A aclamada franquia animada vencedora do Oscar ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ caminha para seu aguardado terceiro capítulo – que, desde seu anúncio, vem passando por constantes mudanças e atualizações.
Em uma recente entrevista ao io9, Phil Lord e Christopher Miller, criadores da saga, falaram sobre a evolução do próximo filme e revelaram que, em dado momento, a quantidade de tramas e subtramas do segundo longa-metragem, ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’, era tamanha, que os realizadores resolveram dividi-las em dois projetos diferentes.
“Em dado momento, era um filme só, mas havia material demais, então [ele] foi dividido em dois”, explicou Miller. “Mas aí, quando você assiste à segunda metade, pensa: ‘Bem, isso não é apenas um arco narrativo com começo, meio e fim’.”
Lord acrescentou: “Sabemos para onde a história está indo, mas precisamos entender melhor o que acontece no meio. E tivemos uma ideia maravilhosa: quando sua família é destruída por causa da sua vocação, dos seus talentos, como você a reúne novamente? Como você consegue ter tudo?”.
“Nós mesmos nos pressionamos mais”, disse Miller. “Ninguém nos pressiona mais do que nós mesmos, querendo nos superar a cada vez, mostrar coisas inéditas e proporcionar uma experiência totalmente nova.”
“Então, o que nos motivou foi criar algo tão bom quanto os dois filmes anteriores”, continuou ele, antes de Lord acrescentar: “o segredo é se soltar. E fazer com que toda a equipe entenda que o trabalho deles é experimentar. Cometer erros, ver aonde isso pode levar. E posso afirmar que eles estão se dedicando ao máximo. É incrível”.
A franquia Pokémon completou 30 anos nesta sexta (27) e segue firme na missão de continuar criando novos monstrinhos para videogames, jogos de carta, animações e cinema. A saga de Ash Ketchum, que protagonizou a série animada por 25 anos terminou em 2023, após diversas temporadas. Porém, sua jornada também rendeu 23 filmes que tiveram lançamentos distintos. Alguns chegaram aos cinemas brasileiros, enquanto outros fizeram sua estreia na TV por assinatura.
Além dele, em 2019, uma adaptação live-action chegou às telonas, ajudando a virar a opinião da crítica sobre adaptações de videogames. Como a franquia é uma das mais populares do planeta, o CinePOP aproveita esses 30 anos de Pokémon para listar onde você pode assistir os filmes da saga que estão disponíveis no Brasil. Confira!
O icônico primeiro filme da franquia é um clássico. Ele conta a história de origem do lendário PokémonMewtwo, que nasce da ganância humana para ser a criatura mais poderosa do mundo. Com medo e ódio, ele usa seus poderes para escapar e decide mostrar a todos que ele é o maior Mestre Pokémon do mundo. Para isso, ele cria clones melhorados de outros monstrinhos e convoca outros treinadores para enfrentá-lo em uma ilha isolada. Por lá, Ash e seus amigos vão tentar provar que Mewtwo está errado, e vão acabar contando com o apoio do lendário Mew.
Remake do primeiro filme da saga, essa aventura é essencialmente o mesmo longa que o original. A diferença está na tecnologia adotada. Em vez de contar a história com a tradicional – e belíssima – animação 2D japonesa, essa versão recria os personagens e cenários por meio da animação 3D. É um daqueles casos de “ame ou odeie”.
Primeira adaptação em live-action da franquia, Pokémon: Detetive Pikachu é inspirado no jogo homônimo e acompanha uma investigação no mundo dos monstrinhos. Na trama, um rapaz (Justice Smith) sem jeito com os Pokémonrecebe a notícia de que seu pai, um policial, desapareceu misteriosamente. Ele é chamado para recolher as coisas no apartamento, onde acaba encontrando um simpático Pikachu falante com um chapeuzinho de detetive (Ryan Reynolds). Sofrendo com perda de memória, o Pokémon se une ao garoto em uma investigação para tentarem encontrar o pai e descobrirem o que aconteceu com o Pikachu.
Sucesso nos cinemas brasileiros, o segundo filme da saga é ambientado nas Ilhas Laranja. A trama acompanha Ash Ketchum e seus amigos indo assistir uma cerimônia tradicional da região, quando o clima começa a ficar louco. Isso acontece devido a um colecionador de Pokémon, que decide completar sua coleção capturando as três aves lendárias de Kanto: Articuno, Zapdos e Moltres. Considerado “o escolhido” pelas lendas locais, Ash entra na missão de soltar os lendários, que acabam despertando o Lugia, outro Pokémon lendário que irá ajudá-los a salvar o dia.
O oitava filme da saga é uma aventura mística na região de Hoenn. Enquanto tenta vencer a Batalha da Fronteira, Ash e seus amigos estão na disputa do torneio “Herói de Hadou do Ano”. O problema é que a competição é interrompida por Lucario, um Pokémon capaz de sentir e ler a aura dos seres humanos e do Pokémon. Ele alerta para o possível colapso da Árvore da Gene, um local lendário da região, que corre perigo. Além disso, o mítico Mew retorna, fazendo com que Ash e a turma embarquem em uma aventura com jeitão medieval para tentarem salvar o dia.
O nono filme da franquia marca a transição da região de Hoenn para Sinnoh.Pokémon Ranger e o Lendário Templo do Mar é uma aventura pelos mares, em que Ash e a turma descobrem uma lenda do Povo d’Água sobre a misteriosa coroa do mar, um artefato místico jamais visto. Eles se juntam a uma descendente desse povo e a um aventureiro marítimo para enfrentarem um pirata sem escrúpulos que tenta tomar para si o mítico Pokémon Manaphy e a tal coroa do mar.
No décimo filme da saga, os lendários PokémonPalkia e Dialga, responsáveis pelo controle do tempo e espaço desse universo, estão em conflito, causando caos pela linha do tempo. Na cidade, Ash conhece um barão que diz que esses transtornos são causados por Darkrai, um Pokémon mítico do tipo fantasma. Então, o rapaz se une a um cientista para tentar entender o que está acontecendo. Após uma série de confusões, eles descobrem que o Pokémon que eles pensavam ser mau era, na verdade, um aliado.
O décimo primeiro filme da saga é uma aventura sombria sobre Giratina, o Pokémon soberano do Mundo Reverso, uma dimensão paralela em que o caos impera. Cansado de ver Palkia e Dialga distorcendo o espaço e o tempo, Giratina transporta Dialga para seu mundo, onde planeja descer a porrada nele. Porém, ele é impedido por Shaymin, um Pokémon Gratidão, que escapa para o mundo normal e pede ajuda de Ash e seus amigos para se encontrar com outros de sua espécie para tentarem impedir que Giratina venha a esse mundo, espalhando caos pela Terra.
No décimo segundo filme da saga, Pikachu, Ash e seus amigos conhecem a divindade máxima dos Pokémon: Arceus. Responsável pela criação da vida nesse universo, o Pokémon retorna às ruínas da cidade onde foi traído para buscar a joia que o ajudou a criar a vida. Nesta cidade, onde estão os heróis, Palkia e Dialga se unem a Giratina, o inimigo eterno de Arceus, para tentar impedi-lo de destruir tudo e recomeçar. Só que os heróis acabam sendo enviados para o passado, onde vão descobrir que as lendas sobre a traição foram um grande mal-entendido.
No décimo terceiro filme da saga, Ash e seus amigos estão em Sinnoh para ver a Copa do Mundo Pokémon. Por lá, eles encontram o pequeno Zorua, um Pokémon capaz de se transformar em outros. Ele está procurando seu tutor e recebe a ajuda dos heróis. No entanto, um malfeitor está usando sua forma evoluída, Zoroark, para levar o caos à cidade por meio da transformação nos três cães lendários: Suicune, Raikou e Entei. Diante deste cenário catastrófico, o mítico Celebi, viajante do tempo, desperta após 20 anos, para tentar resolver essa confusão.
O décimo oitavo filme da franquia é ambientado em meio às formas primitivas dos Pokémon. Nele, Ash e seus amigos são surpreendidos por uma batalha entre os lendários Rayquaza, Groundon e Kyogre, quando avistam um anel misterioso que começa a sugar tudo ao seu redor. Eles descobrem que essa ação foi causada por Hoopa, um lendário Pokémon que leva todos em uma viagem em meio a outros lendários para tentar resolver essa confusão.
Pokémon: O Filme – Volcanion e a Maravilha Mecânica
No décimo nono filme da saga, a grande novidade são as Mega Evoluções. Na trama, Ash vê o lendário PokémonVolcanion cair do céu e acaba ficando conectado a ele por meio de cintos mecânicos. Só que o lendário tem a missão de recuperar Magearna, um Pokémon artificial mítico que foi raptado por um reino dominado pelas máquinas. Agora, presos, Ash e Volcanion tentarão salvar Magearna enquanto buscam se entender para se separarem.
A produção de ‘Pantera Negra 3’ segue ganhando força nos bastidores da Marvel Studios, e o elenco do épico, que já conta com a confirmação de Denzel Washington, pode ganhar mais um nome de peso.
Segundo o The Hollywood Reporter, o aclamado ator Delroy Lindo revelou que já conversou com o diretor Ryan Coogler sobre uma possível reunião na sequência, que está atualmente em desenvolvimento.
“Eu disse ao Ryan que, se as estrelas se alinharem, adoraria estar em Pantera Negra 3”, afirmou o ator.
De acordo com Lindo, o diretor demonstrou cautela e respeito pela trajetória do colega: “Uma das coisas que ele me disse foi que qualquer papel que me oferecesse precisaria realmente valer a pena. Ele não disse exatamente assim, mas esse foi o sentimento, e eu respeito isso”.
Vale lembrar que a expectativa em torno do terceiro capítulo da saga é altíssima, especialmente após o anúncio de Denzel Washington no elenco. Além disso, rumores sugerem que a sequência focará na ascensão de um novo Rei de Wakanda.
A Paramount Skydance oficializou a aquisição da Warner Bros. Discovery (WBD), mas o custo da transação foi além do valor bilionário da compra. Para garantir o negócio, o conglomerado precisou arcar com a multa de rescisão do acordo anterior que a Warner mantinha com a Netflix.
De acordo com o Deadline, a Netflix confirmou estar US$ 2,8 bilhões mais rica após receber o pagamento referente à quebra de contrato.
Em documento protocolado na Securities and Exchange Commission (SEC), a Netflix detalhou a movimentação financeira: “Em 27 de fevereiro de 2026, a WBD notificou a Netflix sobre a rescisão do acordo de fusão para firmar um novo plano com a Paramount Skydance (PSKY), referente à Proposta Superior da companhia. Simultaneamente à rescisão, a PSKY, em nome da WBD, realizou o pagamento da taxa de rescisão no valor de US$ 2,8 bilhões devida à Netflix”.
O desfecho encerra uma longa e intensa disputa judicial. Quando a Netflix parecia consolidada como a futura proprietária da Warner, a Paramount lançou uma oferta hostil e, após uma série de manobras de mercado, conseguiu adquirir o estúdio pelo valor total de US$ 110 bilhões.
O pagamento da multa bilionária foi o passo final para destravar o caminho regulatório e permitir que a Skydance assumisse o controle da gigante do entretenimento.
Lançada em 27 de fevereiro de 1996, a franquia Pokémon provavelmente não tinha ideia do que viria a se tornar. Em seus 30 anos de existência, completados nesta sexta-feira (27), a marca superou franquias históricas da Cultura Pop mundial, como Marvel, Hello Kitty e Star Wars, e se consolidou como a franquia mais valiosa do entretenimento, com valor superior a 147 bilhões de dólares. Mais do que isso, porém, os monstrinhos de bolso viraram os principais símbolos da identidade cultural do Japão.
Criada por Satoshi Tajiri, a franquia tem inspiração na infância do rapaz, que não podia ter bichinhos de estimação, então passa o dia brincando nas florestas e riachos no entorno de casa, indo atrás de insetos e outros bichinhos para sua coleção. Com o passar dos anos, as cidades foram crescendo e aquela pureza infantil de conexão com a natureza já não encontrava espaço no meio urbano. Inspirado pela nostalgia, o rapaz, que havia se apaixonado pelo RPG e havia fundado a Game Freak com seus amigos, decidiu passar à molecada da época um pouco dessa sensação de sair pela mata caçando insetos por meio de um jogo. E assim nasceram os Pocket Monsters (monstros de bolso, em tradução livre do inglês), que abreviados viraram os Pokémon.
A franquia começou em 1996 com o lançamento dos jogos Pokémon Red & Green, que chegaram ao Ocidente como Pokémon Red & Blue. Disponibilizados para Game Boy, os jogos contaram com uma tecnologia que fez toda a diferença na hora de promover a integração entre os jogadores e manter os jogos relevantes e interessantes mesmo após “zerar” a história principal: o Game Link Cable. Por meio desse cabo, os jogadores podiam trocar seus Pokémon e ainda batalhar um contra o outro. Ou seja, a diversão não se limitava apenas ao que já estava pré-programado para acontecer. Não deu outra: os jogos foram um sucesso e mostraram para a distribuidora, a Nintendo, que eles tinham uma potencial mina de ouro nas mãos.
No mesmo ano, fortemente inspirado pela paixão do criador por RPG, foi criado o Pokémon Estampas Ilustradas, vulgo Pokémon TCG, o jogo de cartas da franquia, que também foi um sucesso mundial. Com essas duas frentes dando excelente retorno financeiro, a empresa deu um passo que mudaria para sempre a história do Japão: criou um desenho animado. Dessa forma, em 1997, Pokémon chegou às telinhas e conquistou uma legião de fãs. A história de Ash Ketchum, Pikachu e seus amigos foi desenvolvida por 25 anos, atravessando gerações e sempre apresentando ao público as novas “fornadas” de monstrinhos que disponíveis nos novos jogos. Foi um sucesso que levou os Pokémonaos cinemas do mundo inteiro com 23 filmes animados e uma adaptação em live-action lançada em 2019.
Tecnologia do Game Link Cable foi essencial para o sucesso dos jogos de lançamento na década de 1990
O que começou com 151 Pokémon agora já soma 1.028 criaturas, que ganharão novos companheiros em breve, já que a The Pokémon Company anunciou seus três iniciais da nova geração no evento Pokémon Presents de 30 anos. São eles: Browt, o Pokémon Grão-galinho do tipo Planta, cuja habilidade especial é o supercrescimento; Pombon, o Pokémon Filhote do tipo Fogo, famoso por ocasionar incêndio; e Gecqua, o Pokémon Geco d’Água, cuja habilidade é invocar dilúvios.
No Brasil, a franquia demorou um pouco mais para chegar. Pikachu e seus amigos desembarcaram no país apenas em 1999, mas não perdeu tempo. O desenho animado estreou no programa Eliana & Alegria, exibido na Record, e se tornou um fenômeno dentre a molecada. Esse sucesso estrondoso que tomou o mundo entre 1996 e 2002 foi apelidado de Pokémania, em alusão ao efeito dos Beatles no mundo da música na década de 1960. Existem um mundo antes e outro depois de Pokémon, e isso é inegável. No Brasil, por exemplo, quem inicialmente mais surfou na onda dos monstrinhos foi a indústria alimentícia, com os lançamentos de tazos colecionáveis nos salgadinhos da Elma Chips e os bonecos de plástico do Guaraná Antarctica Caçulinha, fenômenos de venda no período. Além deles, brinquedos, jogos e chaveiros invadiram as prateleiras e parques de diversões.
O Pikachu foi o mascote da seleção japonesa na Copa do Mundo FIFA 2014, que aconteceu no Brasil. Foto: Divulgação.
O sucesso foi tanto que o Brasil entrou como um dos principais mercados da franquia, a ponto da The Pokémon Company ter fechado uma parceria com a Associação Japonesa de Futebol para ter o Pikachu como mascote oficial da seleção japonesa na Copa do Mundo FIFA 2014, que foi disputada no Brasil. A ação publicitária foi surpreendente porque o Japão tinha outra animação, essa voltada para o futebol, que também fez muito sucesso no país – Super Campeões -, mas nada que se comparasse ao impacto publicitário colossal para ambas as partes de ter uma imagem do Pikachu trajado com o uniforme da seleção durante o evento de apresentação oficial dos uniformes para o Mundial.
Em 2016, 20 anos após sua criação, a franquia viveu uma novaPokémaniacom o lançamento de Pokémon Go, o aplicativo para smartfones que usa a câmera dos telefones celulares para encontrar os Pokémon no mundo real. Na época de lançamento, houve gente levando a sério a música de abertura da primeira temporada da animação e pelo mundo viajou tentando encontrar os 151 Pokémon disponíveis na primeira versão. Foi um fenômeno absurdo. No Brasil, o timing de lançamento foi ainda mais certeiro. O jogo ficou disponível no país em meio às Olimpíadas Rio 2016, quando o mundo todo estava concentrado no Rio de Janeiro. Por onde se andava na Cidade Maravilhosa, era possível ver pessoas com seus telefones nas mãos capturando os bichinhos por aí. Como o sistema de segurança estava reforçado na cidade por conta dos Jogos Olímpicos, o Píer Mauá virou ponto de encontro certo para os jogadores.
Agora, 10 anos depois, o jogo segue forte e vem apostando em campanhas de redescoberta do público. O sistema segue muito parecido, mas com alguns desafios a mais e novas ferramentas que permitem mais interações entre os jogadores, como as trocas, as Reids e por aí vai.
O aplicativo Pokémon Go, que ocasionou uma “Pokémania 2.0” completa 10 anos em 2026. Foto: Divulgação.
Fato é que Pokémon virou um fenômeno cultural atemporal. Todo mundo tem um Pokémon favorito, mesmo que não seja diretamente ligado à saga. Para o Ocidente, a The Pokémon Company preparou uma campanha promocional, em alusão aos 30 anos da marca, que reuniu celebridades de diferentes partes do mundo para juntá-las a seus monstrinhos mais amados. Participaram da ação nomes como a cantora Lady Gaga, o piloto de Fórmula 1 da Ferrari, Charles Leclerc, e o craque do Barcelona, Lamine Yamal.
Nos cinemas, Pokémon: Detetive Pikachu(2019) foi sucesso de críticas e arrecadou mais de 433 milhões de dólares. Mas o que dá retorno mesmo são os produtos licenciados. Estima-se que eles tenham rendido em torno de 12 bilhões de dólares à companhia somente em 2025. A nível de comparação, o Homem-Aranha, herói mais popular da Marvel e presente em todo tipo de produto, tem faturamento anual estimado em 1.3 bilhão de dólares.
Direcionada para o Ocidente, a campanha “Qual é o seu preferido?” aposta na identificação. Foto: Divulgação.
Ao longo desses 30 anos, nem mesmo a ascensão da Marvel nos cinemas, empilhando sucessos na casa do bilhão de dólares por ano, foi capaz de superar o sucesso de Pokémon. Nem mesmo a volta de Star Wars foi capaz de fazer frente. No embate de camundongos do entretenimento, o Pikachu venceu o Mickey Mouse de lavada. E com o atua direcionamento dos responsáveis pela franquia a públicos de diferentes países, que resultou em um renascimento fortíssimo do interesse público pelo TCG, e em jogos cada vez mais vendáveis, a tendência é que Pokémon siga triunfante no mercado por muitos anos. É uma fonte inesgotável de personagens, de nostalgia e de dinheiro que atravessa gerações com bases apaixonadíssimas de fãs. É um sucesso inigualável.
A franquia de sucesso ‘G.I. Joe’ ganhará um novo filme, e a Paramount Pictures já começou a divulgar os primeiros detalhes sobre a produção.
De acordo com o The Hollywood Reporter, o estúdio contratou Max Landis para desenvolver o argumento (treatment) da nova adaptação cinematográfica baseada na marca de brinquedos da Hasbro. A escolha é considerada no mínimo controversa, uma vez que Landis foi alvo de graves denúncias, durante o auge do movimento #MeToo.
Simultaneamente, o estúdio recrutou Danny McBride, estrela e criador de ‘The Righteous Gemstones’, para trabalhar em um roteiro separado para a franquia.
Fontes internas indicam que a Paramount pode tentar combinar os dois textos em um único projeto futuramente, embora vozes dentro do estúdio afirmem que, por enquanto, tratam-se de desenvolvimentos distintos.
A produção segue sob o comando de Lorenzo di Bonaventura, veterano por trás dos filmes anteriores da marca.
A franquia ‘Harry Potter’, que em breve ganhará uma nova série adaptando os livros originais, pode se expandir ainda mais com diversos derivados da obra de J.K. Rowling.
De acordo com o ScreenRant, durante uma teleconferência de resultados, JB Perrette, executivo da Warner Bros. Discovery, deu a entender que a HBO possui planos ambiciosos para ampliar o universo televisivo da marca.
Perrette afirmou que a companhia está apostando em cerca de “10 anos de séries com a marca Harry Potter”, começando já nos próximos anos.
Embora a produção principal da HBO deva se estender por uma década para garantir uma adaptação fiel dos sete romances, a menção de Perrette a “séries”no plural sugere fortemente o desenvolvimento de spinoffs.
“Temos grande visibilidade de um fortalecimento do nosso portfólio de conteúdo, que está no centro de tudo o que fazemos“, declarou o executivo. Essa fala reforça comunicados anteriores da HBO, indicando que a emissora está aberta a explorar múltiplas ideias baseadas no Mundo Bruxo simultaneamente.
Perrette, que também supervisiona as áreas de streaming e games, sugeriu desenvolvimentos importantes para o setor de jogos. Embora não tenha citado títulos específicos, a expectativa é que uma sequência de “Hogwarts Legacy” esteja nos planos para alinhar-se à estreia da série.
Segundo ele, após um período de reestruturação em 2025, os “verdadeiros frutos” da estratégia de focar em grandes franquias começarão a surgir entre 2027 e 2028.
Jacob Tierney, criador do fenômeno ‘Rivalidade Ardente-Heated Rivalry’, trouxe atualizações recentes sobre a aguardada segunda temporada da série, garantindo que ela chegará ao público “o mais rápido humanamente possível”.
Conforme a Variety, durante uma participação no programa CBS Mornings na última quinta-feira, ao lado do produtor executivo Brendan Brady, Tierney atualizou a apresentadora Gayle King sobre o andamento do drama romântico ambientado no mundo do hóquei.
O showrunner confirmou que a produção da nova fase está prevista para começar em agosto deste ano, com estreia estimada para abril de 2027.
A notícia surge em um momento delicado para os fãs, após a autoraRachel Reid anunciar o adiamento de “Unrivaled”, o sétimo livro da série Game Changers, de 29 de setembro para 1º de junho de 2027.
Reid explicou que a mudança foi necessária devido ao agravamento dos sintomas de sua doença de Parkinson, somado à agenda intensa gerada pelo sucesso crescente da franquia. Vale lembrar que a série de TV é baseada justamente na obra literária de Reid.
A trama de ‘Heated Rivalry’ acompanha os astros do hóquei Shane Hollander (interpretado por Hudson Williams) e Ilya Rozanov (Connor Storrie), duas das maiores estrelas da Major League Hockey.
Unidos pela ambição e por uma rivalidade feroz, os dois desenvolvem uma atração magnética que começa como um caso secreto entre novatos e evolui para uma jornada de oito anos marcada por amor, negação e autodescoberta. Divididos entre a glória no gelo e os sentimentos que não conseguem ignorar, Shane e Ilya precisam decidir se há espaço no mundo extremamente competitivo do esporte para a vulnerabilidade do amor verdadeiro.
O novo ciclo de episódios adaptará o segundo volume da saga, intitulado “Boa garota, Segredo mortal” (Good Girl, Bad Blood), dando continuidade aos eventos traumáticos do primeiro ano.
Na trama da próxima temporada, o mundo de Pip foi transformado após ela resolver o caso de Andie Bell, e as consequências de suas ações cobraram um preço alto. Determinada a se manter longe de novas investigações e enfrentar o impacto emocional de suas descobertas, Pip tenta seguir em frente. No entanto, o desaparecimento de Jamie Reynolds, uma testemunha-chave às vésperas do julgamento de Max Hastings, a força a entrar em uma nova corrida contra o tempo.
Este novo mistério promete levar a protagonista a refletir profundamente sobre o conceito de justiça, distanciando-a cada vez mais da imagem de “boa menina” que ela costumava projetar.
A Paramount Pictures pode comemorar a vitória nas bilheterias, já que ‘Pânico 7‘ é um sucesso nas bilheterias.
Segundo o Deadline, o novo filme caminha para uma estreia recorde para a franquia e deve encerrar o final de semana nos EUA com US$ 59 milhões, após arrecadar US$ 28 milhões na sexta-feira, incluindo as pré-estreias.
O recorde anterior de bilheteria de estreia era de ‘Pânico 6‘, de 2023, com US$ 44,4 milhões nos Estados Unidos. A coprodução da Spyglass foi iniciada pela gestão anterior de Brian Robbins na Paramount, com a atual administração estando sob o comando do magnata do marketing Josh Goldstine.
Apesar da recepção negativa por parte dos críticos – apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o novo capítulo deve superar as expectativas iniciais, que previam um lançamento entre US$ 40-50 milhões.
Vale lembrar que ‘Pânico 7‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
Após uma intensa disputa com a Netflix, aParamount Skydance confirmou oficialmente a aquisição da Warner Bros. Discovery (WBD). A transação, que redefine o cenário de Hollywood, avalia a WBD em um valor empresarial de US$ 110 bilhões.
Nos termos do acordo aprovado por unanimidade pelos conselhos de ambas as empresas, a Paramount pagará US$ 31,00 por ação em dinheiro. A previsão é que a transação seja concluída no terceiro trimestre de 2026, dependendo de aprovações regulatórias e da votação dos acionistas da WBD, ainda esse ano.
Caso o fechamento atrase para além de 30 de setembro de 2026, os acionistas da WBD terão direito a uma ticking fee de US$ 0,25 por ação por trimestre.
Em comunicado, a nova gigante do entretenimento se comprometeu a lançar, no mínimo, 30 filmes anuais nos cinemas, focando no crescimento de empregos a longo prazo na indústria criativa.
“Desde o início, nossa busca pela Warner Bros. Discovery foi guiada por um propósito claro: honrar o legado de duas empresas icônicas enquanto aceleramos nossa visão de construir uma empresa de mídia e entretenimento da próxima geração. Ao reunir esses estúdios de classe mundial, nossas plataformas complementares de streaming e o extraordinário talento por trás delas, criaremos ainda mais valor para públicos, parceiros e acionistas, e não poderíamos estar mais animados com o que está por vir”, afirmouDavid Ellison, CEO da Paramount Skydance.
David Zaslav, CEO da WBD, celebrou o desfecho: “Estou muito satisfeito com o resultado que alcançamos para os acionistas da WBD e para a indústria do entretenimento. Nosso princípio orientador ao longo deste processo foi garantir uma transação que maximizasse o valor de nossos ativos icônicos e de nosso estúdio centenário, ao mesmo tempo em que oferecesse o máximo de segurança possível aos nossos investidores. Estamos ansiosos para trabalhar com a Paramount para concluir esta transação histórica”.
A oitava temporada de Drive To Survive, a série que noveliza os bastidores da Fórmula 1, chegou à Netflix e está… Decepcionante. Ainda mais por retratar o 2025 da categoria, que trouxe narrativas e reviravoltas riquíssimas na vida real, se consolidando como uma das temporadas mais emocionantes e imprevisíveis dos últimos tempos. Esse ano espetacular, que poderia ser um grande auxílio para a equipe de roteiristas e diretores, acabou sendo uma faca de dois gumes, porque esbarrou nas limitações da própria série.
Antes de mais nada, é preciso deixar claro que a série não é um documentário. Apesar de ter acesso a entrevistas exclusivas e clipes de corridas reais, o fio condutor é escrito por um time de pessoas que trata gente real como personagens, impondo suas narrativas e criando heróis e vilões para deixar a série – e até mesmo a categoria esportiva – mais vendável. E nas últimas temporadas, a série tinha seu “vilão perfeito”: Christian Horner, o chefe de equipe da Red Bull Racing, que enfileirou títulos desde o começo da série. Porém, nos últimos dois anos, a situação ficou insustentável. Em meio a denúncias de assédio e o clima ruim com o principal piloto da escuderia, Max Verstappen, Horner foi demitido no meio da temporada. Um baque terrível para os roteiristas, que perderam seu principal antagonista e não souberam mais o que fazer. É engraçado ver como a série parece ser uma enquanto ele segue no cargo, e outra, meio sem rumo, após sua saída dos holofotes.
Divulgação/ F1
Mas a verdade é que a temporada passada, por si só, já tinha narrativas o suficiente para sustentar uns 15 episódios, caso não se limitasse ao “formato” Drive To Survive, que tem esse histórico de “passar pano” para as equipes britânicas e servir como parque de diversões de uma certa equipe cujo CEO é tão estrela quanto os pilotos. Quem assistiu a temporada 2025 da F1 pode puxar na memória que logo vai lembrar dos principais pontos que alimentaram as manchetes: Lewis Hamilton na Ferrari; a quantidade absurda de rookies no grid; a polêmica troca de Liam Lawson por Yuki Tsunoda na Red Bull logo no início do ano; a superação de Max Verstappen em meio a um turbilhão de controvérsias e sua caça aos líderes da McLaren; o primeiro pódio da carreira do experiente Nico Hülkenberg; E, claro, a grande polêmica do ano: a disputa interna entre Lando Norris e Oscar Piastri, pilotos da McLaren que disputaram o campeonato até surgirem rumores de favorecimento da equipe a um dos pilotos, rendendo uma série de episódios controversos nas pistas que quase puseram a temporada da equipe a perder.
Alguns pontos foram bem abordados pela série, principalmente no que diz respeito à chegada dos rookies. A troca de Lawson por Tsunoda também foi interessante, porque conseguiu mostrar a frustração de ambos os pilotos e contextualizou com as polêmicas que culminaram na saída de Horner da Red Bull, paralelamente aos rumores de uma possível transferência de Verstappen para a Mercedes, que não se consolidou, mas seguiu como uma grande ameaça à escuderia.
No entanto, o mais interessante nessa abordagem dos rookies foi o paralelo entre a Alpine e a Sauber. E isso diz muito sobre a construção do próximo vilão da série, que está mais do que desenhado para ser o polêmico Flavio Briatore, conselheiro executivo da Alpine. O empresário, que chegou a ser banido do esporte por manipulação de resultado, retornou à categoria em 2024 e vem demonstrando seu infame comportamento arrogante e narcisista. Nesta temporada, o contraste do tratamento dado por ele ao piloto argentino Franco Colapinto – que muitas empresas considerariam assédio moral – e o tratamento que o chefe de equipe da Sauber, Jonathan Wheatley, deu ao brasileiro Gabriel Bortoleto, de acolhimento e compreensão, é impressionante.
Quem se destaca, merecidamente, dentre os rookies é Kimi Antonelli. O piloto de 18 anos foi escolhido pela Mercedes para ocupar a vaga deixada por Lewis Hamilton após a transferência para a Ferrari. Em cenas que parecem ter saído diretamente deHomem-Aranha: De Volta ao Lar (2016), a série faz questão de lembrar que Kimi é apenas um garoto, que sequer tinha carteira de motorista e já estava pilotando um foguete na principal categoria automobilística do planeta. A forma como eles abordam os impactos psicológicos dessa pressão no menino é muito bacana, é um processo de humanização muito bem feito a uma das maiores promessas do grid.
Por outro lado, Ollie Bearman, da Haas, que também teve uma boa temporada, foi completamente esquecido no rolé. Para nós, brasileiros, talvez o ponto mais frustrante dessa temporada seja a falta de uma narrativa para Gabriel Bortoleto. O brasileiro viveu um drama pesado em seu primeiro GP de São Paulo, ainda mais dramático do que o de Tsunoda em Suzuka, e sequer foi mencionado. Da mesma forma, a grande glória de seu companheiro de equipe – o primeiro pódio na carreira – foi mostrado, mas sem grandes emoções. O episódio foi um dos grandes momentos da temporada passada, porque foi tão inesperado que a equipe sequer tinha champanhe para celebrar o resultado, e a acabaram ganhando garrafas de presente da Aston Martin e da Mercedes, num gesto muito legal de fair play.
Divulgação/ Getty Images / Red Bull Content Pool
Só que um dos pontos que mais quebrou a temporada foi não contar com as participações de Lewis Hamilton e Max Verstappen. Eles não quiseram dar entrevistas, fazendo com que a equipe do documentário tivesse que se virar para retratar alguns pontos da temporada por meio de coletivas, rádios e materiais promocionais de suas escuderias, como ações sociais e publicitárias. Mas é realmente complicado contar a história da temporada 2025 sem falar da ida catastrófica de Hamilton para a Ferrari, que viu seu sonho se transformar em pesadelo ao encontrar um carro sem a menor condição de disputa e uma equipe de métodos de trabalho completamente distintos daqueles que o heptacampeão se acostumou na Mercedes, o que rendeu uma série de embates e rumores de indisposições nos bastidores. Parte disso até chega a ser mencionado, sem nunca ser desenvolvido na série. É uma pena, porque foi um dos grandes arcos narrativos.
Já Verstappen foi o grande protagonista da última edição, sendo definido pelo CEO da McLaren Racing, Zak Brown, como “aqueles caras dos filmes de terror”, porque, segundo Zak, “ele continua voltando”. A temporada de Max, visto por muitos com antipatia por seu compromisso com a vitória, foi de redenção junto ao público. Seu início foi caótico, com erros infantis que demonstraram sua insatisfação com a equipe, mas após o nascimento de sua bebê, ele passou a levar a situação com “outros olhos”, se tornando um tipo de “paizão” para os rookies, acolhendo e dando conselhos, algo que não fizeram com ele em sua ascensão à F1 com apenas 17 anos. Mais do que isso, ele quase protagonizou uma das maiores viradas da história, após ver Lando Norris, da McLaren, abrir mais de 100 pontos de vantagem, e ainda assim conseguir resultados e vitórias que levaram a disputa do campeonato a ser decidida apenas na última rodada, com a consagração de Norris acontecendo sobre Verstappen por somente 2 pontos de vantagem. Foi absurdo.
E meio às controvérsias da McLaren, Verstappen viveu momentos em que foi o “escolhido” do público para tentar impedir a vitória da equipe papaia, o que rendeu cenas impensáveis, como no GP de Monza, na Itália, casa da Ferrari, em que os Tifosi entoaram a música tema de Max, após o piloto da Red Bull “impedir” os pilotos da McLaren, grande rival da Ferrari, de subir ao lugar mais alto do pódio. Isso sequer é mencionado, o que é um desperdício. Até por conta dessa vilanização besta que a série tenta impor ao piloto, um arco de redenção poderia ser muito bem trabalhado, só que fica de lado em meio a essa pobreza narrativa escolhida.
Por fim, mesmo com esse “apagamento” de dois dos quatro protagonistas de 2025, por incrível que pareça, talvez ninguém tenha sido mais injustiçado nessa temporada do que os dois pilotos da McLaren. Lando Norris e Oscar Piastri protagonizaram alguns dos capítulos mais bizarros da temporada em sua busca pelo título. A estratégia da escuderia de ter dois pilotos “número 1” rendeu episódios do mais puro desconforto, como no GP da Itália, em que Piastri superou Lando na pista, mas recebeu ordens da equipe para ceder a posição para o companheiro terminar em segundo. O problema dessa situação é que Piastri estava vivíssimo na disputa pelo título, o que rendeu o maior bafafá da temporada passada, com as constantes acusações de favorecimento da equipe a Lando Norris e uma queda drástica de confiança em Oscar Piastri.
Por falar no Piastri, seu arco narrativo, que terminou de forma amarga, praticamente não foi abordado nesta temporada da série. O máximo que aconteceu foi uma passada de pano chinfrim em meio a um depoimento do ex-piloto Nico Rosberg. Quanto a Lando Norris, o campeão mundial de 2025, a série foi ainda mais negligente. A temporada 2025 foi sua maior glória profissional, mas seus dramas, desafios e até mesmo uma justa superação na reta final, em meio à queda de desempenho de Piastri, foram deixados de lado. Quem assistir à sétima temporada de Drive To Survive vai entender muito mais da mente de Lando Norris do que na oitava temporada, em que ele supostamente seria o protagonista. O rapaz viveu uma das maiores pressões possíveis, estando em disputa com seu companheiro de equipe e vendo o “desalmado” Max Verstappen, seu grande rival do último ano, ganhando ares de anti-herói e ainda assim o máximo que a temporada dedica a entender do que se passava na cabeça dele foi a pressão que ele sentiu por comparecer à première de F1: O Filme contra sua vontade. Um desperdício completo. Por ser o ano de glória do rapaz, Lando Norris merecia mais do que isso.
E no meio disso tudo tinha o George Russell, figuraça da Mercedes. Não tem jeito, o cara rouba a cena em todas as suas participações na série, parece uma criança atentada no meio dos pilotos. É diversão garantida com suas alfinetadas aos companheiros de grid e bons desempenhos nas pistas.
Enfim, todo mundo sabe que Drive To Survive é uma excelente porta de entrada para quem quer assistir – ou voltar a acompanhar – a Fórmula 1. A série dá uma contextualizada boa do que está acontecendo, mesmo que construa seus heróis e vilões em meio a um ambiente real. Ainda assim, tendo isso em mente, ver o histórico ano de 2025 ser resumido em uma temporada tão tendenciosa e pobre de narrativas é decepcionante, no mínimo. Uma pena.
‘Pânico 7‘ arrecadou impressionantes US$ 7.8 milhões em sua pré-estreia nos EUA – superando o sexto filme da franquia neste mesmo período (US$5.7M), revelou o Deadline, e a próxima sequência já está à caminho.
A produtora executiva Marianne Maddalena revelou à Variety que as filmagens de ‘Pânico 8‘ podem começar no outono norte-americano de 2026, que acontece entre 23 de setembro a 21 de dezembro.
Além dela,Courteney Cox se empolgou com seu possível retorno.
“Como você sabe que eu sobrevivi a [‘Pânico 7’]?. Acho que todo mundo deveria querer fazer outro ‘Pânico’. É divertido e ótimo. Não acho que consiga fazer o próximo, mas talvez. Veremos!”
O novo capítulo deve quebrar recordes em sua abertura no país, tornando-se a maior estreia da história da saga.
Projeções recentes indicam que o sétimo filme deve abrir com sólidos US$ 59 milhões no território norte-americano, facilmente superando a estreia de ‘Pânico VI‘ (US$44.4M).
Apesar da recepção negativa por parte dos críticos – apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o novo capítulo deve superar as expectativas iniciais, que previam um lançamento entre US$ 40-50 milhões.
Vale lembrar que ‘Pânico 7‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
Os diretores Matt Bettinelli-Olpin eTyler Gillett, que dirigiram ‘Pânico 5 e 6‘, revelaram ao EW que eles não se envolveram muito com ‘Pânico 7‘, por que preferiram dirigir ‘Abigail‘. Mas eles iriam chocar os fãs com o sétimo filme se ainda estivessem no comando.
“Nunca lemos um rascunho de nenhuma versão de Pânico 7 que iríamos fazer, porque tínhamos saído para fazer Abigail antes disso. O que tínhamos em mente para Pânico 7 era algo como: ‘Até onde podemos ir com isso?’ Era algo sobre o qual conversávamos muito. Para nós, sempre foi essa ideia de que, se Pânico VI é como um filme leve e divertido, Pânico 7 ia te deixar de queixo caído. Isso foi tudo o que conseguimos desenvolver.”
“Considerando que ampliamos o escopo da história ao irmos para Nova York”, acrescenta Gillet, “outra coisa que discutimos — apenas eu e o Matt, aliás, não foi uma conversa com os roteiristas — foi: ‘Como fazer o oposto no 7?’ Tipo, reduzir tudo e tornar a história ultracontida, quase contínua, como se fosse algo minuto a minuto. Mas, além da nossa ideia maluca, não tínhamos conhecimento de nenhum plano além de ‘Vai ter outro’.”
Bettinelli-Olpin e Gillett deixaram a franquia após dirigirem o quinto e sexto filme, estrelados porMelissa Barrera como Sam Carpenter, a filha secreta do falecido assassino Ghostface, Billy Loomis (Skeet Ulrich).
De acordo com o Deadline, a sequência ‘Pânico 7‘ arrecadou impressionantes US$ 7.8 milhões em sua pré-estreia nos EUA – superando o sexto filme da franquia neste mesmo período (US$5.7M).
O site ainda afirma que o novo capítulo deve quebrar recordes em sua abertura no país, tornando-se a maior estreia da história da saga.
Projeções recentes indicam que o sétimo filme deve abrir com sólidos US$ 59 milhões no território norte-americano, facilmente superando a estreia de ‘Pânico VI‘ (US$44.4M).
Apesar da recepção negativa por parte dos críticos – apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o novo capítulo deve superar as expectativas iniciais, que previam um lançamento entre US$ 40-50 milhões.
Vale lembrar que ‘Pânico 7‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
‘Devoradores de Estrelas’ (Project Hail Mary), a nova aposta da ficção científica realizada pela dupla Phil Lord e Christopher Miller, foi exibido para a nossa jornalista Rafa Gomes, que traz as primeiras impressões. E, nossa, parece bem empolgante.
Confira as primeiras impressões:
Aqui, Ryan Gosling e Sandra Huller formam uma impecável e inusitada parceria, em um contraste de performances que torna toda a trama ainda mais preciosa. Abordando dilemas éticos, morais e propósito de vida, “Devoradores” é ainda uma oportunidade de rever a veia mais dramática e…
Devoradores de Estrelas é longo, muito técnico em seu argumento – o que é incrível, mas pode frustrar alguns -, e é sem sombra de dúvidas um dos grandes filmes de 2026. Com personagens complexos, um toque de fantasia e uma clássica jornada do herói envolvente, o scifi da mesma…
Dirigido por Phil Lord e Christopher Miller (‘Uma Aventura LEGO’), o longa é baseado no romance homônimo de Andy Weir.
Ambientado em um futuro próximo, a trama é centrada em Ryland Grace, um professor do ensino fundamental que virou astronauta e que acorda de um coma sofrendo de amnésia. Ele gradualmente se lembra de que foi enviado para o sistema solar Tau Ceti, 12 anos-luz da Terra, para encontrar um meio de reverter um evento de escurecimento solar que poderia causar a extinção da humanidade.
‘Devoradores de Estrelas’ é produzido por Amy Pascal, a mesma produtora dos longas do universo do ‘Homem-Aranha‘, como ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Aditya Sood (‘Perdido no Espaço’ e ‘Deadpool’) também assume a função de produtor, ao lado de Pascal.
O longa está programado para estrear no dia 20 de março de 2026.
O insiderCharles Murphy, do Murphy’s Multiverse, compartilhou mais algumas informações sobre como a batalha final de ‘Vingadores: Doutor Destino’ deve preparar o terreno para ‘Vingadores: Guerras Secretas’.
As informações não são uma surpresa, visto que ‘Vingadores: Doutor Destino’ é essencialmente a primeira parte de uma história em duas partes, e não se espera que os Heróis Mais Poderosos da Terra saiam vitoriosos da batalha final que supostamente acontecerá em Latvéria.
Embora o Fera adote uma postura sombria igual das HQs, seu plano e o de Reed não são suficientes para conter o Doutor Destino. Após todas as tentativas falharem, dois personagens descobrem a verdadeira natureza de Destino e o confronto os coloca como estranhos em uma terra estranha. É lá que todos os heróis restantes de todas as Terras distintas enfrentam o Destino, e ele não tolera tolos. Se você for velho, imagine nos anos 80 descobrir que veria um filme onde os X-Men, o Quarteto Fantástico e os Vingadores se unem contra o Destino em seu próprio território.
Murphy destaca que os heróis precisarão encontrar dois personagens, um deles sendo o Steve Rogers, para a batalha. Quem seria o outro? O Homem-Aranha de Tobey Maguire? Ele ainda afirma que veremos uma versão bem sombria do Fera.
Recentemente, os cineastas Joe Russo e Anthony Russo falaram recentemente sobre o novo capítulo do Universo Cinematográfico da Marvel, ‘Vingadores: Dr. Destino’.
Segundo o ComicBook, os diretores explicaram como o novo longa se diferencia dos filmes anteriores dos Vingadores.
“Por mais que abracemos a diversão em termos do que esses filmes podem ser, também abraçamos a complexidade e a dificuldade do que eles podem fazer em nível narrativo”, afirmou Anthony. “Acho que encontramos um novo nível disso em Vingadores: Dr. Destino”.
Joe acrescentou: “Victor von Doom exige um certo tom”.
O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.
Ampliando cada vez mais os paralelos entre a realidade e a ficção ao longo do tempo, através de chocantes acontecimentos que são potencializados por elementos cinematográficos que prendem a atenção, os filmes de terror conquistam, a cada geração, novos integrantes para sua contemplação.
Desde o curta-metragem de apenas três minutinhos, A Mansão do Diabo, dirigido por Georges Méliès no final do século XIX – considerado por muitos o primeiro filme de terror da história -, esse gênero imersivo nos conflitos emocionais, vem evoluindo seu alcance narrativo. Transitando pelos monstros da década de 1930, pelo slasher e o sobrenatural – entre outras fases marcantes -, consolidou-se como uma ferramenta de reflexão que quebra o real por meio dos medos coletivos.
Cena do filme: ‘A Mansão do Diabo’
Em busca de respostas sobre por que os filmes de terror mexem tanto com a gente, começamos uma pequena investigação através de quatro aspectos observados quando refletimos, de uma maneira geral, sobre esse gênero.
É difícil a correlação entre o medo real e medo da ficção, sobretudo como essa ligação faz com que uns amem e outros odeiem obras desse gênero. A cada obra que está catalogada como terror – ou seus subgêneros – nos preparamos para um chocar inserido numa resposta emocional igualzinha temos em nossa realidade quando nos vemos em perigo. E quando a trama se aproxima de alguma história que reconhecemos na vida real, a linha tênue entre a ficção e a realidade ganha outras proporções: enquanto algumas pessoas embarcam no caminho de refletir sobre, outras tornam-se reféns das percepções das próprias vulnerabilidades.
Cena do filme: ‘Cuckoo’
Reflexo dos nossos medos?
Será então que toda a aflição que sentimos nos labirintos que se metem a maioria dos personagens inseridos nesse gênero, de alguma forma, retrata nossos próprios medos e angústias? Essa é uma pergunta pertinente, que envolve o complexo campo das emoções – no qual não vamos entrar muito a fundo, já que somos cinéfilos, não cientistas. Se na nossa vida real vemos algo fora do lugar que causa algum arrepio, esse mesmo sentimento se coloca à disposição diante de um filme repleto de tensão, permitindo assim uma obra apresentar reflexos dos nossos medos – alguns deles bem profundos. Concordam?
Cena do filme: ‘Presente Maldito’
O medo como reflexo social
É óbvia a constatação que, ao longo do tempo, os filmes de terror acompanham movimentos do cotidiano. A cada década, muda-se tanto em vários campos, mas existe a razão humana e nossos questionamentos que seguem vivos. Conforme envelhecemos, nossos medos se ampliam, mas também encontramos ferramentas para combatê-los. As boas obras desse gênero conseguem estabelecer uma forte ligação com a atualidade, com o que se vive em sociedade, onde a sugestão através do medo vira de fácil correlação ao o que é visto no lado de cá da telona.
O medo como entretenimento
Como convidar essas sugestões, que nos tiram da zona de conforto, para um diálogo com nossos medos reais? Talvez essa seja a primeira pergunta que roteiristas se façam antes das primeiras linhas de uma história. A linguagem cinematográfica é infinita: pode-se se chegar em um mesmo desfecho através de inúmeros caminhos. Seja pelo psicológico, pela violência que choca, até mesmo pela maneira como é mostrada a caminhada de personagens que sobrevivem até o fim, essa poder de manipulação na ação de contar uma história pode atrair ou distanciar. Mas tenha certeza: convencem melhor produções que conseguem extrair provocações através das metáforas da vida.
Com a chegada de Pânico 7 aos cinemas neste começo de 2026, reacendem-se novos olhares sobre como esse gênero cinematográfico – no qual essa obra se destaca por manter-se viva no imaginário cinéfilo após três décadas – atravessa nossa mente de forma fascinante, nos fazendo topar a confrontar medos e, quem sabe, até refletir sobre nossas próprias experiências.
A atriz Melissa Barrera utilizou suas redes sociais para compartilhar o que muitos fãs consideraram uma “indireta” em apoio aos manifestantes que pedem o boicote a ‘Pânico 7’.
Em seus Stories no Instagram, a atriz escreveu apenas “Eu vejo vocês”, acompanhado de um emoji de coração, conforme relatado pelo Deadline.
O diretor do novo longa,Kevin Williamson, comentou sobre os protestos ao passar pelo tapete vermelho da estreia mundial. “Vivemos na América. Temos o direito de protestar. Eles têm o direito de serem ouvidos e de expressarem sua verdade, e eu apoio isso”.
O protesto na estreia foi liderado por organizações como Entertainment Labor for Palestine, CodePink e Jewish Voice for Peace. O objetivo do movimento é denunciar o que chamam de “silenciamento de vozes pró-Palestina na indústria cinematográfica”.
A polêmica começou em novembro de 2023, quando a Spyglass Media Group demitiu Melissa Barrera da franquia. A empresa justificou a decisão afirmando ter “tolerância zero para antissemitismo ou incitação ao ódio”, após a atriz publicar críticas sobre o conflito Israel-Hamas e mencionar genocídio e limpeza étnica em Gaza.
A saída de Barrera gerou um efeito dominó na produção:
Jenna Ortega também deixou a franquia, afirmando que a sequência “estava desmoronando” sem sua colega de elenco.
Christopher Landon, o diretor original, abandonou o projeto após citar ameaças de morte direcionadas aos seus filhos.
Apesar das turbulências nos bastidores, ‘Pânico 7’ já está em cartaz nos cinemas brasileiros sob a direção deKevin Williamson.
“Um novo assassino Ghostface surge na tranquila cidade onde Sidney Prescott construiu uma nova vida. Seus medos mais sombrios se concretizam quando sua filha se torna o próximo alvo”, diz a sinopse.
O cineasta Zack Snyder, arquiteto do antigo universo da DC nos cinemas, esclareceu recentemente que nunca houve planos concretos para colocar o Superman de Henry Cavill contra as versões do Batman interpretadas por Christian Bale ou Joseph Gordon-Levitt após o desfecho de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’.
Em entrevista ao portal ComicBookMovie, Snyder comentou sobre a possibilidade de dar continuidade ao legado de Christopher Nolan:
“Joseph é um ator incrível, mas não acho que cabia a mim desenvolver aquela linha narrativa”, afirmou o diretor.
Snyder explicou que a barreira para um crossover entre as franquias era, principalmente, o final dado ao personagem de Bale.
“Acho que, se a trilogia tivesse terminado com Christian Bale em pé sobre um prédio, observando Gotham e silhuetado pelas luzes da cidade, haveria uma conversa séria a ser feita. Mas ele estava na Itália, aposentado e relaxando. Se ele ainda fosse um combatente do crime ativo, esses universos poderiam ter se misturado”, destacou o cineasta.
Apesar deChristopher Nolan ter sido produtor executivo de ‘O Homem de Aço’ e ‘Batman vs Superman’, Snyder revelou que o assunto nunca foi uma pauta oficial entre os dois:
“Nunca chegamos realmente a conversar sobre isso”, concluiu.
No fim, Snyder escalou Ben Affleck para viver uma versão mais implacável e experiente do Homem-Morcego. Affleck fez sua estreia no papel em ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’.
‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ está disponível no HBO Max.
“O confronto entre Superman e Zod em Metrópolis fez a população mundial se dividir sobre a presença de extraterrestres na Terra. Enquanto muitos consideram Superman um novo deus, há aqueles que entendem ser extremamente perigosa a existência de um ser tão poderoso sem qualquer tipo de controle. Bruce Wayne é um dos que acreditam nesta segunda hipótese. Sob o manto de um Batman violento e obcecado, ele enfrenta Superman enquanto o mundo se pergunta que tipo de herói precisa”, diz a sinopse.
De acordo com o Deadline, a sequência ‘Pânico 7‘ arrecadou impressionantes US$ 7.8 milhões em sua pré-estreia nos EUA – superando o sexto filme da franquia neste mesmo período (US$5.7M).
O site ainda afirma que o novo capítulo deve quebrar recordes em sua abertura no país, tornando-se a maior estreia da história da saga.
Projeções recentes indicam que o sétimo filme deve abrir com sólidos US$ 59 milhões no território norte-americano, facilmente superando a estreia de ‘Pânico VI‘ (US$44.4M).
Apesar da recepção negativa por parte dos críticos – apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o novo capítulo deve superar as expectativas iniciais, que previam um lançamento entre US$ 40-50 milhões.
Vale lembrar que ‘Pânico 7‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.