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Uniforme DESCARTADO de ‘Capitão América: O Soldado Invernal’ é revelado 10 anos após o filme; Confira!

Em ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘, Steve Rogers usou seu “Traje Furtivo” dos quadrinhos antes de vestir seu antigo equipamento da Segunda Guerra Mundial.

Vingadores: Era de Ultron’ deu a ele um visual que seria usado no resto de suas aparições no MCU.

No entanto, Ryan Meinerding, Designer de Personagens, Diretor Criativo e Chefe de Desenvolvimento Visual da Marvel Studios, tentou consertar as coisas no ano anterior.

No recém-lançado Marvel Studios: The Art of Ryan Meinerding, o artista confirmou que o traje reformulado – que combina seus trajes de 2012 e 2015 – foi cortado de ‘O Soldado Invernal‘.

Aqui está um trecho do livro de leitura obrigatória que já está à venda:

“Quando o produtor de Capitão América: O Soldado Invernal, Nate Moore, disse a Ryan Meinerding que eles queriam dar a Steve Rogers o ‘Traje Furtivo’ do supersoldado dos quadrinhos da Marvel (desenhado por Marko Djurdjevic), o artista ficou animado, mas também preocupado. ‘É um traje legal, mas não tem capuz ou capacete, e eu sabia que poderíamos melhorar o capacete de Os Vingadores da Marvel’, diz Meinerding.”

“Kevin Feige concordou que precisava de um novo design. ‘Esse foi o maior desafio para mim. Eu estava extremamente motivado para acertar o capacete.’ Na primeira reunião de apresentação, o design do traje de Meinerding – do pescoço para baixo – foi aprovado. Mas havia originalmente um traje adicional do Cap para o filme. Meinerding compartilha, ‘A vista traseira [oposta, canto inferior direito] era para um traje alternativo que foi cortado daquele filme. Quando Cap voltou da missão Lemurian Star e estava no Triskelion, ele teria esse traje atualizado dos Vingadores. Então, originalmente, ele não estava no traje furtivo o tempo todo.'”

Confira abaixo este design não utilizado do Capitão América: O Soldado Invernal:

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O renomado astro Chris Evans, conhecido por sua interpretação de Steve Rogers/Capitão América no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), compartilhou suas reflexões sobre a época em que deu vida ao herói.

Durante sua participação na Emerald City Comic Con (via ComicBook), Evans foi questionado sobre qual era seu filme favorito do MCU, ao que ele respondeu:

“Entre os que atuei, ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘ é meu filme favorito da Marvel. Não é apenas pelo filme em si, mas pela experiência. No primeiro filme, eu estava tão nervoso… Você sabe no que está se metendo e, como resultado, está jogando na defesa. Jogando para não perder.”

Ele continuou:

“Quando a sequência foi anunciada, estávamos jogando para vencer. E é o primeiro filme com os Irmãos Russo. Estávamos correndo mais riscos e o personagem parecia mais desenvolvido. Foi uma das experiências mais satisfatórias que tive em minha carreira na Marvel.”

Anteriormente, ele conversou com a Variety e defendeu o gênero baseado em quadrinhos de super-heróis, argumentando que eles não recebem o crédito que merecem.

“Filmes de quadrinhos em geral, por alguma razão, nem sempre recebem o crédito que merecem. São produções grandiosas, com muitos envolvidos no processo. Mas a evidência empírica está aí: não são fáceis de fazer. Se fosse simples, haveria muito mais sucessos. Não estou criticando! Participei de alguns que não alcançaram o esperado. Acontece. Fazer um filme é um desafio. Mais gente envolvida no projeto não torna as coisas mais simples. Não quero destacar filmes específicos do catálogo da Marvel, mas alguns são fenomenais. São excelentes obras, objetivamente falando, e merecem um pouco mais de reconhecimento.”

Embora Evans não tenha mencionado nenhum filme específico de quadrinhos que ele considerou ter ficado aquém, ele apontou que Capitão América: O Soldado Invernal’, lançado em 2014, é seu “favorito pessoal” entre os filmes do Marvel Studios em que atuou.

“É meu filme favorito da Marvel em que estive envolvido. Não apenas pela obra em si, mas pela experiência”, explicou ele.

“No primeiro filme, estava bastante nervoso. Você sabe no que está se metendo e, como resultado, joga na defensiva, tentando não falhar. Quando ‘Soldado Invernal’ chegou, estávamos jogando para vencer. Foi o primeiro filme com os Irmãos Russo. Assumimos mais riscos, e o personagem estava mais desenvolvido. Foi uma das experiências mais gratificantes da minha jornada na Marvel.” 

Chris Evans desempenhou o papel de Steve Rogers/Capitão América nos três filmes solo do herói, bem como em todas as produções de Os Vingadores. Seu trabalho foi uma peça fundamental no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), e seu último filme foi ‘Vingadores: Ultimato’.

Todos os filmes do Universo Cinematográfico da Marvel estão atualmente disponíveis no Disney Plus.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘As Panteras’ vai ganhar um novo reboot

Pete Chiarelli (‘A Proposta’) foi contratado para roteirizar um reboot de ‘As Panteras‘, revelou o Deadline.

Não foi divulgado ainda sobre o que é ou quem irá produzir. A tentativa mais recente da Sony de reacender a franquia veio com um filme de 2019 escrito e dirigido por Elizabeth Banks e estrelado por Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska, que não se saiu bem nas bilheterias.

As Panterasoriginou-se com a série de sucesso da ABC dos anos 70 centrada em um trio de detetives particulares interpretadas por Farrah Fawcett, Kate Jackson e Jaclyn Smith. Criado por Ivan Goff e Ben Roberts e produzido por Aaron Spelling, o programa se tornou um fenômeno cultural ao longo de suas cinco temporadas, entre 1976 e 1981.

A Sony lançou um filme de ação de 2000 estrelado por Drew Barrymore, Cameron Diaz e Lucy Liu. Dirigido por McG, o filme foi um sucesso de bilheteria arrecadando mais de US$ 264 milhões em todo o mundo e ainda ganhou uma sequência.

Em encontro via Zoom promovido pela MUBI em parceria com a publicação Vanity Fair, as estrelas de ‘As Panteras: Detonando‘ se reuniram pela primeira vez desde 2019, para comentar sobre o filme ‘A Substância‘ e a personagem principal – interpretada por Demi Moore – Elizabeth Sparkle.

Demi, 62 anos, Lucy Liu, 56, Cameron Diaz, 52, e Drew Barrymore, 49, celebraram a amizade feminina e falaram sobre a atuação de Demi, sua preparação para o papel, a importância do tema tratado em A Substância e de que forma se conectam a ele.

Sobre a temática do filme e a aclamada performance de Demi, Cameron afirma:

“Estamos sob ataque todos os dias. As mulheres são atacadas todos os dias. Ver a reação de sua personagem, e como essa pressão estética vai desmantelando Elizabeth Sparkle sem que ela diga uma palavra… e seu caminho para algo que devolve a ela sua juventude – mas não há realmente compensação para ela”.

Assista LEGENDADO e siga o CinePOP no Youtube:

A solidão de Elizabeth Sparkle e a dependência em relação à validação de sua carreira também renderam reflexões. Para Demi, “ela vive em isolamento, não tem amigos, não tem nada que a ajude a se olhar de outra forma, a não ser a validação que vem de seu trabalho. Literalmente, ela não tem amigos, família, essa limitação é uma forma interessante de criar o extremo a que ela chega”. E Cameron acrescenta: “A beleza era somente o que importava”.

Em entrevista ao Entertainment Tonight, Lucy Liu (‘Operação Natal’) comentou sobre o retorno em um possível reboot.

Apesar de não ter ouvido nada sobre o projeto, a atriz confirmou que nunca descartaria a possibilidade de reprisar o seu papel.

“Eu não sei nada sobre muita coisa até acontecer. Eu nunca diria não para um reboot de ‘As Panteras’, mas eu ficaria muito surpresa em ouvir qualquer coisa sobre isso. Você nunca sabe [se vai acontecer] até que acontece.”

Anteriormente, ela já havia comentado sobre um terceiro filme da franquia: “Sinceramente, eu não sei como ‘As Panteras 3’ poderia ser possível. A franquia já passou por diversas iterações, é até estranho pensar sobre isso. Muita coisa mudou desde então. Não tenho controle sobre nada disso. Eu apenas aproveito minhas oportunidades e sigo em frente. Eu nunca fico pensando sobre o que poderia acontecer. E eu ficaria realmente chocada se [‘As Panteras 3’] saísse do papel.”

A versão de 2000 deAs Panteras e sua sequência,As Panteras: Detonando’, conquistaram um sucesso expressivo nas bilheteiras mundiais, arrecadando mais de US$ 250 milhões. Em contrapartida, o reboot estrelado por Kristen Stewart em 2019 teve um desempenho fraco, totalizando apenas US$ 73 milhões.

10 Mortes Marcantes em Game Of Thrones

Faltam poucos dias para que Game Of Thrones – GoT chegue ao fim. Finalmente vamos descobrir o que George R. R. Martin entende por final agridoce – certa vez, ele disse que a sua história teria esse gostinho. GoT termina como a maior série dos últimos anos e uma das mais importantes da história da televisão. Há uma infinidade de razões para esta série ter alcançado tanto êxito: a qualidade do elenco, produção impecável, personagens fortes, o momento de alta das narrativas de fantasia, um roteiro profundo e cheio de reviravoltas.

Claro que há muitos motivos para a narrativa da série ter conquistado o público. Certamente, um dos mais marcantes são as mortes. Uma verdadeira marca, a série usa a morte como elemento essencial para impulsionar a narrativa. Tanto que muitas das mortes desta lista foram determinantes para os eventos da série.

Outras narrativas tiveram a morte como elemento essencial. Atualmente, The Walking Dead tem nelas um ponto chave. Todavia, os roteiristas de GoT conseguiram dar um tratamento diferenciado para essa estratégia narrativa. Primeiro, porque as mortes têm peso, alterando a trama; não são mortes sem importância, que logo são esquecidas pelo roteiro. Os espectadores realmente sentem o impacto do evento. Há também o grafismo. São mortes em sua maioria elaboradas e com um apelo visual forte. Por fim, até a última temporada os roteiristas conseguem surpreender o público.

Nesta lista, reunimos mortes marcantes. Algumas entraram mais pelo impacto narrativo, outras pelo lado emotivo, e ainda há muitas que marcaram por serem surpreendentes. Vamos lá! A lista está em ordem cronológica.

 

Eddard ‘Ned’ Stark

1ª Temporada – Ep. Baelor

A primeira morte de impacto foi a de Eddard ‘Ned’ Stark (Sean Bean). A mãe de todas as mortes. Ned foi apresentado ao público como o protagonista de GoT – até o material publicitário da série brincava com essa expectativa. Afinal, o comum é que uma história se estruture em torno de personagens centrais.

GoT banca o Hitchcock em Psicose e brinca com nossas expectativas: Ned não é o protagonista da série, mas apenas da primeira temporada. A sua morte e seus “erros” políticos são a base da guerra pelo trono de ferro que alimenta muitos dos eventos da série. Ned sempre foi honrado e buscou sê-lo no jogo político de Westeros. Este seu “erro” selou sua morte, que estabeleceu o conflito entre Stark e Lannister.

Além de todo esse impacto, foi ela que ensinou ao público que ninguém estava a salvo em Westeros.

 

O Casamento Vermelho

3ª Temporada – Ep. The Rains Of Castamere

Ok, não é uma morte, mas um evento. E dos mais importantes. Em termos narrativos, este é, juntamente com a morte de Ned Stark, responsável por muito que aconteceu na série até temporadas recentes. O Casamento Vermelho também foi importante como um recado definitivo: se você ainda não entendeu que ninguém está a salvo, é bom se acostumar!

O evento tem muitas das características que a série deu às mortes: grafismo, dramaticidade e importância nos rumos da história. Até aquele ponto, Robb Stark (Richard Madden) e Catelyn Stark (Michelle Fairley) estavam liderando as batalhas em Westeros. Com o massacre do Casamento Vermelho todo o jogo foi reconfigurado, novas casas ganharam importância e os remanescentes da família Stark caíram no mundo. Foi neste momento que comecei a defender a ideia de que GoT era a narrativa sobre a queda e redenção da família Stark.

 

Joffrey Baratheon

4ª Temporada – Ep. The Lion and The Rose

Em geral, as mortes em GoT são sentidas pelo público. A de Joffrey Baratheon (Jack Gleeson) foi comemorada! Sádico e mimado, foi o personagem mais insuportável da série! Alguém, certa vez, o comparou àquele moleque mimado que assume a chefia da empresa. Os roteiristas, sabendo que iríamos nos regozijar, deu-lhe uma morte rápida e pouco trágica – se comparada com outras desta lista.

 

Oberyn Martell

4ª Temporada – Ep. The Mountain and the Viper

A construção desta morte demonstrou o domínio dos roteiristas sobre o elemento morte. Oberyn Martell (Pedro Pascal) apareceu e se foi na 4ª temporada, mas sua passagem foi marcante. Sua personalidade cativante e sua importância na temporada deu ao público a impressão de que ele seria determinante para toda a série. Mas, GoT não tem medo de desperdiçar um grande personagem.

 

Tywin Lannister

4ª Temporada – Ep. The Children

A morte de Tywin Lannister (Charles Dance) numa latrina foi humilhante para o histórico do personagem. Ele era uma das figuras mais altivas dos sete reinos. Ao matá-lo no banheiro, a série brinca com o contraste – algo recorrente na narrativa. Para a condução da história, a sua morte abriu espaço para Cersei se tornar, em definitivo, líder dos Lannnister e principal figura na guerra pelo trono.

 

Shireen Baratheon

5ª Temporada – Ep. The Dance of Dragons

Filha de Stannis Baratheon (Stephen Dillane), a pequena Shireen Baratheon (Kerry Ingram) cativou o público com sua fragilidade e doçura. Sua relação com Davos Seaworth foi dos raros momentos de pureza em Westeros. Sua morte foi totalmente inesperada e das mais cruéis, especialmente porque seus pais tiveram culpa. Foi uma das mortes mais sentidas e inesperadas da série.

 

Stannis Baratheon

5ª Temporada – Ep. Mother’s Mercy

Muitos não vão concordar. Mas, quem acompanhou nossas resenhas ao longo das temporadas de GoT sabe que Stannis está entre os meus personagens favoritos. Figura trágica, sua morte não foi gloriosa, nem esteticamente impactante, sequer foi determinante para o andamento da série. Sua morte ganha destaque pela trajetória do personagem. Um sujeito dividido entre a ambição e a honra, entre a razão e o fanatismo, ele encarava sua vida como uma sina. Sua trajetória de herói trágico grego foi confrontada com uma morte sem glórias, coroando esta figura singular de Westeros.

 

Jon Snow

5ª Temporada – Ep. Mother’s Mercy

De longe a morte de Jon Snow (Kit Harington) foi a que mais comoveu e surpreendeu o público. O último episódio terminou com seu corpo estendido na neve. Muito se especulou sobre a sua morte e, principalmente, sobre o seu retorno na temporada seguinte. O fato é que poucos personagens na série venceram a morte. No caso, mais do que a morte, foi a ressurreição que marcou. Jon Snow, que já vinha ganhado protagonismo, tornou-se mítico. Agora, é aguardar a temporada final para saber se ele será o Azor Ahai, como se comenta nos corredores da internet.

 

Hodor

6ª Temporada – Ep. The Door

Aí, você chega à sexta temporada de GoT e acha que nada mais pode te abalar. Nada mais pode ser mais impactante e emotivo. É quando os roteiristas decidem explicar o nome de Hodor (Kristian Nairn) e nos fazem chorar… Foi a morte mais triste de todas. Hodor era uma das figuras mais doces da série e sua morte revelou toda a dor e trauma que ele carregava. Seu heroísmo coroou um dos sujeitos mais boa praça de Westeros.

 

Tommen Baratheon

6ª Temporada – Ep. The Winds of Winter

O último nome da nossa lista entra muito pelo contexto. O personagem Tommen Baratheon (Dean-Charles Chapman) só ganhou destaque depois da morte do irmão. Figura de rara inocência no universo da série, Tommen foi um joguete nas mãos da mãe. Encerrando uma das sequências mais impressionantes da série, Tommen se atirou da janela – em uma cena extremamente seca e sem firulas – desolado pela perda da sua amada – tudo bem que Margaery Tyrell não era digna do rapaz, mas ele sabia menos do que Jon Snow -, sua morte resultou na usurpação do trono por Cersei, resultando na cena de coroação mais sombria da série.

E aí, quem vocês acham que faltou nesta lista? Game retorna neste domingo para a HBO em sua temporada final. Iremos fazer a nossa tradicional live comentando cada episódio assim que ele acabar. Fiquem de olho nas nossas redes sociais:

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Crítica | ‘É Tempo de Amar’ – Filme francês exibido no Festival de Cannes coloca os holofotes sobre as segundas chances

As sequelas do pós-guerra não é um assunto novo e já foram epicentros de produções audiovisuais ao longo dos anos. Mas como cada história traz um componente contado de sua forma, é sempre uma jornada interessante entender mais sobre esse período marcante da humanidade, principalmente quando o discurso apresenta segundas chances que batem de frente com traumas e nas relações sociais.

Em É Tempo de Amar, filme francês que entrou em circuito nos cinemas brasileiros nesse início de 2025, nos deparamos com um retrato baseado em uma história que ocorreu na família da diretora Katell Quillévéré. Envolvendo o público com as euforias de uma oportunidade no amor, misturando-se com segredos e fantasmas do passado, chegamos em dilemas e sacrifícios de duas almas destinadas a viver uma conflituosa relação.

A garçonete Madelaine (Anaïs Demoustier) vive seus dias de luta e tristeza em uma França em meados da década de 1950. Mãe solteira de um menino, fruto de um relacionamento com um soldado alemão durante a guerra, um dia conhece François (Vincent Lacoste) um estudante rico por quem logo se apaixona. Mas ao longo do tempo começa a perceber que ele também esconde alguns segredos.

Exibido no Festival de Cannes em 2023, esse longa-metragem costura sua narrativa numa linha que busca a tensão, percorrendo a amargura, onde personagens em contrapontos buscam sua identidade em meio a um ninho conturbado de variáveis que afetam a todos ao redor. A relação entre mãe e filho e as dificuldades do entendimento de culpa, o casal que descobre novas esferas para declarar seu amor, o julgamento social, são elementos que se tornam a base de um roteiro que coloca nos holofotes as segundas chances.

Podemos definir esse projeto como duas partes que buscam serem complementares, sendo que na primeira, com a ajuda de uma objetiva contextualização, uma narrativa sólida busca o antes para explicar o depois. No segundo momento, com a adição de um triângulo amoroso que abre as cortinas de segredos, o projeto ganha tons novelescos se concentrando de forma redundante nos poucos personagens e caindo nas armadilhas do melodrama.

Longe de ser empolgante, também foge do rótulo de descartável, apresentando com consistência a aceitação, o preconceito e as diferentes formas de amar em uma França movida por intensas emoções logo após um período de caos.

Crítica | London Fields: Romance Fatal – Filme com Amber Heard e Johnny Depp chega ao Brasil

Campo dos Pesadelos

London Fields é baseado no romance do escritor britânico Martin Amis (que também assina o roteiro) e apresenta como protagonista a femme fatale Nicola Six (papel de Amber Heard), uma espécie de vidente – embora no filme nunca fique inteiramente claro. Coincidentemente, já que o filme estava pronto para ser lançado em 2015, a verdadeira premonição aqui seria do desastroso casamento da atriz com o astro Johnny Depp, um trem desgovernado que sai dos trilhos rapidamente, servindo como resumo certeiro desta obra.

Não são muitos os filmes que possuem a honraria de figurar um suculento 0% de aprovação da imprensa especializada no agregador Rotten Tomatoes, mas London Fields é um destes casos. A verdade é que produções problemáticas como esta dificilmente conseguem se reerguer, tornando-se um sucesso. Como dito, o filme estava pronto para a estreia mundial, que ocorreria durante o Festival de Toronto 2015. Em cima da hora, o longa foi retirado do evento por motivo do processo judicial que o diretor Mathew Cullen realizou contra os produtores. Segundo Cullen, o corte final da obra havia lhe sido prometido pelos executivos, coisa que não ocorreu com o produto pronto.

Entrando no bonde, os produtores resolveram processar a atriz Amber Heard por US$10 milhões, devido a uma quebra contratual, na qual ela não teria cumprido com todas as suas obrigações em relação ao filme (como a divulgação, por exemplo) anteriormente concordadas. Para piorar a situação, em janeiro de 2017 estourou o escândalo da separação de Heard e Johnny Depp, debaixo de acusações de abuso doméstico e agressões de ambas as partes. Depp havia aceitado atuar no longa em um papel coadjuvante para ajudar a impulsionar a carreira de sua então noiva.

No segundo semestre de 2018, London Fields finalmente atingiria as salas de cinema dos EUA, antes tendo sido lançado na Rússia, para se tornar uma das piores aberturas de um filme em grande circuito no país, se mostrando também um fracasso financeiro além de tudo. Agora, a obra chega ao Brasil, sem passar por nossos cinemas (obviamente), direto no mercado de vídeo, onde pudemos conferi-lo na rede Telecine. Deixando de lado tudo o que foi comentado até aqui, para simplesmente nos concentrarmos no resultado final do que vemos em tela, podemos afirmar que London Fields – que no Brasil ganhou o subtítulo Romance Fatal – é uma grande bagunça. Um filme desorganizado (para dizer no mínimo) que faz da simples tarefa de seguir um raciocínio claro do início ao fim, uma missão impossível para o espectador.

Em tela um grande elenco renomado desfila – a maioria perdido, outros tentando dar algum sentido à narrativa. Na trama, o vencedor do Oscar Billy Bob Thornton interpreta um escritor americano que troca de apartamento com um famoso autor britânico (Jason Isaacs) a fim de que ambos tenham experiências reais para seus próximos livros. Assim, Thornton vai conhecendo “as figuras locais” e pegando inspiração para sua obra, ao mesmo tempo em que interage com os registros. Como pano de fundo, uma realidade pré-apocalíptica, com áreas urbanas de grandes metrópoles reduzidas a ruínas – e assim como a clarividência da personagem de Heard, tal elemento é apenas uma nota de rodapé, sem qualquer aprofundamento ou segunda olhada. Uma pena, pois são justamente os tópicos que gostaríamos que fossem desenvolvidos – ao contrário da enfadonha narrativa escolhida para os holofotes.

Em resumo, assim como em Tudo por Ela (2006), terror que lançou a carreira de Heard, aqui todos os homens que cruzam o caminho da femme fatale, se jogam aos seus pés cometendo os atos mais insanos em nome do afeto da mulher. O filme ainda se atreve a chamar de amor, mas está bem longe disso – e soa mais como uma paixão ou uma forte atração sexual. Nicola (Heard) tem um comportamento mais sexualmente agressivo do que qualquer predador, ou predadora, com todas as cenas em que a atriz aparece precisando espelhar momentos rejeitados de um pornô.

Aliás, uma forma de fazer London Fields melhorar é assisti-lo como uma paródia, tamanho o exagero das situações e em especial das atuações. Neste quesito, a própria Amber Heard e Jim Sturgees aumentam a caricatura no nível máximo, prejudicando suas performances. Sturgees cria um criminoso de quinta, tão canastrão que parece saído de um desenho animado. E Heard envergonha qualquer atriz erótica com suas caras e bocas sensuais – em especial as do final do filme, quando contracena com o ex-marido. Depp vive um poderoso chefão e parece estar incomodado em cena. Quem se sai melhor é justamente Thornton e, por incrível que pareça, Theo James – da saga Divergente.

Mas nem tudo deve ser jogado no lixo, afinal é difícil encontrar uma produção deste porte profissional onde nada se aproveite, e como disse um crítico americano, o figurinista e sua equipe devem ter se divertido mais que o elenco criando as vestimentas estilizadas e (claro) exageradas do longa. O visual também é bacana, e o filme conta com uma boa fotografia. Fora isso, o diretor não consegue fazer suas subtramas se conectarem e não tem sucesso em contar esta história. Cada personagem parece viver em seu próprio universo, repelindo a narrativa central. É difícil de ser encarado até mesmo pelos fãs do livro. London Fields serve para mostrar que adaptar uma obra literária de sucesso, quando temos todos os elementos no lugar já é uma tarefa ingrata. Quando não temos, então…

‘As Pontes de Madison’ – Um dos filmes mais românticos da história do cinema completa 30 anos

Clint Eastwood, Meryl Streep e um dos filmes mais românticos da história do cinema. Você já ouviu falar em ‘As Pontes de Madison’? Se não conhece, deveria. Ainda mais se gosta dos atores citados, da direção de Eastwood ou filmes românticos em geral, daqueles repletos de questões que nos faz pensar “o que faríamos em determinada situação”. Caso não tenha assistido ou queira rever este verdadeiro “novo clássico” – que está completando 30 anos em 2025 – corra, pois ele está atualmente em cartaz no acervo do streaming HBO Max.

As Pontes de Madison (1995) nasceu a partir do livro homônimo escrito por Robert James Waller, publicado em 1992. O romance foi um grande sucesso de vendas, rapidamente conquistando o público com sua história simples, porém, emocionalmente intensa, sobre um breve e marcante caso de amor entre uma dona de casa e um fotógrafo itinerante.

Agora, você sabia que o longa também teve envolvimento de Steven Spielberg? Pois bem, o cineasta ao perceber o potencial cinematográfico da obra, adquiriu os direitos logo após o lançamento do livro. A intenção inicial era que Spielberg dirigisse o projeto, mas devido a outros compromissos (o principal deles sendo o intenso trabalho de pós-produção e divulgação de ‘A Lista de Schindler), ele preferiu apenas atuar como produtor executivo. A direção então ficou a cargo de Clint Eastwood, que também assumiu o papel principal ao lado de Meryl Streep.

Eastwood ficou encantado com a delicadeza e o tom intimista da história, que contrastava com os filmes de ação pelos quais era mais conhecido. Ele optou por uma abordagem minimalista, fiel à essência do livro, focando nos diálogos e nas emoções contidas dos personagens. A escolha de Meryl Streep foi essencial para dar credibilidade e profundidade emocional à personagem Francesca.

Eastwood também fez questão de filmar em locações reais em Iowa, conferindo autenticidade ao cenário bucólico das pontes cobertas que simbolizam o romance. A combinação da direção sensível, trilha sonora sutil e atuações marcantes resultou em um filme que se tornou um clássico romântico, reverenciado até hoje.

As Pontes de Madison conta a história de Francesca Johnson, uma dona de casa italiana que vive uma vida simples e rotineira numa fazenda em Iowa com o marido e os filhos. Em 1965, durante um raro momento em que sua família viaja para uma feira fora da cidade, Francesca conhece Robert Kincaid, um fotógrafo da National Geographic que está na região para fotografar as famosas pontes cobertas de Madison County.

O encontro casual entre os dois desperta uma conexão imediata e profunda. Nos poucos dias em que passam juntos, eles desenvolvem um intenso romance que mexe com as emoções e certezas de Francesca. Ela se vê dividida entre a paixão avassaladora e o compromisso com sua família.

Robert, por sua vez, também se transforma com a experiência, enxergando em Francesca algo que nunca tinha sentido em sua vida de viajante solitário. Ambos vivem um curto, mas inesquecível relacionamento que marcará para sempre suas existências. No entanto, ao final, Francesca precisa escolher entre permanecer com sua família, consciente das consequências de suas decisões e do impacto que uma mudança radical traria para todos ao seu redor; ou se aventurar na loucura da paixão e do desejo, de uma vida que sempre sonhou e precisou sufocar, ao lado do verdadeiro amor de sua vida, Robert – numa cena verdadeiramente poderosa, em um dia chuvoso no carro.

A história é contada no presente através dos filhos de Francesca, que, ao descobrirem os diários da mãe após sua morte, conhecem esse capítulo desconhecido e comovente da vida dela. O filme termina com uma reflexão sobre escolhas, sacrifícios e o poder das memórias que permanecem para sempre no coração.

Antes de Clint Eastwood assumir a direção de ‘As Pontes de Madison, vários outros diretores foram considerados para o projeto. Entre os nomes cogitados estavam Sydney Pollack, Bruce Beresford e Robert Redford, todos conhecidos por seu trabalho em dramas com forte carga emocional.

Pollack, por exemplo, tinha o sucesso de ‘Entre Dois Amores (1985) e a experiência com romances delicados. Robert Redford também chegou a ser sondado, tanto para dirigir quanto para protagonizar, mas acabou recusando. No final, a escolha de Eastwood trouxe uma abordagem mais contida e direta, alinhada ao estilo minimalista que marcou o resultado final do filme.

Antes de Clint Eastwood decidir assumir também o papel de Robert Kincaid em ‘As Pontes de Madison, outros atores foram considerados para protagonizar o filme. Nomes como Robert Redford, Harrison Ford, Paul Newman e Sam Shepard chegaram a ser discutidos nos bastidores. Redford, inclusive, esteve fortemente associado ao projeto em suas fases iniciais, tanto como ator quanto como potencial diretor.

Harrison Ford também foi visto como uma escolha interessante, por sua popularidade e apelo romântico na época. No entanto, Eastwood, já confirmado como diretor, acabou optando por ele mesmo interpretar Kincaid, acreditando que poderia dar ao personagem a discrição e a melancolia necessárias para a história.

A escolha de Meryl Streep para o papel de Francesca foi decisiva para o sucesso emocional do filme. Inicialmente, outras grandes atrizes foram consideradas, como Jessica Lange, Susan Sarandon, Anjelica Huston e Isabella Rossellini, todas com forte presença dramática. No entanto, Clint Eastwood ficou impressionado com a capacidade de Streep em transmitir vulnerabilidade e intensidade com sutileza. Sua performance trouxe camadas de emoção e autenticidade à personagem, elevando o tom intimista da história. A atuação rendeu a Streep uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, consolidando sua escolha como uma das mais acertadas do projeto.

No lançamento em 1995, ‘As Pontes de Madison recebeu elogios da crítica, principalmente pela direção sensível de Clint Eastwood e pela atuação comovente de Meryl Streep. Muitos críticos destacaram a maneira contida e realista como o filme abordou o romance, evitando exageros melodramáticos. A química entre os protagonistas foi amplamente elogiada, com destaque para a vulnerabilidade e a entrega emocional de Streep. O filme também recebeu reconhecimento por sua fotografia e trilha sonora discretas, que complementaram o tom intimista da história. Apesar de algumas críticas pontuais ao ritmo lento, o longa se consolidou como um dos romances mais respeitados da década.

Na sua estreia nos cinemas americanos, no dia 2 de junho de 1995, ‘As Pontes de Madison abriu em segundo lugar nas bilheteiras, atrás apenas de ‘Gasparzinho‘, superprodução para toda a família da Universal Pictures, que estava em sua segunda semana em cartaz. Nas semanas que seguiram em junho precisou enfrentar pesos-pesados como ‘Congo‘, ‘Batman Eternamente‘ e ‘Pocahontas‘ da Disney. Mesmo competindo com blockbusters de verão, o filme conseguiu um desempenho sólido, atraindo principalmente o público adulto em busca de dramas mais intimistas.

Sua estreia arrecadou cerca de US$10.5 milhões no primeiro fim de semana, o que foi considerado positivo para um romance de perfil discreto. Ao longo das semanas, o filme teve boa sustentação nas bilheteiras, impulsionado pelo boca a boca e pela crítica favorável. No total, ‘As Pontes de Madison faturou aproximadamente  US$182 milhões  mundialmente, consolidando-se como um sucesso comercial.

As Pontes de Madison recebeu quatro indicações ao Oscar em 1996, mas não venceu em nenhuma categoria. As indicações foram para Melhor Atriz (Meryl Streep), Melhor Ator (Clint Eastwood), Melhor Trilha Sonora Original (composta por Lennie Niehaus) e Melhor Roteiro Adaptado (Richard LaGravenese). Embora não tenha levado nenhuma estatueta, as indicações confirmaram o reconhecimento da Academia à qualidade das atuações e da produção do filme, especialmente destacando a força dramática da dupla principal.

Trinta anos após sua estreia, ‘As Pontes de Madison permanece como um dos romances mais icônicos e emocionais do cinema moderno. O filme é lembrado por sua abordagem sensível sobre escolhas, arrependimentos e amores impossíveis, conquistando novas gerações de espectadores.

A atuação de Meryl Streep continua sendo considerada uma das melhores de sua carreira, enquanto a direção minimalista de Clint Eastwood é frequentemente elogiada em análises retrospectivas. A obra também ajudou a consolidar o gênero de dramas românticos voltados ao público adulto, num período em que Hollywood começava a priorizar produções mais comerciais. Além disso, o filme mantém um lugar especial na cultura pop, com suas locações em Iowa se tornando pontos turísticos para fãs que desejam reviver a emoção da história.

‘A Mula’: Suspense dirigido e estrelado por Clint Eastwood ganha trailer; Confira!

A Warner Bros Brasil divulgou o trailer do suspense ‘A Mula‘, filme dirigido e estrelado por Clint Eastwood.

Confira:

Com roteiro de Nick Schenk, o filme ainda não possui data de estreia no Brasil.

Na trama, “Um horticultor e veterano da Segunda Guerra Mundial de 90 anos é pego transportando uma quantidade de cocaína equivalente a $3 milhões de dólares para um quartel de drogas mexicano.”

O elenco ainda inclui Bradley Cooper, Taissa Farmiga, Michael Peña e Laurence Fishburne.

‘Veronica Mars’ investiga assassinato no trailer COMPLETO do revival; Assista!

O Hulu divulgou o trailer completo do revival de ‘Veronica Mars‘.

Confira:

Criada por Rob Thomas (‘iZombie‘), a série original durou por três temporadas, e anos mais tarde ganhou um longa-metragem continuando sua história.

As férias estão sendo de matar em Neptune, dizimando a indústria turística de toda a vida da cidade à beira-mar. Depois Mars é contratada pelos pais de uma das vítimas para encontrar o assassino de seu filho, Verônica é arrastada para um mistério épico de oito episódios que colocará as elites ricas do enclave, que preferem pôr fim ao bacanal de um mês, contra uma classe trabalhadora que depende do fluxo de caixa que vem com o período de curtição.

O revival terá o retorno de Kristen Bell, Jason Dohring, Enrico Colantoni, Francis CapraRyan Hansen e Percy Daggs III. Além disso, contará com os novatos J.K. Simmons, Clifton Collins Jr. e Izabela Vidovic.

O revival será lançado na plataforma no dia 26 de julho.

Diretor de ‘O Homem Invisível’ fala sobre sua visão para adaptação de ‘Drácula’

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Leigh Whannell (‘O Homem Invisível‘) compartilhou sua visão sobre uma possível adaptação de ‘Drácula‘.

“Eu acho que a melhor coisa que você pode fazer pelo Drácula é simplificar e deixar de lado toda a iconografia, pois muitas coisas foram adicionadas posteriormente. Muitas coisas não fazem parte do livro do Bram Stoker, como a capa. Você precisa fingir que esse personagem nunca foi visto antes.”

Ele continua, “Eu tentaria pensar na essência que torna o Drácula assustador, que, para mim, é a sua falta de misericórdia. Ele não é romântico. Ele é um psicopata que bebe sangue. Não há capas, raios, névoa ou lobos.”

Vale lembrar que ‘O Homem Invisível‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira o trailer:

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (Nós‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

Diretor de ‘Abismo do Medo’ afirma que seu novo terror será ‘tenso e sangrento’

Em entrevista ao ScreenDaily, o diretor Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘ e ‘Cães de Caça‘) prometeu que o seu novo filme de terror, intitulado ‘The Lair‘, será “sangrento e tenso”.

“‘The Lair’ será o meu verdadeiro retorno ao gênero. Será sangrento, intenso e cheio de ação; no mesmo estilo que ‘Cães de Caça’, ‘Abismo do Medo’ e ‘Juízo Final’.

Ele completa, “Eu vou fazer algo super assustador, tenso e divertido. O público ficará satisfeito. Será uma jornada cheia de adrenalina; espetacular e barulhenta. O longa será inspirado por diversos filmes clássicos, como ‘Alien’, ‘O Predador’ e ‘O Enigma de Outro Mundo’, por causa dos seus usos extraordinários de efeitos práticos.”

O longa será escrito, dirigido e produzido por Marshall.

A história irá girar em torno de uma piloto da Força Aérea Real abatida que escapa de um bunker aterrorizante no Afeganistão contendo armas biológicas mutantes criadas em laboratório e, involuntariamente, leve as criaturas de volta a uma base do Exército dos EUA.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Vin Diesel EMOCIONA internautas ao postar foto ao lado da filha de Paul Walker

Através de seu perfil oficial no Instagram, o astro Vin Diesel compartilhou uma cândida foto ao lado de Meadow Walker, filha de seu saudoso amigo Paul Walker.

Na postagem, Diesel escreveu: “família… Agradecido e abençoado”.

Diesel e Paul trabalharam juntos na franquia ‘Velozes e Furiosos’. Walker participou de cinco filmes antes de seu trágico falecimento em 2013, além de gravações antigas terem sido usadas em dois outros capítulos da franquia multibilionária.

Confira:

Vale lembrar que o próximo filme da saga de ação, Velozes e Furiosos 10 – Parte 2’, começa a ser rodado entre junho e setembro deste ano.

O longa não apenas promete encerrar a franquia de uma forma grandiosa, mas também trazer de volta o que fez dela um fenômeno global por mais de duas décadas.

Desde sua estreia em 2001, quando os filmes começaram com rachas nas ruas de Los Angeles e evoluíram para cenas cada vez mais surreais, envolvendo submarinos, carros no espaço e missões internacionais de tirar o fôlego, a franquia foi além de simples filmes de ação. A mistura de velocidade, ação e, principalmente, a ênfase nos laços de família e lealdade conquistou legiões de fãs ao redor do mundo. Mas, ao que tudo indica, ‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2‘  poderá trazer uma reviravolta ao retornar às suas origens.

Inicialmente, o filme estava sendo escrito por Christina Hodson (‘Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa’) e Oren Uziel (‘Sonic: O Filme’). No entanto, agora o longa será escrito por Zach Dean (‘A Guerra do Amanhã’), que ajudou a escrever Velozes e Furiosos 10, conforme anunciado por Diesel.

Mais informações não foram reveladas.

High School Musical 2 | Relembrando a POPULAR sequência musical do Disney Channel

Após o tremendo sucesso de ‘High School Musical’, a Disney percebeu que estava com uma mina de ouro nas mãos – e aproveitou para expandir o panteão musical de East High para um segundo longa-metragem. Dito e feito, ‘High School Musical 2’ estreou no Disney Channel em 2007 e não apenas conseguiu repetir o feito ao conquistar o público, como superou o capítulo original com investidas mais ousadas e uma narrativa bem construída que eternizou ainda mais os personagens que aprendemos a amar.

Após meses bastante corridos, os alunos de East High se veem prontos para as férias de verão – e resolvem aceitar empregos temporários em um imponente clube privado no interior chamado Lava Springs. O grupo de amigos vê uma oportunidade de estreitar mais os laços que forjaram durante o ano letivo, principalmente Troy Bolton (Zac Efron) e Gabriella Montez (Vanessa Hudgens), que firmaram relacionamento e são acompanhados pelos respectivos melhores amigos Chad Danforth (Corbin Bleu) e Taylor McKessie (Monique Coleman). Porém, as coisas começam a escalar a um nível de tensão considerável quando Sharpay Evans (Ashley Tisdale) resolve chamar Troy para participar do show de talentos local que está produzindo ao lado do irmão, Ryan Evans (Lucas Grabeel).

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Visto que os personagens principais já nos foram apresentados e estabelecidos, o diretor Kenny Ortega vê espaço de sobra para arquitetar tramas um pouco mais complexas e que, de certa forma, antecipam um terceiro capítulo dessa franquia que chegaria aos cinemas em 2008. Dessa maneira, o cineasta, retornando às rédeas de mais um divertido e despretensioso projeto, alia-se ao roteiro de Peter Barsocchini para pincelar os arcos outrora arquetípicos com mais drama, mais humor e mais músicas. O resultado, como mencionado nos parágrafos acima, superou nossas expectativas ao se comprometer de maneira concisa com o que foi prometido – e que refletiu nos inúmeros recordes quebrados pelo longa-metragem.

É notável como o escopo do projeto passa por uma mudança significativa, migrando dos corredores de East High para um suntuoso clube recheado de atividades recreativas e de gente com muito dinheiro. E, assim, um dos jogos cênicos que toma conta dos holofotes é o contínuo embate entre a ambiciosa Sharpay, que permanece com um certo ressentimento pelo que aconteceu durante o musical da primavera, e a ingenuidade de Troy, Gabriella e os outros. Afinal, como fica bem claro, Sharpay tem uma quedinha amorosa por Troy e sente que precisa vencer ao menos uma vez, minando a confiança e o relacionamento dos dois – chegando, inclusive, a proibir que os funcionários participassem do show de talentos.

Ao contrário do que imaginamos, não existe uma batalha entre o bem e o mal a ser travada na narrativa; na verdade, Ortega, mesmo exagerando em alguns momentos e beirando um non-sense que logo se justifica, brinca com as atribulações da adolescência e os erros que cometemos durante nosso processo de amadurecimento. E, como fica bem claro, Sharpay não é a única a cometer erros, visto que cada um deles pisa na bola e mostra que está passível de decepcionar as pessoas – trazendo eventuais mensagens de confiança, perdão e amizade que, como bem sabemos, são marcas registradas da Casa Mouse.

Barsocchini e Ortega aparam algumas pontas soltas do filme anterior e garantem que outros personagens tenham seu momento de brilhar além do sexteto protagonista. Nomes como Olesya Rulin e Kaycee Stroh recebem mais espaço ao retornarem como Kelsi Nielsen e Martha Cox, respectivamente, enquanto Chris Warren Jr. e Ryne Sanborn reprisam seus papéis como Zeke Baylor e Jason Cross. Mark L. Taylor, reunindo alguns trejeitos dos clássicos antagonistas de comédias românticas dos anos 1990, encarna Thomas Fulton, gerente do Lava Springs e uma espécie de “assecla” dos caprichos de Sharpay. E, obviamente, nosso corpo de atores e atrizes principal é o ponto de foco e a força-motriz que nos guia por mais uma humilde e honesta aventura musical.

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E, falando em canções, não podemos deixar de mencionar a incrível trilha sonora que nos encanta do começo ao fim – desde a explosiva celebração pop de “What Time Is It?”, passando por cândidas baladas como “You Are the Music in Me” e “Gotta Go My Own Way”, e culminando no antêmico dueto de “Everyday”. É claro que algumas escolhas são duvidosas e não fazem muito sentido dentro do que nos é mostrado, mas os pontos positivos são maiores que os negativos – com destaque merecido para “Fabulous”, a melhor música original do longa-metragem que traz todos os exagerados elementos sonoros e orquestrais que ressoam “Sharpay Evans” e cuja sequência presta homenagem à icônica Esther Williams.

‘High School Musical 2’ chegou aos cinemas mundiais quase duas décadas atrás e, estendendo o legado deixado pelo capítulo anterior, superou nossas expectativas e se sagrou como um dos melhores DCOMs de todos os tempos – nos engolfando em uma ótima jornada de amadurecimento e amizade cuja revisitação é sempre bem-vinda.

ACLAMADA animação ‘Guerreiras do K-Pop’ conquista duas indicações ao Oscar

Guerreiras do K-Pop é um verdadeiro fenômeno – e continua a marcar presença na temporada de premiações.

Durante o anúncio de indicados à 98ª edição do Oscar, o longa foi relembrado em duas categorias: Melhor AnimaçãoMelhor Canção Original para “Golden” (sendo o favorito para levar para casa ambas as estatuetas.

Os vencedores serão revelados no dia 15 de março.

Lembrando que o filme está disponível na Netflix.

No longa, quando não estão lotando estádios, as estrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey usam seus poderes secretos para proteger os fãs contra ameaças sobrenaturais.

Além de se tornar um fenômeno no serviço de streaming, o longa alcançou 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado quase US$ 25 milhões nas bilheterias norte-americanas.

Benito Skinner terá DOIS papéis na próxima temporada de ‘Muito Esforçado’: “Tem algo vindo aí”

Muito Esforçado‘ (Overcompensating), comédia LGBTQ+ criada e estrelada por Benito Skinner, sagrou-se uma das melhores séries do ano e já foi renovada para uma antecipada 2ª temporada – levando os fãs a imaginar o que o próximo ciclo os aguarda.

Em uma recente entrevista ao Deadline, Skinner disse que “algo sinistro” está guardado para os próximos episódios – nos quais ele reprisa seu papel como Benny e em um papel misterioso.

“Eu interpreto dois personagens nesta temporada”, ele revelou, durante o evento Obsessed Fest promovido pelo Prime Video. “É, tem algo vindo aí, algo sinistro”.

A nova temporada ainda não tem previsão de lançamento.

Crítica | Criada por Benito Skinner, ‘Muito Esforçado’ é uma das melhores séries de comédia do ano

A trama acompanha Benny, um jogador de futebol americano, em sua luta para aceitar sua sexualidade na faculdade, descobrindo que está compensando demais ao tentar parecer algo que não é.

O elenco ainda conta com Wally Baram, Mary Beth Barone, Adam DiMarco e Rish Shah.

‘Capitão América 4’? Chris Evans fala sobre possível retorno ao MCU

Mesmo após ter sido aposentado, o Capitão América é tema de especulações sobre seu possível retorno ao MCU para explorar como foi sua viagem no tempo ao final de ‘Vingadores: Ultimato.

E, durante uma entrevista com a Variety, Chris Evans foi questionado se voltará a interpretar Steve Rogers/Capitão América, ao que ele respondeu:

“Nunca diga nunca. Eu amo o personagem, mas eu não sei. Não é um não definitivo, mas também não é um sim. Estou trabalhando em outras coisas agora. Eu acho que o Capitão teve um desfecho complicado, e eu fiz um bom trabalho ao completar a jornada dele. Se você revisitar o personagem, pode ser apenas por lucro e não para agrafar os fãs. O que isso traria de novo para a história? Teria que ser um motivo muito forte para trazê-lo de volta.”

Mesmo sendo evasivo, o astro não negou que sente vontade de retornar ao papel, caso haja uma história que valha à pena ser levada para o cinema.

No entanto, Chtistopher Markus e Stephen McFeely, roteiristas do longa, conversaram com o Screen Rant e comentaram se gostariam de ver o retorno do Capitão América ao MCU.

“Eu não gostaria. Eu adorei escrever as histórias do Capitão, e amo Chris Evans, mas eu sinto que, assim como Tony, nós os deixamos em uma posição na qual eles não precisam mais aparecer. Eu odiaria criar algo artificial só para vê-los de novo.”, disse Markus.

McFeely apoiou a crítica de Markus, dizendo que ‘Vingadores: Ultimato’ serviu como um encerramento, de fato, e o retorno do personagem poderia tirar o brilho dos momentos finais do filme.

“Eu me preocupo com essa ideia, e se trouxerem ele de volta, ‘Vingadores: Ultimato’ será jogado no lixo. O filme representa o encerramento de momentos importantes e interessantes para toda a franquia.”

Mesmo assim, a renúncia dos roteiristas pode não ser uma reposta definitiva do estúdio.

Lembrando que o WGTC divulgou que Evans deve reprisar seu papel como o velho Steve Rogers em ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ para ajudar a promover a série.

A informação veio da mesma fonte que revelou o Taskmaster como o principal vilão de ‘Viúva Negra’.

Ainda não se sabe de que forma Evans fará parte da trama, mas é provável que ele esteja ajudando Sam Wilson (Anthony Mackie) a lidar com o peso de se tornar o Capitão América.

Até o momento, nada foi confirmado oficialmente, então considere como rumor.

No entanto, vale lembrar que Sebastian Stan sugeriu ao Comic Book o possível retorno de Evans à franquia.

“Não dá pra saber se um ‘adeus’ no MCU é realmente adeus. Nunca é definitivo. Eu acho que o Capitão América não será o mesmo sem Chris Evans… Mas isso não significa que o personagem está acabado.”, disse Stan.

Lembrando que as filmagens de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ já começaram, e o elenco já está se preparando para dar vida aos seus personagens.

Em seu perfil no Twitter, Mackie compartilhou uma foto ao lado de Sebastian Stan, Emily VanCamp e Wyatt Russell.

“Nos reunimos para dar as boas-vindas a Wyatt Russell, depois tudo ficou estranho… Por que não conseguimos ser tão bonitos quanto a Emily VanCamp?”, escreveu o astro.

A série será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho).

Confira o logo:

Segundo o site The Wrap, o criador da franquia ‘John Wick‘, Derek Kolstad, será um dos responsáveis pelo roteiro da produção. Ele se junta a Malcom Spellman, que já havia sido anunciado no passado como um dos roteiristas.

Ainda não se sabe se ambos assumirão episódios distintos ou se trabalharão em parceria nos mesmos capítulos. A Disney também não revelou se novos escritores serão convidados ou se eles serão os únicos envolvidos com a trama.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

A produção será protagonizada por Anthony MackieSebastian Stan, respectivamente, reprisando seus papéis do Universo Cinemático Marvel.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

‘Mulan’: CEO da maior rede de cinemas defende a Disney sobre o lançamento do filme em streaming

Desde que a Disney anunciou o lançamento de ‘Mulan‘ em seu serviço de streaming, a decisão se transformou em controvérsia entre expositores e proprietários de redes de cinema pelo mundo.

No entanto, Adam Aron, presidente da AMC Cinema (a maior companhia do ramo), disse que apoia a escolha do estúdio.

Em entrevista para o Variety, o executivo disse que os proprietários de cinema também precisam entender a situação financeira da Disney.

“Assim como a AMC e diversas redes de cinema estão passando por momentos ruins, a Disney também está. Precisamos entender a situação porque eles precisam monetizar seu produto cinematográfico para que continuem produzindo novos filmes. Quando tudo isso passar, ficaremos felizes em exibir as produções do estúdio novamente.”

Aron também disse que a AMC está aberta a lançar o filme junto com a estreia na Disney+.

“Acho que não podemos descartar um lançamento simultâneo entre cinema e streaming. Fizemos um acordo parecido com a Universal e vamos exibir os filmes do estúdio durante 17 antes do lançamento nas plataformas digitais.”

No início da pandemia, o CEO parecia mais crítico em relação aos lançamentos em streaming, já que a AMC havia proibido os filmes da Universal depois que o estúdio que irá investir em lançamentos em streaming, além das estreias no cinema.

Isso porque o lançamento digital de ‘Trolls 2‘ rendeu US$ 100 milhões ao estúdio em apenas três semanas só nos EUA, valor superior ao primeiro filme em comparação ao mesmo período.

Lembrando que ‘Trolls‘ foi lançado exclusivamente nos cinemas em 2016 pela Fox e permaneceu mais de um ano em exibição, arrecadando US$ 346,8 milhões pelo mundo, segundo o Box Office Mojo.

Em relação a ‘Mulan’, a adaptação orçada em US$ 200 milhões será lançada na Disney+ no dia 04 de setembro. Como o lançamento é premium, os assinantes terão que pagar mais US$ 29.99 para assistir ao filme.

O estúdio ainda planeja manter o lançamento nos cinemas internacionais. A Disney está discutindo lançar a produção nos cinemas chineses antes mesmo de ‘Tenet‘, que estreia no próximo mês por lá.

Vale lembrar que a China já reabriu seus cinemas há cerca de 15 dias, em regiões com baixo risco de contágio por coronavírus. Mais de 50% dos estabelecimentos estão em funcionamento com 30% da capacidade para atender as exigências sanitárias.

No Brasil, a Disney ainda não se decidiu quanto ao destino do live-action. Se os cinemas nacionais abrirem antes do lançamento do Disney+, que tem estreia prevista por aqui apenas em Novembro, o estúdio provavelmente decidirá lançar a produção nas telonas.

Como a previsão de abertura dos cinemas nacionais é em setembro, seguindo as diretrizes da OMS, existe uma grande possibilidade da produção ser lançada nos cinemas antes de chegar ao streaming da Disney.

“Nos últimos meses, ficou claro que nada pode ser definido com solidez quando se trata de lançamento de filmes durante uma crise sanitária global, e hoje isso significa pausar nossos planos de lançamento de ‘Mulan’, conforme descobrimos a melhor maneira de levar essa produção para o mundo inteiro”diz a declaração.

Sobre o remake

Em uma recente entrevista para o Digital Spy, a diretora Nikki Caro revelou alguns detalhes sobre o aguardado longa-metragem e explicou a decisão de tirar as sequências musicais de sua versão, dizendo que “ninguém canta na guerra”!

“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”

Por falar em realismo, Caro aproveitou par esclarecer porque não incluiu o dragão Mushu na adaptação.

“Mushu faz sentido na animação… Mas nesta versão há um representante da criatura, meio que uma representação espiritual dos ancestrais de Mulan, o que reforça o relacionamento dela com o pai. Foi assim que representamos a ideia de Mushu no live action.”

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

‘Cruella’ posa com expressão cínica em nova imagem da adaptação; Confira!

A Disney divulgou uma novo imagem de Emma Stone caracterizada como Cruellana vindoura adaptação inspirada na icônica vilã de 101 Dálmatas.

Confira, junto com o novo teaser:

Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.

Cruella, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

Diretor de ‘Não Olhe Para Cima’ comenta sobre os haters e como a comédia pode mudar mundo

A comédia sci-fi ‘Não Olhe para Cima‘ fez um enorme sucesso ao usar um meteoro prestes a colidir com a Terra como metáfora para inúmeros incidentes que podem causar a extinção da vida na Terra.

Para bons entendedores, o meteoro poderia muito bem ser substituído por mudanças climática ou pela pandemia do Coronavírus.

Por conta disso, a trama faz críticas ao negacionismo e à falta de apoio do governo à ciência, fazendo do filme um espelho do que estamos vivendo atualmente.

Com cerca de 152,29 milhões de horas assistidas somente na última semana, é claro que o longa também chamou a atenção dos haters.

Durante uma entrevista para a IndieWire, o diretor Adam Mckay tocou no assunto e disse que pensou no filme justamente como uma forma de alfinetar políticos negacionistas.

“Quando o filme ficou pronto, eu pensei [no senador da Vírginia, EUA] Joe Manchin. Eu queria que ele se sentisse atingido pelo que mostramos em relação aos políticos do nosso país. Meu sonho era saber que Manchin assistiu ao filme e se imaginou na tela.”

Para quem não sabe, Manchin foi um dos políticos que retirou apoio ao pacote de investimentos sociais e ambientais proposto pelo presidente Joe Biden em 2021, iniciativa que visa para combater futuros desastres climáticos.

Somente entre agosto e setembro de 2020, os EUA sofreram com diversos incêndios naturais propagados pelo clima seco, arrasando inúmeras cidades do Colorado, Oregon, Califórnia e Washington.

Pelo menos 35 pessoas acabaram morrendo devido a queimaduras e intoxicação pela fumaça.

Inclusive, a irmã de McKay quase morreu por causa dos incêndios, o que o motivou a apostar ainda mais no lançamento do filme.

“Minha irmã teve que evacuar sua casa em Portland para evitar a morte por causa dos incêndios e da fumaça durante a pandemia. Amigos meus em todo o país estavam passando pela mesma coisa, e ao redor do mundo milhões pessoas estavam morrendo. Houve algumas noites em que não consegui dormir. Minha esposa perguntou o que estava acontecendo e eu disse: ‘Isso é um milhão de vezes pior do que esperávamos’. Nos últimos dois anos, vivemos a maior ameaça da história da humanidade.”

Além disso, o cineasta disse que outra grande preocupação foi mostrar como a mídia conduz de forma sensacionalista assuntos que deveriam ser tratados com mais seriedade.

No filme, esse aspecto é representado por Tyler Perry e Cate Blanchett como apresentadores de noticiário que preferem ignorar o apocalipse para incentivar debates cômicos e fúteis.

Enquanto isso, um bilionário da tecnologia vivido por Mark Rylance tenta se aproveitar de toda a situação, assim como empresas privadas tentam lucrar com catástrofes no mundo real.

De qualquer forma, McKay disse que não queria fazer nada semelhante a um documentário porque sabia que as pessoas iriam ignorar a mensagem.

Em vez disso, ele se apoiou na comédia para deixar o assunto mais descontraído sem fugir do principal debate.

“Eu acredito que há diversas maneiras de se contar uma história, e dependendo do rumo que perseguimos, isso pode atrair ou afastar o público. A grande razão pela qual decidi apostar na comédia em Não Olhe Para Cima é porque a nossa sociedade age parecido com os personagens do filme e eu sabia que as pessoas iriam rir disso. Eu queria entrar nessa briga confusa e ver se há uma maneira diferente de contar essas histórias.”

Já disponível na Netflix, a sátira dividiu a crítica especializada no Rotten Tomatoes e abriu com 63% de aprovação, com nota 6.40/10.

Segundo o consenso geral, Não Olhe para Cima almeja a algo muito grande para aterrissar de forma consistente, mas a sátira de McKay acerta seu alvo de negação coletiva”.

Confira os principais comentários abaixo:

Não Olhe para Cima é inteiramente sobre ciência, baby” – Inverse.

“Certamente um dos piores filmes de 2021 – uma bagunça arrogante e insuportável” – Midwest Film Journal.

“O conceito do filme poderia ser bastante prático – em mãos cuidadosas” – Globe and Mail.

Não Olhe para Cima talvez seja o filme mais engraçado de 2021 – e o mais depressivo também” – San Francisco Chronicle.

“Um filme com todas as coisas certas a dizer […], mas concecbido dentro de uma sátira tão desajeitada que é o suficiente para tornar um abraçador de árvores em um pró-desmatamento” – TheWrap.

O grande elenco conta com Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence, Rob Morgan, Jonah Hill, Mark Rylance, Tyler Perry, Timothée Chalamet, Ron Perlman, Ariana Grande, Scott Mescudi, Himesh Patel, Melanie Lynskey, Michael Chiklis, Tomer Sisley, Cate Blanchett e Meryl Streep.

A estudante de astronomia Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) e seu professor, Dr. Randall Mindy (Leonardo DiCaprio), descobrem que um cometa está prestes a colidir com a Terra, mas ninguém parece se importar. Alertar a humanidade sobre o impacto fatídico da rocha do tamanho do Monte Everest não será nada fácil. Com a ajuda do Dr. Oglethorpe (Rob Morgan), eles embarcam em um tour midiático que vai do gabinete da indiferente presidente Orlean (Meryl Streep) e seu filho bajulador Jason (Jonah Hill) até as ondas de rádio do The Daily Rip, um programa matinal bem-humorado apresentado por Brie (Cate Blanchett) e Jack (Tyler Perry). A apenas seis meses da colisão, chamar a atenção da mídia e de um público obcecado pelas redes sociais se mostra um desafio chocantemente cômico – o que será preciso fazer para o mundo apenas olhar para cima? 

O filme estreia no streaming dia 24 de Dezembro de 2021, a tempo de conquistar indicações na temporada de premiações.

McKay não é um estranho a produções de grande calibre, visto que comandou o incrível A Grande Aposta (faturando cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme) e Vice, que levou a estatueta de Melhor Maquiagem e Cabelo para casa.

McKay entra como produtor ao lado de Kevin Messick.

DON’T LOOK UP, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MELANIE LYNSKEY as JUNE MINDY Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, TOMER SISLEY as ADUL GRELIO. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, RON PERLMAN as COLONEL DRASK Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, HIMESH PATEL as PHILLIP. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, ROB MORGAN as DR. CLAYTON “TEDDY” OGLETHROPE. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MICHAEL CHIKLIS as DAN PAWKETTY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP (L to R) SCOTT MESCUDI (KID CUDI) as DJ CHELLO, ARIANA GRANDE as RILEY BINA. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, TIMOTHÉE CHALAMET as YULE. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MERYL STREEP as PRESIDENT JANIE ORLEAN. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP (L to R) CATE BLANCHETT as BRIE EVANTEE, TYLER PERRY as JACK BREMMER, LEONARDO DICAPRIO as DR. RANDALL MINDY, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY, Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

‘Truque de Mestre 3’: Fãs COMEMORAM anúncio oficial da sequência; Confira as reações!

Foi confirmado ontem que ‘Truque de Mestre‘ vai ganhar um terceiro filme, com direção de Ruben Fleischer, responsável por ‘Uncharted‘ (2022), ‘Venom‘ (2018) e ‘Zumbilândia‘ (2009).

O terceiro filme da franquia trará o retorno do grupo de mágicos golpistas, com elenco estrelado por Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Isla Fisher e Dave Franco.

Fleischer, que já trabalhou com Eisenberg e Harrelson em ‘Zumbilândia‘, se disse grato por poder se reunir com os atores e conhecer os demais ao assumir o projeto.

Nas redes sociais, os fãs estão comemorando o anúncio após seis anos sem atualizações se a franquia iria ganhar um trilogia.

Confira as reações:

finalmente truque de mestre 3 tá vindo aí, lula voltando e trazendo só coisas boas

Até o momento, a trama não foi divulgada, mas o filme será escrito por Seth Grahame-Smith (‘Orgulho, Preconceito e Zumbis’).

Além disso, ainda hão há data de início para a produção.

Lembrando que os filmes anteriores foram lançados em 2013 e 2016, sendo dirigidos por Louis Leterrier e Jon M. Chu, respectivamente.

Juntos, os títulos arrecadaram US$ 686.6 milhões ao redor do mundo

Amboss estão disponíveis nos catálogos da Netflix, HBO Max, Paramount+ e Globoplay.

Na trama, um grupo de ilusionistas se especializa em roubar bancos para dar o dinheiro para o público enquanto despista agentes do FBI.

Após cancelamento de ‘Gotham Knights’, Misha Collins quer VOLTAR a interpretar Castiel, de ‘Supernatural’

Há alguns dias, a CW acabou cancelando a série Gotham Knights‘, o trabalho mais recente da carreira de Misha Collins, que interpretou o anjo Castiel em ‘Supernatural por mais de uma década.

Entre os cancelamentos, a emissora também decidiu não dar continuidade à ‘Os Winchesters‘, derivada deSupernatural‘ que acompanhava a juventude de John e Mary, os pais de Dean e Sam.

E, durante uma entrevista para o Deadline, Collins refletiu sobre os cancelamentos, mas dise que ainda tem esperança de ver a continuidade do universo criado em ‘Supernatural‘.

Em sua declaração, o astro disse que ainda tem esperança de retornar como Castiel para uma minissérie ou qualquer projeto que sirva como uma despedida mais adequada ao personagem.

“Sinto falta deste universo. Eu estava limpando minha garagem e encontrei umas caixas com, tipo, umas 60 ou 70 camisetas de ‘Supernatural’ e dezenas de revistas da Entertainment Weekly das quais estávamos na capa. Tenho que trazer tudo isso para o campo da nostalgia. Este capítulo da minha vida acabou. Eu ia dizer que é agridoce, mas na verdade é apenas triste.”

Ele continuou:

“Não tenho certeza de qual é a parte doce disso. Temos que seguir em frente e assumir outros projetos emocionantes em nossas vidas, mas ‘Supernatural’ sempre terá um lugar de destaque no meu coração porque foi um capítulo muito importante da minha vida, algo que mudou minha vida radicalmente. Ainda tenho um pingo de esperança de que, em algum momento, possamos fazer alguma ressurreição da série. Algum filme ou minissérie… Talvez encontrar uma maneira de dizer olá e adeus aos personagens mais uma vez.”

E aí, o que você acha da ideia?

Relembre o anúncio de cancelamento de ‘Os Winchesters‘:

“Enquanto construímos a nova CW, nós tivemos que tomar algumas decisões difíceis em nossa programação. Agradecemos nossos parceiros na Warner Bros, o elenco e a equipe criativa da série pelo trabalho duro, talento e dedicação,” declarou a emissora em um comunicado oficial.

A série é narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show explora as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo. Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco. Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”

Baseada em história real, minissérie da Netflix expõe doentio caso de perseguição

Atualmente na 3ª posição entre as séries mais assistidas da semana na Netflix, ‘Bebê Rena‘ retrata uma história real vivida pelo ator e comediante escocês Richard Gadd quando foi vítima de uma perseguidora e predadora sexual por volta de seus 20 anos.

Na trama, ele interpreta Donny Dunn, que acaba virando a obsessão de Martha, uma mulher ele conhece em um bar onde trabalha, despertando nela um interesse sufocante que pode destruir as vidas dos dois.

No caso real, Gadd relatou ao longo de alguns shows que foi perseguido por pelo menos quatro anos por uma mulher que o apelidou como Bebê Rena.

Apesar do apelido que costuma causar risos na plateia, ele disse que foi assediado com 41.071 e-mails, 350 horas de mensagens de voz, 744 tweets, 46 mensagens no Facebook e 106 páginas de cartas.

Além disso, ela tentou chamar sua atenção com presentes, incluindo uma rena de pelúcia, pílulas para dormir, um chapéu de lã e roupas íntimas, como pijamas e cuecas boxer.

“No início, todos no pub achavam engraçado o fato de eu ter uma admiradora”, disse Gadd ao The Times. “Depois, ela começou a invadir meu espaço, me seguindo, aparecendo em meus shows, esperando do lado de fora da minha casa, enviando milhares de mensagens de e-mails e mensagens de voz.”

Para ele, o objetivo da série é repudiar comportamentos abusivos e a importunação e não glamourizar pessoas que fazem isso.

“A perseguição na televisão tende a ser muito romantizada. Tem uma mística, uma aura em torno de dos fãs obsessivos. A mídia costuma fazer deles muito sexies, devotados, mas são pessoas que se tornam maníacos pouco a pouco”, disse Gadd à Netflix.

Ele continuou, argumentando que:

“A perseguição é uma doença mental. Eu realmente queria mostrar as camadas da perseguição com uma qualidade humana que eu não tinha visto na televisão antes. É uma história de perseguição virada de cabeça para baixo.”

Além de Gadd, ‘Bebê Rena‘ conta com Nava Mau e Jessica Gunning.

Com direção de Weronika Tofilska, a atração retrata o caso em sete episódios.

‘A Pequena Sereia’: Personagens do live-action ganham lindíssimos cartazes; Confira!

A Disney divulgou novos cartazes do live-action de ‘A Pequena Sereia‘, que estreia nos cinemas no dia 25 de maio.

Dessa vez, o destaque dos cartazes são para os personagens da nova versão da clássica história.

Confira:

Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.

Ou seja, a nova versão terá 52 minutos a mais de duração.

A Disney liberou um novo teaser do aguardado live-action de ‘A Pequena Sereia‘, que estreia nos cinemas no dia 25 de maio.

O vídeo mostra cenas inéditas da Princesa Ariel (Halle Bailey), além de vislumbres inéditos do Rei Tritão (Javier Bardem) e do Príncipe Eric (Jonah Hauer-King).

Confira:

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

‘Madame Teia’: Trailer VIRALIZA por motivo inusitado

De acordo com The Daily Beast, o mais novo filme do Aranhaverso,Madame Teia, acabou de lançar seu trailer, o novo longa estrelado por Dakota Johnson gerou grande repercussão na Web, mas por um motivo pouco convencional.

No trailer Dakota Johnson interpreta uma mulher com habilidades clarividentes, que precisa salvar outras outras garotas com talentos sobrenaturais de um vilão ligado ao passado de sua mãe como pesquisadora de aranhas.

No entanto, é esse passado que é responsável pelo momento bobo que repercutiu na web. “Eu vi aquele homem antes”, diz Johnson. “Ele estava na Amazônia com minha mãe quando ela estava pesquisando aranhas, pouco antes de ela morrer.”

A forma extremamente monótona e expositiva como Johnson diz a frase, contrastada com o quão absurda e específica é essa informação, torna-a hilária.

Johnson é uma ótima atriz e possui um legado bastante extenso. No entanto, nesse filme, a forma como atua nessa cena, extremamente cansada e apática, tornou o momento extremamente engraçado, gerando memes na web, com diversos internautas debochando do novo longa.

Confira alguns.

“Eu já vi esse homem antes… Ele estava na Amazônia com minha mãe quando ela estava pesquisando aranhas pouco antes de morrer”

“Ele estava na Amazônia com minha mãe quando ela estava pesquisando aranhas antes de morrer”

“O que sou eu, algum tipo de pesquisador na Amazônia com sua mãe quando ela estava pesquisando aranhas antes de morrer?”

“Em outra vida, eu teria gostado muito… só de estar na Amazônia… com sua mãe… quando ela estava pesquisando aranhas… pouco antes de morrer”

“Ele também usou fundos de campanha para sua viagem à Amazônia com minha mãe quando ela estava pesquisando aranhas pouco antes de morrer”

“pessoa média pesquisa 3 aranhas por ano” factoide na verdade apenas erro estatístico. Em média, uma pessoa pesquisa 0 aranhas por ano. Minha mãe, que estava na Amazônia pesquisando mais de 10 mil aranhas antes de morrer, é um ponto fora da curva e não deveria ter sido contada”

Madame Teia estreia em 16 de fevereiro de 2024, confira o trailer.

DUBLADO

LEGENDADO

‘Deadpool e Wolverine’: Quase teve filme FALSO horrível como divulgação!

Deadpool & Wolverine já está em cartaz nos cinemas nacionais, marcando o retorno triunfal de Ryan Reynolds e Hugh Jackman aos seus papéis icônicos. No entanto, o filme quase teve uma divulgação bastante inusitada.

Segundo o ComicBookMovie, Reynolds revelou que houve uma proposta para criar um “filme falso horrível” estrelado por ele e Jackman como uma forma de disfarçar o verdadeiro terceiro filme da franquia Marvel.

“A ideia original era fazer um filme falso chamado Alpha Cop, que seria intencionalmente ruim… Eu até mandei fazer um dos pôsteres. A história girava em torno de dois caras que compartilhavam um cérebro e juntos formavam o policial perfeito”, contou Reynolds.

Ele explicou: “Era para ser algo realmente ruim. A ideia era que apenas 10 pessoas na América assistissem a esse filme no fim de semana de estreia e, cinco minutos após o início, o logo da Marvel aparecesse, revelando que na verdade seria Deadpool & Wolverine. O problema é que, se chegássemos ao último minuto e a ideia vazasse, seria devastador”.

Embora a ideia não tenha avançado devido ao risco envolvido, você acha que ela teria funcionado?

Lembrando que com 85 críticas publicadas até o momento, o aguardado ‘Deadpool & Wolverine‘ abriu com 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes – a média mais baixa da franquia.

Para termos de comparação, os dois primeiros filmes conquistaram uma média de aprovação de 85% e 84% no site agregador de críticas, respectivamente.

O consenso geral destaca o tom divertido e violento da produção, mas alguns especialistas reclamaram a dependência do filme em nostalgia e participações especiais.

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Separamos os trechos das principais críticas:

“Dirigido com entusiasmo por Shawn Levy, este filme é um sonho hiperativo que reúne dois dos melhores personagens da Marvel e um elenco de apoio que deixará os nerds espumando pela boca.” (Times UK)

“Há uma diferença entre se apoiar em referências e fazer um filme que seja genuinamente engraçado, emocionante, enérgico e inovador. Quase sempre, ‘Deadpool e Wolverine’ parece trabalhar em oposição direta em ambos aspectos.” (Globe and Mail)

“‘Deadpool e Wolverine’ faz um trabalho surpreendentemente eficaz ao convencer seu público de que este é um filme sobre nostalgia de personagens amados, quando na verdade é apenas uma ponte entre a produção de uma empresa para a outra.” (Vanity Fair)

“‘Deadpool e Wolverine’ não só entrega a equipe do século, mas também o melhor filme da Marvel em cinco anos.” (Solzy at the Movies)

“Apesar de ser ridícula até mesmo para os padrões dos super-heróis, a história consegue se manter mais ou menos coerente.” (Boston Globe)

“Assim como nos filmes anteriores, aqueles que não suportam o Deadpool ou que não estão familiarizados com a mitologia dos filmes da Marvel irão detestar completamente. O resto estará no céu.” (The Daily Beast)

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Shawn Levy e Emma Corrin revelaram como eles acham que ‘Deadpool e Wolverine‘ vai salvar o multiverso da Marvel.

“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada
do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Amor, Sublime Amor’: Rachel Zegler revela que foi questionada várias vezes sobre sua origem latina

Rachel Zegler, estrela em ascensão, relembrou recentemente o período das gravações de Amor, Sublime Amor, de Steven Spielberg, filme que marcou sua estreia em Hollywood.

A atriz revelou que, durante o processo de seleção para o papel de Maria, executivos do estúdio questionaram repetidamente sua ascendência latina.

Segundo a Variety, Zegler precisou reafirmar diversas vezes sua identidade latina para garantir o papel de Maria.

“Havia confusão porque não tenho uma gota de latim no meu nome”, explicou Zegler. “Quando eu estava na corrida para interpretar Maria em ‘Amor, Sublime Amor’, eles continuavam ligando para perguntar se eu era realmente legítima. Lembro de pensar, ‘Quer que eu traga minha abuelita?’ Eu vou. Eu a trago para o estúdio se você quiser conhecê-la”.

Zegler desabafou sobre a situação: “Ter um monte de executivos brancos fazendo você provar sua identidade para eles… É uma experiência interessante ser parte dessa diáspora no clima atual em que vivemos. Mas eu adoro ser colombiana”.

Amor, Sublime Amor” está disponível no Disney+.

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa é protagonizado por Ansel Elgort (‘A Culpa é das Estrelas’) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro fica por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia. 

Glen Powell acredita que o sucesso de Chris Pratt em ‘Guardiões da Galáxia’ foi um ponto de virada em Hollywood

O ator Glen Powell acredita que o sucesso de Chris Pratt como Senhor das Estrelas em Guardiões da Galáxia foi um ponto de virada em Hollywood. Em entrevista à Variety, Powell comentou que o trabalho de Pratt abriu espaço para protagonistas “um pouco mais bobos e alegres”, um estilo que ele se identifica.

“Eu me lembro quando o Chris Pratt estourou em ‘Guardiões da Galáxia'”, disse Powell. “Não há dúvida de que isso ajudou, não ser sombrio ou fechado. Tipo, eu não sou o Christian Bale. O Christian Bale tem uma gravidade e um peso, e o Pattinson tinha o estilo dele. E quando o Pratt surgiu na cena fazendo coisas um pouco mais bobas e alegres, foi aí que eu senti que estava mais à vontade. E é aí que eu sinto que eu tenho uma ‘marcha’ que é um tempero necessário em Hollywood, e não é uma marcha que muitos caras podem jogar”.

Para se preparar para papéis de ação, Powell conta com a orientação de seu mentor, Tom Cruise, com quem trabalhou em ‘Top Gun: Maverick’. Cruise o aconselhou a encarar o trabalho como um esforço físico.

“Eu sabia que, baseado no livro de Stephen King, [meu personagem] Ben Richards era um tanque”, disse Powell, referindo-se ao seu papel em um projeto futuro. “Eu pensei: ‘Ok, eu tenho que ser um pouco uma arma.’ E foi por isso que eu treinei do jeito que treinei. Coloquei muita massa muscular. Muito disso foi funcional. Muito disso foi para eu poder absorver golpes. Mas também foi autêntico para o público… Eu fui de ‘Ah, eu sou um ator em um filme’ para ‘Eu sou um atleta de alta performance'”.

Powell ressaltou a sorte de ter Cruise como mentor: “Eu sou muito sortudo por ter alguém como o Tom, com quem eu posso literalmente chegar e falar: ‘Ei, o que eu faço para sobreviver a algo?'”.

Lembrando que Guardiões da Galáxia Vol. 3’ está disponível no Disney+.

Relembre o trailer:

Crítica | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e EMOTIVO encerramento da trilogia de James Gunn

Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter no elenco.

Vale lembrar que ‘Guardiões da Galáxia 3‘ arrecadou US$ 838.8 milhões nas bilheterias mundiais, consolidando-se como um dos grandes sucessos de 2023.

‘O Silêncio dos Inocentes’: Ted Levine diz que clássico tem falas infelizes e envelheceu mal

O ator Ted Levine, imortalizado por sua performance visceral como o assassino James “Buffalo Bill” Gumb, quebrou o silêncio sobre o legado de seu personagem mais famoso. Conforme o Screen Rant, o ator admitiu que, após mais de três décadas do lançamento deO Silêncio dos Inocentes, certos aspectos da produção não envelheceram bem.

Levine abordou pela primeira vez a polêmica que cerca o personagem, reconhecendo que o filme reforçou estereótipos prejudiciais.

“Todos nós sabemos mais hoje, e eu sou muito mais consciente sobre questões trans. Existem algumas falas naquele roteiro e no filme que são infelizes”, afirmou o ator.

Ele esclareceu que não sentia esse desconforto na época das filmagens, mas que décadas de convivência e aprendizado com a comunidade trans.

“Com o tempo, convivendo e trabalhando com pessoas trans, fui entendendo mais sobre a cultura e o significado de gênero. É infeliz que o filme tenha vilanizado isso, e está errado. Você pode me citar nisso”, acrescentou.

Apesar da recepção do público, Levine reiterou que nunca construiu o personagem como uma pessoa trans ou gay: “Eu não interpretei ele como sendo gay ou trans. Acho que ele era apenas um homem heterossexual muito perturbado. Foi assim que eu o interpretei”.

Essa visão foi ecoada por Edward Saxon, um dos produtores do longa. Segundo Saxon, a equipe e o diretor Jonathan Demme seguiram fielmente o livro de Thomas Harris, enxergando o vilão como uma “personalidade aberrante” e doente, sem ligação direta com identidade de gênero.

No entanto, o produtor admitiu a falta de tato da época: “Fomos muito fiéis ao livro. Enquanto fazíamos o filme, nunca tivemos dúvida de que Buffalo Bill era uma personalidade completamente aberrante, que ele não era gay ou trans. Ele era doente. Nesse sentido, acabamos não percebendo o problema. Na minha visão, não fomos sensíveis o suficiente ao legado de muitos estereótipos e ao dano que eles podem causar”.

O Silêncio dos Inocentes’ está disponível na Netflix.

Vencedor de cinco estatuetas do Oscar, O Silêncio dos Inocentes narra a história da jovem agente do FBI, Clarice Starling (Jodie Foster), que busca a ajuda do brilhante e canibal Dr. Hannibal Lecter (Anthony Hopkins) para capturar o assassino Buffalo Bill.

Além das atuações lendárias de Hopkins e Foster, o elenco conta com Scott Glenn, Brooke Smith e, claro, a marcante presença de Ted Levine.

Entenda onde ‘Duna: A Profecia’ se encaixa na cronologia da saga

Duna: A Profecia’ já está gerando dúvidas sobre sua colocação no universo de Denis Villeneuve, enquanto os fãs tentam entender exatamente em que momento da linha do tempo a série da Max se encontra.

Agora, conversando com o Collider, Alison Schapker, showrunner da série, esclareceu o cenário temporal da produção.

“A série se passa 10 mil anos antes do filme, mas ainda estamos em um futuro distante. A série é ambientada na sombra da Grande Guerra das Máquinas“, declarou Schapker.

Ela mencionou que essa fase pode ser comparada a uma “Era das Trevas” dentro do universo de Duna.

A série foca na ascensão das Irmãs Harkonnen, que enfrentam diversas ameaças enquanto buscam estabelecer a seita lendária conhecida como Bene Gesserit.

“As grandes escolas estão surgindo, e uma dessas grandes escolas é a Irmandade.”

Vale lembrar que a showrunner também revelou que mais temporadas já estão planejadas para a série.

“Isso mesmo. Temos planos dentro de planos em todos os sentidos, medidos em séculos. Não, quero dizer, temos. Não será nenhuma novidade que nosso show é centrado nas Bene Gesserit, mas quando elas são chamadas de Irmandade, então estamos nesse tipo de organização incipiente, e então como elas se tornam as Bene Gesserit? Essa é uma jornada de várias temporadas para se estar, e essa é a história que queremos contar.”, ela afirmou.

Além disso, o produtor executivo Jordan Goldberg confirmou à Empire que a série está absolutamente “no mesmo universo” dos filmes de Denis Villeneuve.

“Sentimos que precisamos seguir a essência do que Denis fez. Ele definiu o tom”, declarou o produtor.  

Confira o trailer, junto às imagens inéditas:

A produção se passará 10.000 anos antes do nascimento de Paul Atreides e chega à plataforma de streaming no dia 17 de novembro.

“Ambientada no universo expansivo de ‘Duna’, criado pelo aclamado autor Frank Herbert, e 10.000 anos antes da ascensão de Paul Atreides, ‘Dune: Prophecy’ segue duas irmãs Harkonnen enquanto combatem forças que ameaçam o futuro da humanidade e estabelecem o seita lendária que se tornará conhecida como as Bene Gesserit.”

A série conta com um elenco estelar que inclui Emily Watson, Olivia Williams, Travis Fimmel, Johdi May, Mark Strong, Sarah-Sofie Boussnina, Josh Heuston, Chloe Lea, Jade Anouka, Faoileann Cunningham, Edward Davis, Aoife Hinds, Chris Mason e Shalom Brune-Franklin.

Alison Schapker serve como showrunner e produtora executiva da série, com Diane Ademu-John atuando como co-desenvolvedora e produtora executiva. Anna Foerster também é produtora executiva e dirigiu o primeiro episódio.

Julianne Moore e Sandra Oh estrelam adaptação de ‘Stone Mattress’, conto de Margaret Atwood

De acordo com a Deadline, Julianne Moore (‘Para Sempre Alice’) e Sandra Oh (‘Greys Anathomy’) vão estrelar o filme ‘Stone Mattress‘, baseado no premiado conto da escritora canadense Margaret Atwood.

A roteirista Lynne Ramsay, de ‘Você Nunca Esteve Realmente Aqui‘ e ‘Precisamos Falar Sobre Kevin‘, está adaptando o texto junto de Tom Townend e também vai dirigir o projeto sobre um suspense e vingança.

Na história, Verna (Moore) é uma fisioterapeuta aposentada e viúva, que embarca em um cruzeiro luxuoso pelo mar ártico. Na viagem, Verna conhece a charmosa e graciosa Grace (Oh) e o rico Bob. Constantemente paquerada por Bob, ela começa a perceber que o homem não é o tolo que pensava ser.

A Amazon está em negociações para adquirir o filme. John Lesher (‘Birdman ou A Inesperada Virtude da Ignorância’) e JoAnne Sellar (‘Sangue Negro’) estão na produção.

‘Percy Jackson’: Criador da franquia elogia cenas de Adam Copeland como Ares

Segundo o ComicBook, com o final das filmagens da série ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘ chegando, Rick Riordan, criador da franquia, adiantou para os fãs o que está achando do show.

O autor dos livros, que também atua como roteirista e produtor da série, elogiou as cenas gravadas com Adam Copeland, intérprete do deus Ares na série do Disney+.

“Estou pensando sobre algumas ótimas cenas que Adam ‘Edge’ Copeland filmou como Ares, o deus da guerra, recentemente”, diz Riordan.

“Como costumavam dizer nos comerciais de rally de monster truck da minha juventude: ‘Você pode pagar pelo assento inteiro, mas só vai precisar do Edge!”, conclui.

Há alguns meses, o nosso editor-chefe Renato Marafon participou da DisneyD23 e teve a oportunidade de entrevistar os astros da adaptação.

No vídeo, Walker Scobell (Percy Jackson), Aryan s (Annabeth Chase) e Aryan Simhadri (Grover Underwood) falam sobre seus personagens, quais são seus livros preferidos da saga, quais Deuses queriam ter como pais e muito mais.

Assista:

O elenco ainda contará com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan), Olivea Morton (Nancy Bobofit) e Timothy Omundson (Hades).

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, Percy Jackson e o Ladrão de Raios’, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

Ossos Cruzados será o vilão principal de ‘Capitão América: Guerra Civil’

Depois de escalar Daniel Bruhl (‘Rush – No Limite da Emoção’, ’Bastardos Inglórios’) para viver um de seus antagonistas, ‘Capitão América: Guerra Civil‘ teve seu vilão principal definido.

Segundo a Variety, Ossos Cruzados ficará com a vaga. Frank Grillo, que interpretou Brock Rumlow em ‘Capitão América 2’, retorna para dar vida ao alter-ego do personagem (Ossos Cruzados).

Recentemente, o ator disse ao Collider que assinou um contrato para múltiplos filmes da Marvel e que ‘Capitão América 2’ serviu como “filme de origem” para o vilão.

Além disso, foi confirmado (via Badass Digest) que o Soldado Invernal será um dos personagens centrais de ‘Capitão América 3’ e estará diretamente envolvido com a Guerra Civil.

Kevin Feige fala sobre como será a Guerra Civil nos cinemas

Chris Evans reprisa o papel de Steve Rogers/Capitão América. Robert Downey Jr. (Homem de Ferro) e Chadwick Boseman (Pantera Negra) também estarão no novo ‘Capitão América’.

Inicialmente, Downey Jr. faria uma rápida participação no filme, embora almejasse um destaque maior; então seu Tony Stark/Homem de Ferro foi excluído do roteiro. Kevin Feige, porém, interveio e começou a renegociar a aparição de Downey Jr., que agora de fato terá uma participação maior.

Os eventos de ‘Vingadores 2: Era de Ultron‘ acarretarão grandes consequências para Tony Stark.

SPOILERS a seguir!

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Culpado pela destruição provocada pelo Ultron em ‘Vingadores 2‘, Tony Stark vai considerar a aposentaria do Homem de Ferro e acabará se afastando dos Vingadores, motivando outros heróis a fazer o mesmo.

Com o grupo desfalcado, Steve Rogers (Chris Evans) assume o posto de líder no final do longa e escala uma nova formação de heróis: Falcão, Máquina de Combate, Mercúrio, Feiticeira Escalarte, Viúva Negra e possivelmente Visão – o que reforça os boatos da ausência de Homem de Ferro, Thor e Hulk em ‘Os Vingadores 3.

Este cenário sombrio, com heróis dispersos e derrotados, teria continuação em ‘Capitão América: Guerra Civil‘, que marca o início da Fase 3 da Marvel e do próximo grande evento da Marvel no cinema, a adaptação do arco ‘Guerra Civil‘.

Marvel revela sua Fase 3 no cinema

Na minissérie ‘Guerra Civil‘, Homem de Ferro e Capitão América lideram lados opostos da guerra do governo norte-americano contra os super-heróis. Originalmente, o arco foi publicado pela Marvel entre 2006 e 2007, mas será relançado pela editora na metade do próximo ano.

Em função destes eventos, os irmãos e diretores de ‘Capitão América 3‘, Anthony e Joe Russo, estariam negociando também a direção de ‘Os Vingadores 3‘ – que será chamado ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e dividido em duas partes – substituindo Joss Whedon no cargo.

A sequência de ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal‘ chega aos cinemas em 6 de maio de 2016, enquanto ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ tem lançamento previsto para 2018.

Confira detalhes do Batmóvel de ‘Batman Vs Superman’ nas primeiras imagens da miniatura

Agora, que o novo Batmóvel ficou lindão isso é verdade!

batman vs superman

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Batman e Coringa voltam aos sets de ‘Esquadrão Suicida’ 

No filme, Ben Affleck será Bruce Wayne/Batman. Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’) viverá o mordomo Alfred. A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’). Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill (Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent).

Trailer mistura cenas de ‘A Rede Social’ e ‘Batman vs Superman’ 

‘Esquadrão Suicida’ se passa antes de ‘Batman vs Superman’ 

Mulher-Maravilha terá papel importante em ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ 

O roteiro foi escrito por Chris Terrio (‘Argo’) com supervisão de  David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’. O diretor Zack Snyder retorna.

Detalhes da participação do Batman em ‘Esquadrão Suicida’ 

Quentin Tarantino e Oliver Stone criticam ‘Batman vs Superman’ 

‘Warcraft’: Primeiras críticas são extremamente negativas

Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos’ foi exibido para a imprensa norte-americana e as primeiras críticas começaram a sair na internet, mas não são nada animadoras…

Parece que a maldição das “adaptações de games” afetou mais uma produção.

Até o momento em que publicamos essa matéria, o filme tinha apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as primeiras críticas do filme:

“O filme traz à mente aquelas propagandas de aplicativos de joguinhos de guerra para iPhone”.

Ler a crítica completa | Geoff Berkshire (Variety)

 

“O especialista em efeitos especiais e diretor Duncan Jones não consegue salvar Warcraft de ser uma aventura familiar desastrosa…”

Ler a crítica completa | Russ Fischer (The Playlist)

 

Warcraft é o começo e o fim para a franquia baseada no famoso game…”

Ler a crítica completa | Steve Rose (The Guardian)

 

“Imagine ‘A Reconquista’ (Battlefield Earth) sem as partes bem feitas e a comédia involuntária”.

Ler a crítica completa | Alonso Duralde (TheWrap)

 

“Uma aventura falha, mas simpática. Eu provavelmente assistiria novamente”.

Ler a crítica completa | William Bibbiani (CraveOnline)

 

“Genérico e artificial, tenta sem sucesso ter o peso dramático da trilogia O Senhor dos Anéis e a violência gore de Game of Thrones”.

Ler a crítica completa | John Hazelton (Screen International)

 

Lista completa das curiosidades de ‘Warcraft’ tem até easter egg para Sam Raimi

Com o slogan ‘Dois Mundos, um território’, o filme conta com direção de Duncan Jones (“Lunar” e “Contra o Tempo”), e mostra o pacífico reino de Azeroth à beira de uma guerra. Quando sua civilização enfrenta uma temível invasão de guerreiros Orcs – que fogem de seu território para colonizar um novo lar – um portal se abre para conectar esses dois mundos: um exército se vê cara a cara com a destruição e o outro, com a extinção. De lados opostos, dois heróis são colocados em um caminho de colisão que irá decidir o destino de suas famílias, seu povo e seu lar.

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Dominic Cooper será o rei Llane Wrynn, que traz esperança à cidade de Stormwind; Toby Kebbel será Durotan, integrante principal da Horda e líder do clã Frostwolf; Rob Kazinsky será Orgrim; braço direito de Durotan; Paula Patton será Garona, sobrevivente que precisa decidir de qual lado ficará na guerra entre Aliança e Horda; Ben Schnetzer será o mago Khadgar; Clancy Brown será Blackhand, guerreiro Orc apelidado de “O Destruidor”; Ben Foster será Medivh, mais conhecido como “O Guardião”, que tem poderes formidáveis; Travis Fimmel será Anduin Lothar, principal membro do exército da Aliança; Ruth Negga será Lady Taria, a rainha de Stormwind; e Daniel Wu será Gul’Dan, supremo Orc que não consegue controlar sua magia negra.