De acordo com o Comic Book, ‘Mulher-Maravilha 1984‘ recebeu a classificação indicativa PG-13 (para maiores de 13 anos) por conta de “sequências de ação e violência.”
A informação foi divulgada originalmente pelo MPAA, o órgão que administra a classificação indicativa de filmes e séries nos EUA.
Lembrando que a estreia do filme foi remarcada de 04 de junho para 13 de agosto por conta da pandemia do Coronavírus.
“Fizemos Mulher-Maravilha 1984 para ser exibido NAS TELONAS e acredito no poder do cinema. Nestes tempos terríveis, quando os proprietários de cinemas estão lutando para sobreviverem, estamos empolgados por adiar nosso filme para 14 de agosto de 2020 em um CINEMA perto de você, e orar por melhores tempos para todos até lá…”, afirmou.
We made Wonder Woman 1984 for the big screen and I believe in the power of cinema. In these terrible times, when theater owners are struggling as so many are, we are excited to re-date our film to August 14th 2020 in a theater near you, and pray for better times for all by then pic.twitter.com/85ykQ8x6NE
Além deGal Gadot, reprisando o papel principal, o elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução deKristen Wiig como a Mulher-Leopardo.
Zack Snyder deixou os fãs intrigados mais uma vez com sua versão de ‘Liga da Justiça‘ ao publicar uma imagem no Vero, criando especulações sobre a apresentação da sua Mulher-Gato no DCEU.
Snyder compartilhou uma imagem de Jim Lee que mostra Batman e a felina na intimidade.
Ele publicou a imagem depois que deu uma entrevista ao The Nerd Queens revelando que a atriz Carla Gugino quase interpretou a Mulher-Gato em ‘Batman vs Superman‘ (2016).
Gugino já colaborou com o diretor Zack Snyder em diversas produções, como ‘Watchmen’ (2009) e ‘Sucker Punch – Mundo Surreal’ (2011).
“Provavelmente eu diria que a Mulher-Gato de Carla [Gugino] seria perfeita. Eu pensei numa cena de flashback para ‘Batman vs Superman‘, na qual ele e a Mulher-Gato dividiam a tela e pareciam ter uma relação. Ele teve que prendê-la e isso mexeu com eles, mas ele acaba deixando-a a partir… Não a vemos depois porque… Quem sabe o que ela estaria fazendo agora? No fim das contas, Bruce queria abandonar o capuz e reencontrá-la. Acho que Carla ficaria perfeita no papel.”
A cena com certeza traria um pouco mais de humanidade para o Batman deBen Affleck, mas o cineasta não revelou porque o trecho não foi inserido no filme, talvez por não se encaixar com o restante da trama.
Mesmo assim, vale lembrar que Gugino ainda participou do longa dando voz à inteligência artificial da nave kryptoniana de Kal-El (Henry Cavill), papel que ela dublou pela primeira vez em ‘O Homem de Aço‘ (2013).
Lembrando que o Batman irá retornar ao DCEU no Snyder Cutde ‘Liga da Justiça’, que será lançado na HBO Max em 2021
‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ (Spiderman: No Way Home) finalmente teve seu título nacional e logotipo divulgado, com uma surpresa para os fãs. Que nem é tão surpresa assim.
O logo animado vem com um glitch – aquele efeito usado na animação ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘. Sendo assim, estamos cada minuto mais perto da confirmação do Aranhaverso live-action.
Confira:
O filme chega aos cinemas nacionais em 16 de dezembro de 2021.
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deFeige, representando a Sonye aMarvel, respectivamente.
A EW divulgou a primeira imagem oficial deElle Fanning caracterizada como Michelle Carter na série ‘The Girl From Plainville‘, que será exibida pelo Hulu nos EUA.
Após estrelar ‘The Great‘ (2020), Fanning viverá a jovem acusada de ter incitado o suicídio de seu namorado, Conrad Roy, por meio de sugestivas mensagens de texto.
A trama de ‘The Girl From Plainville‘ é baseada no caso real que chocou os Estados Unidos em 2014, e será baseado na matéria que Jesse Barron publicou na revista Esquire.
Confira:
The Girl From Plainville — “The Girl From Plainville” is inspired by the true story of Michelle Carter’s controversial “texting-suicide” case. Based on the Esquire article of the same name by Jesse Barron, the limited series explores Carter’s relationship with Conrad Roy III and the events that led to his death and, later, her controversial conviction of involuntary manslaughter. Michelle Carter (Elle Fanning), shown. (Photo by: Steve Dietl/Hulu)
Chloë Sevigny, Cara Buono, Kai Lennox e Norbert Leo Butz completam o elenco.
O anúncio foi feito pelo site de vendas Fandango, através de um vídeo publicado no Twitter.
Por enquanto, ainda não há informações sobre quando os ingresso estarão disponíveis aqui no Brasil.
Confira o anúncio:
“Prepare-se para entrar no Reino Quântico. Os ingressos já estão à venda para ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, da Marvel Studios! Experimente o início da Fase 5 apenas nos cinemas em 17 de fevereiro.”
O filme tem estreia agendada para 17 de fevereiro de 2023.
O longa será novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.
Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.
‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, aguardada adaptação dos romances escritos por Rick Riordan, teve os títulos de seus episódios divulgados – e eles são extraídos dos livros.
Confira:
1×01: “I Accidentally Vaporize My Pre-Algebra Teacher” (Sem Querer, Vaporizei Minha Professora de Iniciação à Álgebra) 1×02: “I Become Supreme Lord of the Bathroom” (Minha Transformação Em Senhor Supremo Do Banheiro) 1×03: “We Visit the Garden Gnome Emporium” (Nossa Visita ao Empório De Anões de Jardim) 1×04: “I Plunge to My Death” (Eu Mergulho Para a Morte) 1×05: “A God Buys Us Cheeseburgers” (Um Deus Compra Cheeseburgers Para Nós) 1×06: “We Take a Zebra do Vegas” (A Ida De Uma Zebra Para Las Vegas) 1×07: “We Find Out the Truth, Sort Of” (De Certa Forma, Descobrimos a Verdade) 1×08: “The Prophecy Comes True” (A Profecia Se Cumpre)
Lembrando que a produção estreia em 20 de dezembro.
Confira o trailer:
DUBLADO
LEGENDADO
A trama gira em torno de Percy (Walker Scobell), um adolescente que descobre ser filho de Poseidon (Toby Stephens), deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood (Aryan Simhadri), um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase (Leah Sava Jeffries), filha de Atena.
No ano passado, o nosso editor-chefe Renato Marafon participou da DisneyD23 e teve a oportunidade de entrevistar os astros da adaptação.
No vídeo, Scobell, Jeffries e Simhadri falam sobre seus personagens, quais são seus livros preferidos da saga, quais Deuses queriam ter como pais e muito mais.
Assista:
O elenco ainda conta com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan), Olivea Morton (Nancy Bobofit) e Timothy Omundson (Hades).
Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.
Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios’, que trouxe em seu elenco Logan Lerman, Alexandra Daddario, Brandon T. Jackson, e Jake Abel.
Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.
Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.
Inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, o longa ‘Ainda Estou Aqui‘, dirigido por Walter Salles, que foi aplaudido por 10 minutos na sessão de sua estreia mundial, vai estrear na 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.
O festival acontece de 17 a 30 de outubro, em São Paulo.
O elenco principal do filme estará presente na sessão de estreia, assim como o diretor, Walter Salles, e os roteiristas Murilo Hauser e Heitor Lourega.
O filme recebeu o prêmio de melhor roteiro para Murilo Hauser e Heitor Lorega, na competição oficial do 81º Festival de Veneza, o Golden Osella, entregue na cerimônia de encerramento hoje, no Palazzo del Cinema.
O filme recebeu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 10 avaliações.
Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável do diretor Walter Salles e da atriz Fernanda Torres.
“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.
“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.
“Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.
“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.
“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.
“Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.
“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.
“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.
“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.
Assista ao trailer:
O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.
No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.
Pensando nisso, um fã criou um trailer utilizando inteligência artificial para imaginar essa versão alternativa da equipe. No vídeo, Morgan Freeman aparece como Nick Fury, Tom Cruise como Homem de Ferro, Brad Pitt como Capitão América, Dolph Lundgren como Thor, Leonardo DiCaprio como Homem-Aranha, Johnny Depp como Doutor Estranho e Denzel Washington como Pantera Negra.
Quem não curte uma boa série de suspense não é mesmo? Geralmente aliada à narrativas empolgantes, alguns projetos nos levam a ver um episódio atrás do outro até conhecermos as verdades por trás dos fatos apresentados. Pensando nisso, e pra você que adora séries com seus mistérios, segue abaixo uma lista irada:
A simplicidade na hora de contar uma boa história de suspense. O universo do suspense de pregar surpresas, fantasmas, maldições, passou por uma grande transformação ao longo dos anos quando pensamos em filmes e seriados que buscam no susto sua ferramenta de elo da trama com o interesse do espectador. Disponível na Netflix, A Maldição da Residência Hill , considerada essa a primeira temporada, de 10 episódios, é um seriado que utiliza do trivial dentro de uma sólida história sobre uma família amaldiçoada por terem morado em uma residência amaldiçoada durante a infância. Repletos de surpresas, idas e vindas na linha temporal, com um desfecho convincente e interpretativo, além de atuações excelentes, essa é uma das séries imperdíveis disponíveis no mais famoso dos serviços de streamings.
O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Darkchegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’, bastou os espectadores irem aos poucos terminando a temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo.
Na trama, seguimos para os detalhes complicados de decifrar de um grupo de pessoas que são de uma equipe de pesquisa que precisam ficar seis meses longe de tudo e todos no meio da terra gelada da Antártida. Acontece que quando uma outra equipe chega até onde eles estavam, liderados por Johan (Alexandre Willaume), após três semanas sem comunicação, apenas dois sobreviventes são encontrados, em situação de trauma total. Assim, Johan deve comandar uma investigação e descobrir quem está mentindo em uma investigação que está inclusa até mesmo sua esposa Annika (Laura Bach) uma das integrantes da expedição que deu problema.
A força dentro das surpresas e desilusões. O que você faria se fosse atormentado por uma tragédia em sua família? Se seu trabalho é questionado por todos ao seu redor? Se sua vida amorosa é um quebra cabeça complicado de se entender? Essas e outras questões estão dentro do contexto de pulsantes emoções da protagonista de Mare of Easttown, minissérie de sete capítulos da HBO que possui um roteiro afiado, repleto de mistérios e dramas profundos gerando inúmeras reflexões pelo caminho. No papel principal, uma das grandes atrizes do planeta cinema, Kate Winslet, em mais uma atuação nota 10. Impecável trabalho que merece ser visto por todos que gostam de boas histórias.
Na trama, conhecemos a policial Naia (Danica Curcic), uma mulher que sofre por não ter tempo para cuidar de sua filha. Mãe solteira, ela tem como objetivo mudar de trabalho para assim conseguir mais tempo para sua família. Só que uma série de assassinatos cometidos pela mesma pessoa, um serial killer que deixa como rastro bonecos feitos de castanhas, começam a acontecer o que leva Naia a uma angustiante jornada rumo à verdade que envolve um caso antigo tendo uma ministra da Dinamarca, Rosa (Iben Dorner) no epicentro. Naia contará com a ajuda do angustiado investigador Mark (Mikkel Boe Følsgaard), um homem que perdeu anos atrás a esposa e a filha em um incêndio.
A força de uma narrativa brilhante. Assaltantes com roupas de mergulho. Um curioso sequestro. Uma pacata cidade na Califórnia. Chegou ao catálogo da Netflix uma minissérie dividida em três partes que nos mostra as verdades de um fato ocorrido em março de 2015 que reuniu uma série de variáveis surpreendentes. Caminhando pelos relatos e sofrimento dos envolvidos, passando pela pressão de um circo midiático e a força policial atrás de um bode expiatório, Um Pesadelo Americano mostra de forma detalhada reviravoltas chaves para o esclarecimento por completo de um curioso ocorrido.
Na trama, conhecemos Paula (Peri Baumeister), uma brilhante cientista alemã enviada por uma empresa privada para o espaço com um único objetivo de realizar pesquisas sobre possíveis sinais vindos de fora da Terra. Ao mesmo tempo, seu marido, o professor de história Sven (Florian David Fitz) e sua jovem filha com deficiência auditiva esperam o retorno dela. Perto de completar sua missão, Paula se depara com uma descoberta e conflitos se desenrolam. Ao voltar ao nosso planeta acaba sendo responsabilizada por uma tragédia, modificando completamente a vida de sua família.
Baseada em fatos reais, em A Escada, minissérie disponível na Max, que conta com um elenco maravilhoso, tendo como protagonistas o britânico Colin Firth e a australiana Toni Collette, nos mostra a história do escritor Michael Peterson acusado de matar a esposa. O corpo dela fora encontrado nos primeiros degraus de uma escada da casa em que moravam.
Lançado no primeiro semestre de 1990, Twin Peaks revolucionou a maneira de criar uma narrativa para a televisão. Com sua densa trama, que focava nas inusitadas descobertas do agente do FBI Dale Cooper (Kyle MacLachlan) que viaja para a pequena cidade de Twin Peaks para investigar o assassinato da jovem Laura Palmer (Sheryl Lee), o seriado criado pelo gênio David Lynch marcou uma geração sendo considerada até hoje um dos mais impactantes programas televisivos das últimas décadas.
Na trama, conhecemos a chefe de polícia da gelada cidade de Ennis, no Alaska, Liz Danvers (Jodie Foster), uma mulher com problemas no relacionamento maternal com a filha do ex-companheiro que comanda a investigação de uma misteriosa morte que envolve cientistas de uma estação de pesquisas da região. Ao longo da investigação, esse caso parece estar ligado a outro, o de uma ativista morta no passado, fazendo com que Danvers se junte a ex-parceira Evangeline Navarro (Kali Reis) em busca das respostas de um enorme quebra-cabeça.
Nossa correspondente canadense Letícia Alassë esteve presente no local das filmagens de It – A Coisa e topou o desafio de adentrar os domínios de Pennywise, o palhaço dançarino, e sobreviveu para nos mostrar a casa.
‘A Coisa‘ mostra o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.
‘O Nome da Morte‘, nova produção brasileira baseada numa aterradora história real estreia nos cinemas nacionais na próxima quinta-feira, dia 2 de agosto. O CinePOP já assistiu ao filme, participou da coletiva de imprensa e entrevistou os protagonistas Marco Pigossi e Fabiula Nascimento, e o diretor Henrique Goldman. Assista abaixo ao vídeo.
Entre os tópicos da conversa estão a aceitação do público ao filme e a expectativa dos realizadores, a humanização de um matador de aluguel, com quase 500 mortes nas costas, e os momentos mais desafiadores da produção – tanto para o elenco quanto para o diretor.
Alguém lembra quando Hollywood parou de apostar em ideias originais para seus filmes? Muitos irão dizer que ainda hoje existem aqueles que preferem investir neste ineditismo. Mas sejamos sinceros, estes desbravadores são a grande minoria. E quando falamos em premissas recicladas, o movimento que mais salta aos olhos são as chamadas refilmagens. Nada contra, o problema foi quando os produtores da maior indústria do cinema resolveram querer “refazer” clássicos que sempre estiveram na mente do público.
Essa “reimaginação” sempre é mais interessante quando se dá em relação a uma produção obscura, ou muito antiga, que não ressoa mais com a audiência atual. Algo como um realizador do porte de Guillermo del Toro vem fazendo. Primeiro, ele homenageou os filmes de monstros clássicos – em especial O Monstro da Lagoa Negra (1954) -, com A Forma da Água (2017), que nem mesmo era uma refilmagem. E esse ano o cineasta dará sua visão ao clássico O Beco das Almas Perdidas, lançado originalmente em 1947. Ou seja, prato cheio para um remake.
Quando pensamos em remake, porém, nenhuma outra década chama tanto atenção quando os anos 2000. Em especial os meados da década. O fato foi inclusive satirizado com muita esperteza por Pânico 4 (2011), quando um dos personagens cita com fugacidade as “trocentas” refilmagens de terror dos últimos anos para escapar com vida. Quando falamos de terror, a coisa fica ainda mais crítica, pois pouquíssimas obras resistem sem serem refeitas ao público de hoje. Nesta seara chega nossa nova matéria, voltada aos remakes lançados há exatos 18 anos, época de auge para estes projetos receberem sinal verde. Confira abaixo e assista neste dia das bruxas – se tiver coragem.
Terminando a lista de clássicos americanos saídos da década de 1970, When a Stranger Calls foi lançado em 1979, e trazia Carol Kane (que depois ficaria mais ligada à papeis em comédias) como protagonista. Aqui, todo o mote para a trama teve certamente influência do citado Halloween, lançado no ano anterior. Ambos possuem jovens mulheres ainda na fase adolescente trabalhando como babás para famílias, tomando conta de crianças. Uma prática comum nos EUA. Em todos os casos, elas terminam sendo perseguidas por um maníaco. A diferença aqui, e que serve como mote, é que o psicopata deste filme faz ligações para atormentar a jovem vítima, e quando a polícia finalmente rastreia estas ligações, descobre que elas estão sendo feitas de dentro da casa. O remake já incorporava os telefones celulares em sua narrativa e contava como Camilla Belle como protagonista, e Katie Cassidy (novamente) e uma Tessa Thompson ainda menina no elenco.
O Grito original japonês, ou Ju-On (no idioma do país), é uma produção de 2002, lançada no mesmo ano em que a versão americana de O Chamado fazia muito sucesso nos EUA. Assim, os produtores americanos não perdiam tempo em levar apenas dois anos depois sua própria versão desta história também, com O Grito (2004). Dentre estes produtores estava o renomado Sam Raimi. Estrelado pela eterna Buffy, Sarah Michelle Gellar, o terror obteve um sucesso moderado. Assim, dois anos depois chegava a continuação, há exatos 18 anos. Essa sequência, porém, passava completamente fora de todos os radares – com muitos sequer sabendo de sua existência. Em 2020, os produtores tentaram novamente com uma versão mais séria e dramática da história, igualmente sem sucesso.
Agora entramos no terreno das refilmagens de produções asiáticas. Kairo (2001) seguia de perto O Chamado e O Grito(as versões originais) pegando a onda de filmes sobrenaturais que fizeram muito sucesso no Japão entre o fim dos anos 90 e início de 2000. O mote é até interessante e usa a internet como porta de entrada de espíritos malignos em nosso plano. Há 18 anos, em 2006, a internet estava mais difundida pelo mundo e era uma realidade de nosso dia a dia. Assim, a versão norte-americana chegava, com a loirinha Kristen Bell como a protagonista assombrada – outra atriz mais acostumada a comédias.
A Profecia (1976), de Richard Donner, completa 46 anos em 2022 e há muito se encontra no panteão dos clássicos do terror sobrenatural. O longa faz parte do que eu gosto de chamar de “tríade” sobre crianças endemoniadas – ao lado de O Bebê de Rosemary (1968) e O Exorcista (1973). A Profecia, porém, foi o primeiro a receber uma refilmagem. No entanto, uma que foi rapidamente varrida para debaixo do tapete. Afinal, você ouve falar nela atualmente? Mas sim, ela existiu e era lançada nos cinemas há 18 anos, protagonizada por Liev Schreiber, Julia Stiles e a mesma Mia Farrow de O Bebê de Rosemary. Um dos problemas aqui foi a escalação do menino Seamus Davey-Fitzpatrick como Damien, que não possui a dualidade entre a fofura e ameaça como no original.
O Massacre da Serra Elétrica: O Início
Por falar em obras clássicas do terror lançadas em 1974, indiscutivelmente a que mais se destaca é O Massacre da Serra Elétrica, considerado um dos primeiros slashers do cinema. O filme fez sucesso e se tornou cult, porém, era tão visceral e explícito que terminou sendo banido de várias praças de exibição pelo mundo, ao contrário do mais contido e repleto de suspense Halloween, que se tornaria um clássico muito bem sucedido financeiramente. A continuação do Massacre só ocorreria mais de dez anos depois, num filme mais voltado ao humor sombrio. Mais duas continuações, em 1990 e 1994, e a franquia seria colocada no gelo. Isso é, até em 2003 um remake bem sucedido ser lançado, contendo a revelação de Jessica Biel em seu elenco. Aquele filme, no entanto, terminava de uma forma que simplesmente não podia ser continuado – tanto que nada o seguiu em sua linha narrativa até hoje. Assim, a opção dos realizadores foi por uma prequel, que ao invés de continuar, antecedia os fatos mostrados em 2003.
Essa até foi uma pedida melhor do que a refilmagem do clássico atemporalA Profecia. Isso porque Quadrilha de Sádicos (1977), terror no qual este é baseado, embora seja o segundo filme do renomadíssimo Wes Craven, se tornou uma produção cult, desconhecida do grande público. Ou seja, era terror de nicho, assim cabendo aos produtores o repaginarem para a nova geração. E quando digo produtores, o próprio Craven está entre os responsáveis pelo longa. fora isso, um cineasta talentoso na direção: o francês Alexandre Aja. No elenco, um dos chamarizes era a presença de Emilie de Ravin, muito popular na época devido ao seu papel da grávida Claire, no fenômeno Lost (2004-2010).
Antes de Sexta-Feira 13, antes de A Hora do Pesadelo e antes mesmo de Halloween – A Noite do Terror, existiu Black Christmas – Noite do Terror (1974). O filme é considerado por muitos como um dos primeiros do subgênero terror adolescente e contava sobre uma casa de irmandade de jovens mulheres estudantes sendo aterrorizadas por um maníaco que faz ligações obscenas. O sujeito está escondido no sótão de sua casa, sem que nenhuma das moças saibam. E aos poucos, vai pegando uma a uma durante o feriado de natal. Ainda hoje é um clássico cult do gênero. Assim, há 18 anos estreava o remake, muito mais voltado ao clima teen espertinho surgido após Pânico – esse com dez anos de atraso, mas que poderia facilmente ter ocorrido ainda no fim dos anos 90. O atrativo eram os nomes das jovens promissores que vendiam o longa no cartaz, como Mary Elizabeth Winstead, Michelle Trachtenberg, Lacey Chabert e Katie Cassidy. Mas não parou por aí, e em 2019, a Universal e a Blumhouse apostaram num terror feminista que esqueceu de dar medo e apenas martelou sua mensagem óbvia e panfletária.
Muitos consideram este filme o ponto de virada na carreira do então astro Nicolas Cage. A intenção do ator, porém, era das melhores. E ao lado do então igualmente promissor cineasta Neil LaBute, escavaram o remake do cult O Homem de Palha (1973), clássico do horror britânico sobre seitas rurais – de onde o polêmico Midsommer (2019) tirou muitas de suas inspirações. A proposta da refilmagem era audaciosa e interessante, ao trocar o sexo não apenas da líder da seita (agora uma mulher, Ellen Burstyn), mas também colocar o feminino como foco central da narrativa. Do resultado, infelizmente, as pessoas só lembram da fantasia de urso de Cage e da infame cena das abelhas, com o surto do ator.
‘Vingadores: Ultimato‘ ganhou um novo vídeo recapitulando os acontecimentos dos filmes anteriores.
Confira:
Dirigida por Anthony Russo e Joe Russo, a produção terá 3 horas e 58 segundos de duração, sendo o filme mais longo da Marvel.
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
A Netflix divulgou o trailer da série de suspense ‘Giri / Haji‘.
Confira:
A série é dos mesmos produtores da aclamada ‘Chernobyl‘.
Fiel ao dever e consumido pela desonra. Um investigador de polícia de Tóquio arrisca emprego, família e reputação ao viajar a Londres em busca do irmão, revelando o segredo que os separou muito tempo atrás.
A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 10 de janeiro.
O FX divulgou o primeiro trailer da minissérie ‘A Teacher‘, estrelada por Kate Mara e Nick Robinson.
Confira:
Os três primeiros episódios irão estrear no dia 10 de novembro.
Hannah Fidell, que escreveu, dirigiu e produziu o filme de 2013, comandará a adaptação.
A produção fala sobre temas atuais, como abuso do poder, e as inevitáveis consequências que ocorrem em uma comunidade depois de uma professora e seu aluno são pegos tendo um caso.
Apesar de uma passagem morna pelos cinemas, o suspense ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ arrecadou o suficiente para fazer a franquia ‘Jogos Mortais‘ ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, ‘Espiral‘ já arrecadou US$ 15.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 6.7 milhões.
Ao total, o longa já arrecadou US$ 22.5 milhões mundialmente.
O suspense será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de junho.
Confira a brutal cena de abertura:
Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.
Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh Stolberg e Pete Goldfinger assinam o roteiro.
Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de ‘Jogos Mortais’. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.
Em entrevista ao Independent, a atriz Sydney Sweeney revelou ter pedido para que o Sam Levinson, criador da série ‘Euphoria‘, cortasse cenas “desnecessárias” de nudez na 2ª temporada.
“Há algumas cenas em que a Cassie deveria estar sem camisa e fui até o [criador] Sam [Levinson] e disse: ‘Acredito que isso não é necessário nessa cena’. E ele respondeu: ‘Tudo bem, então não precisamos’. Eu nunca senti o Sam me obrigar a fazer nada, ou que ele estivesse tentando apenas forçar mais uma cena de nudez na série. Quando eu não queria fazer certa cena, ele não me obrigava.”
Ela completa, “Eu tenho muito orgulho do meu trabalho em ‘Euphoria’. Acredito que entreguei uma excelente performance, mas ninguém fala sobre isso porque eu fiquei nua. Então, eu participo de ‘The White Lotus’ e, de repente, os críticos estão prestando atenção. Há um certo estigma sobre atrizes que ficam nuas na tela. Quando os caras fazem cenas de sexo ou mostram seus corpos, eles ainda ganham prêmios e são elogiados. Mas quando uma mulher faz isso, é completamente diferente.”
Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.
A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.
Sucesso! O terror ‘Sorria‘ voltou a surpreender nas bilheterias norte-americanas ao arrecadar impressionantes US$ 17.6 milhões em seu segundo final de semana – o que representa uma queda de APENAS -22% em comparação à estreia.
O resultado representa a segunda MENOR queda da história para um filme do gênero, ficando atrás apenas de ‘Corra!‘, que teve uma queda de -17% durante seu segundo final de semana, em 2017.
Nos EUA, o longa US$ 49.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 40 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou US$ 89.8 milhões mundialmente – tendo grande chance de cruzar a marca dos US$ 100 milhões na próxima semana.
Vale lembrar que o terror custou apenas US$ 17 milhões, e já pode ser considerado mais um sucesso do gênero e, possivelmente, o início de uma nova franquia de sucesso.
Após testemunhar um incidente traumático envolvendo uma paciente, a Dra. Rose Cotter começa a ser assombrada por ocorrências sobrenaturais que ela não consegue explicar. Logo, ela deve confrontar seu passado problemático para sobreviver e escapar de sua nova realidade sinistra.
A cineasta culpou o marketing e a mídia pelo fraco desempenho da produção, que forçou uma abordagem feminista que ela não estava priorizando – o que afastou uma potencial audiência masculina nas telonas.
“A mídia queria muito vender [o reboot] de ‘As Panteras’ como um manifesto feminista. As pessoas ficavam apontando que eu era a primeira diretora mulher na franquia, e eu ficava tipo: ‘Eles só fizeram uma série e os filmes do McG. Não é uma longa franquia’. Eu apenas amava essa saga, não tinha nenhuma agenda de gênero da minha parte. Isso foi jogado em cima de mim, o que foi decepcionante.”
Ela completa, “Foi péssimo perder o controle da narrativa desta forma. Eu percebi que a mídia pode controlar algo mesmo contra nossas intenções. Não dá para controlar as manchetes dizendo ‘Você é uma diretora mulher, isso é especial’ – e não é mentira, mas não é a única coisa.”
Anteriormente, Kristen Stewart argumentou que foi um desafio promover o filme por conta da trama feminista: “Para ser sincera, acho que se eu tivesse feito um filme ruim e que não gostassem, eu não me orgulharia. Mas não é caso aqui, eu tenho muito orgulho de ‘As Panteras‘. Essa situação que o filme está enfrentando é complicada, porque foi muito difícil promovê-lo. Parece que ninguém quer aceitar uma história feminista, e falar sobre isso numa entrevista de cinco minutos sem levantar questões políticas é complicado… Mas nós só queríamos nos divertir.”
Com orçamento de mediano em torno de US$ 50 milhões, o reboot de ‘As Panteras‘ arrecadou apenas US$ 73 milhões nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa dividiu a opinião dos críticos, com apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Na trama, Sabina Wilson e Jane Kano são duas Panteras que precisam deixar as diferenças de lado quando embarcam em uma aventura internacional junto à nova Bosley e com a cientista Elena Houghlin. Elas precisam impedir que um novo programa de energia se torne uma ameaça para a humanidade e descobrir quem está por trás de um plano tão maligno.
Sem data de estreia, o próximo ciclo está programado para abril de 2025.
A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever como Abby, Young Mazino como Jesse, Isabela Merced como Dina e Catherine O’Hara, que haviam sido previamente anunciados.
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.
Paul Gandersman e Peter Hall são responsáveis pela direção e roteiro.
Após receber uma ligação misteriosa, a documentarista Lynn Page retorna à sua pequena cidade natal no Texas para investigar imagens perturbadoras de eventos que ninguém consegue se lembrar. Logo, com a chegada de um estranho com intenções caóticas, Lynn é obrigada a confrontar o envolvimento de sua família com o monstro mortal que assola a cidade.
O elenco conta com Kelsey Pribilski, William Magnuson, John Gholson, Brian Villalobos e Nell Kessler.
O terror será lançado em VOD no dia 5 de dezembro.
A Paris Filmes divulgou o trailer completo da sequência ‘A Queda 2: No Limite‘ (Fall 2: Deadpoint).
Confira:
O novo filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de setembro.
Na trama…
“Arrasada pela morte de sua irmã Hunter, Jax (Harriet Slater) se conecta com Luce (Arsema Thomas), a amiga destemida de Hunter. Para superarem o luto, elas planejam fazer uma escalada no Monte Kwan, na Tailândia. Depois que um deslizamento repentino as deixa presas a 910 metros de altura, Jax precisa confrontar seus medos mais profundos e lutar pela sobrevivência para encontrar a solução.”
Harriet Slater (‘O Tarô da Morte’), Arsema Thomas (‘Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton’) e Tom Brittney (‘De Volta à Ação’) estrelam a produção.
Michael e Peter Sprierig (‘Jogos Mortais: Jigsaw’) são responsáveis pela direção.
“Essas duas novas sequências são oportunidades maravilhosas para expandir o original. Queremos agora levar a franquia ainda mais longe enquanto reunimos a melhor equipe e ideias para garantir que o próximo filme seja de arrepiar os cabelos, desafiar a morte e acelerar o coração do público global.”
Mann também se pronunciou, comemorando a parceria.
“Estou emocionado por continuar a jornada de ‘A Queda‘ e levar a franquia para o próximo nível. Temos uma experiência cinematográfica realmente especial planejada e estou imensamente grato aos meus colegas produtores por apoiarem essa visão. Também estou animado por trabalhar com novos colaboradores, bem como por me reunir com a turma original, e obviamente mal posso esperar para voltar a filmar a milhares de metros de altura.”
O intérprete do personagem Falcão, Anthony Mackie, tem uma opinião bem formada sobre seu colega da Marvel, o jovem astro Tom Holland.
Desde a primeira aparição do ator em ‘Capitão América: Guerra Civil‘, Mackie não perde a oportunidade de tirar onda com Holland, o alfinetando constantemente em suas aparições públicas e entrevistas.
E recentemente, ele revelou porque insiste em pegar no pé do parceiro de elenco de ‘Vingadores: Guerra Infinita’.
Segundo ele:
“Ele é um moleque muito chato, do tipo infantil que quando você mande se calar, só obedece até você deixar o ambiente. E quando você sai, ele volta a incomodar”.
E após a divulgação da entrevista, TomHolland não perdeu tempo e alfinetou Mackie em sua conta do Twitter:
A adaptação dos quadrinhos, ‘Homem-Formiga e a Vespa’, é o grande destaque da mais nova edição da revista britânica Empire, estampando uma bela capa.
Confira:
O filme também ganhou novos pôsteres dos personagens individuais, destaque para Michelle Pfeiffer, que aparece pela primeira vez com traje da Vespa Original. Confira:
O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.
Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.
A Walt Disney Co. fez uma dívida de US$ 11 bilhões, na tentativa de ajudar a posição financeira da empresa e garantir suporte a todas as suas áreas de atuação, em virtude das consequências avassaladoras do coronavírus e da reclusão social.
De acordo com a Deadline, os detalhes fora divulgados em um arquivo da SEC – Securities and Exchange Commission (Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos), na última terça-feira (13).
Os empréstimos vencerão entre os anos de 2026 e 2060 e o dinheiro catado será usado para pagar as dívidas da empresa, em virtude do fechamento de seus parques, bem como da interrupção de vários de seus serviços, além de claro, do pagamento de seus funcionários durante a quarentena.
De acordo com o analista Neil Begley, da Moody’s Investor Service, o valor do empréstimo deve ser o suficiente para restabelecer a empresa em meio à crise mundial:
“Acreditamos que o caixa disponível e as facilidades bancárias serão mais do que suficientes para atender a todas as necessidades da empresa no momento e essa transação apenas reforçará ainda mais sua sólida posição de liquidez, que é um importante seguro financeiro, considerando que a duração dessa crise e o seu impacto econômico inda são desconhecidos”.
Vale lembrar que a Disneyland de Xangai já reabriu suas portas, após quase quatro meses fechada. O parque está funcionando com apenas 30% de sua capacidade normal e os funcionários e visitantes devem usar máscaras enquanto estiverem dentro do local.
Superando as expectativas, todos os ingressos para a Disney Xangai ficaram esgotados em questão de horas. Os demais parques asiáticos da empresa, como a Disney Hong Kong, Disney Tóquio e o Disney Sea ainda permanecem fechados sem data de reabertura.
Os parques temáticos da Califórnia e da Flórida também permanecem fechados, sem data de reabertura.
A nova série derivada de ‘How I Met Your Mother‘, intitulada ‘How I Met Your Father’, terá conexões com a produção original, conforme revelado pela atriz Hillary Duff, durante uma recente entrevista ao programa The Jess Cagle Show, da rádio SiriusXM.
Evitando entregar muitos detalhes, a protagonista da vindoura produção revelou que algumas alterações estão sendo feitas no roteiro e ainda salientou que existe a possibilidade de alguns dos personagens da série original retornarem em pequenas aparições.
“Não quero entregar muito, mas o roteiro está definitivamente passando por algumas pequenas alterações. Mas ele se conecta sim à série e sabe, tomara que tenhamos algumas participações divertidas do elenco original”.
‘How I Met Your Father’ foi anunciada oficialmente apenas no mês passado, então boa parte dos detalhes seguem sob sigilo. Ainda assim, Duff comentou um pouco sobre a premissa da série, bem como sobre a sua personagem, Sophie.
“Há ótimos personagens e eu terei a chance de ter uma nova família no set, uma outra família da TV. E existem tantas oportunidades para histórias de amor com essa série, porque se trata da Sophie e mais três caras. Então a trama vai descer por aquela toca do coelho, do tipo: ‘Qual deles é o pai?’. E as pessoas poderão percorrer por todas as experiências da jovem Sophie tentando encontrar o amor, namorando e como isso funciona no mundo contemporâneo”.
Na trama, Sophie está contando para seu filho a história de como conheceu o pai dele, da mesma forma que Ted Mosby (Josh Radnor) fez na obra original. A narrativa começa em 2021, quando Sophie e seu grupo de amigos estão no meio de uma jornada para descobrirem quem realmente são, o que querem fazer com as próprias vidas e como se apaixonar na era de aplicativos de relacionamentos e opções ilimitadas.
O universo de ‘Criminal Minds: Evolution‘ segue firme e forte e a série acaba de ser renovada para a sua 19ª temporada, antes mesmo da estreia dos vindouros episódios do ciclo 18. A informação foi confirmada pela revista Variety.
A 18ª temporada estreia nos Estados Unidos no dia 08 de maio no streaming Paramount+, com novos capitúlos sendo lançados semanalmente. ‘Evolution‘ dá sequência na trama de ‘Criminal Minds‘, que contou com 15 temporadas.
Reunindo boa parte do elenco original, a produção é considerada um revival e recebeu a nomenclatura ‘Evolution‘ em seu 16º ano – por isso sua contagem de temporadas segue de forma sequencial (totalizando 18 ciclos).
Comandada por Erica Messer, a trama se passa dois anos após a conclusão da série original.
A equipe de elite de perfis criminais do FBI enfrenta sua maior ameaça até agora, um suspeito anônimo que se aproveitou da pandemia para construir uma rede de outros serial killers, obrigando nossos heróis a se dividirem para caçá-los através de um assassinato de cada vez.
“Meu irmão estuda uma religião afro-brasileira há anos e fala português fluentemente. Ele vai ao Brasil duas vezes por ano, então escuto música brasileira o tempo todo”, revela Kate Hudsonem entrevista exclusiva ao CinePOP, ao lado de Hugh Jackman. A frase, dita em resposta direta a uma pergunta sobre música brasileira, por conta do seu irmão Boston Russell, acaba funcionando como um elo inesperado entre o público do país eSong Sung Blue: Um Sonho a Dois, lançado no Brasil em 29 de janeiro,— um filme atravessado por conexões improváveis e personagens comuns que encontram na música um idioma universal para sobreviver.
Além dos protagonistas da trama, o diretor Craig Brewer participou do bate-papo exclusivo e refletiu sobre o peso emocional da história, a cultura americana de celebração de heróis anônimos e a relação íntima entre música, dor e sobrevivência. Não por acaso, Song Sung Blue rendeu a Kate Hudson sua segunda nomeação ao Oscar, vinte e cinco anos depois de Penny Lane, em Quase Famosos, reunindo Hudson eHugh Jackman em registros bem distintos daqueles que os tornaram figuras centrais do cinema comercial.
Hugh Jackman e Kate Hudson em entrevista exclusiva com Letícia Alassë (Foto: reprodução/ Youtube)
Eternamente associada às comédias românticas dos anos 2000, Kate Hudson revela aqui uma potência vocal e dramática raramente explorada. Hugh Jackman, por sua vez, mundialmente reconhecido pelo corpo indestrutível e pela fúria contida de Logan, surge propositalmente envelhecido, dessaturado de glamour. Ambos são moldados para parecer personagens que o tempo e a vida já desgastaram — uma escolha que desloca o foco do carisma das estrelas para a dignidade silenciosa de Mike e Claire.
A música como abrigo emocional
Letícia Alassë (CinePOP): É um enorme prazer falar com vocês. Vocês estão incríveis.
Letícia: Claro que não é surpresa, já que acompanho a carreira de vocês. Kate, lembro de você em Quase Famosos, Como Perder um Homem em 10 Dias… e Hugh, O Rei do Show é espetacular.
Minha pergunta é: vocês chegaram a conhecer Claire ou a interagir com os filhos dela para ajudar a construir seus personagens?
Kate Hudson: Tivemos muita sorte de conhecer Rachel, a filha. Ela foi central para o Craig desde o início. Para mim e para o Hugh, ela trouxe muita cor emocional sobre como era a relação com os pais e com o padrasto. Conhecer Claire também foi um presente — ter esse acesso mudou tudo para mim.
Hugh Jackman: Claire e Rachel estiveram muito presentes no set. Claire me trazia pequenos presentes todos os dias. No primeiro dia, ela me deu um cordão de Mike; e o último dia, ela me deu o colete original dele, aquele com lantejoulas da bandeira americana. Foi muito simbólico. Eles estavam realmente investidos na história.
Letícia: E, para nós que somos estrangeiros, Sweet Caroline, do Neil Diamond, é um hino para as pessoas dos Estados Unidos. Qual é a relação de vocês com essa música?
Kate Hudson: Acho que todo mundo já viveu pelo menos uma experiência com essa música. Seja em karaokês, casamentos, bar mitzvahs… é aquela canção que sempre termina com todo mundo cantando junto.
Hugh Jackman: No mundo inteiro, na verdade. Na Austrália é gigante. Em estádios, corridas… vi um vídeo outro dia com 120 mil pessoas cantando juntas, bebendo e celebrando juntos. Não cantam Sweet Caroline no Carnaval? Letícia: Não (risos), não no carnaval. Conhecemos a canção, mas não como nos Estados Unidos, em todos casamentos… Kate Hudson: Vamos fazer isso acontecer. Quando conhecemos o Neil Diamond, descobrimos que até a família dele mantém o ritual. Se alguém diz “so good”, todos respondem “so good, so good”. Eles mantêm isso vivo até em casa.
Letícia: A música no filme ajuda os personagens a atravessarem questões como alcoolismo e depressão. Vocês têm alguma canção que recorrem em momentos difíceis?
Kate Hudson:Fake Plastic Trees (Radiohead), River (Joni Mitchell) e Don’t Think Twice, It’s Alright. (Bob Dylan)
Hugh Jackman:Beautiful World, do Colin Hay, e Tenterfield Saddler, do Peter Allen.
Letícia: E música brasileira para festa, vocês conhecem?
Kate Hudson: Meu irmão estuda uma religião afro-brasileira há anos e fala português fluentemente. Ele vai ao Brasil duas vezes por ano, então escuto música brasileira o tempo todo, só não sei dizer os nomes.
Momento engraçado durante a entrevista entre Hugh Jackman e Kate Hudson (Foto: reprodução/ Youtube)
Letícia: Rapidinho, uma recomendação: Lineker é uma das maiores cantoras do Brasil hoje. Ela acabou de ganhar um Grammy Latino [entrevista realizada em novembro].
Minutos depois, a conversa muda de tom. Sai o corpo dos intérpretes, entra o olhar de quem rege. Craig Brewer surge como o maestro desse musical de superação, articulando uma trajetória autoral que sempre encontrou na música e nos personagens à margem seu eixo dramático.
O contadores de histórias extraordinárias
Dentro de uma filmografia muito específica do cinema americano recente, de Ritmo de Um Sonho (2005) a Meu Nome é Dolemite(2019) passando por Footloose – Ritmo Contagiante(2011), Brewer construiu uma carreira marcada por personagens à margem, movidos por música, desejo de reconhecimento e uma fé quase obstinada na própria voz.
Craig Brewer em entrevista com Letícia Alassë (Foto: reprodução/ YouTube)
Mais do que um diretor interessado em performances intensas, o cineasta se mostra um raro caçador de histórias capaz de identificar, em trajetórias aparentemente pequenas, um potencial cinematográfico genuíno. Em Song Sung Blue: Um Sonho a Dois, essa sensibilidade reaparece e a escolha de Hugh Jackman e Kate Hudson são certeiras.
Letícia: Crescer em Memphis, cercado por figuras como Elvis Presley, B.B. King e Johnny Cash, influenciou sua sensibilidade para contar histórias como essa, sobre pessoas comuns que acabam ganhando o mundo?
Craig Brewer: Quando você vive e ama Memphis, Tennessee, precisa entender o que realmente tornou aquela música tão grande — e o que criou o rock’n’roll. Eram pessoas sem dinheiro, sem poder, tentando sobreviver. Esse ambiente gerou o blues, o country, e tudo isso colidiu em jovens que conviviam entre culturas diferentes, como Elvis, que cresceu próximo de músicos como B.B. King.
Estar nesse lugar é entender que a grande arte nasce da luta. Quando vi o documentário sobre Mike e Claire [homônimo de Greg Kohs], senti imediatamente que os conhecia. Sei qual é essa batalha porque tenho muitos amigos que amam música, mas estão longe de ser ricos ou famosos. Eles lutam para pagar o aluguel.
E, ali, estava esse casal tentando criar uma família, sendo apenas uma banda tributo, tentando entreter pessoas. Tragédia após tragédia, obstáculo após obstáculo, e mesmo assim eles continuavam. E continuavam também um pelo outro. Achei ali uma história de amor surpreendentemente refrescante, algo que eu não via no cinema há muito tempo.
Letícia: Muitos acontecimentos parecem inacreditáveis, mas são reais. Houve algo que você precisou romantizar ou reorganizar para funcionar melhor no cinema?
Craig Brewer: Conversei com a família desde o início sobre a necessidade de sermos criativos. Não acho que haja nada que seja exatamente falso, mas certamente peguei eventos de momentos diferentes e os reorganizei, intensificando emoções.
Um exemplo: a Rachel, filha deles, me contou que quando chegou ao hospital após o acidente da mãe, o pai confidenciou que estava tendo um ataque cardíaco. Pensei no peso absurdo disso para uma adolescente — a mãe gravemente ferida e, diante dela, o pai passando mal.
No filme, isso virou um momento em que personagens que nem sempre estavam em harmonia se unem em uma situação extrema, quando ela precisa salvá-lo com o desfibrilador. Tudo parte de algo real, sempre ancorado na verdade, mas com liberdade criativa na forma de contar.
Letícia: Gostaria de ter mais tempo para conversar, mas por enquanto só posso parabenizá-lo. E espero que, no futuro, você conte também uma história ligada à música brasileira.
Depois de 25 anos, Kate Hudson é indicada ao Oscar novamente.
Longe de se tornar um fenômeno de bilheteria, o filme parece ter encontrado seu público de maneira silenciosa, sustentado mais pelo boca a boca e pela curiosidade em torno de seus protagonistas do que por um impulso comercial consistente. Há algo coerente nessa trajetória discreta: a própria história que ele conta rejeita a lógica do sucesso estrondoso e se alinha a uma ideia mais íntima de reconhecimento, aquela que nasce da persistência e do afeto, não do espetáculo.
É esse contraste que torna simbólica a nomeação que colocouSong Sung Blue: Um Sonho a Dois noradar do Oscar 2026. Mesmo com chances reduzidas diante de atuações mais arrebatadoras da temporada — como a performance amplamente celebrada de Jessie Buckley em Hamnet —, o filme ocupa um lugar curioso na corrida: menos como favorito, mais como sinal de um trabalho contínuo de valorização artística, liderado por Kate Hudson e sustentado por uma campanha discreta, mas consistente. O longa deCraig Brewerparece, portanto, ecoar o destino de seus próprios personagens: talvez não alcance o palco principal, mas insiste em cantar até o último acorde.
Assista a entrevista completa com Hugh e Kate no Youtube:
“Ela não é só uma garota má, sabe?! Ela também teve um passado realmente complicado e foi mal compreendida a vida toda. Acho que os Lestrange, como família, são apenas pessoas mal compreendidas, então foi realmente maravilhoso mergulhar nisso. Vai ser um filme incrível”
Já conhecemos bem os Lestrange na franquia Harry Potter devido a vilã Bellatrix, vivida pela Helena Bonham Carter. Podemos esperar grandes revelações.
Enquanto isso, após a divulgação do primeiro trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’, alguns internautas notaram um detalhe muito importante sobre o passado do personagem Credence Barebone (Ezra Miller).
[CUIDADO COM SPOILERS]
Em uma determinada cena rápida do trailer, vemos um homem (possivelmente o jovem Dumbledor) investigando um mural cheio de letras e símbolos, até aí tudo certo, porém o desenho, na verdade, se trata de uma árvore genealógica da família Lestrange (lembra da Bellatrix?)
Nessa árvore vemos os nomes de Leta Lestrange (Zoë Kravitz), amiga de infância de Newt Scamander e atual esposa do irmão dele, Theseus (Callum Turner), e também podemos ver o nome de Credence Barebone descendendo de Corvus Lestrange. Seria Credence, portanto, um Lestrange?
Vale lembrar que vemos no primeiro filme que a mãe biológica de Credence está morta e ele foi adotado por Mary Lou Barebone.
Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.
De acordo com informações da Variety, Tim Kring, o criador da série ‘Heroes’, está no comando de ‘Treadstone’, nova série do canal USA, que se passa no mesmo universo dos filmes da franquia ‘Jason Bourne’.
O projeto deve mostrar outros agentes do mesmo programa que criou Jason Bourne (Matt Damon) sendo “acordados” ao redor do mundo para performar missões perigosas para a CIA.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.