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Dakota Johnson estrela nova e SENSUAL campanha da Calvin Klein; Confira!

A parceria entre a Sony Pictures e a Marvel Studios tem um parâmetro muito claro que continua sendo seguido: com exceção da franquia Homem-Aranha, as produções derivadas do universo do Cabeça de Teia passam longe de agradar tanto ao público quanto aos críticos.

Um dos títulos mais recentes dessa empreitada foi Madame Teia que, sem nenhuma surpresa, estreou com péssimos 12% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de se configurar como um fracasso massivo de bilheteria (com meros US$100,3 milhões arrecadados mundialmente).

O longa foi estrelado por Dakota Johnson (’50 Tons de Cinza’, ‘A Filha Perdida’) como a personagem titular, e atraiu comentários negativos dos fãs e dos especialistas pela abordagem peculiar e totalmente anticlimática – algo que poderia ter colocado um ponto final na carreira da atriz. Porém, em meio a uma turnê promocional caótica e a uma personalidade única, Johnson conseguiu se reerguer com outros projetos elogiados – incluindo ‘Amores Materialistas’‘Amores à Parte’.

Agora, a atriz voltou a chamar a atenção dos internautas na mais recente campanha da Calvin Klein, em que Johnson promove a nova linha de roupas íntimas da marca em um comercial regado a sensualidade e a takes bastante provocantes.

Confira:

Lembrando que ‘Madame Teia’ está disponível para streaming no Prime Video.

‘007’: Astro de ‘After’ revela desejo de ser o próximo James Bond

Hero Fiennes Tiffin, conhecido mundialmente por seu papel na franquiaAfter e por estrelarJovem Sherlock na nova série de Guy Ritchie, manifestou recentemente seu interesse em assumir o manto de007.

Em uma reflexão sobre a carreira, o ator britânico inicialmente demonstrou uma postura modesta ao ponderar se seria adequado acumular dois personagens tão icônicos da cultura britânica simultaneamente.

“Mas isso não seria um pouco egoísta? Seria justo interpretar tanto Sherlock quanto James Bond?”, comentou o ator, conforme o CBR. “Penso se, como espectador, eu gostaria disso. São duas propriedades enormes, dois protagonistas britânicos que estão sempre sendo reinterpretados, muitas vezes por atores da mesma faixa etária”.

Apesar das dúvidas iniciais, a vontade de viver o agente secreto mais famoso do mundo falou mais alto. “Seria um sonho. Mas entendo que o público precisa acreditar no personagem, e fico pensando se seria justo assumir os dois. No entanto, o que estou fazendo? Meus agentes provavelmente estão ouvindo isso e pensando: ‘O que você está fazendo? Apenas diga sim.’ Então, sim, eu adoraria o papel se me oferecessem”.

Fiennes Tiffin também aproveitou para elogiar colegas que frequentemente aparecem nas listas de favoritos dos fãs, como Henry Cavill. “O Henry também teria sido ótimo. Ele é um verdadeiro cavalheiro britânico. Nós adoramos Henry Cavill, ele seria um Bond brilhante. Mas se o papel viesse para mim? Sim, eu adoraria interpretar James Bond”, concluiu, citando ainda que ficaria feliz em ver nomes como Idris Elba assumindo o smoking.

007 na Netflix! TODOS os filmes do maior espião do cinema estão disponíveis na plataforma

O próximo capítulo da franquia James Bond já começa a ganhar contornos oficiais sob o comando da Amazon MGM Studios. O roteiro será assinado pelo aclamado Steven Knight, criador da sériePeaky Blinders.

Para elevar ainda mais a expectativa, a direção da nova produção ficará a cargo do cineasta Denis Villeneuve (‘Duna’, ‘A Chegada’), nome de prestígio e indicado ao Oscar, que trará sua visão cinematográfica única para o universo da espionagem.

‘O Serviço de Entregas da Kik’: Obra-prima do Studio Ghibli retorna aos cinemas; Saiba quando!

Um dos maiores clássicos do Studio Ghibli está prestes a ganhar as telonas novamente.O Serviço de Entregas da Kiki, obra-prima dirigida por Hayao Miyazaki, lançado em 1990, terá um relançamento especial nos cinemas nacionais.

O filme retorna às salas de cinema brasileiras no dia 12 de março, em exibições por todo o país. O relançamento acontecerá em formato IMAX, com distribuição da Sato Company.

“Por ordem de sua mãe, Kiki parte para um aprendizado de um ano, acompanhada por seu gato preto. A um comando de sua vassoura mágica, ela vai parar na charmosa cidadezinha de Moreoastal. Infelizmente, os hotéis locais não aceitam bruxas e a polícia a flagra fazendo algumas travessuras”, diz a sinopse.

Lançado originalmente em 1990, o longa foi o quarto filme produzido pelo Studio Ghibli. Escrito e dirigido por Miyazaki, o roteiro foi inspirado na obra literária de Eiko Kadono. Segundo o lendário diretor, o filme é uma exploração profunda sobre a independência, a autoconfiança e os desafios de jovens que buscam seu lugar no mundo.

Para quem não conseguir conferir a experiência nas salas de cinema, ‘O Serviço de Entregas da Kiki’ está disponível na Netflix.

Brooks Nader é escalada para o reboot de ‘Baywatch: S.O.S. Malibu’

De acordo com o Deadline, a modelo Brooks Nader foi escalada para o elenco do reboot de ‘Baywatch: S.O.S. Malibu‘, que está sendo desenvolvido pela FOX.

Nader interpretará Selene, a capitã de língua afiada dos salva-vidas da praia de Zuma. Embora seja excelente no que faz, ela e o capitão Hobie Buchannon, da Baywatch, têm abordagens muito diferentes para salvar vidas, o que é uma fonte constante de atrito. Nunca se dando bem, o relacionamento deles piora ainda mais depois que Hobie Buchannon (Stephen Amell) traz sua filha, Charlie (Jessica Belkin), para a equipe, e fica claro que a rivalidade vai muito além do trabalho de salva-vidas.

O elenco ainda contará com, Hassie Harrison (Nat), Thaddeus LaGrone (Brad), Brooks Nader (Selene), Noah Beck (Luke) e David Chokachi, que reprisará seu papel como Cody Madison, da série original.

Na trama…

O rebelde Hobie Buchannon agora é capitão da Baywatch, seguindo os passos de seu lendário pai, Mitch (interpretado na série original por David Hasselhoff). O mundo de Hobie vira de cabeça para baixo quando Charlie, a filha que ele nunca conheceu, aparece à sua porta, ansiosa para dar continuidade ao legado da família Buchannon e se tornar salva-vidas da Baywatch ao lado do pai.

Matt Nix será responsável pela nova versão. Ele também atuará como produtor executivo e showrunner.

“Desde nosso primeiro encontro, Stephen Amell apresentou exatamente o que este novo capítulo de ‘Baywatch’ exige: coração, intensidade e a inegável energia de herói. Ele é o tipo de protagonista que consegue correr para o perigo, carregar o peso emocional e ainda criar um clima divertido. Estamos ansiosos para começarmos,” declarou Nix.

O reboot promete resgates cheios de adrenalina, relacionamentos complicados, química complexa e heroísmo à beira-mar, características marcantes da série original — agora com um elenco totalmente novo vestindo os icônicos maiôs vermelhos, elementos contemporâneos, tensões e desafios, e uma missão renovada para proteger o litoral do sul da Califórnia.

Doze episódios foram encomendados para a primeira temporada.

As filmagens estão programadas para meados deste ano, em Venice Beach e nos estúdios da Fox em Century City.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Ryan Reynolds nega compra de time brasileiro

O astro Ryan Reynolds, mundialmente conhecido como o intérprete de Deadpool, manifestou-se recentemente sobre os rumores de que estaria interessado na compra do Santa Cruz. Embora o boato tenha ganhado força nas redes sociais na última semana, a possibilidade já havia sido descartada pela presidência do clube pernambucano.

De acordo com o Globo Esporte, Reynolds demonstrou grande carinho pelo país, mas reiterou que não pretende expandir seus investimentos esportivos para o futebol brasileiro no momento.

“Tenho interesse em passar o resto da minha vida no Brasil, mas não em comprar um clube. Já tenho muito com o que lidar com o Wrexham. Sou realmente grato e sortudo por ter conquistado isso, e prefiro fazer uma coisa bem feita do que cinquenta mal feitas. Eu adoraria visitar o Brasil sem a pressão de ser o dono de um clube”, afirmou o ator.

Reynolds adquiriu o Wrexham, do País de Gales, em 2021, por cerca de 2 milhões de libras. Sob sua gestão, o clube vive uma ascensão meteórica, saindo da quinta para a segunda divisão inglesa. Além do time galês, o ator é um dos proprietários do Internacional de Bogotá (Colômbia) e possui ações minoritárias no Club Necaxa (México).

Apesar do interesse dos torcedores em um investidor de peso como Reynolds, o Santa Cruz segue outro caminho administrativo. Em dezembro, o Conselho Deliberativo do clube ratificou a venda de 90% das ações de sua Sociedade Anônima do Futebol (SAF) para o grupo investidor Cobra Coral Participações S.A.

Benjamin Bratt é escalado para a 2ª temporada de ‘Ballard’, derivado de ‘Bosch’

De acordo com o DeadlineBenjamin Bratt (‘A Mãe da Noiva’, ‘Miss Simpatia’) foi escalado para a 2ª temporada de ‘Ballard’, série derivada de Bosch.

Bratt interpretará Ryan Ainsley, um ex-agente da DEA que trocou a luta contra traficantes de drogas perigosos por uma vida mais simples como vaqueiro, cuidando de seu rancho em Idaho.

O astro se junta à previamente confirmada Rosanna Arquette (‘Pulp Fiction’), que será Jenny, mãe distante da Renée Ballard (Maggie Q).

Sem data de estreia, o próximo ciclo deve estrear ainda em 2026.

A trama acompanha a Detetive Renée Ballard, que tem a missão de comandar a divisão de casos arquivados do Departamento de Polícia de Los Angeles – uma unidade com pouco investimento, formada apenas por voluntários e com o maior número de casos da cidade. Ballard aborda os arquivos com empatia e determinação. Quando ela descobre uma conspiração maior durante as investigações, ela contará com a ajuda de seu aliado aposentado, Harry Bosch, para navegar pelos perigos que ameaçam sua unidade e sua vida.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

John Carroll LynchCourtney Taylor também fazem parte do elenco.

Lynch dá vida a Thomas Laffont, um policial aposentado que volta à ativa para ajudar Ballard a supervisionar o departamento. Taylor, por sua vez, interpreta Samira Parker (um dos membros da equipe de Ballard).

Jet Wilkinson entra como produtor executivo da série derivada, ao lado de Connelly, Trish HofmannMichael AlaimoKendall Sherwood.

Nicole Kidman é destaque no clipe inédito da série de SUSPENSE ‘Scarpetta’, do Prime Video

Prime Video divulgou um novo clipe oficial do thriller de mistério Scarpetta, estrelado por ninguém menos que as vencedoras do Oscar Nicole Kidman (‘O Casal Perfeito’) e Jamie Lee Curtis (‘Borderlands’).

A produção tem estreia agendada para o dia 11 de março na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer completo:

A atração é baseada no romance homônimo de Patricia Cornwell e conta com a Blumhouse Television supervisionando o projeto.

A trama acompanha a vida da legista-chefe Kay Scarpetta (Kidman), que está voltando para casa em Richmond, Virgínia, para continuar de onde parou. Enquanto tenta manter o foco em seu trabalho, forças externas começam a se infiltrar na vida cotidiana de Kay com ressentimentos e segredos emergindo das sombras. Para Kay, desembaraçar a teia desses relacionamentos complicados começa em casa com sua irmã, Dorothy (Curtis).

O elenco ainda conta com Bobby Cannavale como o ex-detetive Pete Marino, Simon Baker como o perfilador do FBI Benton Wesley e Ariana DeBose como Lucy Farinelli-Watson. Rosy McEwenJake Cannavale também participam do projeto.

David Gordon Green (‘O Exorcista: O Devoto’) entra como diretor dos dois primeiros episódios, enquanto Liz Sarnoff (‘Lost’, ‘Barry’) assume as cadeiras de roteirista, produtora executiva e showrunner.

Curtis e Kidman entram como produtoras executivas ao lado de Cornwell, Jason BlumJeremy GoldChris DickieChris McCumberPer SaariAmy Sayres.

Barbie Ferreira vive um triângulo amoroso no trailer da rom-com ‘Mile End Kicks’; Confira!

Elevation Pictures divulgou recentemente o trailer oficial de Mile End Kicks, nova comédia romântica estrelada por Barbie Ferreira (‘Euphoria’).

O longa, que fez sua estreia ano passado no Festival de Toronto, chega aos cinemas norte-americanos em 17 de abril – ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

O filme foi escrito e dirigido por Chandler Levack, baseando-se em sua própria vida jovem-adulta como crítico de música e realizador.

Na trama…

Grace Pine (Ferreira) é uma crítica musical de 24 anos que, no verão de 2011, está escrevendo um livro sobre Jagged Little Pill’, de Alanis Morissette, quando se envolve romanticamente com duas pessoas da mesma banda de indie rock em ascensão. Ambientado na cena musical de Mile End, em Montreal, onde Mac DeMarco, Arcade Fire e Grimes começaram suas carreiras, o filme é um olhar honesto sobre uma jovem escritora que busca recuperar sua voz, repleto de sexo, drogas e rock and roll.

Jay BaruchelDevon BostickJuliette GariépyIsaiah Lehtinen também fazem parte do elenco.

Comédia romântica da Amazon MGM Studios com Cameron Diaz escala QUATRO novos membros ao elenco

Segundo o Deadline, a Amazon MGM Studios escalou quatro novos membros ao elenco de sua mais nova comédia romântica.

Fabrizio GuidoLisa GilroyMyra Lucretia TaylorDustin Ybarra foram contratados para o projeto, que é estrelado por Cameron Diaz (‘De Volta à Ação’) e Stephen Merchant (‘Jojo Rabbit’).

O filme, ainda sem título oficial, também conta com Josh Segarra (‘Best Medicine’) e Sherry Cola (‘Loucas em Apuros’).

Merchant também assuma a cadeira de direção e coassina o roteiro do projeto ao lado de John ButlerLee EisenbergSeth RogenEvan GoldbergJames WeaverJosh Fagen e Merchant entram como produtores.

Natalie Sandy será a produtora executiva.

Na trama, um britânico viciado em trabalho (Merchant) é empregado em um hotel de luxo em Nova York e precisa de uma esposa para manter as aparências. Ele faz um acordo com uma comediante iniciante (Diaz) que está desesperada por um plano de saúde. O casamento de fachada começa como uma transação, mas termina em um romance inesperado.

Mais detalhes não foram divulgados.

‘É Assim que Acaba’: Autora diz que ainda tem “orgulho do projeto” apesar da polêmica entre Blake Lively e Justin Baldoni

A escritora Colleen Hoover, autora do best-seller ‘É Assim que Acaba’, voltou a comentar sobre a conturbada adaptação cinematográfica de sua obra. Em declarações recentes, Hoover destacou como tem tentado processar o sucesso do filme em meio ao mediático embate jurídico envolvendo os protagonistas Blake Lively e Justin Baldoni.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a autora admitiu a dificuldade de ver uma história tão pessoal cercada por tantas controvérsias.

“Sim, está se tornando mais fácil separar as coisas porque eu também foco no sucesso do filme”, afirmou Hoover. “No fim de semana de estreia, todos ficamos chocados com a adesão dos leitores e com o desempenho da produção; com o quanto ela tocou as pessoas. Tenho muito orgulho deste projeto. Acredito que os atores, o diretor e toda a equipe fizeram um trabalho incrível, então preciso olhar para todo o resto de forma isolada, separado do filme e do livro”.

Hoover descreveu a situação atual como “infeliz”, mas ressaltou que permanece “muito grata por ter visto a história ganhar vida”.

Anteriormente, em entrevista à revista Elle em novembro, a autora já havia demonstrado o impacto emocional dos bastidores.

“Sinto que [o processo] acabou ofuscando tudo. Sinto quase vergonha de dizer que escrevi o livro. Quando as pessoas perguntam o que eu faço, apenas digo: ‘Sou escritora. Por favor, não me pergunte o que escrevi’”, desabafou na ocasião.

‘É Assim que Acaba’: Após polêmicas, Colleen Hoover revela que nem consegue mais recomendar o livro

O lançamento do longa foi marcado por rumores de desentendimentos entre o elenco, que culminaram em ações judiciais severas. A atriz Blake Lively moveu um processo contra Justin Baldoni (que também dirigiu o filme), alegando um ambiente de trabalho hostil, assédio e retaliação. Por outro lado, Baldoni rebateu as acusações com um processo por difamação contra a atriz.

O julgamento que decidirá o desfecho desta disputa entre Lively e Baldoni está agendado para o dia 18 de maio.

Lynne Ramsay cogita alterar final de ‘Morra, Amor’ meses após o lançamento: “Foi apressado”

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A cineasta Lynne Ramsay manifestou-se recentemente sobre o desfecho de seu mais novo longa, ‘Morra, Amor’, confessando que a finalização do projeto ocorreu de forma apressada. Devido a isso, a diretora revelou que ainda não está totalmente convencida sobre o encerramento da obra e admitiu a possibilidade de alterá-lo, mesmo meses após a estreia nos cinemas, ocorrida em novembro passado.

De acordo com o portal World of Reel, a cineasta escocesa afirmou que o longa, estrelado por Jennifer Lawrence e Robert Pattinson, teve sua pós-produção acelerada para que ficasse pronto a tempo do Festival de Cannes. Ramsay revelou que considera voltar à ilha de edição para implementar um final alternativo que chegou a ser filmado durante a produção.

“Talvez um dia eu retorne a esse final e o mude, fazendo com que ela o salve da floresta em chamas”, comentou a diretora.

“Cannes queria o filme, mas ele não estava pronto. Quando o longa foi vendido por essa quantia, surgiu uma pressão enorme. Pensei: ‘Droga, não posso mudar isso agora’. Nunca estive nessa posição antes. Se você compra algo por esse valor, espera receber exatamente o que viu, certo?”, explicou Ramsay.

Esta não é a primeira vez que Ramsay enfrenta problemas de cronograma em Cannes. Em 2017, seu filmeVocê Nunca Esteve Realmente Aqui foi exibido no festival ainda sem os créditos finais. Meses após a estreia, a versão que chegou ao circuito comercial apresentava mudanças visíveis de ritmo, tom e montagem.

Crítica | Morra, Amor – Maternidade e loucura colidem em drama sufocante com Jennifer Lawrence [Cannes 2025]

‘Morra, Amor’ está disponível no catálogo da MUBI,

Morra, Amor acompanha Grace (Lawrence) e Jackson (Pattinson), um casal que deixa a agitação de Nova York para viver em uma casa isolada no campo à espera do primeiro filho. O isolamento e a maternidade levam Grace a uma jornada psicológica intensa, onde ela descobre uma força indomável através de sua própria imaginação.

FINALMENTE! 2ª temporada de ‘One Piece’ chega ao streaming

A 2ª temporada da série live-action de ‘One Piece‘ finalmente chegou ao catálogo da Netflix.

O novo ciclo da elogiada adaptação dos mangás e do anime homônimos foi lançado hoje, 10 de março, na plataforma de streaming.

Na segunda iteração, Luffy e os Chapéus de Palha viajam para a Grand Line, o trecho de mar lendário onde perigos e maravilhas os aguardam a cada esquina. Enquanto navegam por este reino imprevisível em busca do maior tesouro do mundo, eles encontrarão ilhas bizarras e uma série de novos e formidáveis ​​inimigos.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Iñaki GodoyEmily RuddMackenyuJacob Romero GibsonTaz Skylar estrelam a produção que adapta o mangá de mesmo nome.

Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada!

‘Elio’: Pixar aborda corte de trama LGBT do longa

Pete Docter, diretor criativo da Pixar, comentou recentemente sobre os bastidores da animação Elio, abordando rumores de que o estúdio teria interferido no projeto para reduzir a pauta ambiental e descartar a subtrama que retrataria o protagonista como um personagem queer.

“Estamos fazendo um filme, não centenas de milhões de dólares em terapia”, afirmou Docter. A frase parece ser uma referência direta ao desejo do diretor original, Adrian Molina, que é abertamente gay, de explorar suas próprias experiências de infância através do personagem.

Reportagens confirmam que uma cena importante foi cortada: nela, uma versão futura de Elio aparecia criando uma criança ao lado de um parceiro masculino.

Segundo o texto, a prioridade de Docter é produzir filmes de “apelo universal”, priorizando histórias abrangentes em vez de narrativas semiautobiográficas guiadas estritamente pela visão pessoal dos diretores.

“Com o passar do tempo, percebi que meu trabalho é garantir que os filmes agradem a todos. Se vamos simplesmente produzir lixo, então é melhor fechar as portas. Prefiro morrer tentando fazer algo em que realmente acreditamos”, declarou o executivo.

‘Elio’: Disney divulga cena deletada do longa; Confira!

Antes do lançamento, a liderança da Pixar modificou drasticamente o longa. Fontes internas revelam que uma cena mostrava Elio recolhendo lixo na praia para transformá-lo em roupas artesanais, incluindo uma regata rosa que serviria como uma codificação queer do personagem, refletindo a identidade de Molina.

Embora Molina não planejasse uma história de saída do armário, dado que o protagonista tem apenas 11 anos, o personagem foi tornado “mais masculino” após feedbacks da diretoria. Elementos como seu interesse por moda e ambientalismo foram removidos, assim como qualquer indício de um interesse amoroso masculino.

Na versão final, Elio continua usando roupas feitas de materiais reciclados, mas sem a explicação contextual original.

Essas divergências criativas teriam deixado Molina descontente, resultando em sua substituição pelas codiretoras Madeline Sharafian e Domee Shi. Embora tenha recebido a opção de permanecer no projeto como codiretor, Molina optou por sair à medida que sua visão original era descaracterizada.

Crítica | ‘Elio’ resgata as glórias da Pixar em uma tocante e honesta narrativa sci-fi

Apesar das alterações visando o “apelo universal”, Elio não obteve o sucesso esperado nas bilheterias, encerrando sua exibição com apenas US$ 154 milhões arrecadados mundialmente.

Elio, um azarão com uma imaginação fértil, se vê inadvertidamente teletransportado para o Comuniverso, uma organização interplanetária com representantes de galáxias distantes. Identificado erroneamente como embaixador da Terra para o resto do universo, ele começa a formar novos laços com alienígenas excêntricos enquanto descobre quem ele realmente deveria ser”, diz a sinopse.

Elio’ já está disponível no Disney+.

Whoopi Goldberg condena Timothée Chalamet após críticas ao balé e à ópera: “Cuidado, garoto”

A estrela de cinema Whoopi Goldberg juntou-se ao coro de vozes que condenaram o ator Timothée Chalamet, após declarações polêmicas em que ele sugeriu que a ópera e o balé seriam artes fracassadas na atualidade.

De acordo com o Deadline, Goldberg utilizou o palco do programa The View para criticar a postura de Chalamet. Ela rebateu o fato de o ator ter atacado as artes enquanto tentava fazer piada com a situação, ironizando que ele provavelmente perdeu apenas “14 centavos” após os comentários.

“Você vem de uma família da dança. Então, quando você menospreza a forma de arte de outra pessoa, isso não é legal. Não é bom de ver, e você provavelmente não percebeu a gravidade até dizer: ‘Ah, estou em apuros’. Mas aí você piorou tudo ao mencionar esses ’14 centavos’. Não; quando as pessoas ficam bravas, o prejuízo será muito maior. Então tenha cuidado. Só estou dizendo: cuidado, garoto”, afirmou Goldberg.

Vale lembrar que a linhagem artística de Chalamet é profundamente ligada à dança: sua avó, sua mãe e sua irmã são bailarinas e possuem histórico no prestigiado New York City Ballet.

Goldberg observou que, para ela, Chalamet ainda é apenas “um garoto”, acrescentando um “com todo respeito” à sua fala, devolvendo o mesmo termo que o ator utilizou ao encontrar o público após suas críticas. “E, sinceramente, não peça desculpas depois de insultar, porque não soa verdadeiro. Você não pode dizer ‘isso é idiota, com todo respeito’, isso é um desrespeito absoluto!”.

Ainda durante o debate, a coapresentadora Sarah Haines brincou: “Parece que isso é um problema de família”.

Sunny Hostin declarou-se “ofendida” e “decepcionada” com as falas de Chalamet, citando sua experiência como integrante do Dance Theatre of Harlem, uma companhia de balé clássico formada por artistas negros: “Eu não percebia que ele era tão vazio e superficial”.

Timothée Chalamet causa polêmica ao dizer que ninguém mais se importa com ópera e balé

Lembrando que durante um evento no formato town hall ao lado de Matthew McConaughey, o artista sugeriu que a ópera e o balé são formas de arte estariam perdendo o apelo popular e lutando para permanecerem relevantes.

“Eu não quero trabalhar em balé ou ópera, ou em coisas do tipo ‘Ei, vamos manter isso vivo’, mesmo que ninguém mais se importe com isso”, afirmou Chalamet.

Ao perceber o peso da fala, o ator tentou minimizar o impacto imediatamente: “Todo respeito às pessoas do balé e da ópera”. Ele ainda brincou com a possível perda de público após a declaração: “Acabei de perder 14 centavos de audiência. Dei um tiro no próprio pé sem motivo”.

Nicola Coughlan revela momento constrangedor com fã de ‘Bridgerton’: “Queria morrer”

Nicola Coughlan, a estrela por trás de Penelope Featherington em Bridgerton, revelou recentemente uma situação constrangedora envolvendo a reação de fãs ao seu corpo. Conforme à Variety, a atriz detalhou como o foco excessivo em sua aparência, em vez de seu trabalho, tornou-se “tedioso” e desconfortável.

Coughlan também comentou sobre a percepção distorcida do público. Durante as filmagens da terceira temporada, ela estava usando manequins menores (tamanho 38/40) devido à rotina intensa de exercícios, mas ainda assim era rotulada como “plus size” por muitos espectadores.

“Uma coisa realmente bizarra foi que, quando eu estava filmando essa temporada, eu estava me exercitando bastante porque sabia que precisava, então perdi muito peso, eu provavelmente vestia tamanho 10 e um dos corsets era tamanho 8. E então as pessoas falavam sobre como eu era ‘plus size’, e eu pensava: ‘Como é possível que eu seja a maior mulher que vocês querem ver na tela?'”, desabafou a atriz.

A atriz relembrou um episódio bizarro com uma fã embriagada que começou a comentar abertamente sobre sua forma física em um banheiro:

“Eu me lembro de uma garota muito bêbada uma vez falando comigo no banheiro: ‘Eu amei Bridgerton por causa do seu corpo’. Ela começou a falar do meu corpo e eu fiquei tipo: ‘Eu quero morrer. Eu odeio isso…’. É muito difícil quando você trabalha em algo por meses e meses da sua vida, não vê sua família, se dedica completamente, e no final tudo se resume à sua aparência, é tão entediante”, acrescentou

Conhecida por sua postura firme, Nicola já havia pedido aos seguidores em 2022 que não enviassem opiniões sobre seu corpo diretamente a ela. Em 2024, ela decidiu levar esse empoderamento para a tela. Durante a terceira temporada, a atriz insistiu em aparecer “bem nua”.

“Eu pedi especificamente que certas falas e momentos fossem incluídos. Há uma cena em que estou muito nua diante da câmera, e isso foi ideia minha, escolha minha. Pareceu o maior ‘foda-se’ para toda a conversa sobre o meu corpo; foi incrivelmente empoderador. Eu me senti linda naquele momento e pensei: ‘Quando eu tiver 80 anos, quero olhar para trás e lembrar de como eu estava incrivelmente gostosa!'”, afirmou na época.

Crítica | 4ª temporada de ‘Bridgerton’ é a melhor da série até agora

“Oito irmãos inseparáveis buscam amor e felicidade na alta sociedade de Londres, enfrentando os desafios e escândalos da competitiva temporada de casamentos”, diz a sinopse.

O elenco conta com nomes como Jonathan Bailey, Nicola Coughlan, Luke Thompson, Simone Ashley, Hannah Dodd e Ruth Gemmell.

Crítica | Maya Hawke dá início a uma era mais madura e melancólica com a inédita “Devil You Know”

Apesar de ter feito sua estreia na adaptação de 2017 de ‘Adoráveis Mulheres’, Maya Hawke alcançou estrelato mundial ao interpretar Robin Buckley na popular e premiada série de ficção científica e terror ‘Stranger Things’. Imediatamente conquistando os assinantes e a crítica, Hawke encontrou espaço para se tornar uma das celebridades mais conhecidas da atualidade – além de manter o sólido legado artístico dos pais, Uma Thurman e Ethan Hawke, vivo. Integrando o elenco de produções como ‘Rua do Medo’, ‘Asteroid City’ e ‘Justiceiras’, a atriz vem se sagrando uma das mais versáteis de sua geração.

Mas não apenas no cinema e no streaming Hawke encontrou sucesso: em 2020, pouco depois de ter debutado no original Netflix, ela deu início a uma carreira musical que se recusou a seguir as tendências do mainstream e apostou em uma identidade mais introspectiva e pautada no folk-rock, que tomou forma com o compilado Blush. Não demorou muito até que a performer esquadrinhasse ramificações diversas das peculiaridades que fomentou para se fixar no cenário musical – e, com isso, ela traçou um percurso de contínua maturidade que passou por MOSS e por Chaos Angel. Agora, ela está pronta para embarcar em sua próxima era com o recém-anunciado MAITREYA CORSO.

Com lançamento agendado para 1º de maio, o compilado de originais estreará sob o selo Mom + Pop e contará com treze faixas inéditas – e a primeira delas já está entre nós, oferecendo um vislumbre diferente da imagem que Hawke vinha nos presenteando nestes últimos anos. E, considerando que um dos principais trabalhos de sua carreira chegou ao fim há alguns meses, nada mais justo que ela abrisse espaço para um novo capítulo e um novo mote artístico: a defesa da integridade e do processo criativo. Nesse quesito, o lead single “Devil You Know” insurge como uma síntese da jornada que em breve conheceremos.

Aliando-se a Christian Lee Hutson e Benjamin Lazar Davis, a faixa é um encontro entre diversos artistas que sempre se mostraram dispostos a “remar contra a maré”: seja com os filtros vocais que robotizam o refrão, seja com uma melódica verborragia que se estende por pouco mais de três minutos, Hawke demonstra apreço pelas conhecidas incursões de Fiona Apple, em especial com a magnum opus ‘Fetch the Bolt Cutters’, explorando altos e baixos que, a princípio, se espalham profusamente. Porém, à medida que compreendemos as mensagens que os irruptivos versos escondem, tudo fica mais claro.

Hutson e Davis também ficam responsáveis pela produção, ao lado de Jonathan Low, optando por cercear os principais aspectos do indie-pop, do bedroom-folk e do synth-pop – mas sem esbarrar em explosões sem sentido e estruturas convencionais. Pelo contrário, a ideia é construir uma espécie de semi-balada que, acompanhando as pulsões da psique humana e da melancolia individualista, segue um fluxo de consciência que clama pela materialização do sentido (neste caso, fugindo de um abstracionismo e tentando encontrar controle em meio ao caos). A ideia não é apenas tecer análises sobre a predação inescapável que mina a expressividade artística, mas a necessidade de se lidar com “o diabo que conhecemos” a fim de encontrar uma solução e fugir daquilo que é problemático.

MAITREYA CORSO’ tem lançamento marcado para o dia 1º de maio.

Karla Sofía Gascón ironiza polêmica de Timothée Chalamet; “Boa sorte com os prêmios”

Karla Sofía Gascón, estrela de ‘Emilia Pérez’, manifestou-se recentemente sobre a polêmica envolvendo Timothée Chalamet. O ator tornou-se alvo de críticas após insinuar que a ópera e o balé seriam formas de arte “fracassadas” ou sem apelo no cenário atual.

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, Gascón respondeu a um meme no Instagram postado por seu empresário, Sandro Rubini. A imagem mostrava o personagem de Chalamet no filmeMarty Supreme ligando para a atriz em busca de conselhos, sugerindo que suas chances no Oscar estariam em risco devido à repercussão negativa de suas falas.

“Olá Karla, você acha que vão me deixar passar pelo tapete vermelho do Oscar?”, dizia a legenda da postagem, em uma referência direta ao histórico de polêmicas da própria atriz.

Vale lembrar que, no ano passado, Gascón enfrentou duras críticas após o ressurgimento de postagens antigas contendo comentários preconceituosos contra muçulmanos, negros e outros grupos. Na ocasião, a atriz pediu desculpas e apagou as publicações, mas o desgaste foi suficiente para que ela não passasse no tapete vermelho da grande premiação, embora tenha comparecido na cerimônia.

Em resposta ao meme, Gascón escreveu nos seus Stories: “Você é uma mulher trans? Então não se preocupe com isso, Tim. Além disso, adoro sapatilhas de balé e já vi O Fantasma da Ópera dez vezes. Não sei se isso conta para alguma coisa. Boa sorte com os prêmios”.

A atriz ainda acrescentou: “Embora ninguém tenha me visto ou ouvido dizer nada [recentemente], enquanto todos viram e ouviram você, as pessoas ainda parecem preferir acreditar em tudo o que os malfeitores alegam que eu disse”.

‘Emilia Pérez’: Karla Sofía Gascón afirma que houve uma “campanha contra mim”

Timothée Chalamet tornou-se o centro de uma controvérsia após comentários sobre a relevância da ópera e do balé. Durante um evento no formato town hall, ao lado de Matthew McConaughey, o ator sugeriu que essas artes estariam perdendo o apelo popular e lutando para permanecerem vivas.

Ao comparar a preservação do cinema com a do setor erudito, Chalamet declarou: “Eu não quero trabalhar em balé ou ópera, ou em coisas do tipo ‘Ei, vamos manter isso vivo’, mesmo que ninguém mais se importe com isso”.

Ao perceber o impacto negativo imediato, o ator tentou minimizar a situação: “Todo respeito às pessoas do balé e da ópera”. Ele ainda brincou com a possível perda de prestígio: “Acabei de perder 14 centavos de audiência. Dei um tiro no próprio pé sem motivo”.

Após estreia desastrosa, ‘A Noiva!’ pode dar prejuízo MILIONÁRIO para a Warner Bros

Após uma abertura desastrosa nas bilheterias mundiais, o remake do clássico ‘A Noiva de Frankenstein‘ deve gerar um prejuízo milionário para a Warner Bros.

O longa arrecadou apenas US$ 7.3 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, tornando-se a pior abertura do estúdio desde ‘O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim‘ (US$4.5M).

De acordo com o Deadline, ‘A Noiva!‘ deve dar um prejuízo de US$ 90 milhões para a Warner. Além de desembolsar mais de US$ 80 milhões na produção do longa, o site afirma que o estúdio gastou em torno de US$ 65 milhões em marketing global.

Crítica | Jessie Buckley e Christian Bale navegam pela insanidade na espetacular excentricidade de ‘A Noiva!’

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 6 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 13.6 milhões.

Com 59% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma péssima nota C+ do público no CinemaScore – uma média extremamente baixa para o gênero, que deve afetar diretamente sua estabilidade nas próximas semanas.

A Noiva!‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Maggie Gyllenhaal, indicada ao Oscar pelo seu trabalho em ‘A Filha Perdida‘, é responsável pela direção e roteiro.

A nova versão traz Jessie Buckley no papel titular, enquanto Christian Bale dá vida ao Monstro de Frankenstein. O elenco ainda conta com Penelope CruzAnnette Bening, Jake Gyllenhaal e John Magaro.

Na trama…

“Na década de 1930, um solitário Frankenstein viaja para Chicago em busca da ajuda do Dr. Euphronius para criação uma companheira. Os dois ressuscitam uma jovem assassinada e, assim, nasce a Noiva. Ela está além do que qualquer um deles pretendia, dando início a um romance explosivo, à atenção da polícia e a um movimento social selvagem e radical.”

Essa nova versão de ‘A Noiva de Frankenstein‘ será uma releitura do filme original lançado em 1935, dirigido por James Whale, que por sua vez era uma sequência do icônico ‘Frankenstein‘ de 1931, ambos considerados clássicos do gênero de monstros.

‘Harry Potter’: Série enfrenta denúncias de BULLYING nos bastidores, diz reportagem

A série de Harry Potter é, sem dúvida, uma das produções mais aguardadas da HBO, prometendo uma nova e fiel adaptação do icônico mundo bruxo de J.K. Rowling. No entanto, a produção encontra-se agora sob os holofotes devido a uma polêmica: de acordo com o jornal The Sun, foram relatados casos de bullying envolvendo membros do elenco e da equipe técnica nos sets de filmagem.

Conforme a reportagem, as denúncias já chegaram à alta administração da Warner Bros. Discovery. Em um dos episódios citados, dois figurantes de 12 anos teriam sido vistos em meio a um desentendimento, com uma testemunha afirmando ter ouvido um deles gritar: “Vou pegar você depois das filmagens”.

Uma fonte interna declarou: “Há muitos jovens no set ao mesmo tempo, e a realidade é que nem todos vão se dar bem. É um problema preocupante, e os chefes querem eliminar qualquer ‘maçã podre’ entre o elenco e a equipe”.

Diante da gravidade das acusações, os responsáveis pelo projeto emitiram avisos formais sobre conduta. Foi deixado claro que qualquer pessoa denunciada por bullying será imediatamente demitida, independentemente do cargo ou nível de fama. Como o planejamento das filmagens deve se estender por oito anos, a produção está determinada a cortar qualquer comportamento inadequado pela raiz.

As filmagens ocorrem no Leavesden Studios, próximo a Watford, onde foi construída uma “mini-cidade” orçada em cerca de £1 bilhão, equipada inclusive com escola e centro médico para atender à equipe.

A fonte acrescentou: “Os relatos de bullying foram tratados com extrema seriedade. Os responsáveis aconselharam todos sobre quem devem procurar caso sejam vítimas”.

Para mitigar o problema e garantir o bem-estar dos profissionais, a Warner implementou as seguintes medidas:

  • Canais de Denúncia: E-mails foram enviados explicando como reportar condutas inadequadas, inclusive de forma anônima.
  • Suporte Psicológico: Foram oferecidas sessões gratuitas de aconselhamento online, coaching e recursos de bem-estar para todo o elenco e equipe.

Até o momento, a Warner Bros. se recusou a comentar oficialmente as alegações.

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

O elenco inclui:

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

Crítica | ‘Jovem Sherlock’ traz Hero Fiennes Tiffin em uma despojada e prática aventura detetivesca

Crítica livre de spoilers.

Sherlock Holmes é um dos personagens mais conhecidos da cultura pop mundial, tendo atravessado séculos desde sua estreia nos escritos do romancista e contista Sir Arthur Conan Doyle e se sagrado como um dos maiores detetives fictícios da história da literatura. Não é surpresa que o icônico personagem, que serviu de base para incontáveis narrativas de mistério e investigação, tenha sido eternizado por vários atores com o passar das décadas – incluindo o vencedor do Oscar Robert Downey Jr., Henry Cavill e Benedict Cumberbatch (apenas para citar alguns).

Mais do que isso, a obra de Doyle é constantemente alvo de readaptações e expansões por fãs inveterados desse explosivo e instigante universo, como é o caso de Andrew Lane, nome por trás da saga ‘O Jovem Sherlock Holmes’, que nos apresenta ao personagem titular em sua adolescência e o início da fase adulta. Agora, o Prime Video nos convida a retornar para esse panteão com a série Jovem Sherlock, que traz os mistérios de Lane às telinhas conforme destrincha mais ainda a conspícua mente de Doyle – e que, estendendo-se por oito episódios, cumpre exatamente com o que promete e nos fisga desde os primeiros minutos.

Nessa nova versão, Peter Harness se une a Guy Ritchie – responsável pela duologia cinematográfica estrelada por Downey Jr. – para uma releitura que não pensa duas vezes antes de mergulhar na Inglaterra vitoriana de meados do século XIX, colocando Hero Fiennes Tiffin no papel do prestigiado detetive. Mas Tiffin encarna um Sherlock Holmes antes da fama, mas já dotado de uma predileção pela confusão e pela total ausência de consciência social. Não é surpresa, pois, que nosso primeiro vislumbre do herói venha numa cela de prisão, em que Sherlock está confinado por roubar carteiras (como parte de um experimento “inofensivo”) e por desacato à autoridade.

Porém, o nome Holmes é conhecido em meio à high society, e cabe a Mycroft (Max Irons), irmão mais velho de Sherlock, livrá-lo da sentença e colocá-lo em uma espécie de “punição branda”: como serviçal da Universidade Candlin, em Oxford, enganando-o ao fazê-lo pensar que ele seria escalado como um dos prestigiados estudantes da academia. É claro que a impetuosa e imparável mente de Sherlock o impede de se exilar em suas funções, permitindo que ele tenha acesso quase total a centenas de livros e a um conhecimento secular que o interessa mais do que tudo. Entretanto, as coisas não saem como o planejado: após fazer amizade com o jovem James Moriarty (Dónal Finn), ele é acusado de roubar pergaminhos milenares do filósofo Sun Tzu, trazidos pela princesa Shou’an (Zine Tseng) da China, a fim de reafirmar as estreitas relações comerciais entre o país e a Inglaterra.

Determinado a encontrar o culpado e a não voltar para o cárcere, Sherlock mal imagina que esse seria apenas o início de uma perigosa e intrincada jornada marcada por explosões, assassinatos e uma caótica artimanha que dá o pontapé inicial na errática personalidade do personagem que aprendemos a amar. E, através de uma história de origem não apenas de Sherlock, mas de outras personas conhecidas do panteão de Doyle, Richie e Harness encontram um tom que mescla dramédia a um ar despojado que, em boa parte, sucede no que se propõe – ainda que algumas escolhas técnicas soem um pouco fora de contexto.

Tiffin, que ascendeu ao estrelato após estrelar a franquia ‘After’, encontra merecido destaque como o personagem-título e, incrementando a personalidade de Sherlock com sua própria visão, faz um sólido trabalho que se apoia não apenas em um charme nato, mas em um comprometimento considerável que pega páginas emprestadas de conterrâneos que já o interpretaram. O astro desfruta de uma química rompante com Finn, construindo um subnúcleo que explora os laços de amizade entre Moriarty e Sherlock antes de se tornaram arqui-inimigos, e com Tseng, que usa uma unidimensionalidade proposital para esconder as habilidades de Shou’an. Integrando o elenco, temos Colin Firth retomando parceria com Ritchie como o moralmente controverso e ardiloso Sir Bucephalus Hodge; e Scott Reid como o Policial Lestrade, que, à época da pré-sequência, não tinha um bom relacionamento com o detetive.

Se o formidável corpo de atores e atrizes é forte o suficiente para nos envolver, Ritchie e Harness desandam em alguns aspectos técnicos e artísticos: de um lado, temos uma preocupação irretocável com o cenário e com o design de produção, colocando um tempero a um panorama marcado pela urbanização desenfreada e pelo constante embate social entre as classes; de outro, a montagem e a direção, por vezes, ousam em momentos equivocados, trazendo uma estilização desnecessária que descompensa o ritmo e o dinamismo do frenético. E, como era de se esperar, Bruce Broughton assina uma caprichosa trilha sonora que emula o arranjo dos filmes estrelados por Downey Jr. sem se deixar levar pelo saudosismo exacerbado.

Jovem Sherlock tem seus problemas, mas consegue varrê-los para debaixo do tapete ao acreditar com firmeza na essência do projeto ao esquadrinhar um ponto de encontro entre o legado de Doyle e os escritos de Lane. Ao canalizar os esforços a fim de deixar que o elenco seja o motor de uma alucina e deliciosa aventura, o resultado é aprazível o bastante para nos manter vidrados nas telas do começo ao fim.

Lembrando que a série está disponível no Prime Video.