Majors), principal vilão desta nova Fase da Marvel, seria introduzida para o público em geral no terceiro filme do Homem-Formiga, houve uma dúvida generalizada por parte dos fãs acerca dessa decisão. Recentemente, o CEO da Marvel Studios, Kevin Feige, disse que escolheu abrir a Fase Cinco com Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania para começar o novo projeto com rostos mais conhecidos do público. Apesar de mercadologicamente ser uma decisão que faz bastante sentido, narrativamente é uma escolha complicada, porque o Homem-Formiga teve sua construída na leveza e no bom humor, flertando muito pouco com a seriedade. Então, ao colocar a ameaça principal para ser Kang, o Conquistador, uma das versões mais perigosas do vilão, deveria acontecer uma mudança brusca no tom do filme. No entanto, o roteiro e a direção não souberam dosar bem essa alteração, fazendo com que o longa tenha momentos muito similares aos dois capítulos anteriores da franquia e outras partes mais sérias que não foram tratadas com o devido peso. Ou seja, é um filme sem coesão.

Outro problema grave desse filme é a escolha de vilão secundário. Não me entenda mal, a adaptação do M.O.D.O.K. ficou muito boa, mesmo com a alteração na origem do personagem. Nos quadrinhos, ele foi feito para ser um vilão bobo de aparência tosca mesmo, e nisso o filme acerta. A direção deve ter achado uma boa ideia concluir o arco de Darren Cross (Corey Stoll) – que para muitos já estava concluído há sete anos – o transformando em um vilão clássico dos quadrinhos que provavelmente não teria espaço em nenhum outro filme do MCU.

E de fato seria uma ótima ideia, mas não como coadjuvante do Kang. Isso porque a presença de M.O.D.O.K. em cena tira o peso das crueldade do vilão principal, que é o Kang. É como se a Marvel tivesse medo de deixar as maldades do seu grande malfeitor terem impacto, então colocam essa cabeça flutuante de CGI logo em seguida para tentar arrancar um riso do público. E realmente é impossível não gargalhar toda vez que essa tosqueira em forma de vilão brota na tela. Seu visual esquisitão destoa do resto. Seria uma excelente escolha para ser o vilão principal de um filme do Homem-Formiga que mantivesse a essência dos dois primeiros da saga, mas para ser o coadjuvante de um longa que busca a seriedade… Não deu certo.

Ainda no tema de vilões secundários, a participação de Bill Murray que prometia ser bem interessante se mostrou apenas uma forma de dizer que mais um ator de peso estava em uma produção do MCU, porque a verdade é que se a sequência do Lorde Krylar não estivesse no filme, não faria a menor diferença. E cá entre nós, o Bill não fez o mínimo de esforço no papel. Provavelmente o Peyton Reed devia ser muito fã dele e implorou pra Marvel deixar trabalhar com ele uma vez na vida, porque só assim para explicar essa quase participação especial do ator no filme.

É interessante ver como a Marvel popularizou essa ideia dos três vilões num filme, algo que era extremamente problemático há 20 anos, reduzindo a participação de um ou dois deles, colocando eles nos filmes apenas para ocupar uns 12 minutos de filme com uma sequência de ação genérica ou uma piadoca antes deles serem descartados.

Outro problema desse filme é algo já recorrente na franquia do herói: eles simplesmente não sabem o que fazer com a Vespa. Mesmo que a Evangeline Lilly não seja exatamente um poço de carisma, a escalação da atriz passou pela aprovação do diretor, Peyton Reed, que comanda a saga desde 2015. Parece que todo filme em que ela aparece, fica a promessa de que ela terá mais desenvolvimento na próxima aventura. Aí, quando chega, a direção segue deixando a Vespa de lado, e a personagem fica nesse marasmo de ser a personagem favorita de ninguém. E quem conhece a Vespa dos quadrinhos sabe como é triste desperdiçar uma personagem assim.

E a situação fica ainda mais incômoda quando até mesmo os pais da Hope, Hank Pym (Michael Douglas) e Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), que são heróis na aposentadoria, cansados da vida de heróis, são mais interessantes e têm mais tempo de tela que uma super-heroína no auge e com suas tecnologias em dia. Só deixa mais nítido que a direção não tem a menor ideia de como usá-la.

Falando em Hank Pym, ele ganha bastante destaque neste capítulo, o que é ótimo, já que ele é um excelente personagem. E seu trabalho com as formigas permite que os insetos ganhem muito mais relevância do que no filme anterior. Ao mesmo tempo, as formigas socialistas acabam virando um artifício de escrito que só ressalta a fragilidade de roteiro. Na sede de fazer um Ultimato em miniatura, eles transformaram as formigas em soluções rápidas para conflitos.

O problema disso é que tira o peso das situações. Afinal, se der problema, é só esperar que as formigas resolvem. Na verdade, esse filme no geral convive com uma grande problemática de falta de consequência por conta dos próprios poderes do protagonista. No primeiro filme, é dito que o herói se encolhe, mas mantém a mesma resistência e densidade de seu tamanho normal. Então, ao encolher a nível subatômico, ele praticamente fica invencível às ameaças diminutas. Tanto que ele só se fere de verdade com o Kang, que não é dali. Tudo bem, isso até passa, o incômodo mesmo é ter as formigas como solução para todos os problemas. É como se o Gandalf chamasse as águias para resolver a trama de O Senhor dos Anéis em 15 minutos. Seria possível e mais fácil? Sim, mas então pra quê fazer um filme disso?

Outro problema narrativo é a divisão dos personagens em núcleos familiares. Isso geralmente funciona em filmes com grandes equipes, mas até nisso aqui o longa dá uma bola fora. A interação entre Scott, Hope e Cassie foi bem interessante na cena do carro. Enquanto isso, não pudemos ver Hank e Jan agindo como um casal. Ao dividir os núcleos entre a família Lang e a família ‘Pym Van Dyne’, o filme relegou um espaço de desenvolvimento para Hope em sua ‘nova’ família e a deixou como um estorvo para sua antiga família, já que ela mal interage de forma interessante com os próprios pais.

Mas nem só de erros vive esse filme. Como disse na crítica sem spoilers, Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania não é um filme ruim, só é genérico ao extremo e desperdiça um potencial gigantesco de ser excelente. Os maiores destaques dessa aventura são o próprio Scott Lang, que vive afogado no carisma super-humano de Paul Rudd. Sério, é assustador como esse cara é talentoso e sabe usar isso a seu favor. Basta ele aparecer em tela para você comprar a ideia dele para o Scott e provavelmente dar uma risada sincera.

Em contraponto a ele, Jonathan Majors dá show como essa variante de Kang, o Conquistador. E pelas cenas pós-créditos, já foi confirmado que ele interpretará a maioria das outras versões do vilão. Também é impressionante como em aparições de segundos no Conselho dos Kangs já podemos ver trabalhos diferentes do ator para “o mesmo” personagem. Ele sabe ser inocente, sabe se impor em cena e sabe como passar a sensação de ameaça de um homem disposto a qualquer coisa por seus objetivos. É um vilão muitíssimo promissor, mesmo que tenha sido momentaneamente descartado.

Por fim, Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania peca por querer ser mais do que ele é. Numa analogia completamente aleatória, esse filme é como um hambúrguer artesanal cheio de adicionais exóticos colocados por um cozinheiro inexperiente só para aumentar o preço e chamar atenção. Por mais que ele soque o máximo de ingredientes disponíveis, ainda é um hambúrguer. E, às vezes, um chef mais experiente conseguiria executar um hambúrguer muito mais gostoso e eficiente se fizesse uma receita básica de pão, carne bem temperadinha, queijo e molho. É um longa que peca pelo excesso, mas que não chega a ser uma catástrofe. Só decepciona porque tinha potencial para ser melhor.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania está em cartaz nos cinemas do Brasil.

Crítica | Till: A Luta Por Justiça – Drama Real pode dar 1ª Indicação ao Oscar a Danielle Deadwyler

Filme visto no Festival do Rio 2022.

Um dos grandes benefícios de ter um festival de cinema acontecendo na sua cidade é que o espectador tem a chance não só de assistir a filmes que, em outras circunstâncias, provavelmente não seriam exibidos na tela grande, mas, acima de tudo, o cinéfilo tem a oportunidade de ver, muitas vezes antecipadamente, a filmes com fortes chances de serem indicados às principais premiações da temporada. É assim que o longa ‘Till: A Busca por Justiça’ teve sessões emocionadas durante o Festival do Rio 2022, e já desponta como um forte indicado ao Oscar de Melhor Atriz em 2023.

Mamie Till (Danielle Deadwyler) é uma mãe com o coração apertado. Seu filho, Emmett Till (Jalyn Hall), de quatorze anos, está indo passar as férias com os primos e o tio, na fazenda em que trabalham na pequena cidade de Money, no Mississipi. Nada disso seria motivo para Mamie se sentir apreensiva, não fosse o fato de seu filho ser um rapaz preto, muito festivo, alegre, conversador, que, inconscientemente, chama muita atenção para si mesmo. Jovem e inocente, Emmett não percebe a maldade do mundo que o cerca. Quando, durante a viagem, algo terrível acontece com seu menino, Mamie se vê obrigada a tirar forças de onde nem sabia que tinha para lutar por justiça não só para seu próprio filho, mas para todas as crianças negras nos Estados Unidos no ano de 1955.

Till: A Busca por Justiça’ é desses filmes que costumam estrear na segunda metade do ano por aqui já de olho nas premiações do hemisfério norte. E o longa responde a vários requisitos para receber algumas indicações, dentre os quais o figurino, belamente composto acompanhando a década de 1950 em personagens cujo poder aquisitivo destaca o abismo do contexto social; os cenários e produção de arte, que recriam em tons solares o contexto sombrio no qual a história se encaixa, alternando apenas na última cena, quando a luz se esvai. É bem possível que a produção seja cotada nestas categorias.

Mas o carro-chefe das indicações provavelmente será Danielle Deadwyler, que desde a primeira cena demonstra que irá conduzir com sua entrega emocional as mais de duas horas de filme. A câmera da diretora Chinonye Chukwu (que atualmente andou no Top 10 da Netflix com seu ‘Clemência’, cuja crítica pode ser lida aqui) em close no rosto da atriz garante uma total imersão do espectador no sofrimento dessa mãe – até em demasia. Por mais da metade longa vemos Danielle chorar, e muito, ao ponto de gerar profundo desconforto na gente. Se por um lado isso desponta a atriz para receber indicações a prêmios, por outro gera mal estar em quem assiste a essa história inspirada em eventos reais.

Till: A Busca por Justiça’ joga luz sobre mais um triste episódio real do racismo estrutural que rege a sociedade estadunidense. Com participação bem especial de Whoopi Goldberg, que também é produtora do longa, ‘Till: A Busca por Justiça’ é um importante e potente drama que coloca o dedo bem fundo em uma ferida aberta da história daquele país, sem se esquivar de evidenciar o horror das consequências do racismo, mostrando, de maneira bem evidente, as violências ao corpo negro e seus reflexos para a comunidade, especialmente para as mães. Fica o alerta de gatilho.

Quer sentir MEDO? | 10 Ótimos Filmes de Terror para Assistir no Amazon Prime Video

Que tal ficar em casa assistindo aquele filminho de terror?! O CinePOP separou dez filmes do gênero em destaque no streaming do Amazon Prime Video para quem quiser levar bons sustos.

São várias as opções, que vão desde sucessos recentes à clássicos do gênero. Temos obras sobrenaturais, umas mais sanguinolentas e outras pra lá de psicológicas. Não deixe de conferir!

Aproveitando a seleção, participe através dos comentários! Qual seu filme de terror/suspense favorito?

Hereditário (2018)

Um dos maiores hits recentes do cinema de horror, Hereditário foi o primeiro longa do cultuado diretor Ari Aster, também responsável por Midsommar: O Mal Não Espera a Noite. Estrelado por uma assustadora e maravilhosa Toni Collette, o filme conta a história de uma família que sofre uma perda importante e que, em meio ao luto, passa a ser atormentada por acontecimentos perturbadores. Trata-se de uma obra envolvente e impactantes, e que merecia mais atenção por parte da crítica e das premiações, principalmente no que diz respeito ao trabalho de Collette. O elenco conta ainda com boas participações de Alex Wolff, Gabriel Byrne e Milly Shapiro

 

O Bebê de Rosemary (1968)

Um dos maiores clássicos do cinema de terror, O Bebê de Rosemary conta a história de um casal que se muda para um novo apartamento. Lá, passa a lidar com vizinhos com hábitos bem estranhos. A gravidez da mulher, Rosemary (vivida por uma ótima Mia Farrow), aumenta a sensação de incerteza e paranóia envolvendo a dinâmica no prédio e a relação entre o casal. Escrito e dirigido por Roman Polanski, o filme rendeu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ruth Gordon. O cultuado ator e diretor John Cassavetes interpreta o marido de Rosemary. Um dos finais mais impactantes da sétima arte. 

 

Mar Aberto (2003)

Orçado em aproximadamente US$ 500 mil, esta pequena produção independente foi verdadeiro fenômeno em 2004. Baseado em uma história real e com apenas 79 minutos de duração, Mar Aberto aposta no terror psicológico e na construção de um clima de tensão para contar a história de um casal que contrata o serviço de mergulhar numa região repleta de tubarões. Após um erro da equipe do barco, eles são deixados no meio do oceano. O que deveria ser umas férias tropicais se torna um verdadeiro pesadelo quando os tubarões passam a cercar a área em que o casal se encontra. Dirigido por Chris Kentis, o longa traz Blanchard Ryan e Daniel Travis nos papéis principais.

 

Madrugada dos Mortos (2004)

Muito antes de ficar conhecido pelos trabalhos na DC e por adaptações dos quadrinhos como 300, Watchmen e Batman vs Superman, Zack Snyder entregou um excepcional filme de zumbi. Trata-se de Madrugada dos Mortos, sua estreia em longas-metragens. A obra é uma releitura do clássico Despertar dos Mortos (1978), de George A. Romero, mas Snyder tratou de dar uma personalidade própria à mesma. A trama acompanha um grupo de estranhos que se refugia em um shopping center em meio a uma epidemia zumbi. É envolvente, divertido e assustador. É possível dizer que Madrugada dos Mortos ajudou a devolver os zumbis ao mundo mainstream da cultura pop. 

 

A Bruxa de Blair (1999)

Um verdadeiro fenômeno. Orçado em R$ 60 mil, A Bruxa de Blair faturou quase US$ 250 milhões nos cinemas mundiais. A equação entre custo/faturamento foi tão significativa que a produção foi parar no Guinness Book. Dirigido por Daniel Myrick e Eduardo Sanchez, o filme apresentou ao mundo do horror o formato do falso documentário, que se tornaria moda depois disso. A trama acompanha imagens de arquivo que mostram jovens cineastas visitando uma floresta remota para fazer um filme sobre a lenda da Bruxa de Blair. Aos poucos, o que seria um projeto de documentário se revela o relato de uma experiência sobrenatural. O longa é envolvente e impactante, e conta com algumas cenas memoráveis, que estão fixadas na cabeça dos cinéfilos.

 

REC (2007)

Outro filme que busca a pegada do falso documentário é [REC], envolvente produção espanhola que custou aproximadamente US$ 1 milhão. Dirigido por Jaume Balagueró e Paco Plaza, o longa acompanha uma repórter e seu câmera que investigam um misterioso acontecimento em um prédio. Eles acabam ficando presos em uma quarentena, sem saber direito o que está acontecendo ali. Aos poucos, vamos nos deparando com ataques e ameaças misteriosas. O trama é bobinha, mas o formato da câmera na mão e de uma falsa reportagem dá todo um trunfo à produção. Os diretores também conseguem transformar a câmera em personagem, ao se utilizar de funções específicas da mesma no desenvolver da narrativa. Manuela Velasco se destaca na pele da protagonista. O filme não só ganhou continuações, como também teve uma refilmagem americana, Quarentena.

 

Ring: O Chamado (1998)

O Chamado é um dos mais marcantes filmes de terror do início dos anos 2000. Mas quem quiser saber de onde surgiu a ideia para o longa pode conferir Ring: O Chamado. Lançada quatro anos antes, a produção japonesa acompanha uma repórter e seu ex-marido, que investigam a lenda de um misterioso vídeo amaldiçoado, que mataria quem assistisse ao mesmo sete dias após o fato. Ícone do horror japonês, Hideo Nakata é o responsável pela direção do filme, que, além da refilmagem, também ganhou uma continuação em seu país de origem. Nanako Matsushima, Miki Nakatani e Yûko Takeuchi são os protagonistas da obra.  

 

Cujo (1983)

Algum fã de Stephen King na área? O gênio do horror é responsável pelo livro que inspirou Cujo. Embora seja um filme um pouco datado e tecnicamente pobre, é uma obra interessante para os fãs do horror. É a chance de navegar pela perturbadora mente de King e também se assustar com a história de um cachorro que fica possesso após ser mordido por um morcego, e que acaba colocando em risco a vida de toda uma família. As atuações são exageradas, há muito de gore, mas também temos cenas marcantes. E um clima de tensão que realmente é quase que permanente após a revelação do “problema” com o animal. Dee Wallace, Daniel Hugh Kelly e Danny Pintauro são os protagonistas do longa dirigido por Lewis Teague.

 

Dia dos Mortos (1985)

Madrugada dos Mortos está na nossa lista por resgatar (e renovar) o espírito da lenda do horror George A. Romero. Então, obviamente, não iríamos ignorar o filme do cineasta presente no Amazon Prime Video. Dia dos Mortos é mais um dos marcantes clássicos filmes de terror/zumbi realizados pelo diretor. Em um mundo infestado por uma epidemia de zumbis, um grupo de cientistas e militares sobrevive em um bunker subterrâneo na Flórida. A relação começa a ficar estremecida quando os cientistas decidem fazer experiências com os zumbis, o que incomoda os militares. O longa conta com cenas assustadoras e não economiza no sangue e no gore.

 

Cronos (1993)

Muitos anos antes de conquistar o Oscar de Melhor Filme com A Forma da Água, o diretor e roteirista mexicano Guillermo del Toro fez sua estreia em longas com o terror/suspense Cronos. Lançado em 1993, o filme quase acabou com a carreira de del Toro antes mesmo de começar, afinal foram muitas as dificuldades de produção e o orçamento foi ultrapassado várias vezes. O diretor teve que pegar empréstimos pessoais para concluir o projeto, contando com a ajuda do ator Ron Perlman, que aceitou um grande corte no salário e acabou se tornando um parceiro frequente do cineasta. A trama acompanha um negociante de antiguidades que se depara com um artefato misterioso chamado Cronos que estava desaparecido há 400 anos e que é capaz de oferecer a vida eterna, mas que desperta uma sede por sangue. A descoberta do objeto coloca o negociante na mira de um ambicioso magnata, que busca o poder para seguir vivo. Federico Luppi, Claudio Brook e Margarita Isabel completam o elenco principal.  

 

‘9-1-1: Lone Star’: Ator de ‘True Blood’ entra para o elenco da nova série da Fox

O elenco de 9-1-1: Lone Star’ continua a crescer.

Segundo a VarietyJim Parrack foi elencado no novo drama da Fox em um papel regular. O ator dará vida a Judd Ryder, um bombeiro texano marcado pela tragédia.

Parrack se junta aos previamente anunciados Rob LoweLiv Tyler, que serão os protagonistas. Lowe dará vida ao bombeiro nova-iorquino Owen Strand que, junto a seu filho já adulto, se muda para a cidade de Austin e tenta equilibrar sua problemática vida com sua necessidade de ajudar os outros.

Tyler, por sua vez, será a chefe dos paramédicos Michelle Blake, descrita como brilhante, irônica e a única que consegue enfrentar Owen na estação de bombeiros. Michelle tem uma obsessão que luta para controlar: descobrir o que aconteceu com sua irmã Iris, que desapareceu dois anos atrás.

Parrack é conhecido por seu trabalho como Hoyt no drama sobrenatural True Blood. Seus outros papéis incluem Escape at DannemoraThe Deuce e uma aparição como Jonny Frost em Esquadrão Suicida.

A série funciona como spin-off da aclamada 9-1-1, que retorna para sua 3ª temporada no final deste mês. Ambas as produções foram criadas por Ryan Murphy, Brad FalchukTim Minear.

9-1-1: Lone Star’ tem estreia marcada para o dia 19 de janeiro de 2020.

‘Riverdale’: Jughead e Betty nas imagens do episódios 04×16; Confira!

The CW divulgou as imagens oficiais de “The Locked Room”, 16º episódio da quarta temporada de Riverdale, que vai ao ar no dia 11 de março e que marca o retorno de Jughead (Cole Sprouse) à produção depois de sua aparente morte.

Confira:

Lembrando que a 4ª temporada já está em exibição na CW. No Brasil, a série é transmitida pela Warner.

Assista ao trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Phineas e Ferb’: Ashley Tisdale solta a voz no novo clipe oficial do filme; Confira!

Walt Disney divulgou o novo teaser oficial de Phineas e Ferb, filme baseado na icônica série animada do Disney Channel.

Além disso, o longa tem estreia marcada para o dia 28 de agosto, no Disney+.

Confira:

O filme, produzido pelos criadores do show original, Dan PovenmireJeff Marsh, é uma história de aventura que gira em torno dos meio-irmãos Phineas e Ferb, que saem pela galáxia para resgatar sua irmã mais velha, Candace, que foi abduzida por alienígenas.

O elenco traz o retorno de Ashley Tisdale como Candace Flynn; Vincent Martella como Phineas Flynn; Caroline Rhea como Linda Flynn; Dee Bradley Baker como Perry, o ornitorrinco; Alyson Stoner como Isabella; Maulic Pancholy como Baljeet; Bobby Gaylor como Buford; Olivia Olson como Vanessa Doofenshmirtz; Tyler Mann como Carl; David Errigo Jr. como Ferb Fletcher; Povenmire como o Dr. Heinz Doofenshmirtz e Marsh como o Majoro Monograma.

Ali WongWayne BradyDiedrich BaderThomas Middleditch completam o time.

Ranqueamos TODAS as músicas de ‘Evermore’, o mais novo álbum de Taylor Swift

Taylor Swift nos surpreendeu mais uma vez esse ano com o lançamento surpresa de Evermore, álbum irmão do aclamado Folklore.

Seu nono álbum de estúdio, lançado com uma diferença de cinco meses desde a iteração predecessora, nos apresentou a um lado mais vulnerável, melancólico e ácido de Swift – algo que, ao que tudo indica, será recorrente numa artista que finalmente se encontrou e tem pleno controle de seu processo criativo.

Para celebrar a produção, ranqueamos todas as canções do CD – com exceção das duas faixas que integram a versão deluxe.

Confira abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

15. “EVERMORE”, feat. Bon Iver

Que uma coisa fique bem claro: Evermore, assim como Folklore, não tem nenhuma música realmente ruim, e sim adições que, de certa forma, não combinam com o restante da estética do álbum ou não atendem às nossas expectativas. Esse é o problema de evermore. A segunda parceria com Bon Iver infelizmente surgiu nas sombras da poderosa balada “exile” – e, por mais que a lírica seja impecável, não surtiu o mesmo efeito.

14. “GOLD RUSH”

A cinemática produção de “gold rush” é saída diretamente de um conto de fadas e fala sobre a pureza do amor esbarrando em obstáculos conforme vai crescendo. O problema é que seus breves três minutos se fragmentam em três canções diferentes que, apostando numa construção original, não conseguem se unir com a fluidez necessária e são ofuscadas por outras iterações mais sólidas.

13. “HAPPINESS”

rock alternativo nunca esteve tão presente na vida de Taylor Swift – e ela canaliza isso com o minimalismos dos sintetizadores em “happiness”, uma faixa que, construída sob uma atmosfera bastante dramática, é recheada de otimistas mensagens que clamam pela calmaria depois da tormenta.

12. “TOLERATE IT”

“tolerate it” mostra com vontade ígnea que Taylor Swift tem puro controle sobre suas incursões vocais e, por mais que seu alcance não seja espetacular, ela sabe como usá-lo a seu favor. Mais do que isso, a faixa prova novamente que a performer cria mágica com a melodia do piano e que tem um apreço gigantesco por unir tendências em um único escopo sonoro.

11. “IVY”

Evocativo, elegíaco e se assimilando a um soneto shakespeariano, “ivy” é uma saudosista e mística canção ambientada no interior de uma vila marcada pelo amargor e pela perda. Os acordes do violão entram em contraste com a lírica literária que apenas Taylor consegue criar – e o verso “eu apenas sento e espero, em luto pelos vivos” é um dos mais emocionantes de sua prolífica carreira.

10. “DOROTHEA”

A fusão do piano à percussão em “dorothea” parece algo de outro mundo – e segue os mesmos passos de “betty”, uma das faixas de Folklore. A track fala candidamente sobre uma amizade de longa data que se afastou com o passar do tempo, mas que nunca deixou de existir em meio a nostalgias bucólicas e uma celebração da vida.

9. “‘TIS THE DAMN SEASON”

Apostando nos ecos dissonantes da guitarra e do baixo, “‘tis the damn season” encontra espaço de sobra para colocar certas batidas panorâmicas em uma invernal e narcótica ambientação que recorda de tempos que não vão voltar mais – mas cujas consequências sempre são sentidas em uma determinada época do ano.

8. “CLOSURE”

É sempre interessante e chamativo quando artistas se afastam das tendências mainstream – e Taylor Swift faz isso com gloriosa cautela em “closure”. A faixa mistura o dream-wave com as dissidências apaixonantes do synth e o clássico piano de cauda, salpicando uma semi-balada midtempo a uma melancolia derradeira.

7. “LONG STORY SHORT”

O mundo da folktronica e da orquestra se fundem em “long story short”, um breve conto de um relacionamento que não deu certo por inúmeros motivos. Aqui, Taylor se lembra de como estava à beira do precipício, demorando para perceber que seu amante não era a pessoa certa e que, para o bem ou para o mal, ela evoluiu a partir de experiências nada positivas.

6. “CONEY ISLAND”, feat. The National

“coney island” traz Swift em uma de suas maiores declarações intimistas desde ‘Red’, com o diferencial de que não tem medo de mostrar sua vulnerabilidade. Sentindo-se sozinha, a canção performada ao lado da banda The National é um soturno retrato de alguém que partiu – e que não voltará tão cedo assim.

5. “CHAMPAGNE PROBLEMS”

Taylor sabe exatamente de que forma decide entregar suas belíssimas canções – e “champagne problems” não é um caso à parte. Enquanto restringe-se a uma linearidade fabulesca guiada pela repetição proposital do piano, a artista brinca com certas notas, as quais, eventualmente, fornecem a profundidade requisitada para um anthem tão catártico quanto este.

4. “COWBOY LIKE ME”

Misturando múltiplas camadas vocais em uma sutil rendição sobre amor e empatia, é bem provável que “cowboy like me” passe longe do radar mainstream – mas merece esse lugar na nossa singela lista por sua perfeição estética e por um deleite sonoro incrível (isso mencionar os poéticos versos dos quais Swift se vale para dar vida a seu conto).

3. “MARJORIE”

É difícil não se emocionar com a potência taciturna de “marjorie”. Um dos muitos ápices artísticos de Swift em Evermore, a faixa trata com carinho e com uma saudade imbatível Marjorie Finlay, falecida avó da performer que a encorajou a mergulhar no mundo da música. A própria cantora e compositora disse que Finlay a visita, ainda que em sonhos, para lhe dar inspiração e para segurar sua mão em momentos difíceis.

2. “WILLOW”

“willow” é a canção que abre a nova e inesperada era de Swift – e da melhor maneira possível. O lead single, um dos melhores das últimas décadas, se apoia no indie folk de uma maneira melódia, burlesca, incrustada com alegorias românticas e uma atemporalidade de tirar o fôlego.

1. “NO BODY, NO CRIME”, feat. HAIM

Taylor e country são uma combinação perfeita e, no momento em que ela resolve retornar para suas raízes, acerta em cheio. Em “no body, no crime”, a performer se une ao aclamado trio musical HAIM para uma narrativa movida pela guitarra e por uma atmosfera chocante que fala essencialmente sofre infidelidade.

Megan Fox e Bruce Willis enfrentam um serial killer nas primeiras fotos de ‘Midnight in the Switchgrass’; Confira!

Lionsgate divulgou recentemente as primeiras imagens oficiais de Midnight in the Switchgrass.

thriller é estrelado por Megan Fox (‘Garota Infernal’) e Bruce Willis (‘Vidro’) como uma dupla de agentes do FBI que são pegos na intrincada teia de um serial killerEmilie Hirsch (‘Era Uma Vez em… Hollywood’) vive um policial da Flórida que se junta aos protagonistas.

Confira:

O filme é a estreia diretorial do prolífico produtor Randall Emmett, cujos trabalhos incluem ‘O Sacrifício’‘O Irlandês’Alan Hornsail também faz seu debute como roteirista.

Colson BakerLukas HaasSistine Stallone completam o elenco.

Confira a sinopse oficial abaixo:

Enquanto na Flória para outro caso, os agents do FBI Helter (Willis) e Lombardi (Fox) cruzam caminho com um policial local chamado Crawford (Hirsch), que investiga uma série de assassinatos de mulheres que parecem estar relacionados. Quando Lombardi é sequestrada, eles lutam contra o tempo antes que ela se torne a próxima vítima do serial killer.

Midnight in the Switchgrass tem previsão de estreia para julho de 2021.

‘Colin em Preto e Branco’: Série biográfica da Netflix ganha novo clipe oficial; Confira!

Netflix divulgou um novo clipe oficial de Colin em Preto e Branco(‘Colin in Black and White’), série biográfica que gira em torno da vida do ativista Colin Kaepernick.

A produção estreia no dia 29 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

Ava DuVernay entra como produtora executiva ao lado de Kaepernick. A obra terá seis episódios.

Michael Starrbury assina o roteiro. Mary-Louise ParkerNick Offerman também fazem parte do elenco como Terese e Rick Kaepernick, respectivamente, pais adotivos de Colin que “devem descobrir o que significa criar uma criança negra em uma comunidade e em uma família predominantemente branca”.

Kaepernick ganhou reconhecimento em 2012, quando tornou-se o principal quarterback do time da San Francisco 49ers, estabelecendo inúmeros recordes esportivos. Em 2016, se recusou a levantar para cantar o hino nacional dos Estados Unidos em protesto ao tratamento recebido ela comunidade negra no país, colocando-o como símbolo ativista pelos direitos civis.

DuVernay, por sua vez, é conhecida por inúmeros projetos. Ela ganhou aclame da crítica e do público pelo incrível Selma, sendo subestimada na categoria de Melhor Direção na cerimônia do Oscar. Desde então, comandou projetos como o documentário A 13ª Emenda, a fantasia Uma Dobra no Tempo e a minissérie ‘Olhos que Condenam’. Seus próximos trabalhos incluem DMZ e a adaptação de Novos Deuses.

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Fãs estão EM ÊXTASE com o primeiro teaser da série; Confira!

O Prime Video finalmente divulgou o espetacular teaser trailer de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’, série inspirada nos lendários romances de J.R.R. Tolkien – e não demorou muito até os fãs expressarem suas opiniões nas redes sociais.

O consenso dos internautas parece ter sido imediato: as reações foram bastante positivas ao material promocional, que despertou memórias dos filmes originais e aumentaram as expectativas para a produção.

Confira as reações abaixo:

O drama, que tem várias temporadas previstas, será lançado exclusivamente no Prime Video em mais de 240 países e territórios e em vários idiomas na sexta-feira, 2 de setembro, com novos episódios disponíveis semanalmente.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

Assim como muitos elementos do show em si foram feitos à mão, o Prime Video escolheu forjar fisicamente o título em uma fundição de ferreiro, despejando metal derretido em ravinas de madeira esculpidas à mão em forma de letras; um processo que foi capturado em câmera lenta para um vídeo em live-action. O título personalizado aparece trabalhado em um metal prateado, com linhas de escrita élfica inscritas ao longo da crista de cada letra.

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Homem-Formiga e a Vespa’ completa 4 anos; Veja CURIOSIDADES sobre o filme da Marvel!

Em 2018, Paul RuddEvangeline Lilly retornavam em seus papéis como Scott Lang e Hope Pym em Homem-Formiga e a Vespa, continuação do filme de 2015.

Na trama, após ter ajudado o Capitão América na batalha contra o Homem de Ferro na Alemanha, Scott Lang (Rudd) é condenado a dois anos de prisão domiciliar, por ter quebrado o Tratado de Sokovia. Diante desta situação, ele foi obrigado a se aposentar temporariamente do posto de super-herói. Restando apenas três dias para o término deste prazo, ele tem um estranho sonho com Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), que desapareceu 30 anos atrás ao entrar no mundo quântico em um ato de heroísmo. Ao procurar o dr. Hank Pym (Michael Douglas) e sua filha Hope (Lilly) em busca de explicações, Scott é rapidamente cooptado pela dupla para que possa ajudá-los em sua nova missão: construir um túnel quântico, com o objetivo de resgatar Janet de seu limbo.

Dirigido por Peyton Reed, o longa-metragem recebeu críticas bastantes positivas e fez um estrondo considerável de bilheteria arrecadando mais de US$622 milhões mundialmente. Além disso, as performances de Rudd, Lilly e o restante do elenco foram bastante elogiadas pelos especialistas e pelo público.

No dia de hoje, 06 de julho de 2022, a produção completa quatro anos desde o seu lançamento. Para celebrar seu aniversário, o CinePOP preparou uma breve matéria separando algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Este marca o segundo filme do Universo Cinemático Marvel depois de ‘Thor: Ragnarok’ a ter uma mulher como antagonista principal, Fantasma. Nos quadrinhos, entretanto, Fantasma foi retratado como um homem.
  • Para o papel de Janet van Dyne, Lilly revelou que queria Pfeiffer como a personagem, enquanto Douglas expressou o desejo de ter Catherine Zeta-Jones para interpretá-la. Eventualmente, a personagem foi dada a Pfeiffer.

  • Reed insistiu que o filme tivesse menos de duas horas, por duas razões: “eu sabia que iríamos seguir ‘Vingadores: Guerra Infinita’, que seria esse épico gigantesco, mas, mais importante, pelo fato de ser uma comédia”.
  • Por volta de 1h45min, o filme que os personagens assistem no computador no “cinema drive-in” é ‘O Mundo em Perigo’, clássico de ficção científica de 1954 em que testes nucleares criam formigas gigantes.

  • O laboratório é portátil e, por essa razão, não pode ser conectado a um rede de energia principal. Visto que precisavam de energia portátil, é possível ver, ao fundo, que eles utilizaram baterias Duracell aumentadas para fazer o laboratório funcionar.
  • Na trilha sonora do trailer, os acordes de guitarra que são repetidos provém de uma canção chamada “Ants Invasion”, da banda Adam and the Ants.
  • Pfeiffer concordou em aparecer na sequência por ser uma grande fã do primeiro ‘Homem-Formiga’.

  • Durante uma entrevista, Reed revelou que tomou um tempo para assistir a todos os filmes que Pfeiffer tinha estrelado até então antes de trabalhar com ela.
  • A principal demanda que Peyton fez para os visuais do longa-metragem foi: “fotorrealismo”.
  • No longa-metragem, é revelado que o pai da Fantasma é Elihas Starr. Nos quadrinhos, Starr é o vilão conhecido como Cabeça de Ovo, um gênio maligno e arqui-inimigo do Homem-Formiga.

‘Asteroid City’: Novo filme de Wes Anderson ganha data de estreia

Nesta última terça-feira, a Focus Features anunciou que Asteroid City, novo filme do aclamado realizador Wes Anderson, já tem data confirmada para chegas aos cinemas (via ComicBook.com).

As informações indicam que o longa será lançado por tempo limitado no dia 16 de junho de 2023, em salas de cinema selecionadas, com exibição mundial prevista para 23 de junho.

Estando em pós-produção, Asteroid City é descrito como uma meditação poética do significado da vida. A história gira em torno de uma deserta cidade estadunidense em meados de 1950 e foca em uma convenção chamada Junior Stargazer, que reúne estudantes e pais ao redor do pais para uma competição escolar.

O estelar elenco é formado por Jason Schwartzman, Scarlett Johansson, Tom HanksJeffrey Wright, Tilda Swinton, Bryan Cranston, Ed Norton, Adrien Brody, Liev Schreiber, Hope Davis, Stephen Park, Rupert Friend, Maya HawkeSteve Carell, Matt Dillon, Hong Chau, Willem DafoeMargot Robbie, Tony Revolori, Jake Ryan, Grace Edwards, Aristou Meehan, Sophia Lillis, Ethan Lee, Jeff Goldblum e Rita Wilson.

O longa é baseado em uma história criada por Anderson e Roman Coppola.

Fique ligado para mais informações!

Um dos musicais mais ICÔNICOS da história do cinema faz 45 anos em 2023; Veja curiosidades!

O mundo do cinema é recheado de musicais incríveis, sejam eles originais ou adaptados de peças teatrais. E, sem sombra de dúvida, uma das produções de maior sucesso do gênero é ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina’.

Estrelado por John Travolta e pela saudosa Olivia Newton-John, a trama nos leva para a Califórnia no final dos anos 1950 e acompanha a história da boa moça Sandy e do metido Danny, que se apaixonam e aproveitam um verão inesquecível na praia. Quando voltam às aulas, eles descobrem que frequentam a mesma escola. Danny lidera a gangue dos T-Birds, um grupo que gosta de jaquetas de couro e muito gel no cabelo, e Sandy passa tempo com as Pink Ladies, lideradas pela firme e sarcástica Rizzo. Quando os dois se reúnem, Sandy percebe que Danny não é o mesmo por quem se apaixonou, e ambos precisam mudar caso queiram ficar juntos.

Com direção de Randal Kleiser em sua estreia diretorial, a adaptação do musical homônimo de Jim JacobsWarren Casey fez um sucesso gigantesco de bilheteria e de crítica, arrecadando mais de US$366,2 milhões mundialmente (contra um irrisório orçamento de US$6 milhões), além de ter conquistado uma indicação ao Oscar e cinco ao Globo de Ouro. Como se não bastasse, a popularidade do longa rendeu uma sequência estrelada por Michelle PfeifferMaxwell Caulfield, bem como uma série pré-sequência intitulada ‘Grease: Rise of the Pink Ladies’, disponível no Prime Video.

Em 2023, ‘Grease’ completa 45 anos desde seu lançamento oficial nos cinemas e, para celebrar seu legado, preparamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Jeff Conaway, que interpretou Kenickie na produção, estava tão apaixonado por Newton-John que ficava calado sempre que ela estava por perto. Mais tarde, ele se casou com a irmã de Olivia, Rona Newton-John.
  • Enquanto filmava o número musical “Greased Lightning”, Conaway caiu acidentalmente, machucando as costas. O ator começou a tomar analgésicos, acabou abusando dos medicamentos prescritos e se tornou viciado em drogas até morrer em 2011, aos sessenta anos.

  • “Hopelessly Devoted to You” foi escrita e gravada depois que o filme terminou. O contrato de Newton-John para Grease estipulava que ela deveria ter uma música solo. No entanto, ninguém tinha ideias para uma música para sua personagem, Sandy, até que o produtor de Olivia, John Farrar, apareceu com “Hopelessly Devoted To You” no meio das filmagens. O diretor Randal Kleiser não ficou totalmente convencido com a música no início e teve que criar uma cena totalmente nova para encaixá-la. Ela acabou sendo filmada e gravada depois que o filme terminou – eventualmente conquistando a única indicação ao Oscar do longa.
  • O concurso de dança foi filmado durante o verão, quando a escola estava fechada. O local não tinha ar-condicionado e as portas ficavam fechadas para controlar a iluminação, fazendo com que a temperatura do prédio aumentasse consideravelmente. Em mais de uma ocasião, um figurante teve que ser retirado devido a problemas relacionados ao calor.

  • Por um tempo, este foi o terceiro filme de maior bilheteria de todos os tempos, atrás de Tubarão’ (1975) e Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança’ (1977).
  • A cena perto da ponte após a corrida de carros foi filmada em uma área cheia de lixo, e a água no chão estava estagnada e perigosa. Alguns membros do elenco ficaram doentes durante as filmagens.
  • A cena musical final, “You’re the One That I Want”, foi filmada com a ajuda de um circo itinerante. Kleiser decidiu no dia seguinte que tomadas adicionais eram necessárias para close-ups. O circo havia deixado a cidade, então os designers de set foram chamados para construir réplicas de fundos que combinassem com a construção das atrações do circo para tomadas mais fechadas.

  • Elvis Presley recusou o papel de Anjo da Guarda na cena “Beauty School Drop-Out”. Quando o produtor Allan Carr comprou pela primeira vez os direitos do filme, ele imaginou o Rei do Rock como Danny e Ann-Margret como Sandy (esta também tendo declinado participar do projeto).
  • Henry Winkler, que se tornou uma sensação como “Fonzie” em Happy Days’ (1974), foi considerado para o papel de Danny Zuko. Ele recusou o papel por medo de fica estereotipado no cenário cinematográfico.
  • O elenco mascou cerca de cem mil chicletes durante as filmagens – chegando a cinco mil chicletes por dia.

‘Fargo’: 5ª temporada da ACLAMADA série ganha cartaz inédito; Confira!

O canal FX divulgou o novo cartaz oficial da 5ª temporada da aclamada série ‘Fargo‘.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 21 de novembro.

Confira:

Nos novos episódios, depois que uma série inesperada de eventos coloca Dorothy ‘Dot’ Lyon (Juno Temple) em maus lençóis com as autoridades, esta dona de casa aparentemente típica do meio-oeste é repentinamente mergulhada de volta a uma vida que pensava ter deixado para trás. O xerife de Dakota do Norte, Roy Tillman (Jon Hamm), está procurando por Dot há muito tempo. Fazendeiro, pregador e homem da lei constitucional, Roy acredita que ele é a lei e, portanto, está acima da lei. Ao seu lado está seu filho leal, mas irresponsável, Gator (Joe Keery), que está desesperado para provar seu valor para seu pai. Pena que ele está sem esperança. Então, quando se trata de caçar Dot, Roy recruta Ole Munch (Sam Spruell), um vagabundo sombrio de origem misteriosa.

Com seus segredos mais profundos começando a desvendar, Dot tenta proteger sua família de seu passado, mas seu amoroso e bem-intencionado marido Wayne (David Rysdahl) continua correndo para sua mãe, Lorraine Lyon (Jennifer Jason Leigh), para ajuda. CEO da maior Agência de Cobrança de Dívidas do país, a Rainha da Dívida não se impressiona com a esposa que seu filho escolheu e não poupa oportunidades para expressar sua desaprovação. No entanto, quando o comportamento incomum de Dot chama a atenção da delegada de polícia de Minnesota, Indira Olmstead (Richa Moorjani), e do adjunto Witt Farr (Lamorne Morris), Lorraine nomeia seu conselheiro interno e conselheiro principal, Danish Graves (Dave Foley) para ajudar sua nora. Afinal, família é família. Mas Dot tem uma batida estranha para a sobrevivência. E, de costas para a parede, ela está prestes a mostrar por que nunca se deve provocar uma mãe Lyon.

Criada por Noah Hawley, a série é inspirada no filme ‘Fargo: Uma Comédia de Erros‘, lançado em 1996.

A trama antológica apresenta várias crônicas de engano, intriga e assassinato dentro e ao redor de Minnesota. No entanto, todas essas histórias remetem misteriosamente de uma forma ou de outra a Fargo, Dakota do Norte.

‘Star Trek: Lower Decks’: 5ª temporada será a ÚLTIMA da série animada

Segundo o Collider, a elogiada série animada Star Trek: Lower Decks’ chegará ao fim após a 5ª temporada.

A notícia foi revelada para Paramount, com uma declaração oficial do produtor executivo Alex Kurtzman e do criador Mike McMahan:

“Ficamos esperançosos de que, para além da 5ª temporada, Mariner, Boimler, Tendi, Rutherford e toda a equipe do Cerritos viverá novas aventuras. Enquanto cinco temporadas de qualquer série atualmente soa como um milagre, não é exagero dizer que cada segundo que passamos fazendo essa série foi um sonho se tornando realidade”.

Lembrando que os quatro primeiros ciclos estão disponíveis na Paramount+.

 

A série foi criada por Mike McMahan (‘Rick e Morty‘).

A trama é ambientada no ano de 2380. A Terra, agora, é parte da Federação Unida dos Planetas, uma organização com várias espécies que comanda a galáxia. O time Starfleet, divisão de exploração e militarismo da Federação, opera uma série de naves espaciais que viajam por todo o universo estabelecendo contato com raças alienígenas. Lower Decks acompanha as aventuras da equipe de apoio que trabalha em uma das naves menos importantes da Frota Estelar.

O elenco conta com Tawny Newsome, Jack Quaid, Eugene Cordero e Noël Wells.

‘Brothers’: Comédia de ação com Peter Dinklage e Josh Brolin ganha trailer HILÁRIO; Confira!

Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) e Josh Brolin (‘Duna’) se unem em Brothers, comédia de ação dirigida por Max Barbakow (‘Palm Springs’).

Agora, o Prime Video divulgou o trailer oficial da atração, que tem estreia agendada para o dia 17 de outubro.

Confira:

O longa foi escrito por Macon Blair (‘Festa Assassina’) a partir de uma história de Etan Cohen.

“O filme narra a história de Jake (Brolin), um ex-criminoso em busca de redenção. Sua rotina tranquila é abruptamente interrompida quando ele se reencontra com seu irmão gêmeo, Bobby (Dinklage), um indivíduo caótico e imprevisível. Juntos, eles partem em uma viagem rodoviária em busca de um golpe milionário, porém o caminho está repleto de perigos e desafios”.

Além de Dinklage e Brolin, o filme conta com um elenco de peso, incluindo Brendan Fraser (‘A Baleia’), Glenn Close (‘Atração Fatal’), Taylour Paige (‘Zola’), Jennifer Landon (‘Yellowstone’) e o falecido M. Emmet Walsh (‘Entre Facas e Segredos’).

O filme foi produzido por Andrew Lazar, contando com a participação de Brolin, Dinklage e David Ginsberg. Trish Stanard desempenhou o papel de produtora executiva.

Stephen Amell interpreta advogado poderoso no teaser INÉDITO da série derivada de ‘Suits’; Confira!

A NBC divulgou um novo teaser oficial de ‘Suits L.A.‘, série derivada do aclamado drama jurídico ‘Suits‘.

Na trama, Stephen Amell (‘Arrow’) estrela como Ted Black, um ex-promotor federal de Nova York que se reinventou representando os clientes mais poderosos de Los Angeles.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará oficialmente no dia 23 de fevereiro.

O elenco ainda conta com Bryan Greenberg, Josh McDermitt, Lex Scott Davis e Troy Winbush.

“Para salvar sua empresa em crise, Ted Black deverá assumir um papel que desempenhou com desprezo durante toda a sua carreira. Ele estará acompanhado por um grupo estelar de pessoas que testam sua lealdade, enquanto falham em evitar misturar suas vidas pessoais e profissionais.”

Aaron Korsh, criador da série original, assina o roteiro do piloto e serve como produtor executivo ao lado de David Bartis, Doug Liman, Gene Klein e da diretora Victoria Mahoney.

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As 10 Melhores Séries da Década (Até Agora)

O cenário televisivo tem um poder incomparável de nos transportar a mundos incríveis e diversos – não devendo nada para o espetáculo promovido pela sétima arte. E, até agora, a década de 2020 está superando nossas expectativas com incursões simplesmente maravilhosas.

Desde comédias inteligentes e aplaudíveis como Abbott ElementaryO Estúdio, passando pelo drama pós-apocalíptico The Last of Us e culminando na tragicômica sátira social de The White Lotus, são vários os títulos que conquistaram o público e a crítica nos últimos cinco anos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as dez melhores séries da década até agora, levando em consideração apenas as obras que tiveram sua estreia entre 2020 e 2025.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. THE LAST OF US (2023 – PRESENTE)

Em meio a tantas adaptações esquecíveis de games, como é o caso de ‘Tomb Raider’‘Resident Evil’‘Uncharted’The Last of Us é um sopro de originalidade que se configurou como uma das releituras mais aclamadas do século. Pegando a essência dos jogos, a parceria entre Craig MazinNeil Druckmann é um sucesso absoluto que traz Pedro PascalBella Ramsey e outros incríveis performers em uma tour-de-force pós-apocalíptica que analisa a frágil condição humana, subjugada por uma natureza caótica e impiedosa.

9. ABBOTT ELEMENTARY (2021 – PRESENTE)

Em 2021, a multitalentosa Quinta Brunson apresentou um interessante projeto à ABC, subsidiária da Walt Disney – e que ganharia o nome de Abbott Elementary. A inusitada e hilária comédia nos leva a uma escola primária da Filadélfia em que o corpo docente singra pelas dificuldades de lecionar em um sistema que não respalda os menos favorecidos. Através de um teor crítico social que é mascarado pelas incursões dos mockumentários e das sitcoms – e que traz nomes como Brunson, Janelle JamesSheryl Lee RalphTyles James Williams no time performático.

8. O URSO (2022 – PRESENTE)

É impressionante a qualidade que O Urso vem entregando desde sua primeira temporada, superando-se ano após ano com narrativas ambiciosas, performances envolventes e chocantes e um esmero artístico e técnico que nos tira o fôlego episódio a episódio. A cada episódio temporada da série mantém o nível altíssimo da atração – e, de uma forma ironicamente parasocial, levou diversos críticos e espectadores a procurarem erros para terem o que falar sobre a obra, ainda mais considerando sua quase perfeição.

7. ANDOR (2022 – 2025)

É inegável dizer que certas incursões recentes da franquia ‘Star Wars’ falharam em conquistar o público e a crítica, como foi o caso da despojada ‘Skeleton Crew’ e da subestimada ‘O Acólito’. Felizmente, Andor veio para nos entreter do começo ao fim com uma história clássica e pautada no melhor da monolítica Jornada do Herói cunhada por Joseph Campbell. A série, que se estendeu por breves duas temporadas (uma melhor que a outra), expande esse cosmos intergaláctico de forma vibrante e explosiva, cuidando para que cada elemento encontra sucesso e seja guiado pela performance admirável de Diego Luna.

6. THE WHITE LOTUS (2021 – PRESENTE)

HBO é lar de um número considerável de ótimas produções televisivas, aliando-se a nomes extremamente competentes e que contribuem com perspectivas inéditas a tropos conhecidos. Um deles, Mike White, resolveu explorar a irônica hipocrisia da burguesia contemporânea através de uma tragicomédia de erros com ares de mistério e suspense: intitulada The White Lotus, a produção ganhou nossa atenção pelo formato antológico e por reunir um elenco estelar que navega pelas atribulações do vazio existencial e da necessidade de reafirmação em um paradisíaco resort 5-estrelas.

5. HACKS (2021 – PRESENTE)

Se há algo que sempre tem a capacidade de nos envolver são as histórias metalinguísticas e autorreferenciais – e, quando aliadas ao poder artístico de uma boa comédia ácida, tais investidas se tornam mágica. E foi isso que aconteceu com Hacks: narrando sobre a história de uma lendária comediante e de sua roteirista assistente, o premiado projeto é uma crítica e apaixonante análise sobre a indústria contemporânea do show business e conta com as irretocáveis atuações de Jean Smart (que conquistou três estatuetas seguidas do Emmy Award) e Hannah Einbinder.

4. RUPTURA (2022 – PRESENTE)

Apple TV+ tem a capacidade incrível de entregar produções de altíssimo calibre e que nos instigam logo de cara. E esse é o caso do suspense psicológico Ruptura. A produção, que entregou dois ciclos de nível incomparáel, abriu espaço para discussões sociológicas sobre o funcionamento da comunidade capitalista como um todo e de que forma as questões individualistas são ditadas por regras milenares. E, é claro, nada disso poderia ser feito sem a presença de um corpo de atores e atrizes estelar, que inclui Adam ScottBritt LowerPatricia ArquetteSarah Bock.

3. TED LASSO (2020 – PRESENTE)

A comédia esportiva Ted Lasso é uma joia da televisão contemporânea e uma série que chegou tímida ao catálogo da Apple TV+ e logo se sagrou uma das narrativas mais hilárias e cativantes da memória recente no cenário audiovisual. Criada e estrelada por Jason Sudeikis, a produção não se beneficia apenas de um incrível elenco (que inclui Phil DunsterHannah WaddinghamJuno TempleBrett Goldstein), mas de uma narrativa com o coração no lugar certo que uniu mensagens de bonança a um panorama despojado e irretocável.

2. O ESTÚDIO (2025 – PRESENTE)

Quando pensamos no escopo cômico, Seth Rogen é um dos principais nomes que nos vêm à mente – e, em 2025, o criador, roteirista, ator e produtor atingiu um novo ápice artístico com a série metalinguística e metadiegética O Estúdio. Em meio a atuações irretocáveis, o teor cômico constrói uma belíssima e instigante jornada que eleva a si mesmo à enésima potência em uma sarcástica trama autocrítica que se vale de quebras de expectativa muito sagazes e que, além de Rogen, traz nomes como Kathryn HahnIke BarinholtzCatherine O’Hara ao centro dos holofotes.

1. XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO (2024 – PRESENTE)

Ninguém poderia nos preparar para a experiência única que a épica série histórica Xógum: A Gloriosa Saga do Japão arquitetou ao estrear no ano passado. Baseada nos escritos de James Clavell, a operística produção é um feito cinemático dentro do escopo televisivo, apostando fichas sólidas em cada uma de suas engrenagens. E, além da forte direção e de um roteiro instigante, a produção trouxe para as telinhas performances incomensuráveis que refletiram, com razão, nas temporadas de premiação, enquanto a densa atmosfera de suspense e de drama nos fisgaram desde os primeiros segundos.

‘The Pitt’: Meta Golding, Christopher Thornton e MAIS são escalados para a 2ª temporada

O aclamado drama médico The Pitt se tornou uma das produções mais adoradas do ano – e em breve retornará com novos episódios.

Agora, o Deadline revela que quatro novos membros foram escalados em caráter recorrente à próxima temporada: Meta Golding (‘Rabbit Hole’), Luke Tennie (‘Abbott Elementary’), Christopher Thornton (‘O Poder e a Lei’) e Travis Van Winkle (‘Fubar’).

Golding será a enfermeira Noelle Hastings; Tennie será o Dr. Crus Henderson, residente do quarto ano de medicina que trabalha nos plantões noturnos; Thornton dará vida ao Dr. Caleb Jefferson, que trabalha na área psiquiátrica; e Van Winkle será Curtis Larson, um paciente agressivo da ala emergencial.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 8 de janeiro de 2026.

Lembrando que a 2ª temporada ainda contará com Charles Baker (‘Breaking Bad’), Irene Choi (‘Insaciável’), Laëtitia Hollard (‘Trauma’) e Lucas Iverson (do circuito teatral norte-americano) no elenco.

Criada por R. Scott Gemmill (ER) e produzida por John Wells (‘Shameless‘, ‘The West Wing‘), ‘The Pitt‘ é uma série médica de formato quase em tempo real, ambientada no fictício Pittsburgh Trauma Medical Center. A narrativa acompanha médicos e enfermeiros lidando com emergências em meio a um sistema de saúde sobrecarregado e à beira do colapso — uma proposta elogiada pela autenticidade e intensidade dramática.

Estrelada por Noah Wyle (E’R’), que também escreve e produz, ‘The Pitt‘ conta com um elenco de apoio forte, incluindo Katherine LaNasa, Tracy Ifeachor, Taylor Dearden, Isa Briones e Shawn Hatosy como convidado especial.

O elenco ainda conta com Tracy Ifeachor, Patrick Ball, Supriya Ganesh, Fiona Dourif, Taylor Dearden, Isa Briones, Gerran Howell, Shabana Azeez e Katherine LaNasa.

Misturando drama psicológico e realismo fantástico, longa nacional ‘Criadas’ ganha trailer e data de estreia; Confira!

Vitrine Filmes divulgou recentemente o trailer oficial de Criadas, longa nacional que mistura drama psicológico, realismo fantástico e horror subjetivo para discutir colorismo, memória e heranças coloniais no Brasil.

O filme chega aos cinemas nacionais em 11 de julho, integrando a Sessão Vitrine Petrobras.

Confira:

O projeto é escrito e dirigido por Carol Rodrigues.

Confira a sinopse:

Criadas acompanha o reencontro entre as primas Sandra e Mariana, que cresceram juntas na mesma casa, mas ocuparam lugares radicalmente diferentes dentro dela. Sandra, negra retinta, retorna ao local em busca de fotografias da mãe, Ivone, antiga empregada residente da família. Mariana, negra de pele clara, agora vive ali. À medida que as duas se aproximam novamente, fantasmas da infância, da ancestralidade e de feridas nunca elaboradas começam a emergir.

Misturando drama psicológico, realismo fantástico e horror subjetivo, o longa constrói, através de metáforas e alegorias, uma atmosfera em que a casa deixa de ser apenas cenário para se tornar arquivo vivo das violências, afetos e apagamentos que atravessam gerações.

O elenco conta com Mawusi Tulani, Ana Flavia Cavalcanti, Sarito Rodrigues, Ivy Souza, Rudmira Fula, Vitória Marques Rodrigues, Alice de Jesus Feitosa, Alli Willow, Tom Nunes e Jerry Gilli.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Possível destino de [SPOILER!] é revelado

O texto abaixo contém possíveis SPOILERS!

De acordo com o We Got This Covered, Leia (Carrie Fisher) morrerá em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, mas a personagem não será assassinada e nem irá se sacrificar, como muitos imaginavam.

Em vez disso, ela morrerá de velhice, assim como o Mestre Yoda.

A informação veio da mesma fonte que revelou o retorno de Ewan McGregor como Obi-Wan Kenobi na série da Disney+.

A morte da personagem já era algo esperado pelos fãs, já que Han Solo (Harrison Ford) e Luke Skywalker (Mark Hamill) tiveram o mesmo destino.

Além disso, J.J. Abrams disse anteriormente que os novos filmes serviriam como despedidas para os personagens da trilogia clássica.

No entanto, como nada foi confirmado, considere como rumor.

Lembrando que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ chega aos cinema nacionais me 19 de dezembro

Assista ao trailer:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Vanished’: Suspense baseado em fatos reais está disponível na Amazon Prime; Assista ao trailer!

Para quem gosta do gênero de suspense psicológico, a Amazon Prime adicionou ao seu catálogo o filme ‘Vanished‘, dirigido por Michael Adante.

Baseada numa história real, a trama acompanha uma mulher que perdeu tudo após a morte de seu filho, assassinado por sequestradores. Decidida a buscar vingança, ela fará de tudo para rastrear e punir aqueles que acabaram com sua vida.

A história explora os extremos pelos quais uma pessoa pode seguir após um trauma irreparável.

Assista ao trailer:

O elenco conta com Cassandra Magrath, Amanda Armstrong, Carolyn Bock, Damon Hunter, Michael F. Cahill, Bec Asha, e Stephen Carracher.

‘Godzilla vs Kong’: Cenas inéditas mostram um rastro de destruição causado pelo Godzilla; Assista!

Através do Twitter, uma página focada em novidades sobre ‘Godzilla vs Kong‘ divulgou um trecho inédito mostrando um rastro de destruição causado pelo Godzilla.

Quando pares de caças e navios militares investem contra o monstro, ele deixa claro como as forças armadas não são páreo para ele.

Logo em seguida, Kong parece tentar salvar um dos navios, enquanto o lagarto gigante se aproxima dele.

Assista:

Após vários adiamentos, a Warner informou ao CinePOP que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 25 de Março, uma semana antes da estreia nos Estados Unidos.

Nos EUA, o filme será lançado no dia 31 de março tanto nos cinemas quanto na HBO Max.

A estratégia é a mesma utilizada para o lançamento de ‘Mulher-Maravilha 1984‘, que estreou nos cinemas nacionais uma semana antes de ser lançado nos Estados Unidos.

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

Roteiristas de ‘Eternos’ falam sobre possível introdução do Galactus ao MCU

Eternos‘ é o primeiro filme do MCU a explorar a fundo o lado cósmico por trás dos heróis da Marvel, abrindo a possibilidade para a chegada de aclamados personagens, como o Galactus, o devorador de mundos.

Durante uma entrevista para o The Direct, os roteiristas Ryan e Kaz Firpo foram questionados se há espaço para o vilão no futuro do MCU.

Em resposta, Ryan argumentou que essa é uma ideia bastante promissora.

“Galactus é um personagem muito, muito incrível. Obviamente, nós estamos preparando o palco para confrontos intergalácticos, cósmicos, e de proporções inimagináveis, principalmente quando você mata um deus do espaço – e então um deus do espaço vem e sequestra você e planeja julgar a Terra, eu acho que a porta está escancarada para vilões devoradores de mundos…”

Ele continuou, apoiando a expectativa dos fãs sobre verem uma adaptação fiel do vilão.

“Galactus é uma dessas figuras icônicas do Universo Marvel que estamos empolgados para ver tanto quanto os fãs. Às vezes, você deixa a porta aberta e ninguém sabe quem vai passar por ela. Bom, as cenas pós-créditos abrem caminho para várias possibilidades. Quem sabe o que vai acontecer no segundo filme?”

De qualquer forma, ele admitiu que ainda não há nada planejado oficialmente para a sequência.

Para ele, novas ideias podem surgir, enquanto outras podem ser descartadas.

“A verdade é que ainda não sabemos para onde vamos no segundo, mas se o público quer ver isso, estamos empolgados para explorar essa ideia se houver espaço. Você sabe, ideias vêm e vão até encontrarmos o ponto certo.”

Agora que o filme do ‘Quarteto Fantástico‘ já é uma realidade para o futuro, pode ser que o Galactus finalmente ganhe o destaque merecido daqui a alguns anos. E aí, você está animado para vê-lo no MCU?

Confira a nossa crítica de ‘Eternos‘:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Lembrando que o longa-metragem já está em exibição nos cinemas nacionais.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘Breaking Bad’: Cidade de Albuquerque ganha estátuas de bronze de Walter White e Jesse Pinkman; Confira!

A Sony Pictures e o criador da série ‘Breaking Bad‘, Vince Gilligan, presentearam a cidade de Albuquerque, no novo México, com estátuas de bronze de Walter White (Bryan Cranston) e Jesse Pinkman (Aaron Paul).

De acordo com o Comic Book, as esculturas foram criadas pelo artista Trevor Grove e financiadas pela American Fine Arts Foundry, com o próprio Gilligan comissionando sua criação em 2019.

Gilligan incentivou a ideia como agradecimento à cidade que serviu de palco para a aclamada atração entre 2008 e 2013.

A proposta surgiu depois que o cineasta viu pequenas estátuas de cera dos personagens criadas por Grove.

“Foi tão incrível que me fez pensar: e se Trevor pudesse esculpir uma versão em tamanho real de Walter White e Jesse Pinkman em bronze como agradecimento à hospitalidade de Albuquerque?”, disse Gilligan durante a inauguração.

Apesar de ser uma homenagem a uma produção televisiva, ele admite que ficou preocupado com uma possível repercussão negativa, já que White e Pinkman são traficantes de metanfetamina.

“Com toda a seriedade, algumas pessoas vão dizer: ‘Uau, exatamente o que nossa cidade precisava, um tributo a traficantes.’ Eu entendo que algumas pessoas não vão gostar. Mas deixe-me dizer o que vejo quando olho para essas duas obras de arte: vejo dois dos melhores atores que a América já produziu. Eu os vejo nos personagens como duas figuras trágicas maiores que a vida, eles são contos de advertência.”

Além disso, o Albuquerque Journal revelou que a série trouxe um impacto econômico de US$ 385 milhões ao Novo México como resultado das filmagens de ‘Breaking Bad e da derivada, ‘Better Call Saul‘.

Cranston comemorou a inauguração das estátuas, dizendo:

“Aaron e eu estamos honrados com isso. Um pouco envergonhados de ter estátuas nossas, mas estamos encantados. Quando vieram até mim e disseram que queriam estátuas, eu pensei, ‘Uau, fantástico’, mas não conseguia pensar em mais nada porque você nunca está preparado para descobrir que vai ganhar uma estátua.”

Vale lembrar que Cranston e Paul vão reprisar seus papéis em um episódio de ‘Better Call Saul, intitulado justamente ‘Breaking Bad‘, que vai ao ar no dia 1º de agosto.

Confira as imagens das estátuas:

A última temporada conclui a complicada jornada e a transformação de seu herói comprometido, Jimmy McGill (Odenkirk), no advogado criminal Saul Goodman. Do cartel ao tribunal, de Albuquerque a Omaha, a 6ª temporada acompanha Jimmy, Saul e Gene, bem como o complexo relacionamento de Jimmy com Kim (Rhea Seehorn), que está em meio a uma crise existencial. Enquanto isso, Mike (Jonathan Banks), Gus (Giancarlo Esposito), Nacho (Michael Mando) e Lalo (Tony Dalton) estão presos em um jogo de gato e rato com riscos mortais.

Criada por Vince Gilligan e Peter Gould, a produção serve como pré-sequência e spin-off da aclamada e premiada série ‘Breaking Bad‘.

O elenco ainda conta com Rhea Seehorn, Patrick Fabian, Michael Mando, Giancarlo Esposito e Tony Dalton.

‘The Mandalorian’: Novos cartazes destacam guardas pretorianos e Grogu a bordo do IG-12; Confira!

A página oficial da saga ‘Star Wars‘ divulgou dois novos cartazes de ‘The Mandalorian‘.

Desta vez, um dos destaques foram os guardas pretorianos de Moff Gideon (Giancarlo Esposito), que assassinaram Paz Viszla enquanto o guerreiro dava cobertura para os mandalorianos fugirem da emboscada imperial.

O outro cartaz mostra Grogu a bordo do IG-12, que agora serve como uma armadura para proteger o pequeno alien e lhe dar mais independência.

Confira:

Lembrando que o último episódio da 3ª temporada de ‘The Mandalorian‘ vai ao ar daqui a dois dias, e o canal da saga ‘Star Wars divulgou um teaser provocando o público para o desfecho.

Na prévia, vemos as forças imperiais tomando o controle de Mandalore, enquanto alguns guerreiros são capturados e mortos pelas tropas do Moff Gideon (Giancarlo Esposito).

Confira:

E parece que o episódio final vai deixar os fãs de queixo caído, como provocou Brendan Wayne, dublê de Pascal.

Em uma publicação no Stories do Instagram (via Comic Book), Wayne compartilhou uma imagem com fundo preto e escreveu:

“O próximo episódio de ‘The Mandalorian‘ vai fazer você desejar não ter pedido por fortes emoções. Pode ser doloroso demais.”

Obviamente, ele não deu detalhes sobre a declaração, o que vem deixando os fãs cada vez mais intrigados.

Anteriormente, o produtor executivo Dave Filoni já havia dito ao Collider que os fãs terão muito o que pensar quando o capítulo final chegar ao fim.

“Eles terão muito o que absorver. Acho que qualquer fim de temporada que se preze conta com momentos de euforia, quando você está satisfeito e torcendo pelos heróis, mas logo vêm os momentos em que você se pega refletindo, sem acreditar no que acabou de assistir. Teremos um pouco disso no desfecho da série, e aí você aprende que há outras coisas acontecendo na galáxia.”

As aventuras do Mandaloriano através da galáxia de Star Wars continuam. Anteriormente um caçador de recompensas solitário, Din Djarin voltou a se reunir com Grogu. Enquanto isso, a Nova República luta para levar a galáxia para longe de sua história sombria. O Mandaloriano cruzará o caminho com antigos aliados e fará novos inimigos enquanto ele e Grogu continuam sua jornada juntos.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série é ambientada após a queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem.

Pedro Pascal (‘The Last of Us’) estrela a produção como o personagem titular. O próximo ciclo ainda conta com o retorno de Giancarlo Esposito, Carl Weathers, Katee Sackhoff, Emily Swallow e Omid Abtahi.

‘Percy Jackson e os Olimpianos’: Fãs estão VIBRANDO após RENOVAÇÃO para a 2ª temporada; Confira as reações!

Foi revelado ontem que a Disney+ renovou oficialmente para a 2ª temporada a série ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, adaptação da popular saga literária de Rick Riordon.

Como não poderia ser diferente, os fãs estão vibrando com a notícia e compartilhando diversas mensagens de expectativa pelos novos episódios.

Enquanto alguns comentam sobre as cenas que não podem faltar no novo ciclo, alguns estão até mesmo confiantes de que a 3ª temporada será confirmada.

Há também aqueles um pouco preocupados sobre o futuro da atração, que recebeu algumas críticas por conta da falta de química entre o trio protagonista, vivido por Walker Scobell (Percy), Leah Savah Jeffries (Annabeth) e Aryan Simhadri (Grover).

Confira as reações:

Relembre o anúncio:

“Estamos animados em embarcar em uma nova aventura emocionante na segunda temporada, com Rick Riordan, nossos parceiros fantásticos na 20th Television, nosso elenco excepcional e toda a equipe criativa para trazer esta história à vida,” declarou Ayo Davis, presidente da Disney Branded Television.

Riordon, que serve como roteirista e produtor executivo do seriado, comemorou a renovação: “Mal posso esperar para trazer a próxima temporada de ‘Percy Jackson’ para o Disney+! Levantem a âncora. Icem as velas. Todos a bordo, semideuses. Nós estamos a caminho do Mar de Monstros.”

Vale lembrar que a 1ª temporada completa já está disponível no Disney+.