‘Velozes e Furiosos 10‘ traz Dom (Vin Diesel) e sua equipe de volta às ruas do Rio de Janeiro 12 anos após o lançamento de ‘Velozes e Furiosos 5: Operação Rio‘, lançado em 2011.
Desta vez, o longa conta com uma breve participação da cantora brasileira Ludmilla.
Desde que sua participação foi anunciada oficialmente, os fãs da cantora estavam curiosos para vê-la em cena.
E agora que o filme já está em exibição, ela compartilhou um trecho de sua cena, na qual ela aparece dando a largada em uma corrida de rua entre Dom e Dante, o vilão vivido por Jason Momoa.
A cantora ainda entra em cena fazendo uma referência ao hit ‘Cheguei‘.
Sobre as gravações de sua cena, a artista relatou que foi tratada como uma estrela de Hollywood. Em entrevista ao Gshow, a cantora compartilhou sua surpresa com a organização do set de filmagem:
“Uma coisa que fiquei chocada lá foi a organização deles, foi totalmente diferente de tudo o que participei. Foi muito organizado e a gravação foi super boa, a gente passou quatro dias lá. Tinha umas quatro araras para eu escolher, os figurinos, só da Versace. Escolhi tudo o que queria. Fui tratada como uma estrela de Hollywood.”
A cantora também revelou que foi o próprio Vin Diesel quem a escolheu para participar do longa-metragem:
“Quando ele acabou de gravar, ele veio falar comigo: ‘não acredito que você está aqui! Fui eu que te escolhi’. Ele me conhece, ele que me pediu para fazer o filme e a música. Ele que comanda a ‘parada'”, contou Ludmilla.
Apesar de sentir medo ao receber o convite para participar do filme, Ludmilla decidiu encarar o desafio de atuar em Velozes e Furiosos 10 ao lado de Vin Diesel.
“‘Velozes e Furiosos 10’ com Vin Diesel. Como assim? Fiquei com medo, mas sou assim, fico com medo, mas vou”, revelou a cantora.
“Dom Toretto e sua família devem lidar com o adversário mais letal que já enfrentaram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.”
O longa marca a estreia deJason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.
Durante sua participação no Festival de Cannes, Katie Holmes, conhecida por seu papel em ‘Dawson’s Creek‘, abordou a questão de um possível reboot do aclamado drama adolescente, expressando algumas reservas em relação à ideia.
Em uma entrevista à Variety, a atriz revelou que ao longo dos anos houve diversas discussões sobre a volta da série, porém, ela permanece cautelosa em relação a essa perspectiva.
“Houve muitas discussões ao longo dos anos. Todos nós amamos a experiência”, acrescentando que existe uma certa proteção que envolve essa discussão, considerando que a série é como uma cápsula do tempo, e teme que ao trazê-la para o mundo atual, possa perder um pouco do seu brilho original.
A atriz ressaltou o charme único de ‘Dawson’s Creek‘, que era resultado do ambiente da época em que foi lançada, mencionando a ausência de smartphones e redes sociais na narrativa.
“Foi logo antes de todos terem um telefone e mídias sociais e tudo mais, então havia uma inocência entre os personagens que era uma das coisas que as pessoas gostavam no programa. Trazer isso para o cenário do mundo atual, não tenho certeza”, continuou Holmes.
Há algum tempo, Kevin Williamson, o criador da série, falou sobre a possibilidade do sucesso ganhar uma releitura ou reunir o elenco de volta em uma nova leva de episódios.
“Nós continuamos conversando sobre isso, mas não. Por hora, não há nada encaminhado. E nós meio que encerramos a história. Jen morreu, o que vamos fazer? Todos conversamos sobre isso, mas até que consigamos achar um real motivo para fazer isso, nós não faremos. E no momento, não faremos. É engraçado você trazer esse assunto, porque eu estava falando sobre isso na noite anterior”.
‘Dawson’s Creek‘ contou com seis temporadas, e sua trama acompanha a história de quatro amigos adolescentes que moram em uma pequena cidade costeira. Ao longo de suas jornadas, eles enfrentam uma série de circunstâncias que os farão amadurecer. Juntos, eles lidam com problemas, vivem aventuras e passam pela fase de transição entre a juventude e a vida adulta.
De acordo com JoBlo, a Disney anunciou que está fechando o hotel Star Wars: Galactic Starcruiser menos de dois anos após sua inauguração.
Inaugurado em março de 2022, o hotel será fechado em setembro deste ano.
Para quem nunca visitou, o hotel dá aos hóspedes a chance de entrar em um mundo completamente imersivo da saga, mas no valor de U$$ 6.000 para uma família de quatro pessoas, uma experiência que muitos não podiam pagar.
A experiência acontece a partir do momento em que os clientes chegam ao terminal do Walt Disney World Resort e embarcam em uma cápsula de lançamento que os leva ao cruzador estelar Halcyon.
Ao longo de dois dias, os convidados interagem com uma variedade de personagens, desfrutam da culinária, participam de missões secretas e até pegam um transporte para o Star Wars: Galaxy’s Edge, outra atração inspirada na saga.
Através de um comunicado, um porta-voz da companhia disse que:
“Star Wars: Galactic Starcruiser é um dos nossos projetos mais criativos de todos os tempos e foi elogiado por nossos convidados e reconhecido por estabelecer um novo padrão de inovação e entretenimento imersivo. Esta experiência nos deu a oportunidade de experimentar coisas novas em uma escala menor de 100 quartos e, enquanto nos preparamos para sua viagem final, usaremos o que aprendemos para criar experiências futuras que possam alcançar mais hóspedes e fãs.”
No momento, novas reservas para o Star Wars: Galactic Starcruiser foram pausadas, mas serão reabertas em 26 de maio, e a viagem final do Halcyon acontecerá de 28 a 30 de setembro.
Lembrando que a próxima atração baseada na saga é a série da ‘Ahsoka‘, que estará disponível na Disney+ em 31 de agosto.
A prévia é marcada por diversos momentos de ação, com duelos de sabre de luz, batalhas espaciais e aparições especiais dos personagens da animação ‘Rebels‘, como Hera Syndulla (Mary Elizabeth Winstead) e Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo).
O elenco também conta com Ivanna Sakhno (‘The Reunion’) e Ray Stevenson (‘Black Sails’).
Recentemente, Filoni conversou com o The Hollywood Reporter e foi questionado sobre suas expectativas pela estreia.
Em resposta, ele pareceu bastante animado com a sensação de ver sua criação ganhando sua própria série de TV.
No entanto, ele confessou que mantém uma dose de cautela em seu otimismo e prefere deixar os falarem por ele.
“Estou gostando muito dessa sensação. É algo que nunca pensei que faria, por mais que tenha feito todas essas coisas diferentes ao longo dos anos com a saga ‘Star Wars’. Escrever, dirigir e colaborar nesse tipo de coisa com tantas pessoas é apenas o topo da montanha para mim neste momento. Há muito trabalho a ser feito, mas tenho uma equipe incrivelmente talentosa ao meu redor para me apoiar. Portanto, estou cautelosamente otimista. Prefiro deixar os fãs falarem por mim, como sempre fazem.”
Durante uma entrevista recente ao IndieWire, no Festival de Cannes, o CEO da Disney, Bob Iger, revelou que não descarta a possibilidade de sequências da franquia ‘Indiana Jones‘ no futuro.
Embora o próximo filme, ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘, possa permitir que Harrison Ford tenha uma despedida memorável do icônico personagem, o estúdio ainda está aberto a considerar novas obras para a saga.
Ao mencionar a longa pausa entre o último filme da franquia e o próximo, Iger destacou:
“O último filme foi exibido aqui há 15 anos”, referindo-se a ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘, que estreou em Cannes em 2008. “Então, veremos.”
Lembrando que ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘ já teve sua première realizada durante o Festival de Cannes.
As primeiras críticas também já foram divulgadas, e as reações não são muito positivas. Dividindo a opinião dos críticos, o longa conquistou apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral afirma que, apesar de ser tão ruim quanto ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘, o novo longa não entrega uma despedida satisfatória ao legado do icônico personagem titular.
Separamos os trechos das principais críticas:
“A boa notícia é que esse novo filme não é tão ruim quanto ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’. A má notícia é que não é muito melhor.” (Times UK)
“Há algumas cenas genuinamente comoventes quando vemos esse personagem fantástico finalmente se preparando para pendurar o chapéu pela última vez. Obrigado, Indy, foi uma jornada e tanto.” (London Evening Standard)
“É possível sentir os quatro roteiristas creditados se agarrando à inspiração e falhando. O resultado é um filme que poderia ser aceitável como uma aventura original estrelada por algum personagem desconhecido, mas não é digno do chicote.” (Vanity Fair)
“‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’ não acrescenta nada novo à lenda do Indiana Jones, apenas serve para polir o legado que o personagem já tinha.” (IndieWire)
“Harrison Ford é o herói do momento. Ele nunca perde sua carranca ou sua obstinação. Ele interpreta até as cenas mais frágeis com convicção e humor seco. Sua performance carrega o filme.” (Independent UK)
“Se você se deixar levar pela jornada, esse filme parece uma despedida adequada para o ladrão de túmulos mais querido dos cinemas.” (Empire Magazine)
A nova aventura chegará aos cinemas nacionais no dia 29 de junho.
Confira o trailer:
Vale lembrar que o filme terá nada menos que 2 horas e 22 minutos de duração (isto é, 142 minutos de tela). A encargo de comparação, o primeiro capítulo da saga tem 115 minutos, enquanto o segundo, o terceiro e o quarto têm, respectivamente, 118, 128 e 122 minutos.
Em um episódio recente de seu podcast, o conhecido insider Jeff Sneider trouxe informações sobre as audições para o papel de Lois Lane em ‘Superman: O Legado‘.
Segundo Sneider, Mary Mouser, famosa por seu papel em ‘Cobra Kai‘, foi uma das atrizes que participaram do processo de audição para o papel icônico.
No entanto, o insider adiantou que Mouser não será a escolhida para interpretar Lois Lane, indicando que seu nome não avançou para as próximas fases de escalação.
É importante ressaltar que enviar uma fita de audição é diferente de fazer um teste de tela, que ocorrerá nas próximas semanas e será o momento decisivo para selecionar a atriz ideal para incorporar Lois Lane.
Até o momento, algumas atrizes estão sendo consideradas como as principais cotadas para o papel, incluindo Rachel Brosnahan (‘Maravilhosa Sra. Maisel’), Emma Mackey (‘Sex Education’), Phoebe Dynevor (‘Bridgerton’) e Samara Weaving (‘Pânico VI’).
Quanto ao papel de Superman, o Heroic Hollywood relata que a DC Studios demonstra um “interesse particular” em David Corenswet, conhecido por seu trabalho em ‘Pearl’.
No entanto, todas as informações ainda não foram confirmadas oficialmente, e os fãs aguardam ansiosos por atualizações sobre o elenco do tão aguardado filme.
Anteriormente, Gunn também comentou sobre os rumores em torno dos candidatos e se recusou a revelar qualquer detalhe sobre os testes para o papel.
Em seu perfil do Twitter, o cineasta disse o seguinte:
“Para todos vocês que perguntam, eu nunca comentaria sobre quem está ou não fazendo um teste para um papel. Isso é assunto apenas do ator e não é algo que eu tornaria público, a menos que eles fizessem isso primeiro após o fato […] Por enquanto, apenas uma pessoa foi escalada para ‘Superman – O Legado’, e não é nenhum dos personagens principais do universo Superman.”
Agora só nos resta aguardar para saber quem será o sortudo a vestir a capa do herói.
Lembrando que Gunn anunciou que a pré-produção do novo filme já foi iniciada.
Em seu perfil do Twitter, ele compartilhou a imagem da capa do roteiro e escreveu:
“Me sinto honrado por fazer parte deste legado. E que dia melhor do que o aniversário do Superman para mergulhar totalmente na pré-produção de ‘Superman – O Legado’? Figurinos, design de produção e muito mais, agora em desenvolvimento.”
Gunn também já havia dado detalhes sobre os personagens de apoio, dizendo que:
“Os personagens em torno de Clark não estarão sendo apresentados pela primeira vez, pois ele já convive com eles. Não é uma história de origem, é apenas uma versão mais jovem dele”.
Após a declaração, alguns fãs e perguntaram se o cineasta estaria se referindo aos membros da Liga da Justiça.
Mas, considerando que a trama vai explorar os primeiros anos de Clark como herói, tudo indica que esses personagens devem ser Lois Lane, Jimmy Olsen, Perry White e outros colegas de trabalho.
E aí, quem você gostaria de ver como o novo Homem de Aço?
O Prime Video finalmente lançou em seu catálogo o polêmico terror ‘Terrifier 2‘ (Aterrorizante 2) – que fez os espectadores vomitarem e passarem mal nos cinemas.
O terror independente se tornou um sucesso de bilheterias, principalmente após ganhar popularidade por literalmente fazer os seus espectadores passarem mal. Duas pessoas desmaiaram durante uma exibição do filme e a polícia foi acionada.
O boca a boca deu certo, e o filme arrecadou US$ 15 milhões com orçamento de 250 mil dólares.
Além de ser um sucesso de público, a obra também se destacou pela boa recepção na crítica: recebeu 85% de aprovação da crítica e 80% da audiência.
Segundo o consenso geral, “Terrifier 2 supera o original em todos os sentidos — o que o torna uma má notícia para os mais sensíveis, mas um ótimo momento para os entusiastas do gênero”.
Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween. Ore para que você não apareça no seu caminho.
Em 1958, seis anos antes do duro golpe militar no Brasil, o aclamado dramaturgo Plínio Marcos lançava a peça ‘Barrela’ – uma das produções mais cruas e potentes da literatura brasileira. A narrativa, baseada em um caso verídico que aconteceu em uma penitenciária na cidade de Santos, foi censurada pelo despido retrato feito acerca do sistema carcerário nacional, cujas denúncias de maus-tratos, barbaridade e negligência atravessariam gerações e se concretizariam com um assunto atemporal. Em 2023, o Coletivo da Ponte trouxe a peça de Marcos de volta à vida no Estúdio de Treinamento Artístico, em São Paulo, arquitetando uma gloriosa adaptação que se consagrou como uma das grandes produções do ano.
Comandada por Gustavo Nolla em sua estreia como diretor, essa nova versão de ‘Barrela’ é mais enxuta, mas com o mesmo peso dramático: o enredo se inicia em uma cela de prisão, no auge da madrugada, e nos apresenta a cinco personagens principais. Fumaça (Mariana Nolla), Tirica (Dayane Cristine), Bereco (Gabriela Bonavita), Louco (Roni Junior) e Portuga (Rafa Oliveira) estão confinados em um barril de pólvora prestes a explodir e que é cimentado pela desconfiança, pela necessidade de sobrevivência e por uma degradação humana que permanece na densa atmosfera da peça do começo ao fim. Conforme segredos são revelados e o lado mais carnal e animalesco de cada indivíduo vem à tona, as coisas começam a se transmutar em uma derradeira compreensão de que voltar ao passado não é uma escolha – e sim parte de uma pena perpétua que os consome minuto a minuto.
Foto: André Dionizio
É notável como os personagens são talhados sob uma estrutura movediça e frágil, tentando recuperar arquétipos para ao menos se sentirem como pessoas, e não como escória. Fumaça emerge como o escape cômico, enquanto Bereco é o líder, o “macho-alfa” de quem todos têm medo; o Louco, talvez, seja o mais equilibrado deles, mesmo infundido em uma insanidade inescapável (afinal, ele se encarcerou em mundo próprio, onde pode fazer o que bem entender e, ao menos, ter um pouco de esperança – por mais deturpada que seja); Tirica esconde um segredo que coloca em xeque seu status dentro da penitenciária, ameaçado pelo odioso Portuga (que também tem muito a provar). Essa configuração é a base de um enredo cujo final já conhecemos e que nos convida a enxergar a realidade com outros olhos – críticos, desprovidos da tão sonhada alienação que nos priva do sofrimento.
A peça é conduzida com exímia pelo diretor, que também interpreta José Claudio, um jovem garoto que é preso por violência e porte de arma e que se torna alvo dos outros detentos – além de ser foco da cena mais cruel do espetáculo. A estrutura minimalista permite que o aplaudível elenco roube os holofotes, ainda que a sonoplastia pose como um empecilho distrativo, por vezes (como transições de luzes que não fazem muito sentido e falhas aqui e ali de efeitos sonoros); de qualquer forma, os deslizes não são fortes o suficiente para nos desviar da beleza da adaptação, que preza por um naturalismo bem-vindo e um complexo equilíbrio entre drama, tragédia e comédia que não é visto com tanta frequência como imaginamos.
Foto: André Dionizio
O ponto de engate é, como já mencionado, os atores e atrizes – e, como alguém que assistiu à primeira versão de ‘Barrela’, é notável como o trabalho corporal e performático ultrapassa as expectativas em uma sólida engrenagem que revela um incrível amadurecimento. Enquanto todos têm seu momento de brilhar, alguns chamam mais a atenção pelo comprometimento ao papel, pela entrega das falas e por se sentirem confortáveis com a tarefa que lhes foi atribuída. Há alguns problemas de cadência vocal e uma repetição incessante de palavrões que deixa o processo um tanto quanto cansativo, mas nada que uma dose reforçada de quebras de expectativa e de chocantes momentos que nos faça retornar aos trilhos.
‘Barrela’ pode ter tido apenas uma apresentação, mas conseguiu, em pouco mais de uma hora, transforma-se numa das melhores investidas do ano. E, proposital ou não, a única luz branca no final de uma drástica sequência de eventos levanta uma pontinha de esperança de que, em algum momento, as coisas possam melhorar.
O aguardado lançamento de ‘Velozes e Furiosos 10‘ trouxe consigo alguns retornos surpreendentes de personagens icônicos da franquia, deixando os fãs empolgados.
Um dos destaques foi a volta de Gisele, interpretada por Gal Gadot, que fez sua estreia em ‘Velozes e Furiosos 4‘. Além disso, uma aparição especial na cena pós-créditos revelou a presença do personagem Luke Hobbs, interpretado por Dwayne “The Rock” Johnson, que não era visto desde ‘Velozes e Furiosos 8‘.
Em uma entrevista ao ComicBook, o diretor Louis Leterrier abordou os retornos surpresa e destacou a importância desses personagens nesse capítulo final da saga.
“O ponto com este filme é que estamos chegando ao fim. Temos sido muito abertos sobre isso, este é o fim da estrada e estamos perto do fim. Portanto, não há nenhum personagem que não seja falado ou mencionado. Todos nesta franquia, literalmente todos, como você viu, são mencionados ou fazem uma aparição.”
O diretor também deixou claro que esses retornos são apenas o começo de algo ainda maior. Ele acrescentou: “Só para dizer, isso é apenas o começo. Você vai ver. Isso é tudo que tenho a dizer. Você vai ver.”
Relembre o trailer:
Como esperado, o filme recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA – a mesma que a iterações anteriores.
No entanto, a produção promete causar muita tensão. O MPAA classificou o longa por “cenas intensas de ação e violência, linguagem e algum material sugestivo”.
No novo filme…
“Dom Toretto e sua família devem lidar com o adversário mais letal que já enfrentaram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.”
O longa marca a estreia deJason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.
Durante uma entrevista ao podcast Happy Sad Confused, o ator John Cena compartilhou sua admiração pela liderança de James Gunn e Peter Safran na DC Studios.
Cena, que interpretou o personagem Pacificador em ‘O Esquadrão Suicida‘ e está envolvido na série solo do herói na HBO Max, expressou entusiasmo pela nova direção da DC e elogiou tanto Gunn quanto Safran como profissionais dedicados.
“O que eu posso dizer é que estou muito empolgado com a nova liderança da DC porque eu adoro James Gunn como ser humano, e Peter Safran também. Tenho o maior respeito por eles como profissionais. Nunca vi pessoas tão preparadas, que levam seu trabalho tão a sério e que são tão apaixonadas pelo que fazem, sem medo de serem eles mesmos”, disse Cena.
O ator destacou a preparação e a paixão que Gunn e Safran demonstram em seus respectivos trabalhos, além de sua autenticidade e coragem para serem eles mesmos.
“O que você verá no futuro da DC é o coração de James Gunn. Ele vai correr riscos, ser ousado e fazer as coisas do seu jeito. Você verá, autenticamente, a sua mente criativa, que eu acho brilhante. Independente de o futuro da DC envolver ou não o Pacificador, como fã e amigo de James, eu estou animado”, acrescentou Cena.
Embora Cena não tenha mencionado especificamente o futuro do personagem Pacificador, suas palavras ressaltam sua confiança no trabalho de Gunn e sua empolgação com as próximas produções da DC.
Lembrando que John Cena é uma das estrelas de ‘Velozes e Furiosos 10‘, que já está em cartaz nos cinemas.
Relembre o trailer:
Como esperado, o filme recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA – a mesma que a iterações anteriores.
No entanto, a produção promete causar muita tensão. O MPAA classificou o longa por “cenas intensas de ação e violência, linguagem e algum material sugestivo”.
No novo filme…
“Dom Toretto e sua família devem lidar com o adversário mais letal que já enfrentaram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.”
O longa marca a estreia deJason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.
Desde que Halle Bailey foi escalada para o papel principal do remake live-action de ‘A Pequena Sereia‘, ela vem recebendo ataques racistas na internet.
Jodi Benson, que dublou a Ariel na versão animada, já saiu em defesa da estrela, assim como o diretor do remake, Rob Marshall.
Recentemente, o cineasta voltou a defender a escalação de Bailey para silenciar os constantes comentários racistas.
Em entrevista para o Deadline, ele fez questão de explicar porque Bailey foi a melhor escolha para o projeto.
“Vi Halle pela primeira vez no Grammy, quando tínhamos acabado de começar a escalação do elenco. Estávamos procurando em todos os lugares e não foi planejado escalar uma atriz negra. Só queríamos encontrar a melhor atriz, a melhor Ariel. E então eu vi essa linda criatura, cantando como um anjo no Grammy. Eu pensei, quem é ela? Então nós a convidamos para os testes. Eu não tinha ideia se ela poderia atuar, mas pensei, ela é tão etérea, suz voz é de outro mundo.”
Ele continuou, lembrando que ficou emocionado com a audição de Bailey.
“Quando ela cantou “Part of Your World… No final da música, eu estava chorando. Eu nem sabia que estava chorando. Ela estava tão profundamente conectada à emoção da música. Você sabe, ela tem uma profundidade natural.”
Por fim, ele disse que a estrela tinha todas as qualidades que estava procurando.
“O que é tão complicado sobre Ariel é que você está pedindo tantas coisas. Você está pedindo inocência e vulnerabilidade, mas força ao mesmo tempo. É uma personagem obstinada, que vê o que quer e vai buscá-lo. Mas tinha que haver alegria e simpatia, e Halle tinha tudo isso. Fui imediatamente me encontrar com Bob Iger [o CEO da Disney] e em poucos minutos, ele disse: ‘Ela é a Ariel’.”
Lembrando que as primeiras reações ao longa-metragem já despontaram nas redes sociais.
No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.
Confira:
#TheLittleMermaid was a pleasant surprise! Halle Bailey’s voice is unreal. I can never confidently do “Part of Your World” at karaoke again. Standouts: Daveed Diggs (no easy feat when you’re voicing a “realistic” crab) and Melissa McCarthy (a safe choice but she nailed it).
“‘A Pequena Sereia’ foi uma surpresa agradável. A voz de Halle Bailey é surreal. Nunca conseguirei cantar “Part of Your World” no karaokê de novo. Pontos altos: Daveed Diggs (não é algo fácil quando você dubla um caranguejo ‘realista’) e Melissa McCarthy (uma escolha segura, mas ela arrasou)”.
#TheLittleMermaid is the best Disneylive-action adaptation to date. Halle Bailey IS Ariel. Major props to the sound effects team. Good changes, though one new song with too much autotune. Could watch this version’s Under the Sea all day, it was the highlight of the whole thing.
“‘A Pequena Sereia’ é a melhor adaptação live-action da Disney até hoje. Halle Bailey é Ariel. Aplausos para o time de efeitos sonoros. Boas mudanças, apesar da nova música ter muito autotune. Poderia assistir a essa versão de “Under the Sea” o dia todo, foi o ponto alto de tudo”.
#TheLittleMermaid is a live-action remake that retains the heart and soul of the story we know and love, and it’s elevated even further by a note-perfect star-making performance from Halle Bailey – she was born to be on the big screen, & she’s why this new take is worth watching. pic.twitter.com/Tcewp2L4MY
“‘A Pequena Sereia’ é um remake em live-action que retém o coração e a alma da história que amamos – e a eleva ainda mais com uma performance perfeita de Halle Bailey. Ela nasceu para estar nas telonas e ela é o motivo desse filme valer a pena”.
#TheLittleMermaid makes it pretty close to being the best live action Disney movie, however it still struggles in the villain department. Halle Bailey IS Ariel and I had literal chills throughout her performance. This is a little mermaid retelling like you’ve never seen before. pic.twitter.com/JjtLOR61vL
“‘A Pequena Sereia’ chega perto de ser o melhor live-action da Disney, mas ainda tropeça no departamento da vilã. Halle Bailey é Ariel e eu tive arrepios com sua performance. Essa é a uma versão [da história] como você nunca viu”.
“‘A Pequena Sereia’ apenas acresce à magia do original. Em algumas áreas é exagerado, em outras, decepciona, mas é inquestionavelmente um dos melhores live-actions que a Disney construiu”.
Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.
Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.
O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.
A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).
Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.
Durante o prestigiadoFestival de Cannes, a Warner Bros. está aproveitando a oportunidade para realizar uma nova exibição de ‘The Flash‘, aguardado filme do universo cinematográfico da DC.
Embora o filme não esteja competindo no festival, a exibição tem como objetivo gerar um boca a boca positivo sobre a produção.
Essas sessões especiais vêm ocorrendo nas últimas semanas, proporcionando aos espectadores uma prévia emocionante do que está por vir no tão aguardado filme.
Lembrando que o CinePOP já assistiu ao filme durante a CinemaCon 2023 em Las Vegas. Confira:
‘The Flash‘ terá 144 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 24 minutos.
Com estreia marcada para 15 de junho nos cinemas nacionais, a adaptação é dirigida porAndy Muschietti (‘It- A Coisa’).
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”
Uma revelação surpreendente veio à tona recentemente, indicando que a Disney possui uma série de anime de ‘Alien vs. Predador‘ já finalizada, composta por 10 episódios. No entanto, o projeto permanece “escondido” e não há previsão de lançamento.
As informações foram reveladas por Joshua Izzo, ex-diretor de licenciamento da 20th Century Fox, em uma entrevista ao podcast Perfect Organism. Izzo, que trabalhou no estúdio antes da aquisição pela Disney, compartilhou detalhes sobre a animação que ainda não foi disponibilizada ao público.
“Existem agora na Disney, no 20th Studios, 10 episódios de uma série em formato de anime de Alien vs. Predator totalmente concluída que eu produzi”, disse Izzo. “Está pronto. Está na lata. Está mixado, está finalizado. Foi produzido e a história foi feita por Eric Calderon e Dave Baker, dois caras incrivelmente loucos e talentosos.”
A existência dessa animação finalizada, mas ainda não lançada, certamente deixará os fãs de Alien e Predador ansiosos para saber mais sobre o projeto. No entanto, até o momento, não foram revelados os motivos pelos quais a Disney optou por manter a série “escondida” e não estabeleceu uma data de lançamento.
Lembrando que o filme original de ‘Alien vs. Predador‘ foi lançado em 200 e baseado numa HQ homônima que mostrava os dois ícones do terror espacial se enfrentando.
O longa foi dirigido por Paul W.S. Anderson e foi um sucesso de bilheteria na época. Relembre o trailer:
O filme ‘Velozes e Furiosos 10‘ mostra uma surpreendente conexão com um personagem de ‘Velozes e Furiosos 5: Operação Rio‘.
A nova adição ao elenco, Isabel, interpretada por Daniela Melchior, revelará ser uma piloto de corridas de rua com um vínculo especial com a trama do quinto filme da franquia.
Rumores sobre as conexões de Isabel já circulavam há algum tempo, gerando especulações entre os fãs mais atentos.
Agora, com a estreia do filme, a confirmação oficial revela que a personagem é, de fato, a irmã de Elena Neves, personagem interpretada por Elsa Pataky. Essa revelação coloca Isabel como tia de Brian Marcos, o filho de Dom Toretto, vivido por Vin Diesel.
Embora a existência da irmã de Elena nunca tenha sido mencionada nos filmes anteriores da franquia, ‘Velozes e Furiosos 10‘ revela que Dom teve encontros e laços com ela em algum momento anterior da história.
Como esperado, o filme recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA – a mesma que a iterações anteriores.
No entanto, a produção promete causar muita tensão. O MPAA classificou o longa por “cenas intensas de ação e violência, linguagem e algum material sugestivo”.
No novo filme…
“Dom Toretto e sua família devem lidar com o adversário mais letal que já enfrentaram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.”
O longa marca a estreia deJason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.
Sobre as gravações de sua cena, a artista relatou que foi tratada como uma estrela de Hollywood. Em entrevista ao Gshow, a cantora compartilhou sua surpresa com a organização do set de filmagem:
“Uma coisa que fiquei chocada lá foi a organização deles, foi totalmente diferente de tudo o que participei. Foi muito organizado e a gravação foi super boa, a gente passou quatro dias lá. Tinha umas quatro araras para eu escolher, os figurinos, só da Versace. Escolhi tudo o que queria. Fui tratada como uma estrela de Hollywood.”
A cantora também revelou que foi o próprio Vin Diesel quem a escolheu para participar do longa-metragem:
“Quando ele acabou de gravar, ele veio falar comigo: ‘não acredito que você está aqui! Fui eu que te escolhi’. Ele me conhece, ele que me pediu para fazer o filme e a música. Ele que comanda a ‘parada'”, contou Ludmilla.
Apesar de sentir medo ao receber o convite para participar do filme, Ludmilla decidiu encarar o desafio de atuar em Velozes e Furiosos 10 ao lado de Vin Diesel.
“‘Velozes e Furiosos 10’ com Vin Diesel. Como assim? Fiquei com medo, mas sou assim, fico com medo, mas vou”, revelou a cantora.
“Dom Toretto e sua família devem lidar com o adversário mais letal que já enfrentaram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.”
O longa marca a estreia deJason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.
Em entrevista ao ComicBook.com, o astro Seann William Scott, que eternizou o personagem de Steve Stifler na franquia ‘American Pie’, revelou que tem uma ideia para um quinto filme da saga principal.
“Não sei, eu apenas amo muito o personagem”, ele explicou. “Nós temos que ter uma ótima ideia e, especialmente agora, tem que ser incrível. Sabe, comédia é difícil, e [os filmes] sempre foram difíceis. Mas, sabe, a comédia mudou. Acho que, honestamente, estávamos falando sobre uma ideia. Eu tinha uma e ainda tenho”.
Scott continua: “seria muito divertido e fascinante ver um cara como o Stifler em seus quarenta anos, tentando entender as coisas. Um cara que não mudou muito, mas o mundo mudou. Como seria a vida dele? Há um final divertido para a história?”.
Segundo The Hollywood Reporter, um novo filme da franquia está em desenvolvimento pela Universal 1440 Entertainment, e deve sair no próximo ano.
Esse braço do estúdio trata de um braço de produção da Universal Filmed Entertainment Group geralmente destinado aos lançamentos diretos em Home Vídeo.
A escritora Sujata Day, conhecida por Insecure e Definition Please, cuidará do roteiro, e apesar de detalhes da trama não terem sido revelados, é descrito como “uma nova abordagem” dentro da franquia.
Ou seja, teremos uma reformulação total do elenco.
A 6ª temporada de ‘Sunset – Milha de Ouro‘, reality show focado no mercado imobiliário de luxo, finalmente chegou à Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou uma cena deletada do mais recente ciclo.
O vídeo dá destaque ao casal formado por Chrishell Stause e G Flip, enquanto assam cupcakes para o aniversário de Heather El Moussa.
Confira:
Os agentes de elite do Oppenheim Group vendem uma vida de luxo aos endinheirados de Los Angeles. Os relacionamentos são cruciais e, por isso, geram fortes conflitos.
A Paramount+ divulgou as primeiras imagens oficiais do revival de ‘Zoey 101’, popular série da Nickelodeon exibida entre os anos 2005 e 2008.
Intitulado ‘Zoey 102‘, o filme será uma sequência da série original. A trama acompanhará os ex-alunos da Pacific Coast Academy enquanto eles se reúnem para um casamento nos dias atuais.
Infelizmente, Paul Butcher (Dustin), Victoria Justice (Lola) e Austin Butler (James) não retornarão para o revival.
“Estou muito animada em continuar a história da Zoey e de todos os personagens que os fãs conhecem e amam. Como produtora executiva, tem sido uma oportunidade incrível trabalhar com pessoas tão talentosas, assim como a Paramount+ e Nickelodeon,” declarou Spears em comunicado oficial.
Nancy Hower será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Monica Sherer e Madeline Whitby.
‘Zoey 102’ estreia ainda em 2023, mas sem dia confirmado.
Federico Fellini é um dos homens mais conhecidos dentro da indústria do entretenimento, e sua carreira é sem sombra de dúvida uma das mais passíveis a serem analisadas por pontos de vista únicos e por perspectivas que façam jus à sua filmografia. Não é nenhuma surpresa, pois, que um dramaturgo visionário, conhecido por ser pisado por artistas conterrâneos e nunca ter se consagrado como um pioneiro, por assim dizer, tenha abraçado sua vida e se baseado em um dos projetos mais autobiográficos do cineasta, ‘8 ½’ , para criar um escopo novo, agradável e extremamente envolvente: e foi em meados da década de 1990 que Maury Yeston conseguiu finalmente entregar um pouco de sua personalidade e de sua alma no musical da Broadway ‘Nine’, que viria a se tornar um dos maiores sucessos dessa complexa amálgama criativa. E também é certo que, assim como a maioria das produções teatrais, que tal linguagem seria transposta para as telonas.
Em 2002, Rob Marshall, conhecido nome dentro do meio nova-iorquino por seus incríveis projetos como teatrólogo e coreógrafo, ganhou seu estrelado na indústria hollywoodiana com a obra ‘Chicago’, vencedor de seis estatuetas do Oscar e um dos longas-metragens mais memoráveis dos últimos anos. Seu sucesso emergiu principalmente por sua incrível montagem, pautada em uma perspectiva subjetiva e que parte de uma protagonista em crescente crise de identidade. Era quase óbvio imaginar que Marshall também seria chamado para encabeçar a adaptação de ‘Nine’, cujo escopo cênico é basicamente o mesmo – e esse novo projeto, ainda que tenha vingado, não passa de uma tentativa descarada e fracassada de cópia.
Assim como em ‘8 ½’, o musical traz como personagem principal um cineasta italiano chamado Guido Contini (Daniel Day-Lewis). Ele está prestes a delinear seu novo projeto, mas enfrenta uma crise de meia-idade que se estende para o ambiente de trabalho. Em outras palavras, o egocêntrico artista não consegue se concentrar para entregar uma nova obra-prima, enfrentando obstáculos inesperados e tentando buscar inspiração nos lugares mais incomuns – como em seu primeiro despertar sexual, sua amante, sua musa, sua mulher e sua mãe. E é através dessa jornada tour-de-force de amadurecimento que Marshall começa a explorar sua capacidade narrativa, tendo todas as peças mais uma vez entregues de bandeja e, infelizmente, não sabendo como trabalhá-las de modo satisfatório.
As várias personificações das mulheres que marcaram sua vida funcionam como musas inspiradoras, cada qual conversando com uma faceta de sua personalidade, mas não sendo orquestrado com exímia proeza ao longo de seus 120 minutos. Temos um elenco de ponta de linha completamente desperdiçado em meio a uma narrativa que não tem identidade e que deixa transparecer seus erros pela falta de um estilo conciso e endossado. É claro que, em se tratando de uma história que parte da perspectiva de Guido, engessar a trama é um dos maiores equívocos que se pode cometer – e infelizmente é isso o que o roteiro assinado por Michael Tolkin e Anthony Minghella faz: não temos um equilíbrio entre as personagens coadjuvantes, e seus arcos são tão superficiais que não causam qualquer comoção em relação ao público.
Cada uma das canções é uma ode a Guido. Claro, ele é uma figura que não preza pelo outro e que definitivamente não tem um pingo de empatia nem mesmo por sua mulher Luisa (Marion Cotillard) – mas de que adianta construí-lo desse modo se cada uma das coadjuvantes insiste em ressaltar sua imodéstia? Talvez essa tenha sido a ideia principal de Marshall, e sinto dizer que ela não encontra a luz do dia, a não ser pelos cenários muito bem construídos e que, eventualmente, são a única parte realmente agradável do musical. Nem mesmo as coreografias abrem margens para catarse, visto que mais funcionam como rendições pedantes e decadentes, seguindo ironicamente a jornada de Guido.
As coisas ficam ainda mais bizarras quando, sem qualquer explicação ou premeditação, o diretor opta por colocar as sequências subjetivas e em flashback em preto-e-branco, talvez para realizar uma separação mais palpável para o público. Todavia, ao fazer isso, ele duvida da capacidade de abstração temporal e narrativa da audiência, transformando sua obra em uma mistura desnecessária de ambiguidades e saídas autoexplicativas – e mais: ele não permanece nisso o tempo todo. As cenas de Cotillard, por exemplo, permanecem na policromia e entram em conflito com, por exemplo, a mesclada entrega de Kate Hudson como a editora-chefe da revista Vogue, Stephanie, em um agradável vaudeville intitulado Cinema Italiano. Mas nada, sem dúvida, é tão estranho quanto a sequência Be Italian, protagonizada pela misteriosa prostituta Saraghina (Fergie): nem mesmo a história ou a dança são interessantes, e a brusca montagem definitivamente não ajuda a apagar os problemas fílmicos.
Uma das poucas personalidades a conseguir salvar-se desse desastre musical é Judi Dench no papel da figurinista e diretora de arte Lilli, uma das musas inspiradoras de Guido e que se torna sua principal confidente e apoiadora, mesmo nos momentos mais difíceis. Ela constantemente o defende de todos os erros que comete e tenta conciliar seu trabalho com sua vida pessoal, ainda que isso represente um constante desgasto físico e emocional do diretor; apesar dessas complicações aparentemente intransponíveis, ela ainda permanece o mais calma possível e retorna para ampará-lo após ser totalmente abandonado pela própria egolatria. E esses valores entram também em conflito com o mascarado interesse tanto da atriz Claudia (Nicole Kidman) quanto pela crescente loucura da amante Carla (Penélope Cruz), as quais têm o seu momento de protagonismo que logo cedem ao clichê e à monotonia.
É quase impossível não traçar paralelos com a obra predecessora de Marshall. Enquanto ‘Chicago’ funciona em todas as medidas e consegue trabalhar com maestria os conceitos de intimismo narrativo e de subjetividade cênica, principalmente ao criar pequenos blocos de grande importância para cada personagem, ‘Nine’ parece uma versão inacabada e incompleta: até mesmo o trabalho com a câmera se assemelha às gravações de um making-off em vez do filme em si, talvez encontrando um espaço dentro do amadorismo cinematográfico.
Se a ideia era honrar Fellini com tal obra, Marshall definitivamente elevou as expectativas de todo mundo e caiu em seu próprio veneno ao não encontrar os ingredientes necessários para concretizar uma ideia interessante e que, infelizmente, jazeu morta dentro de uma utopia musical. O resultado é tão insosso que é capaz do imortal diretor ter se revirado na tumba – e não, não estou exagerando.
De acordo com o Deadline, Fred Hechinger (‘The White Lotus’) está em negociações para interpretar o Imperador Geta na já confirmada sequência ‘Gladiador 2’. Anteriormente, Barry Keoghan estava cotada para dar vida ao personagem, mas teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.
Além disso, o site também confirma que a atriz May Calamawy, conhecida por sua participação na série ‘Cavaleiro da Lua‘, entrou para o elenco do projeto.
Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
O elenco ainda contará com Paul Mescal (‘Aftersun’), Denzel Washington (‘Dia de Treinamento’), Joseph Quinn (‘Stranger Things’), Connie Nielsen (do primeiro ‘Gladiador’) e Pedro Pascal (‘The Last of Us’).
Lior Raz, Derek Jacobi, Peter Mensah e Matt Lucas também foram confirmados.
A história de se passará anos após o término do primeiro longa e mostrará como os eventos da vida de Maximus influenciaram a jornada de Lucius Verus – filho de Lucilla (Connie Nielsen), que foi vivido por Spencer Treat Clark (‘Vidro’) no original.
A Entertainment Weekly divulgou com exclusividade as imagens promocionais do 13º episódio da 9ª e última temporada de ‘The Flash’, intitulado “A New World, Part Four”.
O capítulo vai ao ar no dia 24 de maio e marca o encerramento da série.
Na trama, “o Flash, o homem mais rápido do mundo, recebe sua mais difícil missão até agora, para salvar a linha do tempo e a existência. Novos e velhos amigos se reúnem para uma batalha final para salvar Central City pela última vez”.
Confira, junto à prévia:
Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de ‘The Flash’ começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
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