A Apple TV+ divulgou a data de estreia ‘Tetris‘, que conta a história por trás da luta pelos direitos do clássico jogo de videogame lançado na década de 80.
O filme estreia nesta sexta-feira, 31 de março, no Apple TV+.
A trama nos leva de volta à era da Guerra Fria para narrar como se desenrolou a verdadeira história da batalha legal de alto risco para garantir os direitos de propriedade intelectual do Tetris.
O Tetris é um videogame de quebra-cabeças criado pelo engenheiro de software soviético Alexey Pajitnov, em 1984. Com mais de 202 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo, o jogo se tornou um dos mais vendidos de todos os tempos, estando disponível em mais de 65 plataformas, além de ter influenciado diversos âmbitos da arte – incluindo arquitetura, música e cosplay – e servido como base de diversos estudos que analisam sua complexidade teorética e seus efeitos no cérebro humano (como, por exemplo, o Efeito Tetris).
Uma coisa que os escritores e roteiristas podem ter com toda a certeza é que nada, absolutamente nada, vai conseguir superar a realidade. Não tem situação que a ficção consiga imaginar, que a realidade não a supere – e em muito –, ao ponto de leitores e espectadores se depararem com uma determinada situação criada na ficção e a considerarem impossível de imaginar, mas fato é que na realidade ela é muito pior. E, quanto mais o cinema vai expandindo suas narrativas e buscando histórias fora da caixinha, mais nos deparamos com a inacreditável realidade do nosso mundo. Uma dessas histórias absurdas chega essa semana aos cinemas nacionais, através da dramédia ‘O Urso do Pó Branco’.
No ano de 1985, um episódio curioso e proporcionalmente bizarro ocorreu nos Estados Unidos: um avião que transportava dezenas de quilos de cocaína começou a despejar os pacotes lá do alto, sem nenhum cuidado, e o responsável, que iria recolher os pacotes em seguida, faleceu misteriosamente no caminho, pois seu pára-quedas não abriu. Tudo teria sido apenas um misterioso caso de acidente mal explicado, não fosse o fato de os pacotes de cocaína terem se espalhado ao longo de um parque em Blood Mountain, na Geórgia. Com a droga perdida ao longo de quilômetros de floresta, tanto pessoas inocentes quanto animais silvestres acabam entrando em contato com a substância – em especial um urso pardo, cujas reações passam ser imprevisíveis e incontroláveis e passa a ameaçar a segurança dos visitantes do parque florestal.
Desde quando ‘O Urso do Pó Branco’ foi anunciado, o público e a indústria cinematográfica ficaram ansiosos com o resultado, que muito possivelmente seria tosco e risível. E de fato o é, afinal, o absurdo da ideia de um urso viciado em cocaína é igualmente bizarra e atraente para um público sedento por novidades. Dividido em três atos bem marcados, o filme de uma hora e trinta de duração ao mesmo tempo que diverte, também é extremamente triste. No primeiro arco, quando logo na primeira cena conhecemos o urso já sob efeito da substância tóxica, sentimos o coração apertar ao vermos o animal fritando por causa do entorpecente, sem ter qualquer controle ou noção do que está acontecendo, e, ao mesmo tempo, já demonstrando dependência pela substância química. O mesmo ocorre no ato final, o que deixa um sabor bem amargo no espectador que for ao cinema pensando em apenas rir da situação, mesmo se tratando de CGI.
Tendo indiretamente mostrado os perigos e as consequências da submissão de animais à substâncias elaboradas pelo homem e não pela natureza, ‘O Urso do Pó Branco’ também tem sua parte divertida, através do núcleo humano, com o roteiro de Jimmy Warden deixando em evidência, desde a primeira cena, que os seres humanos não vão ter a menor chance contra este animal totalmente doidão. As cenas com o elenco (que inclui nomes como Ray Liotta, Keri Russell, Matthew Rhys eKristofer Hivju) são hilárias, uma vez que os ataques, as mortes e, principalmente, as tentativas de sobrevivências são tão bizarras quanto cômicas, tornando os seres humanos fragilizados o verdadeiro entretenimento da produção. É com eles que o espectador irá revirar os olhos e sentir repulsa, com cenas de características gore, trash e o nonsense, beirando a galhofa.
Elizabeth Banks assume com firmeza o seu projeto, fazendo com que a câmera o tempo todo favoreça o animal em demérito ao humano, acompanhando-o em posicionamentos que aumentem sua grandeza. Com ares de filme B de festival indie, faz tempo que não vemos um filme assim no grande circuito, e, a ver pelo burburinho causado, é capaz de novas produções como essa retomarem a programação das salas de exibição.
O terror ‘Demônio dos Mares‘ (The Black Demon), novo filme de tubarão assassino, ganhou o primeiro trailer.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de junho, pela Diamond Films.
Adrian Grunberg (‘Rambo: Até o Fim’) é responsável pela direção.
“O petroleiro Paul Sturges leva sua família de férias para a Bahia Azul. Lá, ele percebe que a cidade costeira desmoronou misteriosamente. Paul começa o dia com uma visita de rotina, com sua família, para inspecionar uma plataforma de petróleo nas proximidades. A situação se torna um pesadelo quando, das profundezas do oceano, um tubarão gigante surge: o demônio negro. Sob a ameaça constante do tubarão primitivo, Paul terá que encontrar um jeito de levar sua família de volta para a costa de forma segura.”
Em homenagem ao novo longa de um dos vilões mais queridos da cultura pop, o extraterrestre com cabelos de rastafari, resolvemos voltar no tempo também, mas apenas 36 anos no passado, para revisitarmos a primeira aparição da criatura nas telonas – que resultou no sucesso O Predador (1987), veículo de ação para o musculoso Arnold Schwarzenegger.
O Predador (1987) é um dos filmes mais icônicos dos anos 80 e definitivamente um dos mais marcantes da carreira do grandalhão Schwarzenegger. Na trama, o astro austríaco é o líder de um time militar de elite, do tipo que realiza as missões que ninguém mais conseguiria ou seria louco para tentar. É claro que nesta equipe teremos todo tipo de brucutu truculento, daqueles que dá medo só de olhar, de figuras como Carl Weathers, Jesse Ventura, Sony Landham, Bill Duke, Shane Black e Richard Chavez. A tarefa deles é simples: resgatar a tripulação de um helicóptero que caiu atrás das linhas inimigas num país da américa central, e continha um oficial de alta patente. Até aí a trama lembra Fuga de Nova York(1981).
Quando chegam ao local, percebem que os passageiros de tal helicóptero caído foram mortos da forma mais brutal e sádica possível, esfolados vivos e pendurados de ponta cabeça na mata. Eles creditam o ato selvagem aos rebeldes inimigos, dos quais dão cabo prontamente – e aí O Predadorganha contornos de Rambo 2 – A Missão (1985). Mas nem tudo são flores para esta equipe de ossos duros de roer, e ao levarem consigo uma sobrevivente feita como refém pelos guerrilheiros, eles se deparam também com uma entidade sobrenatural na floresta – a quem a prisioneira em sua crendice se refere como “o diabo”. O interessante de O Predador é o mistério que faz sobre a criatura. Quem assiste ao filme pela primeira vez sem saber nada sobre ele, pode imaginar diversas possibilidades, mas nunca de fato o que a história irá apresentar.
Perdidos na selva. Os Comandos de Arnold enfrentam uma ameaça sobrenatural na floresta.
A incógnita sobre a verdadeira identidade do ser que os espreita é um dos elementos mais eletrizantes do filme. Será mesmo o diabo? Será alguma entidade folclórica das selvas da américa central? Será um superespião inimigo infiltrado? Esse mistério é completamente eliminado nas continuações, por já sabermos exatamente o que esperar da ameaça. Aqui no original no entanto, a criatura só é de fato revelada no terceiro ato da narrativa. O que acontece é que à primeira vista a floresta “ganha vida” e vai eliminando os comandos em ação um a um, das formas mais violentas possíveis. No final, resta apenas o protagonista de Schwarzenegger e a jovem prisioneira (papel de Elpidia Carrillo). O herói então realiza um mano a mano com a criatura, sem que nenhum dos dois apele para armas.
O roteiro de O Predador(1987) foi escrito pelos irmãos Jim e John Thomas. E a ideia para a história nasceu de uma brincadeira em relação ao rival de Schwarzenegger nas telas nos anos 80, Sylvester Stallone e seu personagem mais famoso da carreira, Rocky. Alguém teria dito de brincadeira: “Quem falta para Rocky enfrentar? Acho que só E.T. – O Extraterrestre”. Assim nascia o conceito de um homem numa luta até a morte com uma criatura de outro planeta. Mas outros elementos seriam inspiradores para esta trama. O primeiro deles foi o sucesso Aliens – O Resgate, lançado no ano anterior e citado pelos próprios roteiristas como uma de suas maiores influências para criar O Predador. A semelhança é fácil de pegar: um grupo de fuzileiros fortes, corajosos e armados até os dentes, enfrentando uma criatura extraterrestre (no caso de Aliens, várias) e sendo eliminados um a um. Em Predador 2 – A Caçada Continua (1990), também escrito pela dupla, eles homenageiam sua criação, colocando o crânio de um xenomorfo no interior da nave do Predador. E claro, Alien vs. Predador seria sua própria franquia de muito sucesso, gerando brinquedos, games, quadrinhos e até eventualmente filmes.
“You’re one ugly motherfucker!” virou “Nossa, você é muito feio” na versão dublada e também clássica.
A segunda influência admitida pelos escritores é outro filme de Stallone, o já citado Rambo 2 – A Missão (1985), onde um guerrilheiro sobrevive na floresta enfrentando todo tipo de inimigo. Aliás, uma das primeiras ideias para o roteiro traria o personagem de Schwarzenegger igualmente sozinho em sua missão de resgate, se deparando com a criatura e depois precisando enfrenta-la. A ideia foi descartada pois era preciso demonstrar o quão letal esse adversário poderia ser, e a melhor maneira era eliminando um a um diversos “Rambos”, até o mais forte deles restar. Essa ideia aliás, já havia se transformado no primeiro tratamento do roteiro, recusado por Arnold e reescrito pelos irmãos Thomas.
Outras das ideias descartadas em tratamentos anteriores do roteiro foram a existência de diversos Predadores para enfrentar os comandos. Como se apenas um já não fosse ruim o suficiente. De novo, esse plano foi descartado em prol de apresentar uma ameaça gigantesca vindo de apenas um Predador. O conceito, no entanto, ficaria na mente dos Thomas e veria a luz do dia em Predador 2(1990). Depois disso, os demais filmes sempre trouxeram mais de um caçador intergaláctico em suas tramas. A terceira ideia descartada foi ter como protagonista um personagem nativo-americano (ou indígena). Essa ideia eventualmente seria adaptada ao personagem Billy (Sony Landham), um dos coadjuvantes de peso no longa. E agora, como sabemos, o novo O Predador: A Caçadatraz um elenco inteiro desta linhagem.
Essa ideia maluca de um roteiro que começou meramente como especulativo seguiu de porta em porta para os maiores estúdios de Hollywood, sempre vendido como “Alien – O Oitavo Passageiro(1979) passado na selva”. Eventualmente, o texto iria cair nas mãos da 20th Century Fox e se tornar uma de suas propriedades mais quentes. O próximo passo era encontrar um comandante para a produção. Embora Geoff Murphy (Freejack – Os Imortais) fosse a primeira escolha, e tenha ficado vinculado um tempo ao projeto, O Predador terminou nas mãos do então novato John McTiernan, que tinha no currículo apenas o terror cult Delírios Mortais (1986) àquela altura. O Predador foi seu segundo filme, e McTiernan realizou um trabalho tão bom que logo se tornaria o menino de ouro da Fox, sendo escalado logo no ano seguinte para a direção de Duro de Matar(1988), outro clássico da ação. O cineasta seguiria para outros grandes títulos como A Caçada ao Outubro Vermelho (1990), O Último Grande Herói(1993) e Duro de Matar – A Vingança(1995).
Embora a ideia vendida para McTiernan tenha sido o encontro de “Rocky (ou Rambo) com Alien”, o diretor gostava mais de pensar em seu filme como o clássico King Kong (1933). Segundo o cineasta, ele descreveria O Predador da seguinte forma: “Um bando de homens chega a um ilha e vão se embrenhando cada vez mais fundo, e aí, se deparam com o que estavam perseguindo, que se revela bem maior do que eles pensavam, fazendo com que precisem dar meia volta e fugir”.
Para o papel protagonista de Dutch, o líder do esquadrão da morte, o austríaco Arnold Schwarzenegger entrava logo em cena. O grandalhão ex-mister universo vinha de trabalhos significativos em sua carreira, como os dois Conan, O Exterminador do Futuro e Comando para Matar. O ator de ação, que vinha galgando o posto de astro, aceitou o projeto por imaginá-lo como uma versão de um clássico que adorava e sempre pensou em fazer algo parecido: o faroeste Sete Homens e um Destino(1960). Segundo Arnold, “é um filme com um grupo de sujeitos que precisam trabalhar juntos”. Uma curiosidade é que enquanto filmava O Predador, Schwarzenegger tinha outro projeto nos mesmos moldes em desenvolvimento, a adaptação para o cinema dos quadrinhos da DC Sargento Rock. O personagem é um herói de guerra, líder de um pelotão. A revistinha do personagem inclusive aparece em O Predador (1987), sendo lida por Hawkins (Shane Black). O filme do personagem de quadrinhos não vingaria.
Com orçamento de aproximadamente US$15 milhões, O Predadorse tornaria a segunda maior abertura de fim de semana em sua estreia em 1987, recuperando praticamente todo o seu valor – US$12 milhões em caixa. O Predador ficou atrás somente de Um Tira da Pesada 2, que havia estreado quase um mês antes e marcado US$26.3 milhões em um único fim de semana. O Predador terminou sua carreira nas telonas mundiais com US$98. 2 milhões, garantindo seu sucesso absoluto. O filme ainda seria indicado ao Oscar de efeitos especiais – mas perderia o prêmio para Viagem Insólita, produção de Steven Spielberg. Fora isso, foi incluído na lista do American Film Institute, de 2001, dos 100 filmes americanos mais eletrizantes. Hoje, 35 anos depois de seu lançamento seu legado segue dando frutos com o mais recente e elogiado capítulo da saga, ao mesmo tempo em que O Predador (1987), o filme original, se mantém como um clássico moderno ainda muito querido e comentado. O teste do tempo é o verdadeiro prêmio para a arte.
Ps: Ambos O Predador: A Caçada e O Predador (1987) estão disponíveis no acervo da Star+.
O Predador: A Caçada (Prey) foi um dos maiores sucessos do último ano e promete colocar a franquia do alienígena caçador de volta aos eixos. Voltando 35 anos no passado, nos deparamos com o sucesso do primeiro filme, estrelado pelo austríaco Arnold Schwarzenegger. A produção fez um enorme sucesso surpresa na época e elevou o nome do ator musculoso a um novo patamar em sua carreira. Ainda hoje o longa é enaltecido como um dos melhores filmes de ação, ficção e terror dos anos 80. Tamanho prestígio, é claro, colocou cifrões nos olhos dos executivos da 20th Century Fox na época, que em pouco tempo deram sinal verde para uma sequência começar a sair do papel. Para a empreitada, o primeiro passo foi recrutar novamente os roteiristas irmãos Jim e John Thomas do original, para bolar uma nova história envolvendo o caçador de safari intergaláctico que havia caído no gosto popular.
No entanto, segundo os próprios irmãos Thomas, originalmente não havia planos para uma continuação e antes de começarem a escrever o tratamento para uma, o estúdio queria esperar para ver como a série de Histórias em Quadrinhos com o personagem iria se sair com seu público-alvo: crianças e adolescentes. Intitulada Predator: Concrete Jungle, a série em quadrinhos foi lançada em 1989 e logo se tornaria um enorme sucesso. É curioso, mas nos anos 80, o sinal verdade para uma produção cinematográfica podia depender da recepção de uma HQ. Desta forma, o mesmo produtor Joel Silver do original pôde finalmente convencer os executivos da Fox a liberarem a tão esperada continuação de O Predador.
O sinal verde para a continuação ‘Predador 2’ foi dado não pelo sucesso do filme original, mas sim de uma HQ.
Mas não foi apenas esta ligação que Predador 2 teria com os quadrinhos, inúmeros conceitos foram tirados desta HQ, como levar o alienígena da floresta para a cidade grande – no filme a Nova York das tirinhas precisou ser mudada para Los Angeles por motivos orçamentários. Porém, estavam lá a forte onda de calor que assolava a metrópole, o policial que seria o novo protagonista da história e os misteriosos oficiais do governo que tentavam encobrir a existência dos Predadores para adquirir sua tecnologia. A diferença é que o cabeça destes oficiais do governo era o mesmo General Phillips (R.G. Armstrong), responsável por comandar a operação no primeiro filme, e o policial protagonista era o irmão de Dutch, o personagem de Schwarzenegger. Até mesmo a cena do ataque do alienígena dentro do metrô é originária dos quadrinhos. Os roteiristas acharam este um dos momentos mais interessantes da trama nos quadrinhos e incluíram em sua narrativa.
No tratamento original do roteiro escrito pelos irmãos Thomas, Dutch (Schwarzenegger) retornaria. Ele agora seria o líder de um time que caçaria o Predador em Los Angeles. É dito também que desta vez o personagem não seria o protagonista do filme, dividindo essa vaga com o tal policial durão que terminou ganhando as formas de Danny Glover (saído do sucesso dos dois primeiros Máquina Mortífera). Ou seja, isso significaria que Arnold teria que dividir os créditos principais com Glover para esta sequência – o que pode ter sido o motivo de sua desistência do projeto. Ainda segundo o diretor Stephen Hopkins, escolhido para comandar o segundo filme, Arnold teria recusado um papel coadjuvante no filme não por não ter gostado do roteiro, e sim por causa de conflitos de agenda com Um Tira no Jardim da Infância (também lançado em 1990). Em entrevista em 1991, Hopkins se disse aliviado, já que a entrada de Arnold no projeto significaria uma enorme mudança no roteiro.
Há ainda os que afirmam que a recusa de Schwarzenegger na sequência foi meramente salarial. É a história que o produtor John Davis conta, dizendo que o astro teria pedido mais US$250 mil acima de seu cachê – o que o estúdio se recusou a pagá-lo. Outros ainda dizem que Arnold recusou porque estava ocupado gravando O Vingador do Futuro (outro blockbuster que o ator lançou em 1990). E por fim, alguns relatos apontam que o ator não gostou do caminho que o roteiro seguiu com Dutch, o transformando quase no vilão do filme. Nessa linha narrativa, Dutch teria o papel que depois foi remodelado para abrigar Peter Keys, o personagem vivido por Gary Busey na sequência. O papel seria bem mais substancial com Arnold em cena. Com a saída do austríaco do projeto, o papel foi reduzido.
Existe ainda outro argumento envolvendo o personagem de Dutch. Trata-se de uma explicação de bastidores sobre seu paradeiro e seu sumiço no segundo filme. Nessa narrativa, Dutch foi hospitalizado após o fatídico encontro com o Predador no primeiro filme. Ele estaria sendo tratado por envenenamento por radiação, como resultado da exposição ao mecanismo de autodestruição do alienígena. Keys o encontra e o interroga no hospital. Depois, o oficial do governo parte com sua equipe para a mesma floresta a fim de investigar evidências da criatura. Nesse meio tempo, Dutch desaparece do hospital. Já o ator Gary Busey conta ainda outra história. Segundo o ator, Keys estava à frente de novas missões para caçar o Predador, e algumas envolvendo Dutch já recuperado. Os dois estariam trabalhando juntos, até que Keyes perde contato com Dutch.
‘Predador 2’ quase teve como protagonista o ator marcial Steven Seagal enfrentando a criatura intergaláctica. Já pensou?
Antes do ótimoDanny Glover ser contratado para viver o policial durão Mike Harrigan em Predador 2, outros atores foram cogitados. Entre eles o saudoso astroPatrick Swayze, então saído do sucesso de Dirty Dancing, e que no mesmo ano estrelaria o fenômeno indicado ao Oscar Ghost – Do Outro Lado da Vida. É possível que com o envolvimento de Swayze o personagem fosse criado como o irmão de Dutch. Porém, o ator terminou machucado durante as filmagens de Matador de Aluguel(1989) e precisou se retirar do projeto. O estúdio, no entanto, tinha outros planos para quem achava que devia protagonizar Predador 2. A Fox estava interessada em fechar acordo com Steven Seagal, astro das artes marciais transformado em ator, que havia estrelado seu primeiro filme com Nico – Acima da Lei(1988). Nessa época Seagal era visto como potencial novo astro da ação e a Fox o queria eu seu filme.
O diretor Stephen Hopkins chegou inclusive a se encontrar com Steven Seagal para discutir o papel. Os dois não conseguiram chegar a um consenso sobre como viam o policial protagonista. Seagal achava que o personagem deveria ser um psiquiatra da CIA que lutava artes marciais – ou seja, um sujeito inteligente e exímio guerreiro. Já Hopkins queria seguir a linha do “homem comum”, fazendo do protagonista um policial dedicado, porém, um homem do povo, que poderia ser qualquer um, sem habilidades especiais. Muito disso é o que vemos de fato em tela com a personificação de Danny Glover. Assim, Seagal e Predador 2se separariam e seguiriam caminhos diferentes, com o ator partindo para estrelar Marcado para a Morte (lançado também em 1990) para a mesma Fox. Uma curiosidade é que ambos Marcado para a Morte ePredador 2 usam como tema de seus filmes gangues de jamaicanos violentas, controlando o crime na cidade de Los Angeles. O fato foi inspirado na realidade, já que durante os anos 80 e 90, gangues jamaicanas realmente “tocavam o terror” em grandes cidades nos EUA.
Sabe aquela máxima “de boas ideias, o inferno está cheio?” Pois bem, isso também vale para a indústria cinematográfica. Não adianta em nada o roteirista ter uma boa ideia, elaborar um argumento instigante, se na hora da execução o diretor e/ou o elenco não der conta de fazer um bom trabalho. É o que acontece em ‘À Espreita do Mal’, thriller lançamento da semana original Netflix.
Connor (Judah Lewis) é um adolescente cheio de raiva da mãe, Jackie (Helen Hunt), pois recentemente ela traiu o marido, Greg (Jon Tenney), e, sob seu ponto de vista, ela destruiu a família. Mas esse não é o único problema da família, pois Greg, que é investigador policial, é chamado para desvendar o misterioso caso do desaparecimento de dois garotos de dez anos na cidade. Enquanto disso, Jackie tenta fazer com que seu amante, Todd (Sam Trammell), entenda que não há mais nada entre eles, porém, uma certa presença na casa que faz com que Jackie desconfie que há algo de errado no lugar onde mora.
Como dá pra observar por essa sinopse, o filme de Adam Randall parece querer abraçar o mundo, com tantas subtramas que caminham para todas as direções. E esse é o problema principal de ‘À Espreita do Mal’, pois, ao ser ambicioso demais, o longa acaba inviabilizando aquilo que tinha de melhor, que é o seu plot twist. A bem da verdade, até a construção desse plot twist é problemática, pois gera uma ruptura na essência da produção que a gente até leva um susto, achando que sem querer esbarrou no controle remoto e saiu do filme que estávamos vendo, posto que estamos em casa.
A título de sugestão, se o roteiro de Devon Graye substituísse todo o drama do tal amante por, por exemplo, um entregador que estivesse deixando uma encomenda, ainda assim a trama andaria e o enredo não seria prejudicado, de modo que os minutos preciosos que o filme gasta em nos distrair pra esse lado poderiam ter sido melhor empregados em dar mais robustez ao desenvolvimento do grande diferencial que traz para o filme.
A maior parte do elenco está bem nesta produção, com destaque para Helen Hunt, que há tempos não estrelava um protagonismo, eOwen Teague, sempre muito bem desde que surgiu ao grande público na minissérie ‘The Stand’. Por outro lado, a confusa produção parece querer forçar uma barra para que o espectador seja distraído a todo custo, seja com um excesso de tomadas aéreas via drone (vide a cena de abertura do menino de bicicleta), como se fosse para justificar o orçamento; seja com uma insistente ambientação sonora que carrega a mão para se parecer com ‘Invocação do Mal’, mesmo em cenas de transição, nas quais não precisaria de clima de tensão.
‘À Espreita do Mal’ é um thriller ambicioso, que tinha potencial para ser bem maneiro, mas pecou pelo excesso de vontade. Entretém e confunde, de modo que provavelmente irá dividir a opinião dos espectadores, até mesmo pelo seu final surpreendente. Ao menos traz algo diferente ao gênero, o que é sempre uma vantagem.
A HBO Max divulgou o trailer legendado dos próximos episódios da 2ª temporada da aclamada série ‘Perry Mason‘.
Lembrando que o quarto capítulo capítulo vai ao ar hoje, 27 de março, às 22h.
Confira:
Ambientada em 1932, em Los Angeles, a trama segue um advogado de defesa que consegue o caso de sua vida.
O elenco conta com Matthew Rhys, Jedediah Jenk, Nick La Croix, Tatiana Maslany e Drew Walton.
‘Perry Mason‘ foi originalmente exibida entre os anos de 1957 e 1966, e foi consagrada como uma das primeiras séries a explorar o universo jurídico na TV. Produzida pela emissora CBS, ela chegou ao Brasil, por meio da Rede Record, nos anos 60. Com nove temporadas, a produção contou com 271 episódios de uma hora de duração cada.
As gravações de ‘Demolidor: Renascido‘ já estão em andamento em Nova York, mas a atração não vai contar com o retorno Foggy Nelson (Elden Henson) e Karen Page (Deborah Ann Woll), os aliados de Matt Murdock (Charlie Cox).
Ainda assim, Cox espera ver o retorno de Page em algum momento.
Durante sua participação no palco da GalaxyCon no último sábado (25), o astro tocou no assunto e disse que:
“Gostaria que Matt continuasse explorando [histórias com Karen] porque ainda há muitas histórias divertidas para contar. Se você é um verdadeiro Demolidor, talvez eu esteja errado, sinto que provavelmente não há como escapar de que existe apenas uma Karen Page.”
Confira:
“I would like for Matt to continue exploring because there’s a lot of fun stories to tell still… if you’re a true Daredevil fan I feel like there’s no escaping that there’s only one Karen Page”
Em entrevista para a Entertainment TonightCox havia dito que a trama da nova atração pode ser contada a partir do zero.
“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe? De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”
E aí, você está animado para revê-lo combatendo o crime?
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.
Na trama da última temporada, Jughead Jones se encontra preso nos anos 50. Ele não tem ideia de como foi parar lá, nem como voltar ao presente. Seus amigos não podem ajudar, uma vez que eles estão vivendo vidas aparentemente autênticas – sem lembranças de terem vivido em outra época.
De acordo com o Variety, a 3ª temporada de ‘The White Lotus‘ será ambientada na Tailândia.
As duas primeiras temporadas foram filmadas em resorts Four Seasons no Havaí e na Itália, respectivamente. Na Tailândia, os hotéis da rede Four Seasons estão localizados em Bangkok, Chiang Mai, Koh Samui e Golden Triangle.
Espalhados pelo país, os resorts são cercados pela cidade, floresta e pela praia, o que pode trazer uma diversidade rica de cenários para o próximo ciclo.
Anteriormente, o criador Mike White havia revelado que o terceiro ciclo irá explorar “um lado divertido e satírico da morte, religião e espiritualidade”.
Vale lembrar que o primeiro ciclo conquistou 20 indicações ao Emmy Awards e levou para casa as estatuetas de Melhor Minissérie, Antologia ou Filme para TV, Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie, Antologia ou Filme para TV para Coolidge e Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie, Antologia ou Filme para TV para Murray, além de outros sete prêmios.
Após a polêmica prisão de Jonathan Majors na noite de sábado (25) – acusado de agredir e assediar uma mulher –, algumas personalidades da indústria quebraram o silêncio, acusando o ator de ter um extenso histórico de comportamento abusivo.
Em fevereiro, o diretor A.B. Allen havia compartilhado em seu Twitter que “um ator relativamente novo, que havia despertado a paixão do Twitter, era uma pessoa cruel, violenta e abusiva – tanto profissionalmente, quanto em sua vida pessoal”. Após a prisão de Majors, o cineasta confirmou que se referia ao ator de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ em seu antigo tweet.
Ao ser perguntado sobre mais detalhes, o diretor apenas completou: “Infelizmente, as coisas que eu sei iriam expor outras pessoas que foram machucadas e que não merecem se tornar parte de investigação maior da mídia, se eles não quiserem.”
Além dele, o ator Tim Nicolai também apoiou as alegações, afirmando que o comportamento problemático de Majors já é conhecido desde sua época na Universidade de Yale: “Eu só vou dizer uma coisa sobre o Jonathan Majors: as pessoas da Yale sabem sobre [o comportamento tóxico] dele há anos. Ele é um sociopata abusivo, e todos que o conhecem sabem que ele é exatamente assim. É uma pena que tenha levado tanto tempo para isso vir à público.”
Vale lembrar que Majors foi preso pela polícia de Nova York após um incidente envolvendo sua namorada enquanto voltavam para casa de um bar em Brooklyn. Após uma discussão, o ator alegadamente teria agarrada a parceira e dado um tapa nela. Além disso, ele também foi acusado de estrangulá-la.
A vítima foi levada para o hospital para tratar feridas na cabeça e no pescoço. Fontes ao site em questão indicam que a mulher tinha lesões visíveis, incluindo uma laceração atrás da orelha, além de vermelhidões e marcas no rosto.
Majors, por sua vez, foi algemado e levado à delegacia, visto que a polícia acreditou ter evidências o suficiente para causa provável.
As informações também indicam que um juiz liberou o ator sem fiança no último sábado à noite, mas deve voltar ao tribunal do Manhattan Criminal Court em maio.
Em conversa com o TMZ, um dos representantes de Majors disse: “ele não fez nada de errado. Estamos ansiosos para limpar seu nome e esclarecer tudo”.
Não apenas as imagens inéditas, mas a revista também divulgou detalhes dos personagens novos em sua edição. O destaque fica para a personagem Tess, interpretada por Brie Larson, que foi revelada como filha do personagem Sr. Ninguém, interpretado por Kurt Russell.
Sr. Ninguém fez sua primeira aparição em ‘Velozes e Furiosos 7‘, mas foi dado como morto ao decorrer da trama de ‘Velozes e Furiosos 9‘.
A participação de Kurt Russell no novo filme da franquia não foi confirmada, mas os fãs podem esperar que ele apareça de surpresa em algum momento do longa.
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Em entrevista para a Harpers Bazar,Diesel revelou que a sua filha de oito anos, Pauline Sinclair, foi a principal inspiração para a personagem Tess, de Brie Larson.
Quando a atriz conheceu a jovem, ela estava usando uma jaqueta que nas costas dizia: “Good Vibes Only”. Brie Larson fez questão que a sua personagem tivesse uma igual.
“Brie foi ao departamento de figurino e pediu que eles recriassem a jaqueta. Ela a usa durante todo o filme”, disse o ator.
‘Velozes e Furiosos 10’ estreia em 18 de maio nos cinemas nacionais, e a atriz Michelle Rodriguez, garantiu que o final da sequência vai deixar os fãs de queixo caído.
Durante uma participação no podcast Collider Ladies Night, a intérprete de Letty Ortiz provocou ao dizer que o desfecho vai permanecer na mente dos fãs por um bom tempo.
“Eu acho que as pessoas vão ficar muito, mas muito surpresas. Vamos deixa o público de queixo caído no final de ‘Velozes e Furiosos 10′. Imagino que as pessoas passar muito tempo pensando nisso e vão ficar tipo: ‘O que? Eu realmente vi isso? É tipo assim! Quando eu assisti, eu pensei: ‘Meu Deus! O que é que nós fizemos?'”
A estrela também rasgou elogios para Jason Momoa, dizendo que seu personagem é nada menos que o melhor vilão de toda a franquia.
“Vingança com um sorriso. Parece leve, mas quando você ver [o filme], saberá exatamente do que estou falando”, ela conta. “Eu diria que ele é o melhor vilão que já tivemos em toda a franquia. É claro, porque Charlize [Theron] arrasa como [Cipher]. Sabe o que eu quero dizer? Ela é um tipo totalmente diferente de monstro, sem trocadilhos”.
Lembrando que o décimo filme traz Dominic Toretto (Vin Diesel) comandando novamente a equipe de corredores mais conhecida do mundo, em mais uma difícil missão sobre quatro rodas.
Confira o trailer:
O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.
A revista aponta que o ator terá um papel importante no decorrer da série. Apesar disso, não foi revelado muitos detalhes sobre seu personagem, apenas que seu nome é Harry e ele será um associado do personagem de Vincent D’Onofrio, o Rei do Crime.
Em entrevista para a Entertainment TonightCox havia dito que a trama da nova atração pode ser contada a partir do zero, desconsiderando o que aconteceu nas primeiras temporadas da série da Netflix.
“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe? De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”
E aí, você está animado para revê-lo combatendo o crime?
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.
Em entrevista ao Bloody Digusting, D.J. MacHale, criador do revival da série antológica ‘Clube do Terror‘ (Are You Afraid of the Dark?), revelou a única restrição que foi pedida pelo canal Nickelodeon no desenvolvimento da série.
E, surpreendentemente, não envolve as cenas de terror da produção.
“Nós tivemos carta branca no desenvolvendo das histórias. Eu me considero uma pessoa responsável, então sabia exatamente qual seria o nosso limite. Às vezes, nós até fomos além, e a Nickelodeon confiou completamente no nosso trabalho. A única restrição que eles pediram não teve nada a ver com as cenas de terror. Como em qualquer outra série, o canal está sendo preocupado como certas coisas podem afetar o comportamento dos espectadores mais jovens.”
Ele completa, “É por isso que você nunca vê os personagens acendendo a fogueira. Você nunca vê os personagens acendendo um fósforo porque o canal não queria incentivar crianças a brincarem com fogo.”
A série é baseada na antologia de terror homônima lançada em 1992.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 29 de março.
A produção narra vários momentos da vida de Senhor Abravanel, desde os dias como camelô nas ruas do Rio de Janeiro, passando pelo início do Baú da Felicidade, até os anos de sucesso como dono do SBT.
Um dia depois de ser preso por causa de um incidente de violência doméstica em Nova York, o atorJonathan Majors foi oficialmente indiciado por três acusações de tentativa de agressão em terceiro grau, uma acusação de assédio agravado em segundo grau e uma acusação de assédio em segundo grau.
De acordo com um comunicado divulgado pelo Departamento de Polícia de Nova York no sábado, Majors foi preso depois que o incidente supostamente deixou uma vítima não identificada com ferimentos no rosto e no pescoço.
“No sábado, 25 de março de 2023, aproximadamente às 11h14, a polícia respondeu a uma ligação para o 911. Uma investigação preliminar determinou que um homem de 33 anos estava envolvido em uma disputa doméstica com uma mulher de 30 anos. A vítima informou à polícia que foi agredida. Os policiais colocaram o homem de 33 anos sob custódia sem incidentes. A vítima sofreu ferimentos leves na cabeça e no pescoço e foi transferida para um hospital da região em condição estável.”
Após a polêmica prisão do ator, algumas personalidades da indústria quebraram o silêncio, acusando o ator de ter um extenso histórico de comportamento abusivo.
Em fevereiro, o diretor A.B. Allen havia compartilhado em seu Twitter que “um ator relativamente novo, que havia despertado a paixão do Twitter, era uma pessoa cruel, violenta e abusiva – tanto profissionalmente, quanto em sua vida pessoal”. Após a prisão de Majors, o cineasta confirmou que se referia ao ator de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ em seu antigo tweet.
Ao ser perguntado sobre mais detalhes, o diretor apenas completou: “Infelizmente, as coisas que eu sei iriam expor outras pessoas que foram machucadas e que não merecem se tornar parte de investigação maior da mídia, se eles não quiserem.”
Além dele, o ator Tim Nicolai também apoiou as alegações, afirmando que o comportamento problemático de Majors já é conhecido desde sua época na Universidade de Yale: “Eu só vou dizer uma coisa sobre o Jonathan Majors: as pessoas da Yale sabem sobre [o comportamento tóxico] dele há anos. Ele é um sociopata abusivo, e todos que o conhecem sabem que ele é exatamente assim. É uma pena que tenha levado tanto tempo para isso vir à público.”
Vale lembrar que Majors foi preso pela polícia de Nova York após um incidente envolvendo sua namorada enquanto voltavam para casa de um bar em Brooklyn. Após uma discussão, o ator alegadamente teria agarrada a parceira e dado um tapa nela. Além disso, ele também foi acusado de estrangulá-la.
A vítima foi levada para o hospital para tratar feridas na cabeça e no pescoço. Fontes ao site em questão indicam que a mulher tinha lesões visíveis, incluindo uma laceração atrás da orelha, além de vermelhidões e marcas no rosto.
A CW lançou uma nova prévia oficial de “In Cold Blood“, terceiro episódio da 3ª temporada de ‘Superman & Lois‘.
Na trama, “Lois (Elizabeth Tulloch) e Chrissy (Sofia Hasmik) perseguem uma nova pista na investigação de Mannheim contra a vontade de Clark (Tyler Hoechlin). Enquanto isso, a tentativa de Jonathan (Michael Bishop), Jordan (Alex Garfin) e Nat (Taylor Buck) de fazer um gesto gentil é complicada por um obstáculo inesperado. Por fim, Lana (Emmanuelle Chriqui), Sarah (Inde Navarette) e Kyle (Erik Valdez) se ajustam ao seu próprio novo normal.”
Dirigido por Gregory Smith e escrito por Jai Jamison, o episódio vai ao ar amanhã, 28 de março.
Confira:
Criada por Greg Berlanti e Todd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.
Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.
Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.
Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.
O elenco ainda conta com Michael Bishop, Emmanuelle Chriqui, Inde Navarrette, Erik Valdez, Alexander Garfin e Dylan Walsh.
‘The Abandons‘ é situada em 1850, em Oregon, e segue um grupo de famílias em sua busca pelo Destino Manifesto, explorando a força corrupta da riqueza e do poder que cobiça suas terras e tenta forçá-los a sair.
A atriz vai interpretar Fiona, uma mulher forte e devota que, incapaz de ter filhos, acolheu quatro órfãos e iniciou sua própria família, que vai proteger a qualquer custo.
Ela interpretará Fiona, uma matriarca devota em ‘The Abandons’, uma nova série do criador de ‘Sons of Anarchy’, Kurt Sutter. É um drama de ação de tirar o fôlego que explora a linha tênue entre a sobrevivência e a lei no Oregon de 1850.”
‘Shazam! Fúria dos Deuses‘ chegou aos cinemas no fim de semana passado e arrecadou apenas US$ 11,7 milhões no dia de abertura, quase a metade dos US$ 20,3 milhões registrados no primeiro filme.
Ao total, a sequência fez US$ 65,5 milhões pelo mundo no fim de semana de estreia.
Em sua segunda semana, o filme teve uma queda de 68% e acumulou apenas US$ 9,7 milhões nos EUA, que é uma das piores quedas de todo o DCU. Mundialmente, ‘Shazam 2!‘ fez apenas US$ 102,4 milhões.
Por conta disso, o protagonista Zachary Levi está desesperado e chegou ao ponto de implorar aos fãs para assistiram ao filme em vez de ‘John Wick 4: Baba Yaga‘, que já conta com US$ 137,5 milhões pelo mundo em menos de uma semana em exibição.
Em um vídeo publicado por uma página do Twitter, Levi diz:
“Eu amo Keanu Reeves! Se você for assistir ‘John Wick‘, não vou te dizer para não assistir. Mas ‘John Wick‘ não é um filme para a família. Então, se você procura um filme para assistir com a família, ou em um encontro, seja o que for… Se você apenas não quer ver miolos sendo espalhados, vá assistir ‘Shazam 2! Fúria dos Deuses‘. É um filme bem mais divertido. Quem já assistiu sabe disso!”
Confira:
Em clima de desespero!
Zachary Levi, interprete de Shazam, praticamente IMPLORA pra as pessoas assistirem “Shazam – Fúria dos Deuses” em vez de “John Wick 4”.
Anteriormente, Levi já havia comentado sobre o fracasso da sequência.
O ator culpou o marketing da produção pelo baixo desempenho nas bilheterias, além de concordar que os fãs do Zack Snyder estão felizes com o fracasso do filme.
Ao responder o comentário de um fã, Levi confirmou as alegações: “Isso é verdade. Triste, mas verdade. E não sabemos o quanto [a reação dos fãs do Snyder] afetam as bilheterias. Mas acredito que o maior problema que nós temos é com o marketing. Esse é um filme perfeito para a família, mas muitas delas não são cientes disso. É uma pena.”
This is also true. Sad, but true. How much that actually affects the box office is anyone’s guess. But I think the biggest issue we’re having is marketing. This is a perfect family movie, and yet a lot of families aren’t aware of that. Which is just a shame. ♂️ https://t.co/Fpw6Ja384F
Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler ainda trazem um toque de #Abracadabra para a produção, o que deixa tudo ainda mais épico e espetacular. As cenas de ação são muito bem feitas e o CGI está impecável. Fazia tempo que eu não saia do cinema tão feliz em um filme de super-herói.… https://t.co/MO4fY96Llc
Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher Angel e Jack Dylan Grazer.
O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.