Em Come Away, antes de Peter se tornar Pan e Alice visitar o País das Maravilhas, eles eram irmãos que viviam em uma idílica casa de campo com seus pais e seu irmão mais velho. Após a trágica morte do irmão, Alice (Keira Chansa) e Peter Pan (Jordan Nash) decidem ajudar seus pais, Rose (Jolie) e Jack (David Oyelowo) a superarem a dor dessa perda tão traumática.
Ela escolheu o título ‘Tomb Raider – Obsidian‘, mas ainda falta a aprovação do estúdio.
A sequência será inspirada nos games mais recentes da personagem, e vai misturar os elementos vistos em ‘Rise of the Tomb Raider‘ e ‘Shadow of the Tomb Raider‘.
O estúdio quer que a sequência tenha elementos sobrenaturais, muito conhecidos pelos jogadores dos games.
Alicia Vikander retorna como a personagem protagonista Lara Croft. Graham King e Elizabeth Cantillon serão os produtores.
Assista ao trailer:
Ben Wheatley (‘Rebecca – A Mulher Inesquecível’) estava atado ao projeto anteriormente.
No ano passado, a MGM havia decidido engavetar o projeto. Felizmente, os planos de cancelar o filme foram descartados, considerando a recente contratação de Green.
Lembrando que o reboot de 2018 arrecadou US$ 274 milhões ao redor do mundo, com um orçamento de US$ 94 milhões.
A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer legendado de ‘Não! Não Olhe!’ (‘Nope’), novo terror do aclamado realizador Jordan Peele (‘Corra!’ e ‘Nós’).
O longa chega aos cinemas no dia 22 de julho de 2022.
A DC anunciou hoje ‘Supergirl – A Mulher do Amanhã‘ (Supergirl: Woman of Tomorrow), filme sobre a super-heroína que será uma adaptação dos quadrinhos de mesmo nome de Tom King.
O filme trará “uma versão bastante diferente” da personagem.
“Superman foi enviado para a Terra e criado por pais amorosos… mas a Supergirl passou os primeiros 14 anos de sua vida vendo todos ao seu redor morrerem de forma terrível”, afirmou James Gunn sobre a história do filme.
Não foi revelado se Sasha Calle voltará ao papel após ‘Flash’ ou se a personagem será reescalada.
Jonathan Majors, reconhecido astro da Marvel por sua interpretação do icônico vilão Kang no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), foi demitido pelo estúdio após ser considerado culpado por agressão imprudente de terceiro grau e assédio.
Depois do julgamento, a Marvel Studios emitiu um comunicado oficial afirmando que o ator não é mais contratado do estúdio e não voltará como Kang.
A Disney e a Marvel atualmente estudam o que fazer com personagem Kang, e como vão seguir com o personagem.
Segundo o The Hollywood Reporter, o veredicto foi emitido por um júri composto por seis pessoas após pouco mais de quatro horas de deliberação durante três dias. A sentença está agendada para 6 de fevereiro, possivelmente acarretando uma pena de até um ano de prisão.
Por outro lado, Majors foi considerado inocente de duas acusações: agressão intencional de terceiro grau e assédio agravado de segundo grau.
No total, Majors enfrentou quatro acusações, após uma ligação para o 911 em 25 de março, relatando ter encontrado sua ex-parceira, Grace Jabbari, inconsciente em seu apartamento. Majors declarou-se inocente de todas as acusações.
Três acusações são delitos relacionados a supostos incidentes em que Majors teria entrado em confronto com Jabbari dentro de um carro. A quarta acusação, de assédio, é considerada uma violação e está ligada à alegação de que Majors empurrou Jabbari de volta ao carro quando ela tentou sair.
As acusações foram apresentadas pelo estado de Nova York, não por Jabbari. Pois tratou-se de um julgamento criminal, onde o ônus da prova é maior para o júri, que precisava encontrar evidências de culpa além de qualquer dúvida razoável para cada acusação.
Após o veredicto, Ross Kramer, advogado de Jabbari, expressou contentamento com o veredicto de culpabilidade, esperando que inspire outras vítimas de agressão.
“Estamos satisfeitos por ver a justiça prevalecer com o veredicto de culpado de hoje”, dizia a declaração. “A Sra. Jabbari testemunhou publicamente e com veracidade, embora reviver esses eventos traumáticos no tribunal obviamente tenha sido doloroso. Agradecemos aos jurados e ao juiz por sua atenção e paciência, e ao Escritório do Promotor de Manhattan por seu trabalho árduo e apoio.”
“A determinação da Sra. Jabbari em levar esse caso até o fim demonstra sua tremenda força e resiliência. Infelizmente, para cada sobrevivente como a Sra. Jabbari, que se apresenta para responsabilizar seu agressor, há muitos outros que acreditam que não podem. Esperamos que suas ações inspirem outros sobreviventes a falar a verdade e buscar justiça”, acrescentou a declaração de Kramer.
O promotor do distrito de Manhattan, Alvin Bragg, se pronunciou após o veredito: “No Escritório do Promotor de Manhattan, estamos comprometidos em centrar os sobreviventes em todo o nosso trabalho. As evidências apresentadas durante todo esse julgamento ilustraram um ciclo de abuso psicológico e emocional, e padrões crescentes de coerção muito comuns nos muitos casos de violência de parceiros íntimos que vemos todos os dias. Hoje, um júri determinou que esse padrão de abuso e coerção culminou com o Sr. Majors agredindo e assediando sua namorada. Agradecemos ao júri por seu serviço e à sobrevivente por corajosamente contar sua história, apesar de ter que reviver seu trauma no tribunal.”
A série ‘The Chosen’ conquistou o público com sua narrativa envolvente sobre os discípulos de Jesus Cristo. A humanização dos personagens bíblicos é um dos grandes destaques da produção. No entanto, os fãs clamam por um retorno icônico: Nicodemos.
O fariseu, interpretado por Erick Avari, despertou grande interesse na primeira temporada ao demonstrar uma profunda intriga pelos ensinamentos de Jesus. Sua jornada, marcada pela dúvida e pela busca por significado, cativou o público. Agora, com a série se aproximando do quinto ano, a expectativa por um reencontro com Nicodemos é cada vez maior.
Na Bíblia, Nicodemos aparece em poucos capítulos, mas sua participação no julgamento e sepultamento de Jesus o torna uma figura central. Considerando a liberdade criativa da série e a importância histórica do personagem, seu retorno é bastante aguardado.
Além disso, a interpretação de Avari humanizou um líder religioso tradicionalmente visto como estoico e confiante, tornando-o um personagem mais complexo e fascinante.
Lembrando que o astro Jonathan Roumie, intérprete de Jesus Cristo na produção, concedeu uma entrevista ao CinePOP e refletiu sobre o impacto de dar vida a uma das pessoas mais emblemáticas da história da humanidade.
Na ocasião, Roumie ainda ponderou sobre o futuro da série, que será encerrada com sua 7ª temporada e ainda comentou que não está preparado para o seu final.
Confira:
Em dezembro de 2023, The Chosen também se classificou como o segundo drama mais assistido e a quarta série não-original mais assistida na Netflix Brasil.
Situado no coração do ecoturismo brasileiro, o BONITOCINESUR – FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANOchega a sua terceira edição promovendo o encontro entre o cinema sul- americano e o meio-ambiente. Um dos destinos mais procurados do país graças às suas belezas naturais, a cidade localizada no Mato Grosso do Sul oferece atrações como flutuação em rios cristalinos, grutas milenares e cachoeiras.
Na semana em que se comemora o Dia Mundial da Conservação da Natureza, o Festival traz alertas urgentes e atos de resistência. A Mostra Ambiental apresenta uma seleção poderosa de filmes que refletem a urgência das questões ecológicas contemporâneas, especialmente aquelas que afetam diretamente as comunidades e ecossistemas sul-americanos.
Para a curadora da Mostra Ambiental, Elis Regina, essa parte da programação é essencial por estar profundamente conectada com o território onde o festival acontece. “Essa mostra propõe uma travessia cinematográfica entre denúncia, esperança e memória. São filmes que abordam a crise climática, os incêndios no Pantanal, a escassez de água, o uso de agrotóxicos, mas também apontam caminhos de resistência, a força dos povos originários, a relação ancestral com a terra e a natureza. É um convite para repensar a nossa relação com o meio ambiente não apenas como recurso, mas como organismo vivo”, explica.
Entre os longas selecionados está KOPENAWA: SONHAR A TERRA-FLORESTA, documentário brasileiro de Tainá de Luccas e Marco Altberg, exibido no Festival no sábado, dia 26 de julho. A obra, centrada na figura do xamã e líder yanomami Davi Kopenawa, conduz reflexões poéticas e políticas sobre os saberes ancestrais, a crise ambiental e a resistência indígena. O filme conta ainda com participações de Ailton Krenak, Gilberto Gil e fotos de Claudia Andujar.
O cineasta Marco Altberg esteve presente e ressaltou a força e a sabedoria dos povos originários, cuja conexão ancestral com a terra e a água apontam caminhos possíveis de resistência, cura e reconexão.
Do Brasil, a cineasta Bárbara Paz e a produtora Daniela Mazzilli apresentaram, na noite de domingo, 27 de julho, o filme RUA DO PESCADOR Nº 6, documentário que mostra os impactos das enchentes históricas no Rio Grande do Sul, centrando-se na comunidade da Ilha da Pintada, em Porto Alegre. A diretora Bárbara Paz, que é gaúcha, enfatizou a importância do Festival ao dar maior visibilidade a filmes ambientais e comentou que o documentário é feito de muito afeto. “É um filme forte, sensorial e muito urgente, um ensaio sobre a tragédia”, explicou.
Outro destaque da Mostra é o documentário chileno LA CUENCA, que será exibido hoje, 28 de julho. Do coletivo Left Hand Rotation, o filme apresenta uma leitura crítica e colaborativa sobre as transformações dos territórios naturais e sociais no Chile, abordando temas como agricultura intensiva, controle hídrico e crise climática.
Já KARUARA: O POVO DO RIO é um documentário peruano dirigido por Miguel Araoz Cartagena e Stephanie Boyd, que acompanha a luta das mulheres Kukama na Amazônia pelo reconhecimento jurídico dos rios e dos espíritos Karuara, seres sagrados da cosmovisão indígena e será exibido no dia 29 de julho. O argentino POR EL PARANÁ, de Alejo di Risio e Franco Gonzalez, lança luz sobre as disputas em torno do rio Paraná, um dos mais importantes do continente, evidenciando seus impactos sociais, ecológicos e econômicos e será exibido no dia 30 de julho.
Por fim, o brasileiro SINFONIA DA SOBREVIVÊNCIA, de Michel Coeli, será exibido no dia 31 de julho. O longa documenta os efeitos devastadores das queimadas no Pantanal e o esforço coletivo para salvar vidas humanas e animais.
Já a seleção de curtas inclui: “Insustentável: A Realidade do Petróleo na Amazônia”, de Andrés Borges e Fer Libague (Brasil), que denuncia os impactos da exploração petrolífera em territórios indígenas e comunidades amazônicas. Da Bolívia, “Jichi: En busca del guardián de las aguas”, de Paola Gabriela Quispe Quispe, que propõe uma reflexão espiritual e cultural sobre os protetores sagrados das águas. Da Argentina, “Por la Tierra”, de Irene Kuten, aborda resistências ecológicas de base comunitária. Os curtas brasileiros “Sobre a Cabeça os Aviões”, de Amanda Costa e Fausto Borges e “Sobre Ruínas”, de Carol Benjamin, trazem olhares poéticos sobre territórios urbanos e tradicionais em processo de destruição ou transformação; enquanto “Uma Menina, Um Rio”, de Renata Martins, apresenta, com delicadeza, a conexão entre infância e natureza por meio da relação afetiva entre uma jovem e um curso d’água.
Ao todo, a curadoria recebeu 47 filmes para concorrer na Mostra Ambiental. Neste 28 de julho, data em que se comemora o Dia Mundial da Conservação da Natureza, a Mostra Ambiental é a oportunidade de discutir uma temática que nos coloca diante dos desafios e novas formas de pensar o futuro do planeta a partir do olhar sul americano.
O BONITOCINESUR é uma realização da Associação Amigos do Cinema e da Cultura (AACIC), em parceria com o Ministério da Cultura (Governo Federal), por meio de emenda parlamentar do deputado federal Vander Loubet. Conta com patrocínio da Fecomércio-MS, Sesc, Emgea, Agência Nacional do Cinema (Ancine), Petrobrás, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Tem o apoio da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico e da Prefeitura de Bonito, da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur), da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc) e do Governo de Mato Grosso do Sul, além do apoio cultural da Energisa e da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
O Festival reafirma também seu compromisso real com o clima. Pelo segundo ano consecutivo, o evento é Carbono Neutro, com o apoio da Compensei, fortalecendo seu posicionamento sustentável. Todas as emissões de carbono do evento serão monitoradas pelo Carbonômetro, reduzidas sempre que possível e compensadas com créditos certificados, em conformidade com as normas ISO 14064, ABNT NBR ISO 2060 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.
Lindas imagens que buscam algum significado. Primeiro trabalho na direção da competente atriz paraense Dira Paes, exibido primeiro no Festival de Gramado e logo depois no CineBh 2024, nos leva para uma proposta de imersão e denúncia ao redor de uma forte mas confusa protagonista e sua conexão com a terra, a natureza, o seu presente, os desejos e as lembranças. Ao longo de 93 minutos de projeção, tendo a Mata Atlântica e sua diversidade como cenário, o sensorial toma conta das ações que giram em torno dos desencontros da protagonista se amontoando em uma série de lacunas para serem preenchidas pelos espectadores.
Na trama, conhecemos Irene (Dira Paes), uma ornitóloga de prestígio que se joga numa expedição na Mata Atlântica para um mapeamento clandestino, um trabalho para um grupo criminoso especialistas em tráfico de pássaros silvestres – animais que não tem muito contato com os humanos. Ao longo do tempo nessa região, e contato apenas com outras duas pessoas, aos poucos vai refletindo sobre sua jornada até ali ao mesmo tempo que interage com grande intensidade com a natureza que se mostra ao seu redor.
Cena de ‘Pasárgada’, filme exibido no CineBH 2024. Crédito foto: @peterwery
Será o objetivo ser um filme denúncia? Tentando se conectar com o que é mostrado – através de lindas imagens – muitas vezes paramos e nos perguntamos: Qual é o discurso? Esse elemento importante da linguagem cinematográfica possui, no caso, uma construção confusa, propõe reflexões sobre desconstruções, um presente repleto de culpas, mas muitas vezes diz nada com coisa nenhuma. Um exemplo nítido é a proposta de abordar o tráfico de animais e não ir a fundo nessa questão bastante complexa, com uma série de pessoas envolvidas, fato que pode acabar frustrando a atenção do público.
Cena de ‘Pasárgada’, filme exibido no CineBH 2024. Crédito foto: @peterwery
Quem você é? Quem você foi? Há um outro caminho para tentarmos entender melhor essa história, nesse caso dentro de uma reta para dentro do olhar da protagonista, seu antes e o atual momento. Aqui, busca-se personificações e imagens aleatórias para conversar com o abstrato das emoções. A saudade da filha, da relação com a família – mostrado no longo bate papo com a irmã – ganham um paralelo com o inconsciente, uma alegoria que se mostra atrapalhada e mais confunde do que esclarece.
Cena de ‘Pasárgada’, filme exibido no CineBH 2024. Crédito foto: @peterwery
Repleto de ações simbólicas, que logo se tornam interpretativas, dentro do ciclo proposto pelo roteiro – começa e termina de uma mesma posição mas com perspectivas diferentes – Pasárgadaé uma jornada com riquezas de imagens que buscam qualquer significado. Algumas pessoas vão se conectar e embarcar no decifrar o emocional e o psicológico de Irene, outras não. O filme chegou aos cinemas nessa última semana de setembro. Prestigie o cinema brasileiro e tire suas próprias conclusões.
O gênero slasher geralmente é constituído por filmes de terror nos quais um assassino mascarado persegue e mata os personagens com objetos cortantes. Existe um debate sobre qual filme teria feito nascer o subgênero, mas é indiscutível que o mais famoso e que o cimentou foi Halloween – A Noite do Terror(1978), de John Carpenter. É claro também que ao longo dos anos, o subgênero foi ganhando vertentes e assim todo tipo de criatura se tornou “o assassino”, desde monstros com asas, assombrações e bonecos possuídos.
Pensando nisso, o CinePOP resolveu criar uma lista com as 10 continuações de filmes de terror Slasher mais famosas do cinema. Vem conhecer.
Halloween II – O Pesadelo Continua (1981)
Como dito, Halloween, a obra-prima do gênero de John Carpenter, entrou para a história por sua influência. Sendo assim, o filme independente mais rentável do cinema na época não ficaria ileso de render uma sequência. Afinal, quem seria louco de recusar este lucro? Carpenter, no entanto, apesar do envolvimento na produção, roteiro e trilha sonora, saía da direção para comandar Fuga de Nova York. A cadeira de diretor coube ao usual colaborador Rick Rosenthal. Na trama, após os ataques do primeiro filme, Laurie (Jamie Lee Curtis) é levada a um hospital, para onde o maníaco Michael Myers a segue, com o Dr. Loomis (Donald Pleasence) no encalço.
Sexta-Feira 13 – Parte 2 (1981)
O primeiro Sexta-Feira 13 (1980) foi produzido às pressas para pegar carona no sucesso de Halloween (1978). Nem os próprios criadores tem vergonha de admitir isso, e já o fizeram em diversas entrevistas. Distribuída pela Paramount, a franquia de terror viveu para se tornar uma das séries slasher mais famosas e celebradas do cinema. A continuação não demorou a ser produzida e foi lançada logo no ano seguinte. Aqui é quando o assassino Jason aparece pela primeira vez e ainda sem portar sua famosa máscara de hóquei (ele usava um saco na cabeça). Este é um dos melhores exemplares da franquia.
A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy (1985)
Filmes slasher são rápidos para produzir e rendem um retorno financeiro grande. Assim, muitos filmes do tipo nos anos 1980 tinham suas continuações produzidas anualmente. E se no item acima citei Sexta-Feira 13 como uma das franquias mais famosas do gênero, a outra seria A Hora do Pesadelo. Esta continuação do sucesso original de Wes Craven, no entanto, decepcionou os fãs. O curioso é que o filme é tido como baluarte gay (é só dar uma segunda olhada no longa para entender), afirmação feita pelos próprios criadores, que quiseram introduzir pequenos detalhes que apontavam para isso, sem que na época ninguém percebesse. Na trama, Freddy Krueger tenta possuir o corpo de um rapaz para voltar ao mundo dos vivos.
Três anos depois e Chucky estava de volta após o sucesso de Brinquedo Assassino. Apesar de ter sido completamente destruído no filme anterior, o boneco maldito é remontado pela própria empresa (algo bem improvável, mesmo dentro desta fantasia) e logo está cometendo mais crimes. O pequeno Andy (Alex Vincent) é adotado por uma nova família, depois que sua mãe tem um surto mental, após os eventos do primeiro filme (traduzindo, a atriz Catherine Hicks não aceitou voltar na sequência). Na nova casa, ele conhece a personagem mais legal do filme, sua irmã adotiva mais velha Kyle (papel de Christine Elise), que é quem lhe ajuda a combater Chucky num final apoteótico dentro da fábrica dos bonecos.
Dirigido pelo mesmo Tobe Hooper doze anos depois do sucesso do filme original, esta continuação segue por uma tonalidade totalmente na contramão – fato que afastou muitos fãs de terror na época. O primeiro filme era cru e realista, soando quase como um documentário. Já esta sequência, com muito mais dinheiro, é uma ópera slasher que não se leva a sério e brinca com as conveniências do gênero, soando mais como uma paródia. Tudo, é claro, sem esquecer dos litros de sangue e cenas perturbadoras. Com um Dennis Hopper inspiradíssimo, esta continuação foi redescoberta como obra cult.
Candyman 2 – Vingança (1995)
O Mistério de Candyman (1992), de Bernard Rose, é um terror sofisticado e psicológico, planejado e nascido como terror cult – pairando acima dos demais longas do gênero. Com o sucesso do personagem, já que emplacar um vilão que se torne ícone não é fácil, os produtores decidiram transformar Candyman em um novo Jason ou Freddy, e a continuação seguiu pelo mesmo caminho, mais sanguinolenta e comum aos colegas de slasher. Na trama, desta vez um backstory de herói trágico e escravidão é dado ao personagem.
Reinventar um gênero não é para qualquer um. Mas foi exatamente o que o primeiro Pânico (1996) fez. O saudoso Wes Craven já havia dado novo sabor aos slasher com A Hora do Pesadelo(1984) e com Pânico foi ainda mais além, brincando e satirizando o gênero. A continuação não fica atrás em matéria de esperteza de roteiro, diálogos afiados e referências. Fora tudo isso, os filmes ainda adicionaram o whodunit à mistura – artifício no qual a plateia precisa descobrir quem é o assassino. Aqui, os protagonistas, e não o psicopata, são o foco. Na história, Sidney (Neve Campbell) vai para a faculdade e lá um novo (ou novos) serial killer a persegue.
Cada vez os títulos dos filmes desta série ficam maiores. O primeiro filme pegou clara carona em Pânico, tendo inclusive o mesmo roteirista (Kevin Williamson). Era uma nova onda de filmes slasher, que dominou o final dos anos 1990: mais consciente e espertinha, porém, sem esquecer os clichês do gênero – que é o que o público quer ver. Aqui, nesta continuação, no entanto, vemos um claro caça-niqueis. O pescador assassino, deixado propositalmente vivo no desfecho do primeiro, volta para continuar sua vingança. A trama é movida para as Bahamas e o filme pega ainda mais emprestado de Pânico– no que diz respeito à revelação do assassino.
Lenda Urbana 2 (2000)
E se Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado era o Pânico de segunda, Lenda Urbana (1998) foi o Pânico de terceira. A Columbia Pictures, hoje Sony, não deixou barato ao investir em seus slashers no fim da década de 1990. Depois de Eu Sei o que Vocês Fizeram…, tratou de confeccionar Lenda Urbana(1998) nos mesmos moldes: diálogos com tiradas e referências – mas aos poucos a nova fórmula já apresentava desgaste. E se isso se mostrava verdade poucos anos depois de Pânico, imagina em 2000, quando esta continuação foi lançada. O resultado foi menos do que morno. Na trama, um grupo de estudantes de cinema enfrenta a fúria de um assassino mascarado, que não usa mais um casaco de esquimó, mas sim um traje de esgrima. Jennifer Morrison e Eva Mendes são os chamarizes do elenco.
Produzido por Francis Ford Coppola, o primeiro Olhos Famintos (2001) já chegava atrasado na era dos slasher. No entanto, com sua mistura de road movie e cinema de monstro, terminou por criar um animado grupo de seguidores, se tornando cult para uma geração. A continuação não demorou muito a chegar, mas não emplacou tanto no gosto geral como o anterior. O clima mais intimista do original – com dois irmãos se metendo no pior pesadelo de suas vidas – deu lugar a um filme mais “lugar comum” dentro do subgênero. Assim, um grupo de adolescentes estudantes de um colégio se depara com o vilão Creeper, quando seu ônibus escolar pifa na estrada.
Não é muito justo chamar o clássico imortal Psicose(1960), de Alfred Hitchcock, de slasher. Seja como for, o suspense ajudou a modelar o que veríamos anos depois e sua influência é muito sentida. O que muita gente não sabe, ou quer esquecer, é que o icônico longa em preto e branco teve uma continuação (bem, não apenas uma, como três). Mais de vinte anos depois, Norman Bates retornava às telonas – novamente personificado por Anthony Perkins. E não apenas ele, Vera Miles retorna como Lila, irmã da protagonista do original (Janet Leigh). Na trama, Bates tenta se reintegrar à sociedade após ser liberado da prisão/hospital psiquiátrico. Mas os pesadelos do passado começam a vir à tona.
‘Deadpool e Wolverine’ já acumula uma bilheteria mundial de US$852 milhões em pouco mais de dez dias em cartaz, cimentando o único blockbuster da Marvel Studios como um dos maiores sucessos de 2024. Entre outras coisas, o filme presta uma grande homenagem aos que vieram antes e ao fim de uma era: a era dos heróis da Marvel produzidos pela extinta 20th Century Fox (comprada pela Disney e transformada em 20th Century Studios). Era essa que soma ao todo 18 superproduções – começando com ‘X-Men: O Filme’, de 2000, um dos responsáveis pelo que temos hoje no gênero.
Dentre personagens como ‘Demolidor’, ‘Quarteto Fantástico’ e todos os derivados de ‘X-Men’, incluindo o próprio ‘Deadpool’, a Fox participou dos primórdios, da era de ouro do gênero no cinema e foi o alicerce do que temos hoje no MCU. Pensando nisso, resolvemos por mais uma tarefa insana: ranquear do pior ao melhor todos os 18 longas que compuseram essa época tão especial – que teve início quando muitos fãs de hoje sequer eram nascidos. Confira abaixo.
“Enaltecido” como um dos piores filmes de super-heróis de anos recentes, o ‘Quarteto Fantástico’ de Josh Trank (‘Poder sem Limites’) tinha como proposta uma pegada mais realista, de ficção científica e quase horror. Porém, o filme sofreu com interferências massivas dos executivos e ficou soando como um projeto interminado.
Quando falamos nos piores filmes de super-heróis estrelados por atrizes, a ‘Mulher-Gato’ (2004) de Halle Berry é um saco de pancadas óbvio. Mas o que a memória seletiva parece deixar de lado é que logo no ano seguinte do dito cujo, algo tão ruim quanto, mas menos execrado, chegava aos cinemas com ‘Elektra’, o filme solo da anti-heroína estrelado por Jennifer Garner.
Outro que sofreu bastante com a aquisição da Fox pela Disney foi ‘Fênix Negra’. Para alguns, um projeto que já nasceu morto, não dá para deixar de imaginar, por exemplo, que a vilã de Jessica Chastain foi remodelada para ser a mais genérica possível por interferência dos “novos donos do jogo”. Por um tempo, a Marvel pensou se lançaria ou não a produção – e talvez a pior decisão tenha sido lança-la, pois queimou de vez uma das sagas mais famosas do universo mutante.
Quando um novo filme faz referência a outros mais antigos, termina despertando interesse do público em revisitar tais obras ou conhece-las (no caso dos espectadores mais jovens). Isso é um dos “poderes” mais interessantes dos filmes. E com a estreia de ‘Deadpool e Wolverine’, todo o universo mutante na FOX voltou à voga, em especial a primeira aparição dos personagens juntos em tela. ‘X-Men Origens: Wolverine’ já foi chamado de um dos piores exemplares do gênero, mas agora parece estar voltando como cult.
Outro que foi bastante execrado em sua época de lançamento, em especial pelas caracterizações dignas de “Cospobre” de personagens icônicos (como o vilão Apocalipse e a heroína Psylocke), está ressurgindo como cult atualmente – em especial tendo em vista o que viria depois com ‘Fênix Negra’ (um dos filmes mais sem personalidade do gênero). ‘Apocalipse’ ao menos é divertido e repleto de ação, mas deixa um gosto amargo do que poderia ter sido a primeira aparição nas telonas do maior antagonista destas histórias.
Quando o segundo filme do ‘Quarteto Fantástico’ de Tim Story foi lançado, todos já sabiam bem o que esperar, conhecendo bem o teor impresso a esta franquia. Mesmo assim, não podemos deixar de imaginar como seria o retrato de personagens clássicos, como o Surfista Prateado e o vilão Galactus, feitos de maneira mais profunda e melhor desenvolvida.
Os filmes ‘Quarteto Fantástico’ de Tim Story não são um primor do gênero, mas são obras divertidas que se comportam como chiclete para o cérebro. Com a leveza de uma pluma, os longas são quase um desenho animado de carne e osso, e se comportam com tal complexidade. Esse clima despretensioso ao menos é competente e arredondado – ao contrário do filme de 2015, que soa inacabado.
A Fox estava cheia de planos para o seu universo mutante nas telonas, mas aí veio a Disney com uma proposta irrecusável. Dentre essa reformulação que durou o tempo de uma piscada de olhos, estava criar obras nos mais variados gêneros e censuras – que veria ‘Deadpool’ e ‘Logan’ dentre os filmes com novo foco. ‘Os Novos Mutantes’ foi o “filme de terror” dentro da nova abordagem. Não é de todo ruim, mas também ficamos pensando que foi “podado”.
O tempo pode fazer muito mal para certas produções. Esse é o caso com ‘Demolidor’, primeiro (e único até o momento) filme solo do herói cego da Marvel. Quando foi lançado em fevereiro de 2003, o longa veio no rastro de ‘X-Men’ e ‘Homem-Aranha’, sendo um dos primeiros representantes dessa nova onda do gênero. Com um clima até pesado para os padrões e uma atmosfera sombria; hoje os defeitos (incluindo certa “breguice”) do longa são o que mais saltam aos olhos. No entanto, por um tempo foi a maior bilheteria de um filme lançado em fevereiro.
As adaptações de quadrinhos podem sofrer bastante com as reviravoltas de bastidores. E o que parecia vir numa crescente para os mutantes nas telonas (os personagens mais populares da Marvel), terminou resultando em uma obra muito ambiciosa, que resolveu juntar muito em pouco tempo de duração. Assim é o resumo de ‘O Confronto Final’, que abordou a saga da Fênix Negra, a cura mutante e as introduções de personagens icônicos como o Fera, o Anjo e Juggernaut. Nos bastidores, Bryan Singer deixava a produção para ir dirigir ‘Superman – O Retorno’, sendo substituído nos 45 do segundo tempo por Brett Ratner.
A proposta da primeira investida do diretor James Mangold no universo mutante era por um filme mais intimista, ao contrário de ameaças megalomaníacas. Aqui temos a trama de um thriller familiar, na qual é adaptada uma das sagas mais épicas das histórias solo de Wolverine, na qual ele vai até o Japão. Com o clima mais “pé no chão”, no terceiro ato o longa mostra realmente suas tintas de fantasia, com a reformulação do clássico personagem Samurai de Prata.
Aqui é onde grande parte dos fãs irá divergir de nossa lista. ‘X-Men: Primeira Classe’ é um grande favorito não apenas do universo mutante, como do gênero de forma geral. Desse jeito, para grande parte é top 5 da era Fox. Num aspecto narrativo, conta uma história com clima de espionagem e James Bond, além de fazer uso de performances inspiradas em especial de gente como Michael Fassbender, James McAvoy e Kevin Bacon. Mas a fidelidade com o material original passou longe. Além de essa não ser de fato a primeira classe, por alguma razão a menina de ouro Jennifer Lawrence é escalada como Mística, que ganha protagonismo.
Outro que causará estardalhaço, é a posição do primeiro ‘Deadpool’ na lista, um grande favorito dos fãs. Sim, é uma obra importante, que acima de tudo representa a luta de um ator para tirar um projeto do papel. Merecido de todas as formas, o sucesso do longa não pode ser menosprezado. Mas e quanto ao que vemos em tela. Bem, por mais que grande parte queira fazer do filme um romance, ele ainda é bastante uma história de origem de um super-herói como tantas outras. Ah, sim. Uma de censura alta, violência e baixo calão.
‘Dias de um Futuro Esquecido’ é tratado por todos como o melhor filme da equipe mutante no cinema. Não para nós. É sim um longa eficiente (analisando apenas pelo resultado do que vemos em tela). Mas aqui não podemos deixar de levar em conta os bastidores da produção, que prometia um crossover entre os atores da trilogia clássica, com o elenco jovem de ‘Primeira Classe’. E o que vemos em tela mais uma vez é a participação no estilo piscou perdeu de todos os coadjuvantes, dando um tempo de tela excessivo para as mesmas “cartas marcadas”. Afinal ‘X-Men’ sempre foi sobre a equipe.
Agora sim. Pode ser uma opinião polêmica, mas sabemos que não estamos sozinhos nessa, e muitos pensam da mesma forma: ‘Deadpool 2’ é melhor que o filme original. Para começar temos mais o clima do material original, ou seja, mais personagens, introdução de alguns favoritos dos fãs, como Cable e Domino, e uma história mais complexa. Depois, temos um filme muito mais engraçado, repleto de piadas e referências, que não poupa nada e nem ninguém. A cena com a ‘X-Force’ ainda é um dos momentos mais hilários e WTF de qualquer filme do gênero de anos recentes.
Esse não tinha como ficar fora do top 3. Depois que Ryan Reynolds mostrou que dava para fazer um filme de censura alta de super-heróis e ainda assim arrastar uma verdadeira multidão para os cinemas, a Fox resolveu investir em um filme assim para seu personagem mais sangrento – Wolverine. A maior reclamação sobre o retrato do personagem nas telonas era sempre a falta de sangue. Assim, Hugh Jackman topou voltar uma última vez (que agora sabemos que não seria) e, ao lado do diretor James Mangold, terminar a saga do mutante da melhor forma possível. Um faroeste moderno, ‘Logan’ é pura emoção e nostalgia.
02 | X-Men – O Filme (2000)
xmen cinepop
Usamos como avaliação para o ranking não apenas o resultado do filme, mas também a importância do filme em um contexto geral. Mas sejamos sinceros, o primeiro ‘X-Men’ ainda se comporta muito bem, tendo uma história que até hoje tem relevância e não envelheceu. É preciso levar em conta que nessa época, os filmes de super-heróis não tinham qualquer importância para os executivos de estúdio ou para os fãs. Era preciso dar-lhes relevância. E foi o que o diretor Bryan Singer a Fox fizeram, ao pegarem os quadrinhos mais populares da época, e adaptarem da forma mais fiel possível para um longa quase independente. O resultado não poderia ser melhor.
‘X-Men 2’ é a melhor continuação de um filme do universo Marvel na Fox e uma das melhores do gênero de forma geral. Embora saibamos que não foi bem assim, mas o que fica parecendo é que ‘X-Men’ foi um projeto experimental, e quando a coisa deu certo, a Fox liberou o dinheiro e deixou Bryan Singer solto para fazer o que quisesse. E o cineasta libertou sua criatividade. A cena de abertura com Noturno na casa branca é de arrepiar. Assim como a invasão dos soldados na Mansão. São momentos exímios de entendimento e composição de cena. Ah sim, e não podemos esquecer o momento de maior peso social e psicológico, a visita de Bobby à sua família e a frase: “mas você já tentou não ser um mutante”. Ou seja, ‘X-Men 2’ é maior e melhor em tudo em relação ao já ótimo original. E ainda nosso queridinho dentro dessa extinta fase.
Na trama, Mantock viverá a brilhante e entusiasmada geneticista Macy, que é pega de surpresa e fica chocada ao descobrir os seus novos poderes sobrenaturais.
Sarah Jeffery, será a caçula das irmas. Sua personagem se chama Madison e terá apenas 18 anos, tentando se encaixar na sociedade e descobrindo seus poderes.
Melonie Diaz viverá Mel, uma ativista que passou por uma tragédia terrível e se afastou de todos, inclusive de sua namorada, a detetive Soo Jin.
Ser’Darius Blain viverá Gavin, o namorado de uma das três protagonistas.
A emissora The CW conduz o projeto. A mesma equipe de roteiristas da série ‘Jane the Virgin’ são responsáveis pelo script.
Os diretores Brad Silberling e Ben Silverman são os criadores da produção, que se passa nos dias de hoje e será “feroz, divertida e feminista”.
‘Charmed’ contou com oito temporadas, sendo transmitida entre os anos de 1998 e 2006. Devido a diversas brigas nos bastidores entre Shannen e Alyssa, a ex-protagonista de ‘Barrados no Baile’ acabou deixando a série, sendo substituída por uma nova personagem, vivida por Rose McGowan.
Criada por Stacy McKee, a série é um spin-off de ‘Grey’s Anatomy‘.
A trama segue um grupo de bombeiros heroicos do Departamento de Bombeiros de Seattle na Estação 19, mostrará desde o capitão até o recruta mais novo, contando as histórias de homens e mulheres corajosos que arriscam suas vidas e seus corações, no trabalho e fora dele.
Ao morrer, Eleanor é levada ao “bom lugar” por engano. Lá, ela se dá conta de que não foi uma boa pessoa durante a vida na Terra. Acreditando poder mudar seu comportamento, ela precisa descobrir o que significa ser uma boa pessoa (ou pelo menos, uma pessoa melhor). Em sua jornada, ela contará com a ajuda de Chidi, a alma gêmea da verdadeira Eleanor.
A trama segue um grupo de digital influencers que é atraído para uma mansão sedutora e isolada de uma bilionária (Akerman), mas eles logo se veem presos em um covil de vampiros sanguinários. A única forma de sobreviver é serem salvos por uma famosa gamer online (Hayward) e um caçador de vampiros à moda antiga (Jane).
K. Asher Levin será responsável pela direção, e também irá produzir o longa ao lado de Breslin.
Sucesso! Em apenas dois finais de semana, a sequência ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 43.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 68 milhões.
Ao total, o terror já arrecadou US$ 111.8 milhões mundialmente.
Em termos de comparação, ‘Invocação do Mal 3‘ está arrecadando bem menos que as sequências anteriores da franquia – que estrearam com US$ 40 milhões nos EUA. No entanto, vale ressaltar que esse é um ótimo resultado para os tempos que vivemos atualmente. Além disso, não podemos esquecer que o terror foi lançado simultaneamente no serviço de streaming da HBO Max.
‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.
Em entrevista ao Deadline, John Landgraf, presidente do canal FX, revelou novos detalhes sobre a vindoura série baseada na franquia ‘Alien‘, que será ambientada no Planeta Terra.
“A série se passará antes dos eventos com a Ripley. Será a primeira história da franquia ambientada no planeta Terra. A trama se passará no nosso planeta no final desse século – então, daqui uns 70 anos no futuro. Ripley não fará parte do projeto, nem qualquer outro personagem da franquia além do próprio alien.”
Anteriormente, Landgraf havia afirmado que a série deve ser lançada apenas em 2023.
“Eu acredito que a série estará pronta para ser lançada apenas em 2023. Provavelmente será em 2023, pois queremos ter certeza que temos a história certa. A série vai parecer fazer parte do universo cinematográfico que todos conhecemos da franquia ‘Alien’.”
A produção será lançada na plataforma no dia 23 de novembro, ainda sem confirmação de chegada ao Brasil.
Na nova série, anos depois de o termos visto em ‘A Escolha Perfeita’, Bumper Allen (Adam Devine) se muda para a Alemanha para reviver sua carreira musical quando uma das músicas que compôs se torna um grande sucesso em Berlim.
Elizabeth Banks, que estrelou e produziu a trilogia, além de ter dirigido o segundo filme, entra como produtora executiva e criador da série ao lado de Megan Amram.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Andrew Jackson, supervisor de VFX no aclamado ‘Oppenheimer‘, esclareceu os rumores sobre o filme dirigido por Christopher Nolan não contar com efeitos visuais.
O diretor havia declarado que não havia imagens geradas por computador no filme, o que certamente ajudou a confundir o público sobre o uso de CGI na produção.
“Algumas pessoas ouviram isso e assumiram que não havia efeitos visuais [em ‘Oppenheimer’], o que obviamente não é verdade. Efeitos visuais podem englobar muitas coisas. [Christopher Nolan] não usou nenhuma simulação de CGI na explosão nuclear. Ele queria trazer a mesma linguagem da ambientação do filme usando elementos práticos para contar a histórias. Eles usaram quatro tambores de 44 galões de combustível e, em seguida, alguns explosivos, que incendiaram o combustível e o lançaram no ar.”
Ele completa, “Nós conseguimos registrar em câmera muitos detalhes dessa explosão. Tivemos muito material para construir algo que parecesse muito maior. Estamos à beira de uma revolução em nossa indústria. Acho que as pessoas ainda não perceberam o quanto as coisas irão mudar [com as novas tecnologias].”
Sucesso entre os críticos – 93% de aprovação no Rotten Tomatoes –, ‘Oppenheimer‘ já arrecadou impressionantes US$ 727.9 milhões mundialmente, o que representa a quarta maior bilheteria do ano.
A produção conta a história de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um plano do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear para do país.
Pugh interpreta Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.
Safdie interpreta Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.
Damon encarna o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Blunt é Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.
Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.
A 20th Century Studios divulgou o trailer nacional do terror ‘Alien: Romulus‘.
Confira, dublado e legendado:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.
Além de dirigir, Fede Alvarez também assina o roteiro ao lado de Rodo Sayagues.
Enquanto vasculham as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.
O conselheiro Jason Hochberg, de 24 anos, chega ao Acampamento Pineway pensando que seu maior problema é que ele se sente desconectado de seus colegas adolescentes, mas seu verão está prestes a se tornar um pesadelo infernal quando um assassino mascarado começa a matar todos da equipe, um por um…
O elenco ainda contará com Billy Bryk, Fred Hechinger, D’Pharaoh Woon-A-Tai, Abby Quinn e Pardis Saremi.
Bryk também ficará responsável pelo roteiro e direção ao lado de Wolfhard.
Em menos de duas semanas, a sequência ‘Truque de Mestre – O 3º Ato‘ já arrecadou quase US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa soma US$ 36.8 milhões. Internacionalmente, foram US$ 109.4 milhões através de 81 mercados – o que representa quase 75% de sua arrecadação total.
O TOP 5 dos maiores mercados conta a China (US$34.2M), Coreia (US$6.6M), Rússia (US$6.6M), França (US$3.4M) e Reino Unido (US$3.1M).
Vale lembrar que o longa abriu no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 21 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana.
Apesar de ter sido a menor abertura da franquia no território norte-americano, o novo filme não está tão distante do desempenho dos capítulos anteriores neste mesmo período. Os dois primeiros filmes estrearam com US$ 29.3 milhões e US$ 22.3 milhões, respectivamente.
Com 59% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota B+ do público no CinemaScore. Para termos de comparação, essa é a pior média de aprovação da franquia; os dois primeiros filmes receberam uma nota A-.
Vale lembrar que ‘Truque de Mestre 4‘ já foi confirmado! Ruben Fleischer, que dirigiu o segundo e terceiro filme, comandará a nova sequência.
Os Quatro Cavaleiros retornam com uma nova geração de ilusionistas realizando reviravoltas, surpresas e mágicas alucinantes, diferentes de tudo já capturado em filme.
A Netflixdivulgou o trailer completo da 4ª temporada da série antológica ‘Monstro‘, que focará na história da Lizzie Borden – a infame assassina do machado.
O próximo ciclo será lançado no serviço de streaming no dia 17 de setembro.
O próximo ciclo, focado nos crimes deLizzie Borden, deve “explorar o impacto de Borden na percepção de outras assassinas, assim como a terceira temporada se aprofundou no impacto dos crimes de Ed Gein na cultura popular”.
Sarah Paulson interpretará a notória serial killer Aileen Wuornos.
Lizzie Borden foi julgada e absolvida dos assassinatos em Fall River, Massachusetts, e o caso continua a ser parte da cultura popular americana, tendo sido retratado em inúmeras adaptações.
A música-chiclete do momento, mais tocada nas rádios ao redor do mundo, Despacito, ganhou uma nova paródia. Agora foi a vez da popular série ‘Vila Sésamo’ criar sua versão.
A chegada de Ben Affleck como Batman gerou uma série de reações adversas à época de seu anúncio e o produtor e cineasta Kevin Smith admitiu que gostaria que Christian Bale tivesse seguido como o Homem Morcego dentro do DCEU.
Durante sua participação no podcast Fantman on Batman, ele revelou que sua opinião não se trata de uma rejeição a Affleck, mas sim estratégica, dentro do universo previamente construído por Christopher Nolan.
Disse:
“Não parecia que eles estavam dizendo que Ben era o Christian Bale, mas se comportavam como ‘Oh, esse cara já está no ramo há muito tempo e não é tão bom assim como antes. Eu acho que preferia ter Bale como o herói e não digo isso como se quisesse criticar ou massacrar Affleck. Mas como alguém que ama a trilogia de Nolan, quando eles anunciaram o início da produção de ‘Homem de Aço‘, com Chris Nolan na produção, na hora pensei: ‘Que incrível, isso significa que o Batman dele e este Superman coexistem no mesmo universo’. Mas no final das contas, acabou sendo o ‘Superman‘ e o ‘Batman‘ de Zack Snyder e não de Nolan. Eu teria preferido a versão de Christian Bale mais como uma extensão da sequência”.
O Rio de Janeiro tem sido vítima de si mesmo há décadas. Refém de seu povo, que também sofre como sendo estatística de todo o caos que norteia a cidade, a capital carioca, uma das mais belas do país (e porque não no mundo) padece em cinzas e pólvora. Tem tudo para ser gigante, mas morre diariamente enquanto tenta encontrar soluções por meio de figuras políticas corruptas e indigestas. Mas nos últimos anos, a coisa ganhou agravantes. Com a especulação imobiliária, a violência e o caos da construção civil em virtude da promessa das Olimpíadas de 2016, a cidade entrou em estado permanente de “expurgo”. Rapidamente, ela expulsa os seus, como se eles fossem indignos do lugar onde nasceram. Em Mormaço, essa crise sócio econômica, cultural e humanitária ganha voz, em um drama poderoso, dirigido por Marina Meliande.
Trazendo o elemento fantástico para sua narrativa, a jovem cineasta faz um exímio retrato do que o Rio de Janeiro se tornou, em virtude da suposta ideia de progresso e desenvolvimento – explanada na teoria política e ignorada na prática. Trazendo a história de uma comunidade local que se viu forçada a desapropriar a região, abrindo espaço para a chegada de um novo e grandioso hotel, ela ainda faz um relato real, usando a ficção como o artifício principal. E embora a narrativa seja simbólica, ela representa tantas famílias verdadeiras que foram forçadas a se despedirem de seus lares, do pouco que tinham. Com suas vidas sendo transformadas da noite para o dia, entre retroescavadeiras e demolições, o passado que construíram se torna uma dobra de um tempo apagado da cidade. Bairros inteiros extintos, relações comunitárias despedaçadas e um fim abrupto da sensação de pertencimento.
Extraindo essas emoções para as telonas, Mormaço conta essa história a partir da absorção de uma jovem servidora, uma defensora pública responsável por garantir os direitos da comunidade afetada pela desapropriação forçada. Marina Provenzzano vive Ana, uma mulher solitária que sente na pele (literalmente) os efeitos que as obras das Olimpíadas do Rio estão trazendo sobre a sua e para a vida de tantos outros moradores. Vítima também da especulação imobiliária, ela vê seu condomínio ser gradativamente abandonado pelos demais vizinhos, sem sequer dar um passo adiante. Imersa nessa realidade de destruição, seu corpo começa a sentir as dores do parto, como uma espécie de doença auto imune, que chega e se alastrar sem cerimônias e sem explicações.
E toda essa construção emocional e física do drama é profundamente tocante. Como um filme bem roteirizado, assinado por Meliande e Felipe Bragança, o longa nacional aborda a temática de abandono, negligência e descaso público com genialidade, gerando empatia na audiência, à medida que a incomoda com questionamentos reais a respeito de até que ponto o governo pode invadir a individualidade de suas comunidades. Com a personagem Ana sendo aquela que dita o ritmo da história, Mormaço traz efeitos visuais de grande qualidade e trabalha a maquiagem com maestria no corpo da protagonista, retratando uma figura que – tamanha ansiedade, inquietação e angústia – começa a ver seu corpo definhar, apodrecendo, mofando. Essa semiótica, por meio de metáfora simbólica, é um dos aspectos mais fascinantes da produção, que ganha ares de ficção científica, se encaixando confortável e lindamente como um filme de gênero.
Com um desfecho hipnotizante e cheio de alegorias, Mormaçoé um banquete visual do cinema-arte brasileiro, tem cheirinho de festival internacional (como Cannes e Sundance) e absorve a audiência para dentro do caos narrativo, nos fazendo sentir e – até mesmo – nos enojar com a forma como Ana apodrece ao longo de sua trajetória. Sensível e realista, o drama é uma aula sobre o preço do desenvolvimento desordenado e corrupto que acontece em nosso país.
A Amazon está investindo na grade de programação da Prime Video para o mês de junho e preparou duas novas estreias para esta semana.
Confira:
09 de junho
Arranha-Céu: Coragem Sem LimiteEstrelado por The Rock, que interpreta um segurança de arranha-céus chamado Will Sawyer, o filme traz uma história de ação e mistério acerca do maior e mais seguro arranha-céu da China, que é invadido e começa a pegar fogo. Durante esse golpe terrível, Sawyer, que era chefe da segurança e já fora veterano de guerra americano e ex-líder da operação de resgate do FBI, é acusado de ser o responsável por aquela tragédia. Enquanto o prédio pega fogo, o agente tenta encontrar os responsáveis, salvar sua família, provar sua inocência e sobreviver a diversas dificuldades, que são intensificadas por um fator físico: Will Sawyer não tem uma perna.
11 de junho
The Terror (Temporada 2)Ostentando incríveis 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, essa série é baseada em histórias reais, e traz elementos do folclore oriental para as telas. A segunda temporada se passa durante a Segunda Guerra Mundial e segue um detetive nipo-americano que investiga ataques sobrenaturais na comunidade de japoneses americanos do acampamento Terminal Island, com sede em Los Angeles. Enquanto a população sofre diversos ataques inexplicáveis, chega-se à conclusão de que aquela comunidade estaria sendo assombrada pelo Bakemono, um temido fantasma japonês.
A série ‘O Legado de Júpiter‘ foi abruptamente interrompida após uma única temporada, mas o astro Josh Duhamel resolveu lidar com a situação com muito bom humor.
Por meio de sua conta oficial do Instagram, ele comentou sobre o repentino cancelamento da produção, sugerindo que estaria se colocando “no mercado” para outros streamings, após ter sido dispensado pela Netflix.
Na ocasião, ele ainda publicou uma imagem bem sugestiva, mostrando toda a sua transformação física para encarar o personagem.
Confira:
“Quando você é dispensado pela Netflix e precisa se colocar de volta no mercado… E aí Hulu?”
Apesar do cancelamento, o universo de ‘O Legado de Júpiter‘ ganhará continuidade em ‘Supercrooks‘, um spin-off focado em supervilões.
A trama da série derivada seguirá uma gangue desorganizada de supervilões, vigaristas e ladrões mesquinhos que se unem para o roubo do século e a história criminosa mais ultrajante que você já viu em sua vida. O crime compensa e eles vão provar isso. Algumas pessoas apenas querem ser divertir e ganhar um pouco de dinheiro sujo enquanto fazem isso. Se os super-heróis atrapalharem, eles irão ficar sem dentes.
“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”
O elenco da série original conta com Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).
O novo terror de tubarão assassino do diretor Tommy Wirkola (‘Zumbis na Neve’) teve seu título alterado e ganhou uma nova data de estreia.
Originalmente intitulado ‘Beneath the Storm‘ (Sob a Tempestade, em tradução literal), o longa agora se chamará ‘Shiver‘ e não mais estreia em 1º de agosto de 2025.
A Sony Pictures readequou seu calendário de lançamentos e transferiu o vindouro filme para julho de 20226.
A mudança de data visa posicionar o filme na temporada do verão norte-americano, período em que a movimentação nos cinemas cresce vertiginosamente.
Phoebe Dynevor (‘Jogo Justo’) será a protagonista. Whitney Peak (‘Gossip Girl’) e Djimon Hounsou (‘Um Lugar Silencioso: Parte 2’) também foram confirmados no elenco.
Infelizmente, detalhes sobre a trama do filme não foram divulgados.
Wirkola é conhecido pelos fãs do gênero, tendo comandado ‘Zumbis na Neve‘ e sua sequência, ‘João e Maria: Caçadores de Bruxas‘, ‘The Trip‘ e ‘Noite Infeliz‘.
Adam McKay e Kevin Messick serão responsáveis pela produção.
As filmagens estão programadas para os próximos meses, na Austrália.
Os fãs da franquia ‘Velozes e Furiosos’ podem comemorar. Segundo o astro Vin Diesel, já tem diretor confirmado até o décimo filme. Justin Lin (‘Star Trek: Sem Fronteiras’) dirigirá os próximos dois filmes. Lembrando que Lin já trabalhou na franquia, tendo comandado ‘Velozes e Furiosos’ 3, 4, 5 e 6.
“Vocês querem que o 9 e o 10 sejam incríveis. Nós ouvimos as preocupações de vocês com a saga e pra onde ela precisa ir nos capítulos finais.”
Diesel também revelou que Jordana Brewster voltará para a saga e reprisará seu papel como Mia Toretto. Detalhes do retorno e da trama não foram revelados.
Será que trarão Brian de volta em CGI?
‘Velozes e Furiosos 9’ estreia em 10 de abril de 2020. Já o décimo filme não tem previsão de lançamento.
Hoje em dia existe uma grande quantidade de seriados sendo lançados por ano e, devido a demanda do público que está migrando do cinema para a TV, embora uma mídia não ameace a outra, foi necessário aumentar a qualidade técnica do que vemos na televisão. Aproveitando essa onda de qualidade, que talvez tenha se iniciado com ‘Game of Thrones’, eis que surge uma ótima surpresa logo no começo do ano: ‘The Terror’.
O programa estreou sem muito alarde na internet e muito provavelmente demore para conquistar e achar seu público alvo, porém, isso não interfere na beleza visual que é ‘The Terror’. Além do elenco de primeira, com nomes como Jared Harris, Tobias MenzieseCiarán Hinds, também apresenta uma excelente qualidade técnica e uma fotografia marcante, fria e obscura, digna de muitos longa-metragens por ai.
Com a exibição de um episódio duplo de estreia, o seriado já mostrou, de forma dinâmica e inteligente, que veio para competir a atenção com outros novos seriados prometidos para esse ano.
Sobre a trama, ‘The Terror’ é baseado na obra de Dan Simmons, apesar dos showrunnersDave Kajganich e Soo Hugh terem garantido que a série irá seguir caminhos próprios. Ambientado em 1847, o programa acompanha a Expedição Franklin, guiada por Sir John Franklin (Ciarán Hinds), que partiu da Inglaterra com dois navios: Erebus e o The Terror, ambos com o objetivo de atravessar a famosa Passagem do Noroeste, entre os oceanos Atlântico e Pacífico, através da calota polar da Ártica. Porém, tudo começa a dar errado quando os navios ficam presos no gelo e precisam esperar descongelar para seguir viagem… É então que coisas estranhas começam a acontecer.
Na história real, ambos os navios desapareceram durante a expedição. Os destroços de Erebus só foram encontrados em 2014, e os do The Terror em 2016. E claro, tanto mistério envolvido não poderia render nada menos do que uma série de terror com ares de ‘O Enigma de Outro Mundo’.
Se a qualidade técnica lembra ‘GOT’, o suspense lembra clássicos do horror dos anos 80 com pitadas de mistérios dignos de ‘LOST’. O lugar é isolado e os tripulantes dos navios precisam se unir para sobreviver, seja por conta das baixas temperaturas ou para enfrentar animais e, até mesmo, criaturas assustadoras que vagam por aquelas terras distantes. Um a um, somos apresentados aos seus dilemas pessoais, com direito a flashbacks, mostrando o passado deles antes da expedição e acrescentando mais conteúdo a história.
A atmosfera sombria está carregada de referências da filmografia peculiar de Ridley Scott, como por exemplo, apresentar os personagens presos em um determinado local, cercados de mistérios desconhecidos e situações fora do comum, tendo que sobreviver com a presença de um “monstro” lá fora, enquanto a paranoia e o pânico vão tomando conta de cada um.
Após conhecermos os tripulantes protagonistas, filmados com uma direção detalhista e delicada no primeiro episódio, avançamos para conhecer o que há em meio a neblina fria do Ártico no segundo, com uma estrutura narrativa não-linear, retornando quatro anos no passado para mostrar as primeiras dificuldades da expedição.
É aqui que também se estabelece a rivalidade entre os capitães dos dois navios, o que promete ser uma das subtramas da temporada, além de instigar a nossa curiosidade para saber mais sobre alguns personagens secundários, em especial dois, que estão envolvidos em um segredo que ninguém pode descobrir.
Sem dúvida é um começo promissor e corajoso para uma série pouco conhecida, um acerto enorme da AMC(mesmo canal de ‘The Walking Dead’) em apostar todas as cartas no sucesso de ‘The Terror’, deixando a série interessante ao ponto de se desejar maratonar tudo em um único dia só para saber o que está para acontecer com a tripulação da expedição.
Não se via um suspense tão delicioso na TV desde ‘LOST’. Que venha muito mais!
‘The Terror’ contará com 10 episódios, exibidos no Brasil todas as segundas, às 22h30, no canal AMC.
A série de TV baseada nos filmes da franquia ‘Uma Noite de Crime‘ (The Purge) ganhou um novo e tenso comercial, simulando a venda de alguns produtos exclusivos para que você possa sobreviver à macabra noite do Expurgo.
O vídeo, com uma variedade de produtos sinistros, foi publicado no siteThe Purge Shopping Channel e pegou muita gente de surpresa ao ser exibido na TV americana. Entre os produtos, o site está “vendendo”:
Vela de limpeza de adores de 12 horas;
Removedor de Manchas Purge-Away;
Armadura Sua e Dela com Armadura Bônus para seu Pet;
Pacote “Meu Primeiro Expurgo”
Pacote do Patriota Premium
Confira o site clicando na imagem abaixo:
O primeiro episódio vai ao ar no canal norte-americano USA Network dia 4 de setembro. A primeira temporada tem 10 episódios.
Confira:
Fiona Dourif, que estrelou os dois últimos filmes da franquia ‘Brinquedo Assassino’ (‘A Maldição de Chucky’ e ‘O Culto de Chucky’), viverá Good Leader Tavis, uma carismática líder de culto.
DeMonaco havia declarado que a série exploraria o que acontece nos outros 364 dias do ano, e tratou de esclarecer que apenas uma pequena parte da narrativa se dedicará aos dias “normais”.
“Eu queria que 70-65% se passa na noite do expurgo, e uns 30% são flashbacks. Nós seguiremos quatro pessoas com tramas aparentemente independentes na noite do expurgo. O formato de 10 horas da televisão nos permite usar flashbacks fora da noite do expurgo, mostrando a vida normal das pessoas. Nós poderemos ver quem essas pessoas são quando não estão na noite do expurgo, e quais eventos os levaram ao que acontece na noite em particular.”
Ele continua, “O formato nos permite verdadeiramente analisar o motivo de alguém recorrer a violência na noite do expurgo. Então, haverá um maior desenvolvimento. Os filmes vão direto ao ponto, e eu acho que a televisão nos permite analisar porque alguém pegou uma faca ou arma para resolver um problema.”
Segundo o chefe da Blumhouse, Jason Blum, o spin-off “revelará aos fãs o que acontece nos demais 364 dias do ano e de que forma a lei afeta a vida das pessoas”.
Os três filmes da franquia arrecadaram US$ 315.4 milhões mundialmente.
O fim de semana chegou e com eles uma nova oportunidade de assistir filmes nos streamings. Com tantas possibilidades para ver, o CinePOP separou cinco longas muito interessantes para você assistir em diferentes plataformas. Confira!
Considerado um dos filmes de terror mais polêmicos do ano, Imaculada traz Sydney Sweeney no papel de Cecilia, uma jovem que se torna freira em um convento no interior a Itália. Por lá, coisas estranhas começam a acontecer e ela suspeita da segurança do local. Mas nada impede que ela acorde misteriosamente grávida. Sem ter relações sexuais, a freira informa aos superiores do ocorrido e começa a ser assombrada por forças malignas. Tudo isso enquanto tenta descobrir se está experimentando um milagre, um crime ou uma maldição.
Lançado em 2022, Marte Um é um filme espetacular. Ele aborda os dramas de uma família negra de classe média após passarem por um governo extremista. Enquanto a filha mais velha se apaixona e começa a se questionar se é hora de sair de casa, a mãe acredita que possa estar amaldiçoada. Já o pai segue projetando seus sonhos e expectativas sobre o caçula, que quer agradar o pai, mas sonha mesmo em estudar astronomia para poder ser o grande colonizador de Marte. É um filmaço.
Lançada no comecinho de fevereiro sem muito alarde, Orion e o Escuro é uma adaptação de livro homônimo que foi roteirizada por ninguém menos que Charlie Kaufman (Quero Ser John Malkovich). Voltada para o público infanto-juvenil, essa animação da DreamWorks Animation acompanha Orion, um garotinho de 11 anos que é constantemente atormentado por uma série de medos irracionais, como ser afetado pela radiação do celular, se afundar no oceano mesmo sem ir nadar no mar, ser perseguido por um palhaço assassino, apanhar de valentões na rua e ser rejeitado pela paixonite da escola. No entanto, nenhum medo é maior que o do escuro. Então, certa noite, um apagão o coloca cara a cara com seu maior temor: uma personificação do Escuro aparece e tenta convencê-lo que não há o que temer. Assim, Orion e o Escuro vão embarcar em uma jornada pela neurologia, enquanto o garoto conhece a Insônia, o Silêncio, os Barulhos Inexplicáveis, o Sono e os Bons Sonhos.
Um dos filmes recentes de terror de maior sucesso dos últimos anos, O Telefone Preto repete a parceria entre o diretor Scott Derrickson e o ator Ethan Hawke para contar a história de um serial killer que sequestra crianças nos anos 1970. No caso mostrado no longa, ele rapta um garoto de 13 anos que é mantido em um porão com isolamento acústico. Por lá, ele encontra um telefone desconectado que serve como um comunicador com as vítimas assassinadas do psicopata. Então, o menino vai tentar usar as dicas do além para tentar escapar.
Um dos principais filmes nacionais do ano, Sem Coração é um drama espetacular sobre a vida e o amadurecimento de duas jovens de Alagoas em 1996. A trama acompanha Tamara, uma jovem de família com boas condições financeiras que está vivendo suas últimas semanas no vilarejo de pescadores em que cresceu, antes de se mudar para fazer faculdade em Brasília. Em meio a suas inseguranças de perder suas origens ao se mudar para outra cidade, ela conhece uma menina misteriosa que não quer deixar seu lar e se interessa pela jovem.
É inegável que ‘Descendentes’ se tornou uma franquia de grande sucesso. Desde o lançamento do primeiro filme, em 2005, os adolescentes piraram com o visual colorido dos personagens e uma história cativante que partia de um princípio muito básico: em vez de contar a história dos personagens clássicos, a Disney se propôs a contar a história dos filhos e filhas desses personagens – ou seja, os descendentes. Para uma empresa que se fez a partir das histórias clássicas, essa ideia é simplesmente genial. E deu muito certo, com uma trilogia principal voltada especificamente para os vilões e cujas atrizes tiveram suas carreiras alavancadas exponencialmente. Com um desfecho satisfatório para a trilogia e o passar do tempo, todo mundo achou que a franquia ficaria por isso mesmo, porém, fomos surpreendidos com o anúncio da Disney, um tempo atrás, da produção de um quarto longa, ‘Descendentes: A Ascenção de Copas’, que chegou há pouco tempo na plataforma Disneyplus.
Uma (China Anne McClain) agora é diretora de Auradon, agora que Mal e Ben estão em lua de mel, e decide expandir a abertura da escola para literalmente todos os filhos de todos os seres, incluindo o País das Maravilhas e a terrível Rainha Vermelha (Rita Ora), que recebe com surpresa o convite para que sua filha, Red (Kylie Cantrall) passe a estudar no local. Assim, a Rainha Vermelha vê uma oportunidade de finalmente conseguir se vingar de um ressentimento do passado, o que coloca a todos em risco. Para tentar consertar tudo, Red e sua mais nova amiga, Chloe (Malia Baker) acabarão voltando no tempo e ir até o passado, na época em que suas mães, Bridget (Ruby Rose Turner) e Cinderella (Brandy Norwood) eram jovens em Auradon.
Com uma hora e meia de duração e dirigido por Jennifer Phang, ‘Descendentes: A Ascenção de Copas’ passa a sensação de ser muito mais longo, tamanha a confusão que o roteiro de Dan Frey e Ru Sommer estabelecem para os personagens criados por Sara Parriott, Josann McGibbob. A sensação geral é que não há um enredo maior na história, e sim que as cenas foram criadas de maneira independente e, a partir daí, tentou-se uma conexão entre elas para justificar algo (o cenário? as músicas contratadas? as novas diretrizes da empresa?).
Talvez o principal momento em ‘Descendentes: A Ascenção de Copas’ seja logo no início, durante a apresentação do enredo, em que Uma e Fada Madrinha (Melanie Paxson) conversam sobre o envio de convites e a produção encontra aí uma forma de honrar Carlos (Cameron Boyce), ator da primeira parte da franquia que faleceu em 2019. As duas personagens conversam e mencionam Carlos, que aparece em um quadro ao fundo – de fato, uma cena emocionante, principalmente para quem cresceu assistindo aos três filmes anteriores.
Sem os atores dos três primeiros filmes, os novos rostinhos se esforçam para conduzir a trama, mas a aleatoriedade de seus personagens não colabora. Red é, provavelmente, a mais carismática de ‘Descendentes: A Ascenção de Copas’, mas é tudo tão “muito” nesse filme, que o espectador se distrai o tempo todo. A troca de perucas e a frequência de números musicais (mas sem nenhuma canção que realmente pegue) colaboram para que o ritmo da história seja mais vagaroso.
Colorido e esteticamente bonito, ‘Descendentes: A Ascenção de Copas’ demonstra o desgaste da franquia dos filhos dos vilões com o lapso de tempo tão grande. Um filme que agrada aos olhos, mas só.
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