O reboot da franquia ‘Resident Evil‘ nos cinemas teve seu elenco divulgado, e o que chamou a atenção foi que os personagens mais amados do jogo estarão presentes, incluindo a Jill Valentine.
Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) será Claire Redfield, enquanto Robbie Amell (‘Upload’) viverá Chris Redfield.
O elenco ainda trazTom Hopper (‘The Umbrella Academy’) como Albert Wesker, Avan Jogia (‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’) como Leon Kennedy eNeal McDonough (‘Com as Próprias Mãos’) como William Birkin.
A história se passa em uma noite fatídica em Raccoon City, em 1998, e é protagonizada por um elenco empolgante nos papéis dos personagens icônicos do jogo.
“Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e recriar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto, ao mesmo tempo, contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana moribunda que parece ser identificável e relevantes para o público de hoje”, disse o roteirista e diretor Jonathan Roberts.
Ele também irá coescrever o roteiro ao lado de Greg Russo.
Recentemente, Russo elogiou a saga original de filmes, pontuando que, para um reboot fazer sentido, é preciso trazer uma abordagem diferenciada.
Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Evil já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na franquia de filmes baseada em videogame mais lucrativa do mercado.
A Paramount Pictures divulgou um novo cartaz nacional e um teaser legendado de ‘Um Lugar Silencioso 2’, anunciando que o trailer final será divulgado amanhã, dia 6.
O filme será lançado EXCLUSIVAMENTE nos cinemas, e chega aos cinemas nacionais no dia 17 de Junho de 2021.
Segundo as novas projeções (via Box Office Pro), a sequência promete fazer um estrondo tão grande quanto o primeiro filme nas bilheterias.
Com o sucesso de ‘Godzilla vs Kong‘, os exibidores se empolgaram em abrirem seus cinemas no mercado internacional e ‘Um Lugar Silencioso – Parte 2’ deve arrecadar entre US$ 40 a 50 milhões em sua estreia nos Estados Unidos.
Antes da pandemia, a expectativa era que o filme abrisse com US$ 60 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
Vale lembrar que o longa original estreou com US$ 50 milhões em abril de 2018, terminando seu reinado com US$188 milhões apenas na América do Norte e US$340 milhões mundialmente (uma conquista invejável, considerando o orçamento de apenas US$17 milhões).
Confira nossas reações ao filme:
O CinePOP viajou até Nova York para assistir #UmLugarSilencioso2 e trazer as primeiras reações para você! O filme volta a acompanhar a família Abbott após o surgimento das criaturas monstruosas movidas pelo barulho, e finalmente descobrimos a origem delas. pic.twitter.com/sHb60heksA
O filme não é tão inovador quanto o primeiro, e nem poderia. Mas isso é suprido por um roteiro que acerta em se aprofundar nos eventos apocalípticos e nos deixar ainda mais ansiosos por uma terceira parte, que TEM QUE ACONTECER! Dia 19/03 nos cinemas!
Ainda mais à vontade no papel, a atriz Emily Blunt nos brinda com sua melhor atuação até o momento, passando toda a ANGUSTIA da mãe de família tentando proteger seus filhos, mas quem brilha é a Millicent Simmonds. Após roubar a cena no primeiro filme, ela assume o coprotagonismo.
John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.
Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
O editor-chefe Renato Marafon entrevistou o cineasta alemão Daniel Stamm, responsável pela direção do terror ‘A Luz do Demônio‘ (Prey for the Devil).
Na entrevista, Daniel revelou se acredita em exorcismos e explicou por que as mulheres não podem realizá-los.
“Nós acabamos de gravar uma entrevista com um exorcista real. Nós o perguntamos a mesma coisa, e a resposta dele foi interessante sobre o motivo de mulheres não poderem ser exorcistas. Ele disse que os exorcistas oficiais são os Bispos. Os Bispos são os herdeiros dos Apóstolos de Jesus, que eram todos homens. No pensamento da igreja católica, os Bispos não podem ser mulheres, pois são os descendentes dos Apóstolos. Os Apóstolos eram todos homens, não sei o motivo. Deve estar na bíblia, em algum lugar. É por isso que a resposta para sua pergunta é ‘não’.”, afirmou.
Perseguida por um demônio que tenta alcançá-la, a Irmã Ann (Jacqueline Byers) luta contra essas forças malignas desde sua infância quando o mal entrou em sua mãe. Ao ouvir vozes, a mãe machucava a filha e essas marcas mudaram toda sua história.
Já adulta, a jovem freira trabalhar em um hospital religioso onde também acontecem aulas de exorcismo oferecidas apenas para Padres. Ao sentir o mal novamente se aproximar, ela consegue uma autorização especial para estudar sobre o ritual Sagrado. O que Ann não imaginava, é que o demônio que a desejava trará seu passado mais traumático e sombrio de volta.
O longa foi escrito porRobert Zappia (‘Halloween H20: 20 Anos Depois‘).
O renomado astrofísico Neil deGrasse Tyson, conhecido por suas análises científicas sobre filmes e fenômenos nas redes sociais, recentemente adentrou o universo da Barbie em sua busca por respostas.
Tyson empreendeu uma missão peculiar ao tentar desvendar o intrigante enigma da localização de Barbieland – um mundo fictício que ganha vida nas telonas através do filme ‘Barbie‘ dirigido por Greta Gerwig.
Utilizando sua perspicácia científica, Tyson lançou um olhar crítico sobre o sol, a lua e a vegetação retratados no filme, com o objetivo de decifrar onde exatamente a misteriosa Barbieland poderia estar localizada no mundo real.
O ex-apresentador do programa ‘Cosmos‘, conhecido por desvendar aspectos científicos em diversos filmes, incluindo fenômenos astronômicos e físicos, decidiu aplicar sua abordagem analítica ao colorido universo da Barbie.
Tyson fez suas deduções com base nas informações apresentadas na produção, proporcionando uma perspectiva única para os entusiastas do mundo da boneca icônica.
“Sob a ótica de Barbie, a orientação da Lua situa o mundo em uma latitude entre 20 e 40 graus ao norte no globo terrestre. As palmeiras, presentes no cenário, restringem ainda mais a latitude para a faixa entre 20 e 30 graus. A observação do nascer e pôr do sol do Sol e da Lua sobre o oceano indica uma possível localização próxima ao litoral. Se presumirmos uma referência aos Estados Unidos, Barbieland poderia estar localizada em algum ponto das Florida Keys”, declarou o astrofísico.
In @BarbieTheMovie, the Moon’s orientation places Barbie World between 20 & 40 deg North Latitude on Earth. Palm trees further constrain latitude between 20 & 30 deg. The Sun & Moon rose & set over the ocean. If it’s in the US, Barbie World lands somewhere in the Florida Keys. pic.twitter.com/Vh05tiqraX
As Florida Keys, um arquipélago pitoresco de ilhas tropicais situado no sul do estado da Flórida, nos Estados Unidos, se destacou como o lugar apontado por Tyson.
A região, distante aproximadamente 3 horas e meia de carro de Miami, se encaixa com a descrição proporcionada por suas observações.
Greta Gerwig, a mente criativa por trás da direção do filme, nunca revelou explicitamente a localização exata de Barbieland. A trama leva os personagens por uma série de cenários cativantes antes de “aterrissarem” na cidade de Los Angeles, Califórnia, no mundo real.
E aí? Você gostaria de poder visitar a Barbieland no mundo real?
Samara Weaving se tornou um nome conhecido entre os fãs de filmes de terror. Após participar brevemente da série ‘Ash vs. Evil Dead‘, a atriz estrelou filmes de sucesso do gênero, como ‘A Babá‘, ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico VI‘.
Ela ainda estará no elenco dos vindouros ‘Azrael‘ e ‘Eenie Meanie‘.
Em entrevista ao Collider, no entanto, Weaving expressou seu desejo em participar de uma das franquias mais icônicas do gênero: ‘A Hora do Pesadelo‘.
Infelizmente, parece que o temido Freddy Krueger não retornará às telonas tão cedo. Após a recepção negativa do remake de 2010, a franquia segue em sono profundo.
Anteriormente, o produtor Jason Blum, criador da Blumhouse, afirmou que acredita ser possível convencer o ator Robert Englund a reprisar o seu papel como o icônico vilão em um reboot da franquia.
“Eu poderia convencê-lo a reprisar o papel. Eu poderia convencer qualquer um. Quero dizer, Ellen Burstyn tem 87 anos, e eu a convenci a retornar na vindoura sequência de ‘O Exorcista’.”
Ele completa, “[Englund] ainda está jovem. Ele tem apenas 75 anos.”
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Blum havia comentado sobre seu interesse nos possíveis reboots das franquias ‘Sexta-Feira 13‘ (Friday the 13th) e ‘A Hora do Pesadelo‘ (A Nightmare on Elm Street).
Assista a entrevista:
O filme mais recente da franquia é o remake de mesmo nome, dirigido por Samuel Bayer, que estrela Rooney Mara.
O filme fracassou entre os críticos, conquistando apenas 14% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar disso, o longa foi um sucesso de bilheteria, tendo arrecadado US$ 117 milhões mundialmente.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de agosto de 2025 – um dia antes da estreia no território norte-americano.
A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Curtis) e Anna (Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.
Confira:
This summer is about to get F̶r̶e̶a̶k̶y̶ FREAKIER.
Muito antes de o Prime Video tentar ressuscitar ‘Segundas Intenções’ para uma nova geração, Hollywood chegou muito perto de produzir aquilo que os fãs do clássico de 1999 provavelmente mais queriam assistir: uma continuação direta trazendo Sarah Michelle Gellar de volta como a inesquecível Kathryn Merteuil. E o mais curioso é que o projeto não ficou apenas no roteiro.
Um episódio piloto inteiro foi produzido pela NBC em 2016, com Gellar novamente no papel da manipuladora socialite, mas a emissora decidiu não encomendar a série e o capítulo nunca chegou a ser oficialmente exibido ao público. O projeto acabou se transformando em uma espécie de capítulo perdido da franquia, especialmente porque mostraria o que aconteceu com Kathryn quase duas décadas depois de sua humilhação pública no final do primeiro filme.
A história começava aproximadamente 17 anos depois dos acontecimentos do longa original e apresentava uma revelação bastante surpreendente: Sebastian Valmont, vivido por Ryan Phillippe, e Annette Hargrove, personagem deReese Witherspoon, haviam tido um filho. Chamado Bash Casey, o jovem seria interpretado por Taylor John Smith e cresceria inicialmente sem conhecer toda a verdade sobre seu pai. Tudo mudaria quando Bash encontrasse o diário de Sebastian e descobrisse o universo de manipulação, sexo, dinheiro, poder e corrupção que havia cercado seus pais na juventude.
A partir daí, ele acabaria cruzando o caminho de Kathryn Merteuil, sua tia por consideração, que obviamente continuava tão perigosa e manipuladora quanto os fãs se lembravam. A própria premissa praticamente transformava o piloto em um ‘Segundas Intenções 2’ que nunca chegou oficialmente às telas, em vez de simplesmente reiniciar a história com novos personagens.
E Kathryn não teria passado os últimos 17 anos exatamente quieta. A personagem retornaria adulta, sofisticada e ainda mais calculista, agora envolvida em uma disputa pelo controle da Valmont International e, principalmente, tentando exercer influência sobre Bash. Segundo o produtorJordan Ross, Sarah Michelle Gellar conseguiu simplesmente voltar a ser Kathryn assim que entrou no set. A diferença era que a personagem teria aprendido com a derrota sofrida no filme de 1999: em vez de manipular as pessoas de maneira tão evidente, seus movimentos seriam mais discretos e calculados até chegar o momento de revelar suas verdadeiras intenções. Era uma evolução bastante lógica para uma personagem que terminou o longa original completamente desmascarada, depois que o diário de Sebastian revelou seus jogos, mentiras e manipulações diante de toda a escola.
Assista cenas do episódio:
Sarah Michelle Gellar chegou a comemorar publicamente seu retorno ao papel. Quando confirmou sua participação, a atriz publicou uma fotografia ao lado do diretor Roger Kumble e do produtor Neal H. Moritz, comparando a equipe durante a produção do filme original e quase duas décadas depois. E deixou bastante claro que Kathryn estava de volta, recuperando inclusive uma das frases mais famosas da personagem: ‘Todo mundo me ama, e pretendo continuar assim’. O envolvimento de Gellar tornava o projeto especialmente interessante porque boa parte da equipe criativa do filme também estava retornando. Kumble, que escreveu e dirigiu o longa de 1999, seria diretor e corroteirista do piloto ao lado de Lindsey Rosin e Jordan Ross, enquanto Moritz voltaria como produtor executivo. Era, portanto, uma tentativa genuína de continuar aquela história, e não apenas utilizar o nome ‘Segundas Intenções‘ em uma produção completamente diferente.
O elenco ainda teria Kate Levering assumindo o papel adulto de Annette Hargrove, substituindoReese Witherspoon, enquanto Taylor John Smith interpretaria Bash. Samantha Logan, Nathalie Kelley, Sophina Brown e Coby Bell também estavam entre os nomes envolvidos no projeto. Curiosamente, anos depois, Smith encontrou Witherspoon durante uma entrevista relacionada a ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’ e revelou à atriz que havia interpretado justamente o filho de Annette e Sebastian naquele piloto nunca exibido. Witherspoon inicialmente tentou descobrir de onde conhecia o ator até receber a inesperada explicação. A situação acabou se tornando ainda mais divertida justamente porque a atriz original de Annette nunca chegou a participar daquela continuação, apesar de sua personagem ser fundamental para toda a história.
Então, por que a série nunca aconteceu? Inicialmente, a situação não parecia necessariamente indicar falta de confiança no projeto. A NBC chegou a considerar diferentes possibilidades para encaixar ‘Segundas Intenções’ em sua programação, inclusive uma estreia posterior ou até uma distribuição digital. Na época, o então presidente da NBC Entertainment, Robert Greenblatt, chegou a elogiar o piloto, mas explicou que a emissora tinha espaço limitado para novos dramas e acabou escolhendo ‘This Is Us’, que ironicamente se transformaria em um dos maiores sucessos televisivos daquele período. Meses depois, em outubro de 2016, veio a decisão definitiva: a NBC não seguiria adiante com ‘Segundas Intenções‘.
A Sony Pictures Television ainda tentou encontrar outra emissora ou plataforma interessada, mas não conseguiu salvar a produção. O episódio piloto permaneceu oficialmente engavetado, embora posteriormente tenham surgido relatos de que uma cópia não autorizada acabou circulando pela internet.
O mais surpreendente é que Sarah Michelle Gellar posteriormente revelou que ficou aliviada com o cancelamento. Em entrevistas anos depois, a atriz explicou que inicialmente recusou participar do projeto porque não conseguia imaginar como uma história tão sexual, provocativa e moralmente perversa quanto ‘Segundas Intenções‘ poderia funcionar dentro das limitações da televisão aberta norte-americana. Gellar acabou sendo convencida por Roger Kumble e Neal H. Moritz, mas percebeu já no primeiro dia de filmagens que seus receios estavam corretos. Segundo ela, simplesmente não existia uma versão de ‘Segundas Intenções‘ adequada à TV aberta que pudesse preservar aquilo que fazia o filme funcionar.
A atriz chegou a dizer a Kumble durante as gravações que talvez eles devessem parar, e mais tarde afirmou considerar positivo o fato de a NBC não ter levado o projeto adiante. Para Gellar, se a franquia realmente fosse voltar à televisão, o streaming seria um lugar muito mais apropriado para permitir a liberdade necessária à história.
Existe ainda uma enorme ironia nessa história: essa não foi a primeira vez que ‘Segundas Intenções’ teve uma série produzida e cancelada antes mesmo de chegar à televisão.
Logo depois do sucesso do filme original, a Fox desenvolveu ‘Manchester Prep’, uma série prelúdio que acompanharia versões mais jovens de Sebastian e Kathryn, interpretados por Robin Dunne e uma então pouco conhecida Amy Adams. Sim, Amy Adams, ainda adolescente. O conteúdo foi considerado provocativo demais para a emissora e o projeto acabou cancelado antes da estreia. O material produzido foi posteriormente remontado, ganhou cenas adicionais e virou o filme lançado diretamente em vídeo ‘Segundas Intenções 2’. Ou seja, a franquia conseguiu a façanha de ter duas séries diferentes engavetadas antes da estreia, uma delas com Sarah Michelle Gellar retornando oficialmente como Kathryn.
Anos depois, o Prime Video finalmente conseguiu aquilo que Fox e NBC não haviam conseguido e lançou uma série de ‘Segundas Intenções’ em novembro de 2024, mas seguindo por um caminho completamente diferente. A produção apresentou novos personagens e transferiu a dinâmica de sedução e manipulação para uma universidade próxima a Washington, sem Sarah Michelle Gellar como Kathryn. O resultado, porém, não conseguiu repetir o impacto do clássico: a série teve recepção crítica bastante negativa, não apareceu no Top 10 de streaming da Nielsen e foi cancelada após apenas uma temporada.
No fim das contas, o episódio produzido em 2016 continua sendo uma das maiores curiosidades de ‘Segundas Intenções’. Não apenas porque Sarah Michelle Gellar voltou a interpretar Kathryn quase duas décadas depois, mas porque o projeto pretendia responder uma pergunta que o filme deixou no ar desde 1999: o que aconteceu com aquela personagem depois que todos finalmente descobriram quem ela realmente era?
A resposta chegou a ser filmada, Kathryn ganhou uma nova geração para manipular e os produtores chegaram a imaginar uma temporada inteira ao redor dela. Mas o público nunca teve a oportunidade de assistir oficialmente ao resultado.
Talvez tenha sido melhor assim, como a própria Gellar acredita — mas saber que existe uma continuação perdida de ‘Segundas Intenções‘, protagonizada pela verdadeira Kathryn Merteuil, certamente faz qualquer fã desejar que esse piloto finalmente seja retirado dos arquivos da Sony algum dia.
O chegada do olhar para si. Inspirado em uma história real, chegou na Prime Video no final de 2023 um sobre família e suas camadas de conflitos aos olhos de uma jovem que por muito tempo teve sua direção e preocupação aos outros que acaba embarcando em uma jornada para um importante olhar para seus próprios sonhos, sua vida que está em momentos decisivos. Baseado em um documentário do cineasta Matt Smukler (que também assina a direção dessa produção), Uma Família Extraordináriamesmo rumo ao previsível, ensina, comove, abre debates profundos sobre o que de fato é ser feliz.
Na trama, conhecemos Bea (Kiernan Shipka), uma jovem adolescente que após sofrer um acidente entra em coma reunindo para perto de si toda sua família e amigos. Assim, vamos conhecendo melhor essa família. Bea, filha de pais deficientes e com uma família que se embaralha no suporte necessário, ao longo de toda sua trajetória, da infância até aquele presente momento, momentos importantes viram peças de reflexões em um filme sobre os laços profundos e suas camadas.
O que seria uma família perfeita? Isso existe? Uma Família Extraordináriabusca um amplo recorte da trajetória de sua protagonista. Do preconceito até o entendimento do real sentido do amor maternal e paternal, somos testemunhas de um desabrochar para a maturidade onde a necessidade de pitadas de egoísmo acaba se tornando uma válvula propulsora. A narrativa expõe dilemas, dramas, fatos marcantes, elementos que de alguma forma moldam a personalidade forte de sua personagem principal.
O olhar da família, seus pensamentos conflitantes, e as derrapadas na hora de prestar qualquer ajuda vão se construindo ao longo do tempo sempre com a preocupação por conta das limitações dos pais de Bea. As duas avós, interpretadas pelas excelentes Jacki Weaver e Jean Smart, são responsáveis por diálogos impactantes, com uma leveza e verdade, deixando transparente seus conflitos mais profundos.
E por falar em personagens, o projeto tem uma impactante riqueza e ensinamentos vindo deles, uma reunião de carisma que coloca um enorme impacto em cena. Há uma linda construção desses personagens. É fácil se apaixonar pela história de cada um deles além da importância de trazer para reflexões alguns importantes temas. O projeto busca seguir o mesmo caminho de A Família Bélier e depois seu remake No Ritmo do Coração.
Previsível porém importante. Uma Família Extraordinárianão deixa de ser uma emocionante caminhada para o entendimento maduro do sentido de família e a luz no fim do túnel quando passamos a olhar para nosso próprio caminho.
Com lançamento pela Paramount Pictures, o trailer do novo filme de Darren Aronofsky (Réquiem para um Sonho, Cisne Negro, Noé), Mãe!(Mother!), estreia no Brasil, a partir desta quinta-feira, 20 de julho, em um circuito composto por 60 cinemas espalhados pelo país, onde será exibido até a próxima quarta-feira, dia 26, antes das sessões de A Múmia, O Círculo, Soundtrack e Em Ritmo de Fuga.
Mãe! reúne Jennifer Lawrence, Javier Bardem, Michelle Pfeiffer e Ed Harris para contar a história de um casal que tem o relacionamento testado quando pessoas não convidadas surgem em sua residência, acabando com a tranquilidade entre eles. O lançamento está programado para setembro/outubro de 2017.
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No cinema independente norte-americano é onde se encontra a verdadeira fonte de ideias originais. Não é por menos que a maioria dos diretores consagrados começam assim, vindo de baixo, em produções sem muitos recursos, mas lotadas de ideias. É a fome de querer deixar sua marca. Outros diretores seguem por este caminho ao longo da carreira, sem se corromperem pelo cinema mainstream, cenário onde muitas vezes suas vozes são caladas – ou diminuídas.
É exatamente o caso com este Um Monstro no Caminho (The Monster no título original), filme independente que mistura de forma satisfatória um drama familiar estarrecedor, daqueles dignos de prêmios, com o cinema fantástico de monstros – o que garante o ânimo dos aficionados. O filme infelizmente não passou por nossas salas de cinema no Brasil e agora aporta diretamente nos canais da rede HBO.
Não por menos temos um especialista no gênero atrás das câmeras, o diretor Bryan Bertino. O sujeito estreou na direção com Os Estranhos (2008), suspense com Liv Tyler, que virou cult e gerou uma continuação tardia – programada para este ano, e que contará com o roteiro de Bertino, mas não a direção.
Em Um Monstro no Caminho, temos um dos melhores desempenhos da carreira da jovem Zoe Kazan, neta do icônico e controverso cineasta Elia Kazan, e que ganhou os holofotes novamente nesta época de premiação com o elogiado Doentes de Amor. Bem, ainda não conferi a citada comédia dramática, mas posso garantir que Kazan defende uma performance e personagem únicos neste terror. Aqui ela vive Kathy, uma jovem mãe nada exemplar para a pequena Lizzy. Drogada, alcoólatra e uma antena para relacionamentos abusivos, esta protagonista muito disfuncional está a um passo de uma tragédia, ou que sua filha lhe seja tirada por algum órgão responsável.
Para esta dinâmica desequilibrada funcionar era necessário uma atriz mirim que fizesse um bom jogo com Kazan, e é seguro afirmar que a produção a encontrou com Ella Ballentine – e que ótimo ano para atrizes mirins, entre este filme, Logan e Projeto Flórida. Aqui, a filha constantemente precisa ser a mãe e fazer papel do adulto responsável, já que sua progenitora na maioria das vezes está caída no banheiro, perto da privada, ou desacordada em qualquer lugar da casa. A relação abusiva é de dar nos nervos, e a veracidade das cenas, totalmente levadas de forma crível como num drama que busca prêmios, impressiona. Kazan é a protagonista, mas é também uma das personagens mais desagradáveis e odiosas do ano no cinema.
Bem, mas obviamente teremos uma guinada nesta trama, afinal este ainda é um filme de terror. Numa noite, na qual a mãe leva a filha para ficar com o pai, correndo o risco de não voltar mais para viver com ela, seu carro sai da estrada ao atropelar um lobo. Ferida, com o braço quebrado, a mãe consegue chamar ajuda pelo celular e as duas esperam socorro mecânico e de uma ambulância. Aos poucos mãe e filha começam a perceber que algo as espreita nesta estrada, cercada de mata dos dois lados. E sua revelação – que não irei estragar aqui – é algo, bem… monstruoso.
Com um roteiro digno de Tarantino em Um Drink no Inferno, Um Monstro no Caminho acerta ao mesclar de forma talentosa dois gêneros difíceis. E quem merece elogios aqui é justamente o roteirista e diretor Bertino. O jovem cineasta sabe que qualquer filme de terror funciona melhor quando cercando tudo são criados bons personagens, com desenvolvimento detalhado. Justamente por isso, o cineasta dedica a primeira metade do seu filme para explorar quem são essas duas pessoas, mãe e filha, e seu relacionamento pra lá de problemático. Sentimos pena da garota e raiva da mãe. A intensidade dramática é a pista que nos transforma em joguete nas mãos do talentoso artista, que antes de atear fogo, certifica-se de que a gasolina foi bem jogada.
Já na segunda metade, Bertino subverte tudo, jogando as personagens num cenário ainda pior do que seu cotidiano no dia a dia. Se as duas achavam que suas vidas eram ruins, espere para ver o que o diretor armou para elas. O novo desafio a ser superado traz a união das protagonistas, que agora precisam juntar forças, tendo apenas uma a outra para confiar. No segundo trecho, o diretor e o longa entregam exatamente o que você quer, adrenalina e tensão até não poder mais, e momentos viscerais – onde Bertino explora ao máximo o que seu orçamento pode oferecer, escondendo detalhes e mostrando o que pode. O resultado acerta nos dois âmbitos, cria um bom drama familiar impactante, e entrega um filme de monstro corajoso e criativo.
É claro também que aqui podem ser encontradas diversas analogias, o que torna o sabor ainda mais especial. O monstro é apenas um reflexo do real monstro, a personagem de Kazan. E toda esta história pode ser vista como o desafio de superação da pequena Lizzy. O desfecho dúbio narrado pela própria abre possibilidades para tais interpretações. Com atuações de primeira, bons efeitos práticos, uma narrativa ágil e uma mescla entre gêneros que poucos conseguem equilibrar, Um Monstro no Caminho é um dos melhores exemplares de terror do ano.
Você lembra da lambada? Os que cresceram nas décadas de 1980 e 1990, assim como os mais velhos que já eram adultos na época, definitivamente jamais esqueceram. No entanto, as gerações mais novas, que nasceram depois dos anos 2000, talvez não sejam tão familiarizados com uma das danças mais sensuais jamais inventadas – principalmente porque essa moda veio e foi, sem que muitos hoje em dia sequer comentem sobre ela. Para ter uma ideia do que era, imagine uma dança de forró elevada à décima potência, dançada de forma mais rápida e bem mais sensualizada, com os parceiros entrelaçados pela cintura. Tanto que a lambada recebeu o título de “a dança proibida”.
E sim, você acertou, este estilo musical começou bem aqui em nosso país. Há registros das primeiras músicas de lambada no Brasil ainda na década de 1970, mas o fenômeno viria a estourar mesmo no início dos anos 90, mais precisamente em 1990 mesmo. Saída da região norte do Brasil, do Pará (onde hoje impera o “tecnobrega” – que lançou as carreiras da Banda Calypso, de Joelma e de Gaby Amarantos), é dito que a lambada pegou influências de ritmos latinos como o merengue e a cúmbia. De forma sem precedentes, a lambada viraria uma febre não apenas no Brasil, mas mundial, chegando até países como os EUA.
No Brasil, o auge da era lambada teve sua representação máxima na TV com a novela ‘Rainha da Sucata’, da rede Globo, que estreava em 2 de abril de 1990 e permaneceria no ar por 180 episódios até 26 de outubro do mesmo ano. Em homenagem ao gênero musical que dominava o país no período, a abertura era embalada ao som de ‘Me Chama que eu Vou’, de Sidney Magal, onde em um ferro-velho, sucatas se juntam para formar uma “mulher” e cair na lambada ao lado de outros dançarinos – tudo provido pelo que de mais moderno a tecnologia de efeitos em stop motion tinha a oferecer aqui no Brasil. Durante todo o ano de 1990, os brasileiros ficaram com a ótima música dançante de Magal na cabeça, e celebravam a abertura com muita lambada.
Mas a lambada não chegou às telas apenas com ‘Rainha da Sucata’, como dito, o ritmo musical havia dominado o mundo. E no mesmo ano de 1990, chegava aos EUA em duas produções vindas de grandes estúdios de Hollywood. Sim, a maior indústria de cinema do mundo se curvava ao ritmo brasileiro não em um filme, mas em dois, que recaem na categoria dos chamados filmes-gêmeos, longas de renome que retratam o mesmo tema no mesmo ano, ou em um espaço de tempo curto. No caso da Lambada foi bem pior do que isso, já que no melhor estilo “Barbenheimer”, os dois filmes da dança estreavam nos EUA no mesmo dia! Sim, 16 de março de 1990 ficaria marcado como o dia da lambada em Hollywood.
‘Lambada – O Filme’, da Warner, levou a dança provocativa brasileira até os americanos.
‘Lambada – O Filme’ (1990) era uma produção da picareta Cannon Films, mas ganhou distribuição da toda-poderosa Warner. No filme, Kevin Laird (papel de J. Eddie Peck) é um professor colegial de matemática, em uma escola para jovens financeiramente privilegiados. À noite, o professor faz valer suas origens latinas e se diverte em uma casa noturna de lambada, onde é conhecido por seu apelido “Blade”. Em uma dessas noites, uma de suas alunas curiosas, Sandy (Melora Hardin), vai até o clube noturno escondida, e descobre a “identidade secreta” de seu tutor. No melhor estilo ‘Dirty Dancing’, a adolescente e o homem mais velho se apaixonam e viram os reis da lambada no local.
Já ‘Lambada – A Dança Proibida’ (The Forbidden Dance, 1990) teve distribuição da Columbia Pictures e uma história muito mais sem noção. O curioso é que a picareta Cannon Films também teve seu dedo nesta produção, ao menos indiretamente, já que o filme contou com argumento de Menahem Golan, um dos primos israelenses fundadores da Cannon. Veja só esta história: uma princesa da Amazônia brasileira quer conscientizar o mundo da importância da floresta. Até aí tudo bem, é uma causa justa, que segue mais importante e atual do que nunca. Então, essa princesa viaja até os EUA, e seu primeiro ato é: se apaixonar por um jovem americano! O sujeito a convence que a melhor forma de falar diretamente com o povo americano é ir à TV. E como? Bem, que tal participando de um concurso de lambada! É sério! Laura Harring, de origem mexicana, mas filha de pai americano, vive a princesa brasileira.
Com uma história totalmente sem noção, ‘Lambada – A Dança Proibida’ teve lançamento da Columbia.
Além destes dois mais famosos embates da Lambada, ainda tivemos outras duas produções da época a focar na “dança proibida”. O primeiro é uma obra turca de 1989, também intitulada ‘Lambada’, e o que mais? E a outra é uma produção tupiniquim, de nosso próprio país, com coprodução italiana, também lançada em 1990 – e intitulada ‘Lambada – o Filme’. Na trama desse último, um artista americano vem ao Brasil gravar um vídeo da dança e conhece a infame lambada. No elenco, em papeis secundários, Carlinhos de Jesus e Elba Ramalho.
Na batalha das lambadas de grandes estúdios de Hollywood, a Warner levou a melhor sobre a Columbia – com seu filme conquistando mais afeto do público e dos críticos. Tanto que o filme da Warner ficaria conhecido como “o melhor filme de lambada” dentre os dois lançados no mesmo dia. Fora isso estreou em oitava posição do ranking das maiores bilheterias do fim de semana em meados de março, contra a estreia em décima terceira posição do rival gêmeo. O filme da Warner arrecadou US$2 milhões em seu primeiro fim de semana, enquanto o longa da Columbia somou apenas US$720 mil no mesmo período. Em termos de bilheteria total nos EUA e Canadá o filme da Warner / Cannon acumulou US$4.2 milhões. Já o concorrente da Columbia fez US$1.8 milhão total na América do Norte.
Em 2015, a revista de cinema Vanity Fair preparou uma matéria celebrando os 25 anos do duelo dos dois filmes de ‘Lambada’.
Voltando alguns parágrafos, quando eu disse que ‘A Dança Proibida’ contou com argumento de Menahem Golan, um dos homens por trás da Cannon Films, é claro que o esperto produtor jamais jogaria contra si mesmo. O que acontece é que nesta época, no início dos anos 90, Golan já havia falido com a Cannon, e se desligado da companhia, que seguia com seu primo Yoram Globus e um novo CEO, o egípcio Ovidio G. Assonitis. ‘Lambada’ foi o primeiro filme do relançamento da nova Cannon. Por isso Golan, espertamente, tirou da cartola um filme nos mesmos moldes, para minar os rivais. Mas as coisas não saíram tão bem para ele. A começar que foi processado e impedido de usar o título “Lambada” no filme – o original é apenas ‘The Fordidden Dance’ – só sendo chamado ‘Lambada’ no Brasil.
Fora isso, antes mesmo de estrear ‘A Dança Proibida’, o “visionário” Menahem Golan estava pronto para fazer uma de suas “vendas casadas” dos tempos áureos da Cannon com a sequência já engatilhada, vide as “franquias” ‘Breakin’ e ‘Braddock’ (com Chuck Norris). Assim, o israelense não perdeu tempo e tratou de anunciar nas páginas da Variety o título ‘Naked Lambada! The Forbidden Dance Continues’, que seria a continuação do filme. No entanto, os números nada animadores da bilheteria do longa original, o fizeram desistir deste plano mirabolante.
‘Lambada’, da Warner, foi considerado um filme melhor, com o crítico Gene Siskel o considerando um prazer culposo.
Mas talvez o maior prêmio que a ‘Lambada’ da Warner tenha recebido foi o carinho do renomado crítico Gene Siskel, um dos maiores da área, que dividia o programa com o igualmente saudoso Roger Ebert. Os dois foram pioneiros em alçar a crítica de cinema a um novo patamar, fazendo dos profissionais deste segmento rostos conhecidos de todos. Podemos dizer que a dupla foi os primeiros críticos em vídeo a se tornarem verdadeiramente populares, muitas décadas antes do advento da internet. Ou sequer da TV à cabo. O programa onde dividiam a tela e falavam sobre os lançamentos do cinema começou na década de 1970 e foi aprimorando o formato até o falecimento de Siskel em 1999.
Siskel e Ebert eram “rivais” de jornais diferentes de Chicago, com Siskel escrevendo suas críticas e artigos para o Chicago Tribune e Ebert para o Chicago Sun-Times. Para defender seus argumentos, os dois viviam quase sempre em pé de guerra. E ao falarem de ‘Lambada’, Siskel surpreendeu todos ao considerar o filme um “prazer culposo”, o qual ele se disse quase envergonhado de admitir ter gostado, dando uma avaliação positiva pelo fator diversão e entretenimento, mas admitindo ser um filme ruim em muitos aspectos. Será que algum dia a lambada ainda voltará à moda? Se o fizer, certamente trará de volta estas duas produções “gêmeas” como cult.
‘American Horror Story: Apocalypse’, o tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada), ganhou um novo cartaz sinistro.
Confira, com o trailer:
De acordo com o Bloody Disgusting, Jessica Lange irá retornar para a 8ª temporada de ‘American Horror Story‘. Segundo o site, ela irá reprisar o seu papel de Constance Langdon, da primeira temporada da série.
A estreia nos EUA acontece dia 12 de setembro.
Recentemente, Sarah Paulson deu novas informações sobre sua personagem: ela viverá dois papéis diferentes na nova fase do programa, e deixou um suspense no ar afirmando que um deles ou será de ‘Coven’ ou de ‘Muder House’, afinal, a nova temporada será um crossover entre as temporadas antigas.
“Não irei interpretar Cordelia e Billie. Alguém disse que iria interpretá-las? Interessante… Até pode ser que eu interprete as duas personagens. Mas não. Tudo o que posso dizer é que terei duas personagens, e um desses nomes está correto, e o outro não.”
Dirigido por Tim Burton (‘Frankenweenie‘), analistas indicam que o filme deve arrecadar entre US$ 45 a 65 milhões nas bilheterias norte-americanas em seu primeiro fim de semana.
Na trama, Holt Farrier é uma ex-estrela de circo que retorna da guerra e encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. O circo em que trabalhava está passando por grandes dificuldades, e ele fica encarregado de cuidar de um elefante recém-nascido, cujas orelhas gigantes fazem dele motivo de piada. No entanto, os filhos de Holt descobrem que o pequeno elefante é capaz de uma façanha enorme.
A Universal Pictures divulgou o trailer legendado do drama ‘Emma‘, baseado no romance homônimo de Jane Austen.
Confira:
O filme é dirigido por Autumn de Wilde e funciona como um remake do longa lançado em 1996.
Na esquecida cidade litorânea de Claypole, Inglaterra, uma série de coincidência acidentais e infelizes conspiram para trazer as vidas e as ambições de alguns sonhadores a um trágico final.
Em entrevista ao Collider, o ator Jake Johnson, que interpretou o personagem Lowery no primeiro ‘Jurassic World‘, revelou que retornaria à sequência ‘Jurassic World: Domínio‘, mas a pandemia de coronavírus causou conflitos em sua agenda.
Atualmente, Johnson e o diretor Colin Trevorrow estão tentando se reorganizar para tornar possível sua participação na continuação.
“Eu estava pronto para começar a filmar, então a pandemia aconteceu e eu tive que reorganizar toda minha agenda. Agora, nós estamos tentando fazer isso funcionar, pois eu também irei gravar a 2ª temporada de ‘Stumptown’. Estamos tentando organizar nossas agendas e ver se conseguimos fazer isso dar certo. Mas Colin Trevorrow, o diretor, é um grande amigo meu e nós conversamos muito sobre isso.”
Ele completa, “Se esse é o grande desfecho da saga e todo mundo está retornando, seria estranho se o meu personagem não fizesse pelo menos uma pequena aparição.”
Jake Johnson
Recentemente, a Universal Pictures divulgou novas imagens dos bastidores do novo filme, que mostram mais novidades da produção.
Confira:
Por enquanto, ainda não foram revelados muitos detalhes sobre o longa, mas Trevorrow revelou ao Collider que a sequência terá mais efeitos práticos do que os filmes anteriores da trilogia.
“Nossa proposta era trabalhar com mais efeitos práticos em todos os filmes da trilogia desde o primeiro. Por isso criamos mais animatronics para o 3º filme, há mais desses efeitos do que tivemos nos dois anteriores.”
O cineasta pareceu empolgado ao dizer que a equipe de efeitos visuais aprimorou as técnicas de edição para mesclar os animatronics com retoques digitais.
“Nos últimos dois meses, descobrimos uma nova forma de mesclar as extensões digitais nos animatronics, combinando a textura e o nível de fidelidade dos bonecos sem que percebam a diferença. Então isso é muito emocionante para mim.”
Ele também falou um pouco sobre o retorno do elenco original após sua ausência nos últimos dois filmes.
“Precisávamos descobrir uma razão pela qual Ellie, Malcolm e Grant foram ao parque temático exatamente no mesmo dia em que ele foi destruído… De novo. O próximo filme permite que os personagens herdados dos filmes originais façam parte da história de maneira natural e convincente. [A roteirista] Emily Carmichael e eu chamamos essa sequência de ‘Jurassic Park VI‘ porque realmente é.”
Por enquanto, o enredo do longa ainda permanece um mistério, mas novas atualizações devem surgir em breve.
A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.
O terror ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ (Spiral: From the Book of Saw) ganhou uma nova imagem extremamente brutal.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de junho.
Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.
Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh Stolberg e Pete Goldfinger assinam o roteiro.
Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de ‘Jogos Mortais’. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.
A trama se passa num Brasil do futuro em que uma inciativa de reparação pelo passado escravocrata provoca uma reação no Congresso Nacional, que aprova uma medida provisória. Sua aprovação afeta diretamente a vida do casal formado pela médica Capitú (Taís) e pelo advogado Antonio (Alfred), bem como a de seu primo, o jornalista André (Seu Jorge), que mora de favor no mesmo apartamento. Separado por força das circunstâncias, o casal não sabe se conseguirá se reencontrar.
A trama segue um grupo de professores dedicados e apaixonados – e um diretor ligeiramente surdo –, reunidos em uma escola pública da Filadélfia onde, apesar de se verem contra as probabilidades, estão determinados a ajudar seus alunos a obter sucesso na vida. Embora essas incríveis pessoas estejam em menor número e sem recursos, elas amam o que fazem, lutando contra um sistema que muitas das vezes atrapalha mais que ajuda.
Em entrevista ao Variety, Anya Chalotra aclamou o trabalho do Henry Cavill na série ‘The Witcher‘, declarando que ele é um dos maiores experts do universo da produção.
A atriz afirmou que, desde o primeiro dia, ficou claro “a dedicação do ator com seu personagem, o bruxo Geralt de Rivia, e sua narrativa”.
“É incrível trabalhar com alguém que ama o material de origem. Ele realmente ama. Ninguém sabe mais sobre o universo de ‘The Witcher’ do que ele. Ele sabe todas as regras e regulações e termos deste universo. Trabalhar ao lado dele foi uma benção porque há alguns dias que você pode ficar um pouco perdido neste mundo, e ele está sempre lá nos ajudando.”
Infelizmente, Cavill não retornará para a 4ª temporada, e seu personagem será substituído pelo Liam Hemsworth (‘Jogos Vorazes’).
Anteriormente, Freya Allan (Ciri), Anya Chalotra (Yennefer) e Joey Batey (Jaskier) comentaram pela primeira vez sobre como estão se sentindo com Hemsworth se juntando à série.
“Estou animado. Muito, mal posso esperar para ter Liam a bordo do elenco. Bem, ele já está, mas quero conhecê-lo e vê-lo como Geralt. Sei que a ausência de Henry vai ser bizarra e sinto que definitivamente vou sentir essa perda. Acho que todos nós vamos. Henry tem sido incrível e carregou o show, então definitivamente vou sentir isso, mas estou muito, muito animada com o que está por vir. Há tanta história para contar”, disse Chalotra
“Acho que é sempre… Intrigante e empolgante poder ver outra versão ou interpretação desse personagem. Estou curiosa”, disse Allan.
“Também estou muito animado! Mas todos sentiremos muita falta de Henry”, disse Batey. “Nos bastidores, ele sempre foi muito, muito solidário e engraçado, um profissional de boa índole que sempre foi o primeiro a rir nos dias ruins, e essa presença está consolidada no DNA da equipe.”
Por fim, Allan concluiu que:
“Sim, seu carisma está consolidado e vamos continuar seu legado enquanto interpretamos nossos personagens. Eu sei que não poderei deixar de visualizá-lo daqui para frente. É apenas Geralt, mas ainda estou muito animada para ver algo novo também.”
Lembrando que a segunda parte da 3ª temporada chega à Netflix em 27 de julho.
Relembre o trailer:
Em uma recente entrevista à EW, a showrunnerLauren S. Hissrich falou sobre os próximos episódios, que serão adaptados do romance ‘Tempo de Desprezo’, e prometeu aos fãs que os próximos episódios serão mais fiéis à saga literária de Andrzej Sapkowski.
“O que é mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais fiel que fizemos no tocante a adaptar os livros”, ela comentou. “Obviamente, não podemos fazer cada página, mas ‘Tempo de Desprezo’ nos deu vários eventos grandes de ação, pontos narrativos, momentos definidores dos personagens e grandes revelações. Há muito que pudemos seguir à risca”.
Anteriormente, Hissrichfalou sobre a saída de Cavill e garantiu que a despedida do astro será honrosa devido à sua contribuição até agora.
“Henry se entregou muito para a nossa série e, por isso, queremos honrá-lo adequadamente. E o mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais próxima que fizemos de uma adaptação individual dos livros.”
Ela continuou, destacando a saída do ator.
“A grande virada de Geralt é desistir da neutralidade e fazer tudo o que for necessário para chegar a Ciri. E, para mim, é a despedida mais heróica que poderíamos ter, mesmo que não tenha sido escrita para ser assim… Será uma boa lembrança da última aparição de Cavill como o Bruxo.”
Por fim, ela disse que a troca de atores também vai gerar uma nova abordagem para o personagem:
“Geralt terá uma nova missão em mente quando o encontrarmos na 4ª temporada. Ele será um Geralt um pouco diferente do que esperávamos. E não me refiro à aparência”, brincou ela.
Lembrando que Cavill será substituído por Liam Hemsworth.
Em entrevista ao ComicBook, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (‘Casamento Sangrento’) afirmaram terem sentido uma reponsabilidade pela memória do ator Angus Cloud (‘Euphoria’) durante o processo de edição do terror cômico ‘Abigail‘.
O ator faleceu tragicamente em julho do ano passado, e este projeto marca sua aparição final nas telonas.
“Emocionalmente, foi um processo muito difícil, mas nós realmente sentimos que precisávamos honrá-lo no filme. [No processo de edição], é muito comum cortar algumas cenas ou diálogos entre os personagens, mas, sendo este o último filme do Angus Cloud, nós não queríamos encurtar a participação dele. Nós sentimos que era uma responsabilidade.”
Eles completam, “Nós realmente tentamos explorar suas cenas, e nos certificamos de entregar o melhor de seu personagem. Queríamos preservar todos os momentos especiais. […] Ele sempre estava fazendo todos rirem nos bastidores do filme. Ele era muito divertido. Fizemos o máximo neste filme para manter sua memória viva.”
Em exibição nos cinemas nacionais, ‘Abigail‘ conquistou 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Os críticos elogiam o filme por ser divertido, violento e sangrento, com destaque para as cenas de gore.
Confira alguns trechos das avaliações:
“Abigail tem humor, ação e muito, MUITO sangue. É difícil se destacar em um mar vermelho de filmes de vampiros, mas este consegue.”, Kelly McClure – Salon.com
“Com um compromisso insano com a pulverização arterial e um conjunto entusiasmado, Abigail acaba sendo outro prazer para todos os fãs de Bettinelli-Olpin e Gillett. É uma explosão sangrenta.”, Bloody-Disgusting.
“O filme não é de todo ruim, mas Abigail, a pequena vilã pirueta, poderia usar alguns sérios… ensaios”, disse Alison Foreman do IndieWire.
“Há pontos de Abigail que parecem muito com o horror pintado por números, cheio de despejos de exposição que efetivamente me tiraram da narrativa sangrenta em sua necessidade de cortar a tensão”, disse Maggie Boccella do Collider.
“No que pode se tornar um dos maiores filmes de vampiros de todos os tempos, Abigail oferece uma visão extremamente sangrenta, divertida e bem-humorada do subgênero”, disse Jordan Williams do Screen Rant.
“‘Abigail’ define a fasquia como a mais divertida que se pode ter com um filme de terror do ano. Em outras palavras, “Abigail” é horror na ponta”, disse BJ Colangelo do Slashfilm.
“Não é mal feito, apenas desinspirado e jogado”, disse Simon Abrams do Roger Ebert.
“Um longa ensanguentado faz um bom momento. Um giro inteligente no gênero vampiro cheio de cenários selvagens e gore, alimentado ainda mais por um conjunto elétrico perfeitamente fundido”, disse Perri Nemiroff do canal Perri Nemiroff no YouTube.
“Abigail é um bom momento divertido, sinuoso e sangrento. Encontra o equilíbrio perfeito entre humor e horror. E o conjunto de personagens se equilibra bem”, disse Sean Chandler do Sean Chandler Talks About.
“Radio Silence provou ser uma das vozes mais emocionantes, e crucialmente, divertidas do gênero de terror e Abigail leva isso para o próximo nível”, disse Rosie Fletcher do Den of Geek.
“Um festival de diversão absolutamente insano, sangrento, cheio de gore. Provavelmente o melhor momento do cinema este ano inteiro. Vejo em um teatro lotado!”, disse Tessa Smith da Mama’s Geeky.
“Abigail trouxe tudo o que eu quero em um filme de vampiros: grandes personagens, grandes risadas e galões de sangue. Alisha Weir é uma explosão para assistir enquanto brinca com sua comida no melhor e mais divertido filme de Radio Silence até agora”, disse Cody Leach do canal Cody Leach no YouTube.
Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.
‘Abigail‘ marca a reunião entre a atrizMelissa Barrera e os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, após ‘Pânico 5 e 6‘.
Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘ – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).
A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.
A produção estreará no serviço de streaming amanhã, no dia 9 de janeiro.
A trama acompanha Traci Harmon, uma veterana oficial de treinamento do Departamento de Polícia de Long Beach, e seu parceiro novato, Alex Diaz, enquanto eles respondem a chamadas de emergência nas ruas da cidade e também enfrentam as consequências da perda de um colega policial.
Com pleno acesso às suas vidas, a célebre e amada família Kardashian retorna com sua nova série. Kris, Kourtney, Kim, Khloé, Kendall e Kylie ligam novamente as câmeras para revelar a verdade por trás das manchetes. Desde a intensa pressão de administrar negócios multimilionários até momentos simples do dia a dia, de brincadeiras entre as irmãs a levar as crianças na escola, a nova série vai prender os telespectadores com a honesta e fascinante história de vida.
De acordo com o The Hollywood Reporter, a Warner Bros. criou dois cortes diferentes para o live-action de ‘Supergirl‘.
O projeto contou com dois editores: Tatiana S. Riegel, parceria de longa data do diretor Craig Gillespie, com quem já havia trabalhado em ‘Eu, Tonya‘ e ‘Cruella‘; e Fred Raskin, parceiro do James Gunn, que já havia colaborado com o supervisor do novo universo da DC nos filmes da franquia ‘Guardiões da Galáxia‘ e na série ‘Pacificador‘.
O site afirma que Raskin foi contratado após a recepção morna do filme durante o processo de testes de exibição. Ao invés de se concentrar em melhorar a versão do diretor, o estúdio decidiu reeditar o filme – criando dois cortes diferentes.
A versão do estúdio recebeu uma aprovação maior nos testes de exibição (alegadamente vencendo por apenas 2 pontos), e acabou se tornando o corte final do longa – que está sendo exibido atualmente nos cinemas. Pouco se sabe sobre a versão do diretor, mas o site afirma que a versão original tinha 11 minutos a mais de duração, e apresentava cenas adicionais do vilão, Krem (Matthias Schoenaerts).
Anteriormente, Peter Safran, co-CEO da DC Studios, admitiu que a aventura solo da Garota de Aço “não atingiu nossas expectativas de bilheteria”, mas reforçou que continua confiante de que o novo Universo DC (DCU) conseguirá corresponder às altas expectativas dos fãs no longo prazo.
“Quero reconstruir a confiança do público, algo que acredito que a DC perdeu ao longo dos anos”, afirmou
Ao comentar sobre a constante rivalidade entre DC e Marvel, Safran adotou um tom de união: “O que une os fãs de quadrinhos é muito maior do que aquilo que os divide”.
O co-CEO também demonstrem bastante otimismo em relação aos próximos passos do estúdio: “Temos uma grande responsabilidade sobre nossos ombros, mas estamos muito felizes com a forma como tudo está caminhando até agora”.
Apesar do entusiasmo com o planejamento macro, o resultado imediato nas salas de cinema preocupa. O longa-metragem não atingiu as projeções da Warner Bros. Discovery e acendeu o sinal de alerta, correndo o risco de gerar um prejuízo milionário diante de seu orçamento estimado em US$ 175 milhões.
Apesar do tropeço inicial, a agenda de lançamentos do novo Universo DC (DCU) segue repleta de novidades para os próximos anos:
‘Lanterns’: A aguardada série dos Lanternas Verdes deve estrear na HBO ainda em 2026.
‘Cara-de-Barro’: Longa dirigido por James Watkins, com estreia marcada para 23 de outubro.
‘Superman: Homem do Amanhã’: O pilar dessa nova era, comandado por James Gunn, está previsto para chegar aos cinemas em 9 de julho de 2027.
A sequência ‘Blade Runner 2049‘ é o grande destaque da próxima edição do mês de julho da revista britânica Empire.
Estampando a capa, Ryan Gosling aparece de costas, em um cenário onde letreiros em neon tomam conta de toda a imagem.
Confira:
Denis Villeneuverevelou recentemente que não tem nenhum apreço tão grande pelo CGI em si, e sua sequência de ‘Blade Runner’ foi para o campo dos efeitos práticos tanto quanto possível. Na verdade, Villeneuve pode contar nos dedos quantas vezes ele usou a famosa tela verde durante as filmagens.
“Sou muito da velha escola. Eu queria ter a chance de fazer o meu ‘Aliens’ [em ‘Chegada’] como animatronics. Eu odeio telas verdes. Isso suga toda a minha energia. Eu fico deprimido. O [Cinegrafista] Roger [Deakins] foi insanamente impressionante, sendo capaz de criar paisagens com truques. Para me foi belo. Acho que posso contar nos dedos quantas vezes eu vi uma tela verde em todos aqueles meses de filmagem. Haverá melhorias com o CG, é claro, mas o máximo possível foi desempenhado in-camera”.
O diretor está em alta, sendo um dos indicados ao Oscar 2017 por ‘Chegada’. Mas antes que ele se mova para dirigir seu projeto de sonho ‘Dune’, ele terá que finalizar a pós-produção de ‘Blade Runner 2049’.
Recentemente, Villeneuve conversou com a revista Variety sobre todos os seus vários projetos e revelou sua filosofia sobre o uso de CGI: “use o mínimo possível”. Ele afirmou que teria feito seus aliens de ‘Chegada’ apenas como bonecos em um aquário, se não fosse tão caro.
Denis Villeneuve, o realizador de ‘Blade Runner 2049‘, é tratado como um dos grandes diretores do cinema na atualidade, principalmente depois do que fez em ‘A Chegada‘ no final do ano passado.
O indicado ao Oscar e vencedor do Emmy Award, John Lithgow, é a mais nova adição ao elenco do remake de ‘Cemitério Maldito‘. O anúncio foi feito pela revista Entertainment Weekly.
Na trama, Lithgow viverá Jud Crandall, papel vivido por Fred Gwynne na adaptação lançada em 1989.
Crandall é um velho vizinho do interior, que conhece os vários segredos que rodam a região e se torna amigo do personagem Louis Creed. Ele decide levar a família Creed em um tour por um bosque, que acaba em meio a um macabro cemitério de animais, conhecido como o Cemitério Maldito. Com o atropelamento do animalzinho da família, uma série de acontecimentos pavorosos começam a tomar conta de todos os envolvidos.
Recentemente Andrés Muschietti, o diretor do remake de ‘It: A Coisa‘, também de autoria de Stephen King, revelou seu desejo de conseguir os direitos autorais do clássico lançado em 1989. Na ocasião ele afirmou que este foi o primeiro livro do autor que ele leu, pontuando também seu amor pela adaptação original. Porém, ele não foi o escolhido para comandar o projeto.
O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando seu filhinho Gage morre atropelado, Creed resolve enterrá-lo no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.
A 2ª temporada da aclamada série ‘Killing Eve‘ ganhou um novo e intenso trailer.
Confira:
https://youtu.be/KdN4_X850ag
O novo ano estreará no dia 7 de abril nos EUA.
A nova temporada terá uma nova equipe de criação. O roteiro, antes escrito pela Phoebe Waller-Bridge, agora passará para as mãos da jovem Emerald Fennell. O seriado também contará com duas novas diretoras Lisa Bruhlmann (‘Blue My Mind‘) e Francesca Gregorini (‘Electric Dreams‘).
A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.
A clássica comédia teen ‘10 Coisas Que Eu Odeio Em Você’ completou 21 anos na última terça-feira (31) e para comemorar o marco, o ator Joseph Gordon compartilhou uma antiga foto feita nos bastidores da produção.
Por meio de sua conta oficial do Twitter, ele refletiu sobre o impacto do longa, que ainda segue como uma das melhores comédias teen dos últimos anos.
Confira:
Today, March 31st, is the anniversary of ’10 Things I Hate About You.’
All of us were friends and spent so much time together that whole summer.
Nothing but love for all the wonderful memories I had making that movie.
“Hoje, 31 de março, é o aniversário de ’10 Coisas Que Eu Odeio em Você’. Todos nós éramos amigos e passamos muito tempo juntos em todo aquele verão. Nada além de amor por todas essas maravilhosas memórias que tive filmando esse filme”.
A trama acompanha Cameron (Joseph Gordon-Levitt), que em seu primeiro ano na nova escola se apaixona por Bianca (Larisa Oleynik). Mas ela só poderá sair com rapazes até que Kat (Julia Stiles), sua irmã mais velha, arrume um namorado. O problema é que ela é insuportável. E para tentar amaciar a fera, Cameron, então, terá que negociar com o único garoto que talvez consiga sair com Kat – o misterioso bad-boy Patrick (Heath Ledger).
Entre o brilho dos holofotes e o irrevogável talento de Aretha Franklin, existia uma fragilizada vida familiar pouco conhecida do mundo – muitas vezes abafada pelo estrondoso e gigantesco talento musical da artista, que sempre brilhou por onde passou. E na tentativa de preencher essas lacunas que perduraram até os últimos dias da artista, Genius: Aretha nos toma pela mão, em uma produzida jornada que promete nos levar ao lado oculto e intimista de uma das maiores cantoras que já pisou nessa Terra.
Cynthia Erivo as Aretha Franklin in National Geographic’s GENIUS: ARETHA. (National Geographic/Richard DuCree)
Criada porSuzan-Lori e produzida por Ron Howard, a minissérie é minuciosa e visualmente impecável em sua produção. Esbanjando figurinos de época encantadores e bem alinhados com a estética dos anos 50, Genius: Arethaencanta os olhos em todos os seus detalhes técnicos e segue um conceito próprio, incorporando a música da artista em toda sua construção narrativa. Aqui, o filtro preto e branco contrasta com um design de produção colorido de forma poderosa. E muito mais do que um recurso estilístico que visaria trazer um ar mais cult à série, a paleta monocromática em momentos chave do episódio inaugural é a marca de um mundo sem cor e sem vida, que é transformado ao som da voz de uma pequena, mas talentosa estrela.
E Cynthia Erivo está totalmente em casa aqui. Belíssima e muito bem produzida, ela desaparece no papel de Aretha Franklin e assume suas feições, maneirismos e beleza plástica. Com sua poderosa voz, a também cantora traz um toque todo seu às canções da rainha do soul e se entrega à personagem de maneira completa, em uma performance imersiva, profunda e impactante. Erivo faz do roteiro o seu próprio espetáculo e é cercada por um excepcional elenco de apoio, liderado pelo sempre maestral Courtney B. Vance, que dá vida ao pai da artista, o pastor C.L. Franklin.
L to R: Cynthia Erivo as Aretha Franklin, Rebecca Naomi Jones as Carolyn Franklin and Patrice Covington as Erma Franklin in National Geographic’s GENIUS: ARETHA. (Credit: National Geographic/Richard DuCree)
Com Rebecca Naomi Jones e Patrice Covington expressando todos os seus talentos musicais nos papéis das irmãs de Franklin, a minissérie do canal NatGeo é uma experiência cinematográfica sinestésica e cativante. Arrebatando a atenção da audiência logo em seus primeiros minutos, a produção não poupa o investimento feito pela emissora pertencente à Walt Disney. E mais além, Genius: Aretha nos promete uma emocionante e intrigante jornada aos momentos mais complexos e desafiadores enfrentados por uma personalidade que, muito mais do que ser a rainha do soul, foi uma mulher que lutou para provar o seu valor em tempos bem ardilosos.
Considerado o filme de terror mais perturbador do ano, ‘Terrifier 2’ ganhou os holofotes ao redor do mundo após surgirem relatos de pessoas passando mal durante algumas sessões nos Estados Unidos.
De lá para cá, as expectativas em relação ao lançamento da produção no Brasil só aumentaram entre os fãs de terror. Agora a espera acabou e os fãs do subgênero slasher podem se fartar com a mais nova e sangrenta saga de Art, o Palhaço, que teve sua estreia nesta semana nos cinemas nacionais.
E em uma entrevista ao CinePOP, o diretor e criador da franquia, Damien Leone, revelou EXCLUSIVAMENTE que gostaria de ver o vilão Art em um sangrento crossover com o icônicoFreddy Krueger.
Ao longo do bate-papo com a jornalista Rafa Gomes, ele deu detalhes de como ambas as histórias poderiam se juntar, pontuando a possibilidade de um confronto grandioso entre eles ou até mesmo uma inesperada e violenta união.
Assista a entrevista:
Confira o trailer dublado da sequência:
‘Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.
Nesta sexta-feira, dia 24 de fevereiro, os membros do Júri Internacional da mostra Generation 14plus (Geração 14+) entregaram os primeiros prêmios do festival. Entre os laureados está o curta brasileiroInfantaria, de Laís Santos Araujo.
Após receber condecorações no Festival do Rio e Cine Ceará, Infantaria levou o Prêmio Especial do Júri Internacional da Generation 14plus na categoria Melhor Curta-Metragem, com a recompensa de 2.500 euros. Na declaração à imprensa, o júri justificou a escolha por conta da:
“ambientação do conto, que constrói um mundo cinematográfico único, no qual a feminilidade assume uma forma complexa dentro de cada uma das personagens. Um filme cheio de camadas, cujas molduras pintadas, cores vivas e intrigante narrativa evocam a importância do apoio entre as mulheres”.
Nascida em Maceió, Laís Santos Araújoapresentouseu primeiro curta-metragem de ficção, Como Ficamos da Mesma Altura (2019), no Festival Internacional de Cinema de Rotterdam, em 2020. Programado para ser filmado em 2023, o seu longa de estreia conta com o apoio da organização Hubert Bals Fund e está em processo de desenvolvimento.
Com 24 minutos de duração, Infantaria conta uma história de desejos e dolorosas realizações. Em seu aniversário de 10 anos, Joana (Ana Luiza Ferreira) anseia pela menstruação, já o irmão Eduardo (Francisco Nunes) deseja o reencontrar o pai ausente, e Verbena (Karolayne Rayssa) — uma intrusa na festa — busca uma saída, porém esconde de todo mundo sua verdadeira vontade.
A AMC divulgou os primeiros 4 minutos do décimo episódio da 8ª temporada de ‘The Walking Dead’, que irá ao ar no próximo domingo (04). Assista:
O episódio 9 da 8ª temporada intitulado “Honor”, que marcou o retorno de ‘The Walking Dead’ após mais de dois meses de hiato, registrou 8.3 milhões de espectadores para a AMC no domingo (25).
Este foi o melhor número desde o episódio 4 da temporada, exibido em 12 de novembro de 2017.
“Honor” marcou a despedida do personagem Carl (Chandler Riggs), que estava na série desde a 1ª temporada.
‘The Walking Dead’ retorna no próximo domingo (04), no canal Fox. Confira o teaser:
O filme conta da história de uma jovem mãe, Riley North (Garner), que acorda do coma depois que seu marido e sua filha são mortos em um ataque brutal contra a família. Quando o sistema frustrantemente protege os assassinos da justiça, Riley se transforma de cidadã a uma justiceira urbana. Canalizando sua frustração em motivação pessoal, ela passa anos se escondendo e aperfeiçoando sua mente, corpo e espírito para se tornar uma força imparável enquanto entrega metodicamente sua marca pessoal de justiça.
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