Linda Hamilton stars in Skydance Productions and Paramount Pictures' "TERMINATOR: DARK FATE."
Segundo informações apuradas pelo site Giant Freakin Robot, a atriz Linda Hamilton, a icônica Sarah Connor de ‘O Exterminador do Futuro‘, está cotada para fazer parte do elenco da popular série da Netflix, ‘Stranger Things‘, na sua aguardada 5ª temporada.
De acordo com as fontes, Hamilton terá um papel de destaque na trama.
No entanto, tanto a Netflix quanto os showrunners da série, os irmãos Duffer, ainda não confirmaram oficialmente essa informação. Portanto, essa notícia deve ser encarada como um rumor.
Originalmente, as filmagens do ciclo final estavam previstas para começarem durante o verão norte-americano (período que engloba os meses entre junho de agosto). Infelizmente, é impossível prever até quando a greve irá durar.
Vale lembrar que a greve anterior dos roteiristas, que aconteceu em 2008, se estendeu por um período de 100 dias – no qual diversas produções cinematográficas e, principalmente, televisivas foram profundamente afetadas.
Em uma entrevista recente ao Deadline, o renomado ator Pedro Pascal, conhecido por seu papel como Joel em ‘The Last of Us’, revelou que propôs um novo título para a aguardada série pós-apocalíptica da HBO.
De forma descontraída, Pascal compartilhou que teve uma ideia para um título que considerou mais adequado à narrativa da série. Brincando com a situação, ele sugeriu o título “Walk With Us” (Ande Conosco, em tradução livre), levando em consideração a quantidade de vezes que ele e Bella Ramsey, sua colega de elenco, tiveram que caminhar durante as filmagens da série.
“Estávamos nessa trilha [no episódio 3] e tínhamos que voltar ao início dela todas as vezes. Era uma cena longa e o sol estava forte”, explicou o ator.
Lembrando que a pré-produção da segunda temporada está atualmente paralisada devido à greve dos roteiristas.
Fontes revelaram que audições para novos papéis estavam ocorrendo antes da greve, mas foram suspensas por tempo indeterminado.
A equipe criativa, liderada por Neil Druckmann e Craig Mazin, solicitou que os atores realizassem testes com cenas retiradas diretamente do jogo ‘The Last of Us: Parte II’, pois ainda não há um roteiro finalizado.
Embora a expectativa fosse iniciar a fotografia principal entre janeiro e fevereiro do próximo ano, em Vancouver, Canadá, a incerteza causada pela greve dos roteiristas pode alterar os planos de produção da aguardada série.
Anteriormente, Bella Ramsey revelou que ao The Jonathan Ross Show (via The Independent) que as gravações dos novos episódios devem começar no final deste ano ou no começo do próximo.
“Vai demorar um pouco. Acredito que vamos filmar no final deste ano, ou início do ano que vem. Então, provavelmente, [estreia] no final de 2024, ou início de 2025″, declarou ela.
Enquanto isso, o ator Pedro Pascal compartilhou, em seu Instagram, fotos dos bastidores da temporada de estreia.
A HBO Max divulgou um vídeo legendado nos levando aos bastidores do incrível capítulo de encerramento.
Confira:
A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.
A produção abarcou nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 417 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que ‘The Last of Us’ é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.
Confira os principais comentários:
“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.
“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.
“‘The Last of Us’ se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’ chega muito em breve aos cinemas de todo o mundo, marcando o retorno de Harrison Ford como o personagem titular e introduzindo Phoebe Waller-Bridge como Helena.
E, caso os fãs ainda estavam com dúvidas, Shia LaBeouf (que interpretou Mutt Williams, filho de Indy, em ‘O Reino da Caveira de Cristal’) não irá aparecer no próximo capítulo da franquia.
Em uma entrevista no tapete vermelho da estreia do filme, o diretor James Mangold foi questionado pela Variety se, em algum momento, havia considerado trazer LaBeouf de volta à saga.
Mangold respondeu que seu principal objetivo, desde o princípio, era trazer de volta “a energia entre Indy e uma personagem feminina intrépida. […] Há um limite de pessoas que você pode colocar em um filme”.
Segundo informações do Deadline, ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’ tem previsão de arrecadar entre US$ 60 milhões e US$ 70 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos.
Os números seriam abaixo do esperado pela Disney/Lucasfilm e também abaixo da bilheteria de abertura do último filme da saga, ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘, de 2007, que estreou com US$ 100,1 milhões no país.
Vale ressaltar que esses números representam uma projeção inicial e podem sofrer alterações à medida que a data de lançamento se aproxima.
Lembrando que o filme já teve sua première realizada durante o Festival de Cannes.
As primeiras críticas também já foram divulgadas, e as reações não são muito positivas. Dividindo a opinião dos críticos, o longa conquistou apenas 55% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral afirma que, apesar de ser tão ruim quanto ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘, o novo longa não entrega uma despedida satisfatória ao legado do personagem titular.
Separamos os trechos das principais críticas:
“A boa notícia é que esse novo filme não é tão ruim quanto ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’. A má notícia é que não é muito melhor.” (Times UK)
“Há algumas cenas genuinamente comoventes quando vemos esse personagem fantástico finalmente se preparando para pendurar o chapéu pela última vez. Obrigado, Indy, foi uma jornada e tanto.” (London Evening Standard)
“É possível sentir os quatro roteiristas creditados se agarrando à inspiração e falhando. O resultado é um filme que poderia ser aceitável como uma aventura original estrelada por algum personagem desconhecido, mas não é digno do chicote.” (Vanity Fair)
“‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’ não acrescenta nada novo à lenda do Indiana Jones, apenas serve para polir o legado que o personagem já tinha.” (IndieWire)
“Harrison Ford é o herói do momento. Ele nunca perde sua carranca ou sua obstinação. Ele interpreta até as cenas mais frágeis com convicção e humor seco. Sua performance carrega o filme.” (Independent UK)
“Se você se deixar levar pela jornada, esse filme parece uma despedida adequada para o ladrão de túmulos mais querido dos cinemas.” (Empire Magazine)
A nova aventura chegará aos cinemas nacionais no dia 29 de junho.
Vale lembrar que o filme terá nada menos que 2 horas e 22 minutos de duração (isto é, 142 minutos de tela). A encargo de comparação, o primeiro capítulo da saga tem 115 minutos, enquanto o segundo, o terceiro e o quarto têm, respectivamente, 118, 128 e 122 minutos.
Além disso, o serviço de streaming confirmou que o próximo ciclo estreará no dia 14 de julho.
Confira o teaser:
No reality, jovens solteiros e cheios de energia passam seus dias numa praia paradisíaca. Parece perfeito, só que, para ganhar o prêmio de 100 mil dólares, eles precisam renunciar ao sexo.
Mais conhecida por seu papel como Daenerys Targaryem em ‘Game of Thrones’, Emilia Clarke fará sua estreia no MCU na série ‘Invasão Secreta‘.
A série de espionagem da Marvel que vai acompanhar Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Talos (Ben Mendelsohn) investigando uma tentativa dos Skrull de dominar a Terra disfarçados de seres humanos.
Na trama, Clarke interpreta uma Skrull chamada G’iah, que é revelada como filha de Talos, apresentado originalmente em ‘Capitã Marvel‘.
Durante uma entrevista para o Comic Book, Mendelsohn comentou sobre a adição da estrela ao universo Marvel e rendeu elogios à sua performance.
“Um dos grandes presentes, para mim, foi ter essa pessoa e atriz fabulosa encarnando a filha de Talos. Ela foi capaz de trazer uma verdadeira ligação entre os personagens.”
Ele continuou:
“A série ainda não estreou, então, você sabe, não posso falar muito. O que eu posso dizer é que há uma invasão na série, certo? Mas vou contar um segredo: o divertido de toda a história é lidar com as brechas, com as falhas dessa invasão. Daí, podemos explorar diferentes começos para isso, o que envolve a relação entre Talos e G’iah.”
Clarke também participou da entrevista e se limitou a dizer:
“Nós nos divertimos. Nós realmente nos divertimos muito.”
Lembrando que faltam apenas alguns dias para a estreia.
Como alguns membros da imprensa já assistiram aos primeiros episódios, as reações estão sendo divulgadas online.
E a série é descrita com um tom bem mais sombrio e adulto do que as produções anteriores da Marvel. Inclusive, alguns jornalistas compararam com ‘Star Wars: Andor‘, que trouxe uma pegada mais madura para a franquia criada por George Lucas.
Confira as reações:
“‘Invasão Secreta‘ realmente é uma série incrível. Bem dirigida, bem filmada, coreografada e escrita. Define o conflito principal e o vilão no início das vibrações de ‘Capitão América: O Soldado Invernal’ e ‘Guerra Civil‘. Em termos de qualidade, parece ‘Star Wars: Andor‘ daMarvel. Só que com seis episódios, então ela flui mais rápido e tem alguns momentos confusos por toda parte. Eu disse que é como Andor porque parece que mais pensamento e tempo foram investidos neste programa do que em outros. Existem muito poucas falhas, e a filmagem é de primeira classe. E, o mais importante, parece mais humana do que qualquer outra coisa lançada recentemente no MCU.”
Why I said “#SecretInvasion like Marvel’s #Andor” is because it feels like more thought and time were put into this show than others. There are very few weaknesses, and the actual filmmaking is top class, and most importantly it feels more human than anything else MCU recently https://t.co/Ie8QsrXuVJ
“‘Invasão Secreta‘ é… Alguma coisa, para dizer o mínimo. Ela avança para territórios sombrios desde o início, com novas adições se mantendo e os personagens que conhecemos e amamos mais emocionalmente atrofiados do que nunca. Se essas narrativas baseadas em personagens continuarem, podem ser um ponto positivo.”
#SecretInvasion is … something, to say the least. It pushes to dark territories from the start, with new additions holding their own and the characters we know and love more emotionally stunted than ever. If such character-driven narratives continue, it could be aces. pic.twitter.com/CMvw8eN6fZ
“Depois de ver os dois primeiros episódios de ‘Invasão Secreta’, eu realmente gosto da pequena direção obscura que está tomando. A sensação de espionagem são excelentes (embora o enredo sinuoso às vezes atrapalhe). O destaque para mim é a atrevida espiã vivida por Olivia Colman, que rouba a cena.”
After seeing the first two episodes of #SecretInvasion I really like the murky little direction it’s going in. The espionage vibes are top notch (although the meandering plot does get in its own way at times). The standout for me is Olivia Colman’s cheeky scene-stealing spy. pic.twitter.com/cBvge4snqG
“‘Invasão Secreta‘ é uma minissérie revolucionária que usa o thriller de espionagem para explorar algo sombrio e complexo. Os dois primeiros episódios definem um tom refrescante e sombrio, uma boa mudança de ritmo em relação à fórmula batida. É a Marvel na sua melhor forma.”
#SecretInvasion is a game changing limited series that uses the spy thriller genre to tap into something dark & complex. The first two eps set a refreshingly gritty and gloomy tone, which nice change of pace from the usual formula. It’s Marvel at their best. pic.twitter.com/cqd6wMZzF2
“‘Invasão Secreta‘: Ufa, dois episódios e esta é provavelmente a pior série da Marvel até agora, ainda mais um julgamento, pois força artistas muito além deste material (Mendelsohn, Colman, Ben-Adir) a se contorcer enquanto lutam com diálogos atrozes. Jackson parece especialmente desanimado.”
SECRET INVASION: Ooof, two episodes in and this is likely the worst Marvel series so far, all the more of a trial as it forces way-beyond-this-material performers (Mendelsohn, Colman, Ben-Adir) to squirm as they wrestle with atrocious dialogue. Jackson looks especially pooped.
“‘Invasão Secreta’ é uma aventura de emoção real, com algumas grandes voltas e reviravoltas que vão mantê-lo na ponta do seu assento! É uma história de espionagem tensa, old-school, de alto risco e conspiração, então é uma queima lenta com muitas partes imprevisíveis, mas se você gosta, é incrível.”
#SecretInvasion is a real thrill ride, with some MAJOR twists and turns that’ll keep you on the edge of your seat!
It’s a tense, old-school, high-stakes, conspiracy spy story, so it’s very much a slow burn with a lot of moving parts, but if you’re into it, it’s pretty awesome pic.twitter.com/ElGED3y7zv
“Eu vi os dois primeiros episódios de ‘Invasão Secreta‘ e, como prometido, é um doce thriller de conspiração que rapidamente prova que é o sucessor espiritual de ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘. O elenco é ótimo e Samuel L. Jackson simplesmente brilha. Este poderia realmente ser o melhor momento de Nick Fury.”
I’ve seen the first two episodes of #SecretInvasion, and as promised, it’s a sweet conspiracy thriller that quickly proves it’s the spiritual successor to CA: The Winter Solider. The cast is great, and Samuel L. Jackson just shines. This could indeed be Nick Fury’s finest hour. pic.twitter.com/qyPk8hP5be
Além de Jackson e Mendelsohn, a trama também conta com James Rhodes (Don Cheadle), Sonya Falsworth (Olivia Colman), G’iah (Emilia Clarke), Gravik (Kisngsley Ben-Adir), Maria Hill (Cobie Smulders), Everett Ross (Martin Freeman) e os misteriosos personagens deCarmen Ejogoe Killian Scott.
A comédia será lançada nos cinemas nacionais no dia 6 de julho.
Dos produtores de ‘Vizinhos‘, a produção conta com a direção de Adele Lim, roteirista de ‘Podres de Ricos‘
A trama acompanha um grupo de quatro mulheres e seus processos de descoberta interior e da vida enquanto embarcam em uma aventura única. As amigas viajam para a China à procura da mãe biológica de uma delas, enfrentam situações inusitadas e fortalecem ainda mais o laço que já existia entre elas.
Os números até poderiam ser maiores, mas a Variety divulgou que a sequência foi banida dos Emirados Árabes Unidos por “não se adequar às diretrizes de censura do país”.
Embora o motivo exato da proibição não tenha sido mencionado, as fontes indicaram que o motivo é devido a um banner mostrado no quatro de de Gwen Stacy, que traz a legenda: “Proteja as vidas trans”.
Como o país do Oriente Médio é extremamente conservador, cenas de representatividade gay são estritamente proibidas.
Inclusive, ‘Lightyear’ também foi banido por lá por apresentar uma cena de beijo entre personagens do mesmo sexo.
Kemp Powers e Justin K. Thompson também entram como diretores.
Vale lembrar que ChrisLord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.
Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.
A nova produção da Pixar, ‘Elementos‘, ganhou mais um clipe oficial.
O vídeo apresenta a versão mais jovem de Ember (que é dublada por Leah Lewis) em momentos de pura fofura com seu pai.
Confira:
Lembrando que a produção chegará ao Brasil em 22 de junho.
Dirigida porPeter Sohn (‘O Bom Dinossauro’), a trama é ambientada na Cidade Elementar, onde conhecemos a elemental de fogo Ember Lumen (Leah Lewis) e o elemental de água chamado Wade Ripple (Mamoudou Athie).
A longo da história, acompanhamos a dramática atração que Ember e Wade sentem um pelo outro enquanto tentam descobrir o que têm em comum, mesmo sendo tão diferentes e aparentemente incompatíveis.
As informações indicam que a dupla, ao lado da companhia Double Dream, assinaram contratos paralelos com a Warner Bros. Pictures e a Warner Bros. Television Group/MAX.
A parceria entre as partes envolvidas começou em 2017, com o lançamento do remake de ‘IT’ – e vale lembrar que Andy e Barbara já estão trabalhando em um spin-off seriado intitulado ‘Bem-Vindo a Derry’, para a plataforma de streamingMAX.
“Não poderíamos estar mais animados em fortalecer nossa parceria com esses realizadores incrivelmente talentosos”, De Luca e Abdy disseram em uma declaração oficial. “Entre as habilidades singulares e a visão de Andy como diretor, e dos instintos aguçados de Barbara como produtora, eles são um time de sonhos da sétima arte”.
Dungey acrescenta: “Andy e Barbara são artistas singulares cujas visão e paixão para ‘Bem-Vindo a Derry’ nos deixou impressionados. Mal podemos esperar para os fãs assistirem ao próximo capítulo aterrorizante e envolvente do universo ‘IT’“.
‘Crise nas Infinitas Terras‘ marcou o maior crossover live-action da DC, conectando os universos do Batman de Tim Burton, da Liga da Justiça de Zack Snyder e O Arrowverse.
Um dos momentos mais emocionantes do evento foi uma cena em que o Barry Allen de Ezra Miller viaja pelo multiverso, tropeça na Força de Aceleração e conhece o Barry Allen de Grant Gustin.
Na cena, pergunta se Gustin é um cosplayer, e ele responde que também é o Flash, o que deuxa Miller confuso, já que ele nunca havia usado o nome ‘Flash‘.
A cena também deixa claro que o Barry de Miller gosta do nome, indicando que ele decidiria ser chamado assim depois de ouvir a ‘sugestão’ de Gustin.
Este seria um importante acontecimento no cânone das adaptações do herói.
Inclusive, em 2020, o editor da DC, Jim Lee, disse durante o primeiro FanDome que “O Flash de Ezra nunca foi chamado assim nos filmes. Ele recebeu esse nome ao conhecer o Flash de Grant … Isso é tão legal, sabe? Ter essa introdução no cânone”.
Os comentários de Lee levaram os fãs a acreditar que haveria alguma referência a esse encontro no filme estrelado por Miller.
No entanto, a adaptação não traz nenhuma menção ao encontro entre as variantes…
Em vez disso, a trama se concentrou em trazer de volta rostos de filmes anteriores da DC, como as diferentes versões do Batman, vividas por Michael Keaton, Ben Affleck e George Clooney.
E aí, você gostaria de ter visto Gustin reprisando o papel no filme?
O diretor ainda revelou se o filme é um reboot do DCEU:
“Espero que sim. Não sei. Tenho muito orgulho deste filme. O futuro da DC ainda está sendo desenvolvido. Espero que eles possam absorver essa aventura incrível neste novo universo. Estou confiante.”, afirmou.
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”.
O sucesso das histórias contemporâneas pode ser medida pela quantidade de adaptações audiovisuais e produtos derivados que ela consegue ter, especialmente quando essas histórias são voltadas para o público jovem. Esta é a trajetória dos livros ‘Para Todos os Garotos que já Amei’, cuja trilogia ganhou três adaptações em formatos fílmicos e fez tanto burburinho na Netflix, que acabou originando uma derivação seriada baseada na irmã da protagonista, que roubou as atenções do público. Recentemente a série estreou na Netflix com o nome ‘Com Carinho, Kitty’ e já teve sua segunda temporada confirmada pela gigante do streaming.
Com ambas as irmãs mais velhas longe de casa, Kitty (Anna Cathcart) sente-se sozinha e, às vésperas de entrar no Ensino Médio, acredita que tem muito mais para conhecer no mundo do que simplesmente ficar no mesmo lugar, afinal, seu relacionamento à distância com Dae (ChoiMin-yeong) tem se mantido firme e forte desde que se conheceram presencialmente quando ela estive em Seul com sua família anos atrás. Disposta a encontrá-lo pessoalmente, Kitty decide se inscrever para um programa de bolsa de estudos na Kiss, uma escola de Ensino Médio na Coreia do Sul, onde sua mãe também estudara. Uma vez lá, Kitty quer refazer os passos de sua mãe para, assim, tentar se reaproximar dela de alguma forma. Porém seus planos na Kiss não vão exatamente como ela queria, uma vez que irá conhecer estudantes do mundo inteiro e que não necessariamente vão curtir seu um jeitinho casamenteiro de ser.
Dividido em oito episódios com pouco menos de trinta minutos cada, ‘Com Carinho, Kitty’ tem muitas sub tramas e muitos personagens para dividir o tempo com uma protagonista que também precisa se apresentar para o espectador, mesmo sendo uma derivação da história principal – afinal, ela era apenas uma coadjuvante infantil adorável, e agora é uma jovem adolescente completamente diferente daquilo que conhecemos nos filmes.
Esse é o grande desafio do roteiro de Alanna Bennett, com colaboração e criação da autora dos livros, Jenny Han. E é justamente onde este roteiro se enrola: com tantos personagens e tantas sub tramas, muitas coisas acabam sendo muito facilmente resolvidas ou simplesmente jogadas no enredo de maneira gratuita para acelerar a resolução dos acontecimentos. Exemplo disso é uma cena em que dois personagens estão casualmente com vontade de tomar um café e casualmente passam por uma ponte onde casualmente encontram um outro personagem agindo de maneira suspeita. A frequência com que essa estratégia de novela mexicana ocorre nesta primeira temporada força um pouco a barra – talvez por seu grande número de diretores responsáveis.
Por outro lado, ‘Com Carinho, Kitty’ presta um grande serviço em apresentar a cultura sul-coreana para o público majoritariamente estadunidense, e esse é o grande forte da série. Através da protagonista intercambista o espectador é convidado a conhecer pratos típicos da região, celebrações de feriados, comportamentos culturais do dia a dia daquele povo e por aí vai. Considerando que a Coreia do Sul anda em alta com o público jovem, este é um grande acerto da série.
Afastando-se bastante da personagem dos filmes, ‘Com Carinho, Kitty’ repagina sua protagonista para o contemporâneo dos adolescentes de hoje e todas as suas inquietações. Uma primeira temporada bem-feita, ainda que acelerada, mas que deixa um ótimo gancho para a já confirmada segunda parte da série.
A Apple Original Films divulgou que ‘Argylle’, filme de espionagem estrelado por Henry Cavill (‘The Witcher’), chegará aos cinemas em 02 de fevereiro de 2024 nos cinemas norte-americanos.
Em seguida, ainda sem data divulgada, o longa dirigido por Matthew Vaughn (‘Kingsman: Serviço Secreto’) estará disponível em todo o mundo através da Apple TV+.
A história gira em torno do maior espião do mundo, chamado Argylle. A expectativa é que o filme seja um sucesso e dê origem a uma nova franquia de pelo menos mais três títulos, gravados nos Estados Unidos, Londres e em outras locações espalhadas pelo mundo.
Vale lembrar que o filme marca a estreia da cantora Dua Lipa como atriz.
Confira as imagens oficiais:
Também foi divulgado o seguinte vídeo curto da Dua Lipa no filme:
Anteriormente, Vaughn falou a respeito do novo filme:
“Quando eu li o primeiro tratamento do roteiro, senti que era a franquia de espionagem original mais incrível desde os livros de Ian Fleming (‘007’). Isso vai reinventar o gênero de espionagem”.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretorAndy Muschiettirevelou por que eles quiseram ter uma Supergirl latina em ‘The Flash‘.
“Nós vivemos em um mundo multicultural. Eu acredito na representatividade deste mundo. Não sinto que é forçado ter uma Supergirl latina. Eu apenas decidi representar o mundo em que vivemos, e trazer algo novo, subvertendo um pouco as expectativas, para que o filme seja mais surpreendente e divertido. Sasha Calle é uma atriz incrível. Ela interpreta uma personagem trágica. Eu amo a Supergirl neste filme. Ela era a melhor atriz para interpretar essa versão da Supergirl.”, ele afirmou.
O diretor ainda revelou se o filme é um reboot do DCEU:
“Espero que sim. Não sei. Tenho muito orgulho deste filme. O futuro da DC ainda está sendo desenvolvido. Espero que eles possam absorver essa aventura incrível neste novo universo. Estou confiante.”, afirmou.
O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”.
O panteão cinematográfico da DC sempre passou por altos e baixos – entregando filmes incríveis como ‘Shazam!’ e ‘Mulher-Maravilha’ na mesma medida que decepções de crítica e de bilheteria, como ‘Liga da Justiça’ e ‘Batman vs. Superman’. Agora que James Gunn e Peter Safran uniram forças para revitalizar esse universo, podemos dar uma nova chance às futuras produções que chegarão para os fãs ou até mesmo para os estreantes nessa vibrante mitologia – mas não antes do lançamento de ‘The Flash’, um dos títulos mais aguardados de 2023 e cujas expectativas se elevaram a níveis estratosféricos. E, contrariando os céticos e os haters das adaptações da DC, a obra protagonizada por Ezra Miller é um ótimo entretenimento que mascara temas muito profundos com uma simples e funcional narrativa super-heroica.
A trama já começa com uma potente cena de ação, em que Barry Allen/Flash (Miller) é chamado para socorrer as vítimas de um atentado terrorista em um hospital. Enquanto a sequência inicial já consegue nos dar o tom do filme, ela serve também como um impulso para compreendermos as verdadeiras intenções de Barry e os traumas que carrega por muito tempo – visto que a mãe foi assassinada quando ele era apenas uma criança e que o pai levou a culpa e, agora, espera um julgamento que parece não ter um final feliz. É a partir daí que, movido pela breve centelha de esperança em restaurar uma família que se despedaçou por uma tragédia mal explicada, Barry se move pela angústia e pela melancolia para voltar no tempo e impedir que a mãe morra. Entretanto, o que ele não esperava é que suas ações benévolas desencadeariam uma série de eventos prenunciando a implosão do multiverso.
O que você faria se pudesse voltar no tempo é a máxima que rege o longa-metragem comandado por Andy Muschietti (que alcançou fama mundial após comandar os dois capítulos do terror ‘IT – A Coisa’) – e uma pergunta que com certeza já nos passou pela mente. Afinal, todos cometemos erros e nos sentimos responsáveis por ter agido de outra maneira e ter consertado o que foi quebrado. Barry, dessa forma, descobre que tem uma habilidade de retornar ao passado, quebrando regras frágeis do espaço-tempo para “mexer alguns palitinhos” e garantir a sobrevivência daquela que nunca esqueceu. Ora, é notável como o protagonista é envolto por uma cegueira justiceira que o faz esquecer do efeito borboleta – e que o leva em uma jornada tortuosa de reparação e de saudosismo. Todavia, por mais nobres que suas intenções tenham sido, o tiro sai pela culatra e ele abre uma linha do tempo paralela à que pertence, criando uma fenda perpendicular no multiverso que premedita catástrofe.
Miller faz um trabalho aplaudível ao dar vida a duas versões de si mesmo – uma mais velha, recheada de cicatrizes e de fantasmas do passado; e outra mais jovem, alheia ao que poderia ter acontecido e encantada com o que o futuro a reserva. E vale lembrar que, nesse texto, me disponho apenas de uma análise crítica da obra que me foi mostrada – e não das atitudes condenáveis do ator, que serão, com sorte, resolvidas judicialmente. Entregando-se de corpo e alma ao papel que lhe foi confiado, Miller rouba os holofotes e é respaldado por temáticas importantes e críveis o suficiente para que possamos nos relacionar com ele, mesmo que o Flash seja um meta-humano.
Mas ele não é o único a nos presentear com uma grande performance: temos também Sasha Calle como Kara Zor-El/Supergirl, resgatada de uma prisão de segurança máxima e uma peça importante para o seguimento da história – ainda que não tenha tempo de tela tão sólido quanto esperávamos. E, como a cereja do bolo, Michael Keaton ressurge como Batman em uma atuação espetacular e recheada de referências às clássicas produções de que participou, além de infundir o personagem com uma humanidade emocionante que o torna imprescindível para a conexão com o público.
Muschietti comanda esse espetáculo visual imprimindo a própria identidade, mas fazendo questão de mencionar as adaptações que vieram antes – seja de Flash, de Batman ou da própria Supergirl. À medida que as quase duas horas e quarenta se desenrolam, é notável como o cineasta sabe o que está fazendo, guiando os atos em uma fluidez satisfatória – ainda que o bloco de encerramento seja muito arrastado. Ele, inclusive, retoma colaboração com o compositor Benjamin Wallfisch, dando espaço o suficiente para que ele mistura trilhas familiares com inflexões épicas e teatrais, puxando inspirações de John Williams e Hans Zimmer para uma crueza heroica orquestral e operística (sem se valer de um mimetismo barato).
Além do terceiro ato, o principal problema são os efeitos visuais; claro que é possível ignorar a artificialidade do CGI caso compremos, por completo, as inclinações noventistas da imagética do filme – mas, em alguns momentos, as construções estéticas são tão falsas que quebram a magia. Mas isso não significa que o resultado não seja positivo, pelo contrário: o conciso roteiro nos ajuda a compreender que a ideia não é reinventar o que já existe, e sim utilizar as fórmulas a favor da obra e garantir que o público saia da sala de cinema realizado e até mesmo com vontade de reassistir.
‘The Flash’ entrega exatamente o que vem prometendo há vários anos, configurando-se como uma das melhores entradas dessa fase final da DC conforme abre espaço para um futuro que tem tudo para encontrar sucesso. Divertido, emocionante e pincelado com reflexões sobre o que significa conviver com a imutabilidade do passado, o longa merece ser visto na maior tela de cinema possível – e é garantia de agradar os espectadores.
A nova produção da Pixar, ‘Elementos‘, ganhou mais um clipe oficial.
O vídeo apresenta a versão mais jovem de Ember (que é dublada por Leah Lewis) em momentos de pura fofura com seu pai.
Confira:
Lembrando que a produção chegará ao Brasil em 22 de junho.
Dirigida porPeter Sohn (‘O Bom Dinossauro’), a trama é ambientada na Cidade Elementar, onde conhecemos a elemental de fogo Ember Lumen (Leah Lewis) e o elemental de água chamado Wade Ripple (Mamoudou Athie).
A longo da história, acompanhamos a dramática atração que Ember e Wade sentem um pelo outro enquanto tentam descobrir o que têm em comum, mesmo sendo tão diferentes e aparentemente incompatíveis.
O Disney+ já renovou oficialmente a série ‘Meu Papai (ainda) é Noel‘ (The Santa Clauses), que dá continuidade à clássica franquia natalina ‘Meu Papai é Noel‘, para a 2ª temporada.
Agora, a plataforma de streaming divulgou a primeira imagem oficial dos próximos episódios.
Stonestreet dará vida a Magnus Antas (também conhecido como Papai Noel Louco), que reinou durante o século 14 e agora está voltando para tentar derrubar Scott Calvin (Tim Allen) e recuperar o Polo Norte.
Uma sinopse da segunda temporada também foi revelada. Confira:
Na segunda temporada, a família Calvin está de volta ao Polo Norte enquanto Scott continua seu papel de Papai Noel depois que os planos de aposentadoria foram frustrados ao não conseguir encontrar um sucessor digno na primeira temporada. Agora que Scott e sua família salvaram o Natal com sucesso, Scott volta seu foco para treinar seu filho Calvin para eventualmente assumir o “negócio da família” como Papai Noel.
Tim Allen e Elizabeth Mitchellreprisam seus papéis como Scott Calvin/Papai Noel e Carol/Mamãe Noel.
Jason Winer, conhecido por seu trabalho em obras como ‘The Big Leap’ e ‘Modern Family’ (que lhe renderam indicações ao Emmy Awards), fica responsável pela direção e pela produção executiva.
“Scott Calvin está prestes a fazer 65 anos e percebe que não pode ser o Papai Noel para sempre. Ele está começando a não dar conta dos seus deveres como Papai Noel e, mais importante, ele tem uma família que poderia se beneficiar de uma vida no mundo normal, especialmente seus dois filhos que cresceram no Polo Norte. Com muitos elfos, crianças e família para agradar, Scott sai em busca de um Papai Noel substituto adequado enquanto prepara sua família para uma nova aventura em uma vida ao sul.”
Jack Burditt entra como showrunner, além de ser produtor executivo.
Lançado em 1994, o filme original arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente, garantindo duas sequências ‘Meu Papai é Noel 2‘ (2002) e ‘Meu Papai é Noel 3‘ (2006).
A AMC+ divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Dark Winds’, suspense policial baseado no romance de George R.R. Martin e Robert Redford.
Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 20 de julho na plataforma de streaming, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
Confira:
Lembrando que Jeri Ryan e Nicholas Logan foram escalados para a nova temporada.
Ryan dará vida a Rosemary Vines, uma femme fatale que coloca suas garras no policial da Nação Navajo Jim Chee, deixando um rastro de corpos em sua busca pelo poder. Logan será Coltin Wolf, um perigoso assassino de aluguel. Ambos os personagens apareceram no romance ‘People of Darkness’, da saga ‘Leaphorn & Chee’.
Em ‘Dark Winds’, dois policiais da comunidade indígena Navajo, o xerife Joe Leaphorn (Zahn MacClarnon) e o novato Jim Chee (Kiowa Gordon), investigando um homicídio duplo em um motel de uma comunidade pacífica no sudeste dos Estados Unidos. Ambientado na década de 1970, a série explora as motivações por trás dos assassinatos e as consequências dessa brutalidade em todos os envolvidos.
A série é baseada na série de livros de Tony Hillerman, a produção tem recebido ótimas críticas e atraiu mais de 2,2 milhões de espectadores somente em sua estreia.
A vencedora do Grammy Kylie Minogue lançou hoje (16) o videoclipe oficial do mix estendido de “Padam Padam”, lead single de seu 16º álbum de estúdio, ‘Tension’.
O compilado de originais será lançado no dia 22 de setembro de 2023.
1. Padam Padam 2. Hold on to Now 3. Things We Do for Love 4. Tension 5. One More Time 6. You Still Get Me High 7. Hands 8. Green Light 9. Vegas High 10. 10 Out of 10 (com Oliver Heldens) 11. Story
A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.
Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”, “In Your Arms” e “Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado ‘Fever’ (2001). Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.
A produção foi lançada hoje, 16 de junho, na plataforma de streaming.
Depois de sobreviver aos acontecimentos do primeiro filme, o mercenário Tyler Rake embarca em mais uma missão mortal: invadir uma prisão impenetrável para resgatar a família de um gângster georgiano impiedoso.
Relembre o trailer:
O longa-metragem alcançou uma impressionante aprovação de 77% no popular site agregador de críticas Rotten Tomatoes. Para efeito de comparação, o primeiro filme da franquia está com 67% de aprovação.
Confira algumas avaliações:
“Não há história, riscos e humanidade na sequência de Sam Hargrave para seu filme de 2020. Mas como ação pura e brutal, é inegavelmente impressionante.” –TV Guide
“Sobrecarregado por sua fanfarronice, ‘Resgate 2’ é apenas uma bagunça barulhenta e assustadora disfarçada de escapismo gratificante.” –New York Times
“A sequência aumenta a ação, o que torna o resto do filme ainda mais inútil.” –Inverse
“Basta dizer que, se você gostou de ‘Resgate’, vai se divertir muito com este, que, no típico estilo de franquia, estoura tentando superar seu antecessor.” – The Hollywood Reporter
“O primeiro filme foi divertido o suficiente, mas este novo é apenas cinicamente sobre ‘resgatar’ o dinheiro.” – The Guardian
“‘Resgate 2’ oferece uma história previsível e despretensiosa que é fácil de seguir, turbulência emocional mínima e alguns visuais atraentes para nos manter viciados.” –Screen Rant
Em ‘Um Ano Inesquecível – Verão’, Inha (Livia Inhudes) é uma jovem do interior que sonha em estudar moda em Paris, mas para isso, precisa de um currículo que impressione os avaliadores. Ela tem apenas até o final do verão para comprovar alguma experiência prática em moda, então aproveita uma viagem para tentar uma vaga de costureira na escola de samba da Portela, ao lado de ninguém menos que Carrie Catherine (Mariana Rios), estilista internacionalmente conhecida. Ao frequentar os bastidores da escola, a personagem se apaixona por Guima (Micael Borges), um escultor de alegorias, e descobre o universo fascinante do Carnaval. Suas escolhas irão levá-la a revolucionar não apenas a si própria, mas também as vidas de sua família e dos moradores da pequena cidade onde mora. Baseado no conto de Thalita Rebouças, escrito por Bruno Garotti e Sylvio Gonçalves, o filme conta ainda com Diego Martins, Júlia Gomes, Isaias Silva, André Mattos, Késia, Duda Santos, Regina Sampaio, Patrícia Ramos e Guilherme Dellortono elenco.
Com a cidade de São Paulo como pano de fundo, ‘Um Ano Inesquecível – Outono’ conta a história de Anna Júlia (Gabz) e João Paulo (Lucas Leto) – o típico casal improvável. Ela odeia música e tudo que mais quer é um estágio e estabilidade para ajudar o pai em casa. Ele é um jovem músico de rua que sonha em viver da sua arte. Mesmo assim, a paixão entre os dois acontece, e em um dos lugares mais simbólicos de São Paulo: a Avenida Paulista. A movimentada capital é o cenário ideal para a desafiadora jornada que ambos terão que enfrentar para ficar juntos. O elenco conta ainda com Iza, em seu primeiro trabalho como atriz, Lulu Santos, Larissa Luz, Pedro Blanc, Raphael Ghanem, Vittor Fernando e Enrico Cardoso. É baseado no conto de Babi Dewet, tem roteiro de Keka Reis, com colaboração de Caroline Fioratti, Thamyra Thâmara, Alessandra Ruiz e Adriana Falcão.
‘Um Ano Inesquecível – Inverno’ conta a história de Mabel (Maitê Padilha), uma garota que quer passar seus últimos momentos antes da formatura viajando com seus amigos de infância, mas o inverno chega mais cedo para atrapalhar seus planos. Mabel fica furiosa quando é forçada a viajar para uma estação de esqui no Chile com seus pais (Letícia Spiller e Marcelo Laham), mas é nessa paisagem monocromática que ela enfrenta seus sentimentos mais profundos, encontra um novo amor e descobre sua verdadeira identidade. Baseado no conto de Paula Pimenta, o roteiro foi escrito por Ângela Fabri. Fazem parte do elenco Michel Joelsas, Miguel Trajano, Larissa Murai, Catarina de Carvalho, Julia Gomes, Victorinha, Guilherme Terrei (conhecido como a drag queen Rita Von Hunty),João Manoel e Diego Martins.
Com Lívia Silva e Ronald Sotto como protagonistas, além de Luis Lobianco, Gabriel Contente, Rogério Brito, Giovanna Chaves, Bia Jordão e Juliana Alves no elenco, ‘Um Ano Inesquecível – Primavera’ retrata a história de Jasmine, uma menina doce e autêntica que está prestes a concluir o Ensino Médio, se não fosse por um detalhe: a matemática. Jasmine é obrigada a estudar com um temível professor. Quando descobre que as aulas extras na verdade serão com Davi, um pragmático estudante de exatas, ela passa a enxergar que números não são tão ruins e, para sua surpresa, vai aprender não apenas matemática. Em aulas nada convencionais, Jasmine e Davi vão compartilhar suas diferentes visões e viver o desabrochar de um amor enquanto encontram seu lugar no mundo. Tendo o conto de Bruna Vieira como inspiração, o filme tem roteiro de Ana Pacheco em colaboração com Maíra Oliveira e Luisa Parnes.
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