Site Página 263

‘A Torre Negra’ ainda está em desenvolvimento, afirma Mike Flanagan

Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) confirmou que a adaptação de ‘A Torre Negra‘, baseada na saga literária de Stephen King, segue em desenvolvimento ativo.

O cineasta, que anda ocupado com ‘A Vida de Chuck‘, a nova versão de ‘Carrie, a Estranha‘ e o vindouro reboot de ‘O Exorcista‘, revelou que continua trabalhando na adaptação, mas que o projeto avança a passos lentos devido ao grandioso universo do material de origem.

“Eu não parei de trabalhar [na adaptação de ‘A Torre Negra’]. O problema é que este projeto é tão grandioso que está sendo construído lentamente. Ele tem estado em desenvolvimento este tempo todo. É um universo muito grande.”, afirmou ao ComicBook.

Ele completa, “Além dos espectadores, até mesmo o Stephen King tem me perguntado mais sobre o projeto, mas posso dizer que esta adaptação está sendo constantemente desenvolvida, e eu não irei decepcioná-los.” 

Até o momento, o projeto está em fase de desenvolvimento, e o cineasta já escreveu o piloto do seriado inédito, além de estruturar a temporada como um todo.

A Torre Negra‘ é uma saga de oito livros que acompanha um eterno duelo entre forças sobrenaturais, acompanhando um pistoleiro chamado Roland em sua busca por um ser conhecido como O Homem de Preto.

Considerada a produção mais extensa da carreira King, a saga supera as 4.300 páginas e tem elementos de horror, faroeste e ficção científica, e serve para conectar todo o universo das obras de Stephen King. O plano de Flanagan é adaptar ‘A Torre Negra‘ em cinco temporadas, além de dois filmes adicionais.

A produção de 2017 para os cinemas contou com um orçamento de US$ 60 milhões e faturou meros US$ 111 milhões nas bilheterias.

5 filmes que refletem sobre a Disformia Corporal

Hoje vamos falar sobre um assunto muito sério que é a Disformia Corporal. Essa questão delicada que gera enormes abalos emocionais em muitas pessoas mundo à fora, pode ser definida como um transtorno psicológico onde a pessoa acredita ter defeitos físicos onde muitas vezes não tem, uma espécie de autoimagem distorcida, como se as imperfeições fossem muitas vezes classificadas como deformidades, levando até mesmo a casos extremos onde não consegue-se parar de pensar sobre a questão.

O mundo do cinema algumas vezes já nos fez compreender mais sobre o tema, seja na visão do protagonista ou mesmo das pessoas que estão por perto de quem apresenta traços desse transtorno. Pensando nesse assunto resolvemos criar uma lista abaixo com 5 filmes que refletem sobre a Disformia Corporal:

 

Diário de Viagem

O grito que ninguém escuta. Abordando conflitos intensos entre a mente e o corpo na perspectiva de uma jovem adolescente, o longa-metragem brasileiro Diário de Viagem começa sua jornada em meados da década de 90, na época de criação do plano real. O recorte aqui é na fase adolescente, no ensino médio, aos olhos de uma personagem em conflito, que não sabe o que gosta, o que quer, se sente perdida em seu pensar com o peso de não conseguir se relacionar, como se todos não a entendessem. O epicentro desses conflitos é em relação ao transtorno alimentar. Viver essa fase em total solidão. É duro, angustiante, a narrativa caminha nessa estrada de forma profunda. Escrito e dirigido pela cineasta Paula Kim, o filme é baseado na adolescência da própria diretora.

 

Thin

Esse documentário, lançado em 2014, que está disponível na HBO Max, mostra algumas jovens com grandes abalos emocionais e psicológicos ligados à maneira como enxergam seus corpos. Elas estão em uma clínica onde precisam lidar e passar por um tratamento para bulimia e a anorexia. Dirigido por Lauren Greenfield.

 

Reflect

Se aceite e seja feliz! No ritmo da leveza e da delicadeza, o curta-metragem Reflect, disponível no catálogo da Disney Plus, nos leva a refletir sobre a aceitação do nosso corpo. Se formos pensar mais profundamente, encontramos uma relação com a sociedade que ainda massacra as emoções criando traumas através de um padrão. O trabalho é assinado por Hillary Bradfield, em seu primeiro projeto como diretora, antes ela realizou inúmeros trabalhos no departamento de artes em filmes como: Encanto, Frozen 2 e mais recentemente no aguardado filme de James Cameron, Avatar: O Caminho da Água. Reflect apresenta a primeira protagonista plus size da história da Disney.

 

O Mínimo para Viver

Escrito e dirigido pela cineasta californiana Marti Noxon, O Mínimo para Viver aborda a anorexia. Na trama, conhecemos uma jovem que após iniciar um tratamento com um novo médico acaba embarcando em uma jornada de autodescoberta. O filme estreou mundialmente na edição de 2017 do Festival Sundance de Cinema.

 

Likeness

Curta-metragem protagonizado por Elle Fanning nos leva para um recorte da vida de uma jovem que durante uma festa enxerga o ambiente ao seu redor com muita pressão fruto dos padrões de beleza estabelecidos pela sociedade, levando-a para um estado de abalos emocionais e em consequência um episódio de Bulimia. Dirigido pelo cineasta mexicano Rodrigo Prieto, em seu primeiro trabalho como diretor. Ele já fora indicado três vezes ao Oscar como diretor de fotografia.

 

 

A Última Viagem a Vegas (2)

Anunciado como o Se Beber, Não Case da terceira idade, A Última Viagem a Vegas consegue superar os filmes do “wolfpack” em todos os quesitos. O primeiro e mais óbvio é o peso do elenco de veteranos que conta com Morgan Freeman (Truque de Mestre), Michael Douglas (Behind the Candelabra), Kevin Kline (Sexo Sem Compromisso) e Robert De Niro (A Família), e traz grande nostalgia para uma fatia do público. Eles são como nossos velhos amigos, que viemos acompanhando por décadas nas telas.

O fato causa identificação imediata para todos que já viram sua época de auge passar. O humor aqui é mais limpo também, e de certa forma seguro, apropriado para todas as idades sem precisar apelar para a escatologia como nos filmes de Alan e Cia. (nada contra, quando o humor sujo funciona). Mas o grande fator diferencial é a alma e coração que A Última Viagem a Vegas surpreendentemente possui. Essa não é apenas uma comédia vazia cujo único mote é juntar velhos astros e fazê-los se comportar como idiotas.

7

Pelo contrário. Quem der uma chance ao filme, ganhará uma obra mais calorosa do que o esperado, e que tem muito a dizer sobre amizade e amor. Na trama, quatro amigos de infância e ex-reizinhos de um bairro em Nova York envelheceram, mas sua amizade continuou em grande parte intacta. Billy (Douglas), fazendo uso da persona de galã do ator, vai se casar com uma jovem com idade para ser sua filha, ou quem sabe neta. Vale lembrar que Douglas, na vida real com 69 anos, é casado com a atriz Catherina Zeta-Jones (Red 2), 25 anos mais jovem.

Para a despedida de solteiro, Douglas reúne seus melhores amigos em uma viagem inesquecível. Archie (Freeman, de 76 anos) vive com o filho, a nora e a netinha. Depois de um derrame, sua família se tornou extremamente preocupada com ele, e a viagem para Vegas é um segredo que ele precisará manter deles. Sam (Kline, de 66 anos) é o único da turma ainda casado, e recebe um passe livre da esposa, juntamente com um Viagra, uma camisinha e os dizeres: “o que acontece em Vegas, fica em Vegas”.

8

Por fim temos Paddy (De Niro, de 70 anos), viúvo amargurado que tem problemas não resolvidos com o personagem de Douglas. O personagem de De Niro também faz uso de sua persona ranzinza e durona nas telas. A química entre os veteranos é ótima, e a sensação que temos é a de que esse grupo realmente se divertiu durantes as filmagens. Grande parte reflete no que vemos. A ainda bela Mary Steenburgem (a eterna Clara Clayton de De Volta para o Futuro III) chega para abalar as estruturas desse quarteto na pele de Diana, uma cantora de bar muito especial.

9

Entre brigas, reflexões de vida, debates sobre amizade, e gracinhas envolvendo danças, piscinas e vodka com Red Bull, A Última Viagem a Vegas é a comédia mais agradável do ano. Entretém sem nunca passar dos limites, e consegue ser muito mais emocionante do que imaginaríamos. Em especial os personagens de Douglas e De Niro causam nós na garganta em mais de um momento. Escrito por Dan Fogelman, um especialista em obras calorosas, vide Amor a Toda Prova (2011) e Minha Mãe é uma Viagem (2012), o filme ganha o contorno simpático das produções de Jon Turteltaub (Enquanto Você Dormia, Fenômeno e Duas Vidas).

‘Mulher-Hulk’ | Antes de Tatiana Maslany, Saiba quais Atrizes quase viveram a heroína nas telas

Mulher-Hulk já é a nova série de sucesso na Disney+. O novo programa da Marvel Studios estreia episódios inéditos toda quinta-feira, já tendo exibido dois capítulos de um total de nove que fecham esta primeira temporada. É reportado que a estreia de Mulher-Hulk resultou o dobro de audiência do último seriado do estúdio, o adolescente Ms. Marvel (lançado em junho), por exemplo.

Os fãs estão empolgados com as possibilidades desta série cômica e muito girl power, e com as participações especiais que o programa trará de personagens adentrando o MCU, como o advogado cego Matt Murdock (Charlie Cox), que dubla como o vigilante Demolidor. Como todos estão cansados de saber, no papel principal de Mulher-Hulk, a carismática e talentosa Tatiana Maslany, de origem ucraniana, polonesa e alemã. A jovem atriz de 36 anos, é claro, ficou conhecida especialmente pelo trabalho na série Orphan Black, exibida pela BBC America que durou de 2013 a 2017 e na qual Maslany interpretou nada menos que cinco personagens principais, todas clones. Esse alcance e versatilidade marcou a carreira da talentosa jovem atriz e sem dúvida contribuiu para sua escolha no papel de Jennifer Walters.

Como sempre ocorre na maioria dos casos de escalação de atores, Tatiana Maslany não foi a primeira escolha para o papel da mais nova heroína do Marvel Studios. Antes dela, alguns nomes famosos foram cogitados para viver a verdona nas telas – nomes esses que você confere logo abaixo. Conheça.

Alison Brie

A ironia das coisas às vezes chega a impressionar. Alison Brie é uma jovem atriz que coleciona quase 80 créditos em seu currículo como intérprete, sendo um dos mais marcantes sua atuação como a lutadora Ruth Wilder na série GLOW, da Netflix. Curiosamente, a atriz e sua personalidade meiga / irônica foram usadas como molde na hora dos produtores definirem o tipo de artista que estavam buscando para o papel de Jennifer Walters / Mulher-Hulk. Um tipo “Alison Brie” era o que a produção queria para a personagem, e na época muitos fãs da atriz simplesmente perguntavam por que não contratar diretamente a original? E de fato, Brie foi cogitada, porém, sabe-se lá por qual motivo, como sabemos, não ficou com a vaga na série.

Betty Gilpin

Por falar em GLOW, série girl power de muito sucesso da Netflix, aqui temos outra veterana do programa que foi cogitada como a protagonista de Mulher-Hulk. A loira Betty Gilpin era o segundo nome mais importante no programa de luta livre feminina citado. Quem conhece a atriz e seus trabalhos (como o terror A Caçada, 2020) sabe que ela possui um porte físico atlético e voluptuoso, além de suas personagens sempre serem associadas a uma personalidade bad ass. E talvez justamente por isso a loiraça não tenha conseguido o papel, por mais que à primeira vista fosse a mais indicada. Acontece é que os produtores não queriam uma atriz que já parecesse forte e que poderia detonar todos à sua volta antes de se transformar em Hulk. A ideia aqui era por uma mulher mediana qualquer, que após a transformação, aí sim, seria super.

Zoe Chao

Mudanças étnicas e raciais são sempre bem-vindas quando possuem o propósito da inclusão e representatividade de minorias. Ou seja, o que fuja do padrão visual europeu / caucasiano. Por outro lado, é preciso levar em conta que nos quadrinhos e também agora na série, Jennifer Walters é a prima de Bruce Banner, o Hulk, e através do seu sangue vem a transformação da moça em uma gigante verde igualmente. Essa origem do parentesco precisaria ser alterada de alguma forma caso a atriz Zoe Chao, de descendência chinesa, ficasse com o papel. Chao foi uma das artistas consideradas para a personagem, e é conhecida pelos trabalhos em séries como Amor Moderno, Love Life e Depois da Festa.

Gillian Jacobs

Outra jovem atriz loira, Gillian Jacobs está na ativa desde meados dos anos 2000 e foi igualmente uma das finalistas cogitadas para o papel de Jennifer Walters no seriado, antes de Tatiana Maslany finalmente ficar com a vaga. Jacobs já participou de quase 100 trabalhos entre filmes, séries, minisséries e filmes feitos para a TV. Você certamente já a viu em alguma coisa e talvez não lembre. Seu papel mais marcante foi como Britta em mais de 100 episódios da sitcom Comunity que, coincidentemente, também trazia Alison Brie no elenco, e possui 34 episódios dirigidos pelos irmãos Russo, sendo a porta de entrada deles no MCU.

Eva Mendes

Essa ideia é um pouco mais antiga, e partiu de ninguém menos do que o grande Nicolas Cage. Hoje, aos 48 anos, a descendente de cubanos Eva Mendes talvez tenha passado a faixa etária que a Marvel procurava para a personagem Jennifer Walters / Mulher-Hulk. Mas em 2007, quando tinha 33 aninhos, Mendes muito bem poderia ter sido escalada para o papel. Isto é, caso naquela época algum estúdio estivesse disposto a fazer virar realidade o projeto de um filme com a heroína esverdeada. O único que parecia animado com a ideia era Nicolas Cage, o companheiro de Mendes em Motoqueiro Fantasma (2007). Durante a coletiva de imprensa para divulgar o longa do personagem demoníaco e flamejante da Marvel, Cage afirmou que estava interessado em produzir um filme da Mulher-Hulk para Eva Mendes estrelar. Já pensaram?

Mitzi Kapture / Gabrielle Reece

Essa também é mais antiga e uma das mais curiosas da lista. A ideia de levar a Mulher-Hulk para as telas (fosse as telinhas de TV ou telonas do cinema) não é novidade, apesar de só ter conseguido ver a luz do dia este ano. A mais antiga de todas ocorreu no fim dos anos 1980, após o sucesso do seriado O Incrível Hulk dos anos 1970 na rede ABC, que trazia dois atores dividindo o personagem – como sabemos, o grandalhão Lou Ferrigno pintado de verde dava corpo à fúria do monstro do título, enquanto o baixinho Bill Bixby era a sua versão humana na forma de David (e não Bruce) Banner. O seriado durou de 1977 a 1982, e quando chegou ao fim gerou três filmes feitos para a TV: A Volta do Incrível Hulk (1988 – com participação de Thor), O Julgamento do Incrível Hulk (1989 – com participação do Demolidor e do Rei do Crime) e A Morte do Incrível Hulk (1990).

Justamente neste telefilme de 1989, Jennifer Walters / Mulher-Hulk faria seu debute em live-action. Pegando o gancho, uma série solo com a personagem seria lançada pelo mesmo canal logo no ano seguinte, em 1990 – servindo de espécie de continuação/derivado para a série dos anos 70. As coisas realmente estavam acontecendo, e iriam seguir de perto os moldes da série do primo Hulk, com duas atrizes dividindo o papel. De fato, já tinham inclusive o nome da jogadora de vôlei campeã Gabrielle Reece, de 1.85m de altura, para o papel da verdona. E embora fosse anunciado que a atriz Mitzi Kapture, da série Silk Stalkings, fosse interpretar o alter-ego da personagem, Jennifer Walters, é dito também que o projeto foi engavetado em 1991 pelo fato dos produtores não chegarem a um acordo sobre quem viveria a versão humana da protagonista.

Corinna Everson

A época em que a Mulher-Hulk chegou mais perto de ganhar sua própria série de TV antes da que temos agora foi mesmo nos anos 90. Diversas ideias flutuavam no ar neste período, como a que foi citada acima. Outra muita anunciada na época foi a que traria fisiculturista e Ms. Olympia, Corinna Everson. A bela e musculosa não é muito conhecida por seu talento na interpretação, mas em relação ao seu físico musculoso e avantajado não há do que reclamar. Justamente por isso, especula-se que Everson viveria a versão superpoderosa e esverdeada da personagem. Seu trabalho mais conhecido foi ao lado do astro da ação Jean-Claude Van Damme em Duplo Impacto (1991).

O que chama mais atenção nesta investida, no entanto, é o nome que estaria por trás da produção do programa: o diretor vencedor do Oscar Oliver Stone. Um dos grandes nomes do “cinema inteligente” de Hollywood, Stone tem na estante de sua casa as estatuetas de melhor roteiro por O Expresso da Meia-Noite (1978), melhor diretor por Platoon (1986) e melhor diretor por Nascido em 4 de Julho (1989). Segundo Everson, o programa que Stone queria fazer com ela seria uma versão em live-action e animação com a personagem – seja lá o que isso quer dizer. No início dos anos 90, Everson e Stone chegaram a se encontrar com Stan Lee inclusive, que topou a empreitada cem por cento, ficando animadíssimo com o projeto. Ele, porém, nunca sairia do papel.

Brigitte Nielsen

Finalizando a lista, temos ninguém menos do que a ex-senhora Sylvester Stallone. A modelo Brigitte Nielsen tem porte atlético e 1.83m de altura. A loira era figurinha fácil nos anos 80, aparecendo em alguns dos filmes mais inesquecíveis da cultura pop. Seu primeiro trabalho nas telonas, quando migrou da modelagem para a atuação, foi Guerreiros de Fogo (1985), uma adaptação de quadrinhos clássicos na qual Nielsen deu vida à icônica personagem Red Sonja. O filme serviria também como uma espécie de derivado da franquia Conan, contando com o próprio Arnold Schwarzenegger. Depois, como sabemos, ela caiu nos braços de Stallone e estrelou com ele Rocky IV (1985) e Cobra (1986). Finalizando seus trabalhos mais conhecidos, Nielsen ainda viveria a vilã de Um Tira da Pesada 2 (1987), com Eddie Murphy.

De todas as versões, apenas essa com Brigitte Nielsen prometia levar Jennifer Walters / Mulher-Hulk para as telonas, ao invés das telinhas. Essa adaptação ocorreria no início dos anos 90, para aproveitar a popularidade da modelo transformada em atriz, devido aos filmes citados. Mas não apenas isso, Nielsen foi formalmente contratada para viver ambas Jennifer e seu alter-ego “She-Hulk”, chegando inclusive a posar para fotos de divulgação caracterizada como a personagem, como você pode conferir acima. Esta produção seria bancada pela New World Pictures e teria como diretor o saudoso e bagaceiro Larry Cohen, especializado em filmes de terror B dos anos 80, vide A Coisa (1985) e Maniac Cop (1988). Há males que vem para bem, e talvez tenha sido realmente melhor o projeto ser cancelado.

James Wan irá produzir remake de ‘Aracnofobia’

De acordo com o Deadline, Amblin e James Wan estão desenvolvendo um remake para o clássico ‘Aracnofobia‘, lançado em 1990.

“[John] Goodman está disponível, certo? Hmm.” O ator estrelou o filme original.

O site aponta que a busca por um roteirista já começou, e que Wan não deve dirigir o filme.

No original, “Uma espécie de aranha assassina sul-americana pega carona para os EUA em um caixão e começa a se reproduzir e matar.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Scary Stories to Tell in the Dark’ ganha novos comerciais sinistros; Assista!

O terror ‘Scary Stories to Tell in the Dark‘, produzido por Guillermo del Toro e pela CBS Films, ganhou três novos comerciais.

Assista:

Dirigido por André Øvredal (‘A Autópsia‘), o filme é baseado em um livro de contos publicado em 1981.

A trama segue um grupo de adolescentes que precisa resolver o mistério por trás das repentinas e macabras mortes que estão acontecendo em sua pequena cidade.

O elenco inclui Zoe Colletti, Michael Garza, Gabriel Rush, Austin Abrams, Dean Norris, Gil Bellows, Lorraine Toussaint, Austin Zajur Natalie Ganzhorn.

O longa será lançado durante o concorrido verão norte-americano, no dia 9 de agosto de 2019.

‘Manifest’: Novos mistérios no trailer COMPLETO da 2ª temporada; Assista!

A NBC divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Manifest‘.

Confira:

Ainda sem data de estreia, o próximo ciclo será lançado apenas em 2020.

Criada por Jeff Rake (‘Os Mistérios de Laura‘), a série é inspirada no desaparecimento do vôo 370 da Malaysia Airlines, em 2014.

Na trama, o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem.

O elenco conta com Josh Dallas, Melissa Roxburgh, Athena Karkanis, J.R. Ramirez, Luna Blaise, Jack Messina e Parveen Kaur.

No Brasil, a série foi lançada pelo Globoplay e sua primeira temporada já está disponível na plataforma.

Tubarão mutante ataca em terra firme no trailer do terror ‘Land Shark’; Assista!

Não, esse não é um filme do canal SyFy! O terror chinês ‘Land Shark‘, que traz um tubarão mutante atacando em terra firme, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Cheng Siyu.

O chefe de uma companhia farmacêutica investiu em um laboratório de pesquisa localizado no coração de uma floresta. Ao modificarem geneticamente um tubarão para desenvolver um novo remédio contra câncer, um grande problema foi causado: devido a uma alteração genética, o tubarão sofreu mutação e agora pode andar em terra firme.

‘Vingadores: Ultimato’: Ator se magoou com a Marvel e não queria retornar para a sequência

Em entrevista ao ComicBook, Frank Grillo, que interpreta o vilão Ossos Cruzados no MCU, revelou que inicialmente se recusou a retornar em ‘Vingadores: Ultimato‘.

O ator admitiu que estava insatisfeito com os rumos do seu personagem após ter assinado contrato com a Marvel para sete filmes, mas ter sido jogado de lado depois de apenas duas aparições breves nos filmes do Capitão América.

“A jornada do Ossos Cruzados seguiu um caminho inesperado e ele saiu do MCU muito muito rápido, certo? E eu fiquei um pouco chateado com isso porque eu havia assinado um contrato de sete filmes com a Marvel. Foi tipo: ‘Oh, vou fazer parte do Universo da Marvel’, certo? Mas isso não aconteceu. Então, eles me ligaram e disseram: ‘Olha, precisamos que você venha por uma semana para filmar o novo filme dos Vingadores’, e eu respondi: ‘Para quê?’. E eles ficaram tipo: ‘Bem, não podemos…’, e eu disse: ‘Não, não vou fazer isso’. Então, desliguei. Eles me ligaram de volta e eu disse para me deixarem em paz.”

Ele completa, revelando o que o fez retornar para o filme: “Meu filho de 22 anos me disse: ‘Você devia fazer o filme dos Vingadores’. Quando eu o perguntei o motivo, ele respondeu: ‘Porque eu estou dizendo para você fazer. Não me importo se você estiver no filme por dez segundos. Será parte da história. Será algo grandioso. Será importante’. E foi por causa disso que eu retornei, pelo meu filho, não por causa dos Irmãos Russo.”

Assista nossa crítica:

‘Venom: Tempo de Carnificina’ ultrapassa US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso nos cinemas, a sequência ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ ultrapassou a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 197 milhões. No mercado internacional, foram US$ 227.6 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 424.6 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica em vídeo:

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘The Handmaid’s Tale’: June vs. Serena no teaser ÉPICO da 5ª temporada; Confira!

O Hulu divulgou o novo teaser da 5ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘, que promete um confronto épico entre a June e a Serena.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 14 de setembro.

Lembrando que, na nova temporada, June (Elisabeth Moss) enfrenta as consequências pela morte de Waterford enquanto luta para redefinir sua identidade e propósito.

A viúva Serena (Yvonne Strahovski) está em Toronto, onde a influência de Gilead se aumenta. O comandante Lawrence (Bradley Whitford) trabalha com Lydia (Ann Dowd) para subir ao poder.

OT Fagbenle, Samira Wiley, Madeline Brewer, Amanda Brugel e Sam Jaeger também estão no elenco. Alexis Bledel deixou a série após quatro temporadas.

‘Venom 3’: Juno Temple, de ‘Ted Lasso’, se junta ao elenco da sequência

De acordo com o Deadline, Juno Temple (‘Ted Lasso’) entrou para o elenco da sequência ‘Venom 3‘, que está sendo desenvolvida pela Sony Pictures.

Apesar do seu papel não ter sido revelado, o site declara que a atriz era uma das principais escolhas dos produtores.

Temple já participou de outras adaptações de quadrinhos, como ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘ e ‘Sin City: A Dama Fatal‘, além de ter recebido uma indicação ao Emmy pela sua performance na aclamada série ‘Ted Lasso‘.

Tom Hardy retornará como Eddie Brock/Venom.

Kelly Marcel assumirá como a diretora do projeto, substituindo Andy Serkis, que havia comandado o segundo capítulo da franquia.

Em entrevista ao SlashFilm, Serkis explicou por que não retorna para a direção: “Olhe, eu me diverti muito fazendo [‘Venom: Tempo de Carnifinca’]. Tom Hardy é um grande amigo e fiquei muito orgulhoso do trabalho. Ser o guardião dessa franquia por um tempo foi ótimo. Eu tenho vários projetos em que começarei a trabalhar, como ‘A Revolução dos Bichos’, por exemplo. Estávamos prestes a entrar em produção e tivemos que pausar quando ‘Venom’ surgiu. […] Mas estou muito feliz que Kelly está fazendo [a sequência]”.

Marcel e Hardy estão produzindo e roteirizando o terceiro filme.

O Deadline também relata que ‘Venom 3‘ é o “capítulo final” da história de Eddie Brock, que tem um simbionte alienígena como seu parceiro.

A Sony Pictures adiou seu próximo filme em parceria com a Marvel de 6 de outubro de 2023 para 7 de junho de 2024.

Hardy já indicou que o roteiro do terceiro filme do ‘Venom‘ está pronto, tanto que ele já está decorando suas falas. O ator vai retornar como Eddie Brock no filme do universo de vilões do Homem-Aranha na Sony.

Venom‘ ganhou filme solo em 2018, que acabou arrebentando na bilheteria mundial, com US$ 856 milhões arrecadados no mundo todo. A sequência, ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ (2021) trouxe Woody Harrelson com o psicopata Cletus Kasady.

Confira nossa crítica em vídeo:

‘Meninas Malvadas’: Adaptação musical ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

Após uma sólida estreia nas bilheterias norte-americanas, a adaptação musical de ‘Meninas Malvadas‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 71.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 30.5 milhões – totalizando US$ 101.7 milhões mundialmente.

O TOP 3 nas maiores arrecadações internacionais conta com o Reino Unido (US$9.5M), Austrália (US$6.2M) e México (US$3.2M).

Vale lembrar que o longa estreou domesticamente com sólidos US$ 32 milhões no final de semana estendido. Para termos de comparação, a nova versão arrecadou US$ 28 milhões durante o final de semana regular, superando a estreia do filme original (US$24.4M), de 2004.

No Brasil, porém, o filme falhou em conquistar o público e abriu na quinta posição nas bilheterias, atrás de filmes que já estão em cartaz há semanas, como ‘Wish‘, ‘Aquaman 2‘ e ‘Minha Irmã e Eu‘.

Assista a crítica em vídeo:

Crítica | Meninas Malvadas (2024) – Musical copia e cola, mas tira NOTA BAIXA

 

Executivos da Marvel estão OBCECADOS com o Gambit do Channing Tatum, afirma Ryan Reynolds

Em entrevista ao podcast Awardist, o astro Ryan Reynolds revelou que os executivos da Marvel estão “obcecados” com a performance de Channing Tatum como o mutante Gambit.

O ator, que originalmente havia sido escalado para estrelar o filme solo do personagem – projeto que acabou cancelado após a compra da FOX –, finalmente teve a chance de dar vida ao herói nas telonas em ‘Deadpool e Wolverine‘.

“Eu sinceramente não sei que acontece nos bastidores da Marvel, mas sei que eles estão obcecados com [o Channing Tatum] no papel do Gambit. É parecido com a situação que eu mesmo passei. Uma vez que você mostra que algo pode funcionar bem, acaba se tornando o que eles precisam. Algumas vezes você só precisa ver para crer.”

Ele completa, “Channing interpretou esse personagem de uma forma muito singular. Ele também é muito bonito fisicamente, a forma que ele se mexe e o jeito que ele caminha.”

Deadpool & Wolverine‘ estará disponível no Disney + no dia 12 de novembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘A Vida Sexual das Universitárias’: Reneé Rapp revela verdadeiro MOTIVO de sua saída da série

Em entrevista ao podcast Call Her Daddy, Reneé Rapp (‘Meninas Malvadas’) quebrou o silêncio sobre sua inesperada saída da série ‘A Vida Sexual das Universitárias‘.

Sem entrar em muitos detalhes, a artista confirmou que havia problemas nos bastidores da produção – o que, eventualmente, acarretou em sua saída do elenco.

“Às vezes, você apenas sabe [que precisa sair]. Além disso, não há segredos nos sets de filmagens. É muito difícil de manter um segredo, e eu fui a última a descobrir sobre algumas coisas. Não acho que ninguém se importou, para ser honesta.”

Anteriormente, em sua canção Leave Me Alone, a atriz já havia dado uma alfinetada na produção – que foi cancelada depois de apenas três temporadas: “Assinei 100 NDAs, mas ainda digo algo / Deixe-me em paz, v*dia, eu quero me divertir / Levei minha vida sexual comigo, agora a série não está f*d*ndo.”

Vale lembrar que todas as temporadas estão disponíveis na HBO Max.

Kane Hodder se junta ao elenco da 2ª temporada de ‘Dexter: Ressurreição’

Através do seu Twitter/X, o produtor Scott Reynolds confirmou que o ator Kane Hodder foi escalado para a 2ª temporada de ‘Dexter: Ressurreição‘, que está sendo desenvolvida pela Paramount+.

“Treze dias se passaram. Não conseguimos resistir. Escalamos KANE HODDER e deixamos o destino fazer o resto,” ele declarou, compartilhando uma foto dos bastidores das gravações.

Hodder é um astro do terror e já deu vida a diversas figuras icônicas do gênero, tendo interpretado o Jason Voorhees da franquia ‘Sexta-Feira 13‘, Victor Crowley da franquia ‘Terror no Pântano‘ e até mesmo o Leatherface da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.

Sem previsão de lançamento, o próximo ciclo deve estrear ainda em 2026.

Vale lembrar que a primeira temporada completa já está disponível para os assinantes da plataforma de streaming.

Além de Michael C. Hall no papel titular, a série conta com o retorno de David Zayas (Detetive Angel Batista), Jack Alcott (Harrison Morgan) e James Remar (Harry Morgan), John Lithgow (Arthur Miller/Trinity Killer) e Jimmy Smits (Miguel Prado) e David Magidoff (Teddy Reed).

Os novatos Krysten Ritter, Neil Patrick Harris, Ntare Guma Mbaho MwineKadia SarafDominic Fumusa, David Dastmalchian, Steve Schirripa, Eric StonestreetEmilia Suárez completam o elenco.

Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) entra como o grande vilão da narrativa. Seu personagem, Leon Prater, é um capitalista bilionário. Para o mundo, ele é um filantropo generoso, mas por trás de sua aparência polida esconde-se uma figura sombria.

Uma Thurman também integra o time, dando vida a Charley, Chefe de Segurança de Leon. Uma ex-agente de Operações Especiais, Charley trabalhou em vários empregos de segurança privada de alto nível antes de assumir sua posição como a engenhosa e meticulosa mão direita de Prater.

“Fazer Homem-Aranha foi como voltar ao primeiro Homem de Ferro”, diz Downey Jr.

Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ marca o retorno do amigo da vizinhança aos cinemas e à sua casa, Marvel. Mas parece que um sentimento semelhante também faz parte do ator Robert Downey Jr.

Durante uma entrevista recente para promover o reboot, ele revelou que fazer parte do projeto foi como retornar às raízes do seu próprio personagem, ‘Homem de Ferro’, lá em 2007, ano em que a adaptação foi filmada.

De acordo com ele:

“Eu senti como se, literalmente, tivéssemos voltado à sala do roteirista do primeiro filme do ‘Homem de Ferro’. Eu tive a sensação real de que estava voltando para casa. E quando digo isso não falo de todo o material novo que compõe a trama, até porque o que não falta são dados e o processo de criação é também muito mais moderno hoje. O que eu quero dizer é que eu me senti parte da narrativa e não um simples personagem que foi convidado a se encaixar ali. Eles queriam que nós trouxéssemos algo especial, que fosse nosso e pudesse ser acrescentado à adaptação”.

Leia nossa crítica de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’!

A estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ está agendada no Brasil para o dia 6 de Julho de 2017.

 

‘Fosse/Verdon’: Minissérie com Sam Rockwell e Michelle Williams ganha INCRÍVEL trailer

A nova minissérie ‘Fosse/Verdon’, estrelada por Sam Rockwell e Michelle Williams, ganhou seu primeiro e incrível trailer.

Assista:


De autoria da emissora FX e com apenas oito episódios, a série será produzida por Thomas Kail, Steven Levenson e o criador do consagrado musical ‘Hamilton‘, Lin-Manuel Miranda. O primeiro capítulo será roteirizado por Levenson, com a direção de Kail.

Na trama, veremos Fosse (Rockwell) e seu relacionamento com a dançarina da Broadway, Gwen Verdon (Williams) e o impacto que ambos tiveram para a indústria do entretenimento.

Confira a sinopse oficial:

‘Baseada em ‘Fosse’, a biografia escrita por Sam Wasson, esta série limitada de oito partes conta a história da singular parceria romântica e criativa entre Bob Fosse e Gwen Verdon. Ele era um cineasta visionário e um dos coreógrafos e diretores mais influentes do teatro, ela foi a maior dançarina da Broadway de todos os tempos. Juntos, eles mudaram a cara do entretenimento americano – a um custo perigoso. Com a coreografia de Fosse, a série explora os cantos ocultos do show business, o preço da busca pela grandeza e o sofrimento infligido em nome da arte”.

 

‘Modern Family’: Documentário sobre a série será exibido antes do episódio final

A estreia do episódio final de ‘Modern Family‘ está cada vez mais próxima, mas antes da exibição do capítulo de despedida, a aclamada série de comédia vai ganhar um documentário, que trará detalhes da longa jornada televisiva da produção.

Intitulado ‘A Modern Farewell‘, o documentário terá uma hora de duração e vai refletir sobre as 11 temporadas da série, trazendo entrevistas com o elenco e a equipe de apoio, à medida que leva os fãs para os bastidores das gravações do episódio piloto, à roda de leitura do capítulo final.

O especial será seguido pela transmissão do capítulo final da série, que contará com duas partes, totalizando uma hora.

Confira as imagens do episódio final:

MODERN FAMILY – “Episode 1118” (ABC/Eric McCandless)
JULIE BOWEN, JESSE TYLER FERGUSON
Eric McCandless/ABC
MODERN FAMILY – “Episode 1118” (ABC/Eric McCandless)
JULIE BOWEN, JESSE TYLER FERGUSON
Eric McCandless/ABC
MODERN FAMILY – “Episode 1117” (ABC/Eric McCandless)
ERIC STONESTREET
Eric McCandless/ABC

O episódio final de ‘Modern Family‘ será exibido no dia 08 de abril.

A 11ª e última temporada também contará com a participação especial de grandes personalidades do ramo, como Jordan Peele, Elizabeth Banks, Ed Norton, Courteney Cox e até mesmo o ex-jogador David Beckham.

Confira o trailer da temporada final:

A série foi criada por Steven LevitanChristopher Lloyd.

A trama segue as famílias de Jay Pritchett, sua filha Claire Dunphy, e seu filho Mitchell Pritchett que vivem em Los Angeles. Claire é uma mãe e dona de casa casada com Phil Dunphy e o casal têm três filhos. Jay é casado com Gloria uma mulher colombiana, muito mais jovem que ele, que trouxe junto ao casamento seu filho pré-adolescente Manny, hoje o casal possui um filho junto chamado Joey. Mitchell é casado com Cameron Tucker, e eles adotaram uma bebê vietnamita chamada Lily.

O elenco inclui Ed O’Neill, Sofía Vergara, Julie Bowen, Ty Burrell, Jesse Tyler Ferguson, Eric Stonestreet, Rico Rodriguez, Nolan Gould, Sarah Hyland e Ariel Winter.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Diretora sugere a presença de vilões “não humanos” na série

A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ está há pouco menos de uma semana de sua estreia e vai introduzir uma nova leva de vilões dentro do universo Marvel.

E durante uma entrevista ao portal The Direct, a diretora da produção, Kari Skogland, sugeriu até mesmo o aparecimento de vilões “não humanos” dentro da trama.

A observação foi feita em meio à uma reflexão sobre como a série faz um excepcional trabalho em explorar os seus vilões:

“Bem, como com qualquer coisa, você escolhe quanto tempo vai passar com eles. Também acho que, em geral, existe um grande conceito por trás dos vilões. O que eu amo é que em todos os casos, podemos passar um pouco mais de tempo com eles, os conhecendo e os entendendo melhor. Então, sendo eles humanos ou não humanos, se for o caso – seja o que for, entenderemos um pouco mais as suas motivações. Isso abre espaço para nuances, e eu gostaria de dizer até mesmo zonas cinzentas mais complicadas. Ninguém é totalmente mau, assim como ninguém é totalmente bom. Então, será uma exploração de para onde isso te leva”.

Recebendo fortes elogios por parte da imprensa, a série foi ovacionada por explorar o aspecto emocional de seus protagonistas, à medida em que entrega cenas de ação poderosas e muito bem executadas, com qualidade cinematográfica. 

O primeiro episódio também foi elogiado por trazer novos personagens para trama, se aprofundando também na história de origem de ambos os heróis. 

Confira as principais reações do momento:

“Os fãs da Marvel vão amar a estreia de Falcão e o Soldado Invernal. Embora ainda não seja tão criativa como WandaVision, eu fiquei impressionado com o quanto ela mergulha no psicológico de ambos os protagonistas, explorando um faceta diferente do luto e do trama. Os filmes poderiam aprender muito com isso”. 

“Então, há muito para amar no primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal, especialmente se você já está envolvido com esses personagens (eu estou). Ela também faz o que WandaVision fez em realmente destacar o que o MCU causou a eles (principalmente o Sam) nos últimos sete anos”. 

“Eu assisti o primeiro episódio de Falcão e Soldado o Invernal! Essa era minha série do Disney+ mais aguardada e não me desapontou. Ela abre com uma absurda e incrível sequência de ação, trazendo Sam Wilson e um vilão eu amaria assistir novamente. É 100% digna de um 3D IMAX. É de cair o queixo”. 

“Ei, eu acho que posso dizer que já assisti o primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal? Provavelmente mais desenvolvimento de personagem para esses dois nestes 45 minutos do que nos últimos 10 filmes. Uma escala grandiosa com alguns momentos legais de ‘como realmente é ser um super-herói’. Tô dentro”. 

“O primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal prepara tudo e realmente te conecta a Sam e Bucky, como aconteceu com Wanda. Eu mal posso esperar para poder conhecê-los mais. As cenas de ação, caramba!”

“Falcão e o Soldado Invernal é a propriedade da Marvel mais realista e humana já feita até agora. Com isso, você conseguirá ver o elemento humano dos super-heróis como você jamais viu antes. Nenhum se excede. O primeiro episódio deixa com um teaser que você deve ver para crer”. 

“Já assisti Falcão e o Soldado Invernal. Aqui vão alguns fatos:

  • 6 episódios
  • Episódio 1: 47 minutos e 17 segundos
  • Ação muito dinâmica
  • Narrativa profunda
  • Roteiro direcionado para os personagens
  • Diversidade de personagens
  • Meu Deus, que final” 

“Pude assistir Falcão e o Soldado Invernal. Episódio 1 – cerca de 40 minutos de duração.

Ótimo poder ver o foco em Sam e Bucky, ambos excelentes.

Muita ação, thriller político, mais político do que a Marvel já foi um dia. O embargo cai na quinta-feira, dia 17″.

A Disney+ divulgou um novo teaser DUBLADO de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, apresentando cenas inéditas ao público.

Confira:

Vale lembrar que a série será lançada no dia 19 de março.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

10 filmes IMPERDÍVEIS que serão removidos da Netflix em 1º de outubro

Mensalmente, a Netflix renova sua grade de programação trazendo novos títulos, à medida em que outras produções são removidas – em virtude do fim de contrato de exibição firmado entre a plataforma e os estúdios.

E neste sábado, 1º de outubro, 29 filmes se despedem da gigante do streaming. Entre eles, temos diversos icônicos longas como os clássicos Um Sonho de Liberdade e O Resgate do Soldado Ryan.

E para você não perder essa última chance de assistir aos títulos mais emblemáticos que deixam a Netflix em breve, separamos uma listinha amiga com 10 filmes imperdíveis que você precisa conferir até sexta-feira (30). Vem ver!

Clube da Luta (1999)

Um homem deprimido que sofre de insônia conhece um estranho vendedor de sabonetes chamado Tyler Durden. Eles formam um clube clandestino com regras rígidas onde lutam com outros homens cansados de suas vidas mundanas. Mas sua parceria perfeita é comprometida quando Marla chama a atenção de Tyler.

Porquê vale a pena: Um dos melhores thrillers psicológicos da história do cinema, Clube da Luta se tornou um grande clássico e ainda traz uma impecável combinação entre a excelente e original direção de David Fincher e performances exemplares de Brad Pitt, Edward Norton e Helena Bonham Carter.

O Resgate do Soldado Ryan (1998)

Ao desembarcar na Normandia, no dia 6 de junho de 1944, o capitão Miller recebe a missão de comandar um grupo do segundo batalhão para o resgate do soldado James Ryan, caçula de quatro irmãos, dentre os quais três morreram em combate. Por ordens do chefe George C. Marshall, eles precisam procurar o soldado e garantir o seu retorno, com vida, para casa.

Porquê vale a pena: Steven Spielberg entregou um dos melhores filmes de guerra já feitos, que conta com uma mixagem de som profundamente realista, que proporciona à audiência uma experiência visceral e palpável. Além disso, sua precisa direção entregou uma das cenas mais lindas da história da Sétima Arte: em um plano sequência simultâneo – feito por duas equipes -, Miller e seu exército tentam cruzar a praia da Normandia sob condições completamente adversas.

Marley & Eu (2008)

Os recém-casados John e Jenny Grogan se mudam de Michigan para a Flórida, onde eles compram sua primeira casa e encontram trabalhos em competitivos jornais. Mais tarde, o casal adota Marley, um adorável filhote de labrador amarelo. Marley cresce rapidamente e se torna bastante travesso. Ainda assim, mesmo enquanto ele está destruindo a mobília e não obedece, ele sempre consegue alegrar John, Jenny e sua crescente família.

Porquê vale a pena: Tá a fim de se emocionar com uma história real apaixonante? Então assista Marley & Eu enquanto ainda há tempo!

Um Sonho de Liberdade (1994)

Andy Dufresne é condenado a duas prisões perpétuas consecutivas pelas mortes de sua esposa e de seu amante. Porém, só Andy sabe que ele não cometeu os crimes. No presídio, durante dezenove anos, ele faz amizade com Red, sofre as brutalidades da vida na cadeia, se adapta, ajuda os carcereiros, etc.

Porquê vale a pena: Um dos filmes mais lindos que existe, Um Sonho de Liberdade traz uma seleção de performances poderosas – conduzidas por um Morgan Freeman que não cansa de nos emocionar. Inspirador e doloroso de assistir, o drama dirigido por Frank Darabont, baseado em uma obra de Stephen King, merece ser revisto incansavelmente.

As Panteras: Detonando (2003)

As “sexy” panteras estão de volta para confrontar outra pantera que agora é do mal! Ao lado do file assessor Bosley, as beldades maravilhosas realmente dão um duro danado para resgatar os anéis que contêm informações codificadas sobre cada pessoa do programa federal de proteção às testemunhas! Com muita personalidade, elas arrasam neste filme de ação que não pára nunca!

Porquê vale a pena: O filme tem diversas falhas, mas é inegável que ele tem um apelo popular enorme com a audiência. Divertido e despretensioso, o remake da clássica série dos anos 70 é uma ótima pedida para quem busca algo leve para curtir em casa. E ah, ainda traz uma ponta do Rodrigo Santoro também!

O Albergue (2005)

Os melhores amigos Josh e Paxton decidem passar um verão viajando como mochileiros pela Europa. Em Amsterdã, eles conhecem Oli, um viajante da Islândia. Os três decidem investigar um boato sobre um albergue na Eslováquia repleto de mulheres sensuais e acabam sendo envolvidos em um jogo mortal.

Porquê vale a pena: O terror gore tem tudo aquilo que os fãs do subgênero slasher amam: Muito sangue em mortes bem gráficas e grotescas. Não espere tomar sustos com o filme, mas garanto que você não sairá insatisfeito da sessão, se o que procura é uma experiência mais visceral.

Sombras da Noite (2012)

Barnabas Collins é um lorde do século 18 que foi amaldiçoado por uma bruxa e se tornou um vampiro. Ele fica confinado por dois séculos e se liberta em 1972. Como não tem outra escolha, Barnabas tenta se adaptar à sua nova família e ao mundo moderno.

Porquê vale a pena: Tim Burton coloca seu peculiar humor em ação nesse longa que embora tenha dividido opiniões na época de seu lançamento, consegue ser divertido. E ainda que Sombras da Noite não tenha o mesmo brilho e encanto de filmes como Os Fantasmas se Divertem e Edward Mãos de Tesoura, a comédia vale um play sim!

Noites de Tormenta (2008)

Quando Adrienne Willis chega à cidade costeira de Rodanthe na Carolina do Norte, sua vida está um caos. Lá, ela espera achar soluções para seus problemas enquanto fica na pousada de sua amiga no final de semana. O único hóspede na pousada é o Dr. Paul Flanner, um homem atormentado e com crise de consciência. Assim que a tempestade se aproxima, Paul e Adrienne se confortam e iniciam um romance.

Porquê vale a pena: Emocionante e tocante, o longa estrelado por Richard Gere e Diane Lane traz uma ótima história sobre o amor na idade mais madura, mesmo que seja um pouco piegas em alguns momentos.

Salt (2010)

Evelyn Salt (Angelina Jolie) jurou servir e honrar seu país. Agora trabalhando como agente da CIA, ela é colocada à prova ao ser acusada por um desertor russo de ser uma espiã russa infiltrada. Decidida a provar sua inocência, ela foge e passa a usar suas habilidades para proteger não apenas sua vida, mas também a de seu marido.

Porquê vale a pena: Salt é o tipo de filme que tem tudo aquilo que os fãs do gênero buscam: cenas eletrizantes, uma trama original e mirabolante, além de um excelente elenco em ação.

Efeito Borboleta (2004)

Evan (Ashton Kutcher) é um jovem que luta para esquecer fatos de sua infância. Para isso, ele decide realizar uma regressão onde volta também fisicamente ao seu corpo de criança, tendo condições de alterar seu próprio passado. Porém, ao tentar consertar seus antigos problemas, ele acaba criando novos, já que toda mudança que realiza gera consequências em seu futuro.

Porquê vale a pena: Mesmo depois de quase 20 anos, o longa estrelado por Kutcher continua sendo amado pelos fãs de um bom suspense. Se você já assistiu, sempre vale a pena rever. Se você nunca viu o filme…o que é que você ainda tá fazendo aqui? Assista logo!

Crítica | Vortex – Polêmico Gaspar Noé apresenta um retrato bipartido da morte

Polêmica à parte, Gaspar Noé é um cineasta conhecido por causar fortes emoções ao público. Em Vortex, o diretor franco-argentino abandona o lado psicodélico e abraça uma dolorosa caminhada rumo à morte.

Sem diálogos pré-estabelecidos e uma tela dividida ao meio, Vortex conta a história de um casal septuagenário pelo ponto de vista de ambos ao mesmo tempo. A evidência do cinema de Noé é a forma. Ele sempre subverte as “regras” do audiovisual para complementar a experiência do enredo. Seja quando ele corrompe a linearidade – Irreversível (2002) e Love (2015) -, seja proporcionado um ponto de vista a partir dos olhos do seu protagonista – Enter the Void (2009). 

Seu trabalho é provocar o público. Se não for para causar, Gaspar Noé nem toca na câmera. Dito isso, Vortex conta com Françoise Lebrun, musa francesa dos anos 1970, conhecida pelo filme A Mãe e a Puta (1973), e Dario Argento, cineasta maestro do horror, responsável por Suspiria (1977). Sem nomear os seus protagonistas, a história se desenrola no vagaroso cotidiano do casal. 

Cada passo dado é uma aproximação furtiva do fim. A esposa começa a esquecer das coisas, dos lugares e de si mesma. A demência impõe sua presença impiedosa para confusão de sua portadora e sofrimento dos seus pares. Já o marido tenta escrever um livro sobre sonhos, mas nunca consegue organizar seus pensamentos. Como terceiro personagem, o apartamento amontoado de objetos completa a mise-en-scène claustrofóbica. 

Por meio da tela bipartida e uma ambientação de aprisionamento, Gaspar Noé nos coloca no meio da angústia, dos sofrimentos e das sombras desse casal prestes a perder a luz de sua existência. Para compor o cenário, entra em cena o filho dos protagonistas (Alex Lutz), um dependente químico tão perdido na vida que não ajuda nem a si mesmo, nem os pais. 

Quando as cenas demandam diálogos entre os personagens, é perceptível a falta de um roteiro pré-escrito. As falas se repetem e as ideias andam em círculos. Este detalhe torna o filme mais cansativo do que deveria ser. Ao colocar tantos sentimentos sombrios em cena e optar por uma edição lenta, o diretor passa a ansiedade dos personagens ao espectador.

Como dito no início, Gaspar Noé utiliza muito mais a forma do que o texto para contar suas histórias. Se o resultado é um sentimento de apreensão e aflição pelo fim é porque o mestre da narrativa consegue colocar todos os elementos para causar essas sensações. Desse modo, Vortex emociona alguns e entendia outros.

Vortex estreou mundialmente no Festival de Cannes 2021 e está disponível na plataforma MUBI no Brasil, desde 30 de setembro de 2022.

‘Killing Eve’: 2ª temporada da série com Sandra Oh ganha novidades

Antes mesmo da estreia de sua primeira temporada, a série ‘Killing Eve‘ já garantiu sua sobrevivência para o segundo ano. O canal BBC America anunciou que a série está oficialmente renovada.

Porém, a nova temporada terá uma nova equipe de criação. O roteiro, antes escrito pela Phoebe Waller-Bridge, agora passará para as mãos da jovem Emerald Fennell. O seriado também contará com duas novas diretoras Lisa Bruhlmann (‘Blue My Mind’) e Francesca Gregorini (‘Electric Dreams’).

A 2ª temporada já estava sendo gravada na Europa. Ainda não há previsão para o lançamento.

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

Sandra Oh, de ‘Grey’s Anatomy‘, estrela.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

 

Crítica 2 | ‘O Urso do Pó Branco’ é o filme mais SURTADO de 2023

Vez ou outra surge um projeto tão absurdo que chega a ser difícil acreditar que recebeu sinal verde do estúdio. Alguns comentários maldosos brincam dizendo que foi culpa de dívida de jogo ou que o diretor sabe de algum segredo muito cabuloso da galera endinheirada. E convenhamos, alguns desses filmes são tão ruins que fica até difícil pensar algo diferente disso. Só que esse não é o caso de O Urso do Pó Branco. Por incrível que pareça. Confesso que quando ouvi falar pela primeira vez que estavam fazendo um filme sobre um urso movimento à base de cocaína e puro ódio, soltei um riso pensando em uma pataquada ao estilo Sharknado, que é propositalmente zoado e conseguiu uma fanbase sólida com isso. No entanto, nosso querido Ursinho Pó traz uma inspiração nos filmes de terror dos anos 80 e 90, que eram lançados diretamente na TV ou em VHS e eventualmente se tornaram clássicos Cult. Mas aqui, neste caso, o estúdio resolveu apostar com um orçamento um pouco maior, deixando à disposição da promissora Elizabeth Banks nada menos que 35 milhões de dólares para a execução desse filme.

Para nós, meros mortais, essa quantia representa mais do que ganharemos em toda nossa vida. Porém, em números de cinema, é um valor ambíguo. Ao mesmo tempo em que é consideravelmente baixo para grandes produções, ele também é um investimento insano em um projeto que não tinha qualquer garantia de retorno. Não só pela história bizarra do longa e sua proposta mais incomum, mas também porque Elizabeth Banks ainda não emplacou nenhum grande sucesso na direção – sua versão de As Panteras (2019) deu um prejuízo considerável para o estúdio. E cá entre nós, é bem provável que nem mesmo o responsável por aprovar esse filme pudesse esperar o sucesso repentino que está fazendo lá fora (já arrecadou mais de 60 milhões de dólares) e deve repetir aqui no Brasil.

Pois bem, com esse orçamento mais elevado para um filme “aposta”, o elenco conseguiu atrair atores mais conhecidos, incluindo o falecido Ray Liotta, a quem o longa é dedicado. Grande parte dos profissionais em tela conta com bons trabalhos na carreira, mesclando experiência com juventude. A história gira em torno de um caso real que aconteceu num parque nacional da Geórgia, nos EUA dos anos 80. Na ocasião, um traficante de drogas achou estar sendo perseguido pelo avião da polícia, despejou o carregamento de sua aeronave lá do céu, os malotes de cocaína caíram na floresta e um pobre dum urso acabou comendo mais de 40 kg do entorpecente. A diferença da vida real para o filme é que o animal teve uma overdose imediatamente após o consumo do pó e morreu sem atacar ninguém. Só que estamos falando de Hollywood, então Banks decidiu propor ao mundo imaginar como seria a vingança perfeita do coitado do urso, transformando ele numa máquina assassina que faz o Tubarão de Steven Spielberg parecer uma tilápia.

E como a equipe criativa teve liberdade total para trilhar os rumos dessa história, eles decidiram explorar todos os clichés possíveis dos filmes de terror sacana das fitas VHS do século passado. Então, há vários núcleos na trama que vão convergir os caminhos em dado momento: tem as crianças desbocadas, os adolescentes vândalos, os guardas bonachões e meio desligados da realidade e aquilo que, pra mim, é o coração do filme: uma dupla ao melhor estilo “Buddy Cop”, com a exceção de não se tratarem de policiais, mas de dois traficantes em busca da cocaína perdida. O arco desses dois, que são vividos brilhantemente por Alden Ehrenreich e O’Shea Jackson Jr., representa perfeitamente o tipo de subversão que esse filme propõe. Eles podem representar os vilões da história, só que são abordados quase como uma dupla de policiais, com o guarda bom e o guarda mau. Você compra as situações em que eles se metem, por mais absurdas que sejam, e chega até a torcer por eles.

O outro núcleo que rouba a cena é chefiado pela mãe das crianças perdidas, que sai em busca dos pimpolhos floresta adentro com a guarda-florestal e quem mais encontrar pelo caminho. A partir desse encontro, o grupo esbarra no urso, o que gera novos núcleos. Cada um mais inesperado e ridículo que o outro, formados apenas para serem mortos das formas mais violentas e explícitas possíveis.

E se nos filmes antigos havia uma carência de orçamento, que fazia com que as equipes de efeitos visuais se virassem com o que tinham para criar cenas grotescas, a verba mais alta aqui foi revertida praticamente para criar o urso em CGI, porque o resto das lesões, que incluem desmembramentos, tripas de fora, mãos explodidas e um verdadeiro banho de sangue, são fruto de um trabalho maravilhoso de efeitos práticos. É a boa e velha chacina cinematográfica, que consegue chocar por seu caráter explícito, ao mesmo tempo que diverte com o absurdo das situações e as reações dos personagens que são estereótipos ambulantes. Vale destacar a participação MARAVILHOSA de Jesse Tyler Ferguson (o Mitchell, de Modern Family), que é tão idiota e propositalmente caricata, que te faz torcer pro urso destroçá-lo da maneira mais cruel possível.

Nesse meio, há também uma dupla infantil que esbanja talento. Brooklynn Prince surgiu para o cinema quase um bebê em Projeto Flórida (2017), já Christian Convery aqueceu o coração dos fãs de quadrinhos com a série Sweet Tooth (2021). No filme, a duplinha do barulho tem muita química em cena e trazem aquele humor infantil para um contexto mais adulto de drogas e homicídios. Eles protagonizam cenas que também beiram o absurdo e arrancam aquele riso de desespero, mas certamente se divertiram horrores gravando esse filme e suas “nuances”, por assim dizer.

E fez bem ter essa molecada, porque senão certos momentos ficariam pesados demais, tirando esse equilíbrio de comédia de terror, podendo levar mais para o lado do terror em si, o que quebraria um pouco dessa atmosfera oitentista que o longa promove. Falando nessa década, a construção de “anos 80” de O Urso do Pó Branco é muito competente, dando banho de caracterização em muitas projetos de orçamento maior. Eles usam a simplicidade da época para trazer figurinos variados que explicitam bem o que era a época.

E agora vamos ao protagonista do filme: o urso. Ou melhor, a ursa. Como a história aconteceu na vida real, o corpo do animal foi empalhado e está até hoje exibido em um shopping nos EUA. Então, as referências visuais do bicho foram bastante fiéis. E ao mesmo tempo que retrata um Urso Negro, a equipe de efeitos especiais conseguiu dar carisma ao animal de CGI. Diferentemente de O Rei Leão (2019), a ursa consegue demonstrar algumas expressões, e como ela está doidona o tempo todo, acontece bastante humor corporal. Há uma única cena em que eles apelam para o caricato quanto ao Ursinho Pó, mas a cena em si é tão engraçada e tão genial, porque acontece num momento de violência extrema, que não consegue te desligar da história. Muito pelo contrário! É exatamente esse tipo de situação que faz desse o filme mais surtado do ano.

Também há sequências dignas dos grandes vilões, como toda a sequência envolvendo a ambulância. É também o momento mais absurdo do filme, só que está muito dentro do que é proposto.

No fim das contas, assim como em todo filme que dá o que falar, gostar do resultado passa diretamente por você comprar ou não a proposta do longa. Não espere um terror sério, porque o próprio filme não se leva a sério, mas esteja pronto para momentos capazes de traumatizar uma criança sendo seguidos por piadas visuais com as tragédias inseridas de forma espetacular.

O trabalho de Elizabeth Banks é muito interessante na direção. Ela trabalhou ao longo de sua carreira com ícones dos filmes de terror trash, como Sam Raimi e mais recentemente com James Gunn, e dá pra ver a influência deles em sua visão como diretora. Ela amadureceu bastante desde seu último filme e com o sucesso deste longa, certamente conseguirá trabalhos maiores. Ao mesmo tempo, é fantástico ver essa valorização e o resgate do Cinema Trash, que deu ao mundo diretores fantásticos, como o próprio Sam Raimi, Guillermo Del Toro e Peter Jackson.

O Urso do Pó Branco é pura diversão, constrangimento e desconforto para quem busca uma diversão descompromissada recheada de boas piadas e violência extrema. Não é o filme para levar sua tia avô da igreja, que se choca quando a o Louro Mané fala palavrão sem querer na TV, para assistir – é bem provável que ela pare de falar contigo e te ache um maluco -, mas com certeza vai divertir muito desde o público adolescente até os mais adultos. É uma experiência que definitivamente vale ser vivida numa sala de cinema com o telefone desligado e um baldão de pipoca. O único “defeito” para sua proposta é o clímax ser um pouco sério demais, feito para explorar mais a presença de Ray Liotta no longa, mas nada que comprometa. Segue uma diversão de primeira!

O Urso do Pó Branco está em cartaz nos principais cinemas do Brasil.

Crítica | Irmãos de Honra – Jonathan Majors, Joe Jonas e Glen Powell em Dramático ‘Top Gun’ da Vida Real

São muitas as histórias de guerra. São tantas quanto o número de guerras que o mundo já criou. A maioria delas é desconhecida pelo público, até porque até muito recentemente os livros e os filmes só contavam as versões dos vencedores e heróis dessas batalhas. Ainda que continue contando essas versões também, alguns pontos começaram a mudar de uns anos para cá, fosse o perfil do herói, fosse o perfil do tal vencedor, questionando, inclusive, estas alcunhas dadas a indivíduos e situações que, muitas vezes, não os mereciam. Em outras ocasiões, os feitos simplesmente não chegaram ao público, por motivos múltiplos. Uma dessas histórias chega a partir dessa semana aos cinemas brasileiros com o longa ‘Irmãos de Honra’.

Tom Hudner (Glen Powell) acaba de ser transferido para uma base da marinha nos EUA, onde conhece Ward (Joseph Cross), Buddy (Boone Platt), Mohring (Nick Hardgrove), Bo Lavery (Spencer Neville), Goode (Joe Jonas), Koening (Daren Kagasoff) e o introvertido Jesse Brown (Jonathan Majors), único piloto negro do esquadrão naquela década de 1960. Era para ser só um treinamento de rotina, mas o grupo acaba sendo enviado para o outro lado do mundo, num esforço de Washington em se aliar com a Coreia do Sul na guerra contra a Coreia do Norte. Nesse período, Hudner irá aprender que a guerra, a marinha e as regras impactam na vida de Jesse Brown de uma maneira diferente do que ele mesmo tinha vivido em sua experiência. E que o que torna os homens herói vai muito além do que guerras e batalhas sem sentido.

Inspirado em eventos reais da vida do marinheiro Jesse Brown, ‘Irmãos de Honra’ é desses filmes que buscam engrandecer o orgulho estadunidense, construindo narrativas que enobrecem os feitos de militares e marinheiros. Para contar a história desse único piloto negro do esquadrão, o roteiro de Jake Crane e Jonathan Stewart – baseado no livro de Adam Makos – parte do ponto de vista de Tom Hudner, um piloto branco que, supostamente, aprende um monte de coisas sobre o racismo estrutural vigente na marinha, ainda que esse ponto não seja debatido abertamente. Com o protagonismo em Hudner, todos os preconceitos que Brown sofre são suavizados na telona porque Hudner parece não entender o porquê de as coisas serem pesadas de maneira diferente, e essa inocência extrema pode impacientar o espectador.

J. D. Dillard (da série ‘The Outsider’) estende o tom dramático-biográfico de seu filme por tempo demais (o filme tem duas horas e vinte de duração), focando a maior parte de sua película nos episódios cotidianos da vida na marinha em vez de na ação propriamente dita. Estas, quando ocorrem, já no terceiro arco de quatro do longa, são bem imersivas, de modo que o espectador que gosta de filmes como ‘Top Gun: Ases Indomáveis’, ‘Con Air’ e ‘Questão de Honra’ será bem contemplado com as sequências de voo no ar; porém, até que estas ocorram, o filme se desenvolve mais como um ‘Pearl Harbor’, ou seja, com ares de Oscar, mas sem envolver tanto a quem assiste. Com Joe Jonas em seu primeiro filme sério da carreira, ‘Irmãos de Honra’ vale pelas cenas de ação dos caças, ainda que não sejam muitas.

‘Unbreakable Kimmy Schmidt’: 4ª temporada faz piadas com ‘Demolidor’ e ‘O Justiceiro’

A segunda metade da quarta temporada de uma das séries mais engraçadas da NetflixUnbreakable Kimmy Schmidt, não apenas dá uma conclusão para a saga da personagem-título, mas também traz Jon Bernthal como convidado, bem como piadas focadas na parceria da plataforma com a Marvel, Demolidor.

No episódio Kimmy Fights a Fire Monster, Titus (Tituss Burgess) ganhou um papel de grande importância na série em questão, que nunca foi ao ar, dando vida a um porteiro do apartamento em que Matt Murdock (Charlie Cox) vive.

Também dando as caras no episódio está Bernthal como Ilan, interesse romântico de Titus, que logo o vê num lava-rápido perto de seu carro. Apesar dos cômicos flertes, o quase-romance é acabado quando – spoiler – revela-se que o personagem de Bernthal é um investigador particular tentando descobrir podres de um aspirante a ator, que recentemente participou da série Demolidor como porteiro.

Unbreakable Kimmy Schmidt infelizmente chegou ao fim de sua transmissão na Netflix, assim como Demolidor, que foi cancelada após a terceira temporada. O Justiceiro, entretanto, protagonizada por Bernthal, está em sua segunda temporada.

Todos os episódios das séries citadas estão disponíveis no serviço de streaming.

Crítica de Álbum | Tove Lo reencontra o electro-dance em ‘Sunshine Kitty’

A cantora sueca Tove Lo definitivamente não tem o reconhecimento que merece: iniciando sua carreira em 2006 e vindo lançar seu primeiro álbum apenas em 2014, a artista grunge ganhou notoriedade por suas cruas e autobiográficas investidas no gênero pop, mostrando seu apreço inigualável pela mistura de gêneros e por complexas lyrics que até hoje são consideradas como algumas das melhores de sua geração. De fato, sua música mais conhecida, “Habits (Stay High)”, foi lançada há cinco anos e, desde então, ela vem trilhando um caminho original e envolvente que culminou, finalmente, na divulgação de sua intimista quarta obra, intitulada ‘Sunshine Kitty’. E, diferente do que podemos imaginar, seu controverso título mergulha numa melancólica jornada que nega um escopo ensolarado e prefere entregar algo mais agridoce e com a mesma profundidade que suas iterações predecessoras.

Em sua mais nova epopeia musical, Tove Lo recupera mais uma vez o controle de suas produções e fica responsável por todas as canções de forma propositalmente solitária, imprimindo as conhecidas características de sua discografia ao mesmo tempo que convida outros nomes conhecidos (e inesperados) para ajudá-la nesse processo. Partindo de uma premissa paradoxalmente sintética e natural, ela busca por uma extensão de seu último CD lançado (‘Blue Lips’, 2017) e explora as múltiplas camadas do synth-pop enquanto se alia com uma vanguardista tendência do PC music, convidando-nos para revisitar os primeiros anos da década passada e o nascimento do electro-music.

Logo, a breve introdução “Gritty Pretty” funciona como uma espécie de “ato de contrição” que reúne em um mesmo lugar as sonoridades encontradas nessas 14 novas faixas – desde as baladas guiadas pela guitarra até as obrigatórias dissonâncias que conversam com o nicho eletrônico. O pano de fundo também serve como prólogo para “Glad He’s Gone”, track na qual a lead singer usa e abusa de sua extensão em soubrette para premeditar cada uma das estrofes, além de deixar bem claro que irá se restringir ao recuo de um delicioso e melódico mezzosoprano. E, bom, se em “Habits” essa eu-lírico mergulhava em um angustiante tour-de-force, aqui ela se vê de frente para uma superação e um amadurecimento que vão de encontro à sutil sonoridade e ao aspecto enganoso de romance: na verdade, como ela repete diversas vezes, “você está melhor, estou feliz que ele se foi”.

É inegável dizer que Tove Lo procura nos entregar algo diferente do que tantos outros membros da indústria fonográfica vêm entregando nos últimos meses, mas ela não consegue (ou não quer) se desvencilhar de inúmeras referências automaticamente reconhecíveis. Temos uma drenagem familiar em “Bad as the Boys”, no qual divide os holofotes ao lado do tradicional pop de ALMA, e uma minimalista abordagem com “Sweettalk my Heart”, que funde elementos desde “Borderline” até “The Way It Is”. Mas isso não é tudo: essa inclinação permite também que as faixas em questão se afastem de um anacronismo amador e abracem uma crescente e bem-vinda atemporalidade.

‘Sunshine Kitty’ não é apenas sagaz o suficiente para entrelaçar o novo e o antigo, mas também bombardeia os ouvintes com um incontrito electro-dance que viaja pelas décadas de 1980, 1990 e 2000 sem se importar em reverenciar essas três épocas das formas mais inesperadas possíveis. Nesse território, a artista partilha de seus esforços com Jax Jones na sensual e mística “Jacques”, traça uma colaboração abrasileirada com o funkeiro Mc Zaac em uma interessante soturnidade que nos rouba a atenção do começo ao fim na track “Are U Gonna Tell Her?” (com harmonizações surpreendentes) e cria um estilo movido puramente pelos sintetizadores e por um ambience-pop ao lado da lendária Kylie Minogue em “Really Don’t Like U” – que, sem sombra de dúvidas, configura-se como um dos ápices do álbum.

Tove Lo também mostra que não está alheia aos estilos explorados nos dias atuais, voltando-se para uma versão acuada e minimalista do trap que, apesar de aprazíveis, encontram-se em uma dificultosa situação de não conseguir se desvencilhar dos convencionalismos estruturais. É basicamente isso que ocorre com a dramática “Mateo” e é reparado com “Come Undone”, cujo recuo em mid-tempo preza por uma elegante e sexy transição entre seus atos. Já em “Equally Lost”, os aspectos em questão deixam de existir em prol de algo mais latino, diferente de qualquer coisa que já ouvimos dentro de sua ainda jovem carreira.

“Shifted” insurge como inevitavelmente a melhor música do álbum por diversas razões: desde sua resplandecente atmosfera dark, passando pela perfeição vocal da cantora e a culminação no melodrama almejado pelo impacto dos sintetizadores em paralelo aos acordes do violão – tudo caminhando para uma teatral e antirromântica rendição. Felizmente, a clareza sonora dessa peça é seguida pelo avant-pop de “Mistaken”, que pode até perder um pouco de seu brilho por se assemelhar a outras produções, mas presta atenção nos deslizes cometidos e atinge seu propósito.

Tove Lo retorna em gloriosa forma com uma obra inebriante e transbordando com artísticas tendências à frente de seu tempo – sem deixar que essa originalidade ofusque marcas saudosistas e que refletem sua inserção numa época categórica da música contemporânea. Por tais razões, ‘Sunshine Kitty’ aproveita de seus propositais fragmentos para dilacerar e costurar, ao mesmo tempo, um percurso sensorial conduzido por intimistas e melancólicas declamações.

Nota:

  • Gritty Pretty (Intro) – 4/5
  • Glad He’s Gone – 4/5
  • Bad as the Boys (feat. ALMA) – 4/5
  • Sweettalk my Heart – 4,5/5
  • Stay Over – 5/5
  • Are U Gonna Tell Her? (feat. MC Zaac) – 4,5/5
  • Jacques (with Jax Jones) – 5/5
  • Mateo – 3/5
  • Come Undone – 4,5/5
  • Equally Lost (feat. Doja Cat) – 4/5
  • Really Don’t Like U (feat. Kylie Minogue) – 5/5
  • Shifted – 5/5
  • Mistaken –  4,5/5
  • Anywhere U Go – 3,5/5

‘Jurassic World: Dominação’: Filmagens são adiadas por causa do Coronavírus

Universal Pictures anunciou hoje (14) que as filmagens de ‘Jurassic World: Dominação’ foram suspensas até segunda ordem devido à pandemia do Coronavírus (que já infectou mais de 145 mil pessoas ao redor do mundo).

A produção ainda não tem retorno previsto.

A estreia da sequência continua programada para o dia 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

O capítulo final da saga ‘Jurassic World’ já deu início em sua produção. Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.”

Ele também comentou sobre como a recepção das críticas dos fãs e jornalistas ajudou na narrativa de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘:

“Nós viramos para um lado mais sombrio de ‘Jurassic Park‘ naquele roteiro. O primeiro filme era uma aventura colorida e pop, já no segundo resolvemos explorar o lado feio da humanidade e o tratamento cruel com animais. Mas acho que Bayona, o diretor, nos deteve de ir longe demais, o que é algo bom. Ele abraçou os elementos sombrios, mas adicionou humor na aventura. A ideia de tornar a venda dos dinossauros em um leilão para os super ricos também foi dele. Na versão original, era algo bastante clandestino e sujo. Acho que a versão que foi para o filme funciona melhor para as crianças. Foi uma grande vantagem termos ele no time.

 

Kylie Minogue anuncia videoclipe oficial de “Say Something” para esta sexta-feira

Dias depois de lançar o 1º single do álbum ‘Disco’Kylie Minogue revelou a data de lançamento do videoclipe oficial de “Say Something”sexta-feira, 07 de agosto.

A música já está disponível em todas as plataformas, incluindo Spotify.

Ouça:

Com estreia marcada para o dia 06 de novembro, o 15º álbum da princesa do pop australiana será o retorno de Minogue para suas raízes, com uma identidade que remete às discotecas dos anos 1970.

Confira a capa do álbum:

A artista, ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performersdos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete – estilo que vem usando e reinventando desde seu début com seu álbum homônimo.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado ‘Fever’ (2001). Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

Minogue fez seu último lançamento de inéditas em 2018, mergulhando de cabeça no country-pop com ‘Golden’. Em 2019, lançou o incrível ‘Step Back in Time: The Definitive Collection’, compilado de seus maiores sucessos que estreou no topo das paradas mundiais – e que ganhou uma versão estendida no mesmo ano.

‘Mortal Kombat’: Reboot ganha seu primeiro cartaz

Depois de ter anunciado que o reboot de ‘Mortal Kombat’ irá estrear em 16 de abril de 2021 nos cinemas e na HBO Max, a Warner Bros. divulgou um novo cartaz oficial da produção.

Confira:

Lembrando que a Warner Bros. confirmou que irá lançar na HBO MAX todos os seus títulos previstos para o ano que vem, incluindo ‘O Esquadrão Suicida‘, ‘Matrix 4‘, ‘Duna‘, ‘The Many Saints of Newark‘, ‘Em um Bairro de Nova York‘, ‘Space Jam 2‘, e ‘Godzilla vs. Kong‘.

Mortal Kombat‘ é escrito por Greg Russo e conta com  produção de James Wan.

O elenco também conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

A trilha sonora ficará por conta de Benjamin Wallfisch (‘It: Capítulo 2‘).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

Primeiras Impressões | 3ª temporada de ‘Pose’ nos prepara para um emocionante e potente final

Ryan Murphy sempre trouxe bastante representatividade para as produções que comandava, fosse de um modo mais fabulesco, como em ‘Glee’, fosse acrescentando elementos de terror, como em ‘American Horror Story’. Mas nada se compara à importância estética e narrativa de ‘Pose’, uma das obras televisivas mais aclamadas do século e uma das mais originais, sem sombra de dúvida. Na série, Murphy nos transporta de volta para a emergente cultura dos ballrooms e do voguing dos anos 1980 e 1990, apresentando o público ao maior elenco transgênero a já ocupar um serviço mainstream em complexos arcos narrativos e uma ode de solidariedade a uma comunidade que sofre diariamente com parcos prospectos de vida e preconceito infundado.

Em 2021, o showrunner, que mais uma vez retomou trabalho com Brad Falchuk e chamou a ajuda de Steven Canals, anunciou que a terceira temporada seria a última da saga, para a infelicidade dos fãs. Não é surpresa que boa parte daqueles que vinham acompanhando a saga de Blanca, Elektra, Pray Tell e tantos outros estivessem animados para a vindoura estreia dos novos episódios – e tanta espera valeu a pena: os dois primeiros capítulos dessa emocionante ano de conclusão já começam com um soco no estômago ao trazer um evocativo e nostálgico glamour aliado a temas de extrema importância, desde vício em drogas até o errôneo entendimento do que realmente era a epidemia de HIV/AIDS nos Estados Unidos – discussões que existem até hoje e que servem para entendermos tanto o trágico histórico dos LGBTQIA+ quanto a luta pela igualdade de direitos.

A princípio, tinha-se uma visão bastante clara de onde o protagonismo estaria: em Blanca Rodriguez-Evangelista (Mj Rodriguez) e em suas andanças pelas ruas de Nova York como uma mulher trans que buscava fundar a própria casa. Depois de recrutar meninos de rua que foram expulsos de casa e aliar-se a amigas de longa data, Blanca emergiu como uma forte e destemida personagem que, vivendo com o mortal vírus da época, percebeu que a vida era muito mais do que se esconder nos becos escuros da cidade grande e se render ao medo: a vida é uma celebração de tudo de bom que existe – e deve ser explorado ao lado das pessoas que amamos.

Talvez por esse motivo a estreia da terceira temporada venha com uma sensação agridoce, nos levando de volta para essa expoente e vibrante cultura que servia como escape e como movimento de resistência para uma minoria assassinada diariamente. E, no centro dessa beleza, mentiras que abalam as fortes estruturas de uma família fundada por escolha, não por laços sanguíneos – como o fato de Pray Tell (Billy Porter) estar se rendendo dia a dia ao alcoolismo, sem perspectiva de continuar seguindo em frente ao ver que todos os seus conhecidos estão lhe dando adeus.

Nem tudo são catástrofes; aliás, o roteiro supervisionado por Canals e trazendo nomes como Janet Mock e Our Lady J para auxiliarem-no, deixa isso bem claro. O cotidiano é movido por altos e baixos e, dessa forma, nossos personagens também seriam. O relacionamento outrora complicado de Blanca e Elektra (Dominique Jackson) amadurece em níveis assustadores e une a ousadia de duas powerhouses para conseguirem o que bem entenderem, seja a compreensão acerca da situação de Pray Tell, seja os prêmios dos bailes noturnos que a tirariam da aposentadoria e reclamariam por um trono que lhes pertence por direito. É aqui que outras subtramas ganham forma, ainda mais quando infundidas com o recém-acrescentada imodéstia predatória de Lemar Khan (Jason A. Rodriguez), que representa a potência diabólica de uma geração que não tem qualquer respeito pelo passado.

A iteração se beneficia principalmente por servir como ponte entre os dias de outrora e um futuro que aponta para o momento em que vivemos. Ambientada agora em 1994, quase um ano mais tarde dos episódios anteriores, é notável de que forma os protagonistas compreendem os erros que cometeram no passado e desejam crescer, por mais que a verdade doa. É nesse quesito que Rodriguez e Jackson roubam todas as cenas em performances que oscilam entre a comédia e a tragédia com simplicidade e naturalidade cativantes. A química que as duas compartilham nas cenas é auxiliada pela atuação aplaudível de Indya Moore como Angel, que recai nas drogas mais uma vez; Hailie Sahar como Lulu, que mergulha de cabeça em uma ascensão e queda que deve ser mais explorada nos capítulos seguintes; e Angel Bismark Curiel como Lil Papi, que conseguiu um trabalho digno e nutre de um amor incondicional por Angel.

POSE — Season 3, Episode 1 — Pictured: Mj Rodriguez as Blanca, Billy Porter as Pray Tell, Angel Bismark Curiel as Lil Papi. CR: Eric Liebowitz/FX

É admirável o modo como Murphy articula cada um dos aspectos de modo a fugir ou tentar fugir das obviedades cênicas. É claro que lidamos com uma espécie de dramatização documental de pessoas reais, ainda mais considerando que a série funciona como uma extensão do emblemático ‘Paris Is Burning’; mas a fusão entre altos e baixos é o que fornece o dinamismo necessário para ficarmos grudados nas telinhas do começo ao fim, procurando descobrir o que vai acontecer. Eventualmente, algumas peças fora do lugar esbarram na epifania frenética, mas nada que não seja apenas um tropeço.

‘Pose’ retorna com força após um longo tempo sem nos agraciar com enredos potentes e um elenco de ponta. Abrindo do modo mais espetacular possível, o novo ano pretende unir o melhor das incursões anteriores para um grand finale digno de uma das maiores séries da atualidade.