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As Melhores Séries LGBTQ+ de 2020

Continuando mais um de nossos especiais de fim de ano para celebrar a representatividade queer na indústria do entretenimento, o CinePOP separou uma lista com as dez melhores séries LGBTQ+ de 2020.

Levamos em consideração todas as minisséries ou temporadas que foram exibidas em TV aberta, a cabo ou em serviços de streaming.

Confira as nossas escolhas abaixo e conte para nós qual foi a sua favorita:

SEX EDUCATION

‘Sex Education’ quebrou diversos tabus ao estrear ainda em 2019, mas não foi até a sua segunda temporada que alcançaria uma maturidade apaixonante e divertida. A série criada por Laurie Nunn não apenas continuaria investindo em temas necessários da contemporaneidade, mas também abriria mais espaço para a representatividade LGBTQ+, falando sobre relacionamentos homoafetivos, não-binariedade e transsexualidade com naturalidade invejável e preciso.

O GAMBITO DA RAINHA

Anya Taylor-Joy provou mais uma vez sua versatilidade com a minissérie O Gambito da Rainha, interpretando Beth Harmon, uma calculista e traumatizada enxadrista bissexual que quebrou padrões sociais ao longo de décadas e mais décadas. Aqui, Beth fala sobre o único homem pelo qual se apaixonou, que revela ser gay em meados da produção, além de ter um caso romântico com a sedutora modelo francesa Cleo (Millie Brady).

A MALDIÇÃO DA MANSÃO BLY

‘A Maldição da Mansão Bly’ é uma das histórias de romance gótico mais belas dos últimos anos e construiu com convicção e solidez o conturbado relacionamento entre Dani (Victoria Pedretti) e Jamie (Amelia Eve), que se apaixonaram em meio a acontecimentos estranhos num casarão mal assombrado e que construíram uma vida perfeita da melhor maneira possível. Isso é, até caminharem para um trágico e catártico finale que arrancou lágrimas até dos espectadores mais céticos.

SCHITT’S CREEK

‘Schitt’s Creek’ reviveu o brilho das comédias de situação e se tornou uma das produções favoritas dos telespectadores. Criado por Dan Levy, a série fala de temas como identidade de gênero e orientação sexual ao longo de quebras de expectativas hilárias guiadas por um elenco estelar. Não é surpresa que, neste ano, o show quebrou recordes de premiação e levou para casa nove estatuetas do Emmy – quatro delas nas categorias principais.

EU NUNCA…

A deliciosa e escapista comédia adolescente ‘Eu Nunca…’ se tornou uma sensação de 2020 por sua abordagem livre de estereótipos sobre diversas culturas e temas. Uma dessas linhas narrativas envolveu Fabiola Torres (Lee Rodriguez), uma jovem tímida em conflito consigo mesma que se assumiu lésbica para sua mãe em uma das sequências mais tocantes e verdadeiras do ano.

COM AMOR, VICTOR

A sequência derivada de ‘Com Amor, Simon’ veio inesperadamente e fez um bom trabalho – ainda mais numa época em que precisávamos de produções para passar o tempo. ‘Com Amor, Victor’ é uma dramédia adolescente que gira em torno das preocupações de um jovem acerca de sua sexualidade, ainda mais quando confrontada com a visão tradicionalista de sua família e do prospecto de uma nova escola.

I MAY DESTROY YOU

Michaela Coel é um dos proeminentes nomes da televisão contemporânea e, depois de investir seus esforços na subestimada ‘Chewing Gum’, voltou este ano com a potente dramédia I May Destroy You. Encarnando a protagonista Arabella, Coel fala sobre abuso sexual, machismo e homofobia através de doze belos episódios e personagens complexos e bem representativos.

FEEL GOOD

Feel Good provavelmente passou longe de seu radar, mas não da nossa lista. Lidando com temas sobre relacionamento amoroso e vício em drogas, a trama é centrada no romance de Mae, uma comediante canadense, e George, uma reprimida mulher inglesa, que se apaixonam em um clube de stand-up. O casal começa a namorar e a mergulhar profundamente em traumas do passado e obstáculos do presente.

RATCHED

Ratched dividiu os críticos e o público à época de seu lançamento, mas uma coisa não podemos negar: Ryan Murphy sabe como trazer representatividade do melhor jeito possível para as telas. Na série, Sarah Paulson interpreta a icônica enfermeira Mildred Ratched e, ao longo dos episódios, se apaixona pela secretária de campanha Gwendolyn Briggs (Cynthia Nixon), com quem desenvolve uma química envolvente e recheada de reviravoltas.

HIGHTOWN

O drama criminal Hightown foi um belo presente da STARZ esse ano e não se conteve em quebrar estereótipos de identidade de gênero e sexo. Aqui, Monica Raymund interpreta de modo irretocável Jackie Quiñones, uma agente do serviço da Marinha lésbica que é viciada em álcool e em drogas. Quando encontra o corpo de uma mulher brutalmente assassinada, ela mergulha em uma perigosa investigação que envolve o crime organizado de Cape Cod e a epidemia local de opioides.

Crítica | ‘Halston’ investe em visuais estonteantes e se esquece do principal: a história

A história é sempre a mesma – Ryan Murphy continua até hoje como um dos realizadores mais prolíficos da contemporaneidade, supervisionando ou comandando diversas produções seriadas e fílmicas desde o longínquo ‘Nip/Tuck’, em 2003. Mas exatamente a que custo?

Afinal, Murphy, conhecido por firmar parceria com diversas emissoras e delinear múltiplos projetos ao mesmo tempo, parece estar reciclando materiais de uma forma mais exaustiva do que o normal. Com talvez a exceção da antologia ‘American Crime Story’ e de ‘Pose’, que continuam apresentando originalidade e emocionantes tramas, as recentes incursões do diretor e roteirista não atingem todo o potencial que prometem. Apenas nos dois últimos anos, tivemos a desequilibrada ‘Ratched’, cuja força veio com a atuação impecável de Sarah Paulson como a enfermeira Mildred Ratched; o exagerado onirismo de ‘Hollywood’, que tentou reconstruir a história do cinema em detrimento da veracidade; e a 9ª ‘American Horror Story’, cuja homenagem ao subgênero slasher a transformou em um aglutinado de narrativas sem sentido que se valeram mais da nostalgia do que de algo sólido.

Agora, nos primeiros meses de 2021, Murphy está pronto para retornar com mais um projeto subsidiário da Netflix, com quem firmou acordo em 2018. A minissérie Halston, composta por apenas cinco episódios, já vinha demonstrando uma certa repaginação estética de obras similares, mergulhando de cabeça na segunda metade do século passado para explorar a complexa e apaixonante vida do estilista Roy Halston Frowick (aqui interpretado com maestria por Ewan McGregor). Para aqueles que não o conhecem, Halston nasceu em uma pequena cidade de Iowa, nos Estados Unidos, e ascendeu à fama após arquitetar o icônico chapéu pillbox da ex-primeira-dama Jacqueline Kennedy. Centro da indústria da moda dos anos 1970 e 1980, o designer tinha uma influência gigantesca na iconografia e era melhor amigo de nomes como Liza Minnelli, Andy Warhol e Bianca Jagger.

É claro que, levando em consideração as lendárias personalidades que aqui aparecem, o mínimo que se poderia esperar era uma telebiografia competente e que respondesse a algumas questões não apenas do protagonista titular, mas também dos segredos por trás da intrincada engrenagem no cenário fashion. Enquanto nem tudo está perdido, principalmente no tocante à imagética da produção, aos exuberantes figurinos de caxemira e de ultrasuede e ao vibrante retrato da discoteca nova-iorquina, Murphy, isolando-se nos bastidores ao lado de Ian Brennan, Christina Vachon e tantos outros, deixa que Sharr White e Daniel Minahan tomem as rédeas da história e se esqueçam de, no final das contas, criar uma.

Após um interessante início, que explana a infância traumática e abusiva de Halston, os episódios parecem se valer muito do frenesi artístico do que de um enredo que realmente tenha começo, meio e fim. McGregor faz um trabalho excepcional ao incorporar os trejeitos marcantes do estilista, desde sua voz monotônica até seus bordões ácidos e irônicos – algo que também é visto na estupenda encarnação maior-que-a-vida de Krysta Rodriguez como Minnelli, até mesmo na rendição de “Liza with a Z”. Entretanto, performances à parte, White não tem ideia em qual direção deseja seguir – apenas que irá contar a ascensão, a queda e a ressurreição de um dos nomes mais controversos de todos os tempos. E, à medida que a obra se desenrola, novos personagens vão surgindo no horizonte para tornar as tramas ainda mais convulsionais.

É interessante notar de que forma Minahan tenta ao máximo se afastar da obviedade, por mais que respalde em algumas fórmulas dramáticas bastante vistas nas últimas décadas. O ponto mais atraente é, sem sombra de dúvida, a transposição cronológica às inflexões técnicas tanto dos enquadramentos de câmera quanto à fotografia de Tim Ives e William Rexer. O diretor acompanha a evolução (ou in-volução, se assim preferirem) da sociedade, mostrando todas as facetas de Halston através das roupas e de sua martirizada mente criativa, desde os enlaces românticos com os homens de Manhattan, as desavenças com Elsa Peretti (Rebecca Dayan) e Joe Eula (David Pittu) e a conquista de um mundo que, conforme ele mesmo diz, não estava preparado para o tinha a oferecer. A partir daí, nota-se uma afeição contraditória por uma atmosfera documental que aposta até mesmo numa reconstrução analógica ao mesmo tempo que abre espaço para a novelização.

O roteiro, por sua vez, tem como principal objetivo manter o público motivado e instigado por todos os eventos da vida de Halston, nos levando à Batalha de Versalhes com versões dos ilustres Oscar de la Renta e Anne Klein, mostrando o saudosismo narcótico do célebre Studio 54 e até mesmo calcando a tênue linha que separa a haute couture da produção em massa. O problema é que não há quaisquer explicações para a entrada e a saída de diversos coadjuvantes que, de fato, não têm nenhuma importância. O relacionamento de Halston com a magnata do jornalismo da moda ou com a própria mãe é jogado profusamente para aumentar a carga dramática, mas nunca sai da zona de conforto – pelo contrário, traz a personalidade do artista para uma superficialidade condenável. Em uma determinada sequência, há menção a bloqueios emocionais dos quais o estilista precisa se livrar – e ele faz isso com rapidez monumental demais para ser levado a sério.

Investindo esforços em um majestoso visual, Halston é familiar demais para representar alguma centelha de novidade nessa bolha de produções originais da Netflix e, eventualmente, nem os mais elegantes vestidos de tafetá e casacos trench coat são suficientes para desviar a atenção das múltiplas falhas que despontam na minissérie.

Lana Del Rey lança videoclipe alternativo de “Arcadia”, single oficial do álbum ‘Blue Banisters’; Confira!

A aclamada cantora e compositora Lana Del Rey lançou hoje (07) um videoclipe alternativo de “Arcadia”, novo single do álbum ‘Blue Banisters.

Precedida pela canção-titular, “Text Book”“Wildflower Wildfire”, a música já está disponível em todas as plataformas digitais.

Confira:

Lembrando que o disco será lançado em 22 de outubro de 2021.

A era é precedida pelo ovacionado Norman Fucking Rockwell!’, álbum lançado em 2019 e que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano -, e também pelo aclamado Chemtrails Over the Country Club.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Jack AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com Born To Die, álbum lançado em 2012.

Crítica | História e drama se fundem na apaixonante série ‘Vikings: Valhalla’

O drama histórico Vikings se tornou uma das séries mais populares e mais bem-sucedidas do History Channel, fornecendo uma visão quase fantástica dos icônicos personagens que habitaram as terras nórdicas do planeta na Idade Média. Com o término da produção na sexta temporada, os fãs se sentiram ansiosos por mais aventuras envolvendo esses valentes guerreiros – e não demorou muito até que a Netflix anunciasse uma série sequência intitulada Vikings: Valhalla.

Diferente das iterações predecessoras, a derivada é ambientada cem anos depois dos eventos originais e se inicia com os primórdios da derrocada e da ruína dos vikings, enfrentando o crescente domínio cristão que se espalhava pela Europa e que colocava em xeque as crenças politeístas de outrora. Como se não bastasse, a ascensão da Inglaterra como uma das grandes potências mundiais também representou uma enorme ameaça para que os reinos e as províncias vikings se mantivessem vivas por muito tempo, eventualmente tornando-se lendas que acompanhariam diversos estudos de historiadores e reimaginações constantes pelo imaginário popular. E, enquanto Valhalla não alcança os mesmos méritos, nos encanta com visuais impecáveis e atuações memoráveis que nos convidam a uma jornada banhada a sangue, traições e reviravoltas.

Como o nome do spin-off premedita, a temporada é o capítulo inicial do último destino de cada viking: Valhalla, que, na mitologia nórdica, é descrito como um majestoso lugar localizado em Asgard, a morada dos deuses, e comandado pelo todo-poderoso Odin. Segundo lendas, metade dos soldados que morrem em combate viajam até lá para se sentarem à grande mesa com Odin, enquanto a outra metade é escolhida pela deusa Freya para passarem a eternidade nos campos de Fólkvangr. É essencialmente esse pensamento que é levado aos oito episódios da iteração, indicando, através de escolhas técnicas sagazes e uma fria melancolia que se apossa dos protagonistas e coadjuvantes, que a guerra irá levá-los para o tão sonhado “éden” uma hora ou outra.

A narrativa acompanha um grupo de vikings groenlandeses que chegam a Kattegat, comunidade localizada em um estreito entre a Dinamarca e a Suécia que funciona como um dos pontos políticos e econômicos de maior importância no mundo nórdico. Leif Erikson (Sam Corlett) e a irmã, Freydis Eiríksdóttir (Frida Gustavsson), desembarcam no porto buscando vingança contra um viking cristão que estuprou Freydis e eternizou o trauma ao cravar uma cruz em suas costas. Entretanto, as coisas tomam um rumo inesperado quando eles são arrastados para o meio de uma batalha entre os povos guerreiros e a opressora monarquia britânica que organizou um massacre contra eles, como forma de “limpar a terra”. Mas isso não é tudo: há também uma crescente disputa ideológica entre os próprios vikings, que se dividem entre os defensores ferrenhos do cristianismo e do único deus, e os pagãos, que encontram calma na multiplicidade de divindades que habita Asgard.

A princípio, a quantidade excessiva de tramas pode posar como uma faca de dois gumes ao time criativo, abrindo espaço para que os personagens possam ser explorados ad nauseam, mas exigindo um comprometimento em demasia que, por vezes, culmina em um frenético passo para resolver todos os arcos. Felizmente, o showrunner Jeb Stuart sabe como navegar por essas águas traiçoeiras e não deixa que nenhum elemento-chave se perca no caminho, ainda que se valha de algumas repetições (principalmente nas sequências de luta). O resultado é bastante aprazível e segue o padrão clássico de qualquer produção mainstream, tomando o tempo necessário para introduzir os heróis e antagonistas e sabendo o momento certo de nos chocar com alterações bruscas no andamento da obra.

Corlett e Gustavsson fazem um trabalho memorável na temporada, mas não são os únicos a roubar os holofotes: além deles, temos a presença de Leo Suter como o charmoso Harald Sigurdsson, príncipe da Noruega, que se alia aos pagãos e questiona sua fé em prol de salvar aqueles que sempre estiveram ao seu lado; Jóhannes Haukur Jóhannesson como Olaf Haraldsson, meio-irmão de Harald e um ambicioso viking que deseja espalhar suas crenças não se importando com quantos tenha de exterminar para unificar os reinos; Caroline Henderson como uma nova versão de Jarl Haakon, governante de Kattegat; Laura Berlin como a Rainha Emma da Inglaterra e da Normandia, mergulhando em uma performance comedida e impiedosa; e David Oakes como Godwin, astuto braço-direito de quem acreditar que tenha mais poder, mudando de lado a seu bel-prazer para sempre ser protegido pelos vitoriosos.

É claro que as inconsistências históricas existem, mas o objetivo de Valhalla não é nos educar com explanações acadêmicas sobre a época dos vikings, e sim expandir uma mitologia que caiu no gosto do público e que, de alguma maneira, dramatiza figuras reais que merecem ser revisitadas. Certos artifícios tangenciam uma substancialidade redundante, como a profunda e retumbante trilha sonora ou a sóbria fotografia, que se vale da paleta de cores azulada dos cenários retratados – entretanto, nenhuma dessas obviedades é forte o suficiente para desviar nossa atenção dos pontos positivos.

O novo capítulo da saga Vikings é aprazível em sua completude e já se consagra como uma das melhores do gênero em 2022. Apesar dos deslizes, os capítulos são alicerçados em um elenco estelar que faz o público acreditar em seus problemas e seus valores, comovendo-nos com rendições espetaculares e com uma altiva promessa para um provável futuro.

‘Tekken: Bloodline’: Anime da Netflix ganha novo trailer LEGENDADO; Confira!

A Netflix divulgou recentemente o novo trailer LEGENDADO da vindoura série animada Tekken: Bloodline.

A produção tem lançamento agendado para o dia 18 de agosto na plataforma de streaming.

Confira:

A trama trará Jin Kazama tentando se vingar de um monstro que destruiu tudo que ele amava. O jovem começa a treinar para ter a força necessária para realizar esse desejo. A estreia ocorre ainda em 2022.

Tekken‘ é uma série de jogos de luta iniciada em 1994 nos arcades, que logo depois chegou também ao primeiro PlayStation. A série tem desenvolvimento por parte da Namco, atualmente unida com a Bandai.

Glass Onion | Quem é o assassino da sequência de ‘Entre Facas e Segredos’?

Cuidado: muitos spoilers à frente.

No último dia 23 de dezembro, a Netflix lançou em seu catálogo o aguardado mistério cômico Glass Onion: Um Mistério Knives Out’, sequência do aclamado longa-metragem ‘Entre Facas e Segredos’, de 2019.

Na trama, Daniel Craig retorna em seu segundo caso como o famoso detetive Benoit Blanc, que viaja a uma luxuosa ilha particular grega, mas descobre que o excêntrico dono da propriedade, Miles Bron (Edward Norton), não o convidou. Enquanto Benoit começa a se questionar do motivo de ter sido chamado por uma pessoa misteriosa, este é apenas um dos mistérios que ele deverá desvendar – principalmente quando um dos outros convidados cai morto em plena vista.

A produção se tornou um sucesso gigantesco de crítica, com vários especialistas inclusive caracterizando-a como superior à original, enquanto já quebrou inúmeros recordes de visualização na plataforma de streaming – o que não é nenhuma surpresa, considerando o trabalho impecável de Rian Johnson na direção e no roteiro.

A produção ganha nossa atenção em virtude da condução narrativa e pelo fato de nos guiar em um caminho totalmente diferente do esperado. Como apresentado no enredo, Benoit acredita que Miles seja alvo de uma tentativa de assassinato – uma oportunidade perfeita, visto que cada um dos outros convidados tem motivo de sobra para querer seu fim. Temos Andi (Janelle Monáe), ex-parceira de negócios de Miles, que sofreu um golpe pelo próprio magnata e não pôde reclamar a propriedade intelectual da própria invenção; Claire (Kathryn Hahn), governadora do estado de Connecticut que foi financiada por Miles para concorrer ao senado dos Estados Unidos em troca da aprovação de uma tecnologia duvidosa; Lionel (Leslie Odom Jr.), cientista que foi escalado para tomar conta da companhia do empresário; Birdy (Kate Hudson), uma ex-modelo hedonista e controversa que foi redescoberta e patrocinada por Miles para sair do buraco e se tornar uma designer de moda – e que faz da vida de Peg (Jessica Henwick) um inferno; e Duke (Dave Bautista), um streamer que luta pelos direitos dos homens e é respaldado pela mente predatória de seu apoiador.

Logo, é apenas natural que acreditemos que o alvo do assassino é Miles – e, como já visto em produções similares, sua personalidade odiável não o torna passível de afeição pelos espectadores, mas nos leva a querer ver de que forma o homicídio será resolvido. Qual a nossa surpresa quando, diferente do que imaginávamos, Duke é misteriosamente envenenado, bebendo do copo de Miles e aumentando as suspeitas de Benoit e de todos os outros.

A princípio, os olhos se voltam para Andi. Afinal, ela é a pessoa com mais motivos para querer o fim de Miles. Como já mencionado, ambos eram parceiros, mas Andi se posicionou contra as decisões erráticas do colaborador e o impediu de fazer o que queria – mas não antes de Miles anunciar ao mundo com uma prova aparentemente irrefutável que ele tinha criado tudo do zero e que Andi tinha apenas embarcado como coadjuvante. Entretanto, “há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia”, citando uma clássica passagem de ‘Hamlet’, de William Shakespeare.

À medida que a história se desenrola, somos levados a acreditar que esta é apenas mais uma investida qualquer no gênero do mistério. Porém, conforme vimos na obra anterior, as coisas são mais complexas do que aparentam: o foco não é descobrir quem matou Duke e tentou matar Miles, mas sim arrancar a confissão de quem assassinou Andi.

Sim, é isso mesmo: Andi está morta. A personagem que vemos em cena é sua irmã gêmea, Helen (obviamente também interpretada por Monáe), que pede ajuda de Benoit para descobrir o que aconteceu. Afinal, ela recebeu a informação de que Andi se suicidou ao ingerir uma grande quantidade de pílulas soníferas, mas as coisas tomam um caminho mais obscuro quando Helen descobre que a irmã havia encontrado a prova de que Miles era uma farsa e que ela havia sido a responsável pelo império criado. Logo, a dupla une forças para descobrir quem realmente é o culpado.

A notícia do falecimento de Andi não havia vazado para a imprensa até todos se encontrarem na propriedade privada, mas todos os convidados ficaram boquiabertos ao vê-la ali. E, como vemos no terceiro ato da produção, o responsável tanto pela morte de Andi quanto pela morte de Duke foi Miles.

Ao encontrar a prova em questão, Andi enviou um e-mail para Claire, Lionel, Birdy e Duke – mas Lionel vazou a informação para Miles, que foi obrigado a viajar até a residência da ex-colega de profissão, envenená-la e roubar o documento oficial. Duke era o único a tê-lo visto saindo da casa de Andi e, quando a notícia de sua morte ganhou as manchetes mundiais, ele juntou as peças e foi confrontar Miles. O magnata, sabendo da mortal alergia a abacaxi de Duke, utilizou a informação à sua própria vantagem e, temendo ser chantageado por aqueles que controlava como uma marionete, tirou-o do jogo em um piscar de olhos.

É claro que a verdade não ficaria escondida por muito tempo – principalmente com a mente aguçada de Benoit, que resolveu o crime em questão de minutos e depois de engendrar uma atuação aplaudível. E, contrariando as nossas expectativas, a finalização do arco não veio com o final feliz prometido, mas com um ciclo de vingança satisfatório que colocou fim na autoridade tirânica de Miles.

‘Capitão América 4’: Rosa Salazar é escalada como IMPORTANTE personagem da sequência

Segundo uma nova reportagem do Murphy’s MultiverseRosa Salazar, conhecida por seu papel em ‘Alita: Anjo de Combate’‘Vingança Sabor Cereja’, foi escalada para o elenco de Capitão América: Nova Ordem Mundial.

As informações indicam que a atriz dará vida à Cascavel, inicialmente uma personagem vilanesca que fazia parte do grupo conhecido como Sociedade da Serpente – e que, depois, se tornou par romântico do Capitão América.

Além disso, o lutador Seth Rollins também fará parte como um possível membro do mesmo grupo que, além de Cascavel, é formado por: Coral, Rei Cobra, Víbora Assassina, Mamba Negra, Cobra Venenosa, Anaconda, Áspide, Boca de Algodão, Urutu e Crotalus.

O elenco ainda contará com Anthony Mackie, Tim Blake Nelson, Harrison Ford, Xosha Roquemore, Danny Ramirez, Carl LumblyShira HaasLiv Tyler.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Capitão América 4‘ está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 2 de maio de 2024.

‘Eco’: Spin-off de ‘Gavião Arqueiro’ será lançado sob novo SELO da Marvel sem continuidade no MCU

De acordo com o Deadline, a aguardada série ‘Eco’, que funciona como spin-off de Gavião Arqueiro, será lançada sob um novo selo na Marvel Studios.

As informações indicam que a produção fará parte de uma subcategoria chamada Marvel Spotlight, que conta com uma introdução inédita composta pelo vencedor do Oscar Michael Giacchino. A marca apostará fichas em narrativas solo, ou seja, que não estejam totalmente conectadas com a cronologia do Universo Cinemático Marvel.

Essas séries não terão importância na continuidade do MCU.

O nome da subcategoria vem de uma antologia de quadrinhos introduzida na Marvel em 1971, que trouxe personagens novos que não participariam de números seriados e que não precisariam de um comprometimento total por parte dos leitores.

Lembrando que todos os episódios de ‘Eco’ serão lançados em 10 de janeiro no Disney+.

Além de Alaqua Cox, a série também conta com Charlie Cox, reprisando seu papel de Demolidor, e Vincent D’Onofrio de volta como Rei do Crime.

Após exibição-teste, ‘Gladiador 2’ é ACLAMADO: “Arrepiante e digno de Oscar”

No último dia 24 de abril, foi realizada a primeira exibição-teste da aguardada sequência Gladiador 2’, que traz Ridley Scott de volta à cadeira de direção.

O corte exibido foi de impressionantes duas horas e 40 minutos e é descrito como uma crua e envolvente história de vingança, com cenas caracterizadas como “absolutamente insanas” (via World of Reel).

As informações também indicam que os novos personagens são bastante fortes, com destaque à performance sutil e prática de Paul Mescal como Lucius e a Connie Nielsen, que faz um “ótimo trabalho” como Lucilla. Além disso, diversos elogios foram dados a Denzel Washington, ovacionado como “diabolicamente brilhante” em seu papel, a Joseph Quinn (Caracalla) e a Fred Hechinger (Geta) – estes últimos dois descritos como grandes valores de entretenimento ao longa-metragem.

Como se não bastasse, tanto o design de produção quanto os figurinos receberam aplausos, replicando o visual e a atmosfera do título original. As cenas na arena de gladiadores chamaram a atenção dos espectadores – e incluíram tubarões, macacos assassinos, um rinoceronte gigante e ótimas sequências de ação e de luta.

Lembrando que o CinePOP compareceu à última edição da CinemaCon, onde o primeiro trailer (ainda não finalizado) foi exibido

Confira a descrição:

O trailer começa com uma narração do Paul Mescal como Lucius, filho do Maximus (protagonista do primeiro filme, interpretado por Russell Crowe). Sendo um escravo como seu pai, ele luta na arena e precisa enfrentar ameaças inesperadas, como um rinoceronte e até mesmo macacos assassinos – em combates muito mais grandiosos e perigosos do que no longa original.

Denzel Washington é um dos grandes destaques do vídeo, e promete ser uma figura importante na narrativa – manipulando conflitos políticos ao seu favor. Em sua busca pelo poder, ele quer a queda de Roma e pretende usar o personagem do Paul Mescal como um peão em seu jogo.

Pedro Pascal lidera o exército romano em diversas cenas épicas de batalha naval, e o trailer se encerra com uma cena épica entre Pascal e Mescal na arena.

Até o momento, tudo o que sabemos sobre a trama, estrelada por Paul Mescal (‘Aftersun’), é que vai contar a história de Lucio, filho de Lucilla (Connie Nielsen), numa batalha contra Roma, após se inspirar nas façanhas de Maximus (Russell Crowe).

A sequência do épico histórico também conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).

Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe.

A sequência está programada para chegar aos cinemas em novembro de 2024.

O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

Relembre o trailer:

‘Pequenas Cartas Obscenas’: Comédia com Olivia Colman e Jessie Buckley ganha data de estreia na Max!

‘Pequenas Cartas Obscenas’ (Wicked Little Letters), comédia satírica estrelada pelas aclamadas atrizes Olivia Colman e Jessie Buckley, ganhou data de estreia no catálogo da Max.

O longa-metragem, que conquistou 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, chega à plataforma de streaming no próximo dia 25 de outubro.

Relembre o trailer:

A trama é baseada na história verdadeira de duas vizinhas totalmente diferentes entre si que unem forças para resolver um mistério.

O filme é dirigido por Thea Sharrock (‘Como Eu Era Antes de Você’), com roteiro assinado por Jonny Sweet (‘Together’).

Buckley dará vida a Rose Gooding, uma mulher de personalidade impetuosa que tem pouco em comum com sua vizinha religiosa, Edith Swan (Colman), além de viverem na mesma parte da cidade. Ambientada na cidadezinha litorânea de Littlehampton, nos anos 1920, Edith, ao lado de outras pessoas, recebe uma série de cartas obscenas e erráticas escritas em uma linguagem chula – e as suspeitas logo recaem sobre Rose. Afinal, quem mais sentiria a necessidade de recorrer a medidas tão drásticas e infantis? Mas, conforme as cartas continuam a causar o caos na cidade e Rose vê sua liberdade e a custódia da filha sob ameaça, a oficial de polícia Gladys Moss suspeita que algo está errado. Ao lado de um time de mulheres engenhosas, Gladys quer resolver o mistério, limpar o nome de Rose e descobrir quem está escrevendo as cartas.

Graham BroadbentPeter Czernin entram como produtores.

Anjana VasanTimothy SpallGemma JonesAlisha WeirHugh SkinnerRichard GouldingJason Watkins completam o elenco.

pequenas cartas obscenas

‘The Last of Us’: 2ª temporada ganha imagens INÉDITAS; Confira!

A 2ª temporada de ‘The Last of Us‘ estreia no dia 13 de abril e, agora, foram divulgadas imagens inéditas do próximo ciclo.

Confira:

Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Crítica | ‘A Guerra dos Mundos’ é uma deplorável adaptação do clássico de H.G. Wells

H.G. Wells é um importante nome da literatura de terror, cujas obras influenciaram e continuam influenciando gerações de romancistas, contistas, cineastas e até mesmo dramaturgos. O escritor britânico foi um dos responsáveis por cimentar o gênero da ficção científica nos vários âmbitos artísticos e sagrou-se como um inovador lendário que deu vida a títulos como ‘O Homem Invisível’, ‘A Ilha do Dr. Moreau’, ‘A Máquina do Tempo’ e inúmeros outros. E, dentre uma gama prolífica de extremo valor, uma de suas incursões mais famosas e prestigiadas é o clássico ‘A Guerra dos Mundos.

Nome por trás das infinitas narrativas extraterrestres que povoam o imaginário popular, Wells foi homenageado diversas vezes com adaptações de seus escritos, incluindo um drama radiofônico encabeçado por Orson Welles – que causou pânico entre os ouvintes, visto que eles não sabiam que tudo era mera ficção – e uma releitura cinematográfica guiada por Steven Spielberg e estrelada por Tom Cruise. Agora, somos convidados a mais uma recriação dessa atemporal história com ‘A Guerra dos Mundos, recém-chegado ao catálogo do Prime Video e que traz uma configuração estética diferente das iterações predecessoras.

A trama é centrada em Will Radford (Ice Cube), especialista em vigilância e avaliação de ameaças do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. Sofrendo com um trauma profundo que se manteve após a morte da esposa, Will também é um pai superprotetor movido pela necessidade incontrolável de proteger constantemente os filhos, Dave (Henry Hunter Hall) e Faith (Iman Benson), por mais que eles já saibam cuidar de si próprios. Crente de que está fazendo a coisa certa, o especialista em tecnologia vê tudo se desmantelar quando uma estranha chuva de meteoros cai sobre o planeta inteiro, apenas para revelar um ataque em massa de trípodes high-tech alienígenas que desejam alguma coisa.

Não demora muito até que Will, cuja missão anterior incluía encontrar um poderoso hacker conhecido como Disruptor (que havia colocado as mãos em documentos sigilosos do governo), perceba que segredos estão sendo mantidos a sete chaves e que seu chefe, Donald Briggs (Clark Gregg), Diretor do Departamento de Segurança, pode estar conectado com o massacre promovido por extraterrestres poderosos e imparáveis. Munido da ajuda de sua amiga, a Dra. Sandra Salas (Eva Longoria) à medida que é forçado a enfrentar uma dura realidade em relação aos filhos, Will faz de tudo para se tornar um improvável herói e salvar o mundo da extinção iminente.

O revival, como podemos caracterizar o projeto, marca a estreia diretorial de Rich Lee, conhecido por seu trabalho em videoclipes musicais de artistas como Lana Del Rey e Billie Eilish. E, por mais belas que as intenções do cineasta sejam, o resultado é muito aquém do esperado e transforma um projeto que tinha tudo para dar certo em um dos piores longas-metragens da década. Lee não apenas denota sua falta de preparo para comandar uma produção fílmica, como comete deslizes tão amadores que não podemos deixar de imaginar o que teria sido caso o longa tivesse caído nas mãos corretas.

O realizador pega páginas emprestadas de produções como ‘Amizade Desfeita’, ‘Buscando…’ e ‘Host’, filmes de terror e suspense que apresentaram uma nova vertente do found footage ao levar os espectadores para as telas de aparelhos tecnológicos – computadores, tablets, celulares e afins. A estética apresentada em ‘A Guerra dos Mundos já nos instiga a querer saber de que maneira o enredo tomará forma, visto que o épico cenário de fundo denota uma expansão imagética. E, enquanto o primeiro ato serve para apresentar os personagens e as subtramas que os unirão, os atos seguintes escalam a uma sucessão de erros crassos e indesculpáveis que se estendem para cada um de seus elementos.

O roteiro assinado por Kenneth A. Golde e Marc Hyman é uma regurgitação sem fim de explicações condescendentes que duvidam da inteligência do público em acompanhar uma trama simplória e batida. Os diálogos sem vida são redundantes e se afogam em uma falsa sensação de sagacidade que não tem consciência da própria estupidez – e que se valem de repetições sem fim e uma imposição mercadológica inexplicável e hilária (por todos os motivos errados). O fato de o elenco estar totalmente desconexo do que se apresenta não ajuda muito: Cube parece congelado em uma expressão ranzinza e exagerada do estereótipo do “paizão”, enquanto Benson e Hall mostram estar cansados demais para ao menos tentar; Longoria, por sua vez, é a única que traz um pouco de ritmo à história ao abraçar Sandra.

Um dos principais problemas do longa emerge por não prestar atenção numa inverossimilhança gritante que aparece tanto nas ocasionalidades irrefreáveis e numa cronologia sem sentido que nem ao menos se vale de recursos óbvios para situar o espectador do que está acontecendo. Os convencionalismos bradam sequência a sequência, tentando resgatar uma gota sequer de originalidade com reviravoltas tão previsíveis quanto seus personagens.

A verdade é que ‘A Guerra dos Mundos não justifica sua existência e mais passa a ideia de um grande comercial satírico da Amazon Prime do que um filme. Não há qualquer esforço por parte da equipe criativa e técnica em ao menos construir uma carta de amor a H.G. Wells ou ao sci-fi – e sim um péssimo projeto que não deveria ter recebido sinal verde.

‘Carrie’: Mike Flanangan explica por que quebrou sua própria regra sobre dirigir sequências ou remakes

Muito em breve, Mike Flanagan, um dos novos mestres do terror contemporâneo que ganhou destaque com produções como ‘A Maldição da Residência Hill’, ‘Doutor Sono’ e ‘A Queda da Casa de Usher’, lançará o antecipado remake do clássico ‘Carrie, a Estranha’, inspirado no romance de Stephen King.

O projeto, entretanto, fez com que Flanagan quebrasse uma regra própria de não dirigir sequências ou novas versões de títulos já existentes – e, agora, ele explicou o motivo da decisão.

“Surgiu uma nova possibilidade, algo que pareceu muito oportuno e inovador”, ele disse em entrevista à revista Empire.

“Eu realmente gostei de explorar coisas que ainda não tinham sido feitas e de tentar encontrar novas maneiras de abordá-las”, Flanagan acrescenta. “E eu costumava dizer: ‘sem continuações’”.

Vale lembrar que Flanagan já havia quebrado essa regra ao ler o romance ‘Doutor Sono’, também de King, que funciona como sequência de ‘O Iluminado’: “isso me fez mudar de ideia”, disse ele, referindo-se à adaptação cinematográfica que comandou em 2019.

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Lembrando que Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) já havia confirmado através de seu Instagram que as gravações da nova adaptação de ‘Carrie, a Estranha’ foram encerradas.

Flanagan entra como roteirista, produtor executivo e showrunner da atração, além de ficar responsável pela direção de alguns episódios. Axelle Carolyn e Kate Siegel também dirigem a série.

Desenvolvida para o Prime Video, a nova versão será estrelada por Summer H. Howell (‘A Maldição de Chucky’).

A minissérie contará com oito episódios.

Confira a imagem dos bastidores e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco traz Siena Agudong como Sue Snell; Samantha Sloyan como Margaret White, a psicótica e religiosa mãe de Carrie; Alison Thornton como Chris Hargensen; Thalia Dudek como Emaline; Amber Midthunder como a Srta. Desjadin; Josie Totah como Tina; Arthur Conti como Billy; Joel Oulette como Tommy; e Matthew Lillard como o Diretor Gayle.

Kate Siegel (‘A Maldição da Residência Hill’), Michael Trucco (‘Hush: A Morte Ouve’), Katee Sackhoff (‘O Espelho’), Rahul Kohli (‘Missa da Meia-Noite’), Crystal Balint (‘A Queda da Casa de Usher’), Danielle Klaudt (‘A Queda da Casa de Usher’), Heather Graham (‘Do Inferno’), Tim Bagley (‘O Casal Perfeito’), Tahmoh Penikett (‘Dollhouse’), Mapuana Makia (‘Doogie Kamealoha M.D.’), Naika Toussaint (‘Simplesmente Apaixonados’), Delainey Hayles (‘Entrevista com o Vampiro’), Cassandra Naud (‘Influencer’) e Rowan Danielle completam o elenco.

 Trevor Macy entra como produtora executiva ao lado de Flanagan.

O livro já foi adaptado algumas vezes para a tela. Sua primeira versão foi lançada em 1976 e é considerada um dos grandes filmes de terror da história. Estrelado por Sissy Spacek, o longa foi dirigido pelo icônico Brian De Palma.

‘Confessions II’: Assista ao INCRÍVEL show de Madonna na Times Square!

Depois de divulgar o curta-metragem oficial do álbum Confessions II, a rainha do pop Madonna, em parceria com a plataforma de relacionamentos Grindr, lançou sua apresentação completa realizada em Nova York para promover o compilado de originais.

O show foi realizado na Times Square no último dia 4 de junho.

Assista na íntegra:

O álbum, que serve como sequência do aclamado Confessions on a Dance Floor, tem lançamento agendado para o dia 3 de julho e conta com 12 faixas na versão padrão, incluindo “I Feel So Free”“Bring Me Love” (esta em colaboração com a vencedora do Grammy Sabrina Carpenter) e “Love Sensation”.

O projeto ainda marca mais uma parceria entre MadonnaStuart Price, que produziu o disco original.

Relembre a tracklist:

 

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1. I Feel So Free
2. Good for the Soul
3. One Step Away
4. Bring Your Love
5. Danceteria
6. Read My Lips
7. Every Thing
8. Love Without Words
9. Bizarre
10. School
11. Fragile
12. My Sins Are My Savior

Confessions on a Dance Floor foi lançado há duas décadas e imediatamente tornou-se um sucesso comercial e crítico, revitalizando a carreira da rainha do pop após o controverso projeto ‘American Life’, de 2003. Trazendo icônicas faixas como “Hung Up”“Sorry”“Jump”, o disco é considerado um dos mais influentes dos anos 2000 e estende seu legado até os dias de hoje, tendo inspirado artistas como BeyoncéLady GagaBritney Spears.

‘Aves de Rapina’: Confira os figurinos das personagens do filme

A Warner Bros aproveitou a New York Comic Con para exibir com detalhes os figurinos usados pelas personagens de ‘Aves de Rapina.

Confira as imagens divulgadas pelo Comic Book:

Harley Quinn

Canário Negro

Caçadora

Cassandra Cain

Renee Montoya

Lembrando que ‘Aves de Rapina‘ estreia em 06 de fevereiro de 2020 nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

 

 

O longa é dirigido por Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).

Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

 

 

 

 

 

 

 

‘Katy Keene’: Fãs lamentam cancelamento da série estrelada por Lucy Hale

Depois de apenas uma temporada, a série ‘Katy Keene‘ foi cancelada de forma inesperada por conta da baixa audiência, e a decisão já está abalando os fãs.

Nas redes sociais, os internautas publicaram mensagens lamentando o cancelamento e o desperdício de talento da protagonista Lucy Hale.

Confira as reações:

Assista ao trailer:

O elenco conta com Lucy Hale como a protagonista, bem como Jonny Beauchamp, Ashleigh MurrayZane Holtz, Katherine LaNasa, Julia ChamCamille HydeLucien Laviscount.

Escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (O Mundo Sombrio de Sabrina) e Michael Grassi, e dirigido por Maggie Kiley, o spin-off gira em torno de quatro personagens icônicos da Archie Comics, incluindo a futura empresária da moda Katy Keene e a cantora e compositora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que lutam para conquistar seus sonhos na cidade de Nova York. A dramédia musical conta as origens e os obstáculos enfrentados pelo grupo.

Chris Hemsworth diz que é viciado em musculação; “Meu corpo desliga quando não malho”

Desde que assumiu o papel como o deus do trovão na franquia ‘Thor’, Chris Hemsworth vem ganhando cada vez mais músculos para interpretar o herói dos quadrinhos.

E, durante uma entrevista para o Access Online, ele revelou que acabou ficando viciado em musculação.

“Quando a rotina de gravações chega ao fim, eu não preciso malhar todos os dias. Mas meu corpo desliga quando não mantenho os exercícios em dia. Perco peso e me sinto mais cansado, por incrível que pareça. A verdade é que eu sou viciado em musculação, não me sinto bem quando paro.”

Ele continuou, deixando claro que malha por uma questão de saúde e não por estética:

“Fazer exercícios é ótimo, e não me vejo sendo uma pessoa sedentária. Me sinto feliz e saudável praticando minhas atividades físicas regularmente, não é uma questão de estética, mas de qualidade de vida, desde que não seja algo extremo.”

Anteriormente, Bobby Holland Hanton, dublê do astro, reclamou que está tendo dificuldades para construir um corpo tão musculoso quanto o de Hemsworth.

Durante uma entrevista para o podcast Fitzy & Wippa, Hanton brincou e disse que se sente ridículo ao lado de Hemsworth, que acumula nada menos que 105 kg de músculo.

“Luke Zoppi, o treinador de Chris, leva comida para ele a cada 2 horas. Tipo frango, batata doce, vegetais… Ele consome umas 450 calorias a cada refeição e come de 8 a 10 vezes por dia para manter aqueles 105 kg de puro músculo. É ridículo, eu não estou nesse nível, não consigo ficar igual a ele.”

Ele continuou:

“Quando as pessoas o veem, elas ficam tipo: ‘Uau, olha para ele, ele é gigante’. E eu fico: ‘Pois é, legal’. Uma vez liguei para ele dando uma bronca e disse: ‘Muito obrigado, cara, agora tenho que me matar de malhar para ficar do seu tamanho, brincou Hanton.

Vale lembrar que o Daily Mail divulgou as primeiras imagens dos bastidores de ‘Thor Amor e Trovão‘, mostrando Thor acompanhado de Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan) e Kraglin (Sean Gunn).

Confira:

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).

‘O Livro de Boba Fett’: Novo teaser mostra conexão com ‘Star Wars: Uma Nova Esperança’:

Esta semana foi lançado um novo teaser de ‘O Livro de Boba Fett‘, e a prévia trouxe uma breve referência de ‘Star Wars: Uma Nova Esperança‘.

Os fãs devem se lembrar de uma cena em que Luke (Mark Hamill) diz ao seu Tio Owen (Phil Brown):

“Mas eu estava indo para a estação Tosche para pegar alguns conversores de energia.”

Embora tenha sido apenas mencionada, a estação chegou a fazer parte do filme em uma cena que acabou sendo deletada, mas o local será homenageado em ‘O Livro de Boba Fett’.

Como a imagem abaixo deixa claro, o caçador de recompensas vivido por Temuera Morrison vai dar as caras em Tosche em algum momento da atração.

Considerando o amor dos produtores Jon Favreau e Dave Filoni pela franquia e seu vasto conhecimento sobre todos os cantos deste universo, não é bem uma surpresa a série explorar um lugar que permaneceu no imaginário do público por tanto tempo.

Confira as imagens e o teaser:

Lembrando que ‘O Livro de Boba Fett‘ tem estreia marcada para 29 de dezembro.

A primeira temporada terá oito episódios:

Episódio 1: The Champion
Episódio 2: The Assassin
Episódio 3: The Syndicate
Episódio 4: The Battleground
Episódio 5: The Homeworld
Episódio 6: The Warlord
Episódio 7: The Showdown
Episódio 8: The Hunter

Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.

Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.

Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.

A série também vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi‘.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

‘Kraven, o Caçador: Alessandro Nivola dá pistas sobre o seu personagem; “Um clássico vilão”

Desde que Alessandro Nivola (‘Os Muitos Santos de Newark’) foi escalado como vilão de ‘Kraven, o Caçador‘, os fãs estão curiosos para saber a identidade de seu personagem.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, o astro foi questionado sobre o assunto e deu uma pista, dizendo que interpreta um clássico vilão do universo ‘Homem-Aranha’.

Além disso, ele afirmou que o vilão foi pautado em termos realistas, apesar de ser uma adaptação de quadrinhos de super-heróis.

“A capacidade física dos personagens desse filme são fundamentadas na realidade. As pessoas não estão voando por aí nem nada. [O diretor] J.C. Chandler descreveu meu personagem como o atleta olímpico mais incrível que você já viu. Ainda não tenho permissão de revelá-lo, mas foi uma oportunidade real de interpretação. Vocês vão ver, eu não tive que usar trajes colados ou fazer nenhum ajuste através de efeitos visuais.”

Ele continuou:

“Eu não estava atrás de uma parede verde. Eu só me transformo, fisicamente, nos momentos finais do filme, então só o que posso dizer é que sou um clássico vilão dos quadrinhos e é tudo muito interessante sobre ele, sua psicologia, sua complexidade, sua história pessoal… E o filme tem um salto no tempo, então o personagem muda muito do jeito que ele é no início do filme. Pude me entregar à atuação tanto quanto em outros filmes que fogem dessa pegada blockbuster.”

Anteriormente, o protagonista Aaron Taylor-Johnson (‘Kick-Ass’) em entrevista recente, que o filme será fiel aos quadrinhos, e mostrará “o Caçador que todos nós queremos ver”.

Por sinal, Taylor-Johnson aproveitou a entrevista para tentar esclarecer um pouco a confusão que ocorreu, depois de ter declarado anteriormente que Kraven seria um personagem “amante dos animais”.

Confira a declaração completa:

“Não posso confirmar nenhum detalhe nem nada. E também, eu acho que provavelmente foi um pouco tirado do contexto. Quero dizer, eu acho que você sabe o que eu quis dizer, o que realmente foi dito foi que ele era um protetor do mundo natural, eu disse, e ele é um conservacionista, o que é provavelmente mais preciso, e então deveria ter parado por aí, ponto final, não deveria ter ido além disso.

Porque, sim, acho que você sabe que realmente tem que entender, sim, ele é um caçador e desse mundo de caça e há tantos aspectos. O que eu amo nesse personagem é que o que ele está humanizando é que ele tem falhas, certo? Kraven é um personagem bonito.

Sergei Kravinov é um personagem bonito porque é alguém que realmente se entende e tem falhas. Este é um personagem que foi construído há muito tempo e está em um novo tempo, uma nova era, mas sim, ele vai ser O Caçador que todos nós queremos ver? Sim, absolutamente. Absolutamente.”

Para quem não conhece o personagem, Sergei Kravinoff é um caçador obsessivo que foi apresentado como um vilão do Homem-Aranha em ‘O Espetacular Homem-Aranha’ #15 (1964). Segundo o Fandom, Kravinoff começou sua carreira como um caçador típico, mas com o tempo desenvolveu uma preferência por abater animais de grande porte com as próprias mãos. Depois de conhecer um feiticeiro voodoo conhecido como Calypso, Kravinoff tomou uma poção de ervas que aumentou seus poderes físicos, dando-lhe força, velocidade e sentidos para combinar com um gato da selva. A poção também estendeu sua vida, mantendo sua saúde e vitalidade nos próximos anos.

Lembrando que a adaptação tem estreia marcada para janeiro de 2023.

O elenco também é formado por Ariana DeBoseRussell Crowe, Christopher AbbottFred HechingerLevi Miller.

O roteiro foi escrito por Art Marcum, Matt HollowayRichard Wenk.

Disney vai fechar hotel temático de ‘Star Wars’ menos de dois anos após inauguração

De acordo com JoBlo, a Disney anunciou que está fechando o hotel Star Wars: Galactic Starcruiser menos de dois anos após sua inauguração.

Inaugurado em março de 2022, o hotel será fechado em setembro deste ano.

Para quem nunca visitou, o hotel dá aos hóspedes a chance de entrar em um mundo completamente imersivo da saga, mas no valor de U$$ 6.000 para uma família de quatro pessoas, uma experiência que muitos não podiam pagar.

A experiência acontece a partir do momento em que os clientes chegam ao terminal do Walt Disney World Resort e embarcam em uma cápsula de lançamento que os leva ao cruzador estelar Halcyon.

Ao longo de dois dias, os convidados interagem com uma variedade de personagens, desfrutam da culinária, participam de missões secretas e até pegam um transporte para o Star Wars: Galaxy’s Edge, outra atração inspirada na saga.

Imagem: Walt Disney World Resort

Através de um comunicado, um porta-voz da companhia disse que:

Star Wars: Galactic Starcruiser é um dos nossos projetos mais criativos de todos os tempos e foi elogiado por nossos convidados e reconhecido por estabelecer um novo padrão de inovação e entretenimento imersivo. Esta experiência nos deu a oportunidade de experimentar coisas novas em uma escala menor de 100 quartos e, enquanto nos preparamos para sua viagem final, usaremos o que aprendemos para criar experiências futuras que possam alcançar mais hóspedes e fãs.”

No momento, novas reservas para o Star Wars: Galactic Starcruiser foram pausadas, mas serão reabertas em 26 de maio, e a viagem final do Halcyon acontecerá de 28 a 30 de setembro.

Lembrando que a próxima atração baseada na saga é a série da ‘Ahsoka‘, que estará disponível na Disney+ em 31 de agosto.

A prévia é marcada por diversos momentos de ação, com duelos de sabre de luz, batalhas espaciais e aparições especiais dos personagens da animação ‘Rebels‘, como Hera Syndulla (Mary Elizabeth Winstead) e Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo).

O elenco também conta com Ivanna Sakhno (‘The Reunion’) e Ray Stevenson (‘Black Sails’).

Confira, junto com o pôster:

Recentemente, Filoni conversou com o The Hollywood Reporter e foi questionado sobre suas expectativas pela estreia.

Em resposta, ele pareceu bastante animado com a sensação de ver sua criação ganhando sua própria série de TV.

No entanto, ele confessou que mantém uma dose de cautela em seu otimismo e prefere deixar os falarem por ele.

“Estou gostando muito dessa sensação. É algo que nunca pensei que faria, por mais que tenha feito todas essas coisas diferentes ao longo dos anos com a saga ‘Star Wars’. Escrever, dirigir e colaborar nesse tipo de coisa com tantas pessoas é apenas o topo da montanha para mim neste momento. Há muito trabalho a ser feito, mas tenho uma equipe incrivelmente talentosa ao meu redor para me apoiar. Portanto, estou cautelosamente otimista. Prefiro deixar os fãs falarem por mim, como sempre fazem.”

E aí, você está curioso para assistir ‘Ahsoka‘?

Lembrando que Hayden Christensen deve reprisar seu papel como Anakin Skywalker após seu recente retorno em ‘Obi-Wan Kenobi‘.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

Filho de John Lennon quer Emma Stone interpretando o cantor em cinebiografia dos ‘Beatles’

Há algumas semanas, foi revelado que os Beatles ganharão uma saga cinebiográfica focada em cada um dos quatro membros da banda.

Sob a direção do renomado cineasta Sam Mendes (‘1917’), o grandioso projeto promete explorar a fundo as vidas de John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison.

E, durante a 96ª cerimônia do Oscar, o filho de Lennon, Sean, conversou com a Variety sobre o projeto e disse que adoraria ver Emma Stone interpretando seu pai no quádruplo projeto.

“Espero que Emma Stone considere a possibilidade, porque ela fez um ótimo trabalho em ‘Pobres Criaturas. Acho que, se você quiser chegar lá como atriz, a próxima etapa óbvia é realmente ir em frente e interpretar John Lennon, disse Sean.

Ele continuou, argumentando sobre a dificuldade de realizar um filme sobre uma personalidade tão famosa como seu pai.

“Acho que quando se trata de alguém tão famoso como meu pai, é muito difícil fazer um filme como esse. Houve alguns filmes biográficos muito bem-sucedidos sobre personalidades da música. ‘La Vie en Rose’ foi incrível. ‘Ray‘ foi incrível. É possível fazer isso com os Beatles também, e acho que faremos um bom trabalho, por isso estou empolgado.”

Lembrando que os filmes serão produzidos pela Sony Pictures em parceria com a Apple Corps Ltd, juntamente com McCartney, Starr e as famílias de Lennon e Harrison, que concederam todos os direitos de história de vida e música para um filme roteirizado.

Além de dirigir todos os quatro filmes, Mendes produzirá ao lado de sua parceira da Neal Street Productions, Pippa Harris (‘Garoto Nota 10’), e de Julie Pastor (‘Império da Luz’). Jeff Jones será o produtor executivo da Apple Corps Ltd.

“O que é verdadeiramente emocionante é que Sam tem a liberdade de mergulhar nas vidas de cada um dos Beatles, sem nada fora dos limites e sem sentido de a banda querer que ele conte uma versão ‘autorizada’ particular de sua ascensão ao sucesso”. Complementou Harris

Mendes é um cineasta bastante renomado, reconhecido por obras como ‘Beleza Americana’, ‘1917’, ‘007 – Operação Skyfall’ e ‘Foi Apenas um Sonho’, entre outros.

O projeto está previsto para ser lançado em 2027.

‘Terra Selvagem 2’: Suspense com Jeremy Renner e Elizabeth Olsen vai ganhar continuação

O Deadline reporta que uma sequência do filme ‘Terra Selvagem‘, estrelado por Jeremy Renner e Elizabeth Olsen, está em desenvolvimento. No entanto, os atores não vão voltar para essa continuação.

A revista informa que o ator Gil Birmingham vai retornar após sua participação no primeiro filme, com os atores Alan Ruck (‘Succession’), Kali Reis (‘True Detective’) e Tatanka Means (‘Tiger Eyes’) se juntando ao elenco.

Martin Sensmeier também retorna para o novo filme, ao lado dos novos integrantes Jason Clarke (‘O Exterminador do Futuro: Gênesis’), Scott Eastwood (‘Esquadrão Suicida’) e Chaske Spencer (‘A Inglesa’).

A direção será por conta de Kari Skogland (‘Falcão e o Soldado Invernal’), e o roteiro assinado por Patrick Massett e John Zinman (‘Lara Croft: Tomb Raider’).

Intitulado de ‘Terra Selvagem: O Próximo Capítulo, o longa acompanhará a investigação do FBI de vários assassinatos sem solução nas reservas indígenas em Wyoming, nos EUA. 

O filme não tem previsão de lançamento.

Relembre o trailer de ‘Terra Selvagem‘:

Um caçador de coiotes e predadores traumatizado pela morte da filha adolescente encontra o corpo congelado de uma menina em um local ermo e decide iniciar uma investigação sobre o crime. 

O longa é dirigido por Taylor Sheridan, e está disponível no catálogo do Telecine.

Diretor afirma que ‘Ferrari’ NÃO é um filme de corrida

Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o renomado diretor Michael Mann ofereceu uma visão única sobre seu próximo projeto cinematográfico, ‘Ferrari‘.

Ao contrário do que muitos podem esperar, Mann deixou claro que este filme não deve ser categorizado como um típico filme de corrida, mas sim como um drama biográfico que explora o homem por trás do lendário império automobilístico.

Mann destacou a ênfase na vida de Enzo Ferrari, o icônico fundador da Ferrari, interpretado por Adam Driver, e sua jornada pessoal, além das velocidades vertiginosas das pistas de corrida:

“Este não é um filme de corrida. Este é realmente um filme por trás das corridas, por trás da Ferrari. São três meses tórridos na vida de [Enzo] Ferrari, sua esposa, Laura [interpretada por Penelope Cruz], ambos de luto pela morte do filho, Dino, um ano antes.”

“Além disso, há uma segunda família que ele tem e que ela não conhece, com Lina Lardi [Woodley] e um menino de 12 anos, Piero, que agora é Piero Ferrari. E tudo isso vem à tona num momento em que a empresa está indo à falência”, concluiu o diretor.

Assista:

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa debutou com uma aprovação de 86%, e uma nota média de 6.8/10.

Confira algumas avaliações:

“Um drama bem feito, interpretado com competência, mas no final das contas bastante vazio.” – Times (UK)

“A Ferrari demora, depois deslumbra e finalmente faz barulho.” – The Wrap

“Esta é uma produção refinada, requintada e cara, mas a Ferrari não acelera o ritmo rápido e furioso o suficiente para ter um apelo mais amplo.” – Screen International

“É um filme flexível e elegante, o tipo de longa que você esperaria de um veterano como Mann, que não faz um filme desde 2015” – TIME Magazine

“Depois que o que está em jogo foi pacientemente definido… é como se uma injeção de nitro tivesse ocorrido sob o capô do filme. As cenas de direção são surpreendentes – tão eletrizantemente reais quanto qualquer coisa na história do gênero.” – Daily Telegraphy

“Afastando-se das emoções e mirando ao drama familiar, ‘Ferrari’ se beneficia de outra grande atuação de Adam Driver e de um punhado de cenas de corrida coreografadas com maestria, mas, em última análise, é muito avessa ao risco.” – IGN

O longa-metragem chega aos cinemas em 8 de Fevereiro de 2024.

A trama é ambientada no verão de 1957 e nele o ex-piloto de corridas Enzo Ferrari está em crise. A falência persegue a empresa que ele e sua esposa, Laura, construíram há dez anos. Seu casamento é conflitante devido o luto enfrentado por um filho e o reconhecimento de outro. Ele decide então contrariar tudo e apostar numa corrida de mil milhas pela Itália, a conhecida Mille Miglia.

Ferrari é muito mais do que a história de um homem e sua máquina. É uma história extraordinária e emocionante que Michael vem desenvolvendo há anos e toda a equipe da STX está ansiosa pelo início da produção com esse elenco e cineasta dos sonhos. Adam Driver é um dos atores mais talentosos e fascinantes que já trabalhamos, e não poderíamos estar mais empolgados em tê-lo junto a Penélope, uma lenda viva”, disse o presidente da STX Entertainment, Adam Fogelson.

Baseado no livro ‘Enzo Ferrari: O Homem e a Máquina‘, do autor Brock Yates, e dirigido pelo cineasta indicado ao Oscar Michael Mann (‘Colateral’), ‘Ferrari‘ também conta com Penélope Cruz (‘Mães Paralelas’) como esposa, Laura Ferrari; Shailene Woodley como sua amante, Lina Lardi; Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’) como o piloto italiano de Fórmula 1 Piero Taruffi; e Gabriel Leone (‘Dom’) como o malfadado piloto espanhol Alfonso de Portago.

Condenado por ASSÉDIO, Jonathan Majors chora ao receber prêmio de Perseverança: “Eu sou imperfeito”

Após ser condenado por agressão imprudente de terceiro grau e assédio, o ator Jonathan Majors foi homenageado com o Prêmio Perseverança na quarta edição anual do Hollywood Unlocked Impact Awards. A premiação, que aconteceu no dia 21 de junho, reconhece indivíduos que, mesmo diante das adversidades, continuam a inspirar outros.

Segundo o ComicBookMovie, durante seu discurso emocionado, Jonathan Majors declarou: “Eu sou imperfeito. Eu tenho falhas – eu as reconheço. O que significa perseverança? Significa persistir em fazer algo apesar das dificuldades ou atrasos. E o Deus que eu sirvo me colocou em uma posição onde tive que incorporar essa palavra mais do que desejava ou esperava”.

Majors ainda refletiu sobre as lutas e aprendizados que enfrentou em sua jornada: “Vivemos em um mundo onde homens, especialmente homens negros, são retratados como super-heróis ou supervilões. Mas percebi que, pessoalmente, não sou nada disso. Sou apenas alguém cuja fé foi testada e fortalecida por este testemunho”.

O ator também compartilhou um momento de profunda vulnerabilidade ao falar sobre a escuridão que vivenciou: “Momentos em que tudo fica escuro, quero dizer, realmente escuro, virão em sua vida. Eu mesmo já vi essa escuridão. Sentei-me naquele negro absoluto e aprendi que quando você avista uma luz, deve correr o mais forte e rápido possível em sua direção. Nunca mais darei essa luz como garantida”.

Ao concluir seu discurso, Majors ressaltou a importância da perseverança e do apoio mútuo: “Perseverança vai além de simplesmente superar tempos difíceis. Trata-se das pessoas que nos inspiram, encorajam e apoiam. São elas que acendem a chama, a luz que é central em nós e nos mantém seguindo quando achamos que não conseguimos. Recebo este prêmio não apenas como reconhecimento de minha própria perseverança, mas como um chamado para estar presente pelos outros e ajudá-los quando enfrentarem seus próprios desafios”.

Além de Majors, o evento reconheceu o designer Christian Louboutin com o prêmio de Inovação, Cardi B com o prêmio de Inspiração e o lendário rapper Fat Joe com o prêmio de Cultura.

Conforme a Variety, o Jonathan Majors foi sentenciado a:

  • Completar um programa presencial de 52 semanas sobre violência doméstica em Los Angeles, onde atualmente reside, podendo migrar para sessões parcialmente virtuais no futuro.
  • Continuar a terapia de saúde mental na qual está matriculado e fornecer atualizações sobre seu progresso.
  • Está proibido de ter qualquer contato com Jabbari, visto que a vítima recebeu uma ordem de proteção permanente.

Qualquer violação ou atividade criminal poderá resultar em sua prisão.

A sentença foi proferida na segunda-feira pelo juiz Michael Gaffey em um tribunal de Manhattan, quatro meses após sua condenação.

No tribunal, Jabbari fez uma declaração contra Majors, declarando que o ator “não está arrependido e não aceitou a responsabilidade” pelo ataque.

“Eles farão isso de novo. Eles machucarão outra mulher. Este é um homem que acredita estar acima da lei”, disse Jabbari. “Eu tinha uma carreira, uma vida e um corpo, todos os quais ele danificou”.

Ela também chamou as táticas de Chaudhry e Zuckerman de atribuir a culpa a ela durante o julgamento de “abomináveis” e “horríveis”.

“Não descansarei até que ele não seja mais uma ameaça. Ele se recusa a reconhecer a culpa e assumir a responsabilidade. Ele continua sendo uma ameaça para todos ao seu redor. Eu vi a raiva dele e ele não tem controle sobre ela”, disse Jabbari.

O juiz Gaffey explicou que a falta de histórico criminal de Majors e prisões anteriores contribuíram para sua decisão de não dar ao ator tempo de prisão. Ele poderia ter enfrentado até um ano de cadeia.

Após a condenação, Majors foi demitido do papel de Kang no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM) e do filme ’48 Horas em Vegas’ da Lionsgate.

Timothy Dalton reage à notícia da saída dos produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli do controle da franquia ‘007’

O astro Timothy Dalton, que interpretou o icônico James Bond em007: Marcado para a Morte’ e 007: Licença para Matar’, se manifestou sobre a saída dos produtores da franquia.

Em entrevista ao Radio Times, Dalton revelou que ficou “muito, muito surpreso” com a saída dos produtores de longa data da franquia 007, Barbara Broccoli e Michael G. Wilson.

“Barbara é, eu acho, uma mulher fabulosa e uma produtora maravilhosa, assim como seu pai, Cubby Broccoli, com quem me dava muito bem e gostava muito. Ele foi uma âncora muito poderosa e forte para o projeto. Nada acontecia sem que ele quisesse, e é triste que ele não esteja mais conosco. É tudo o que posso dizer. Ele estava completamente no comando do show, e isso não é mais o caso”, afirmou.

Sobre o futuro da franquia, Dalton aconselhou a Amazon a não se afastar demais do que fez o personagem tão amado desde os anos 60.

“É uma franquia maravilhosa. Os filmes seguiram diferentes caminhos ao longo dos anos, mas há algo muito bom no original, e espero que a Amazon se agarre a isso e nos dê o tipo de filme que trouxe tanta empolgação e diversão para tantas pessoas”, disse.

“Você consegue se lembrar da primeira vez que viu um filme de Bond? Você era uma criança, certo? Eu também! E foi isso que nos motivou. De qualquer forma, boa sorte para eles, eu digo. Desejo-lhes tudo de melhor. Eles estarão fazendo o melhor para ganhar muito dinheiro, então espero que façam bons filmes”, concluiu.

Conforme o Deadline, a Amazon desembolsou cerca de US$ 1 bilhão para garantir o controle total da franquia.

Inicialmente, a empresa pagou um valor acima do comum pela MGM, estúdio responsável pela franquia, em um acordo orquestrado pelo então presidente do conselho da MGM, Kevin Ulrich.

O estúdio foi adquirido por US$ 8,5 bilhões, embora sua avaliação girasse entre US$ 3,5 bilhões e US$ 4 bilhões.

No entanto, para ter controle criativo total sobre o personagem, a Amazon precisou investir mais US$ 1 bilhão, garantindo assim a liberdade para Broccoli e Wilson explorarem e controlarem a propriedade intelectual de Ian Fleming.

Essa decisão de compra foi motivada pelo desejo da Amazon de expandir a franquia James Bond para um universo próprio, semelhante ao que Marvel e Star Wars fizeram. Algo que Broccoli, não concordava. Eles sempre defenderam um controle rigoroso da qualidade da franquia, mantendo a série como uma marca independente nos cinemas.

Vale lembrar que o capítulo mais recente de 007 foi ‘Sem Tempo para Morrer’, lançado em 2021 e disponível no Prime Video.

O filme conquistou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecado fortes US$774,2 milhões nas bilheterias mundiais.

Na trama, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz não dura muito quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista sequestrado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond à trilha de um vilão misterioso armado com nova tecnologia perigosa. 

Paul Walter Hauser critica ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ e surpreende com sinceridade

O ator Paul Walter Hauser fez sua estreia no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) interpretando o vilão Toupeira emQuarteto Fantástico: Primeiros Passos’. Agora, o astro compartilhou sua opinião sincera sobre o filme, surpreendendo fãs com sua avaliação.

Segundo o ComicBookMovie, Hauser deu 3,5 estrelas para o longa no Letterboxd, uma nota sólida, mas incomum vindo de um ator avaliando publicamente um projeto do qual participou.

“Adorei a trilha sonora, o design de produção, as atuações. Queria que não tivessem cortado minha cena com a Vanessa Kirby, mas estou empolgado por ter feito parte de um filme da Marvel (problemas de primeiro mundo; sou mimado por poder atuar). Ansioso para acompanhar a história do Franklin!!!”, escreveu o ator.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o roteirista Eric Pearson comentou sobre a cena mencionada por Hauser, que acabou ficando de fora da versão final do filme:

“Existem outras cenas com o Toupeira”, confirmou Pearson. “Havia uma cena com a Sue em que ela descia até ele para falar sobre diplomacia. Era superdivertida. Mas filmes são como um ensopado complicado: às vezes, você tem uma cena ótima, mas ela simplesmente não combina com o sabor final. Eu pensei: ‘Não dá pra voltar lá de novo. Deixa ele invadir o laboratório do Reed e mexer em tudo.’ Essa foi minha ideia: ‘Quero o Toupeira entrando.’ Provavelmente teria ido longe demais se eu fosse o diretor. Eu queria que ele tocasse em todos os dispositivos como o Baby Huey em Roger Rabbit, só andando e bagunçando tudo”.

Quarteto Fantástico arrecadou US$441,4 milhões ao redor do mundo, além de ter conquistado 86% de aprovação no Rotten Tomatoes e uma nota A- na CinemaScore.

Matt Shakman comanda o projeto.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

‘Harry Potter’: Nova série dará destaque ao ponto de vista de Draco Malfoy, revela ator

Lox Pratt, o ator escalado para viver o bruxo Draco Malfoy no aguardado reboot deHarry Potter, trouxe detalhes interessantes sobre a abordagem da produção. Segundo Pratt, embora a série da HBO seja anunciada como uma “adaptação fiel” dos livros, ela não seguirá uma reprodução literal, página por página.

Em entrevista ao portal Collider, Pratt explicou que a série está se afastando deliberadamente da estrutura narrativa dos livros, que é focada quase exclusivamente na perspectiva de Harry.

“Os livros são muito centrados no ponto de vista do Harry, e foi assim que os filmes também foram conduzidos. Nesta nova adaptação, o público poderá ver muito mais. Teremos vislumbres dos professores em seus momentos particulares e poderemos ver, por exemplo, o Draco em casa”, afirmou o ator.

Pratt também destacou a oportunidade de aprofundar a complexidade de seu personagem, algo que ele sente que faltou nas telonas:

“Nos filmes, Draco é quase unidimensional; ele é o vilão sarcástico. Mas sinto que há muito mais ali. É preciso entender o porquê de ele agir daquela forma”, acrescentou.

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

O elenco inclui:

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

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‘Demolidor: Renascido’ passa por refilmagens após GRANDE revisão criativa

Demolidor: Born Again passou por uma revisão criativa durante a produção, resultando em mudanças radicais na história e na equipe criativa.

Possíveis spoilers abaixo!

Segundo fontes do Comic Book Movie, inicialmente a produção incluía em seus planos a morte de Foggy Nelson, com o acontecimento levando Matt Murdock a abandonar a identidade do Demolidor.

O personagem não usaria o traje do herói por pelo menos quatro ou cinco episódios dos nove que compõem o retorno da série.

No entanto, segundo informações divulgadas no subreddit r/MarvelStudiosSpoilers, Matt Murdock recorrerá ao Rei do Crime para garantir a sobrevivência de Foggy em ‘Demolidor: Renascido’.

foggy nelson

Após as mudanças no roteiro, Foggy Nelson ainda parece estar destinado a levar um tiro. No entanto, Matt Murdock será forçado a trabalhar na campanha de Wilson Fisk para manter seu amigo vivo.

Imagens do set de filmagem indicam que, após um atirador aleatório ser descartado, o vilão Mercenário puxará o gatilho que deixará Foggy Nelson à beira da morte.

Nelson será salvo por Fisk com a mesma tecnologia que o Rei do Crime utilizou para regenerar seu olho e se curar após ter sido baleado na cabeça.

Nas redes sociais, o público está bastante animado e ansioso pela estreia.

Confira as reações:

Além de Cox e D’Onofrio, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) também retornam.

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.

A decisão está tomada! Will Smith é BANIDO do Oscar por 10 anos…

E finalmente os membros da Academia chegaram em seu veredito sobre a polêmica das últimas semanas… Will Smith está proibido de ir a todos os eventos organizados pela Academia de Hollywood, incluindo o Oscar, por 10 anos. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (8) pelos diretores da instituição.

A restrição não impede que ele seja indicado ao prêmio neste período, nem tira a estatueta que ganhou de melhor ator em 2022, de acordo com o que foi divulgado pelo The Hollywood Reporter.

Abaixo você confere, na íntegra, a carta divulgada pelo presidente da Academia, David Rubin, a respeito da polêmica decisão:

“A 94ª edição do Oscar deveria ser uma celebração dos muitos indivíduos em nossa comunidade que fizeram um trabalho incrível no ano passado; no entanto, esses momentos foram ofuscados pelo comportamento inaceitável e prejudicial que vimos o Sr. Smith exibir no palco.

Durante nossa transmissão, não abordamos adequadamente a situação na sala. Por isso, lamentamos. Esta foi uma oportunidade para darmos um exemplo para nossos convidados, espectadores e nossa família da Academia em todo o mundo, e ficamos aquém – despreparados para o fato inédito.

Hoje, o Conselho de Diretores convocou uma reunião para discutir a melhor forma de responder às ações de Will Smith no Oscar, além de aceitar sua renúncia. O Conselho decidiu, por um período de 10 anos a partir de 8 de abril de 2022, que o Sr. Smith não poderá participar de nenhum evento ou programa da Academia, pessoalmente ou virtualmente, incluindo, entre outros, o Oscar.

Queremos expressar nossa profunda gratidão ao Sr. Rock por manter a compostura em circunstâncias extraordinárias. Também queremos agradecer aos nossos anfitriões, indicados, apresentadores e vencedores por sua postura e graça durante nossa transmissão.

Esta ação que estamos tomando hoje em resposta ao comportamento de Will Smith é um passo em direção a um objetivo maior de proteger a segurança de nossos artistas e convidados e restaurar a confiança na Academia. Também esperamos que isso possa iniciar um tempo de cura e restauração para todos os envolvidos e impactados.”

Lembrando que a Academia do Oscar adiantou para esta sexta-feira a reunião de seus diretores para definir sanções contra Will Smith por ter dado um tapa em Chris Rock durante a premiação. A reunião estava marcada inicialmente para o dia 18 de abril.

Novo ‘Tomb Raider’ é anunciado; Saiba mais detalhes!

As companhias Amazon Games e a Crystal Dynamics anunciaram uma parceria para produzir e distribuir o próximo jogo da série ‘Tomb Raider‘, clássica no mundo dos jogos eletrônicos.

O subtítulo ainda não foi revelado, mas continuará a história da icônica Lara Croft, dos três jogos anteriores, como ‘Tomb Raider‘ (2013), ‘Rise of the Tomb Raider‘ (2015) e ‘Shadow of the Tomb Raider‘ (2018).

A Amazon Games e a Crystal Dynamics prometem um game multiplataforma focado na experiência single-player. “Em um ambiente que recompensa a exploração e o desbravamento criativo, com quebra-cabeças intrincados e uma grande variedade de inimigos para enfrentar e derrotar”, diz a descrição oficial.

Também é descrito que este pode ser o “maior e mais expansivo jogo de Tomb Raider já feito”. O projeto está em suas fases iniciais, e mais informações serão anunciadas no futuro.

Ainda não foi divulgada nenhuma previsão de lançamento.

Henry Cavill como Homem de Aço em fotos do set de ‘Batman V Superman’

Henry Cavill (o Superman) estampa as novas imagens do set de e ‘Batman V Superman: Dawn of Justice‘ em Detroit. Tao Okamoto, Holly Hunter e Scoot McNairy  também foram fotografados durante as filmagens.

Frank Miller diz que detesta todos os filmes do Batman

Veja as fotos:

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A Warner Bros. já havia anunciado em maio locações africanas. De acordo com Nassim Abassi, Batman, Superman e companhia vão começar a rodar cenas por lá no dia 1º de setembro. Atualmente, o longa é filmado em Detroit (EUA).

Marrocos é um local conhecido por suas belas praias e arquitetura antiga, podendo facilmente representar Atlantis (lar do Aquaman) ou Themyscira (da Mulher-Maravilha).

Batman V Superman‘ continuará sendo rodado até meados de novembro.

Ben Affleck sofre acidente no set de ‘Batman V Superman’

Recentemente, a Warner Bros. alterou a data de estreia de ‘Batman v Superman: Dawn of Justice para evitar confronto com ‘Capitão América 3‘ nas bilheterias. De maio de 2016, o filme foi adiantado para 25 de março do mesmo ano.

‘Batman v Superman’ pode recriar batalha final de ‘O Homem de Aço’

Em ‘Batman v Superman: Dawn of Justice‘, Ben Affleck será Bruce Wayne/Batman. Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’) viverá o mordomo Alfred. A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’). Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill (Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent).

O diretor Zack Snyder retorna. O roteiro será novamente de David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’.

Pai em Dose Dupla

(Daddy’s Home)

 

Elenco:

Linda Cardellini – Sarah
Mark Wahlberg – Dusty
Will Ferrell – Brad
Paul Scheer – The Whip
Thomas Haden Church – Leo
Devin Posey – Fã da NBA
Alessandra Ambrosio – Karen

Direção: Sean Anders e John Morris

Gênero: Comédia

Duração: 96 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: R$ 50 milhões

Estreia: 28 de Janeiro de 2016

Sinopse: 

Pai em Dose Dupla‘ conta a história de Brad (Will Ferrell), um pacífico executivo de rádio que se esforça para se tornar o melhor padrasto para os dois filhos de sua esposa. As complicações começam quando Dusty (Mark Wahlberg), o descontraído e aproveitador pai verdadeiro, aparece, forçando-o a competir pela afeição das crianças.

Crítica em Vídeo:

Entrevistas:

 

Curiosidades: 

» Will Ferrell e Mark Wahlberg voltam a atuar juntos após o sucesso de ‘Os Outros Caras’.

» Linda Cardellini, Thomas Haden Church e Hannibal Buress também estrelam o filme.

» Sean Anders e John Morris, dupla de ‘Quero Matar Meu Chefe 2’ e ‘Este é o Meu Garoto’, dirigem.

 

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

Mutantes fazem Dubsmash em vídeo hilário de ‘X-Men: Apocalipse’

Bryan Singer liberou em seu perfil no Instagram um mini vídeo com alguns mutantes de ‘X-Men: Apocalipse‘ fazendo Dubsmash da música Beast Mode .

Muito legal!

O vídeo foi realizado durante as filmagens da produção em Toronto, entre abril e agosto de 2015.

 

X-Men: Apocalipse’ tem estreia marcada para 19 de maio de 2016

Este novo filme da série ‘X-Men‘ se passará uma década após os eventos de ‘Dias de um Futuro Esquecido‘ e será focado nos jovens mutantes da franquia, servindo como uma continuação de ‘X-Men: Primeira Classe‘.

Trailer de ‘X-Men: Apocalipse’ ganha previsão de lançamento

‘X-Men: Apocalipse’ se passará nos anos 80 e terá “destruição em massa”

Bryan Singer dirige. Este é o quarto filme da série mutante dirigido por Singer, depois de ‘X-Men‘ (2000), ‘X-Men 2‘ (2003) e ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ (2014).