Em MISSÃO REFÚGIO, um homem marcado pelo passado que se esconde em uma ilha remota. Tudo muda quando ele salva uma garota de uma violenta tempestade no mar. O resgate logo se transforma em uma fuga perigosa, colocando os dois na mira de inimigos implacáveis. Sob ameaça constante, ele terá que usar todas as suas habilidades para protegê-la a qualquer custo.
Um sonho de primavera e dragões tem mantido os fãs de ‘As Crônicas de Gelo e Fogo‘animados neste inicio de ano.
O autor da série de fantasia que inspirou o sucesso da HBO ‘Game of Thrones’, George RR Martin, afirmou que espera ver seu sexto livro da saga adaptada para a TV, ‘Os Ventos do Inverno’, nas prateleiras em 2017.
Mas, ainda que isso não aconteça, parece que Martin tem outro trabalho a caminho para agradar os amantes do gênero.
Conforme revelado em sua descrição oficial na Amazon, o livro de antologia de Gardner Dozois, ‘Book of Swords’, contará com um conto de Martin que está ambientado em seu maciço mundo literário. Como a descrição diz, “Quinze contos originais comemorando a idade de ouro da fantasia de espada e bruxaria, incluindo uma nova história de George R. R. Martin, que se passa no universo de ‘Game of Thrones’!”
Ainda que isso não revele nada da natureza do conto, sem dúvida, esta é uma notícia emocionante para os fãs que gostam de expandir seu interesse em Westeros para além da história central de fogo e sangue. Na verdade, alguns fãs realmente preferem as aventuras de “Dunk e Egg“, a série de ficção sobre um cavaleiro andante e o futuro rei Targaryen, enquanto cavalgavam pelas grandes terras de Westeros 90 anos antes de Ned Stark ter ido a Winterfell.
“‘Você devia fodê-la para ela ver que é lésbica’. Ele disse isso sobre mim durante um encontro com o elenco e a equipe antes de começar a filmar X-Men – O Confronto Final. Eu tinha dezoito anos de idade. Ele olhou para uma mulher de pé ao meu lado, dez anos mais velha, me apontou e disse: ‘Você deveria fodê-la para fazê-la perceber que ela é gay’. Ele era o diretor do filme, Brett Ratner.
Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha saído do armário. Eu sabia que eu era gay, mas não sabia, por assim dizer. Eu me senti violada quando isso aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse uma palavra e continuei vendo o que ele fazia. Este homem, que me lançou no filme, começou nossos meses de filmagem em um evento de trabalho com esse assédio horrível e incontestável. Ele ‘me deixou’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. Eu continuei a observá-lo no set, ele dizia coisas degradantes para as mulheres. Lembro-me de uma mulher caminhando pelo monitor enquanto fazia um comentário sobre uma ‘bichinha feminina’.
Todos nós temos o direito de entrar em consciência de nossa orientação sexual de forma privada e em nossos próprios termos. Eu era jovem e, apesar de já ser uma atriz trabalhador por tanto tempo, de várias maneiras fui isolada, crescendo em sets de filmagens ao invés de estar cercada dos meus pais. O comentário de Ratner repetiu em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, quando encontrei a homofobia e lidei com sentimentos de relutância e incerteza sobre a indústria e meu futuro nela. A diferença é que agora posso me afirmar e usar a minha voz para lutar contra a insidiosa atitude estranha e transfóbica em Hollywood e além”, afirmou.
Confira o relato completo:
Ratner foi acusado de assédio sexual por várias atrizes, inclusive Olivia Munn.
O caso mais grave envolve a atriz Natasha Henstridge, que alegou ter sido forçada a fazer sexo oral no diretor, quando tinha apenas 19 anos. De acordo com ela, o fato teria acontecido no início dos anos 90.
Disse ela:
“Ele me pegou realmente de jeito, se forçando fisicamente contra mim. Em um determinado momento eu acabei desistindo de lutar contra suas investidas e ele acabou fazendo aquilo que quis”.
Em resposta à acusação, o advogado de Ratner, Marty Singer, reconheceu que seu cliente teria passado um tempo com Henstridge, mas negou qualquer alegação do gênero, dizendo que de fato a atriz teria ficado incomodada pelo fato de Brett se recusar a deixar sua namorada para ficar com ela.
As acusações vão ainda mais além, com a de uma figurante que teria sido abordada pelo cineasta, que havia lhe pedido favores sexuais em troca de uma participação com fala em ‘Hora do Rush 2’. Outra alegação indica que Ratner teria agredido violentamente as atrizes Katherine Twone e Jaime Ray Newman.
A matéria do jornal ainda relata uma situação constrangedora vivida pela atriz Olivia Munn, que já havia sido mostrada em seu livro, lançado em 2010.
Na ocasião citada, Olivia teria feito uma entrega de comida ao camarim do diretor (no livro ela não revela o nome dele). Ao chegar ao local, ele estaria comendo camarões enquanto se masturbava para ela.
Sobre este caso, Ratner chegou a admitir que o relato se tratava dele, pouco tempo depois do lançamento do livro, negando qualquer ato obsceno. Futuramente ele afirmou ter transado com Olivia Munn, chegando a voltar atrás quanto a essa afirmação.
Antes das novas acusações emergirem, Ratner se envolveu em um pequeno contratempo com a atriz Gal Gadot, que chegou a dispensar a entrega que faria ao diretor do prêmio do Fundo Nacional Judeu. Em seu lugar, a diretora Patty Jenkins concedeu o reconhecimento a ele.
O elenco da nova série da DC, ‘Patrulha do Destino‘, continua ganhando corpo e o ator Brendan Fraser emprestará sua voz para Robotman. Riley Shanahan interpretará o personagem no set de filmagens, trajando seu figurino completo.
A atriz Diane Guerrero, da aclamada série da Netflix, ‘Orange is The New Black‘, viverá Crazy Jane, a heroína mais poderosa do grupo de desajustados.
Incomum e instável, Crazy Jane sofre do caso mais severo existente de distúrbio de múltiplas personalidades. Cada uma de suas 64 personas diferentes vem acompanhada com um super poder.
A série começará suas gravações em Atlanta no verão de 2019, com a produção por conta de Geoff Johns, presidente de entretenimento da DC.
A adaptação da DC/Vertigo, ‘Rainhas do Crime‘ (‘The Kitchen’), já está em exibição nos cinemas brasileiros e o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar a diretora do longa, Andrea Berloff, que aqui marca também sua estreia à frente da direção.
Assinando também o roteiro do projeto, Berloff é conhecida por ter sido indicada ao Oscar pelo brilhante roteiro ‘Straight Outta Compton‘, cinebiografia do grupo de rap NWA.
Sob a tutela da Warner Bros., a cineasta encara uma narrativa mais agressiva, que traz um trio de mulheres que assume o comando de uma perigosa máfia atuante na Hell’s Kitchen dos anos 70.
Segundo ela, o desejo de investir em uma trama que inverte os papéis surgiu a partir de uma ausência de algo do gênero em Hollywood. Pontuando que temáticas que abordam grupos mafiosos geralmente deixam protagonistas femininas de lado, Berloff contou que havia um nicho a ser explorado.
Disse:
“Eu li a graphic novel e fiquei tão empolgada com a ideia de criar um filme verdadeiro de máfia, genuinamente voraz, um filme agressivo, mas com mulheres no centro. E eu percebi que eu nunca tinha visto isso e pensei que seria uma grande oportunidade. E quando paro para analisar, penso: ‘porque isso nunca havia sido feito? Isso é tão óbvio!’. E eu fiquei muito empolgada em poder explorar esse gênero”.
A diretora ainda comentou sobre a oportunidade de ver mulheres tomando papéis normalmente destinados para homens, pontuando um diferencial que serviu como destaque para tratar a dinâmica das personagens.
Disse:
“Eu amo a ideia de ver mulheres assumindo papéis geralmente masculinos, explorando a forma como elas trabalham de maneira diferente deles, mas também igual em alguns aspectos. No final das contas, homens e mulheres são muito parecidos. Nós queremos as mesmas coisas, queremos prover para nossas famílias, queremos manter nossos entes queridos em segurança e também queremos ser respeitados. Essas qualidades são genuínas tanto em homens, como mulheres. E digo isso sem querer ser desrespeitosa com os homens – porque eles também fazem isso, mas eu acho que as mulheres são – particularmente – boas em colaborar e trabalhar em equipe. E eu tentei explorar essa ideia de como a máfia funciona quando não existe apenas um chefe”.
Em ‘Rainhas do Crime‘, os fãs da DC/Vertigo ainda poderão conferir uma narrativa ambientada em um contexto real. Trazendo seu próprio viés para a história, a diretoraAndrea Berloff pretende explanar uma época onde um grupo de mafiosos irlandeses dominava parte da cidade de Nova York, conforme contou ao CinePOP:
“O filme se passa na Hell’s Kitchen de 1978, época em que havia um grupo mafioso irlandês realmente agressivo na região – isso é tudo verdade. E a cidade estava em um estado de ‘depressão’, economicamente falando. Não haviam muitas opções de emprego para a classe trabalhadora. E aqui, o FBI chega e prende vários homens, com suas esposas assumindo as operações deles e tomando o controle de maneira muito mais perversa e cruel que seus próprios esposos”.
A aclamada cinebiografia do Primeiro Ministro Britânico Winston Churchill, intitulada O Destino de uma Nação (Darkest Hour), já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia nesta terça-feira (25) na grade de programação.
Passado durante a Segunda Guerra Mundial, o filme traz o veterano Gary Oldman (indicado ao Oscar por O Espião que Sabia Demais, 2011) na pele do Primeiro Ministro Britânico Winston Churchill, que precisou lidar com a crise e re-estabelecer a Inglaterra durante seu período mais sombrio. O papel lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator.
Confira o trailer:
Kristin Scott Thomas, Ben Mendelsohn e Lily James completam o elenco principal, nas peles de Clementine Churchill, a esposa do político, o Rei George VI, e Elizabeth Nel, secretária particular de Churchill. A direção é de Joe Wright (Orgulho & Preconceito, 2005). A estreia fica para o dia 11 de janeiro de 2018, bem a tempo para a época mais prestigiada do cinema.
A minissérie de suspense ‘Clickbait‘ teve a sua estreia na Netflix nesta semana e segue conquistando os assinantes do streaming, com seu surpreendente e chocante final.
E para a nossa jornalista e crítica Rafa Gomes, a série já segue como sendo a melhor lançada na plataforma em 2021, justamente por desenvolver a trama de forma eletrizante, à medida em que traz poderosas reflexões sobre os profundos impactos da tecnologia e das redes sociais na sociedade contemporânea.
Assista:
Abordando a forma como a tecnologia e as novas mídias digitais deram origem a outras categorias de crimes, a minissérie explora uma caótica e criminal reação em cadeia, nascida a partir de um grande mal entendido.
E segundo um dos co-criadores da produção, Tony Ayres, ‘Clickbait‘ é baseada em uma coletânea de crimes reais.
“Nos tornamos fascinados pela ideia de novas categorias de crimes que surgiram desde que a internet começou a tomar conta das nossas vidas. E [Christian] White fez esse documento de pesquisa fenomenal, em que ele vasculhou vários desses crimes, de quando o mundo virtual vaza para o real e acaba gerando um profundo impacto nos seres humanos. E então decidimos fazer a nossa série baseada em uma sucessão de crimes que de fato aconteceram”.
Confira o trailer:
Zoe Kazan, Adrian Grenier, Betty Gabriel e Phoenix Raei estrelam a obra, cuja narrativa explora de que modo nossos impulsos mais perigosos e incontroláveis são alimentados na era das redes sociais, revelando as fraturas entre o que somos e o que queremos ser.
A minissérie tem oito episódios.
Kazan dá vida a Pia Brewer, uma jovem mulher desesperada por respostas e em busca de seu irmão desaparecido. Gabriel será Sophie Brewer, uma mulher que luta para manter sua família unida em meio a uma crise midiática. Grenier interpreta Nick Brewer, cuja vida aparentemente perfeita é destruída quando ele se torna cúmplice de um crime hediondo. Raei, por sua vez, será Roshan Amir, um detetive que se vê no centro de uma tempestade midiática à medida que investiga o caso de assassinato supracitado.
Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo, mas o roteiro é assinado por Alan McElroy (Halloween 4) e Matthew Mixon.
Entre os produtores, temos nomes de peso comoTyler Perry,Jason Blum, o próprio Lee, Tim Palen e Dominique Telson. O projeto é uma colaboração entre a Peachtree & Vine, a Blumhouse e a Blackmaled Productions. Shaun Sutton, Philip Waley e McElroy atuam como produtores executivos.
Malcolm D. Lee fez história com ‘Viagem das Garotas‘, primeira produção com equipe criativa totalmente negra — na frente e atrás das câmeras — a ultrapassar US$ 100 milhões nas bilheteiras dos EUA. Já sua série limitada ‘The Best Man: The Final Chapters‘, da Peacock, foi a primeira da plataforma a entrar no Top 10 da Nielsen.
O elenco reúne grandes nomes em ascensão:
Chloe Bailey, indicada ao Grammy com o duo Chloe x Halle, consolidou sua carreira solo com o hit Have Mercy e o álbum In Pieces. Na atuação, ganhou o NAACP Image Award por ‘Praise This’ e brilhou na série ‘Swarm‘, de Donald Glover.
Coco Jones, vencedora do Grammy de Artista Revelação, também integra o elenco, após o sucesso com a série ‘Bel-Air‘ e sua carreira musical em ascensão.
Lucien Laviscount é conhecido por seu papel em ‘Emily em Paris‘, da Netflix, série que alcançou o topo global da plataforma.
Lynn Whitfield é aclamada por seu papel como Josephine Baker no filme, ‘A História de Josephine Baker‘, da HBO, e por protagonizar ‘Greenleaf‘, série produzida por Oprah Winfrey.
Anna Diop conquistou a crítica com o filme ‘Nanny‘, vencedor do Grande Prêmio do Júri em Sundance 2022, e também estrelou ‘Titans‘ e ‘Us‘.
Romy Woods integra o elenco em um papel ainda não divulgado.
O filme ainda não tem previsão oficial de estreia, mas promete reunir suspense, representatividade e grandes talentos da indústria.
Com tamanha criatividade que existe na internet, é realmente fácil que alguns cinemas ao redor do mundo se confundam e utilizem artes falsas para promover filmes.
É o que aconteceu na Índia, segundo o site ComicBook, um cinema de lá usou um cartaz feito por fãs para divulgar ‘Liga da Justiça’.
Difícil mesmo é achar algo que não esteja errado nesse pôster. Veja:
Outro caso semelhante aconteceu na China, confira:
Um pôster alternativo de ‘Liga da Justiça’ vem causando grande polêmica na China.
O pôster traz os heróis em suas poses características, porém, alguns personagens da Marvel como Homem de Ferro, Thor, Wolverine eDeadpool estão sendo mortos pela equipe de heróis da DC.
Acreditava-se que se tratava de uma montagem feita por fãs, mas esse pôster está em distribuído em várias redes de cinema no país, além do aplicativo Wanda Cinema, o mais utilizado pelo público.
Confira a arte sangrenta:
Não se sabe ainda se esse pôster foi autorizado pela Warner no país. Além de ser graficamente agressivo, também existe toda uma questão de direitos autorais da Marvel e da Fox.
O ator Ryan Reynolds confessou que nunca assistiu a ‘Lanterna Verde’, o filme de 2011 em que interpreta o famoso herói da DC, por inteiro.
A revelação veio através de uma entrevista à EW para divulgar ‘Deadpool 2’, onde o ator foi perguntado sobre seu anterior “emprego de super-herói”.
“Preciso tomar muito cuidado em respondo isso, mas a verdade é que nunca vi o filme inteiro. Eu assisti a uma versão com os efeitos inacabados”
Apesar de não ter assistido, o ator completa que isso não significa que não goste do filme:
“Isso não quer dizer que não goste do filme. Tenho filmes na minha carreira que foram bem recebidos, mas eu nunca assisti. Tem filmes que ninguém gosta, mas eu já vi 10 vezes. As piadas com ‘Lantera Verde’ são divertidas. Não é só eu falando, é Deadpool”
‘Lanterna Verde’ foi dirigido por Martin Campbell (‘007 – Cassino Royale’) e recebeu muitas críticas negativas dos fãs e críticos especializados.
Já ‘Deadpool 2’ chega aos cinemas em 17 de maio de 2018.
A produção do Festival do Rio acaba de anunciar que ‘As Viúvas’, mais novo longa do cineasta Steve McQueen (’12 Anos de Escravidão’), será o filme de abertura da sua edição 2018
A sessão de gala acontecerá no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro no dia 1º de novembro.
Na trama, quatro mulheres sem nada em comum, exceto uma dívida deixada pelas atividades criminosas de seus maridos mortos. Situada em Chicago, em meio a um tumulto, as tensões aumentam quando Veronica (Viola Davis), Alice (Elizabeth Debicki), Linda (Michelle Rodriguez) e Belle (Cynthia Erivo) assumem seus destinos e conspiram para forjar um futuro do seu próprio jeito.
Assista ao trailer:
O Festival acontecerá de 1º a 11 de novembro.
O Festival do Rio surgiu em 1999, como resultado da fusão de dois festivais de cinema anteriores, o Rio Cine Festival e a Mostra Banco Nacional de Cinema, criada em 1988.
Pare por alguns segundos e pense: existe alguma música que te remeta imediatamente a algum filme? Certamente sua resposta foi “sim”, porque essa forma de arte caminha lado a lado com o cinema, ajudando a contar a história e, principalmente, a gerar a emoção necessária no momento certo. E ainda que só apareça em forma instrumental (como no caso de Titanic, por exemplo), pode acreditar que o fato dela estar presente em determinada cena não é por acaso…
No entanto, existem algumas produções que fazem a música ir ainda mais além e se tornar uma personagem da história, a ponto do filme perder todo o sentido se ela for retirada dali. Em geral, se tratam de musicais, filmes sobre dança ou que contam a trajetória de uma banda – fictícia ou não – em busca do estrelato, mas também existem outros gêneros que se apoiam na trilha para narrar a trajetória dos personagens.
Então, pensando nisso, para te ajudar a aproveitar essas duas expressões artísticas ao mesmo tempo, preparamos uma lista com 7 filmes (+1) onde a trilha sonora é quase protagonista. Confira – e já prepare os fones de ouvido para continuar escutando suas canções favoritas depois de ver ou relembrar algum longa:
“Hold me closer, Tiny Dancer Count the headlights on the highway Lay me down in sheets of linen You had a busy day today” (Tiny Dancer – Elton John)
Com os anos 70 como pano de fundo,Quase Famososconta a história de William Miller (PatrickFugit), um adolescente fã de rock que consegue um trabalho na revista Rolling Stones para acompanhar a banda Stillwater em turnê. E durante essa jornada, que deveria contar com a objetividade jornalística, o jovem acaba se envolvendo mais do que deveria com o grupo, suas groupies (incluindo a ótima personagem Penny Lane, vivida porKate Hudson) e todos os demais dilemas que poderiam levar a banda a uma definitiva separação.
Na trilha sonora, além de clássicos do rock, também aparecem canções originais da banda fictícia Stillwater. Mas, sem dúvidas, o momento mais marcante do longa é a cena em que todos cantam a excelente Tiny Dancer, de Elton John. Depois de se desentenderem durante a turnê, a banda e seus agregados voltavam em silêncio no ônibus – até que a música começa a tocar e todos deixam as diferenças de lado para cantarem juntos, fazendo as pazes sem que fosse necessária uma só palavra que não fizesse parte da melodia. É de arrepiar e de nos fazer sorrir para a tela…
“But are we all lost stars Trying to light up the dark?” (Lost Stars – Adam Levine)
Com os queridinhos Keira Knighley e Mark Ruffalo como protagonistas, Mesmo Se Nada Der Certo– ou Begin Again, no título original – conta a história de duas pessoas que tiveram os destinos cruzados na noite em que chegavam ao fundo do poço. Greta, personagem de Keira, tinha acabado de descobrir a traição do namorado Dave (interpretado por Adam Levine, o vocalista da banda Maroon5); já Dan, vivido por Ruffalo, pensava em se matar depois de ter sido expulso da gravadora que tinha ajudado a fundar e de perceber que, na verdade, era uma vergonha para sua filha adolescente (HaileeSteinfeld).
Como uma é aspirante à cantora e o outro produtor musical, a música os conecta e os faz olhar o mundo com novos olhos enquanto entram em um projeto ambicioso de gravar um CD com os sons da rua. Assim, além da história inspiradora e gostosa de assistir, o filme também conta com uma trilha sonora própria que você não vai conseguir parar de ouvir mesmo depois dos créditos subirem. A belíssima LostStars é o carro-chefe, mas composições como Coming Up Roses e Tell Me If You Wanna Go Home também se destacam.
“Tell me something, girl Are you happy in this modern world? Or do you need more? Is there something else you’re searching for?” (Shallow – Lady Gaga e Bradley Cooper)
Indicada em várias categorias principais no Oscar deste ano – incluindo Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Canção Original -, o quarto remake de Nasce Uma Estrela conta com músicas originais escritas pela cantora e protagonista do longa, Lady Gaga. Entregando uma atuação inspiradora, a artista chama atenção no filme com as performances de Always Remember Us This Way, I’ll Never Love Again (onde sua interpretação já justifica sua indicação ao maior prêmio da sétima arte) e a amada Shallow – a escolhida para a categoria de Melhor Canção.
Para quem ainda não assistiu ao filme, já fica o aviso: você provavelmente vai passar dias ouvindo a trilha sonora incessantemente! Além disso, também prepare-se para se emocionar com a intensa história de amor entre Ally e Jackson (Bradley Cooper) – uma aspirante à cantora que descobre a fama e um já famoso cantor de rock que começa a causar problemas no relacionamento por conta de seus fantasmas internos e o uso excessivo de álcool.
“Here’s to the ones Who dream Foolish, as they may seem” (Audition – Emma Stone)
O quase-vencedor do Oscar de 2017, La La Land é uma verdadeira homenagem à musicais clássicos de Hollywood – e por isso, como não poderia ser diferente, é um ótimo exemplo de filme onde a música também rouba a cena. Como nos longas do gênero, tem momentos onde os diálogos são substituídos por performances musicais e sequências que envolvem canto e dança para contar determinada parte da história.
A trama de amor, encontros e desencontros entre o pianista Sebastian (Ryan Gosling) e a atriz iniciante Mia (Emma Stone) tem a charmosa Los Angeles como pano de fundo, e músicas originais que também marcam a trajetória dos dois no decorrer do longa. City Of Stars é a mais lembrada, mas como não se emocionar com a performance inspiradora de Emma Stone em Audition? É uma daquelas cenas feitas para rever e se emocionar sempre.
“Now I’ve had the time of my life No, I’ve never felt like this before Yes I swear it’s the truth And I owe it all to you” (I’ve Had The Time Of My Life – Bill Medley e Jennifer Warnes)
Difícil encontrar alguém que nunca tenha visto esse clássico da Sessão da Tarde ou ao menos não conheça sua música tema – (I’ve had) The Time Of My Life. A icônica dança que encerra o longa, inclusive, é até hoje reproduzida em festas de 15 anos, casamentos e bailes, de tão famosa que se tornou no mundo do cinema. E por causa disso, ainda que tenha outras músicas marcantes no decorrer da história – como She’s Like The Wind, do próprio Patrick Swayze, o protagonista -, só esta canção já seria motivo suficiente para colocar Dirty Dancing na lista.
Nessa história de amor que se passa em um clube de férias nos anos 60, Baby (Jennifer Grey) é uma garota rica que se aproxima de Johnny Castle (Patrick Swayze) para substituir sua parceira de dança que engravidou por acidente de um dos hóspedes do hotel. A partir daí, apesar da resistência de Johnny por achar que Baby é apenas mais uma garota rica, os dois acabam se envolvendo enquanto têm a dança como principal testemunha. O filme é um daqueles clichês que aquecem o coração e nunca vão perder a graça… E sempre bom lembrar: “Nobody puts baby in a corner“.
6 – A Escolha Perfeita (2012)
You’re gonna miss me by my hair You’re gonna miss me everywhere, oh You’re gonna miss me when I’m gone” (When I’m Gone – Anna Kendrick)
Para quem quer músicas marcantes em comédias adolescentes que se passam em universidade, essa é a escolha perfeita (com o perdão do trocadilho). Na trama protagonizada pela carismática Anna Kendrick, o grupo acapella The Barden Bellas precisa se reinventar após uma traumática apresentação onde uma das cantoras vomita no palco. Para darem adeus ao visual certinho e às músicas óbvias em que sempre apostavam, elas contam com a ajuda da aspirante à DJ Becca (Kendrick) para conseguirem um novo estilo e recuperarem o respeito no campus.
Ao longo do filme, releituras acapella de sucessos como Since U Been Gone, Party in the USA e Don’tStop The Music empolgam – além do momento em que fazem referência a Clube dos Cincoe cantam Don’t You, da banda Simple Minds. No entanto, o destaque fica por conta da música original do filme – When I’m Gone, interpretada pela própria Anna Kendrick, que é acompanhada por uma brincadeira com copos que você, com certeza, vai querer imitar.
Embora este primeiro seja o mais elogiado – e, por isso, o escolhido para a lista -, vale lembrar que o filme tem mais duas sequências (de 2015 e 2018) e rumores de um quarto longa para fechar a história.
“Love of my life, can’t you see? Bring it back, bring it back Don’t take it away from me Because you don’t know What it means to me” (Love Of My Life – Queen)
Além de Nasce Uma Estrela, o Oscar deste ano também tem outro filme que se destaca pela trilha sonora: Bohemian Rhapsody, a cinebiografia da banda Queen. Indo do início da carreira de FreddyMercury – interpretado por Rami Malek – à lendária apresentação no Live AID, o longa conta com os maiores hits para narrar a trajetória de sucesso de um dos maiores grupos de rock do mundo.
Dos momentos em que a música é colocada para gerar emoção às horas em que a banda se apresenta – como na cena em que Freddy e a esposa vêem o vídeo da multidão cantando a belíssima Love Of My Life no Rock in Rio -, difícil sair do cinema sem gostar ainda mais da banda e sem passar alguns dias revisitando sua discografia atrás de clássicos como We Are The Champions, Under Pressure e a própria Bohemian Rhapsody, que dá nome ao longa.
“And if a double-decker bus Crashes into us To die by your side Is such a heavenly way to die” (There is a Light That Never Goes Out – The Smiths)
Para fechar a lista, fica de bônus um filme que, embora não seja um musical e nem conte a história de nenhuma banda ou artista em busca do estrelato, também se apoia muito na música ao longo do enredo: 500 Dias com Ela, queridinho do cinema indie e de quem gosta de tramas que mostrem a realidade dos relacionamentos modernos. Com uma linha do tempo não-linear, (500) Days Of Summer, no título original, revisita a trajetória de Summer (Zooey Deschanel) e Tom (Joseph Gordon-Levitt) para mostrar os altos e baixos de uma relação sem definição e fazer o protagonista entender o porquê dela ter chegado ao fim para sair da bad em que se encontra.
O destaque da trilha sonora começa quando o casal se fala pela primeira vez no elevador: Tom, distraído, escuta There is a Light That Never Goes Out dos Smiths nos headphones e Summer elogia seu gosto para músicas cantarolando a canção (quem não ama essa cena?). Mas não para por aí: também tem o momento em que o protagonista dança na rua ao som de You Make My Dreams Come True após ter sua primeira noite com a personagem de Zooey Deschanel, o karaokê com Here Comes Your Man e várias outras músicas marcantes que ajudam a dar o tom exato ao enredo. Além das já citadas, Sweet Disposition, There Goes The Fear e Hero estão entre as mais marcantes e até hoje fazem os fãs lembrarem do longa quando são tocadas em algum lugar…
A Sony Pictures divulgou um novo trailer de ‘A Caminho de Casa’ (A Dog’s Way Home), filme que mostra a emocionante jornada de uma cachorrinha para encontrar seu dono perdido, o que o leva a um percurso de mais de 600 quilômetros. Bryce Dallas Howard (de ‘Jurassic World’) faz a voz da cachorrinha.
Segundo a matéria, Hii dará vida a Brad, um rival romântico para Peter Parker (Tom Holland), visto que tentará ganhar a atenção de MJ (Zendaya). “Ele é o tipo de cara que pessoas como eu e Peter odiavam na escola”, o produtor executivo Eric Carroll disse durante recente entrevista.
“Seu cabelo é sempre certinho, suas roupas são incríveis, ele sempre tem algo engraçado para dizer, leu os mesmos livros de MJ”, Carroll acrescentou. “E esse tipo de coisa”.
Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.
Confira também as primeiras reações ao longa-metragem:
#Jumanji’s sequel #TheNextLevel does what few sequels can do… make a movie that’s just as good, if not better than the first. They kept what was fun and built on it, with hilarious changes that left me laughing out loud often. Worth seeing #JumanjiTheNextLevel! pic.twitter.com/fRgDwywta2
“A sequência de ‘Jumanji’ faz o que poucas sequências conseguem… Um filme que é tão bom quanto, senão melhor, que o primeiro. Eles mantiveram o que já era engraçado e construíram em cima disso, com mudanças hilárias que me fizeram rir o tempo todo. Vale muito a pena ver”.
#Jumanji#TheNextLevel is hilarious. It’s impossible to pick one cast member who stands out above the rest. It has some unexpected heart, too. Big time.
“‘Jumanji: Próxima Fase’ é hilário. É impossível escolher um membro do elenco que se destaque dos outros. E tem um sentimentalismo inesperado, também”.
Body swap movies are the greatest – especially a body swap movie with an A+ ensemble like #JumanjiTheNextLevel. The action is fun but I could watch Johnson, Hart, Gillan and Black play with that format for hours. And now with Awkwafina too! Such a great addition to the group! pic.twitter.com/87TM7nyiQ9
“Filmes com trocas de corpo são os melhores – ainda mais com um elenco do nível de ‘Jumanji: Próximo Nível’. As sequências de ação são divertidas, mas eu poderia assistir Dwayne Johnson, Kevin Hart, Karen Gillan e Jack Black brincando com esse formato por horas. E agora Awkwafina também! Uma adição ótima para o grupo”.
JUST screened @jumanjimovie here in #Cabo where we are filming cast interviews later this week! I CANT WAIT! SO AWESOME to see this story continue on the big screen. You wont be disappointed…it’s a FUN ride! #Jumanji#JumanjiTheNextLevel
“Acabei de assistir [ao filme]! […] É incrível ver essa história continuar nas telonas. Vocês não ficarão desapontados… É uma aventura divertida”.
Just came out of the #Jumanji The Next Level screening! Super fun, higher stakes, more emotional moments. For me, the first one belonged to @jackblack; this one is @KevinHart4real’s. But everyone was stellar as always. Also, great surprises in store! pic.twitter.com/h2jJTAdvGZ
“[…] Super divertido, expectativas maiores, mais momentos emotivos. Para mim, o primeiro foi fruto de Jack Black; este aqui, de Kevin Hart. Mas todos estão estelares como sempre. Além disso, ótimas surpresas guardadas!”.
Lembrando que Jake Kasdan retorna à direção da sequência.
A gangue está de volta, mas dessa vez, o jogo mudou. Enquanto retornam a Jumanji para resgatar um dos seus, eles descobrem que nada é o que parece. Os jogadores precisarão desbravar partes desconhecidas e inexploradas, dos desertos áridos às montanhas cheias de neve, tudo para escapar do jogo mais perigoso do mundo.
Em seu Twitter oficial, o diretor Christopher McQuarrie revelou que Esai Morales (‘Titãs’) foi elencado nas duas próximas sequências de ‘Missão Impossível’.
O ator irá substituir Nicholas Hoult como o antagonista.
‘Missão Impossível 7’, anteriormente previsto para julho de 2021, chegará aos cinemas em 18 de novembro de 2021. Enquanto isso, ‘Missão Impossível 8’ será lançado no dia 3 de novembro de 2022, três meses depois de sua data original.
Para promover o lançamento da primeira temporada de ‘Ratched‘, a Netflix se reuniu com a vencedora do Emmy Sarah Paulson, trazendo a icônica atriz para responder perguntas feitas por fãs brasileiros.
O vídeo completo será lançado nesta segunda-feira, 28 de setembro.
Confira o teaser:
A mulher, a patroa, a dona da p***a toda e lenda acessível @MsSarahPaulson respondeu às perguntas dos fãs brasileiros. Isso aqui é só pra deixar vocês atentos. Na segunda tem mais. pic.twitter.com/4IUo6Z7Cgz
Em 1947, a jovem Mildred Ratched (Paulson) iniciava sua carreira profissional no sistema de saúde mental. No entanto, com o decorrer dos anos ela passou de uma simples enfermeira para um verdadeiro monstro, realizando uma série de assassinatos.
Segundo o The Hollywood Reporter, o ator Regé-Jean Page entrou para o elenco da nova adaptação de ‘Dungeons & Dragons’, supervisionada pela Paramount.
Detalhes sobre seu papel não foram revelados.
Page tornou-se mundialmente famoso ao interpretar o Duque de Hastings na série ‘Bridgerton’, da Netflix, caminhando para uma carreira de pura glória. Ele se junta aos previamente anunciados Chris Pine, Michelle Rodriguez, Justice Smith.
Em 2000, uma adaptação para os cinemas foi lançada, sendo massacrada pelos críticos e fracassando nas bilheterias. Anos mais tarde, o longa ganhou duas sequências produzidas direto em vídeo, que foram prontamente ignoradas pelo grande público.
Criado por Gary Gygax e Dave Arneson, o original ‘Dungeons & Dragons‘ foi publicado pela primeira vez em 1974.
Novas informações sobre a adaptação devem ser divulgadas em breve.
Na Turquia dos anos 1990, adolescentes marginalizados unem forças para fazer uma professora querida se apaixonar e ter um motivo para ficar na cidade com eles.
Quando uma história é bem contada, é muito difícil esquecê-la. Normalmente, anos podem se passar e memórias da narrativa, por mais fragmentadas que estejam, ainda perambulam nossa mente e nos transportam a um momento nostálgico em que nada mais existia a não ser a pura envolvência entre o espectador e o filme: é por essas e outras razões que ‘Coraline e o Mundo Secreto’ permanece como uma das melhores e mais sombrias animações já feitas, cuja amplitude de alcance não se restringe apenas a uma parcela da audiência, mas esgarça suas inúmeras ramificações e encanta qualquer um que ouse lhe assistir.
A trama gira em torno de uma jovem garota de doze anos que se muda para uma nova casa, no meio do campo, a qual compartilha com outros três moradores excêntricos e alguns vizinhos nada além de estranhos e perturbadores. Sentindo-se sozinha e abandonada pelos pais, cujas carreiras parecem ser mais importante que nutrir a natural carência da filha, ela encontra refúgio em um mundo secreto, escondido atrás de uma pequena porta na sala de estar, povoado por seres com olhos de botão que guardam consigo um terrível segredo. Em se tratando de uma obra de animação, é costumeiro cairmos na ideia de que tais filmes são destinados a criança; porém, devemos levar em conta que a história foi arquitetada por ninguém menos que Neil Gaiman, cujo tato para distorção e enriquecimento metafísico da mais simples das narrativas é inegavelmente assustador.
Em outras palavras, estamos lidando com algo muito mais profundo do que aparenta, a começar pela estética: realizado inteiramente em stop-motion, o diretor Henry Selick mergulha fundo nas estéticas expressionistas e impressionistas para dar vida às páginas de Gaiman, optando por duas paletas de cores contraditórias entre si e que refletem a atmosfera principal de cada uma das dimensões: Coraline Jones (Dakota Fanning) permanece em um estado de melancolia constante, vagando pelos corredores caindo aos pedaços do casarão e explorando o que for possível para se manter ocupada. Entretanto, seus reais desejos de passar mais tempo com a família e até mesmo cuidar do decadente jardim à frente da mansão são ofuscados pelos próprios mais, Mel (Teri Hatcher) e Charlie (John Hodgman), os quais tentam empurrá-la para outros afazeres.
A nossa heroína, com seu cabelo azul-escuro chamativo e sua capa de chuva amarelo-ovo, desde o princípio se mostra com uma personalidade irreverente e afrontosa: não é à toa que sua caracterização entra em conflito com as cores neutras do mundo real (cinza-claro, branco, preto, marrom e até mesmo uma tendência para o rosa desbotado); ela é uma forasteira e ninguém a compreende, nem mesmo seu vizinho de mesma idade, Wyborne “Wybie” Lovat (Robert Bailey Jr.), com quem tenta criar uma relação, mas acaba servindo apenas para irritá-la ainda mais perante todos os problemas que já têm que enfrentar.
Não é nenhuma surpresa que a descoberta desse novo universo, uma ramificação mais didática e compreensível das teorias do mundo invertido e da multidimensionalidade do cosmos, a conquiste logo de cara. É claro, partindo do complexo da onipotência endeusada, a Outra Mãe (também dublada por Hatcher, que faz um incrível trabalho e consegue criar dois personagens totalmente diferentes) arquiteta-o à imagem e semelhança do que Coraline já conhece: os jardins, os outros moradores, tudo embebido na mais pura magia – que, aqui, serve como um escape viciante do estresse e cruel realidade. Apesar dos incômodos botões no lugar dos olhos, assustadores desde a primeira vez que o público se depara com eles, quem não se apaixonaria por um lugar em que todos os sonhos se tornam realidade? E, além disso, devemos nos lembrar do fato da personagem principal é uma criança desamparada pelos pais a qual encontra, de repente, todo o carinho que sempre desejou.
Uma armadilha, por assim dizer, é o que se depreende conforme a narrativa vai se seguindo: nem tudo são maravilhas; Gaiman, com seu extenso background criativo, sabe muito bem que os contos de fada e suas lições de moral trazem ensinamentos contundentes com a realidade que enfrentamos – não aceite nada de estranhos, não converse com desconhecidos, não siga a trilha da floresta – e traz os tons fabulescos para uma mistura de ficção fantástica e drama, travestida da mais pura jornada do herói. Coraline é seduzida e depois percebe as consequências de seus atos. Ela confia em quem não deveria – e até a mãe e o pai verdadeiros chegam a pagar o preço, colocando-o em uma última investida para salvá-los e destruir os domínios da Outra Mãe, também conhecida como a Bela Dama.
O longa é uma mistura de ‘Chapeuzinho Vermelho’ com ‘João e Maria’, perscrutado com modernizações e ironias ácidas próprias de Gaiman. Apesar do revestimento infantil e que ameniza um pouco os eventos decorridos, a força-motriz da narrativa é o suspense, reafirmado até mesmo pela estética do stop-motion. Tudo é construído com curvas suntuosas, ângulos estranhos, seguindo uma dialética essencialmente catártica: a fluidez do movimento das personagens é óbvio, mas nenhuma dessas conexões entre público-filme seriam possíveis sem o belíssimo trabalho fotográfico e cênico, que preza por ângulos holandeses propositais e recorrentes e técnicas que nos remontam aos terrores clássicos de Alfred Hitchcock.
Selick também assina o roteiro e faz questão de dar o foco necessário a cada um dos personagens, incluindo os incríveis coadjuvantes. Seja na forçada dramaticidade das irmãs Spink e Forcible (dubladas por Jennifer Saunders e Dawn French, respectivamente), ou na circense e paradoxal presença do Sr. Bobinsky (Ian McShane se entregando de corpo e alma a um dos personagens mais memoráveis de sua carreira), cada um é de extrema importância para respaldar o desenvolvimento e o amadurecimento da protagonista, a qual, no final das contas, percebe como eles estavam apenas tentando ajudá-la a encontrar seu propósito.
‘Coraline e o Mundo Secreto’ é uma animação inesquecível que foge de quaisquer convencionalismos de gênero e definitivamente não se restringe apenas ao público infantil. E, como se não bastasse, a mente conturbada e genial de Gaiman não apenas nos permite se apaixonar por sua obra, como também nos lança em um constante looping de plot twists, ação, drama e a mais ácida das comédias.
A produção conta a história do 6888º Batalhão, um grupo formado apenas por mulheres negras que contribuiu para o esforço de guerra de uma maneira única: classificando uma carteira de correspondência não entregue de três anos e entregando a correspondência a soldados americanos longe de casa.
Diante da discriminação e de um país vasto e desconhecido dividido por um conflito global, as 855 mulheres que compuseram o grupo trouxeram esperança para a linha de frente. “Sem correspondência, moral baixa” foi o lema que deram a si mesmos, cumprindo a promessa de entregar nada menos que 17 milhões de artigos e a elevar os ânimos quando os Estados Unidos mais precisavam.
O reboot de ‘Mansão Mal-Assombrada’ chega muito em breve aos cinemas de todo o mundo e, agora, a Walt Disney Studios divulgou um trailer inédito da produção.
Confira:
Segundo aqueles que já assistiram ao longa-metragem, o resultado é bastante positivo, cheio de coração e guiado por um elenco estelar. Além disso, os jornalistas comentaram sobre as múltiplas referências à atração original dos parques da Disney, e elogiaram o trabalho incrível do diretor Justin Simien e da roteirista Katie Dippold.
Confira:
Did not expect #HauntedMansion to be a study of loss and grief, but Justin Simien delivers the better adaptation of the beloved ride through his storytelling. Lots of laughs and plenty of jumps. Kris Bowers’ score is a delight, top notch production design. Fab cast pic.twitter.com/GK4TwsdHB0
“Não esperava que ‘Mansão Mal-Assombrada’ fosse um estudo sobre perda e luto, mas Justin Simien entrega a melhor adaptação da adorada atração através de sua narrativa. Muitas risadas e vários sustos. A trilha sonora de Kris Browers é deliciosa, design de produção impecável. Elenco fabuloso”.
I’m still gathering my thoughts on #HauntedMansion but I will say this, the amount of heart it has couldn’t have been achieved without the writing of Katie Dippold. She weaves together a story that tackles death/grief in a palpate way while riding a fine line btwn humor/horror. pic.twitter.com/hgaLAIS5hK
“Ainda estou matutando sobre ‘Mansão Mal-Assombrada’, mas digo isso: o tanto de coração que [o filme] tem não poderia existir sem o roteiro de Katie Dippold. Ela tece uma história que fala sobre morte/luto de uma forma palpável enquanto monta em uma linha tênue entre humor/terror”.
It’s a love letter to the iconic Disney ride & a family friendly thriller. The cast, led by LaKeith Stanfield, is outstanding & hilarious. Full of fun cameos, references to the ride & a healthy dose of jump scares. pic.twitter.com/rj92ujOMU7
“É uma carta de amor à icônica atração da Disney e um suspense para a família. O elenco, liderado por Lakeith Stanfield, é espetacular e hilário. Cheio de participações especiais divertidas, referências à atração e uma dose saudável de sustos”.
Happy to report #HauntedMansion is one of those family films that will spook kids, make adults laugh (a lot), and fans of the ride will keep pointing at the screen because it’s loaded with Easter eggs. Director Justin Simien & screenwriter Katie Dippold did great work. pic.twitter.com/07MfbUUCFC
“Feliz em dizer que ‘Mansão Mal-Assombrada’ é um daqueles filmes de família que irá assustar as crianças, fazer os adultos rirem (muito) – e os fãs da atração irão apontar às telonas, porque [o filme] é cheio de easter eggs. O diretor Justin Simien e a roteirista Katie Dippold fizeram um ótimo trabalho”.
“‘Mansão Mal-Assombrada’ é muito divertido – tão divertido que estou pronto para voltar”.
O longa-metragem será lançado nos cinemas em 28 de julho.
Sob a direção de Justin Simien, o longa busca afastar os fantasmas do fracasso de 2003, ao mesmo tempo em que utiliza o aprendizado adquirido com o filme estrelado por Eddie Murphy.
Durante uma entrevista exclusiva à Entertainment Weekly, Simien compartilhou um dos aspectos cruciais do filme que precisava ser perfeito para capturar a essência da atração.
“[Olhamos para o filme de Eddie Murphy para ver como poderíamos] fazer errado. Chegamos ao ponto de ficar obcecados com o ângulo em que se vê a mansão quando se entra na atração na Disneyland, quando a vemos através dos portões e vemos as colunas. Esse ângulo precisa ser impactante. É assim que fomos específicos. Quando você desliza pela sala de jantar pela primeira vez e vê os dançarinos valsando, aquele ângulo tinha que estar certo, porque é o momento em que você fica sem fôlego na atração”, disse o diretor.
A nova versão acompanha uma mãe solteira, que se muda para uma nova casa em Nova Orleans com seu filho de nove anos. Quando ela descobre que a mansão é assombrada, Gabbie recorre à contratação de um guia turístico paranormal, uma vidente, um padre e um historiador para ajudar a exorcizar a propriedade.
‘Eco’, a nova série do MCU, está prestes a estrear – e, agora, foi divulgado um clipe inédito dando destaque à personagem titular, interpretada por Alaqua Cox.
Confira:
Recentemente, o diretor e produtor executivo Sydney Freeland falou ao ComicBook, revelando que, na verdade, Eco é uma vilã.
“Queríamos algo que, mais uma vez, se você está vindo de ‘Gavião Arqueiro’, e você tem que ter em mente que ela é uma vilã”, explicou Freeland. “Ela é uma vilã. E, tonalmente, queríamos seguir por esse caminho. Acho que, ao falar com os executivos e em nossa abordagem, ao construir o estilo visual, foi meio que: ‘Ah sim, vamos nessa direção, vamos explorar isso’.”
Freeland acrescentou: “Sim, então, nos quadrinhos, o poder dela é que ela pode copiar qualquer coisa, qualquer movimento, qualquer coisa. É meio sem graça, direi que esse não é o poder dela [na série] e deixarei por isso mesmo.”
Lembrando que todos os episódios serão lançados na plataforma no dia 10 de janeiro.
Além de Alaqua Cox, a série também conta com Charlie Cox, reprisando seu papel de Demolidor, e Vincent D’Onofrio de volta como Rei do Crime.
Quinze anos depois de seu lançamento oficial, ‘Arraste-Me para o Inferno’ continua como um dos melhores filmes de terror do século.
Recentemente, a atriz Alison Lohman, que interpretou a protagonista Christine Brown no longa-metragem, se recordou de uma das cenas mais nojentas que teve que rodar para a produção: a sequência em questão colocou Lohman deitada em uma cama, com um boneco sobre ela. O boneco estava cheio de larvas vivas e lodo e, assim que ela abriu a boca para gritar, o conteúdo caiu diretamente nela.
A cena em questão ganhou destaque no X (antigo Twitter), sendo respostada pela atriz.
Alison Lohman behind the scenes of Drag Me to Hell, 2009
Para quem não se lembra, ‘Arraste-me Para o Inferno‘ acompanha Christine, funcionária de um banco que se recusa a liberar um empréstimo para uma idosa manter sua casa. A idosa lança uma maldição sobre Christine e ela tenta se livrar de presenças demoníacas antes que sua alma seja condenada ao inferno.
Sucesso nos cinemas, o terror arrecadou US$ 90.8 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 30 milhões, além de conquistar 92% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Em 2025, a primeira família da Marvel fará sua aguardada estreia no Universo Cinemático Marvel com o lançamento de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’.
Agora, para comemorar o legado desse incrível grupo de heróis, a Marvel Comics anunciou uma nova iniciativa que traz os personagens em histórias clássicas através de 24 capas comemorativas.
Ilustradas por artistas de grande calibre, as capas em questão colocam o Quarteto Fantástico ao lado de seus ajudantes e vilões mais icônicos em recriações incríveis – como, por exemplo, a Mulher Invisível recriando a capa de Wolverine #1, ou o Doutor Destino usando o poder das Joias do Infinito em uma releitura de A Manopla do Infinito.
“O filme acompanha Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) enfrentando seu desafio mais assustador até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis com a força dos laços familiares que os unem, eles devem defender a Terra de um voraz deus espacial chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, a Surfista Prateada (Julia Garner). E, se o plano de Galactus de devorar o planeta inteiro já não fosse ruim o suficiente, tudo fica ainda mais pessoal”.
O filme estreia em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.
O Disney+ divulgou mais uma prévia oficial da série ‘Alien: Earth‘.
O material mostra a gestação do xenomorfo, a criatura mortal que é antagonista principal da narrativa.
Confira:
Na trama, quando uma misteriosa nave espacial cai na Terra, uma jovem e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.
Sem data de estreia, o seriado será lançado no Brasil pelo Disney+.
A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.
Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.
Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.
Cardi B fez sua estreia oficial em 2018 com o lançamento do aclamado ‘Invasion of Privacy’, que estreou diretamente no topo das paradas mundiais e a sagrou como a primeira rapper a conquistar o prêmio de Melhor Álbum de Rap no Grammy Awards. Conhecida por músicas como “Bodak Yellow”, “I Like It” e “Girls Like You”, a artista foi elogiada por inúmeras revistas internacionais, figurando entre as maiores rappers da história.
A Apple TV está preparando seu próximo projeto com a interessante série de comédia dramédia ‘The Nanny Squatter’ (via Deadline).
A minissérie irá reunir duas ex-estrelas do popular programa de esquetes ‘Saturday Night Live’, Julia Louis-Dreyfus e Cecily Strong.
Baseada no artigo homônimo da New York Magazine, a produção é uma parceria da Apple Studios com a diretora Mary Bronstein (‘Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria’).
A série gira em torno de um casal cujas vidas são viradas de cabeça para baixo após acolherem em sua casa uma cuidadora aparentemente ideal, apenas para descobrirem que os limites se confundem e o controle começa a escapar de suas mãos à medida que o relacionamento se transforma em uma tensa e perturbadora luta de poder.
Bronstein entra como roteirista e showrunner. Ela também assume a função de produtora executiva ao lado de Louis-Dreyfus, Strong e Scoop Wasserstein.
A Disney+ divulgou o novo trailer oficial da série animada ‘Star Wars: A Nona Jedi‘.
Derivada de ‘Star Wars: Visions‘, a produção dará continuidade ao curta A Nona Jedi, da primeira temporada, que, posteriormente, foi expandido no terceiro ciclo, no episódio A Nona Jedi: Filha da Esperança.
Confira:
Em estilo anime, o seriado estreará no serviço de streaming no dia 5 de agosto.
A trama é ambientada mil anos após os eventos de ‘A Ascensão Skywalker‘, em uma galáxia onde Jedi e Sith desapareceram. A trama acompanha Kara, filha de um ferreiro raptado pelos Sith, que utiliza um sabre de luz místico para resgatar seu pai e proteger aliados em meio a um novo conflito.
O Disney+ divulgou novas artes conceituais da série ‘Gavião Arqueiro’, mostrando o visual de Kate Bishop, além de um vislumbre de seu treinamento com Clint Barton (Jeremy Renner).
Confira:
A previsão de estreia é somente para 2021.
O programa é baseado nos quadrinhos originais nos quais Clint Barton passa a responsabilidade super-heroica para o próximo Arqueiro, Kate Bishop. A série, na verdade, terá enfoque no treinamento de Kate até sua transformação completa na heroína, permitindo que Barton oficialmente se aposente.
A adaptação das HQs de ‘Gavião Arqueiro’ será em uma minissérie, seguindo o passo de outras produções originais daDisney+.
Após o cancelamento de ‘Demolidor’ e ‘Os Defensores‘, os fãs ficaram sem algumas respostas sobre a origem de Elektra Natchios (Elodie Yung) e seu papel junto ao Tentáculo.
Infelizmente, parece que a Marvel Studios não tem interesse em resgatar ambas as produções.
Mesmo assim, Yung disse ao Comic Book que adoraria reprisar o papel no MCU.
“Meu Deus, eu adoraria atuar como Elektra novamente. Não sei se ela estará no MCU, mas se estiver, podem contar comigo. Eu amo essa personagem porque ela é tão complexa e fragmentada. Ela tem uma vilã dentro dela, mas no fundo ela é boa. E eu me identifico com isso. Adoraria que a Marvel pudesse ressuscitá-la.”
Recentemente, CharlieCox também conversou com o portal sobre seu possível retorno como Matt Murdock no MCU, mas sua resposta não foi nada animadora.
“Bom, eu acho que o Demolidor definitivamente vai participar do MCU, mas eu não. Acho que eles vão reformular o personagem e convidar outro ator, é muito improvável que queiram nos reunir de novo. Então não criem expectativas, porque eles devem começar do zero.”
Apesar da notícia, Cox disse que não guarda mágoas por causa do cancelamento da série e que está ansioso para ver o retorno do Demolidor no cinema ou na TV.
“Isso já aconteceu várias vezes com Homem-Aranha, não é? É a vida. Estou torcendo pelo sucesso de quem quer que seja o novo Demolidor. Eu vou continuar assistindo esses filmes porque eu amo tudo isso.”
‘Demolidor’ estreou Em 2015, na Netflix, após uma parceria com a Marvel para construir um universo compartilhado no canal de streaming, integrando novos super-heróis, como ‘Jessica Jones’, ‘Punho de Ferro’ e ‘Luke Cage’, gerando a série ‘Os Defensores’. Infelizmente, todas essas produções foram canceladas.
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