O estúdio por trás do próximo filme Super Mario Bros. da Nintendo fará um filme solo de ‘Donkey Kong‘, revelou o GiantFreakinRobot.
A Illumination, que também produz a franquia ‘Minions‘, ficará responsável pelo filme – que teráSeth Rogen dublando Donkey Kong.
Vale lembrar que Rogen também dublará o personagem em ‘Super Mario Bros.‘.
A estreia é prevista para 2023.
‘Donkey Kong‘ é uma série de jogos eletrônicos da Nintendo, criada por Shigeru Miyamoto que gira em torno do personagem Donkey Kong. O personagem fez sua primeira aparição no jogo de fliperama de 1981 intitulado Donkey Kong, no qual enfrentou Jumpman (Mario) que posteriormente viria a estrelar o primeiro título de sua franquia nos consoles da empresa, Super Mario Bros.
A produção vai estrear oficialmente no dia 2 de outubro.
O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que será o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dará vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que viverá o Daniel Molloy; Assad Zaman, que dará vida a Rashid; e Bailey Bass (‘Avatar 2’), que irá interpretar Claudia, jovem que é transformada em vampira por Louis e Lestat.
A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.
Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.
Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.
Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.
A Lionsgate, que detém os direitos da franquia, planeja liderar o desenvolvimento do projeto antes de oferecê-lo a possíveis compradores.
A autora da saga, Stephenie Meyer, estará envolvida na adaptação para a televisão. Wyck Godfrey e Erik Feig, ex-co-presidente do Lionsgate Motion Picture Group e responsável pela compra dos direitos dos livros para a Summit Entertainment, estão confirmados como produtores executivos da série.
Mais informações sobre a adaptação televisiva de ‘Crepúsculo’ não foram divulgadas. Fique ligado no CinePOP para mais novidades.
Os cinco filmes da franquia se tornaram um fenômeno da cultura pop e arrecadaram mais de US$ 3,4 bilhões em todo o mundo e tornaram Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner estrelas internacionais.
Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.
O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.
O filme de ficção científica do diretor Gareth Edwards (‘Rogue One: Uma História Star Wars’), ‘Resistência‘ (‘The Creator’), está disponível no catálogo do Star+ e é simplesmente imperdível.
O longa é estrelado por John David Washington, e acompanha um homem com uma missão misteriosa em uma distopia em que a inteligência artificial dominou a Terra.
No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com uma aprovação de 84% e uma nota média de 7.4/10.
Confira algumas avaliações:
“Muitas vezes, as tentativas de Gareth Edwards de incluir tantos elementos diversos em sua narrativa resultam em emaranhados de confusão desconcertante.” – Seattle Times
“Como puro espetáculo, ‘Resistência’ costuma ser de cair o queixo em suas imagens, em seus efeitos especiais relativamente frugais e na profundidade detalhada de seu design futurista. É mais instável como drama e ficção científica…” – IGN Movies
“Com poucos outros lançamentos comparáveis em jogo, ‘Resistência’ provavelmente será o filme de ficção científica mais impressionante e envolvente do ano.” – AV Club
“Um momento cada vez mais raro do cinema convencional, que prova que o CGI pode ser bom para a arte quando colocado nas mãos certas.” – Independent (UK)
“‘Resistência’ não consegue desenvolver as personalidades e relacionamentos que dariam aos seus personagens centrais uma humanidade comovente.” – Washington Post
“Não é o messias do cinema de gênero; é um épico futurista muito bom, talvez ótimo, que deixará você com algo para conversar depois.” – Observer
“É uma pena que o polimento visual e a inventividade do filme sejam aplicados a uma história banal e personagens unidimensionais.” – The Hollywood Reporter
‘Resistência’ é um filme de drama e ficção científica que se passa em um futuro distante, em meio a um planeta tomado por uma intensa guerra entre seres humanos e inteligência artificial. O ex-agente Joshua (John David Washington) é recrutado para localizar e matar o Criador – um misterioso arquiteto responsável por desenvolver uma arma capaz de acabar com o confronto e com toda a humanidade. Joshua e sua equipe partem, então, para um território sombrio ocupado pela IA, mas acabam fazendo uma descoberta chocante: a arma que devem destruir é, na verdade, uma inteligência artificial em forma de criança.
Na terceira temporada, enquanto as ameaças contra a Luz se multiplicam, Moiraine Damodred (Rosamund Pike) e Rand al’Thor (Josha Stradowski) embarcam em uma perigosa jornada para o Deserto de Aiel para descobrir o verdadeiro destino do Dragão Renascido.
O próximo ciclo está programado para no dia 13 de março.
Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.
Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.
O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.
De acordo com o Deadline, Jason Momoa (‘Aquaman’) abandonou a adaptação live-action de ‘Helldrivers‘, baseada na popular saga de jogos Arrowhead Game Studios.
Não foi revelado por que Momoa não faz mais parte do projeto.
Justin Lin (‘Velozes e Furiosos 10’) será responsável pela direção.
Na trama…
“Uma unidade de elite chamada Helldivers deve proteger a Super-Terra e derrotar os inimigos da humanidade em uma intensa guerra intergaláctica.”
O longa está programado para estrear no dia 10 de novembro de 2027.
Sony Pictures e PlayStation Productions são os estúdios por trás da adaptação. Eles já haviam colaborado em ‘Uncharted: Fora do Mapa‘, ‘The Last of Us‘ e ‘Twisted Metal‘.
Em 2024, o segundo jogo da franquia, ‘Helldivers 2‘, vendeu mais de 12 milhões de cópias em seus primeiros quatro meses.
Se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela. Dirigido pelo cineasta nova iorquinoTodd Strauss-Schulson, protaganizado pela jovemTaissa Farmiga e pela estonteante atriz sueca Malin Akerman, ‘Terror nos Bastidores‘ (The Final Girls)é um projeto insólito, que veste a carapuça de filme tosco, repleto de personagens estereotipados nos mais clássicos trabalhos do gênero terror dos anos 90.
Na trama, conhecemos a delicada jovem Max (Taissa Farmiga – irmã mais nova da atriz Vera Farmiga), traumatizada e culpada pelo acidente trágico que matou sua mãe Amanda (Malin Akerman), uma atriz fracassada que ficou marcada por um único papel em um filme trash anos atrás. Três anos se passaram e Max, certo dia, resolve aceitar um convite para comparecer a uma exibição para fãs do filme trash que sua mãe participou. Após um inusitado acidente, envolvendo uma garrafa de vodka e uma guimba de cigarro, ela e os amigos vão parar dentro do filme que estava sendo exibido e a partir disso precisam lutar contra o assassino da história.
Max é uma espécie de prima mais velha de Julie James (a protagonista de Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passadointerpretada por Jennifer Love Hewitt) e sobrinha mais nova de Sidney (a protagonista do inesquecível filme Pânico, interpretada por Neve Campbell). Todo o grau de semelhança com essas personagens não é mera imaginação, ‘Terror nos Bastidores‘, entre erros e acertos, não deixa de ser uma homenagem a toda uma geração de cinéfilos que cresceram assistindo a filmes onde tínhamos que descobrir junto com os personagens quem era o assassino.
Não podemos negar que ‘Terror nos Bastidores‘ é um filme honesto do começo ao fim, feito para divertir sem se pensar. Escrito por M.A. Fortin e Joshua John Miller, o roteiro possui médios e baixos. Um exemplo a isso, em relação a personagens, Duncan (Thomas Middleditch) escolhido para ser a ponta cômica, além de ficar pouco tempo em cena, possui um leque de piadas altamente sem graça deixando o público refém para se conectar com os diálogos forçados. Mesmo assim, ao longo dos 88 minutos de projeção, mesmo em meio a bizarrices e cafonices, consegue ser um pouco criativo na montagem da história, pensando dentro de seu universo do absurdo.
A Última Missão, novo filme disponível no Prime Video, aposta em um roubo mirabolante e no humor escrachado como base para uma trama já bastante familiar. Recheado de clichês e situações previsíveis, o longa não se arrisca em novos caminhos nem propõe algo além do que já vimos em tantas outras produções do gênero. Dirigido por Tim Story, com roteiro de Kevin Burrows e Matt Mider, o filme reúne os comediantes Eddie Murphy e Pete Davidson — ambos ex-integrantes do icônico Saturday Night Live — como protagonistas dessa comédia de ação que entrega pouco além do riso fácil.
Russell (Eddie Murphy) é um experiente segurança de carro-forte prestes a celebrar 25 anos de casamento. Já Travis (Pete Davidson) é um novato ingênuo, sem grandes ambições, que acaba de ingressar na mesma profissão. Quando os dois são escalados para trabalhar juntos, tudo parece rotineiro – até serem surpreendidos por um grupo de criminosos liderados por Zoe (Keke Palmer), uma figura misteriosa ligada ao passado recente de Travis. A partir daí, a dupla improvável se vê em meio a um plano perigoso e precisará encontrar uma forma de sair dessa enrascada com vida.
No cenário atual do cinema, ousar é uma qualidade cada vez mais valorizada – afinal, é no risco que muitas vezes nasce a originalidade. Já a repetição excessiva ou qualquer traço de semelhança com obras anteriores pode rapidamente afastar o público. Neste projeto, no entanto, o que se vê é uma jornada rumo à mesmice: uma trama rasa e superficial, repleta de cenas de ação desenfreadas e um discurso limitado. O filme resgata clichês antigos, envoltos em situações forçadas e absurdas, sem conseguir oferecer frescor ou autenticidade.
O filme segue à risca uma velha receita já exaustivamente usada em produções semelhantes — algo que, em outros tempos, foi bem mais lucrativo no cinema norte-americano. O roteiro, por vezes confuso, se apoia em uma estrutura previsível, sem espaço para reviravoltas ou momentos realmente intensos. Tenta encontrar brilho nos diálogos cômicos e no exagero das situações, apostando no deboche e no absurdo como formas de inovação. No entanto, com personagens pouco desenvolvidos e uma narrativa que carece de autenticidade, o resultado é pouco convincente.
Sem grandes momentos e preso a uma linha narrativa previsível, o filme desperdiça a oportunidade de equilibrar ação e comédia de forma envolvente. Com personagens sem brilho ou carisma, o projeto falha justamente onde poderia ter acertado: na química entre os protagonistas. Em vez de explorar o potencial da dupla com energia e tempo de comédia — como por exemplo Jackie Chan e Chris Tucker na icônica franquia A Hora do Rush —, a produção se acomoda no óbvio.
A Última Missãoé o entretenimento miojo, rápido e decifrado em 3 minutos. São 90 minutos de explosões, diálogos insossos e personagens sem graça. Uma fórmula que não encaixa em momento algum. E podem apostar: Eddie Murphy e Pete Davidson na corrida para o Framboesa de Ouro!
Recentemente, Natal Sangrento (2019), controverso terror feminista, chegou às plataformas de streaming através do Telecine Play. O filme não foi exibido nos cinemas brasileiros numa época pré-pandemia devido ao seu fracasso de crítica e bilheteria nos EUA. No entanto, Black Christmas (no original) tem um histórico longo, para muito além desta nova produção. O novo filme é na realidade a refilmagem de um clássico da década de 1970, que ajudou a definir o que temos hoje, e principalmente tivemos na década de 1980, quando o assunto é terror e o subgênero slasher.
Pensando nisso, como forma de homenagem a este verdadeiro marco do cinema de gênero, formulei esta nova matéria que visa pôr um pouco de luz em cima não apenas do clássico (embora principalmente nele), mas também de suas refilmagens. Confira abaixo.
O Black Christmasoriginal é um destes filmes que já tiveram alguns títulos diferentes no Brasil. O que conta é seu nome original, pelo qual é reconhecido mundialmente e nunca confundido. Atualmente por aqui, ele é comumente mais chamado de Noite do Terror.
Existe um debate sobre qual de fato foi o primeiro filme do subgênero slasher, com alguns inclusive apontando para o clássico Psicose(1960), de Alfred Hitchcock, ou para o mais obscuro A Tortura do Medo – do mesmo ano. Uma coisa é certa, eles se popularizaram com Halloween (1978), de John Carpenter. Antes disso, porém, algumas produções já marcavam o que viria a se tornar os slasher ainda no início da década de 1970, como O Massacre da Serra Elétrica(1974). No mesmo ano, Black Christmas causava certo frisson.
Além disso, o filme pode ser considerado o precursor no subgênero slasher de “datas comemorativas”, utilizando o natal como palco para seu terror. Depois seguiriam o dia das bruxas (Halloween), o dia do azar Sexta-Feira 13(1980) e o dia dos namorados (O Dia dos Namorados Macabro, 1981), por exemplo. Na trama de Black Christmas, o cenário é uma casa de sororidade, popular local de moradia para jovens universitárias nos EUA. Na residência, habitada por diversas estudantes, as moças começam a ser eliminadas em segredo uma a uma. E o pior, tudo acontece de dentro da própria casa. Este é um dos elementos mais nervosos e assustadores da produção dirigida por Bob Clark – que depois viria a ficar conhecido pelas comédias bem diferentes entre si, Porky’s – A Casa do Amor e do Riso (1981) e Uma História de Natal(1983) – focando na mesma data com outro teor. As residentes começam a receber estranhos telefonemas, com frases desconexas e barulhos aterrorizantes. A hostilização típica de uma época não tecnológica é um dos principais aspectos de horror da obra. Assim descobrimos que os telefonemas estão vindo de dentro da própria casa, do sótão, onde um maníaco se esconde, e leva suas vítimas após serem abatidas.
A identidade do psicopata insano nunca é revelada, e mal chegamos a ver o sujeito. Vislumbramos partes de seu corpo em seus ataques, ou seu olho quando espreita entre as frestas, por exemplo. Sequer sabemos sua intenção, de onde veio, quem ele é ou seu destino, já que o final é ambíguo e aberto. Em um dos momentos mais icônicos da obra, o maníaco mata uma de suas vítimas sufocada com um saco plástico, e a posiciona estrategicamente sentada em uma cadeira de balanço no sótão, virada para a janela do local. A imagem da moça com o plástico na cabeça é utilizada como arte para o cartaz do filme. No elenco, nomes famosos da época como Olivia Hussey (Romeu e Julieta, Morte Sobre o Nilo, Psicose 4e It: Uma Obra-Prima do Medo), Margot Kidder (a Lois Lane dos filmes do Superman com Christopher Reeves e Terror em Amityville) e John Saxon (A Hora do Pesadelo).
O maior acerto desse terror intimista e de ritmo deliberadamente lento para os padrões de hoje, é a construção de uma atmosfera de puro medo, onde aos poucos somos levados ao último lugar que estas personagens desejariam estar. O problema é que tal lugar é sua própria casa. Fora isso, existe ambiguidade sobre quem de fato é o vilão, quando os realizadores brincam as possibilidades de um whodunit entre os personagens. Produção canadense, Noite do Terror estreou em seu país de origem no dia 11 de outubro, pegando carona para o dia das bruxas. Nos EUA, atingiria a data certa no dia 20 de dezembro do mesmo ano.
Mais de acordo com o título original, este remake produzido pela Dimension Films (mesma de Pânico / subsidiária da Miramax de Harvey Weinstein) chegava 32 anos após o lançamento de Noite do Terror. A refilmagem pegou carona na tendência que rolava em Hollywood no período, a de reimaginar os clássicos do gênero da década de 1970. Assim, o diretor Glen Morgan (produtor de Arquivo X e Premonição 3) tirava do papel sua visão do clássico – assinando roteiro e direção. Para esta nova versão, o cineasta confeccionou uma grande homenagem, demonstrando respeito e adoração pela obra anterior. Por exemplo, o serial killer “Billy” e seu pseudônimo Agnes ganham imenso destaque, recebendo inclusive uma backstory (um passado ou história de origem) pra lá de bizarra e perturbadora. Morgan também aumenta o gore ao volume máximo, criando um filme extremamente violento e dando aos fãs do gênero o que eles realmente esperam. Aqui já vivíamos a era dos celulares, então isso entrou em jogo sendo adicionado ao roteiro e dando certa mobilidade às vítimas.
Para completar, Morgan recheia o seu longa com a presença de algumas jovens estrelas promissoras, que já tinham certa fama na época. Os nomes que ainda se mantém conhecidos são os de Mary Elizabeth Winstead, Katie Cassidy, Michelle Trachtenberg e Lacey Chabert. Ah sim, a cereja no bolo é o envolvimento do criador original Bob Clark na capacidade de produtor, dando ao filme a validação que necessitava. Porém, apesar de todos os seus atrativos, uma boa parte técnica, que inclui ótima fotografia, os fãs e críticos simplesmente não se sentiram cativados por esta releitura do clássico. Lançado no dia 25 de dezembro de 2006 nos EUA, Natal Negro, com um orçamento de US$9 milhões, viu o retorno de US$21.5 milhões mundiais. No Brasil, sequer sendo lançado nas salas de cinema e demorando bastante tempo para aterrissar por aqui. A palavra que mais jogou contra o filme é exagero.
Recentemente, escrevi sobre a polêmica envolvendo este segundo remake de Black Christmas em menos de quinze anos. Precisava? Provavelmente não. Mas o que a diretora e roteirista Sophia Takal faz aqui é pegar apenas o título e o conceito básico (estudantes de uma universidade são atacadas e mortas uma a uma numa casa de sororidade durante o feriado do natal) e reformular toda a história, conceito e reviravoltas. O que inclui varrer para debaixo do tapete tudo o que envolve o psicopata Billy e seu alter ergo Agnes. Ou seja, esta é a versão que se mantém mais longe da cartilha que formou os anteriores. A grosso modo seria fazer um filme de Sexta-Feira 13 sem Jason ou Halloweensem Michael Myers. Bem, isso já foi feito no passado destas franquias, mas hoje pode ser inconcebível.
Os fãs sempre clamam por reimaginações que tentem fazer algo diferente. E é justamente nesta seara que a diretora Takal posiciona seu novo Black Christmas. Este é na realidade a menor das reclamações quanto ao filme. E se a versão de 2006 aumentou demais o gore, esta edição de 2019 o diminuiu ao ponto de excluir qualquer indício de violência ou palavrões. Este é o Black Christmas mais domado dos três, para dizer no mínimo. O motivo foi apelar a um público maior, em especial meninas adolescentes que não poderiam entrar caso contrário. A censura é treze anos. Algo que nenhum fã hardcore de terror gosta muito.
O que mais marcou Natal Sangrento, no entanto, foi sua agenda feminista. O discurso aqui não é nada sutil. Os homens são os vilões e as mulheres as heroínas que irão combate-los. Abuso sexual, masculinidade tóxica, machismo e estupro entram em pauta, e são todos temas muito dignos para este tipo de propaganda. O problema é que deviam ter sido melhor trabalhados. O filme tem sua cabeça no lugar certo, mas talvez a falta de experiência da diretora que também assina o roteiro tenha atrapalhado. Fora isso, o longa da Blumhouse teve apenas 5 meses desde seu anúncio (incluindo pré-produção, filmagens e pós) para ficar pronto. E tendo isso em mente é até admirável. Mas a obra termina se perdendo e saindo do trilho em seu desfecho, ao acrescentar na trama elementos sobrenaturais que, embora deva ser lido como analogia, são garantidos de afastar grande parte dos espectadores por surgir do nada no final do terceiro ato e desfazer um pouco do discurso fervoroso que exibia com orgulho, redimindo parte culpa de tais homens “controlados” a se comportar de tal forma.
Infelizmente, esta nova versão do clássico viveu para se tornar um dos filmes menos apreciados pelo grande público, figurando na lista (eleita pelos próprios) dos piores filmes de todos os tempos.
Esse é um rumor antigo que ganhou ainda mais força depois dos acontecimentos do último episódio da série, exibido domingo passado (4). Caso não tenha assistido, pare de ler o artigo.
SPOILERS ABAIXO:
No décimo episódio da oitava temporada, todas as pessoas do grupo de Jadis foram chacinados pelo braço direito de Negan, Simon. Sozinha, coube a ela lidar com os corpos dos seus companheiros quando os mesmos se converteram após a morte.
Os acontecimentos do episódio podem ter sido fundamentais para uma nova evolução da personagem; uma versão de si mesma com menos humanidade ainda, o que a aproxima muito da personagem Alfa das HQs, líder dos Sussurradores.
Na série, especula-se que Rick terá que se unir com Negan para derrotar Jadis!
Os Sussurradores são um grupo peculiar, e se “vestem” com a pele dos mortos, caminhando entre eles, como um disfarce perfeito; tanto para ataque, quanto para sua própria proteção. O grupo é liderado pela Alfa, que, considerando a timeline das duas mídias e os rumos das tramas atuais, pode perfeitamente vir a ser a Jadis, que perdeu tudo no episódio passado.
Jadis
‘The Walking Dead’ é transmitida aos domingos pelo canal pago Fox, às 23h30.
Como apontavam os analistas, ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald‘ teve a pior estreia da franquia nos EUA, mas seus números falharam em alcançar até mesmo essas projeções. A expectativa era que a sequência estreasse com valor entre US$ 65 a US$ 70 milhões no primeiro fim de semana.
No entanto, ‘Os Crimes de Grindelwald‘ faturou US$ 62 milhões. Para termos de comparação, ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘ estreou com US$ 74.4 em 2016.
Internacionalmente, o longa fechou com um resultado muito mais positivo, arrecadando US$ 253 milhões globalmente – um aumento significativo em relação ao primeiro filme.
Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.
Além disso, foi confirmado que o longa será lançado em vídeo no dia 1º de outubro.
Confira, com o trailer legendado:
O reboot foi escrito e dirigido por Tony Giglio (responsável pelo falso ‘Pânico na Floresta 2‘).
A trama segue um grupo de fuzileiros navais espaciais que responde a um pedido de socorro de uma base em uma lua marciana, apenas para descobrir que ela foi invadida por criaturas demoníacas que ameaçam criar o Inferno na Terra.
Em 2006, o jogo foi adaptado para os cinemas em um filme chamado ‘Doom: A Porta do Inferno‘, com Dwayne Johnson, Karl Urban e Rosamund Pike no elenco. Fracasso de crítica e público, o longa arrecadou apenas US$ 55.9 milhões mundialmente, com um orçamento de US$ 60 milhões.
De acordo com o Deadline, o próximo ciclo será lançado em 2022.
Vale lembrar que a produção teve a maior estreia da história do FX e do Hulu.
O último episódio da primeira temporada, intitulado Game Over, irá ao ar no dia 19 de agosto. Assim como nos dois primeiros episódios, a trama do último se passará na infame Murder House, cenário principal do primeiro ano de ‘American Horror Story‘.
Lembrando que a série principal caminha para sua 10ª temporada. Intitulada ‘American Horror Story: Double Feature‘, o primeiro episódio estreia em 25 de agosto.
A HBO Max divulgou o trailer completo de ‘A Mulher do Viajante no Tempo‘ (The Time Traveler’s Wife), adaptação do romance homônimo de Audrey Niffenegger.
Além disso, foi confirmado que a produção irá estrear no dia 15 de maio.
Quando se conhecem, Henry tem 28 anos e Clare, vinte. Ele é um moderno bibliotecário; ela, uma linda estudante de arte. Os dois se apaixonam, se casam e passam a perseguir os objetivos comuns à maioria dos casais: filhos, bons amigos, um trabalho gratificante. Mas o seu casamento nunca poderá ser normal. Henry sofre de um distúrbio genético raro e de tempos em tempos, seu relógio biológico dá uma guinada para frente ou para trás, e ele então é capaz de viajar no tempo, levado a momentos emocionalmente importantes de sua vida, no passado ou no futuro. Os deslocamentos são imprevisíveis e Henry é incapaz de controlá-los. A cada viagem, ele tem uma idade diferente e precisa se readaptar mais uma vez à própria vida. E Clare, para quem o tempo passa normalmente, tem de aprender a conviver com a ausência de Henry e com o caráter inusitado de sua relação. Em A Mulher do Viajante no Tempo, a autora mostra com muita sensibilidade, inteligência e bom humor que o verdadeiro amor é capaz de transpor todas as barreiras – inclusive a mais implacável de todas: o tempo.
Em 2009, o livro ganhou uma adaptação para os cinemas, que no Brasil recebeu o título ‘Te Amarei Para Sempre‘. O longa foi estrelado por Rachel McAdams e Eric Bana.
Jon Wright (‘Distúrbio’) é responsável pela direção.
Um casal se muda do pesadelo da cidade grande para a tranquila área rural da Irlanda, apenas para descobrir histórias de criaturas misteriosas que vivem na sinistra e antiga floresta que rodeia seu quintal. Avisados pelos seus vizinhos, de acordo com a mitologia irlandesa, os Barretes vermelhos vêm quando são chamados para ajudar almas que precisam serem resgatadas, mas é crucial lembrar que sempre há um preço a ser pagado pela ajuda deles.
Em entrevista ao ComicBook, Tom Hiddleston comentou sobre a possibilidade de um reencontro entre o Loki e o seu irmão Thor (Chris Hemsworth) no Universo Cinematográfico da Marvel.
Apesar de considerar o fim da série do deus da trapaça sua despedida deste universo, o ator não descartou a chance de reencontrar o deus do trovão no futuro.
“Não é possível seguir em frente até sabermos o que está acontecendo [com esses personagens]. É necessário integrar o passado e assumir responsabilidade por isso. Só assim podemos construir um futuro significativo. Acredito que, tanto o Thor quanto o Loki, tiveram que enfrentar seu passado para descobrirem quem eles realmente são e o que realmente querem.”
Ele completa, “E o mais interessante sobre família – e isso é apenas o que eu penso em relação a isso –, é que pode ser difícil se libertar da noção de quem eles costumavam ser. Loki pode esperar que o Thor se comporte de um jeito, e o Thor pode esperar a mesma coisa do Loki. Acredito que o reencontro entre eles seria confuso, porque eles já estão separados por muito tempo. Mas sinto que pensaram muito um no outro durante este período.”
Vale lembrar que a 2ª temporada de ‘Loki‘ já está disponível no Disney+.
Durante o painel da Marvel na Expo D23, cenas inéditas do aguardado ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ foram exibidas.
Nos clipes, há a menção de um possível novo grupo de Vingadores e a introdução do Adamantium ao MCU – além de mostrar o veterano Harrison Ford (‘Indiana Jones e o Chamado do Destino’) se transformando no Hulk Vermelho.
Confira a descrição:
O presidente fala que ele representa os americanos e todos querem os novos Vingadores
O longa chegará aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.
O trailer de Capitão América – Admirável Mundo Novo tem a mesma vibe de O Soldado Invernal, é mais pé no chão. O presidente dos EUA pede pro Sam Wilson montar um novo Os Vingadores. Ele pergunta: “E o que vai acontecer quando a gente discordar?”. pic.twitter.com/fM9nDTdteH
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o roteirista Danny McBride (‘The Righteous Gemstones’) compartilhou uma atualização decepcionante sobre ‘The Southern Book Club’s Guide to Slaying Vampires‘, nova série de vampiros que está sendo desenvolvida para a HBO.
Anunciada originalmente no ano passado, a produção é uma adaptação do livro homônimo de Grady Hendrix.
“Não avançamos muito neste projeto. Até mesmo para a HBO, é incrível fazer uma série de meia hora que misture gêneros. Realmente difícil. Eu amo o livro e adoraria poder adaptá-lo, mas não sei. Nós trabalhamos na série por um tempo, mas não estávamos recebendo as reações que esperávamos.”
Ele completa, “Sinto que se a HBO desse um sinal verde para série, nós começaríamos a gravar o episódio piloto logo depois de ‘The Righteous Gemstones’. Mas talvez este não seja o tipo de projeto que eles estão querendo no momento.”
Na trama…
“A vida da dona de casa Patricia Campbell nunca pareceu menor. A única coisa que ela ainda ama é seu clube do livro, um grupo de mulheres de Charleston, unidas por seu amor por histórias de suspenses e crimes. Nessas reuniões, é tão provável que falem tanto sobre os assassinatos da família Manson quanto sobre casamento, maternidade e fofocas da vizinhança. Esse padrão previsível é derrubado quando Patricia conhece James Harris, um belo estranho que se muda para a vizinhança para cuidar de sua tia idosa e acaba se juntando ao clube. James é sensível, culto e faz Patricia sentir coisas que ela não sentia há vinte anos. Mas há algo estranho nele.”
“Quando crianças locais desaparecem, Patricia e os membros do clube do livro começam a suspeitar que James é um assassino – mas ninguém fora do clube do livro acredita nelas. Será que elas leram muitos livros sobre crimes reais ou convidaram um monstro para entrar em suas casas?”
Hendrix assinará o roteiro ao lado de Danny McBride e Edi Patterson. Eles também irão servir como produtores executivos.
Lançado originalmente em 2021, o livro é descrito como uma mistura entre ‘Flores de Aço‘ e ‘Drácula‘.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de abril.
A produção conta a história da vida deMichael Jackson além da música, acompanhando sua jornada desde a descoberta de seu talento extraordinário como líder dos Jackson Five, até se tornar o artista visionário cuja ambição criativa impulsionou uma busca incansável para ser o maior artista do mundo.
Destacando tanto sua vida fora dos palcos quanto algumas das performances mais icônicas do início de sua carreira solo, o filme oferece ao público um lugar na primeira fila para ver Michael Jackson como nunca antes. É aqui que sua história começa.
O elenco ainda conta com Nia Long (Empire, O Melhor Amigo da Noiva), Laura Harrier (Infiltrado na Klan, Homem-Aranha: De Volta ao Lar), Juliano Krue Valdi (The Loud House, Arco),Miles Teller (Top Gun: Maverick, Whiplash) e o duas vezes indicado ao Oscar® Colman Domingo (Sing Sing, Rustin).
Uma semana após a confusão na entrega do principal prêmio do Oscar, ‘La La Land: Cantando Estações’ foi alvo de mais uma polêmica, desta vez em uma premiação na Alemanha.
Durante a cerimônia cinematográfica nos país, intitulada Goldene Kamera Awards, uma dupla de comediantes conseguiu enganar a organização do evento, colocando um falso Ryan Gosling para receber um prêmio.
Joko Winterscheidt e Klaas Heufer-Umlauf resolveram pregar uma peça em todos os presentes, montando uma agência de talentos falsa, alegando que o astro de ‘La La Land’ iria à premiação, contanto que ele ganhasse alguma coisa.
Além de convencerem a organização da festa, os comediantes fizeram com que o falso Ryan Gosling fosse anunciado pelo próprio anfitrião, Steven Gaetjen, que não disfarçou seu entusiasmo pela presença do ator, ao chamá-lo para o palco.
Confira o vídeo:
Com a platéia composta por grandes celebridades hollywoodianas, como Nicole Kidman, Colin Farrell, Jane Fonda e Geraldine Chaplin, as reações de espanto em relação ao falso Ryan Gosling foram imediatas e geraram comoção durante o evento. A “estrela”, na verdade, era Ludwig Lehner.
E em seu discurso de aceitação, o “sósia” ainda tirou sarro da situação, tornando tudo ainda mais constrangedor:
“Boa noite, sou o Ryan Gosling. Quero dedicar este prêmio ao Joko e Klaas, muito obrigado a todos. Existe um ditado em Hamburgo que diz: ‘Adeus, adeus’”.
Com o erro exibido em rede nacional, o anfitrião foi obrigado a explicar que um equívoco havia acontecido. E depois da gafe, a organização do intitulada Goldene Kamera Awards anunciou que os procedimentos de segurança serão completamente revistos.
A ficção apresenta a história de Mia [Emma Stone], uma aspirante a atriz, e Sebastian [Ryan Gosling], um músico de jazz dedicado, que estão lutando para sobreviver em uma cidade conhecida por esmagar as esperanças e quebrar os corações. Ambientado na moderna Los Angeles, este musical original fala sobre a vida cotidiana e explora a alegria e a dor de um casal que persegue os seus sonhos.
A série original da Netflix, ‘The End of the F**king World‘, baseada na HQ homônima de Charles Forsman, ganhou um novo trailer.
Confira:
Estrelada por Jessica Barden and Alex Lawther, a trama conta a jornada de dois jovens problemáticos que decidem fugir de casa. ‘The End of the F**king World‘ estreia nesta sexta-feira (05) nos EUA.
A popular trilha sonora do sucesso de bilheterias ‘O Rei do Show‘ vai ganhar um novo álbum, que traz as canções originais com um releitura diferente.
A músicas ganharão versões em remix, regravadas por diversos artistas como Kesha, Missy Elliot, Sara Bareilles, Pink e Panic! at the Disco.
Confira a lista completa de canções:
The Greatest Show – Panic! at the Disco
A Million Dreams – Pink
A Million Dreams (Reprise) – Willow Sage Hart
Come Alive – Years & Years and Jess Glynne
The Other Side – MAX and Ty Dolla $ign
Never Enough – Kelly Clarkson
This Is Me (The Reimagined Remix) – Keala Settle, Kesha and Missy Elliott
Rewrite The Stars – James Arthur and Anne-Marie
Tightrope – Sara Bareilles
From Now On – Zac Brown Band
Faixas bônus:
The Greatest Show – Pentatonix
Come Alive – Craig David
This Is Me – Kesha
Rewrite The Stars (Acoustic) – Zendaya
O álbum será lançado em 16 de novembro, pela Atlantic Records.
Sucesso absoluto nas bilheterias, ‘O Rei do Show‘ arrecadou mais de US$ 420 milhões mundialmente.
A sequência ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes‘ chega aos cinemas em breve e as primeiras avaliações já estão entre nós. Conquistando 81% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu vários elogios por sua abordagem sangrenta e por trazer de volta a mesma divertida atmosfera do original.
O longa ainda foi elogiado por ainda manter um certo nível de simbolismo, abordando a temática familiar com muito coração e irreverência.
E para te preparar para o que vem por, separamos as principais avaliações que já estão disponíveis. Confira e aguarde ansiosamente!
Confira:
“Trazendo de volta as estrelas do original, à medida que traz uma nova leva de sobreviventes para a narrativa, o filme é bem divertido para aqueles de nós que, ironicamente, acham zumbis reconfortantes em tempos sombrios”. – John DeFore, Hollywood Reporter
“Entre todos os intestinos voadores e crânios sendo esmagados como se fossem melões fora do prazo de validade, ‘Atire Duas Vezes’ possui outro órgão molengo em seu centro: Um grande e bobo coração”. – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly
“Depois de 10 anos de espera, teria sido legal ver um filme de zumbi com mais em sua essência do que aquela mesma rotina boba de gente morta”. – Kate Erbland, indieWire
“Sim, sim, é só um filme, você diz. Mas como o título ‘Atire Duas Vezes’ faz referência direta aos video games de atiradores, a sociedade não pode apenas sentar passivamente e aceitar uma atitude que faz piada do pacifismo e reverencia uma violência tão extrema”. – Peter Debruge, Variety
“Todo mundo nas telonas está bem o bastante para fazer isso dormindo, mas ainda assim Harrelson, Eisenberg, Stone, Breslin e Deutch não fazem o trabalho de maneira preguiçosa”. – Michael Phillips, Chicago Tribune
“Se você gostou do primeiro ‘Zumbilândia’, você vai adorar ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’. É pura diversão, tem cenas de ação sem parar e tem coração. Merece dois joinhas sangrentos de zumbis”. – Brandon Davis, ComicBook.com
A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.
O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.
O penúltimo episódio de ‘Lovecraft Country‘ proporcionou uma experiência avassaladora para a audiência e o mesmo parece ter se repetido com a atriz Jurnee Smollett, que sofreu dolorosas queimaduras durante as gravações da emblemática cena de incêndio, que marca o início do massacre de Tulsa.
A informação foi revelada pela própria atriz, por meio de sua conta oficial do Instagram. Na publicação, ela brinca a respeito dos ferimentos, afirmando que embora sua personagem seja invulnerável, o mesmo não acontece com ela.
Na ocasião, Smollett ainda explicou que preferiu terminar a cena, mesmo com as chamas atingindo seu braço, para então recorrer a um atendimento médico.
Confira:
“Leti pode ser invulnerável, mas Jurnee não é…O fogo ficou um pouco perto demais na cena Leti/Hattie…Começou a queimar meu braço…Terminei a tomada primeiro e sai correndo do set gritando. Misha Trill me fez ir ao hospital para dar uma olhada”.
Uma publicação compartilhada por Jurnee Smollett (@jurneesmollett) em
Recebendo grandiosos elogios, a produção foi aclamada pelas performances dos astros Jonathan Majors e Jurnee Smollett-Bell, com a trama sendo considerada “uma abordagem emocionante sobre a tradição lovecraftiana, que prova que os deuses antigos não são a única coisa que fazem barulho no cosmos”.
Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.
O astro Ben Affleck está a todo vapor em novos projetos e as gravações de seu vindouro filme, ‘Hypnotic‘, estão acontecendo na cidade de Austin, no estado do Texas.
E as primeiras imagens dos bastidores das gravações foram divulgadas pelo portal Just Jared. Nas imagens, o vencedor do Oscar aparece gravando algumas tomadas no parque, ao lado da atriz mirim Hala Finley, que interpreta sua filha na trama.
Segundo o portal Deadline, a trama acompanha um detetive (Affleck), que se vê enroscado em um mistério envolvendo sua filha desaparecida (Finley) e um programa secreto do governo.
O ícone do hip hop LL Cool J e a lenda da NFL Peyton Manning uniram forças para contar a história de como e onde o emblemático gênero musical começou.
A nova série documental ‘Hip Hop Was Born Here‘ estreia no dia 22 de julho no Paramount+ e promete uma imersão profunda na gênese, evolução e impacto cultural do hip hop, com foco em sua cidade natal: Nova York.
Com cinco episódios, a primeira temporada é apresentada porLL Cool J e leva o público por uma jornada histórica através dos bairros, estúdios e pontos de encontro onde o hip hop ganhou vida.
Confira o trailer:
Além de entrevistas com lendas como Big Daddy Kane, Doug E. Fresh, Method Man, Remy Ma, Rev. Run, Roxanne Shanté, Salt (de Salt-N-Pepa) e outros nomes fundamentais, o projeto também destaca a análise de faixas clássicas e as histórias por trás dos bastidores.
“O hip hop nasceu aqui. É mais do que música – é um movimento que mudou o mundo,” declarou LL Cool J, que também é produtor executivo da série por meio de sua empresa Rock the Bells.
Peyton Manning assina como co-criador e produtor executivo via sua Omaha Productions, marcando sua primeira colaboração com a CBS/Paramount fora do universo esportivo.
“A música pode não ser minha especialidade, mas tanto o esporte quanto o hip hop exigem trabalho duro, paixão e têm o poder de unir as pessoas,”afirmou Manning. “Contar essa história, especialmente de Nova York, era algo que precisava ser feito – e ninguém melhor que o Todd [LL Cool J] para liderar isso.”
‘Hip Hop Was Born Here‘ também conta com a participação de Jadakiss, Lady London, Marley Marl, Grandmaster Caz, Sheek Louch, Bimmy, Crystal Caines, entre outros.
A série promete ser mais do que um tributo nostálgico — é uma celebração cultural e um resgate histórico de um dos movimentos artísticos mais influentes do último século.
Uma nova polêmica envolvendo ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ já está circulando pela internet. Dessa vez, referente a baixa nota do público que o filme tem recebido no site Rotten Tomatoes, em comparação com a boa aceitação da crítica especializada.
Embora o Rotten Tomatoes confirme que a nota está correta e não houveram erros, um grupo de direita denominado Down With Disney’s Treatment of Franchises and its Fanboys ( algo como “Abaixo a Disney e seu tratamento das franquias e dos fãs”), declarou que usou bots no sistema de votação para influenciar o resultado negativo do filme.
O grupo assumiu que houve um movimento com perfis falsos para negativar as notas. O moderador acusa a Disney de “introduzir mais personagens femininas no universo da franquia”, de tornar Poe Dameron uma “vítima do movimento anti-mansplaining”, e alerta para o perigo de transformar Poe e Luke “em gays”. Para o entrevistado, homens “devem ser recolocados como os senhores da sociedade”.
Após as declarações, o jornal alegou que o Rotten Tomatoes diz que está encarando de forma muito séria a declaração e que tem “um time de pessoas monitorando” as plataformas do site. Até agora “eles não identificaram nenhuma atividade que não fosse usual”.
Em uma entrevista ao The Wrap, o vice-presidente da empresa diz que o site preza pela autenticidade e garante que o número é real:
“A autenticidade das notas de crítico e de usuários são muito importantes para nós e temos uma equipe de especialistas em segurança, redes e bancos de dados que monitoram de perto nossas plataformas. Eles determinaram que não há problema nessa nota. Com Star Wars: Os Últimos Jedi vimos um aumento nas pessoas publicando críticas de usuários escritas, já que os fãs são muito apaixonados por esse filme e a franquia”
Com 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a sequência recebeu elogios quanto à evolução da narrativa, direção e desenvolvimento dos personagens. Considerado um dos melhores filmes da franquia, a produção conquistou a maior parte dos críticos norte-americanos.
Porém, o filme tem a pior média de toda a historia da saga dada pelo publico também no Rotten Tomatoes, conquistando apenas 56% de aprovação, tornando-o a pior recepção no site de toda a saga, lembrando que ‘O Despertar da Força’ tem 88% de aprovação do público, ‘Rogue One’ tem 87%, já ‘Ataque dos Clones’ tem 57% e até mesmo ‘A Ameaça Fantasma’ tem 59%.
Em termos de comparação: ‘Liga da Justiça’, por exemplo, que foi mal nas críticas em geral, conquistou 80% com as notas dadas pelo público no site.
Apesar da nota, o Episódio VIII já está trilhando seu caminho de sucesso nas bilheterias, tendo uma ótima abertura mundial. Em dois dias, fez US$ 105,8 milhões mundialmente, segundo o Deadline.
Deste valor, US$ 60,8 milhões foram gerados em 48 mercados internacionais, com destaque para Reino Unido (US$ 10,2 milhões), Alemanha (US$ 6,1 milhões), França (US$ 6 milhões), Austrália (US$ 5,6 milhões). No Brasil, o filme abriu com US$ 2,5 milhões.
Já nos EUA, o filme já arrecadado US$ 45 milhões em pré-estreias, de acordo com a Forbes.
Apesar do valor alto, o filme conquistou US$ 7 milhões a menos do que ‘O Despertar da Força’ – que arrecadou US$ 52 milhões em 2015.
Com o valor, o filme se torna a segunda maior abertura nos EUA, ultrapassando ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2’, que arrecadou US$ 43,5 milhões. O primeiro lugar ainda é de ‘O Despertar da Força’, com US$ 57 milhões.
Na trama, Virgílio ouve uma mensagem em sua secretária eletrônica de Clara (Thaila Ayala) informando o fim de um relacionamento que ele, curiosamente, não se lembra de ter com ela. Nixon vive Toni, gerente do museu de Nova York.
Coringafoi o grande filme de outubro e um dos maiores do ano até agora. Sua pegada mais “pé no chão” para abordar o arqui-inimigo do Batman agradou muita gente ao redor do mundo, que descreveu sua experiência como um “soco no estômago”. Mas também teve um pessoal que se identificou com o personagem e abriu um debate enorme sobre o longa. Fato é que o drama chegou a 900 milhões de dólares em bilheteria – sem estrear na China – e ganha cada vez mais espaço na mídia. Em meio a essa discussão se o filme é ou não uma obra “incel”, ele faz uma grande piada com seu próprio espectador.
[ALERTA DE SPOILER] Caso você não tenha visto Coringa ainda, saiba que vamos falar de pontos importantes da trama nesse post. Siga por sua conta e risco.
Coringa está próximo do bilhão com classificação etária para maiores
Para começar, vamos esclarecer o que é incel, termo frequentemente usado nas críticas negativas acerca do filme que funciona como uma abreviação das palavras Involuntary Celibate (involuntariamente celibatários). Ele surge no final dos anos 90, na própria internet, e passa a ser usado em fóruns de discussão até chegar à grande mídia para falar sobre assassinatos e tiroteios.
Em um resumo bem raso, o Incelé aquele cara que condena os homens do mundo como “inferiores a ele” e mulheres como “piranhas”. Ele se auto-intitula um cara legal e acredita que isso deveria fazer com que as moças transassem com ele. Só que ser legal com objetivo de “se dar bem” não é ser legal, é ser babaca, então a estratégia caça-sexo não costuma funcionar.
Diante dessa frustração, o incel se sente injustiçado e passa a agir de forma agressiva, seja ofendendo gratuitamente as mulheres – conhecidas ou não-, seja fazendo tiroteios escolares para mostrar o quanto era legal e injustiçado pela sociedade.
Dentro do contexto do que é um incel, cabe a você decidir se Coringaé ou não uma ode a essa galera. O ponto é que há outra mensagem que está sendo pouco comentada, talvez por conta dos holofotes dados a questão incel, que é a maneira como Todd Phillips pega grandes símbolos da mitologia do Batman e os corrompe ante a visão realista proposta.
O filme veio para mudar mais uma vez a imagem do Coringa
Durante o desenrolar do filme, a equipe criativa pega elementos praticamente santificados na vida do Batman e quebra tudo. É um movimento iconoclasta na história do Morcegão de Gotham. Além de seu maior rival ser nada menos que um maluco frustrado, cai por terra a imagem boa e justa de seu pai, Thomas Wayne.
Comumente tratado como o homem de bem, um cavaleiro branco na luta pelo povo de Gotham, Thomas ganha uma representação mais coerente com sua (dis)função social. É praticamente impossível se tornar bilionário sem explorar trabalhadores, pagando salários dignos e proporcionando condições dignas a todos. A cabeça do empresário foca na multiplicação do lucro próprio e, nesse ideal do bilhão, a conta não fecha.
Então, é uma forçada de barra monstruosa vender a família Wayne como um exemplo a ser seguido. Veja bem: na Marvel, o Homem de Ferro é um bilionário, mas em momento algum esconde ser um babaca que faz o que faz por ego e pra tentar limpar sua própria consciência. É uma motivação egoísta, mas que ajuda os outros. Já Thomas Wayne, um médico bilionário, é candidato à Prefeitura de Gotham com a campanha de limpar a cidade. Sério, a DC ter forçado esse personagem como “Cara Legal” por décadas beira o ridículo. É mais fácil comprar a ideia de um órfão que se veste de morcego pra bater em bandido do que em um bilionário (e político) gente boa. Coringa entende isso e mostra a face oculta dos Wayne, com denúncias de traição, corrupção, eugenia e até mesmo loucura. A cena dele agredindo um doente mental confesso, que pode ou não ser seu filho, é emblemática. É iconoclastia pura mostrar que Thomas Wayne não era a solução para Gotham, apenas parte do problema.
A imagem de bom moço do patriarca Wayne enfim foi por água abaixo
Da mesma forma, o ponto de virada da vida de Bruce ganha um novo significado nesta versão. Era comum mostrar o assassinato dos Wayne como um reflexo da pobreza e vilania de Gotham. Todos já sabem de cor a cena em que Joe Chill tenta assaltar Thomas e Martha no beco, quando, num ato de bravura, Thomas reage ao assalto e Joe atira nos dois à sangue frio, deixando o pequeno Bruce Wayne desesperado e traumatizado para o resto da vida. No filme de 2019, o crime é cometido após Thomas Wayne dizer que as pessoas invejam os ricos por serem pobres e ridiculariza os problemas do povo de Gotham em rede nacional.
Em meio ao caos das ruas, Thomas é elevado ao causador das mazelas da cidade. Como disse anteriormente, ele é parte do problema, mas não é O problema em si. Sua morte é um ato político vazio e deturpado, e reflete num pequeno Bruce, que não se joga desesperado sobre seu corpo e nem ao menos chora. Sua reação é o mesmo olhar perdido e intrigado, como se buscasse uma motivação naquilo, que fez em seu primeiro encontro com Arthur Fleck. A piada do Coringa foi, indiretamente, ter aberto as portas da loucura para seu futuro nêmesis.
Bruce Wayne: justiceiro ou lunático? A linha é bem tênue
Mas talvez o maior caso dessa ideia iconoclasta de Phillips é o próprio Coringa. Quando Batman: O Cavaleiro das Trevas chegou aos cinemas em 2008, o Coringa de Heath Ledgertrouxe uma versão anárquica do Palhaço do Crime para o imaginário popular. De 2008 até 2019, praticamente todos os países do mundo passaram por algum tipo de crise financeira e social, e tiveram que viver ou assistir ao caos rolando em seus jardins. Nesse contexto, aquele Coringa adentrou no imaginário popular como a grande ameaça ao Sistema, à corrupção e injustiças sociais, e o personagem passou a ser idolatrado por algumas pessoas. “Talvez ele não seja tão louco assim”.
A brilhante atuação de Heath Ledger elevou o personagem a um patamar ideológico
Desde então, passou a haver essa idolatria absurda acerca do personagem e ele passou a ser rodeado por um viés político (ou apolítico) muito forte e qualquer representação dele que fosse diferente era rapidamente rejeitada. O Coringa de Jared Leto sofreu um pouco com isso quando tentou retomar o lado gângster do Palhaço e deixou o viés revolucionário de lado – Digo que “sofreu um pouco” porque o resto das críticas é bastante coerente. Jared Leto e David Ayer fizeram um péssimo trabalho em Esquadrão Suicida (2016).
Houve um processo de iconografia pesado acerca do personagem e sua imagem virou um símbolo de subversão, um “sopro de lucidez num mundo insano”. Ele foi santificado.
Meu Deus, isso aqui realmente existiu ou foi alucinação coletiva?
O problema é que essa idolatria cai em um doente mental, sem escrúpulos, extremamente violento e fazendo o que quer sem dar satisfação a ninguém. A partir de 2008, a galera revoltada com as corrupções do dia a dia, como não dar seta no trânsito, não respeitar filas ou propriedade privada, passou a amar quem mais criticava. Ou você acha que o Coringa dá seta quando está dirigindo?
A representação da subversão é linda, enquanto a subversão em si é criticada à exaustão. É nesse ponto que Todd Phillips dá um tiro certeiro. EmCoringa, o personagem título passa por muitas situações ruins. Ele é um fracasso na vida e está cercado constantemente por suas próprias frustrações, até o momento em que ganha uma arma e começa a ter sensações de pequeno poder. Esses momentos de adrenalina somados ao fim de seus remédios revelam que seu sonho não era trazer alegria ou ser bem sucedido na vida. Ele só quer descontar suas frustrações em quem acredita serem os culpados por sua tragédia. Sua mãe, a vizinha, Thomas Wayne, Murray Franklin, os caras do metrô… enfim, ele tem, ao longo do filme, algumas oportunidades de dar a volta por cima na vida ou só acabar com ela e encerrar seu sofrimento existencial. Porém, em todas elas, ele opta por punir quem ele enxerga como culpado. Com isso, a face do Coringa se espalha por Gotham como um símbolo da guerra de classes, uma resposta ao sistema. De uma hora para outra, as pessoas que não suportavam as corrupções do dia a dia saíram às ruas incendiando lojas, assassinando pessoas e idolatrando um doente mental. Espera, onde foi que eu já vi isso mesmo? A grande sacada do filme é quebrar essa ideia do Palhaço badass e deixar claro que a galera estava cultuando um doente mental fracassado. Era desse tipo de gente que eles tiravam inspiração.
De forma bem sutil, a grande piada do filme é a própria plateia, formada por fãs de um louco.
Coringa está em cartaz nos cinemas de todo o país.
O Brasil é um país continental, com culturas diferentes e cujo território abrange a maior parte da Floresta Amazônica – o pulmão da Terra. Justamente por ser o centro através do qual o planeta respira, ele desperta a cobiça de empresas do mundo inteiro, que visam na região atrás da madeira, dos minérios, dos animais, dos recursos naturais e, claro, do próprio território, que cada vez mais vem sendo devastado para se transformar em pasto para o agronegócio. E é neste ponto que entra as Aruanas.
Partindo de uma realidade atual e cruel, a série produzida pela Rede Globo busca aproximar a ficção do cenário cotidiano das populações diretamente afetadas pelo desmatamento e jogar luz sobre o que se passa na região norte brasileira. A série desconstrói a ideia de imaginário ocidental da selva inexplorada, jogando luz para um cenário já em desmatamento, já em destruição.
Com um argumento extremamente pertinente, o tema é justamente o forte de ‘Aruanas’. A série parte da luta de uma organização não governamental chamada Aruana, da qual fazem parte a advogada Verônica Muniz (Taís Araujo), a jornalista Natalie Lima (Débora Falabella) e a ativista Luiza Laz (Leandra Leal) – três amigas de infância que fundaram a ONG –, além da estagiária Clara (Thainá Duarte), que chega na ONG fugindo do seu ex abusivo. Juntas elas e outros funcionários da Aruanas irão lutar contra a mineradora KM, empresa de Miguel Kiriatos (Luiz Carlos Vasconcelos), que recebe assessoria constante da lobista Olga Ribeiro (Camila Pitanga) para conseguir burlar Brasília e se apropriar das reservas indígenas na cidade de Cari, no Amazonas.
O roteiro de Estela Renner e Marcos Nisti, escrito com Pedro de Barros, transita suavemente entre o drama e o thriller, afinal, as três ativistas se colocam sob constante risco em nome da causa – o que é legal, porque não exagera nos elementos de nenhum desses dois gêneros. Entretanto, exagera nos diálogos enciclopédicos, que engessam por muitas vezes a fala dos personagens – os quais explicam o tempo todo coisas uns aos outros e elencam estatísticas, em um artifício didático de transmitir a realidade enfrentada pelos povos indígenas e ribeirinhos. Além disso, embora o argumento seja centrado nessa luta pela manutenção da floresta amazônica, o roteiro é preenchido boa parte pelos dramas pessoais das quatro protagonistas, desviando o interesse do espectador do foco principal para apresentar mais profundamente essas personagens, tendo já em vista uma segunda temporada – já confirmada.
Com dez episódios de cerca de quarenta e cinco minutos cada, a primeira temporada toda nos conduz para a cena final, que é realmente emocionante. Os momentos ápices da história ocorrem no final do episódio 4; no 7º, quando o grande drama é revelado; e no 8º, quando a coisa toda vai para o ventilador.
A atuação do elenco – reunido pela primeira vez em uma mesma produção – é bastante competente, embora nos primeiros episódios se aproxime mais com a atuação de teatro (que tem movimentos mais marcados). O destaque é Leandra Leal, mais familiarizada com o cinema, e em Gustavo Vaz e Bruno Goya, cujas performances são mais naturais.
A direção competente de Estela Renner – aliada com uma super produção que levou a equipe para gravar no Amazonas e incluiu indígenas de verdade para representarem a si mesmos na ficção, inclusive falando em guarani – consegue um resultado de encher os olhos, sem se demorar em cenas de violência e trazendo belíssimas imagens de uma parte do Brasil pouquíssimo conhecida pelos próprios brasileiros. A série – que teve premiere em Nova York em 2019 na inauguração da Globoplay como streaming internacional – se encaminha para ser uma das principais referências de produção nacional no resto do mundo, e tem tudo para trazer uma segunda temporada mais aprofundada no tema.
ep 5 – cena 24 – Bastidor – Raoni ( Abraão Mazuruna ), Payall ( Kay Sara ) e Anderson Kay.
A 14ª temporada de ‘Supernatural‘ trará mais uma participação muito especial para celebrar seu 300º episódio: Kurt Fuller como o arcanjo Zacarias.
A informação foi revelada pela Entertainment Weely, mas nenhum outro detalhe foi revelado. A última aparição do anjo aconteceu no episódio 100, ainda na 5ª temporada.
Outro personagem que retornará, é o pai dos protagonistas interpretado por Jeffrey Dean Morgan.
A 14ª temporada de ‘Supernatural‘ volta a ser exibida em 17 de janeiro nos EUA. No Brasil, a Warner Channel exibe os episódios durante as terças, às 21h40.
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