Segundo a Variety,Harrison Ford chorou ao ser ovacionado em uma das maiores estreias do Festival de Cinema de Cannes deste ano.
‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’, quinto capítulo da saga de aventura estrelada por Harrison Ford, foi exibido no Festival e foi aplaudido em pé por cinco minutos. Foi o mesmo tempo de aplausos que ‘Top Gun: Maverick‘ recebeu.
Os maiores aplausos da noite foram reservados a Ford, que foi convocado ao palco pelo diretor do festival Thierry Frflictax para receber uma Palma de Ouro surpresa após um vídeo com seus melhores momentos na franquia.
“Estou muito emocionado com isso”, disse Ford antes do filme começar. “Dizem que quando você está prestes a morrer, você vê sua vida passar diante de seus olhos, e eu acabei de ver minha vida passar diante de meus olhos. Uma grande parte da minha vida, mas não toda a minha vida. Minha vida foi facilitada por minha adorável esposa” — Calista Flockhart, presente — “que apoiou minha paixão e meus sonhos, e sou grato.”
A nova aventura chegará aos cinemas nacionais no dia 29 de junho.
Vale lembrar que o filme terá nada menos que 2 horas e 22 minutos de duração (isto é, 142 minutos de tela). A encargo de comparação, o primeiro capítulo da saga tem 115 minutos, enquanto o segundo, o terceiro e o quarto têm, respectivamente, 118, 128 e 122 minutos.
Confira o trailer dublado:
Recentemente, a produção foi classificada pelo MPAA por “cenas de violência e ação, linguagem e fumo”.
A classificação não é uma surpresa para a franquia, especialmente considerando o status blockbuster familiar da produção. No entanto, vale destacar que o segundo filme, ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição‘, foi um dos responsáveis pela criação da classificação PG-13 em si, em 1984.
O terror ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ fez histórias nas telonas! O longa já arrecadou US$ 134 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa uma conquista inédita na franquia e a maior bilheteria do ano para a Warner Bros.
O filme ultrapassou ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘ (US$ 133 milhões) como a maior bilheteria de 2023 para o estúdio.
O novo longa também se tornou a maior arrecadação da saga, superando a bilheteria global do reboot de 2013 (US$97.5M).
Através do seu Twitter, o diretor Lee Cronin comemorou: “Muito amor pelo elenco, equipe e todos os cinéfilos que fizeram ‘A Morte do Demônio – A Ascensão’ alcançar esta marca. Agradecemos pelo apoio ao ajudar na ascensão dos Deadites em todo o mundo.”
So much love for the cast, crew, and all of you amazing movie-goers for taking #EvilDeadRise to this place today. Thank you for your support in helping the Deadites RISE all around the world! https://t.co/cnZTQK9mRi
Com orçamento de US$ 19 milhões, o longa já arrecadou mais de 5x o valor de sua produção. Vale lembrar que o terror conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o que deve ajudar ainda mais na estabilidade da produção nas telonas.
‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ seria lançado diretamente no streaming, mas o estúdio viu o filme e decidiu lançá-lo nos cinemas. Grande acerto.
A ação agora desloca-se da floresta para a cidade. A trama segue a perturbadora história de duas irmãs distantes, interpretadas porAlyssa Sutherland eLily Sullivan, cujo reencontro é interrompido por demônios devoradores de carne que aparecem de repente, levando-as a uma batalha primal pela sobrevivência, enfrentando a versão mais assustadora que se possa imaginar de uma família.
Foi anunciado ontem que a Disney+ vai lançar todos os episódios da série ‘Echo‘ na última semana de novembro, no dia 29, especificamente.
Derivada de ‘Gavião Arqueiro‘, a série contará a história de origem da Maya Lopez (Alaqua Cox) – a Echo –, cujo comportamento impiedoso em Nova York acaba chamando atenção de um líder da máfia. Logo, ela terá que enfrentar seu próprio passado, se reconectar com suas origens e abraçar o significado de família e comunidade, para que possa ter um futuro.
O lançamento completo é uma decisão atípica, considerando que as principais séries da Marvel tiveram seus episódios lançados semanalmente.
Considerando a mudança no formato, os fãs da personagem estão preocupados com o que isso pode significar em termos de qualidade da série.
Nas redes sociais, alguns estão teorizando que a Marvel decidiu lançar tudo de uma vez por medo da queda de audiência, caso a série fosse lançada em episódios semanais.
Confira as reações:
gostei de todos os episódios de echo saindo no mesmo dia, mas é bem suspeito, pelo jeito a série não vai ter grande orçamento
O elenco ainda contará com Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk/Rei do Crime), Chaske Spencer, Tantoo Cardinal, Devery Jacobs, Cody Lightning, Graham Greene e Zahn McClarnon.
Velozes & Furiosos 10, o mais novo filme da Saga Velozes & Furiosos, é o marco dos capítulos finais de uma das franquias globais mais célebres e populares do cinema, que em sua terceira década de ação e aventura continua firme e forte, com o mesmo elenco e os mesmos personagens principais desde o filme inaugural.
Ao longo de muitas missões e contra todas as possibilidades, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família resistiram, contornaram e superaram todos os adversários que cruzaram o seu caminho. Agora, eles enfrentam o mais letal de todos os seus oponentes – um inimigo aterrorizante que emerge das sombras do passado, alimentado por um desejo sanguinário de vingança, e determinado a destruir, para sempre, a família Toretto – tudo e todos a quem Dom ama.
Em Velozes & Furiosos 5: Operação Rio, de 2011, Dom e sua equipe eliminaram o nefasto chefão brasileiro das drogas, Hernan Reyes, e decapitaram seu império em uma ponte no Rio de Janeiro. O que eles não sabiam é que o filho de Reyes, Dante (Jason Momoa, Aquaman), testemunhou tudo, e passou os últimos doze anos elaborando um plano para que Dom, afinal, pague pelo que fez.
A estratégia de Dante é separar a família de Dom – de Los Angeles às catacumbas de Roma, do Brasil a Londres e de Portugal à Antártida. Novos aliados serão cooptados, e antigos inimigos vão voltar à ativa. Mas tudo muda quando Dom descobre que seu próprio filho de oito anos (Leo Abelo Perry, série Black-ish) é o alvo final da vingança de Dante.
» O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.
Sentindo-se presa em seu casamento com um marido rico e controlador, Charlotte começa um caso com outro homem, até que um dia ele desaparece misteriosamente sem deixar vestígios.
Junto com a irmã de seu amante, ela secretamente inicia uma investigação mas logo fica claro que nada é o que parece, e depois de se tornarem testemunhas de um assassinato, as duas se envolvem em um jogo sombrio e tortuoso.
Essa é a premissa de ‘Um Estranho em Nossa Cama‘, filme dirigido por Giles Alderson (‘World of Darkness’) e que chegou ao catálogo da Amazon Prime.
Estrelado por Emily Berrington (‘Humans’) e Ben Lloyd-Hughes (‘Divergente’), o longa chamou bastante atenção do público, conquistando 71% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Apesar de ter poucas reações sobre o filme nas redes sociais, considerando que não é um título de destaque, os assinantes da plataforma também estão rendendo elogios à trama.
E parece que alguns ficaram bem impactados com rumos que o filme tomou.
Confira:
Assisti “Um Estranho em Nossa Cama” e realmente é perturbador o quanto relações extraconjugais sempre acabam em merda.
comecei a assistir “Tem um estranho em nossa cama” e o cara parece o Ryle, quebra coisas e é babaca, chatão n deixou a mulher se separar e ainda foi atrás dela na rua pra buscar ela e a mala, mano a mãe dele falando merda pqp
— Nanda | que demora um século para ler um livro (@gst_fernandinha) December 26, 2022
Achei que Um Estranho Em Nossa Cama ia ser uma merda.
Recentemente, chegou o catálogo da HBO Max o filme ‘Fogo Cruzado’, trazendo Gerard Butler(‘300’) e Frank Grillo(‘Vingadores: Ultimato’) no meio de uma trama de ação e suspense.
Grillo interpreta um vigarista inventa que arma um plano para se esconder dentro de uma delegacia de polícia, atrás das grades, na tentativa de buscar refúgio por motivos desconhecidos.
O que ele não esperava é que a delegacia iria se tornar um improvável campo de batalha após a chegada de um assassino profissional (Butler), enquanto uma policial novata (Alexis Louder) tenta lidar com a situação.
Dirigido por Joe Carnahan (‘Esquadrão Classe A’), o longa foi batsante elogiadospelos críticos, conquistando 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A análise do Movie Mom diz que:
“Carnahan nos diz: ‘Se você é um fã de humor ácido, um enredo vibrante e ação intensa e sangrenta, estou aqui para dar tudo isso a você de uma forma visualmente estilosa e divertidamente desagradável'”.
Lançado em 17 de maio de 2013, o álbum Random Access Memories, da dupla francesa Daft Punk, completou uma década de existência, comemorada com o lançamento de uma reedição que trouxe nada menos que nove faixas novas. O CD já está disponível nas lojas e contou com uma ação publicitária muito legal, que colocou coordenadas em plataformas musicais na música Instant Crush. Cada região teve uma coordenada própria, levando a um “GIF vivo” no local indicado. No Brasil, a ação ocorreu no Parque Ibirapuera, em São Paulo, mas acabou sendo abafada pelo falecimento da lendária Rita Lee, cujo velório aconteceu no Planetário do Ibirapuera no mesmo dia.
O mais interessante é que 2023 também marca o aniversário de 30 anos da dupla, que começou em 1993 e anunciou a separação em 2021. E apesar deles terem adentrado os anos 2000 como um dos nomes mais importantes da música eletrônica, fazendo combinações ousadas e popularizando o gênero pelo planeta, foi em 2013, com o lançamento de Random Access Memories, que eles atingiram seu auge e mudaram de uma vez por todas as tendências da cena da música internacional. No início dos anos 2010, as Divas Pops dominavam as paradas do mundo com músicas influenciadas fortemente pelo R&B e o Hip-Hop, enquanto a Dance Music, que marcou a década anterior, dava seus últimos respiros.
Então, o Daft Punk, que havia adentrado a década de 2010 com um Grammy conquistado e com a composição da trilha sonora de Tron: O Legado (2010), decidiu ousar mais uma vez, realizando um álbum de estúdio completamente experimental que mudaria a cena da indústria. O Random Access Memories nasce da exaustão da dupla com o tempo dedicado à Tron. Mas não era um cansaço exclusivamente físico, era criativo. Tudo que eles faziam não os agradava mais, era como se eles tivessem chegado ao limite, realizando agora apenas cópias do que fizeram no passado, principalmente com os samplers. Então, eles chegaram à conclusão de que seu próximo trabalho deveria ser disruptivo, abandonando os samplers digitais e seria todo feito com os músicos em estúdios.
Isso foi revolucionário, porque eles enxergaram o futuro da música na simplicidade do passado. Assim, eles se cercaram da nata da engenharia de som para produzir um álbum de estúdio, todo gravado em fita, com sintetizadores analógicos e com participações de cantores e produtores experientes na composição do álbum, variando entre cinco estúdios de três cidades: Paris, Califórnia e Nova York. E ter a possibilidade de usar um equipamento analógico abriu novos horizontes para a dupla, cujo trabalho era limitado pela tecnologia digital. Agora imagine que você é um músico talentoso com um horizonte inexplorado à frente querendo fazer boas composições. É de se esperar que você queira ousar e testar o máximo de possibilidades. O problema é que por estar sendo gravado em fita, em que teoricamente não pode haver erros, esse processo de criação seria muito caro. Mas o Daft Punk se encantou tanto com o projeto de criar nesse mundo analógico, que para não ser limitado pelas reclamações de custa da gravadora – e evitar vazamentos, decidiu bancar do próprio bolso essa aventura que custou mais de um milhão de dólares.
A inspiração que mudaria foram as batidas do Funk, oSoft Rocke o Soul que embalaram as décadas de 70 e 80, e a aproximação à humanização da música, fugindo da tendência do AutoTune, que dominava as paradas Pop da época. Em entrevista à Rolling Stone, Thomas Bangalter (o do capacete prateado) revelou o objetivo da dupla com o álbum: “Existe essa coisa hoje em que a voz humana gravada é processada para tentar parecer robótica. Neste álbum, tentamos fazer com que as vozes robóticas soassem da forma mais humana possível, em termos de expressividade e emoção”, explicou.
Para ajudar no processo, eles contaram com as participações brilhantes do produtor Paul Williams e do guitarrista Nile Rodgers, da banda Chic, que colaborou na composição de Give Life Back To Music e tocou guitarra no hit Get Lucky. Este último, inclusive, contou com vocais de Pharrell Williams, que ajudou na composição dessa canção e de Lose Yourself to Dance. A parceria com Pharrell foi fundamental para que o álbum explodisse, já que suas músicas foram muito bem aceitas pelo público em geral, assim como Instant Crush, feita com vocais e colaboração de Julian Casablanca, vocalista da banda The Strokes. O mais interessante dessas colaborações é que elas mostraram não apenas ao público, mas às gravadoras, que a música eletrônica poderia, sim, ser combinada com outros estilos para criar verdadeiros hits. E mesmo que parecesse ousado, esse álbum já teria aberto portas para a aceitação do público.
Foto: Dave J. Hogan/Getty Images
Essa pegada mais humanizada da música, apelando para batidas à moda antiga que soassem feitas por humanos e não ferramentas digitais, acabou acertando em cheio uma ferramenta narrativa que redefiniria não apenas a música, mas a Cultura Pop em geral dali para frente: a nostalgia. “Estávamos traçando um paralelo entre o cérebro e o disco rígido – a maneira aleatória como as memórias são armazenadas”, completou Thomas ao definir o conceito de Random Access Memories.
Com as batidas nostálgicas, o Daft Punklançou tendência na cena, já que os produtores e outros músicos da época entenderam que a sensação de “reencontrar um velho conhecido” causada pela nostalgia seria a chave para conquistar diferentes públicos. E não deu outra! Mais recentemente, álbuns celebrados internacionalmente, como Future Nostalgia, da Dua Lipa, e After Hours, do The Weeknd, ambos lançados em 2020, fizeram um sucesso incomensurável seguindo essa mesma linha de produção, mostrando que quase uma década depois, a tendência iniciada pelo Daft Punksegue ditando os rumos dos sucessos atuais.
O sucesso foi tanto, que Random Access Memories levou os três Grammys aos que foi indicado em 2014, incluindo Álbum do Ano. Já o single Get Lucky conquistou Gravação do Ano e Melhor Performance de pop em duo ou grupo. Além disso, atingiu o topo das paradas em países como Estados Unidos, França, Alemanha, Espanha, México, Canadá, Reino Unido, Austrália, Itália e muitos outros. Suas conquistas foram surreais internacionalmente, com 2 Discos de Diamante na França, 4 Discos de Platina e um de Ouro no México, 2 Discos de Platina nos EUA, Itália, Austrália, Canadá e Polônia, e muitos outros números ridiculamente expressivos de venda ao redor do mundo.
Dez anos depois, aquelas 13 faixas de um álbum composto por uma dupla cansada da repetição e da mesmice se mostram cada vez mais relevantes para a indústria musical, por ter pavimentado, com seus grandes sucessos, alguns dos maiores sucessos da última década, abrindo as portas para praticamente todas as canções populares da atualidade.
Halle Bailey faz um trabalho primoroso como Ariel, resgatando todos os elementos da personagem original e incrementando com algumas investidas próprias – e isso sem falar das belíssimas e emocionantes rendições musicais (incluindo uma reimaginação tocante de “Part of Your World”)
O remake em live-action de #APequenaSereia é emocionante, colorido, vibrante e recheado de momentos ótimos – uma pedida certa para ver com os pequenos.
O filme estreia em 25 de maio nos cinemas nacionais.
O filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.
Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.
O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.
A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).
A adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.
Em uma recente entrevista ao ComicBook, Chukwudi Iwuji, que interpreta o vilão Alto Evolucionário no filme ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, revelou a existência de um final alternativo relacionado ao arco de seu personagem.
Embora não tenha fornecido detalhes específicos, Iwuji sugeriu que o destino do Alto Evolucionário pode ser diferente do que foi originalmente apresentado. O ator indicou que uma cena foi filmada para deixar sua situação no Universo Cinematográfico da Marvel mais clara.
“Bem, deixe-me colocar desta forma. Espero que vocês vejam uma versão estendida ou talvez um final alternativo, que certamente filmamos. Quero dizer, o ponto principal na Marvel é que, a menos que você veja alguém morrer, essa pessoa não necessariamente morreu e, mesmo que tenha morrido, o que isso significa no multiverso, certo? Mas, a questão é que Rocket não atira em mim. Eles fazem questão de dizer que Rocket deveria matar o vilão, e ele diz que não. Você não me vê descer com a nave. Então, vou deixar por isso mesmo”, explicou Iwuji durante a entrevista.
‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 500 milhões mundialmente – tornando-se a segunda maior bilheteria do ano.
Nos EUA, a produção já arrecadou US$ 213.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 315.6 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 528.8 milhões.
Após ter recebido uma nota A do público no CinemaScore – além de ter conquistado 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes –, o longa está disfrutando de uma boa estabilidade nas telonas, que é um reflexo direto das reações positivas e o efeito “boca a boca” que tem despertado a curiosidade dos espectadores.
Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.
O thriller de ação ‘A Mãe’, estrelado por Jennifer Lopez (‘As Golpistas’), chegou recentemente à Netflix e, apesar da grande estreia e da recepção calorosa por parte dos assinantes, alcançou uma amarga marca no agregador de reviewsRotten Tomatoes.
Com apenas 46% de aprovação, o longa marca a pior entrada da carreira da diretora Niki Caro no site.
A encargo de comparação, as outras produções com porcentagens contabilizadas no RT incluem ‘A Encantadora de Baleias’ (91%), ‘North Country’ (69%), ‘McFarland’ (80%), ‘O Zoológico de Varsóvia’ (64%) e o remake em live-action de ‘Mulan’ (70%).
Todavia, o sucesso de público foi garantido: o filme já registrou mais de 2.8 milhões de visualizações, no território norte-americano, durante o seu primeiro final de semana na plataforma de streaming.
Análises apontam que a produção ressoou fortemente com pessoas não caucasianas, tendo atraído a atenção do público negro (30%) e latino (25%).
Na trama, Lopez interpreta uma assassina que sai da sombras, a fim de proteger a filha que ela abandonou há anos atrás. Ela terá que fazer isso enquanto lida com um grupo de perigosos homens, que as estão perseguindo.
Relembre o trailer:
Além de estrelar, Lopez produz o filme ao lado da sua parceira de longa data, Elaine Goldsmith Thomas.
Nem tudo é o que parece ser. Chegou no catálogo da Paramount Plus um seriado cheio de reviravoltas, idas e vindas por meio de diferentes pontos de vistas, que exploram as possibilidades da espionagem industrial através das ações de um protagonista desconfiado com tudo e todos, que tem uma empresa que resolve situações, cria vantagens, das mais diversas, para quem o contrata, mas se vê constantemente perdido pelas falhas de um enorme plano que envolve questões democráticas e que podem afetar o planeta das informações. Criada pela dupla Glenn FicarraeJohn Requa, Rabbit Hole: Jogo de Mentiras, não entrega muito nessa primeira temporada, deixando as principais respostas para as próximas etapas.
Na trama, conhecemos John Weir (Kiefer Sutherland), um dos criadores de uma empresa de sucesso que resolve questões ligadas à espionagem para empresas e pessoas que os contrata. Em um novo e audacioso plano, a conclusão não sai como esperado e ele se vê envolvido em uma trama cheio de caminhos dentro da narrativa que tinha criado. Lutando contra seu complicado passado, memórias doloridas, e perdas no presente, ele precisará se juntar a um grupo de novas pessoas para enfim colocar o trem de volta aos trilhos e sair vencedor em uma batalha que gira em torno da informação.
O roteiro busca ser engenhoso, modifica peças de lugar frequentemente através das peculiaridades do seu confuso protagonista, usa do flashback para ampliar o entendimento na parte psicológica dos personagens. As perguntas começam aqui. Será que é tudo parte de um plano dele? Qual o plano? Será que está sendo enganado? Engana-se quem acha que encontrará respostas nessa primeira temporada, na verdade muitas perguntas são introduzidas pelas entrelinhas, inclusive.
Por falar do lado psicológico de John Weir, essa é a parte mais interessante para se seguir observando. A mente e suas complexidades viram elementos importantes nessa história, o começo do visualizar outros cenários, até o real entendimento dos traumas de um passado que não esquece, até mesmo suas aflições do que pode ser real ou não são ingredientes que tornam esse protagonista enigmático.
A subtrama policial, com o foco na detetive que os investiga, é o ponto fraco dessa primeira parte da história, parece distante adicionado apenas o óbvio dentro de um limitado ponto de vista de quem, assim como nós espectadores, não está entendendo os principais porquês que atravessam essa mirabolante história.
Pelas ruas de uma grande cidade norte-americana, ou mesmo escondidos em lugares remotos, vamos acompanhando os passos do novo grupo formado por Weir em busca de respostas, onde a busca pelo controle da informação é o início de um caminho com muitas motivações e possibilidades.
Durante uma conferência recente, David Zaslav, chefão da recém-formada Warner Bros. Discovery, expressou seu elogio a James Gunn, um dos CEOs da DC Studios, e questionou por que ele nunca teve a oportunidade de liderar a Marvel Studios, sob o comando de Kevin Feige.
O executivo expressou seu espanto em relação à falta de envolvimento de Gunn com a Marvel, considerando sua afinidade e experiência com os heróis dos quadrinhos.
“Eu olho para ele e penso: ‘Por que esse cara não está comandando a Marvel?’ Ele cresceu com esses personagens da DC e da Marvel e os conhece muito bem. Eles são como uma família para ele”, disse Zaslav durante a conferência, conforme relatado pelo The Wrap.
Zaslav também destacou o sucesso do mais recente filme de Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, que é um projeto muito pessoal para o diretor.
“[…] Ao me encontrar com James Gunn, ele estava escrevendo o novo ‘Superman’ e já havia concluído o roteiro do novo ‘Guardiões da Galáxia’, que agora é um grande sucesso para a Marvel, o que nos deixa felizes, já que Gunn dirigiu e escreveu aquele filme”, afirmou Zaslav.
‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 500 milhões mundialmente – tornando-se a segunda maior bilheteria do ano.
Nos EUA, a produção já arrecadou US$ 213.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 315.6 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 528.8 milhões.
Após ter recebido uma nota A do público no CinemaScore – além de ter conquistado 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes –, o longa está disfrutando de uma boa estabilidade nas telonas, que é um reflexo direto das reações positivas e o efeito “boca a boca” que tem despertado a curiosidade dos espectadores.
Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.
Segundo informações divulgadas pelo Deadline, Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna estão confirmadas para reprisarem seus papéis em ‘Deadpool 3‘, longa que trará o icônico mercenário tagarela interpretado por Ryan Reynolds dessa vez sob o teto daMarvel Studios.
Brianna Hildebrand, conhecida por interpretar a Míssil Adolescente Megassônico nos dois filmes anteriores do icônico Mercenário Falastrão, estará de volta ao papel.
Além disso, ela será acompanhada por Shioli Kutsuna, que interpretou Yukio, a namorada da Míssil Adolescente Megassônico em ‘Deadpool 2‘.
Para quem não se lembra, Baccarin interpretou Vanessa, o par romântico do Mercenário Tagarela, enquanto Kapicic interpretou o Colossus nos dois primeiros filmes.
Anteriormente, Karan Soni e Leslie Uggams também foram confirmados de volta em ‘Deadpool 3‘. Soni interpreta o carismático taxista Dopinder, já Uggams é a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para o Deadpool.
Os atores se juntam a Hugh Jackman, que notoriamente voltará a interpretar o Wolverine após ter se aposentado do personagem.
O tempo é o senhor do destino. Com uma proposta interessante de navegar nos caminhos indecifráveis que podem se abrir no destino, o longa-metragem italiano Já era Hora, disponível na Netflix, através de um ótimo protagonista, nos conta uma história cheia de altos e baixos na vida de um advogado atrapalhado, consumido pelo trabalho que vê seu mundo virar de cabeça pra baixo quando percebe estar saltando de forma aleatória para o ano seguinte. Remake da produção australiana Long Story Short, escrito e dirigido por Alessandro Aronadio (Renato Sannio também assina o roteiro), Já era Horaprovoca uma vasta reflexão existencial.
Na trama, conhecemos o advogado Dante (Edoardo Leo) que após uma peculiar situação, que tinha tudo para ser constrangedora, acaba conhecendo uma delicada e romântica ilustradora chamada Alice (Barbara Ronchi). Eles logo começam a namorar e a morar juntos. Cheios de planos e aos trancos e barrancos mantendo acesa a paixão no casamento, o casal sofre com a falta de tempo de Dante, um workholic consumido pelas quase inacabáveis horas que se dedica ao trabalho. Certo dia, Dante se vê preso em uma situação angustiante, começa a perceber que está pulando de forma aleatória para o futuro, de ano a ano, o fazendo viver alegrias e tristezas como se fosse um espelho do que, daquela forma que vive o presente, seria seu futuro.
Como fazer o tempo passar devagar? O protagonista embarca em descobertas, dentro de uma espécie de paradigma sobre suas próprias convicções pessoais, Dante se vê com a possibilidade de olhar à frente mas tendo que consertar o que era no seu antigo presente através das situações que se apresentam nesse futuro que chega do nada na sua rotina. Embarcando no faz de conta, o espectador tem a chance de refletir sobre temas que podem envolver um casamento: os conflitos, as crises, a terapia de casal, a gravidez, a traição, as escolhas difíceis, a separação, a paternidade.
Já era Horacom seu ritmo eletrizante, aposta no meio, com seu desfecho indefinido, com seu início baseado no absurdo mundo da hipótese. É um projeto para se fazer pensar sobre a vida, principalmente para pessoas de meia idade, onde as crises nesse momento chave de nossa trajetória nos levam a pensar adiante, em como serão as coisas no futuro a partir das ações no presente.
A saga de um famoso anti-herói. Criada pelo britânico Michael Hirst, produtor de Vikings e The Tudors, entre outros sucessos, chegou na Paramount Plus, quase desapercebido, uma série que nos leva de volta às disputas e conflitos no epicentro de um tumultuado velho oeste americano nos apresentando um amplo recorte sobre a vida do mais famoso pistoleiro desse período, Billy The Kid. Passeando pela história do marcante do período ligado à expansão americana, nos poucos mas intensos anos que viveu, o anti-herói presenciou a corrupção, terras sem lei, violência, disputas de comerciantes. Conhecido por alguns nomes, figura polêmica de uma época onde o sobreviver era o ganha pão de cada dia, Billy The Kid participou da famosa Guerra do Condado de Lincoln, fato que ficou integralmente para ser conferido nas próximas temporadas. No papel principal, o ótimo Tom Blyth brilha no papel principal.
Na trama, conhecemos os primeiros passos de William H. Bonney (Tom Blyth), depois conhecido como Billy The Kid, Desde o início de vida conturbado, vindo de uma família de imigrantes irlandeses, se muda para o velho oeste norte-americano junto com sua família ao mesmo tempo que uma série de tragédias começam a cercá-lo. Se vendo sozinho em um mundo cruel, onde sobreviver rompe com sua moral quase que instantaneamente. A primeira temporada foca em como ele tornou aos poucos um dos rostos mais procurados pelas autoridades da época.
Princípios que ferem princípios. Uma ampla análise é feita sobre essa figura controversa. O roteiro é bem detalhista, começando pela sua visão inicial do que seria sua vida dali em diante. Sua família foi para os Estados Unidos com o desejo de um tratamento justo para todos, fato que logo se revelara ser um objetivo difícil de se encontrar. As mortes que acompanham sua trajetória parecem o fazer entender a vida de outras formas, onde a justiça tem interpretações variadas o deixando em uma linha tênue sobre o que é ser justo e até mesmo suas interpretações para lealdade. Suas inúmeras fugas de prisões ganham real sentido além das escolhas que faz quando se vê entre traições e lealdades.
Na segunda metade da temporada, acompanhamos a história seguindo rumo ao epicentro dos seus conflitos (e os fatos que o tornaram conhecido), dentro das ações desenfreadas com uma gangue a princípio comandada por um impiedoso e perigoso amigo e o iminente rompimento, fruto de um idealismo conflitante. Aqui apresentam-se mais conflitos que o cerca. A disputa por gados, por meio de fazendeiros poderosos, um mundo onde a manipulação era uma ferramenta na busca por objetivos unilaterais, as concessões de terras espanholas, um clássico jogo pelo poder, em uma terra onde a lei é corruptível. Vivendo intensamente o período do Velho Oeste americano, os caminhos percorridos pelo protagonista segue em paralelo à história norte-americana.
Ao longo dos ótimos oito episódios da primeira temporada, a série criada por Michael Hirst é um retrato marcante de uma época, de atitudes moralmente questionáveis, que ainda tem muito a desenvolver nas próximas temporadas.
A busca pelo elenco de ‘Superman: O Legado‘, o aguardado filme escrito e dirigido por James Gunn, está em pleno andamento.
Rumores já apontaram que David Corenswet (‘Pearl’) é um dos principais candidatos para interpretar Clark Kent, o Superman, avançando para a fase de testes.
Também foi dito que Nicholas Hoult (‘Mad Max: Estrada da Fúria’) estava na disputa pelo papel, mas acabou sendo cotado como o possível intérprete de Lex Luthor, o grande inimigo do Superman nos quadrinhos.
Pensando nisso, um usuário do Instagram compartilhou uma incrível fan art imaginando Hoult vestindo a armadura do vilão, ao lado de Corenswet caracterizado como o Homem de Aço.
Para o papel de Lois Lane, personagem icônica do universo do Superman, atrizes talentosas como Emma Mackey (‘Sex Education’), Rachel Brosnahan (‘Maravilhosa Sra. Maisel’), Phoebe Dynevor (‘Bridgerton’) e Samara Weaving (‘Pânico VI’) estão sendo consideradas.
A escolha para o vilão Lex Luthor está mais próxima de ser definida, com Nicholas Hoult (‘Renfield’) sendo cotado para o papel.
Além disso, a revista aponta que o filme trará outros heróis já estabelecidos no universo cinematográfico da DC.
Mais detalhes sobre o elenco e a produção serão divulgados em breve.
Enquanto isso, Gunn já havia revelado o que ele espera do próximo intérprete do Homem de Aço: “É difícil, mas estamos procurando a pessoa certa. E, para ser sincero, temos algumas ótimas opções, o que me deixa animado. Mas tem que ser alguém que tenha toda a humanidade que o Super-Homem tem, mas ele também é um alienígena. Tem que ser alguém que tenha a bondade e a compaixão que o Superman tem. E tem que ser alguém em quem você queira dar um abraço.”
Lembrando que Gunn anunciou que a pré-produção do novo filme já foi iniciada.
Em seu perfil do Twitter, ele compartilhou a imagem da capa do roteiro e escreveu:
“Me sinto honrado por fazer parte deste legado. E que dia melhor do que o aniversário do Superman para mergulhar totalmente na pré-produção de ‘Superman – O Legado’? Figurinos, design de produção e muito mais, agora em desenvolvimento.”
Gunn também já havia dado detalhes sobre os personagens de apoio, dizendo que:
“Os personagens em torno de Clark não estarão sendo apresentados pela primeira vez, pois ele já convive com eles. Não é uma história de origem, é apenas uma versão mais jovem dele”.
Após a declaração, alguns fãs e perguntaram se o cineasta estaria se referindo aos membros da Liga da Justiça.
Mas, considerando que a trama vai explorar os primeiros anos de Clark como herói, tudo indica que esses personagens devem ser Lois Lane, Jimmy Olsen, Perry White e outros colegas de trabalho.
E aí, quem você gostaria de ver como o novo Homem de Aço?
Em uma entrevista à Entertainment Weekly, o diretor Justin Simien compartilhou seus sentimentos sobre o filme original ‘Mansão Mal-Assombrada‘, lançado em 2003 e estrelado por Eddie Murphy.
Surpreendentemente, Simien revelou não ter gostado do filme, com exceção do design de produção.
‘Mansão Mal-Assombrada‘ é originalmente uma atração dos parques da Disney, mas Simien buscou criar algo completamente diferente em seu reboot, ao mesmo tempo em que respeitava os fãs do filme anterior.
“Eu queria fazer algo totalmente diferente, mas também não queria desrespeitar as pessoas que gostam daquele filme. Era uma época diferente. Muitas pessoas cresceram com esse filme e gostam muito. Eu vi no cinema na época, e acho que era um pouco velho demais para gostar”, compartilhou o cineasta.
Como já era esperado, a nova adaptação ganhou uma baixa classificação etária (PG-13).
O longa foi classificado pelo MPAA por “ação assustadora e elementos temáticos”.
A adaptação original, estrelada por Eddie Murphy, havia recebido a mesma classificação por “imagens sinistras, elementos temáticos e linguagem”.
A nova versão seguirá uma mãe solteira, que se muda para uma nova casa em Nova Orleans com seu filho de nove anos. Quando ela descobre que a mansão é assombrada, Gabbie recorre à contratação de um guia turístico paranormal, uma vidente, um padre e um historiador para ajudar a exorcizar a propriedade.
O roteiro é escrito por Katie Dippold (‘Caça-Fantasmas’).
A direção fica a cargo de Justin Simien, aclamado diretor e roteirista da série ‘Cara Gente Branca‘.
Lançada em 1969 e ainda extremamente popular, a atração leva os visitantes em uma mansão sinistra com uma grande variedade de sustos sobrenaturais. Dentre seus personagens mais populares, inclui-se Hatbox Ghost, Madame Leota, The Phantom e os Hitchhiking Ghosts.
Em 2003, um longa baseado na atração, estrelado por Eddie Murphy, Terence Stamp e Marsha Thomason, foi lançado, mas falhou em cumprir as expectativas dos estúdios.
O filme arrecadou apenas US$182 milhões nas bilheterias, a partir de um orçamento de US$90 milhões, além de ter sido um fracasso de crítica (amargando 14% de aprovação no Rotten Tomatoes).
Há alguns anos, Guillermo del Toro ficaria responsável por sua própria versão cinematográfica, estrelada por Ryan Gosling, mas o projeto foi descartado pela Disney após se mostrar muito aterrorizante para o público infantil.
Desde o anúncio de que Dwayne Johnson estaria retornando para a franquia ‘Velozes e Furiosos‘, os fãs têm debatido e especulado sobre como o personagem Hobbs fará sua aparição no novo filme.
Agora que o décimo filme da franquia já está em cartaz nos cinemas, os detalhes da aguardada cena pós-créditos foram revelados, proporcionando aos fãs uma prévia emocionante do que está por vir.
A cena pós-créditos, exibida no meio dos créditos finais de ‘Velozes e Furiosos 10‘, começa com uma equipe de agentes mascarados invadindo um prédio onde Dom Toretto (Vin Diesel) foi emboscado por Dante (Jason Momoa).
Entre os agentes mascarados, destaca-se um gigante agente encapuzado, que adentra o prédio e atende um telefone celular que estava tocando em uma sala. Ao atender a ligação, o agente ouve a voz de Dante revelando que, embora Dom tenha sido responsável pelo acidente que resultou na morte de Hernan Reyes, não foi ele quem matou seu pai. Nesse momento, é exibido um flashback dos eventos finais de ‘Velozes e Furiosos 5: Operação Rio‘.
Logo em seguida, o agente misterioso remove seu capuz, revelando-se como Luke Hobbs, interpretado por Dwayne Johnson, o homem que de fato matou Hernan Reyes. A cena encerra com Hobbs destruindo o celular após afirmar ao vilão que não é uma pessoa difícil de ser encontrada.
A aparição de Dwayne Johnson é especialmente inesperada, dadas as frequentes alegações da estrela de que ele não tinha planos de retornar à popular série de filmes.
Em dezembro de 2021, Johnson falou à CNN sobre suas frustrações com o astro da série Vin Diesel e sua decisão de sair da franquia:
“Eu disse [a Diesel] diretamente que não voltaria para a franquia. Fui firme, mas cordial com minhas palavras e disse que sempre apoiaria o elenco e sempre torceria pelo sucesso da franquia, mas que não havia chance de voltar. A recente postagem pública de Vin foi um exemplo de sua manipulação. Não gostei que ele tenha criado os filhos no set, assim como seu apelo com a morte de Paul Walker. Deixe-os fora disso. Havíamos conversado meses atrás sobre isso e chegamos a um entendimento claro. Meu objetivo o tempo todo era terminar minha incrível jornada com esta incrível franquia Velozes e Furiosos com gratidão e graça.”
O personagem foi apresentado em ‘Velozes e Furiosos 5‘ como um agente do Serviço de Segurança Diplomática dos Estados Unidos, contratado para derrubar Dom Torreto e sua equipe. Por fim, Hobbs vira amigo de Dom para derrotar a ciberterrorista vivida por Charlize Theron em ‘Velozes e Furiosos 8‘.
O personagem ganhou um filme derivado, intitulado ‘Hobbs & Shaw‘.
‘Velozes e Furiosos 10‘ teve suas primeiras reações divulgadas pelos críticos, e a sequência é tão grandiosa que chegou a ser comparada a ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.
Confira algumas análises:
“#VelozeseFuriosos10 é tudo que você queria da franquia elevado à décima potência. Jason Momoa entrega um vilão extremamente maligno e caricato, e é a melhor coisa do filme. A ação é nível épico, com algumas cenas “passadas” no Rio. Espere MUITAS participações surpreendentes e revelações. É de longe o maior da franquia, e a cena pós-créditos vai te deixar de queixo caído. É o blockbuster perfeito. FILMÃO que desafia todas as leis da física, da crítica e do universo.”
Espere MUITAS participações surpreendentes e revelações. É de longe o maior da franquia, e a cena pós-créditos vai te deixar de queixo caído. É o blockbuster perfeito. FILMÃO que desafia todas as leis da física, da crítica e do universo.
“Assisti #VelozeseFuriosos10 na semana passada! É um passeio de ação selvagem e ininterrupto que oferece o final mais chocante da franquia até agora. Não é perfeito (o final pode dividir os fãs), mas não paro de pensar nisso e mal posso esperar para vê-lo novamente. A definição é que a Universal está tentando fazer disso sua própria Guerra Infinita.”
Caught #FastX last week! It’s a wild, non-stop action thrill ride that delivers the most shocking ending of the franchise, so far. Not perfect (end may divide fans), but it’s been growing on me & I can’t wait to see it again. Universal’s def trying to make this its Infinity War. pic.twitter.com/0EWbLNezOi
“#VelozeseFuriosos10 é um passeio emocionante e divertido. É um espetáculo visual com algumas acrobacias verdadeiramente incríveis e alguns momentos ultrajantes que você esperaria da franquia, mas o que Jason Momoa traz para o filme como Dante é mágico! Sua performance exala carisma.”
#FastX is an entertaining thrill ride. It’s a visual spectacle with some truly incredible stunts and some wildly outrageous moments you’d expect from the Fast franchise, but what Jason Momoa brings to the film as Dante is magic! His performance oozes charisma. pic.twitter.com/UjOlR77aEF
— Joseph Deckelmeier (@joedeckelmeier) May 12, 2023
“#VelozeseFurisos10 pertence aJason Momoa e seu vilão decadente, Dante Reyes. Feroz e extravagante, seu pavão perigoso adiciona uma ponta afiada e um humor negro refrescante. O resto é meio ridículo com elementos desajeitados, mas é estupidamente divertido. O que você esperava?”
#FastX belongs to Jason Momoa and his decadent bad guy, Dante Reyes. Fierce and flamboyant, his perilous peacocking adds a sharp edge and some refreshing dark humor. The rest is ludicrousness with clunky elements but it is stupidly entertaining. What the Fast were you expecting? pic.twitter.com/9Xeuj2In7z
“#VelozeseFuriosos10 é totalmente grandioso (adorei cada segundo). Sequências de ação e frases curtas deixaram meu rosto doendo de tanto sorrir. Momoa é hilário. Assistir no cinema? Por favor. Blockbuster de pico do verão? Claro que sim. Construído para uma experiência de tela de cinema e com muita pipoca.”
#FastX is utterly ridiculous (I loved every second). Action sequences and one-liners left my face hurting from smiling so much. Momoa is hilarious. Ensemble rocks. Cinema? Please. Peak summer blockbuster? Hell yes. Built for a popcorn-filled big screen experience. @ComicBookpic.twitter.com/5XWLT4daQO
“Velozes e Furiosos 10‘ coloca a franquia de volta nos trilhos, e o motivo número 1 é Jason Momoa, que interpreta Dante como se fosse uma versão do Coringa. Ele é um psicopata alegre, e é delicioso. Junto com uma história que evita os erros de ‘Velozes e Furiosos 8′ e 9, é uma vitória.”
Fast X gets the Fast & Furious series back on track, and reason #1 is Jason Momoa, who plays Dante like F&F’s version of The Joker. He’s a gleeful psychopath, and it’s delightful. Along with a story that avoids what made Fate Of The Furious and F9 feel stale, it’s a win. #FastXpic.twitter.com/fgZy6gjYTR
Como esperado, o filme recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA – a mesma que a iterações anteriores.
No entanto, a produção promete causar muita tensão. O MPAA classificou o longa por “cenas intensas de ação e violência, linguagem e algum material sugestivo”.
No novo filme…
“Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família devem lidar com o adversário mais letal que já enfrentaram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.”
O longa marca a estreia deJason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.
Os fãs do Cavaleiro das Trevas têm especulado sobre a nova interpretação do Batman no universo reboot da DC que está sob a direção de James Gunn.
No entanto, parece que as discussões sobre o projeto ainda estão em estágios iniciais.
Em uma interação com os fãs no Twitter, Gunn foi questionado sobre a idade do herói no Universo DC e se haveria alguma consideração em relação à cronologia.
Surpreendentemente, o cineasta revelou que a escalação do ator para o papel ainda nem começou, o que indica que a abordagem do Batman em seu projeto ainda está em aberto.
“Ainda não o escalamos, então não temos ideia,” declarou Gunn em sua publicação no Twitter.
Em janeiro, os presidentes da DC Studios, James Gunn e Peter Safran, anunciaram dez projetos para o futuro do DCU, divididos entre cinema e TV. Entre eles, um filme baseado nas HQs ‘Batman: The Brave and the Bold’.
Nos quadrinhos, a saga foi oficialmente publicada entre os anos de 1955 e 1983. Pouco depois, a narrativa foi acompanhada de uma minissérie, lançada entre 1991 e 1999, e de um revival, que seria publicado a partir de 2007.
A fase que vai servir de base para o filme foi escrita por Grant Morrison e terá ninguém menos que Damien Wayne como Robin, introduzindo no cinema a Batfamília, já que Damien é o filho de Bruce Wayne.
A história mostrará Damien como um pequeno assassino que terá que ser posto na linha por seu pai.
Pensando nisso, uma página do Instagram compartilhou uma bela fan art, imaginando os visuais da dupla.
Nas redes sociais, os fãs estão completamente empolgados com as novidades após tantas frustrações nos últimos meses.
Além do entusiasmo em relação aos títulos anunciados, o público está esperançoso de que o planejamento de 10 anos para o DCU possa alavancar este novo universo compartilhado, assim como aconteceu com a Marvel Studios.
O primeiro capítulo será ‘Superman – O Legado’, cujo roteiro é assinado por Gunn e cuja estreia está marcada para o dia 11 de julho de 2025.
Em entrevista ao ComicBook.com, Gunn e Safran revelaram a estratégia de lançamento dos projetos, dizendo que pretendem lançar quatro títulos por ano.
A DC Studios planeja lançar “provavelmente dois filmes e provavelmente duas séries da HBO Max por ano”, conforme explica Safran. Por enquanto, sabe-se que ‘Superman’ será o primeiro longa-metragem e que, ao lado dele, teremos o lançamento de ‘Waller’ (spin-off de ‘Pacificador’) e de ‘Creature Commandos’.
Quando questionado se aDC Studios continuará a seguir essa estratégias no anos seguintes a 2023, Gunn disse que o plano é “algo como isso”.
Segundo um relatório divulgado pelo The Hollywood Reporter, o renomado ator Eddie Murphy, conhecido por seus papéis em ‘Um Príncipe em Nova York‘ e ‘Um Tira da Pesada‘, está atualmente em negociações para estrelar a próxima adaptação cinematográfica de ‘A Pantera Cor-de-Rosa‘.
Caso as negociações com a MGM sejam bem-sucedidas, Murphy assumirá o papel do icônico Inspetor Clouseau, personagem anteriormente interpretado pelo saudosoPeter Sellers, e nos filmes mais recentes, pelo ator Steve Martin.
A direção do filme ficará a cargo de Jeff Fowler, reconhecido por seu trabalho em ‘Sonic: O Filme’. A versão final do roteiro está sendo desenvolvida por Chris Bremner.
De acordo com fontes consultadas pelo site, a nova adaptação será um híbrido entre live-action e computação gráfica. A trama seguirá a gangue da Pantera Cor-de-Rosa em uma missão para libertá-la de sua “prisão animada” e realizar um audacioso assalto.
Os produtoresDan Lin e Jonathan Eirich, conhecidos por seu trabalho em ‘Aladdin‘, estão encarregados da produção do filme sob o banner Rideback. O projeto está em desenvolvimento há cerca de três anos no estúdio.
Acompanharemos de perto o desenvolvimento desse aguardado projeto e traremos mais atualizações assim que estiverem disponíveis.
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