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Dan Stevens se junta ao elenco do novo TERROR dos diretores de ‘Pânico 6’ sobre a filha do Drácula

De acordo com o Deadline, Dan Stevens (‘Legion’) se juntou ao elenco do próximo terror dos diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, conhecidos por comandaram ‘Casamento Sangrento‘ e os dois filmes mais recentes da franquia ‘Pânico‘.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O ator é conhecido por participar das aclamadas séries ‘Legion‘, ‘Downton Abbey‘ e pelo remake live-action de ‘A Bela e a Fera‘. Além disso, ele também já estrelou filmes como gênero, como ‘Frankenstein‘, ‘O Hóspede‘ e ‘Apóstolo‘.

Originalmente intitulado ‘A Filha do Drácula‘, o longa vai girar em torno de um grupo de sequestradores que captura um bando de jovens, sem saber que um deles é a filha do lendário Conde Drácula.

Alisha Weir (‘Matilda: O Musical’) interpretará a personagem titular, enquanto Melissa Barrera (‘Pânico’) dará vida a um dos sequestradores.

Anteriormente, os diretores prometeram que o longa será sangrento: [O novo filme] será um banho de sangue. Nós estamos em Dublin atualmente, nos preparando para as filmagens. Estamos muito animados em trabalhar novamente com a Melissa Barrera. Será como um filme de suspense que se transformará em um filme de monstro. Será um filme de monstro para a Universal Pictures, então é como um sonho se tornando realidade, sabe?”

Chad Villella, da Radio Silence, servirá como produtor. William Sherak, Paul Neinstein e James Vanderbilt, da Project X Entertainment, que foram parceiros da equipe em ‘Pânico‘, também produzem o filme. Tripp Vinson, que trabalhou com Radio Silence em ‘Casamento Sangrento‘, também está na produção.

O roteiro foi escrito por Stephen Sheilds, com revisões de Guy Busick.

A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.

‘Os Winchesters’: Jensen Ackles inicia campanha para salvar spin-off de ‘Supernatural’ do CANCELAMENTO

Através do seu Twitter, Jensen Ackles (‘Dia dos Namorados Macabro’) iniciou uma campanha para ajudar a salvar a série ‘Os Winchesters‘, spin-off de ‘Supernatural‘, do cancelamento.

A produção foi ceifada pela CW depois de apenas uma temporada.

“Parece que temos trabalho para fazer. #SalveOsWinchesters #FamíliaSupernatural,” declarou o ator.

A produção registrou uma média de 0.2 na demo, e um total de 790 mil espectadores. Em termos de comparação, a série representava a sétima maior audiência do canal (dentre 14 dramas) e o segundo maior índice demográfico (atrás apenas de ‘All American‘).

“Enquanto construímos a nova CW, nós tivemos que tomar algumas decisões difíceis em nossa programação. Agradecemos nossos parceiros na Warner Bros, o elenco e a equipe criativa da série pelo trabalho duro, talento e dedicação,” declarou a emissora em um comunicado oficial.

A série é narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show explora as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo. Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco. Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”

O Amor Mandou Mensagem

(Love Again)

 

Elenco:

Priyanka Chopra
Sam Heughan
Celine Dion

 

Direção: Jim Strouse

Gênero: Comédia Romântica

Duração: 104 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 11 de Maio de 2023

Sinopse: 

E se uma mensagem de texto aleatória levasse ao amor da sua vida? Lidando com a trágica perda de seu noivo, Mira Ray envia uma série de mensagens românticas para seu antigo número de celular… sem perceber que o número foi transferido para o novo telefone comercial de Rob Burns. Jornalista, Rob é cativado pela honestidade nos belos textos confessionais. Quando ele é designado para escrever um perfil da estrela Celine Dion, ele pede a ajuda dela para descobrir como conhecer Mira pessoalmente… e conquistar seu coração.

Crítica | ‘O Amor Mandou Mensagem’ é uma rom-com que entrega exatamente o que promete (Nota: 6.0)

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro Text for You, escrito por Sofie Cramer;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘O Poço 2’: Netflix divulga as primeiras imagens oficiais da sequência; Confira!

A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘O Poço 2‘, sequência do polêmico e visceral filme de 2019.

Confira:

Milena Smit e Hovik Keuchkerian serão os protagonistas do novo filme.

Galder Gaztelu-Irrutia retorna à direção.

Infelizmente, detalhes sobre a trama da sequência não foram revelados. O primeiro filme foi ambientado em uma prisão vertical, onde os presos são designados para um nível e forçados a racionar comida de uma plataforma que se move entre os andares. Os presidiários dos andares superiores comem melhor do que os de baixo, e um homem tenta fazer mudanças para que todos tenham o suficiente.

Crítica | O Poço – Netflix entrega seu filme mais angustiante e impactante

‘The Skeleton Crew’: Theo James vai protagonizar adaptação do conto de Stephen King produzida por James Wan

O ator Theo James (‘The White Lotus‘), foi confirmado como protagonista na adaptação cinematográfica do conto de terror O Macaco‘, escrito por Stephen King para o livro ‘The Skeleton Crew‘. (via Deadline)

O filme contará com a produção de James Wan, aclamado por seu trabalho no universo de ‘Invocação do Mal‘. A tarefa de adaptar e dirigir essa obra de terror ficará a cargo de Osgood Perkins (‘Maria e João: O Conto das Bruxas’).

Na trama, os irmãos gêmeos Hal e Bill descobrem um brinquedo macaco antigo de seu pai no sótão. Ao jogá-lo fora, uma série de mortes terríveis começa a ocorrer ao seu redor. Anos depois, quando as mortes misteriosas recomeçam, os irmãos devem se unir novamente para destruir o macaco e evitar que mais vidas sejam perdidas.

Ao comentar sobre o filme, Wan declarou:

Stephen King é o padrinho do terror. Ele me influenciou muito durante minha infância e ao longo de minha carreira, e sempre foi um sonho meu dar vida a uma de suas histórias. ‘O Macaco’ é um favorito pessoal, com seu conceito simples, icônico e incrivelmente divulgável. E não consigo imaginar ninguém melhor do que o visionário Osgood, um fã de longa data do gênero, para tornar isso realidade”.

O filme não tem data de lançamento prevista.

Will Poulter revela que não consegue escapar das COMPARAÇÕES com personagem de ‘Toy Story’

Will Poulter, o Adam Warlock em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, revelou que não consegue escapar das comparações com o personagem Sid de ‘Toy Story‘, mesmo quando está no banheiro.

Em uma entrevista publicada nesta terça-feira pela GQ, o ator desabafou sobre como a semelhança entre ele e o personagem da Pixar o acompanha há quase uma década.

Segundo Poulter, até mesmo no momento em que estava usando um banheiro em Los Angeles, um fã se aproximou e fez a famosa pergunta: “Você está em ‘Toy Story’, certo?”.

Com bom humor, o ator respondeu ao fã dizendo: “Bem, aquilo era animação. Eu não quero ser rude”.

Poulter também aproveitou para ressaltar que o filme foi lançado em 1995, quando ele tinha apenas 2 anos de idade, e que o personagem Sid não foi interpretado por atores reais.

Apesar disso, o próprio Poulter reconhece que, de certa forma, contribuiu para as comparações ao longo dos anos. A semelhança física entre o ator e o personagem, que é lembrado pelo visual peculiar e pelos cabelos espetados, acabou se tornando motivo de memes e brincadeiras.

Lembrando que a sequência já arrecadou US$ 318,7 MILHÕES nas bilheterias globais.

O longa arrecadou ótimos US$ 282 milhões no seu fim de semana de estreia – a segunda maior abertura do ano atrás de ‘Super Mario Bros.‘, que abriu com US$ 375,6 milhões.

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ arrecadou US$ 114 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas, consideravelmente atrás de seu antecessor, de 2017, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ com US$ 146 milhões.

Assista a nossa crítica em vídeo:

O longa dirigido por James Gunn conquistou 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, além de ter recebido uma nota A do público no CinemaScore. Apesar de ter sido levemente afetada pela saturação do gênero, a recepção positiva deve ser determinante para a boa estabilidade da produção nas próximas semanas.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Saiba QUEM Jenna Ortega vai interpretar em ‘Os Fantasmas se Divertem 2’

A Warner Bros. finalmente confirmou Jenna Ortega no elenco na antecipada sequência ‘Os Fantasmas se Divertem 2‘, que será lançada no dia 6 de setembro de 2024 – 36 anos após o lançamento do longa original.

A estrela de ‘Wandinha‘ e ‘Pânico 6‘ será a filha de Lydia Deetz (papel de Winona Ryder).

Michael Keaton reprisará seu papel como o icônico personagem Beetlejuice. Justin Theroux (‘The Leftovers’) completa o elenco.

A produção será lançada no final de semana estendido do Dia do Trabalho – um feriado lucrativo para o estúdio e filmes do gênero. Neste mesmo período, a Warner Bros. já lançou a duologia ‘It: A Coisa‘ (US$1.17B) e ‘A Freira‘ (US$365.5M).

Em 2023, o estúdio irá apostar na sequência ‘A Freira 2‘ para este feriado.

 

Anteriormente, Burton havia comentado sobre o projeto: “Só sei se estou fazendo um filme quando estou no set filmando. Tento voltar à raiz de tudo. Brota de uma semente e depois cresce, e não dessas declarações. Estou trabalhando em ideias e coisas, mas é tudo muito cedo. Vamos ver como vai ser. Que tal essa resposta sem resposta?”

Lançado em 1988, o filme original acompanha a vida após a morte do casal Adam (Alec Baldwin) e Bárbara (Geena Davis), que sofrem um acidente de carro e ficam presos em sua casa de campo como fantasmas, assombrando-a.

Quando uma família rica e arrogante compra a propriedade, o casal faz de tudo para expulsá-los com a ajuda de uma assombração conhecida como Beteugeuse (Keaton).

‘Flamin’ Hot’: Star+ divulga trailer LEGENDADO da comédia sobre a criação dos Cheetos Picante; Confira!

Star+ divulgou o trailer legendado oficial de ‘Flamin’ Hot’, filme que conta a inusitada história sobre a criação dos Cheetos Picante.

O longa será lançado no dia 9 de junho na plataforma de streaming, mesmo dia de estreia nos Estados Unidos.

Confira:

Após a repercussão sobre o filme, a história de Montanez gerou uma controvérsia no ano passado, quando uma denúncia sugeriu que as alegações do trabalhador não passavam de uma estratégia de marketing para promover a Cheetos entre a comunidade latina.

No entanto, a PepsiCo emitiu um comunicado apoiando Montanez, afirmando que ele fazia parte da equipe por trás da criação do salgadinho.

Em parte do texto, eles reforçaram que mantém uma ótima relação com Montanez e que ele foi um membro valioso da empresa.

“Muito tem sido discutido sobre a origem do Cheetos Picante. As informações que compartilhamos com a mídia foram mal interpretadas por alguns, o que resultou em confusão sobre a origem do salgadinho e gerou uma onda de críticas aos nossos funcionários e uma forte pressão sobre nossa valiosa amizade com Richard Montanez e a comunidade latina. A verdade sincera é que, na PepsiCo, acreditamos na força e no poder das equipes, e atribuímos o lançamento e o sucesso do Cheetos Picante e outros produtos a várias pessoas que trabalharam na PepsiCo, incluindo Richard Montanez.”

Inspirado por sua ascendência mexicana, Montanez apresentou o novo sabor ao ex-CEO da companhia, Roger Enrico, pelo telefone.

Depois de duas semanas se preparando, ele conseguiu surpreender a equipe executiva da empresa, que abraçou sua iniciativa e juntos deram origem à criação do Flamin ‘Hot Cheetos.

O salgadinho não apenas revolucionou a produtora de biscoitos salgados, como também transformou a indústria alimentícia, se transformando em um fenômeno cultural.

‘Kung Fu’: Série da The CW é CANCELADA após três temporadas

Más notícias para os fãs da série ‘Kung Fu’.

The CW revelou hoje (11) que o reboot da clássica produção dos anos 1970 foi oficialmente cancelado após três temporadas.

“Conforme reimaginamos a nova CW, tivemos de fazer decisões difíceis em relação à programação”, a emissora disse em uma declaração. “Agradecemos aos nossos parceiros na Warner Bros. e ao elenco e ao time criativo de ‘Kung Fu’ pelo duro trabalho, pela criatividade e pela dedicação”.

Lembrando que a série está disponível na HBO Max.

Criada por Christina M. Kim (‘Lost’), a produção é um reboot do seriado homônimo estrelado por David Carradine, que foi exibida entre 1972-75. A nova versão, no entanto, é estrelada por uma mulher.

“Enquanto os Shen se preparam para a grande reabertura do Harmony Dumplings, eles descobrem que se tornaram as últimas vítimas de uma onda de crimes que atingiu sua comunidade em Chinatown. Enquanto Nicky (Olivia Liang) e sua equipe se preparam para resolver o problema com suas próprias mãos, um encontro com um vigilante chamado Bo (Ben Levin) deixa Nicky imaginando quem é esse estranho misterioso em sua cidade.

Além disso, após as consequências legais de seu aplicativo, Althea (Shannon Dang) e Dennis (Tony Chung) voltam a morar com Mei-Li (Kheng Hua Tan) e Jin (Tzi Ma); Ryan (Jon Prasida) e Sebastian (JB Tadena) se adaptam a viver juntos, enquanto fazem malabarismos com suas agendas lotadas. Finalmente, a chegada inesperada de alguém do passado de Nicky a abala profundamente.”

O elenco da série também conta com Tony Chung, Ludi Lin, Tzi Ma, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.

‘O Pior Vizinho do Mundo’: Comédia dramática com Tom Hanks chega AMANHÃ na HBO Max!

‘O Pior Vizinho do Mundo’, comédia dramática estrelada pelo vencedor do Oscar Tom Hanks, ganhou data de estreia na HBO Max Brasil.

O longa-metragem será lançado amanhã, 12 de maio, na plataforma de streaming.

Confira o novo trailer promocional e CinePOP no YouTube:

A produção é baseado no aclamado romance ‘A Man Called Ove’, de Frederik Backman, e acompanha o personagem titular, um irritável e extremamente estrito viúvo que investiga e julga as atividades que se desenrolam em seu bairro. Um homem isolado, profundo e solitário que ainda lida com o luto de perder a esposa, a vida tem sido injusta com Otto. Entretanto, ele acaba criando uma amizade inesperada com seus novos vizinhos, o que permite que ele cresça e se cura. Entretanto, velhos hábitos são difíceis de serem mudados – e sua jornada será bastante árdua.

Marc Foster (‘Finding Neverland’) fica responsável pela direção do longa, enquanto David Magee (‘As Aventuras de Pi’) está sendo considerado para assinar a adaptação.

Rachel KellerManuel Garcia-RulfoMariana Treviño também fazem parte do elenco.

Arnold Schwarzenegger vive xerife casca grossa em um dos filmes mais assistidos da semana na Netflix; Confira!

Lançado em 2013, ‘O Último Desafio‘ voltou a ganhar popularidade após estrear no catálogo da Netflix recentemente.

dirigido por Kim Ji-woon (‘Os Invencíveis’), o longa traz Arnold Schwarzenegger como um xerife quase aposentado de uma cidadezinha próxima à fronteira com o México.

Tal cidade será o último obstáculo para um líder do tráfico de drogas mexicano alcançar o outro lado da fronteira. A equipe do xerife será formada por ajudantes com nenhuma (ou quase nenhuma) experiência para combater o mexicano. Entre eles, está Rodrigo Santoro, vivendo o oficial Frank Martínez.

Na época, o filme marcou o retorno de Schwarzenegger ao cinema após um bom período afastado da atuação. No entanto, o aguardado filme passou despercebido.

Entre os críticos, o longa não se saiu muito bem, conquistando apenas 61% de aprovação.

A analise do The New Yorker destaca que:

“Schwarzenegger ainda consegue segurar a tela, mas hoje em dia ele passa por suas falas como um motorista de caminhão subindo uma ladeira íngreme…”

Por outro lado, a crítica do Keith & the Movies aponta que:

“‘O Último Desafio’ tem sua parcela de coisas bregas, mas de forma intencional. E certamente não é um filme estimulante e instigante, mas nunca finge ser. É um filme simples e direto, sem um pingo de pretensão e isso é isso que faz dele bom.”

Nas redes sociais, não há muitos comentários sobre o filme, mas ele ocupa a 4ª posição entre os mais vistos da semana na Netflix.

Confira o trailer:

O elenco também conta com Johnny Knoxville, Forest Whitaker, Jaimie Alexander, John Patrick, Chris Browning, Daniel Henney, David House, Eduardo Noriega, Genesis Rodriguez, Harry Dean Stanton, Luis Guzmán, Peter Stormare e Zach Gilford.

Prime Video divulga imagens inéditas, cartaz oficial e detalhes sobre o elenco da franquia ‘Um Ano Inesquecível’

Prime Video divulgou imagens inéditas e o cartaz oficial da primeira franquia de Filmes Originais AmazonUm Ano Inesquecível.

A saga, composta por quatro filmes, funciona como adaptação do livros de contos homônimo assinado por Thalita RebouçasPaula PimentaBruna VieiraBabi Dewet, englobando as quatro estações do ano.

Nenhuma data de estreia foi definida ainda.

Confira:

Além disso, foram divulgadas informações oficiais de elenco e enredo de cada um dos filmes.

Veja abaixo:

Em Um Ano Inesquecível – Verão’, Inha (Livia Inhudes) é uma jovem do interior que sonha em estudar moda em Paris, mas para isso, precisa de um currículo que impressione os avaliadores. Ela tem apenas até o final do verão para comprovar alguma experiência prática em moda, então aproveita uma viagem para tentar uma vaga de costureira na escola de samba da Portela, ao lado de ninguém menos que Carrie Catherine (Mariana Rios), estilista internacionalmente conhecida. Ao frequentar os bastidores da escola, a personagem se apaixona por Guima (Micael Borges), um escultor de alegorias, e descobre o universo fascinante do Carnaval. Suas escolhas irão levá-la a revolucionar não apenas a si própria, mas também as vidas de sua família e dos moradores da pequena cidade onde mora. Baseado no conto de Thalita Rebouças, escrito por Bruno Garotti e Sylvio Gonçalves, o filme conta ainda com Diego Martins, Júlia Gomes, Isaias Silva, André Mattos, Késia, Duda Santos, Regina Sampaio, Patrícia Ramos e Guilherme Dellorto no elenco.

Com a cidade de São Paulo como pano de fundo,Um Ano Inesquecível – Outono’ conta a história de Anna Júlia (Gabz) e João Paulo (Lucas Leto) – o típico casal improvável. Ela odeia música e tudo que mais quer é um estágio e estabilidade para ajudar o pai em casa. Ele é um jovem músico de rua que sonha em viver da sua arte. Mesmo assim, a paixão entre os dois acontece, e em um dos lugares mais simbólicos de São Paulo: a Avenida Paulista. A movimentada capital é o cenário ideal para a desafiadora jornada que ambos terão que enfrentar para ficar juntos. O elenco conta ainda com Iza, em seu primeiro trabalho como atriz, Lulu Santos, Larissa Luz, Pedro Blanc, Raphael Ghanem, Vittor Fernando e Enrico Cardoso. É baseado no conto de Babi Dewet, tem roteiro de Keka Reis, com colaboração de Caroline Fioratti, Thamyra Thâmara, Alessandra Ruiz e Adriana Falcão.

Um Ano Inesquecível – Inverno’ conta a história de Mabel (Maitê Padilha), uma garota que quer passar seus últimos momentos antes da formatura viajando com seus amigos de infância, mas o inverno chega mais cedo para atrapalhar seus planos. Mabel fica furiosa quando é forçada a viajar para uma estação de esqui no Chile com seus pais (Letícia Spiller e Marcelo Laham), mas é nessa paisagem monocromática que ela enfrenta seus sentimentos mais profundos, encontra um novo amor e descobre sua verdadeira identidade. Baseado no conto de Paula Pimenta, o roteiro foi escrito por Ângela Fabri. Fazem parte do elenco Michel Joelsas, Miguel Trajano, Larissa Murai, Catarina de Carvalho, Julia Gomes, Victorinha, Guilherme Terrei (conhecido como a drag queen Rita Von Hunty), João Manoel e Diego Martins.

Com Lívia Silva e Ronald Sotto como protagonistas, além de Luis Lobianco, Gabriel Contente, Rogério Brito, Giovanna Chaves, Bia Jordão e Juliana Alves no elenco, Um Ano Inesquecível – Primavera’ retrata a história de Jasmine, uma menina doce e autêntica que está prestes a concluir o Ensino Médio, se não fosse por um detalhe: a matemática. Jasmine é obrigada a estudar com um temível professor. Quando descobre que as aulas extras na verdade serão com Davi, um pragmático estudante de exatas, ela passa a enxergar que números não são tão ruins e, para sua surpresa, vai aprender não apenas matemática. Em aulas nada convencionais, Jasmine e Davi vão compartilhar suas diferentes visões e viver o desabrochar de um amor enquanto encontram seu lugar no mundo. Tendo o conto de Bruna Vieira como inspiração, o filme tem roteiro de Ana Pacheco em colaboração com Maíra Oliveira e Luisa Parnes.

Novo filme do diretor de ‘Bala Perdida’ está conquistando os assinantes da Netflix; Confira as reações!

A Netflix tem investido cada vez mais em seus projetos de ação, e o mais novo título do gênero é ‘Agente Infiltrado‘, estrelado por Alban Lenoir, que já fez parceria com a plataforma em ‘Bala Perdida1 e 2.

Na trama do novo filme, ele interpreta Adam Franco, um homem que enfrenta um dilema moral depois de se infiltrar em um grupo de mafiosos franceses.

No entanto, a situação ganha um novo rumo quando o filho do chefe, um garoto de oito anos, entra na jogada.

Ao construir uma inesperada amizade com o menino, Adam põe a missão em risco, uma vez que a relação pessoal se sobressai à profissional em uma trama repleta de ação e momentos imprevisíveis.

Escrito e dirigido por Morgan S. Dalibert (também de ‘Bala Perdida’), o longa teve uma aceitação considerável entre os críticos, acumulando 75% de aprovação.

A análise do diz que:

“Com boas atuações de seu elenco, ‘Agente Infiltrado‘ conduz o público por uma violenta e sangrenta jornada de duas horas. A violência pode ser demais para alguns. No entanto, para os amantes da ação, será um filme que vale a pena visitar.”

Entre os assinantes da Netflix, o longa também ganhou uma recepção bem favorável, já que ocupa a 2ª posição entre os mais assistidos da semana.

Confira também as reações nas redes sociais:

Dica de Filme | A poética e a profunda beleza de ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’

Há uma espécie de sensibilidade duplicada no talento de Céline Sciamma refletida com clareza e paixão ardentes em seus longas-metragens: desde o honrável trabalho feito em Les Revenants’ (que ganhou uma versão hollywoodiana pré-fabricada) e sua investida no revolucionário e cândido Tomboy’ até as ácidas críticas promovidas por Garotas, a diretora francesa sempre conseguiu transmitir suas necessárias perspectivas para as telonas, invadindo o cinema mainstream e tornando-se um dos nomes mais prolíficos da indústria contemporânea. E é claro que, como espectadora dos recentes e problemáticos eventos, ela retornaria aos holofotes com o lançamento do incrível Retrato de uma Jovem em Chamas, cuja temática ambígua é explorada com crueza ao longo dos mais de 120 minutos.

O drama histórico parte de uma premissa simples o bastante para ser absorvido pelo público – e metafórica demais para que sua simbologia seja aproveitada pelos céticos: ambientada na França litorânea do século XVII, Marianne (Noémie Merlant), uma talentosa pintora, é contratada por uma importante Condessa (Valeria Golino) para pintar o retrato de sua única filha, Héloïse (Adèle Haenel). Entretanto, o trabalho é mais difícil do que aparenta, visto que a primogênita está prometida para um homem milanês e recusa-se a posar, desejando retomar algum controle sobre sua vida predestinada; dessa forma, Marianne deve fingir ser uma dama de companhia e, às escondidas, realizar a pintura. 

Sciamma poderia muito bem se render a qualquer outra produção fílmica dos últimos anos e focar em um romance previsível pela própria estética imprimida; entretanto, a cineasta nos guia através de um relacionamento inesperado entre as duas protagonistas enquanto desenvolve temas analíticos, flagelados com uma engessada e inescapável construção social que premedita a ruína desse enlace febril. Marianne, tímida e calada a princípio, solta-se à medida que passa a conhecer Héloïse, nutrindo de certa empatia por sua rebelde amargura e, dessa forma, colocando-se em seu lugar até se transformar em uma extensão espiritual. 

Não é surpresa que a resolução do primeiro ato vem cedo demais, ao mesmo tempo que pavimenta o caminho para o restante da narrativa. A pintora, depois de terminar o árduo trabalho, vai até sua empregadora e pede para que conte toda a verdade. Entretanto, o tiro sai pela culatra quando, esperando uma retaliação por parte da jovem, tem o trabalho recebido com anêmica desaprovação e uma troca de farpas incrivelmente construída pelo ritmado roteiro. Marianne, dessa forma, destrói o quadro ao borrar o rosto da “musa” – cujo significado para o microcosmos e para o arco da personagem vão para muito além de um simples acesso de raiva: ela se sente culpada por não capturar a magnética essência de sua adorada e traz uma explicação do motivo de tantos outros artistas também não conseguirem o feito. 

O filme dá dicas das inspirações que resgata de clássicas histórias, permitindo que elas estejam explícitas no pano de fundo e, em contradição, fundem-se a um pastiche iconográfico que transforma a obra em si numa rendição metalinguística de peso dramático chocante. O mito de Orfeu e Eurídice é a base que leva o casal a um patamar místico e trágico: assim como Orfeu, Marianne parece viajar a uma representação palpável do Inferno para resgatar alguém por quem, diferente do herói grego, não pretendia se apaixonar. Infelizmente, ambas as personas se veem num caminho rumo à ruína, olhando para trás vezes demais para que conseguissem o amor eterno. 

As inclinações metafísicas participam de um intimismo cênico capturado com sabedoria por Sciamma. A artista, afeiçoando-se à figura de Héloïse, passa a cuidar dela e a enxergá-la dentro de um prospecto de pura felicidade – isso é, até que a Condessa volte de sua viagem e leve o retrato pronto para o futuro marido. É por esse motivo mesmo que Marianne passa a ver uma visão idealizada e tradicionalista de sua amada na escuridão dos longos corredores do casarão, insurgindo numa redoma fantasmagórica com um longo e inebriante vestido de casamento branco (cujos temores se concretizam pouco antes do catártico grand finale). 

Movidas pela enérgica peça As Quatro Estações’, de Vivaldi, as protagonistas são convidadas a uma última dança, coreografada com beleza teatral pela diretora, e até mesmo nos fazem aceitar esse convite, engolfando-nos em uma melódica jornada a um final que se exila nas desafortunadas andanças de uma época marcada por morais conservadoras. É dessa forma que Retrato de uma Jovem em Chamas encontra o seu duplo, sua ambiguidade proposital que transforma-se num solene e agonizante solilóquio romântico.

‘Os Winchesters’: Série derivada de ‘Supernatural’ é CANCELADA após uma temporada

A CW cancelou oficialmente a série ‘Os Winchesters‘, spin-off de ‘Supernatural‘, depois de apenas uma temporada.

“Enquanto construímos a nova CW, nós tivemos que tomar algumas decisões difíceis em nossa programação. Agradecemos nossos parceiros na Warner Bros, o elenco e a equipe criativa da série pelo trabalho duro, talento e dedicação,” declarou a emissora em um comunicado oficial.

A produção registrou uma média de 0.2 na demo, e um total de 790 mil espectadores. Em termos de comparação, a série representava a sétima maior audiência do canal (dentre 14 dramas) e o segundo maior índice demográfico (atrás apenas de ‘All American‘).

Anteriormente, o produtor Robbie Thompson havia revelado que a primeira temporada terminaria com uma conclusão satisfatória – caso a série não fosse renovada: “Falei com nossos parceiros da Warner Bros. porque, obviamente, não temos certeza do que irá acontecer. Conversamos sobre lugares… que talvez tenhamos que procurar no futuro [se a série não for renovada e precisar de uma nova casa]. Fiquei contente por estarmos indo na direção certa [da série] mesmo havendo mais histórias para contar […] e que o final será satisfatório sem deixar as pessoas esperando por mais, porque isso é sempre ruim.”

A série é narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show explora as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo. Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco. Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”

10 Séries do Ano Passado Canceladas Tão Rapidamente que Você nem Conseguiu Assistir!

São os fãs do entretenimento audiovisual quem ditam o que fará sucesso e o que será ignorado. Sempre foi assim e sempre será. No cinema, as bilheterias são o retorno que determinadas produções precisam ter, para saber se os filmes estão sendo abraçados pelo público. Na TV, são os números da audiência. A medida é sempre um número significativo o bastante para justificar o investimento. Se uma produção é cara, não adianta ter meia dúzia de fãs ardorosos. O espectador é que termina sempre sofrendo ao perceber que aquela série que tanto gostava terminou cancelada. Mas pense sempre que essa atitude é muito estudada pelos responsáveis – e nunca o caso é pura e simplesmente sadismo. Se algum estúdio cancela uma série, pode ter certeza que ela não deu o retorno esperado.

Pensando nisso, trazemos uma nova matéria com as séries mais badaladas do ano passado, que contavam com grandes nomes na frente ou atrás das câmeras, mas que por alguma razão falharam em se comunicar com o público (apesar do potencial) e terminaram canceladas em sua primeira temporada, sem que grande parte da audiência conseguisse assisti-las ou, pior ainda, tomasse conhecimento de sua existência. Confira abaixo.

1899

Começamos com um item que se tornou bem famoso e que muitos não entenderam seu cancelamento. Produção original da Netflix, ‘1899’ é a nova série alemã dos mesmos criadores da elogiadíssima ‘Dark’ (2017-2020). ‘Dark’ durou três temporadas e era considerada pelos críticos e pelos fãs como uma ‘Stranger Things’ menos infantil e mais barra-pesada. Assim, a dupla de criadores Baran bo Odar e Jantje Friese deram asas à sua imaginação para um novo trabalho. A trama gira em torno de uma viagem de navio de diversos imigrantes de diferentes nacionalidades, deixando o velho mundo para começar uma vida nova. No percurso descobrem um navio naufragado e tem início um terrível pesadelo. O programa foi cancelado pela Netflix após 8 episódios da primeira temporada.

Resident Evil

Outra série da Netflix que fracassou em criar conexão com o público. A Netflix é uma das plataformas de streamings que lança mais conteúdo original. Assim, é apenas natural que deste número abundante muita coisa não sobreviva e termine eliminada. A primeira série em live-action do famoso videogame não deu muita sorte e terminou cancelada após 8 episódios de sua primeira temporada. O foco aqui era nos primórdios da companhia Umbrella. Aliás, ‘Resident Evil’ não tem tido o melhor desempenho ultimamente, com o reboot da franquia no cinema igualmente fracassando.

O Clube da Meia-Noite

Que surpresa, outra série da Netflix! Nem mesmo o diretor Mike Flanagan está a salvo dos cortes da empresa – isto é, não que tenha sido algo gratuito. A parceria entre Flanagan e a Netflix em séries data de 2018, e sempre rendeu produções frutíferas e para lá de elogiadas – vide ‘A Maldição da Residência Hill’ (2018), ‘A Maldição da Mansão Bly’ (2020) e ‘Missa da Meia Noite’ (2021). Aqui, porém, ao contar sobre um grupo de jovens numa clínica, que se reúne à meia-noite para contar histórias de terror, o charme do cineasta falhou e a produção teve apenas 10 episódios.

A Mulher do Viajante no Tempo

Agora damos um breve descanso para a Netflix, e nos concentraremos em uma série da HBO Max. Existem certos materiais que parecem ser azarados. Esse é o caso com o livro cult de romance e ficção científica ‘The Time Traveler’s Wife’, de Audrey Niffenegger. A primeira adaptação do livro foi para o cinema em 2009, com o título ‘Te Amarei para Sempre’. Embora não tenha feito feio nas bilheterias, se tornou um fracasso de crítica. A nova versão se tornou uma série de TV – que falhou em cativar o público e foi cancelada com 6 episódios.

A Lenda do Tesouro Perdido

Para quem acha que apenas a Netflix faz séries que se tornam fracasso de público, pense de novo. Ninguém está livre disso, nem mesmo a Toda-Poderosa Disney. Foi exatamente essa tempestade enfrentada pela Disney+ ao lançar o programa baseado na série de filmes protagonizados por Nicolas Cage em 2004 e 2007 – que por sua vez são versões modernizadas de Indiana Jones. Boatos sobre um terceiro filme continuam a surgir, mas a empresa achou por bem antes criar um seriado dentro do mesmo universo, que trazia como protagonista a novata Lisette Olivera. E tudo o que a série durou foram 10 episódios antes de ser cancelada.

Night Sky

Agora pulamos para a Amazon Prime Video, a fim de termos uma lista verdadeiramente eclética e democrática. Afinal, por aqui já apareceram programas da Netflix, HBO Max e Disney+. Essa aqui é uma das mais elogiadas do lote, que contou com as presenças dos vencedores do Oscar Sissy Spacek e J.K. Simmons. A trama de ficção científica fala sobre um casal da terceira idade, que descobre um portal para um planeta estranho e deserto, no quintal de sua casa. Apesar do sucesso de crítica, quase ninguém assistiu e o programa foi cancelado após 8 episódios.

American Gigolo

Além das refilmagens, continuações tardias e reboots, uma onda que pegou Hollywood foi a de transformar filmes clássicos em séries de TV. Já deu certo no passado, mas aqui, por outro lado, não foi uma aposta que vingou. ‘Gigolô Americano’ foi originalmente um filme escrito e dirigido por Paul Schrader em 1980, com Richard Gere no papel protagonista – de um prostituto que se envolve numa trama de assassinato. Para a reimaginação da ideia entrou em cena Jon Bernthal pegando para si o papel de Julian. A série da Paramount Television durou apenas 8 episódios.

Deixa Ela Entrar

Outra série baseada em uma produção cinematográfica, essa no caso uma obra cult de terror e suspense. O filme sueco ‘Deixa Ela Entrar’ (2008) é, por sua vez, baseado no livro de John Ajvide Lindqvist, sobre um menino solitário, que sofre bullying, fazendo amizade com a misteriosa nova vizinha de sua idade, que guarda um mistério assustador sobre sua origem. A produção sueca ganhou um remake americano em 2010, e ano passado a história foi levada às telinhas em uma série do canal Showtime – que teve vida curta e durou apenas 10 episódios.

The First Lady

Nem mesmo um elenco de peso consegue salvar uma série do cancelamento, caso a narrativa não crie conexão com o público. Foi esse o caso com ‘The First Lady’, seriado do Showtime e da Lionsgate que trouxe no elenco a vencedora do Oscar Viola Davis e a indicada ao Oscar Michelle Pfeiffer nos papeis de duas das primeiras-damas mais queridas dos EUA. Com direção da prestigiada cineasta Susanne Bier, a ideia era justamente mostrar os bastidores de um dos locais mais poderosos do mundo, a Casa Branca, sob a ótica de Michelle Obama, Betty Ford e Eleonor Roosevelt e a forma como influenciaram decisões importantes. Apesar disso, a série foi cancelada logo após os primeiros 10 episódios.

Blockbuster

Não teve jeito. Precisamos retornar a ela. A Netflix é realmente a plataforma de streaming que mais cancela séries – isso porque é também a que mais as produz. Protagonizada por Randall Park, essa série cômica tinha como foco a última locadora de vídeo Blockbuster dos EUA, cujo gerente lutava para evitar sua falência, em um mundo que já não precisa mais desse tipo de serviço. Seria mais interessante uma série focada na época de auge das locadoras e como a ideia surgiu. Seja como for, ‘Blockbuster’ só conseguiu se manter no ar por 10 episódios.

Bônus: Willow

Resolvemos colocar ‘Willow’ como bônus porque apesar de muitas fontes afirmarem que a série realmente foi cancelada pela Disney+ após a primeira temporada de 8 episódios, o criador do programa Jonathan Kasdan resolveu vir a público contradizer a afirmação. Segundo Kasdan, o seriado só dará uma pausa (sabe-se lá de quanto tempo), mas voltará. Esperemos para ver. ‘Willow’, é claro, foi uma aposta da Disney para reerguer o clássico filme de 1988, subtitulado por aqui ‘Na Terra da Magia’, e que veio junto na compra da LucasFilm.

‘Encaixotando Helena’ | 30 Anos de um dos Filmes Mais Polêmicos de Hollywood – Você Lembrava?

Encaixotando Helena’ recai naquela categoria de filmes que deram o que falar em sua época de lançamento, muito devido à sua trama extremamente controversa, e também por seus bastidores problemáticos, mas que com o tempo vão desaparecendo até caírem no ostracismo, sem que ninguém mais fale deles. Há exatos 30 anos, era impensável algum fã de cinema que não tivesse ouvido falar do longa. Hoje, grande parte do público, em especial os mais novos, talvez não lembre ou conheça esse título por si só bizarro.

A essa altura, é claro que Hollywood já havia tido sua cota de produções polêmicas em suas propostas – datando lá de trás quando Stanley Kubrick “chocou o mundo” com ‘Lolita’ em 1962, quando falamos de perversões sexuais. A década de 1960 foi revolucionária em diversos sentidos, mas as audiências da época ainda ficaram inquietas ao ver a história do homem de meia idade obcecado sexualmente por uma adolescente. Pulando para os anos 1990, a sociedade mundial já estava mais “calejada” quando o assunto era sexo no cinema, com atrizes realizando cenas de nudez em filmes americanos de grandes estúdios – algo impensado três décadas antes.

Encaixotando Helena’ ainda choca 30 anos depois do lançamento – muito mais por sua trama sádica, do que por sua sexualidade.

Foi na década de 1990 que o subgênero dos thrillers eróticos foi cimentado. E no ano anterior a ‘Encaixotando Helena’, por exemplo, tivemos exemplares como ‘Instinto Selvagem’ e ‘Corpo em Evidência’, filmes que extrapolavam na nudez, sexo e nas perversões eróticas, jogando na cara do espectador o que antes era apenas insinuado ou mostrado em filmes pornográficos. Essas eram grandes produções, realizadas por alguns dos maiores estúdios de Hollywood e contendo nomes famosos na frente das câmeras, como Michael Douglas, Sharon Stone e Madonna.

Assim, com estas produções esticando ainda mais a linha da censura, ‘Encaixotando Helena’ tinha todo o respaldo que precisava para deixar sua marca também – e colocar mais um nível acima de até onde a censura norte-americana permitia ir. A história aqui é sobre obsessão e loucura, sobre perversão e sadismo. E conta sobre um brilhante cirurgião chamado Dr. Nick Cavanaugh, rico e famoso, ele tem todas as peças de sua vida no lugar, e vive num estilo que muitos sonham e almejam. Mas esse doutor precisa urgentemente de terapia. Isso porque o sujeito é obcecado pela ex-namorada, Helena, e se recusa a aceitar que a relação terminou. Helena é uma mulher sedutora e dona de uma liberdade que causa inveja a pessoas como Nick.

Paixão, obsessão e loucura na relação entre o Dr. Nick (Julian Sands) e Helena (Sherilyn Fenn).

A relação causa ao sujeito doente o típico caso clínico de o quanto menos o companheiro oferece ao dependente emocional, mais ele se agarra com unhas e dentes ao nada. Helena é livre, e seguiu com sua vida, percebendo que o sujeito não era o tipo de pessoa que deseja. Mas eis que surge uma oportunidade de ouro para o médico psicopata, quando a mulher se envolve em um acidente e ele tem que operá-la. Ele realiza a cirurgia e a leva para casa em sua mansão para que ela se recupere sob seus cuidados. Já de cara, mesmo sem que percebesse muito, ela já havia se tornado prisioneira dele.

O que sucede na narrativa foi o suficiente para repelir muitos em relação ao filme, o considerando de mau gosto. Devido ao acidente, o sádico cirurgião se sentiu à vontade para exagerar de forma gritante na operação e terminou por amputar as duas pernas da mulher na altura do joelho. Helena, por outro lado, mesmo desolada pela crueldade do sujeito, não alivia seu temperamento explosivo, e o reduz a um tamanho microscópico, usando apenas a tortura psicológica. O famoso “esculacho” na linguagem popular. A mulher não se acomoda e continua extremamente combativa, inclusive fisicamente. O que leva ao vilão agora amputar seus dois braços, na altura dos cotovelos, a transformando assim numa estátua de Vênus de Milo viva.

A referência mais óbvia do filme é que Helena se torna a Vênus de Milo viva.

SPOILERS!

O tormento físico e psicológico é o núcleo do filme. A relação abusiva de mão dupla é agonizante para o espectador, mas pode ser também um estudo do comportamento humano e seus distúrbios. A obsessão se torna doença, e se torna violência, se torna crime. O protagonista sequestra e mutila sua vítima, fruto de seu desejo. Ela jamais será dele, e retribui a tortura atingindo o psicológico já abalado do sujeito. E quando achamos que não resta nada a não ser o caos, o filme dá uma guinada de 180 graus e traz uma reviravolta surpreendente. Tudo o que vimos durante a projeção não passava de um delírio do cirurgião momentos antes da operação. Na realidade, sua loucura continuou interna em sua cabeça e ele consegue realizar o procedimento de maneira adequada. Ela acorda na cama do hospital com todos os seus membros intactos. Melhor assim. Porém, o espectador que não sabia de nada, precisou passar pelo sofrimento agonizante do pesadelo junto aos personagens durante toda a projeção. O que resume o filme ao convite: “você quer viver meu pior pesadelo comigo?”. Tenho certeza que a maioria responderia, “não, obrigado”. Mas com filmes assim, não existe a hipótese de recusa, obrigando o espectador a embarcar junto na viagem infernal.

Fim do SPOILER!

Desagradável, sádico, de mau gosto, perverso e misógino são alguns dos adjetivos que podem definir o longa.

A ideia para lá de bizarra e sádica partiu da mente do produtor Philipe Caland, mas o sujeito queria que uma mulher desenvolvesse essa história em um roteiro. A proposta era justamente dar uma visão única feminina e para a personagem principal. Por isso, Helena fica bem longe de ser a heroína sofredora e indefesa, mesmo sem possuir qualquer mobilidade. Helena é dura e voraz, e mesmo sem ter a liberdade que é sua força motriz momentaneamente, jamais desiste de recuperá-la, ferindo igualmente seu atormentador.

Entra em cena a diretora Jennifer Lynch, filha do icônico David Lynch. O diretor, um dos mais cult a ter passado por esse planeta, coleciona obras únicas e diferentes, como ‘Veludo Azul’ (1986), ‘Coração Selvagem’ (1990) e o seriado ‘Twin Peaks’, que por si só são grandes estudos comportamentais das bizarrices humanas. Jennifer chamou atenção de Caland em uma leitura de poesia. Assim, o produtor fez a oferta para a jovem, que a princípio a rejeitou, a considerando “horrível”. Mas com a insistência do produtor, Jennifer acabou cedendo e escreveu o roteiro rapidamente, aos 19 anos de idade.

Jennifer Lynch, filha de David Lynch, foi quem escreveu e dirigiu uma das histórias mais macabras do cinema sobre um relacionamento “amoroso”.

Com o texto pronto, Jennifer Lynch estreou também na direção, mas essa não seria uma jornada fácil. Isso porque nenhum estúdio queria uma jovem loira de 19 anos no comando de uma obra polêmica como essa, e a cineasta precisou derrubar mais essa barreira de preconceito.

Para o papel principal de Helena, a estrela da música pop Madonna esteve vinculada por algum tempo. Madonna nesta época não era estranha a polêmicas, e havia acabado de protagonizar ‘Corpo em Evidência’. No entanto, perto do início das filmagens, a matéria girl desistiu e pulou fora do projeto. Lynch então correu para se encontrar com outra musa da época, a modelo transformada em atriz Kim Basinger. A loira havia acabado de sair do mega sucesso ‘Batman’ (1989), e nessa época era conhecida também pelo erótico ‘9 ½ Semanas de Amor’ (1986).

Kim Basinger chegou muito perto de ser a protagonista Helena, mas ao desistir se envolveu num famoso caso nos tribunais.

Kim Basinger concordou em protagonizar o filme, mas ao chegar perto da nova data de início das filmagens começou a dar para trás, exigindo mudanças significativas no roteiro. Tais mudanças exigidas por Basinger eram em relação a suavizar um pouco a protagonista, reduzindo sua agressividade e a transformando mais em vítima indefesa – justamente o que os realizadores não queriam que Helena fosse. Helena é hostil e humilha seu captor. Basinger também estava desconfortável com as cenas de nudez da personagem, apesar de naquela altura já ter realizado muitas nas telonas, como no citado romance erótico com Mickey Rourke.

O impasse entre Kim Basinger e os realizadores não chegou a um acordo, assim a estrela desistiu do projeto. Mas não sairia ilesa, já que em um dos casos mais notórios de produtores processando uma estrela por quebra de contrato, Kim Basinger foi a julgamento e ficou estipulado que precisaria pagar algo em torno de US$8.1 milhões para os realizadores – fato que a colocou na falência. Em 1994, apelando a um novo veredito, Kim Basinger fechou acordo de US$3.8 milhões para a produção. O mais irônico disso tudo é que a bilheteria de ‘Encaixotando Helena’ foi de menos de US$2 milhões, fazendo o maior lucro em relação ao filme vir do processo perdido de sua ex-estrela.

Com a saída de Basinger, Helena assumia as formas da corajosa e menos conhecida Sherilyn Fenn, de ‘Twin Peaks’.

No lugar de Kim Basinger era finalmente escalada a morena Sherilyn Fenn, famosa na época pelo papel de Audrey Horn, justamente do seriado ‘Twin Peaks’, de David Lynch – que era febre no início dos anos 90, com exibições nos domingos da Globo após o Fantástico aqui no Brasil. No papel do antagonista, também existiram mudanças de última hora. O ator pensado inicialmente era Ed Harris, saído do cult ‘O Segredo do Abismo’, que cansou de esperar o início das filmagens, dizendo que precisava tocar sua vida, e seguiu para fazer ‘A Firma’ e ‘Trocas Macabras’. Em seu lugar entrava Julian Sands, conhecido por seus papeis em ‘Warlock: O Demônio’ (1989) e ‘Aracnofobia’ (1990).

Encaixotando Helena’ estreou no Festival de Sundance em janeiro de 1993, onde causou frisson e foi recebido de forma favorável. No entanto, bastou sua estreia oficial em grande circuito nos EUA em 3 de setembro de 1993, para a sorte do longa mudar e a obra ter poucos defensores, como o crítico Gene Siskel, do Chicago Tribune. No Brasil, o filme veria a estreia no dia 8 de abril de 1994. O orçamento total do longa não é muito divulgado, mas sua bilheteria chegou a US$1.796 milhão nos EUA. Sua maior vitória, no entanto, foi mesmo nos tribunais, na forma de um atestado contra as estrelas de Hollywood.

‘A Pequena Sereia’: Diretor rasga ELOGIOS à atuação de Halle Bailey como Ariel

Durante uma entrevista ao Comic Book, Rob Marshall, diretor do aguardado filme ‘A Pequena Sereia‘, não poupou elogios à atuação de Halle Bailey, destacando a impressionante performance da atriz e cantora em seu primeiro papel de destaque nas telonas interpretando a princesa Ariel.

“Ela nunca tinha feito algo assim antes. Depois ela me contou que estava assustada todos os dias, o que eu não sabia. Eu nunca senti medo nela. Ela parecia tranquila o tempo todo, absorvendo tudo o que nós dizíamos. Ela absorveu tudo tão rapidamente, mas o fez com bom gosto”, afirmou Marshall.

O diretor ficou impressionado com a capacidade de Halle em enfrentar os desafios e medos durante as gravações, revelando que sua tranquilidade e dedicação eram evidentes. Marshall também elogiou a habilidade natural da atriz em lidar com a câmera, enfatizando sua autenticidade diante das lentes.

“É interessante. Ela entendeu a câmera imediatamente. Foi muito natural. Você pode ver que ela é natural e autêntica na frente da câmera. Dizem que a câmera precisa adorar você, e a câmera a adora. É algo que está nela. Eu estou ansioso para vê-la se tornar uma estrela de cinema. É muito empolgante”, declarou o diretor.

Lembrando que as primeiras reações ao longa-metragem já despontaram nas redes sociais.

No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.

Confira:

A Pequena Sereia foi uma surpresa agradável. A voz de Halle Bailey é surreal. Nunca conseguirei cantar “Part of Your World” no karaokê de novo. Pontos altos: Daveed Diggs (não é algo fácil quando você dubla um caranguejo ‘realista’) e Melissa McCarthy (uma escolha segura, mas ela arrasou)”.

A Pequena Sereia é a melhor adaptação live-action da Disney até hoje. Halle Bailey é Ariel. Aplausos para o time de efeitos sonoros. Boas mudanças, apesar da nova música ter muito autotune. Poderia assistir a essa versão de “Under the Sea” o dia todo, foi o ponto alto de tudo”.

A Pequena Sereia é um remake em live-action que retém o coração e a alma da história que amamos – e a eleva ainda mais com uma performance perfeita de Halle Bailey. Ela nasceu para estar nas telonas e ela é o motivo desse filme valer a pena”.

A Pequena Sereia chega perto de ser o melhor live-action da Disney, mas ainda tropeça no departamento da vilã. Halle Bailey é Ariel e eu tive arrepios com sua performance. Essa é a uma versão [da história] como você nunca viu”.

A Pequena Sereia apenas acresce à magia do original. Em algumas áreas é exagerado, em outras, decepciona, mas é inquestionavelmente um dos melhores live-actions que a Disney construiu”.

O filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.

Dolph Lundgren revela quase ter SOCADO Sylvester Stallone durante as filmagens de ‘Os Mercenários’

Em uma entrevista para o programa In Depth With Graham Bensinger, Dolph Lundgren abriu o jogo sobre um incidente tenso que quase resultou em uma briga com Sylvester Stallone durante as gravações de ‘Os Mercenários‘. (via Variety)

Lundgren revelou os detalhes do ocorrido, destacando a intensidade da relação de trabalho com Stallone ao longo dos anos.

“Passamos por bons e maus momentos, quase como uma família em certa medida”, compartilhou Lundgren sobre sua duradoura parceria com Stallone. “Ele foi muito duro comigo em uma cena de ‘Os Mercenários’, onde ele gritou comigo na frente de toda a equipe e me fez repetir a cena cerca de 20 vezes. Ele disse coisas como: ‘Minha avó faria melhor do que isso. Que diabos você está fazendo?’ Foi constrangedor, especialmente porque havia imprensa internacional presente naquele dia.”

“Após o intervalo para o almoço, eu lembro que estava quase chorando. Fiquei realmente chateado. Liguei para minha esposa naquele momento e disse: ‘Se ele disser mais uma palavra, vou socá-lo e abandonar o filme. Vou dar um soco nele e sair’. Quando retornei ao set, as pessoas sentiram a tensão no ar. Mas, em seguida, senti um toque nas costas e era o Sly. Ele se desculpou e disse: ‘Vamos fazer outra tomada e seguir em frente’. Ao longo dos anos, tivemos alguns desentendimentos, mas o que posso dizer é que ele é um italiano maluco. Acredito que ele saiba que sempre o respeitei e o amei, e acho que é por isso que ainda somos amigos.”

Lembrando que os dois atores estarão de volta em ‘Os Mercenários 4‘, que estreia dia 22 de setembro de 2023 nos cinemas.

O elenco ainda contará com o retorno de Jason Statham e Randy Couture, além de introduzir 50 Cent, Megan Fox, Tony Jaa, Iko Iwais, Jacob Scipio, Levy Tran e Andy Garcia.

A história será focada em Lee Christmas (Statham), que viverá uma aventura ao lado da personagem de Fox.

Scott Waugh (‘O Poder e o Impossível’) será responsável pela direção, a partir do roteiro escrito por Spenser Cohen e revisado por Max Adams e John Joseph Connolly.

Lionsgate e Millennium Media irão produzir a sequência.

“Estamos animados em nos juntarmos com os nossos parceiros da Millennium Media para a nova sequência da franquia ‘Os Mercenários’,” declarou Jason Constantine, presidente da Lionsgate. “É muito divertido reunir esses astros para um filme cheio de ação. A nova sequência será nossa maior aventura até o momento.”

Crítica | Rainha Cleópatra: Fato e ficção se misturam em problemática série “documental” da Netflix

Um dos grandes fascínios da história da humanidade, Cleópatra carrega características quase mitológicas, que se mesclam com registros históricos e mistérios que jamais serão desvendados. De sua aflorada sensualidade a sua capacidade surpreendente de ser uma grande estrategista, ela atravessa os séculos como um retrato incompleto, mas fundamental da história antiga e – porque não – contemporânea. E se apropriando de todo esse arquétipo mitológico que a cerca, Jada Pinkett Smith assume a produção de Rainha Cleópatra, nova minissérie documental da Netflix que faz das lacunas do tempo, motivos suficiente para subverter e apagar a história do povo egípcio e macedônico.

Se esquivando de registros históricos centenários, Rainha Cleópatra já começa errado por sua pavorosa caracterização visual. Ignorando as origens genéticas e geográficas da monarca, a série se apropria da imprecisão de alguns dados para tentar reescrever a personagem, tornando-a uma mulher negra que sequer se aproxima dos inúmeros e confiáveis estudos que atestam sua ancestralidade. Usando a tática de que a verdade nem sempre é um fato universal, a produção faz um desserviço ao povo egípcio e macedônico, usando uma narrativa de dúvida – o máximo possível – para tentar redefinir essa mulher que ainda hoje permanece como um marco político-social e cultural ao redor do mundo.

Entremeando factoides em meio a eventos reais, Rainha Cleópatra não poderia ser considerada uma genuína produção documental. Com um pequeno leque de pesquisadores um tanto confusos e muito displicentes como entrevistados e trazendo Jada Pinkett Smith como a narradora, a série não desmistifica a faraó, mas faz questão de novelizar sua jornada com atuações medíocres e até mesmo…cafonas. Trazendo uma estética bela, mas que facilmente se percebe que foi feita com um orçamento mais restrito, a minissérie tenta emanar a opulência de Cleópatra, de Roma e do Egito, mas foca tanto em apelar para questões raciais incoerentes que acaba por padecer em seu baixo orçamento.

Exagerada e em alguns momentos excessivamente dramática, a minissérie traz Adele James em uma personificação barata e bem mediada de Cleópatra. Sem a mesma presença que Elizabeth Taylor tanto irradiava como a personagem, ela é reduzida a uma versão pobre e perene de uma das figuras mais intrigantes da história mundial. E com um figurino fraco, sem identidade e sem valor de produção, a ostentação que rege a vida da faraó se perde diante dos nossos olhos. E ao final de quase quatro horas de documentário, Rainha Cleópatra se encerra como uma pretensiosa e soberba versão fictícia de uma mulher que merecia muito mais respeito do que lhe fora dado aqui. Lamentável.