A versão sem censura de ‘M3GAN’ já chegou ao catálogo da versão norte-americana do Peacock.
E, de acordo com o The Daily Beast não há diferenças gritantes em comparação com a versão exibida nos cinemas, então não espere cenas inéditas ou um corte de maior duração.
Ao que parece, a maior mudança na versão sem censura é que há mais sangue, mais violência e mais palavrões… Nada que traga um novo ponto de vista à trama.
Dentre as cenas mais explicitas, é possível ver o sangue da cabeça de Brandon (Jack Cassidy) jorrar logo após M3GAN arrancar sua orelha.
A cena de matança nos escritórios da Funki também é muito mais brutal e sangrenta, principalmente o momento do elevador.
Quanto aos palavrões, a maioria deles é dita pela personagem de Allison Williams, a roboticista responsável pela criação da boneca assassina.
Na cena original em que M3GAN ameaça a personagem de Williams para manter sua sobrinha fora da sala no final do filme, a boneca diz:
“Se ela entrar nesta sala, vou arrancar a cabeça dela do pescoço, juro por Deus”.
Na versão sem classificação, a fala muda para:
“Se ela entrar nesta sala, vou arrancar a cabeça dela direto da p*rr# do seu pescoço.”
Há alguns dias, a Universal Pictures divulgou dois clipes da nova versão, destacando o quanto M3GAN é violenta.
No original, Williams interpreta a roboticista que cria M3GAN (Amie Donald) para sua sobrinha órfã, Cady (McGraw), na tentativa de ajudá-la a superar a morte dos pais.
Williams também será uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).
No entanto, o diretor Gerard Johnstone, ainda não teve seu retorno confirmado.
Ao longo dos últimos anos, a Netflix vem recebendo bastante críticas por seus frequentes cancelamentos de séries, muitos delas consideradas atrativas e promissoras por grande parte dos assinantes.
No mais recente anúncio de cancelamentos, a plataforma de streaming divulgou que não iria renovar cinco de suas séries, incluindo ‘Sombra e Ossos‘, considerada por muitos como a melhor adaptação literária presente no catálogo.
Os outros cancelamentos incluem as animações ‘Agent Elvis’ e ‘Capitão Fall‘, o drama ‘Glamorous‘ e comédia sci-fi ‘Farzar‘.
De acordo com The Independent, a causa dos cancelamentos foi devido às greve de roteiristas e atores que aconteceram este ano, já que “as plataformas de streaming estão tendo que tomar decisões sobre suas propriedades existentes, e espera-se que muitos possam sofrer um corte prematuro devido ao aumento dos custos depois que a produção de todos os projetos foi paralisada enquanto os roteiristas e atores protestavam por uma compensação mais justa”.
Como mencionado, o cancelamento de ‘Sombra e Ossos‘ deixou vários fãs chateados, e alguns ainda torcem para que a decisão seja revertida.
A série de fantasia é baseada nos romances do denominado Grishaverse, de Leigh Bardugo, que inclui três livros de ‘Sombra e Ossos’ e dois livros de ‘Six of Crows‘.
Embora tenha tido sucesso o suficiente entre o público, parece que a Netflix não vai voltar atrás.
Após a repercussão, Bardugo se manifestou sobre a decisão.
Em seu perfil do Instagram, ela publicou um texto, dizendo:
“Amigos, vocês provavelmente já ouviram falar que não haverá terceira temporada de ‘Sombra e Ossos’ e nenhum spinoff de ‘Six of Crows’. A notícia me atingiu duramente. Estou com o coração partido e profundamente decepcionada, mas também estou tentando manter minha gratidão. A maioria dos autores nunca consegue ver seu trabalho adaptado. Muitos que o fazem acabam se arrependendo da experiência. Eu sou um daqueles poucos sortudos que conseguem olhar para uma adaptação com orgulho e tremenda alegria. Sou muito grato aos nossos roteiristas, à nossa equipe e ao nosso elenco extraordinário, que não são apenas extremamente talentosos, mas também pessoas genuinamente boas.”
Ela continua:
“Acima de tudo, eu quero dizer o quanto sou grato às pessoas que estão lendo isso – quer você tenha encontrado os livros primeiro ou os descoberto através do programa. O Grishaverse é um lugar melhor por sua causa e estou muito grato por cada tweet, postagem, comentário, resenha, arte, fic, tatuagem e cosplay que ajudaram a tornar tudo isso possível. Somos pessoas de livros e isso significa que nunca paramos de imaginar que a magia pode se tornar real. Vocês são a prova disso. Agora, eu vou chorar e talvez tomar uma bebida e depois ver aonde a história nos leva a seguir. Sem lamentações, Leigh.”
A decisão foi tomada uma semana depois do término da greve do SAG-AFTRA, enquanto os streaming continua a analisar o impacto do período de paralização que durou por cerca de sete meses.
De acordo com o Deadline, a segunda temporada de ‘Sombra e Ossos‘ permaneceu por apenas cinco semanas no TOP 10 das produções mais populares da Netflix, falhando em alcançar o topo.
A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.
Era a década de 60 e elaborar uma nova história para o Batman era muito sobre ponderar como ela poderia ser apropriada para audiências mais jovens. Devido às restrições impostas pelas regras da então Comic Code Authority sobre o teor das histórias, muitos autores das grandes editoras simplesmente optaram por entregar histórias que carregavam diversos elementos de comédia, lições de moral e um descolamento notável da realidade.
Sob o rótulo de que quadrinhos eram um passatempo exclusivamente infantil (o que até aquele período não era uma mentira pois a indústria nasceu para esse público) a vontade de dialogar por meio daquelas histórias e personagens sobre os problemas que o mundo enfrentava foi, em mais de uma ocasião, soterrada em prol de evitar problemas com o governo. A questão toda é que a geração que leu a primeira Action Comics ou a Detective Comics #27 tinha crescido e sentia que a indústria também precisava mudar.
Para os títulos focados no Batman, em específico, esse período foi uma época de desconstrução da imagem originalmente concebida por Bill Finger e Bob Kane na década de 40, que muito era identificada com as antigas histórias pulp e com os folhetins policiais. Influenciada pela série de TV estrelada por Adam West e pela censura do já mencionado órgão público, a DC Comics priorizou a escolha por histórias que focassem bastante na dupla dinâmica (pois assim seria mais fácil atrair o público jovem do que tendo uma aventura solo do Batman) e na suavização da violência tão inerente ao personagem.
Nos anos 50 e 60 a imagem do Batman era indissociável do Robin
Essa instrução editorial mudou quando Julius Schwartz se tornou editor na DC e com isso estabeleceu maior liberdade para a equipe criativa. Dessa forma novos personagens surgiram no panteão do Homem Morcego com a principal sendo a Batgirl (Barbara Gordon) na Detective Comics #359em 1967. Junto a reformulação de Schwartz veio o escritor Dennis O’Neil, que até então era um freelancer da antiga Charlton Comics, cuja ambição era chacoalhar o mercado editorial.
Isso levaria à histórica edição Green Lantern\Green Arrow Vol #5 de 1983, no qual se estabeleceu um intenso debate sobre a epidemia de drogas na sociedade quando a dupla heroica do título descobre que o ajudante do Arqueiro Verde, Ricardito, está viciado. No entanto, antes disso, O’Neil deixou outra marca na DC, essa de fato seria lembrada nos anos seguintes quando avaliado seu trabalho na empresa: o resgate do Batman.
Numa inesquecível parceria com o ilustrador Neil Adams, o trabalho de O’Neil resgatou parcialmente o clima original das histórias do Batman, voltando a priorizar sua personalidade detetivesca e a violência de inimigos como o Coringa (este também totalmente reformulado após Batman #251 de 1973). Sob sua direção novos vilões surgiriam como Ra’s al Ghul, sua filha Talia e outros antigos seriam resgatados como o já mencionado palhaço príncipe do crime e o Duas-Caras.
A fase em que O’Neil esteve à frente do personagem foi um momento de renascimento
A nova abordagem mais madura consciente de O’Neil induziu o jovem autor Frank Miller a se juntar à DC Comics em 1983. Ambos já se conheciam desde os tempos de Marvel Comics, quando Miller assumiu as revistas do Demolidor em 1979 e O’Neil era editor da empresa. A abordagem sombria conferida pelo autor para as histórias do vigilante de Hell’s Kitchen atraíram a atenção do editor, e do público também. Seu primeiro trabalho de fato para a DC foi a minissérie de seis edições Ronin entre 1983 e 1984.
Seu conceito na indústria apenas cresceria no decorrer da década de 80, principalmente no ano de 1986. O autor recebe uma proposta do DC Comics para compor uma minissérie em quatro edições para o Batman que estivesse fora da continuidade vigente do personagem até então, ou seja uma trama em um universo paralelo. Depois de reescrever o roteiro pelo menos quatro vezes, Miller chegou a uma trama central.
A história se passaria alguns anos no futuro, onde o Batman já está idoso e aposentado mas muito longe de estar em paz consigo mesmo. O segundo Robin (Jason Todd) havia morrido, o primeiro (Dick Grayson) cortou laços com ele, Gordon estava em vias de se aposentar e a situação social de Gotham deteriorava mais e mais a cada dia, ao passo que as maiores ameaças não eram mais seus antigos inimigos excêntricos mas uma nova gangue intitulada Mutantes, estes dotados de uma selvageria inimaginável.
Bruce Wayne pode ter perdido todos os seus aliados mas não irá perder Gotham
O quadrinista também queria conferir um papel especial para a mídia ao longo do desenvolvimento da trama. Em uma nota escrita por ele em 2006 e publicada na edição definitiva da obra, ele traz um pouco sobre a mídia como ferramenta narrativa. “O Cavaleiro das Trevas é, obviamente, uma história do Batman. Em grande parte, procurei usar a escalada da criminalidade ao meu redor para retratar um mundo que precisava de um gênio obsessivo, hercúleo e razoavelmente maníaco para pôr as coisas em ordem…Eu não guardei meu veneno mais poderoso para o Coringa ou Duas-Caras, mas para as insípidas e apelativas figuras da mídia que cobriam de forma tão pobre os conflitos daquela época.”
O tom satírico é, realmente, essencial para se entender a construção do mundo presente na minissérie. Constantemente ocorrem cortes na narrativa focada em Bruce Wayne para mostrar as opiniões proferidas por jornalistas, psiquiatras e até o então presidente Ronald Reagan. O autor faz jus ao mencionado “veneno” e “cobertura pobre” mencionados na nota e sempre faz questão de representar as figuras que aparecem na televisão como propositalmente mau intencionadas ou totalmente ignorantes à pauta a qual elas estão noticiando.
A violência social, também mencionada por ele na nota, é outro elemento presente como ferramenta narrativa. Majoritariamente praticada pela já mencionada gangue Mutante para mostrar que o ambiente de Gotham havia se degradado a um ponto sem volta, utilizada pelo próprio Batman como um recurso necessário para lidar com esse novo inimigo e pelo Coringa para chamar a atenção de seu nêmesis uma última vez. Curiosamente o Superman, que aqui atua como um agente do governo mandado para matar o Batman, é o único dos grandes personagens a evitar o apelo à violência e quando o faz ele se mantém controlado.
A violência explícita marca o último embate entre o cavaleiro das trevas e o palhaço
Ao final do seu período de publicação, O Retorno do Cavaleiro das Trevas havia enterrado de vez no passado quaisquer regras de que o Batman era um personagem que deveria viver a par do que acontecia no mundo. As velhas regras sobre suavizar com comédia ou da necessidade de ter o Robin em todas as histórias foram descartadas. O Coringa não era mais um palhaço comediante com planos leves, o Superman não era mais o escoteiro da verdade e justiça e o Batman não era mais Adam West.
A recepção positiva da Grafic Novel foi imediata e diretamente responsável por uma nova onda estilística na indústria dos quadrinhos. Seu tom de história violento e com bases fincadas em assuntos reais levaria à explosão de quadrinhos exagerados nos anos 90 (principalmente aquelas feitas pelo Rob Liefeld), que de toda forma tentaram em vão copiar a mesma mensagem passada pelas obras de Miller ou Moore anos antes.
O Retorno do Cavaleiro das Trevas ainda teve duas sequências. Uma lançada em 2001 se passando algum tempo após o fim da história original e outra em 2015, dando sequência ao segundo capítulo. Mesmo tendo a participação do autor, ambas as continuações tiveram ou uma recepção mista (2015) ou foram completamente repelidas por público e crítica (2001).
Majoritariamente a fonte das reprovações giram em torno das decisões criativas de Miller em seguir “forçando” continuações de uma história que já tinha início, meio e fim; além, principalmente, dos traços do autor (que também atua como ilustrador das histórias) cuja estética é facilmente incompreensível e até grotesca. Mesmo assim, o personagem Batman nunca mais foi o mesmo após a minissérie de 1986; nem ele, nem a indústria e, correndo em paralelo mas não diretamente relacionado com os quadrinhos, o mundo.
O live-action de ‘Hércules‘ estava avançando em desenvolvimento antes das greves em Hollywood, com rumores agora circulando sobre a possibilidade de Ariana Grande assumir o papel de Megara.
De acordo com informações do The DisInsider, há indícios de que a cantora, que estava gravando o musical ‘Wicked‘ antes da greve, vem sendo considerada pelo estúdio há um tempo considerável.
No entanto, ainda não foi confirmado se a Disney fez abordagens formais à Ariana Grande.
Vale lembrar que o filme será dirigido porGuy Ritchie, e marca o retorno do diretor aos estúdios Disney depois que dirigiu a versão live-action de ‘Aladdin‘, em 2019.
Como o longa faturou US$ 1,051 bilhão, faz todo sentido que a companhia queira voltar a colaborar com o cineasta.
Por enquanto, a Disney está à procura de roteiristas para aperfeiçoarem o rascunho escrito por Dave Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’).
Para quem não se lembra, a animação original acompanha o semi-deus sendo desfiado por seu pai, Zeus, a testes de força e humildade para alcançar a divindade. Para isso, ele conta com a ajuda de Phil, um excêntrico sátiro que se torna seu treinador, enquanto tenta lidar com as armadilhas de Hades e sua paixão pela bela Meg.
Caso o remake siga a mesma linha de outros live-action, como ‘A Bela e a Fera‘ e ‘O Rei Leão‘, os fãs devem esperar que muitas das músicas clássicas apareçam na trilha sonora.
No original, Alan Menken escreveu a música tema, então não seria uma surpresa vê-lo retornar para o remake.
Vale lembrar que o projeto ainda está nos estágios iniciais, então não há elenco confirmado e nem previsão de estreia.
A atriz Drew Barrymore, grande amiga de Adam Sandler, confirmou a produção de ‘Um Maluco no Golfe 2’, sequência da comédia de sucesso de 1996.
Segundo o Deadline, em um clipe de prévia do episódio de sexta-feira do “The Drew Barrymore Show”, a apresentadora falou sobre a grande novidade:
“Eu quero isso. Eu preciso disso. E fiquei acordada a noite toda ontem com minha filha assistindo a Billy Madison. Eu enviei a Sandler um vídeo disso, e então ele me mandou outro vídeo de volta, e estou esperando para ver se ele está confirmando sobre o roteiro de ‘Um Maluco no Golfe 2’.”
Mais tarde, Barrymore reforçou: “Isso acabou de chegar, eu tenho notícias de última hora. Eu vou apenas dizer isso, de acordo com minha fonte, está em processo”.
Ela reitera: “Há um processo, e esse processo está em andamento”.
Até o momento, não há mais detalhes sobre o filme.
Em ‘Um Maluco no Golfe’, “Happy Gilmore queria ser jogador profissional de hóquei, mas descobre um talento especial para o golfe. O atleta satírico e desbocado acaba ganhando dinheiro suficiente para ajudar sua avó, prestes a perder a casa por falta de pagamento de impostos. No entanto, seu sucesso como um herói improvável para o esporte incomoda os golfistas tradicionais”.
‘Sonic 3′ está prestes a estrear nos cinemas, trazendo o esperado confronto entre Sonic e Shadow. Com isso, muitos fãs estão se perguntando se veremos um novo derivado focado no vilão, dublado por Keanu Reeves.
Durante uma conversa com a ComicBook, Idris Elba, que dubla Knuckles, e Keanu Reeves, comentaram sobre a possibilidade.
“Eu estou dizendo…”, afirmou Elba, animado com a ideia. Reeves então sugeriu como “Shadow Knuckles”. Elba, em tom de brincadeira, respondeu: “Shadow Knuckles soa como o nome de uma banda”.
Quando questionado se uma nova temporada de ‘Knuckles’ ou um ‘Sonic 4’ seriam seus próximos passos na franquia, Elba brincou: “Uau, existe um Sonic 4? Você sabe mais do que eu, meu amigo”.
Ele acrescentou: “Eu adoraria fazer isso. Qualquer chance de entender melhor os personagens, em episódios diferentes… Se [os cineastas] estiverem dentro, eu também estou”.
Lembrando que ‘Sonic 3’ estreia em 25 de dezembro.
Segundo o Deadline, projeções recentes indicam que o terceiro capítulo da franquia tem chances de superar o final de semana de estreia de ‘Mufasa: O Rei Leão’ nas bilheterias dos EUA.
As informações apontam que ‘Sonic 3’ pode arrecadar um forte montante entre US$50 – US$55 milhões. Todavia, vale lembrar que a campanha de marketing de ‘Mufasa’ começará a partir desta semana, visto que uma prévia do longa será exibido antes das sessões de ‘O Rei Leão’.
Isso significa que há chances das projeções sofrerem alteração.
Nos EUA, o filme abre dia 20 de dezembro e vai entrar em conflito ‘Mufasa – O Rei Leão‘.
Sonic retorna às telonas nessa temporada de férias em sua aventura mais emocionante até agora. Sonic, Knuckles e Tails se reúnem contra um novo e poderoso adversário, Shadow, um vilão misterioso com poderes diferentes de tudo que eles já enfrentaram antes. Com suas habilidades superadas em todos os sentidos, a Equipe Sonic deve buscar uma aliança improvável na esperança de parar Shadow e proteger o planeta.
Vale destacar que Keanu Reeves dublará o vilão Shadow no novo filme.
Shadow é uma espécie de clone maligno do Sonic. Ora, como Shadow seria clone do Sonic, se o Sonic é bem mais novo que o Shadow? Fácil, por viagem no tempo é claro, afinal de contas viagem no tempo em sonic existe desde Sonic CD, então fica óbvio que sonic pode ter viajado ao passado e o Dr Gerald ter estudado ele por ter aparecido nas escrituras e murais equidnas por ser a verdadeira forma de vida suprema, e assim Gerald fez uma cópia (Shadow) para que pudesse estudá-la
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
Charlie Cox, o ator que interpreta o vigilante Demolidor no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), voltou a comentar sobre a possibilidade de aparecer nas telonas em ‘Vingadores: Apocalipse’, o aguardado longa que abordará a guerra multiversal.
Segundo o ComicBookMovie, ao ser questionado diretamente por um fã sobre sua participação no filme, Cox respondeu de forma categórica: “Não”.
Apesar da negativa, o ator já havia abordado o assunto com bom humor em outra ocasião, destacando a forma peculiar como as informações do MCU chegam ao elenco:
“Olha, a forma como a informação chega até nós normalmente é a mesma que chega a todo mundo. Historicamente tem sido assim. Alguém me mandou o link, eu procurei meu nome. Não está lá. Então… quem sabe um dia [risos]”, afirmou.
vale lembrar que ‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026.
A estrela Madelyn Cline, conhecida por seu trabalho nas séries ‘Outer Banks’ e ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’, revelou recentemente que já cogitou abertamente abandonar a carreira de atriz.
Conforme o Deadline, Cline comparou a experiência de filmar a um “ritual de tortura”, embora tenha feito questão de enfatizar que é “muito grata”pelas oportunidades.
A atriz descreveu as condições extremas de filmagem que frequentemente enfrenta, especialmente em projetos como ‘Outer Banks’: “Estou muito tempo no set, às vezes nadando com ratos ou ontem… nos colocam em condições extremas. Ontem eu estava encharcada, ventava muito e eu estava com frio”.
Cline expressou o quão desconfortáveis as filmagens podem ser: “Eu estava lá parada como um rato molhado, muito desconfortável. Acho que estou com pé de atleta agora. [Risos] Com certeza peguei uma ameba. Eu só pensava: isso é um ritual de tortura”.
Apesar das queixas, ela fez a ressalva sobre a gratidão pela profissão: “Não estou reclamando. Sou muito grata. Em trabalhos muito físicos, às vezes você precisa se esgotar, e como em qualquer emprego, há dias em que você simplesmente não quer fazer aquilo”.
Vale lembrar que seu trabalho mais recente é o filme “O Mapa Que Me Leva Até Você”, disponível no Prime Video
Baseado no livro homônimo escrito por J.P. Monninger, ‘O Mapa Que Me Leva Até Você‘ acompanha Heather (Madelyn Cline), uma jovem que se aventura pela Europa junto às suas melhores amigas antes de se estabelecer em sua vida perfeitamente planejada.
Quando seu caminho se cruza com o de Jack (KJ Apa), um rapaz carismático e misterioso, uma faísca imediata dá início a uma jornada emocional que nenhum dos dois esperava. À medida que a conexão entre eles se aprofunda, segredos testam a relação — e transformam a vida de Heather de uma forma que ela jamais poderia imaginar.
O aclamado cineasta Steven Spielberg relembrou recentemente suas repetidas tentativas frustradas de assumir a direção de um filme da franquia James Bond. Hoje consagrado como um dos maiores diretores da história do cinema, Spielberg revelou que, no início da carreira, precisou lidar com a recusa insistente dos produtores da saga do agente ‘007’.
De acordo com informações da Variety, o diretor chegou a fazer um apelo pessoal diretamente ao lendário produtor Cubby Broccoli logo após estourar em Hollywood:
“Procurei Cubby depois que Tubarão se tornou um grande sucesso. Eu sempre quis fazer um filme de James Bond desde o dia em que assisti a 007 Contra o Satânico Dr. No. Então liguei para Cubby depois de Tubarão e me ofereci para dirigir. Eu disse: ‘Se precisar de um diretor, adoraria dirigir um filme de Bond’. E ele disse não”, afirmou.
Anos mais tarde, uma nova oportunidade de negociação surgiu. Broccoli entrou em contato com Spielberg após o lançamento de ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau’ (1977). O produtor queria permissão para utilizar a icônica sequência musical de cinco notas do filme de ficção científica em uma cena de ‘007 Contra o Foguete da Morte’ (Moonraker).
Spielberg tentou usar a oportunidade como moeda de troca, mas sem sucesso:
“Eu disse: ‘Vou fazer um acordo com você. Dou permissão para usar as cinco notas se você me deixar dirigir um filme de Bond’. E ele disse não. Mas eu dei as cinco notas mesmo assim. Então eles me recusaram constantemente, pelo menos o Broccoli. Ele nunca explicou por que não me deixava entrar para a família Bond”, acrescentou.
Apesar da frustração na época, o cineasta revelou que essa sequência de portas fechadas acabou mudando os rumos de sua carreira para sempre e pavimentou o caminho para o nascimento de outro herói icônico dos cinemas.
“Quando contei essa história para George Lucas, em 1977, enquanto estávamos no Havaí nos preparando para o lançamento de Star Wars: Uma Nova Esperança, ele disse: ‘Eu tenho algo melhor que Bond. Chama-se Indiana Smith’, era esse o nome na época. Ele me contou a premissa da série Indiana Jones, e foi assim que consegui aquele trabalho. Então, se hoje me convidassem para dirigir um filme de James Bond, minha resposta seria: ‘Vocês não podem me pagar'”, concluiu.
O próximo filme de James Bond já tem sua equipe criativa em formação. O roteiro será assinado pelo aclamado roteirista britânicoSteven Knight, criador da popular série ‘Peaky Blinders’, conforme anunciado pela Amazon MGM Studios.
A direção da nova produção ficará a cargo do cineasta Denis Villeneuve, nome de prestígio e indicado ao Oscar, conhecido por sucessos como ‘Duna’ e ‘A Chegada’.
Depois que a animação Hotel Transilvânia fez um enorme sucesso, gerando diversas continuações e até uma série na Netflix, parecia claro queA Família Addams ganharia também uma nova adaptação feita aos moldes 3D. Sim, o clássico criado por Charles Addams já ganhou diversas interpretações, até releituras mais infantis, como a série animada que passou aqui no Brasil pelo SBT, além dos filmes live actions ou do programa de tv dos anos de 1960. Faltava então essa nova roupagem moderna, e que aconteceu primeiro lá em 2019, com o homônimo A Família Adamas. Animação que faturou bem e deu margem para uma sequência, A Família Addams 2:Pé na Estrada. O primeiro filme foi realmente legal e tinha um bom ritmo, ainda que faltasse a mesma energia do próprio Hotel Transilvânia, mas os personagens eram tão interessantes quanto os de Genndy Tartakovsky. Já essa segunda aventura, de certo modo, deixa a desejar nesses aspectos.
Teremos em breve a quarta parte de Hotel Transilvânia, que dessa vez não contará com Tartakovsky em seu line up, o que deve também dar um novo rumo ao estilo da série, bem como aconteceu a Família Addams. Mesmo sendo uma obra originalmente antiga, já tivemos momentos incríveis como aquele da sensacional Christina Ricci, como a Wandinha Addams, que no dia de Ação de Graças liderou uma rebelião contra aquelas pessoas que eram consideradas hipócritas ou normais demais pra eles; ou mesmo pelo fato dessa gente nunca compartilhar nada com pessoas menos favorecidas e que pensam diferente. E o conceito mais legal da Família Addams é justamente a ideia de como uma família tão estranha e “aterrorizante” possui entre si tanto amor e respeito, a sua maneira. O contrário de interpretações mais recentes e simplórias, que faz o oposto e tenta se encaixar no meio normativo, o que torna a obra genérica de maneira geral.
Mas, sim, pelo menos a estrutura deste Pé na Estrada segue a mesma ideia e possui grande respeito pelos contos originais da Família Addams, tal qual suas maiores influências dentro e fora do terror. Dessa vez temos uma espécie de road movie, pois a trama gira em torno de uma viagem de carro muito parecida com a animação produzida pela Hanna-Barbera em 1973. O humor da Família Addams sempre brincou com o contraste e a relação dos modos de vida. Onde de um lado vemos a tradicional família norte-americana tentando se conectar com todo anarquismo e terror abundante no grupo de protagonistas. Uma pena que não aproveitem bem essa ideia para ligar com o mote da trama, pois o fato de os Addams saírem da sua mansão para visitar os lugares mais conhecidos dos Estados Unidos, infelizmente, não garante piadas que apostam nesse confronto social, isso porque o roteiro é mais interessado em fazer tiradas cômicas bobinhas do que brincar com esses choques culturais.
Visualmente Pé na Estrada é um filme bonito e bem iluminado, trabalha de forma interessante com o humor físico e as criaturas dantescas, ainda que soe simplório em estilo e acabamento. Por outro lado, piadas envolvendo a cantora Billie Eilish e músicas como I Will Survive são um tanto caídas e clichês. Então quer dizer que tudo saiu mal ou medíocre demais? Eu diria que não, pois, ainda assim, A Família Addams 2 é uma aventura divertida que tem aquele clima de família, uma produção pra ver junto com a garotada. Além, é claro, dos personagens clássicos da obra continuarem carismáticos e engraçados, desde sua concepção visual e personalidade. Provavelmente o filme não fará o mesmo sucesso do anterior, até pelo momento pandêmico que estamos passando, mas vai garantir boas risadas e muita pipoca.
Indira Varma, atriz que fez parte das séries ‘Game of Thrones‘ e ‘Obi-Wan Kenobi‘ foi confirmada como parte do elenco de ‘Dune: The Sisterhood‘ (‘Duna: A Irmandade’, numa tradução livre), série que se passa no universo ‘Duna‘ e que chegará na HBO Max.
De acordo com o Deadline, Varma dará vida à Imperatriz Natalya, se juntando assim as já anunciadas Emily Watson (‘Chernobyl’) e Shirley Henderson (‘Bridget Jones’).
A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.
Por enquanto, ‘Dune: The Sisterhood‘ ainda não há previsão para a estreia da derivada.
Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!
Elenco: Alexander Nathan Etel, Emily Watson, Ben Chaplin, David Morrissey, Joel Tobeck, Craig Hall, Marshall Napier, Geraldine Brophy, Priyanka Xi, Adam Smith.
Direção: Jay RusselGênero: AventuraDistribuidora: Columbia PicturesEstreia: 04 de Janeiro de 2008
Sinopse:Um solitário menino encontra um ovo misterioso em um lago da Escócia. Após algum tempo chocando, sai de seu ovo um cavalo d’água, monstro mítico lendário. À partir daí, uma jornada de aventura e fantasia se inicia.
Curiosidades:
» O filme é baseado na obra de Dick King-Smith.
Com ‘Aliança do Crime‘ iniciando seus trabalhos na temporada de premiações essa semana durante o Festival de Veneza, Scott Cooper já começa observar projetos futuros.
E o primeiro deles é ‘American Wolf‘. Inspirado no livro de mesmo nome escrito por Nate Blakeslee, a trama relata a história de um caçador no parque nacional de Yellowstone que mata acidentalmente uma loba.
A partir daí, o rapaz começa uma amizade com a pesquisadora que trabalha na localidade. O mais interessante de tudo é que além de ser inspirado em história real, a morte da loba chamada O-Six gerou muita indignação nos Estados Unidos. Porém a caça é permitida em todo o parque. Sem dúvida, uma trama interessante e peculiar.
Na região sul de Boston nos anos 1970, o agente do FBI John Connolly (Joel Edgerton) convence o Mafioso irlandês James “Whitey” Bulger (Depp) a colaborar com o FBI e eliminar um inimigo comum: a máfia italiana. O drama conta a história verdadeira desta aliança inusitada, que saiu do controle, permitindo que Whitey descumprisse leis impunemente, consolidasse seu poder e se tornasse um dos gângsteres mais cruéis e poderosos da história de Boston.
A cinebiografia ‘The Founder‘, sobre o criador do McDonald’s, ganhou seu primeiro trailer.
Michael Keaton interpreta Ray Kroc, o criador da franquia global de hambúrgueres.
Assista:
O drama escrito por Robert Siegel (‘O Lutador, ‘Turbo’) seguirá a linha de ‘A Rede Social’, mostrando como Ray Kroc, um vendedor de Illinois, conheceu Mac e Dick McDonald, que comandavam uma rede de hambúrgueres no sul da Califórnia, na década de 1950.
Michael Keaton viverá o protagonista, Ray Kroc, que ficou impressionado com o veloz sistema de produção de comida da dupla e enxergou ali o potencial para uma franquia. Ele acabou tomando o controle da companhia dos irmãos e criou um império bilionário.
Laura Dern (‘Livre’) viverá Ethel, a negligenciada primeira esposa de Kroc, de quem se divorciou em 1961. Ele se casou mais duas vezes antes de sua morte em 1984.
A direção será de John Lee Hancock, que já dirigiu antes um filme sobre Walt Disney e a criadora de Mary Poppins, ‘Walt nos Bastidores de Mary Poppins’.
O lançamento de ‘The Founder’ nos EUA está marcado para 25 de novembro de 2016, bem na temporada pré-Oscar.
Totalmente revitalizado, o filme conta com o astro Chris Hemsworth, dirigido pelo mestre da comédia, Paul Feig, e produzido porIvan Reitman, que dirigiu ‘Os Caça-Fantasmas‘, e Dan Aykroyd , além de contar com outras participações muito especiais de parte do elenco original.
Respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.
Então, partiu já conferir o novo vídeo porque o trailer de ‘The Flash‘ está do jeito que os fãs da série agostam, eletrizante.
Assista:
A HQ Flashpoint é considerada a maior publicação da DC Comics em termos de unir todo o Universo DC. Escrita por Geoff Johns, ela é ambientada numa realidade alternativa onde Bruce Wayne está morto, Thomas Wayne é o Batman e não há Superman. Com isso, o único que se lembra da ordem dos fatos é Barry Allen, que fica chocado ao saber que sua mãe, Nora Allen, já morta, está viva nessa nova linha do tempo. O grande twist da história vem quando nos é revelado que Barry criou o universo Flashpoint para viajar de volta no tempo e impedir que o Flash-reverso matasse Nora. A tentativa de Barry para desfazer sua ação anterior e restaurar a linha do tempo original acaba por se tornar um meio de criação dos Novos 52.
A nova temporada de ‘The Flash‘ estreia dia 4 de outubro.
‘Eu Fico Loko‘ mostra a trajetória de Christian a partir da adolescência, quando sonhava ser popular, conquistar uma garota e descobrir sua vocação. Mas a cada tentativa ele se dá mal, acumulando experiências que viraram matéria prima para os vídeos do seu canal do YouTube, ‘Eu Fico Loko‘, que finalmente o levou ao sucesso.
Curiosidades:
» No papel do protagonista, além do próprio Christian, os atores Cauã Gonçalves Pereira (Christian com 10 anos) e Filipe Bragança (Christian com 15 anos) interpretam o garoto em duas fases diferentes. Também estão no elenco Alessandra Negrini, como a mãe do Christian; Marcello Airoldi, como o pai; Suely Franco como a avó; e ainda Giovanna Moreira, Geovana Padalino, Jose Victor Pires, Thomaz Costa e Michel Joelsas.
Então, como serão 16 episódios, não haverá mais aquele hiato entre os oito primeiros e os oito últimos episódios.
A expectativa é que o primeiro trailer venha ainda este mês.
O drama explora o início do apocalipse zumbi pelos olhos de uma família problemática de Los Angeles. Nessa cidade, onde as pessoas vão para escapar, esconder segredos e enterrar o seu passado, um misterioso surto ameaça perturbar a pouca estabilidade que a professora do ensino médio Madison Clark (Kim Dickens) e o professor de Inglês Travis Manawa (Cliff Curtis) conseguiram estabelecer. A pressão cotidiana de unir duas famílias enquanto lidam com ressentimentos e filhos revoltados fica em segundo plano quando a sociedade começa a se romper.
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Lembrando que Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto) e James McAvoy (Professor X) retornam, enquantoJessica Chastain (‘Histórias Cruzadas’) está em negociações para viver a vilã Lilandra, a Princesa (ou Majestrix) do Império Shi’ar.
Nas HQs, ela foi casada com o Professor Xavier e tenta exterminar a Fênix.
O longa será uma adaptação de “The Dark Phoenix Saga”, geralmente considerada a maior história dos X-Men jamais contada. ‘X-Men: O Confronto Final’ adaptou a história, mas os fãs geralmente não ficaram satisfeitos com o resultado.
‘X-Men: Fênix Negra‘ estreia em 2 de novembro de 2018.
Em entrevista ao Cinema Blend, o diretor Andy Muschietty comentou mais detalhes sobre a diferença uma das principais diferenças na personagem Beverly do livro para a adaptação de ‘It – A Coisa‘.
Enquanto no livro de Stephen King a personagem continua com os cabelos longos, Andy alterou essa ideia na versão cinematográfica.
“O cabelo de Bev era longo e preso por conta do abuso com o qual ela está vivendo. Eu aponto essa parte do cabelo, o que é algo que as pessoas não esperavam, mas está amarrado porque seu pai percebe a grande mudança nela tocando seus cabelos. Então, ela os corta. Ela também não quer parecer uma mulher diante do seu pai, porque ela sente que algo terrível vai acontecer. Além disso, o objetivo de seu desejo é expresso quando ele toca seus cabelos, então ela corta os cabelos e eles entram para dentro da pia. Então, o símbolo disso, basicamente, seu pior medo é esse – o abuso, representado pelos cabelos que ela perdeu, e eles voltam encarnados no Pennywise. Não se trata do sangue. Mas o sangue também está relacionado devido as mudanças em seu corpo.”
‘A Coisa‘ mostra o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.
O astro John Cena foi confirmado como o protagonista da adaptação da série de games, Duke Nukem. A informação foi revelada pelo site Cinema Blend.
A produtora Platinum Dunes estará à frente da produção, que ainda não possui um diretor. Com o desligamento da Dimension Films, a adaptação seguirá também sob os cuidados da Paramount Pictures.
‘Duke Nukem’ é um jogo de videogame, que se passa em um futuro próximo. O Dr. Proton, é um louco determinado a dominar o mundo com seu exército de Techbots. Duke Nukem, o herói, é contratado pela CIA para detê-lo.
O novo ‘Coringa‘, dirigido por Todd Phillips, promete ser bastante diferente dos quadrinhos ao apresentar uma interpretação inédita e diferenciada do icônico vilão do Batman.
Em entrevista ao CBM, o ator Joaquin Phoenix revelou que fez estudos com pacientes clínicos para criar a risada do criminoso cacarejante com maquiagem de palhaço.
“Eu assisti vídeos de pessoas que sofrem de riso patológico, uma desordem neurológica que faz os indivíduos rirem incontrolavelmente.”, afirmou.
Assustado?
O longa teve uma projeção gigantesca de arrecadação na bilheteria: segundo o site Box Office Pro, o projeto deve alcançar uma marca entre US$ 60 e US$ 90 milhões nas bilheterias domésticas durante seu primeiro fim de semana de estreia.
A estimativa projeta a adaptação à frente de ‘Aquaman’ (US$ 67,8 milhões) e ‘Shazam!‘ (US$ 53,5 milhões), tudo por conta da expectativa em relação aos elogios que a produção vem recebendo.
Confira o trailer:
A trama de ‘Coringa’ deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.
‘Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.
Embora ela não esteja pronta para participar de ‘Mulher-Maravilha 3‘ até 1984 chegar aos cinemas, ela revelou que tem um plano claro para toda a franquia daqui para frente.
“Eu não vou pensar um pouco sobre isso até que Mulher-Maravilha 1984 seja lançado, porque eu quero me dar um limpador de paleta e ter uma mente fresca. “Mas sim, há um arco que eu tenho em mente para o primeiro filme, depois o segundo, depois o filme das Amazonas e depois o terceiro.”
O longa em questão será focado nas Amazonas de Themyscira, ilha fictícia do universo criado nas histórias em quadrinhos estadunidense da DC Comics.
Jenkins vai produzí-lo, mas não pretende dirigir.
“Vou me esforçar muito para não dirigir, apenas ficar na produção.Não vai ser fácil. Mas o roteirista Geoff Johns e eu inventamos a história, vendemos o campo e vamos fazê-lo. Vou produzi-lo, com certeza.”, disse.
As mulheres guerreiras de Themyscira são abençoadas pelos deuses do Olimpo; foi ali, do barro da própria ilha, que a rainha Hipólita esculpira, segundo os quadrinhos, a figura feminina de uma criança pela qual se apaixona maternalmente — numa concepção em que se abstrai totalmente a presença masculina — e pede às divindades olímpicas que lhe dessem a vida, no que foi atendida recebendo a sua criatura poderes de vários dos deuses, surgindo assim a heroína que assumiria a identidade secreta de Diana Prince.
‘Constantine‘ se transformou em um neoclássico nos últimos anos e conquistou uma legião de fãs devido ao carisma do astroKeanu Reeves.
Nesta semana, o ator Peter Stormare, que interpretou Lúcifer no filme de 2005, revelou em seu Instagram que a “sequência do está em desenvolvimento”.
Segundo o The Direct, o diretor e produtor o J.J. Abrams está trabalhando no novo filme, que deve ser disponibilizado diretamente no HBO Max.
O site afirma que a Warner Bros está em negociações com Keanu Reeves para ele retornar ao papel, quinze anos após o primeiro filme.
Foi dito que o estúdio planeja quatro adaptações envolvendo o personagem, incluindo um filme solo e uma participação em LJS.
Todos os envolvidos no projeto devem retornar, e o produtor Akiva Goldsman revelou detalhes sobre a trama em entrevista recente.
“Queremos fazer uma sequência para maiores de 17 anos [Rated-R]. Na minha ideia, o Constantine acorda em cela e ele está ao lado de um prisioneiro. É polêmico. O roteiro de [Frank Cabello] colocava Jesus como companheiro de cela do protagonista. Ele voltou e está em Nova York. Sim, a sequência mostraria isso”, afirmou.
“Conversamos sobre sequências mais do que no estúdio… Não foi um sucesso absoluto ou aclamado pela crítica na época. A religião é um elemento polarizador na narrativa. Lembro-me de estar em uma sessão de perguntas e respostas, e alguém, não me lembro de qual religião, estava tão confuso com a ideia do céu e do inferno. Porque, na visão de mundo dele, não havia céu e o inferno. Então, como ele deveria entrar nesse mundo de maneira apropriada, certo? E essa foi uma das grandes conclusões. O assunto da história era apenas colocar as pessoas de lado.”, afirmou.
O diretor Francis Lawrence falou sobre os seus planos para a sequência e revelou que conversou com oReeves e com o roteirista Akiva Goldsman.
“Eu, Keanu [Reeves] e Akiva [Goldsman] estamos conversando sobre “Constantine 2′”, afirmou.
Ele continua:
“Acredito que queremos uma sequência. O primeiro filme fez sucesso suficiente. Nós queríamos fazer um filme responsável e para maiores de idade. Queremos fazer uma sequência que não custe tanto quanto o original, que pensávamos que teria baixa classificação etária. Nós desenvolvemos a sequência por um tempo. Foi complicado escolher qual direção seguir. O que eu realmente gostei sobre o primeiro filme, é o fato de ser uma história pessoal, então achei que seria um erro focar no aspecto sobrenatural. A ideia de uma história pessoal era muito interessante, mas difícil de desenvolver.”
Confira a confirmação da sequência postada pelo ator Peter Stormare:
‘Constantine‘ faturou US$ 230,9 milhões quando estreou após receber críticas negativas dos críticos.
Com a possibilidade real do astro Keanu Reeves retornar ao papel de Constantine em um novo filme da Warner, o aclamado artista BossLogic desenvolveu uma bela arte conceitual que reimagina o popular ator de volta ao personagem.
A arte traz referências ao visual de Reeves no primeiro filme, mesclando também várias referências dos quadrinhos.
Confira:
Reeves protagonizou o drama sobrenatural ‘Constantine‘ em 2005, ao lado de Rachel WeiszeTilda Swinton. O filme, comandado por Francis Lawrence, arrecadou mais de 230 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, mas teve recepção mista por parte da crítica especializada.
A trama acompanha Liberty, uma adolescente de 16 anos que retorna de um acampamento após dois meses e é surpreendida ao ser apresentada ao noivo de sua mãe, Josh Smith, cujo charme, inteligência e beleza deixam claro que ele é perfeito demais para ser humano.
perfeição insondável, assisti na zoeira mesmo pq já sabia que era muito ruim, aí fui ler as críticas e me decepcionei mais ainda, foi considerado o pior filme do catálogo da Netflix
Jamais assistam “Perfeição Insondável” da Netflix, que tá no TOP 10. É com toda certeza do mundo o pior filme que eu já vi na minha vida. E olha que eu já vi muito filme ruim.
— AGUIRRE NO INTER AMANHÃ (@schimeneweber) June 9, 2021
fui enganada, assisti perfeição insondável da netflix acreditando na propaganda que a uol fez, mas eu deveria ser indenizada. que filme ruim!
Celebrando a alegria de estar de volta junto a seus melhores amigos e a um tiro certeiro nas partes baixas, o elenco original de Jackass retorna para mais uma rodada de comédia hilária, selvagem, absurda e muitas vezes perigosa, com o auxílio de novos participantes no elenco.
Para quem não conhece, a franquia se originou em 2000 com a série da MTV, que durou três temporadas e foi um grande sucesso para o canal e seu elenco, mas foi cancelada devido a conflitos financeiros e criativos entre o canal e suas estrelas.
Ele encontrou uma nova vida nas telonas com ‘Jackass: O Filme‘ (2002), que foi originalmente previsto como uma despedida da série e uma maneira da equipe contornar as censuras e fazer tantas acrobacias selvagens quanto quisesse.
Com o sucesso, surgiram duas sequências, lançadas em 2006 e 2010.
A Academia de Hollywood anunciou hoje (23) os indicados ao Oscar 2023 e nossos jornalistas Raphael Camacho e Wilker Medeiros comentam os esnobados e preferidos.
MELHOR FILME Nada de Novo no Front Avatar: O Caminho da Água Os Banshees de Inisherin Elvis Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo Os Fabelmans TÁR Top Gun: Maverick Triângulo da Tristeza Entre Mulheres
MELHOR DIREÇÃO
Martin McDonagh, Os Banshees de Inisherin
Daniel Kwan, Daniel Scheinert, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Steven Spielberg, Os Fabelmans
Todd Field, TÁR
Ruben Ostlund, Triângulo da Tristeza
MELHOR ATRIZ
Cate Blanchett, TÁR
Ana de Armas, Blonde
Andrea Riseborough, To Leslie
Michelle Williams, Os Fabelmans
Michelle Yeoh, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR ATOR
Austin Butler, Elvis
Colin Farrell, Os Banshees de Inisherin
Brendan Fraser, A Baleia
Paul Mescal, Aftersun
Bill Nighy, Living
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Angela Bassett, Pantera Negra: Wakanda para Sempre
Hong Chau, A Baleia
Kerry Condon, Os Banshees de Inisherin
Jamie Lee Curtis, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Stephanie Hsu, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR ATOR COADJUVANTE
Brendan Gleeson, Os Banshees de Inisherin
Brian Tyree Henry, Passagem
Judd Hirsch, Os Fabelmans
Barry Keoghan, Os Banshees de Inisherin
Ke Huy Quan, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Nada de Novo no Front Glass Onion: Um Mistério Knives Out Living Top Gun: Maverick Entre Mulheres
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Os Banshees de Inisherin Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo Os Fabelmans TÁR Triângulo da Tristeza
MELHOR ANIMAÇÃO Pinóquio de Guillermo del Toro Marcel the Shell with Shoes On Gato de Botas 2: O Último Pedido A Fera do Mar Red – Crescer é uma Fera
MELHOR DOCUMENTÁRIO All That Breathes All the Beauty and the Blooshed
Fire of Love
A House Made of Splinters
Navalny
MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM The Elephant Whisperers Haulout How Do You Measure a Year? The Martha Mitchell Effect Stranger at the Gate
MELHOR FILME INTERNACIONAL Nada de Novo no Front Argentina, 1985 Close EO The Quiet Girl
MELHOR FIGURINO Babilônia Pantera Negra: Wakanda para Sempre Elvis Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo Sra. Harris vai a Paris
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Nada de Novo no Front Avatar: O Caminho da Água Babilônia Elvis Os Fabelmans
MELHOR MONTAGEM Os Banshees de Inisherin Elvis Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo TÁR Top Gun: Maverick
MELHOR FOTOGRAFIA Nada de Novo no Front Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades Elvis Império da Luz TÁR
MELHORES EFEITOS VISUAIS Nada de Novo no Front Avatar: O Caminho da Água Batman Pantera Negra: Wakanda para Sempre Top Gun: Maverick
MELHOR MAQUIAGEM & CABELO Nada de Novo no Front Batman Pantera Negra: Wakanda para Sempre Elvis A Baleia
MELHOR SOM Nada de Novo no Front Avatar: O Caminho da Água Batman Elvis Top Gun: Maverick
MELHOR TRILHA SONORA Nada de Novo no Front Babilônia Os Banshees de Inisherin Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo Os Fabelmans
MELHOR MÚSICA ORIGINAL
“Applause”, Tell It Like a Woman
“Hold My Hand”, Top Gun: Maverick
“Lift Me Up”, Pantera Negra: Wakanda para Sempre”
“Naatu Naatu”, RRR
“This is a Life”, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMADO O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo The Flying Sailor Ice Merchants My Year of Dicks An Ostrich Told Me The World Is Fake and I Think I Believe It
MELHOR CURTA-METRAGEM EM LIVE-ACTION An Irish Goodbye Ivalu Le Pupille Night Ride The Red Suitcase
Após a Warner Bros. divulgar o primeiro trailer de ‘Furiosa – Uma Saga Mad Max‘, pré-sequência de ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘, o estúdio também liberou a sinopse do filme.
Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘.
Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa. Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke.
Após o lançamento do trailer, os fãs da franquia estão extremamente ansiosos pela estreia, ao mesmo tempo em que novos espectadores estão sendo atraídos pelos incríveis efeitos visuais.
Nas redes sociais, os comentários também destacam as caracterizações dos principais personagens e o clima apocalíptico do filme, fazendo jus aos elementos dos filmes anteriores.
Confira as reações:
Ver o trailer de Furiosa e essa introdução no Thunder onde mexeu TUDO, foi fantástico pic.twitter.com/jmVbnOAPiy
George Miller observou os avanços na fotografia digital na última década e mandou um QUER SABER FODA-SE para Furiosa. Dá até um pouco de nervoso ver o desbravamento com a imagem nesse trailer.
Pra ter ideia como é bom ter diretores competentes. Me deparei com uns trailers fakes de Furiosa, e o visual que eles conseguiram imaginar para o Hemsworth é o mais genérico possível.
Aí vê o visual dele no filme, completamente diferente (e muito mais interessante). pic.twitter.com/nopBZRlzKk
Mad Max é uma obra prima e um dos filmes que eu mais gosto.
Que furiosa não decepcione e este trailer tá nível pqp de arrepio.
Gostei. https://t.co/ikzTWN1Fe2
De acordo com a Variety, a Warner Bros. quer fazer a première do filme Festival de Cannes de 2024, que acontecerá entre os dias 14 e 25 de maio do próximo ano.
Vale lembrar que ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ estreou no Festival de Cannes em 2015 e foi aplaudido em pé.
O filme foi considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações.
Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378.9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.
Charlize Theron recentemente revelou que está confiante de que Taylor-Joy vai fazer sucesso na pele da personagem.
Em entrevista para o Entertainment Tonight, Theron comentou sobre a escalação de Taylor-Joy ser e disse que “não consegue pensar em uma atriz melhor para carregar a tocha da história de Furiosa”.
Ela continuou, demonstrando bastante confiança na colega de profissão.
“Eu a conheci anos atrás e realmente não estive perto dela para dar conselhos ou algo assim. Acho que ela vai ficar totalmente bem. Mesmo sem falar comigo, ela vai se sair absolutamente bem.”
Por falar nisso, durante o painel da Warner Bros. na CinemaCon 2023, foi revelado o visual oficial de Anya Taylor-Joy como a protagonista titular de ‘Furiosa’, pré-sequência do aclamado filme de ação ‘Mad Max: Estrada da Fúria’.
Enquanto a imagem oficial ainda não compartilhada, as descrições oficiais indicam que a atriz está idêntica à Charlize Theron, que interpretou a personagem no longa-metragem de 2015.
A primeira cena de #FURIOSA foi mostrada na #CinemaCon e conseguiram deixar a Anya Taylor-Joy igualzinha a Furiosa de Charlize Theron.
‘As Panteras’ é uma das franquias mais conhecidas do cenário do entretenimento e, além da clássica série de televisão, ganhou dois longas-metragens estrelados por Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu, bem como um reboot comandado por Elizabeth Banks.
Em entrevista ao Variety, Lucy Liu (‘Elementary’) comentou sobre a possibilidade da sequência ‘As Panteras 3‘ acontecer.
Infelizmente, para a atriz, os tempos mudaram, e ela considera improvável que aquela iteração da franquia ganhe continuidade.
“Sinceramente, eu não sei como ‘As Panteras 3’ poderia ser possível. A franquia já passou por diversas iterações, é até estranho pensar sobre isso. Muita coisa mudou desde então.”
Ela completa, “Não tenho controle sobre nada disso. Eu apenas aproveito minhas oportunidades e sigo em frente. Eu nunca fico pensando sobre o que poderia acontecer. E eu ficaria realmente chocada se [‘As Panteras 3’] saísse do papel.”
Em recente entrevista ao The Drew Barrymore Show, a atriz e cineasta Zoë Kravitz revelou que está disposta a dirigir mais uma adaptação da icônica atração para os cinemas.
“Posso dizer uma coisa? Não sei quais são os planos, mas, se houve mais um reboot de ‘As Panteras’, seria meu sonho comandá-lo”, ela afirmou. “Meu sonho! São meus filmes favoritos, já até falei sobre isso com meu agente”.
Vale lembrar que Kravitz fez sua estreia diretorial com o elogiado suspense ‘Pisque Duas Vezes’, que conquistou 74% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A trama acompanha a garçonete Frida, que é convidada por um bilionário a passar as férias dos sonhos em sua ilha particular. No entanto, ela logo percebe que há algo errado com este lugar, e terá que descobrir a verdade sinistra se quiser sobreviver…
A versão de 2000 de ‘As Panteras’ e sua sequência, ‘As Panteras: Detonando’, conquistaram um sucesso expressivo nas bilheteiras mundiais, arrecadando mais de US$ 250 milhões. Em contrapartida, o reboot estrelado por Kristen Stewart em 2019 teve um desempenho fraco, totalizando apenas US$ 73 milhões.
Na trama, Sabina Wilson e Jane Kano são duas Panteras que precisam deixar as diferenças de lado quando embarcam em uma aventura internacional junto à nova Bosley e com a cientista Elena Houghlin. Elas precisam impedir que um novo programa de energia se torne uma ameaça para a humanidade e descobrir quem está por trás de um plano tão maligno.
A trama de SE NÃO FOSSE VOCÊ, Morgan e Clara Grant são mãe e filha que, aparentemente, não têm nada em comum. Colocando sempre a família em primeiro plano, Morgan deixou os próprios sonhos de lado para dedicar-se à filha e ao marido, Chris. Aos 16 anos, Clara tem como maior desejo ir para a universidade estudar teatro, mesmo que seus pais não incentivem a carreira.
Com personalidades incompatíveis e objetivos divergentes, a convivência entre as duas fica cada dia mais insustentável e a única pessoa capaz de criar um ambiente de paz é Chris. No entanto, um trágico acidente muda completamente a vida de todos.
Filho de uma atriz e um ex-militar do exército, Michael J.Fox nasceu em uma cidade que fica localizada às margens do rio North Saskatchewan chamada Edmonton, no Canadá. Por conta da profissão do seu pai, Michael e sua família se mudaram bastante por todo o território canadense. Ainda adolescente o ator começou sua carreira no seriado Leo and Me no final da década de 70, se mudando poucos anos depois para Los Angeles para se dedicar de vez na carreira de ator. Estreou em um longa-metragem no filme, exibido apenas na Tv, Letters from Frank já quase nos anos 80. Nos cinemas, apareceu pela primeira vez em Loucuras em Plena Madrugada da dupla Michael Nankin e David Wechter.
Nos anos seguintes, conseguiu o papel em alguns seriados com o grande destaque para sua atuação em Caras & Caretas, que lhe rendeu 5 indicações ao Emmy, vencendo uma vez no ano de 1988. Nos anos seguintes, entre o vai e vem no mundo do cinema e das séries, participou de Boston Legal, The Good Wife e o sucesso Spin City.
Mas no mundo do cinema é onde chegou ao estrelato, mais precisamente no ano de 1985 quando foi chamado para substituir o ator Eric Stoltz (que já tinha até gravado algumas cenas) como Marty McFly no que se tornou um projeto fenômeno cult atemporal, lembrado por gerações após gerações: De Volta para O Futuro. E a produção desse filme foi intensa para Michael, de manhã ele gravava episódios do seriado Caras & Caretas e de tarde até a madrugada se dedicava ao papel de Marty Mcfly no set de filmagens de Robert Zemeckis.
No início da década de 90, Michael foi diagnosticado com Mal de Parkinson e enfrentou alguns anos de enorme tristeza, começou a beber muito e entrou em quadro de forte depressão. Mas ele se recuperou, parou de beber e no final da década de 90 se tornou uma importante voz na luta por pesquisas para a doença, criando inclusive a The Michael J. Fox Foundation para ajudar nos avanços contra a doença. Até 2022, ele já conseguiu levantar cerca de um bilhão de dólares para pesquisas.
Em maio desse ano, a Apple Tv Plus lançou o documentário STILL: A História de Michael J. Fox sobre a vida desse talentoso e inesquecível ator.
Abaixo segue alguns ótimos filmes que ele participou para você que quer conhecer um pouco mais da carreira dele (Não vamos colocar o De Volta para o Futuro pois todos vocês já conhecem!):
Dr. Hollywood – Uma Receita de Amor (Tem na HBO Max)
Na trama, conhecemos um jovem médico, especialista e cirurgia plástica, que em busca de ir atrás de seus sonhos em um outra cidade, acaba batendo seu carro e precisa prestar serviços à um cidadezinha na Carolina do Sul. O filme é baseado em um livro de Neil B. Shulman chamado What? Dead…Again? .
Dirigido por Jonathan Lynn e lançado nos cinemas de too o planeta no ano de 1994, a comédia Os Puxa-Sacosmostra um grupo de parentes gananciosos que querem conseguir de um tio rico e já bem idoso.
Dave – Presidente por um Dia
Na trama, um homem é contratado para ser o sósia do presidente dos Estados Unidos em algumas aparições. O problema é que o presidente sofre um derrame e a vida do sósia muda completamente quando precisa assumir a presidência.
Na trama, conhecemos Doug (Michael J. Fox) um jovem concierge, ambicioso, que conhece a tudo e a todos do hotel em que trabalha. Ele economiza tudo que ganha com um único objetivo: conseguir abrir o seu próprio hotel. Desde muito tempo é apaixonado por uma jovem chamado Andy (Gabrielle Anwar) que trabalha em uma loja e canta profissionalmente em uma boate toda semana. Quando Doug consegue um acordo com um poderoso da região, acaba descobrindo que Andy é amante dele, deixando o protagonista em uma série de conflitos que envolvem em muitas partes o seu coração.
Dirigido pelo grande cineasta neo zelandês Peter Jackson,Os Espíritos nos mostra um homem que diz a todos que após um acidente descobre ter o dom de se comunicar com fantasmas. Assim nos anos seguintes se apresenta como um médium que expulsa espíritos de casas até que precisa encarar um fantasma bem cruel.
A Warner Bros, estúdio retentor dos direitos de personagens icônicos da cultura pop (como o Superman, por exemplo), já foi muito acusada de seguir por um caminho sombrio com tais propriedades. Todo fanboy sabe e recita: a Marvel é alegre e colorida, enquanto a DC (Warner) é monocromática, séria e pesada. O estúdio segue estendendo tal estética para outras posses, mesmo as não saídas da famosa editora.
A Lenda de Tarzan é a nova investida no clássico personagem criado por Edgar Rice Burroughs em 1912, transformada em superprodução para o verão norte-americano. E o que temos aqui exatamente? Tarzan já foi tema de diversos filmes, seriados, animações (uma da Disney inclusive), sendo sem dúvidas um dos personagens mais famosos no imaginário popular, reconhecível para a vovó, mamãe, filha e netinha. O que fazer com um produto tão utilizado? Remodelá-lo para um novo público.
A nova roupagem confeccionada pela Warner e pelo diretor David Yates (prata da casa, tendo no panteão os quatro últimos filmes do bruxinho Harry Potter) apresenta um Tarzan civilizado, vivendo na cidade como um nobre, casado com sua Jane e avesso a alcunha e ao seu tempo passado na selva – agora ele é John Clayton III, de Greystoke (sim, aquele filme de 1984 com Christopher Lambert).
Mas o protagonista precisa voltar à natureza, caso contrário, não teríamos um filme. Logo, as maquinações começam para devolver o rei da selva de volta ao seu habitat, onde ele precisará salvar uma tribo (e os animais, por que não?) do vilanesco Leon Rom, que deseja com a construção de uma ferrovia se tornar General Governante de um país africano.
O roteiro escrito por Adam Cozad (Jack Ryan – Operação Sombra) e Craig Brewer (Footloose 2011) não faz um bom trabalho em desenvolver motivações de seus personagens, deixando o motor por trás de tudo, o que impulsiona de fato a trama, sem óleo e a ponto de pifar. O motivo da volta de Tarzan à selva é insípido, básico e um tanto quanto preguiçoso (e essa parece ser a regra geral nos blockbusters atuais). O que importa agora é a forma, a substância nem tanto.
O vilão precisa atrair Tarzan (e para isso sequestra Jane, obviamente) para o líder de uma tribo local, o chefe Mbonga (Djimon Hounsou), e quando você descobrir o motivo ficará achando que as “Marthas” de Batman Vs. Superman foi a melhor sacada dos últimos tempos. Outra tentativa é não fazer de Jane uma “donzela em perigo”, e em determinado momento a personagem inclusive chega a proferir: “você quer que eu grite como uma donzela?”. No entanto, apesar de apontar o fato, é exatamente para o que a personagem serve na maior parte da projeção – tirando alguns momentos inspirados, como uma fuga de capangas e hipopótamos num lago.
Bem, a esta altura vale mencionar que essa Jane, um pouco mais decidida e enérgica, tem as formas de Margot Robbie (a musa do momento) para vender o filme. Infelizmente, a produção a despe de seu esperado carisma – a beleza continua. Quanto a Leon Rom, quem mais poderia interpretá-lo a não ser o vilão du jour Christoph Waltz. De Hans Landa a Cardeal Richelieu, passando por Ernst Stavro Blofeld, o talentoso austríaco vem montando sua filmografia com o biótipo de performances similares (mas nem por isso, menos satisfatórias).
Alexander Skarsgard exibe o físico, o grito (sim, o memorável berro do personagem está de volta) e entrega um herói austero. O grande chamariz da obra, porém, é Samuel L. Jackson, que na pele do aliado George Washington Williams injeta gás na engrenagem, trazendo as melhores tiradas e os momentos mais divertidos. E aqui cheguemos ao ponto chave, a falta de diversão, que muito tem a ver com o que foi dito no primeiro parágrafo. A Lenda de Tarzan é um filme escuro, os dias são sempre nublados e chuvosos, não deixando espaço sequer para um momento ensolarado no qual pudéssemos sentir alegria em mais uma produção retratando o personagem.
Uma atmosfera sorumbática rege a obra, nos deixando com a sensação que este é o anti-Mogli. Ao contrário do menino lobo da Disney, o novo filme de Tarzan é solene demais para os jovens, que certamente ficarão inquietos durante discussões políticas e tramas de golpes de estado. A Lenda de Tarzan possui alguns momentos auto-referentes legais, o resultado, no entanto, não deixará essa lenda ser passada adiante.
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