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‘Batman: A Piada Mortal’ arrecada US$ 3 milhões em exibição nos EUA

Uma quantia sensacional, afinal, estamos falando de um longa feito diretamente para DVD e Blu-Ray. Por conta de toda a movimentação dos super-heróis durante a San Diego Comic-Con, a animação ganhou dois dias de exibição nos cinemas americanos.

O filme foi exibido nos dias 25 e 26 de julho.

Com US$ 3 milhões do faturamento, ‘Batman: A Piada Mortal‘ foi a terceira produção mais vista nos Estados Unidos nessa segunda-feira, atrás de ‘Star Trek – Sem Fronteiras‘ e ‘Pets – A Vida Secreta dos Bichos’.

O filme chega em DVD e Blu-ray no dia 2 de agosto, e foi lançado em VOD dia 23 de julho.

Não foi confirmada a data de lançamento no Brasil.

 

Escrito por Alan Moore e desenhada por Brian Bolland, ‘Batman: A Piada Mortal‘ foi publicado em 1988 e é amplamente considerada como uma das melhores histórias em quadrinhos de todos os tempos.

Em ‘A Piada Mortal‘, Moore explora a psicologia de Batman, Coringa e do comissário Gordon. Todas as tramas paralelas apresentadas na HQ acabam tendo Gordon como seu referencial e é o comissário que concentra a maioria das perguntas que surgem após a leitura da revista. Afinal de contas, se basta um “dia ruim” para levar a sanidade de uma pessoa, porque o mesmo não aconteceu com Gordon? Porque é que Wayne se transformou no Batman, aquele ex-comediante no Coringa e o comissário escapou ileso?

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‘The Walking Dead’: Site transforma você na vítima de Negan e cria vídeo In Memoriam!

The Walking Dead‘ ganhou um site fantástico para divulgar a estreia da sétima temporada.

Em ‘Meet Lucille‘, você é colocado no lugar da vítima de Negan e ganha um vídeo relembrando os melhores momentos de sua vida…

Para acessar o site e criar seu vídeo In Memoriam, clique aqui!

Ontem, uma prévia da sétima temporada de ‘The Walking Dead foi divulgada e mostrava rapidamente os restos mortais da vítima de Negan.

Muitas fãs apontaram que a vítima foi a Maggie, após especularem que viram um anel de noivado entre os restos do crânio de alguém.

Agora, esse mesmo objeto entre o sangue e as tripas está levantando suspeitas de ser outra coisa.

Em vez de um anel de noivado, alguns espectadores estão vendo os restos de um relógio de bolso que Hershel deu a Glenn como uma bênção por ele cuidar de sua filha.

Quem você acha que morreu? Maggie ou Glenn? Ou os dois?

Confira as imagens abaixo:

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Título 7×01: The Day Will Come When You Won’t Be

A última temporada terminou com Rick e seu grupo ajoelhados, de forma impotente, diante de Negan e seu grupo. O que Negan vai fazer para assombrar aqueles que sobrevivem para sempre?

Os rumores estavam mais do que certos, Jeffrey Dean Morgan, que interpreta Negan em ‘The Walking Dead, confirmou ao Den of Geek que no primeiro episódio da sétima temporada não haverá apenas uma morte.

Levando em conta que estão 11 personagens principais na frente do antagonista, é possível que sejam dois. Três já seria um massacre tendo em vista que ainda é o primeiro episódio.

“Negan não vai matar apenas uma pessoa na estreia. Ele não tem medo de crânios abertos”, afirmou.

Resumo da ópera, já deu para entender que não bastava ser sangrento o season premiere, afinal, ele será duas vezes mais sanguinário. E é exatamente assim que quem curte TWD gosta.

The Walking Dead retorna em 23 de Outubro. 

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Novo trailer de ‘Batalha Incerta’, com James Franco e Selena Gomez

Batalha Incerta’ (In Dubious Battle), o novo filme de James Franco como diretor, ganhou trailer.

Assista:

 

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O grande elenco conta com Bryan Cranston (‘Breaking Bad’), Vincent D’Onofrio (‘O Juiz’), Robert Duvall (‘O Juiz’), Ed Harris (‘Expresso do Amanhã’), Danny McBride (‘Segurando as Pontas’) e Selena Gomez (‘Spring Breakers: Garotas Perigosas’).

Baseada no livro de 1936, de John Steinbeck, a trama acompanha um homem desesperado que, ao tentar encontrar seu lugar no mundo, lidera uma greve de imigrantes catadores de frutas no sul da Califórnia.

Esta será a segunda adaptação de Franco para uma obra de Steinbeck. Recentemente, o ator/diretor estreou na Broadway com a versão do livro ‘Ratos e Homens’.

Batalha Incerta’ (In Dubious Battle) estreia em 2017.

 

Spencer vai em busca de respostas na prévia do episódio 7×12 de Pretty Little Liars

A seguir, você confere o que vem por aí nessa semana em Pretty Little Liars.

Confira, com as promos:


Na série, cinco amigas inseparáveis têm suas vidas mudadas para sempre quando uma delas, a líder do grupo, desaparece misteriosamente. Um ano depois, Alison ainda está sumida e ninguém sabe se ela ainda está viva. Enquanto isso, as outras quatro adolescentes passam a receber mensagens ameaçadoras de alguém que sabe de um grande segredo que elas guardam.

 

 

Conheça os Ninjas de ‘The LEGO Ninjago’ na nova foto da animação

Liberada a mais nova imagem da animação ‘The LEGO Ninjago’, o terceiro filme da parceria entre a gigante LEGO e a Warner Bros.

Confira:

 

Nesta grande aventura de Ninjago, a batalha por Ninjago City chama para a ação o jovem Lloyd, também conhecido como o Ninja Verde, junto com seus amigos, que são todos guerreiros secretos e LEGO Master Builders. Conduzidos pelo mestre Wu do kung fu, ele devem derrotar o vilão Garmadon, o indivíduo mais perverso de todos os tempos e que ainda é o paizinho de Lloyd. O confronto épico testará esta equipe feroz e indisciplinada de ninjas modernos que devem aprender a controlar seus egos e a se reunir para liberar o seu verdadeiro poder.

O elenco de dublagem ainda conta com Dave Franco como Lloyd, Michael Peña como Kai, Abbi Jacobson como Nya, Kumail Nanjiani como Jay, Zach Woods como Zane e Fred Armisen como Cole.

O novo projeto também é considerado um spin-off de ‘Uma Aventura LEGO‘, que chegou aos cinemas mundiais em fevereiro de 2014.

Phil Lord e Christopher Miller, diretores e roteiristas de ’Uma Aventura LEGO’, vão cuidar da produção, enquanto Charlie Bean (‘Tron: Uprising‘) será o responsável pela direção.

The LEGO Ninjago‘ tem estreia marcada para setembro de 2017.

 

‘Agents of SHIELD’ em cartaz repleto de estrelas; Confira!

Com uma trama que onde tudo indica se passará no espaço, a Marvel e a ABC liberaram o cartaz especial de Agents of SHIELD‘ para a Nova York Comic-Con.

O evento promete agitar a Big Apple ao longo do próximo fim de semana.

Confira:

Agents of S.H.I.E.L.D’ retorna em 24 de novembro.

 

 

 

WHAT? Paramount confirma ‘As Tartarugas Ninja 3’ e contrata roteirista

Após ter cancelado temporariamente ‘As Tartarugas Ninja 3‘ devido ao desempenho mediano do segundo filme nas bilheterias, a Paramount Pictures decidiu retomar a franquia!

Segundo o Hollywood Reporter, a franquia que ganhou um “reboot” produzido por Michael Bay em 2014 teve seu terceiro filme confirmado.

O estúdio contratou o roteirista Andrew Dodge, que tem no currículo apenas a comédia ‘Palavrões‘, estrelada por Jason Bateman em 2013.

Michael Bay, Andrew Form e Brad Fuller voltam a produzir pela Platinum Dunes.

Enquanto o filme de 2014 arrecadou US$ 500 milhões mundialmente, a sequência ‘As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras‘  fez apenas US$ 245 milhões.

Durante uma entrevista exclusiva ao CinePOP para promover ‘As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras‘, Megan Fox revelou que já havia assinado para o terceiro filme da franquia.

“Eu já assinei [para o terceiro]. Quando você assina para o primeiro, você assina para, tipo, 20 sequências… Eu já estou dentro para fazer, e eu espero que eles façam, pois só tive boas experiências. E estão falando que iríamos para Tóquio, o que seria incrível…”, afirmou.

Assista:

Lucas Rangel vai dublar personagem de ‘As Tartarugas Ninja 2’ 

‘As Tartarugas Ninja 2′ terá participação especial; saiba quem!

‘Dark Universe’: Universo de monstros da Universal é CANCELADO; Blumhouse fará novo filme!

Recentemente, a Universal Pictures viu seu Dark Universe ir por água abaixo após o fracasso do remake deA Múmia.

Agora, o estúdio contratou Leigh Whannell (‘Upgrade’) para comandar o reboot de ‘O Homem Invisível‘. O projeto reúne Whannell com Jason Blum, que está produzindo o filme da Universal Pictures através da Blumhouse – de ‘Corra!‘ e ‘A Morte te dá Parabéns’.

O movimento é parte de uma nova estratégia para os filmes de monstros da Universal, trazendo diretores criativos com visões distintas para os personagens clássicos – e DESISTINDO do tal universo compartilhado com os monstros da casa.

A Universal apresentou a ideia de um universo interconectado e está reavaliando como manter os personagens duradouros relevantes para uma nova geração.

“Ao longo da história cinematográfica, os monstros clássicos da Universal foram reinventados pelo prisma de cada novo cineasta que deu vida a esses personagens”, disse Peter Cramer, presidente de produção da Universal. “Estamos empolgados em adotar uma abordagem mais individualizada para o retorno à tela, conduzida por criadores que são apaixonados por contar histórias.”

Depp iria estrelar ‘O Homem Invisível‘, mas fontes dizem que ele não aparecerá no filme. Ele pode ser apresentado em mais um dos projetos de filmes de monstros em desenvolvimento, disseram fontes.

Jason Blum, o CEO da Blumhouse, já havia revelado que estava  interessado em salvar essa empreitada da Universal. Durante uma sessão de perguntas no Twitter, Blum respondeu que sim, há chances da Dark Universe ganhar novos filmes pela Blumhouse

 

Homem Invisível’ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado pelo próprio Wells, que acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

Scarlett Johansson desmente teoria popular sobre ‘Viúva Negra’

Viúva Negra‘ finalmente ganhará seu filme solo, mas os fãs esperam que a personagem esteja viva após ‘Vingadores: Ultimato‘.

Em entrevista ao Tonight Show Starring Jimmy Fallon, a atriz Scarlett Johansson revelou que a personagem realmente morreu, e não será ressuscitada ou trazida de uma realidade paralela.

“Uma das únicas certezas da vida é definitivamente a morte, certo? Os fãs não querem acreditar que minha personagem realmente morreu, e ela não será transportada de uma realidade paralela. Foi isso. Ela realmente morreu”, afirmou.

A despedida da heroína Viúva Negra em ‘Vingadores: Ultimato’ surpreendeu os fãs, que foram pegos desprevenidos por seu repentino desfecho.

Mas com o anúncio de que a personagem ganharia o seu próprio filme, renasceu a esperança de sua jornada ganhar um capítulo que honrasse toda sua história no MCU.

 

Vale lembrar que  Johansson ganhou US$ 15 milhões para o filme e se tornou a atriz mais bem paga da atualidade.

Cate Shortland é a responsável pela direção, que tem um roteiro de Jac Schaeffer.

Viúva Negra estreia em 01 de maio de 2020.

Roteirista de ‘Loki’ vai reescrever ‘Doutor Estranho 2’

Segundo o Collider, a Marvel Studios contratou Michael Waldron (Loki) para reescreer o roteiro de Doutor Estranho no Multivero da Loucura’. Waldron substitui Jade Halley Bartlett na função.

Sam Raimi (Homem-Aranha) vai comandar o projeto, entrando no lugar de Scott Derrickson – que deixou o filme devido a divergências criativas.

Confira a sinopse oficial:

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Stephen Strange continua sua pesquisa sobre a Joia do Tempo. Entretanto, um antigo amigo que se tornou inimigo acaba com seus planos e leva Strange a desencadear um mal terrível.

O material reitera o retorno da Joia do Tempo, que fora destruída em ‘Vingadores: Ultimato‘. É provável que um dos mistérios da sequência seja justamente como Strange consegue continuar nessa procura, principalmente considerando a forte possibilidade de que a produção traga o personagem Baron Mordo de volta, a contar pela descrição.

Benedict Cumberbatch retornará como o protagonista, encontrando a Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen. Benedict Wong e Tilda Swinton também retornam.

A sequência também deve introduzir Clea no MCU, já que Kevin Feige disse que Wanda não seria a única feiticeira do filme.

Doutor Estranho no Multiveso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 25 de Março de 2022.

Confira a logo:

Por que a Netflix cancela TANTAS SÉRIES queridas?

Quando a Netflix começou a produzir séries originais, chamava atenção o fato de a gigante do streaming simplesmente renovar absolutamente tudo. Por mais que as críticas e as reações do público não fossem boas, por mais que a série não fizesse barulho algum nas redes sociais, lá estava o anúncio da renovação alguns meses depois. Foi assim até surgirem as primeiras cabeças cortadas, em meados de 2016: ‘Hemlock Grove’, ‘Bloodline’ e ‘Marco Polo’ abriram um caminho que depois seria mais notado com os cancelamentos deSense8 e ‘The Get Down’, mais populares e globalizadas. Desde então, cancelamentos abruptos foram se tornando mais e mais habituais e, durante a pandemia, beeeem numerosos.

A extensa lista de séries canceladas pela Netflix em 2020 pode até assustar a princípio (veja aqui!), mas o que essas decisões significam é menos catastrófico do que se imagina. Algumas deles, é claro, se devem a complicações relacionadas à pandemia do Covid-19, mas muitas outras fazem parte de algo que parece ser uma reestruturação dos projetos da casa. E, por mais que cancelamentos sejam sempre frustrantes para quem é fã (eu mesma estou desde 2013 esperando o revival de ‘The New Normal’), eles fazem parte do jogo e vão continuar fazendo.

Por isso, se quisermos entender o que a onda de cancelamentos da Netflix realmente quer dizer, há alguns pontos importantes:

Como a Netflix decide renovar uma série

The Crown

Ninguém aqui tem bola de cristal para “adivinhar” como a Netflix “pensa”, mas uma reportagem da Vanity Fair revelou que a equação feita pela plataforma leva em consideração não necessariamente audiência, mas quantos potenciais novos assinantes uma nova temporada poderia gerar. Por isso, uma boa audiência é um fator importante, mas não o único: ainda é preciso levar em consideração presença nas redes sociais e como se dá essa repercussão. A voz dos fãs pode até não ser volumosa, mas se for barulhenta, já deu conta do recado.

É justamente por este motivo, aliás, que séries da Netflix tendem a ser finalizadas com menos temporadas: uma série em seu quinto ano dificilmente atrairia um número de novos assinantes realmente significativo para compensar os gastos — as exceções são atrações muito populares, comoThe Crown eStranger Things, ou as primeiras originais da plataforma, como ‘Orange Is the New Black’, ‘BoJack Horseman’ e ‘House of Cards’.

Essa equação é cruel, mas é a forma como sistemas fechados funcionam: o que traz lucro para a Netflix são os assinantes, afinal de contas.

Como o Covid-19 aumenta os custos de produção

I Am Not Okay With This

Em entrevista concedida ao The Hollywood Reporter, o produtor Alex Kurtzman (‘Star Trek: Discovery’) disse que apenas para lidar com os EPIs (equipamentos de proteção individual) para o elenco e a equipe, é necessário um acréscimo que varia entre US$300 e 500 mil por episódio. Repercutindo o assunto, outros produtores de televisão contaram à Rolling Stone em anonimato que Kurtzman foi humilde com este valor, e que os gastos totais vão muito, muito além.

Por exemplo, gasta-se mais com transporte: uma van que normalmente transportaria 10 pessoas agora só pode comportar duas, o que significa que são necessárias mais vans, mais gasolina, mais motoristas. Um episódio que poderia ser finalizado em 8 dias agora vai gastar no mínimo 10, e cada dia a mais significam mais gastos e mais diárias a serem pagas para os figurantes. Se o protagonista da sua série mora em um estado e grava em outro, a produção precisa arcar com os 14 dias de isolamento, somando ao valor pago um adicional para trabalhos que a pessoa potencialmente perdeu durante este período. Toda a proteção em volta do elenco precisa ser triplicada porque eles são os mais expostos, já que precisam estar sem máscara durante as filmagens. Séries que operam com um orçamento apertado dificilmente poderiam arcar com isso.

E séries que não operam dentro de um orçamento apertado, vale ressaltar, são raríssimas exceções.

Para atrações comoGLOW e The Society, que envolvem muito contato físico (no caso da primeira) e muitas pessoas em cena (a segunda), os custos são ainda maiores porque esses são fatores ainda mais delicados. Existe uma enorme dificuldade para até mesmo começar a gravar de uma forma segura, mesmo durante a retomada.

Se a soma desses fatores não fosse o suficiente para levar a alguns cancelamentos e algumas “desrenovações”, existe um outro complicador: a conciliação das agendas.

Quando todas as filmagens foram interrompidas ou adiadas a partir de março deste ano, isso provocou uma tsunami de agendas colidindo e atores precisando abandonar projetos porque não conseguiriam mais encaixá-los quando tudo retornasse. A minissérie ‘Evel’, por exemplo, do USA Network, foi abandonada porque o protagonista seria Milo Ventimiglia. O ator planejava encaixar as filmagens no hiato de This Is Us. Mas durante o período que seria esse hiato, estávamos no auge dos contágios e mortes por Covid-19, e não era possível nenhuma das séries filmar de maneira minimamente segura. Agora, o drama familiar da NBC já retornou às filmagens e não há mais espaço na agenda de Ventimiglia para ‘Evel’.

Com elencos volumosos (como o de The Society) e com nomes badalados (como o deI Am Not Okay With This — a protagonista, Sophia Lillis, já tem outros projetos alinhados), então a situação fica ainda mais difícil de ser contornada. Ainda que a pergunta “mas será que a Netflix não podia esperar?” tenha sido feita por muitos, a questão não é necessariamente “não querer esperar”, mas não existir uma previsão de até quando ter que esperar. É certamente uma escolha difícil e sacrificante, mas a impossibilidade de conciliar tantas variantes é o que leva a culpa — tudo isso enquanto atores, produtores, diretores e roteiristas também se envolvem em outros projetos. O criador de ‘I Am Not Okay With This’, Jonathan Entwistle, já foi escalado para criar filmes e uma série de TV em um universo compartilhado dos Power Rangers.

A troca de lideranças

Cindy Holland (à esq.) e Bela Bajaria (à dir.)

Sob uma ótica mais específica, a recente saída de Cindy Holland da Netflix é o terceiro fator que ajuda a explicar o que há por trás desses cancelamentos. Ela era uma das veteranas da casa, uma das responsáveis pelas séries de TV originais e aquela que muitos acreditavam ser a próxima na linha sucessória depois de Ted Sarandos. A sua saída, anunciada no início de setembro junto à promoção de Bela Bajaria ao posto de Chefe de TV Global, foi um prenúncio de mudanças.

Holland foi a pessoa que levou algumas das principais séries para a Netflix, encabeçou as primeiras originais e estava na companhia desde os tempos de DVD por correio. O streaming justificou que, para o que tem em mente para o futuro, Bajaria se encaixava melhor — as duas até então praticamente dividiam o mesmo cargo, e deixar Holland abaixo na hierarquia seria impensável.

O detalhe importante aqui é esse tal futuro, e a manutenção de Bajaria nos ajuda a entender o que exatamente ele é. Quando as duas executivas dividiam o cargo, o grande conflito era que muitas vezes as pessoas não sabiam a qual das duas reportar, mas é consenso que Holland cuidava mais das produções norte-americanas, enquanto Bajaria respondia pelas globais.

Nos últimos meses, o que vimos acompanhando através dos relatórios trimestrais de investimentos da gigante do streaming é uma estabilização cada vez maior do número de assinantes nos Estados Unidos e Canadá, e uma forte evidência disso foi o anúncio recente do fim dos 30 dias grátis para novos assinantes nos dois países. Ou seja, a companhia dá a entender através disso que realmente não precisa fazer esforço para convencer potenciais consumidores nesses mercados, porque já os domina.  

Além disso, basta uma breve análise para entender qual é a tendência que se instalou: durante a pandemia, e mesmo antes dela, Dark, ‘Elite’ eLa Casa de Papel foram as séries que se tornaram fenômenos gigantescos em todo o mundo. São mais produtos deste porte que a plataforma quer. Séries globais, produzidas fora do eixo norte-americano, são mais baratas e têm respondido melhor com a audiência estrangeira. Investindo nelas, a Netflix visa reprisar esta predominância que tem na América do Norte em outros lugares, além de seguir na frente dos outros streamings surgindo agora em termos de expansão global. Quando Apple TV+, Disney+, HBO Max e Peacock pensarem em produzir séries latinas, por exemplo, a Netflix já estará anos-luz à frente.

Cancelar para conquistar

Elite

Em síntese, devemos ter em mente que toda emissora ou plataforma cancela séries. Quando a Netflix produz em um volume tão alto, é até coerente que também tenha um número maior de cancelamentos. É esse número que assusta. Mas muitas das atrações canceladas em 2020 foram mal na crítica, tinham baixa repercussão ou o combo das duas coisas. 

O que aparenta ser a estratégia é “cancelar para conquistar”, com uma reestruturação visando séries que atinjam uma camada maior de audiência. Por exemplo, mesmo após tantos cancelamentos, a gigante do streaming já encomendou mais sete produções espanholas, entre filmes, séries e documentários, pegando carona nos sucessos recentes que vieram da Espanha e apostando na popularidade.

Se este é o caminho certo, só o tempo irá dizer. O maior receio é que essa ótica visando popularidade em massa sacrifique o espaço que teriam séries comoGLOW,Caçadoras de Recompensas,One Day at a Time,Dear White People por exemplo — produzidas ou protagonizadas por mulheres, pessoas pretas ou LGBT. Dentro dessa visão que parece ser “o futuro da gigante do streaming”, será que essas mesmas séries chegariam a ser produzidas?

‘O Esquadrão Suicida’ é o filme MELHOR AVALIADO da DC; Confira o TOP 10!

Com 210 críticas publicadas, ‘O Esquadrão Suicida segue mantendo sua ótima porcentagem no Rotten Tomatoes e atualmente é o filme da DC mais bem avaliado no agregador de críticas.

Com 96% de aprovação até a publicação desta matéria, o filme está na frente de ‘Mulher-Maravilha‘ (93%), ‘Batman: Return Of The Caped Crusaders‘ (94%), ‘Superman‘ (94%) e ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘ (94%).

Confira o Top 10:

  • #10. Batman Begins (2005) 84% de Aprovação
  • #9. Superman 2 (1981) 86% de Aprovação
  • #8. Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012) 97% de Aprovação
  • #7. Lego Batman – O Filme (2017) 90% de Aprovação
  • #6. Shazam! (2019) 90% de Aprovação
  • #5. Os Jovens Titãs Em Ação! (2018) 91% de Aprovação
  • #4. Mulher-Maravilha (2017) 93% de Aprovação
  • #3. Batman: Return Of The Caped Crusaders (2016) 94% de Aprovação
  • #2. Superman (1978) 94% de Aprovação
  • #1. Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008) 94% de Aprovação

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do espetacular ‘O Esquadrão Suicida, novo filme do diretor James Gunn.

O filme entrega tudo que promete, com muita ação, diálogos hilários e personagens cheios de carisma… mas descartáveis.

Assista a crítica:

Crítica | O Esquadrão Suicida – James Gunn entrega uma obra-prima

De acordo com o Deadline, ‘O Esquadrão Suicida pode faturar pelo menos US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana de estreia.

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

Brie Larson se junta ao elenco de ‘Velozes e Furiosos 10’ após pedir papel a Vin Diesel

Após dizer em entrevista que amaria fazer parte da franquia ‘Velozes e Furiosos‘, Brie Larson foi convidada por Vin Diesel a se juntar ao elenco do 10º filme e aceitou.

“Sim, sim, sim … você vê esse anjo em cima do meu ombro me fazendo rir, você diz para si mesmo ‘Esse é a Capitã Marvel'”, Diesel compartilhou no Instagram ao lado de uma selfie que os dois tiraram.

“Claramente há amor e risos nesta imagem. O que você não vê, no entanto, é o personagem que você vai conhecer em Velozes e Furiosos 10. Você não tem ideia de como ela será atemporal e incrível em nossa mitologia. Além de sua beleza, seu intelecto… seu Oscar, haha ​​é essa alma profunda que irá adicionar algo que você pode não ter esperado, mas ansiado. Bem-vindo à FAMÍLIA, Brie.”, postou Diesel.

Larson revelou há poucos dias em entrevista à Uproxx que era APAIXONADA pela franquia  e amaria ser convidada para a família de Vin Diesel como Dom Toretto nos filmes finais da saga.

“Eu gostaria de revelar a todo mundo em Hollywood que eu com certeza aceitaria fazer Velozes e Furiosos. Eu sou obcecada por essa franquia, acho esses filmes muito bons e divertidos. Foram eles que me fizeram se apaixonar por carros, e entender que essas máquinas incríveis devem ser apreciadas. Com certeza, eu super toparia fazer Velozes e Furiosos 10”, afirmou.

Além dela, Jason Momoa se juntou ao elenco de ‘Velozes e Furiosos 10′. Apesar de haver poucos detalhes sobre seu personagem, já foi dito que ele será o vilão da vez.

Lembrando queVelozes e Furiosos 10‘ será lançado nos cinemas no dia 19 de maio de 2023.

Justin Lin, veterano da franquia, retorna à direção.

O elenco contará com o retorno de Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Sung Kang e Charlize Theron.

Velozes e Furiosos 10 e 11 | Quais ASTROS de Hollywood queremos ver nos últimos filmes da franquia?

Você gosta de finais SURPREENDENTES? Conheça o suspense com Helen Hunt que está na Netflix!

Sabe aquela máxima “de boas ideias, o inferno está cheio?” Pois bem, isso também vale para a indústria cinematográfica. Não adianta em nada o roteirista ter uma boa ideia, elaborar um argumento instigante, se na hora da execução o diretor e/ou o elenco não der conta de fazer um bom trabalho. É o que acontece em ‘À Espreita do Mal’, thriller lançamento da semana original Netflix.

Connor (Judah Lewis) é um adolescente cheio de raiva da mãe, Jackie (Helen Hunt), pois recentemente ela traiu o marido, Greg (Jon Tenney), e, sob seu ponto de vista, ela destruiu a família. Mas esse não é o único problema da família, pois Greg, que é investigador policial, é chamado para desvendar o misterioso caso do desaparecimento de dois garotos de dez anos na cidade. Enquanto disso, Jackie tenta fazer com que seu amante, Todd (Sam Trammell), entenda que não há mais nada entre eles, porém, uma certa presença na casa que faz com que Jackie desconfie que há algo de errado no lugar onde mora.

Como dá pra observar por essa sinopse, o filme de Adam Randall parece querer abraçar o mundo, com tantas subtramas que caminham para todas as direções. E esse é o problema principal de ‘À Espreita do Mal’, pois, ao ser ambicioso demais, o longa acaba inviabilizando aquilo que tinha de melhor, que é o seu plot twist. A bem da verdade, até a construção desse plot twist é problemática, pois gera uma ruptura na essência da produção que a gente até leva um susto, achando que sem querer esbarrou no controle remoto e saiu do filme que estávamos vendo, posto que estamos em casa.

A título de sugestão, se o roteiro de Devon Graye substituísse todo o drama do tal amante por, por exemplo, um entregador que estivesse deixando uma encomenda, ainda assim a trama andaria e o enredo não seria prejudicado, de modo que os minutos preciosos que o filme gasta em nos distrair pra esse lado poderiam ter sido melhor empregados em dar mais robustez ao desenvolvimento do grande diferencial que traz para o filme.

A maior parte do elenco está bem nesta produção, com destaque para Helen Hunt, que há tempos não estrelava um protagonismo, e Owen Teague, sempre muito bem desde que surgiu ao grande público na minissérie ‘The Stand’. Por outro lado, a confusa produção parece querer forçar uma barra para que o espectador seja distraído a todo custo, seja com um excesso de tomadas aéreas via drone (vide a cena de abertura do menino de bicicleta), como se fosse para justificar o orçamento; seja com uma insistente ambientação sonora que carrega a mão para se parecer com ‘Invocação do Mal’, mesmo em cenas de transição, nas quais não precisaria de clima de tensão.

À Espreita do Mal’ é um thriller ambicioso, que tinha potencial para ser bem maneiro, mas pecou pelo excesso de vontade. Entretém e confunde, de modo que provavelmente irá dividir a opinião dos espectadores, até mesmo pelo seu final surpreendente. Ao menos traz algo diferente ao gênero, o que é sempre uma vantagem.

Novo ‘Jurassic World’ ganha logo e data de estreia em 2025

O novo Jurassic World ganhou um logotipo, que segue mais a linha da trilogia ‘Jurassic Park‘, e data de estreia.

O filme estreia já em 2 de Julho de 2025.

Confira:

Segundo o Deadline, o talentoso David Leitch está em negociações iniciais para dirigir o próximo filme da franquia bilionária, e seria o maior nome a dirigir um filme da franquia desde que Steven Spielberg comandou os dois primeiros filmes.

Leitch tem um estilo único para cenas de ação, e dirigiu ‘Deadpool 2‘, ‘Trem Bala‘ e ‘Atômica‘.

O roteiro está a cargo de David Koepp, o escritor do Jurassic Park original de 1993.

O roteiro já está sendo finalizado e deve iniciar a “nova era jurássica” com uma história totalmente diferente, sem o retorno dos personagens interpretados pelas estrelas de Jurassic World, Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.

Além disso, os personagens dos filmes originais de Jurassic Park, interpretados por Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum, aparentemente não estarão envolvidos.

Os produtores Frank Marshall e Patrick Crowley, que trabalharam em Jurassic World, estão encarregados da produção do novo filme. Steven Spielberg será o produtor executivo por meio de sua produtora, a Amblin Entertainment.

A franquia ‘Jurassic’ é uma das mais bem-sucedidas na história do cinema. O filme da Universal, lançado em 1993, redefiniu os efeitos especiais e teve um impacto duradouro na cultura pop. Ao longo de três décadas, foram produzidos seis filmes, arrecadando mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo.

Além de Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’, David Koepp também é o roteirista do filme original ‘Missão: Impossível’ (1996), do primeiro filme do ‘Homem-Aranha’ (2002), ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’ (2008) e do mais recente ‘Indiana Jones e o Medalhão do Destino’ do ano passado.

O longa mais recente da franquia Jurassic World: Dominio’ já está disponível no Prime Video.

Relembre o trailer:

Polícia INVADE sede da Netflix em investigação de fraude fiscal

Autoridades holandesas e francesas realizaram buscas nos escritórios da Netflix em Amsterdã e Paris como parte de uma investigação sobre fraude fiscal, informaram as autoridades francesas à Reuters.

As buscas fazem parte de uma investigação preliminar sobre lavagem de dinheiro e fraude fiscal.

A subsidiária francesa da Netflix teria pago apenas US$ 1,06 milhão em impostos sobre lucros em 2019-2020.

No entanto, o faturamento local declarado aumentou significativamente, de US$ 51,3 milhões em 2020 para US$ 1,3 bilhão em 2022.

Não há informações sobre apreensões ou prisões. As polícias holandesa e francesa trabalham juntas na investigação desde novembro de 2022. A Netflix ainda não se manifestou sobre o assunto.

MÁGICA EM ALTA! ‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ abre em PRIMEIRO no Brasil, seguido de ‘Harry Potter’

A mágica está em alta novamente nas bilheterias brasileiras. Duas franquias que abordam mágica e magia tomaram de assalto as bilheterias. Truque de Mestre – O 3º Ato’ (Now You See Me: Now You Don’t), novo lançamento da Paris Filmes que chegou aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 13, estreou com desempenho superior ao dos dois filmes anteriores da franquia.

O filme abriu com gigantes R$ 9,79 milhões, em primeiro lugar. O segundo lugar ficou com ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo‘, que foi relançado nos cinemas nacionais pela Warner Bros. em comemoração aos 20 anos do lançamento original, e arrecadou R$ 7,14 milhões nas bilheterias apenas no sábado.

O terceiro lugar ficou com ‘O Agente Secreto‘, com R$ 4,14 milhões.

Foi a primeira vez em dois meses que os cinemas nacionais voltaram a receber mais de 1 milhão de espetadores nos cinemas no final de semana, uma melhora significativa.

Confira os dados da Comscore:

Truque de Mestre – O 3º Ato’ conquistou uma aprovação positiva no Rotten Tomatoes, com 61% de aprovação baseado em 28 avaliações.

Para efeito de comparação, o filme original,Truque de Mestre, obteve 51% de aprovação com 171 avaliações, enquanto a sequência Truque de Mestre: O Segundo Ato’ amargou 34%, com base em 197 avaliações.

No geral, os críticos consideraram o filme divertido, apesar de problemas no roteiro e na direção.

Crítica | ‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ devolve a mágica que a franquia pede em uma aventura deliciosa

Crítica 2 | ‘Truque de Mestre: O 3º Ato’ se mantém fiel à identidade da franquia em uma divertida e despojada aventura

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Justice Smith, Rosamund Pike, Dominic Sessa e Ariana Greenblatt.

Os Quatro Cavaleiros retornam com uma nova geração de ilusionistas realizando reviravoltas, surpresas e mágicas alucinantes, diferentes de tudo já capturado em filme.

Ruben Fleischer, que dirigiu ‘Truque de Mestre 2‘, dirigesequência. O filme é escrito por Seth Grahame-Smith.

Lembrando que Truque de Mestree Truque de Mestre: O Segundo Ato’ estão disponíveis na Netflix

Crítica | Game Of Thrones 07×04 – The Spoils of War

UM EPISÓDIO PERFEITO TERIA ALGUM DEFEITO?

 

O quarto episódio desta 7ª temporada de Game Of Thrones – GoT já é tratado por muito como um dos melhores de toda a série. Pessoalmente, este episódio deve fica no meu top 10 (ou top 20). O desfecho do episódio foi muito responsável pela excelente impressão que deixou no público. Diferentemente da batalha dos bastardos, na qual acompanhamos todos os seus preparativos, a batalha dos espólios surge de supetão. E sua intensidade também foi diferente.

Comparando as duas, notamos que a batalha dos bastardos teve um andamento dilatado e um episódio que foi preparando o público para o grande momento. Há na batalha dos bastardos várias linhas de tensões que são costuradas para compor o tecido da luta. Na batalha dos espólios, o episódio não faz grandes preparativos para o que virá e a ação é mais concentrada, com menos linhas de tensões e uma maior escala mais da ação. Na batalha dos bastardos, por exemplo, temos a morte de Rickon Stark, Jon Snow sendo sufocado, a chegada de Sansa, a luta mano a mano de Jon com Ramsey. Na dos espólios, esses pontos de tensões são rareados: temos o começo da batalha; Bronn (Jerome Flynn) manejando aquela grande lança; a cavalgada de Jaime, e mais um ou outro ponto de tensão breve.

Se a batalha dos espólios tem menos linhas de tensões do que a dos bastardos, ela ganhou em intensidade. É como se, ao invés de recebermos vários socos no estômago, recebêssemos um tiro no peito. Ela também foi mais grandiosa, sua escala é maior, por motivos óbvios: a presença de um dragão faz qualquer briga de vizinha ser épica!

Apesar dessa grandiosidade, a batalha dos espólios manteve uma qualidade presente na dos bastardos: o sofrimento, a tensão, o medo e a crueza que a luta impõe aos homens é palpável. Se na dos bastardos sentimos como se a lama nos sujasse, na dos espólios, vimos o medo nos olhos dos soldados com a chegada dos Dothrakis e, principalmente, pela primeira vez, vimos as consequência do fogo de dragão provoca. Já estávamos acostumados a ver corpos sendo queimados, contudo, de forma genérica. Desta vez, vimos o desespero de homens buscando água para apagar o fogo, escutamos os seus gritos de dor, e sentimos passar em nossos rostos as cinzas dos corpos carbonizados. Agora entendemos o alerta de Tyrion (Peter Dinklage) sobre atacar Porto Real com dragões.

Outro mérito deste episódio foi o sábio uso do CGI. Além do natural aprimoramento dos dragões ao longo da série, o diretor procurar mascarar a computação gráfica. Notem que a câmera não se demorava demais em cima de Drogon. Em vários momentos, ele é inserido num plano aberto e em outros, no qual ele está mais próximo, a fumaça logo o encobre. São mecanismos que a direção usa para dificultar que nossos olhos notem o CGI.

Uma batalha tão intensa colocada no final do episódio, fica clara que a proposta do roteiro de deixar o público extasiado durante os créditos. Em tempos de reder sociais, esse êxtase é importante para que o público comente e produza muitos memes. Essa técnica de encerrar uma narrativa de forma espetacular é também muito usada para disfarçar um desenvolvimento ruim: se um filme tem um andamento chinfrim, a conclusão épica deixa uma boa impressão, impedindo ou retardando que o público note os defeitos.

Claro, este não foi o caso aqui. Este quarto episódio beirou a perfeição. Em casos assim, um final épico apenas a boa experiência do público. E, ao menos para este crítico, o momento mais emocionante do episódio foi a chegada de Arya (Maisie Williams) em Winterfell.

Arya é a minha personagem favorita. O seu retorno foi um deleite para mim, um dos que mais me emocionaram em GoT. E interessante pensar em como a série produziu essa emoção. Para começar, como tantos outros personagens, Arya tem um arco dramático forte. Ela começou como uma garota, digamos, indomável, e se tornou um mulher complexa, com uma personalidade na qual o claro e o obscuro convivem uma relação perigosamente íntima. Todos os altos e baixos pelos quais ela passou voltam às nossas memórias, fazendo com que a gente se importe com ela. Todo o medo que sentimos dela entrar na lista de mortos do Titio Martin foi recompensado quando a vimos em casa. E a sequência em si foi boa: a câmera subjetiva em movimento panorâmico passeando por Winterfell, o encontro das irmãs na frente da estátua do pai, a luta com Brienne (Gwendoline Christie), suas falas, seus momentos ora infantis – como de uma criança que se sente segura para brincar – e ora adultos, tudo isso em um conjunto de cenas que resultou num dos instantes que certamente serão mais lembrados pelos fãs.

Agora, se o episódio foi tão bom, por que, no título da resenha, eu perguntei: um episódio perfeito teria algum defeito? Na verdade, é uma provocação, pois notei neste episódio uma falha e um descompaso que venho notando desde o segundo episódio.

A falha: sinto que alguns atores estão atuando no automático. Kit Harington (Jon Snow), Sophie Turner (Sansa), Aidan Gillen (Baelish), Peter Dinklage (Tyrion) são alguns dos que mais me chamam a atenção. Desses, Dinklage parece o que mais está no automático, algo que até os memes já notaram.

O descompasso: não sei se chega a ser um defeito, mas parece que os núcleos da série (ou mesmo diferentes personagens dentro do mesmo núcleo) estão em ritmos distintos. Alguns núcleos estão com desenvolvimentos mais acelerados (acima da média das outras temporadas), enquanto outros estão seguindo o ritmo tradicional da série. Sendo mais exato: os acontecimentos que envolvem a batalha pelo trono estão seguindo em ritmo acelerado; já os que envolvem a batalha contra o Rei da Noite segue num ritmo mais lento (ou mais condizente com o ritmo das temporadas anteriores).

Quando se observa isso, nota-se a estratégia do roteiro: resolver (ou quase resolver) a questão do trono, para deixar a parte final da série livre para o confronto com os White Walkers. Essa estratégia não é um pecado; podemos encontrar várias séries que seguem essa estratégia de desenvolver as suas linhas narrativas em diferentes ritmos. Ocorre que, até a temporada anterior, GoT conseguia desenvolver de forma harmônica suas tramas. O aumento de velocidade a cada temporada era gradual e em bloco – não parecia que a série estava seguindo dois ritmos, ainda que o roteiro o estivesse fazendo.

Sim, GoT adota essa estratégia de velocidades distintas de suas tramas desde sempre, mas nesta temporada, a estratégia fica perceptível demais. Talvez, a redução no número de episódio tenha obrigado a aumentar a velocidade em um ritmo maior, evidenciando o descompaso. E muitos espectadores já notaram a diferença. Se isso se confirmar, não mata a série de morte, apenas deixa o quadro geral da série um tanto disforme.

Posso estar profundamente errado sobre isso (e sobre as atuações), pois os próximos episódios – e mesmo a próxima temporada – podem me desmentir, e fica evidente que o ritmo ditado pelos produtores estava certo e o descompaso e era apenas um despacito. Esse, aliás, é uma das dificuldades de se resenhar uma série episódio por episódio: falta a visão do todo.

E, aí, o que achou do episódio? Ele entrou para o seu top top? Vibrou com a batalha? Emocionou-se com a Arya? Sentiu o clima entre Jon Snow e Daenerys na caverna? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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10 filmaços lançados TRÊS DÉCADAS atrás que estão pelos streamings

Não é de hoje que sabemos que os filmes da década de 90 ficaram guardados nos corações de muitos de nós cinéfilos. Com clássicos de todos os gêneros que lotam estantes de amantes da sétima arte em todo o mundo, algumas dessas inesquecíveis produções estão disponíveis pelo streamings. Pensando nisso, fizemos uma poderosa lista abaixo para você conferir:

 

Pulp Fiction – Tempo de Violência (Netflix)

Na trama, conhecemos uma série de personagens ligados de alguma forma ao mundo do crime. Assassinos, traficantes mafiosos, esportista corrompido, psicopatas, assaltantes descontrolados. Acompanhamos por meio de um roteiro longe de qualquer linearidade um desfile macabro e contundente pelo espelho caótico da natureza humana que percorre as linhas da inconsequência.

 

Coração Valente (Disney Plus e Mercado Play)

Ambientado no Século XIII, ao longo de três horas de duração acompanhamos a trajetória de William Wallace (Mel Gibson) um mártir escocês que desde pequeno presenciou os absurdos feitos pelos governantes da Inglaterra contra os escoceses. Após ver seu grande amor, Murron (Catherine McCormack), perder a vida de forma brutal ele se joga na luta armada virando o grande líder da guerra de independência da Escócia.

 

Fogo contra Fogo (Disney Plus)

Um dos grandes filmes de ação dos anos 90, com duas lendas do cinema (Robert de Niro e Al Pacino) em uma batalha de polícia e ladrão, focando em um grupo criminoso que comete um impactante roubo numa grande cidade mas acaba sendo caçados pela polícia. Escrito e dirigido por Michael Mann.

 

Razão e Sensibilidade (MAX)

A vida das irmãs Elinor (Emma Thompson) e Marianne (Kate Winslet) vira de ponta a cabeça quando seu pai (Tom Wilkinson) falece e logo percebem que não ficarão com nada de sua herança. Filhas do segundo casamento – junto da jovem Margaret (Myriam Emilie Francois) – precisam sair da casa onde moraram a vida toda e são ajudadas por outros parentes indo morar em um chalé no campo. A sensível e romântica Marianne logo se apaixona John Willoughby (Greg Wise) enquanto Elinor começa a ter fortes sentimentos pelo gentil Edward Ferrars (Hugh Grant). Ao longo do tempo, vamos acompanhando as surpresas na vida das personagens.

 

Seven – Os Sete Crimes Capitais (MAX)

Restando apenas uma semana para entrar na aposentadoria, o experiente detetive Somerset (Morgan Freeman) é designado para um caso macabro que logo se liga em outros tendo os sete pecados capitais como referência. Ao lado do novo parceiro, o impulsivo detetive Mills (Brad Pitt), ambos vão enfrentar dilemas e situações que nunca imaginaram.

 

Toy Story (Disney Plus)

Dirigido por John Lasseter, uma das franquias de animações mais conhecidas da história do cinema teve seu início em 1995 contando o início da história de Woody e Buzz Lightyear que embarcam em aventuras com outros brinquedos.

 

Terra Estrangeira (Netflix)

A vida do jovem Paco (Fernando Alves Pinto) entra em total amargura em um país tomado por instabilidade. Após o falecimento da mãe, Manuela (Laura Cardoso), ele acaba conhecendo Igor (Luís Melo), um criminoso que o envolve com contrabandistas. Com o sonho de conhecer a terra da família da mãe na Espanha, acaba sendo enviado para Portugal com o objetivo de entregar uma mercadoria. Chegando nessa terra nova aos seus olhos, seu destino se cruza com o da brasileira Alex (Fernanda Torres) com quem viverá dias intensos longe de casa.

 

Cavalos Selvagens (Netflix)

Um homem mais velho assalta um banco para roubar o que foi lhe tirado e na fuga acaba levando com ele um funcionário como refém.

 

Maré Vermelha (Disney Plus)

Nesse filmaço de Tony Scott, indicado para três Oscars, acompanhamos os momentos de tensão em um submarino quando um comandante e um oficial discordam sobre o que fazer quando uma mensagem chega.

 

Os Últimos Passos de um Homem (Prime Video)

Um homem no corredor da morte acaba tendo seu destino cruzado com uma freira quando a pede ajuda para conseguir provar sua inocência.

Os 40 ANOS de Vestida para Matar | O melhor discípulo de ‘Psicose’ no Cinema

Ao Mestre com Carinho

O tempo passa, o tempo voa. E alguns filmes cultuados do cinema se tornam quarentões este ano. Um dos mais notórios a adentrar a meia idade é o thriller definitivo Vestida para Matar (1980), ainda enaltecido como uma das melhores obras de suspense da história.

Como forma de homenagear esta produção icônica, o CinePOP separou para você algumas curiosidades, comentários e detalhes de produção do longa. Ah, sim. O texto a seguir contém spoilers sobre a trama de Vestida para Matar. Mas levando em conta que o filme está fazendo 40 anos em 2020, você já deveria ter assistido, não acha? Seja como for, se ainda não viu, corra para ver e depois volte aqui para saber tudo sobre esta verdadeira pérola da sétima arte.

O Diretor | Brian De Palma

Brian De Palma ficou conhecido em sua carreira por ser um grande discípulo do cinema de Alfred Hitchcock, e dele pegar inspiração para seus próprios trabalhos. Foi assim com Dublê de Corpo (1984), por exemplo, clara homenagem à Janela Indiscreta (1954). Aqui, o objeto de culto é nenhum outro do que Psicose (1960), o filme mais famoso do citado mestre do suspense.

Quando lançou Vestida para Matar (1980), De Palma já era conhecido por seus filmes cult, vide O Fantasma do Paraíso (1974), A Fúria (1978) e, principalmente, Carrie – A Estranha (1976), adaptação de Stephen King. Vestida para Matar se tornava seu grande trabalho autoral até então.

Além de homenagear tais obras de Hitchcock, De Palma inseria toques modernos, através de muitos comentários sociais relevantes que posicionavam seus filmes no contexto da atualidade. Assim, Vestida para Matar vai além do levantado em Psicose no tópico da “transformação sexual”.

O diretor, que também assina o roteiro, conseguiu vender o texto pelo valor de US$1 milhão – o que para a época impressiona. Vestida para Matar teve um orçamento total de US$6.5 milhões, e um retorno em bilheteria de US$31.9 milhões só nos EUA.

Curiosamente, a data de estreia do filme nos EUA foi no dia 25 de julho, no meio do verão americano – época conhecida hoje por ser a maior disputa dos grandes estúdios pelo topo das bilheterias. Mas precisamos levar em conta que em 1980, os blockbusters ainda estavam engatinhando – com apenas dois grandes fenômenos: Tubarão (1975) e Star Wars (1997). Neste mesmo ano, O Império Contra-Ataca estrearia para quebrar tudo. Vestida para Matar chegava ao Brasil no dia 14 de setembro de 1981.

O que muitos podem não saber é que uma pequena parte da ideia para o filme veio de uma situação real na vida de Brian De Palma. Ainda garoto, sua mãe desconfiada, pediu para que o rapaz seguisse o próprio pai com um equipamento de filmagem. O jovem De Palma flagrou o sujeito com outra mulher. No filme, temos uma situação similar quando o personagem Peter Miller (Keith Gordon) decide fazer vigília e documentar o local de entrada e saída do consultório do doutor Robert Elliott (Michael Caine), a fim de descobrir alguma pista sobre o misterioso assassinato de sua mãe.

Assim como o mestre Hitchcock, o cineasta De Palma também ficaria conhecido como um dos grandes nomes do suspense – e algumas de suas marcas registradas já estavam presentes em Vestida para Matar: como uma cena pra lá de tensa numa estação de metrô, que viria a ser reprisada em Os Intocáveis (1987) e O Pagamento Final (1993), por exemplo. Além disso, numa das primeiras cenas do filme, que envolve o flerte da personagem Kate Miller (Angie Dickinson) com um desconhecido em um museu, o diretor cria uma sequência de 9 minutos completamente sem diálogos, narrada somente através de imagens e da atuação física dos intérpretes – um toque de maestria com a marca de Brian De Palma.

A História

Como dito, De Palma usou uma experiência real com seu pai para um trecho no filme, mas isto era muito pouco. Na verdade, o grande responsável pelo o roteiro de Vestida para Matar foi o filme Parceiros da Noite, com Al Pacino, igualmente lançado em 1980. Ou melhor, para a origem de sua história. Explico: o roteiro de Parceiros da Noite é baseado no livro de Gerald Walker, jornalista do New York Times, que por sua vez teve como base os artigos reais do próprio repórter sobre bares gays de Nova York e a cultura do sadomasoquismo.

A trama de Parceiros da Noite, dirigido por William Friedkin (O Exorcista), fala sobre um assassino à solta na comunidade gay. Os artigos que serviram de inspiração para o livro e depois o filme, falavam justamente sobre clubes noturnos e pontos de encontro para homens, que tinham como único propósito o sexo, e os perigos que isso acarretava. Hoje em dia o fato parece comum, o famoso “ir para a cama na primeira noite”, mas para a época ainda era envolto em certa controvérsia. Assim, Walker tratou de apimentar a história com um assassino fazendo suas conquistas de vítima, e um oficial da polícia (Al Pacino) infiltrado neste cenário gay para descobrir e prender o psicopata.

De Palma havia adorado a história, mas não conseguiu os direitos para adaptá-la ao cinema. Assim, lapidou um tratamento que havia escrito e o transformou em Vestida para Matar. Em sua trama, ela troca a comunidade gay por um assunto bem mais complexo: o transexualismo. O filme apresenta uma história misteriosa e dona de uma temática muito à frente de seu tempo. Uma das propostas do longa era discutir a inserção dos transexuais na sociedade. E se ainda hoje o assunto é um enorme tabu, imagine num mundo que ainda estava aprendendo a lidar com a existência desta ideologia de gênero.

Assim como em Psicose, temos aqui também uma “falsa” protagonista. Kate Miller (Dickinson) é uma mulher insatisfeita no casamento, que possui constantes fantasias sexuais com outros homens. Um dia ela de fato a concretiza com um total estranho que conhece num museu. Somente para ser assassinada logo em seguida, assim como Janet Leigh no clássico citado. Ao invés da cena do chuveiro e uma faca, nossa vilã – uma loira alta misteriosa – usa uma navalha, e a morte de Kate ocorre num elevador, com testemunhas. Assim como Hitchcock fez, a pseudo-protagonista sai de cena antes da metade do filme, para outra personagem chegar em seguida, pegando a vaga deixada aberta.

A Vera Miles da vez é a personagem Liz Blake (Nancy Allen), uma prostituta de luxo que, ao presenciar o assassinato de Kate Miller, se torna a principal suspeita da polícia, alvo da verdadeira assassina e decide ajudar o jovem Peter Miller (Gordon), filho da vítima, a encontrar a culpada.

No meio de tudo temos o Doutor Robert Elliott (Caine), o psicólogo de Kate Miller (Dickinson), que igualmente ajuda a polícia na investigação, após ter desenvolvido afeto pela paciente, com suas informações privilegiadas sobre ela. Ou quase todas, já que ele vem recebendo em sua secretária eletrônica mensagens da real matadora, conhecida como Bobbi – na verdade, um de seus pacientes em busca da mudança de sexo.

Vestida para Matar desenvolveu status de cult ao longo dos anos, mas não se viu fora do radar de críticas severas da imprensa especializada em seu lançamento. Pudera, um filme de temática tão polêmica, ainda envolvendo assassinatos, se ficasse fora do turbilhão teria feito algo errado. Os críticos e os mais conservadores acusaram o longa de ser “sangrento, vulgar e misógino”, além de bem abaixo das produções de Hitchcock, o homenageado do cineasta. Curiosamente, o próprio Hitchcock vinha sendo intitulado desta forma pelos jornalistas da época, graças a produções como Frenesi (1972) e o próprio Psicose (1960).

Em especial a suposta misoginia implícita no filme foi muito atacada pelas feministas – já naquela época. O foco do argumento era a personagem Kate Miller, uma mulher insatisfeita em seu casamento, que busca uma relação extraconjugal e é punida com a morte. No lançamento do filme, a Organização Nacional das Mulheres (N.O.W.) providenciou um grande protesto contra o longa – o que terminou por aumentar significativamente a venda de ingressos da produção e contribui muito para o seu sucesso. O famoso falem mal, mas falem de mim.

Fora isso, De Palma e os produtores fizeram questão de enfatizar e deixar claro outro item possivelmente problemático para a “saúde” do filme. No discurso dos realizadores, o transgênero apresentado no filme possui problemas mentais, forte psicopatia e tendências homicidas, que vão muito além, e nada têm a ver com o fato de ser um transsexual. Pelo contrário. E para sustentar tal argumento, mostram inclusive, mesmo que rapidamente, um policial trans na TV debatendo de forma mais séria sua condição num programa – assim afirmando o desejo de pessoas transgênero em se sentirem normais e inseridas na sociedade da forma mais natural possível, apesar de terem nascido no corpo errado.

Vestida para Matar também faz referência a outras obras do diretor Brian De Palma, em especial Carrie – A Estranha (1976), já que começa com uma cena de nudez no chuveiro e termina com uma sequência de pesadelo.

Personagens e Atores:

Michael Caine | Doutor Robert Elliott

Para viver o personagem central do filme, que liga todos com a trama principal, foi escalado o tesouro mundial Sir Michael Caine. Na época com 47 anos, o ator já tinha em seu currículo duas indicações ao Oscar: ambas como protagonista por Alfie: Como Conquistar as Mulheres (1966) e Jogo Mortal (1972) – curiosamente, os dois filmes foram refilmados tendo Jude Law como protagonista.

O personagem de Caine é delicado e muito desafiador, mas o grande intérprete o encarou de peito aberto, realizando outro ótimo trabalho. E o astro foi só elogios ao seu diretor, no entanto, afirmando que De Palma se manteve praticamente sem emoções em relação aos seus atores durante as filmagens deste longa.

Porém, Caine não foi a primeira escolha para o papel. Outro britânico com título de Sir, Sean Connery (o eterno 007), era quem De Palma tinha em mente ao escrever o filme. Já imaginou? E Connery, aparentemente, gostou muito do roteiro e do personagem, só não o encarnando por conflitos de agenda. Sete anos depois, Connery e De Palma finalmente trabalhariam juntos em Os Intocáveis, que rendeu ao ator um Oscar de coadjuvante.

Angie Dickinson | Kate Miller

A protagonista que não é protagonista foi vivida por Angie Dickinson, muito famosa na época devido ao seriado Police Woman (1974-1978), que mostrava de forma nua e crua para o período as desventuras de uma mulher policial. Mas a atriz igualmente não foi a primeira opção do diretor para sua personagem. De Palma escreveu o roteiro pensando na sueca Liv Ullmann, usual colaboradora do cineasta Ingmar Bergman, indicada a dois Oscar. Ullmann recusou a oferta devido ao alto nível de violência e pelo fato de que tinha uma filha pequena na época.

Dickinson é vencedora de dois Globos de Ouro, e após o lançamento de Vestida para Matar (1980) grande parte dos críticos frisaram a injustiça de sua atuação não ter sido lembrada na época de premiações. O desempenho da atriz agradou em cheio os especialistas, mesmo com um tempo de aparição em tela reduzido, de apenas 30 minutos em cena. A atriz também relevou que de todos os trabalhos que fez, Vestida para Matar foi seu filme favorito.

Nancy Allen | Liz Blake

Sabe a velha história do nepotismo/favoritismo? Pois bem, podemos dizer que a atriz Nancy Allen só ganhou os holofotes aqui porque na época era a esposa do diretor Brian De Palma. A primeira parceria da dupla foi em Carrie – A Estranha (1976) e logo no trabalho seguinte, Terapia de Doidos (1979), os dois já estavam casados. Eles ainda fariam mais um filme juntos, o igualmente cultuado Um Tiro na Noite (1981).

Vestida para Matar foi um dos primeiros papeis de destaque de Allen no cinema, o qual o maridão escreveu especialmente para ela. Por outro lado, o produtor Ray Stark (Annie, 1982) forçava a atriz Suzanne Somers para o papel da garota de programa Liz, mas De Palma bateu o pé, e assim Stark terminou deixando o projeto.

Ao contrário de Dickinson, os críticos foram cruéis com Allen e seu retrato da esperta acompanhante, cujo subtexto demonstrava um excelente tino comercial para os negócios e negociações. Realmente basta uma segunda olhada em Vestida para Matar para perceber que Allen ainda estava um tanto “verde” para segurar um papel desta importância. Resultado: ela foi indicada ao Framboesa de Ouro como pior atriz do ano. Mas não foi só, Allen teve a companhia do marido De Palma como pior diretor também. Como consolação, a atriz igualmente foi indicada no Globo de Ouro, na extinta categoria de “nova estrela do ano no cinema” – será que a categoria foi inventada e comprada por De Palma para incluir a esposa? (risos).

Depois do divórcio com o diretor em 1984, Nancy Allen interpretaria seu personagem mais famoso no cinema, a policial Anne Lewis, parceira do protagonista em Robocop – O Policial do Futuro (1987), de Paul Verhoeven, e suas duas continuações (1990 e 1993).

Keith Gordon | Peter Miller

O filho da principal vítima no filme caiu no colo de Keith Gordon, famoso jovem ator dos anos 1980 – que hoje se tornou diretor. Outra semelhança com Psicose aqui – ou uma subversão -, é que temos uma mãe e seu filho no centro da trama. Enquanto em Psicose eles são os vilões, aqui eles são os heróis. E a história ainda conta com um homem se vestindo de mulher, assassinatos, troca de protagonistas e uma explicação de um psicólogo ao final. Todos elementos tirados do citado clássico de Hitchcock e homenageados aqui.

Gordon, no entanto, assim como a maioria do elenco principal, por pouco não viveu o personagem. Novamente se deixando levar pelo nepotismo, De Palma queria o sobrinho Cameron no papel. Gordon, um nome promissor na época, terminou com a vaga.

Dentre os filmes famosos de Keith Gordon no período estão Tubarão 2 (1978), All That Jazz – O Show Deve Continuar (1979), Christine – O Carro Assassino (1983), A Lenda de Billie Jean (1985) e De Volta às Aulas (1986). Como diretor, Gordon esteve no comando de episódios de séries como Dexter, The Killing, Fargo, Better Call Saul, The Leftovers e Homeland.

Em resumo, este ano é a oportunidade perfeita para quem não viu este novo clássico do cinema, conhece-lo. E para os fãs revisitarem este lendário suspense de um verdadeiro mestre do cinema.

P.S. Já queremos o action figure de Bobbi – confira abaixo!

10 Filmes dos Anos 80 de Grandes Diretores, mas que você nunca tinha ouvido falar!

Ah, os anos 80. Só quem viveu a década para entender o que foi o período. Sem dúvidas foi uma época marcante e que não volta mais. Apesar dos exageros e do teor politicamente incorreto, foi uma era importantíssima para a cultura pop. Foi nesse período que os blockbusters se consolidaram de vez, e os fãs de cinema ganhavam outros tipos de produto e mídia para vincular aos filmes, como desenhos animados, bonecos, brinquedos e videogames, por exemplo.

Lançar um filme no cinema não era mais uma coisa solitária, pois estaria ligado a inúmeros outros produtos licenciados, que poderia render muito dinheiro, mesmo que o filme não tivesse sido um sucesso absoluto. Nessa época alguns nomes reinaram, como o de Steven Spielberg, por exemplo, o rei do cinema entretenimento. Ivan Reitman, Robert Zemeckis, Richard Donner e Ridley Scott também foram outros que contribuíram bastante para o estilo de filme onde a diversão era o primeiro compromisso.

Esses e outros cineastas se tornaram consagrados, e ainda hoje seus nomes são muito significativos para a sétima arte. Mas até mesmo estes diretores lendários possuem dias ruins no escritório. E apesar de terem diversos sucessos no currículo, também possuem “aquele” filme que ninguém ouviu falar. Pensando nisso, essa nova matéria irá dar uma olhada em 10 filmes dos anos 80 comandados por grandes diretores, mas que muitos nunca ouviram falar. Confira.

Além da Eternidade (1989)

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Quando falamos em cinema entretenimento dos anos 80, pensamos imediatamente em Steven Spielberg. E quando pensamos no diretor, lembramos da trilogia ‘Indiana Jones’, ‘E.T. – O Extraterrestre’ e até em seus filmes sérios, como ‘A Cor Púrpura’ e ‘Império do Sol’. Porém, existe um filme dirigido por Spielberg nos anos 80 que ninguém comenta. Falo de ‘Além da Eternidade’ (1989), romance dramático sobre um bombeiro florestal que perde a vida no trabalho e ajuda a namorada seguir em frente com sua vida na forma de um fantasma. O longa é o remake do clássico ‘Dois no Céu’ (1943).

Depois de Horas (1985)

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Martin Scorsese é considerado hoje o “maior diretor de cinema ainda vivo”. A verdade é que o lendário artista entrará para a história como um dos maiores de todos os tempos, dono de alguns dos longas mais memoráveis da sétima arte, vide ‘Taxi Driver’, ‘Touro Indomável’ e ‘Os Bons Companheiros’. Porém, Scorsese passou por uma fase difícil nos anos 80, quando a maioria de seus lançamentos fracassaram – somente para depois ressurgiram como cults. Dessa fase difícil, o menos lembrado é ‘Depois de Horas’ (1985), a única comédia de sua carreira – que sendo um filme do diretor trata-se de uma comédia ácida e alucinada, sobre um homem retraído passando pelo “pão que o diabo amassou” para encontrar uma garota no centro da cidade de Nova York.

Tucker: Um Homem e seu Sonho (1988)

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Francis Ford Coppola pode ter cometido a barbaridade chamada ‘Megalópolis’ ano passado e perdido uma fortuna com isso, mas o lugar do diretor no Olimpo cinematográfico estará para sempre cimentado graças à trilogia ‘O Poderoso Chefão’, ‘Apocalypse Now’, ‘Drácula de Bram Stoker’, ‘A Conversação’ e outros mais. Porém, existe um filme em seu currículo, na década de 80, que quase ninguém ouviu falar. Trata-se do drama biográfico ‘Tucker’, sobre Preston Tucker, um homem que lutou contra gigantes para criar o design de um novo automóvel. No longa ele é interpretado por Jeff Bridges.

Quem Tudo Quer, Tudo Perde (1986)

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Quando falamos do cineasta Brian De Palma, muitos o associarão a grandes obras de suspense, vide ‘Vestida para Matar’ e ‘Dublê de Corpo’, ou “óperas do crime”, vide ‘Scarface’, ‘Os Intocáveis’ e ‘O Pagamento Final’. Mas o que muitos podem não saber é que De Palma também se arriscou na comédia. E isso foi em 1986, com ‘Quem Tudo Quer, Tudo Perde’ (Wise Guys). De certa forma, De Palma não abandonou o tema dos mafiosos, agora imagine um ‘Os Bons Companheiros’ caso tivesse o humor como tópico principal. É o que acontece nesse longa estrelado por Danny DeVito e Joe Piscopo.

O Príncipe das Sombras (1987)

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Voltando para o ano de 1987, tivemos obras muito marcantes dentro do terreno do terror, longas como ‘Os Garotos Perdidos’, ‘Hellraiser: Renascido do Inferno’, e até mesmo cults como ‘Quando chega a Escuridão’. Mas um que ninguém fala ou lembra é ‘O Príncipe das Sombras’. Você já tinha ouvido falar? Mas e se eu te disser que atrás da cadeira de diretor se encontra ninguém menos que John Carpenter, responsável por obras lendárias como ‘Halloween’, ‘O Enigma de Outro Mundo’ e ‘Fuga de Nova York’. Na trama, cientistas conseguem abrir um portal para outra dimensão, a qual eles acreditam que seja o inferno. É claro que uma porta tem dois lados e logo algo do lado de lá chega ao nosso mundo.

Perigosamente Juntos (1986)

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Os Caça-Fantasmas’, ‘Irmãos Gêmeos’ e ‘Um Tira no Jardim de Infância’ são alguns dos filmes atemporais do saudoso Ivan Reitman. Mas nos anos 80, além de caçar fantasmas, o cineasta também investiu em uma comédia romântica criminal, envolvendo advogados. Mas seja sincero, você já havia ouvido falar em ‘Perigosamente Juntos’? A trama apresenta um triângulo amoroso incomum, quando um promotor público de Nova York (Robert Redford) se vê envolvido com sua cliente bela e loira (Daryl Hannah), acusada de assassinato, ao mesmo tempo em que tem um forte elo com sua colega de profissão, papel de Debra Winger.

Carros Usados (1980)

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São inúmeros os sucessos da carreira de Robert Zemeckis, um dos cineastas apadrinhados por Steven Spielberg. Imediatamente lembramos da trilogia ‘De Volta para o Futuro’, de ‘Tudo por uma Esmeralda’ e ‘Uma Cilada para Roger Rabbit’. Mas você sabia que antes de voltar para o futuro, os criadores Robert Zemeckis e Bob Gale decidiram vender carros usados? E fizeram isso com a ajuda de Kurt Russell, um ano antes de o ator viver o inesquecível Snake Plissken em ‘Fuga de Nova York’. Em ‘Carros Usados’, Russell vive um vendedor vigarista, fazendo de tudo para deslanchar sua agência furreca de carros, nesta comédia pouco conhecida.

Um Romance Muito Perigoso (1985)

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De Volta para o Futuro’, ‘Os Goonies’, ‘Rambo 2’, ‘Rocky IV’ e ‘Clube dos Cinco’ são alguns dos maiores sucessos do cinema de quarenta anos atrás. Mas nesse mesmo ano, um longa passou sem ninguém perceber, e você provavelmente nem sabe que ele existe. Porém, ‘Um Romance Muito Perigoso’ conta com direção de ninguém menos que John Landis, o mesmo de ‘Os Irmãos Cara de Pau’, ‘Um Lobisomem Americano em Londres’ e ‘Um Príncipe em Nova York’. De certa forma, esse filme tem suas semelhanças com ‘Depois de Horas’. Em ambos os filmes, um sujeito azarado se mete em uma trama mortal, tudo por causa de uma bela mulher. O azarado da vez é vivido por Jeff Goldblum, e a bela é ninguém menos que Michelle Pfeiffer.

Bar Max (1980)

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O que você pensa quando o nome do cineasta Richard Donner é mencionado? Bem, podemos pensar em diversos filmes icônicos. Um deles, é claro, é ‘Superman – O Filme’. Outro poderia ser o citado ‘Os Goonies’. Ou ainda quem sabe os quatro filmes da franquia ‘Máquina Mortífera’, entre outros. Pois é, só um cineasta do tamanho do saudoso Donner para colecionar tantos sucessos. Mas mesmo um gigante como ele teve em sua filmografia aquele projeto que ao ser mencionado todos ficam “o que?”. No caso de Donner esse projeto é ‘Bar Max’, justamente o filme que o diretor escolheu trabalhar depois de ‘Superman’. Trata-se de um drama, com alguns elementos cômicos, que reúne em um bar figuras excêntricas. Entre eles, o protagonista, um sujeito que tentou se matar ao pular da janela, e terminou ficando aleijado.

Perigo na Noite (1987)

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Terminamos a matéria com ninguém menos do que Ridley Scott, octogenário que continua trabalhando nos dias de hoje, como nunca anteriormente. Se duvida, é só dar uma olhada em filmes como ‘Napoleão’, ‘Gladiador II’, ‘Casa Gucci’ e ‘O Último Duelo’, todos lançados nos últimos cinco anos. Ou seja, é praticamente um filme por ano. Mas é claro que o diretor também é dono de verdadeiros clássicos irretocáveis, como ‘Alien – O Oitavo Passageiro’ e ‘Blade Runner’. Porém, Scott é outro que não deu muita sorte em seus projetos no fim dos anos 80 e nos anos 90. Entre seus filmes mais obscuros e que quase ninguém fala ou conhece, está o primeiro longa que dirigiu passado no tempo presente. ‘Perigo na Noite’ é um thriller no qual um policial truculento (Tom Berenger) se apaixona pela socialite que é designado a proteger, papel de Mimi Rogers.

‘Grimm’: Série ganhará spin-off com protagonista feminina; Saiba mais!

De acordo com o The Wrap, a NBC está desenvolvendo um spin-off de ‘Grimm‘, focado em uma protagonista feminina.

Melissa Glenn (‘Punho de Ferro‘) escreverá o roteiro, e também servirá como produtora executiva. Os cocriadores da série original, David Greenwalt e Jim Kouf, serão consultores.

“Baseando-se na mitologia da série original, o novo programa irá trazer personagens favoritos dos fãs enquanto introduzem novos personagens, perigos e novos mistérios épicos.”

A série original durou por 6 temporadas.

Novas informações devem sair em breve.

‘Evil’: Série de terror sobre possessão demoníaca ganha trailer LEGENDADO; Assista!

A série de terror ‘Evil‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

A produção foi criada por RobertMichelle King, dupla responsável pela aclamada ‘The Good Wife‘.

A trama gira em torno da batalha entre ciência e religião. A narrativa principal foca em Kristen Benoist (Herbers), uma psicóloga cética que cruza caminho com David Dacosta (Colter), um padre católico ainda em treinamento, e um empreiteiro corrupto para investigar supostos milagres, possessões demoníacas e outras ocorrências extraordinárias para encontrarem alguma explicação científica ou sobrenatural por trás dos eventos.

O elenco conta com Katja Herbers, Mike Colter, Aasif Mandvi e Michael Emerson.

‘Roswell: New Mexico’: 2ª temporada ganha trailer COMPLETO; Assista!

A segunda temporada de ‘Roswell: New Mexico‘ ganhou trailer completo.

Confira:

O novo ciclo estreia no dia 16 de março, na The CW.

Produzida pela Julie Plec (‘The Vampire Diaries‘), a série é um reboot da produção clássica ‘Roswell‘.

O drama conta a história de uma filha de imigrantes que, relutantemente, decide voltar à cidade de Roswell, no Novo México. Lá, ela descobre que sua antiga paixão adolescente, que hoje atua como um policial, é de fato um alien que tem escondido suas habilidades a vida inteira.

Ao descobrir seu segredo, ela volta a se aproximar do rapaz, o ajudando na busca por suas origens, à medida que ambos começam a se reconectar. No entanto, sua verdadeira identidade pode vir a tona, quando um governo sagaz inicia um trabalho violento para desvendar uma possível presença de vida alienígena na Terra. O medo e ódio pelo desconhecido podem colocar em risco a vida do policial e o romance que está surgindo entre os dois.

O elenco inclui Nathan Parsons (‘True Blood‘), Jeanine Mason (‘Grey’s Anatomy‘), Heather HemmensTyler BlackburnLily CowlesMichael Vlamis.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada.

‘Black Phone’: Diretor de ‘A Entidade’ comandará novo terror da Blumhouse

De acordo com o Bloody Disgusting, Scott Derrickson (‘A Entidade‘) irá dirigir o novo terror da Blumhouse, intitulado ‘Black Phone‘.

O longa será baseado no conto homônimo escrito por Joe Hill.

Derrickson e Robert Cargill serão responsáveis pelo roteiro da adaptação.

Uma criança sequestrada. Um porão sinistro e à prova de som. Um telefone antigo e desconectado. Então, quando a noite cai, o telefone toca.

Mason ThamesMadeleine McGraw estrelarão a produção.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘A Morte do Demônio 4’: Bruce Campbell revela que o Necronomicon terá grande importância na sequência

Em entrevista ao EW, Bruce Campbell revelou novos detalhes sobre a trama da sequência ‘A Morte do Demônio 4‘ (Evil Dead Rise), afirmando que o livro Necronomicon terá grande importância na trama do próximo filme.

“As pessoas podem considerar o novo filme como quiserem: sequência, remake, reboot. É apenas um novo filme da franquia ‘A Morte do Demônio’. Irá girar em torno do livro Necronomicon. Onde o livro foi parar depois de todos esses anos? Dessa vez, a trama é ambientada na cidade, não mais em uma cabana na floresta. É completamente diferente, com heroínas inesperadas que terão que salvar o dia.”

Ele completa, “As filmagens estão acontecendo atualmente na Nova Zelândia. Rob Tapert é um ótimo produtor e todos nós estamos muito envolvidos com o projeto. Todos nós demos ideias para [o roteiro].”

A trama seguirá duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa SutherlandLily Sullivan, cujo reencontro é interrompido quando demônios são libertados, colocando-as em uma batalha primitiva pela sobrevivência enquanto enfrentam a versão mais terrível de família que se pode imaginar.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador) e Nell Fisher completam o elenco.

Sam RaimiBruce Campbell, diretor e astro, respectivamente, da trilogia original, serão os produtores da nova versão.

Em 2013, o aclamado cineasta Fede Alvarez investiu em um remake que, arrecadou US$ 100 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 16 milhões. Além disso, garantiu uma recepção sólida pela crítica especializada, acumulando 62% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

‘The Good Doctor’: Antonia Thomas retorna como Claire em nova imagem da 5ª temporada

Através do seu Instagram, a atriz Christina Chang divulgou uma nova imagem dos bastidores da 5ª temporada de ‘The Good Doctor‘, que mostra o retorno de Antonia Thomas como a Dra. Claire Browne.

Confira:

Vale lembrar que a atriz não voltará a integrar o elenco fixo da produção. Ela apenas fará uma participação especial em dois episódios do ciclo atual.

Sobre sua saída da série, Thomas havia declarado: “Acredito que já desenvolvemos todos os tipos de cenários que a Claire poderia ter enfrentado. Agora eu estou animada em buscar diferentes oportunidades criativas.”

A atriz confirmou que havia tomado a decisão de sair da série no final da terceira temporada – um ciclo em que sua personagem perdeu a mãe em um acidente de carro e seu interesse amoroso, Dr. Neil Melendez (Nicholas Gonzalez) –, e foi nesse período que ela conversou com o produtor executivo David Shore.

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Nicholas Gonzalez, Antonia Thomas, Tamlyn Tomita, Hill Harper, Richard Schiff, Christina Chang, Paige Spara, Fiona Gubelmann, Jasika Nicole e Will Yun Lee.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Globo Play.

‘The Flash’: Filme com Ezra Miller tem estreia ADIANTADA em uma semana

De acordo com o THR, a Warner Bros. antecipou em uma semana o lançamento de ‘The Flash‘, que será estrelado pelo Ezra Miller.

A produção agora está programada para estrear no dia 16 de junho de 2023.

Com a mudança, o filme estreará no mesmo dia de ‘Elementos‘, nova animação da Pixar. Apesar disso, a nova data dará mais tempo à adaptação da DC Comics nos cinemas antes da antecipada estreia de ‘Indiana Jones e o Chamado do Destino‘, que acontecerá no dia 30 de junho.

Anteriormente, o editor Paul Machliss havia sido questionado sobre a demora no lançamento, mas garantiu que a espera vai valer a pena devido à tecnologia inovadora aplicada nas filmagens.

“Quando estrear, você vai entender porque a esperar vai valer a pena. Vai ser emocionante. A Warner nos encarregou de fazer o melhor filme que pudéssemos. O que posso dizer é que vamos utilizar uma tecnologia inovadora… Somos o primeiro filme a utilizar uma tecnologia muito, muito nova em termos de obter múltiplas versões do mesmo ator na tela, em vez de usar câmeras bloqueadas.”

Ele continuou:

“O desenvolvimento dessa tecnologia é algo maravilhoso, algo sobre o qual eu adoraria falar agora, mas tenho que deixar para o ano que vem, quando o filme for lançado, aí podemos entrar em detalhes. Mas isso é muito, muito empolgante e estou muito satisfeito em dizer que somos os primeiros a usar esse artifício em um filme dessa escala. Provavelmente, é por isso que demorou tanto para terminarmos. Mas vale a pena esperar, porque está fantástico.”

Lembrando que a trama de ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Andy Muschietti dirige.

‘A Noite das Bruxas’ ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

O suspense ‘A Noite das Bruxas‘, novo capítulo da franquia dirigida e estrelada por Kenneth Branagh, baseada nas obras de Agatha Christie, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 35.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 67 milhões. – totalizando uma arrecadação global de US$ 102.6 milhões.

Vale lembrar que a produção registrou uma estreia de apenas US$ 14.5 milhões no território norte-americano, tendo sido barrado pelo terror ‘A Freira 2‘.

Para termos de comparação, ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘ estreou com sólidos US$ 28.6 milhões. A sequência ‘Morte no Nilo‘, lançada em um período conturbado após a pandemia de COVID, registrou US$ 12.8 milhões em seu primeiro final de semana no país.

Pelo lado positivo, ‘A Noite das Bruxas‘ conquistou a melhor recepção da franquia por parte dos críticos, com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O elenco grandioso ainda contará com Michelle Yeoh, Jamie Dornan, Tina Fey, Kyle Allen, Camille CottinJude Hill, Ali KhanEmma Laird Riccardo Scamarico.

“Ambientada após o período da 2ª Guerra Mundial, a trama acompanha mais um mistério aterrorizante com o retorno do célebre detetive Hercule Poirot. Agora aposentado e vivendo em um exílio auto imposto na cidade mais glamorosa do mundo, Poirot relutantemente assiste a uma sessão espírita em um palácio decadente e assombrado. Quando um dos convidados é assassinado, o detetive é jogado em um mundo sinistro de sombras e segredos.”

Além de estrelar, Branagh também retorna à direção, a partir de um roteiro escrito por Michael Green (‘Logan’).

‘Bad Boys: Até o Fim’ ultrapassa US$ 360 milhões nas bilheterias mundiais

A sequência ‘Bad Boys: Até o Fim‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 360 milhões nas bilheterias mundiais.

O novo capítulo já conseguiu superar a bilheteria global dos dois primeiros filmes da franquia, ficando atrás apenas de ‘Bad Boys para Sempre‘ (US$426.5M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 177.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 182.8 milhões – totalizando US$ 360.1 milhões mundialmente.

Em seu quinto final de semanas em cartaz nos EUA, a produção arrecadou US$ 6.6 milhões e segue no TOP 5 das maiores bilheterias do país, sofrendo uma queda de apenas -36% em comparação ao final de semana anterior.

O sucesso do filme fez a franquia ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão globalmente.

Vale lembrar que, ao estrear com US$ 56 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, a produção se tornou a maior abertura de um filme para maiores desde ‘Oppenheimer‘.

Para termos de comparação, o novo longa se tornou a segunda maior estreia da franquia – atrás apenas de ‘Bad Boys para Sempre‘, que arrecadou US$ 62.5 milhões em seu primeiro final de semana, em 2020.

O primeiro e o segundo filme da saga abriram com US$ 15.5 milhões e US$ 46.5 milhões, respectivamente.

Com orçamento estimado de US$ 100 milhões, ‘Bad Boys: Até o Fim‘ já pode ser considerado mais um sucesso da franquia.

Crítica | Will Smith e Martin Lawrence estão de volta no DIVERTIDÍSSIMO ‘Bad Boys: Até o Fim’

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Assista nossa entrevista:

Criatura ADORÁVEL embarca em jornada épica no trailer de ‘A Lenda de Ochi’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer nacional do filme de fantasia ‘A Lenda de Ochi‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de abril.

Em uma remota vila do norte, uma jovem chamada Yuri é criada para nunca sair de casa depois de escurecer, temendo as reclusas criaturas da floresta conhecidas como Ochi. Quando um bebê Ochi é deixado para trás por sua matilha, ela embarca na aventura de sua vida para reuni-lo com sua família.

Isaiah Saxon é responsável pela direção.

O elenco conta com Helena Zengel, Willem Dafoe, Finn Wolfhard e Emily Watson.

Zack Snyder revela imagens inéditas do Henry Cavill no traje ORIGINAL do ‘Superman’

Através do seu Instagram, o diretor Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos’) compartilhou imagens inéditas do teste de figurino para o live-action ‘O Homem de Aço‘.

As imagens trazem o astro Henry Cavill (‘The Witcher’) vestindo o traje original do Superman.

“Quando mostramos essas imagens para a Warner Bros, concordamos que o Henry Cavill era o nosso Superman. Foi aqui que a jornada começou,” declarou o cineasta.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que a DC passou por um reboot nas telonas. Após o live-action de ‘Superman‘, o universo cinematográfico ganhará continuidade através de ‘Supergirl‘ – que está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 25 de junho.

Quando um inimigo inesperado e implacável surge como uma ameaça, Kara Zor-El é forçada, contra a sua vontade, a unir-se a uma companheira improvável. Juntas, elas embarcam numa jornada cósmica épica onde vingança e justiça estão em jogo – e onde Kara precisa confrontar as suas origens para encontrar o seu próprio caminho como heroína.

DC Studios escala roteirista de ‘Supergirl’ para novo filme da ‘Mulher-Maravilha’

Dirigido por Craig Gillespie (‘Cruella’), o longa é baseado nos quadrinhos Supergirl: Woman of Tomorrow, da DC.

O elenco ainda conta com Matthias Schoenaerts (Krem), Eve Ridley (Ruthye), David Krumholtz (Zor-El), Emily Beecham (Alura In-Ze), Jason Momoa (Lobo) e Ferdinand Kingsley (Elias Knoll).

James Gunn revela detalhes da nova ‘Supergirl’: “Ela não é o Superman”

Facebook deve ingressar no mercado de streaming de séries de TV

O Facebook parece cada vez mais empenhado em entrar para o mercado de produção de conteúdos originais, seguindo os passos da Apple, que recentemente divulgou o trailer de sua primeira série original baseada no quadro de sucesso, ‘Carpool Karaoke’.

O The Wall Street Journal afirmou no final de janeiro que a empresa fundada por Mark Zuckerberg estaria de olho no universo que a Netflix e a Amazon já atuam muito bem, com planos de até lançar um app próprio de streaming de vídeos.

Os indícios que comprovam esse passo ousado apenas crescem, principalmente agora que o Facebook contratou a executiva Mina Lefevre, da MTV norte-americana, para desenvolver material original de TV especialmente para a rede social.

Ela vai trabalhar ao lado de Ricky Van Veen, um dos criadores do site de entretenimento CollegeHumor, que apresenta em sua página vídeos cômicos autênticos, além de artigos.

Ainda  sem grandes detalhes com relação ao funcionamento do serviço, especula-se que o Facebook traga programas com formatos bem variados, abordando tanto o mercado do entretenimento, como assuntos esportivos, além de conteúdos originais. De acordo com The Wall Street Journal, a duração média das produções seria de 10 minutos, com o objetivo de se conectar facilmente com o público jovem.