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‘The Boys’: Showrunner revela quantas temporadas a série deve ter

Durante uma entrevista para o CBM, Eric Kripke, o showrunner de ‘The Boys, foi questionado em qual temporada a série será encerrada.

Apesar de não revelar exatamente, o cineasta indicou que a atração pode ter apenas cinco temporadas.

“Eu sou inteligente o suficiente para não dizer publicamente os pontos finais da minha série, mas eu acho que cinco temporadas seria o bastante. Cinco é um bom número. Não posso dizer que tenho um plano temporada por temporada, assim como eu não tinha um quando trabalhei em ‘Supernatural‘.”

Para quem não sabe, Kripke também planejou apenas cinco temporadas para ‘Supernatural‘, e acabou se afastando da produção depois que a série foi renovada para o 6º ano.

“Eu planejei cinco temporadas para ‘Supernatural‘, mas eu não poderia estar mias errado sobre até que ponto a trama iria durar, então não posso confirmar nada sobre a duração [de ‘The Boys]. Estamos concentrados em trabalhar na 3ª temporada e estamos vendo onde isso vai nos levar.”

Anteriormente, o produtor Seth Rogen conversou com o Games Radar e foi questionado sobre o assunto. Ele fez mistério, mas garantiu que o fim já está planejado.

“[O Showrunner] Eric [Kripke] já tem em mente um número ideal de temporadas, e o final da história já foi planejado. Acho que a trama ainda rende mais duas temporadas até chegarmos onde queremos… Não estou afirmando nada, mas é o que eu penso, ainda tem bastante coisa para contarmos antes do fim.”

Rogen acrescentou que está muito contente com a popularidade da série e a equipe de produção está empenhada em manter o nível de qualidade da atração.

“Não queremos estender a história até que ela acabe por conta da baixa audiência, toda a equipe está empenhada em manter a qualidade e encerrar os trabalhos como planejamos desde o início. Estou contente com a aceitação e o sucesso da série e espero que seja assim até o fim.” 

Assista ao trailer:

 

Nos novos episódios, os protagonistas serão fugitivos enquanto procuram Billy Bruto (Karl Urban), desaparecido após a trágica revelação sobre sua mulher.

Enquanto isso, Os Sete continuam lucrando com lucrando com o pânico causado por um Supervilão e recrutam uma nova heroína, Stormfront (Aya Cash), que ameaça ocupar o posto e a popularidade do Capitão Pátria, desafiando-o a todo momento.

A Amazon Prime também divulgou os títulos dos episódios.

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Dave Bautista se reuniu com a Warner e DC para viver o vilão Bane em ‘Batman 2’

Dave Bautista conseguiu transformar Drax, o Destruidor de um personagem pouco conhecido a um dos heróis mais populares da Marvel.

Agora, o ator expressou sua vontade em interpretar o Bane, um dos vilões mais icônicos do Homem Morcego.

Bautista revelou durante Justice Con que foi diretamente aos escritórios de DC para pedir para viver o vilão em ‘Batman 2‘.

“Oh, eu seria o Bane o dia todo. Eu não guardei segredo sobre isso. Eu quero tanto interpretar Bane que fui para a Warner Bros., tive uma reunião com eles, tive um encontro com DC, entrei pela porta e disse: ‘Eu quero interpretar Bane.’ Não estou brincando. Eles falavam: ‘Uau, nem vamos escalar o Bane ainda.’ Eu falei: ‘Eu não me importo, já estou interpretando ele.’ “

Segundo rumores, a Warner Bros. pretende usar o vilão na sequência de ‘Batman’, de Matt Reeves. 

Rumores apontavam que Bane estaria em ‘O Esquadrão Suicida’, de James Gunn, e que Bautista faria parte do elenco, mas foi obrigado a desistir por conflitos em sua agenda. No entanto, seu suposto papel não havia sido revelado.

Bane apareceu pela primeira vez nos cinemas em 1997, em ‘Batman & Robin’, e sua última aparição foi em 2012, interpretado por Tom Hardy em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’.

‘Spencer’: Filme que traz Kristen Stewart como Princesa Diana é ADIADO no Brasil

Inicialmente previsto para chegar aos cinemas nacionais dia 11 de Novembro, ‘Spencer‘ segue sem previsão de lançamento no Brasil.

A cinebiografia da Princesa Diana estreou hoje nas plataformas digitais nos EUA, o que fez os fãs se revoltarem com a demora nas novidades do filme por aqui e colocar o título nos Trending Topics daqui.

O CinePOP entrou em contato com a assessoria da Diamond Films, que confirmou que o filme ainda não tem previsão de estreia.

No Rotten Tomatoes, o longa dirigido por Pablo Larraín (‘LOVE: A História de Lisey’) conquistou 86% de aprovação da críticas, com 6 avaliações positivas e apenas uma negativa, até o momento.

 

Veja as principais críticas:

Xan Brooks, The Guardian

Kristen Stewart se mostra totalmente atraente no papel-título. Ela tem uma atuação desajeitada e educada como Diana, e isso é inteiramente como deveria ser quando se considera que Diana fez uma atuação desajeitada e educada ela mesma, enfeitando sua alta altivez inata e elegante com aparas coquetes estudadas. Quando ela desabou, perdeu o equilíbrio, foi como assistir uma mulher perfeita que na verdade é falha. Mas Stewart captura efetivamente a agonia de uma mulher tão programada e isolada que sente que não tem escapatória e perdeu de vista quem ela é.

Owen Gleiberman, Variety

Kristen Stewart não faz apenas uma representação (embora no nível da representação ela seja excelente). Ela se transforma; ela muda seu aspecto, seu ritmo, seu carma. Assistindo-a interpretar Diana, vemos um eco, talvez, da própria relação ambivalente de

Pete Hammond, Deadline

Eu não tenho palabras sobre o desempenho de Stewart, passando de uma impressão de uma figura incrivelmente bem narrada para lindamente alcançar a essência de quem ela era. É uma reviravolta estimulante, amarga, comovente e totalmente deslumbrante, levando Diana por caminhos que não vimos representados como neste retrato hipnotizante.

Guy Lodge, Weekend

Escolher Stewart, outra celebridade reservada que conhece o brilho obsessivo e autoritário do fandom melhor do que a maioria, é inspirador. Seu desempenho não é apenas um feito de mimetismo totalmente transformador, embora ela tenha prestado atenção detalhada à postura e pose de Diana, especialmente. Em vez disso, é uma evocação irônica e empática de uma mulher de alguma forma bloqueada de suas vidas interna e externa, congelada no corredor – antes de correr para a escada de incêndio.

 

Confira o teaser legendado:

Jackie‘, de 2016 – também dirigido por Larraín, trouxe Natalie Portman como Jackie Kennedy e o papel futuramente lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

Os ‘Teletubbies’ VOLTARAM! Netflix divulga o trailer do reboot da série infântil

Sim, você não leu errado, ‘Teletubbies‘ vai mesmo ganhar um reboot feito pela Netflix, com estreia prevista para novembro de 2022.

A série foi um grande sucesso dos anos 1990 e marcou a vida de muitas crianças no Brasil no comecinho dos anos 2000.

O streaming divulgou hoje o trailer da nova versão. Assista:

A promessa da Netflix é trazer Tinky Winky, Dipsy, Laa-Laa e Po em uma versão “reimaginada e repaginada para os dias atuais”.

Vale destacar que a narração dos episódios (em inglês) ficará a cargo do comediante Tituss Brugess, que explodiu em popularidade depois de estrelar o seriado Unbreakable Kimmy Schmidt. Além do ator indicado a quatro Emmys, Teletubbies também contará com um quadro dedicado inteiramente a músicas originais.

Desse modo, em vez apenas das músicas de abertura e encerramento, a criançada e toda a família podem esperar para dançar uma nova canção a cada episódio.

Trazer os ‘Teletubbies‘ de volta faz parte dos esforços da Netflix para ampliar e diversificar seu catálogo de produções infantis e pré-escolares, conte

Além dos bonecos coloridos, os planos da empresa incluem o lançamento de novas temporadas de séries animadas já conhecidas pelo público infantil, como A Casa Mágica de Gabby e Waffles + Mochi; além de desenhos inéditos como Princess Power, sobre emponderamento feminio; e Guardiões da Floresta, sobre três irmãos nativo americanos que protegem a terra e os espíritos do parque nacional.

Lembrando que esta não é a primeira vez que Teletubbies receberá uma nova versão. Na esteira do sucesso mundial, a série original da BBC começou a ser exibida no Brasil em 1999 pela TV Globo e também ocupou espaço na grade da TV Cultura. Em 2015, houve uma tentativa de repetir o sucesso com um reboot, mas ele passou bem longe. Agora a Netflix volta a apostar nos personagens na tentativa de repetir o fenômeno.

Teletubbies’ estreia na Netflix em 14 de novembro.

‘Ehrengard – A Ninfa do Lago’: Conheça o ROMANCE da Netflix que se tornou o 3º filme mais visto do catálogo

Chegou ontem ao catálogo da Netflix o filme ‘Ehrengard – A Ninfa do Lago’, romance ambientado no reino de Babenhausen, onde um jovem chamado Cazotte, sedutor e ‘especialista na arte da conquista’, é contratado pela grã-duquesa numa missão para garantir herdeiros ao trono.

Escrita por Anders Frithiof August e dirigida por Bille August, a produção dinamarquesa recebeu alguns elogios da crítica, como o Decider, que a descreveu como:

“Um encantador conto de fadas romântico, que é perfeitamente leve e alegre se você o considerar a farsa que é e não estiver procurando por algum tipo de conto de fadas feminista revolucionário e que se leva a sério.”

Além disso, os assinantes da Netflix também foram conquistados pelo enredo, já que o títulos ocupa o 3º lugar entre os mais assistidos da plataforma.

Enquanto procura uma futura princesa que atenda aos requisitos da missão, Cazotte também precisa a ensinar ao introvertido e tímido príncipe sobre a arte da sedução e do sexo. No entanto, o plano sai de controle e um herdeiro é concebido fora do casamento, obrigando a família real a buscar refúgio no castelo de Rosenbad.

Quando os rivais da família se aproximam da verdade, Cazotte acaba se apaixonando por Ehrengard, a dama de honra e é então que ele percebe que não é nenhum especialista no amor.

Confira o trailer:

O elenco conta com Sidse Babett Knudsen, Mikkel Boe Følsgaard, Alice E. Bier Zandén, Jacob Ulrik Lohmann, Sara-Marie Maltha, Emilie Kroyer Koppel, entre outros.

No reino de conto de fadas de Babenhausen, um jovem autoproclamado especialista em amor, o Sr. Cazotte (Mikkel Boe Følsgaard), é contratado pela intrigante grã-duquesa (Sidse Babett Knudsen) para ajudá-la a garantir um herdeiro. Enquanto procura uma futura princesa adequada, o Sr. Cazotte ensina ao tímido e introvertido príncipe herdeiro Lothar (Emil Aron Dorph) a arte da sedução e do sexo. Mas o tiro sai pela culatra, quando um herdeiro é concebido fora do casamento e a família real tem que buscar refúgio no castelo de Rosenbad. Aqui, enquanto os rivais da família real se aproximam de seu esquema, o próprio Cazotte se apaixona por Ehrengard (Alice Esther Bier Zandén), a dama de honra, e gradualmente descobre que, na verdade, ele não é nenhum especialista em amor.

Emilie Kroyer KoppelSara-Marie MalthaJacob Lohmann completam o elenco.

Vale comentar que os figurinos e o design de cenários foram feitos pela Rainha Margrethe II, da Dinamarca. Desde 1970, a Rainha tem sido bastante ativa em diversas expressões artísticas, incluindo pintura, aquarela, ilustrações, découpage, cenografia e bordado.

FENÔMENO! Conheça o romance cujo trailer SUPEROU visualizações de ‘Barbie’ e ‘Wicked’

O primeiro trailer de ‘É Assim que Acaba‘ (It Ends with Us), produção baseada no popular romance da Colleen Hoover, ultrapassou a marca das 128 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas de seu lançamento.

Atualmente, o trailer já registra mais de 500 milhões de visualizações em todas as redes.

De acordo com o Deadline, a popularidade do vídeo supera os números de outras produções recentes voltadas para o público feminino. Para termos de comparação, o trailer de ‘Wicked‘ registrou 112.9 milhões de visualizações no primeiro dia de seu lançamento.

Já o fenômeno ‘Barbie‘ alcançou 101.6 milhões de views no mesmo período.

O trailer da adaptação estrelada por Blake Lively e Justin Baldoni também superou produções recentes como ‘Taylor Swift: The Eras Tour‘ (96.2M), ‘As Marvels‘ (90.6M), ‘Meninas Malvadas‘ (79.3M), ‘Rivais‘ (75M) e ‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ (61.6M).

É Assim que Acaba‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de agosto.

Confira o trailer, dublado e legendado:

Pôster do filme "É Assim que Acaba.

A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.

Brandon Sklenar, Jenny Slate e Hasan Minhaj completam o elenco da produção.

Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall (‘I Am Not Okay With This’).

Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.

Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.

À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.

Fique ligado para mais informações!

Além de ‘Seven’, Denzel Washington revela QUAL filme ele se arrepende de não ter aceitado estreelar

Denzel Washington recentemente admitiu que se arrepende de ter recusado alguns papeis em Hollywood.

Além de lamentar ter recusado o convite para viver o personagem de Brad Pitt em ‘Seven’, de 1995, ele também se arrepende de não ter aceitado interpretar o protagonista de ‘Conduta de Risco’, filme que se tornou um marco na carreira de George Clooney.

O ator revelou que o roteiro de Tony Gilroy era “o melhor material” que ele havia lido em muito tempo, mas decidiu não participar por receio de trabalhar com um diretor estreante.

A produção, lançada em 2007, acabou sendo um grande sucesso, recebendo aclamação da crítica e solidificando Clooney no papel de Michael Clayton.

Em entrevista, Washington falou abertamente sobre essa decisão, mencionando que essa foi uma das raras ocasiões em que se arrependeu de recusar um projeto.

Ele destacou que o papel exigia muita profundidade, algo que, olhando para trás, teria sido um desafio interessante em sua carreira.

“‘Conduta de Risco‘ foi o melhor material que eu tinha lido em muito tempo, mas eu estava errado. Acontece”, afirmou Denzel Washington

Porém, apesar desses dois arrependimentos, o ator construiu uma carreira sólida, sendo conhecido por evitar projetos que não combinam com sua visão artística.

Aos 70 anos, Denzel Washington revelou que existem poucos filmes que ainda deseja fazer, no entanto, algumas obras ainda chamam a atenção do astro. Este é o caso de Gladiador II’, filme de Ridley Scott, que teve Washington no papel de Macrinus

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Marília Mendonça e Maiara & Maraisa é só o começo…. Prime Video vai investir em histórias de cantores sertanejos do Brasil

O Prime Video parece ter encontrado um novo filão para suas produções brasileiras. Após investir em projetos dedicados a Marília Mendonça e anunciar uma série documental sobre Maiara & Maraisa, a plataforma já estaria planejando novas cinebiografias de grandes nomes da música sertaneja.

Tomás Tejero – Líder Regional, América Latina e Canadá e Javiera Balmaceda – Chefe de Originais Internacionais para América Latina, Canadá e Austrália, revelaram que são apaixonados pelo gênero musical e enxergam nas trajetórias dos cantores brasileiros um enorme potencial para filmes, séries e documentários. Outros artistas já estariam sendo avaliados, mas nenhum nome foi oficialmente anunciado até o momento.

Assista:

A principal aposta é o filme de ficção ‘Marília’, que contará a história da eterna Rainha da Sofrência. Marina Versos foi escolhida para interpretar a cantora, enquanto o elenco também reúne Hermila Guedes, Klara Castanho, Marcelo Serrado, Sophia Valverde, Daniel Haidar, Alejandro Claveaux e João Guilherme. A direção é de Dainara Toffoli, com roteiro assinado por Carina Schulze e Patrícia Andrade.

Além da cinebiografia, Marília também ganhará a série documental ‘Marília Mendonça: Sentimento Louco’, que estreia no dia 16 de outubro de 2026. A produção contará com arquivos pessoais e depoimentos de familiares, amigos e parceiros profissionais para revisitar a meteórica carreira da artista. O projeto é dirigido por Susanna Lira e representa, segundo a própria Amazon, o maior investimento do serviço na preservação da memória de uma artista brasileira.

A plataforma também anunciou uma série documental sobre Maiara & Maraisa. Dirigida por João Wainer, a produção acompanhará a rotina das irmãs, os preparativos para o casamento de Maraisa, reflexões sobre a autoimagem e um retorno ao Mato Grosso, lugar em que a dupla iniciou sua trajetória. Não há previsão de estreia.

O interesse por novas histórias brasileiras faz parte de uma expansão ambiciosa do streaming. O Prime Video anunciou que investirá mais de US$ 2 bilhões na América Latina entre os anos de 2027 e 2030, contemplando produções originais, títulos licenciados e transmissões esportivas. A empresa também pretende mais que dobrar a quantidade de produções locais e lançar mais de 25 títulos latino-americanos somente em 2027. A informação foi divulgada pela Amazon em um evento na Cidade do México que contou com a presença do CinePOP.

Com o sertanejo movimentando multidões e acumulando histórias marcadas por sucesso, tragédias, rivalidades e superação, não faltam artistas que poderiam ganhar suas próprias cinebiografias.

Por enquanto, o Prime Video mantém os próximos nomes em segredo.

10 Filmes que giram em torno de Fetiches

Abordar os sentimentos ligados aos desejos sexuais é sempre uma linha delicada que muitos filmes navegam nas suas tramas. Muitas vezes associado ao comportamento, os fetiches são base de reflexões em muitas produções. Pensando nesse recorte, muitas vezes calientes, dentro de algumas produções, segue abaixo uma lista que fazem refletir sobre o tema:

 

Fiéis

Na trama, conhecemos Bodil (Bracha van Doesburgh), uma experiente juíza holandesa que leva uma vida feliz com o marido, o médico Milan (Nasrdin Dchar). Sua melhor amiga, Isabel (Elise Schaap) é uma mulher que passa por uma crise no casamento. As duas, em determinadas épocas do mês fazem uma viagem onde vivem outras vidas, com calientes romances, um plano que dá sempre certo pois uma é cúmplice da outra. Quando um assassinato acontece e misteriosamente Isabel desaparece, Bodil se vê em um labirinto onde achar verdades em meio a tantas mentiras é uma tarefa complexa. Tudo se complica mais ainda quando Luuk (Gijs Naber), marido de Isabel resolve se juntar na busca pela esposa.

 

Uma Nova Amiga

Na trama, acompanhamos a trajetória sofrida de Claire (Anaïs Demoustier), uma mulher de meia idade que não se desgrudava da amiga Laura (Isild Le Besco). Ambas cresceram juntas e ao longo do tempo desenvolveram uma amizade muito forte. Tudo ia bem até Laura falecer precocemente. Claire, fica muito abalada e sem saber direito como seguir em frente sem a amiga. Até que um certo dia, em uma visita a casa da amiga, ela é surpreendida com a descoberta de um segredo de David (Romain Duris), marido de Claire.

 

Um Clímax entre Nós

Na trama, conhecemos Luna (Gaite Jansen) uma estrategista de comunicação que vive dias intensos em seu presente com a afirmação de seu relacionamento com Mink (Martijn Lakemeier), um estudante que trabalha em um bar e ainda não se afirmar no que deseja fazer com sua vida. O relacionamento entre os dois pombinhos é muito carinhoso, com ótimos momentos mas existe uma situação que incomoda a protagonista, durante as vezes que faz sexo com o namorado não consegue chegar ao orgasmo, nunca encontrando seu ponto g. Para tentar mudar a situação e longe de ir para o diálogo (que deveria ser a alternativa mais certeira), resolve propor para Mink uma noite de aventura num Ménage à trois. Em busca da ponta do triângulo que falta, eles conhecem Eve (Joy Delima). Após uma noite cheia de prazeres, Luna começa a questionar de forma mais profunda seu relacionamento.

 

Se Organizar Direitinho…

Na trama, conhecemos um grupo de pessoas que de alguma forma estão em momento presente passando pela reflexão sobre o sexo e suas infinitas possibilidades. Ao longo de uma noite dentro de um badalado clube de swing, os variados personagens encontram-se em dilemas mas acima de tudo em busca de algo que possa ser um complemento para sua felicidade plena. Tem um casal que quer experimentar um ménage, tem dois primos que não se veem faz muito tempo mas que sempre tiveram atração um pelo outro, tem um rapaz tímido que busca encontrar alguém para tirá-lo da solidão, tem dois amigos que convidam suas esposas para um troca troca, tem uma mulher que foi para uma despedida de solteira e não lembra da noite anterior.

 

Instinto Selvagem

Na trama, acompanhamos um detetive que se envolve em uma intrigante investigação de assassinato e acaba sendo seduzido pela principal suspeita do caso.

 

Secretária

Na trama, conhecemos Lee (Maggie Gyllenhaal) uma tímida mulher que passou por muitos momentos de aflições na vida, inclusive precisando ser internada por um tempo por conta do vício em se cortar. Quando recebe alta da clínica, percebe que seu mundo de alguma forma está no mesmo lugar que deixou e acaba investindo em uma profissão de datilógrafa. Assim, acaba chegando até o escritório de um advogado, Mr. Grey (James Spader), um homem extremamente controlador, amargurado, rígido que começa um jogo de dominação com a protagonista, fato que mudará a vida dos dois para sempre.

 

Boa Sorte, Leo Grande

Na trama, conhecemos Nancy (Emma Thompson) uma viúva, aposentada, que depois de muito se sentir sozinha e após o falecimento do marido, resolve se hospedar em um quarto de hotel e contratar um profissional do sexo bem mais jovem que ela, Leo (Daryl McCormack), para lhe satisfazer os desejos. Só que essa professora, mãe de dois filhos adultos, não sabe direito, de início, como agir. Ao longo de muitas conversas que vão desde prazeres e fantasias sexuais até mesmo os conflitos familiares fora dali, os dois embarcam em diálogos e situações que os farão pensar com outros olhos sobre a vida.

 

O Homem Ideal

Na trama, conhecemos Alma (Maren Eggert) uma cientista e professora, em fase final de uma pesquisa de anos, que aceita ser cobaia de uma experiência inusitada: ficar por três semanas com um robô criado a partir do que seria seu homem ideal. Assim, entra em sua vida Tom (Dan Stevens), um alguém que vai revirar suas formas de pensar sobre sentimentos. Na balança, os prós e contras nos guiam por questões mundanas chegando até mesmo se o sofrer pode fazer falta.

 

Ninfomaníaca – Volume 2

Na trama, acompanhamos os últimos três capítulos da saga da ninfomaníaca Joe (Charlotte Gainsbourg/ Stacy Martin), agora muito mais interpretada pela veterana e musa de Von Trier, Srta. Gainsbourg. Já na fase adulta e muito mais madura continua a contar sua trajetória para o bom ouvinte Seligman (Stellan Skarsgård). Entrando em partes muito íntimas de seu passado amoroso, Joe consegue que seu novo amigo se abra cada vez mais e assim o público começa a entender melhor porquê daquela conversa ter sentido aos olhos de Seligman. Surge então um confronto amistoso entre a não-sexualidade com a sexualidade, além dos limites do dito comum.

 

As Delícias da Tarde

Em 95 minutos de longa, somos guiados para a vida de uma mulher de meia idade chamada Rachel (Kathryn Hahn), moradora de uma bairro tranquilo e de classe média alta em uma grande cidade dos Estados Unidos. Seu casamento com Jeff (Josh Radnor) está de mal a pior, muito por conta da falta de entrosamento no sexo entre os dois. Para tentar apimentar as coisas, certa tarde, vão até um clube de strip tease e lá conhecem McKenna (Juno Temple). Após esse encontro, Rachel se sente necessitada de ter a jovem stripper por perto, levando a moça para ser babá de seu filho, causando diversas confusões e surpresas para todos na história.

Punho de Ferro | Primeiras Impressões

O Homeless louco que você respeita

Nesta sexta-feira, dia 17 de março, estreia no colosso Netflix a mais nova produção da Marvel, Punho de Ferro. A série adapta novamente um personagem da casa de ideias, o último a ganhar uma série própria, antes da junção em Os Defensores, que trará a união de Demolidor (o único com duas temporadas no currículo), Jessica Jones, Luke Cage e do próprio. O CinePOP recebeu a oportunidade de assistir aos seis primeiros episódios do programa antes de sua estreia oficial, e comentaremos para você nossas impressões iniciais do novo programa em uma rápida análise.

Origem

Punho de Ferro nasceu na década de 1970, e assim como a criação de Luke Cage (que pegou carona na onda do cinema negro da época, a chamada blaxploitation), o herói é reflexo da febre kung fu que também tomava conta do período, gerando na TV e cinema (além de outras mídias) um verdadeiro fenômeno cultural. A Marvel, como sempre foi visionária e seguidora (ou ditadora) de tendências, não demorou a aderir ao filão com o personagem. De fato, nos quadrinhos a dupla 70´s (Cage e Punho) chegou inclusive a trabalhar junta, conhecidos como Heróis de Aluguel. É sabido também que Punho de Ferro, até mais que Luke Cage, é um personagem obscuro, do time B (ou C) da empresa.

Trama

Na trama, Danny Rand é um rico herdeiro de uma empresa, que retorna para sua cidade após um longo período afastado, no qual todos davam por certa a sua morte. Uma vez de volta, Rand repara que tudo mudou e precisa iniciar uma jornada por justiça com as próprias mãos, já que no tempo que ficou afastado, também recebeu treinamento para se tornar um exímio guerreiro. Soa familiar? Sim, você não estará de todo equivocado se pensou que a trama de Punho de Ferro lembra demais a de um famoso herói da rival DC, em cartaz no canal CW – a estrutura aqui é muito similar a de Arrow. No entanto, Punho de Ferro carece do carisma e energia do programa rival citado, que sobressaem sua narrativa de folhetim.

Considerações

Punho de Ferro igualmente possui narrativa e estrutura de folhetim, com diálogos capengas, muita filosofia de boteco e personagens rasos e estereotipados. Espera-se certo nível de qualidade em séries da parceria Marvel / Netflix, que até o momento entregaram novidades suficientes para requererem o topo do que é produzido no território hoje. Tal nível de esperteza e insight não é encontrado no novo programa, fazendo dos primeiros episódios uma missão ingrata de ser suplantada. Ao contrário de Oliver Queen, que é recebido de volta de braços abertos por amigos, familiares e pela própria cidade, Danny Rand passa por uma verdadeira epopeia para conseguir provar quem é. Mas também não é por menos, já que após um desastre de avião que matou seus pais, ele foi dado como morto. Quando reaparece anos mais tarde, descalço, com a aparência de mendigo e sem provas de ser quem afirma, naturalmente é tratado com descrença.

Seu comportamento psicótico (ele insiste e usa de violência para conseguir o que deseja) faz com que seja expulso, vivendo como sem teto, para depois ser internado em um sanatório. Não é pura diversão? É exatamente o que desejamos de uma série de heróis: melodramas sobre perda de identidade, políticas aborrecidas sobre o mundo empresarial e uma visita a torturantes hospitais psiquiátricos. O plano da Marvel de reunir os quatro personagens citados em um único programa quase foi reestruturado, quando a segunda temporada de Demolidor trouxe um personagem ladrão de holofotes. Trata-se do matador Justiceiro, vivido de forma intensa por Jon Bernthal, chamando tanta atenção que quase substituiu Rand como um dos Defensores. Boatos inclusive circularam do cancelamento de Punho de Ferro, aparentemente um personagem difícil de ser adaptado e repaginado.

A Marvel, no entanto, optou por seguir em frente com o plano original, topando o desafio, mas também garantindo uma série própria para o ex-policial vingador Frank Castle. São muitos problemas que percebemos no resultado do programa, sendo um dos principais a falta de uma identidade que o separe das milhares de produções sobre o tema misticismo e artes marciais. Punho de Ferro não vai ao fundo da questão de forma séria, apenas esboçando entender do que fala. O resultado soa como aquele bêbado chato que se atina a filosofar e proferir histórias sem sentido, se passando por entendedor.

Personagens

Danny Rand não é um personagem especialmente carismático, isso se deve muito porque ninguém lhe dá credibilidade – e não podemos culpá-los, afinal ele não passa nenhuma. Se vivesse no mundo real, ninguém lhe daria atenção, já que não devemos sair falando para pessoas que não vemos há anos e desconhecidos coisas que soam irreais ou seremos confundidos com loucos. Dito e feito. O roteiro é mal resolvido e estruturado, criando personagens que variam de ruins a medíocres. Voltando para o protagonista, o intérprete Finn Jones não faz um bom trabalho como um jovem atormentado e sem lugar no mundo, falta-lhe graça no papel, ao mesmo tempo não conseguindo atingir a nota almejada para passar segurança como um aprendiz rumo ao domínio pleno de sua arte. Pense em Mark Hamill no papel de Luke Skywalker.

A entrega de certas falas e diálogos da boca de Jones soam forçadas e sem a veracidade necessária. É como se não acreditasse verdadeiramente nelas. A seu favor podemos dizer que poucos dominariam a façanha, já que o texto fica na tênue linha do ridículo. O mesmo pode ser dito da parceira de aventuras do protagonista, Colleen Wing (Jessica Henwick), dona de uma academia de artes marciais, que acolhe o sujeito, e nas horas vagas luta vale tudo derrotando sem poderes homens com o triplo de seu peso. A química entre os dois é zero. Quem se sai melhor é a experiente Jessica Stroup (The Following), no papel de Joy Meachum, amiga de infância e atual diretora da empresa Rand, ao lado do irmão Ward Meachum (Tom Pelphrey). Os irmãos são os personagens mais interessantes da série.

Existem ainda aparições de personagens das outras séries da casa, interligando este universo como de costume. Tais personagens, que não valem ser mencionados ainda, são parte da trama, e não apenas pincelados a esmo.

Resumo

Os primeiros episódios de Punho de Ferro demoram a engatar, nunca conseguindo atingir o ápice esperado. Se fosse um programa normal de TV, aonde a busca pela audiência é conquistada em uma briga mais violenta, talvez já tivesse sido cancelado. O formato de produção Netflix transforma programas televisivos em obras fechadas, como longa metragens de 13 horas de duração. E neste aspecto, como diriam críticos renomados do passado: “se um filme não mostra a que veio no primeiro rolo, dificilmente ele se recupera”. Espero que esta máxima não valha para Punho de Ferro. A verdade é que depois que Marvel lançou seus primeiros programas, espera-se certo nível de qualidade, certamente não atingido aqui. Punho de Ferro não empolga e não envolve, deixando escassas as cenas de ação e reviravoltas. Danny Rand precisará sacudir a poeira e dar a volta por cima se quiser manter o ritmo de seus colegas em Os Defensores.

Filmes de Terror que tiveram SEQUÊNCIA e Você não Sabia…

Alguns filmes se tornam clássicos. Estes ícones da sétima arte permeiam todo e qualquer gênero cinematográfico. E com o terror, um de nossos preferidos, obviamente ocorre o mesmo. Obras como O Exorcista (1973), Psicose (1960) e Tubarão (1975) serão para sempre lembrados como alguns dos melhores filmes já produzidos de todos os tempos.

O enorme sucesso muitas vezes traz o desejo dos estúdios por continuações, mas nem todos terminam por se tornar O Poderoso Chefão 2 (1974), Aliens – O Resgate (1986) ou De Volta para o Futuro 2 (1989). Pelo contrário, algumas continuações, de tão eclipsadas por seu original, terminam caindo no esquecimento, como se nunca tivessem existido. Pensando nisso, o CinePOP resolveu formular uma lista com alguns clássicos do terror que tiveram sequência, mas que talvez você nem saiba. Vem com a gente e não esqueça de comentar.

Cemitério Maldito

Começamos com um item que está novamente em voga. Baseado no livro de Stephen King (que o autor considera o mais assustador de seu repertório), Cemitério Maldito voltou aos cinemas este ano na forma de um remake (ou reinterpretação da obra literária). É claro que a primeira vez que o texto virou um filme foi lá em 1989, com o longa cult de Mary Lambert – que completa 30 anos em 2019. Mas o que muitos talvez não saibam é que três anos depois, a própria Lambert comandaria a continuação para a Paramount.

Com um roteiro original, e sem qualquer ligação de King, Cemitério Maldito 2 trazia o menino Edward Furlong (surfando na fama adquiria por O Exterminador do Futuro 2, lançado no ano anterior) como protagonista. Ele e o pai se mudam para a mesma cidade do original, precisando lidar com o luto da morte da mãe da família. Embora a mitologia em torno do cemitério seja expandida, o filme não é tão assustador quanto o original e foi fracasso de crítica e público.

Poltergeist

Esta obra de terror clássica ficou famosa pela disputa de quem verdadeiramente a dirigiu. Um clássico incontestável, o diretor Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica), falecido em 2017, sempre afirmou que não teve muito controle do filme – já que o produtor Steven Spielberg praticamente o dirigiu interferindo todos os dias no set, enquanto filmava E.T. – O Extraterrestre (lançado no mesmo ano). De fato, apesar da diferença de gênero entre os dois filmes fantásticos, eles podem facilmente ser vistos numa sessão dupla sobre a típica família americana dos anos 1980.

Quatro anos depois, sem qualquer envolvimento de Hooper ou Spielberg, a sequência chegava aos cinemas, trazendo todo o elenco original de volta para mais peripécias com espíritos malignos – desta vez envolvendo nativos americanos e uma entidade em forma humana, o Juiz Kane (Julian Beck, que faleceu antes do lançamento do filme). Já Poltergeist III (1988) levou a pequena Carol Anne para viver com os tios Tom Skerritt (Alien – O Oitavo Passageiro) e Nancy Allen (Robocop – O Policial do Futuro) num prédio altamente tecnológico. Infelizmente, a pequena Heather O´Rourke faleceria no mesmo ano do lançamento do filme.

Em 2015, com o tsunami de refilmagens de obras clássicas, Poltergeist: O Fenômeno entrou na dança e ganhou uma nova versão, sem um décimo do brilho original. Nem mesmo as presenças dos talentosos Sam Rockwell e Rosemarie DeWitt conseguiram salvar a produção do esquecimento total.

 

Psicose

Este é outro clássico que terminou seus dias na forma de uma elogiada série de TV recente. Isto é, até decidirem fazer algo mais com o material. Tudo começou, é claro, com a obra imortal de Alfred Hitchcock, Psicose (1960), seu filme mais famoso. Embora fechadinho e sem qualquer necessidade de continuação, ela viria 23 anos depois, em 1983 (nos anos 80, é claro!), com Psicose II. Na trama, Norman Bates (novamente interpretado por Anthony Perkins) é solto do manicômio e reintegrado à sociedade. Mas seus pesadelos voltam a assombra-lo. Quem retorna também é Vera Miles, reprisando o papel da mocinha Lila.

Três anos depois e o próprio Perkins resolveu tomar as rédeas da história comandando o espetáculo na frente e atrás das câmeras. Na trama de Psicose III, Norman se apaixona por uma noviça caída em tentação, mas “mãe” está na espreita. Não satisfeitos, Psicose IV foi lançado em 1990, como um filme feito para a TV. Através de uma ligação para um programa de rádio, Norman (Perkins) relembra de sua juventude ao lado da mãe. O filme é contado através de flashback, com Henry Thomas (E.T. – O Extraterrestre) vivendo o jovem Norman e Olivia Hussey (Romeu e Julieta, de Franco Zeffirelli) no papel de Norma, sua mãe. A ideia seria repetida na série Bates Motel (2013 – 2017).

Oito anos depois do quarto filme, Psicose voltaria aos cinemas na forma de um remake, dirigido por ninguém menos do que o cultuado Gus Van Sant. Fora isso, o longa Hitchcock (2012), que traz Anthony Hopkins como o icônico cineasta, apresenta os bastidores das filmagens de Psicose – e Scarlett Johansson como Janet Leight ,e Jessica Biel como Vera Miles.

Carrie – A Estranha

Carrie (1976), dirigido pelo mestre Brian De Palma, serviu não apenas para colocar o nome do diretor no mapa, como seu primeiro sucesso, mas também o do autor Stephen King, que tinha seu primeiro texto adaptado às telonas. A história de uma menina tímida (Sissy Spacek) que se descobre com poderes telecinéticos quando entra na puberdade é perfeita e fechada. Mas diga isso aos produtores.

Em 1999, uma sequência muito sem-vergonha foi confeccionada e lançada nos cinemas. Utilizando a mesma história requentada, somente a modernizando para os anos 90, A Maldição de Carrie apresentou Emily Bergl como Rachel, herdeira dos poderes de Carrie. O único elo entre os filmes é a presença de Amy Irving reprisando o papel de Sue do original. Depois disso, Carrie voltaria na forma de um filme feito para a TV em 2002, com completos desconhecidos na frente e atrás das câmeras. Em 2013, uma refilmagem oficial e digna de cinema, com Chloe Grace Moretz e Julianne Moore como protagonistas e direção de Kimberly Peirce – o que não impediu o fracasso de público e crítica.

 

Tubarão

Mais um caso de filme de prestígio apagando por completo suas sequências muito inferiores. Aqui, no entanto, as continuações de Tubarão, de tão ruins se tornaram cult. Muitos não devem saber, ou talvez não lembrem, mas Tubarão (1975), de Steven Spielberg, além de ser o primeiro blockbuster da história (mesmo sendo um filme de terror e suspense), ganhou três Oscar e foi indicado a melhor filme.

Tamanho sucesso, é claro, encheu os olhos da Universal, que três anos depois confeccionava a continuação Tubarão 2, trazendo novamente Roy Scheider como o xerife Brody, e sua família, as voltas com um novo tubarão assassino. Já nos anos 1980, foi a vez de Tubarão 3-D (1983), que pegava a onda dos filmes em terceira dimensão, movia a ação para um parque aquático e trazia Dennis Quaid no elenco. Mas nada prepararia para Tubarão 4: A Vingança (1987), protagonizado pelo lendário Michael Caine, considerado não apenas o pior da franquia, como também um dos piores filmes de todos os tempos.

A Profecia

A história de Damien, o menino anticristo, é uma das mais perturbadoras dentro do gênero, e faz uma bela dobradinha com O Bebê de Rosemary (1968). O filme do diretor Richard Donner (Superman – O Filme) foi um grande sucesso, e trazia artistas do nível de Gregory Peck e Lee Remick protagonizando. Com um dos finais mais corajosos para um filme de terror de todos os tempos – do qual o recente Brightburn – Filho das Trevas bebeu muito da fonte -, o longa logo gerou uma sequência. E ela chegou apenas dois anos depois com Damien: A Profecia 2 (1978). Desta vez, Damien estava mais velho e adotado por uma nova família – o destaque no elenco fica por conta de William Holden (Rede de Intrigas).

Mas uma continuação só não é o bastante e em 1981, Damien assumia as formas de Sam Neill, já adulto para o capítulo final de sua saga em Conflito Final: A Última Profecia. Porém, este não seria o final da “saga”, já que dez anos depois, em 1991, chegava às TVs e não aos cinemas, A Profecia IV: O Despertar, desta vez com a menininha Delia (Asia Vieira) e não mais Damien nas formas do emissário de Satã. Em 2006, exatamente 30 anos depois do original, chegava aos cinemas o remake de A Profecia, estrelado por Julia Stiles e Liev Schreiber, e a participação de Rosemary em pessoa, Mia Farrow.

Um Lobisomem Americano em Londres

Referência ainda hoje quando o assunto é filme de lobisomem, este terror dirigido por John Landis – mais acostumado a realizar comédias – entrou para a história se tornando uma das obras mais cult do gênero. E de quebra levou para casa o Oscar de melhor maquiagem, para o prestigiado Rick Baker. Uma curiosidade é que Baker estava cuidando da maquiagem de outro filme de lobisomem da época, que foi lançado no mesmo ano: Grito de Horror, de Joe Dante. Ao trocar de barco, Baker terminou com sua primeira estatueta da Academia, num total de sete.

Lançada em 1997, a sequência Um Lobisomem Americano em Paris era mais voltada para a tendência de filmes da época, ou seja, uma produção com ares juvenis e moderninhos, muitas referências à cultura pop (contando inclusive com uma canção tema da banda Bush, intitulada Mouth) e roteiro recheado de humor e tiradas. Curiosamente, quem protagoniza é a musa francesa Julie Delpy, imortalizada pela trilogia do Antes de Richard Linklater. Este amigo que vos fala teve o “prazer” de assistir ao longa no cinema e até ter se divertido na época. Porém, basta uma revisão para perceber que, além do filme não ser muito bom, os efeitos que criam as criaturas lupinas, todos gerados por computadores, envelheceram muito mal. Ao contrário do original.

A Mosca

Antes de qualquer coisa, precisamos levar em conta que o filme emblemático e pra lá de nojento de 1986, dirigido por David Cronenberg, já é por si só uma refilmagem de A Mosca da Cabeça Branca (1958). O filme protagonizado por Jeff Goldblum e Geena Davis, no entanto, é um dos casos raros de refilmagem superior ao original.

A Mosca (1986) é mais um caso onde os efeitos se mantém atuais e ainda impressionantes. Três anos depois e a Fox não tardou em orquestrar uma continuação bem mequetrefe – embora tenha feito parte da infância de muita gente, incluindo a deste que vos fala. A Mosca II (1989) traz Eric Stoltz na pele do filho do personagem de Goldblum, que nasceu com os genes de seu pai e aos poucos vai se transformando numa mosca. Aqui, no entanto, temos um final feliz. Seu par no filme é a sumida Daphne Zuniga, de S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço (1987) e da série Melrose (1992-1996). Já Eric Stoltz, embora rejeitado em De Volta para o Futuro (1985) – o ator chegou a gravar muitas cenas como Marty McFly antes de ser substituído por Michael J. Fox – saía dos sucessos de Marcas do Destino (1985), com Cher, e Alguém Muito Especial (1987), escrito por John Hughes.

O Enigma de Outro Mundo

Aqui temos um caso parecido com o item acima. De fato, O Enigma de Outro Mundo, do mestre John Carpenter, se mantém lado a lado com A Mosca (1986) como um dos filmes com efeitos mais impressionantes saídos da década de 1980. E assim como A Mosca, o filme de Carpenter é a refilmagem de uma obra da década de 1950, O Monstro do Ártico (1951), conseguindo superá-la em qualidade.

Por anos os fãs falavam sobre uma eventual sequência. Mas ela talvez tenha vindo na forma errada. Sem qualquer envolvimento de Carpenter, o novo Enigma de Outro Mundo (2011), previamente chamado de A Coisa, é basicamente uma refilmagem do filme de 1982, clamando ser uma pré-sequência, que serve para nos mostrar o que aconteceu no acampamento da equipe de cientistas noruegueses antes dos eventos do filme protagonizado por Kurt Russell. Nem mesmo a presença da gracinha carismática Mary Elizabeth Winstead como a protagonista é o suficiente para salvar o filme da apatia.

Entrevista com o Vampiro

Ninguém imaginava que este filme de vampiros estrelado pelos bonitões Tom Cruise e Brad Pitt se transformaria num clássico moderno. Sem dúvidas a autora Anne Rice, escritora do livro, pensava algo totalmente oposto. Na verdade, quando soube da escalação do astro Cruise, muito associado a figura do galã, para o papel do experiente Lestat, Rice não ficou nada contente. Após o resultado do filme, ela escreveu para o ator se desculpando.

Agora, imagina o que Rice deve ter pensado ao ver na pele do mesmo personagem o apático Stuart Townsend. A Rainha dos Condenados (2002) é uma espécie de continuação de Entrevista com o Vampiro (1994), já que segue os passos de Lestat no mundo moderno, agora incorporando o status de astro de rock. O filme, assim como Entrevista, é baseado num livro de Rice. O longa ficaria marcado pela tragédia, mas não por causa de sua falta qualidade, e sim pela morte da cantora Aaliyah, aos 22 anos, em plena ascensão na carreira de cantora e atriz. A jovem faleceu antes do lançamento do filme e precisou ser dublada em algumas cenas.

Aaliyah vive Akasha no filme, a Rainha dos Vampiros. Apesar do jeitão de filme para a TV, a Warner bancou o desafio e lançou o longa nos cinemas, talvez como forma de homenagear a atriz e presentear seus fãs. O fato, porém, não impediu o fracasso da obra.

O Iluminado

Aqui temos mais um filme baseado num livro de Stephen King. Este, um dos melhores longas de terror de todos os tempos, não por menos dirigido pelo gênio Stanley Kubrick, um dos maiores cineastas a terem pisado em nosso planeta. Curiosamente, King não gostou nem um pouco do tratamento dado por Kubrick ao seu texto e deserdou a produção. Anos depois, em 1997, um filme feito para a TV (na verdade uma minissérie em dois episódios), protagonizado por Rebecca De Mornay, mais fiel ao livro, deixou o autor satisfeito – mesmo sendo execrado por qualquer outro humano respirando.

King escreveu a sequência de seu livro, intitulado Doutor Sono, em 2013. E este ano, teremos finalmente a adaptação para o cinema. Protagonizado por Ewan McGregor na pele do menino Danny agora adulto, e com Rebecca Ferguson e Jacob Tremblay no elenco, o filme estreia em novembro. Com direção de Mike Flanagan, da série A Maldição da Residência Hill (2018), o longa poderá vir a agradar seu severo criador, isto é, se mantiver fidelidade ao material original, é claro.

O Exorcista

Esta obra dirigida pelo grande William Friedkin (Operação França), baseada no livro de William Peter Blatty (e com roteiro adaptado pelo próprio) é considerado por muitos como o melhor filme de terror já produzido. De fato, a história sobre uma menina (Linda Blair) possuída por um demônio e a batalha por sua alma é de causar pesadelos. O longa recebeu até mesmo 10 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme, e levou o de roteiro.

Quatro anos depois e descobriríamos que o demônio não havia deixado o corpo de Reagan (novamente Blair), agora mais velha. Nada de Ellen Burstyn em O Exorcista II: O Herege, no entanto, e nem os criadores originais. William Peter Blatty voltaria treze anos depois para uma nova fatia do bolo em O Exorcista III, filme que escreveu e dirigiu – desta vez nem Linda Blair topou.

Mas não pense que a saga no cinema acabava. Nova década, nova tentativa. Em meados da década passada, o lendário Paul Schrader (roteirista de Taxi Driver) recebeu sinal verde para uma pré-sequência da história, mas as exibições testes foram tão ruins, que a Warner resolveu contratar Renny Harlin (Do Fundo do Mar) para refilmar do zero a história de origem do Padre Merrin, mantendo do elenco somente o protagonista Stellan Skarsgard. Quando O Exorcista: O Início (2004) se mostrou um fracasso, o estúdio decidiu lançar no ano seguinte Domínio (2005), o filme de Schrader. Em 2016, a franquia se redimia com o lançamento da série de TV da Fox, que durou duas temporadas, apesar dos elogios.

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Jeff Ward é promovido ao elenco fixo da 6ª temporada

As filmagens da 6ª temporada de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘ começaram nesta semana, e o ator Jeff Ward, intérprete do personagem Deke Shaw, foi promovido ao elenco fixo.

O próximo ano será mais curto, com apenas 13 episódios.

Ainda não foi divulgado se será a temporada final da série, mas especula-se que seja.

A 5ª temporada registrou uma média de 0.6 na demo, o que representa uma queda de 0.1 em comparação com o ano anterior. Se levarmos em consideração que a série agora é exibida às sextas, não foi uma queda tão grande.

 

‘The Walking Dead’: Audiência da série aumentou nas últimas duas semanas

Boa notícia para os fãs de ‘The Walking Dead‘! Nas duas últimas semanas, a audiência da série aumentou.

Depois de quebrar recordes negativos com 4.39 milhões de espectadores em seu décimo primeiro episódio, os números da série voltaram a subir, registrando um total de 4.71 e 4.83 milhões de espectadores, respectivamente.

Confira o trailer do próximo episódio:

O 14º episódio, intitulado Scars, será exibido no dia 17 de março.

Na trama do episódio, “A chegada de um forasteiro obriga Alexandria a relembrar feridas antigas e devastadoras; segredos sombrios do passado são revelados.”

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Danai Gurira, Alanna Masterson, Josh McDermitt, Christian Serratos, Jeffrey Dean Morgan e Ross Marquand.

The Walking Dead‘ já foi renovada oficialmente para a 10ª temporada.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix revela sua teoria sobre o final do filme

Em entrevista ao Los Angeles Times, Joaquin Phoenix falou sobre o desfecho do aclamado ‘Coringa‘, dando sua própria interpretação aos eventos da narrativa.

“Tem sido muito interessante ver como as pessoas estão reagindo ao filme e o que eles tiram dele – todas essas interpretações são válidas para mim. Normalmente, é necessário responder essas perguntas, mas esse filme é realmente interativo.”

Ele completa, “Cabe ao espectador fazer sua própria interpretação. Isso é muito raro, especialmente para um filme produzido por um grande estúdio, e eu não quero arruinar a experiência dizendo: ‘Não, a verdade é tal coisa’. Há diferentes formas de enxergar esse personagem, então não acho que há uma verdade universal.”

Em entrevista para o LA Times, o diretor Todd Phillips refletiu sobre o sucesso financeiro do filme e disse que a recepção do publico à história é muito mais importante que o dinheiro:

“Não se trata da bilheteria, mas sim da recepção do público. Eu recebi e-mails de gente dizendo que passou a olhar de forma diferente para pacientes com esquizofrenia. No fim das contas, a mensagem do filme é sobre o poder da gentileza e sobre a falta de empatia no mundo, e parece que isso agradou o público. É incrível como o filme tem inspirado as pessoas, eu vi um monte de gente dançando em escadarias pelo país. Isso é mais importante do que qualquer outra coisa.”

Os comentários de Phillips também parecem ser uma resposta à grande parte da controvérsia por trás do lançamento do filme, já que houve diversos protestos e preocupações de que a adaptação poderia inspirar atos de violência em massa.

Lembrando que ‘Coringa continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

Novo filme com Tom Cruise filmado no espaço custará US$ 200 milhões

De acordo com o Deadline, o novo filme estrelado pelo Tom Cruise, que será filmado parcialmente no espaço, terá um orçamento gigantesco de US$ 200 milhões.

O longa, que ainda não teve título divulgado, está sendo desenvolvido pela Universal Pictures.

Doug Liman (‘A Identidade Bourne‘) será responsável pela direção.

Cruise e Liman trabalharam juntos na cinebiografia Feito na América e no aclamado sci-fi futurista ‘No Limite do Amanhã’. Liman também assinou o primeiro rascunho do roteiro e tanto ele quanto o ator serão produtores.

De acordo com o Deadline, Cruise entrou em contato com o bilionário Elon Musk, dono da Space X (empresa de transportes espaciais), para gravar um filme no espaço.

Foi dito que até mesmo a NASA está colaborando com o projeto, que ainda está nos estágios iniciais e é descrito como ‘a mais nova revolução cinematográfica’.

Maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe qual será o enredo do filme, mas tudo indica que deve ser uma trama de ficção científica.

Para quem não sabe, Cruise é um grande fã do gênero e já se aventurou em projetos com temática semelhante, incluindo ‘Oblivion’, e ‘Minority Report’.

‘Castlevania’: Personagens se reúnem em nova arte da 4ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou a primeira arte da 4ª temporada da série animada ‘Castlevania‘.

A imagem traz uma pequena dica sobre o próximo ciclo, destacando o Escudo Alucard, do jogo Symphony of The Night.

Confira:

Vale lembrar que ainda não há previsão para o lançamento da 4ª temporada.

‘Chhorii’: Terror indiano da Amazon Prime ganhará sequência

De acordo com o Deadline, uma sequência do terror indiano ‘Chhorii‘ está em desenvolvimento, com estreia prevista para 2022.

Lançado durante o final de semana de Ação de Graças na plataforma online, o site afirma que o terror teve uma boa performance no serviço de streaming.

Detalhes sobre a trama da sequência não foram divulgados.

Dirigido por Vishal Furia, a produção é uma refilmagem do terror Lapachhapi.

A trama segue a jornada de Sakshi e seu parceiro enquanto eles são forçados a fugir da cidade e buscar abrigo em uma casa assombrada. Logo, o casal percebe que o abrigo que eles pensavam ser um refúgio do perigo é, na verdade, o terreno de uma ameaçadora força sobrenatural. Agora, a mulher, grávida de oito meses, deve lutar para salvar a vida do seu filho dos espíritos que querem tomá-lo dela.

Mita Vashisht, Rajesh Jais e Saurabh Goyal estrelam a produção.

‘Os Monstros’: Reboot de Rob Zombie ganha data de estreia na Netflix

A Netflix finalmente anunciou quando o reboot de ‘Os Monstros‘, dirigido por Rob Zombie (‘Rejeitados pelo Diabo’), será lançado.

A nova versão irá estrear no serviço de streaming no dia 27 de setembro – mesmo dia que a produção chegará em Blu-ray e VOD.

Confira o trailer:

A nova versão contará com Jeff Daniel Phillips como Herman Munster, Sheri Moon Zombie como Lily Munster e Daniel Roebuck como Vovô Munster.

O elenco ainda incluirá Richard BrakeCatherine SchellDee Wallace, Cassandra Peterson e Jorge Garcia, além de Butch Patrick e Pat Priest – atores da série original.

Para quem não conhece, a série original teve apenas duas temporadas, exibidas entre 1964 e 1966, totalizando 70 episódios. Em 1988, o programa foi renovado sob o título ‘A Família Monstro‘, devido à mudança de estúdio. A nova série teve 72 episódios e mostrava a rotina da família após ficarem adormecidos por 22 anos por causa de uma experiência malsucedida do vovô.

O Senhor dos Anéis: A Batalha de Rohirrim

(The Lord of the Rings: The War of the Rohirrim)

 

Elenco:

Brian Cox
Miranda Otto
Luke Pasqualino
Shaun Dooley

 

Direção: Kenji Kamiyama

Gênero: Animação

Duração: 134 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 80 milhões

Estreia: 05 de Dezembro de 2024

Sinopse: 

Em O Senhor dos Anéis: A Batalha de Rohirrim acontece um ataque repentino de Wulf, um inteligente e implacável senhor Dunlending, que está em busca de vingança pela morte de seu pai, força Helm e seu povo a fazer uma ousada última resistência na antiga fortaleza de Hornburg – que posteriormente será conhecida como o Abismo de Helm. Encontrando-se em uma situação cada vez mais desesperadora, Hera, a filha de Helm, deve liderar a resistência contra um inimigo mortal que pretende destruir a todos.

Crítica: 

Crítica | ‘A Guerra dos Rohirrim’ é uma SÓLIDA adição à mitologia de ‘O Senhor dos Anéis’

Curiosidades: 

» O longa será ambientado 183 anos antes da trilogia original – servindo de pré-sequência à história clássica;

» Miranda Otto reprisará seu papel como Éowyn, da trilogia comandada por Peter Jackson;

Trailer:

Cartazes: 

senhor dos aneis a guerra de rohirrim poster

Fotos: 

‘Hellraiser’: Produtor confirma que SEQUÊNCIA do reboot está em desenvolvimento

Em entrevista ao ComicBook, o produtor Keith Levine confirmou que está desenvolvendo uma sequência para o reboot de ‘Hellraiser‘.

Apesar de não revelar muito detalhes, ele declarou que o diretor David Bruckner (‘O Ritual’) está envolvido no processo, indicando o seu retorno ao comando do novo filme.

“Nós estamos tendo conversas sobre uma possível sequência [para o reboot]. Não posso revelar muito, mas o diretor David Bruckner está envolvido nessas discussões. Nós passamos muito tempo e energia para reconstruir aquele universo. Tivemos muito cuidado em criar o design dos novos Cenobitas, e, desde então, aprendemos muito.”

Ele completa, “Agora que já decidimos tudo isso, acredito que um novo filme deve ser ainda mais insano e incrível. Nós definitivamente estamos trabalhando em uma continuação, e esperamos ter novidades em breve.”

Anteriormente, Bruckner havia comentado sobre uma possível sequência: “Estamos esperando para ver a reação do público, mas ainda não sabemos [se a sequência irá acontecer]. Torcemos para que haja um futuro para esta saga, mas ainda teremos que ver. Nunca imaginei que poderia fazer parte do universo de ‘Hellraiser’. Tive muita sorte em poder dirigir [o reboot].”

Estrelada pela Jamie Clayton (‘Sense8’) como o icônico Pinhead, a nova versão conquistou 67% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Na trama, acompanhamos uma jovem mulher que luta contra o vício e se depara com uma antiga caixa de quebra-cabeças, sem saber que seu propósito é convocar os Cenobitas, um grupo de seres sádicos sobrenaturais de outra dimensão.

O filme original, lançado em 1987 e dirigido por Clive Barker, girava em torno de uma esposa infiel encontra o zumbi de seu amante morto, que está sendo perseguido por demônios depois que ele escapou de seu inferno sadomasoquista.

Ao total, a franquia original teve 10 filmes, mas apenas os quatro primeiros foram lançados nos cinemas.

Legados serão construídos no trailer da 7ª temporada de ‘All American’; Confira!

A CW divulgou o primeiro trailer da 7ª temporada da série ‘All American‘.

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O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 3 de fevereiro.

A série foi criada por April Blair.

Quando um jogador de futebol de uma escola de South Los Angeles é recrutado para jogar no time Beverly Hills High, as vitórias, perdas e lutas de duas famílias de diferentes mundos – Crenshaw, bairro periférico da Califórnia, e Beverly Hills, o famoso bairro rico da mesma cidade – começam a colidir. Inspirado pela vida do jogador de futebol profissional Spencer Paysinger.

O elenco inclui Daniel Ezra, Bre-Z, Greta Onieogou, Samantha Logan, Michael Evans Behling, Cody Christian, Karimah Westbrook, Monet Mazur, Jalyn Hall, Chelsea Tavares, Hunter Clowdus e Taye Diggs.

Jason Clarke caça fugitivos no trailer de ‘A Última Fronteira’, série de SUSPENSE da Apple TV+

A Apple TV+ divulgou o trailer dublado de ‘A Última Fronteira‘ (Last Frontier), série de suspense estrelada por Jason Clarke (‘A Hora Mais Escura’).

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A produção será lançada no serviço de streaming no dia 10 de outubro.

A trama segue Frank Remnick (Clarke), o único delegado federal encarregado das áreas remotas e tranquilas do Alasca. A jurisdição de Remnick é virada de cabeça para baixo quando um avião de transporte de prisioneiros cai na área, libertando dezenas de detentos violentos. Encarregado de proteger a cidade que jurou manter segura, ele começa a suspeitar que o acidente não foi um acaso, mas o primeiro passo de um plano bem elaborado com implicações de longo alcance e devastadoras.

O elenco ainda conta com Dominic Cooper (‘Preacher’), Haley Bennett (‘Sete Homens e um Destino’), Simone Kessell (‘Yellowjackets’), Dallas Goldtooth (‘Reservation Dogs’), Tait Blum (‘For All Mankind’) e Alfre Woodard (‘Clemência’).

Jon Bokenkamp e Richard D’Ovidio são responsáveis pela série.

Sam Hargrave, conhecido por seu trabalho no recente filme de ação ‘Resgate‘, comanda a produção.

Daveigh Chase, atriz que interpretou a Samara em ‘O Chamado’, morre aos 35 anos

A atriz Daveigh Chase, conhecida por interpretar a aterrorizante Samara no remake ‘O Chamado‘ e dar voz à Lilo na animação original ‘Lilo & Stitch‘, morreu aos 35 anos.

De acordo com o Deadline, a artista faleceu devido a complicações da meningite.

Sua morte seu anunciada pelo seu namorado, Roy Hernandez, que havia criado nesta semana uma campanha de arrecadação para ajudar a atriz com os custos médicos de sua doença: “Daveigh foi diagnosticada com meningite e várias infecções sanguíneas graves. Seu estado se tornou crítico e os médicos me disseram que ela pode não ter muito tempo de vida.”

Após sua morte, ele declarou ao TMZ“O sangue dela causou problemas sépticos e levou à falência de seus órgãos.”

A atriz começou a carreira aos 11 anos como a irmã do personagem titular de ‘Donnie Darko‘ (Jake Gyllenhaal), em 2001.

No entanto, foi no ano seguinte que ela ganhou fama como a Samara Morgan, em ‘O Chamado‘, papel que marcou sua infância e adolescência. A personagem lhe rendeu o prêmio de Melhor Vilã no MTV Movie Awards de 2003.

Em 2005, ela reprisou o papel na sequência e fez uma participação especial no 3º filme da franquia, lançado em 2017.

Mas esse não foi seu único papel de destaque, já que ela também deu voz à Lilo Pelekai na aclamada animação ‘Lilo & Sticth‘ (2002) e em seus derivados. Nos anos seguintes, ela também atuou em produções de menor destaque, como a série ‘Amor Imenso‘ (2006 – 2011) e os filmes ‘A Força de Um Sonho‘ (2012) e ‘Um Romance Americano‘ (2016), que marcou seu último trabalho como atriz.

‘The Twilight Zone’: Versão para os cinemas de ‘Além da Imaginação’ contrata roteirista

A versão para os cinemas da icônica série de ficção científica, ‘The Twilight Zone’, ganhou uma nova roteirista.

Quem agora assume a escrita do filme é Christine Lavaf, que recentemente vendeu três pilotos originais ao canal FX, além de fazer parte da turma de escritores que contribuíram para ‘Godzilla: O Rei dos Monstros’.

Em desenvolvimento desde 2009 pela Warner Bros, o filme de ‘The Twilight Zone’ já contou com vários outros roteiristas, como Rand Ravich, Anthony Peckham e Joby Harlod, que eventualmente abandonaram o projeto. Em 2013 foi anunciado que Joseph Kosinski (‘Oblivion’) estaria em negociações para assumir a direção da versão.

The Twilight Zone’ será produzido através da produtora Appian Way Productions, do astro Leonardo DiCaprio.

A série ‘The Twilight Zone‘ ou ‘Além da Imaginação‘ foi criada por Rod Serling em 1959, e exibida entre 1959 e 1964. Depois, teve novas temporadas que duraram entre 1985 a 1989.

Mais recentemente, teve uma curta temporada exibida entre 2002 e 2003.

Além da Imaginação‘ também já foi levado aos cinemas em 1983, com quatro curta-metragens dirigidos por diferentes diretores: Steven Spielberg, Joe Dante, John Landis e George Miller.

‘First Man’: Filme sobre Neil Armstrong com Ryan Gosling terá bastante ação

A cinebiografia que conta a história de Neil Armstrong, intitulada ‘First Man‘, não terá um viés dramático – como as expectativas apontavam.

Segundo o co-roteirista da produção, Josh Singer, a produção será de fato um filme de ação, focando mais nos aspectos “viscerais” que cercam a trajetória do astronauta.

Em entrevista ao The Boston Globe, Singer ainda salientou que a trama será 100% “um filme sobre missão”. O roteirista ainda pontuou que cinco peças já foram filmadas e que Chazelle queria estar “apavorado o tempo”. Ele ainda disse que a narrativa enfatizará nos atributos de sobrevivência da própria história, ao invés de se concentrar apenas na experiência de Neil ter aterrizado na lua.

Com esses detalhes, é provável que ‘The First Man‘ tenha os mesmos aspectos angustiantes que outro recente clássico amado, ‘Gravidade‘.

Jon Bernthal, de ‘O Justiceiro’, será Dave Scott, um dos 12 homens a pisarem na Lua. A produção trará Ryan Gosling como o Neil Armstrong.

First Man‘ é a segunda dobradinha entre Ryan e Damien Chazelle, que trabalharam juntos em ‘La La Land – Cantando Estações‘.

O filme será baseado no livro ‘First Man: A Life of Neil A. Armstrong‘, escrito por James Hansen.

Josh Singer, de ‘Spotlight: Segredos Revelados‘, assina o roteiro, enquanto que a produção fica a cargo da dupla Marty Bowen e Wyck Godfrey.

A estreia está agendada para 12 de outubro de 2018! 

‘Billions’: 4ª temporada ganha novo teaser e cartaz; Confira!

A 4ª temporada de ‘Billions‘ ganhou um novo teaser, acompanhado por um cartaz.

Confira:


O quarto ano será lançado no dia 17 de março.

Na quarta temporada, “Chuck e Axe, inimigos jurados, parecem ter colocado suas diferenças de lado e se tornado melhores amigos, focando suas vinganças em outro lugar. Para Axe, o alvo é sua mentora Taylor, que o esfaqueou pelas costas e iniciou uma outra firma.”

O elenco inclui Toby Leonard Moore, Daniel K. Isaac, Paul Giamatti, Damian Lewis, Maggie Siff, Malin Akerman, David Costabile e Condola Rashad.

A 3ª temporada registrou uma média de 0.24 na demo, e um total de 842 mil espectadores.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Arte conceitual destaca a morte do Visão; Confira!

Em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, os fãs puderam testemunhar a trágica morte do herói Visão, pelas mãos do vilão Thanos.

E o artista conceitual da Marvel Studios, Ryan Meinerding, compartilhou duas inéditas artes conceituais do longa, que destacam o fim da jornada no herói nas telonas.

Confira:

 

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Here’s a design of Vision from the end of Avengers: Infinity War.

Uma publicação compartilhada por Ryan Meinerding (@ryan_meinerding_art) em


Assista nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Younger’: 7ª temporada e última temporada ganha sua primeira prévia; Assista!

A 7ª e última temporada da série ‘Younger‘ ganhou a sua primeira prévia, que destaca os conflitos amorosos e profissionais que cercam Liza, nessa reta final de sua jornada.

Além do vídeo de divulgação, a ViacomCBS anunciou que os fãs poderão conferir a vindoura temporada em primeira mão no streaming Paramount+, antes mesmo de sua estreia na emissora TV Land.

Assista:

A última temporada contará com 12 episódios.

Vale lembrar que, recentemente, a emissora TV Land revelou que está desenvolvendo um spin-off focado na personagem da Hilary Duff, a Kelsey.

Criada por Darren Star (‘Barrados no Baile‘), a série é baseada no livro homônimo escrito por Pamela Redmond Satran.

A trama segue Liza (Foster), uma mãe solteira que de repente se encontra de volta no mercado de trabalho, mas sua idade se tornará um fator de dificuldade. Porém, as coisas mudam quando ela conhece Maggie (Mazar), que acha que ela aparenta ser muito mais jovem do que realmente é. Ela acaba trabalhando como assistente e faz amizade com colegas na casa dos 20 anos, como Kelsey (Duff).

O elenco inclui Sutton Foster, Miriam Shor, Debi Mazar e Nico Tortorella.

Crítica | Os Olhos de Tammy Faye – Jessica Chastain brilha em cinebiografia ganhadora de Oscar que estreou no Star+

Uma febre norte-americana dos anos 70 e 80 – que ainda tem os seus adeptos no Brasil -, o televangelismo se tornou um movimento polêmico. Inicialmente transformador tanto espiritual, como religiosa e culturalmente, hoje é quase visto como um antro de pregadores de índole duvidosa, à procura de presas frágeis. Tammy Faye e seu esposo, o pastor Jim Bakker, ajudaram a perpetuar essa terrível reputação e suas histórias de abuso e contravenções maquiadas de Cristianismo são os alvos de Os Olhos de Tammy Faye, uma cinebiografia imperfeita, mas extremamente bem produzida.

O longa dirigido por Michael Showalter, a partir de um roteiro assinado por Abe Sylvia, nos conquista em primeira instância por sua impecável estética. Aqui, o design dos anos 70 e 80 extravasam pelas telas de forma nostálgica, nos levando a uma viagem no tempo em memorabilias culturais e sociais imprensas tanto na decoração dos ambientes, bem como no visual extravagante e ostensivo de ambas as décadas. E à medida em que acompanhamos a ascensão e queda do casal Bakker, o zeitgeist da época se mostra diante dos nossos olhos, nos hipnotizando a querer cada vez mais uma fatia maior dessa história.

Dito isso, Os Olhos de Tammy Faye é um espetáculo visual quase plástico, que nos leva até o fim pelas impressionantes performances de Jessica Chastain – vencedora do Oscar 2022 de Melhor Atriz – e Andrew Garfield. E ainda que suas diferenças de idade pudessem destoar em tela, o excepcional trabalho de maquiagem de Linda Dowds (maquiadora de longa data da atriz e vencedora do Emmy Awards) nos vende de forma convincente esse casal de pregadores que se esqueceu da essência de seu ministério pastoral: Cristo e a Bíblia. E ao longo da narrativa, somos apresentados aos excessos, luxo, insegurança e irresponsabilidade fiscal e moral da dupla que ergueu um império a partir do televangelismo. Com uma rede de TV que faturava milhões com programações focadas no público cristão, o casal ostentou um estilo glamouroso, sempre bancado por seus fiéis, que diligentemente ofertavam sob um falso discurso que nada tem a ver com as Escrituras Sagradas.

Mas o que torna o filme uma experiência tão valiosa é o equilíbrio de um roteiro que sabe ser algoz de um crime em particular. Ao invés de crucificar o Cristianismo de forma arrogante ou ofendida – sem base sustentável para esse argumento -, o roteirista Abe Sylvia faz as devidas distinções, acerta em deliberar sobre um caso em específico, ao contrário de partir para uma generalização grotesca e equivocada, e faz o seu dever corretamente. E ao final de suas quase duas horas de duração, Os Olhos de Tammy Faye é uma genuína cinebiografia que opera na neutralidade e é determinada a solidificar seus fatos, sem fazer qualquer juízo de valor infundado e de ego ferido – como vemos tantas vezes em filmes que exploram a realidade de falsos cristãos.

E proporcionando sempre uma experiência imersiva, o drama biográfico abusa de sua edição e montagem, sempre trazendo a estética padrão da televisão dos anos 70 e 80 para dentro da trama. Aqui, as cenas se transformam em takes jornalísticos bem arquitetados, que quase ecoam um formato mais documental. Nos tragando de forma profunda e hipnótica para as performances de Chastain e Garfield, Os Olhos de Tammy Faye é um deleite para os olhos. Extravagante em sua estética flamboyant e nas atuações espetaculares de ambos os seus protagonistas, a cinebiografia pode até nos encher de sentimentos dúbios, mas uma certeza persevera: Esse é um dos melhores papéis da história da Jessica Chastain.

EXCLUSIVO | Entrevista com Rafael Gomes, diretor de Música Para Morrer de Amor, da trilogia dos Corações Sentimentais

Que tal deixar um pouco as agruras do cotidiano e falar de amor na juventude? Existe uma turma de diretores a olhar os jovens brasileiros tal como John Hughes representava essa geração nos anos 80, nos Estados Unidos. Você já deve ter visto a obra de algum deles: Esmir Filho (série Boca a Boca), Matheus Souza (Ana e Vitória), Marina Person (Califórnia) e Rosane Svartman (Desenrola). Dentro deste cenário também está o cineasta Rafael Gomes, responsável por 45 Dias Sem Você (2019) e o lançamento Música para Morrer de Amor

Leia também:  Crítica | Música Para Morrer de Amor – Existe poesia, dança e jovens em busca de amor em SP

Originário da peça Música para Cortar Os Pulsos, criada pelo próprio diretor, o filme aborda os desencontros amorosos e sexuais dos jovens Felipe (Caio Horowicz), Isabela (Mayara Constantino) e Ricardo (Victor Mendes). Envolvidos em uma enxurrada de sentimentos, os personagens se desenvolvem em meio a belas canções nas vozes de Rubel, Tim Bernardes, Fafá de Belém, Roberto Carlos, entre outros. 

Música para Morrer de Amor chega primeiro aos drive-ins das principais capitais brasileiras. Já a partir de 20 de agosto, o drama romântico estreia via streaming para todo o país, no Now, Oi Play e Vivo Play. Em breve, no YouTube Play e Apple Store.

Para destrinchar o tema e os meandros da produção, o diretor Rafael Gomes concedeu uma entrevista exclusiva para o CinePOP, a qual você confere uma parte abaixo. O divertido bate-papo completo está no nosso canal no YouTube. 

CinePOP: Vamos começar pela origem do filme. Ele veio de uma peça chamada Música Para Cortar os Pulsos, lançada por você em 2010. Primeiro, gostaria de saber as questões pela mudança do título “para morrer de amor”. Segundo, o que você acredita que mudou na nossa sociedade, no comportamento dos jovens, nesses últimos 10 anos? 

Rafael Gomes: O filme trocou de nome porque em 10 anos a nossa percepção e sensibilidade para falar de determinados assuntos também mudou. A ideia de que o título do filme — uma obra voltada para jovens e sobre sentimentos extremados de amor — pudesse ser um gatilho ou, ao menos, sugestionar o autoflagelo ou, em última instância, o suicídio não era desejável de jeito nenhum.

Sobre a mudança dos últimos 10 anos, eu destaco duas coisas. Primeira, relacionada a narrativa. Ao tratar dos relacionamentos dos jovens, existe uma predominância completa da tecnologia, do smartphone e tudo que dele advém, como redes sociais e as maneiras de interação. Isso se impôs [em nossas vidas]. Já em termos para além da história, sócio-políticos e comportamentais, a sensação é que em 2010 estávamos em marcha para o futuro, onde esses temas encontrariam mais e mais espaços. Um futuro progressista, de todas as liberdades, onde as diversidades fossem acolhidas e plenamente aceita. O que aconteceu foi exatamente o oposto. 

CinePOP: Você faz um recorte social do jovem brasileiro, tal como os próprios personagens dos filmes denominam como “homem branco burguês, porém gay”. Suas obras falam dessa representatividade? Chega a ser uma auto-crítica ou uma ironia? 

Rafael Gomes: A representatividade do homem branco burguês não precisa ser mostrada, no sentido que ela é hegemônica. Existe a questão representativa da sexualidade e mais especificamente do homem gay, porque é quem eu sou. Em termos sociais, obviamente, o filme é um recorte. Frisar isso e um pouco como dizer: “olha, a gente sabe que isso aqui não é o todo”. O sublinhado no filme é irônico na fala dos personagens, mas, no sentido da autoria, ele é apenas uma constatação. Eu sinto que essa constatação é tão importante que ela está no prólogo, como uma carta de intenção. O filme começa com dois personagens olhando um teatro vazio e um fala para o outro: “É lindo, né? Mas tão burguês”.  

CinePOP: Após assistir 45 Dias sem Você e Música Para Morrer de Amor é possível fazer conexões entre os dois, assim como com a sinopse do seu próximo filme Meu álbum de Amores. Ele são uma trilogia? Tem um nome? Você lança esses filmes próximos com essa expectativa?

Rafael Gomes: Não foi pensado como uma trilogia, mas tornou-se. Quando o projeto de transformar Música Para Morrer de Amor, de uma peça a um filme, começou o meu longa anterior [45 Dias Sem Você] não existia. Este filme veio no susto, como uma resposta a determinadas circunstâncias, tais como os amigos que eu tinha em outros lugares do mundo, auto-exilados. A produção foi autofinanciada e tudo foi realizado quase de um dia para o outro. Para ter uma ideia, da primeira conversa  até o começo das filmagens foram três meses. […] Os três filmes, no total, foram realizados no período de dois anos. Após terminar esse projeto, eu parei, olhei e enxerguei a relação entre eles, ou seja, realmente constituem uma trilogia. 

Além disso, existe uma teia de interconexões dos três filmes à frente e atrás das câmeras, tanto de elenco e equipe quanto de cabeças criativas nos bastidores de cada projeto. Ou seja, eu não sou o único elo entre os três filmes. Portanto, visto que isso era uma realidade, eu batizei [o projeto] de “trilogia dos corações sentimentais”.  

CinePOP: Eu queria relacionar Música para Morrer de Amor com um dizer do psicanalista conhecido na internet, Christian Dunker, sobre o fato das pessoas não viverem mais o luto das relações amorosas. Segundo ele, elas estão tentando esquecer e fingir que nada ocorreu para não lidar com a dor. Você concorda com esse pensamento? Esse luto é abordado nos seus filmes?

Rafael Gomes: 45 Dias Sem Você certamente é um filme sobre esse luto, mas eu prefiro pensar que a obra finge ser sobre isso para ser na verdade sobre as relações de amizade. Para mim, é o mais forte [da narrativa]  porque é o que me motivou a contar essa história do protagonista ao encontro desses três amigos. O filme atual, ele é tripartido. A premissa era que essas três histórias representassem momentos diferentes da relação amorosa. Na trajetória da Isabela, vivida pela Mayara Constantino, o luto é central. Ela acabou de terminar um relacionamento e empreende o retorno de repassar essa história para organizá-la, metabolizá-la e, finalmente, seguir em frente.

CinePOP: Música para Morrer de Amor apresenta frases bastante emblemáticas, canções marcantes e uma relação com outras artes clássicas. Para convidar as pessoas a assistirem ao filme, qual seria a passagem que você destacaria?

Rafael Gomes: A frase — não por acaso — escolhida para abrir o filme é uma síntese completa dos caminhos pelos quais a narrativa percorre. A frase é: “Algumas pessoas jamais teriam se apaixonado se não tivesse ouvido falar do amor”. Para mim, esta frase resume como o amor é uma elaboração de fora para dentro. Uma projeção de encontro ao mundo real, criada de outras referências, de outras narrativas e organizações que nos moldam.

Assista uma sequência completa de ação de ‘Tomb Raider: A Origem’

Saiu na internet uma cena completa da sequência de ação da cachoeira, de ‘Tomb Raider: A Origem, confira:

Vale lembrar que Tomb Raider: A Origem‘ estreia em 16 de março de 2018.

Assista ao novo trailer legendado:

No filme, Lara Croft estabelece em sua primeira expedição para terminar a pesquisa arqueológica do seu pai e descobrir segredos antigos, a fim de limpar seu nome desonrado. A tragédia começa quando sua aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Alicia Vikander vive a personagem título. Dominic West (The Affair) vive Richard Croft e Walton Goggins (Os Oito Odiados) interpreta o vilão.  Daniel Wu e Hannah John-Kamen também estão no elenco.

‘Fear the Walking Dead’: Novo trailer da 4ª temporada promete tempestade épica

A segunda metade da 4ª temporada de Fear the Walking Dead ganhou um novo trailer completo divulgado na Comic-Con.

Assista:

A AMC divulgou a sinopse oficial dos próximos episódios:

“Na segunda metade da temporada, os personagens irão explorar quem eles são agora – como indivíduos e como parte de um grupo melhor –, e quem eles serão daqui para frente. Eles se verão enfrentando novos adversários – humanos, zumbis e até mesmo a natureza. Eles farão uma jornada através do perigo, amor, decepção, perda e, no final das contas, esperança.”

A série retornará com episódios inéditos no dia 12 de agosto.

Dica do fim de semana | Drama, terror e comédia nos streamings

Fim de semana de eleição é uma correria atrás da outra. Alguns planejam uma viagem de volta à cidade natal para votar, outros perdem os cabelos procurando o título de eleitor, mas alguns só querem se desligar de tudo e curtir um filme em casa. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco produções que acabaram de entrar nos principais streamings para você conferir antes ou depois das eleições.

Blonde

Principal estreia da Netflix no mês, Blonde é a grande aposta da plataforma para a temporada de premiações. Estrelado por Ana de Armas, o filme é uma releitura fictícia da biografia do ícone do século XX, Marilyn Monroe. Misturando casos reais com momentos de ficção, o longa tem dado bastante polêmica mundo afora, mas a atuação de Ana de Armas vem recebendo muitos elogios.

Onde assistir: Netflix

 

O Exorcismo da Minha Melhor Amiga

Inspirado no livro homônimo, O Exorcismo da Minha Melhor Amiga é um filme original da Amazon que mistura terror com comédia para contar a história de duas melhores amigas nos EUA dos anos 80. Certa noite, após uma rodada de bebidas, uma delas passa a agir muito estranho, com agressividade e comportamento bem arrogante. Conforme o tempo vai passando e a amiga percebe que o jeito de agir está realmente diferente, ela suspeita que sua melhor amiga tenha sido possuída por um demônio. Então, ela vai correr atrás de um jeito de exorcizá-la antes que seja tarde demais. O livro no qual o filme se baseia é uma obra fantástica, então existe uma expectativa para que o longa mantenha o alto nível.

Onde assistir: Amazon Prime Video

Abracadabra 2

Pegando muita gente de surpresa, o anúncio de Abracadabra 2 foi muito comemorado pelos fãs do longa original dos anos 90. Já disponível com exclusividade no Disney+, o longa conta com o retorno das três bruxas originais 29 anos após os eventos do primeiro filme. Na trama, as bruxas retornam em busca de vingança, mas três adolescentes estão prontos (ou quase) para fazer o que for preciso para impedi-las de tocar o terror em Salem com uma bruxaria daquelas.

Onde assistir: Disney+

Vale Tudo com Tim Maia

Nessa leva de documentários do Globoplay, chegou à plataforma Vale Tudo com Tim Maia, uma série documental em três episódios sobre o lendário Tim Maia, narrada pelo próprio Tim Maia. A produção acontece em homenagem aos 80 anos que ele teria completado nesta semana, caso estivesse vivo. A série conta histórias até então inéditas do cantor e traz uma série de imagens de arquivo, bastidores e entrevistas antigas pouco conhecidas para dar uma noção do quão icônica foi a figura de Tim Maia.

Onde assistir: Globoplay

 

Cara, Cadê o Meu Carro?

Clássico do besteirol americano, Cara, Cadê o Meu Carro? é um dos filmes mais bestas e divertidos, para quem gosta desse tipo de humor pastelão, dos anos 2000. Recém-adicionada ao HBO Max, a trama gira em torno de dois amigos carentes de inteligência, que, após uma noite intensa de festa, acordam sem lembrar de nada do que aconteceu no dia anterior. Nem mesmo onde eles estacionaram o carro. Agora, eles vão tentar buscar pistas para reconstruir o que fizeram até chegar ao infame carro. Só que não ache que foi uma noite normal, porque rolaram as coisas mais absurdas possíveis e impossíveis.

Onde assistir: HBO Max