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‘Planeta dos Macacos: O Reino’ ganha data de estreia no Brasil

Kingdom of the Planet of the Apes‘, ou ‘PLANETA DOS MACACOS: O REINO‘, ganhou data de estreia e sinopse.

O filme chega aos cinemas nacionais dia 23 de Maio de 2024.

A trama de ‘PLANETA DOS MACACOS: O REINO‘ é ambientada vários anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos: A Guerra‘, e as sociedades primatas cresceram desde que César trouxe seu povo a um oásis, enquanto os humanos foram reduzidos a uma existência selvagem. Alguns grupos nunca ouviram falar de César, enquanto outros distorceram seus ensinamentos para construir impérios florescentes. Neste cenário, um líder primata começa a escravizar outros grupos para encontrar tecnologia humana, enquanto outro macaco, que viu seu clã ser levado, embarca em uma jornada para encontrar a liberdade. Em meio a tudo isso, uma jovem humana se torna a chave para a busca da liberdade, embora ela tenha seus próprios interesses.

O ator Andy Serkis, conhecido por ter interpretado Caesar na recente trilogia ‘Planeta dos Macacos‘, disse que o novo filme irá “impressionar as pessoas”.

O novo filme é dirigido por Wes Ball (‘Maze Runner’) e, mesmo que Serkis não esteja no elenco do novo filme, o ator antecipou que já sabe alguns detalhes da produção e que está excelente.

“Acho que [o diretor] Wes Ball fará um trabalho incrível com este filme”, confirmou Serkis ao CinemaBlend. “Acho que, pelo que ouvi e vi, há artes conceituais incríveis. E onde eles escolheram pousar a história e decolar com a próxima iteração, acho que vai impressionar as pessoas.” 

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

Confira a primeira imagem oficial:

O filme original de 1968 é baseado em um romance do escritor francês Pierre Boulle e estrelado por Charlton Heston, que vive um astronauta que pousa em um planeta e descobre uma civilização avançada de macacos governando humanos primitivos.

Na reviravolta final, ele descobre que ainda está na Terra, que sofreu uma guerra nuclear apocalíptica.

O filme foi um sucesso comercial e crítico após seu lançamento e gerou inúmeras sequências e uma série de TV ao longo da década de 1970.

Em 2011, surgiu a trilogia iniciada com ‘Planeta dos Macacos: A Origem‘, que narra como os primatas assumiram o controle sob o comando de César, interpretado por Andy Serkis através da tecnologia de captura de movimento.

O filme não foi apenas um sucesso retumbante de bilheteria, mas também recebeu algumas das melhores críticas da história da franquia, levando a um novo conjunto de filmes que terminou com ‘Planeta dos Macacos: A Guerra’ (2017).

Comandada por Rupert Wyatt e Matt Reeves, a trilogia rendeu mais de 1,6 bilhão de dólares.

10 BLOCKBUSTERS que merecem um lugar na sua estante

Ao longo da história do cinema, tiveram filmes que foram fenômenos de bilheteria, que muitas vezes influenciaram a cultura pop. Também conhecidos como blockbusters, essas produções (algumas delas caríssimas) integram seu leque com longas-metragens de grande popularidade e com enorme quantias de lucro para os estúdios. Como são muitos filmes que se encaixam nesse recorte, separamos abaixo uma lista, mesclando clássicos com produções recentes, com 10 blockbusters que merecem um lugar na sua estante:

 

Coringa

Na trama, ambientada na década de 80 na famosa Gotham City, conhecemos o jovem Arthur (Joaquin Phoenix), um trabalhador norte-americano que entre alguns bicos faz parte de uma empresa que seleciona palhaços para campanhas publicitárias de ruas e eventos pela cidade. Ele mora com sua mãe debilitada em um apartamento em uma zona violenta de Gotham e passa seus dias entre suas escritas para futuros stand up comedies e assistindo a um famoso programa de televisão (Talk Show) apresentado por Murray Franklin (Robert de Niro). Após ser ridicularizado, uma série de acontecimentos acabam despertando nele uma fúria incontrolável e ele começa sua trajetória de loucura transformando caoticamente para sempre sua cidade.

 

Jurassic Park – Parque dos Dinossauros

Lançado nos cinemas brasileiros no ano de 1993, a mega produção (que marcaria para sempre seu nome na indústria cinematográfica mundial) Jurassic Park – Parque dos Dinossauros nos mostra a história de um grupo de pessoas que é levada até uma ilha onde dinossauros foram recriados a partir de DNA mas um problema na segurança do local leva a todos em uma luta pela sobrevivência contra feras indomáveis.

 

Elvis

Na trama, cheia de recortes de notícias, muito por conta do circo midiático que tinha em cima de sua vida profissional e pessoal, acompanhamos as primeiras referências musicais em Memphis de um jovem que seria uma estrela, um ícone, da música mundial, Elvis Presley (Austin Butler). O encontro com Tom Parker (Tom Hanks, em desempenho também brilhante) indicaria uma relação conflituosa de muitos anos, onde inúmeros sucessos foram criados, shows inesquecíveis foram realizados e calorosos conflitos foram vistos. Em meio ao sucesso, dramas começam a contornar a carreira da estrela mundial, que viveu várias fases e pressões para mudar seu jeito de ser em um mundo repleto de preconceitos, segregação racial, onde Elvis se tornaria uma importante voz além da música.

 

O Rei Leão

Uma das mais aclamadas animações da Disney, O Rei Leão teve uma bilheteria mundial quase na casa do bilhão. No filme acompanhamos o carismático leão Simba que após uma tragédia na sua família precisa lutar pelo seu reino de volta numa briga com o seu venenoso tio.

 

Rogue One: Uma História Star Wars

Na trama, voltamos no tempo na cronologia da série, já que Rogue One – Uma História Star Wars é ambientado antes dos eventos de Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança (1977), primeiro filme lançado nos cinemas. Assim conhecemos a jovem Jyn Erso (Felicity Jones), uma sobrevivente que busca objetivos para sua vida após ser separada do seu pai, o cientista Galen Erso (Mads Mikkelsen) na infância. Quando seu pai envia uma mensagem via um piloto que se rebelou contra o exército do temido Darth Vader, Jyn encontra um grupo de rebeldes e juntos partem para uma missão praticamente suicida.

 

A Chegada

O filme conta a história de uma renomada especialista em linguística, a Dr. Louise Banks (Amy Adams) que é convocado pelo exército norte americano a fazer parte de uma operação especial quando alguns objetos enormes desembarcam na Terra, trazendo caos e insegurança ao planeta. Juntamente com o físico teórico Ian Donnelly (Jeremy Renner), Louise tentará a todo custo se comunicar com os alienígenas usando regras básicas de alfabetização. Lutando contra o tempo, pois os militares de todo o mundo só pensam em atacar os objetos voadores, Louise tentará provar que talvez eles não estejam ali para destruir a humanidade.

 

ET – O Extraterrestre

Um dos maiores e mais conhecidos clássicos do cinema, que marcou e marca até hoje gerações e gerações de cinéfilos, ET – O Extraterrestre nos mostra a história de amizade de um grupo de jovens com um extraterrestre, buscando ajudá-lo a retornar pra casa.

 

Perdido em Marte

A solidão é a sorte de todos os espíritos excepcionais. Baseado na obra de Andy Weir, o longa-metragem estimado em mais de 100 Milhões de Dólares, é uma aventura com toques de suspense e drama que promete agradar demais os cinéfilos de plantão. Mexendo com várias variáveis emocionais, praticamente um raio-x do protagonista é instaurado, o filme cresce exatamente nos raciocínios das argumentação para as tomadas de decisões de sobrevivência. Uma pequena obra-prima cinematográfica dessa lenda do cinema chamada Ridley Scott.

 

Avatar

Uma das maiores bilheterias da história do cinema, lançada em 2009 nos cinemas de todo o planeta, Avatar é um épico de ficção científica que nos mostra a chegada de um jovem combatente, que perdeu os movimentos na Terra, até um lugar chamado Pandora, onde vira um ser híbrido e aos poucos começa a entender melhor para onde foi. A continuação, Avatar: O Caminho da Água já está em cartaz nos cinemas e fazendo enorme sucesso!

 

007 – Operação Skyfall

Na trama, acompanhamos logo no início uma missão que não dá certo e onde ‘M’ precisa tomar uma decisão que influencia sua lealdade perante à Bond. Mas quando um passado escondido da chefe da agência vem à tona, o agente 007 precisa se entender com ‘M’ e combater um vilão excêntrico, especialista em computação. Com várias cenas marcantes, tobogãs em escada rolante e uma trilha muito boa assinada pelo craque Thomas Newman, 007 – Skyfall tem um dos desfechos mais marcantes da história do agente secreto inglês.

 

Dica do Fim de Semana | 10 filmes e séries sci-fi para conferir no Star+

O gênero sci-fi sempre conquistou o público, fosse misturado com ação, fosse misturado com drama ou terror. Afinal, as evoluções tecnológicas e a corrida pela conquista do espaço influenciam consideravelmente os realizadores audiovisuais – em boa parte, nos conquistando por histórias comoventes e de tirar o fôlego.

E, ainda que o final de semana esteja prestes a acabar, nunca é tarde para conferir uma ou duas produções espalhadas pelos streamings. E, pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando dez produções de ficção científica disponíveis no Star+ – uma das plataformas que mais vem crescendo nos últimos anos.

Veja abaixo as nossas escolhas:

FRANQUIA ALIEN

Sigourney Weaver teve seu grande papel de destaque em Alien – O Oitavo Passageiro’ como a bad-ass Ellen Ripley, uma oficial da espaçonave Nostromo que enfrenta uma força extraterrestre mortal que caça um a um. A personagem retornou para mais três filmes antes de dar espaço para Noomi Rapace e Katherine Waterston em duas derivações que tentaram reviver as horripilantes histórias (e explicar a origem da medonha criatura que empresta seu nome ao título do filme).

FRANQUIA DE VOLTA PARA O FUTURO

De Volta para o Futuro é, sem sombra de dúvidas, uma das franquias mais influentes da história do cinema – e continua a estender seu inegável legado até os dias de hoje. Estrelado por Michael J. FoxChristopher Lloyd, a narrativa é centrada no jovem Marty McFly, que é transportado para 1955 quando uma experiência do excêntrico cientista Doc Brown dá errado. Ele viaja pelo tempo em um carro modificado e acaba conhecendo seus pais ainda jovens. O problema é que Marty pode deixar de existir porque ele interferiu na rotina dos pais, que correm o risco de não se apaixonar mais. Para complicar ainda mais a situação, Marty precisa voltar para casa a tempo de salvar o cientista.

DEVS

Ambientada em um cenário tecnológico avant-garde, a minissérie de oito episódios de uma hora cada fala sobre os alcances da tecnologia por meio da história de uma jovem engenheira de software chamada Lily Chan (Sonoya Mizuno), que trabalha para Amaya, uma reconhecida empresa de tecnologia da computação quântica com sede no Vale do Silício, o centro tecnológico da Califórnia.

LOST

Goste ou não, Lost marcou uma geração e é considerada uma das melhores séries do século. Criada por J.J. Abrams, a série se estendeu por 118 episódios e 6 temporadas, e narrou um acidente aéreo que deixou diversos sobreviventes presos em uma misteriosa ilha. A princípio, eles acreditavam estar tudo bem dentro do possível – mas segredos obscuros começam a vir à tona e levam os personagens a compreender que algo muito maior se esconde na densa floresta.

O PREÇO DO AMANHÃ

Ainda que suas ideias não tenham sido executadas com perfeição, o escopo de ‘O Preço do Amanhã’ nos chama a atenção pela originalidade e pela química de Justin TimberlakeAmanda Seyfried. Na trama, após ser acusado de assassinato, um homem deve descobrir como derrubar um sistema onde tempo é dinheiro e que permite que os ricos vivam para sempre, enquanto os pobres devem implorar por cada minuto de suas vidas.

PALM SPRINGS

Em Palm Springs, quando o despreocupado Nyles e a relutante dama de honra Sarah têm uma chance de se encontrarem num casamento em Palm Springs, as coisas ficam complicadas na manhã seguinte quando percebem que não conseguirão escapar do local, de si mesmos ou do outro. A produção marcou a estreia diretorial de Max Barbakow e se tornou um sucesso tanto de crítica quanto de público.

PERDIDO EM MARTE

Vencedor de dois Globos de Ouro e indicado a sete categorias do Oscar, Perdido em Marte é uma das grandes obras de Ridley Scott. No longa, Matt Damon interpreta o astronauta Mark Watney que, durante uma missão a Marte, é dado como morto após uma feroz tempestade e é deixado para trás por sua tripulação. Mas Watney sobrevive e encontra-se sem recursos e sozinho no planeta hostil. Apenas com suprimentos escassos, Watney deve contar com a sua criatividade, engenho e espírito para subsistir e encontrar uma maneira de sinalizar à Terra que está vivo.

RESIDENT ALIEN

Criada por Chris Sheridan e baseada nos quadrinhos homônimos da Dark Horse, a série acompanha Harry, um extraterrestre que pousa no planeta Terra e tenta se passar como um médico humano. Com a missão secreta de matar todos os humanos, Harry começa a viver uma vida simples – mas as coisas ficam difíceis quando ele é encarregado de ajudar a resolver um assassinato local e ele percebe que precisa entender esse novo mundo.

SOLAR OPPOSITES

Justin Roiland causou grande impacto no cenário televisivo ao comandar a aclamada animação adulta ‘Rick e Morty’ (que está disponível na HBO Max) e, pouco depois, foi chamado para trabalhar com o Hulu em Solar Opposites – que também encontrou sucesso muito similar. A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

THE ORVILLE

Criada e estrelada por Seth MacFarlane (‘Family Guy‘), a série é ambientada 400 anos no futuro seguindo as aventuras da U.S.S. Orville, uma nave exploradora tripulada por humanos e aliens, que juntos enfrentarão as maravilhas e perigos do universo. Em pouco tempo, o teor descontraído e muito bem arquitetado da produção angariou uma legião de fãs e é sempre uma ótima pedida para passar o tempo.

‘Elementos’: Novo filme da Pixar abre com 57% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira avaliações

A nova animação da Pixar, intitulada ‘Elementos‘, foi exibida exclusivamente em Cannes, e as primeiras críticas já estão saindo.

No site Rotten Tomatoes, o longa estreou com 57% de aprovação da crítica especializada. Alguns pontuam que o filme possui uma estética muito bonita, mas a história é confusa e certamente não será um novo filme “queridinho” dos fãs da Pixar.

Confira algumas avaliações:

“Apesar de todos os encantos de ‘Elementos’, este filme sem sentido simplesmente não supera as expectativas.”London Evening Standard

“Um conto defeituoso, mas de grande coração, de amor proibido.”Times

“Embora seja improvável que apareça nas listas favoritas da Pixar de muitas pessoas, Elemental traz consigo o rangido satisfatório de um navio sendo endireitado.”Daily Telegraph

“Todos os elementos se encaixam perfeitamente no lugar – tanto que as chamas criativas são apagadas e ficamos sem nos impressionar.”The Hollywood Reporter.

“Eu acho que há mais ideias por segundo de exibição em ‘Elementos’ do que qualquer outro filme da Pixar até hoje. Então, por que essa rom-com que atiça a imaginação e atrai opostos parece uma falha de ignição?” Variety

“Uma metáfora de imigrante pesada e confusa, pontuada por um romance genuinamente comovente. Frequentemente se perde na toca do coelho com seus próprios detalhes conceituais, mas produz imagens impressionantes que fará você refletir”IndieWare

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 22 de junho.

Dirigida por Peter Sohn (‘O Bom Dinossauro’), a trama é ambientada na Cidade Elementar, onde conhecemos a elemental de fogo Ember Lumen (Leah Lewis) e o elemental de água chamado Wade Ripple (Mamoudou Athie).

A longo da história, acompanhamos a dramática atração que Ember e Wade sentem um pelo outro enquanto tentam descobrir o que têm em comum, mesmo sendo tão diferentes e aparentemente incompatíveis.

 

‘Velozes e Furiosos 10’ ultrapassa US$ 500 MILHÕES nas bilheterias globais

De acordo com informações do The Wrap, o filme ‘Velozes e Furiosos 10‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 500 milhões em bilheteria ao redor do mundo.

Apesar do sucesso nas bilheterias internacionais, o filme enfrentou uma queda significativa em sua receita nos Estados Unidos, registrando uma diminuição de 66% em relação ao fim de semana de estreia e arrecadando apenas US$ 28 milhões no segundo fim de semana, que incluiu o feriado do Memorial Day.

Embora ‘Velozes e Furiosos 10‘ tenha demonstrado força em mercados internacionais, a queda na arrecadação nos Estados Unidos é um ponto de preocupação.

O The Wrap destaca que as perspectivas de lucro para a Universal Pictures, produtora do filme, estão cada vez mais incertas. Isso se deve em parte ao alto custo de produção da obra, estimado em impressionantes US$ 340 milhões.

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou o astro Jason Momoa, que interpreta o vilão brasileiro Dante na sequência.

Questionado sobre sua inspiração para compor o personagem brasileiro, Momoa revelou que foi… um colar.

“Eu estive no Brasil. Me diverti muito no Brasil. Pessoas maravilhosas. A coisa em que me baseei pra criar o personagem é muito estranha. Eu nunca tinha feito isso antes, mas baseei ele em cores. Eu o baseei em um colar que meu amigo fez. Ele era todo colorido e achei ele tão lindo. Eu não sou de usar muitas cores. Eu construí esse personagem ao redor dessas cores. Elas pareciam calorosas e convidativas, mas quando você chega perto dele, ele simplesmente é mau. E ele já tinha dominado você. Eu não queria que ele usasse armas. Eu queria usar facas para que ele chegasse bem perto. Ele é muito sádico e sente prazer em machucar as pessoas e leva isso longe demais. Mas ele era muito convidativo e caloroso. Então foi aí que eu comecei. O filme entrega tudo aquilo que os fãs querem e um pouco mais.”, ele afirmou.

Assista:

Velozes & Furiosos 10, o mais novo filme da Saga Velozes & Furiosos, é o marco dos capítulos finais de uma das franquias globais mais célebres e populares do cinema, que em sua terceira década de ação e aventura continua firme e forte, com o mesmo elenco e os mesmos personagens principais desde o filme inaugural.

Ao longo de muitas missões e contra todas as possibilidades, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família resistiram, contornaram e superaram todos os adversários que cruzaram o seu caminho. Agora, eles enfrentam o mais letal de todos os seus oponentes – um inimigo aterrorizante que emerge das sombras do passado, alimentado por um desejo sanguinário de vingança, e determinado a destruir, para sempre, a família Toretto – tudo e todos a quem Dom ama.

Em Velozes & Furiosos 5: Operação Rio, de 2011, Dom e sua equipe eliminaram o nefasto chefão brasileiro das drogas, Hernan Reyes, e decapitaram seu império em uma ponte no Rio de Janeiro. O que eles não sabiam é que o filho de Reyes, Dante (Jason Momoa, Aquaman), testemunhou tudo, e passou os últimos doze anos elaborando um plano para que Dom, afinal, pague pelo que fez.

A estratégia de Dante é separar a família de Dom – de Los Angeles às catacumbas de Roma, do Brasil a Londres e de Portugal à Antártida. Novos aliados serão cooptados, e antigos inimigos vão voltar à ativa. Mas tudo muda quando Dom descobre que seu próprio filho de oito anos (Leo Abelo Perry, série Black-ish) é o alvo final da vingança de Dante.

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com 57% de aprovação, com 47 reviews publicadas até o momento.

O consenso de quem já conferiu o longa é que há grandes cenas ações, algumas até mesmo absurdas, e que o vilão interpretado por Jason Momoa é um grande destaque.

Lembrando que o filme estreia hoje, 18 de maio, nos cinemas.

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

‘The Witcher’: Atriz afirma que saída de Henry Cavill não afetará a série

Durante uma entrevista no programa A Trip to the Movies with Alex Zane, a atriz Mecia Simson, a intérprete de Francesca Findabair em ‘The Witcher‘, expressou sua opinião sobre a saída de Henry Cavill, que interpreta o personagem Geralt, da popular série.

Cavill estrelou como Geralt nas três primeiras temporadas da série. No entanto, a quarta temporada contará com uma nova face no papel principal, com Liam Hemsworth assumindo o papel de Geralt.

A respeito da saída de Cavill, Simson revelou estar chocada com a notícia, considerando a longa colaboração que tiveram nas temporadas anteriores. No entanto, ela demonstrou otimismo, destacando que acredita que a série ainda terá momentos emocionantes e continuará a ser excelente.

“Fiquei muito chocada quando descobri, porque trabalhamos com ele por três temporadas. É triste, obviamente, porque é o fim de uma era. Mas tudo bem. Acho que coisas empolgantes ainda acontecerão na série. Acho que a série ainda será ótima, e somos gratos por termos trabalhado com ele durante esse tempo”, comentou a atriz.

A Entertainment Weekly revelou imagens exclusivas da 3ª temporada de The Witcher, com destaque para Henry Cavill (Geralt de Rivia) e Anya Chalotra (Yennefer).

Lembrando que a primeira parte do novo ciclo será lançada em 29 de junho. Os episódios restantes, por sua vez, chegam à plataforma de streaming em 27 de julho.

Confira, juntamente com o trailer:

Em uma recente entrevista à EW, a showrunner Lauren S. Hissrich falou sobre os próximos episódios, que serão adaptados do romance ‘Tempo de Desprezo’, e prometeu aos fãs que os próximos episódios serão mais fiéis à saga literária de Andrzej Sapkowski.

“O que é mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais fiel que fizemos no tocante a adaptar os livros”, ela comentou. “Obviamente, não podemos fazer cada página, mas ‘Tempo de Desprezo’ nos deu vários eventos grandes de ação, pontos narrativos, momentos definidores dos personagens e grandes revelações. Há muito que pudemos seguir à risca”.

Anteriormente, Hissrich falou sobre a saída de Cavill e garantiu que a despedida do astro será honrosa devido à sua contribuição até agora.

“Henry se entregou muito para a nossa série e, por isso, queremos honrá-lo adequadamente. E o mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais próxima que fizemos de uma adaptação individual dos livros.”

Ela continuou, destacando a saída do ator.

“A grande virada de Geralt é desistir da neutralidade e fazer tudo o que for necessário para chegar a Ciri. E, para mim, é a despedida mais heróica que poderíamos ter, mesmo que não tenha sido escrita para ser assim… Será uma boa lembrança da última aparição de Cavill como o Bruxo.”

Por fim, ela disse que a troca de atores também vai gerar uma nova abordagem para o personagem:

“Geralt terá uma nova missão em mente quando o encontrarmos na 4ª temporada. Ele será um Geralt um pouco diferente do que esperávamos. E não me refiro à aparência”, brincou ela.

Lembrando que Cavill será substituído por Liam Hemsworth.

Arnold Schwarzenegger comenta sobre aposentadoria de Bruce Willis após diagnóstico de demência

O ator Arnold Schwarzenegger, durante a divulgação de sua mais recente série na Netflix, ‘FUBAR‘, foi questionado sobre seu colega de profissão, Bruce Willis, que infelizmente teve que se aposentar após ser diagnosticado com demência frontotemporal.

Ambos os atores foram grandes estrelas de ação e até compartilharam o mesmo projeto na franquia de filmes ‘Os Mercenários‘. Schwarzenegger teceu elogios a Willis, afirmando o seguinte:

“Eu acho que ele é fantástico. Ele foi, por anos e anos, um gigante, uma grande estrela. E eu penso que ele sempre será lembrado como uma grande, grande estrela. Além disso, ele é um homem gentil. Eu entendo que, devido às circunstâncias de saúde, ele precisou se aposentar. Mas, no geral, você sabe, nós nunca nos aposentamos. Heróis de ação se recarregam.”

A demência é uma condição ou grupo de distúrbios causados ​​pela perda progressiva de células nervosas nos lobos frontal ou temporal do cérebro. Como Willis já vinha tratando a afasia e não obteve melhoras, isso indica uma progressão constante da deterioração futura.

Nas redes sociais, os fãs do astro estão desconsolados sobre a notícia, já que não é apenas uma grande perda para o cinema, mas também uma situação bem triste para qualquer pessoa.

Confira as reações:

‘A Pequena Sereia’: Halle Bailey compartilha imagens INÉDITAS dos bastidores; Confira!

A atriz Halle Bailey, que interpreta a adorável Ariel na versão live-action de ‘A Pequena Sereia‘, divulgou nas redes sociais algumas imagens inéditas dos bastidores do aguardado filme live-action da Disney.

Em sua conta oficial no Instagram, Bailey presenteou os seguidores com vislumbres dos bastidores de seu trabalho no longa, enquanto celebrava o tão esperado lançamento do filme, que ocorreu nesta semana.

A atriz expressou sua empolgação e gratidão pela oportunidade de atuar em um filme tão especial, escrevendo o seguinte em sua legenda:

“Mal posso acreditar que hoje é o dia!! A Pequena Sereia está em todos os cinemas agora. Esta foi a minha primeira vez atuando em um filme como este, e não há palavras para descrever o quão imensamente grata estou por ter vivido essa experiência com um grupo tão bonito de pessoas… Por favor, assistam e curtam com seus entes queridos!!”

Nas bilheterias norte-americanas, ‘A Pequena Sereia’ abriu com mais de US$ 10 milhões nas prévias de quinta à noite, com US$ 850.000 adicionais em exibições especiais de quarta-feira. Com US$ 11 milhões nas noites de pré-estreias, o filme deve arrecadar US$ 100 milhões no primeiro final de semana.

Com o Memorial Day na segunda-feira, espera-se que o filme tenha uma arrecadação de quatro dias entre US$ 120 milhões e US$ 125 milhões.

Vale lembrar que a maior abertura de um filme da Disney lançado no feriado foi com ‘Piratas do Caribe: No Fim do Mundo‘, que arrecadou US$ 153 milhões em seu primeiro final de semana em 2007.

No ano passado, ‘Top Gun: Maverick‘ estreou no mesmo final de semana do feriado Memorial Day, e arrecadou US$ 160,5 milhões em sua abertura.

Aa Pequena Sereia’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) vive o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw é a rainha Athena.

10 Blockbusters Fracassados que Completam 21 Anos e Você Nem Lembrava Mais

Certos filmes nos fazem perceber que serão eternos mesmo em sua data de lançamento, quando nossas perspectivas ainda se encontram muito próximas à afinidade inicial, e longe de qualquer ressonância que tal obra ecoará ou não. Me refiro ao famoso “teste do tempo”. Este fator é o que faz grandes sucessos de determinada época caírem no esquecimento, não sendo mais tão comentados assim pelas gerações mais novas, como Tootsie e A Força do Destino, e outros fracassos de respectivos anos crescerem no status de culto até virarem paixão de cinéfilos no mundo todo, vide Blade Runner – O Caçador de Androides e O Enigma de Outro Mundo. E isso só para citar produções de 40 anos atrás no cinema. É claro que tal fator é aplicável também para filmes de 30, 20 e até 10 anos no passado.

Aqui, nesta nova matéria irei justamente testar a memória dos cinéfilos mais velhos e o conhecimento dos mais jovens, provocando neles e em você a capacidade de recordar de algumas superproduções de 21 anos atrás, que miravam se tornar os novos blockbusters atemporais do cinema, mas que terminaram rapidamente esquecidos e varridos para debaixo do tapete. Alguns podem até ter ressurgido como cult, mas a maioria caiu foi no ostracismo mesmo. Assim, confira abaixo e diga se você consegue lembrar de todos.

O Conde de Monte Cristo

Por incrível que possa parecer hoje em dia, nem tudo o que a Disney toca vira ouro. É o caso com esta superprodução baseada no clássico literário de Alexandre Dumas, que o estúdio havia escolhido para abrir o ano de 2002. A proposta tinha como precedente outra obra do mesmo autor, Os Três Mosqueteiros, que a Disney havia levado aos cinemas na forma de um divertido filme pipoca em 1993. Aqui, através da subsidiária Touchstone Pictures, a aventura de capa e espada tem uma proposta um pouco mais séria e dramática, afinal fala da traição de uma amizade e da missão de vingança do protagonista. Jim Caviezel vive o herói e Guy Pearce é o vilão da vez. Quem dirige é Kevin Reynolds (Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões e Waterworld). O filme não foi um fracasso financeiro, embora também não tenha sido um sucesso. Mas hoje, vinte anos depois, quase não se ouve falar nele. Você lembrava desta versão?

 

A Onda dos Sonhos

A atriz latina durona Michelle Rodriguez começou sua carreira num drama sobre boxe (Boa de Briga, 2000) e seguiu para um filme de ação sobre corridas de carro (Velozes e Furiosos, 2001). Natural que seu filme seguinte fosse outra produção centrada em um esporte: aqui o surfe no Havaí. Produzido pela Universal Pictures, a verdadeira protagonista aqui é a loirinha Kate Bosworth, como parte de um trio de ratinhas de praia (que ainda inclui Rodriguez) surfistas, residentes do Havaí. As três trabalham num hotel para turistas, mas sua verdadeira paixão é pegar ondas, o que fazem em todo o seu tempo livre. O filme baseado num artigo de revista é em seu núcleo um romance, com a protagonista local se apaixonando por um turista da cidade. Para os que curtem o esporte, A Onda dos Sonhos vira quase um filme obrigatório. Justamente por isso, o longa não foi um fracasso, mas um sucesso moderado. A pergunta é: quantos ainda falam ou lembram dele hoje?

Equilibrium

Começamos a matéria com um filme que é pura cópia homenagem de Matrix (1999). O filme das irmãs Wachowski foi revolucionário das mais variadas maneiras para a história do cinema e por consequência bastante influente também. Assim, nos anos que seguiram o início da década de 2000 não faltaram produções que pegassem emprestado algumas referências a este clássico moderno. Um dos mais “descarados” foi este Equilibrium, escrito e dirigido por Kurt Wimmer (Ultravioleta). O filme é protagonizado por Christian Bale e o sumido Taye Diggs. É preciso levar em conta que este é o Bale pré-Batman e pré-Oscar, ainda tentando se acertar com o sucesso. A trama mistura clássicos literários como 1984 e Fahrenheit 451 ao visual de Matrix, mostrando um futuro onde é proibido ter quaisquer sentimentos, e um oficial da lei (Bale) desafiando o estabelecimento. Produção da Dimension Films de US$20 milhões, o longa arrecadou apenas US$5 milhões em bilheteria, mas ressurge hoje como item cult. Você conhecia?

A Máquina do Tempo

Outra tentativa de levar às telonas na forma de um blockbuster um livro clássico de um ator renomadíssimo do passado. Depois de Alexandre Dumas e O Conde de Monte Cristo na Disney, ganhávamos também a união de majors como a Warner e a Dreamworks levando aos cinemas A Máquina do Tempo, do escritor de ficção científica H.G. Wells, responsável também por O Homem Invisível, Guerra dos Mundos e A Ilha do Doutor Moreau. A história já havia sido transformada em filme em 1960, e aqui assumia ares de superprodução. Na trama, na década de 1890, um inventor consegue criar uma máquina do tempo para evitar uma tragédia do passado – mas termina sem querer viajando 800 mil anos no futuro, encontrando o planeta em guerra dividido entre duas raças. Juro que não estou intercalando a lista entre Christian Bale e Guy Pearce, mas depois de dois filmes com Bale, aqui está o segundo com Pearce. Considerando seu orçamento, este foi um sucesso moderado da Warner, mas a obra não é muito falada atualmente.

 

Reino de Fogo

No início da década passada, os dragões voltaram a ser populares. Com o advento da tecnologia, as criaturas mitológicas deixavam de ser criadas por stop-motion e animatrônicos para poderem ser devidamente representadas nas telonas através de efeitos visuais em CGI muito realistas. Superproduções da Warner e New Line vide Harry Potter e O Senhor dos Anéis contribuíram para o retorno triunfal dos grandes lagartões alados e cuspidores de fogo nas telonas – o que ecoou inclusive para as telinhas em Game of Thrones algum tempo depois. A Disney não queria ficar de fora da festa – afinal dragões são totalmente a sua. Assim, surgia esta superprodução do estúdio que trazia as criaturas bestiais misturadas em um filme pós-apocalíptico – uma realidade devastada no melhor estilo Mad Max. No futuro, a descoberta de dragões no nosso mundo foi responsável pela devastação da raça humana, cabendo a alguns grupos de sobreviventes resistir. Um deles é comandado por Christian Bale (ele de novo) e outro tem Matthew McConaughey como líder. Com comando do diretor de Elektra (2005), Rob Bowman, este foi outro longa que conseguiu se pagar. Mas quantas pessoas comentam sobre ele vinte anos depois?

Efeito Colateral

A carreira do astro Arnold Schwarzenegger começava a puxar o freio no final dos anos 90 e início de 2000. Seja pelo efeito negativo de Batman & Robin (1997), ou simplesmente por coincidência, suas superproduções da época, vide Fim dos Dias (1999) e O Sexto Dia (2000) já não significavam para o público o mesmo que sucessos estrondosos como O Exterminador do Futuro 2 (1991) e True Lies (1994), por exemplo. Fora isso, este seu projeto lançado há vinte anos sofria de outro mal – para além de sua capacidade de se comunicar com os fãs -, era lançado no pós-11 de setembro: o maior atentado terrorista da história do mundo. Muitos filmes da época como Homem-Aranha e Homens de Preto 2 eram adiados e sofriam modificações para eliminar da trama as torres gêmeas. Efeito Colateral possuía uma tarefa ainda mais difícil: toda a sua história girava em torno de um atentado terrorista em solo americano, e o protagonista vivido por Arnold saindo atrás dos criminosos para se vingar. A produção da Warner sequer conseguiu se pagar, se tornando um dos longas menos comentados na filmografia do austríaco.

 

O Terno de Dois Bilhões de Dólares

O astro Jackie Chan havia entrado em Hollywood com o pé direito graças ao sucesso do buddy cop movie A Hora do Rush. A altura que este The Tuxedo ( no título original) foi lançado, Chan já havia até mesmo estrelado a continuação A Hora do Rush 2 (2001). Aqui, o astro chinês especialista em luta deixava um pouco suas peripécias e acrobacias de lado, para contar com cenas de ação com cabos, redes e muitos efeitos especiais servindo de apoio. Mesmo que talvez não tenha sido a mais cara, podemos sentir que esta, em matéria de escopo e teor, é a produção com mais cara de blockbuster em sua filmografia. Bancado pela Dreamworks, o filme tira sarro da franquia de 007 e do gênero dos espiões de forma geral, querendo dizer que quem realiza tais façanhas inacreditáveis que sempre vemos nos filmes não são os agentes secretos, e sim seus ternos altamente tecnológicos e caríssimos, que apenas trazem a ilusão de atos humanos. Chan vive um motorista de taxi que entra de gaiato e herda um destes ternos de um grande espião. Agora, Chan pode fazer cenas de ação ainda mais inacreditáveis. A sumida Jennifer Love Hewitt também faz parte do elenco. O filme não fez sucesso, mas ficou longe do fracasso retumbante. Você lembra deste?

Sou Espião

Definitivamente no ano de 2002 não foi um dos melhores na vida e carreira do astro Eddie Murphy. Ao contrário, há vinte anos no passado, o comediante amargava um dos períodos mais desastrosos em seu currículo. Foram três superproduções e três grandes fiascos. Em outras matérias, como a do Framboesa de Ouro de vinte anos atrás e os maiores fracassos de vinte anos atrás, eu já havia comentado sobre a ficção científica cômica Pluto Nash – um dos maiores desastres financeiros da história do cinema. Mas não foi apenas prejuízo para a Warner que os filmes de Murphy deram, sobrando também para a Columbia / Sony. Com direção de Betty Thomas (28 Dias), Sou Espião é a versão para o cinema de um seriado clássico da década de 1960, que pegava carona nas histórias de espiões, intitulado Os Destemidos por aqui no Brasil. Uma das guinadas interessantes na adaptação é que no programa antigo, Kelly Robinson (Robert Culp) era branco e se passava por um jogador de tênis, com seu parceiro Alexander Scott (Bill Cosby) sendo negro. Na versão para o cinema, Kelly Robinson ganha as formas de Eddie Murphy e muda o esporte para boxe, e Alex ganha as formas de Owen Wilson. E termina aí os elementos interessantes do filme, que sequer conseguiu pagar seu orçamento nas bilheterias.

Em Má Companhia

O comediante Chris Rock nunca teve muita sorte no cinema, com a maioria de suas tentativas de emplacar no estrelato caindo por terra. Como protagonista de suas próprias comédias nas telonas, o humorista lançou filmes como O Céu Pode Esperar (2001), e inclusive dirigiu suas próprias produções com Um Pobretão na Casa Branca (2003), Acho que Amo Minha Mulher (2007) e No Auge da Fama (2014). Todos, infelizmente, se tornando fracassos de público e crítica. Só quando coadjuva nos filmes de Adam Sandler é que Rock obtém um pouco mais de abrangência. E para os que acham que o novo Jogos Mortais protagonizado por Chris Rock foi a escolha mais estranha do comediante na carreira, saiba que no passado ele já havia investido em filmes de ação. Em Má Companhia, produzido pela Disney e dirigido por Joel Schumacher, o humorista faz par com o grande Anthony Hopkins e brinca com o gênero da ação e espionagem. Você lembrava disso?

Clockstoppers – O Filme

O mínimo que a Paramount deveria ter feito era traduzir esse título quase impronunciável para quem não fala inglês no Brasil. Seja como for, assim como A Máquina do Tempo, esse filme juvenil é inspirado no trabalho proeminente de ficção científica do autor H.G. Wells. Aqui, adaptado para ser uma versão leve e juvenil da história. Dirigido por Jonathan Frakes, o Riker de Jornada nas Estrelas – A Nova Geração, um dos fatores que podem ter feito o filme não criar conexão com o público da época é a falta de nomes realmente famosos à frente do elenco. Quem protagoniza é Jesse Bradford, então um nome promissor de Hollywood, mas uma promessa que não se concretizou. Na trama, ele vive o filho de um inventor que criou um relógio que consegue fazer seu usuário se mexer com a velocidade do Flash, basicamente, dando a impressão de que o tempo congelou. Agora, os financiadores da experiência estão atrás do rapaz para recuperar o item precioso. A parceria entre a Paramount e a Nickeledeon pretendia que esse fosse seu novo sucesso da temporada, mas apesar de não ter se tornando um desastre de trem completo, poucos hoje lembram da existência deste filme.

10 séries pós-apocalípticas que você PRECISA conferir

O gênero pós-apocalíptico sempre foi um dos mais adorados por parte do público; afinal, seja na literatura, no cinema ou na televisão, histórias desse estilo reimaginam um mundo que foi devastado por alguma praga ou pela própria ação humana, delineando as consequências diretas e indiretas para os sobreviventes.

E isso não é tudo: a principal ideia por trás de tais narrativas é revelar a frágil natureza humana e seu condicionamento automático à selvageria, à barbárie e ao totalitarismo, servindo como inflexões muito interessantes sobre a própria sociedade.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando dez séries do gênero que você precisa assistir e que estão disponíveis nas plataformas de streaming.

Confira:

REVOLUTION (2012 – 2014)

Onde assistir: Prime Video (Aluguel)

Revolution estreou na NBC em 2012 e durou por apenas duas temporadas, mas teve uma recepção consideravelmente sólida por parte da crítica. Na trama, somos levados a um futuro próximo, quinze anos depois de um apagão permanente de toda a energia elétrica. Após diversos eventos catastróficos em virtude do apagão e com o colapso dos governos, várias milícias começaram a se organizar para comandar áreas sob um estrito autoritarismo.

THE STRAIN (2014 – 2017)

Onde assistir: Star+

The Straintem início quando um Boeing 777 aterrissa no aeroporto JFK, em Nova York, e subitamente para na pista. Todas as janelas são cobertas e ninguém consegue se comunicar com a tripulação ou com os passageiros. O Dr. Ephrain “Eph” Goodweather é chamado para investigar uma suspeita de ameaça biológica e, quando vê o que está dentro do avião, seu sangue congela. Em outra parte da cidade, o sobrevivente do Holocausto Abraham Setrakian sabe que algo está acontecendo e que chegou a hora de explodir uma grande guerra. Assim tem início uma batalha gigantesca contra um antigo vírus vampiresco que infecta Nova York.

THE RAIN (2018 – 2020)

Onde assistir: Netflix

Seis anos após um vírus brutal ter massacrado quase que toda a população da Escandinávia, dois irmãos dinamarqueses decidem sair da segurança de seu búnquer para verificar o que se passa do lado de fora de sua fortaleza. Em meio aos escombros, eles encontram um grupo de jovens sobreviventes e juntos irão até o fim para encontrar uma única esperança de uma vida melhor.

EXPRESSO DO AMANHÃ (2020 – 2022)

Onde assistir: Netflix

Em ‘Expresso do Amanhã’, um grupo de pesquisadores cria um experimento capaz de pôr fim à ameça do aquecimento global, mas seus planos não saem como o planejado e eles acabam eliminando quase toda a vida da Terra, que, por sua vez, transforma-se em um deserto de gelo. Os únicos sobreviventes vagam pelo planeta a bordo de um trem chamado Snowpiercer, mas nem todos estão conformados com a situação. Com isso, uma revolução está prestes a eclodir.

SWEET TOOTH (2021 – PRESENTE)

Onde assistir: Netflix

Sweet Tooth nos leva para um futuro distópico em que a humanidade foi dizimada por um vírus mortal. Os sobreviventes foram forçados a lutar pelo lugar no planeta e reconstruir a sociedade como a conheciam – mas perceberam que, com a pandemia, uma nova raça de híbridos entre seres humanos e animais começou a dar as caras (calcando uma atmosfera que prenuncia uma caça às bruxas e uma guerra civil). Com produção executiva de Robert Downey Jr. e Susan Downey, a série é uma tocante análise do que o medo do desconhecido pode causar, trazendo para o centro dos holofotes um pequeno garoto-cervo que resolve explorar o mundo em busca da mãe perdida.

STATION ELEVEN (2021)

Onde assistir: HBO Max

Station Eleven veio sem muito alarde ao catálogo da HBO Max e se transformou em uma das melhores minisséries da plataforma de streaming. Estendendo-se em múltiplas linhas do tempo, a produção conta a história de sobreviventes de uma gripe mortal, à medida que tentam reconstruir e reimaginar um novo mundo conforme se atêm ao melhor do que foi perdido. Além do aclame crítico, Station Eleven foi indicado a sete prêmios do Emmy, incluindo Melhor Ator em Série Limitada ou Antologia para Dev Patel.

Y: THE LAST MAN (2021)

Onde assistir: Star+

Y: The Last Man durou por apenas uma temporada, mas foi o suficiente para conquistar os fãs. A série é baseada nos quadrinhos homônimos escritos por Brian K. Vaughan e Pia Guerra emostra um mundo pós-apocalíptico depois que um evento cataclísmico dizimou todos os homens da Terra, exceto por um. A tragédia abriu espaço para uma nova ordem mundial comandada pelas mulheres, explorando gênero, raça, classe e sobrevivência.

THE LAST OF US (2023 – PRESENTE)

Onde assistir: HBO Max

The Last of Us se tornou uma das grandes produções televisivas não apenas de 2023, mas talvez do século. Baseada na franquia de games homônima da Naughty Dogs e trazendo Craig MazinNeil Druckmann como criadores, a série da HBO Max se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel (Pedro Pascal), um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie (Bella Ramsey), uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

SILO (2023 – PRESENTE)

Onde assistir: Apple TV+

Uma das mais recentes iterações pós-apocalípticas a chegar aos streamings foi Silo, que já se tornou um sucesso de crítica e de público. Estrelada por Rebecca Ferguson e baseada na saga literária de Hugh Howey, a trama é ambientada em futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra; lá, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente,uma habilidosa engenheira começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.

BLACK KNIGHT (2023 – PRESENTE)

Onde assistir: Netflix

Escrita e dirigida por Cho Ui-seok, Black Knight, que chegou recentemente à Netflix, é baseada na webtoon Delivery Knight’, de Lee Yoon-gyun. A trama é ambientada em 2071, quando é impossível viver sem um respirador por causa da extrema poluição do ar. Com a maior parte da península coreana tendo sido devastada e apenas 1% da população original ainda viva, a sobrevivência da humanidade depende de um extraordinário grupo de entregadores.

Confira TODAS as estreias da Netflix no mês de junho

O mês de junho está se aproximando e a Netflix preparou uma nova leva de lançamentos que chegam à grade de programação ao longo deste período.

Ao todo, 36 títulos estreiam na gigante do streaming, entre filmes, séries, documentários e conteúdos familiares. Entre as principais apostas para os assinantes, teremos a 4ª e última temporada de ‘Eu Nunca…‘, a minissérie documental ‘Arnold‘ – que traz a história de Arnold Schwarzenegger -, além da aguardada 6ª temporada de ‘Black Mirror‘.

Em se tratando de longas-metragens, os assinantes serão presenteados com a sequência ‘Resgate 2‘ e com o suspense/terror ‘Blumhouse’s Fantasy Island‘.

E para você não perder nenhuma novidade, separamos a agenda completa de lançamentos. Então, já separe os seus favoritos, renove o estoque de milho de pipoca e comece a planejar suas maratonas!

01/06

Três Dias que Mudaram Tudo
Os funcionários da usina nuclear de Fukushima Daiichi precisam enfrentar um desastre inédito. Será que eles são heróis ou culpados?

The price of glory
Este drama musical eletrizante acompanha quatro cantoras talentosas e os desafios que enfrentam no caminho da fama. O maior de todos? A empresária.

Ninjago Ascensão dos Dragões
Poderes Ninja e a missão de lutar contra vilões que maltratam dragões? Essa dupla de adolescentes vai ter um trabalho e tanto pela frente.

Alvinnn!!! E os Esquilos Temporada 1
Criados por um pai humano, um esquilo musical e seus irmãos fazem muita bagunça e aprendem lições valiosas pelo caminho.

Alvinnn!!! E os Esquilos Temporada 2
Criados por um pai humano, um esquilo musical e seus irmãos fazem muita bagunça e aprendem lições valiosas pelo caminho.

02/06

Ricos de Amor 2
Paula deixa o Rio de Janeiro para voltar ao trabalho como médica voluntária na Amazônia. Teto bola um plano para acompanhá-la, sem pensar nos problemas que pode criar.

Valéria: Temporada 3
Triângulos amorosos, aniversários e novas fases da vida marcam o início de mais uma década, e as quatro amigas estão de volta para encarar tudo isso juntas.

05/06

Barracuda Queens
Ao se afundar em uma dívida gigantesca, um grupo de garotas de um bairro rico de Estocolmo passa a roubar as casas vizinhas. Inspirada em uma história real.

06/06

My Little Pony: Deixe sua Marca: Capítulo 4
A malvada Opaline quer roubar as cutie marks dos pôneis e virar a Alicórnio mais poderosa de todas, a menos que Sunny, Hitch, Izzy, Pipp e Zipp consigam impedi-la.

07/06

Casamento às Cegas: Brasil – Temporada 3
Será que o amor verdadeiro vai nascer nas cabines? Camila Queiroz e Klebber Toledo acompanham um novo grupo de homens e mulheres em busca de conexões reais.

Arnold
Esta série documental intimista retrata a vida e a carreira multifacetada de Arnold Schwarzenegger, campeão de fisiculturismo, astro de Hollywood e político.

08/06

Eu Nunca…: Temporada 4
Enfim, chegou o último ano! Entre dilemas sobre faculdades, crises de identidade e paixões não superadas, será que Devi e a galera estão prontos para enfrentar o futuro?

Tour de France: No Coração do Pelotão
Em meio a lágrimas e conquistas, esta série acompanha diversas equipes na edição de 2022 da competição de ciclismo mais desafiadora do mundo.

09/06

Este Mundo Não Vai me Derrubar
Um velho amigo voltou para casa e Zerocalcare quer ajudá-lo a encontrar um novo lugar no mundo. Mas qual é o caminho certo a seguir?

Cães de CaçaProdução coreana
Três amigos que trabalham para um agiota bonzinho se reúnem para derrotar um concorrente impiedoso que se aproveita das pessoas mais vulneráveis.

Recursos Humanos: Temporada 2
As criaturas do departamento de Recursos Humanos estão a postos para ajudar um novo grupo de humanos a lidar com noites de sexo casual e romances de escritório.

10/06

Casa da Mãe Joana
Quatro amigos vivem de farra em farra em um apartamento no Rio. Mas quando recebem um aviso de despejo, eles precisam fazer o que mais detestam: trabalhar.

11/06

Irmãos por Escolha
Este documentário acompanha a jornada de jovens cadetes que buscam se tornar oficiais na maior academia militar do Brasil.

14/06

Mãe substituta
Uma mulher aluga seu útero para uma poderosa família de empresários mexicanos para salvar a vida de seu pai. Depois de dar à luz, ela acorda em um hospital onde recebe um bebê que nasceu com uma deficiência física. Anos depois, a vida a confrontará novamente com esse momento, apenas para descobrir a verdade.

Nosso Planeta 2
Conheça os mistérios que envolvem os bilhões de animais que habitam a Terra nesta série documental sobre as grandes migrações no planeta.

15/06

Transformers: A Centelha da Terra
Com o apoio de uma família de humanos, uma nova geração de Transformers busca seu propósito enquanto protege a Terra contra ameaças malignas.

16/06

Resgate 2
Depois de escapar da morte por um triz, o mercenário Tyler Rake encara mais uma missão perigosa: resgatar a família de um criminoso implacável.

Black Clover: A Espada do Rei Mago
Um garoto destemido e sem poderes mágicos luta pelo título de Rei Mago, enfrentando quatro rivais que foram banidos e agora ameaçam destruir o Reino Clover.

22/06

Glamorous
Marco Mejia, um jovem queer, se sente estagnado na vida. Até que começa a trabalhar para uma ex-modelo e magnata dos cosméticos. Será que Marco vai conseguir lidar com o novo trabalho e as confusões na vida amorosa?

Queremos o Divórcio!
Nesta série de comédia romântica, um casal que parece perfeito decide se divorciar. É aí que a situação se complica.

A Ilha da Caveira
Após naufragar em uma ilha, um grupo de exploradores encontra inúmeras criaturas assustadoras, incluindo o macaco gigante Kong.

Devil’s Advocate
Na Cidade do Kuwait, uma advogada desafia a opinião popular e aceita o caso de um cliente polêmico: um jogador de futebol acusado de assassinar a esposa.

23/06

Através da Minha Janela: Além-mar
Depois de um ano separados, Raquel e Ares se reencontram para uma viagem romântica. Mas será que esse amor vai resistir a novas tentações e inseguranças?

A Descoberta Perfeita
Uma editora de moda vê seu retorno profissional ameaçado ao descobrir que o desconhecido que beijou em uma festa é seu novo colega de trabalho — e filho da chefe.

Na Cola dos Assassinos: Temporada 3
Investigadores reais contam histórias sobre assassinos cruéis, o trabalho para detê-los e as pessoas corajosas que conseguiram levá-los a julgamento.

Série Jornadas Supremas Pokémon: Parte 3
Com a ajuda de amigos e parceiros Pokémon, Ash e Goh chegam ainda mais perto de realizar seus sonhos.

25/06

Titãs: Temporada 4
No caminho de volta para casa, os Titãs enfrentam vários obstáculos, como uma poderosa seita com o objetivo de destruir o mundo.

29/06

The Witcher: Temporada 3 Volume 1
A série de fantasia indicada ao Emmy® está de volta para uma nova temporada.

30/06

Nimona
Acusado de um crime terrível, um cavaleiro pede ajuda a uma criatura para conseguir provar sua inocência. Mas o que acontece se ela for o monstro que ele jurou matar?

Blumhouse’s Fantasy Island
Um resort em uma ilha misteriosa promete realizar todos os desejos dos hóspedes. Mas esse sonho acaba se transformando em uma verdadeira luta pela sobrevivência.

Em breve:

Black Mirror: Temporada 6
A série de ficção científica indicada ao Emmy® volta para uma nova temporada.

CelebrityProdução coreana
Fama, dinheiro e poder. Uma jovem quer se tornar a próxima grande celebridade do mundo glamoroso e cheio de escândalos dos influenciadores de Seul.

Do Pior ao MELHOR | Ranqueamos os 20 Remakes em Live-Action da Disney – incluindo ‘A Pequena Sereia’

A jornada da Walt Disney Studios com seus remakes em live-action não tem sido tão frutífera quanto imaginávamos: desde que a onda de adaptações começou, tivemos mais baixos do que altos que, apesar de traduzirem uma ótima bilheteria (como foi o caso de O Rei Leão, por exemplo), boa parte passou longe de resgatar o encanto das animações originais e de comover o público.

E, com o anúncio de ‘A Pequena Sereia’ para 2023 – sete meses depois do terrível Pinóquio, dirigido por Robert Zemeckis -, não poderíamos deixar de ficar com um pé atrás (não pelo estelar elenco ou pelos nomes por trás da produção do longa-metragem, e sim pelo histórico duvidoso da Casa Mouse).

Felizmente, o resultado não poderia ter sido mais positivo: ainda que não chegue aos pés da obra original, lançada em 1989, o remake focado em uma das princesas mais adoradas do panteão Disney cumpre com seu papel, expandindo a história e dando destaque a uma das artistas de maior versatilidade no cenário contemporâneo, Halle Bailey, em seu primeiro papel protagonista no cinema.

Com isso em mente, resolvemos ranquear para você, listando do pior ao melhor, simplesmente todos os 20 remakes em live-action da Disney, baseados em suas clássicas animações. Confira abaixo.

20 | Pinóquio (2022)

Começamos a lista de uma forma não muito positiva para o mais recente lançamento da Disney baseado numa animação atemporal. Pinóquio se tornou em pouco tempo um dos filmes menos apreciados pelos críticos e público do acervo da Disney. O filme é baseado no icônico longa de 1940 – fazendo dele o mais antigo a ser adaptado em nova versão, batendo Dumbo por um ano. Apesar de ser dirigido por Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro) e ter Tom Hanks no papel do inventor Geppetto, Pinóquio não recebeu lançamento nos cinemas. O filme se torna assim o segundo do subgênero a receber uma estreia direto na plataforma da Disney+ depois de A Dama e o Vagabundo. Mas algo me diz que não será o último com esta proposta.  

19 | Peter Pan & Wendy (2023)

O responsável pela nova refilmagem é David Lowery, que já emprestou suas habilidades para a Disney com o bem-recebido ‘Meu Amigo, o Dragão’ e com a fantasia obscura ‘O Cavaleiro Verde’, que se tornou um dos filmes mais aclamados de 2021. Entretanto, o cineasta não parece tão inspirado como quanto as obras anteriores e constrói cenários belíssimos dentro de contextos que não têm muito a dizer… A decepção fica a encargo de Alexander Molony como Pan. Não digo que ele não entrega uma boa atuação, mas, ao ser jogado para escanteio, mergulha em incursões premeditáveis que não têm nada de novo – e que não conseguem ser salvas por um roteiro um tanto quanto medíocre e que desperdiça elementos fundamentais da história.  Mesmo assim, o resultado consegue superar as expectativas dentro de suas limitações. As mensagens entregues pelo filme são certeiras e, se conseguirmos deixar de lado os falhos aspectos técnicos, a diversão é garantida – e, ainda que ‘Peter Pan & Wendy’ não fuja muito da curva decepcionante dos remakes em live-action, se estrutura como uma boa pedida para ver em família.

18 | 102 Dálmatas (2000)

A segunda incursão da veterana Glenn Close na pele da vilã Cruella não cai no gosto do grande público e dos críticos como o anterior. Na trama, a personagem é libertada após aparentemente ser curada de sua obsessão por pele de cachorros através da hipnose, se tornando uma ativista dos direitos dos animais. Porém, quando o tratamento regride subitamente, ela volta a ser a vilã que conhecemos e perseguir os dálmatas. Segundo os críticos, essa continuação é mais do mesmo, além de se arrastar em partes, o que termina por entediar as crianças. Fora isso, também se mostra um filme muito violento para a sua censura livre.

17 | Alice Através do Espelho (2016)

Mais uma sequência encontra lugar no fundo da lista, na parte dos piores. Aqui, temos a desnecessária continuação de Alice no País das Maravilhas (2010), que por si só é um filme divisor de opiniões no acervo da Disney – enquanto as crianças adoraram, os adultos o consideram um dos esforços mais fracos do diretor Tim Burton. Nesta sequência, Burton retorna apenas como produtor. No elenco, os atores principais retornam, numa trama onde Alice precisa ajudar o Chapeleiro Louco contra o vilão Tempo. Os críticos enalteceram o visual da superprodução, assim como no original, mas reconheceram que isso não é o bastante para sustentar o filme, que decepciona seu material original.

16 | Malévola: Dona do Mal (2019)

Mais uma continuação para a conta, esta é a terceira e última da lista. Um dos maiores pecados cometidos por esse remake de A Bela Adormecida foi colocar a vilã Malévola como a heroína da história, suavizando e justificando seus atos. Um dos poucos atrativos da sequência é a presença da musa Michelle Pfeiffer, como a verdadeira vilã aqui. Os críticos novamente apontam o visual incrível da superprodução, e um roteiro que não consegue equilibrar seu conteúdo com a estética. Ou algo que faça valer sua existência.

15 | Dumbo (2019)

Desde 2014 com Malévola, o estúdio não perde um ano sequer sem uma estreia do tipo. Mas com o ano de 2019 chegaria uma verdadeira enxurrada de nada menos que cinco filmes do subgênero. Dumbo, filme sobre um elefantinho de circo com grandes orelhas que inicialmente é tratado como aberração, mas depois aprende a voar com elas se tornando um verdadeiro astro, foi o primeiro a chegar. Aqui, é claro, temos a adaptação do longa animado mais antigo do estúdio até então, datando de 1941. E para a tarefa foi trazido à cena novamente o diretor Tim Burton. A opção do cineasta, porém, foi por um filme mais realista, ou seja, sem animais falantes. Ou devo dizer, mais realista possível, afinal ainda temos um elefante voador.

14 | 101 Dálmatas (1996)

Ainda na década de 90, este é o filme que todos lembram como sendo a primeira adaptação em live-action de uma clássica animação da Disney. O que muitos esquecem é que antes veio a versão “Tarzan” de Mogli – O Menino Lobo com o filme O Livro da Selva, de 1994. Aqui, é claro, temos uma versão certeira de carne e osso para 101 Dálmatas (1961), que conta com uma interpretação ainda muito elogiada da veterana Glenn Close no papel da vilã Cruella DeVil, roubando muito dos holofotes do filme. Apesar do desempenho certeiro da protagonista, o pensamento dos críticos hoje é que este foi um remake genérico e sem necessidade.

13 | Alice no País das Maravilhas (2010)

Por mais que 101 Dálmatas tenha feito sucesso em sua versão de carne e osso em 1996, demoraria nada menos que 14 anos até a Disney se interessar por outro live-action de um clássico animado de seu acervo. Na era dos novos efeitos 3D trazida por Avatar (2009) aos cinemas, chegava na esteira de tal sucesso a versão de Tim Burton para Alice no País das Maravilhas (1951). E o filme definitivamente se favoreceu dos efeitos em terceira dimensão para se tornar um dos maiores sucessos da década passada, ao romper a barreira de US$1 bilhão em bilheteria. A trama, no entanto, fugia da animação, o que pode ter frustrado alguns espectadores mais nostálgicos. Esse filme também gerou uma sequência, lançada em 2016 – o que se mostraria uma “maldição” para os live-action da Disney, de continuações bem inferiores ao seu original.

 

12 | O Rei Leão (2019)

Fechando as produções lançadas para o cinema em 2019, a Disney ainda faria o sol raiar na savana africana com a versão em live-action (ou CGI-action) de um de seus desenhos mais queridos, O Rei Leão (1994). Essa foi mais uma obra moderna que recebeu novo tratamento, e para a direção foi contratado Jon Favreau, o mesmo de Mogli (2016). Já em termos da trilha sonora, a diva pop Beyoncé ficou encarregada e performou para o longa – além, é claro, de dublar a personagem Nala. O Rei Leão também ganhará uma sequência. E para não dizer que foi o último lançamento nos cinemas em 2019 no subgênero, o estúdio estreou também Malévola 2 no mesmo ano.

11 | A Dama e o Vagabundo (2019)

Agora sim, finalizando as estreias de 2019, no entulhadíssimo ano dos live-action da Disney, temos uma produção que não ganhou um lançamento nos cinemas. Acontece que pela primeira vez em filmes do tipo, A Dama e o Vagabundo, baseado na animação clássica de 1955, estreou diretamente na plataforma da Disney+ para ser assistido em casa – como forma de impulsionar o streaming da Disney junto aos fãs. Desta forma, o romance entre uma cachorrinha da raça Cocker Spaniel e um cãozinho vira-lata pôde ser conferido por toda uma nova geração… de assinantes da plataforma do estúdio.

10 | O Livro da Selva (1994)

Engana-se quem pensa que as refilmagens de carne e osso das animações clássicas da Disney são coisa de agora. A primeira delas remete lá do início década de 90. Trata-se da adaptação de Mogli – O Menino Lobo (1967) na forma de uma aventura mais séria e realista (sem animais falantes, por exemplo). Fora isso, aqui Mogli cresce e se torna um adulto, interpretado por Jason Scott Lee, numa trama que lembra mais um filme do Tarzan.

09 | A Bela e a Fera (2017)

Em 2017 ocorreu uma quebra de paradigma no subgênero. Antes, o objetivo da Disney era reformular suas animações mais antigas para um novo público – leia-se as crianças de hoje. Assim, tínhamos novas versões de carne e osso de clássicos das décadas de 1950 e 1960, basicamente. Com este item a coisa mudou de figura. Acontece que este subgênero criado pela Disney estava dando tão certo, que o estúdio resolveu colocar para jogo uma de suas maiores e mais prestigiadas animações de todos os tempos, A Bela e a Fera (o primeiro filme do estúdio a receber uma indicação ao Oscar na categoria principal), de 1991. A história imortal de amor trouxe Emma Watson como Bela e Dan Stevens como a fera (inteiramente gerada por CGI).

08 | Mulan (2020)

Uma das grandes promessas da Disney para o ano de 2020 era o lançamento do representativo Mulan – que aborda a cultura chinesa e o empoderamento feminino. Lançada em 1998, a animação Mulan é o filme mais recente da Disney a ganhar uma versão em live-action. E assim como alguns itens citados acima, a opção dos produtores e da diretora Mira Nair foi por um filme mais realista e pé no chão, eliminando os elementos fantásticos, como pequenos dragões falantes. Acontece que aí veio a pandemia… e Mulan foi um dos lançamentos que sofreu com os efeitos de cinemas fechados – precisando recorrer à plataforma da Disney+.

07 | Malévola (2014)

Assim como Alice no País das Maravilhas de Tim Burton, Malévola não é exatamente uma adaptação de um desenho clássico da Disney, mas sim uma subversão de um deles. Enquanto Alice mostrava a protagonista não mais criança, e sim uma jovem em seus 20 anos retornando ao País das Maravilhas, Malévola tira o foco da Bela Adormecida (animação icônica de 1959) e o coloca na vilã da história – agora tratada como anti-heroína. Tudo isso porque a estrela Angelina Jolie revelou que A Bela Adormecida era seu filme preferido da Disney. Jolie ficou perfeita no papel da bruxa chifruda, mas levando em conta o ditado que “se melhorar estraga”, Malévola foi outro live-action que sofreu com uma continuação bem inferior, lançada em 2019.

06 | Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível (2018)

Aqui temos mais um item curioso na lista. O Ursinho Pooh (antes ursinho Puff) é um dos personagens mais queridos da Disney, e assim como símbolos do estúdio como o Mickey, Pato Donald e o Pateta, protagonizou ao lado de sua turminha uma série de desenhos animados para a TV, mas também alguns longas-metragens para o cinema. Ou seja, ele não é parte de uma única animação clássica marcante como os demais citados acima, mas sim é um personagem recorrente no universo do estúdio. Pooh e as outras criaturas como o leitão chamado Leitão e o burrinho Ió (antes Bisonho) são na verdade animais de pelúcia que ganham vida através da imaginação do menino Christopher Robin. Mas o que acontece quando o menino se torna homem, ganha uma família, e os animaizinhos reaparecem? É o que conta esse criativo live-action com Ewan McGregor no papel do menino crescido.

05 | Cinderela (2015)

Logo no ano seguinte de Malévola, a Disney tirou do papel outra de suas animações clássicas em versão de carne e osso. Mas ao contrário de Alice e Malévola, que subvertiam seu material fonte, Cinderela é um retrato fiel do clássico de 1950 no qual é baseado. Isto é, tentando ao máximo ser uma história mais sóbria e realista – apesar de ainda contar com elementos fantásticos, vide a Fada Madrinha, vivida por Helena Bonham-Carter. O filme serviu para revelar ao mundo o talento e beleza de Lily James e ainda trazia Cate Blanchett como a Madrasta Má, e a direção de Kenneth Branagh.

 

04 | A Pequena Sereia (2019)

O responsável por comandar o remake é Rob Marshall, cineasta cuja carreira é marcada por grandes acertos e erros. O diretor é celebrado por seu espetacular trabalho em obras como ‘Chicago’, ‘Caminhos da Floresta’ e ‘O Retorno de Mary Poppins’, que lhe garantiram aclame por parte da crítica e inúmeros prêmios; todavia, ele também é o nome por trás de sólidos fracassos da sétima arte, incluindo ‘Memórias de uma Gueixa’, ‘Nine’ e ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas’. Mas Marshall parece ter compreendido os excessos criativos presentes em suas obras e, sem abandonar uma imagética familiar, usou e abusou da nostalgia para apresentar ao público uma perspectiva diferente e saudosista. Halle Bailey brilha em seu primeiro papel protagonista no cinema. Aqui, o elemento de maior sucesso é não querer reinventar a roda ou recriar uma narrativa atemporal, mas sim reorganizá-la para a nova geração e garantir que os fãs da animação se sintam contemplados em, mais uma vez, poder visitar o fundo do mar nas telonas. ‘A Pequena Sereia’ se consagra como uma das melhores adaptações da Disney. Mais do que isso, ela se eleva como uma carta de amor à animação dos anos 1980 e aos próprios fãs, novos ou antigos, que com certeza irão se (re)apaixonar pela produção.

 

03 | Aladdin (2019)

Depois de A Bela e a Fera, outra animação um pouco mais moderna ganhava o tratamento em live-action, com direito a gênio da lâmpada estapeador e tudo. No ano seguinte da animação A Bela e a Fera, a Disney emplacava Aladdin, que está completando 30 anos de lançamento em 2022 – e garantia um novo fenômeno mundial. Pulamos para 2019, o ano mais “crowdeado” para as versões live-action da Disney. Depois de Dumbo, foi justamente Aladdin o escolhido para seguir com o subgênero naquele ano. O chamariz aqui deste filme de Guy Ritchie, sem dúvida é a presença de Will Smith substituindo Robin Williams no papel do gênio azul. Aladdin é outro que já tem uma sequência anunciada – resta saber como ficará a situação de Smith após o tapa visto e ouvido no mundo todo.

02 | Cruella (2021)

Voltando para um dos primeiros live-action de sucesso da Disney (baseado numa animação clássica), 101 Dálmatas receberia nova chance de brilhar com Cruella – que assim como Malévola (2014), resolveu dar os holofotes e, em especial, o título do filme para sua vilã. Podemos dizer que Cruella já havia roubado a cena no filme de 1996 nas formas de Glenn Close, mas a opção do estúdio desta vez foi por uma história de origem, num conto bem revolucionário e anárquico, que foi comparado ao longa do vilão Coringa. De fato, estes dois guardam algumas semelhanças. Para a missão de encarnar a personagem foi escalada a vencedora do Oscar Emma Stone – e o resultado foi tão positivo que uma sequência já se encontra em andamento.

01 | Mogli – O Menino Lobo (2016)

Depois dos sucessos arrebatadores de Alice no País das Maravilhas e Malévola, foi aberta a porta deste subgênero das versões em carne e osso das animações clássicas da Disney – e passamos a ganhar ao menos uma por ano. No ano de 2016 foi a vez da nova roupagem do clássico Mogli, de 1967, que por sua vez já havia sido adaptado num filme sóbrio e que serviu como o primeiro do subgênero no estúdio ainda em 1994. Aqui, porém, com direção de Jon Favreu, temos uma obra bem mais fiel à animação, com direito a um Mogli igualzinho ao do desenho e, claro, os animais falantes. Uma continuação é anunciada para 2026, ou seja, dez anos depois.

‘A Pequena Sereia’: Disney gastou quantia ABSURDA para criar cabelo usado por Halle Bailey; Entenda!

Halle Bailey passou por uma significativa mudança de visual para assumir o papel de Ariel no aguardado live-action de ‘A Pequena Sereia‘.

A atriz, cujos cabelos costumam variar entre tons de castanho, preto e loiro, teve que adotar um tom de ruivo para se assemelhar à icônica personagem da animação que inspirou o filme. No entanto, essa transformação não foi barata.

Camille Friend, chefe do departamento de cabelo da produção, revelou o alto investimento financeiro necessário para manter os impressionantes 76 centímetros (30 polegadas) de cabelo da atriz.

Em uma entrevista à Variety, ela explicou que o custo total provavelmente ultrapassou os US$ 150 mil (cerca de R$ 748 mil), considerando os processos de reconstrução e remoção dos fios.

Friend também compartilhou detalhes sobre o complexo trabalho de coloração, revelando que foram utilizados três tons diferentes de vermelho para criar os “locs” – uma espécie de dread cilíndrico com pontas soltas – característicos de Ariel. O objetivo era evitar danos ao cabelo natural de Halle.

“Se pegarmos o cabelo e enrolá-lo em torno de seus locs, não precisamos cortá-los e não precisamos pintá-los. Podemos mudar a cor dela sem alterar a estrutura interna do cabelo. A estrutura e o cabelo são dela.”, explicou a chefe.

O processo de modelagem dos cabelos exigiu aproximadamente 14 horas de trabalho e foi uma escolha consciente de Friend para garantir uma representação mais realista da personagem. A decisão de não utilizar uma peruca foi tomada levando em consideração a autenticidade do visual de Ariel.

Nas bilheterias norte-americanas, ‘A Pequena Sereia’ abriu com mais de US$ 10 milhões nas prévias de quinta à noite, com US$ 850.000 adicionais em exibições especiais de quarta-feira. Com US$ 11 milhões nas noites de pré-estreias, o filme deve arrecadar US$ 100 milhões no primeiro final de semana.

Com o Memorial Day na segunda-feira, espera-se que o filme tenha uma arrecadação de quatro dias entre US$ 120 milhões e US$ 125 milhões.

Vale lembrar que a maior abertura de um filme da Disney lançado no feriado foi com ‘Piratas do Caribe: No Fim do Mundo‘, que arrecadou US$ 153 milhões em seu primeiro final de semana em 2007.

No ano passado, ‘Top Gun: Maverick‘ estreou no mesmo final de semana do feriado Memorial Day, e arrecadou US$ 160,5 milhões em sua abertura.

Aa Pequena Sereia’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) vive o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw é a rainha Athena.

O Show de Truman | Como o filme estrelado por Jim Carrey incorporou a filosofia para falar sobre vigilância e liberdade

Os reality shows pertencem a um gênero do entretenimento que ganhou muita popularidade a partir do final dos anos 1980, com o lançamento de ‘COPS’. A produção, que acompanha a rotina de oficiais da justiça, foi pioneira nessa vertente televisiva e a responsável por fazer com que o público se apaixonasse por programas dessa estruturação – afinal, se pensarmos nos dias de hoje, é notável como ‘Big Brother’, ‘Casamento às Cegas’ e ‘RuPaul’s Drag Race’ (apenas para citar alguns) garantem picos de audiência para as emissoras e/ou plataformas de streamings. E, em 1998, o diretor Peter Weir resolveu construir uma narrativa épica para criticar e aprofundar as relações entre as pessoas e os reality shows – e foi assim que surgiu ‘O Show de Truman’.

Estrelado por Jim Carrey, a narrativa acompanha Truman Burbank, um homem de trinta anos que acreditar estar vivendo na normalidade. Entretanto, ele foi adotado legalmente por uma emissora de televisão para participar de um reality exibido 24 horas por dia e sete dias por semana ao mundo inteiro – em que os espectadores assistem a seu cotidiano. Comandado por Christof (Ed Harris), um magnata do entretenimento, a ideia do show é mostrar uma realidade não muito vista, em que uma pessoa, alheia da verdade, demonstra emoções reais e permite que o público se conecte com ela. E, enquanto Christof acredita que isso seja uma boa intenção e uma maneira bastante original de criar diversão, não podemos deixar de refletir sobre inúmeros temas que se relacionam com o enredo pintado.

O primeiro deles relaciona-se com diversas correntes da filosofia que discorrem sobre estruturalismo, como Michel Foucault. Conhecido por seus trabalhos sobre as relações do poder e o controle social emanado pelas instituições sociais, podemos pegar o conceito do panóptico para analisar a posição em que Truman está. Afinal, o panóptico consiste em um edifício em forma de anel, dentro do qual existe uma torre no centro e pequenas celas a rodeando. Dentro da torre, há um vigia que consegue observar cada um dos indivíduos que habitam a cela, sem que os “prisioneiros” consigam enxergá-lo de volta – que, de forma prática, reforçaria o autoritarismo e a obediência cega. Entretanto, Truman não sabe que esse panóptico existe, o que torna o controle sobre sua vida ainda mais duro, visto que ele sempre teve seus passos guiados pela atuação de outrem.

Nesse âmbito, Christof emerge como essa força invisível que tudo vê: sua onisciência é tradução de um contrato inalienável entre o que ele permite e o que ele recebe de volta – um reflexo do capitalismo predatório que ordenha. o máximo que pode de seu rebanho. Cada pessoa que cruza caminho com Truman é meticulosamente treinada para colocar uma máscara, garantindo que as ações do protagonista não sejam feitas por livre e espontânea vontade. Ora, até mesmo o clima da cidade em que vive pode se transmutar em questão de segundos.

As coisas começam a mudar quando, certa manhã, Truman passa a perceber eventos estranhos – como a queda de um holofote, uma transmissão de rádio que narra seus passos exatos e o reaparecimento do pai (que havia morrido em um naufrágio quando ele ainda era uma criança). A partir daí, o protagonista parece acordar de uma matrix que queria mantê-lo em cativeiro, fazendo absurdidades para escapar e, eventualmente, cavando um túnel em que estará longe das câmeras e poderá fugir de uma vez por todas. É claro que ele enfrenta diversos obstáculos no caminho, mas o glorioso grand finale tira o fôlego de qualquer um que assista ou reassista.

Ainda que a atmosfera cômica exista, as mensagens passadas pelo longa-metragem são importantes e gritam com uma urgência inenarrável. Temos a questão da vigilância, que é colocada em xeque pelo despertar de Truman; temos a questão midiática, em que Christof é representante de uma hegemonia controladora social que vende um produto como se fosse real, mesmo ele não sendo – uma questão que permeia o existencialismo e que abre portas para o controle não só do personagem em questão, mas daqueles que assistem. Conforme os comandos são dados, iluminação, trilha sonora e uma “atuação” pré-concebida encantam ou desencantam aqueles que assistem. Dessa forma, até que ponto somos livres e até que ponto passamos a pertencer a uma engrenagem muito maior e mais intrincada que o imaginado.

A questão do controle é constante: Christof engendra uma narrativa falsa que é impressa como verdadeira para um infante que nem ao menos teve a oportunidade de existir como indivíduo. Truman é jogado sob uma opressão ferrenha em diversos estágios de sua vida – seja quando perde o pai, o que o leva a desenvolver talassofobia; ou sua paixonite por uma figurante, quando deveria se apaixonar por uma mulher em específico; ou quando os produtores percebem ser necessário cortar o mal pela raiz e garantir que seu desejo de explorar o mundo afora seja neutralizado. Christof, inclusive, o convence de que o mundo lá fora não tem nada de novo para oferecer-lhe – e que, dentro do programa, ele estará seguro.

‘O Show de Truman’ tem uma capacidade aplaudível de romper as barreiras do que significa fazer cinema e abrir espaço para importantes discussões filosóficas de liberdade e cerceamento. Não é surpresa que, mesmo 25 anos depois de seu lançamento, o filme continue mais atual do que nunca.

‘Quarteto Fantástico’: Suposto ELENCO do novo filme é revelado por insider

Um rumor surgido recentemente indica que o elenco principal do tão aguardado filme do ‘Quarteto Fantástico‘, produzido pela Marvel Studios, pode ter sido revelado por um conhecido insider.

De acordo com as informações compartilhadas pelo perfil MyTimeToShineHello no Twitter, a Marvel já teria escolhido os atores que irão interpretar os icônicos membros do ‘Quarteto Fantástico’ no MCU.

Caso esses rumores se confirmem, teremos Adam Driver (‘Star Wars’) assumindo o papel do brilhante líder da equipe, Senhor Fantástico. Margot Robbie (‘Barbie’) estaria escalada para dar vida à poderosa Mulher Invisível, enquanto Paul Mescal (‘Aftersun’) assumiria o papel do carismático e explosivo Tocha Humana. Por fim, Daveed Diggs (‘Hamilton’) teria sido escolhido para interpretar o poderoso e resistente Coisa.

É importante ressaltar que, até o momento, a Marvel Studios não fez nenhum anúncio oficial sobre o elenco do novo ‘Quarteto Fantástico‘. Portanto, essas informações devem ser tratadas como rumores e especulações.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a Marvel Studios está considerando dar início as filmagens do longa em janeiro de 2024, caso a atual greve dos roteiristas não se estenda por mais de seis meses.

Isso significa que o elenco pode ser anunciado oficialmente pelos próximos meses.

O relatório diz que:

“‘Quarteto Fantástico‘ representa a busca de elenco mais cobiçada desde que a Marvel contratou Tom Holland para interpretar o Homem-Aranha há oito anos. O estúdio pretende iniciar as filmagens em janeiro de 2024 em Londres. No entanto, isso pode mudar se a greve dos roteiristas se prolongar por seis meses ou mais, embora isso seja improvável segundo fontes ligadas ao sindicato.”

Por falar em elenco, o diretor Matt Shakman tocou no assunto durante uma entrevista para o Comic Book, dizendo:

“Há muito lá fora, cara”, ele conta. “Realmente há. É doido. Como eu aprendi com ‘WandaVision’, é adorável ver o nível de engajamento que os fãs têm com esse material, porque sou fã também e tenho lido Quarteto Fantástico desde que eu era uma criança”.

Ele continuou: “eu amo esses personagens. Amo a chance de poder trazê-los ao MCU e realmente quero acertar. E sei que todo mundo está muito animado. E eu encorajo isso. Acho que é ótimo. Mas não tenho respostas para ninguém hoje sobre o elenco”.

Lembrando que o roteiro fica a encargo de Jeff Kaplan e Ian Springer.

O curioso é que nenhum dos dois roteiristas têm experiência com grandes projetos do cinema, a não ser com comédias românticas como ‘Bert and Arnie’s Guide to Friendship‘ (2013) e ‘The Last of the Great Romantics‘ (2014).

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

Ator fala sobre o que torna Miles Morales único em ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’:

O ator Shameik Moore, o intérprete de Miles Morales em ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘, compartilhou sua visão sobre o que diferencia seu personagem em meio a um multiverso repleto de outros heróis semelhantes.

Durante uma entrevista ao Screen Rant, Moore destacou que o que torna Miles verdadeiramente único não são apenas seus poderes, mas principalmente a maneira como ele abraça a responsabilidade que vem com o título de super-herói.

“O que o separa [das outras variantes do Homem-Aranha] é sua impressão marcante. Ele é sua própria pessoa. Isso os diferencia. Mas acho que essa é exatamente a história: ‘Como quero usar essa máscara? Isso não parece certo. Isso parece. Não importa o que você diga para mim, entendo o que você está dizendo sobre salvar isso e as grandes consequências fazem sentido, eu entendo. Mas você não pode me dizer que sabe disso com certeza. Eu vou até lá e vou fazer o que sei que é certo.’ É quando ele sabe que está usando sua máscara completamente naquele momento [como um herói]. Todos nós enfrentamos isso de uma forma ou de outra em nossas vidas.”

Vale lembrar que os críticos aclamaram a sequência, considerando-a ainda melhor que o primeiro filme. Além disso, o estilo de animação voltou a ser universalmente elogiado ao lado da história bem construída do longa – que aprofunda satisfatoriamente os personagens e seus universos.

Confira as reações dos críticos:

“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é mais do que uma obra-prima – é uma obra de arte. Todos os frames mereciam ser exibidos em um museu. As piadas e referências à mitologia do Homem-Aranha são perfeitas. É SENSACIONAL. É o melhor filme do Homem-Aranha. Talvez seja o meu filme favorito de todos os tempos.” – CinemaBlend

“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é outra vitória para o universo produzido pelo Lord Miller. Hailee Steinfeld realmente evoluiu como Gwen Stacy e as cenas dela com a Capitã Stacy são verdadeiramente especiais. Esse filme é mais obscuro e triste do que eu esperava, mas foi necessário.” – THR

“O primeiro filme realmente havia elevado o nível com sua animação única e o tipo de narrativa, e essa sequência conseguiu superar tudo isso. Há reviravoltas chocantes, surpresas e uma história que realmente faz sentido neste multiverso insano. O novo filme do Homem-Aranha é incrível!” – Tessa Smith

“A história de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ está ainda mais grandiosa, dividida entre este filme e o próximo, mas ainda gira em torno do Miles querer ser aceito pelo que ele é. Eu ri alto em umas oito cenas.” – Uproxx

“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é absolutamente incrível. É visualmente surpreendente, com novos mundos expressivos (o universo da Gwen é o meu favorito), mas o poder real do filme é a sua profundidade emocional e tom melancólico. Eu amei demais esse longa.” – The Wrap

“Eu amei ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’. Tive vontade de pausar o filme diversas vezes para apreciar as incríveis artes em exibição. Absolutamente recomendo este filme e já estou ansioso para assisti-lo novamente – em IMAX, na próxima vez.” – Collider

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de junho.

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

‘Super Mario Bros – O Filme’: Ator revela que PERDEU teste para interpretar Mario

O ator Sebastian Maniscalco, que dá voz ao personagem Spike em ‘Super Mario Bros – O Filme‘, abriu o jogo em uma recente entrevista ao programa de TV Live with Kelly and Mark, revelando que ele originalmente fez o teste para interpretar o icônico personagem Mario, mas acabou não conseguindo o papel.

Durante a entrevista, Maniscalco compartilhou sua experiência no processo de audição, explicando que ele chegou a fazer o sotaque característico do personagem durante o teste. No entanto, apesar de suas tentativas, ele foi escalado para interpretar o personagem Spike no filme.

“Todo mundo falou: ‘Como é que eles não escalaram um ítalo-americano para o papel?’ Então, eu fiz o teste para Mario, fui lá e fiz tudo, ‘Sou eu, Mario!’ [em sotaque italiano] e eles disseram: ‘Vamos dar a você o Spike.’ Aparentemente, não deu certo.”

Apesar de não conseguir o papel principal, Maniscalco expressou sua gratidão por fazer parte do filme, destacando-o como um verdadeiro blockbuster. Ele também elogiou o trabalho de Chris Pratt, que foi escolhido para dar voz ao personagem Mario no filme.

A adaptação cinematográfica ‘Super Mario Bros – O Filme‘ continua a conquistar recordes impressionantes. Após arrecadar mais de US$ 1,260 BILHÃO em todo o mundo, o filme agora ganhou o título de terceira maior animação de todos os tempos. (via Box Office Mojo)

Com uma arrecadação de US$ $550,1 milhões no mercado interno e outros US$ 704,9 milhões nos mercados externos, o filme alcançou um total de US$ 1,248 bilhões em todo o mundo.

Essa marca coloca o filme logo atrás dos grandes sucessos ‘Frozen 2‘ (US$ 1,4 bilhão) e ‘Frozen: Uma Aventura Congelante‘ (US$ 1,28 bilhão).

Com o sucesso contínuo, o filme tem potencial para ultrapassar ‘Frozen‘, alcançando o segundo lugar no ranking das animações de maior sucesso no mundo.

O sucesso do filme foi responsável pela Universal Pictures já ter superado a marca de US$ 2 bilhões em arrecadação em 2023.

Crítica | ‘Super Mario Bros. – O Filme’ é um espetáculo visual que encanta pela nostalgia

Confira nossa crítica em vídeo:

Na animação, Mario (Raphael Rossatto) e Luigi (Manolo Rey) vão parar no famoso mundo dos cogumelos, governado pela princesa Peach (Carina Eiras), precisando defendê-lo das ameaças do icônico Bowser (Marcio Dondi). Durante a aventura, Mario irá reviver diversas cenas que o acompanham ao longo das últimas décadas, como dirigir um kart, passar por ambientes desafiadores, além de ter a companhia de outros personagens marcantes, como Toad (Eduardo Drummond) e Donkey Kong (Pedro Azevedo).

Aaron Horvath e Michael Jelenic entram como diretores.

A dublagem original conta com Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

‘Amateur’: Thriller de espionagem com Rami Malek escala dois novos membros ao elenco

Segundo o DeadlineHolt McCallany (‘O Beco do Pesadelo’) e Julianne Nicholson (‘Mare of Easttown’) foram escalados para o elenco de ‘Amateur’, novo thriller de espionagem estrelado pelo vencedor do Oscar Rami Malek (‘Bohemian Rhapsody’).

O elenco também é formado por Rachel BrosnahanCaitriona BalfeLaurence FishburneAdrian Martinez.

Baseado no romance homônimo de Robert Littell‘Amateur’ conta a história de Charles Heller (Malek), um criptógrafo que, depois de sua esposa é tragicamente assassinada em um ataque terrorista em Londres, demanda que os chefes vão atrás dos responsáveis. Quando fica claro que ninguém o ajudará para não causar conflitos internos, ele chantageia a agência em treiná-lo e deixá-lo agir por conta própria.

James Hawes (‘Slow Horses’) entra como diretor, enquanto Ken Nolan assina o roteiro. Scott FrankGary Spinelli também auxiliam na adaptação.

O longa será supervisionado pela 20th Century Studios.

Nenhuma outra informação foi revelada.

‘Ruby Marinho’: Animação da Universal Pictures ganha novo teaser OFICIAL; Confira!

A Universal Pictures divulgou um novo teaser oficial da animação ‘Ruby Marinho: Monstro Adolescente‘.

O longa chega aos cinemas brasileiros no dia 29 de junho.

Confira, junto ao trailer:

Kirk DeMicco e Faryn Pearl são responsáveis pela direção.

A doce e desajeitada Ruby Marinho (Lana Condor), de 16 anos está desesperada para se encaixar na Oceanside High, mas na maioria das vezes ela se sente invisível. Ela está impedida de sair para a praia porque sua mãe (Toni Collette) superprotetora a proíbe de entrar na água. Mas quando ela quebra a regra, Ruby descobre que ela é descendente direta das rainhas guerreiras Kraken e está destinada a herdar o trono de sua avó comandante (Jane Fonda), a Rainha Guerreira dos Sete Mares. O Kraken jurou proteger os oceanos do mundo contra as sereias vaidosas e famintas por poder que lutam com o Kraken há eras. Há um grande e imediato problema com isso: a nova garota bonita e popular da escola, Chelsea (Annie Murphy) por acaso é uma sereia. Em última análise, Ruby precisará abraçar quem ela é e se esforçar para proteger aqueles que ela mais ama.

A produção ainda conta com as vozes de Sam Richardson, Liza Koshy, Will Forte, Colman Domingo, Jaboukie Young-White, Blue Chapman, Eduardo Franco, Ramona Young, Echo Kellum e Nicole Byer.

‘Nancy Drew’ está de volta no cartaz oficial da 4ª e ÚLTIMA temporada; Confira!

Depois do trailer, a CW divulgou o cartaz oficial da 4ª (e última) temporada de Nancy Drew‘.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 31 de maio.

Confira:

Vale lembrar que as três primeiras temporadas já estão disponíveis no Globoplay.

Criada por Noga LandauJosh SchwartzStephanie Savage, a série é baseada na icônica personagem criada por Edward Stratemeyer.

A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.

Kennedy McMann estrela como a personagem titular. O elenco ainda conta com Leah Lewis, Maddison Jaizani, Tunji Kasim, Alex Saxon, Riley Smith e Scott Wolf.