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‘Sakamoto Days’: Novo anime da Netflix ganha clipe INÉDITO; Confira!

Para celebrar seu lançamento oficial, a Netflix divulgou um clipe inédito de Sakamoto Days, anime baseado na famosa saga mangá criada por Yuto Suzuki.

Confira, junto ao trailer:

Masaki Watanabe entra como diretor.

A história gira em torno de Taro Sakamoto, um lendário assassino aposentado que se estabeleceu em uma vida tranquila e mundana como homem de família. No entanto, sua vida pacífica é interrompida quando ex-inimigos e colegas de sua época de assassino chegam em busca de vingança.

Tomokazu SugitaNobunaga ShimazakiAyane SakuraNao ToyamaHina KinoRyota SuzukiNatsuki Hanae e outros fazem parte do elenco original.

Já elenco de vozes na versão em inglês conta com Matthew MercerDallas LiuRosie OkumuraRosalie ChangLexi CabreraXolo MaridueñaSungWon Cho e outros.

Brad Pitt, Kerry Condon e mais no teaser INÉDITO de ‘F1’; Confira!

Apple TV+ divulgou um teaser inédito de F1, drama esportivo estrelado pelo vencedor do Oscar Brad Pitt (‘Era Uma Vez Em… Hollywood’).

O longa-metragem será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de junho e chegará à plataforma de streaming numa data posterior.

Confira, junto ao trailer:

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

‘Vingadores: A Dinastia Kang’ mostraria os Jovens Vingadores derrotando Kang – mas não do jeito que imaginávamos

A Marvel Studios anunciou Vingadores: Doomsday’ na SDCC do ano passado, com Robert Downey Jr. retornando ao MCU como o vilão Doutor Destino.

Como sabemos, o próximo filme dos Vingadores originalmente se chamava ‘A Dinastia Kang’ e estava se configurando como um filme muito diferente antes da demissão do ator Jonathan Majors, que interpretaria o vilão.

Agora, o co-roteirista Michael Waldron — que também trabalhou no roteiro de ‘Doomsday’ — compartilhou detalhes sobre um cenário intrigante que apresentou à Marvel junto com a Jeff Loveness.

Waldron e Loveness queriam que os Jovens Vingadores derrotassem Kang na história – mas com uma reviravolta: após derrotá-lo, a equipe descobriria que, na verdade, ele era apenas uma variante inexperiente do todo-poderoso Conquistador.

Jeff Loveness e eu passamos uma tarde inteira apresentando a ideia dos Jovens Vingadores derrotando uma versão de Kang e estávamos super animados… Só para descobrir que aquele Kang em particular carregava um cartãozinho dizendo para terem paciência com ele, pois era seu primeiro dia como Kang. E aí eles ficaram bem decepcionados“, disse Waldron durante uma sessão de perguntas e respostas no Reddit. “Acho que ele seria o Kang-Lagarto do final de [‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ (sic)]? Não sei. Enfim, nos divertimos”.

Vale lembrar que Vingadores: Doomsday’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência ‘Guerras Secretas’ está programado para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Richard Gadd e Joe Alwyn entram para ‘The Husbands’, nova série da Apple TV estrelada por Juno Temple

Através das redes sociais, o Apple TV revelou o elenco completo de The Husbands, série original inspirada no elogiado romance best-seller de Holly Gramazio.

Estrelada pela indicada ao Emmy Juno Temple (‘Ted Lasso’, ‘Fargo’), a produção contará também com Joe AlwynRichard GaddKingsley Ben-AdirJoel KinnamanDaniel IngsBob MorleyFehinti Balogun – todos interpretando os maridos da protagonista.

A atração é composta por oito episódios e acompanha Lauren (Temple), que, quando retorna para seu apartamento em Londres tarde da noite,  é recebida na porta por seu marido, Michael. Só há um problema — ela nunca viu esse homem antes em sua vida. Enquanto Lauren tenta descobrir como ela pode ser casada com alguém que não se lembra de ter conhecido, Michael vai até o sótão para trocar uma lâmpada e desaparece abruptamente. Em seu lugar, um novo marido surge. Percebendo que seu sótão está criando um suprimento infinito de maridos, Lauren confronta a questão: se trocar de vida é tão fácil quanto trocar uma lâmpada, como você sabe que tomou o caminho certo? Quando você para de tentar fazer melhor e começa a realmente viver?

Miriam Battye (‘Succession’, ‘Treta’) entra como roteirista principal, enquanto Craig Gillespie (‘Seus Amigos e Vizinhos’) é responsável pela direção dos capítulos.

Battye, Gillespie e Annie Marter entram como produtores executivos. A A24 fica responsável por supervisionar o projeto.

Mais informações devem ser reveladas em breve.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Brinquedos revelam visual de novos personagens

A Lucasfilm divulgou ontem (10) a nova linha de brinquedos de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, revelando o visual dos novos soldados da Primeira Ordem, os Sith Troopers, basicamente Stormtroopers vermelhos.

Obviamente, ainda não se sabe qual será a importância dos personagens no longa, se terão algum destaque ou se estarão substituindo a guarda real do novo Supremo Líder.

Confira as imagens:

Lembrando que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ estreia no dia 19 de dezembro de 2019.

Confira o trailer:

Star Wars: Episódio IX’ traz em seu elenco principal Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill Billy Dee Williams.

 

‘Viúva Negra’ e Taskmaster surgem em novas artes promocionais; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Matt Taylor, artista conceitual da Marvel Studios, publicou algumas artes promocionais de Viúva Negra‘ com foco em Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) e no vilão Taskmaster.

As imagens mostram a heroína com seus novos uniformes, e o vilão aparece com seu icônico escudo.

Confira:

Lembrando que ‘Viúva Negra‘ foi um dos filmes afetados pela propagação do Coronavírus e acabou sendo adiado por tempo indeterminado, para a tristeza dos fãs.

Na última semana, o Beyond the Trailer divulgou um rumor alegando que a Disney estava considerando lançar o filme direto no streaming, pois a empresa estava preocupada com o enorme volume de dinheiro que eles estão perdendo com todos os adiamentos, bem com  o fechamento contínuo de seus parques temáticos .

Agora, o Comic Book Movie afirma que conversou com os representantes da Disney e ‘Viúva Negra‘ será lançado nos cinemas, demore o tempo que for.

A decisão é sábia. Mesmo que o Disney+ receba milhares de assinantes, não iria se comparar ao valor que o filme arrecadaria nas bilheterias. Por exemplo: ‘Homem-Formiga‘ é o único filme do MCU desde o final da Fase Um a faturar menos de US$ 600 milhões em todo o mundo.

Recentemente, David Harbour, intérprete do Guardião Vermelho, aumentou ainda mais os rumores ao apoiar o lançamento no streaming.

“Estou tão ansioso quanto os fãs, porque eu ainda não assisti ao filme completo. Eu vi algumas cenas e parece ser incrível, mas gostaria de assistir tudo o quanto antes. Vocês não têm noção, eu estou muito empolgado. Por que não lançam de uma vez na Disney+?”, disse o astro.

Em ‘Viúva Negra‘, thriller de espionagem recheado de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff confronta o lado mais sombrio de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada ao seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Romanoff precisa lidar com seu legado como espiã e encarar as relações enfraquecidas que deixou para trás depois se juntar aos Vingadores.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘Homem-Aranha 3’: Sam Raimi foi o responsável pelo retorno de Alfred Molina e Kirsten Dunst

De acordo com o jornalista Daniel Ritchman, o diretor Sam Raimi foi o responsável pelo retorno de Alfred Molina e Kirsten Dunst como Dr. Octopus e Mary Jane Watson no próximo filme do Homem-Aranha no MCU.

Raimi, diretor da primeira trilogia do Cabeça de Teia, ajudou a convencer os astros a reprisarem seus papéis ao mencionar que estaria servindo como uma espécie de consultor na sequência dirigida por Jon Watts.

Não foi revelado como Andrew Garfield se juntou ao elenco, mas é possível que Raimi tenha incentivado a Marvel Studios a envolver todas as versões cinematográficas do herói para compor o Aranhaverso.

Além disso, Ritchman indicou que os eventos de ‘WandaVision’ eDoutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ vão estar diretamente ligados com Homem-Aranha 3‘.

Essa última revelação não é bem uma surpresa, considerando a participação de Benedict Cumberbatch na sequência.

Anteriormente, o The Illuminerdi  divulgou que Willem Dafoe e Thomas Hayden Church estão em negociações para retornarem como o Duende Verde e o Homem-Areia, vilões da trilogia de Raimi.

Tobey Maguire e Emma Stone também negociam seu retorno para o novo filme. Maguire foi o Peter Parker original nos filmes de Raimi, e Stone interpretou Gwen Stacy em ‘O Espetacular Homem-Aranha‘.

Além disso, o Murphy’s Multiverse anunciou que Charlie Cox vai reprisar seu papel como Matt Murdock/Demolidor na aguardada sequência.

Cox deu vida ao personagem na série da Netflix cancelada em 2018, e muitos fãs já vinham pedindo que o herói fosse resgatado no MCU.

Por enquanto, a Marvel e a Sony não se pronunciaram sobre a informação, mas o portal tem um histórico bastante confiável em relação às produção do MCU.

Dr. Octopus e Electro retornam! O que mais queremos ver em ‘Homem-Aranha 3’?

E aí, você está empolgado com as novidades?

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que o lançamento seja afetado por conta do adiamento da produção (anteriormente prevista para iniciar em julho).

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

Bilheterias de 2021 aumentaram 900% em relação ao ano passado

2020 foi um ano extremamente difícil para a indústria cinematográfica, basta lembrar dos US$ 363,7 milhões arrecadados por ‘Tenet‘.

O longa dirigido por Christopher Nolan foi orçado em US$ 200 milhões e precisava faturar pelo menos US$ 400 milhões para cobrir seus gastos.

No entanto, o resultado final acabou se tornando um banho de água fria para a Warner Bros e para outros estúdios, que encaravam a estreia de ‘Tenet’ com esperança.

Mas, de acordo com o Deadline, o ano de 2021 foi 893% mais lucrativo que o ano passado, graças à abertura de grande parte das salas de cinema pelo mundo.
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Tudo começou com ‘Godzilla vs. Kong‘, que arrecadou US$ 467,8 milhões, depois ‘Um Lugar Silencioso 2’ fez US$ 297,3 milhões, já ‘Cruella’ conquistou US$ 223,6 milhões.

E apesar de não serem números exorbitantes, foram grandes vitórias, considerando o cenário da pandemia.

Viúva Negra‘ também acumulou US$ 372,4 milhões nos cinemas, mas o resultado poderia ser ainda maior se o filme não fosse lançado simultaneamente na Disney+.

‘Velozes e Furiosos’ alcançou incríveis US$ 710,8 milhões pelo mundo, e ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ já registrou US$ 166 milhões em apenas uma semana em cartaz.

Lembrando que o percentual de 2021 deve aumentar ainda mais com as estreias de ‘Eternos’, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ e ‘Matrix Resurrections’.

Lembrando que ‘Eternos‘ chega aos cinemas em 05 de novembro.

Confira o trailer:

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘The Boys’: Soldier Boy vira astro de TV em nova imagem da 3ª temporada; Confira!

Através do Twitter, Eric Kripke, showrunner de ‘The Boys‘ divulgou uma nova imagem da 3ª temporada da aclamada série.

Na publicação, vemos o Soldier Boy (Jensen Ackles) se apresentando em frentes às câmeras ao lado de alguns dançarinos.

Confira:

Em uma recente entrevista ao EW, Ackles revelou que se recusou a participar de uma cena específica dos novos episódios depois de ler o roteiro.

Na ocasião, ele comentou: “sendo pai de três crianças, sendo filho, marido e humano que respeita a si mesmo, eu não consigo fazer isso. Não sabia qual era o meu limite, mas você [showrunner Eric Kripke] conseguiu encontrar”.

O astro não deu detalhes sobre qual cena não quis gravar para a nova iteração, mas especula-se que tenha sido a adaptação do arco conhecido como “Herogasm”.

Nas HQs originais, o Herogasm acontece quando os “heróis” alertam aos fãs que a Terra será invadida por um ameaça alienígena e que precisam viajar para o espaço sideral na tentativa de combater os vilões antes que cheguem ao planeta… Mas, na verdade, ele vão para uma ilha secreta por uma semana para praticarem orgia.

Em entrevista ao mesmo site, Kripke comentou sobre trazer o infame arco para a série da Amazon e disse que foi preciso descartar uma das cenas mais chocantes da HQ.

A cena em questão é quando o Capitão Pátria estupra o Soldier Boy, descrito como um herói covarde que faz de tudo para ser membro dos Sete, inclusive se submeter às vontade do líder do grupo.

Na adaptação, Kripke quis transformar o Soldier Boy como um cara casca grossa, que não abaixa a cabeça para ninguém, então não podia gravar uma cena em que ele é humilhado e estuprado.

“Eu amo essa cena nos quadrinhos porque é hilária, mas por uma dúzia de razões (que serão reveladas na 3ª temporada), não fomos capazes de adaptar esse trecho específico. No fim das contas, ela simplesmente não faria sentido. Nós chegamos a conversar sobre isso e a cena entrava em conflito com a construção que pretendíamos dar ao Soldier Boy. Então, infelizmente, tivemos que descartar essa ideia.”

O Soldier Boy da série não tem nada a ver com a versão dos quadrinhos e é conhecido como o super-herói original, sendo criado pela Vought durante a Segunda Guerra Mundial.

Na adaptação, ele será retratado não como covarde, mas como a personificação machista da masculinidade tóxica e, como diz Ackles:

“Ele é mais parecido com aquele seu tio bêbado, que diz coisas inapropriadas, do que com o Capitão América.”

Para Kripke, foi muito melhor mostrá-lo como alguém que faz frente ao Capitão Pátria do que alguém que o teme.

“Ele era o Capitão Pátria antes de surgir o Capitão Pátria. Ele era o maior super-herói do mundo, mas acabou desaparecendo nas sombras e se transformou no ídolo caído.”

Lembrando que os novos episódios chegam ao catálogo do Prime Video em 03 de junho.

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Pinguim’: Mais quatro astros entram para o elenco da série derivada de ‘Batman’

De acordo com o Deadline, a HBO Max adicionou mais quatro membros ao elenco da série do ‘Pinguim‘, derivada de ‘Batman’.

Os escolhidos são Michael Kelly (‘Jack Ryan’), Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’), Deirdre O’Connell (‘Outer Range’) e Rhenzy Feliz (Os Fugitivos da Marvel’).

O grupo se ao protagonista Colin Farrell e Cristin Milioti (‘How I Met Your Mother’), que será Sofia Falcone, que brigará com o vilão para assumir o crime de Gotham.

Por enquanto não há detalhes sobre os personagens de Kelly, Aghdashloo e O’Connell.

Feliz dará vida a um adolescente que faz amizade com o Pinguim e se torna seu motorista, embora nada oficial tenha sido revelado.

Kelly, Aghdashloo, O’Connell e Feliz

Anteriormente, Farrell revelou à Variety que o personagem pode ganhar um interesse amoroso.

No entanto, ele adicionou uma ponta de dúvida sobre o romance, dizendo que será uma relação complicada.

“Não sei se é amor e ainda não tenho certeza de onde isso vai dar.”

Quando o repórter perguntou se há uma atração entre Oswald Cobblepot e sua pretendente Farrell respondeu:

“Ahhh, com certeza, isso sim.”

Obviamente, ele não revelou com quem o Pinguim compartilha uma atração ou quem interpreta a potencial cara-metade do vilão.

Farrell também confirmou que “vai ser uma história de oito episódios. Vamos nos apoiar na ascensão de Oswald ao poder, preenchendo o vácuo de poder criado quando Falcone foi morto.”

Ele continuou, dando mais detalhes sobre a conexão entre a série e o próximo filme do Homem-Morcego.

“A ideia de Matt [Reeves, o diretor de ‘Batman‘] era fazer com que a série do Pinguim começasse cerca de uma semana após o final do filme de ‘Batman‘. E se funcionar, se a trajetória for interessante, e o público aceitar, o segundo ‘Batman‘ vai começar logo após o fim da trama da série.”

Lembrando que a fotografa principal já começou e será finalizada dentro de cinco ou seis meses. Depois disso, a equipe de pós-produção dará início à edição e aos efeitos visuais.

Agora a principal pergunta é quanto vai durar a pós-produção. De qualquer forma, é possível que a série seja lançada no fim de 2023 ou no início de 2024.

Lauren LeFranc (‘Agentes da SHIELD’) será a showrunner do projeto.

Farrell e Reeves também servirão como produtores executivos.

 

‘Napoleoão’ e ‘Wish’: Quem vai ganhar na batalha de maior bilheteria?

A mais nova disputa de bilheterias está acontecentre ‘Napoleão‘, épico histórico de Ridley Scott, e ‘Wish – O Poder dos Desejos’, animaçao que celebra os 100 anos da Disney.

De acordo com a Variety, a Disney tem esperanças de que ‘Wish‘ chegue ao topo neste fim de semana, mas ‘Napoleão‘ venceu a primeira batalha de bilheteria, arrecadando US$ 3 milhões em prévias, que começaram na terça-feira devido ao feriado de Ação de Graças, enquanto ‘Wish’ fez US$ 2,3 milhões.

Ao todo, espera-se que a animação feche o fim de semana tradicional com US$ 35 milhões no mercado doméstico, mas considerando o feriado prolongado de Ação de Graças, o valor poderia somar entre US$ 45 milhões e US$ 50 milhões ao longo dos cinco dias.

Já ‘Napoleão‘, estrelado por Joaquin Phoenix (‘Coringa’) como o brutal governante francês, deve faturar US$ 16 milhões no fim de semana tradicional e cerca de US$ 22 milhões no feriado prolongado.

Hitoricamente falando, a Disney geralmente domina o período de Ação de Graças sempre que lança um novo filme, pois as famílias chegam em massa aos cinemas.

Por outro lado, ‘Wish‘ marca a segunda menor abertura do estúdio, atrás de ‘Mundo Estranho, que abriu com apenas US$ 18 milhões durante o feriado de cinco dias no ano passado.

Além disso, há toda uma expectativa sobre ‘Napoleão‘ por conta da presença de Phoenix e da direção de Scott, responsável por diversas obras-primas, como ‘Gladiador’, ‘Perdido em MarteeAté o Limite da Honra‘.

Lembrando que ‘Wish – O Poder dos Desejos‘ chega aos cinemas nacionais somente em 04 de janeiro do ano que vem, enquanto ‘Napoleão’ já está em exibição.

Crítica | O Professor Substituto – A Eminencia Indigesta da Catástrofe

A relação que se estabelece no ambiente educacional pode ser torturante para alunos e professores. A união de vivências tão diversas em si é um contexto potencial para criação de coisas incríveis e também muitos problemas. Essa situação se agrava quando nesse ambiente passa a ser desenvolvido um trabalho com um pequeno grupo de alunos excelentes. No bojo dessas relações a impecável direção de Sébastein Marnier traz à luz questionamentos existenciais coletivos e de espécie com uma intensidade ímpar.

O longa-metragem já se inicia com um soco na cara do espectador. Sem nenhum tipo de ambientação na narrativa, o filme mostra a inquietude seguida de suicídio de um professor na frente de seus alunos. Sem delongas ou explicações. Só o fato, duro e seco. E a nítida empatia pelo trauma dos que assistiram na trama a morte do então professor aflora. Para dar sequência nas atividades letivas é contratado Pierre Hoffman (Laurent Lafitte) na modalidade de professor substituto (algo pouco usual no ensino fundamental e médio brasileiro, mas que é, aparentemente, uma modalidade de menor relevância quando comparado ao quadro efetivo na França).

Um pouco perdido a respeito dos caminhos a trilhar com a turma de superdotados, Pierre passa a compreender as relações estabelecidas pela simples existência desse grupo “seleto”. A convivência entre o grupo com os demais alunos perpassa sentimentos de ego, desprezo, repulsa e institui situações violentas. Já entre eles e os discentes o relacionamento traz uma sensação de relação de autoridade invertida que não é nem compreendido, nem bem aceito por Pierre. Essa influência distorcida é exercida especialmente por um grupo de seis dos alunos da turma especial, que vivem em grupo e se comportam de forma passivo-agressiva, com soberba. E em um misto de ranço, curiosidade e preocupação o novo professor passa a seguir estes alunos e começa a perceber que suas atividades fora dos muros escolares são no mínimo peculiares.

Toda essa narrativa e, principalmente, o que se desenrola após a aproximação de Pierre com a rotina desses jovens é apresentada de forma muito intensa (especialmente considerando o ritmo típico do cinema europeu). O filme tem reviravoltas interessantes. Elas não são mudanças na realidade apresentada, mas sim na forma como Pierre (e consecutivamente o público) enxerga todos os fatos. Como na vida, a direção de Marnier consegue revelar uma verdade incômoda aos poucos, levando os espectadores a mudarem sua relação com o grupo de adolescentes da preocupação para a concordância, passando pela raiva e pelo medo.

O grupo desenvolve ao longo da trama experimentações controversas. De cara se tem a ideia de relações abusivas que, ao longo da trama, dão lugar a uma percepção de instinto de sobrevivência. O filme é um suspense que em algum momento tem ares de terror (soft, mais para mostrar a cabeça aterrorizada do protagonista) e caminha para num cenário catastrófico. E essas mudanças, como foi dito, não se dão em cima de mudanças no comportamento e na vida dos personagens, mas sim a partir da compreensão do tema maior tratado no longa-metragem.

O processo evolutivo humano há muito deixou de comungar com a natureza, utilizando respeitosamente a tudo o que ela nos oferece. Essa relação se torna mais alarmante com o passar das décadas e vem sendo amplamente debatida na academia enquanto, por outro lado, segue sendo negligenciada pelos discursos que visam o lucro desmedido de curto prazo (no geral para benefícios próprios). Assim é em muitas partes do mundo. Países mais desenvolvidos ampliam sua qualidade ambiental sobrecarregando os países em desenvolvimento. A catástrofe se apresenta como caminho provável seguindo o ritmo atual de “desenvolvimento”.  Na cabeça de um grupo jovem, sem perspectiva de futuro mesmo com o elevado potencial intelectual, esse processo que é preocupante para a maioria não é somente uma preocupação para longo prazo, mas uma realidade atual. E descobrir as formas de lidar com esse peso é a linha condutora da aproximação do professor substituto e seus alunos. Aqui novamente vale a ressalva que o nome original “L’Heure de la sortie” (A hora da saída) traça uma relação muito forte com a narrativa, e ao final da trama faz muito mais sentido do que o título adotado no Brasil.

Um destaque deve ser dado à direção de som de Charles Fréville. A trilha é incômoda e consegue entregar à cena a inquietude do protagonista. É um trabalho que traz uma certa aflição a pessoas mais sensíveis. Encaixe perfeito. Um filme para incomodar de muitas formas, conseguindo gerar uma reflexão um pouco indigesta (especialmente ao se considerar os retrocessos mundiais em termos ambientais). O pequeno e jovem elenco traz um trabalho interessante por ser ao mesmo tempo de apatia e envolvimento. A apatia se dá sobre todos, e o envolvimento se dá pela causa. Também merece nota o trabalho do muso parisiense Laurent Lafitte (que faz de rei esnobe a professor acuado com muita verdade).

Para amantes do cinema francês é um filme que foge um pouco da receita que sempre funciona, mas, em minha humilde opinião, a abordagem que “Professor substituto” traz inova e incomoda. Funcionando, portanto, incrivelmente bem.

Crítica | ‘100 Coisas Para Fazer Antes de Virar Zumbi’: Comédia ao estilo ‘Zumbilândia’ é uma boa opção de divertimento na Netflix

Nos últimos anos, o tema “zumbis” foi tendência no cenário midiático com produções amplamente conhecidas, como ‘Guerra Mundial Z‘ e ‘Madrugada dos Mortos‘, além da icônica série ‘The Walking Dead‘. Essa ultraexploração do tema se estendeu por diversos gêneros, desde os filmes de terror mais conhecidos, como os já citados, até comédias e romances inesperados, como ‘Meu Namorado é um Zumbi‘ ou a paródia ‘Orgulho e Preconceito e Zumbis’.

A verdade é: o público já está saturado do pós-apocalipse zumbi clichê. O jeito agora é encontrar as produções que estão mais “fora da curva”, e nisso, o cinema oriental parece ter entendido o recado. Em 2016, por exemplo, o ótimo ‘Invasão Zumbi’, da Coréia do Sul, consagrou-se como um dos melhores filmes sobre apocalipse de mortos-vivos já feitos. Apostando nisso, a Netflix lança, entre outras produções sobre o tema, uma comédia de ação japonesa, que já aparenta ser autêntica só pelo título: ‘100 Coisas Para Fazer Antes de Virar Zumbi’.

Baseado no mangá ‘Zom 100’ (cuja adaptação em anime também está disponível na Netflix), o longa acompanha Akira Tendo (Eiji Akaso), um jovem que está de saco cheio do seu emprego e sua vida monótona e vê a chance de usar um súbito surto de um vírus zumbi no Japão como escape de sua vida “zumbi”. Percebendo que não há nada que possa fazer além de conviver nesta terrível distopia, Akira decide listar coisas para fazer antes que acabe virando um morto-vivo eventualmente — daí o nome do filme. Ele se reúne com seu amigo Kenichiro (Shuntarô Yanagi) e com uma sobrevivente chamada Shizuka Mikazuki (Mai Shiraishi), e partem em uma aventura juntos.

Já um aviso aos que caíram neste texto de paraquedas: o longa possui o recorte temático de apocalipse zumbis, mas não se engane, ele não se leva a sério. Claro, estamos falando de uma comédia despretensiosa e autorreferente, então não espere um aprofundamento em questões como “qual a origem do vírus” ou “se há uma vacina para conter a epidemia”. Estes tópicos não são nem levantados durante o longa, e podem frustrar o espectador que é um fã assíduo do gênero.

Mas isso não é um ponto negativo do longa, de fato, por se tratar de uma comédia mais aventuresca, o foco aqui está em acompanhar o protagonista em sua jornada pelo Japão distópico em que se encontra. E o ator Eiji Akaso consegue passar muito bem o carisma assim como a ingenuidade do personagem Akira, de modo que transparece uma certa imaturidade sem que fique infantil demais. Na verdade, o longa sabe muito bem que algumas decisões do personagem parecem ser estúpidas e pouco convencionais para um contexto apocalíptico, e é onde entra a personagem Shizuka, que também é muito bem interpretada por Mai Shiraishi como “a séria do grupo” que, aos poucos, vai cedendo às motivações de Akira e Kenichiro.

Mesmo classificado para maiores de 16 anos, o diretor Yusuke Ishida habilmente equilibra a violência sem apelar para o exagero, combinando-a com um humor negro bem-sucedido que permeia a narrativa na maior parte do tempo. No entanto, o ritmo do filme, que tem cerca de 2 horas de duração, acaba sendo seu ponto fraco. Apesar de apresentar três atos bem definidos, a história não traz elementos inovadores ao gênero, mas consegue evitar o blasé ao se apoiar em um trio de personagens carismáticos. No ato final, há uma pausa que estende desnecessariamente a narrativa para preparar um clímax inesperado, mergulhando de cabeça em uma homenagem ao estilo “Sy-Fy” de filmes Z.

Com uma mistura cativante de humor negro e timing cômico bem ajustado, ‘100 Coisas Para Fazer Antes de Virar Zumbi‘ certamente vai agradar aos fãs do estilo ‘Zumbilândia‘ e ‘Todo Mundo Quase Morto‘. Embora não seja excepcional em sua execução, o filme com certeza se destaca entre os “melhores do gênero” no catálogo da Netflix. Além disso, ao deixar abertas possibilidades para futuras sequências, ele nos lembra que ainda existem muitas coisas a fazer antes desse terrível destino.

‘Euphoria’: Filmagens da 3ª temporada são adiadas

A HBO anunciou recentemente o adiamento por tempo indeterminado das filmagens da terceira temporada de Euphoria, no entanto, o comunicado reforçou que o canal tem a intenção de lançar a nova temporada em 2025.

“A HBO e Sam Levinson continuam comprometidos em criar uma terceira temporada excepcional”, afirmou a rede em comunicado ao Deadline.

“Enquanto isso, estamos permitindo que nosso elenco em alta demanda busque outras oportunidades”.

O cineasta Sam Levinson, responsável pela criação deEuphoria, continua trabalhando no roteiro dos novos episódios.

Embora não houvesse uma data de início de produção definida para a terceira temporada, as filmagens estavam previstas para começar nos próximos meses.

Também foi discutida a possibilidade de produzir um filme em vez de uma terceira temporada, mas o foco foi retomado para a produção de uma nova temporada.

Casey Bloys, presidente e CEO da HBO e Max Content, declarou em novembro que o plano era lançar a terceira temporada deEuphoria em 2025, mantendo-se esse objetivo.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

Zendaya estrela a produção. O elenco também conta com Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Hunter Schafer e Storm Reid.

‘O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim’ ganha belíssimo e épico clipe; Confira!

O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim’ chega em breve aos cinemas e, para aumentar a expectativa dos fãs, uma cena inédita do longa, que marca o retorno à Terra-média, foi divulgada.

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de dezembro.

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O filme contará a história do lendário rei de Rohan, Helm Hammerhand, e sua filha, a Princesa Hera, com a trama se passando 183 anos antes dos eventos da trilogia de Peter Jackson.

No longa, Helm e seu povo defendem a fortaleza de Hornburg contra os ataques do lorde Dunlending, Wulf.

Brian Cox dará voz a Helm, enquanto Gaia Wise interpretará Hera.

A produção é realizada pela ‘Sola Entertainment’ e o filme tem a consultoria de Philippa Boyens, parte da equipe de roteiristas da trilogia original.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Rumores revelam possíveis vilões do novo filme

Novos rumores sobreHomem-Aranha: Um Novo Dia’, o próximo longa do herói estrelado por Tom Holland, indicam que Víbora (Viper) e Samurai de Prata (Silver Samurai) podem ser os principais antagonistas do filme.

Segundo o The Cosmic Circus, alguns conceitos de arte que circulam mostram um personagem com visual de samurai, alimentando a especulação sobre a presença desses vilões.

Ainda de acordo com a publicação, essa escolha de vilões pode estar conectada a uma possível parceria entre o Homem-Aranha e Shang-Chi na trama. Resta saber se esses rumores se confirmarão com anúncios oficiais da Marvel Studios.

Destin Daniel Cretton, de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, será responsável pela direção. A estreia está agendada para 30 de Julho de 2026.

Segundo o NexusPointNews, Mark Ruffalo retornará como Bruce Banner em Homem-Aranha: Um Novo Dia’ e ele terá um “papel substancial” no filme.

Tom Holland retorna como o herói titular ao lado de Zendaya e Jacob Batalon, que reprisam seus papéis como MJ e Ned, respectivamente.

Sadie Sink (‘Stranger Things’) também foi confirmada em um papel misterioso.

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A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.

‘Thunderbolts*’: Olga Kurylenko fala sobre desfecho da Treinadora; “Você nunca morre”

A atriz Olga Kurylenko, que interpretou a vilã Treinadora (Taskmaster) no filme Thunderbolts*’ da Marvel Studios, falou recentemente sobre a morte rápida e surpreendente de sua personagem no longa, mantendo a esperança de um possível retorno no futuro do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

Conforme reportado pelo ComicBookMovie, Kurylenko abordou o destino inesperado da Treinadora, que morre poucos minutos após sua aparição, sendo atingida por um tiro durante a luta no bunker que envolve a maioria dos protagonistas.

“Eles estavam mudando as histórias, acho que havia personagens demais”, disse ela, explicando a alteração no roteiro. Em seguida, ela fez um comentário otimista sobre o futuro: “A questão é que, com a Marvel, você nunca sabe. Os super-heróis morrem o tempo todo, e nunca estão realmente mortos”.

Ela acrescentou: “Em uma história você desaparece, e de repente você volta… Acho que você nunca morre”.

‘Thunderbolts*’: Fãs estão DESAPONTADOS com suposta versão original do filme que nunca foi feita

A atriz destacou que a morte prematura foi uma alteração de última hora. Originalmente, o roteiro previa que a Treinadora se manteria viva até o final do filme e desenvolveria um vínculo cômico com a personagem Fantasma (Ghost).

Explicou o roteirista Eric Pearson explicou em maio:

“No lado da comédia, ela estava lutando com sua própria perda de memória, e havia uma piada em que ela ficava recomeçando a briga [com John Walker] e esquecendo que eles tinham feito as pazes e se tornado amigos. Eles discutiriam o plano de como sair [do cofre], e ela simplesmente iria atrás dele de novo, e todos teriam que se amontoar uns nos outros, puxá-la para longe e dizer: ‘Não, nós nos conhecemos! Já tivemos essa conversa antes!'”, detalhou.

Lembrando que o filme está disponível no Disney+.

Conquistando sólidos 88% de aprovação no Rotten TomatoesThunderbolts*’ é estrelado por Florence Pugh (Yelena Belova), Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine) no elenco.

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Pugh) e por figuras desajustadas.

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

Henry Cavill e Kevin Hart viverão espiões rivais em nova comédia de ação da Netflix

O astro Henry Cavill (‘O Homem de Aço’) e o comediante Kevin Hart (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’) vão unir forças em uma nova comédia de ação e espionagem da Netflix. O projeto, que ainda não teve o título oficial divulgado, contará com a direção do cineasta McG (‘As Panteras’).

De acordo com o Deadline, a trama é baseada em um conto escrito por Sean Lewis e apresenta uma premissa inusitada: dois espiões de agências rivais acabam se encontrando, por acaso, em uma aula de preparação para o parto, enquanto suas respectivas esposas se tornam grandes amigas.

A partir daí, as vidas duplas e secretas dos agentes colidem de maneiras perigosas e hilárias, forçando a dupla a trabalhar em parceria e a compartilhar confidências durante a complexa jornada rumo à paternidade.

Fontes ligadas ao estúdio confirmam que Cavill interpretará um dos espiões protagonistas, embora os detalhes específicos sobre a personalidade e o codinome de seu personagem estejam sendo mantidos sob total sigilo.

O roteiro do longa foi assinado por Adam Nee e Aaron Nee (dupla responsável porCidade Perdida) em colaboração com Jonathan Tropper (‘O Projeto Adam’).

Entrevista exclusiva com o cineasta e produtor Kleber Mendonça Filho

O VII Janela Internacional de Cinema do Recife está chegando ao fim e os números não mentem: bem como as edições anteriores, o público aumentou e o evento está tomando maiores proporções. Já podemos dizer que é o principal festival de cinema de Pernambuco e um dos maiores do norte-nordeste. Isso dar-se ao fato de sempre estar inovando, apresentando mostras de novos longas e curtas-metragens nacionais e internacionais, criando oficinas que revelam jovens talentos e ainda exibindo clássicos marcantes do cinema mundial, o que tem levado milhares de pessoas às sessões noturnas do Cinema São Luiz.

O que impressiona é ter em vista que o orçamento do festival ainda é pequeno em relação a outros, como o próprio Cine PE, que inversamente vem tendo, ano após ano, baixas significativas. Mas o sucesso não é por acaso, por trás do Janela existe uma equipe empenhada e apaixonada pelo que faz, comandada pela competente curadoria do jornalista e cineasta Kleber Mendonça Filho e da produtora Emilie Lesclaux.

Para saber um pouco mais sobre crescimento e futuro do festival, o CinePOP entrevistou o próprio Kleber Mendonça, que também falou da cena atual do cinema pernambucano e de seus novos projetos.

Estamos vendo que o Janela Internacional tem crescido a cada edição e ganhado novas dimensões, virando até uma mostra que tem se ramificado com o tempo, tornando-se assim um dos mais importantes festivais de cinema do estado. Como você enxerga esse crescimento?
Eu enxergo o crescimento lento, gradual e constante. Começamos bem pequeno, só que quando você vai fazendo um trabalho, pela constância, ele vai naturalmente crescendo. E até hoje, durante esses sete anos, não demos nenhum passo em falso no sentido de voltar uma casa. Mas o entusiasmo das pessoas é pra mim o mais interessante, um fato é o crescimento de gente vendo a sessão de curtas, que faz com que novos autores apareçam. Ou mesmo os clássicos que considero filmes essenciais, onde colocamos muitos títulos conhecidos, e hoje já podemos passar também títulos não tão conhecidos, o caso de Paris, Texas e Pelos Caminhos do Inferno. Então, o crescimento ele é visível em todas as sessões do festival.

Vocês pretendem ampliar o evento, movendo para alguma outra casa de maior capacidade, como o Teatro Guararapes, por exemplo?
Não, nunca. Não existem nem três Cinema São Luiz no Brasil, temos a sorte de ter um em Recife, então, é impossível cogitar a possibilidade de sairmos daqui. Podemos exibir o festival em outras salas, como já fazemos, mas o São Luiz continua sendo a principal do Janela, pois é uma sala de cinema histórica, linda e possui um clima que você não vai encontrar em lugar nenhum.

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Recentemente vimos a explosão do seu filme, O Som ao Redor, que tomou proporções inimagináveis e fez você sentir um pouco do que é ser um cineasta reconhecido e, além de já ter escrito para grandes jornais, agora o Janela é uma realidade de enorme potencial. Como você encara tudo isso?
Não sei muito bem como responder. Eu amo cinema e aconteceu de eu trabalhar com o troço em várias frentes, como o que faço no Cinema da Fundação, por 15 anos, e ainda não enjoei. Já o Janela surgiu porque eu achava que estava na hora do Recife ter um festival com a cara do que acontece aqui. Um evento que fosse universal, exibindo filmes feitos em pequenas cidades do Brasil ou mesmo em terras distantes como a Rússia, por exemplo. Além disso, eu quero continuar fazendo meus filmes e trabalhando com isso diretamente. Aliás, muita gente até perguntou por que não coloquei meu filme no Janela. Ora, porque é meu filme, no dia que eu precisar programas meus filmes, provavelmente, estarei numa situação bem ruim. (risos)

Realmente, vejo que você se preocupa até em exibir filmes do estado, como fez questão de dizer que os longas exibidos aqui foram selecionados pela qualidade e não por incentivo.
Exatamente. É feio quando você tem que dar um empurrãozinho para as coisas pegaram. É como ter um carro e querer que ele pegue quando der a partida, sem a necessidade de chamar alguém pra empurrar. Nenhum filme passa aqui para ajudar alguém, eles são exibidos porque são relevantes ou importantes – alguns podem até discorda, mas é um retrato do tempo atual, são obras que geram debates e não acabam ao fim da sessão. E essa é ideia do Janela, fazer um recorte que seja honesto com o que está sendo feito no cinema agora.

Kleber Mendonça Filho

Já falando de Cinema Pernambucano, muita gente tem perguntado por que tem aparecido tanta coisa boa no estado, tantos profissionais de alto nível. Queria saber, então, qual é o segredo para esse fato?
Essa pergunta é a mais difícil de responder, mas eu acho que o cinema pernambucano é o fruto de uma série de coisas. O estado parece ter uma base de cultura muito forte. Muita gente que visita ou é daqui entende e enxerga que há alguma coisa no ar. Um exemplo é o Cinema São Luiz, ele conseguiu sobrevier aqui, e não sobreviveu por acidente, sobreviveu por uma junção de coisas. A principal é que ele foi salvo pelo Governo, o caso de Eduardo Campos, e por que ele fez isso? Porque o São Luiz é uma unanimidade em Pernambuco, quem vai lá olha aquilo e diz: isso é incrível. E isso vem de uma compreensão cultural. Logo, os realizadores fazem parte disso. Mas na verdade é difícil explicar porque o cinema tem dado tão certo aqui, posso dizer que temos uma forte base de cultura, e ela gera artistas de cabeças pensantes, que são interessantes e tem algo a dizer.

Finalizando, muitos dos nossos leitores, que acompanham e admiram seu trabalho, querem saber se tem algo novo para ser lançado. Pode nos adiantar?
Claro, estou trabalhando em dois roteiros (de longas-metragens), o Aquários e o Bacurau, eu quero filma-los em 2015, e o grande desafio vai ser equilibrar esses filmes com o próximo Janela. Além disso, acabei de terminar um curta-metragem chamado A Copa do Mundo no Recife, feito por encomenda do Canal SporTV. Vai ser exibido em dezembro e eu já gosto bastante desse filme. Acho que ficou muito bom. É um trabalho de 15 minutos sobre a passagem da Copa do Mundo aqui na cidade. Esse foi o último que fiz e estou trabalhando no roteiro dos próximos.

Mauricio de Sousa ganhará cinebiografia e já tem primeiras imagens reveladas

Mauricio de Sousa, lendário quadrinista brasileiro, ganhará uma cinebiografia. A produção, aliás, já teve as filmagens iniciadas nesta semana.

O longa que ainda está sem título oficial, será protagonizado por Mauro Sousa, filho do quadrinista, e passeia pela vida e obra do criador da ‘Turma da Mônica‘.

Além disso, o filme também teve as primeiras imagens divulgadas, mostrando Mauricio já trabalhando em personagens clássicos como Franjinha e Bidu, e também a infância do quadrinista.

Confira as imagens logo abaixo:

O filme sobre Mauricio de Sousa tem estreia prevista para 2023. Elizabeth Savalla, Thaty Lopes, Natalia Lage e Emílio Orciollo Neto completam o elenco principal.

Todo Mundo em Pânico 5

(Scary Movie 5)

 

Elenco:

Ashley Tisdale, Regina Hall, Anthony Anderson, Kevin Hart, Dan Aykroyd, Hulk Hogan, Mike Tyson.

Direção: Malcolm D. Lee

Gênero: Comédia

Duração: 86 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 28 de Junho de 2013

Página no Facebook: Acessar

Sinopse:

Todo Mundo em Pânico 5‘ se passa no mundo da dança, e tem um arrogante, distante, mandão, e sensual diretor francês chamado Pierre comandando uma grande produção.

Jody, de 20 e poucos anos e mãe de dois filhos, e sua amiga afro-americana Kendra estão competindo pela liderança na produção. A mãe controladora e ex-bailarina de Jody está determinada a conseguir o papel principal para sua filha, garantindo a carreira brilhante que sua gravidez a impediu de ter. Já Heather Daltry, prestigiada e veterana bailarina de 30 e poucos anos, é demitida da produção e enlouquece.

Todo Mundo em Pânico 5 (Scary Movie 5) traz referências satíricas a Cisne Negro, Pânico 4, Atividade Paranormal 3, Premonição 5, Planeta dos Macacos: A Origem, entre outros.

Curiosidades:

» Anna Faris (‘O Ditador’), que interpretou Cindy Campbell em todos os filmes da franquia ‘Todo Mundo em Pânico‘, revelou que não retorna para o quinto filme. Ao que parece, a atriz sequer foi convidada para o elenco. “Não, acho que não vou fazer. Acho que não sou parte do projeto. Não sei exatamente o que está acontecendo, mas ouvi dizer que está acontecendo”, revelou.

» Ashley Tisdale, que interpreta a patricinha Sharpay em ‘High School Musical‘, foi contratada para protagonizar ‘Todo Mundo em Pânico 5‘ (Scary Movie 5). Ela será Jody.

» Malcolm D. Lee, diretor das comédias pouco conhecidas ‘Com a Cor e a Coragem‘ e ‘O Bom Filho à Casa Torna‘, foi contratado para comandar ‘Todo Mundo em Pânico 5‘ (Scary Movie 5).

» David Zucker, que dirigiu e roteirizou o terceiro e quarto filme da série, não retorna ao cargo. Ele servirá de produtor e co-roteirista, ao lado de Lee.

» O roteiro escrito por Stephen Leff (da série ‘Teacher’s Pet’), John Aboud e Michael Colton (ambos de ‘Um Time de Malucos’) foi descartado.

» O ator Leslie Nielsen, que faleceu aos 84 anos no dia 28 de novembro, estava em negociações para o elenco. O comediante, que havia feito uma hilária participação nos dois últimos filmes da franquia, reprisaria o papel de Presidente dos EUA no quinto ‘Todo Mundo em Pânico‘.

Andrew Garfield diz que não conseguiu salvar a franquia ‘Homem-Aranha’

Em entrevista ao Zaki’s Corner, o ator Andrew Garfield demonstrou ter ressentimentos com a franquia ‘O Espetacular-Homem-Aranha‘ e afirmou que “não conseguiu salvar” os filmes do personagem.

Questionado se ele gostou de ter interpretado o personagem, o astro revelou:

“Não, porque eu nunca fui o Homem-Aranha”.

Segundo ele, viver um personagem tão icônico o deixou confuso.

“O Homem-Aranha é um personagem da ficção. Ele não é real [risos]. Para ser sincero, eu comecei a pensar que eu era o Homem-Aranha, sabe? Meu ego começou a aparecer e comecei a pensar que eu era aquele herói”, afirmou.

O ator ainda disse que demorou para entender seu papel na franquia, e se arrepende de não ter conseguido salvar os filmes.

“Sou um ator. Sou um ser humano. Lutei muito para me igualar a algo que eu mesmo elevei muito. Elevei mais alto do que poderia alcançar, do que poderia conseguir. O bom é que Peter Parker também estava fazendo isso. Ele criou este símbolo que ele nunca poderia ser. Ele nunca foi o suficiente para aquilo. Ele nunca se sentiu bom o suficiente, e eu também nunca me senti bom para o personagem. Nunca senti que eu fosse capaz. E eu não consegui salvar aqueles filmes…”, concluiu.

Recentemente, o ator chegou a ter negociações com a Marvel para continuar na pele do super-herói, mas percebeu que não “faria sentido” continuar na franquia em função dos rumos criativos planejados pelo estúdio para o novo filme do aracnídeo, que voltará ao colegial.

Apesar do ator interpretar um bom Homem-Aranha em dois filmes medianos, a Sony decidiu reiniciar a franquia (de novo) e substituí-lo no papel principal. Ninguém realmente culpa Garfield, mas os produtores ​​sentiram a necessidade de trazer um ator mais jovem: Tom Holland.

Durante uma entrevista, Garfield elogiou a escolha de seu substituto.

“É uma sensação agradável, especialmente porque Tom Holland é um grande ator. Ele estava em O Impossível, e quando assistir achei sua atuação incrivelmente poderosa, sensível. Ele é um jovem simplesmente maravilhoso. E [ele é] um dançarino, então seu corpo é definido. Eu estou realmente animado em ser apenas um fã novamente”, afirmou.

O britânico Tom Holland (‘O Impossível’), 19 anos, foi o escolhido para interpretar Peter Parker e seu alter-ego em ‘Capitão América: Guerra Civil’ e no segundo reboot da franquia do aracnídeo. Marisa Tomei viverá a Tia May.

Durante a Comic-Con, Sam Raimi (‘A Morte do Demônio’), o diretor da trilogia original do ‘Homem-Aranha‘, falou sobre o novo reboot que a franquia ganhará nos cinemas – leia!

O novo reboot do ‘Homem-Aranha‘ será roteirizado por John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein, do remake de ‘Férias Frustradas‘. O novo filme terá uma pegada anos 80, como nos filmes adolescentes dirigidos por John Hughes, responsável pelos clássicos teens ‘Curtindo a Vida Adoidado‘, ‘Gatinhas e Gatões‘, ‘Clube dos Cinco‘, ‘Mulher Nota 1000‘ e ‘A Garota de Rosa-Shocking’  – leia mais.

Stan Lee revela o que pensa do novo ‘Homem-Aranha’ 

Jon Watts (de ‘Clown‘ e do inédito ‘Cop Car‘, exibido durante o Festival de Sundance no início deste ano) foi o escolhido para a direção. O filme solo do ‘Homem-Aranha‘ tem estreia marcada para 28 de julho de 2017.

“É incrível”, diz executivo sobre novo uniforme do ‘Homem-Aranha’ 

 

Geena Davis diz que não há nada de concreto para ‘Os Fantasmas se Divertem 2’

Em conversa com uma rádio de Nova York, a atriz Geena Davis revelou que sempre lê notícias e rumores com relação à continuação de ‘Os Fantasmas se Divertem‘ (1988).

Ela confirmou que gostaria de retornar como a atrapalhada Barbara Maitland, mas no momento não há nada de concreto. Principalmente, por parte de Tim Burton.

Davis revelou que adoraria ter o elenco todo de volta para uma Parte 2, mas que tudo depende do líder de todo o projeto, Burton.

Recentemente, o ator Michael Keaton disse que a produção está estacionada.

“Para ser sincero, eu não sei nada sobre o filme. Já faz vinte anos que eu falo que gostaria de voltar ao personagem, porque realmente amei aquele filme. Mas ninguém toma uma atitude. Então eu não tenho ideia se ainda vão fazer Beetlejuice 2. Não penso muito sobre isso”, afirmou.

A declaração é suspeita, já que o diretor Tim Burton recentemente afirmou que está trabalhando no projeto e confirmou o retorno de Winona Ryder ao papel de Lydia Deetz (leia aqui).

Em fevereiro deste ano, Keaton já havia garantido seu retorno em ‘Os Fantasmas se Divertem 2‘.

“Conversei com Tim [Burton] diversas vezes, e também discuti ideias com o roteirista, mas ainda estamos no estágio preliminar. Eu sempre disse que essa seria a única coisa que eu faria novamente, mas é meio que uma exigência que Tim esteja envolvido de alguma maneira. Agora parece que ele está realmente envolvido. Se ele está no filme, será difícil que eu não esteja”, afirmou na época.

 

O roteirista Seth Grahame-Smith (‘Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros’) atualmente escreve a continuação.

Lançado em 1988, Beetlejuice arrecadou US$ 73,7 milhões nos EUA e ganhou um Oscar de Melhor Maquiagem.

Crítica | Florence: Quem é Essa Mulher?

O que poderia acontecer para um renomado ator recém aposentado sair da beira da piscina, deixar seu drinque de lado e voltar correndo para um set de filmagem? Nada menos do que uma ligação do consagrado diretor Stephen Frears dizendo: “Está afim de trabalhar com a Meryl Streep?”

E, assim, dessa maneira irresistível, Frears trouxe Hugh Grant – com um sorriso de orelha a orelha- para fechar o afiadíssimo elenco de seu mais novo longa, ‘Florence – Quem é essa Mulher?‘ (Florence Foster Jenkins).

Baseado em fatos reais, o filme narra a história de Florence Jenkins (Streep), uma herdeira milionária de Nova York na década de 40, cujo o sonho era se tornar uma célebre cantora de ópera, apesar de ter uma voz horrível.

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Capitaneado pelo talento e carisma indiscutível de Meryl, o longa permeia momentos de comédia e drama na vida da senhorita Jenkins, num tom tragicômico que se encaixa perfeitamente sob a batuta precisa de Frears e seu humor inglês.

Com uma certa familiaridade com de ‘O Discurso do Rei‘, de Tom Hooper – onde um monarca gago não conseguia falar em público – há questão primordial em voga é o que um ser humano é capaz de fazer para tentar superar obstáculos da sua natureza genética para alcançar um sonho. Diferente da gagueira que foi sendo solucionada com aulas levadas muito a sério, a cantoria inaudível de Florence era relevada diante um punhado de dólares no bolso dos que a cercavam, simplesmente para saciar seu tremendo ego.

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Tecnicamente, o filme impressiona. A reconstrução da década de 1940, desde as roupas escandalosas, a decoração elegante, até os automóveis antigos, é brilhante. A direção de fotografia de Danny Cohen (não por acaso o mesmo do “Discurso”) é perfeita. Contudo, os verdadeiros gênios dessa obra são a senhorita Streep – e sua presença magnânima- e Stephen Frears – pois tendo em mãos uma história que poderia ter sido chata, conseguiu transformá-la em algo muito interessante.

Nova morte deve acontecer no próximo episódio da 2ª temporada de ‘Scream Queens’

Liberada a prévia do segundo episódio da nova temporada de ‘Scream Queens, e ao que tudo indica, uma nova e curiosa morte vai vir por aí.

Confira:


Estão confirmados nesta temporada: Kristie AlleyJamie Lee CurtisEmma Roberts, Lea Michele, Abigail Breslin, Keke Palmer, Glen Powell, Niecy Nash, Jerry O’Connell (de ‘Conta Comigo‘ e ‘Pânico 2‘), John Stamos (‘Full House’) e Taylor Lautner (‘Crepúsculo’).

A FOX estreia a segunda temporada no Brasil na quarta-feira, 21 de setembro, à 00h30.

Dos premiados produtores executivos Ryan Murphy (Glee, American Horror Story), Brad Falchuk (Glee, American Horror Story) e Ian Brennan (Glee), a nova temporada de ‘Scream Queens‘ abandona o campus da universidade por mais assassinatos misteriosos em um macabro hospital onde alguns dos casos médicos mais fascinantes e bizarros estão sob observação.

Esta segunda temporada conta com dois novos protagonistas masculinos que prometem arrancar tantos suspiros quanto suspeitas. O ator nominado ao Emmy, John Stamos (‘Glee’), se junta ao elenco como o Dr. Brock Holt, o brilhante, porém misterioso, médico cirúrgico do hospital. Por outro lado, Taylor Lautner (‘Crepúsculo’) é o Dr. Cassidy Cascade, um jovem profissional com uma estranha condição médica e principal suspeito quando uma série de eventos trágicos agitam a instituição.

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’ ganha web série durante o hiato; Conheça Slingshot

Enquanto ‘Agents of S.H.I.E.L.D. – LMD‘ só retorna em janeiro, a ABC decidiu fazer uma série para o site da produção.

Intitulada Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.: Slingshot, a série trará as aventuras da Inumana Elena Rodriguez, interpretada por Natalia Cordova-Buckley, antes de se tornar uma agente da S.H.I.E.L.D.

A série tem quatro episódios, a quantidade exata de semanas que faltam para o retorno de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’

Assista ao teaser:

 

 

 

‘Santa Clarita Diet’ é renovada para a segunda temporada

A Netflix confirmou há pouco a renovação para a segunda temporada de ‘Santa Clarita Diet, a comédia estrelada por Drew Barrymore (‘Pânico’) e Timothy Olyphant

A estreia da nova leva de episódios ficará para 2018.

Confira o vídeo-anúncio:

Estrelada por Drew Barrymore (‘Pânico’) e Timothy Olyphant (‘A Epidemia’), a história acompanha o casal Joel (Olyphant) e Sheila (Barrymore), corretores de imóveis que estão descontentes com suas vidas em Santa Clarita, subúrbio de Los Angeles.

Um dia, ela passa por uma mudança drástica que levará o casal por uma estrada de morte e destruição…. em um bom sentido.

Vale ressaltar que a personagem de Barrymore irá se transformar em zumbi, assim como parte da população de Santa Clarita. Ela terá que lutar conta o vício de se alimentar de carne humana, e contará com a ajuda do marido.

O elenco ainda conta com Ricardo Chavira, Skyler Gisondo, Liv Hewson e Richard T Jones.

A primeira temporada teve 13 episódios e estreou dia 3 de Fevereiro.

‘Viúvas’: Carrie Coon, de ‘Fargo’, entra para drama com Viola Davis

O mais novo longa de Steve McQueen, ‘Viúvas‘, que já conta com Viola Davis, Cynthia Erivo, Michelle Rodriguez e Liam Neeson, ganhou um novo membro em seu elenco. Carrie Coon, das elogiadas ‘Fargo’ e ‘The Leftovers‘, é a mais nova adição ao elenco.

Baseado na minissérie britânica homônima de 1983, a produção acompanha quatro ladrões que são mortos após um mal sucedido roubo, deixando para suas respectivas viúvas a missão de cumprir o trabalho inacabado.

Escrito por Gillian Flynn (‘Garota Exemplar‘) e McQueen, as filmagens de ‘Viúvas‘ estão previstas para começarem ainda este ano. A data de estreia será 16 de novembro de 2018.

‘Aves de Rapina’: Filmagens são encerradas e logo oficial é revelada; Confira a imagem!

As filmagens de Aves de Rapina (e a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)’ foram encerradas no último domingo (14).

E para marcar o fim das gravações, o instagram oficial da produtora da atriz Margot Robbie, LuckyChap Entertainment, divulgou uma bela imagem de Alerquina.

A foto, feita da cadeira da intérprete da personagem, ainda revela em destaque a logo oficial do filme.

Confira:

 

No filme, além de Robbie e Jay-Basco, o elenco também é formado por Mary Elizabeth WinsteadJurnee Smollett-Bell e Rosie PerezAli WongChris MessinaMichael MasiniSteven WilliamsDerek Wilson e Dana Lee.

Aves de Rapina é dirigido por Cathy Yan a partir de um roteiro assinado por Christina Hodson.

O filme estreia no Brasil em 6 de fevereiro de 2020.

‘Legends of Tomorrow’: Episódio ‘Ship Broken’ ganha várias imagens; Confira!

A emissora The CW divulgou uma série de imagens do décimo primeiro episódio “Ship Broken”, da 5ª temporada de Legends of Tomorrow’.

O capítulo em questão vai ao ar nessa terça-feira, 05 de maio.

Confira:

O elenco conta também com Caity Lotz, Maisie Richardson-Sellers, Tala Ashe, Jes Macallan, Courtney Ford, Amy Pemberton, Ramona Young, Nick Zano e Dominic Purcell.

Diretor quer reavivar MonsterVerse após ‘Godzilla vs Kong’

Godzilla vs Kong‘ estreia no Brasil apenas no final de abril, mas a produção já é um grande sucesso no mercado internacional, além de ter conquistado a crítica especializada.

E diante da grande aclamação e popularidade da produção, o diretor responsável pela sequência, Adam Wingard, foi questionado a respeito da possibilidade de reavivar o  MonsterVerse.

Durante uma sessão de perguntas e respostas no Reddit, um dos internautas participantes questionou Wingard se ele retornaria ao MonsterVerse. Rapidamente, o cineasta demonstrou o seu entusiasmo, revelando que “com certeza sim!”.

Se tornando a MAIOR bilheteria desde o início da pandemia de COVID, o longa ultrapassou a marca de US$ 387 milhões.

E em uma recente entrevista recente ao Deadline, Josh Grode – o CEO da Legendary Entertainment – revelou que já planeja novas sequências do MonsterVerse.

“Temos uma série de ideias para mais filmes após Godzilla vs Kong”, afirmou.

Godzilla vs Kong‘ recebeu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O primeiro filme da saga, ‘Godzilla‘ (2014), é o mais bem avaliado – com 76% de aprovação.

Empatado com ‘Godzilla vs Kong‘, vem ‘Kong: Ilha da Caveira‘ (2017) – com 75% de aprovação.

Em último lugar, e com a pior avaliação, vem ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019), com apenas 42%.

O Repórter Hollywood, Jânio Nazareth, traz a crítica em vídeo de ‘Godzilla vs. Kong‘  – direto de Los Angeles.

Assista:

Crítica | Godzilla Vs Kong – Um maravilhoso Open Bar de porrada de monstros

No Brasil, ainda não há previsão para reabertura dos cinemas, mas o filme é previsto para estrear em 13 de maio 

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

Crítica | Super/Man: A História de Christopher Reeve é uma avassaladora jornada sobre família e cura

Entre a imponente e esvoaçante capa vermelha de Superman e o tradicional traje de Clark Kent, existe uma série de pequenas grandes histórias de Christopher Reeve que jamais foram compartilhadas. Seu sucesso como o belo herói de Krypton é inegável. Sua fascinante jornada de superação como tetraplégico também. Mas e o extenso hiato que engloba esses dois marcos sacramentados? Quem foi o homem, o pai de família, o ator de poucos sucessos de bilheteria e o galã amado pelas mulheres? De forma intimista e sensível, Super/Man: A História de Christopher Reeve chega para preencher essas lacunas. Como uma experiência catártica, que finalmente publiciza os minuciosos detalhes de uma família completamente afetada por uma tragédia, o documentário dirigido por Ian Bonhôte e Peter Ettedgui é um retrato definitivo e delicado sobre como a perda também pode ser o início de uma nova vida.

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Expressando todas as fragilidades de Reeve com o objetivo de fazê-lo ser conhecido e genuinamente amado por seus erros e acertos, tanto como companheiro amoroso, bem como um pai um tanto ausente, o longa da HBO e da CNN é uma simbólica jornada sobre esperança, família, redenção e redescoberta. Reunindo depoimentos emocionantes e genuinamente honestos de seus filhos, colegas de profissão e amigos da indústria, a produção não é tanto sobre as dores que acompanharam a trágica queda do cavalo que deixou Reeve na cadeira de rodas, mas sim sobre o florido jardim que o ator cultivou a partir disso.

Daquilo que mais lhe custou, nasceu também um novo homem, com propósitos de vida diferentes e com o objetivo de transformar a realidade ao seu redor. Essa beleza em enxergar novas cores em meio às sombras é o que nos fascina quando estamos diante das telas redescobrindo a história de Christopher Reeve. À medida em que somos tomados pelas mãos em direção a uma experiência tão intimista e particular, somos também confrontados com a pequeneza da existência humana, dos nossos reclames e desgostos tão pífios e insignificantes. E diante das entrevistas tão bem conduzidas pelos cineasta Ian Bonhôte e Peter Ettedgui e pelo corroteirista Otto Burnham, passamos a nos tornar parte dessa família. Sua dor vira um aperto no nosso peito, seu vigor inesgotável, um sopro de fôlego em nós.

Super-herói de capa vermelha na cidade.
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Se comunicando com pessoas que podem ter vivido experiências similares em seus lares e alertando aqueles que sequer entendem a dimensão de tais dificuldades, Super/Man é também um dos documentários mais didáticos sobre a vida no contexto da deficiência. Bem roteirizado e cirúrgico nos momentos mais técnicos, o longa ainda detalha a importância da luta de Reeve e de sua família através de sua fundação, direcionando os holofotes para uma questão tão pouco abordada em Hollywood. Por meio de uma plataforma tão poderosa, a HBO faz da jornada do ator um convite à conscientização da dura realidade de pessoas deficientes e de seus familiares, tantas vezes relegados pelo Estado.

E sob uma estética linda, que recompõe o Homem de Aço de maneira tão simbólica e imagética, o vindouro documentário é muito mais do que qualquer um poderia esperar. Marcado por uma coletânea valiosa de vídeos caseiros, recortes de entrevistas e fragmentos de coberturas midiáticas, o filme navega pelos principais momentos da trajetória de Christopher Reeve, costurando uma narrativa não linear com precisão – trazendo todos os lados dessa família tão fascinante. Uma sessão de terapia avassaladora, que fará qualquer adulto formado chorar copiosamente, Super/Man: A História de Christopher Reeve é mais do que um filme, é uma lição de vida que promete inspirar gerações inteiras de fãs.

Crítica | Eddington – Ari Aster Transforma a Pandemia em Tragicomédia Política e Violenta

Onde a intolerância entre os extremos políticos pode nos levar? Ari Aster responde com sarcasmo e desespero em Eddington, seu quarto longa-metragem, que abandona o horror psicológico literal para mergulhar no terror social contemporâneo. Em uma tragicomédia rocambolesca — tão absurda que parece familiar — o diretor norte-americano constroi uma paródia dos tempos atuais, em que a polarização virou estilo de vida. Armentistas versus identitaristas: duas caricaturas que as redes sociais insistem em apresentar como espectros reais da política. Aster não está interessado na precisão ideológica, mas sim no espetáculo da ignorância.

Inspirado pelo caos de maio de 2020, Eddington recria uma cidade fictícia no Novo México que se transforma em palco daquilo que se tornou o nosso cotidiano: disputas discursivas entre ciência e negacionismo, paranoia e bom senso, sanidade e desinformação. É um microcosmo de uma decadência global, onde a pandemia da Covid-19 serve menos como pano de fundo e mais como lente de aumento para o colapso da convivência.

Joaquin Phoenix interpreta o xerife Joe Cross, um homem consumido pela retórica do ressentimento e das meias-verdades, cuja cruzada pessoal é derrotar o prefeito Alex Garcia (Pedro Pascal), um político latino que tenta manter a ordem e promover medidas básicas de saúde pública. Entre os dois, há uma terceira protagonista: as redes sociais. Ou melhor, a rede social — um organismo onipresente e mutante que define o que é real, quem é vilão e como manipular a percepção coletiva.

Aster não tem pudor em ridicularizar os vícios da comunicação contemporânea: o discurso inflamado, a construção de narrativas sem base factual, a fabricação de inimigos e a espetacularização da tragédia. Em uma das cenas mais marcantes, Joe grava um vídeo acusando Garcia de crimes contra sua esposa (Emma Stone) e outras atrocidades — não porque acredita nisso, mas porque é estratégico.

Duas vezes ganhadora do Oscar, Stone parece fazer uma participação especial como a esposa depressiva, confinada durante a pandemia e devastada por uma tragédia pessoal. Ela encontra acolhimento, no entanto, na figura de um guru espiritual (interpretado por Austin Butler), que encarna com precisão os falastrões da fé — com discursos religiosos inflamados e promessas de um único caminho para a salvação.

(Foto de Antonin THUILLIER / AFP)

Mais do que uma crítica à direita ou à esquerda, Eddington é um retrato da falência do debate público — da substituição da política por um reality show onde os participantes não querem governar, apenas vencer. Aster dirige com precisão cirúrgica, alternando o grotesco com o patético, a sátira com o horror, o cômico com o trágico. O riso, aqui, é sempre desconfortável, pois estamos a um passo da realidade de Guerra Civil, de Alex Garland.

No fim das contas, o que começa como uma disputa discursiva — ainda que repleta de fake news, deboche e cinismo — deságua numa reviravolta explosiva. O embate entre Joe Cross e Alex Garcia abandona qualquer verniz de civilidade e escala para uma violência desmesurada, num terceiro ato que transforma Eddington num faroeste moderno — ou melhor, num anti-faroeste, onde já não há diferença entre mocinhos e vilões. Todos estão armados, todos estão certos, todos têm um celular em punho.

Aster filma esse colapso como se fosse o último ato de uma peça ridícula que esqueceu de ser tragicômica e passou direto para o grotesco. Tiros são disparados com a mesma facilidade com que se compartilha uma teoria conspiratória. Grupos se organizam como milícias digitais que saíram da tela direto para as ruas. O velho espírito do Velho Oeste ressurge não como nostalgia, mas como distopia: um território onde a lei é a opinião pessoal e a verdade, um detalhe opcional.

Embora a narrativa nos apresenta um grande ganhador corportivo no ato final, na verdade, não há herois em Eddington. Nem vilões absolutos. O que existe é um amontoado de personagens cegos por suas certezas, dispostos a tudo — literalmente tudo — para vencer. O xerife e o prefeito tornam-se versões um do outro, espelhando-se num autoritarismo disfarçado de “salvação”. No duelo final, quem vence é a verdadeira protagonista: a máquina que pouco se importa se o discurso da vez é de direita ou de esquerda — o que importa é fazer as engrenagens girarem e gerar riqueza para poucos, sob o verniz de progresso para todos. 

Com seu humor mórbido até o último minuto, Aster não nos escandaliza, surpreende ou aterroriza — ele escala verdades. A violência em Eddington cresce tanto que os tiros sobre tiros fazem o filme perder parte da graça, embora ganhe em ação. Para alguns, esse clímax pode parecer uma ruptura do tom; para outros, é coerente com o espiral de loucura. Ainda assim, temos alusões às comédias de erros no estilo de Fargo, dos irmãos Coen, sempre com um desfecho irônico, onde a tragédia vira espetáculo.