Jan Komasa, indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional por ‘Corpus Christi‘, é responsável pela direção.
Tommy, um jovem de 19 anos com um comportamento delinquente, vive uma vida de drogas, festas e violência. Numa noite de bebedeira, ele se separa de seus amigos imprudentes e é sequestrado por uma figura desconhecida. Embora não seja estranho à violência, Tommy fica furioso e horrorizado ao acordar e se ver acorrentado no porão da casa isolada da família de Chris, sua esposa Kathryn e seu filho pequeno, Jonathan. A família decide reformar o comportamento indisciplinado de Tommy, forçando-o a se submeter a seus implacáveis jogos mentais ou a buscar a fuga a qualquer custo.
Uma semana após a confusão na entrega do principal prêmio do Oscar, ‘La La Land: Cantando Estações’ foi alvo de mais uma polêmica, desta vez em uma premiação na Alemanha.
Durante a cerimônia cinematográfica nos país, intitulada Goldene Kamera Awards, uma dupla de comediantes conseguiu enganar a organização do evento, colocando um falso Ryan Gosling para receber um prêmio.
Joko Winterscheidt e Klaas Heufer-Umlauf resolveram pregar uma peça em todos os presentes, montando uma agência de talentos falsa, alegando que o astro de ‘La La Land’ iria à premiação, contanto que ele ganhasse alguma coisa.
Além de convencerem a organização da festa, os comediantes fizeram com que o falso Ryan Gosling fosse anunciado pelo próprio anfitrião, Steven Gaetjen, que não disfarçou seu entusiasmo pela presença do ator, ao chamá-lo para o palco.
Confira o vídeo:
Com a platéia composta por grandes celebridades hollywoodianas, como Nicole Kidman, Colin Farrell, Jane Fonda e Geraldine Chaplin, as reações de espanto em relação ao falso Ryan Gosling foram imediatas e geraram comoção durante o evento. A “estrela”, na verdade, era Ludwig Lehner.
E em seu discurso de aceitação, o “sósia” ainda tirou sarro da situação, tornando tudo ainda mais constrangedor:
“Boa noite, sou o Ryan Gosling. Quero dedicar este prêmio ao Joko e Klaas, muito obrigado a todos. Existe um ditado em Hamburgo que diz: ‘Adeus, adeus’”.
Com o erro exibido em rede nacional, o anfitrião foi obrigado a explicar que um equívoco havia acontecido. E depois da gafe, a organização do intitulada Goldene Kamera Awards anunciou que os procedimentos de segurança serão completamente revistos.
A ficção apresenta a história de Mia [Emma Stone], uma aspirante a atriz, e Sebastian [Ryan Gosling], um músico de jazz dedicado, que estão lutando para sobreviver em uma cidade conhecida por esmagar as esperanças e quebrar os corações. Ambientado na moderna Los Angeles, este musical original fala sobre a vida cotidiana e explora a alegria e a dor de um casal que persegue os seus sonhos.
A série original da Netflix, ‘The End of the F**king World‘, baseada na HQ homônima de Charles Forsman, ganhou um novo trailer.
Confira:
Estrelada por Jessica Barden and Alex Lawther, a trama conta a jornada de dois jovens problemáticos que decidem fugir de casa. ‘The End of the F**king World‘ estreia nesta sexta-feira (05) nos EUA.
A popular trilha sonora do sucesso de bilheterias ‘O Rei do Show‘ vai ganhar um novo álbum, que traz as canções originais com um releitura diferente.
A músicas ganharão versões em remix, regravadas por diversos artistas como Kesha, Missy Elliot, Sara Bareilles, Pink e Panic! at the Disco.
Confira a lista completa de canções:
The Greatest Show – Panic! at the Disco
A Million Dreams – Pink
A Million Dreams (Reprise) – Willow Sage Hart
Come Alive – Years & Years and Jess Glynne
The Other Side – MAX and Ty Dolla $ign
Never Enough – Kelly Clarkson
This Is Me (The Reimagined Remix) – Keala Settle, Kesha and Missy Elliott
Rewrite The Stars – James Arthur and Anne-Marie
Tightrope – Sara Bareilles
From Now On – Zac Brown Band
Faixas bônus:
The Greatest Show – Pentatonix
Come Alive – Craig David
This Is Me – Kesha
Rewrite The Stars (Acoustic) – Zendaya
O álbum será lançado em 16 de novembro, pela Atlantic Records.
Sucesso absoluto nas bilheterias, ‘O Rei do Show‘ arrecadou mais de US$ 420 milhões mundialmente.
A sequência ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes‘ chega aos cinemas em breve e as primeiras avaliações já estão entre nós. Conquistando 81% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu vários elogios por sua abordagem sangrenta e por trazer de volta a mesma divertida atmosfera do original.
O longa ainda foi elogiado por ainda manter um certo nível de simbolismo, abordando a temática familiar com muito coração e irreverência.
E para te preparar para o que vem por, separamos as principais avaliações que já estão disponíveis. Confira e aguarde ansiosamente!
Confira:
“Trazendo de volta as estrelas do original, à medida que traz uma nova leva de sobreviventes para a narrativa, o filme é bem divertido para aqueles de nós que, ironicamente, acham zumbis reconfortantes em tempos sombrios”. – John DeFore, Hollywood Reporter
“Entre todos os intestinos voadores e crânios sendo esmagados como se fossem melões fora do prazo de validade, ‘Atire Duas Vezes’ possui outro órgão molengo em seu centro: Um grande e bobo coração”. – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly
“Depois de 10 anos de espera, teria sido legal ver um filme de zumbi com mais em sua essência do que aquela mesma rotina boba de gente morta”. – Kate Erbland, indieWire
“Sim, sim, é só um filme, você diz. Mas como o título ‘Atire Duas Vezes’ faz referência direta aos video games de atiradores, a sociedade não pode apenas sentar passivamente e aceitar uma atitude que faz piada do pacifismo e reverencia uma violência tão extrema”. – Peter Debruge, Variety
“Todo mundo nas telonas está bem o bastante para fazer isso dormindo, mas ainda assim Harrelson, Eisenberg, Stone, Breslin e Deutch não fazem o trabalho de maneira preguiçosa”. – Michael Phillips, Chicago Tribune
“Se você gostou do primeiro ‘Zumbilândia’, você vai adorar ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’. É pura diversão, tem cenas de ação sem parar e tem coração. Merece dois joinhas sangrentos de zumbis”. – Brandon Davis, ComicBook.com
A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.
O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.
O universo de ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina‘ continua crescendo e além de ganhar um filme prequela intitulado ‘Summer Lovin’‘, a marca ainda ganhará uma série derivada, intitulada ‘Grease: Rise of the Pink Ladies‘.
E segundo a revista Variety, a produção não mais será lançada pela HBO Max, mas sim pela Paramount Plus.
De acordo com a descrição oficial, a série será “uma comédia musical de uma hora sobre como as famosas Pink Ladies (compostas por Sandy, Rizzo, Jan, Marty e Frenchy no filme original) começaram e como a irreverência, o medo e o pânico moral que eles provocaram mudaram Rydell High para sempre.”
Annabel Oakes (‘Atypical‘) é a criadora do projeto, além de assinar o roteiro e assumir a função de produtora executiva.
Originalmente, a série se chamaria ‘Rydell High‘ e estava sob os cuidados da HBO Max. No entanto, Casey Bloys decidiu não seguir adiante com o projeto, após assumir as funções de produção de conteúdo, como parte de sua promoção ao cargo de Chefe de Conteúdo da HBO e da HBO Max.
De acordo com a Variety, ‘Rise of the Pink Ladies‘ trará uma série de novas canções, mas não deve trazer alguns dos números mais icônicos do musical, devido à restrições de direitos autorais.
Vale lembrar que a Paramount Pictures anunciou que ‘Summer Lovin”, filme prequela do clássico musical romântico ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina’, será dirigido por Brett Haley (‘Por Lugares Incríveis’).
‘Grease’ foi lançado em 1978 e ajudou a alavancar a carreira de Travolta e de Newton-John, tornando-se um dos maiores e mais adorados musicais de todos os tempos. Dirigido por Randal Kleiser, a obra foi aclamada pela crítica especializada e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando quase US$400 milhões a partir de um orçamento de US$6 milhões.
O musical foi indicado a cinco Globos de Ouro e a um Oscar, eventualmente perdendo os prêmios, mas entrando para a lista dos melhores longas-metragens da década de 1970 e do século passado. O sucesso gerou uma sequência intitulada ‘Grease 2 – Os Tempos da Brilhantina’ voltaram, estrelada por Michelle Pfeiffer e Maxwell Caulfield e que não fez o mesmo sucesso da obra original.
O astro Ben Affleck está a todo vapor em novos projetos e as gravações de seu vindouro filme, ‘Hypnotic‘, estão acontecendo na cidade de Austin, no estado do Texas.
E as primeiras imagens dos bastidores das gravações foram divulgadas pelo portal Just Jared. Nas imagens, o vencedor do Oscar aparece gravando algumas tomadas no parque, ao lado da atriz mirim Hala Finley, que interpreta sua filha na trama.
Segundo o portal Deadline, a trama acompanha um detetive (Affleck), que se vê enroscado em um mistério envolvendo sua filha desaparecida (Finley) e um programa secreto do governo.
O ícone do hip hop LL Cool J e a lenda da NFL Peyton Manning uniram forças para contar a história de como e onde o emblemático gênero musical começou.
A nova série documental ‘Hip Hop Was Born Here‘ estreia no dia 22 de julho no Paramount+ e promete uma imersão profunda na gênese, evolução e impacto cultural do hip hop, com foco em sua cidade natal: Nova York.
Com cinco episódios, a primeira temporada é apresentada porLL Cool J e leva o público por uma jornada histórica através dos bairros, estúdios e pontos de encontro onde o hip hop ganhou vida.
Confira o trailer:
Além de entrevistas com lendas como Big Daddy Kane, Doug E. Fresh, Method Man, Remy Ma, Rev. Run, Roxanne Shanté, Salt (de Salt-N-Pepa) e outros nomes fundamentais, o projeto também destaca a análise de faixas clássicas e as histórias por trás dos bastidores.
“O hip hop nasceu aqui. É mais do que música – é um movimento que mudou o mundo,” declarou LL Cool J, que também é produtor executivo da série por meio de sua empresa Rock the Bells.
Peyton Manning assina como co-criador e produtor executivo via sua Omaha Productions, marcando sua primeira colaboração com a CBS/Paramount fora do universo esportivo.
“A música pode não ser minha especialidade, mas tanto o esporte quanto o hip hop exigem trabalho duro, paixão e têm o poder de unir as pessoas,”afirmou Manning. “Contar essa história, especialmente de Nova York, era algo que precisava ser feito – e ninguém melhor que o Todd [LL Cool J] para liderar isso.”
‘Hip Hop Was Born Here‘ também conta com a participação de Jadakiss, Lady London, Marley Marl, Grandmaster Caz, Sheek Louch, Bimmy, Crystal Caines, entre outros.
A série promete ser mais do que um tributo nostálgico — é uma celebração cultural e um resgate histórico de um dos movimentos artísticos mais influentes do último século.
Uma nova polêmica envolvendo ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ já está circulando pela internet. Dessa vez, referente a baixa nota do público que o filme tem recebido no site Rotten Tomatoes, em comparação com a boa aceitação da crítica especializada.
Embora o Rotten Tomatoes confirme que a nota está correta e não houveram erros, um grupo de direita denominado Down With Disney’s Treatment of Franchises and its Fanboys ( algo como “Abaixo a Disney e seu tratamento das franquias e dos fãs”), declarou que usou bots no sistema de votação para influenciar o resultado negativo do filme.
O grupo assumiu que houve um movimento com perfis falsos para negativar as notas. O moderador acusa a Disney de “introduzir mais personagens femininas no universo da franquia”, de tornar Poe Dameron uma “vítima do movimento anti-mansplaining”, e alerta para o perigo de transformar Poe e Luke “em gays”. Para o entrevistado, homens “devem ser recolocados como os senhores da sociedade”.
Após as declarações, o jornal alegou que o Rotten Tomatoes diz que está encarando de forma muito séria a declaração e que tem “um time de pessoas monitorando” as plataformas do site. Até agora “eles não identificaram nenhuma atividade que não fosse usual”.
Em uma entrevista ao The Wrap, o vice-presidente da empresa diz que o site preza pela autenticidade e garante que o número é real:
“A autenticidade das notas de crítico e de usuários são muito importantes para nós e temos uma equipe de especialistas em segurança, redes e bancos de dados que monitoram de perto nossas plataformas. Eles determinaram que não há problema nessa nota. Com Star Wars: Os Últimos Jedi vimos um aumento nas pessoas publicando críticas de usuários escritas, já que os fãs são muito apaixonados por esse filme e a franquia”
Com 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a sequência recebeu elogios quanto à evolução da narrativa, direção e desenvolvimento dos personagens. Considerado um dos melhores filmes da franquia, a produção conquistou a maior parte dos críticos norte-americanos.
Porém, o filme tem a pior média de toda a historia da saga dada pelo publico também no Rotten Tomatoes, conquistando apenas 56% de aprovação, tornando-o a pior recepção no site de toda a saga, lembrando que ‘O Despertar da Força’ tem 88% de aprovação do público, ‘Rogue One’ tem 87%, já ‘Ataque dos Clones’ tem 57% e até mesmo ‘A Ameaça Fantasma’ tem 59%.
Em termos de comparação: ‘Liga da Justiça’, por exemplo, que foi mal nas críticas em geral, conquistou 80% com as notas dadas pelo público no site.
Apesar da nota, o Episódio VIII já está trilhando seu caminho de sucesso nas bilheterias, tendo uma ótima abertura mundial. Em dois dias, fez US$ 105,8 milhões mundialmente, segundo o Deadline.
Deste valor, US$ 60,8 milhões foram gerados em 48 mercados internacionais, com destaque para Reino Unido (US$ 10,2 milhões), Alemanha (US$ 6,1 milhões), França (US$ 6 milhões), Austrália (US$ 5,6 milhões). No Brasil, o filme abriu com US$ 2,5 milhões.
Já nos EUA, o filme já arrecadado US$ 45 milhões em pré-estreias, de acordo com a Forbes.
Apesar do valor alto, o filme conquistou US$ 7 milhões a menos do que ‘O Despertar da Força’ – que arrecadou US$ 52 milhões em 2015.
Com o valor, o filme se torna a segunda maior abertura nos EUA, ultrapassando ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2’, que arrecadou US$ 43,5 milhões. O primeiro lugar ainda é de ‘O Despertar da Força’, com US$ 57 milhões.
Na trama, Virgílio ouve uma mensagem em sua secretária eletrônica de Clara (Thaila Ayala) informando o fim de um relacionamento que ele, curiosamente, não se lembra de ter com ela. Nixon vive Toni, gerente do museu de Nova York.
Coringafoi o grande filme de outubro e um dos maiores do ano até agora. Sua pegada mais “pé no chão” para abordar o arqui-inimigo do Batman agradou muita gente ao redor do mundo, que descreveu sua experiência como um “soco no estômago”. Mas também teve um pessoal que se identificou com o personagem e abriu um debate enorme sobre o longa. Fato é que o drama chegou a 900 milhões de dólares em bilheteria – sem estrear na China – e ganha cada vez mais espaço na mídia. Em meio a essa discussão se o filme é ou não uma obra “incel”, ele faz uma grande piada com seu próprio espectador.
[ALERTA DE SPOILER] Caso você não tenha visto Coringa ainda, saiba que vamos falar de pontos importantes da trama nesse post. Siga por sua conta e risco.
Coringa está próximo do bilhão com classificação etária para maiores
Para começar, vamos esclarecer o que é incel, termo frequentemente usado nas críticas negativas acerca do filme que funciona como uma abreviação das palavras Involuntary Celibate (involuntariamente celibatários). Ele surge no final dos anos 90, na própria internet, e passa a ser usado em fóruns de discussão até chegar à grande mídia para falar sobre assassinatos e tiroteios.
Em um resumo bem raso, o Incelé aquele cara que condena os homens do mundo como “inferiores a ele” e mulheres como “piranhas”. Ele se auto-intitula um cara legal e acredita que isso deveria fazer com que as moças transassem com ele. Só que ser legal com objetivo de “se dar bem” não é ser legal, é ser babaca, então a estratégia caça-sexo não costuma funcionar.
Diante dessa frustração, o incel se sente injustiçado e passa a agir de forma agressiva, seja ofendendo gratuitamente as mulheres – conhecidas ou não-, seja fazendo tiroteios escolares para mostrar o quanto era legal e injustiçado pela sociedade.
Dentro do contexto do que é um incel, cabe a você decidir se Coringaé ou não uma ode a essa galera. O ponto é que há outra mensagem que está sendo pouco comentada, talvez por conta dos holofotes dados a questão incel, que é a maneira como Todd Phillips pega grandes símbolos da mitologia do Batman e os corrompe ante a visão realista proposta.
O filme veio para mudar mais uma vez a imagem do Coringa
Durante o desenrolar do filme, a equipe criativa pega elementos praticamente santificados na vida do Batman e quebra tudo. É um movimento iconoclasta na história do Morcegão de Gotham. Além de seu maior rival ser nada menos que um maluco frustrado, cai por terra a imagem boa e justa de seu pai, Thomas Wayne.
Comumente tratado como o homem de bem, um cavaleiro branco na luta pelo povo de Gotham, Thomas ganha uma representação mais coerente com sua (dis)função social. É praticamente impossível se tornar bilionário sem explorar trabalhadores, pagando salários dignos e proporcionando condições dignas a todos. A cabeça do empresário foca na multiplicação do lucro próprio e, nesse ideal do bilhão, a conta não fecha.
Então, é uma forçada de barra monstruosa vender a família Wayne como um exemplo a ser seguido. Veja bem: na Marvel, o Homem de Ferro é um bilionário, mas em momento algum esconde ser um babaca que faz o que faz por ego e pra tentar limpar sua própria consciência. É uma motivação egoísta, mas que ajuda os outros. Já Thomas Wayne, um médico bilionário, é candidato à Prefeitura de Gotham com a campanha de limpar a cidade. Sério, a DC ter forçado esse personagem como “Cara Legal” por décadas beira o ridículo. É mais fácil comprar a ideia de um órfão que se veste de morcego pra bater em bandido do que em um bilionário (e político) gente boa. Coringa entende isso e mostra a face oculta dos Wayne, com denúncias de traição, corrupção, eugenia e até mesmo loucura. A cena dele agredindo um doente mental confesso, que pode ou não ser seu filho, é emblemática. É iconoclastia pura mostrar que Thomas Wayne não era a solução para Gotham, apenas parte do problema.
A imagem de bom moço do patriarca Wayne enfim foi por água abaixo
Da mesma forma, o ponto de virada da vida de Bruce ganha um novo significado nesta versão. Era comum mostrar o assassinato dos Wayne como um reflexo da pobreza e vilania de Gotham. Todos já sabem de cor a cena em que Joe Chill tenta assaltar Thomas e Martha no beco, quando, num ato de bravura, Thomas reage ao assalto e Joe atira nos dois à sangue frio, deixando o pequeno Bruce Wayne desesperado e traumatizado para o resto da vida. No filme de 2019, o crime é cometido após Thomas Wayne dizer que as pessoas invejam os ricos por serem pobres e ridiculariza os problemas do povo de Gotham em rede nacional.
Em meio ao caos das ruas, Thomas é elevado ao causador das mazelas da cidade. Como disse anteriormente, ele é parte do problema, mas não é O problema em si. Sua morte é um ato político vazio e deturpado, e reflete num pequeno Bruce, que não se joga desesperado sobre seu corpo e nem ao menos chora. Sua reação é o mesmo olhar perdido e intrigado, como se buscasse uma motivação naquilo, que fez em seu primeiro encontro com Arthur Fleck. A piada do Coringa foi, indiretamente, ter aberto as portas da loucura para seu futuro nêmesis.
Bruce Wayne: justiceiro ou lunático? A linha é bem tênue
Mas talvez o maior caso dessa ideia iconoclasta de Phillips é o próprio Coringa. Quando Batman: O Cavaleiro das Trevas chegou aos cinemas em 2008, o Coringa de Heath Ledgertrouxe uma versão anárquica do Palhaço do Crime para o imaginário popular. De 2008 até 2019, praticamente todos os países do mundo passaram por algum tipo de crise financeira e social, e tiveram que viver ou assistir ao caos rolando em seus jardins. Nesse contexto, aquele Coringa adentrou no imaginário popular como a grande ameaça ao Sistema, à corrupção e injustiças sociais, e o personagem passou a ser idolatrado por algumas pessoas. “Talvez ele não seja tão louco assim”.
A brilhante atuação de Heath Ledger elevou o personagem a um patamar ideológico
Desde então, passou a haver essa idolatria absurda acerca do personagem e ele passou a ser rodeado por um viés político (ou apolítico) muito forte e qualquer representação dele que fosse diferente era rapidamente rejeitada. O Coringa de Jared Leto sofreu um pouco com isso quando tentou retomar o lado gângster do Palhaço e deixou o viés revolucionário de lado – Digo que “sofreu um pouco” porque o resto das críticas é bastante coerente. Jared Leto e David Ayer fizeram um péssimo trabalho em Esquadrão Suicida (2016).
Houve um processo de iconografia pesado acerca do personagem e sua imagem virou um símbolo de subversão, um “sopro de lucidez num mundo insano”. Ele foi santificado.
Meu Deus, isso aqui realmente existiu ou foi alucinação coletiva?
O problema é que essa idolatria cai em um doente mental, sem escrúpulos, extremamente violento e fazendo o que quer sem dar satisfação a ninguém. A partir de 2008, a galera revoltada com as corrupções do dia a dia, como não dar seta no trânsito, não respeitar filas ou propriedade privada, passou a amar quem mais criticava. Ou você acha que o Coringa dá seta quando está dirigindo?
A representação da subversão é linda, enquanto a subversão em si é criticada à exaustão. É nesse ponto que Todd Phillips dá um tiro certeiro. EmCoringa, o personagem título passa por muitas situações ruins. Ele é um fracasso na vida e está cercado constantemente por suas próprias frustrações, até o momento em que ganha uma arma e começa a ter sensações de pequeno poder. Esses momentos de adrenalina somados ao fim de seus remédios revelam que seu sonho não era trazer alegria ou ser bem sucedido na vida. Ele só quer descontar suas frustrações em quem acredita serem os culpados por sua tragédia. Sua mãe, a vizinha, Thomas Wayne, Murray Franklin, os caras do metrô… enfim, ele tem, ao longo do filme, algumas oportunidades de dar a volta por cima na vida ou só acabar com ela e encerrar seu sofrimento existencial. Porém, em todas elas, ele opta por punir quem ele enxerga como culpado. Com isso, a face do Coringa se espalha por Gotham como um símbolo da guerra de classes, uma resposta ao sistema. De uma hora para outra, as pessoas que não suportavam as corrupções do dia a dia saíram às ruas incendiando lojas, assassinando pessoas e idolatrando um doente mental. Espera, onde foi que eu já vi isso mesmo? A grande sacada do filme é quebrar essa ideia do Palhaço badass e deixar claro que a galera estava cultuando um doente mental fracassado. Era desse tipo de gente que eles tiravam inspiração.
De forma bem sutil, a grande piada do filme é a própria plateia, formada por fãs de um louco.
Coringa está em cartaz nos cinemas de todo o país.
Um dos maiores sucessos da Netflix das últimas semanas é, sem dúvida, o filme ‘Milagre na Cela 7’. Centenas de pessoas já se emocionaram com a comovente história da menina Ova e seu pai especial, Memo. A gente ficou tão envolvido com a trajetória desses dois, que resolvemos fazer uma matéria com 7 curiosidades que você, que amou ‘Milagre na Cela 7’, provavelmente não sabia:
7 – O filme é um remake?
Sim, é. A versão disponibilizada na Netflix é uma produção turca, e é um remake do filme original, que é sul-coreano e se chama ‘7번방의 선물’ ou ‘7beonbangui Seonmul’, que, traduzindo significaria algo como ‘Um Presente na Cela 7’. O longa original é de 2013.
Bom, tem algumas mudanças sim, e a principal delas é que no final do filme da versão sul-coreana o Memo morre. É, é isso mesmo – e só de pensar nessa possibilidade dá um aperto no peito né? Talvez por isso o diretor Mehmet Ada Özsüt tenha decidido por um final mais feliz na sua versão.
5 – Lingo Lingo
Toda vez que se encontram, Memo e Ova gritam “Lingo, lingo”, ao que o outro responde “Garrafas!”. Essa frase, na verdade, faz menção à uma famosa música turca, que fala sobre um amor não correspondido. Não há uma tradução correspondente para o termo em português, porque a frase é apenas uma força de expressão da língua turca. A versão da música no longa é interpretada por Isil Ozsut.
Como todo filme de sucesso, a internet caiu em cima de ‘Milagre na Cela 7’, buscando explicar o final e levantando inúmeras teorias. Uma delas especula que Yusuf (o velhinho na cadeia, que se sacrifica no final) seria, na verdade, o avô de Ova. Faz sentido, afinal, quando Ova entra na cela ela é a única a ver uma árvore na mancha da parede, tal como Yusuf, e isso reforçaria a hipótese de Yusuf ser enforcado no lugar de Memo como uma forma de se redimir com a família. Maaaas, se formos por aí, como, então, que Yusuf não reconheceu o próprio genro na cadeia? Cabe a cada um decidir.
3 – O ator que faz o Memo tem mesmo deficiência intelectual?
Acreditem se puderem… mas, não. Apesar de Memo ser um pai de família com intensa deficiência intelectual (em determinado ponto do filme é dito que mentalmente ele tem a mesma idade da filha, Ova, ou seja, 8 anos), Memo é apenas um personagem. O mérito todo vai para a competência do ator que o interpreta, Aras Bulut Íynemli.
Embora seja um filme extremamente emocionante, ‘Milagre na Cela 7’ não é baseado numa história real. Sua história tão comovente, tão profunda, alcança o espectador de qualquer país – e daí a gente ter a sensação de ser uma história real, mas não é. Porém, a história sul-coreana (que originalmente era uma comédia!) ganhou adaptações na Turquia, Índia, Filipinas e Indonésia.
1 – Significado dos nomes
Como na arte nada é gratuito, é preciso pensar também no significado do nome dos protagonistas. Nossa menininha Ova tem um nome que significa “ovo”. Parece bobagem, mas, pensem que a criança no filme está sendo cuidada por um pai e uma avó, e que ela ainda está em desenvolvimento, como um pintinho dentro do ovo prestes a desabrochar.
Já Memo é possivelmente um apelido, uma abreviação para o nome Mehmet, que é a forma turca para Muhammad, ou seja, uma variação do nome árabe para o nome do profeta fundador do Islamismo. Mehmet significa “o louvado”. E louvado nada mais é do que um sujeito merecedor de gratidão, que é honrado – tal como o protagonista do filme.
Assista nossa crítica:
Em entrevista ao Collider, o produtor executivo de ‘Capitã Marvel‘, Jonathan Schwartz, deu mais informações sobre o tom da comédia tradicional dos filmes Marvel nesse caso em particular:
“Sabe, a Carol nos quadrinhos é uma personagem muito engraçada à sua própria forma. De forma que não pareça com o Doutor Estranho, de forma que não pareça o Homem de Ferro, como Robert Downey Jr, que possa conseguir uma voz única, e acho que isso tentamos conseguir. Não é piada por minuto, como Rocket Raccoon em ‘Guardiões da Galáxia‘, o que é super engraçado e não é pé no chão, como em alguns outros filmes que fizemos. Eu acho que está no mesmo nível de ‘Doutor Estranho‘, onde o filme e os riscos são levados bem a sério, mas sempre permite que os personagens se divertiam com isso.”
A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.
‘Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.
O filme é baseado no musical homônimo criado pelo próprio Miranda e por Quiara Alegría Hudes. Jon M. Chu fica a encargo da direção.
A históriaexplora três dias na vida dos moradores latinos do bairro de Washington Heights, em Nova Iorque. Depois de produções em Connecticut (2005) e Off-Broadway (2007), o show abriu na Broadway em março de 2008. Nomeada a 13 prêmios Tony, ganhou quatro: Melhor Musical, Melhor Partitura, Melhor Coreografia e Melhor Orquestração. A produção também foi indicada ao prêmio Pulitzer de Drama em 2009.
‘Vingadores: Ultimato’ tornou-se o filme de maior bilheteria da história, tendo inclusive passado a arrecadação de ‘Avatar’ (que se mantinha no topo do ranking desde 2009). Entretanto, uma recente atualização forneceu para o filme da Marvel Studios mais um recorde de bilheteria.
Segundo o perfil do Twitter @gavinfeng97, o longa-metragem ganhou mais US$3 milhões nos cinemas chineses e ultrapassou a marca de US$2,8 bilhões na arrecadação geral (fazendo dele o único filme a alcançar tal feito).
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
Depois de se mudar do Canadá para os Estados Unidos, procurando continuar sua efervescente carreira musical para além de seu país de origem, Alanis Morissette ainda não era um nome conhecido. É claro que a cantora e compositora havia feito sucesso considerado com o lançamento de seu álbum autointitulado – mas o fracasso comercial de ‘Now Is the Time’ a fez procurar por novos ares. E foi nesse meio tempo que ela conheceu o musicista Glen Ballard (que viria a se tornar o primeiro produtor de Katy Perry duas décadas mais tarde), que a levou para a Maverick Records e ficou responsável pela supervisão do que se tornaria um dos álbuns de maior sucesso crítico e comercial de todos os tempos.
Um ano mais tarde, nascia ‘Jagged Little Pills’. O primeiro álbum internacional a transformou numa das vozes mais influentes da indústria fonográfica, vendendo mais de 33 milhões cópias ao redor do mundo e levando para casa nada menos que cinco estatuetas do Grammy, incluindo o prêmio de Álbum do Ano. Ninguém poderia imaginar que o outrora ato de abertura de Vanilla Ice permaneceria no pódio da artista mais jovem ao levar um dos maiores prêmios da indústria musical (21 anos) por uma década e meia – e ninguém também tinha em mente que, até hoje, o álbum carregaria um legado gigantesco, entrando nas mais diversas listas de melhores obras de todos os tempos. E, dentre os nomes que já citaram Morissette como principal influência, temos desde a rainha latina Shakira até a explosão do pop-rockPink, a queridinha Avril Lavigne e Perry – que, em 2012, chamou o CD do “maior ato feminino já feito”.
Mas o que fez dessa produção uma obra-prima tão grandiosa? Bom, se levarmos em conta o escopo sonoro dos anos 1990, que vinha sido dominado pela crescente voz de Madonna ao longo de sucessos como ‘Erotica’ e ‘Bedtime Stories’ e da exultação do estilo R&B (canalizados principalmente por Prince, Boys II Men e Mariah Carey), Alanis saiu das sombras com um produto bastante original que transmutava o extremismo dos estilos musicais para uma fusão muito bem-vinda que variava desde o rock alternativo até o dance-pop, afastando-se também da propaganda estilística e exilada de seus trabalhos anteriores. Reintroduzindo também o esquecido new jack swing (que voltaria para mais um respiro em 2020), suas misturas inesperadas, aliadas a rendições perfeitas de uma mezzosoprano que não tem medo de dizer o que pensa, caíram no gosto popular com força majestosa.
Talvez o melhor conceito que se possa tirar desse álbum é sua coesão. Composto apenas ao lado de Ballard, é notável a organicidade de ‘Jagged Little Pill’ – e, ao mesmo tempo, como sua construção se distancia das costumeiras fórmulas mercadológicas dos anos anteriores. De fato, cada faixa é própria para um tipo de público e, ao juntá-las em um único lugar, percebe-se que a narrativa amorosa e de autossuficiência proferida pela artista insurge como crítica ferrenha ao ultrarromantismo que vinha se apoderando da esfera mainstream. Na faixa de abertura, “All I Really Want”, Alanis imprime sua paixão pelos escritos de Charles Dickens e se compra à personagem Estella (‘Grandes Esperanças’), envolvida em um relacionamento nada confortável e que beira a toxicidade; já em “You Oughta Know”, uma de suas músicas mais conhecidas e controversas, ela faz uma declamação bastante pessoal sobre um ex-amante (que até hoje permanece um mistério).
Dominando instrumentos como piano, guitarra e violão – e a presença pungente de sintetizadores oitentistas para adornar um pouco mais cada track -, Morissette acerca em cheio cada inflexão artística que imprime no álbum. Mais do que isso, ela tem uma sutileza invejável e emocionante que cria simetrias assimétricas entre suas canções, “parnasiando-se” em uma métrica poética e vocais surpreendentes – flertando inclusive com as difíceis notas de um soubrette delicioso. Seja na reflexiva “Mary Jane” ou na borbulhante “Ironic”, tudo converge para um equilíbrio dramático do mais alto calibre, ressignificando os conceitos engessados da música para algo muito maior do que poderíamos prever.
Não é surpresa que praticamente todas as faixas do CD viraram singles promocionais e continuam a nos encantar mesmo num momento em que a indústria exala talentos novos a cada mês que se inicia. Alanis cativou uma geração inteira através de performances espetaculares e alter-egos que influenciaram toda sua carreira internacional – voltando às raízes com “Reasons I Drink”, canção de seu aguardado álbum ‘Such Pretty Forks on the Road’ que foi adiado em virtude da pandemia do COVID-19. Enquanto é difícil encontrar o mínimo dos deslizes ao longo das treze faixas, remasterizadas cinco anos atrás, é mais complicado ainda escolher um ponto alto da obra: afinal, temos “Hand in My Pocket” e a otimista “You Learn”, ou então a suavidade de “Wake Up” que entra em contraste com a gritante e urgente “Forgiven”.
Eventualmente, ‘Jagged Little Pill’ permanece, em suas bodas de prata, como um dos grandes momentos da história fonográfica – não é surpresa que a impactante trama que une as canções tenha se transformado em um musical rock em 2018, ganhando uma versão para a Broadway poucos meses depois e tornando-se criticamente aclamado. Como já foi provado mais de uma vez, o legado de Alanis Morissette vive em cada artista que ouse ir de encontro ao padrão, voltando às glórias de 1995 com paixão inveterada.
‘Euphoria’ é uma das séries mais aclamadas dos últimos anos e, para agradar aos fãs da produção, a estrela Zendaya anunciou em seu Twitter oficial que dois novos episódios especiais estão chegando – e um deles já tem data de lançamento.
O primeiro capítulo especial será lançado em 06 de dezembro. Detalhes sobre a história não foram revelados.
Zendaya fez história na última edição do Emmy 2020 ao se tornar a atriz mais jovem a conquistar a estatueta de Melhor Atriz em Série Dramática por sua performance no show – e a 2ª atriz negra a conquistar tal feito ao lado apenas de Viola Davis.
Através do Reddit, Sam Levinson, criador da aclamada série ‘Euphoria’, revelou alguns detalhes interessantes sobre a vindoura 2ª temporada da produção.
Segundo rumores, Rowan Blanchard, Bella Thorne, Brandon Flynn e a cantora e compositora Kim Petras farão parte do próximo ciclo. Além disso, as informações indicam que a nova iteração será composta por 11 episódios.
A HBO, por sua vez, não emitiu nenhuma declaração oficial confirmado ou negando as afirmações.
Criada por Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.
A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.
‘Os Eleitos’, série original sobre os primeiros astronautas dos EUA, já está disponível no Disney+ e, para promovê-la, o serviço de streaming divulgou novas imagens promocionais do próximo episódio.
Confira:
Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 12 de março.
‘Os Eleitos’ é a primeira obra original do National Geographic. Baseada no romance de não-ficção homônimo de Tom Wolfe, ela gira em torno de sete dos melhores pilotos militares que se tornam astronautas do programa espacial da NASA no auge da Guerra Fria. Competindo para serem os primeiros no espaço, esses homens comuns alcançam o extraordinário, inspirando o país a se voltar para um novo horizonte de ambição e esperança.
O romance ‘A Última Carta de Amor’, estrelado por Felicity Jones e Shailene Woodley, já está disponível na Netflixe, para promovê-lo, a plataforma de streaming se reuniu com Woodley e com a diretora Augustine Frizzell para analisar uma das sequências mais apaixonantes do longa.
Confira:
Baseado no romance escrito por Jojo Moyes(‘Como Eu Era Antes de Você’), o longa é ambientado em duas épocas diferentes e acompanha as inusitadas histórias de Jennifer Stirling (Woodley) e Ellie Haworth (Jones).
Stirling vive na década de 1960 e é casada com um marido frio e nada romântico chamado Laurence (Joe Alwyn). Por conta disso, ela vive uma aventura extraconjugal na companhia do jornalista Anthony O’Hare (Callum Turner).
A outra linha do tempo é protagonizada por Haworth, que vive em Londres nos dias atuais e trabalha numa redação de jornal, onde acaba encontrando as cartas de amor escritas por Jennifer.
Depois de divulgar as primeiras imagens, a BBC America lançou um novo e misterioso teaser da 4ª e última temporada de ‘Killing Eve‘.
O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 27 de fevereiro. No entanto, o primeiro episódio ficará disponível no serviço de streaming da AMC+ uma semana antes, em 20 de fevereiro.
Confira:
Jodie Comer as Villanelle – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCASandra Oh as Eve Polastri – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCAJodie Comer as Villanelle – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCASandra Oh as Eve Polastri – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCAFiona Shaw as Carolyn Martens – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCACamille Cottin as Helene – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCA
Seguindo a tradição de introduzir uma nova roteirista a cada temporada, Laura Neal (‘Sex Education’) será responsável pelo ciclo final, dando continuidade ao trabalho de Phoebe Waller-Bridge (1ª temporada), Emerald Fennell (2ª temporada) e Suzanne Heathcote (3ª temporada).
“‘Killing Eve’ tem sido uma das melhores experiências da minha carreira e estou ansiosa para voltar a interpretar a Eve em breve,” afirmou Sandra Oh em uma declaração. “Sou muito grata por todo o elenco e a equipe que trouxeram nossa história à vida e aos fãs que se juntaram a nós e retornarão para o nosso incrível e inesperado ciclo final.”
A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanelle.
A Sony Pictures adquiriu os direitos intelectuais de ‘Feras e Belas: Contos Perigosos’ (‘Beasts and Beauty: Dangerous Tales’), romance best-seller de Soman Chainani.
O livro, que foi lançado em setembro de 2021, é estruturado como uma coleção antológica de 12 clássicos contos de fada reimaginados para a era moderna e transformando as narrativas em aventuras de mistério, magia e suspense.
Chainani assina o roteiro do episódio piloto da minissérie e também entra como produtor executivo ao lado de Joe Roth, Jeff Kirschenbaum, Alyssa Altman, Elizabeth Gabler e Aislinn Dunster.
Uma garota enviada como oferenda para saciar a fome dos lobos.
Um menino que luta para não ser a próxima vítima.
Dois irmãos que se perdem e tentam reencontrar o lar.
Um amor que floresce quando se enxerga além das aparências.
Você já deve ter se deparado com histórias como essas por aí, até mesmo com as diversas versões que correm o mundo através dos anos. Acontece que, de tempos em tempos, um novo fragmento desses contos é revelado e outras possibilidades de leitura surgem para encantar (ou apavorar) gerações. E o que era antigo se torna moderno, e o que era conhecido se transforma em um mundo a ser explorado por diferentes leitores.
Feras e Belas traz uma nova representação para 12 contos clássicos – “Chapeuzinho Vermelho”; “Branca de Neve”; “A Bela Adormecida”; “Rapunzel”; “João e Pé de Feijão”; “João e Maria”; “A Bela e a Fera”; “Barba-Azul”; “Cinderela”; “A Pequena Sereia”; “Rumpelstichen” e “Peter Pan” – repletos de mistério, magia, rebeldia, terror e perigo. São histórias narradas como nunca antes ousaram lhe contar.
Chainani é conhecido também pela saga ‘A Escola do Bem e do Mal’, que inclusive foi adaptada pela Netflix e chega em breve ao catálogo da plataforma de streaming. A franquia literária vendeu mais de 3 milhões de cópias e foi traduzida para mais de 30 línguas.
Em alguns dias, a Universal Pictures irá lançar a comédia romântica LGBTQIA+ ‘Mais que Amigos’ nos cinemas nacionais – a primeira produção queer de um grande estúdio em que o elenco inteiro é formado por membros da comunidade.
A trama acompanha uma uma amizade improvável entre dois homens que lentamente se apaixonam pelo outro. Em um clube gay em uma noite qualquer, Bobby Leiber (Billy Eichner) esbarra em Aaron (Luke Macfarlane) – que está sem uma camisa. Os dois começam a conversar e acabam construindo um relacionamento sobre sua superioridade sarcástica sobre a insipidez dos gays do clube que os cercam. Aaron é um advogado corporativo, mas fora de contato com a cultura queer e política – fazendo com que Bobby duvide seriamente se Aaron é realmente gay. Inicialmente, não há exatamente muita química ou conexão entre os dois, exceto em seu desconforto compartilhado com a vulnerabilidade. Mas com o tempo passando, os dois acabam se abrindo para si mesmos, contando sobre suas vidas, aspirações e vulnerabilidades.
Recentemente, tivemos o prazer de conversar com o elenco do filme, incluindo Macfarlane, TS Madison, Jim Rash, Dot-Marie Jones e Miss Lawrence. Também pudemos conversar com o diretor Nicholas Stoller e com o roteirista e protagonista Billy Eichner (que você confere aqui).
Um dos principais pontos em relação ao longa-metragem é o fato de ser a primeira produção de um grande estúdio a contar com um elenco totalmente LGBTQIA+ e que abraçasse os múltiplos espectros da comunidade. Quando questionada sobre a importância do projeto, Jones respondeu:
“Eu acho que há muita deturpação, mas, neste filme, sinto que… Digo, o elenco inteiro é LGBTQIA+ e a representação que vemos, para os mais novos… Eu queria ter tido isso 25, 30 anos atrás, porque nos daria uma sensação de confiança: ‘eu me vi e preciso aceitar mais quem eu sou e como eu fui criada e feita’. E ficar bem com isso, não sentir medo e se sentir rejeitada. Isso é algo que amo sobre o filme, a inclusão e todos os LGBTQIA+ sendo representados. Eu amo isso”.
Jones ganhou fama ao participar da adorada série ‘Glee’ como a Treinadora Beiste. A atriz falou sobre a recepção da série pelo público brasileiro e de que forma Beiste se conecta com Cherry (personagem que interpreta em ‘Mais que Amigos’).
“Devo dizer que nunca tive uma experiência igual a quando eu estava em ‘Glee’. Os fãs brasileiros são incríveis e eles ainda entram em contato. O amor deles pelo show e pelos personagens é arrebatador, e acho que, em ‘Glee’, [o criador] Ryan [Murphy] atinge o público através de cada episódio e das tramas. Já em ‘Mais que Amigos’, é lindamente mostrado como a comunidade LGBTQIA+ se une. Vão assistir, é hilário; encontre sua comunidade, leve-a para ver, ria, chore e apenas amem e apoiem uns aos outros, porque é o que temos”, ela falou.
Rash, que dá vida a Robert na comédia, também não é um rosto desconhecido e estrelou outra série muito conhecida, ‘Community’, sobre a qual também falou na coletiva.
“Eu tive a sorte de participar por seis incríveis anos de ‘Community’, o que era, de certa maneira, uma família. E é isso o que ‘Mais que Amigos’ é, é uma família diferente, da qual tenho muito orgulho de fazer parte. Me sinto muito orgulhoso de fazer parte de um filme em que podemos ser quem somos. Então, se há algo que os une, é o fato de existir uma família e se divertir, conhecer um ao outro e amar um ao outro”.
Na produção, Bobby é construído de um jeito bastante relacionável com aqueles que querem encontrar algum tipo de relacionamento, principalmente dentro da comunidade queer. E é claro que todos nós conhecemos alguém igual a ele, incluindo Madison e Lawrence, que inclusive deram conselhos para quem quer se envolver com outras pessoas.
“Eu conheço uma mulher heterossexual que é igual a [Bobby]. E eu sempre digo a ela: ‘querida, o homem dos seus sonhos não vai aparecer, porque as pessoas vêm com problemas. O homem perfeito não vai estar lá fora, você vai ter que construí-lo. E, sabe, pare de reclamar sobre essas coisas. Um homem não gosta de gente que reclama. Vá lá, faça o que tem que fazer, e ele vai aparecer’”, Madison disse.
Lawrence completa: “definitivamente, há vários Bobbys no mundo. Meu conselho para as pessoas que querem qualquer tipo de relacionamento e amor é mostrar autenticidade e honrar quem você é e o seu interior. E não esperar nada menos de seu parceiro”.
A dupla falou sobre a importância de um filme como esses para a atualidade, dizendo que já era hora do mainstream ter uma produção estrelada inteiramente por LGBTQIA+.
“A primeira coisa que pensei foi: ‘já era hora’. Já era hora de nos representarmos e contar as nossas histórias no cinema e na televisão”, Lawrence falou.
“Pensei a mesmacoisa”, Madison acrescenta. “Já passou do tempo. Não deveria ter demorado tanto para acontecer, mas as coisas acontecem no momento em que precisam”.
Além de Eichner, Macfarlane estrela o longa-metragem e dá vida a Aaron, um homem padrão que trabalha em um escritório testamentário e que não sabe como ser quem realmente é, independente do que as pessoas vão achar. Durante a entrevista, Macfarlane disse que teve liberdade considerável para infundir o personagem com suas próprias experiências, rasgando elogios para a conduta de Eichner.
“Billy foi muito generoso em me oferecer algumas incursões sobre o personagem e ele também me permitiu ter a própria visão [de Aaron]. É intimidador estar em cena com a pessoa que escreveu o roteiro, mas acho que ele confiou em mim e, no processo de audição, descobrimos que tínhamos química. Ele permitiu que eu fosse eu mesmo o máximo possível, mas, dentro do contexto do roteiro, realmente tem que ser sobre o nosso relacionamento. Não me senti pressionado em fazer coisas que ele queria que eu fizesse; caso contrário, eu não teria ficado tão livre para me apaixonar por ele nas telas. Sempre me senti apoiado por Billy”, ele disse.
Lembrando que ‘Mais que Amigos’ chega aos cinemas nacionais em 06 de outubro.
Os vencedores do Oscar 2023 estão sendo revelados hoje (12) e Ruth Carter, figurinista do recente ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’, fez história durante a cerimônia.
Carter se tornou a primeira mulher negra da história da premiação a vencer mais de uma estatueta. Além do prêmio levado esta noite, ela também foi condecorado por seu trabalho em ‘Pantera Negra’, o primeiro capítulo da franquia.
Lembrando que ‘Pantera Negra 2‘ continua em exibição nos cinemas.
No filme, o mundo de Wakanda se expande. Após a morte do ator de T’Challa (Chadwick Boseman) o foco de ‘Wakanda para Sempre’ são os personagens em volta do Pantera Negra. Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milage lutam para proteger a nação fragilizada de outros países após a morte de T’Challa. Enquanto o povo de Wakanda se esforça para continuar em frente neste novo capítulo, a família e amigos do falecido rei precisam se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o), integrante dos Cães de Guerra, e Everett Ross (Martin Freeman). Em meio a isso tudo, Wakanda ainda terá que aprender a conviver com a nação debaixo d’água, Talokan, e seu rei Namor (Tenoch Huerta).
A trama acompanha o drama de moradores de um conjunto habitacional de Londres. Aspirantes a criminosos e pessoas de bem tentam sobreviver em meio a gangues, drogas e os desafios do dia a dia.
Criada por Ronan Bennett, a série originalmente foi lançada em 2011, durando por apenas duas temporadas.
‘A Longa Noite‘ aconteceria milhares de anos antes dos eventos da série original e mostraria a decadência do mundo na Era dos Heróis até seu momento mais escuro.
Watts daria vida a uma “rica e carismática mulher com um grande segredo”, como apontado pela Variety há quase meia década.
Os roteiristas envolvidos eram: Max Borenstein, de ‘Kong – A Ilha da Caveira’; Jane Goldman, de ‘Kingsman’; Brian Helgeland e Carly Wray, de ‘Mad Men’, e ‘The Lefftovers’.
Dan Weiss eDavid Benioff, criadores de ‘Game of Thrones’, estavam listados como produtores executivos e supervisores do spin-off.
‘Eu’ (Me), nova série de ficção científica coming-of-age, já está disponível no catálogo da Apple TV+ – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito nos levando aos bastidores da produção.
‘Eu’ conta a história de um garoto de doze anos chamado Ben, que está no fim do ensino fundamental (cheio de valentões, paixonites e bailes escolares), enquanto ele se ajusta a uma família recém-formada, além de acabar de descobrir que tem superpoderes. Durante a narrativa, Ben passa por uma jornada de autodescoberta. Ele encontra uma aliada em sua meia-irmã Max, que o ajuda a controlar seus superpoderes e a descobrir os mistérios e contratempos de sua comunidade… Conforme tenta descobrir o que significa ser ele mesmo.
A A24 divulgou o primeiro cartaz oficial de ‘Morte de um Unicórnio’ (‘Death of a Unicorn’), comédia sombria estrelada por Paul Rudd (‘Homem-Formiga’) e Jenna Ortega (‘Wandinha’).
O trailer oficial será divulgado amanhã, 18 de dezembro.
Confira:
Na trama…
Um pai (Rudd) e uma filha (Ortega) acidentalmente atropelam e matam um unicórnio enquanto viajam para um retiro de final de semana, onde seu chefe bilionário (Richard Grant) busca explorar as milagrosas propriedades curativas da criatura.
Com produção de Ari Aster (‘Hereditário’), o longa é escrito e dirigido por Alex Scharfman.
O mestre John Carpenter (‘O Enigma de Outro Mundo’) fica responsável pela trilha sonora ao lado de Cody Carpenter e Daniel Davies.
O compilado de originais conta com treze faixas, incluindo o single“End of the World”.
Confira:
1. Prelude 2. Something Beautiful 3. End of the World 4. More to Lose 5. Interlude 1 6. Easy Lover 7. Interlude 2 8. Golden Burning Sun 9. Walk of Fame, feat. Brittany Howard 10. Pretend You’re God 11. Every Girl You’ve Ever Loved, feat. Naomi Campbell 12. Reborn 13. Give Me Love
O álbum virá acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman e Brendan Walter, com fotografia de Debie, e que terá estreia mundial no Festival de Tribeca.
O disco funciona como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry Mugler, Jean Paul Gaultier, Alexander McQueen e Alaïa.
Vale lembrar que o último álbum de estúdio de Cyrus foi o elogiado ‘Endless Summer Vacation’, que lhe rendeu nada menos que duas estatuetas do Grammy Awards pelo single“Flowers” – incluindo Gravação do Ano.
No ano passado, Cyrus integrou o aclamado álbum ‘Cowboy Carter’, de Beyoncé, na faixa “II Most Wanted” – que lhe rendeu mais um gramofone dourado.
Rachel Brosnahan e a AGBO, em seu terceiro projeto com a gigante do streaming, também integram o time de produtores executivos.
A plataforma se recusou a comentar.
Brown irá interpretar Cassie, uma mulher com uma habilidade única se comunicar com aparições – e que deve descobrir a causa de um fenômeno recém-descoberto que causa “visitantes” (fantasmas) a aparecer ao redor do mundo antes que seja tarde demais.
Prism é baseado no conto homônimo, que foi uma produção original da Assemble e publicado na revista Assemble Artifacts, e foi desenvolvido internamente com o escritor Nick Shafir, que coproduzirá a atração.
Etan Frankel (‘Shameless’) foi escalado como showrunner.
O projeto marca mais uma colaboração entre a Netflix e Brown. A atriz é estrela da popular e aclamada série ‘Stranger Things’, que caminha para sua 5ª e última temporada, além de ser protagonista da franquia ‘Enola Holmes’ e dos longas-metragens ‘Donzela’ e ‘The Electric State’. Brown também co-estrela a vindoura comédia romântica ‘Just Picture It’ ao lado de Gabriel LaBelle.
Sgundo o Deadline, Landon Ashworth (‘Go On’), Colin O’Brien (‘O Macaco’) e Jess Weixler (‘Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais’) irão estrelar o novo drama independente ‘Father Son Time’, que já começou a ser rodado nos Estados Unidos.
A trama é centrada em Clay, um pai autista que leva seu filho em uma viagem de carro durante o recesso de primavera, sem revelar o verdadeiro propósito da jornada: reconectar com a esposa e mãe que os abandonou quinze anos antes.
Josh Long assume a cadeira de direção e assina o roteiro.
O projeto é o primeiro desde o trabalho de Long como corroteirista do thriller psicológico ‘Some Other Woman’, dirigido por Joel David Moore e estrelado por Tom Felton e Ashley Greene.
Antonio Cisneros entra como diretor de fotografia.
“A luta de tentar ser o tipo certo de pai é algo em que penso todos os dias”, disse Long. “Eu queria explorar uma história sobre um pai neurodivergente criando um filho neurotípico, os desafios únicos que surgem com essa dinâmica e os tipos de personagens moldados por essas experiências”.
A aguardada sequência de ‘Um Príncipe em Nova York’, com Eddie Murphy, será lançada em 2020 e parece que a produção está prestes a começar. Com apenas um ano e meio até o lançamento, as filmagens estão agendadas para começar em Atlanta, na Geórgia.
De acordo com a publicação do jornal AJC de Atlanta, há vários locais onde o novo filme será filmado, mas a maior parte da produção ocorrerá na Geórgia.
O filme terá Eddie Murphy e Arsenio Hall reprisando seus papéis como Príncipe Akeem e Semmi, respectivamente. Desta vez, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono de Zamunda.
O filme será dirigido por Craig Brewer, e também contará com Shari Headly, John Amos e James Earl Jones.
“Depois de longos anos de espera, estou empolgado com o fato de ‘Um Príncipe em Nova York 2′ estar avançando oficialmente”, disse Murphy em um comunicado. “Nós montamos uma grande equipe, que será dirigida por Craig Brewer, que acabou de fazer um trabalho incrível em ‘Meu nome é Dolemite‘, e estou ansioso para trazer todos esses personagens clássicos e amados de volta para o cinema.”
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
O episódio mais recente de ‘O Mandaloriano‘ introduziu um trio de guerreiros liderado pela lendária Bo-Katan Kryze (Katee Sackhoff), personagem originária das animações ‘Star Wars: The Clone Wars’ e ‘Rebels‘.
No episódio, Kryze ajuda Din Djarin (Pedro Pascal) a se livrar de sequestradores da raça alienígena Quarren, e diz a ele onde encontrar Ahsoka Tano (Rosario Dawson) para que o Baby Yod tenha o devido treinamento jedi.
Os trajes usados por ela e seus aliados foram desenhados pelos artistas da Ironhead Studios, e a companhia comemorou a parceria ao compartilhar uma arte conceitual em seu perfil do Instagram.
Confira, junto com uma imagem oficial dos personagens:
“Estamos muito orgulhosos dos trajes Bo-Katan e Koska (personagem de Sasha Banks), que desenhamos para a 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘. Fazer parte do universo ‘Star Wars‘ está em nossa lista de desejos há muito tempo. Colocamos muito entusiasmo nessas duas armaduras. Muito obrigado à figurinista Shawna Trpcic por nos confiar esses personagens!“
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
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