Em entrevista ao Cinema Blend, Amy Schumer (‘Sexy por Acidente’) revelou o verdadeiro motivo por ter desistido de estrelar a adaptação original do live-action de ‘Barbie‘.
A atriz teria protagonizado uma versão completamente diferente da que será lançada nas telonas, em uma adaptação que funcionaria como uma paródia da icônica boneca.
“Acredito que nós declaramos que eu saí [do projeto] por causa de conflitos na agenda, mas foi por causa de diferenças criativas. Mas há uma nova equipe por trás desta adaptação [com a Margot Robbie], e parece ser muito feminista e divertida. Estou ansiosa para assistir ao filme.”
Vale lembrar que o live-action de ‘Barbie‘, dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’), será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.
Anteriormente, a Mattel estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.
Intitulado ‘Meet the Flintstones‘ (Conheça os Flintstones, em tradução livre), o novo filme aparentemente será uma história do origem – e não deve incluir personagens que foram introduzidos posteriormente na série original, como a Pedrita, Bambam e o Gazoo.
A Warner Bros. Animation será responsável pelo projeto.
‘Os Flintstones‘ foi uma popular série animada, lançada entre 1960-66. Trazendo o formato familiar de uma sitcom americana, a história se passava durante o período pré-histórico – com os personagens coexistindo com dinossauros, mastodontes e prédios feitos de rocha.
Desde então, a produção redeu inúmeras adaptações, incluindo outros seriados, filmes, especiais de televisão e até mesmo curtas-metragens.
Vale lembrar que ‘Super Mario Bros – O Filme‘ já arrecadou mais de US$ 1.3 bilhão mundialmente – tornando-se a segunda maior animação da história do filme. O longa da Universal Pictures fica atrás apenas de ‘Frozen 2‘ (US$1.4B).
Marcando a estreia diretorial da atriz Eva Longoria (‘Brooklyn 99’), ‘Flamin’ Hot: O Sabor que Mudou a História‘ estreou fazendo sucesso no Star+ e é baseado na inusitada criação do Cheetos Picante.
“Nós queríamos que você saísse inspirado dos cinemas, inspirado pensando: ‘Esse cara passou por tudo isso e não apenas sobreviveu mas está prosperando? Imagina o que eu posso fazer?”, ela disse.
Assista a entrevista:
A trama acompanha a história de Richard e Judy Montañez, que acabaram inventando a receita do famoso salgadinho.
Antes da reviravolta em sua vida, Richard era zelador da Frito Lay, uma divisão da Pepsico dedicada à fabricação de salgadinhos artificiais.
Apesar de parecer uma história excêntrica para gerar um filme, o título recebeu 68% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma marca até que surpreendente, considerando a baixa expectativa pelo lançamento.
“Com ótimas atuações, uma sólida combinação de drama e comédia e uma marca instantaneamente reconhecível, ‘Flamin Hot‘ é um filme alegre que ganha seu tom picante.”
Confira as análises:
“Embora possa não ser particularmente memorável ou único, ‘Flamin Hot’ cumpre sua promessa de trazer um conto menos conhecido do excepcionalismo latino para as massas de uma forma cômica e autodepreciativa.” – Hey, Have You Seen…?
“Embora faça um resumão da história da pessoa e do produto em torno do qual foi construído, ‘Flamin Hot’, da diretora Eva Longoria, oferece um conto inspirador facilmente digerível, mas não tão apimentado.” – The Gate.
“‘Flamin Hot‘ nem parece real e está tão preocupado em contar uma história de bem-estar, da miséria à riqueza, que perde sua credibilidade e qualquer senso de relação com o real ao longo da trama, diminuindo assim o valor da história que está tentando contar.” – Detroit News.
“O que torna ‘Flamin Hot‘ uma produção tão deprimente não é a relativa veracidade de seu material de origem, mas as qualidades que ele mantém como inspiradoras.” – New York Magazine.
Relembre o trailer:
O filme marca a estreia diretorial de Eva Longoria (‘Desperate Housewives’).
‘Flamin’ Hot’ é a inspiradora história real de Richard Montañez (Jesse Garcia), o zelador da Frito Lay que canalizou sua herança e educação mexicana-americana para transformar o icônico Cheetos Picante em um salgadinho que revolucionou a indústria alimentícia e se tornou um fenômeno da cultura pop.
Os fãs têm se divertido com memes que insinuam uma rivalidade entre os filmes ‘Barbie‘ e ‘Oppenheimer‘ desde que a Warner e a Universal anunciaram que ambos estreariam no mesmo dia, em 21 de julho.
E, segundo as primeiras projeções de bilheteria do Puck, a ‘Barbie‘ deve superar ‘Oppenheimer‘ em sua estreia nos EUA.
Analista indicam que ‘Barbie‘ deve arrecadar entre US$ 45-55 milhões em seu fim de semana de estreia, o que é mais do que os US$ 30-35 milhões projetados para ‘Oppenheimer‘. Ambos os filmes têm orçamentos de US$ 100 milhões. A abertura mais alta da ‘Barbie‘ já era de se esperar, pois o filme tem uma classificação para maiores de 12 anos, deixando-a aberta a um público mais amplo do que ‘Oppenheimer‘, classificado como para maiores de 17 anos.
O boca-a-boca inicial e a resposta da crítica também servirão como fatores para o desempenho de bilheteria desses dois filmes opostos.
Recentemente, o renomado ator Matt Damon, que interpreta o general norte-americano Leslie Groves em ‘Oppenheimer‘, acredita que essa disputa não faz muito sentido.
Em uma entrevista exclusiva à Vanity Fair, Damon revelou que não tinha conhecimento dessa suposta rivalidade entre os filmes e expressou sua opinião de que as pessoas podem aproveitar ambos.
“As pessoas podem ver dois filmes em um final de semana. ‘Oppenheimer’ é um deles!”, disse Damon.
Pai de quatro filhas, o ator reconheceu que, caso suas filhas queiram assistir ao filme da ‘Barbie‘ antes do filme em que ele atua, talvez elas consigam desfrutar de ambos durante o final de semana.
“Talvez elas vejam dois filmes naquele final de semana”, brincou o ator.
Confira o trailer, dublado e legendado de ‘Barbie‘:
Você já deve ter visto alguma coisa de ‘Um Ano Inesquecível’ por aí. A megaprodução do Prime Video que está estreando nesse mês de junho aos assinantes é um projeto articulado em muitas frentes, que está trazendo quatro filmes inéditos à plataforma inspirados nas estações do ano. Como sabemos que vocês adoram as curiosidades por trás dos filmes, trazemos aqui 10 informações bem bacanas sobre o grande lançamento do ano do Prime Video.
10 – Inspirado em um livro
Como muitos de vocês já sabem, ‘Um Ano Inesquecível’ é inspirado em livro homônimo, lançado anos atrás pela editora Gutenberg. O livro é dividido por quatro contos, escritos por autoras infanto-juvenis diferentes – Bruna Vieira, Thalita Rebouças, Paula Pimenta e Babi Dewet. Cada uma delas criou sua história pensando numa estação do ano diferente. Daí a razão de serem quatro filmes, cada um baseado em um desses contos e os filmes são bastante similares à história original.
9 – Carnaval
Não é nenhuma novidade dizer que a escritora Thalita Rebouças é completamente apaixonada pelo Carnaval – e, mais especificamente, pela Portela. Quem a segue nas redes sabe disso. Portanto, o seu filme ‘Um Ano Inesquecível – Verão’ conta a história de uma menina que nem gosta do Carnaval, mas que vai para o Rio de Janeiro e vai parar no Barracão da Portela. O Carnaval também foi tema de outro filme de roteiro de Thalita Rebouças: ‘Pai em Dobro’, estrelado por Maísa e disponível na Netflix.
8 – Procure pelas Autoras
Duas das estações já estão disponíveis no Prime Video, e tanto no Verão quanto no Outono é possível encontrar as autoras participando dos filmes: Thalita Rebouças aparece como destaque no desfile da Portela enquanto Babi Dewet aparece na fila de inscrição do concurso de música onde João Paulo tenta inscrever sua banda. Então, fiquem de olho para saber se Paula Pimenta e Bruna Vieira aparecem em Inverno e Primavera, respectivamente.
7 – Iza
A mega cantora pop Iza faz sua estreia no audiovisual em ‘Um Ano Inesquecível – Outono’, onde interpreta a mãe da protagonista. Pelo resultado, podemos prever que este será o primeiro de muitos papéis que Iza irá interpretar. Além disso, a cantora protagoniza uma belíssima cena cantando uma música arrepiante para sua filha, cuja cena lembra a vibe do filme ‘Dreamgirls’.
6 – Panorâmica
Todos os filmes da quadrilogia ‘Um Ano Inesquecível’ foram produzidos pela mesma produtora: a Panorâmica Filmes. Para quem não sabe, ela é responsável por grandes sucessos do universo jovem, como ‘Cinderela Pop’, ‘Tudo Por um Popstar’, ‘Gaby Estrella’ e ‘Confissões de uma Garota Excluída’ – todas histórias centradas numa protagonista mulher e jovem.
5 – O Primeiro
Dos quatro filmes, ‘Um Ano Inesquecível – Inverno’ foi o primeiro a ser finalizado. Das quatro histórias, é a única que se passa fora do Brasil, acontecendo no Chile. Foi o primeiro a ser filmado e também é o primeiro set de um longa-metragem da Amazon Original no Brasil comandado por uma diretora mulher, Caroline Fioratti.
4 – Multiverso nos bastidores
‘Um Ano Inesquecível – Verão ’ tem roteiro de Bruno Garotti e Sylvio Gonçalves. Já ‘Um Ano Inesquecível – Outono’ tem roteiro de Caroline Fioratti, que é diretora de ‘Um Ano Inesquecível – Inverno’. ‘Um Ano Inesquecível – Primavera’ tem roteiro de Bruno Garotti, que também escreveu o Verão. Ou seja, dá para sentir a mesma vibe rolando por todos os filmes.
3 – Participações Especiais
Já falamos que Iza participa em ‘Um Ano Inesquecível – Outono’, mas não falamos que o musical também conta com Lulu Santos e Larissa Luz no elenco. Já ‘Um Ano Inesquecível – Inverno’ conta com a participação da pensadora Rita Von Hunty, enquanto o ‘Verão’ tem a cantora Júlia Gomes como melhor amiga da protagonista e cantando samba.
2 – Paulista Fechada
‘Um Ano Inesquecível – Outono’ é o primeiro musical original brasileiro produzido pelo Prime Video. Para garantir o sucesso do filme, a produção fechou a avenida Paulista, em São Paulo, para gravar as cenas de dança que vemos no filme. Caramba!
1 – Prêmio
A coisa toda está dando tão certo e o Prime Video está apostando tanto nos seus lançamentos, que resolveu lançar um prêmio literário, intitulado justamente ‘Um Conto Inesquecível’. Qualquer pessoa pode participar, desde que a história seja inédita e tenha ao menos dez páginas mais capa. O júri é formado pelas autoras dos contos de ‘Um Ano Inesquecível’ e as inscrições já estão abertas neste link.
Há alguns dias, foi confirmado que a Disney+ está desenvolvendo ‘Abracadabra 3‘, e o longa vai contar com o retorno de Anne Fletcher à cadeira da direção após ela ter comandado o segundo filme.
Apesar do sucesso do segundo filme, os fãs sentiram bastante falta do elenco original.
Para quem não se lembra, o primeiro filme acompanha Max Dennison (Omri Katz) e sua irmã Dani (Thora Birch), que se juntam à bela Allison (Vinessa Shaw) na tentativa de deter as irmãs Sanderson depois que ele as traz de volta dos mortos ao acender a vela de chama negra no Dia das Bruxas.
Em entrevista para a Entertainment Weekly, Katz foi questionado se toparia reprisar o papel no terceiro filme, ao que ele respondeu:
“Sim, eu voltaria se a Disney me convidasse. Seria uma honra voltar, espero que com alguns dos meus colegas de elenco. Acho que Seríamos uma adição divertida à franquia!”
Ele continuou, comemorando o sucesso dos filmes mesmo após três décadas desde o lançamento do original.
“Estou animado para o novo filme! Fico feliz em ver esta franquia ganhar popularidade 30 anos depois.”
Lembrando que o longa original se tornou um clássico de Halloween graças às performances de Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimycomo as bruxas conhecidas como as irmãs Sanderson.
Em relação aos fãs, apesar de alguns estarão receosos sobre o novo filme, o sentimento geral é de felicidade por mais uma aventura no universo da franquia.
Disney, pro abracadabra 3 por favor façam as irmãs sandersson serem vilãs de verdade de novo, façam uma história dark e icônica com o humor complementando como foi o 1… porque o 2 foi triste. @Disney@DisneyPlus
– Acabei de ver que Abracadabra 3 está em desenvolvimento. Não sei se fico feliz ou triste com isso. Mas não tô com a mesma empolgação do segundo, hein.
Apesar de nenhuma informação mais concreta ter sido revelada, acredita-se que Midler, Parker e Najimy devam voltar mais uma vez para a continuação.
Em entrevista à EW, Midler, que interprete Winifred Sanderson, revelou que adoraria que a história se transformasse, de fato, em uma saga, dizendo que essa é uma ambição que ainda quer conquistar.
“Eu adoraria ter uma franquia – especialmente para uma personagem que eu amo interpretar. Se houvesse um terceiro [filme], eu obviamente participaria, mas não sei como. Não imagino o que a história seria, mas eu amo Winifred, Sarah, Mary e nosso relacionamento. É bom para as mulheres. Nós ficamos juntos não importa o que aconteça, mas causamos caos, e não são muitas mulheres que fazem isso”, ela contou.
“Acredito que [a diretora] Anne [Fletcher] lidou muito bem com o arco narrativo da Becca. Nós discutimos muito sobre como essa trama iria funcionar, e a Anne simplesmente disse: ‘Nós vamos fazer o seguinte’. E foi ótimo. Essa resolução abriu caminhos interessantes para possíveis spin-offs.”
Já se passaram 29 anos desde que alguém acendeu a Vela da Chama Negra e ressuscitou as irmãs do século XVII, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a três adolescentes impedir que as vorazes bruxas despertem um novo tipo de caos em Salem antes do amanhecer da véspera do Dia de Todos os Santos.
‘Transformers: O Despertar das Feras‘ e ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ etão na disputa pelo domínio das bilheterias norte-americanas.
Lançado há apenas dois dias, o mais novo filme dos Autobots já fez US$ 34,4 milhões no mercado interno e deve fechar o primeiro fim de semana com US$ 60 milhões.
Já a sequência do herói da Marvel está em exibição há nove dias, e deve arrecadar um valor aproximado ao concorrente até o fim de domingo.
De acordo com o The Wrap, ‘Transformers’ tem uma ligeira vantagem, superando ‘Homem-Aranha’ na sexta-feira, com uma abertura de US$ 25,4 milhões em 3.678 cinemas.
As estimativas da indústria estão prevendo uma abertura de US$ 58 milhões, enquanto a Paramount está prevendo US$ 60 milhões, mas qualquer uma das opções já supera as projeções iniciais, que previam entre US$ 50 e 55 milhões.
Mas, com um orçamento US$ 200 milhões (fora o marketing), ‘Transformers’ ainda tem um longo caminho a percorrer para gerar lucro.
De qualquer forma, o filme conquistou os fãs hardcore dos Autobots com um A- no CinemaScore e uma pontuação de 90% do público no Rotten Tomatoes.
Quanto ao novo filme do Cabeça de Teia, a Sony permanece cautelosa em suas estimativas, prevendo um segundo fim de semana total de US$ 56 milhões.
O número representa uma queda de 54% em relação à abertura, que rendeu US$ 120,6 milhões na semana passada.
Por outro lado, a sequência já fez US$ $186,6 milhões no mercado interno e US$ 274,5 milhões pelo mundo, a partir de um custo de US$ 100 milhões.
Agora só resta aguardar até domingo para descobrirmos quem sairá vitorioso na disputa da semana.
Kemp Powers e Justin K. Thompson também entram como diretores.
Vale lembrar que ChrisLord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.
Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.
Semana após semana, as grandes plataformas de streaming continuam a investir esforços em conteúdos originais que conquistem o público – e, em boa parte das vezes, o resultado é bem positivo.
Pensando nisso, preparamos uma nova matéria elencando dez séries incríveis para você conferir na Apple TV+ – perpassando gêneros como drama, fantasia, comédia e até mesmo musical.
‘The Afterparty’ é uma aclamada série de comédia criada por Phil Lord e Chris Miller – dupla conhecida por seu trabalho na animação ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’. Ao longo de oito episódios, a obra apresenta diversas perspectivas de um mesmo evento: um assassinato em meio a uma reunião de antigos colegas de escola. No final das contas, cabe à Detetive Danner (Tiffany Haddish) e ao seu parceiro, o Detetive Culp (John Early), descobrirem quem cometeu o crime.
Em 2019, a infame e rebelde poeta Emily Dickinson migrou para as telinhas com o lançamento de ‘Dickinson’, uma das primeiras séries originais do serviço de streaming Apple TV+. Aqui, a showrunner Alena Smith, conhecida por seu trabalho em ‘The Affair’, abraçou com incrível respeito a história de Emily e transformou um drama qualquer de época em uma anacrônica obra audiovisual que entrega uma jornada aprazível e que mistura elementos do onírico e do real em um mesmo escopo – tudo isso guiado pela incrível performance de Hailee Steinfeld.
Estrelada por Jennifer Aniston e Reese Witherspoon, ‘The Morning Show’ também integrou a primeira leva de produção originais da plataforma de streaming. Inspirado pelo romance de não-ficção ‘Top of the Morning’, de Brian Stelter, o projeto tem como foco um programa de notícias que representa o ápice da cultura jornalística estadunidense. A trama mostra como a estrutura do show passa por uma drástica mudança quando o co-âncora do programa (vivido por Steve Carell) é acusado de assédio sexual e forçado a abandonar seu posto – fazendo com que sua colega (Aniston) passe a explorar a importância do movimento #MeToo para impedir reincidências.
Recheada com temas universais sobre família, amor, triunfo, destino e resiliência, ‘Pachinko’ acompanha as esperanças e os sonhos de uma família de imigrantes coreanos através de quatro gerações, conforme deixam sua terra natal em uma jornada indômita para sobreviver e prosperar. Começando na Coreia do Sul no começo dos anos 1900, a narrativa é contada através dos olhos de uma marcante matriarca, Sunja, que supera todos os obstáculos. Sua história é justaposta ao do neto, Solomon, na década de 1980.
‘Platonic’ é uma das mais recentes entradas do expansivo catálogo da Apple TV+ e já se tornou um grande sucesso de crítica – conquistando 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama gira em torno de dois ex-melhores amigos, que se conheceram na juventude e se reconectam depois de muito tempo, agora como adultos. Na tentativa de reconstruir a antiga amizade e superar os motivos que os levaram a se afastar, eles percebem porque não deu certo à medida em que suas vidas começam a se desgastar, então eles são obrigados a reavaliarem o plano.
Em ‘Ruptura’, Mark Scout (Adam Scott) lidera uma equipe nas Indústrias Lumon, cujos funcionários foram submetidos a um procedimento de separação, que divide cirurgicamente suas memórias entre o trabalho e a vida pessoal. Essa experiência ousada de ‘equilíbrio entre trabalho e vida pessoal’ é questionada quando Mark se encontra no centro de um mistério que o forçará a confrontar a verdadeira natureza de seu trabalho… e de si mesmo.
SCHMIGADOON!
‘Schmigadoon!’ estreou sem muito barulho na plataforma de streaming e, em pouco tempo, se consagrou como uma comédia musical original e muito bem-feita – que contou com performances incríveis de Keegan Michael-Key, Cecily Strong, Dove Cameron, Kristin Chenoweth, Ariana DeBose e muitos outros. A trama acompanha um casal em uma viagem com o objetivo de revigorar seu relacionamento, mas eles acabam encontrando uma cidade mágica que vive em um musical dos anos 1940, e não podem ir embora até que encontrem o “amor verdadeiro”.
Dirigida por M. Night Shyamalan, o aclamado thriller psicológico foi co-criada pelo produtor executivo e roteirista Tony Basgallop. A enervante história gira em torno de um casal da Filadélfia que ainda está de luto após uma tragédia quase destruir o seu casamento. As coisas ficam mais tenebrosas do que o imaginado quando os dois abrem as portas e sua casa para uma força misteriosa – e perigosa.
Uma das mais recentes entradas da Apple TV+ foi a adaptação ‘Silo’, baseada na saga literária assinada por Hugh Howey. A trama é ambientada em um futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente, a engenheira Juliette (Rebecca Ferguson) começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.
‘Ted Lasso’ se consagrou como uma das maiores séries da contemporaneidade, conquistando a crítica e o público de forma arrebatadora. Recentemente, a série chegou ao fim com uma incrível terceira temporada (além de já ter levado para casa 11 estatuetas do Emmy Awards). Na trama, Jason Sudeikis interpreta o personagem titular, um técnico de futebol americano que se encontra em dificuldade quando se vê contratado para treinar um time de futebol, na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte.
“Uma emocionante série animada de aventura, seguindo personagens naufragados desesperados para escapar do lugar mais perigoso na Terra – uma ilha misteriosa que abriga monstros pré-históricos, incluindo o maior Titã de todos, Kong.”
A produção conta com as vozes de Nicolas Cantu,Mae Whitman, Darren Barnet, Benjamin Bratt eBetty Gilpin.
A CW cancelou oficialmente a série de antologia de terror ‘Two Sentence Horror Stories‘ após três temporadas na rede.
A notícia, confirmada pelo TVLine , pode não ser uma surpresa para os fãs da série, já que a terceira temporada da série terminou em fevereiro de 2022 e não houve atualizações desde então.
A série originalmente começou como conteúdo curto em 2017 no aplicativo go90 antes de ser adaptada para a CW Seed em 2018, onde sua popularidade levou a série a chegar à rede principal da CW em 2019.
Criada por Vera Miao, a série acompanhava contos contemporâneos de terror e assombrações.
Inspirada pelos contos curtos de duas sentenças que viralizaram na internet, a antologia focará nos medos de uma geração conectada por ansiedades e diversidades. Apesar de sermos perturbados por tecnologia, desigualdades e sociedade… as coisas que nos assombram são as mesmas.
Aos poucos o mundo volta a se reestabelecer após a crise do Corona vírus. Embora muitos acreditem que tudo já voltou ao normal, muitos setores ainda combatem os danos causados lá atrás, no auge da pandemia. Em termos de saúde, felizmente a doença parece ter sido quase totalmente erradicada, apesar de ter feito milhões de vítimas pelo mundo. Mas num aspecto econômico, um dos setores que mais sentiram o impacto da pandemia pelo mundo sem dúvida foi o mercado audiovisual e seus adjacentes como o mercado exibidor dos donos de salas de cinema. Uma indústria caminha ao lado da outra. Afinal, antes do advento das plataformas de streaming, a fórmula era simples: a produção de filmes para serem exibidos nos cinemas.
Durante a pandemia, a indústria de produção de obras audiovisuais precisou ser interrompida, afinal era muito arriscado a aglomeração de centenas de pessoas necessárias em uma única equipe. Por outro lado, ninguém tampouco se sentia confortável para ficar enclausurado em uma sala de cinema, e as salas de exibição tiveram que ser fechadas. A solução por um tempo foram as plataformas de streaming, que já vinham ameaçando o fluxo econômico das bilheterias destes dois mercados. Em 2021, depois de um ano de pesadelo, os estúdios começaram a preparar um grande retorno. A solução foi investir mais do que nunca em filmes-eventos, que seriam espetáculos incapazes de serem reproduzidos nas salas de nossas casas.
Dessa forma, resolvemos enaltecer com esta nova matéria os 10 grandes filmes responsáveis pela volta aos cinemas. São as produções que conseguiram arrastar o maior número de público de volta às salas, sendo responsáveis por manter os cinemas abertos nesse pós-pandemia. Confira as maiores bilheterias (até o momento) deste ressurgimento mundial.
Um novo filme do Batman seria o suficiente para arrastar uma enorme multidão de volta aos cinemas. O personagem da DC é extremamente popular, e ao longo da história seus filmes se tornaram alguns dos maiores sucessos do cinema, muito querido pelos fãs. Depois da saída de Ben Affleck do papel, o jovem Robert Pattinson causou certa incredulidade após sua escolha para viver o herói noturno de Gotham. Mas o diretor Matt Reeves mostrou que estava no comando, entregando o filme mais sombrio e pesado do personagem até hoje, utilizando inclusive a censura mais alta em um filme do Homem-Morcego até hoje. Sendo assim, estreando no início de março de 2022, ‘The Batman’ ou simplesmente ‘Batman’ arrecadou US$770 milhões nas bilheterias mundiais, arrastando um grande público aos cinemas.
09) 007 – Sem Tempo para Morrer
Agora voltamos para o ano anterior. A pandemia pegou o mundo em março de 2020 e os momentos mais difíceis ocorreram ao longo deste ano fatídico. Quando chegou 2021, as coisas ainda caminhavam de forma lenta para uma solução. Mas foi a partir do final do mesmo ano que começamos a ver uma luz no fim do túnel. E foi neste mesmo ano que veríamos o lançamento do 25º filme do maior espião da sétima arte, 007 – James Bond. O longa marcaria também a despedida de Daniel Craig do papel após cinco filmes. É claro que os fãs correram para os cinemas, fazendo de ‘Sem Tempo para Morrer’ um dos maiores sucessos do pós-pandemia, com US$774 milhões arrecadados nas bilheterias mundiais.
Esse segundo filme do herói da Marvel estreou no mesmo ano de ‘The Batman’, mas foi lançado mais para o fim de 2022, dando tempo para um maior reestabelecimento das salas de cinema e o controle da pandemia. ‘Wakanda para Sempre’ tinha sapatos grandes demais para preencher, acontece que o primeiro ‘Pantera Negra’ (2018) se tornou um dos maiores sucessos da Marvel, e mais importante ainda, um marco social sem precedentes. A importância do filme transcendia as telas. Mas aí veio uma perda irremediável, o astro Chadwick Boseman faleceria de câncer aos 43 anos em 2020. Como continuar ‘Pantera Negra’ sem o seu protagonista? O diretor Ryan Coogler fez o que pôde e se saiu muito bem. Embora sem igualar o original (e não teria como mesmo), o segundo ‘Pantera Negra’ fez US$859 milhões mundiais, sendo o oitavo filme mais rentável deste período até o momento.
07) Minions 2 – A Origem de Gru
O mundo do cinema é imprevisível, isso que o torna tão interessante. Às vezes, filmes planejados para se tornarem o novo sucesso do momento, terminam fracassando. Por outro lado, outros que ninguém dava nada terminam caindo nas graças do público e se tornando a nova sensação. É sempre o público quem determina o que irá virar moda ou não. Por mais que seja tentado, o sucesso não pode ser planejado. É o caso com essa franquia, ‘Meu Malvado Favorito’ e seu derivado ‘Os Minions’, que caíram forte no gosto da criançada, se tornando uma verdadeira febre. Já foram três filmes e dois derivados, com bilheterias cada vez maiores. Para termos uma ideia, dois deles ultrapassaram a barreira de US$1 bilhão em bilheteria. Mas ‘Minions 2’, lançado em junho de 2022, chegou muito perto disso também, com US$939 milhões em bilheterias mundiais.
06) Doutor Estranho no Multiverso da Loucura
Desde o início da pandemia em 2020, a Marvel Studios lançou 9 filmes. Três deles conseguiram adentrar o top 10 das maiores bilheterias do pós-pandemia, sendo responsáveis pelo retorno do grande público aos cinemas. Já vimos na lista ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’, o terceiro deles, agora chega o segundo. Para a surpresa de muitos a continuação de ‘Doutor Estranho’ superou financeiramente a continuação de ‘Pantera Negra’ – sendo que o oposto ocorreu quando falamos dos filmes originais. O que demonstra que sem Chadwick Boseman a sequência do herói sofreu como esperado. O segundo ‘Doutor Estranho’ chegou pertinho e esbarrou no bilhão, mas terminou sua carreira nas telonas com US$955 milhões, o que não foi nada mau.
05) Jurassic World Domínio
Os cinco primeiros filmes apresentados na lista até agora fizeram um tremendo sucesso e ajudaram a encher as salas de cinema no pós-pandemia. Mas só cinco filmes ultrapassaram a absurda marca de US$1 bilhão mundial em bilheterias nesse período, adentrando assim o badalado “clube do bilhão”. E eles começam a partir de agora com o top 5. Em quinta posição temos ‘Jurassic World Domínio’, o mais recente exemplar da franquia ‘Jurassic Park’. O sucesso estrondoso do novo filme demonstra que os fãs ainda não cansaram dos dinos, que continuam tão populares quanto há 30 anos no passado – quando maravilharam audiências pela primeira vez em ‘Parque dos Dinossauros’. De lá para cá já foram 6 filmes, com os três últimos sendo derivados agora intitulados ‘Jurassic World’. Os três bateram a barreira do bilhão, com este ‘Domínio’ fazendo US$1.1 bilhão mundiais.
04) Super Mario Bros. – O Filme
Outro fato surpreendente na lista é que não temos nenhuma animação da Disney dentre os filmes responsáveis pela grande volta do público aos cinemas. E não é como se nenhuma animação tenha feito esse papel, pois temos duas na lista. Ambas da Illumination Entertainment, parte da Universal Pictures. O fato demonstra que os tempos realmente estão mudando, já que também não é dizer que a Disney não tenha lançado nenhuma produção animada nesse período, ela lançou. Algumas promissoras se tornaram fracasso, como ‘Lightyear’ e ‘Mundo Estranho’. O maior sucesso foi ‘Encanto’ – que não conseguiu quebrar a barreira dos US$300 milhões. Já quando falamos na rival, a maior surpresa de 2023 até o momento é o primeiro longa-metragem animado do queridíssimo personagem dos games ‘Super Mario Bros’, que fez US$1.2 bilhão recentemente.
Ninguém, nem mesmo o astro Tom Cruise, poderia imaginar que a continuação do filme de ação dos anos 80, ‘Top Gun’, iria, não apenas superar o original, como também se tornar uma das produções mais bem-sucedidas da história de Hollywood. O primeiro ‘Top Gun’ foi responsável por fazer o que a carreira de Cruise é hoje, o jogando às estrelas em 1986. O segundo ‘Top Gun’, que enfrentou problemas de adiamento por causa da pandemia, e a incredulidade do público, foi um dos grandes responsáveis por salvar as salas de cinema. Como disse o próprio Steven Spielberg. Se formos levar que se trata de um tipo de filme de entretenimento mais adulto, o fato fica ainda mais impressionante. Tom Cruise deve estar feliz da vida. ‘Maverick’ sobe no pódio com a medalha de bronze, como o terceiro mais bem sucedido no pós-pandemia e arrecadou US$1.4 bilhão mundiais.
Nem foi preciso um filme dos ‘Vingadores’ para ajudar a manter os cinemas abertos no pós-pandemia. O herói da vizinhança Homem-Aranha deu conta sozinho. Ou melhor, nem tão sozinho assim, já que contou com a ajuda muito especial de outros dois Homem-Aranha do passado: Tobey Maguire e Andrew Garfield. ‘Sem Volta para Casa’ fez história, se tornando quase um filme interativo com o público. Durante meses enquanto ainda estava sendo produzido, os fãs do personagem vociferavam todos os desejos em relação ao longa, e essas expectativas eram alimentadas por alguns “vazamentos” estratégicos de bastidores. Ao ponto do pensamento geral se tornar: “se não realizarem exatamente o que o público deseja, o filme irá decepcionar”. O público já sabia o que queria ver em tela. E os realizadores atenderam direitinho. Essa colaboração de respeito não fez por menos, e tornou o terceiro ‘Homem-Aranha’ de Tom Holland (o terceiro de Garfield e o quarto de Maguire), um dos sucessos mais impressionantes do pós-pandemia, que fez o espectador retornar várias vezes para novas sessões. É o vice-campeão de bilheteria do período com impressionantes US$1.9 bilhão mundiais.
Não tem jeito. Com James Cameron não se brinca. O diretor se prova vez após vez, e mesmo assim, ainda existem aqueles que ficam em dúvida sobre o possível sucesso de suas produções. Ninguém é infalível, mas Cameron é praticamente. Seus últimos três filmes foram recebidos com certo ceticismo antes da estreia, mas bastou colocar tais filmes nas salas, que o público correu aos montes. ‘Titanic’ (1997) foi caro e era previsto como fiasco. Quebrou recordes. ‘Avatar’ (2009) era uma aposta arriscada, que se provou o maior filme da história. Agora, com a sequência tardia o mesmo aconteceu, com ‘Avatar 2’, que conta com impressionantes efeitos subaquáticos, se tornando o maior sucesso financeiro do pós-pandemia. Lançado no fim de 2022, ‘Avatar 2’ rendeu simplesmente US$2.3 bilhões mundiais.
A adaptação cinematográfica ‘Super Mario Bros – O Filme‘ arrecadou mais de US$ 1,282 BILHÃO em todo o mundo e se tornou a segunda maior animação de todos os tempos.
Com o sucesso, o dubladorChris Pratt revelou que novidades sobre a sequência surgirão assim que a greve dos roteiristas acabar.
“Estamos passando pela greve dos roteiristas e tudo está parado, pelos motivos corretos. Eu realmente apoio a WGA e nossos roteiristas. Quando as negociações se concluírem e todos estiverem confortáveis, teremos novidades da sequência”, afirmou.
Com uma arrecadação de US$ 560,8 milhões no mercado interno e outros US$ 722,1 milhões nos mercados externos, o filme alcançou um total de US$ 1,282 bilhões em todo o mundo, ultrapassando o sucesso da Disney ‘Frozen: Uma Aventura Congelante‘.
Essa marca coloca o filme atrás apenas de ‘Frozen 2‘ (US$ 1,4 bilhão).
Com o sucesso contínuo, o filme tem potencial para ultrapassar ‘Frozen 2‘ e alcançar o primeiro lugar no ranking das animações de maior sucesso no mundo.
O sucesso do filme foi responsável pela Universal Pictures já ter superado a marca de US$ 2 bilhões em arrecadação em 2023.
Na animação, Mario (Raphael Rossatto) e Luigi (Manolo Rey) vão parar no famoso mundo dos cogumelos, governado pela princesa Peach (Carina Eiras), precisando defendê-lo das ameaças do icônico Bowser (Marcio Dondi). Durante a aventura, Mario irá reviver diversas cenas que o acompanham ao longo das últimas décadas, como dirigir um kart, passar por ambientes desafiadores, além de ter a companhia de outros personagens marcantes, como Toad (Eduardo Drummond) e Donkey Kong (Pedro Azevedo).
Antes da reviravolta em sua vida, Richard era zelador da Frito Lay, uma divisão da Pepsico dedicada à fabricação de salgadinhos artificiais.
Apesar de parecer uma história excêntrica para gerar um filme, o título recebeu 68% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma marca até que surpreendente, considerando a baixa expectativa pelo lançamento.
Marcando a estreia diretorial da atriz Eva Longoria (‘Brooklyn 99’), ‘Flamin Hot‘ recebeu alguns elogios dos críticos, como do AV Club, que descreveu o filme como “uma garantida estreia diretorial na carreira de Longoria“, enquanto o Culture Map argumentou:
“Com ótimas atuações, uma sólida combinação de drama e comédia e uma marca instantaneamente reconhecível, ‘Flamin Hot‘ é um filme alegre que ganha seu tom picante.”
Confira as análises:
“Embora possa não ser particularmente memorável ou único, ‘Flamin Hot’ cumpre sua promessa de trazer um conto menos conhecido do excepcionalismo latino para as massas de uma forma cômica e autodepreciativa.” – Hey, Have You Seen…?
“Embora faça um resumão da história da pessoa e do produto em torno do qual foi construído, ‘Flamin Hot’, da diretora Eva Longoria, oferece um conto inspirador facilmente digerível, mas não tão apimentado.” – The Gate.
“‘Flamin Hot‘ nem parece real e está tão preocupado em contar uma história de bem-estar, da miséria à riqueza, que perde sua credibilidade e qualquer senso de relação com o real ao longo da trama, diminuindo assim o valor da história que está tentando contar.” – Detroit News.
“O que torna ‘Flamin Hot‘ uma produção tão deprimente não é a relativa veracidade de seu material de origem, mas as qualidades que ele mantém como inspiradoras.” – New York Magazine.
Relembre o trailer:
O filme marca a estreia diretorial de Eva Longoria (‘Desperate Housewives’).
‘Flamin’ Hot’ é a inspiradora história real de Richard Montañez (Jesse Garcia), o zelador da Frito Lay que canalizou sua herança e educação mexicana-americana para transformar o icônico Cheetos Picante em um salgadinho que revolucionou a indústria alimentícia e se tornou um fenômeno da cultura pop.
Há alguns anos, o jornalista Marc Bernardin divulgou que o diretor Joel Schumacher gravou diversas cenas que não foram adicionadas à versão oficial de ‘Batman: Eternamente’.
Na época, Bernardin afirmou que o corte planejado por Schumacher tem 170 minutos, aproximadamente 40 a mais do que a versão lançada em 1995.
Depois disso, os fãs vêm fazendo campanha pelo lançamento do corte, assim como aconteceu com o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘.
E parece que a versão estendida é mesmo real…
Durante o episódio mais recente do podcast Fat Man Beyond, o cineasta Kevin Smithrevelou que já o assistiu.
“Você sabe do que eu tenho uma cópia? Do Schumacher Cut de ‘Batman Eternamente‘. Isso mesmo, então adivinhe o que vou fazer? Eu provavelmente não deveria estar falando sobre isso, a Warner Bros… Bom, eles estão indo levar meu ingresso [para a estreia de ‘The Flash’]. Primeiro vamos debater sobre ‘The Flash‘, então vamos fazer um review do Schumacher Cut de ‘Batman Eternamente‘… Cara, é um filme longo, eu já assisti.”
Ele acrescentou:
“Você sabe como o filme começa, com o Duas-Caras invadindo o banco e coisas assim. Isso não acontece no corte original até uns 15 minutos de filme, é uma loucura. Vocês vão ficar sabendo de tudo no episódio [do podcast] de 19 de junho.”
Entre os elementos cortados dessa versão do filme estava uma cena em que Bruce Wayne de Val Kilmer ficou cara a cara com um morcego humanoide gigante (criado pelo lendário artista de efeitos Rick Baker).
Como Smith destacou, há também uma cena de abertura mais longa e melancólica. Talvez daqui a nove dias, Smith revele mais detalhes sobre esta versão
Anteriormente, Akiva Goldsman, que escreveu o filme, também comentou sobre o corte mais longo, afirmando que:
“É bem mais sombrio que o oficial! É, basicamente, uma exploração bastante psicológica de culpa e vergonha de Bruce Wayne.”
E aí, você está curioso?
Orçado em US$ 100 milhões, ‘Batman: Eternamente‘ arrecadou apenas US$ 336 milhões pelo mundo, e é considerada uma das piores adaptações do Homem-Morcego.
No Rotten Tomatoes, o longa acumulou apenas 39% de aprovação.
O co-CEO da DC Studios, James Gunn, expressou surpresa nas redes sociais com uma referência inesperada a um de seus projetos anteriores.
Gunn, conhecido por ser diretor e roteirista, ficou surpreso ao descobrir uma referência a ‘Scooby-Doo 2: Monstros à Solta‘ em uma cena de ‘The Flash‘.
A descoberta foi feita por um fã que compartilhou uma foto dos bastidores do filme no Twitter, mostrando um jovem Barry Allen ao lado de um cartaz do filme ‘Scooby-Doo 2‘.
Gunn, que escreveu o roteiro desse filme, respondeu ao tweet com um toque de humor: “Eu sou canon [no universo DC]?”.
A referência pode ter sido uma homenagem divertida por parte da equipe de produção de ‘The Flash‘ ou uma coincidência curiosa, mas certamente chamou a atenção dos fãs e do próprio James Gunn.
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”.
Há alguns, surgiam rumores que a Paramount Pictures está planejando um crossover entre as franquias ‘Transformers’ e ‘G.I. Joe‘.
Durante uma entrevista para a Variety, o diretor de ‘O Despertar das Feras’, Steven Caple Jr. foi questionado sobre a possibilidade, e ele deu uma resposta bem animadora.
Confira:
“Como eu estava atrás da cadeira de direção, a criança em mim estava tipo: ‘O que eu quero ver no futuro da franquia? Como poderíamos ter um senso de direção sobre o que vai acontecer?’. À medida que a batalha aumenta, podemos expandir o universo e podemos precisar de outras entidades e grupos.”
Ele continuou, provocando a união entre os Autobots e o esquadrão dos Joes:
“Os Joes são muito legais e eu adoraria ver o que posso fazer com eles. Há personagens dos Joes que ainda não foram utilizados no cinema, então estou animado com isso. Vou dizer o seguinte sobre o que vem a seguir: passamos muito tempo na Terra e estou curioso para saber o que mais existe por aí.”
E aí, o que você acha da ideia?
Apesar dos críticos terem dado apenas 54% de aprovação para ‘Transformers: O Despertar das Feras‘, o longa recebeu a maior pontuação do público no Rotten Tomatoes.
Até o momento, o novo filme está com 88%de avaliações positivas dos fãs, passando à frente do filme original (2007), que conta com 85%.
A 3ª posição fica com ‘Bumblebee‘ (2018), com 74% de aprovação.
Logo atrás vêm ‘Transformers: A Vingança dos Derrotados‘ (2009), com 57%, ‘Transformers: O Lado Oculto da Lua‘ (2011), com 55%, ‘Transformers: A Era da Extinção‘ (2014), com 50%, e ‘Transformers: O Último Cavaleiro’ (2017), com 43%.
E aí, você já assistiu ao novo filme? Concorda com a ordem de aprovação?
Com Anthony Ramos (Nasce Uma Estrela e Hamilton) e Dominique Fishback (Enxame, Judas e o Messias Negro) nos papéis principais, o elenco ainda conta com grandes nomes na dublagem original como Michelle Yeoh, Pete Davidson, Peter Dinklage e Michaela Jae Rodriguez.
Baseado na temporada “Beast Wars” da animação dos anos 1990, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público a uma aventura global com os Autobots em 1994. O filme apresentará a batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons aos Maximals, nova geração de Transformer.
É inacreditável, meus amigos, mas o ano de 2023 acaba de chegar à sua metade! Parece que foi ontem que adentrávamos a uma nova década, os anos 2020. E agora o quarto ano dessa década viu sua primeira metade ir embora. Mas aqui não falamos de outra coisa a não ser cinema, e em matéria de filmes, 2023 teve um dos melhores inícios desta nova década, com sucessos como ‘John Wick 4’, ‘Super Mario Bros’, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’, ‘Pânico VI’, ‘Creed III’, ‘Air’, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’, entre outros.
Engana-se quem acha que junho será um mês morno, pois entre outra coisas, veremos o retorno de um certo arqueólogo mais famoso da história do cinema em sua nova aventura. Tem também a continuação de uma produção animada que ganhou o Oscar na categoria e que apresenta um dos super-heróis mais populares de todos. A nova animação da Disney também dá as caras no sexto mês de 2023, além do super-herói mais rápido do mundo, Michael Keaton retornando como Batman, uma comédia nacional, os robôs que viram carros, Jennifer Lawrence fazendo traquinagem e Shaielene Woodley caçando assassino. Junho nos cinemas tem filme para todos os gostos.
Quem disse que o mês de Junho não terá um bom filme de terror nas telonas. E esse vem com a aprovação do selo Stephen King de qualidade, já que é baseado num conto do autor. Aposta da Disney (através da 20th Century Studios), ‘Boogeyman’ conta a história de duas irmãs adolescentes atormentadas em sua casa por um espírito maligno, após o falecimento de sua mãe. Se prepare para incontáveis sustos e muito medo.
Homem-Aranha: Através do Aranhaverso
O dia finalmente chegou, queridos leitores! Abrindo o mês de Junho temos a estreia de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’, continuação do sucesso vencedor do Oscar de 2018. ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ levou para casa a estatueta de melhor animação, mas seu maior feito foi roubar o coração dos fãs, e introduzir o personagem Miles Morales para uma nova geração, pela primeira vez em uma produção nos cinemas. Agora a sequência promete ainda mais insanidade (no bom sentido), quando Miles conhece novos Aranhas, além de ter que enfrentar o Homem-Aranha 2099.
Transformers – O Despertar das Feras
A franquia ‘Transformers’ é uma das mais lucrativas do cinema entretenimento na atualidade, e já dura mais de 15 anos. Tem noção? Depois de cinco filmes dos robôs gigantes que se transformam em carros e caminhões, o diretor Michael Bay aposentou seu megafone e decidiu se afastar do comando de tais filmes. Depois disso veio o derivado ‘Bumblebee’ – que rapidamente se tornou um queridinho dos fãs. Mas ao invés da sequência para ele, o estúdio apostou em um sexto ‘Transformers’, desta vez com robôs que se transformam também em animais. Quem comanda é Steven Caple Jr., de ‘Creed II’ (2018).
Entre as grandes estreias do mês de Junho, está simplesmente um dos filmes mais aguardados do ano. Trata-se de ‘The Flash’, primeiro longa solo do herói mais rápido do mundo. O personagem havia dado as caras pela primeira vez em ‘Liga da Justiça’ (2017) e roubou muitas das cenas. Agora em sua própria produção, o personagem tem a chance de brilhar mais do que nunca. Quem viu em exibições prévias garante que é simplesmente maravilhoso. Como se não bastasse a trama sobre viagem no tempo e universos paralelos, o filme ainda traz de volta Michael Keaton para o papel de Batman, 31 anos depois de ‘Batman – O Retorno’, sua última aparição como herói. Lendário é pouco.
Junho é o mês das férias da garotada. Sendo assim, os pais não têm com o que se preocupar, pois a diversão estará garantida nas telonas. Não bastasse ‘Homem-Aranha’, ‘Transformers’ e ‘The Flash’, os menores terão de presente uma animação da Disney para chamar de sua. ‘Elementos’ é uma bela história que mostra que os opostos podem se atrair. Aqui somos apresentados a uma cidade onde os moradores são feitos de água, fogo, ar e terra. Nesse contexto Ember, uma jovem feita de fogo, e Wade, um rapaz que é de água, irão se apaixonar.
A musa Jennifer Lawrence já fez de tudo em sua carreira, drama, aventura, ação e suspense em seus filmes. Mas algo que ela ainda não tinha feito era uma comédia escrachada e picante. Assim, a estrela aceitou participar de uma para a Sony. Aqui, ela vive uma jovem desesperada por dinheiro, que acaba aceitado um anúncio no jornal de um casal milionário para que ela saia com o filho deles, um adolescente para lá de introvertido. Dessa inusitada união saem as mais hilárias situações.
Depois do sucesso argentino ‘Relatos Selvagens’, os cinéfilos aguardaram ansiosamente pelo próximo trabalho do diretor Damian Szifrón. E nós esperamos, esperamos e esperamos. São quase 10 anos que separam ‘Relatos Selvagens’ o novo filme do diretor. Mas em Junho ele finalmente estará entre nós. O cineasta resolve fazer sua estreia em Hollywood, num filme sobre a caça a um psicopata, estrelado pela jovem talentosa Shailene Woodley. Pela sinopse e trailer este parece ser um filme repleto de reviravoltas.
Época de férias escolares, os pais também costumam tirar férias para poder dar atenção à prole. E para eles esta é justamente a dica. Uma comédia nacional com assinatura do diretor Hsu Chien, cineasta brasileiro que coleciona sucessos como ‘Quem Vai Ficar com Mário?’, ‘Me Tira da Mira’ e ‘Desapega!’. Aqui, quem protagoniza é Estevam Nabote, humorista do ‘Porta dos Fundos’. Ele vive um sujeito com problemas financeiros, cuja maior paixão é o carrão antigo, o qual ele deu o carinhoso nome de ‘Mozão’. A última saída para quitar as dívidas seria vender o carro, mas ele decide algo melhor: se tornar motorista de aplicativo, enquanto precisa orquestrar uma festa de aniversário para a mãe.
Quem também retorna no sexto mês de 2023 é simplesmente um dos maiores personagens da história do cinema. O arqueólogo mais famoso da sétima arte, Dr. Henry Jones Jr., ou Indiana Jones para os íntimos, volta nas formas do imortal Harrison Ford quinze anos depois de sua última aventura nas telonas. Desta vez Indy retorna a fazer o que sabe bem: combater nazistas. A novidade é que o ajudando em seu trabalho estará sua afilhada Helena, papel da britânica Phoebe Waller-Bridge. No elenco também as participações de Antonio Banderas e Mads Mikkelsen. Simplesmente imperdível.
Ruby Marinho – Monstro Adolescente
O mês fecha com o lançamento de mais um filme para a garotada, desta vez uma produção da Universal Pictures. A história mostra seres mágicos que vivem debaixo d’água, bem na esteira do sucesso do recente ‘A Pequena Sereia’ da Disney. Aqui, a protagonista é Ruby, parte de uma espécie que vive na água, ela descobre que sua família vem de uma linhagem real, que conseguem se transformar em monstros gigantes. Na dublagem original, vozes de estrelas como a veterana Jane Fonda e Toni Collette.
Desenhos animados fascinam as pessoas desde que foram lançados nos anos 30. Na época, quem quisesse assistir às Silly Symphonies, da Disney, ou às Merrie Melodies, da Warner, teria que ir para um cinema, comprar ingressos e curti-los em uma clássica matinê. No Brasil, por exemplo, era bastante comum que os cinemas de rua exibissem uma sessão só com desenhos do Tom & Jerry nas manhãs dos finais de semana. Era sucesso entre a criançada e, convenhamos, os conteúdos eram tão criativos e bem feitos, que os pais também davam bastante risada. Quando a televisão se popularizou, alguns cinemas conseguiram manter as sessões até os anos 1980, mas a concorrência ficou desleal, já que as animações agora eram transmitidas gratuitamente pelas emissoras.
Com o passar do tempo, as tecnologias de animação foram crescendo e os filmes da Disney já mostravam que o cinema era uma forma de lucrar ainda mais com personagens animados. Sem ter que gastar horrores com atores, os estúdios passaram a investir no gênero e foram achando seu caminho. Em 1988,Uma Cilada Para Roger Rabbit resgatou um conceito interessante, que fora usado nas animações soviéticas dos anos 40, e tinha ficado famoso em filmes da Disney, como Você Já Foi à Bahia? e Mary Poppins, que era mesclar a animação com o live-action. Produzido por Steven Spielberg e dirigido por Robert Zemeckis, o filme trazia um clima noir para a Hollywood dos anos 40, aonde um detetive humano deveria encontrar Roger Rabbit, um coelho em desenho animado que vinha sendo acusado de homicídio. À procura de Roger Rabbit, o detetive passa por diversos astros de animações famosos, como a Betty Boop, o Patolino, o Mickey, o Pernalonga e por aí vai. Cheio de piadas adultas, o longa conseguiu contar uma boa história sem perder a inocência das animações. O resultado foi um sucesso de crítica e bilheteria.
A única vez que os dois maiores ícones das animações interagiram foi nesta cena histórica de ‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’.
Esse sucesso permearia a mente de Spielberg, que, anos mais tarde, voltaria a se envolver em um projeto baseado em desenhos animados clássicos. Após trabalhar com John Goodman, o diretor maturou a ideia de um filme dos Flintstonesque deveria ser estrelado pelo ator. Assim, aAmblin (produtora de Steven Spielberg) investiu na ideia. O problema é que os envolvidos no filme não entenderam muito bem o que tinham em mãos. Dessa forma foi difícil encontrar uma história para contar em tela. Por conta disso, o roteiro passou por muita gente e acabou trabalhando uma trama bastante adulta, cheia de piadas sacanas e envolvendo temas como traição e corrupção. O retorno financeiro foi excelente, já que o filme custou menos de 50 milhões e arrecadou cerca de US$ 346 milhões. Já as críticas… A verdade é que o filme consegue adaptar elementos bem divertidos da animação. Mas justamente por adaptar um desenho tão querido e inocente como osFlintstones, o projeto acaba constrangendo ao te mostrar personagens até então bobinhos lidando com problemas adultos. Então, dá para dizer que ele sofreu bastante com um certo conservadorismo da crítica, mas também não é absurdo falar que o diretor, Brian Levant, perdeu completamente a linha na abordagem. A prova de que o público não comprou tanto a ideia veio no desempenho da sequência, lançada em 2000, que acabou sendo um fracasso homérico.
Muito dinheiro e problemas com a crítica. ‘Os Flintstones: O Filme” é quase uma paródia adulta da animação dos anos 60.
Essa virada do final dos anos 90 para o começo dos anos 2000 deveria marcar a consolidação dos live-actions das animações nos cinemas. Depois dos Flintstones, foram lançados alguns outros longas animados que foram verdadeiros sucessos de bilheteria e se tornaram fenômenos, marcando uma geração de crianças e adolescentes, mas que realmente sofreram nas mãos do conservadorismo da crítica da época. Todos eles abraçavam a essência dos personagens, mas ousavam ao não adaptar piamente os cartoons. O resultado foram projetos incríveis sendo abandonados. Vamos falar mais deles lá pra baixo. Aguarde. O ponto é que as críticas incomodaram e os estúdios adotaram o conservadorismo, a ideia de que live-actions que adaptavam animações precisava ser bobos e infantis, se distanciando completamente do ultraje dos Flintstones e da ‘maldade’ adolescente de Scooby-Doo: O Filme. O filho desse pensamento conservador foram os dois filmes do Garfield.
A franquia foi satirizada duas vezes pelo protagonista, Bill Murray, durante a franquia Zumbilândia.
Com dois longas indefensáveis, a franquiaGarfield trouxe um elenco humano completamente insosso, com uma trama sem brilho e um protagonista que deveria ser sarcástico, mas acabou ficando insuportável, chega a ser uma surpresa que tenham insistido nesses filmes. Os pais levavam as crianças para verem um personagem marcante de suas infâncias e terminavam com uma competição para ver quem ficou mais de saco cheio. Depois de Garfield, os estúdios ficaram com um pé atrás na hora de dar sinais verdes para projetos envolvendo animações em carne e osso. O último suspiro do subgênero veio entre 2008 e 2009, com as duas últimas adaptações de grande investimento.
Prejudicado pela própria ambição, o filme do Speed Racer lucrou muito com merchandising, mas sofreu nas bilheterias.
A primeira foi Speed Racer, dirigido pelas Irmãs Wachowski, o longa é realmente interessante e destoante da animação original. E isso incomodou os fãs, que queriam algo mais próximo do desenho. Trazendo um visual recheado de neons e cores saturadas, o filme adota uma ótima infantil sobre o mundo das corridas, abordando a paixão pelo esporte, a noção simplista da corrupção e as relações familiares sob uma perspectiva bastante inocente. E isso é fantástico, porque, ao mesmo tempo em que vemos elementos clássicos ganhando vida – como os exóticos carros de corrida -, contemplamos uma abordagem diferenciada, quase nostálgica de quando os dias eram mais simples. O problema é que o investimento foi muito alto e a bilheteria sequer conseguiu que a produção se pagasse. Fora isso, o CGI da época não ajudou e algumas cenas ficaram absurdamente artificiais, dando aquela sensação de trabalho inacabado. Considero esse filme injustiçado, porque a crítica detonou principalmente os efeitos especiais cansativos. Outro ponto mal visto pela crítica internacional foi que o filme – sobre um piloto de corridas – tinha muita cena de corrida. E o elenco era fantástico, trazendo nomes como John Goodman, Susan Sarandon e Roger Allam.
Apesar de muito fofa, a dupla de ursos não conseguiu conquistar público e crítica.
O lançamento do ano seguinte foi a gota d’água. Apostando no sucesso de um dos personagens mais carismáticos dos EUA, a Warner investiu pesado no live-action de Zé Colmeia. Tudo nesse filme é errado. Seguindo a mesma linha de Garfield, que era inocente e trazia Bill Murray para fazer a voz do gatinho, Zé Colmeia trouxe Dan Aykroyd para dar voz ao personagem título e Justin Timberlake para o papel do Catatau. São nomes que levam público aos cinemas, principalmente se o estúdio apostasse na identificação do desenho e de Dan com as crianças dos anos 80. O ponto dessa estratégia é que filmes infantis costumam chegar aos cinemas do mundo com mais cópias dubladas do que legendadas, já que o público alvo muitas vezes sequer sabe ler. Então, o peso desses atores é completamente descartado, considerando que eles não aparecem fisicamente. Assim, o nome mais famoso a ser visto em tela foi Anna Faris, que fazia sucesso na franquia adolescente Todo Mundo Em Pânico, mas que não tinha nada a ver com esse longa. Sem ter o chamariz principal a nível mundial e indo pelo conservadorismo da trama estritamente infantil, o filme foi um verdadeiro sonífero. Diferentemente de Speed Racer, esse aqui conseguiu se pagar e ter um lucro considerável. Nada que justificasse uma sequência ou um derivado.
‘Pica-Pau’ é um clássico exemplo de como não se fazer um filme.
Depois de Zé Colmeia, o maior destaque foi o filme do Pica-Pau. Produzido pela Universal, o live-action do passarinho endiabrado foi completamente pensado para agradar o público brasileiro. Lançado sob forte campanha publicitária no Brasil e trazendo a brasileira Thaila Ayalano elenco, a aventura sequer foi lançada nos cinemas americanos. A ideia era surfar no enorme número de fãs que o passarinho tem aqui. Para evitar riscos de prejuízo, o filme contou com uma verba de apenas US$ 10 milhões, lucrando o dobro com bilheteria. Mas não se engane, nada se salva aqui. O filme é uma completa ofensa ao personagem, que é famoso por ser carismaticamente maldoso. Eles pegam o Pica-Pau e o transformam em um coadjuvante de luxo. O problema é que o elenco principal não tem o mínimo de carisma e a história realmente não é interessante, além de não ter a mínima graça. O visual ficou até legal, mas não compensa o fracasso retumbante que é esse longa.
Então é isso, não tem como adaptar um desenho para os cinemas?
Muito pelo contrário!
A primeira aventura dos Looney Tunes nos cinemas se tornou a maior bilheteria que um filme sobre basquetebol já conseguiu na história.
No final dos anos 1990 e comecinho dos anos 2000, tivemos quatros exemplares de como realizar essas adaptações. O primeiro é provavelmente o filme que mais é lembrado pela mistura de animação com live-action depois de Uma Cilada Para Roger Rabbit. Space Jam: O Jogo do Século chega aos cinemas trazendo o melhor que os Looney Tunes tinham a oferecer: muita criatividade e humor non-sense. A turma do Pernalonga é fantástica porque permite que a equipe criativa trate as situações mais absurdas de forma natural, já que 70% do filme é ambientado em um cenário animado em 2D e 3D. Dessa forma, o astro humano, o lendário Michael Jordan, que estava no auge de sua popularidade, pode ser tratado como um humano no mundo animado. Completamente diferente das outras tentativas, que traziam os desenhos para o mundo real. Dessa forma, o absurdo dos Looney Tunes pôde ser utilizado de forma divertida e em sua totalidade. Quando se abraça as regras dos desenhos animados, um mundo de possibilidades se abre.
Uma verdadeira viagem pela loucura dos Looney Tunes e pelos estúdios Warner.
Vários anos depois de Space Jam: O Jogo do Século, os Looney Tunes voltaram para as telonas. Dirigido por Joe Dante, Looney Tunes: De Volta à Ação é uma sátira dos filmes de espionagem que, divergindo de Space Jam, traz os desenhos para o mundo real. O interessante é que eles se inspiram bastante em Roger Rabbit. Ou seja, toda a insanidade do mundo animado passa a valer no mundo real, o que rende situações divertidíssimas. Os Looney Tunes são muito versáteis e permitem que a equipe criativa seja… Bem, criativa.
Com um humor adolescente e mantendo a essência dos personagens, ‘Scooby-Doo: O Filme” foi sucesso de bilheteria.
Outro longa que soube mesclar o original com a inovação foram os dois filmes do Scooby-Doo. Roteirizados por James Gunn e dirigidos por Raja Gosnell, os longas mantém a essência da trupe jovem, mas os coloca no século XXI, como jovens modernos e com comportamentos mais condizentes com adolescentes. O resultado é um primeiro filme que flerta com o terror, trazendo vários elementos macabros dentro de um parque de diversões, insere muitas piadas adultas na dose certa para entreter os pais, mas sem deixar na cara dos pequenos certos temas que eles só viriam a entender anos mais tarde. O primeiro filme tem um roteiro muito sagaz e conquistou o público, rendendo uma sequência.
A sequência volta com o humor ousado, mas presta uma grande homenagem aos desenhos clássicos.
A dupla criativa voltou para realizar a sequência, que foi um pouquinho mais conservadora que a anterior, mas sem perder o charme do humor adolescente. A diferença é que dessa vez o longa trouxe ainda mais elementos da animação clássica, resultando numa grande homenagem ao desenho dos anos 60. Um ponto muito importante para o sucesso dessa franquia, que também sofreu com algumas críticas conservadoras, foi realmente dar relevância e carisma para o elenco humano. Diferentemente de Garfield, Zé Colmeia, Pica-Pau e vários outros, os filmes do Scooby-Doo valorizam a parte de carne e osso, deixando muito mais interessante e divertido. Não depender exclusivamente do personagem título é um mérito enorme dessa franquia.
O anacronismo de ter personagens dos anos 60 jogando Guitar Hero é divertido demais.
Outro exemplo mais recente é o primeiro filme dos Smurfs, também dirigido por Raja Gasnell. Ele soube como trazer os pequetuchos azuis para o mundo real. A sensibilidade do diretor em utilizar uma visão anacrônica cai muito bem aqui, fazendo com que o filme se desenrole de uma maneira fofa, divertida e com piadas que não são nem adultas nem bobinhas. Ou seja, uma trabalho incrível de adaptação. O elenco humano, encabeçado por Neil Patrick Harris, também é divertido e carismático, proporcionando o casamento perfeito.
Enquanto os estúdios não entenderem muito bem as franquias que têm nas mãos e não permitirem que seus roteiristas e diretores possam se desprender do conservadorismo, as chances de um retorno tanto de crítica quanto de bilheteria são bem maiores. Vamos aguardar para ver como será.
Confira uma lista com 10 filmes que foram cancelados antes de chegar aos cinemas e saiba como acessar conteúdo restrito na sua região.
Produzir um filme não é nada fácil – e chegar nas telas dos cinemas é ainda mais difícil. Muitos filmes não conseguem essa proeza e nós separamos uma lista com 10 produções que tiveram suas estreias canceladas.
1. Batgirl
Nossa lista não poderia começar com outro filme. Batgirl é um dos cancelamentos mais polêmicos: a Warner Bros anunciou o cancelamento do filme depois de um investimento de mais de US$ 90 milhões de dólares na produção.
Os motivos foram financeiros, segundo a própria Warner. Com o objetivo de reduzir custos, o estúdio tem como meta reduzir US$ 3 bilhões em gastos, o que inclui não só a interrupção da produção de Batgirl como também o cancelamento de várias séries que seriam publicadas em plataformas como HBO Max.
2. Superman Lives
A produção que contaria com Tim Burton pretendia trazer Nicolas Cage como o Superman começou na década de 1990, mas foi descontinuada. A inspiração para o filme baseado no universo da HQ The Death of Superman.
No fim das contas, a Warner Bros não quis arriscar investir em uma produção do tipo depois de sofrer algumas péssimas perdas financeiras e recepções negativas de filmes como Batman & Robin (Batman e Robin), The Postman (O Mensageiro), Fire Down Below (Ameaça Subterrânea), One Eight Seven (O Código) e Steel (Steel – O Homem de Aço).
3. My Best Friend’s Birthday
Quentin Tarantino é um dos diretores mais aclamados da sétima arte. Mas até ele já enfrentou o drama de ter um filme cancelado sem a mínima chance de entrar nos cinemas e ser apreciado pelo público.
My Best Friend’s Birthday seria um filme com elementos de comédia (provavelmente no estilo ácido típico de Tarantino). Diferente de outros filmes, a razão foi mais acidental do que financeira: um incêndio destruiu a maioria dos rolos de filmagem e a produção foi descontinuada.
Na verdade, uma versão reduzida (um curta de 36 minutos) sobreviveu e foi exibida em vários festivais da época, mas o longa metragem nunca foi produzido.
4. The Fantastic Four
The Fantastic Four começou a ser produzido nos anos 1990 pelo diretor Oley Sassone, uma obra considerada de baixo orçamento e tinha como base o universo de HQ’s da Marvel Comics.
O enredo do filme mostra a origem dos integrantes do Quarteto Fantástico. O filme até foi concluído, mas não chegou aos cinemas – dá até para encontrar versões “alternativas” circulando na internet para deleite dos fãs do quarteto de heróis mais famoso das HQ’s.
5. Gods Behaving Badly
O filme de comédia Gods Behaving Badly também não conseguiu chegar até os cinemas. Com a produção iniciada em 2011 e conclusão em 2013, o filme até foi apresentado no Rome Film Festival (Festival de Cinema de Roma), em 2013.
A produção de Marc Turtletaub contava a história de deuses gregos que viviam como “pessoas normais” na cidade de Nova Iorque.
6. Gore
A Netflix é bem famosa por cancelar suas produções, sejam filmes ou séries. E Gore não escapou dessa sina: o filme seria transmitido para a plataforma de streaming, mas a Netflix cortou vínculos com Kevin Spacey (por acusações de assédio sexual contra ele) e a produção não foi levada adiante.
O enredo contaria a estória do escritor estadunidense Gore Vidal, um filme biográfico que contaria com a participação de Spacey. A produção até foi concluída e custou à Netflix aproximadamente US$ 39 milhões de dólares – um investimento sem retorno nenhum.
7. 10 Things I Hate About Life
Com um roteiro de dois jovens que se apaixonam um pelo outro enquanto estão prestes a cometer suicídio, as filmagens de 10 Things I Hate About Life começaram em 2012, mas foram interrompidas dois meses depois por conta de mudanças na produtora e também por conta da gravidez de Evan Rachel Wood (que interpretaria uma das protagonistas).
Eles até chegaram a marcar um retorno para as gravações, programado para 2013, mas as gravações continuaram a ser adiadas indefinidamente até que o projeto foi engavetado. Para completar o desastre, Evan Rachel Wood abandonou o filme – o que gerou um processo contra ela, por quebra de contrato.
8. Who Killed Bambi?
Inspirado na vida dos integrantes da renomada banda britânica de punk rock The Sex Pistols, Who Killed Bambi? estava programado para ser lançado em 1978, com roteiro de Roger Ebert e Malcolm McLaren, o então gerente dos Sex Pistols.
Há muitas teorias para os motivos do cancelamento do filme que, no auge do punk rock e com base em uma das bandas mais famosas da época, dificilmente teria sido um fracasso. Uma das teorias é de que Grace Kelly, na época um importante acionista da Fox, teria interrompido as gravações, mas outra versão é a da falta de recursos para a produção do longa.
9. Napoleon
Depois do sucesso de 2001: A Space Odyssey, Stanley Kubrick planejava um filme biográfico sobre o mítico Napoleão Bonaparte. Stanley até procurou apoio do British Film Institute, mas Napoleon foi cancelado por questões de custos de locações para filmagens.
Outro fator foi para a interrupção do filme foi o fracasso comercial do filme Waterloo (igualmente inspirado em Napoleão), dirigido por Sergei Bondarchuk, o que deu um alerta vermelho para a produção de Stanley Kubrick e, pelos cálculos, desistir da gravação foi a decisão lógica na época.
10. The Day The Clown Cried
Nossa lista termina com The Day The Clown Cried, um filme que foi abandonado por muitas controvérsias em torno das filmagens. O elenco contaria com Jerry Lewis (que também trabalharia como diretor), um dos grandes nomes da comédia.
O filme contaria a jornada de Helmut Doork, um palhaço alemão preso no campo de concentração de Auschwitz que teria o trabalho de enganar as crianças judias para levá-las às câmaras de gás.
A razão do cancelamento do filme foi o tema sensível do mesmo – mas, ao que tudo indica, seria uma forma crítica e outra perspectiva de lidar com um passado obscuro que vitimou inúmeras vidas.
A arte de fazer rir é algo mágico e assim centenas de comediantes alcançam sucesso, trazendo para o público um pouco de leveza na nossa caminhada, tirando aquele sorriso no nosso rosto mesmo nos dias difíceis. Mas e quando comediantes são desafiados a interpretar o antagonista de uma história? Alguns artistas conhecidos pelo seu lado comediante toparam esse desafio. Abaixo, segue uma lista com alguns desses:
Um dos filmes natalinos mais conhecidos dos últimos anos, O Grinch, baseado em um livro de Dr. Seuss lá da década de 50, nos apresenta um rabugento protagonista que resolve sempre acabar com o natal de uma cidade. Até que um dia a amizade chega na sua vida.
Lançado quase 10 anos atrás no cinema, se tornando logo um grande sucesso, Uma Aventura Legoé uma animação que conta a história de Emmet que é confundido com uma figura importante no mundo Lego embarcando em uma aventura com outros amigos. Will Ferrell dubla o personagem Lord Business, o vilão da história. Ele ainda deve ser o vilão numa outra produção, no ainda misterioso novo filme Barbie.
Um dos mais aguardados projeto nacionais para 2023 é sem dúvidas o drama familiar Os Outros. O seriado é ambientado em um condomínio de classe média. Duas famílias que saíram do subúrbio em busca de uma vida melhor pra seus filhos. Aos poucos, tudo vai dando errado, a partir da briga numa quadra de futebol, de dois adolescentes. O elenco é maravilhoso, como nomes de peso: Adriana Esteves, Maeve Jenkins, Tomás Aquino, Drica Moraes, Milhem Cortaz, entre outros. Eduardo Sterblitch interpreta um ex-policial que também é um dos moradores do condomínio.
Dirigido pelo ótimo cineasta britânico Christopher Nolan, lançado cerca de 20 anos atrás, esse suspense protagonizado por Al Pacino, Hilary SwankeRobin Williams conta a história de um detetive que durante uma investigação de um assassinato acaba se envolvendo em uma situação onde começa a ser chantageado por um dos suspeitos do crime.
Mike Myers – Austin Powers – Um Agente Nada Discreto
Lançado no final da década de 90, Austin Powers – Um Agente Nada Discreto é o primeiro filme de uma trilogia protagonizada por Mike Myers onde conhecemos Austin Powers, um ex-espião que é descongelado e precisará agora enfrentar um terrível vilão (também interpretado por Myers).
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