A CW divulgou a sinopse oficial de “Skip, Hop, and Thump!”, episódio de estreia da 7ª (e última) temporada de ‘Riverdale‘.
Na trama, “o baile de Riverdale High está próximo e Archie tem seus olhos em levar Veronica como acompanhante. Betty fica confusa quando Kevin aparece desinteressado em levar as coisas para o próximo nível com ela. Enquanto isso, Jughead mira na Pep Comics, e Toni tenta convencer Cheryl a deixar Fangs se apresentar no baile”.
O capítulo vai ao ar no dia 05 de abril. A temporada, por sua vez, estreia em 29 de março.
O ciclo final estreará oficialmente no dia 29 de março.
Na trama da última temporada, Jughead Jones se encontra preso nos anos 50. Ele não tem ideia de como foi parar lá, nem como voltar ao presente. Seus amigos não podem ajudar, uma vez que eles estão vivendo vidas aparentemente autênticas – sem lembranças de terem vivido em outra época.
Dizem que um bom suspense nos tira mais horas de sono que o mais puro horror. E bom, James Wan está aí para provar que a máxima é verdade, construindo, ao lado de bons discípulos, narrativas de tirar o fôlego e que nos deixam vidrados na tela do começo ao fim. Até mesmo M. Night Shyamalan, em seus saudosos dias de glória, consegue transformar o gênero em algo nunca antes visto, arquitetando tramas que fogem ao convencionalismo e encontram uma resolução magnífica – com algumas exceções é claro. Logo, quando Susanne Bier anunciou que se aventuraria nesse meio com adaptação do thriller‘Caixa de Pássaros’ (‘Bird Box’, no original), assinado por Josh Malerman, grande parte dos fãs que já se familiarizara com o cosmos distorcido do autor ficou bastante animada. Afinal, o romance recebeu uma ótima recepção da crítica e carregava consigo uma mistura incrível de diversas vertentes literárias.
Entretanto, Bier, ainda que tenha levado para casa um Oscar por seu trabalho como roteirista, além de ter sido indicada ao Globo de Ouro e ao Emmy, parece não estar em boa maré dentro da indústria cinematográfica. Seus projetos cinematográficos anteriores traçaram uma decrescente linha de qualidade, e aqui cito o relativamente interessante ‘Tudo o que Perdemos’, protagonizado por Halle Berry, e o péssimo ‘Serena’, uma releitura vazia do livro homônimo que caiu no esquecimento. Em sua tentativa de redenção, a cineasta cai na mesma ruína ao prometer mais do que entrega: através de um trabalho preguiçoso e formulaico, são poucas as coisas que se salvam de mais um fracasso encomendado pela Netflix, além de desonrar uma obra tão delicada quanto a assinada por Malerman.
A narrativa se respalda numa mistura entre ficção fantástica, sci-fi e suspense – ou ao menos uma tentativa de mesclar os três. Em um cenário pós-apocalíptico, que já nos é apresentado em um breve prólogo, a protagonista Malorie (Sandra Bullock), uma artista plástica que está aguardando a chegada de seu primeiro filho, presencia uma série de suicídios terríveis, motivados por algo incompreensível e invisível. As coisas definitivamente saem do controle quando sua irmã, Jessica (Sarah Paulson), no trajeto de volta para sua casa, é acometida pela cruel força e de joga na frente de um caminhão, deixando-a desnorteada e sozinha até se resgatada por um homem, o qual consegue abrigá-la na casa mais próxima.
Se analisarmos bem o escopo ao qual somos apresentados logo de cara, é muito fácil traçar paralelos com duas obras totalmente diferentes entre si: ‘O Nevoeiro’, de Stephen King, e ‘Fim dos Tempos’, de Shyamalan. Ainda que aquele tenha ganhado uma adaptação interessante para as telonas em 2004, é um fato dizer que este representa uma triste mancha na carreira do cineasta – e parece ter sido o mais apropriado, na visão de Bier, transformando seu filme em um desastre total. As forças místicas e ocultas atacam os mais desprevenidos – ou seja, aqueles que recusam-se a se manter nas sombras e encaram o mundo lá fora. Para tanto, Malorie e seus companheiros criam uma espécie de fortificação, selada por papéis de jornal e janelas trancadas, impedindo que as supostas criaturas consigam atingi-la.
Porém, parece que a narrativa de estagna nesse ponto. Mesmo com uma sequência interessante em que Bullock e Paulson desviam da histeria coletiva e, eventualmente, encontram o princípio de suas ruínas, a direção de Bier torna-se sem vida, optando por algo dentro dos padrões em vez de um simples indício de originalidade – e nem mesmo o clássico campo-contracampo funciona com a precisão que deveria. O roteiro de Eric Heisserer, responsável por nos apresentar à obra-prima ‘A Chegada’ um ano antes, não ajuda em absolutamente nenhum aspecto. Pelo contrário, os tristes diálogos drenam as tentativas de deixar a atmosfera tensa e angustiante, parecendo forças os atores a regurgitar as palavras.
De qualquer forma, Bullock consegue se manter em forma até o fim do segundo ato, no qual mais uma vez prova que cria mágica mesmo com os mais pífios papéis. Entretanto, ela não aguenta manter-se um nível acima do que lhe é entregue, cedendo a falas sem sentido, explicações mal formuladas e uma atuação vergonhosa. Em determinado momento, Malorie, tendo seu filho e cuidando da recém-nascida sem nome de Olympia (Danielle Macdonald), também levada ao suicídio, encontra um espaço para criar uma “família” ao lado de um dos únicos sobreviventes de um trágico massacre, Tom (Trevante Rhodes). Ao escapar, deixando seu par romântico para trás, ela se vê em uma perigosa jornada num caudaloso rio para salvar as crianças e tentar salvar a si mesma. Tais sequências são construídas com uma falta de esmero tão grande que chega a ser doloroso ouvi-la repetir palavras vazias e vencidas nas próprias metáforas.
Bier não apenas falha em sua própria função, como destrói quaisquer simbologias mais profundas que o romance trouxe alguns anos atrás. Temas como depressão e confiança são travestidos com um suspense amargurado, que na verdade nem mesmo chega a se realizar, mantendo-se em um melodrama excessivo e cansativo. Até mesmo o título original é esquecido; é claro, Malorie carrega consigo uma caixa de pássaros, libertando-os assim que chegam ao abrigo. E o que isso deveria realmente representar? Que ela e as crianças finalmente estão seguras e podem crescer em paz em um microcosmos protegido das criaturas? Porque caso essa seja a grande “lição de moral”, sinto lhes dizer que não funcionou muito bem.
‘Bird Box’ pode não ser pretensioso, diferente de tantas outras produções do gênero – mas em nada adiciona para o escopo do suspense ou para alguma coisa, no geral. Além de uma conturbada técnica cinematográfica e um risível roteiro, nem Bullock se salva de ser engolida por essa frustrante e decepcionante perda de tempo.
‘Coringa: Loucura a Dois’ (‘Joker: Folie à Deux’) é um dos filmes mais aguardados do ano que vem e trará ninguém menos que o vencedor do Oscar Joaquin Phoenix de volta ao papel titular e a vencedora do Oscar Lady Gaga como Harley Quinn.
O enredo da sequência ainda é mantido em segredo, mas a teoria atual é que ele abordará a origem do romance entre o Coringa e a sua clássica parceira no crime.
E um vídeo dos bastidores revelou uma cena onde vemos Harley cometendo um crime.
Na cena, Gaga aparece do lado de fora de uma loja, discutindo com alguém, então suspende uma lata de lixo e quebra a vitrine do estabelecimento para roubar um mini aparelho de televisão.
Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.
Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.
O filme ‘Thunderbolts‘, da Marvel Studios, está previsto para começar suas gravações ainda esse ano, e o site The Cosmic Circus parece ter tido a informação de uma data exata.
De acordo com o site, o filme da equipe de anti-heróis da Marvel começará sua produção no dia 12 de junho, aproximadamente 1 ano antes de sua estreia, em julho de 2024.
Uma das novidades acerca do filme é a escalação do astro Steven Yeun, o Glenn de ‘The Walking Dead‘, para o filme. Em entrevista para a Empire Magazine, o ator comentou um pouco sobre por que resolveu aceitar entrar para o MCU:
“Não sei se estava explicitamente na minha lista de desejos”, disse Yeun. “Foi mais a história, trabalhar com Jake Schreier [diretor] novamente, e quais eram suas intenções. As intenções do personagem específico que eles queriam que eu interpretasse eram muito claras, e foi isso que me atraiu para o filme.”
Seu papel, ainda não revelado, não é apenas para este filme, mas também será significativo em futuros filmes do Universo Cinematográfico da Marvel.
Anteriormente, o ComicBook.com divulgou que Ayo Edebiri, conhecida por seu trabalho como Sydney Adamu na série ‘O Urso’, foi escalada para o elenco do longa.
Detalhes sobre seu papel também não foram revelados. A atriz também é conhecida por suas performance sem ‘Big Mouth’ e ‘Dickinson’.
Yeun e Edebiri se juntam aos previamente confirmados Wyatt Russell como John Walker/Agente Americano, Hannah John-Kamen como Ava Starr/Fantasma, Harbour como o Guardião Vermelho, Olga Kurylenko como a Treinadora, Sebastian Stan como Bucky Barnes/Soldado Invernal e Pugh como Yelena Belova/Viúva Negra.
Em outra entrevista ao ComicBook.com, Harbour revelou como os heróis irão se reunir para formar o icônico time.
“Este é um dos mistérios iniciais. Eu fiz uma piada sobre ser como ‘Dungeons and Dragons’, onde você entra numa taverna e há um anão bebendo uma cerveja e um elfo no canto, todos nos juntamos e então tem esse fantasma… Não irá acontecer desse jeito, creio eu”, ele disse.
O ator continua: “mas acho que um dos mistérios do filme é a relação deles e, como você diz, há muitas coisas animadoras à medida que terminamos essa próxima fase, em relação ao papel que representam neste universo. Então, sabe, não posso dizer muito por enquanto, mas há uma introdução muito boa de como esse time se reúne, e será muito divertido”.
Quando o uso de uma desenfreada sequência de mal-entendidos deixa pra trás qualquer conceito, ou mesmo o brilho de seus personagens. Dirigido pelo Tomás Portella, cineasta com alguns trabalhos como diretor de longas e que também foi assistente de direção do ótimo filme Ensaio sobre a Cegueira, a comédia road movie La Situaciónnão é pretenciosa, apenas se joga no objetivo de conquistar o público com sequências em busca do riso fácil. É uma opção. Essa fórmula pode conquistar alguns, outros não. O roteiro, escrito pela dupla Carolina Castroe Natália Klein, se acomoda em apresentar saídas rápidas para um clímax dentro de uma situação esquecendo de deixar pelo menos algumas migalhas de explicações mais profundas pelo caminho para entendermos por completo a história.
Na trama, conhecemos Ana (Natália Lage), uma mulher bastante infeliz tanto no pessoal quanto profissional que não vê muitas saídas para uma necessária rápida mudança em sua vida. Sua prima por parte de pai, a excêntrica Yovanka (Thati Lopes), pra completar, ainda insiste em passar mais alguns dias no apartamento dela. Certo dia, Ana recebe um aviso dizendo ser herdeira de terras na Argentina. Sem pensar duas vezes, ela embarca em uma road trip com Yovanka e a melhor amiga Letícia (Júlia Rabello), essa última uma mãe de três, consumida pela rotina e com o relacionamento um pouco estremecido com o marido.
A busca por uma inusitada herança se torna o pontapé inicial dessa trama que embarca em somatório de eventos que se seguem sem reviravoltas impactantes e sim mirabolantes. São muito forçadas as sequências de mal-entendidos, mais um fator que atrapalha o entendimento sobre o que é a história. As três mulheres, completamente diferentes, podem ser uma luz para quem busca se conectar com a trama através das personagens. Letícia, interpretada pela ótima Julia Rabello, é de longe a personagem que consegue expor mais camadas associativas com a realidade, uma mãe com enormes conflitos no casamento, no cotidiano em educar seus filhos, vê a viagem que se apresenta como um oásis onde exageros não são julgados. Acompanhar essa jornada pela ótica dessa mãe, como muitas do lado e cá da telona, pode ser interessante.
O desenvolvimento da história se torna limitado a encontrar logo ‘La Situación’ sem deixar respirar para o seu conceito (seja esse qual for). De forma análoga, é como se, pensando em um apartamento, o foco fique total em um objeto, ou algo nas linhas do abstrato, dentro de um quarto, sem tempo para conhecermos o resto da casa. Filmado no Uruguai mas ambientado na Argentina e também no Paraguai, o projeto estreia nos cinemas dia 23 de março.
A troca de figurinos já se tornou uma tradição nos filmes de super-heróis, seja para revitalizar a imagem dos personagens ou simplesmente para vender action figures.
Ainda assim, é bem interessante acompanhar a evolução nos trajes dos heróis, como no caso do Homem-Formiga (Paul Rudd).
Apesar de ganhar mudanças sutis ao longo da trilogia, o traje usado pelo personagem recebeu diversas atualizações.
E, em seu perfil do Instagram, o artista Andy Park divulgou uma arte conceitual revelando um visual alternativo para o traje de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘.
A imagem mostra um design mais robusto para o traje, com um colarinho ligado ao capacete, bem diferente da versão oficial.
Confira:
“No início do trabalho em ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, surgiu a ideia de criar trajes projetados para o Reino Quântico. Este foi um dos meus projetos conceituais que criei. Algo que foi mito divertido de explorar!”
O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.
Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.
Além disso, Ridley Scott, ainda sem Oscar, vai comandar ‘Napoleon‘ (anteriormente chamado de ‘Kitbag’), estrelado por Joaquin Phoenix (‘Coringa’) e Vanessa Kirby (‘Pieces of a Woman’).
A Netflix está repleta de projetos que podem concorrer ao prêmio e muitos cinéfilos e amantes da música estão empolgados com o segundo trabalho de diretorial de Bradley Cooper (‘Nasce Uma Estrela’), ‘Maestro‘, sobre o compositor e pianista Leonard Bernstein, no qual Cooper estrela ao lado de Carey Mulligan (‘Bela Vingança’).
A plataforma também vai lançar este ano o novo suspense de David Fincher, intitulado ‘The Killer‘, que trazMichael Fassbender (‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’) no papel principal.
Ainda sem data, os títulos provisórios podem incluir a adaptação de uma peça do dramaturgo August Wilson chamada ‘The Piano Lesson‘, estrelada por Samuel L. Jackson (‘Os Vingadores’) e John David Washington (‘Tenet’).
Entre aAmazon Studios e a aquisição da MGM, a gigante do streaming conduzirá o próximo projeto da roteirista vencedora do Oscar Emerald Fennell, ‘Saltburn‘.
A produtora também trará outra história ligada aElvis Presley, desta vez através dos olhos de sua esposa, com ‘Priscilla‘, estrelado por Cailee Spaeny (‘Jovens Bruxas – Nova Irmandade’).
Confira as previsões com possíveis indicados nas principais categorias:
Melhor Filme
‘The Book of Clarence’ – Jeymes Samuel (Sony Pictures)
‘The Color Purple’ – Blitz the Ambassador (Warner Bros.)
‘Freud’s Last Session’ – Matthew Brown (Sony Pictures Classics)
‘The Holdovers’ – Alexander Payne (Focus Features)
Os livros são poderosos. Desde o surgimento da literatura há centenas de anos, ficou bem claro que a escrita não é apenas um instrumento para recordar o que acontece em nossas vidas, ou um mero aparato para assinar documentos e contratos. Nas mãos certas, ela torna-se uma arma incontrolável, sendo capaz de nos levar para os mundos mais fantásticos sem ao menos termos que levantar da poltrona. Parece clichê dizer isso, mas esse sentimento é partilhado por todos em qualquer lugar do mundo: pergunte ao seu amigo ou ao seu familiar que sempre gostou de um bom livro. Ele com certeza irá te responder que nunca se sentiu sozinho, nunca se decepcionou nem mesmo com as páginas amareladas, e retornou de uma incrível viagem são e salvo, pronto para mergulhar em mais uma aventura.
Mas o que acontece quando esse mundo é mais perigoso e totalmente diferente do que pensávamos? É partindo dessa premissa que John Connolly ousa criar uma fábula epopeica e recheada de metalinguagens com uma obra que não teve o reconhecimento que merecia, intitulada ‘O Livro das Coisas Perdidas’. Aqui, o escritor irlandês busca em sua infância e adolescências os contos que moldaram sua personalidade e que abriram seus olhos para um mundo novo, além de provavelmente ter colocado bastante de sua própria vida dentro da jornada do protagonista David. Porém, este aqui não é um mero romance de ficção fantástica, indo muito além do que promete em uma simples sinopse e encantando todos que se arrisquem a abri-lo.
Logo no primeiro capítulo, Connolly mostra sua afeição para as narrativas clássicas infantis, começando com o infalível e bastante conhecido “era uma vez”. Entretanto, a ambientação não se ergue numa clareira no meio de uma floresta, ou então num imponente castelo, e sim na Inglaterra do final da década de 1930. David, o nosso jovem herói, é um garoto de onze anos que perdeu sua mãe para uma doença incurável e agora vive com o pai num imenso casarão, o qual se mantém ocupado com seus afazeres como contador conforme a segunda grande guerra se materializa em solo europeu. Para suprir suas necessidades, ele passa as tardes ocupando-se com obras literárias dos mais variados tipos, desde didáticos até épicos.
As coisas mudam drasticamente de cenário quando o menino percebe que seu pai seguiu em frente e parece ter esquecido da falecida mãe ao se tornar bem próximo de Rose, uma enfermeira que acabou ajudando David quando este teve uma espécie de ataque epiléptico ao começar a ouvir seus livros sussurrando. É claro que a imediata reação do protagonista é ódio e inconformismo, principalmente quando o pai e a futura madrasta anunciam que estão esperando um filho. Assim que o pequeno George chega, os sentimentos conflitantes de David alcançam um nível inenarrável e a casa vira palco de sequências de tirar o fôlego.
Entretanto, esse realismo excessivo logo dá lugar a algo muito mais mágico. Connolly arquiteta de forma impecável a transição do jovem herói do mundo em que vivia para o temido desconhecido, permitindo que o cruzamento do limiar entre as duas esferas o mergulhe em um ciclo de amadurecimento perscrutado dos mais mortais obstáculos. Após estranhos eventos ocorrerem em seu cotidiano, como os desmaios e a presença taciturna do Homem Torto, uma figura medonha que se esconde nas sombras e que parece espioná-lo a todo momento, ele decide compreender o que acontece e, durante um ataque inesperado dos alemães ao subúrbio londrino, ele é arremessado para dentro de uma árvore seca, apenas para chegar do outro lado em um cenário caótico, destruído e enevoado.
É aqui que a maior provação de David começa. Assim que chega a esse novo cosmos, cujo nome permanece uma incógnita o livro inteiro, ele se depara com o primeiro guardião, responsável por lhe explicar o que está acontecendo e colocá-lo no caminho de volta para casa, uma vez que o portal original se fechou. Seu nome, também desconhecido, é substituído pela simples profissão de Lenhador. Mas se há uma coisa que o autor nos ensina é não julgar um livro pela capa: habitante das florestas há mais tempo do que se recorda, o Lenhador conta para o menino sobre as criaturas híbridas chamadas Loups, nascidas da união profana entre uma mulher e um lobo. Multiplicando-se em um ritmo assustador, tais monstros desejam depor o rei daquele vasto território e iniciar seu governo pautado no medo e no desespero.
Apesar de mais contido, o romance de Connolly carrega consigo várias homenagens claras a mitologias clássicas, mas também se inclina para obras-primas da ficção. A fluida habilidade de criar distinções raciais e uma odisseia “contemporânea”, por assim dizer, mostra suas emulações competentes para ‘O Senhor dos Anéis’ – e isso não é tudo. Ao longo do caminho, que já traça diálogos bem explícitos com a atemporal ‘A Jornada do Herói’, de Joseph Campbell, David encontra certos personagens bastante lembrados por grande parte das pessoas, porém desconstruídos dos modos mais irônicos, dramáticos e persuasivos possível. Há uma cena, por exemplo, em que ele se depara com os sete anões, trabalhadores oprimidos pela presença da insuportável Branca de Neve, a qual permanece o dia inteiro de pernas para cima enquanto seus escravos lutam para se libertas. O Homem Torto, por sua vez, tem a personalidade de um malandro, um enganador à moda de Rumplestiltskin, o qual roubava crianças para se alimentar delas.
É bastante claro ver como o personagem principal representa os três estágios de evolução humana. Iniciando a obra como uma construção mimada, ingênua e impaciente, típica das crianças, ele logo desabrocha em uma pessoa muito mais compreensiva, forte e que não tem medo de enfrentar obstáculos para salvar aqueles que ama, ainda que caia nas enganações de mentes muito mais ardilosas. Sua adolescência chega ao fim quando ele perde todos ao seu redor e mesmo assim luta contra os perigos que querem destruí-lo – e com o desenrolar do terceiro ato, Connolly aproveita para traçar paralelos incríveis com o começo da narrativa e abre espaço para reviravoltas espetaculares, dignas de nota. A conclusão, também metalinguística, nos coloca em uma catártica espera pelo fim, no qual, juntamente ao herói, encontramos a tão aguardada paz.
‘O Livro das Coisas Perdidas’ pode, em teoria, ter sido jogado na seção infanto-juvenil, mas após lê-lo com bastante atenção, percebemos que as coisas são muito mais profundas do que pensávamos. Em um coming-of-age emocionante, o romance não apenas nos encanta, como também nos leva a pensar que o que os nossos olhos veem na verdade é uma ínfima parte do que realmente é.
‘Shazam!: Fúria dos Deuses‘ está caminhando para uma decepcionante abertura em seu primeiro fim de semana nas bilheterias (via Comic Book).
Apesar das projeções apontarem uma abertura semelhante à do primeiro filme ‘Shazam!‘ em 2019 (US$ 53,5 milhões), estima-se que ‘Fúria dos Deuses’ abra 44% abaixo do filme anterior, arrecadando apenas US$30 milhões no seus três primeiros dias.
Isso vem em decorrência de uma abertura em seu primeiro dia de US$11,7 milhões (em comparação aos US$20,3 milhões do primeiro ‘Shazam!‘).
‘Shazam!: Fúria dos Deuses‘ está atualmente com 54% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma pontuação bem mais baixa do que seu antecessor (90%), com um consenso da crítica que diz: “Mais desfocado e menos satisfatório do que seu antecessor, ‘Shazam! 2’ ainda retém quase o suficiente do charme bobo do material de origem para salvar o dia.”
A produção ainda enfrentará uma forte concorrência com ‘Pânico 6‘ e ‘Creed 3‘ – ambos filmes que surpreenderam nas bilheterias e registraram a maior estreia de suas respectivas franquias. Além disso, ‘John Wick 4‘ está programado para estrear na próxima semana – e promete dominar as telonas.
Confira nossas primeiras impressões:
Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler ainda trazem um toque de #Abracadabra para a produção, o que deixa tudo ainda mais épico e espetacular. As cenas de ação são muito bem feitas e o CGI está impecável. Fazia tempo que eu não saia do cinema tão feliz em um filme de super-herói.… https://t.co/MO4fY96Llc
Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher Angel e Jack Dylan Grazer.
O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
O diretor de ‘Esquadrão Suicida‘, David Ayer, revelou no seu Twitter a ideia original que tinha para o filme, que acabou sendo totalmente modificado pela Warner Bros. ao longo da produção.
Ayer declarou que a grande trama do roteiro de ‘Esquadrão Suicida‘ envolvia o Lobo da Estepe e seus Parademônios, vilões que apareceram no filme ‘Liga da Justiça‘ no ano seguinte, mas isso acabou sendo cortado logo no início da produção.
Confira a publicação abaixo:
“A questão do roteiro foi ter o Lobo da Estepe e os Parademônios cortados antes da produção. Magia estava sob o controle de uma caixa-mãe e iria abrir um Portal para Apocalypse. Tudo isso foi cortado logo no início. Foi uma perda difícil.”
The script issue was having Steppenwolfe and the Parademons stripped out prior to production. Enchantress was under the control of a mother box and opening a Portal to Apokalypse. This was all cut early in prep. That was a hard loss. https://t.co/0szGMlyjWf
Vale lembrar que o cineasta tornou pública a sua insatisfação e explicou que seu corte de ‘Esquadrão Suicida’ foi picotado, alegando que a versão que chegou aos cinemas não foi a que ele planejou.
Após o lançamento, o longa foi duramente criticado pela falta de ritmo e de identidade, apesar do estilo explosivo da condução.
Conversando com a EW, Ayer voltou a falar sobre o desejo pelo lançamento do corte original.
“Acredito que os estúdios agora percebem que podem existir versões oficiais e alternativas, e os fãs querem assisti-las. Eles amam os personagens e querem passar mais tempo com eles. As pessoas estão bem mais interessadas em como os filmes são feitos e querem fazer parte dessa jornada. Há espaço para coisas diferentes, versões diferentes, para serem compartilhadas com o público. Acredito que isso ajuda a reforçar nossa conexão com a comunidade. Mas devo dar o crédito para a Warner Bros. por apoiar o Zack [Snyder] e ter a coragem para explorar isso.”
Ele completa, “Eu entendo que faz parte dos negócios, mas é frustrante porque eu realmente fiz um drama profundo e a minha versão foi destruída, pois eles tentaram transformar o filme em um ‘Deadpool’ – o que não era para ser. Então, eu acabo sendo culpado, pois o meu nome está lá. Apesar de não representar o que eu realmente fiz, eu tenho que enfrentar a munição dos críticos e ser um bom soldado. Eu fiz um filme incrível, que acabou assustando os executivos.”
Na época, a ex-presidente e CEO da WarnerMedia, Ann Sarnoff, revelou que eles não pretendiam lançar o Ayer Cut e agora está mais do que claro que a versão jamais será lançada pelo estúdio.
Relembre o trailer de ‘Esquadrão Suicida‘, disponível para streaming na HBO Max e no Prime Video:
Um time dos mais perigosos e encarcerados supervilões são contratados por uma agência secreta do governo, para combater uma poderosa entidade. No entanto, quando eles percebem que não foram escolhidos apenas para ter sucesso, mas também por sua óbvia culpa quando inevitavelmente falharem, terão que decidir se vale a pena ou não continuar correndo risco de morte.
O spin-off da franquia ‘Um Lugar Silencioso‘, intitulado de ‘Um Lugar Silencioso – Dia Um‘, já tem data de estreia.
Anteriormente programado para setembro de 2023, ‘A Quiet Place: Day One‘ (no original) agora chegará às telonas em 08 de março de 2024.
O projeto está sendo bastante elogiados pelos roteiristas Scott Beck e Bryan Woods, dos primeiros filmes dirigidos por John Krasinski.
Durante uma entrevista para o ComicBook, eles revelaram que já sabem os detalhes da trama, que por enquanto está sendo mantida em segredo.
“O derivado de ‘Um Lugar Silencioso’ está sendo gravado agora. Michael Sarnoski é um diretor incrível, ele fez um ótimo trabalho em ‘Pig’. É empolgante que alguém esteja continuando esse legado. Nós já sabemos a história, mas estamos ansiosos para ver o resultado”, disse Beck.
“Acho que o público ficará muito empolgado com esse filme. Tem algumas ideias muito legais. Será ótimo.”
O criador, roteirista e agora produtor John Krasinski compartilhou as fotos dos bastidores do spin-off em seu Twitter. Confira:
“Foto obrigatória da claquete no primeiro dia… desta vez com uma reviravolta! Muito honrado por estar lá no dia 1 do @AQuietPlace DIA UM com o maestro @MichaelSarnoski e a lendária @Lupita_Nyong. Mal posso esperar para ver a magia que eles vão conjurar neste!”
Intitulado de ‘Um Lugar Silencioso – Dia Um‘, o filme antecederá os acontecimentos dos dois longas anteriores mostrando a chegada dos alienígenas na Terra pela perspectiva de novos personagens.
Daniel Kaluuya, ator que estrela o filme do ‘Barney‘, falou sobre algo que tem gerado dúvidas no fãs, a respeito de como será o tom que a produção seguirá.
Em contato com o The Hollywood Reporter, o ator disse que o filme vai se levar mais a sério do que a série animada, tendo uma pegada um pouco mais sombria.
Ele diz ainda que não entende o motivo das pessoas desprezarem filmes infantis, pois acredita que eles são importantes para introduzir as crianças nos cinemas.
“Meus últimos filmes foram alinhados com o que eu defendo como homem. Mas há um monte de coisas que eu também faço como homem. Por exemplo, eu amo filmes infantis. Como todo mundo foi introduzido ao cinema? Assistindo à filmes infantis. Eu não quero me restringir às limitações de que me impões”, falou Kaluuya.
‘Barney‘ é o terceiro filme em live-action que a Mattel está produzindo, sendo os outros dois, Barbie e Hot Wheels.
‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ chega aos cinemas no dia 4 de maio, e os fãs da equipe de heróis estão muito ansiosos para assistir ao encerramento da saga, que promete trazer muitas emoções.
Usando sua conta no Twitter, o diretor James Gunn disse para os fãs tomarem cuidado com as redes sociais a partir do final de abril, pois nesse período devem ser revelados alguns spoilers do filme.
Apesar do aviso, o cineasta disse não acreditar que os spoilers atrapalhem a experiência do público no cinema.
Confira o tweet abaixo:
“Será inteligente ter cuidado com o que você está lendo nas redes sociais a partir do final de abril se quiser evitar spoilers de Guardiões da Galáxia Vol. 3. Dito isso, não acho que sua diversão com o filme diminuirá muito ao saber deles.”
It might be wise to be careful what you’re reading on social networking sites starting at the end of April if you want to avoid spoilers for #Vol3. That said, I don’t think your enjoyment of the film will be diminished much by knowing them. https://t.co/tub1V7U95l
De acordo com o Comic Book, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ recebeu classificação indicativa para maiores de 13 anos, assim como os filmes anteriores.
O motivo da classificação é devido a “sequências intensas de ação e violência, linguagem inapropriada e referências sugestivas a drogas.”
Confira o trailer:
“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”
E aí, você está animado para o encerramento da trilogia?
E ao que parece, as gravações do próximo longa acontecerão em junho na capital dos EUA, em Washington, DC. A informação é do site The Cosmic Circus.
Além disso, a prefeitura do Distrito de Columbia havia anunciado anteriormente que um filme da Marvel Studios estava agendado para ser filmado na cidade de Washington neste ano.
Se os rumores se confirmarem, o Capitão América de Mackie retornará a Washington, após a série do Disney+ ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ também ter sido filmada na cidade.
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Ao longo dos anos, grandes filmes de ação e investigação foram produzidos no universo do cinema. Geralmente são filmes empolgantes, repleto de surpresas e com alta carga de mistérios.
Buscando fugir da mesmice em listas sobre filmes que contornam seus enredos em investigações policiais, segue abaixo 10 produções muito interessantes, umas mais badaladas e outras quase desconhecidas.
Baseado no livro de memórias Black Klansman, de Ron Stallworth, o trabalho do sempre genial cineasta norte americano Spike Lee é uma grande aula sobre as facetas da sociedade norte-americana. Ao longo dos 135 minutos de projeção, com um roteiro completamente atemporal, Lee consegue criar uma fórmula de diversão (quando pensamos em cinema) com conscientização. Nomeado à Palma de Ouro em Cannes, sendo exibido também em festivais aqui no Brasil, Infiltrado na Klan é um daqueles filmes imperdíveis que você precisa ver.
Terra Selvagem
Que nem todas as dores do mundo me façam desistir. Em seu segundo trabalho como diretor, o norte americano Taylor Sheridan (roteirista do ótimo Sicario: Terra de Ninguém e indicado ao Oscar, também como roteirista, pelo excelente A Qualquer Custo) volta as telonas com um suspense de tons altos de drama, em meio a um distante e frio território indígena, explorando os caminhos tumultuados de uma investigação de um violento assassinato. Com uma direção primorosa, o filme vai envolvendo o espectador a cada nova descoberta sobre o assassinato. Em um ambiente de frio intenso e pessoas com recursos limitados, a selvageria ganha tons de drama, seja pelo passado traumático do protagonista, seja pelas fortes evidências que vão aparecendo a cada nova descoberta.
Que Dios nos Perdone
A razão e a inconsequência. A inconsequência e a razão. Indicado em categorias importante no prêmio Goya, Que Dios nos Perdone é instigante, investigativo e que detalha as feridas emocionais dos personagens captadas pelas lentes inteligentes de Rodrigo Sorogoyen, diretor do longa. Ao longo de um pouco mais de duas horas de projeção, somos envolvidos em um thriller alucinante com grandes atuações onde cada peça do quebra cabeça vai aparecendo aos poucos em meio aos conflitos morais e psicológicos dos investigadores de casos de assassinatos interligados.
El Hombre de las Mil Caras
O risco de uma decisão errada é preferível ao terror da indecisão. Vencedor de dois prêmios Goya (uma espécie de Oscar espanhol), nas categorias melhor ator revelação e melhor roteiro adaptado, El hombre de las mil caras é um suspense policial embasado em uma trama extremamente detalhista e com muitas surpresas em seu curso. Dirigido pelo ótimo cineasta espanhol Alberto Rodríguez (do excelente e recentemente lançado no Brasil Pecados Antigos, Longas Sombras) a fita lembra muito filmes antigos de espionagem e promete agradar grande parte do público. A história é baseada em fatos reais, o protagonista, ex-espião Francisco Paesa.
O que fazer quando não há heróis? Quando somos simplesmente envolvidos em situações incontroláveis? Dirigindo pelo norte-americano Allen Hughes (Nova York, Eu Te Amo), Linha de Ação é um suspense político que mostra as muitas facetas de personagens intrigantes que se envolvem constantemente em ótimos diálogos, fruto do primeiro roteiro para cinema do jovem escritor Brian Tucker. Tramas políticas costumam ser maçantes mas esse apresenta diferenciais e muitas saídas para o seu desfecho deixando o público com os olhos fixos em cada cena.
Caça aos Gângsters
Na trama, passada numa Los Angeles sombria, no ano de 1949, uma equipe secreta de policiais liderados por um detetive que voltou da guerra para uma cidade deixada à margem do caos de crimes e delitos provocados por um homem que subiu na hierarquia da máfia pela força. Assim, o esquadrão antigângsters trabalharão juntos para derrubar o cruel Mickey Cohen que governa a cidade. O filme melhora quando começa a seleção do futuro esquadrão. Um clima nostálgico e de glamour é embutido nas sequências dando um ritmo exótico à história. Uma espécie de Os Intocáveis dentro de uma romance noir. Algumas partes dramáticas são bem executadas, compondo os porquês e as causas pessoais de cada um dos justiceiros da lei. Destaque para a interpretação da excelenteMireille Enos.
No Vale das Sombras
Longa muito interessante que apresenta os horrores da guerra e não deixa de ser uma crítica à guerra do Iraque e suas conseqüências. Tommy Lee Jones está fantástico, uma de suas melhores atuações, é sempre bom ver o Tommy fazendo coisa boa nos cinemas! Na trama, um jovem soldado volta do Iraque e no seu primeiro fim de semana longe da guerra some misteriosamente, deixando para trás um pai desesperado que conta com a ajuda de uma policial encarregada do caso para descobrir o que houve.
O Guarda
Com um personagem, totalmente louco, que possui uma inteligência e uma falta de tato social incríveis , O Guarda, promete arrancar muitas risadas. A dupla Don CheadleeBrendan Gleeson está sensacional. O último, tem uma de suas melhores interpretações da carreira. Impressionante como os dois conseguem ter uma incrível harmonia em cena. Uma sequência melhor que a outra.
Homicídio
Filme de ação e suspense protagonizado pelo Joe Mantegna, Homicídio, é um longa que surpreende pelos diálogos bem construídos e pela grande atuação de seu protagonista. Nunca esquecendo do coadjuvante de luxo William H. Macy (grandíssimo ator) que tem uma atuação tão boa quanto a de Mantegna.
O Informante
Do que vale a palavra quando há interpretações sobre a ética? Homônimo (pelo menos o título em português) a um excelente filme do final dos anos 90, dirigido por Michael Mann, com Al Pacino e Russell Crowe no elenco, O Informante lançado em 2021 pela Netflix, no final do mês de abril, busca de maneira despretensiosa chegarmos à conclusões, ou pelo menos refletir sobre, a filosofia moral, também chamada de ética, dentro de um combate emocional preenchido com licença poética em relação a uma não aceitação provocada pelo desespero. Em um imenso tabuleiro onde as regras são quebradas instantaneamente pela ganância, o desejo de estar no controle e um já batido desfile de hipocrisia acompanhamos a saga de um homem com destino duvidoso que consegue muitas vezes estar no lugar, na hora errada, mas que assume os erros que comete pelo caminho. O filme é dirigido pelo cineasta italiano Andrea Di Stefano.
De acordo com a Variety, o astro Keanu Reeves está trabalhando em uma série documental sobre a história da Fórmula 1 para o serviço Disney+.
Ainda sem título oficial, a produção terá ao todo quatro episódios e vai acompanhar Ross Brawn, atual diretor geral da Formula 1, quando comprou, em 2009, e a equipe Honda, agora chamada de Brawn GP, que ganhando duas vezes o campeonato tão desejado.
Vale destacar que Keanu Reeves será o apresentador do show e está realizando entrevistas para o projeto. Luca di Montezemolo, ex-presidente da Ferrari, além dos pilotos Jenson Button eRubinho Barrichello devem participar da série.
Enfim chegamos na fase adulta onde muitos conseguem realizar sonhos, seja na vida pessoal, seja na vida profissional, entretanto outros acabam ainda em uma fase de descobertas, buscando ultrapassar os desafios que aparecem pela estrada da vida. Como é sempre bom refletir sobre a vida, indicamos abaixo para mamães e papais 10 filmes para você mostrar aos seus filhos na fase adulta:
Custódia
Escrito e dirigido por Xavier Legrand, em seu primeiro trabalho na direção de uma longa-metragem o projeto conta a história de Myriam (Léa Drucker) que tem seu casamento encerrado por conta dos problemas de violência de seu ex-marido Antoine (Denis Ménochet). Agora, a preocupação de Myriam é sobre a guarda de seu filho Julien (Thomas Gioria). E assim, dá o início a uma batalha dolorosa pela custódia do jovem.
Mulheres do Século 20
Na trama, ambientada no final da década de 70 nos Estados Unidos, acompanhamos a complexa saga de Dorothea Fields (Annette Benning, em atuação deslumbrante) que precisa criar seu filho Jamie (Lucas Jade Zumann) sozinha e enfrenta as inúmeras transformações da fase adolescente do mesmo. Ao mesmo tempo, aluga quartos em sua casa para duas almas solitárias: a amante de fotografia, ex-moradora de Nova Iorque, Abbie (Greta Gerwig) que vem enfrentando uma doença ingrata e incertezas sobre seu futuro, e também, William (Billy Crudup) um faz tudo que teve diversos relacionamentos. Mesmo não alugando quarto, nem sendo filha de Dorothea, Julie (Elle Fanning) é uma peça importante do quebra cabeça principalmente por sua forte relação com o filho da protagonista. Todos esses personagens passarão por diversas situações e buscarão ajuda uns nos outros para vencer todos os obstáculos sempre à procura da tão sonhada felicidade.
Therese D.
No drama, estrelado por Audrey Tautou, voltamos ao ano de 1926 onde conhecemos Therese Larroque que é filha de um rico proprietário que lhe arranja um casamento com um representante da classe alta para unir as famílias e assim riquezas. Nessa época onde o casamento era arranjado, após um tempo a personagem principal começa a enlouquecer nessa relação e tentará se libertar de todas as maneiras possíveis.
Notas de Rodapé
Logo nos primeiros minutos já somos apresentados ao rabugento Eliezer Shkolnik e seu incômodo de estar em uma certa solenidade. Seu filho conseguiu se desenvolver muito melhor em sua profissão, recebendo vários prêmios e honrarias que jamais preencheram as mãos do velho Eliezer. O Organizado pesquisador, caminha a quarenta anos à pé, sempre fazendo o mesmo trajeto de sua casa à biblioteca nacional. Entre alguns fatos curiosos sobre sua vida, se recusou a cancelar sua matéria na faculdade mesmo tendo apenas um aluno matriculado. A única felicidade que percebemos foi a de ter recebido, anos atrás, uma menção em uma roda de rodapé no livro de um autor famoso. Tem um relacionamento conturbado com seu único filho, sente inveja das conquistas do mesmo. Certo dia, o telefone toca e o velho pesquisador recebe a notícia que tanto queria: irá receber o prêmio máximo de pesquisa em seu país. Porém, por conta de um erro, a história se modifica levando a todos os personagens aos limites de suas paciências.
A trama, que tem o roteiro baseado em um livro de Marcel Pagnol, conta a história de Patricia, filha do poceiro Pascal que engravida do jovem piloto de avião Jacques Mazel, que desaparece dias depois, pois, seu avião fora abatido na guerra. Após saber da notícia da gravidez, Patricia é expulsa de casa pelo pai e seus sogros se recusam a reconhecer a criança. Após alguns meses, alguns reencontros e tentativas de perdão tomarão conta do filme até o seu desfecho.
Na trama, ambientado na década de 50 nos Estados Unidos, acompanhamos a trajetória de Troy Maxson (Denzel Washington) um homem analfabeto, que foi preso por anos, e depois trabalhou duro todos os dias para sustentar sua família, de origem humilde, em um bairro familiar norte americano. Frustrado toda vida por não conseguir ter sido um jogador de baseball profissional, com todo o talento que tinha, seu destino lhe reservou outra história e assim ele vive o cotidiano entre um drink e outro, tentando se manter consciente em casa e no relacionamento conturbado que possui com sua mulher Rose Maxson (Viola Davis) e seus dois filhos além de ter que cuidar do irmão Gabriel (Mykelti Williamson), um ex-combatente do exército que voltou com problemas da guerra.
Na trama, conhecemos a incompreensiva Margherita (Marguerita Buy, em uma grande atuação), uma mulher de personalidade forte, controladora, que enfrenta uma fase difícil, seja nas intensas gravações de seu novo projeto como diretora ou nas doloridas idas e vindas ao hospital onde sua mãe se encontra internada. A protagonista, uma italiana guerreira, luta diariamente para manter uma certa sanidade em meio a tantas novas linhas de pensamentos que chegam com força avassaladora para ela, transformando uma personalidade antes intocável em um sensível e mais compreensível ser humano.
Viva
Em Viva, conhecemos a história de Jesús (Héctor Medina), um jovem que ganha a vida como cabeleireiro e sonha se tornar uma grande estrela do show de transformistas de um clube de Havana comandado por Mama (interpretado pelo excelente Luis Alberto García). Certo dia, após conseguir sua chance depois de uma audição, durante seu primeiro show, é agredido por um homem bem mais velho que se revela seu pai, de quem não tem notícias desde os 3 anos de idade. A partir desse inusitado encontro, ambos precisarão equilibrar suas diferenças e tentar ter uma relação verdadeira de pai e filho.
Repare Bem
O ótimo trabalho deMaria de Medeiros, diretora desse projeto, conta a história de uma família que por meio de depoimentos vívidos relembram os duros tempos da ditadura brasileira e chilena. Assim, conhecemos a história de Eduardo Crispim, o Bacuri, militante durante a ditadura militar no Brasil. Os relatos são emocionantes e detalhistas. As histórias de terror contadas através dos abusos da polícia nos tempos da ditadura ganham contornos poderosos na voz e memória da ex-militante Denise Crispim.
Lola e seus Irmãos
Na trama, conhecemos os três irmãos integrantes da família Esnart. Lola (Ludivine Sagnier), uma advogada, solteira, que encontra um novo amor em um cliente recém divorciado. Pierre (Jose Garcia), um especialista em demolição, estressado, consumido pelo trabalho, funcionário de uma grande empresa, que acaba sofrendo as consequências após um grave erro da empresa na análise de uma demolição que acaba atingindo um prédio num lugar próximo. Temos também o optometrista chamado Benoît (Jean-Paul Rouve), recém casado, que é surpreendido com a gravidez da esposa. Os irmãos, que sempre se reúnem em um dia no início do mês para visitar os túmulos dos pais em um cemitério na cidade, precisarão da ajuda um do outro para as escolhas que virão em seus cotidianos.
A aguardada cinebiografia ‘Elvis’, sobre o eterno Rei do Rock Elvis Presley, já está disponível para aluguel no Amazon Prime Video.
Estrelada por Austin Butler e Tom Hanks, além de contar com a direção do famoso cineasta Baz Luhrmann, o filme explora a vida e a música Elvis (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (Olivia DeJonge).
Para aqueles que já tiveram a oportunidade de conferir a produção e desejam mais obras do gênero, o CinePOP preparou uma breve matéria especial elencando outras dez cinebiografias sobre musicistas que você precisa conferir.
Lançado em 1997, a produção foi escrita e dirigida por Gregory Nava e acompanha a infância e a carreira de Selena (Jennifer Lopez), uma das principais musicistas do final do século passado, que trouxe as incursões latinas de sua terra natal ao mainstream estadunidense e se tornou uma das figuras mais importantes de todos os tempos – além das mais bem-sucedidas, com vendas que ultrapassam as 80 milhões de unidades. Entretanto, ela encontrou seu fim com apenas 23 anos, ao ser assassinada pela impiedosa Yolanda Saldívar.
GET ON UP: A HISTÓRIA DE JAMES BROWN (2014)
‘Get On Up’ é a biografia do icônico cantor, dançarino e compositor James Brown (Chadwick Boseman), conhecido como “O Padrinho do Soul”. O filme retrata sua vida, passando por sua infância pobre na Carolina do Sul, a adolescência e o alcance do estrelato, que o transformou em uma das fugiras mais importantes da música para o século 20.
‘Bohemian Rhapsody’ é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.
JUDY: MUITO ALÉM DO ARCO-ÍRIS (2019)
Dirigido por Rupert Goold e adaptado da peça teatral “End of the Rainbow” de Peter Quilter, ‘Judy: Muito Além do Arco-Íris’ transcorre durante o último ano de Judy antes de sua morte, aos 47 anos, e traz flashes da rígida adolescência da artista. Com problemas financeiros e sofrendo com os recentes divórcios, a artista embarca em uma turnê de shows em Londres, durante o inverno de 1968.
A trajetória de como o tímido Reginald Dwight (Taron Egerton) se transformou em Elton John, ícone da música pop. Desde a infância complicada, fruto do descaso do pai pela família, sua história de vida é contada através da releitura das músicas do superstar, incluindo a relação do cantor com o compositor e parceiro profissional Bernie Taupin (Jamie Bell) e o empresário e o ex-amante John Reid (Richard Madden).
A história é centrada em Zach Sobiech, um adolescente com um câncer terminal da cidade de Lakeland que conquistou uma carreira musical meteórica, após compartilhar suas canções no YouTube. Sua música mais famosa, intitulada Clouds, ganhou fama por ser também uma emocionante e inspiradora carta de despedida feita por ele mesmo, pouco antes de morrer. O jovem artista faleceu em 2013, em decorrência da doença.
Comandado por George C. Wolfe, ‘A Voz Suprema do Blues’ é ambientado na Chicago dos anos 1920. Em uma sessão de gravação, surgem tensões entre Ma Rainey (Viola Davis), seu trompetista ambicioso (Chadwick Boseman) e os empresários brancos determinados a controlar a lendária Mãe do Blues. Baseado na peça do vencedor do prêmio Pulitzer August Wilson.
TICK, TICK… BOOM! (2021)
No filme, Andrew Garfield interpreta Jon, um jovem compositor de teatro que é graçom em um restaurante de Nova York em 1990, enquanto escreve o que ele espera que seja o próximo grande musical americano. Dias antes de apresentar seu trabalho em uma performance decisiva, Jon está sentindo a pressão de todos os lugares: De sua namorada Susan (Alexandra Shipp), que sonha com uma vida artística além de Nova York; de seu amigo Michael (Robin de Jesús), que abandonou o seu sonho para uma vida de segurança financeira; em meio a uma comunidade artística sendo devastada pela epidemia de AIDS. Com o tempo passando, Jon está em uma encruzilhada e enfrenta a pergunta que todos devem considerar: o que devemos fazer com o tempo que temos?
RESPECT: A HISTÓRIA DE ARETHA FRANKLIN (2021)
Em ‘Respect: A História de Aretha Franklin’, acompanhamos toda a carreira da musa Aretha Louise Franklin (Jennifer Hudson), desde sua infância, cantando em corais da igreja, até sua ascensão a ícone musical, defensora dos direitos civis e militante em prol das mulheres. Aretha foi a primeira mulher a entrar para o Rock and Roll Hall of Fame, sendo vencedora de 8 Grammy Awards. Aretha começou a cantar após a repentina morte de sua mãe, que a deixou incapacitada de falar até seu pai forçá-la a cantar no coral da igreja. Após anos ela finalmente fecha um contrato que muda sua vida como cantora de jazz, tanto que recebeu um prêmio honorário do próprio Martin Luther King. Mas foi apenas com o cover da faixa “Respect” que a carreira de Aretha alavancou para o resto do mundo. Porém com o peso de ser uma mulher negra com tanto trabalho, não só musical, o filme ainda mostra o período mais baixo que a cantora chegou por ficar extremamente exausta.
ESTADOS UNIDOS VS. BILLIE HOLIDAY (2021)
Dirigido por Lee Daniels – ‘O Mordomo da Casa Branca‘ e ‘Preciosa‘ –, ‘Estados Unidos Vs Billie Holiday‘ mostra a vida de uma das mais importantes cantoras de Jazz da história, Billie Holiday (Andra Day). O drama explora, especialmente, momentos da década de 40 em que a artista foi alvo de uma operação do FBI para impedi-la de cantar “Strange Fruit”, música que se tornou um hino do movimento dos direitos civis no século XX. Além de Day, o filme é estrelado por Natasha Lyonne, Garrett Hedlund e Evan Ross.
A atriz Bella Ramsey, a Ellie de ‘The Last of Us‘, reveleu que a segunda temporada da série ainda vai demorar para estrear.
Em entrevista para o The Jonathan Ross Show (via The Independent), a atriz revelou que as gravações podem começar no final desse ano ou no começo do próximo, o que significa que o segundo ano pode acabar por estrear apenas em 2025.
“Vai demorar um pouco. Acredito que vamos filmar no final deste ano, ou início do próximo. Então, provavelmente, (a estreia) no final de 2024, início de 2025″, declarou Ramsey.
Enquanto isso, o ator Pedro Pascal compartilhou, em seu Instagram, fotos dos bastidores da série ‘The Last of Us‘, que traz ele e Bella Ramsey como protagonistas.
A série teve sua primeira temporada encerrada no último domingo (12) na HBO.
A HBO Max divulgou um vídeo legendado nos levando aos bastidores do incrível capítulo de encerramento.
Confira:
A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.
A produção abarcou nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 417 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que ‘The Last of Us’ é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.
Confira os principais comentários:
“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.
“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.
“‘The Last of Us’ se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
Quando o primeiro trailer de ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ foi lançado online em janeiro, os fãs de terror ficaram surpresos com a quantidade de violência que foi mostrada no trailer. Agora, o diretor Lee Cronin “alertou” os amantes do gênero que há muito mais cenas chocantes no filme que está para ser lançado.
“Eu definitivamente não me segurei.”, disse o cineasta para a revista SFX. “Meu próprio gosto é: ‘Sim, você vai ver a faca entrar.’ Mas não é torture porn. Para mim, isso não é realmente o que ‘A Morte do Demônio’ deveria ser, porque o que eu quero que aconteça é assim que você disser, ‘Caramba!’, algo mais estará prestes a acontecer.”
Cronin continua dizendo que o que ele mais admira na franquia, que começou com ‘Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio’ de Sam Raimi há mais de quatro décadas e foi continuada por Fede Alvarez no reboot de 2013, é que cada sequência é sempre atualizada.
“Eu queria que fosse uma montanha-russa. Então, assim que algo acontece e você está recuperando o fôlego, é atingido pela próxima coisa”, comenta o diretor. “Esse é o ritmo do filme. Você não pode contar aquela história implacável se passar muito tempo olhando só para o sangue.”
‘A Morte do Demônio – A Ascensão’ chega aos cinemas nacionais no dia 20 de abril, mas os membros da crítica especializada já conferiram o aguardado terror.
E, de acordo com as primeiras reações dos jornalistas, o novo filme promete fazer o público perder o sono de tão assustador.
Assim como os títulos originais dirigido por Sam Raimi, ‘A Ascensão’ eleva o nível das principais característica da franquia, como as cenas sangrentas e os sustos inesperados, como disse Meagan Navarro, do Bloody Disgusting.
“Não é nem de longe tão niilista quanto o último da franquia entrada, mas é igualmente intenso. Lily SullivaneAlyssa Sutherland são um pare fantástico de protagonistas – especialmente Sutherland – combinando com uma infinidade de homenagens à franquia e níveis absurdos de vísceras, que garantem uma ótima experiência no cinema”
Segundo o Hollywood Handle, “#EvilDeadRise traz uma nova essência para a franquia, é agonizante, tenso, cheio de gore e sangue, um filme totalmente louco com um suspense fora do comum. É uma obra-prima sangrenta.”
Jacob Hall, do SlashFilm, disse que Cronin provou seu talento não apenas em atrair os fãs da franquia, mas também em sua capacidade de trazer novos elementos para este universo.
“Cronin sabe o que fez os dois primeiros filmes da franquia funcionarem e se inclina para essa temática sem ter medo de deixar sua marca com novos elementos. Embora certamente mais sombrio que os filmes de Raimi, este também é um passeio hiperviolento por uma casa de diversões de pesadelo que faz uma pausa apenas para mostrar algo retorcido o suficiente para que você só consiga gritar ou rir.”
Já Ryan Scott, do Inverse, ficou mais do que feliz em atribuir elogios e garantiu que os antigos e novos fãs serão capazes de se divertir, desde que não tenham um pingo de medo.
“‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ milagrosamente funciona como um ponto de entrada totalmente frio para novos espectadores, ou o tão esperado retorno de uma das franquias verdadeiramente grandes do terror para os fãs de longa data – pelo menos para aqueles que não têm coração fraco.”
E aí, você está ansioso pela estreia de ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘?
Confira o trailer:
A ação agora desloca-se da floresta para a cidade. A trama segue a perturbadora história de duas irmãs distantes, interpretadas porAlyssa Sutherland eLily Sullivan, cujo reencontro é interrompido por demônios devoradores de carne que aparecem de repente, levando-as a uma batalha primal pela sobrevivência, enfrentando a versão mais assustadora que se possa imaginar de uma família.