Site Página 2254

Beijo improvisado de Will Ferrell foi EXCLUÍDO da quarta temporada de ‘The Boys’

Will Ferrell fez uma participação especial na quarta temporada de The Boys, interpretando uma versão de si mesmo.

Na produção da Amazon, Ferrell atua como o novo membro do elenco em uma cinebiografia de “salvador branco” estrelada por Trem-Bala. No episódio, o ator tenta provar que pode ser levado a sério, enquanto se preocupa que o filme seja muito parecido com ‘Um Sonho Possível’.

No entanto, o diretor do filme sobre Trem-Bala, Adam Bourke, afirma que Ferrell será capaz de ganhar um Oscar com aquela atuação.

A cena originalmente incluía uma improvisação cômica, onde Bourke e Ferrell se beijavam após uma troca de elogios exagerados, mas acabou sendo cortada.

Erik Kripke, showrunner da série, revelou mais sobre a cena de improviso, elogiando os dois atores.

“Era apenas [Bourke] motivando [Ferrell], dizendo que ele seria um vencedor do Oscar. E, em um ponto, ele diz: ‘Você é o melhor, tão talentoso.’ Então, eles se olham e simplesmente começam a se beijar. Eles não planejaram isso de antemão, apenas sentiram o momento e foram em frente. Quando você tem dois improvisadores realmente inacreditáveis, é o tipo de coisa que você obtém.”

Kripke espera que a cena esteja disponível como material extra no futuro. Porém, até lá, os fãs não terão acesso ao conteúdo.

ferrel
ferrel

O astro Jack Quaid, conhecido por interpretar o icônico Hughie Campbell em The Boys, compartilhou recentemente uma nova foto dos bastidores das gravações da quinta e última temporada da série.

Vale lembrar que as filmagens da última temporada começaram em novembro passado.

Na imagem, Hughie aparece novamente coberto de sangue.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Em uma conversa com a TV Guide sobre seus planos para a temporada final, Eric Kripke foi questionado sobre quem sobreviverá e quem terá um fim inevitavelmente trágico.

“Qualquer um que morra na temporada 5 vai merecer de verdade. Temos uma ideia de quem vai viver e quem vai morrer, mas ainda não definimos tudo completamente. Porém, em uma temporada final, você tem a oportunidade de sair nos seus próprios termos, então nem todo mundo vai sair vivo”, afirmou.

The Boys foi criada por Eric Kripke e a quinta temporada será a última.

 

Prime Video anuncia filme sobre chacina no cinema, PC Farias e novo reality show do Boninho; Confira!

O Prime Video anunciou hoje planos de investir mais de US$ 2 bilhões na América Latina entre 2027 e 2030 — um investimento inédito para produções Originais Locais, aquisição de conteúdo produzido localmente e direitos de transmissões esportivas locais no México, Brasil, Argentina, Colômbia e Chile. O número de Originais Locais produzidos vai mais do que dobrar até 2030, em comparação com 2026.

O anúncio foi feito durante o Prime Video Presents Latin America, seu evento regional de estreia na Cidade do México.

“O que está acontecendo na América Latina neste momento é extraordinário — os talentos, as histórias, o público. Hoje, estamos acompanhando essa energia com mais de US$ 2 bilhões até 2030 em programação original, licenciada e esportes. O que mais me empolga é a abrangência; não é uma aposta em um único país ou em um único gênero. É um investimento em toda a região, em todas as formas como os fãs interagem com o Prime Video. A região merece esse nível de ambição, e é isso que estamos entregando”, disse Kelly Day, VP Internacional do Prime Video.

Como parte dessa iniciativa, o Prime Video planeja mais do que dobrar seus Originais Locais no México, Brasil, Argentina, Colômbia e Chile. Hoje, a empresa revelou seu catálogo mais ambicioso até o momento — mais de 25 novos títulos apenas em 2027, incluindo séries de ficção, filmes, programas não roteirizados e reality shows em cinco territórios —, além de um crescimento recorde no setor esportivo com futebol e basquete e um novo acordo histórico de direitos de transmissão. A empresa também anunciou a expansão das Assinaturas no Prime Video para mais cinco países — com clientes de seis novos territórios agora podendo alugar ou comprar produções selecionadas e assinar serviços de streaming parceiros —, além da implementação de novas iniciativas de desenvolvimento de talentos para formar a próxima geração de criadores em toda a região.

“Nosso trabalho é encontrar histórias inegavelmente locais e torná-las inegavelmente universais”, disse Javiera Balmaceda, Head de Originais Internacionais para América Latina, Canadá e Austrália, no Amazon MGM Studios. “Este catálogo — que vai de um amor proibido nos campos de polo de Punta del Este a um crime não solucionado que ainda divide o Brasil — é a prova de que quando você confia nos contadores de histórias da América Latina, dando a eles ambição e recursos, o mundo presta atenção.

Abaixo, estão as informações completas do catálogo regional e as descrições dos projetos. Além disso, entre os próximos lançamentos de 2026 estão o filme Original da Argentina Barreda e a terceira temporada de Betty La Fea: Más Fea Que Nunca, ambos com estreia em 28 de agosto; a série documental Los Tinelli T2, lançada em 30 de setembro; El Juicio, thriller mexicano inspirado em fatos reais e estrelado por Eugenio Derbez e Pedro Alonso, que estreia em 11 de setembro; a série documental Original brasileira Marília Mendonça: Sentimento Louco, com estreia em 16 de outubro; além de LOL: Last One Laughing Argentina T3, apresentado por Marcelo Tinelli; e o filme chileno Lo Único que te pido, ambos previstos para o final deste ano.

A apresentação contou com discursos de Kelly Day (VP, Internacional), Tomás Tejero (Líder Regional para América Latina e Canadá), Javiera Balmaceda (Head de Originais Internacionais para América Latina, Canadá e Austrália), Gustavo Coelho (Líder de Negócios Esportivos para América Latina) e Joab Galindo (Head de Assinaturas 3P para América Latina, Canadá e Austrália).

Confira os títulos:

Tremembé T2

Na segunda temporada de Tremembé, a prisão mais famosa do Brasil entra em um novo ciclo de poder, transformação e novos ambientes. Enquanto alguns dos criminosos mais notórios do país, incluindo Suzane Von Richthofen e Elize Matsunaga, se aproximam da liberdade e enfrentam o desafio de retornar ao mundo que os condenou, novos detentos arriscam desestabilizar o equilíbrio: Robinho, Thiago Brennand e Dominique Scharf.

Marília

Nascida no coração do Brasil, a jovem Marília Mendonça transforma suas histórias pessoais em música enquanto enfrenta os desafios da indústria musical, supera os altos e baixos da fama e se torna a voz de milhões de mulheres, conquistando cada canto do Brasil e fazendo história na música brasileira.

Maiara & Maraisa (título provisório)

Pela primeira vez em 38 anos de uma vida inteiramente compartilhada, dentro e fora dos palcos, as superstars enfrentam uma grande transição. Enquanto Maraisa se prepara para o casamento, as gêmeas vivenciam um novo capítulo em sua poderosa conexão. Com acesso exclusivo à rotina das cantoras, a série acompanha a jornada emocional deste momento: dos preparativos do casamento e reflexões sobre autoimagem a um emocionante retorno ao Mato Grosso, onde as irmãs começaram suas carreiras — tudo isso enquanto continuam a lotar estádios e consolidam sua marca icônica no topo do sertanejo nacional.

Oi, Sumido!

Cinco ex-casais se reúnem, agora solteiros, para morar juntos sem inicialmente saber quem é ex de quem. Sob a direção criativa de Boninho, ao longo dessa convivência, encontros, conexões, recaídas, novas paixões surgem, e todos têm a chance de revisitar o passado, testar o presente e imaginar se vale (ou não) a pena dar uma nova chance ao futuro.

Obsessão (título provisório)

Stella, modelo de plataforma de conteúdo adulto, desaparece em circunstâncias suspeitas. Seu namorado virtual Martin, um motorista que mal a conhece, decide investigar por conta própria. À medida que Martin mergulha no submundo das plataformas de conteúdo adulto, fica claro que nem ele nem Stella são o que parecem. A verdade emerge: Martin é um stalker perigoso, e Stella desapareceu para escapar de seu assédio. Inabalável, Martin persegue a mulher que acredita amar, levando a uma conclusão tensa e potencialmente trágica.

Quem matou PC Farias?

A partir de um duelo explosivo de narrativas, os fragmentos de um dos crimes mais emblemáticos do Brasil vêm à luz. Em meio a corrupção, traição, sexo, drogas e escândalos políticos envolvendo o ex-presidente Fernando Collor de Mello, versões conflitantes batalham pela verdade — e no centro de tudo, uma pergunta permanece: quem matou PC Farias?

Tiros no Escuro

Dra. Lorena Magalhães, psiquiatra forense, é designada para avaliar um notório detento conhecido como o Atirador do Cinema, que matou espectadores durante uma sessão de Clube da Luta em 1999 num shopping, em São Paulo. À medida que conduz entrevistas e investiga seu passado, incluindo conversas com seus pais, o ex-psiquiatra Dr. Giovanni e a ex-amante Olga, a própria conexão de Lorena com o caso emerge — ela quase foi uma vítima naquela noite, tendo decidido não entrar no cinema no último momento. Enquanto reúne evidências da natureza calculista do atirador e do perigo contínuo para a sociedade, o envolvimento pessoal de Lorena é descoberto, levando à sua remoção do caso. No entanto, ela consegue passar evidências cruciais para sua colega Dra. Stella antes de sair, ajudando a evitar a liberação do atirador.

Crítica | Amor Platônico – Rose Byrne e Seth Rogen em EXCELENTE comédia sobre amizades da Apple TV+

A amizade no centro do tabuleiro conturbado da meia idade. Chegou de mansinho, quase desapercebida uma brilhante comédia que gira em torno da crise de meia idade impulsionada pelo realinhamento de uma antiga amizade. Mostrando que é possível fazer rir e refletir de forma madura, trazendo paralelos interessantíssimos com a realidade, Amor Platônico é mais um achado da Apple TV Plus que vem se consolidando como uma mina de ouro para quem gosta de séries com alta qualidade e altamente envolventes.

Criada por Francesca Delbanco e Nicholas Stoller, que também dividem a direção dos episódios, na trama, conhecemos Sylvia (Rose Byrne) uma dona de casa, formada em direito, que abdicou da carreira para cuidar dos três filhos e vive um casamento feliz com seu marido, o advogado Charlie (Luke Macfarlane). Após aparecer em seu feed, de uma rede social, que o seu ex-melhor amigo, o mestre cervejeiro Will (Seth Rogen) acabara de terminar o casamento, ela resolve entrar em contato com ele. Assim, esses dois amigos, antes com 20, agora perto dos 40 anos se envolvem em várias situações onde um ajuda o outro a enfrentar os problemas nessa fase da vida cheia de variáveis e escolhas difíceis.

Nada como um roteiro inteligente para fazer a gente pensar sobre a vida. De forma leve e descontraída, a narrativa envolve o espectador atingindo o epicentro entre a maturidade e a melhor idade. Assuntos como: problemas no trabalho, desconfianças nos relacionamentos, o próximo passo dentro de um casamento, as idas e vindas conflituosas por problemas que surgem aos montes, a amizade, as diferentes formas de amar, o ciúmes são plano de fundo de situações hilárias que a dupla de protagonistas se metem ao longo de dez excelentes episódios na sua primeira temporada.

A química entre Byrne e Rogen é fantástica, os artistas já haviam trabalhado juntos 10 anos atrás na comédia Vizinhos e mais uma vez mostram toda a harmonia em cena. Você, em um mesmo episódio, consegue rir muito e também se emocionar trazendo inclusive paralelos com a realidade. Passando por cima da pergunta: ‘É possível uma amizade entre um homem e uma mulher?’ o platônico do título é quase desnecessário, irreal. Esse projeto é um brinde à  amizade e todos seus altos e baixos.

Crítica | Quando as Luzes se Apagam

Dirty Diana

A Morte do Demônio, Mama e O Espelho. O que esses três filmes de terror possuem em comum? Todos foram criados originalmente como curtas-metragens antes de virarem produções cinematográficas estendidas e serem exibidos nos cinemas mundiais. Em tal quesito também se encaixa este Quando as Luzes se Apagam (Lights Out, no original), que chega aos cinemas brasileiros este fim de semana.

Criado por David F. Sandberg, o curta Lights Out foi lançado em 2013 com uma ideia simples, mas eficiente: a de uma mulher entidade que se materializa apenas quando as luzes estão apagadas. Com menos de três minutos de duração, o curta é direto e assustador, prometendo tirar o sono dos mais impressionáveis. O curta foi inscrito numa competição, não venceu, mas ganhou algo ainda melhor, a atenção do papa do terror atual James Wan, que topou produzir um longa baseado na ideia de Sandberg, assim impulsionando bastante a obra.

Quando as Luzes se Apagam - CinePOP 2

Com um estúdio colossal na distribuição (a Warner), Sandberg não poderia ter seu nome mais escrito nas estrelas, porém, o desafio apenas começava. O próprio Wan, em parte, era incrédulo sobre o êxito de pegar uma ideia que funciona bem em três minutos e alongá-la para os oitenta e um minutos do longa-metragem. A solução encontrada pelo roteiro de Eric Heisserer (que não possui o melhor dos históricos de currículo, tendo os textos dos remakes de A Hora do Pesadelo e O Enigma de Outro Mundo na bagagem) foi o caminho certo a seguir – desenvolver a história traumática da família de protagonistas, criar um backstory para a maldição e caprichar nas situações visuais, nas quais pudesse ser explorado o tema “criatura que só aparece no escuro”.

Na trama, conhecemos a típica família disfuncional e traumatizada norte-americana. Sophie (Maria Bello) é a matriarca desequilibrada psicologicamente. Ela acabou de perder o marido (Billy Burke) e o fato está afetando o pequeno Martin (Gabriel Bateman), filho do casal. O garoto tem medo de dormir à noite, e durante o dia, na escola, paga pelo cansaço. Mas o motivo não têm nada a ver com sonhos / pesadelos ou Freddy Krueger, e sim com o apagar das luzes. Entra em cena Rebecca, papel da protagonista Teresa Palmer (A Escolha), irmã do menino por parte de mãe, que precisará segurar as rédeas da situação.

Quando as Luzes se Apagam - CinePOP 4

Aos poucos Rebecca vai lembrando do passado, e do fato de que também era atormentada na infância pela entidade sombria e maligna, autointitulada Diana. A jovem começa sua investigação particular e no processo desvenda a estranha conexão de sua mãe com a macabra figura feminina.

Como dito, a ideia por trás de Quando as Luzes se Apagam é simples, no entanto, as soluções encontradas pelo roteiro são louváveis. O êxito se encontra justamente em conseguir transformar um truque em um filme, mesmo que básico. Os personagens são caricaturas, temos, por exemplo, a jovem rebelde (Palmer), a criança perturbada (Bateman), o namorado alternativo (Alexander DiPersia) e a figura materna insana (Bello), todos explorados minimamente para fazer a coisa andar sem comprometer o todo. Embora não sejam exemplos de desenvolvimento de personagem, são clichês confeccionados de forma a não prejudicar a narrativa.

Quando as Luzes se Apagam - CinePOP 5

O backstory da criatura (carinhosamente apelidada por mim de “Dirty Diana”, sim, como na música do ídolo Michael Jackson) é curioso e assustador, intrigante ao ponto de não solucionar todo o mistério, mastigando tudo ao público. Com certeza, como no melhor do gênero, o passado de Diana deixará muitas perguntas sem resposta para os espectadores. Em sua forma física, Diana é uma mistura de Samara (O Chamado) e Mama (2013), sem grandes novidades aqui também.

Os louros ficam por conta do que é confeccionado para as cenas visualmente. Em sequência, o roteiro cria situações nas quais a ideia principal pode ser aplicada, usando, por exemplo, luzes de celulares, faróis de automóveis, lanterna dos mais variados tipos, o fato da criatura não desaparecer na luz negra e, inclusive, um momento bem legal com tiros de pistola. O fato é que talvez tais pontos positivos sejam pouco para a aprovação do filme. De qualquer forma, os aficionados pelo gênero encontrarão a maioria dos elementos dos quais estão acostumados, no lugar direitinho, incluindo sustos de montão, além de uma estética chamativa. Para os mais minuciosos, que gostam de ler além nas entrelinhas, Diana poderá transparecer como a primeira vilã sobrenatural lésbica da história, com desejos de uma família moderna, sem a presença masculina.

Você gosta de SUSPENSE fora da caixinha? HBO Max lança filme com Andrew Garfield e diretor de ‘Corrente do Mal’

O que quase sempre acontece quando um cineasta novato emplaca com uma produção considerada divisora de águas em sua carreira, é que seu passo seguinte invariavelmente ocasiona numa obra maior, com um orçamento mais folgado e ambiciosa. David Robert Mitchell não foge a esta regra. Diretor de 47 anos de idade, Mitchell chamou atenção da comunidade cinéfila e dos fãs do gênero terror ao entregar Corrente do Mal (It Follows), filme que ainda se mantém como seu mais famoso e celebrado. O longa fez sua estreia mundial no prestigiado Festival de Cannes em 17 de maio de 2014 e rapidamente se tornou uma produção cult, enaltecida pelos adeptos. Com um roteiro muito criativo, o diretor-roteirista cria uma interessante analogia com os males das doenças sexualmente transmissíveis ao incorporar na trama uma maldição pra lá de assustadora que é passada de pessoa a pessoa após o ato sexual.

David Robert Mitchell começou sua carreira como diretor e roteirista em 2002, ao lançar o curta Virgin, que misturava drama e romance em meio a visões da Virgem Maria numa pequena cidade. A estreia em longas ocorreria oito anos depois, com o lançamento de The Myth of the American Sleepover (2010), filme inédito nos cinemas brasileiros, que começou sua carreira por festivais no South by Southwest, depois seguindo para Cannes. O longa figurou em muitas listas dos melhores do ano de críticos norte-americanos. Quatro anos depois, como citado, Mitchell ganhava o mundo com Corrente do Mal, emanando toda a sua vibe do clássico Halloween (1978) – seja através do clima de pertencimento na pacata vizinhança, cenas basicamente replicadas e a trilha sonora que presta grande homenagem às batidas de Carpenter.

Quando um diretor se posiciona na crista da onda desta forma, os fãs ficam ouriçados em querer saber seu próximo passo. O que será que tal artista irá nos trazer agora? Será apenas fogo de palha, uma promessa que não irá se concretizar? Ou se tornará um dos grandes a ser elevado no panteão dos Deuses do Cinema? Foi a pergunta que todos fizeram durante os quatro anos que David Robert Mitchell levou após o sucesso de Corrente do Mal até finalmente entregar seu passo seguinte, o suspense O Mistério de Silver Lake (Under the Silver Lake), inédito nos cinemas do Brasil, que chegou recentemente ao acervo da HBO Max.

O orçamento do projeto cresceu em oito vezes em relação a Corrente do Mal (que custou US$1 milhão). Para a nova empreitada, foi disponibilizado ao cineasta US$8,5 milhões pelas produtoras e a distribuição da balada A24, referência quando o assunto é cinema independente. Como costumeiro, o debute do novo longa ocorreu no Festival de Cannes em 15 de maio de 2018 – desta vez com avaliações mistas da mídia especializada, causando certo esquecimento ao filme após a passagem por terras francesas e sua turnê por festivais de cinema.

Uma coisa não difere nos filmes do cineasta, o artista possui uma fascinante capacidade de nos transportar para suas locações, como se ali habitássemos. A rotina e a atmosfera das cidades e bairros nos quais conta suas histórias ganham tamanha vida, como poucos conseguem retratar. Mitchell dá atenção aos detalhes, aos cenários, usa poucos cortes para que entendamos a geografia da cena, onde se encontram os personagens nos ambientes. Consegue nos remeter inclusive os sentimentos de seus protagonistas através dos locais em que estão inseridos. E a sensação é sempre a melancolia e solidão. O que torna tudo ainda mais identificável.

Na trama, Mitchell utiliza o ex-Homem-Aranha Andrew Garfield como protagonista. Ele vive Sam, o retrato do californiano desmotivado, de pessoas que apenas vivem, sem qualquer propósito ou objetivo. Sem trabalho, amigos, namorada ou família, cada situação do cotidiano se transforma em um verdadeiro evento para um tipo desocupado como ele. Pense em Jeff Bridges em O Grande Lebowski (1998), dos irmãos Coen, no qual o personagem do ator era descrito como o “homem mais preguiçoso de Los Angeles”. Garfield vive uma versão mais jovem do mesmo personagem, sem os entorpecentes (bem, talvez ocasionalmente). De fato, os Coen e Paul Thomas Anderson (Vício Inerente) entregaram outras versões da mesma história – que envolve um protagonista medíocre, porém, bem intencionado, tragado para dentro do olho do furacão a uma trama tão complexa que os cineastas não fazem questão que o espectador pegue todas as nuances de primeira.

O que faz a história girar em O Mistério de Silver Lake é a nova vizinha do protagonista Sam no conjunto habitacional em que vive em Los Angeles, Califórnia. Inicialmente planejada para ter as formas de Dakota Johnson (Cinquenta Tons de Cinza), Sarah, o objeto de afeto do protagonista que desencadeia toda a trama, terminou com aparência de Riley Keough, a neta do rei Elvis Presley. Loiríssima, com ares de dondoca, exibindo seu biquíni branco e chapelão com direito a cachorrinho a tiracolo, é claro que a atenção do sujeito seria capturada de imediato. A conexão de uma noite após se conhecerem é o suficiente para deixar o protagonista, geralmente letárgico, completamente apaixonado. Sarah é exatamente o tipo de gente que Sam quer por perto. É claro que na manhã seguinte ela simplesmente desaparece sem deixar vestígios. E o sujeito fará de sua missão descobrir o paradeiro da moça.

Assista ao trailer:

O Mistério de Silver Lake, no entanto, está bem longe de ser apenas a sinopse descrita. O filme é mil coisas acontecendo ao mesmo tempo. Assim como a vida, inúmeras vezes nos deparamos com desvios do caminho que traçamos para nós, que podem ser bem-vindos ou não. Aqui, por exemplo, em meio a juntar as milhares de pistas para encontrar a moça, o personagem de Garfield se depara com tantas outras figuras excêntricas, numa Los Angeles que parece hiperconectada. Em meio a tudo, a lenda urbana do assassino de cães, com dezenas de animaizinhos domésticos desaparecendo e um serial killer canino procurado. Outra lenda que ganha espaço na narrativa é a da mulher nua com máscara de coruja, tida como entidade que aparece e desaparece num piscar de olhos, mas não antes de fazer suas vítimas. Tudo isso “documentado” por folhetos e quadrinhos que enfatizam a teoria da conspiração. Sim, por esta descrição você não está de todo errado se acha que Silver Lake soa muito como uma viagem alucinógena.

Existem subtramas para dar e vender, todas elas levando a algum resultado e conclusão, que podem estar ligadas à trama principal ou não. Em outros tipos de filme poderíamos apontar a falta de sentido, coesão e conexão com a narrativa, acusando tais trechos de descartáveis ou desnecessários. Mas Silver Lake é o tipo de filme que aprendeu na escola de Pulp Fiction, por exemplo, onde por mais desnecessária que aparente ser a cena, acrescenta em muito à atmosfera proposta por tais cineastas: e aqui o acréscimo diz respeito ao teor delirante do longa. Junte a isso um figurão desaparecido, sua bela filha na mira de homens perigosos, atrizes de filmes independentes que dublam como garotas de programa, ataques de gambás, cultos fanáticos, um mundo controlado por mensagens subliminares, passagens secretas subterrâneas e até mesmo uma cena perdida do filme inacabado de Marilyn Monroe recriado por Keough e o diretor (sua personagem é fã da estrela).

Acima de qualquer outra coisa, O Mistério de Silver Lake é um retrato de uma localidade muito específica, esta no caso sendo o bairro de Silver Lake em Los Angeles na Califórnia. Um bairro residencial que segundo a descrição, abraça totalmente o estilo de vida hipster, dono de quarteirões estilosos com muita arte pelas ruas, muitas cafeterias, restaurantes vegetarianos, restaurantes asiáticos e eventos de música independente / alternativa. Silver Lake é também um dos bairros mais caros para se viver atualmente em Los Angeles, e um dos mais seguros. Parte deste estilo de vida bem único é capturado por David Robert Mitchell, que escolheu ainda sacudir tal cenário com uma trama detetivesca repleta de perigos e muita teoria da conspiração. Seu filme é a maçã no paraíso.

‘Alien’: Diretor de ‘Os 12 Macacos’ rejeitou proposta para dirigir sequência

Conversando com o RogerEbert.com, Terry Gilliam (‘Os 12 Macacos‘), cujo novo filme, ‘The Man Who Killed Don Quixote‘, estreará neste ano, criticou a franquia ‘Alien‘, e revelou ter rejeitado a proposta de dirigir uma sequência.

“Há alguns momentos legais [em ‘Alien’], mas a cena que nunca deveria ter espaço no filme é a cena final mostrando o alien sendo sugado para o espaço. Você vê o Alien e é apenas um cara em um traje de borracha. Até aquele momento, você via apenas partes do alien, e parecia enorme e assustador. Foi muito inteligente, como em ‘Tubarão’.”

Gilliam completa, com uma revelação chocante:

“Eu me ofereceram para dirigir uma sequência de Alien porque meu nome estava em alta naquela época, mas eu não queria fazer filmes daquele tipo. Eles são trabalhos automáticos, de grandes estúdios.”

Recentemente, foi divulgado que uma possível série de TV situada no mesmo universo da franquia ‘Alien‘ está sendo desenvolvida. A informação, no entanto, ainda se trata de um rumor e nada foi oficialmente confirmado.

Especula-se que o anúncio oficial do projeto, em estágios iniciais de desenvolvimento, possa acontece apenas em 2019.

O primeiro filme da franquia,Alien: O Oitavo Passageiro’ foi dirigido por Ridley Scott e chegou aos cinemas em 1979. O elenco foi estrelado por Sigourney Weaver, John Hurt, Harry Dean Stanton e Ian Holm.

‘Strike Back’ é renovada para a 7ª e ÚLTIMA temporada

O canal Cinemax renovou oficialmente a série ‘Strike Back‘ para a 7ª temporada. O próximo ano também será o último da série.

Em declaração oficial, o showrunner Jack Lothian disse: “É maravilhoso voltar para uma temporada final. ‘Strike Back’ é uma série que sempre elevou o nível para as produções de ação nas telinas, e nós estamos ansiosos em fazer isso pela última vez. Ainda há muitas reviravoltas pela frente, mas eu posso prometer uma coisa: vamos terminar com um bang.”

O final da 6ª temporada será lançado no dia 29 de março.

A série inicia sua trajetória apresentando a vida de John Porter, soldado britânico que trabalha na seção 20 do MI6, enfrentando terroristas. 

A série é estrelada por Warren Brown, Daniel MacPherson, Roxanne McKee, Alin Sumarwata, Nina Sosanya, Don Hany, Trevor Eve e Katherine Kelly.

‘Jack Ryan’: 2ª temporada já está disponível na Amazon!

Para celebrar o Halloween, a segunda temporada de ‘Jack Ryan‘ foi lançada um dia antes do programado. Todos os episódios do segundo ano já estão disponíveis na plataforma do serviço de streaming.

“Feliz Halloween! Para celebrar, eu quis dar aos fãs de ‘Jack Ryan’ um pequeno presente! Quando vocês vão poder assistir a nova temporada? Que tal… agora!!! A segunda temporada foi lançada um dia antes.”

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Criada por Carlton CuseGraham Roland, a série traz o protagonista dos livros de Tom Clancy, mas não é realmente baseada em nenhuma trama escrita pelo autor.

Jack Ryan (Krasinski) é um analista promissor da CIA que segue um padrão de comunicações terroristas, levando à descoberta de uma estratégia intrincada que tem como meta a destruição global.

O elenco ainda inclui Wendell Pierce, John Hoogenakker, Abbie Cornish, Ali Suli, Dina Shih Haaz Sleiman.

‘A Nice Girl Like You’: Lucy Hale visitou convenção de sexo para se preparar para o filme

Em entrevista ao Daily Pop, Lucy Hale (‘Pretty Little Liars‘) revelou que visitou uma convenção de sexo para se preparar para o seu papel no filme ‘A Nice Girl Like You‘.

“Eu ri muito enquanto lia o roteiro. Eu também me senti desconfortável, então eu sabia que tinha que participar. Fui para uma convenção de sexo e vi coisas que eu nunca tinha visto antes. Havia coisas no filme que eu nunca tinha ouvido falar, então eu precisei expandir os meus horizontes.”

No longa, a personagem da Lucy Hale encara altas aventuras e autodescoberta após o seu ex-namorado declarar que ela é muito inibida.

Confira o trailer:

O longa é dirigido pela dupla Chris RiedellNick Riedell.

Lucy Neal, uma violinista adorável, obediente às regras, um tanto reprimida e bem-educada, que é jogada para um loop quando é acusada de ser muito inibida por seu ex-namorado. Em um esforço para provar que ele está errado, Lucy cria uma lista de tarefas um pouco selvagem que a envia em uma jornada de autodescoberta, amizade e um novo amor.

O elenco ainda conta com Mindy Cohn, Jackie Cruz, Leonidas Gulaptis, Adhir Kalyan e Stephen Friedrich.

O longa foi lançado hoje (17) direto em VOD.

‘Friends’: Saiba quando as filmagens do reencontro irão acontecer!

De acordo com o Deadline, as filmagens do reencontro de ‘Friends‘, especial que está sendo desenvolvido pela HBO Max, estão programadas para começarem na próxima semana.

As gravações irão acontecer no Estúdio 24 na Warner Bros., onde a série original foi encerrada em 2004. Originalmente, o especial seria lançado em 2020, mas conflitos na agenda causados pela pandemia de COVID mudaram drasticamente o cronograma da produção.

Todos os seis astros da série original — Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer — retornarão no evento não roteirizado – que refletirá sobre o impacto da série ao longo dos últimos 25 anos. Eles também serão os produtores executivos do especial ao lado dos criadores da série, Kevin Bright, Marta Kauffman e David Crane.

Sobre o especial

Inicialmente agendadas para março de 2020, as gravações tiveram que ser adiadas para o mês de agosto, devido ao agravamento no número de infectados ao redor do mundo.

No entanto, a situação global não melhorou o bastante para que o especial pudesse ser filmado com segurança e a HBO Max se viu forçada a esperar o cenário reduzir um pouco mais, para que então pudesse dar uma nova data.

Os 236 episódios de Friends ficarão disponíveis na estreia da plataforma de streaming HBO Max no Brasil.

Os astros Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer retornarão para a reunião.

O episódio custará cerca de US$ 20 milhões e será “não roteirizado”. Ou seja, provavelmente teremos todo o elenco relembrando os momentos mais icônicos da série.

Além disso, o streaming conseguiu os direitos exclusivos de exibição dos episódios antigos, que eram da Netflix.

Para a HBO Max, uma das principais atrações será a comédia amada dos anos 90. Como a WarnerMedia investiu US$ 425 milhões pelos direitos de transmissão da série na HBO Max, o intuito do especial é atrair mais audiência para a atração.

‘RuPaul’s Drag Race’: Conheça as novas Queens da 14ª temporada!

A VH1 divulgou um novo vídeo apresentando as novas participantes da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race‘.

O novo ciclo contará com a primeira queen de Michigan, uma nascida no Reino Unido, a drag sister da vencedora Yvie Oddly, e, por fim, a primeira queen heterossexual do programa.

Confira:

A nova temporada irá estrear oficialmente no dia 7 de janeiro.

O novo ciclo contará com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jamine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

‘Power Book III: Raising Kanan’ é RENOVADA para a 3ª temporada

O canal Starz renovou oficialmente a série ‘Power Book III: Raising Kanan‘ para a 3ª temporada.

As filmagens do próximo ciclo estão previstas para começarem nos próximo meses, em Nova York.

Vale lembrar que a 2ª temporada vai estrear no dia 14 de agosto.

Confira o trailer:

Criada por Sascha Penn, a série é o terceiro spin-off do universo de ‘Power‘.

A produção é uma pré-sequência que segue os primeiros anos de Kanan Stark, o personagem interpretado pelo Curtis “50 Cent” Jackson na série original.

O elenco conta com Mekai Curtis, Antonio Ortiz, London Brown, Patina Miller, Malcolm Mays, Hailey Kilgore, Jo-Vaughn Scott e Toby Sandeman.

Winona Ryder retorna como Lydia Deetz nas imagens dos bastidores de ‘Os Fantasmas se Divertem 2’

As filmagens de ‘Os Fantasmas se Divertem 2‘ já começaram, e as primeiras imagens dos bastidores foram divulgadas. As fotos destacam o retorno de Winona Ryder, que volta a interpretar a Lydia Deetz – 36 anos após o lançamento do filme original.

A atriz aparece caracterizada com o clássico estilo gótico da personagem, incluindo o penteado icônico que a tornou um dos destaques da produção de 1988.

Confira as imagens:

Michael Keaton retornará como o icônico Bettlejuice ao lado de Winona RyderCatherine O’Hara.

Jenna Ortega (‘Pânico’) interpretará a filha da Lydia Deetz, personagem da Ryder no longa original. O elenco ainda contará com Willem Dafoe (‘O Farol’), Justin Theroux e Monica Bellucci, que dará vida à esposa do Bettlejuice.

O novo filme estreará oficialmente no dia 6 de setembro de 2024 – 36 anos após o lançamento do longa original.

A produção será lançada no final de semana estendido do Dia do Trabalho – um feriado lucrativo para o estúdio e filmes do gênero. Neste mesmo período, a Warner Bros. já lançou a duologia ‘It: A Coisa‘ (US$1.17B) e ‘A Freira‘ (US$365.5M).

Em 2023, o estúdio irá apostar na sequência ‘A Freira 2‘ para este feriado.

Anteriormente, Burton havia comentado sobre o projeto: “Só sei se estou fazendo um filme quando estou no set filmando. Tento voltar à raiz de tudo. Brota de uma semente e depois cresce, e não dessas declarações. Estou trabalhando em ideias e coisas, mas é tudo muito cedo. Vamos ver como vai ser. Que tal essa resposta sem resposta?”

Lançado em 1988, o filme original acompanha a vida após a morte do casal Adam (Alec Baldwin) e Bárbara (Geena Davis), que sofrem um acidente de carro e ficam presos em sua casa de campo como fantasmas, assombrando-a.

Quando uma família rica e arrogante compra a propriedade, o casal faz de tudo para expulsá-los com a ajuda de uma assombração conhecida como Besouro Suco (Keaton).

‘Duna: Parte 2’ já arrecadou quase MEIO BILHÃO mundialmente

Sucesso! A sequência ‘Duna: Parte 2‘ já arrecadou quase US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

Para termos de comparação, a continuação levou menos de três semanas para ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme – que arrecadou US$ 433.9 milhões mundialmente, em 2021.

Nos EUA, o longa ultrapassou a marca dos US$ 200 milhões. No mercado internacional, foram US$ 289.4 milhões – totalizando US$ 494.7 milhões mundialmente.

Em seu terceiro final de semana em cartaz nas telonas norte-americanas, o filme dirigido por Denis Villeneuve (‘A Chegada’) somou sólidos US$ 29.1 milhões e quase retornou ao topo das bilheterias após registrar uma queda de apenas -30%.

A animação ‘Kung Fu Panda 4‘ segue no topo com US$ 30 milhões em seu segundo final de semana.

Confira nossa crítica em vídeo:

‘Ninguém Quer’: Adam Brody revela quando as filmagens da 2ª temporada irão começar

Em entrevista ao SiriusXM, Adam Brody (‘Casamento Sangrento’) compartilhou uma atualização sobre o desenvolvimento da 2ª temporada de ‘Ninguém Quer‘ (Nobody Wants This).

O ator confirmou que os roteiristas estão “trabalhando duro”, e que a equipe planeja iniciar as filmagens do próximo ciclo em fevereiro de 2025.

“Não sei muito [sobre a segunda temporada]. Eu meio que assumi uma postura de ignorante feliz. Sei que eles estão trabalhando duro no roteiro [do novo ciclo], e nós vamos começar a filmar relativamente em breve.”

Ele completa, “[Vamos começar a filmar em] fevereiro. Acredito que será em fevereiro. Esse é o cronograma que eles estão planejando.”

Anteriormente, a criadora Erin Foster já havia comentado sobre o que podemos esperar do próximo ciclo: “Na primeira temporada, a história se desenrola de forma bem gradual. Vamos continuar exatamente de onde paramos, desenvolvendo tudo com calma, porque não quero que nos adiantemos demais. Meu desejo é que meu programa permaneça no ar o máximo de tempo possível!.”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Erin Foster.

Joanne (Bell), uma apresentadora de podcast agnóstica, e Noah (Brody), um rabino nada convencional que acabou de terminar um relacionamento, se conhecem em uma festa. Eles vão embora juntos e, apesar das diferenças, percebem que podem se dar muito bem. Mas também muito mal, porque cada um tem um jeito de encarar a vida. Além disso, o amor hoje em dia é muito difícil, e as famílias dos dois, incluindo a irmã dela, Morgan (Justine Lupe), e o irmão dele, Sasha (Timothy Simons), não colaboram.

Jackie TohnMichael HitchcockPaul Ben-VictorSherry ColaShiloh BearmanStephanie FaracyEmily ArlookTovah Faldshuh completam o elenco.

A primeira temporada conta com dez episódios.

imagem 2024 08 30 081520891

Terror indiano estilo ‘A Morte do Demônio’ estreia na Netflix; Confira o trailer!

O terror indiano ‘A Mãe e a Maldição‘ já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

Na trama, em uma vila amaldiçoada, uma mãe precisa invocar o poder de uma deusa quando uma força demoníaca ameaça levar sua filha.

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

Vishal Furia, de ‘Justiça Criminal‘, é responsável pela direção.

O elenco conta com Kajol Tanuja Devgn, Ronit Dolly Boseroy, Indraneil Shubhra Sen Gupta e Jitin Jyoti Gulati.

Crianças tocam o TERROR no trailer de ‘O Sorveteiro’, novo filme do diretor de ‘O Albergue’

O terror ‘O Sorveteiro‘ (Ice Cream Man), próximo filme do diretor Eli Roth (‘O Albergue’), ganhou um novo trailer brutal.

Na trama, uma cidadezinha idílica de verão mergulha na loucura quando um sorveteiro serve doces para crianças com resultados aterrorizantes.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de agosto.

Ari Millen (‘Orphan Black’) estrela como o vilão titular.

O elenco ainda conta com Benjamin Byron DavisKaren ClicheDylan HawcoSarah AbbottShiloh O’ReillyKiori Mirza WaldmanCharlie ZeltzerCharlie Storey.

Snoop Dogg — que já havia colaborado com o cineasta em ‘Don’t Go in That House, Bitch!‘— irá contribuir com a trilha sonora, junto com o compositor Brandon Roberts (‘Feriado Sangrento’).

Além de dirigir, Roth também assina o roteiro ao lado de seu amigo, Noah Belson.

‘Vingadores – Guerra Infinita’: Josh Brolin publica foto no set de filmagens

As filmagens de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ seguem a todo vapor e desta vez o ator Josh Brolin publicou uma foto em sua conta de Instagram, mostrando um pequena prévia do trabalho desenvolvido para transformá-lo em Thanos.

Na foto, várias marcações estão presentes no rosto do ator, para a realização da captura de imagem.

Confira:

Dot Day. #thanos @marvelstudios #avengers #imjustapurpleguylookingforlove #brolintruckingco

Uma publicação compartilhada por Josh Brolin (@joshbrolin) em


Em vídeo, Tom Holland deixa escapar que estará em ‘Os Vingadores 4’

‘Vingadores – Guerra Infinita’ vai abordar eventos passados de ‘Guardiões da Galáxia’ 

Jeremy Renner odiou sua participação em ‘Os Vingadores’ 

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Quarteto Fantástico’: Arte imagina John Krasinski, Emily Blunt, John Cena e Zack Efron como os heróis

O ator John Krasinski, que dirige e estrela ao lado de sua esposa na vida real, Emily Blunt, o terror Um Lugar Silencioso, revelou ao Screen Rant que adoraria viver o Senhor Fantástico em um reboot de ‘Quarteto Fantástico, ao lado de Blunt como a Mulher Invisível.

A afirmação resultou em uma bela arte feita pelo BossLogic, que imagina o casal estrelando os respectivos papéis, ao lado de John Cena como o Rocha e Zac Efron como a Tocha Humana.

Confira o resultado:

Fantastic Four MCU @johnkrasinski @MarvelStudios #fantasticfour

Uma publicação compartilhada por Bosslogic (@bosslogic) em

The Fantastic Four – MCU

Uma publicação compartilhada por Bosslogic (@bosslogic) em

‘Quarteto Fantástico’: Pôster criado por fã imagina Emily Blunt como a nova Mulher Invisível

O que vocês acham dessa dupla em um possível novo filme da família de heróis? Conte para nós nos comentários!

Crítica | The Last Black Man in San Francisco: Um dos melhores filmes já feitos

Raízes, tradições, vínculos. Um povo é feito de suas origens, sejam elas territoriais, sociais ou culturais. Como o pilar de sustentação, elas identificam os traços de homens e mulheres, refletem em suas personalidades, impactam na sua percepção de mundo. Em uma América construída por negros, ignorados sócio politicamente por sua cor, a raça é um apego à descendência, arraigado naquilo que não se pode tirar. The Last Black Man in San Francisco vai nas profundezas mais densas da essência da humanidade, tratando a rejeição de um povo e sua história por meio da inocência de um jovem que sonha em recuperar o lar que é sua maior lembrança de um tempo que não existe mais em sua família.

Joe Talbot não escreve e dirige como um forasteiro. Quinta geração de sua família nascido em São Francisco, ele sabe o peso do lar que registra sua origem na carteira de identidade. Assinando a narrativa com seu amigo de infância e protagonista do longa, Jimmie Fails, The Last Black Man conta a história de um jovem – obviamente negro – que passa os seus dias sonhando em retomar de volta a majestosa casa vitoriana construída por seu avô. Ali, suas melhores memórias foram escritas. Ali habita seu maior vínculo familiar, inexistente na relação com seus complexos pais. Todos os dias ele presta uma singela visita à residência, ajustando as falhas estruturais evidentes como quem cuida de um filho mimado por tanto amor, sonhando com o dia em que ele, pobre e negro, retomará o lar da região mais valorizada da cidade, uma vez tomada por negros, hoje cercada por brancos de classe média-alta.

Pela percepção apaixonada inveterada de Jimmy, conhecemos a trágica trajetória de um povo que firmou raízes em uma valiosa região de São Francisco, antes do seu glamour. Gradativamente enxotados dos lares que construíram – talvez parte disso pela gentrificação da área à época -, eles foram jogados para as extremidades, ignorados como um passado que a cidade insiste em negar. Agora alocados à margem dos centros urbanos locais, as comunidades de afro-americanos perecem com a negligência social, estrutural e econômica. Isolados da cidade que ajudaram a construir, vivem das lembranças daquele tempo próspero. Vivem em tempos de liberdade de expressão, mas ainda parecem frutos da Lei de Jim Crow.

Com maestria, o roteiro é de uma sensibilidade chocante. Com diálogos profundos e construções conceituais que entregam cenas que são um extrato das raízes do povo negro norte-americano, The Last Black Main in San Francisco é uma história contrastante de esperança de um jovem sonhador, que vive em negação com a real situação de sua comunidade. Como um homem que não vê cor em seus sonhos e em seu estilo despojado, marcado por um skate que o leva aonde precisa, ele é também um extrato de como todos deveríamos ser: diferentes, porém iguais. Sonhando por todos, ele tenta ser o sopro de mudança que vai resgatar os restos da cultura afrodescendente que habitava na região daquela majestosa casa. No entanto, é visto pelos seus pares – seus brancos vizinhos temporários – como um pária, alguém que não pertence ali.

E como é profunda essa perspectiva de The Last Black Man in San Francisco. Dividindo a tela entre os melhores amigos Jimmy e Montgomery (Jonathan Majors), a narrativa ainda nos apresenta esse personagem peculiar, um dramaturgo em potencial, que traja ternos largos e camisas bem alinhadas. Tentando criar sua própria identidade, ele foge dos estereótipos de jovens negros, à medida que vez outra parece querer se encaixar no modelo aceito pelos brancos. Ou talvez ele seja apenas um homem tentando ser quem deseja ser, sem estar associado a qualquer maneirismo de ambas as raças. Algo que, aparentemente, é tão difícil na América de 2019, como era na América de 1965.

Com diálogos e monólogos extasiantes, que emocionam a cada palavra dita, o drama ainda enche nossos olhos como um estética viciante, hipnotizante. Capturando a luz natural com leveza e intensidade, somos impactados pela composição feita entre a iluminação e as atuações, que são íntimas e realistas. Entregando tudo que possuem em tela, Fails e Majors beiram a perfeição diante da audiência, em uma sincronia, cumplicidade e dinâmica relacional surpreendente. Diante do que vemos, somos tocados pela mais profunda gratidão de poder estar ali, vivendo aquele instante cinematográfico tão poderoso.

Com um design de produção e fotografia belíssimos e um espetáculo de bandeja de atuação de Danny Glover, The Last Black Man in San Francisco é, sem exageros, um dos melhores filmes feitos na história recente da indústria cinematográfica. Honesto, genuíno e apaixonante, a produção é uma obra-prima sobre origens e desperta uma reflexão profunda sobre o resgate das raízes de um povo que construiu sua nação, mas até hoje é visto como um hiato ignorado da história mundial. Com autêntico potencial para o Oscar 2020, o drama é um conto que transcende a cor da pele, fazendo dela sua bússola para uma das jornadas mais irresistíveis do cinema.

‘Elite’: 3ª temporada já está disponível na Netflix

A aguardada 3ª temporada da série original da Netflix, intitulada ‘Elite‘, já está disponível na plataforma de streaming.

A nova leva de episódios promete trazer revelações estarrecedoras para os fãs, respondendo um dos grandes mistérios deixados em aberto no ciclo anterior.

Confira:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/3013497315348298/?vh=e&d=n

O próximo ano será lançado na plataforma no dia 13 de março.

Crítica | Elite – Série da Netflix mistura ‘Gossip Girl’ e ‘How to Get Away with Murder’ 

Criada por Darío Madrona e Carlos Montero, a primeira temporada da série foi um grande sucesso, sendo assistida por mais de 20 milhões de contas diferentes em apenas um mês.

Após um terremoto destruir uma escola pública, o governo envia três adolescentes de classe operária para Las Encinas, uma das melhores e mais caras escolas do país, frequentada pelos filhos da elite espanhola. O confronto entre aqueles que têm tudo e aqueles que não têm nada a perder cria uma atmosfera carregada e acaba levando a um assassinato. Quem estará por trás do crime?

O elenco inclui María Pedraza, Itzan Escamilla, Miguel Bernardeau, Miguel Herrán, Jaime Lorente, Álvaro Rico, Arón Piper, Mina El Hammani, Ester Expósito, Omar Ayuso e Danna Paola.

‘The Boys’: Filmagens da 3ª temporada começam na próxima semana

As filmagens da 3ª temporada de ‘The Boys‘ estão prestes a começar e a contar pela mais recente publicação feita pelo showrunner Eric Kripke, a expectativa é de que os trabalhos sejam iniciados na próxima semana.

Por meio de sua conta oficial do Twitter, Kripke convidou os fãs para acompanhar uma live sua, que acontece neste sábado (13) e ainda compartilhou o fato de que as gravações serão iniciadas “em poucos dias”.

Confira:

“Quer ver o quão louco eu fiquei, depois de duas semanas de quarentena em Toronto? Assista a minha entrevista ao vivo no sábado, às 14h ET. Vamos discutir Supernatural e The Boys e dicas de escrita para roteiro (The Boys começa a ser gravado em poucos dias, por sinal). Sintonize no sábado, no link abaixo!”


Vale lembrar que ‘The Boys’ conquistou quatro estatuetas da edição de estreia do Critics Choice Super Awards: Melhor Série de Super-HeróiMelhor Ator em Série de Super-Herói e Melhor Vilão de Série para Anthony Starr, e Melhor Atriz em Série de Super-Herói para Aya Cash.

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Como Perder um Homem em 10 Dias’: Comédia romântica com Kate Hudson será removida da Netflix em breve

A amada comédia romântica ‘Como Perder um Homem em 10 Dias‘, estrelada por Kate Hudson, Matthew McConaughey e Kathryn Hahn, será removida da Netflix em breve.

A produção deixará a grade de programação no dia 01 de março.

Na trama, Ben é um publicitário que aposta com o chefe que faz qualquer mulher se apaixonar por ele em dez dias. Se conseguir, será o responsável por uma cobiçada campanha de diamantes. Andie é uma jornalista que, por causa de uma matéria, está decidida a infernizar a vida de qualquer homem que se aproximar. Os dois se conhecem em um bar e escolhem um ao outro como alvo de seus planos totalmente opostos.

Confira o trailer:

Adam Goldberg, Annie Parisse, Thomas Lennon e Michael Michele completam o elenco.

Donald Petrie dirige o longa, a partir de um roteiro escrito por Kristen Buckley, Brian Regan e Burr Steers.

 

 

Crítica | A Pé Ele Não Vai Longe – As atuações de Joaquin Phoenix e Jonah Hill são grandiosas

A Pé Ele Não Vai Longe (Don’t Worry, He Won’t Get Far on Foot) é um filme de trajetória, neste caso do cartunista John Callahan, falecido em 2010. Com base nas memórias do cartunista, Gus Van Sant (Gênio Indomável) criou um filme de narrativa entrecortada para representar a história de alcoolismo do artista, sua inabilidade em lidar com a questão, o acidente que lhe deixou paraplégico, o seu desenvolvimento artístico e, sobretudo, com isto está interligado.

De forma pragmática, o diretor nos absorve para os acontecimentos da vida de Callahan (Joaquin Phoenix) através das palavras do próprio artista. Em detalhes, ele conta o dia do acidente, desde o momento em que acordou, todos os seus passos, festas e bebidas até a hora trágica, da qual ele não tem registro. Grande parte do seu testemunho é projetado por meio de um pequeno grupo de Alcoólicos Anônimos, liderado por Donny (Jonah Hill).

Ao mesmo tempo em que vemos seu restabelecimento, somos confrontados pelas diversas vezes em que a tentação do álcool o ganhou, os seus momentos de constrangimento e agruras de suas limitações. Gus Van Sant consegue fazer o processo de reabilitação mais ameno e romantizado, em contrapartida, apresenta a dureza das atividades cotidianas em total dependência de terceiros.

Vale destacar a atuação de Joaquin Phoenix que se apresenta como um camaleão de Hollywood, vide suas últimas incursões com Lynne Ramsay (Você Nunca Esteve Realmente Aqui), Spike Jonze (Ela) e Paul Thomas Anderson (O Mestre). Para somar a essas atuações excêntricas e perturbadoras, o filme transmite toda idiossincrasia do cartunista, entre a fuga da sátira e a busca de perdoar a si mesmo.

Surpreendentemente, Jonah Hill incorpora seu personagem mais autêntico no gênero dramático, um jovem rico vítima de uma doença fatal e conselheiro de outros tantos desafortunados. A parceria entre ele e Phoenix é desenvolvida paulatinamente culminando com uma bonita cena de despedida, mas os momentos mais intensos são ao lado de Jack Black (O Mistério do Relógio na Parede), seja antes do acidente como parceiro de farra, seja depois ao perdoá-lo em busca de encontrar a sua absolvição.

A aparição de Rooney Mara (Maria Madalena) durante a reabilitação de Callahan rende outro momento muito bem realizado por Gus Van Sant. Sua presença inspira tranquilidade e esperança ao protagonista, no entanto, a sua personagem é bastante secundária na história e os outros encontros dos personagens são superficiais. Um desperdício ao talento da atriz, mas compreensível ao entendermos que a principal questão do protagonista é a luta contra si mesmo e o seu refúgio no álcool, motivada pelo abandono da mãe biológica (Mireille Enos).

Seu humor controverso começa a ganhar espaço na mídia e os desenhos se transformam em uma sublimação de suas angústias. O filme é quase estruturado como um processo terapêutico com os momentos de angústia e os de evasão. Entra para a gênero de adaptações de histórias de superação da vida real, em que as atuações são seu maior trunfo, assim como O Que Te Faz Mais Forte (2017), que contava a história de Jeff Bauman (interpretado por Jake Gyllenhaal), vítima do atentado à Maratona de Boston. A Pé Ele Não Vai Longe é um bom filme, mas não cativa o espectador.

‘Círculo de Fogo: A Revolta’: Novo trailer IMAX está espetacular; Assista!

Círculo de Fogo: A Revolta ganhou um novo e belíssimo pôster IMAX mostrando uma luta épica entre um Kaiju e Jaeger, junto com um novo trailer cheio de ação. Confira:

Círculo de Fogo: A Revolta‘ tem estreia prevista para 22 de Março de 2018 em circuito nacional.

Guillermo del Toro, roteirista e diretor do primeiro filme, serviu como consultor da sequência.

O diretor foi consultado pela direção ao longo da pré-produção e filmagem, compartilhou ideias visuais e até mesmo para o desenvolvimento da trama, de acordo com o produtor Cale Boyter  para o site Coming Soon.

“Nós enviamos tudo para ele. Ele ama o John Boyega. Obviamente, tudo que fizemos ele tocou de alguma forma e nos enviou notas”

A aventura épica traz John BoyegaJing Tian, Cailee Spaeny, Rinko Kikuchi, Burn Gorman, Adria Arjona e Charlie Day no elenco.

‘Shazam!’ aparece destruindo paredes em nova foto de divulgação da Comic Con

A adaptação dos quadrinhos ‘Shazam!‘ teve uma nova imagem divulgada para a San Diego Comic Con, que começa hoje (18). Na imagem, podemos ver o herói destruindo uma parede. Confira:

Confira, com as primeiras imagens e trechos do teaser que vazou na internet:

Dirigido por David F. Sandberg. Com Asher Angel, Zachary LeviJack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.

‘Obi-Wan Kenobi’ | Quarto episódio muito fala e pouco diz

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu aos quatro primeiros episódios de Obi-Wan Kenobi, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Depois daquele final empolgante do terceiro capítulo de Obi-Wan Kenobi, a expectativa para o quarto episódio era bem alta. Ele enfim reencontrou seu melhor amigo e aprendiz, mas agora em lados diferentes, ele foi humilhado numa luta contra ele e terminou sendo resgatado enquanto a pequena Leia, que estava sob sua proteção, foi raptada por Reva.

Infelizmente, o quarto episódio serviu como uma grande muleta para todos esses problemas, solucionando-os de maneira muito fácil, o que tira o peso da trama. O lado bom é que a parte visual continua sendo bem explorada e o uso da computação gráfica em momento algum compromete, coisa que vem sendo um problema recente nas produções da Disney.

O primeiro destaque, e talvez o único grande destaque deste episódio, é a cena em que Obi-Wan (Ewan McGregor) está se recuperando no tanque de Bacta e acontece uma conexão dele com Darth Vader (Hayden Christensen) por meio da Força e compartilhando um flashback que infelizmente não foi mostrado. Ambos estão se recuperando das lesões que causaram um no outro. É um paralelo muito bom entre os personagens que direta ou indiretamente serão responsáveis pelo fim um do outro.

No entanto, precisamos falar sobre o Tanque de Bacta. Tudo bem que é um artifício canônico de recuperação física, mas é preciso entender que quadrinhos, cinema e televisão são mídias de formatos diferentes. Usar o Bacta como se fosse a Vitamina C do espaço pode dar certo nos quadrinhos, mas em séries é complicado porque acaba tirando muito o peso de lesões e até mesmo de mortes. E como a série do Boba Fett já trouxe umas sete horas de personagens no Spa de Bacta, vai chegar uma hora que a redundância vai cobrar seu preço.

Depois desse momento da conexão da Força, o episódio desanda totalmente. O núcleo do sequestro da Leia pela Reva tinha tudo para ser épico, explorando tensão e as maldades do Império, mas parece haver um esforço sobrenatural da direção em impedir que a Reva demonstre que ela pode ser tão cruel quanto o próprio Vader. Toda vez que ela está próxima de fazer uma grande vilania, alguém aparece para interromper, falta luz, o carteiro traz encomenda… Qual a lógica de ter uma vilã que só pode ser meio má? A cena dela tentando enganar a Leia e sendo tapeada pela criança é assustadoramente ruim. Existem formas de mostrar que a Leia era uma criança brilhante sem transformar a vilã numa idiota.

Então o Obi-Wan enfraquecido decide invadir a base impenetrável dos Inquisidores. Com o pior esquema de segurança possível, ele entra na maior facilidade e chega a uma câmara mortuária com vários Jedi caçados pelos Inquisidores. A série dá bastante destaque para Tera Sinube, Jedi apresentado em The Clone Wars, quando ajudou Ahsoka Tano a recuperar um sabre de luz. É um easter egg legal para os fãs.

Continuando sua jornada para resgatar Leia, Obi-Wan e sua “infiltrada” seguem burlando os esquemas de segurança como se fosse nada e mostrando que o maior mistério da saga é como o Império conseguiu ficar tanto tempo no poder com agentes tão incompetentes assim… Sério, tem um Stormtrooper que leva um tapa na cabeça e cai desmaiado. Tudo tem limite, né? O lado positivo dessa parte é justamente o resgate da Leia, que é praticamente iluminado pelo sabre de luz do Kenobi. Visualmente falando, é muito interessante. Mas logo em seguida, o Jedi esconde a Leia num casacão, ao melhor estilo Os Batutinhas, e vai longe antes de ser descoberto. Forçaram demais a amizade.

Um ponto legal também que vale ser comentado é a estreia dos Purge Troopers em Live Action. Esses soldados “especializados” em caçar Jedi vieram do jogo Star Wars Jedi: Fallen Order. Seu diferencial para os Stormtroopers comuns é que sua armadura é resistente aos danos ocasionados por sabres de luz. No entanto, mesmo sendo especialistas em caçar Jedi, o único Jedi do recinto saiu vivo e sem dano nenhum.

O episódio ainda tenta dar um peso para uma possível chama de esperança nascendo nos rebeldes, mas o personagem que morre tem a morte menos chorada da história da franquia, então acaba sendo mais um momento sem peso. É bem incômodo que esse episódio, que tinha tanto potencial, seja praticamente um filler para a série. Tomara que isso não se repita até o fim da temporada porque o Obi-Wan Kenobi é um personagem que merece bem mais do que isso.

Os novos episódios de Obi-Wan Kenobi estreiam toda quarta no Disney+.

Crítica | Os Opostos Sempre Se Atraem – Omar Sy BRILHA em filme da Netflix para Fãs de ‘Lupin’

Omar Sy é um desses atores cujo repertório parece impecável. Tendo protagonizado emocionantes longas como ‘Intocáveis’ (2011) e, mais atualmente, deu vida a um dos mais famosos personagens da literatura francesa, ‘Lupin’, que virou série na Netflix com duas temporadas até o momento, ele está em alta, conquistando o carinho dos telespectadores do mundo inteiro, e retorna às telinhas com o divertido ‘Os Opostos Sempre Se Atraem’, nova comédia policial francesa na plataforma da Netflix que, desde sua estreia, pulou imediatamente para a primeira posição no Top 10.


Ousmane Diakité (Omar Sy) é um jovem comissário de uma delegacia de Paris. Rápido, intenso, dedicado e com muito senso de justiça, ele não mede esforços para pegar os bandidos, mesmo que para isso acabe vez ou outra sendo insubordinado e agindo sem autorização. François (Laurent Lafitte) é um narcísico manipulador de pessoas, que se acha acima das normas e tem toda a certeza de que absolutamente todas as mulheres do mundo têm uma queda por ele, mesmo que, no fundo, seja ressentido por ser apenas um policial civil. Quando um corpo pela metade aparece num trem, os dois ex-amigos vão se reencontrar e serão obrigados a trabalhar juntos para desvendar esse homicídio. O problema é o tamanho do ego de cada um, que muitas vezes termina por se sobrepor à investigação.

Com um título em português que ao mesmo tempo que parece comédia romântica, remete às clássicas comédias policiais dos anos 1980/90 (‘Dois Policiais em Apuros’, ‘Corra Que a Polícia Vem Aí’ e cia), ‘Os Opostos Sempre Se Atraem’ recupera o gênero e o atualiza com questões comuns à contemporaneidade. Assim, ao formar uma dupla interracial de policiais, o roteiro de Stéphane Kazandijan permite que o protagonista Ousmane possa constantemente dar voz aos seus sentimentos todas as (muitas) vezes em que é atravessado pelo racismo estrutural social.

A construção da oposição dos dois parceiros de trabalho – um bon vivant que se acha irresistível versus o bom sujeito, que apenas quer (e consegue) fazer bem seu trabalho – é o equilíbrio certo para conduzir o filme, cujo pano de fundo trabalha questões raciais urgentes não só na França, mas no mundo inteiro. Para tratar de intolerância racial e xenofobia  ‘Os Opostos Sempre Se Atraem’ não fica sendo panfletário, ao contrário: confia sua mensagem ao carisma de Omar Sy, ator que rapidamente consegue gerar conexão com o espectador, de modo que as falas super inteligentes do personagem saem com tanta naturalidade, que dificilmente entendemos como atuação. A isso damos o nome de talento.

Louis Leterrier entrega um filme ágil, com uma edição dinâmica e com muita (e todo tipo de) ação. Nas duas horas de longa o espectador se deleita desde com perseguições em alta velocidade a, até mesmo, uma deliciosa corrida de kart a la ‘Mario Kart’, com direito a um personagem jogando bananas e o outro jogando dinossauros de pelúcia de volta. Desde a primeira sequência, ‘Os Opostos Sempre Se Atraem’ fisga o espectador e cumpre o que promete. Felizmente deixa um gancho para continuações futuras, tornando-se, assim, a produção ideal para todos aqueles que se apaixonaram por Arséne Lupin e aguardam ansiosamente uma terceira temporada.

 

10 atrizes sumidas que merecem nova chance em Hollywood

Morreu ou foi pra Record? A frase que virou meme é usada muitas vezes para se referir a atores brasileiros famosos que estão afastados da grande mídia nos últimos tempos. Em Hollywood, não existe frase semelhante, mas a situação se repete. E muito.

É comum se ver questionando onde se encontram nomes que fizeram muito sucesso nos anos 80 e 90 (e até nos 2000). E não estamos falando de gente que teve um brilho repentino, mas de nomes que marcaram o cinema mundial e que, hoje, parecem não existir.

Infelizmente, podemos constatar que esta é uma situação mais comum quando estamos falando de atrizes. É triste, mas a realidade é que Hollywood não demonstra muito remorso em esquecer atrizes na medida que vão ficando mais velhas. Há exceções, é claro, como Meryl Streep, e outros nomes que conseguem uma retomada na carreira após derrapadas, como Nicole Kidman e Michelle Pfeiffer. E foi justamente pensando na dupla que o CinePOP decidiu relembrar 10 atrizes que gostaríamos de ver, mais uma vez, com destaque na tela grande.

E você, sente falta de alguém? Participe através dos comentários!

 

Meg Ryan

Harry e Sally, Sintonia de Amor, Cidade dos Anjos, Mens@gem Para Você… O reinado de Meg Ryan nas comédias românticas durou mais de duas décadas. A atriz era sinônimo de sucesso de bilheteria. Bonita, inteligente, divertida e com uma personalidade cativante, Ryan fez muita gente se apaixonar por ela. No início dos anos 2000, tentando fugir um pouco do estigma de “namoradinha da América”, ela fez o drama sensual Em Carne Viva, um fracasso de público e crítica. Depois disso, as oportunidades foram só diminuindo e Hollywood não se mostrou disposta a manter seu nome em evidência. No momento, seu nome está ligado a uma série da NBC produzida por Lorne Michaels, mas não há nada muito certo sobre o projeto. Seu último trabalho de fato foi em 2015, quando estrelou e dirigiu o drama de guerra Ithaca.

Demi Moore

Demi Moore é contemporânea de Ryan, mas talvez seu período de fama tenha sido menor do que a primeira. No entanto, quando brilhou, brilhou com força. No início dos anos 90, participou de filmes como Ghost – Do Outro Lado da Vida, Questão de Honra, Proposta Indecente e Assédio Sexual. Em seguida, tropeçou com Striptease, mas logo se recuperou com Desconstruindo Harry e Até o Limite da Honra. Com o tempo, seus papéis foram diminuindo cada vez mais. O preconceito com a idade também esteve presente nesta última década de trabalhos da atriz. Não só ela parou de receber convites para papéis de destaque, como passou a surgir na mídia apenas como a namorada bem mais velha de Ashton Kutcher. O mercado parece que considerava Moore apenas um símbolo sexual, descartando-a com o passar do tempo. Mas a cinematografia da atriz traz papéis dramáticos de destaque. Ela merece mais. Seu último trabalho foi em 2017, na série Empire.

Sharon Stone

“Rival” de Demi nos anos 90, Sharon Stone também foi deixada de lado por Hollywood, pelo menos no que diz respeito aos papéis de protagonista. Mais uma vez, estamos diante de uma atriz afetada pela marca de femme fatale, não recebendo muitas chances em outros projetos. Ela acabou lembrada como a atriz que recusou Titanic para fazer Esfera ou pelo péssimo trabalho como vilã em Mulher-Gato, mas não dá para esquecer também as memoráveis atuações em obras como Cassino, O Vingador do Futuro e, é claro, Instinto Selvagem. Recentemente, fez breve participação em Artista do Desastre e atuou na série Mosaic, da HBO.

Andie MacDowell

Andie MacDowell talvez seja mais conhecida no Brasil por ter sido o rosto das campanhas da L’Oréal por mais de três décadas. O que por si só já mostra que não esteve tão presente assim nos cinemas. Estrela de filmes como Sexo, Mentiras e Videotape, Short Cuts, Feitiço do Tempo e Quatro Casamentos e Um Funeral, Andie viu seu tempo em cena ser reduzido a cada projeto. Ao mesmo tempo, ela passou a aceitar menos trabalhos. Unindo as duas coisas, acabou que a atriz foi saindo de cena dos grandes projetos de Hollywood. Seu último trabalho lançado nos cinemas brasileiros foi Magic Mike XXL, de 2015. No momento, prepara para atuar na série inspirada em Quatro Casamentos e Um Funeral.

Helen Hunt

Conhecida pelos trabalhos em Mad About You e Melhor É Impossível (que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz), Helen Hunt é mais uma atriz deixada de lado por Hollywood com o passar do tempo. Ela atuou ainda em obras como Twister, Náufrago, Do Que as Mulheres Gostam e As Sessões. Este último, de 2012, talvez tenha sido seu trabalho mais recente a ser reconhecido pela crítica e pelo público, lhe rendendo inclusive nova indicação ao Oscar. Nos últimos tempos, tem dedicado cada vez mais tempo à direção, trabalhando inclusive na função na série This is Us. Fala-se muito sobre a possibilidade de um revival de Mad About You, que muito provavelmente levantaria o nome da atriz. Mas não dá pra depender disso. Por tudo que já fez, Helen merece receber mais oportunidades.

Carrie-Anne Moss

Muita gente pode contestar a presença de Carrie-Anne Moss nesta lista, afinal se manteve em evidência com as séries da Marvel na Netflix, especialmente Jessica Jones. Mas isso é tudo que ela tem feito nos últimos três anos. É muito pouco para um nome que já mostrou muito talento e disposição em obras como Amnésia e a trilogia Matrix. Em 2019, a atriz será vista na série policial norueguesa Wisting e na terceira temporada de Jessica Jones. Mas já está mais do que na hora de voltar a ganhar chance nos grandes filmes!

Mira Sorvino

No caso de Mira Sorvino é possível identificar claramente a razão de seu sumiço: Harvey Weinstein. A atriz foi assediada pelo famoso produtor e, quando não cedeu aos avanços do mesmo, passou a ser boicotada e ter seu nome queimado na indústria. Vencedora do Oscar pelo incrível trabalho em Poderosa Afrodite, a atriz chegou a ser apontada como futura estrela de Hollywood, mas aos poucos foi sumindo dos grandes projetos. Ela nunca parou de trabalhar, mas sempre em filmes pequenos e pouco aguardados. Mesmo recentemente, após a descoberta dos casos envolvendo Harvey, Mira tem dificuldades em encontrar grandes projetos. Sua última produção de destaque foi uma participação em quatro episódios da nona temporada de Modern Family. Mas ela merece mais!

Goldie Hawn

Ícone dos anos 70 e 80, com trabalhos memoráveis como Flor de Cacto, Louca Escapada, Shampoo e Um Salto para a Felicidade, Goldie Hawn chegou a ficar quase 15 anos sem trabalhar. Entre 2002 e 2017, a única coisa que fez foi uma participação como dubladora na série animada Phineas e Ferb, em 2013. Em 2017, ensaiou um retorno com a comédia Viagem das Loucas, com Amy Schumer, mas o filme foi um fracasso de público e crítica. No ano passado, fez ponta em Crônicas de Natal, ao lado do marido Kurt Russell. E isso é muito pouco para alguém do seu tamanho. Goldie Hawn é um dos grandes nomes da história da comédia e já nos anos 90, com filmes como A Morte lhe Cai Bem e Todos Dizem Eu Te Amo, mostrou que a idade não era um impeditivo para bons trabalhos. E isso não tem porque ser diferente agora, 20 anos depois.

Kate Hudson

Kate Hudson é o nome mais novo da lista e aparece justamente após sua mãe, Goldie Hawn. A atriz, que completa 40 anos em 2019, ainda é muito nova para simplesmente sumir das telas. Kate ganhou destaque após o belo trabalho em Quase Famosos (2000), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar. Depois disso, vem a ser conhecida como um dos principais símbolos das comédias românticas da primeira década do século XXI. Ela fez sucesso com Como Perder um Homem em 10 Dias, Alex & Emma, Um Amor de Tesouro, Noivas em Guerra e O Noivo da Minha Melhor Amiga. Já com a carreira esfriando, fez participações em Glee, entre 2012 e 2013. Depois disso, praticamente sumiu dos grandes projetos. E mesmo nos pequenos filmes, passa a receber papéis cada vez menores.

‘Os Eternos’: Elenco ainda não está completo, diz ator

O ator Richard Madden, que dará vida a Ikaris no vindouro projeto da MarvelOs Eternos, comentou recentemente que o elenco do filme não está completo ainda – e que mais nomes serão anunciados para o longa-metragem.

“Eu sempre fico embasbacado”, Madden comentou em entrevista a GQ Britain, quando questionado se fica deslumbrado quando rodeado de nomes como Angelina JolieSalma Hayek. “E ainda há alguns atores a serem anunciados no line-up, o que será insano”.

Por enquanto, o time conta com Madden (Ikaris), Jolie (Thena), Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), e Barry Kheogan (Druig)..

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

‘A Liga de Monstros’: Animação da Paramount ganha pôster belíssimo; Confira!

Depois do primeiro trailer, a Paramount Pictures divulgou o novo pôster oficial da animação A Liga de Monstros.

Confira:

O filme é dirigido por Hamish Grieve.

No filme, as criaturas, que existem e podem ser treinadas pelos humanos, competem entre si no Wrestling. A história mostra que a jovem Winnie, seguindo os passos de seu pai, decide trabalhar com o esporte e se tornar uma treinadora profissional, transformando uma criatura inexperiente em um amigo e em um grande lutador.

Geraldine ViswanathanTerry CrewsWill ArnettBecky LynchRoman ReignsBen Schwartz e outros fazem parte do elenco.

A Liga de Monstros’ tem estreia prevista para janeiro de 2021 no Brasil.

‘Brinquedo Assassino’: Série sobre Chucky ganha nova sinopse oficial; Confira!

Chucky‘, série que irá continuar o universo da franquia clássica ‘Brinquedo Assassino‘, ganhou uma nova sinopse oficial.

Confira:

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

A série estreia no SyFy em 2021.

Assista ao primeiro teaser:

Em entrevista ao Syfy Wire, Don Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa, “Acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

Vale lembrar que a Jennifer Tilly já confirmou o seu retorno na produção. Brad Dourif, que dublou o vilão em todos os filmes da franquia, também retorna.

‘Watchmen’: Equipe de efeitos visuais revela qual foi o maior desafio enfrentado na série

Em entrevista ao CBR, o time de efeitos visuais da aclamada minissérie Watchmen, conhecido como MARZ, falou sobre o trabalho na produção da HBO e comentou quais foram os maiores desafios enfrentados para trazer os episódios à vida.

Segundo eles, a maior problemática da obra foi criar a máscara de Looking Glass (Tim Black Nelton), parceiro e aliado de Angela (Regina King) no Departamento de Polícia de Tulsa. Afinal, o personagem usa uma máscara espelhada que se provou um dos detalhes mais belos da série.

“Nosso maior desafio acabou sendo o ponto de orgulho do show. Sabíamos como queríamos deixar a máscara do Looking Glass – mas como iríamos capturar os reflexos que logo fariam parte das camadas da máscra? Nada disso havia sido feito antes. Enquanto nos preparávamos para o episódio piloto, testamos diferentes tecnologias e câmeras para arquitetar um efeito único. Sabendo que o time de produção estaria apontando as câmeras a Nelson, a ideia era colocar um equipamento na cabeça do ator para capturar uma perspectiva em 360º”.

Vale lembrar que Watchmen fez um sucesso imenso entre o público e a crítica internacional, conquistando nada menos que oito estatuetas do Emmy Awards 2020 – incluindo Melhor Atriz para King, Melhor Roteiro em MinissérieMelhor Minissérie.

O elenco conta com nomes de peso, como Jeremy Irons no papel de Ozymandias e Robert Redford interpretando si mesmo. Regina KingDon JohnsonJean SmartAdelaide ClemensTim Blake Nelson e outros completam o time.