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Retro Dance #07 | ‘Erotica’ e a revolução estética de Madonna

Dizer que a indústria do entretenimento é controla pela conservadora e diminuta mentalidade do machismo é cair na redundância.

Não é preciso ir muito longe na história para ver como essa frase permanece verdadeira – é só olharmos para o cenário musical dos últimos vinte ou trinta anos. Décadas depois, a ousadia feminina é vista com desprezo ou como histeria passageira, principalmente quando as mulheres falam abertamente sobre a criatividade sexual, sobre o domínio acerca do próprio corpo. Christina Aguilera passou por isso quando ousou quebrar a identidade que vinha apresentado em ‘Bionic’, cuja estética marcante e mimética ao BDSM e aos fetiches com látex regeu o EDM apresentado em suas faixas; depois de ‘ARTPOP’, Lady Gaga foi declarada como morta pela mídia por não saber mais o que fazer – quando, na verdade, tomava as rédeas de seu experimentalismo para uma subestimada produção regada a synth-pop; Miley Cyrus foi tachada de “exagerada” quando resolveu amadurecer e investir em uma imagem propositalmente provocativa.

Mas nada disso seria ao menos trazido em pauta se não fosse por Madonna.

A rainha do pop, que começou sua carreira com hits bastante mercadológicos e esperados de uma jovem que começava a se aventurar na esfera fonográfica, talvez se encontrasse defronte a um beco sem saída quando buscava revitalizar a si mesma – ainda mais depois do lançamento de ‘Like a Prayer’. Com inflexões que tangenciavam questões feministas e de empoderamento (“Express Yourself” permanece até os dias de hoje como uma crítica e necessária canção), estava na hora de dar um passo além – muito além e fora de qualquer viés que alguém poderia prever. E, colaborando com Shep Pettibone, que já havia trabalhado com Madonna em “Vogue” e “This Used to Be My Playground”, e com o fotógrafo fashion Steven Meisel, surgiram as duas iterações mais polêmicas de sua carreira: Erotica e Sex.

Confessional, explícito e recheado de metáforas ardentes, o quinto álbum da performer foi duramente criticado e, revisitado conforme os anos se passado, adquirindo um estado de aclamação universal que serve de inspiração para aqueles que desejam fugir da zona de conforto e do monótono patriarcado que infelizmente rege a sociedade em que vivemos. A ambição de Madonna não se restringia a um mero exibicionismo, a uma rebeldia sem causa – e sim a uma dura crítica à santificação egocêntrica que homens faziam acerca de questões sexuais. O corpo da mulher, seguindo padrões antiquados que datavam desde a mitologia católica, era intocável – exceto quando o objetivo era a reprodução. Mas e quanto ao prazer? E quanto ao toque, aos íntimos desejos de autorrealização que se escondiam em camadas e mais camadas de opressão estrutural?

Chamar Erotica de “obra despudorada e desavergonhada”, como certos críticos e até mesmo fãs caracterizam o CD, é ser reducionista e quase cometer uma blasfêmia. Ao longo de catorze faixas bastante coesas e um profundo liricismo que seria revisitado no ácido ‘Bedtime Stories’, por exemplo, Madonna abria espaço para conversas sobre relações íntimas entre pessoas do mesmo sexo – chamando nomes como Isabella Rossellini e Naomi Campbell para acompanharem-na na instigante aventura fetichista de Sex (que também traria a encarnação do alter-ego Dita) -, levantando discussões acerca da epidemia de HIV/AIDS que erroneamente era associada a um “castigo divino enviado para punir os homossexuais”, dialogando com a terceira onda do feminismo (que discorria acerca de individualidade e do interseccionismo) e, mais do que tudo, quebra de tabus.

Folheando através do livro, que tornou-se um artigo de colecionador para os fãs dessa titânica artista, Madonna explora um lado intencionalmente pervertido que foge da simplória espetacularização e mergulha de cabeça em uma essencialidade que não foi bem recebida à época e que, hoje, serve uma sexualidade hardcore que decretou o “fim” de sua carreira – fosse pelo apelo imagético, condenado por porta-vozes do movimento feminista e do movimento anti-pornografia, fosse pelo fracasso comercial que a fez despencar nas paradas dos Estados Unidos. E, enquanto Madonna já comentou em diversas entrevistas que carrega certos traumas de uma era que acredita não ter sido bem aproveitada, ela parecer subestimar o poder que Erotica e Sex tiveram, inclusive quando analisamos carreiras atrevidas e deliciosamente desaforados que conquistam nossa atenção dia após dia.

1992 foi, sem sombra de dúvidas, o período mais conturbado da vida profissional da rainha do pop – e ganha camadas mais obscuras quando pensamos na “má publicidade” feita por uma mídia que estava acostumada a papéis de gênero engessados e que não permitiam descarrilamentos no trilho do “tradicionalismo familiar”. No final das contas, isso não importa: Madonna mostrou o dedo para um mundo que não estava mais disposta a aceitá-la, simulando orgias em apresentações ao vivo e referenciando com cinismo aplaudível (vide “Human Nature”) a hipocrisia das pessoas que rechaçavam sua liberdade. Desde agressivas aparições em entrevistas até uma alegada imagem autodestrutiva, a “perfeita e icônica deusa de ‘True Blue’ havia desaparecido”, conforme mencionou Lucy O’Brien em 2008.

Rotulada como infantil e impetuosa, se Madonna causou tanto furor, é porque continuou trilhando o caminho certo – e o receptáculo Bauhaus que essa sempre surpreendente mulher arquitetou em tão pouco tempo é motivo de revisitação sempre que possível, principalmente se você deseja entender o que é uma revolução de verdade.

Madonna é uma integrante essencial de um seleto grupo de ousadas mulheres artistas que não se incomodam com o backlash que irão sofrer – e uma das principais peças de uma cronologia recheada de obras-primas subestimadas que variam desde a presença diabolicamente clássica e “importuna” de Marlene Dietrich à transfiguração estética e contemporânea de Gaga.

‘Transformers: O Despertar das Feras’ arrecada US$ 171 milhões em estreia GLOBAL

Após uma batalha intensa pelo topo das bilheterias norte-americanas, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ conseguiu superar a retenção de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ (US$55.4M), estreando com US$ 60.5 milhões nos EUA.

Internacionalmente, o longa se saiu ainda melhor, tendo arrecadado US$ 110 milhões, através de 68 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 171 milhões.

Apesar de ter falhado em alcançar as projeções iniciais, o filme teve um grande desempenho na China, onde estreou com ótimos US$ 40 milhões – o que representa o segundo maior lançamento do ano para uma produção hollywoodiana no país.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais ainda conta com o México (US$7.3M), Indonésia (US$5.3M), Peru (US$5M) e Coreia (US$4.4M). Além disso, o novo filme registrou a melhor estreia da franquia na Argentina, Vietnã, Turquia, Egito e Bolívia.

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos no Rotten Tomatoes (com apenas 52% de aprovação), o longa parece ter agradado os espectadores – alcançando uma média de 91% de aprovação do público no site.

Crítica | ‘Transformers: O Despertar das Feras’ é diversão PURA e traz a melhor das intenções para a franquia

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ ultrapassa US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa da Marvel segue firme como a segunda maior bilheteria do ano – atrás apenas de ‘Super Mario Bros – O Filme‘ (US$1.3B).

Nos EUA, a produção já arrecadou US$ 335.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 470.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 805.9 milhões.

Após ter recebido uma nota A do público no CinemaScore – além de ter conquistado 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes –, o longa está disfrutando de uma boa estabilidade nas telonas.

Desde sua estreia, a produção não sofreu uma queda maior que 50%. Em seu segundo final de semana, o longa registrou uma queda de apenas 47% – o que representa a melhor retenção para uma produção da Marvel desde o início da pandemia.

Vale lembrar que o longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ já arrecadou quase US$ 400 milhões mundialmente

Sucesso! Apesar da forte concorrência de ‘Transformers: O Despertar das Feras‘, a aclamada animação ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ conseguiu se manter firme nas bilheterias – chegando perto de ultrapassar a marca dos US$ 400 milhões mundialmente, em apenas 12 dias.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 225.4 milhões – registrando uma queda de 54% em seu segundo final de semana, e quase barrando a estreia do novo filme da franquia ‘Transformers‘ (que estreou com US$ 60.5 milhões no país).

Internacionalmente, a produção soma US$ 164.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 390 milhões. Dentre os maiores mercados internacionais, inclui-se a China (US$34.1M), Reino Unido (US$20.3M), México (US$19.9M), Austrália (US$10.9M) e Brasil (US$8M).

Vale lembrar que ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ registrou uma estreia de US$ 120.5 milhões no território norte-americano. Além de representar a segunda melhor estreia doméstica do ano – atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ (US$146M) –, o resultado mais do que triplica a abertura de ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ (US$35.3M), de 2018.

Aclamada pelos críticos, a produção conquistou impressionantes 96% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira nossa crítica:

Crítica | ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é ambicioso e prepara terreno para um desfecho épico

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

‘A Pequena Sereia’ ultrapassa US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais

Apesar das polêmicas e boicotes, o live-action de ‘A Pequena Sereia‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais – firmando-se como a sexta maior arrecadação do ano.

O longa da Disney está muito próximo de ultrapassar a arrecadação total de ‘John Wick 4: Baba Yaga‘ (US$428.1M), tendo ainda grandes chances de superar ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$476M).

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 228.8 milhões – tendo sofrido uma queda de apenas 44% em seu terceiro final de semana no país, apesar da forte concorrência de ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ e ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘.

No mercado internacional, foram US$ 185.4 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 414.2 milhões.

Apesar de ter decepcionado em alguns mercados internacionais (principalmente na China), o live-action teve uma estreia de sucesso no Japão. Com US$ 5 milhões arrecadados no primeiro final de semana, o longa se tornou a segunda melhor estreia da Disney no país desde o início da franquia.

Vale lembrar que, apesar do resultado positivo, o longa tem recebido ataques racistas e “review bombs” em diversos países. Em comunicado oficial, o IMDB se manifestou sobre isso: “Nosso mecanismo de avaliação detectou atividades suspeitas em torno deste título. Para preservar a confiabilidade do nosso sistema, aplicamos uma medida diferente de cálculos.”

O live-action já está em exibição nos cinemas nacionais!

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) vive o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw é a rainha Athena.

‘Velozes e Furiosos 10’ ultrapassa US$ 650 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! Em menos de um mês, a sequência ‘Velozes e Furiosos 10‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 650 milhões nas bilheterias mundiais.

O sucesso da produção catapultou a arrecadação total da franquia, que superou impressionantes US$ 7 bilhões mundialmente – tornando-se a quinta maior saga da história do cinema.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 138 milhões. No mercado internacional, foram US$ 514.6 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 652.7 milhões.

Atualmente, a nova iteração estrelada por Vin Diesel já se encontra no TOP 3 das maiores bilheterias do ano, atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ (US$1.3B) e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ (US$805.9M).

Vale lembrar que, por causa deste filme, a Universal Pictures se tornou o primeiro estúdio a superar a marca de US$ 1 bilhão domesticamente em 2023.

Velozes e Furiosos 10‘ continua em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

Meninas Malvadas | Conheça o musical da Broadway que vai ganhar uma adaptação pela Paramount+

Meninas Malvadas é uma das comédias românticas mais conhecidas de todos os tempos – e apesar de ter chegado aos cinemas em 2004, entrou para a mesma lista de outros clássicos do gênero como 10 Coisas que eu Odeio em Você’ e As Patricinhas de Beverly Hills’. A trama adaptada por Tina Fey para as telonas imediatamente tocou e emocionou o coração de um crescente público apaixonado pelas irreverências cinematográficas, e é relembrada até hoje pelas personagens marcantes, por frases icônicas e memoráveis, e inclusive por uma ideologia que seria seguida diversas outras vezes na contemporaneidade, originando obras como A Mentira’ e Quase 18′.

Em 2017, Fey, ao lado de Jeff RichmondNell Benjamin, uniram forças para levar a clássica narrativa aos palcos – estreando primeiro em Washington e depois migrando para uma longa temporada na Broadway, que rendeu inúmeros prêmios e que, agora, ganhará uma adaptação fílmica supervisionada pela Paramount+. E, considerando o impacto que a história original causou e continua causando, resolvemos preparar uma breve matéria apresentando o musical Mean Girls on Broadway, para que se prepare para conferir a releitura cinematográfica.

Ao invés de se basear em uma narrativa em primeira pessoa, Richmond e Benjamin se unem para fornecer uma perspectiva em um estilo biográfico que logo se desvanece em meio às múltiplas subtramas da peça. Aqui, os melhores amigos da protagonista, Janis (Barrett Wilbert Weed) e Damian (Grey Henson), assumem a posição de narradores-personagens para contar a história por trás de como uma garota vinda da África conseguiu desestruturar uma construção microcósmica e mudar tudo o que conheciam. Ou seja, eles nos apresentam à cômica história de Cady Heron (interpretada pela carismática Erika Henningsen) e suas complicadas “aventuras” na North Shore High School – e até aí, mudar os ares com os quais estávamos acostumados poderia ser uma ótima escolha para prezar pela originalidade.

Quando pensamos em Meninas Malvadas, o primeiro nome que brota em nossa mente é o da antagonista Queen-B Regina George. A cheerleader e “dona” do colégio, temida e respeitada por todos devido à sua capacidade de manipulação, é encarnada com sucesso nessa adaptação pela incrível presença de palco de Taylor Louderman, cuja semelhança a Rachel McAdams no longa original é aplaudível. Louderman e Henningsen em diversos momentos trazem uma química agradável às sequências, protagonizando tanto cenas de tensão quanto de redenção.

A chegada de Regina é impactante: a persona surge após dois telões invisíveis se abrirem, em cima de uma mesa de refeitório, ostentando sua beleza e seu charme enquanto está rodeada por suas duas minions, Gretchen (Ashley Park) e Karen (Kate Rockwell). Se Louderman consegue roubar grande parte da atenção ainda que seja ofuscada pelo excessivo capricho com a qual a história se desenrola, Park e Rockwell superam todas as expectativas e trazem solos igualmente hilários para os palcos com vozes marcantes e únicas que são facilmente reconhecidas em meio a um ensemble considerável. Gretchen tenta o tempo todo chegar aos pés de Regina e se sente culpada por deixá-la magoada, volta e meia virando-se para a plateia e rendendo-se à comicidade muito bem-vinda de What’s Wrong with Me?”. Karen, trazendo toda a expressividade blasé e nada sutil que perpetua a imagem estereotipada de sua personagem, é propositalmente avoada e se entrega à irreverência de Sexy” – além de trazer piadas que não tangenciam nem um pouco a canastrice.

A trilha sonora tenta seguir uma única identidade, mergulhando numa mistura extrema do drama, da comédia e da contemporaneidade; o resultado é totalmente inesperado pelas, tornando-se um misto do clássico trágico com breaks do synth-pop e do electro-house, dos crescendos de epifania ou de redenção com o rock.

E, enquanto boa parte das peças se encaixam, não podemos deixar de mencionar alguns erros graves que podem ser polidos para o vindouro filme. O maravilhoso escopo construído para os palcos logo dá espaço a um genérico desenrolar: as músicas seguem um único padrão tonal cuja proposta de mudança é praticamente inexistente; os números de dança, coreografados pelo também diretor Casey Nicholaw, não ousam sair de uma linearidade enfadonha e não funcionam como algo fluido, e sim como movimentos duros e mecânicos que são quase vergonhosos considerando que estamos assistindo a uma história adolescente e, obviamente, bem mais dinâmica que os austeros e rebuscados dramas teatrais. Esses pequenos problemas artísticos se mantêm durante os mais de 130 minutos de produção e, com a chegada do terceiro ato, se tornam cansativos o suficiente para não corroborarmos com a narrativa.

‘Entre Estranhos’: Assista à cena de abertura da série estrelada por Tom Holland e Amanda Seyfried

A nova série antológica da Apple TV+, ‘Entre Estranhos’ (‘The Crowded Room’), estrelada por Tom Holland (‘Homem-Aranha’) e Amanda Seyfried (‘The Dropout’) estreou no último dia 09 de junho e, agora, a plataforma de streaming divulgou a cena de abertura oficial da produção.

Confira:

A série amargou 27% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. Os especialistas apontam uma trama desinteressante e superficial, que não adapta bem a história para o formato televisivo.

Confira algumas avaliações:

“Ao tratar a premissa do material base e a história verdadeira na qual é inspirado como uma grande surpresa acaba prejudicando a trama. Seria como adaptar Moby Dick e dizer: ‘Não mencione a baleia, isso é um spoiler’.” – United Press International.

“Holland faz bem em transmitir a vulnerabilidade e o desconforto de seu personagem … Essa intensidade nem sempre é correspondida pelo show que se arrasta quase tanto quanto intriga e perturba.” – Financial Times.

“Seja a maneira como ele extrai seu “mistério” ao ponto da frustração ou como as consequências subsequentes de sua suposta surpresa perdem de vista o próprio Holland, ‘Entre Estranhos’ é apropriadamente intitulado, mais embelezado do que envolvente.” – Collider

“‘Entre Estranhos’ faz com que suas voltas e reviravoltas pareçam tediosas em virtude de serem subdesenvolvidas.” – Slashfilm

“‘Entre Estranhos’ é um caso peculiar na TV: se estraga desde o início e depois finge que não, provocando incessantemente as informações que já divulgou, e continua a oferecer com cada desorientação desajeitada e elusão desajeitada.” – The Daily Beast.

A cada temporada, a atração será focada em histórias envolvendo casos da vida real de pessoas com transtornos mentais.

Holland dá vida a Danny Sullivan, inspirado em Billy Milligan, a primeira pessoa a ser absolvida de um crime por causa de Transtorno de Personalidade Múltipla (também conhecido como Transtorno Dissociativo de Identidade).

O cineasta Akiva Goldsman, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado pelo filme ‘Uma Mente Brilhante‘, fica responsável pelo projeto.

Baseada na biografia ‘The Minds of Billy Milligan‘, de Daniel Keyes, a série é descrita como uma “emocionante antologia”, que irá explorar “as verdadeiras e inspiradoras histórias daqueles que lutaram e aprenderam a conviver com distúrbios mentais”.

O elenco ainda conta com Emmy Rossum (‘Vingança Perfeita’), Christopher Abbott (‘The Sinner’), Sasha Lane (‘Loki’) e Emma Laird (‘O Dono de Kingstown’).

‘Rick e Morty’: Detalhes da 7ª temporada serão revelados EM BREVE

Os fãs de ‘Rick e Morty’, aclamada animação adulta do Adult Swim, estão ansiosos pelo já confirmado próximo ciclo da produção – mas, até então, quase nenhuma informação sobre os novos episódios foi revelada.

Agora, segundo o ComicBook.com, os primeiros detalhes da sétima temporada serão divulgados ao público no próximo Festival Internacional de Animação de Annecy.

As informações indicam que o painel sobre a série contará com o produtor executivo Steve Levy, a atriz Spencer Grammer (que dubla Summer Smith) e o presidente atual da Adult SwimMichael Ouweleen.

O painel acontecerá no próximo dia 14 de junho.

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

Confira a sinopse oficial:

“Rick e Morty estão de volta! Começando logo após o final da quinta temporada, a situação está complicada. Será que eles conseguirão partir em novas aventuras? Ou eles serão engolidos por um oceano de mijo? Quem sabe?! Mijo! Família! Intriga! Um monte de dinossauros! Mais mijo! Será mais uma temporada inesquecível da sua série favorita!”

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Guilherme Briggs fala sobre seu retorno à franquia ‘Transformers’ e seus trabalhos favoritos [EXCLUSIVO]

Transformers: O Despertar das Feras’, novo filme da icônica franquia cinematográfica, já estreou nos cinemas brasileiros.

Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com Guilherme Briggs, que retornou como dublador de Optimus Prime no mais recente capítulo da saga de ação.

Confira:

Crítica | ‘Transformers: O Despertar das Feras’ é diversão PURA e traz a melhor das intenções para a franquia

Com Anthony Ramos (‘Nasce Uma Estrela’, ‘Hamilton’) e Dominique Fishback (‘Enxame’, ‘Judas e o Messias Negro’) nos papéis principais, o elenco ainda conta com grandes nomes na dublagem original como Michelle Yeoh, Pete Davidson, Peter Dinklage e Michaela Jaé Rodriguez.

Baseado na temporada “Beast Wars” da animação dos anos 1990, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público a uma aventura global com os Autobots em 1994. O filme apresentará a batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons aos Maximals, nova geração de Transformer.

Astro de ‘American Horror Story’ confirma RETORNO para a 12ª temporada

Em uma recente entrevista à People, o astro Zachary Quinto revelou que irá retornar para a adorada antologia de terror American Horror Story, subtitulada ‘Delicate’, interpretando um personagem convidado.

Quinto ganhou fama na produção ao interpretar o antagonista Oliver Threds em ‘Asylum’, tendo aparecido outras três vezes na série – a mais recente em American Horror Story: NYC’.

Ele também revelou que ficou “muito impressionado” com Kim Kardashian, que será uma das protagonistas do próximo ciclo.

“Fiz uma pequena participação nesta temporada de American Horror Story e tive a oportunidade de conhecê-la”, ele conta. “Ela foi um amor e uma querida e, realmente, não acho que ela precise do meu conselho”.

Quinto continua: “ela pareceu bem confortável e fiquei muito impressionado com seu espírito e sua abertura. Estou muito ansioso para ver essa temporada, porque acho que ela fará um trabalho incrível”.

Vale lembrar que Emma RobertsCara DelevingneMichaela Jaé Rodriguez também farão parte da nova iteração.

Escrita por Halley Feiffer, a nova temporada será baseada no próximo romance de Danielle Valentine, ‘Delicate Condition‘, que será lançado em agosto. O livro é um thriller emocionante sobre uma mulher que fica convencida de que uma figura sinistra está fazendo de tudo para impedir que ela engravide.

Essa é a primeira vez que ‘American Horror Story‘ se baseia em uma obra literária para criar sua narrativa. A nova temporada promete ser ambiciosa e diferente de tudo o que já foi feito na série.

Anteriormente, Murphy havia comentado sobre o 12º ciclo: “Será uma temporada grandiosa. Alguns ciclos nós temos uma grande sala de roteiristas, mas neste ano… haverá basicamente apenas uma pessoa responsável pelos roteiros.”

A nova temporada, cujas gravações vão começar nesse mês, ainda não possui data de lançamento.

Kylie Minogue lança mix estendido de “Padam Padam”, primeiro single do álbum ‘Tension’; Ouça!

A vencedora do Grammy Kylie Minogue lançou recentemente o mix estendido de “Padam Padam”lead single de seu 16º álbum de estúdio, ‘Tension’.

O compilado de originais será lançado no dia 22 de setembro de 2023.

Ouça, junto à versão original:

Confira a tracklist oficial:

1. Padam Padam
2. Hold on to Now
3. Things We Do for Love
4. Tension
5. One More Time
6. You Still Get Me High
7. Hands
8. Green Light
9. Vegas High
10. 10 Out of 10 (com Oliver Heldens)
11. Story

A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

Melissa Barrera se deprimiu com o fracasso de bilheteria de ‘Em Um Bairro de Nova York’: “Levei para o lado pessoal”

No auge da pandemia, a adaptação Em Um Bairro de Nova York se tornou um dos primeiros grandes filmes a voltar aos cinemas, em um cenário totalmente novo. Entretanto, apesar de ter recebido aclame universal por parte da crítica, o longa-metragem se tornou um fracasso de bilheteria, arrecadando US$45,2 milhões contra um orçamento de US$55 milhões.

Em uma recente entrevista, Melissa Barrera, que interpretou Vanessa na produção, falou sobre como o projeto serviu como estandarte para sua carreira, mas que levou o fracasso comercial do filme para o lado pessoal.

“Na época, eu levei para o lado pessoal”, ela disse, em entrevista ao NME“Agora, não mais. Mas foi meu primeiro grande filme, todos estavam dizendo que seria esse sucesso gigantesco – e significou muito ter um filme grande de estúdio com um elenco de pessoas de cor”.

Barrera continua: “as críticas foram ótimas e o filme foi fantástico – estou orgulhosa disso. Mas ele não teve sucesso por causa do COVID e foi lançado simultaneamente na HBO Max, quando as pessoas ainda não estavam indo aos cinemas. Houve várias coisas que fugiram do controle”.

Na trama, as luzes se acendem em Washington Heights… O cheirinho de um cafecito caliente paira no ar, na saída da estação de metrô da Rua 181, onde um caleidoscópio de sonhos mobiliza essa comunidade vibrante e muito unida. No meio de tudo, temos o querido e magnético dono de uma mercearia, Usnavi (Anthony Ramos), que economiza cada centavo do seu dia de trabalho enquanto torce, imagina e canta sobre uma vida melhor.

Dirigido por Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’), o longa é baseado em uma peça original criada por Lin-Manuel Miranda em 2008.

O elenco é formado também por Anthony RamosLeslie GraceCorey HawkinsJimmy SmitsOlga MeredizGregory DiazNoah CatalaDaphne Rubin-VegaStephanie BeatrizDascha Polanco Marc Anthony.

‘Os Mercenários 4’: Ação com Jason Statham e Sylvester Stallone ganha data de estreia no Brasil

A Imagem Filmes agendou a estreia de ‘Os Mercenários 4‘ para o dia 21 de setembro nos cinemas nacionais.

O lendário grupo de mercenários de elite, composto por Jason Statham, Dolph Lundgren, Randy Couture e Sylvester Stallone, embarca em uma missão inédita ao lado de 50 Cent, Megan Fox e Tony Jaa.

Eles estão armados até os dentes e são a última esperança do mundo quando todas as outras opções falham. Prepare-se para muita adrenalina e ação de tirar o fôlego!

Assista ao trailer dublado:

O novo filme marca a despedida de Sylvester Stallone da franquia.

O elenco ainda contará com 50 Cent, Megan Fox, Tony Jaa, Iko Iwais, Jacob Scipio, Levy Tran e Andy Garcia.

A história será focada em Lee Christmas (Statham), que viverá uma aventura ao lado da personagem de Fox.

Scott Waugh (‘O Poder e o Impossível’) será responsável pela direção, a partir do roteiro escrito por Spenser Cohen e revisado por Max Adams e John Joseph Connolly.

Lionsgate e Millennium Media produzem a sequência.

“Estamos animados em nos juntarmos com os nossos parceiros da Millennium Media para a nova sequência da franquia ‘Os Mercenários’,” declarou Jason Constantine, presidente da Lionsgate. “É muito divertido reunir esses astros para um filme cheio de ação. A nova sequência será nossa maior aventura até o momento.”

Crítica | ‘Flamin’ Hot: O Sabor que Mudou a História’: Uma ÓTIMA cinebiografia vinda de uma história inusitada

Enquanto os últimos anos foram cercados de bio-pics sobre figuras históricas, cantores e outras personalidades marcantes, a Searchlight Pictures lançou o que é, provavelmente, uma das cinebiografias mais inusitadas até agora: ‘Flamin’ Hot: O Sabor que Mudou a História’, um filme sobre a criação dos salgadinhos Cheetos Flamin’ Hot, que revitalizou a Frito-Lay nos EUA. A produção ganhou um certo prestígio no festival SXSW 2023 e acabou de chegar no catálogo do Disney+ e do Star+.

A trama acompanha Richard Montañez, um descendente de imigrantes mexicanos que, desde criança, sempre foi esforçado e muito esperto. Apesar de ter que lidar com o pai e avô bem rígidos e com o constante bullying na escola, ele conhece Judy, que viria a ser sua futura esposa (interpretada por Annie Gonzalez). Passando por uma adolescência e início da vida adulta bem complicados, o agora adulto Richard (Jesse Garcia, de ‘Narcos: México) decide optar por uma vida mais honesta para dar algum futuro a sua família, que agora inclui mais 2 filhos.

Mas a história começa a se desenrolar mesmo quando ele é contratado para trabalhar como faxineiro em uma fábrica da Frito-Lay em San Bernardino, na Califórnia. Com uma direção bem conduzida de Eva Longoria, que faz sua estreia comandando um longa-metragem, o filme consegue misturar bem os elementos de drama familiar e comédia para dar sustento à narrativa, fazendo com que ela funcione com suas próprias pernas mesmo não tendo nada de inovador em suas execuções.

Com o roteiro adaptado do livro “A Boy, a Burrito and a Cookie: From Janitor to Executive“, biografia escrita pelo real Richard Montañez, o longa não teria uma escolha melhor de elenco do que Jesse Garcia e Annie Gonzalez como protagonistas, que exalam química em todas as cenas que estão juntos desde a primeira vez que aparecem em cena.

Outro destaque do elenco fica para Dennis Haysbert, que interpreta um carismático engenheiro da fábrica e um tutor para Montañez, e Tony Shalhoub como Roger Enrico, o CEO da Frito-Lay, que consegue transmitir empatia em todas as poucas cenas que aparece.

Com isso, ‘Flamin’ Hot’ se consagra como uma das melhores adições em catálogos de streaming de 2023 e certamente uma das melhores cinebiografias dos últimos anos. Para os apreciadores de narrativas baseadas em fatos, a excelente representação latina e a história envolvente vão conseguir deixar o telespectador engajado até o emocionante e inspirador desfecho, que com certeza vai deixar também com muita vontade de comer salgadinhos Cheetos.

Astro de ‘The Flash’ DETONA filmes sobre multiversos: “São como alguém brincando de bonecos”

O multiverso vem se tornando uma parte essencial de diversos blockbusters contemporâneos – principalmente de filmes de heróis. Já vimos essa temática aparecer em ‘Vingadores: Ultimato’, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ – e até mesmo no vencedor do Oscar ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’.

Agora, retornamos para essas incursões narrativas com The Flash, que estreia nos cinemas nacionais em 15 de junho.

Todavia, enquanto o multiverso parece agradar boa parte do público, Michael Shannon, que interpreta o General Zod no longa-metragem em questão e em Homem de Aço, não demonstrou muito interesse em tramas desse gênero e até mesmo confirmou não ter gostado muito da trama do corredor mais rápido do mundo.

“É, não vou mentir, não foi muito satisfatório para mim, como ator. Esses filmes sobre multiversos são como alguém brincando de bonecos”, ele disse ao Collider. “É tipo: ‘aqui está essa pessoa. Aqui está essa. E elas estão brigando!’. Não é o estudo aprofundado de personagem que eu vi em Homem de Aço. Se as pessoas acham loucura ou não, eu não ligo. Senti como se Homem de Aço fosse uma história sofisticada. Eu acho que The Flash é também, mas não é a história de Zod. Estou basicamente ali para apresentar um desafio”.

Crítica | ‘The Flash’ abraça a “velha guarda” dos filmes de herói e se consagra como uma das melhores entradas da DC

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, The Flashconquistou 71% de aprovação. Os críticos destacam que o filme possui momentos grandiosos que o coloca como um dos melhores filmes da DC, mas apontam que o terceiro ato é bagunçado e um pouco destoante do resto da produção.

Confira algumas avaliações:

“Nada do que Batman ou Supergirl fazem em ‘The Flash’ para salvar o mundo é mais eficaz do que o que Barry Allen faz para salvá-lo com um abraço e uma lata de tomates.” Slant Magazine.

“‘The Flash’ é, de longe, o melhor filme dessa colaboração moderna da DC e Warner pós-Nolan…” – Rolling Stone.

“Este é um dos melhores filmes de super-heróis do século 21 até agora. Apenas sente-se e aproveite os momentos de grandeza.” – London Evening Standard.

“‘The Flash’, assim como o próprio Barry, ficou preso sem nenhum senso real de história e nenhum senso real de futuro também. Ele faz o melhor que pode.” – The Independent.

“Tomado por seus próprios méritos, o filme do diretor Andy Muschietti tem muito a oferecer e frequentemente mostra “flashes” de brilhantismo que o colocam acima da maioria dos existentes no Universo DC.”indieWare.

The Flash‘ terá 144 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 24 minutos.

Andy Muschietti (‘It – A Coisa’) entra como diretor.

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”.

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

Idris Elba revela que RECUSOU um papel na série ‘Lost’

Lost se tornou um dos maiores sucessos da história da televisão e, até hoje, continua a encantar os fãs. E, agora, um icônico ator revelou que recusou participar da série: Idris Elba.

Em uma recente participação ao podcast That Peter Crouch (via Yahoo), Elba, conhecido principalmente por seu aclamado trabalho em ‘Luther’, contou que aparentemente rejeitou um papel na produção.

Ele disse que passou o projeto adiante após seu papel em ‘The Wire’, optando por retornar ao Reino Unido para estrelar ‘Luther’.

“Na mesma época de ‘Luther’, me ofereceram um papel naquela série, Lost, Elba conta. “Seria um personagem da temporada e na época em que Lost era a maior série do mundo. E eu pensei: ‘não, estou bem. Vou voltar ao Reino Unido, onde teremos um público menor, mas ninguém viu esse personagem antes”.

Lembrando que o próximo projeto do ator é ‘Hijack’, série de suspense da Apple TV+.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 28 de junho.

Contada em tempo real, a produção terá sete episódios.

A trama segue a jornada de um avião sequestrado em seu caminho para Londres, em um voo de sete horas, enquanto as autoridades em terra lutam por respostas. Elba interpreta Sam Nelson, “um talentoso negociador que precisa dar o melhor de si e usar toda a sua astúcia para tentar salvar a vida dos passageiros”.

George Kay (‘Lupin’) é responsável pela série.

Elba e Kay também servirão como produtores executivos ao lado do diretor Jim Field Smith (‘Criminal’), Jamie Laurenson, Hakan Kousetta e Kris Thykier.

Archie PanjabiChristine AdamsMax BeesleyEve MylesNeil MaskellJasper BrittonHarry MichellAimee KellyMohamed Elsandel e Ben Miles completam o elenco.

‘Velozes e Furiosos 10’: Assista aos primeiros SEIS minutos da sequência!

A aguardada sequência Velozes e Furiosos 10 já chegou aos cinemas de todo o mundo e, para continuar a promovê-la, a Universal Pictures divulgou os primeiros seis minutos do longa-metragem.

Confira:

Recentemente, o editor-chefe Renato Marafon entrevistou o astro Jason Momoa, que interpreta o vilão brasileiro Dante em ‘Velozes e Furiosos 10‘.

Questionado sobre sua inspiração para compor o personagem brasileiro, Momoa revelou que foi… um colar.

“Eu estive no Brasil. Me diverti muito no Brasil. Pessoas maravilhosas. A coisa em que me baseei pra criar o personagem é muito estranha. Eu nunca tinha feito isso antes, mas baseei ele em cores. Eu o baseei em um colar que meu amigo fez. Ele era todo colorido e achei ele tão lindo. Eu não sou de usar muitas cores. Eu construí esse personagem ao redor dessas cores. Elas pareciam calorosas e convidativas, mas quando você chega perto dele, ele simplesmente é mau. E ele já tinha dominado você. Eu não queria que ele usasse armas. Eu queria usar facas para que ele chegasse bem perto. Ele é muito sádico e sente prazer em machucar as pessoas e leva isso longe demais. Mas ele era muito convidativo e caloroso. Então foi aí que eu comecei. O filme entrega tudo aquilo que os fãs querem e um pouco mais.”, ele afirmou.

Assista:

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

‘Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’ | Há 30 anos, Steven Spielberg revolucionou os blockbusters

Lançado nos EUA em 11 de junho de 1993, Jurassic Park provou que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar. Na década de 1970, Steven Spielberg causou uma revolução no cinema mundial ao lançar Tubarão (1975), filme considerado o primeiro Blockbuster do cinema mundial. E após 18 anos de uma carreira maravilhosa, marcada por aventuras que encantaram gerações, ele revolucionou a tendência iniciada por ele mesmo com a chegada de Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros, uma aventura que misturou a ficção científica com o suspense para desenvolver uma história inigualável sobre a arrogância humana ante a natureza, embalada por uma temática que desperta a curiosidade de crianças e adultos até os dias de hoje: os dinossauros.

Inspirado no romance homônimo do ex-médico, autor, roteirista, produtor e diretor cinematográfico, Michael Crichton, o longa nasceu de uma época em que as possibilidades para as descobertas da ciência pareciam infinitas, dados os grandes avanços tecnológicos. Essa temática era tão interessante para o público, que houve uma briga pelos direitos de adaptação da obra desde antes do livro sequer ser lançado. Na época, a premissa do Thriller Tecnológico estava em alta e Crichton era um nome respeitado da ficção, já que inseria seus conhecimentos e termos médicos, aprendidos na universidade de Harvard, em suas obras, passando uma grande sensação de veracidade para o que ele escrevia. Assim, depois de Warner Bros., 20th Century Fox e o diretor James Cameron perderem essa disputa, a Universal Pictures aceitou a pedida altíssima do autor e adquiriu os direitos de adaptação, em 1990, por US$ 1,5 milhão, mais um bônus de US$ 500 mil e uma pequena participação nos lucros do filme.

Além de envolver a temática da moda, dos sonhos visionários de até onde a ciência poderia chegar, a história tinha o diferencial de ser ambientada em meio a criaturas que despertam o fascínio dos seres humanos, principalmente do público infantojuvenil: os dinossauros. Para entender melhor o motivo pelo qual esses animais são tão interessantes para nós, consultamos o professor Luiz Anelli, que é Paleontólogo, Professor do Instituto de Geociências da USP e atual diretor da Estação Ciência da USP. Para ele, esse tema cativa tanto as crianças não apenas por serem criaturas que efetivamente existiram, mas também porque permite que elas explorem e tenha esse primeiro contato com a chance de aprender e ensinar sobre a natureza.

“[Os dinossauros] são fascinantes paras as pessoas porque eles realmente foram animais fascinantes que viveram no mundo real, não vieram da fantasia. A gente vê os esqueletos deles nas rochas, nós os descobrimos, nós os vemos em museus. Eles também viveram em um mundo a ser descoberto, um mundo desafiador, na Era Mesozoica. Era esse mesmo mundo que vivemos hoje, mas em uma configuração totalmente diferente, com outros continentes, outros oceanos, outra biologia, outra atmosfera, outra astronomia! Um mundo cheio de vulcões, impactos de asteroides, grandes extinções… É um mundo vasto e rico a ser descoberto. E especialmente as crianças gostam disso, dessas descobertas, de ser desafiados no entendimento das coisas. Eu acho que esse mundo fascina mais as crianças porque elas têm a cabeça mais livre, aberta, para receber coisas novas. Conforme a gente vai ficando adulto, vai enchendo a cabeça de questões, responsabilidades… E não temos tanto tempo para os dinossauros. Eles se tornam tão importantes, especialmente para as crianças e para os mais jovens, porque os dinossauros, esse mundo de nomes e idades em que viveram, de tamanhos e geografias diferentes etc., dão às crianças a primeira oportunidade de se tornarem mestres, doutores em um determinado assunto. E impressionar os pais, os colegas, com isso se mostra um mundo estimulador intelectualmente para as crianças também. Catalogar os diferentes tipos de dinossauros, os tempos diferentes em que viveram, traz um conjunto muito fascinante de questões. Eles acertam nas crianças em cheio porque elas estão abertas a esse aprendizado novo, rico e desafiador. E depois, mais tarde, muitos continuam com essa paixão pelos dinossauros, que são seres incríveis e se tornam um assunto muito especial para todas as crianças. Elas têm toda razão de amar esses bichos”, explicou o professor.

Além disso, ele apontou que os dinossauros se tornam um tema interessante para alguns adultos por uma questão em grande parte afetiva.

“No meu caso, fui uma criança interessada em outro tipo de animais. Eu gostava dos insetos e animais que encontrava no quintal e cercavam minha região. Mas acabei me tornando paleontólogo por força do destino. Como professor dessa disciplina que trata dos dinossauros, eu os conheci já como adulto e foi fascinante. Os dinossauros foram meus melhores professores. […] Você vê que os adultos têm muitas lembranças boas desses animais. Nós não temos lembranças ruins dos dinossauros. Como o tempo deles já passou, perdoamos os dinossauros pelas presas que fizeram, pelos animais que mataram, e como foram extintos num evento terrível durante a queda do asteroide, o pior dia do mundo, então se torna uma história incrível”, concluiu o professor Luiz Anelli.

Nos bastidores, a Universal sabia que o nome perfeito para comandar essa aventura de 65 milhões de anos seria ninguém menos que o mago do entretenimento, Steven Spielberg. Inclusive, eles entenderam que o projeto valeria a pena o investimento por conta do interesse na obra manifestado pelo próprio Spielberg, em 1989, quando ele trabalhou com Crichton no roteiro que se transformaria na série televisiva E.R. – Plantão Médico. No entanto, mesmo com o diretor estando por dentro da história e sendo amigo do autor da obra, ele só aceitou comandar o filme depois que o estúdio deu sinal verde para a produção de um projeto que mexia numa questão bastante sensível a ele, o holocausto, que seria peça-chave em A Lista de Schindler. Dessa forma, com esses dois projetos ambiciosos aprovados, o diretor embarcou na jornada mais complicada de sua carreira ao dirigir os dois filmes simultaneamente. Sua rotina era de trabalho 24h por dia, já que iniciou as filmagens de A Lista de Schindler no término das filmagens de Jurassic Park. Então, ele gravava as cenas do filme sobre o holocausto de dia, na Polônia, e editava as aventuras de cientistas presos em uma ilha com dinossauros à noite.

E como toda adaptação cinematográfica, muito do livro se perdeu no desenvolvimento do roteiro. Inicialmente, Spielberg chamou a roteirista de Hook – A Volta do Capitão Gancho (1991), Malia Scotch Marmo, para adaptar a história. Porém, o diretor não gostou do resultado, que cortava um dos principais personagens do livro, o Dr. Ian Malcolm, da trama. Isso fez com que ele percebesse que não haveria ninguém melhor para adaptar uma história de Michael Crichton do que o próprio Michael Crichton. E foi assim que ele convidou o autor para reescrever sua obra em uma linguagem cinematográfica. E segundo o próprio Crichton, foi usado apenas 30% do material original do romance no roteiro final, que contou ainda com a revisão de David Koepp. Entretanto, o mais importante foi mantido: a essência do livro que conquistou os leitores de todo o mundo.

Mas nenhum desafio foi tão grande quanto o da equipe de efeitos visuais, que precisou não apenas imaginar, mas se inspirar em registros reais para tentar construir animais extintos há milhões de anos, cuja aparência era baseada nas ossadas e outros registros fósseis encontrados pelos paleontólogos. Para isso, eles contaram com a consulta de paleontólogos da época e com a genialidade do lendário Stan Winston, que desenvolveu dinossauros mecatrônicos funcionais, que fizeram história nos cerca de 15 minutos de tela que esses lagartos gigantes ocupam no primeiro filme. O resultado desses efeitos práticos misturados com a tecnologia mais avançada de computação gráfica da época foi praticamente definir a imagem dos dinossauros no imaginário popular. Não é absurdo falar que há um nível de popularidade completamente diferente dos dinos antes e depois de Jurassic Park.

“O primeiro Jurassic Park mudou a história do cinema e trouxe o mundo dos dinossauros para o mundo popular. E acredite: os dinossauros eram muito restritos a pessoas que podiam comprar livros, ou bonecos caríssimos por aqui. Não era todo mundo que podia visitar museus gigantes em Nova York. A gente não tinha museu no Brasil com tanto destaque aos dinossauros. O primeiro Jurassic Park tem a ideia e as reconstruções, que para mim, são como uma sinfonia do Mozart. Aquilo é uma joia, um tesouro dessa arte que é o cinema. Então, um filme desse porte, com um diretor como Steven Spielberg, um drama e uma história daquelas… Aquilo fascinou o mundo. E, na minha opinião, escancarou os dinossauros para todo o mundo. Agora os dinossauros pertencem ao mundo. Então, sim, a gente descobre talentos quando a gente expõe o maior número de pessoas aos assuntos. De lá pra cá, o número de dinossauros no Brasil quintuplicou. No mundo, cresceu enormemente. Os museus ganharam novas configurações, novas salas com dinossauros”, explicou Luiz Anelli.

E mesmo com toda a maestria para recriar esses animais, ainda há uma parte do público que usa do avanço da ciência para tentar apontar falhas no design mais impressionante já feito na mecatrônica cinematográfica. Alguns – poucos – dizem que o filme não é tão crível porque traz dinossauros sem penas e com comportamentos que atualmente não são mais apoiados pela ciência. No entanto, na época, eram teorias em debate. E para o professor Anelli, essa incerteza sobre os dinossauros é justamente um dos pontos mais instigantes do tema.

“Dinossauro nunca é um problema. A falta de entendimento sobre eles sempre vai nos acompanhar. A gente sempre “não sabe” alguma coisa sobre os dinossauros, né? Tanto porque [os dinossauros] trazem questões difíceis e que não se preservaram nas rochas, como o som que eles faziam; as cores dos dinossauros, que hoje, sabemos quais eram as de cinco dinossauros, mas existem 1500 espécies; E as questões de convívio social, por exemplo. Então nós convivemos com um monte de dúvidas. Sobre a aparência deles, se eram todos cobertos de penas ou apenas parcialmente, a gente não sabe sobre todos ainda. Alguns dinossauros eram completamente emplumados, outros nós acreditamos que deveriam ter penas, como o Tyrannosaurus Rex, mas não sabemos como. E acho que essas dúvidas também fazem parte do nosso fascínio por eles. São animais que sempre nos contam histórias, coisas maravilhosas para nós, mas ainda guardam muitos mistérios. Dinossauros são uma receita sensacional para nós, que precisamos aprender a conhecê-los”, disse Anelli.

Já o elenco do filme é recheado de nomes que estavam em alta na época, mas nenhum deles era a primeira opção para os respectivos personagens. O Dr. Alan Grant, por exemplo, foi recusado por Harrison Ford – que alegou ser muito parecido com seu já consagrado Indiana Jones – e Kurt Russell, cujo salário assustou Spielberg, até parar nas mãos do neozelandês Sam Neill. Considerado por Crichton o personagem humano mais especial da história, o Dr. Ian Malcolm precisava ser interpretado por um nome consagrado, então atores como Michael Keaton e Michael J. Fox chegaram a fazer os testes, mas foi mesmo Jeff Goldblum quem conseguiu entender a doce ironia do matemático e conquistou o papel. Já a Dra. Ellie Sattler chegou a ter atrizes em alta tentando conseguir o papel. Só que a decisão final veio após Spielberg assistir o filme As Noites de Rose (1991) e se encantar com o trabalho de Laura Dern. Com o trio definido, eles começaram a trabalhar seus personagens e a se entrosar. E com o elenco escolhido, eles partiram para as filmagens na Ilha Kauai, no Havaí. Em um dos dias, a região foi atingida pelo furacão Iniki, que teoricamente tirou um dia de trabalho com o elenco, mas acabou rendendo as imagens usadas no filme para mostrar os impactos da terrível tempestade que assola a fictícia Ilha Nublar na trama. Também foram gravadas passagens em Oahu, outra ilha havaiana, nos desertos de Montana e nos estúdios da Califórnia.

O resultado desse empenho todo de direção, elenco, estúdio e equipe técnica foi um autêntico fenômeno de crítica e público em 1993. Na época, o filme arrecadou assustadores US$ 914 milhões, fazendo dele a maior bilheteria da história, sendo superado quatro anos depois por Titanic (1997). Em 2013, com o relançamento nos cinemas convertido para o formato 3D, o longa arrecadou mais de US$ 108 milhões mundialmente, se tornando o primeiro da história da Universal e da carreira de Steven Spielberg a superar a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria. Nas premiações, o filme teve um desempenho igualmente fenomenal, sendo indicado ao Oscar nas categorias Melhores Efeitos Especiais, Melhor Som e Melhor Edição de Som, conquistando as três estatuetas. No BAFTA, foram duas indicações e uma vitória, na categoria Melhores Efeitos Especiais.

Diante desse sucesso tão significativo, os estúdios compreenderam que o investimento nas tecnologias revolucionárias, principalmente no avanço da computação gráfica, seria fundamental para o desenvolvimento de mundos mágicos e criaturas impressionantes que marcariam o futuro das grandes aventuras dos anos seguintes. Com isso, Spielberg novamente revolucionou o cinema e marcou novamente gerações, que em muitos casos tiveram seu primeiro contato com os dinossauros por meio das criações fantásticas do diretor, se permitindo sonhar e querendo aprender mais sobre esse mundo tão fascinante. E como era de se esperar, o filme rendeu uma franquia repleta de capítulos que, mesmo sem atingir o nível de excelência do original, segue mexendo com a imaginação de crianças e adultos até os dias de hoje.

Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros está disponível nos catálogos da Netflix, do Amazon Prime Video e do Star+.

‘The Righteous Gemstones’: Danny McBride procura novos seguidores no trailer LEGENDADO da 3ª temporada; Confira!

HBO Max Brasil divulgou o trailer oficial e legendado da 3ª temporada da série The Righteous Gemstones.

A produção chegará à plataforma de streaming no dia 18 de junho.

Confira:

A produção é estrelada por Danny McBride e John Goodman.

Na trama, McBride vive Jesse Gemstone, o filho mais velho e “herdeiro do trono” de uma família mundialmente conhecida pelo seu trabalho televangelístico, “com uma longa tradição de desvios, ganância e trabalhos sociais, tudo feito no nome em prol do nome de Cristo” – conforme aponta a descrição oficial.

Goodman interpreta Eli, pai de Jesse, conhecido “mundialmente por suas técnicas agressivas de evangelização, seus ministérios espalhados pelo mundo e por seu premiado programa de TV semanal”. Na trama, “Jesse acaba se tornando independente no ramo na ministração, absorvendo tudo o que seu pai construiu e expandindo-o para uma audiência muito mais moderna”.

Edi PattersonAdam DeVineCassidy FreemanTony CavaleroTim BaltzSkyler GisondoWalton Goggins também fazem parte do elenco.