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De ‘Battleship’ a ‘Crepúsculo’ | Os Filmes Indicados ao FRAMBOESA DE OURO que Completam 11 Anos em 2023

O inimigo público número 1 da indústria do cinema, também conhecido como o “Anti-Oscar”, o “prêmio” Framboesa de Ouro segue incomodando muita gente, e fazendo outros tantos darem boas risadas. A cerimônia é uma grande brincadeira com filmes que foram execrados pela crítica, que grande parte do público torceu o nariz, mas que ninguém tem coragem de gritar aos quatro ventos o quão desagradáveis foram. Bem, não tinha.

Numa época em que o politicamente correto impera, quem sabe algum dia o Framboesa de Ouro possa vir a ser extinto. Mas enquanto isso, continuamos celebrando estes filmes ruins que todos nós adoramos.

É claro que como toda premiação que se preze, o Framboesa de Ouro já errou muito, e terminou indicado filmes bons de verdade. Ah, a ironia das coisas. Na maioria das vezes, acerta em cheio ao lembrar-nos de produções que nem as mães dos envolvidos teriam coragem de defender, vide A Reconquista (2000), com John Travolta, e Mulher-Gato (2004), com Halle Berry. Os indicados deste ano já foram revelados, mas enquanto o prêmio para eles não sai – em geral ocorrem na véspera do Oscar – propomos algo diferente. O Framboesa está firme e forte até hoje, tendo iniciado seus trabalhos em 1981, bem a tempo para indicar a primeira leva de filmes dos anos 80. E a brincadeira não poderia ter começado em época melhor, senão a fanfarrona década de 80.

Aqui, porém, sairemos dos anos 80 e pularemos alguns anos no futuro do Framboesa de Ouro, para relembrar com você quais os filmes que completam 11 anos em 2023 estiveram indicados ou venceram o prêmio. Você lembra de todos? Confira abaixo.

A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2

Não podia ser outro! A chamada “Saga Crepúsculo” é definitivamente uma das superproduções de sucesso mais odiadas pelos críticos e por grande parte do público. Ao contrário de franquias como Harry Potter e Jogos Vorazes, Crepúsculo falhou em estourar sua bolha de fãs e penetrar no imaginário coletivo de pessoas que não conheciam seu material fonte, ou seja, os livros nos quais são baseados. Crepúsculo é recomendado quase que exclusivamente para seu nicho. Todos os demais, em especial os adultos, possuem muito pouca estima pelos longas que apenas brincam com a mitologia de seres sobrenaturais mais associados ao terror, vide vampiros e lobisomens. Tudo aqui, é claro, voltado a um teor de romance adolescente. No entanto, grande parte das reclamações acusavam o texto pobre da autora Stephanie Meyer – de difícil desassociação do melodrama barato.

Os livros eram apenas quatro, mas no cinema ganhamos cinco filmes – a fim de gerar o dobro do lucro. Deu certo. O último exemplar não deixou de ser alvo de críticas e zoeiras. No Framboesa de Ouro levou o “prêmio” de pior filme do ano, pior continuação, pior atriz para Kristen Stewart (que também levou por Branca de Neve e o Caçador), pior ator coadjuvante para Taylor Lautner, pior diretor para Bill Condon, pior elenco e pior casal (Lautner e a pequena Mackenzie Foy) – além de receber indicações para pior ator (Robert Pattinson), pior atriz coadjuvante (Ashley Greene), pior roteiro e outro pior casal (Pattinson e Stewart). Como o mundo dá voltas, hoje Kristen Stewart está indicada ao Oscar por Spencer, e Robert Pattinson recebe muito elogios como o novo Batman do cinema.

 

Este é o Meu Garoto

Não seria uma premiação do Framboesa de Ouro sem um filme de Adam Sandler. Outro que é “grande favorito” da zoeira festa do cinema, o comediante sempre arruma um jeito de figurar entre os indicados. O que podemos dizer é que mesmo os fãs do humorista precisam reconhecer que com Este é o Meu Garoto, Sandler chegou a um novo ponto baixo em sua carreira. Até então os filmes do ator pareciam ser à prova de críticos, sempre se tornando sucesso de bilheteria apesar das críticas negativas. Com este filme, as coisas mudarem neste sentido, concretizando um dos primeiros grandes fiascos da carreira de Adam Sandler – no Brasil se tornando a primeira produção não lançada nos cinemas após o estrelato do ator. Nesta obra ultrajante, Sandler interpreta um menino sendo abusado por sua professora.

O abuso infantil de professores é um tema delicado, mas Sandler resolve escrachar e usar como alvo de suas piadas incorretas – bom gosto nunca foi o forte do comediante. A mulher, é claro, vai presa, e Sandler se torna o pior pai do mundo, por ser muito jovem. Quem interpreta o filho é o comediante Andy Samberg. A única coisa boa no filme, se isso, é ver Susan Sarandon e Eva Amurri, mãe e filha na vida real, dividindo a mesma personagem. Não por menos, Este é o Meu Garoto levou os Framboesa de pior ator para Sandler (que já havia recebido no ano anterior por Cada um tem a Gêmea que Merece) e pior roteiro, sendo indicado também para pior diretor (Sean Anders), pior filme, piores atores coadjuvantes (Vanilla Ice e Nick Swardson), pior elenco e pior dupla (Sandler e Samberg).

 

Battleship – A Batalha dos Mares

Baseado não em um videogame, mas em um jogo de tabuleiro muito famoso (no Brasil conhecido como Batalha Naval), Battleship mirou em Transformers e acertou na água (para usar um bordão do jogo). Depois que o filme dos carros que viram robôs mostrou para Hollywood que brinquedos poderiam ser uma fonte rentável de superproduções, a Universal Pictures tratou de correr atrás dos direitos de outra propriedade da Hasbro mirada aos pequenos. Porém, ao contrário dos Transformers (que dentro do possível foram fiéis e respeitaram o conceito), Battleship não quis tomar partido ao representar em tela uma guerra entre duas nações – as quais precisaria nomear ou ao menos aludir – e trouxe algo que os jogos não possuíam, ou seja, uma guerra entre a marinha dos EUA e uma ameaça alienígena.

De fato, Battleship não é sequer o primeiro jogo de tabuleiro levado aos cinemas – com o cult Os Sete Suspeitos (1985), baseado no jogo Detetive (Clue), que receberá nova roupagem com Ryan Reynolds – o precedendo. No elenco, o azarado Taylor Kitsch protagoniza, tendo como coadjuvantes Liam Neeson, Alexander Skarsgard, Brooklyn Decker e a estreia com pé esquerdo de Rihanna como atriz. Com tentativas de piadas totalmente sem noção – como confundir deficientes com alienígenas – Battleship levou o Framboesa de pior coadjuvante para Rihanna, e foi indicado para pior filme, pior roteiro, pior elenco, pior diretor (Peter Berg), pior ator coadjuvante (Liam Neeson – também indicado por Fúria de Titãs 2) e uma segunda pior atriz coadjuvante (Brooklyn Decker – também indicada por O Que Esperar Quando Você Está Esperando).

 

As Mil Palavras

Existem alguns atores que são “perseguidos” pelo Framboesa de Ouro. Mas isso se deve pela má recepção geral de seus filmes junto às bilheterias e aos críticos. Já é de se esperar que os trabalhos de gente como Sylvester Stallone e Adam Sandler estejam sempre no radar do “pior do cinema”. Outro grande favorito do Framboesa é Eddie Murphy. Desde a estreia da “premiação”, o comediante que nos anos 80 era o rei de Hollywood viu nada menos do que oito produções suas receberem indicações nas mais variadas categorias do Framboesa – todos com Murphy envolvido em alguma capacidade. É bem verdade que o ator, desde os anos 90, conhece como poucos os altos e baixos de uma carreira, se erguendo com algum grande sucesso apenas para cair de novo com um fiasco retumbante.

Ou seja, para cada Um Príncipe em Nova York, O Professor Aloprado, Os Picaretas e Dreamgirls, Murphy tratava de tropeçar de novo com Os Donos da Noite, Santo Homem, O Professor Aloprado 2 e Norbit, respectivamente. Esta, no entanto, era uma época em que o humorista andava muito em baixa, apostando em um filme infantil esquecível atrás do outro. As Mil Palavras traz o comediante como um agente que sempre usou as palavras a seu favor para mentir e enganar. Quando descobre em seu grande jardim uma árvore, um guru o explica que cada folha dela representa uma palavra sua, para que as use com sabedoria. As Mil Palavras recebeu indicações de pior filme, ator para Murphy e roteiro. Murphy recentemente deu a volta por cima e recebeu do Framboesa um prêmio de melhor redenção por Meu Nome é Dolemite (2019).

Os Oogieloves e a Aventura no Grande Balão

Sim, o Framboesa de Ouro não perdoa ninguém, o que inclui produções infantis e inofensivas. Em especial as que são bizarras como esta. A verdade é que os Oogieloves pode até soar como a adaptação para o cinema de um programa infantil dos EUA, mas não é bem assim. O desejo era por um produto mirado a crianças bem pequenas, isso é óbvio. Tudo surgiu da mente do produtor Kenn Viselman – que também é o criador das criaturinhas. Ele é o produtor da versão americana dos Teletubbies, e seu desejo era levar os personagens coloridos para as telonas. Porém, quando o criador Andrew Davenport se recusou, Viselman resolveu criar sua própria versão dos Teletubbies, mas “fazer diferente”.

E assim nasceram os Oogieloves – que consistia igualmente em atores fantasiados de criaturas coloridas, mas ao invés de quatro, aqui tínhamos somente três (tá vendo como é diferente?). Mas não para por aí, o produtor tinha dois objetivos com o filme. O primeiro é que o seu sucesso servisse para lançar a série infantil dos Oogieloves na TV. E segundo, ele desejava criar um filme interativo para os pequenos no cinema, incentivando as crianças a cantarem e a dançarem nas salas de exibição em momentos específicos do filme. Podemos dizer que nenhum de seus desejos se realizou. O fracasso foi tanto que Os Oogieloves se tornou o filme recordista com a pior estreia nos EUA para um longa ocupando mais de duas mil salas de cinema. No Framboesa foi indicado para pior filme e para pior elenco que, acredite, conta com nomes como Christopher Lloyd, Cloris Leachman, Chazz Palminteri, Jamie Pressly, Cary Elwes e a cantora Toni Braxton.

OUTRAS INDICAÇÕES

O grande Nicolas Cage também não saiu ileso de indicações ao pior do cinema há dez anos. Cage foi indicado para pior ator no Framboesa duplamente – pelos filmes Motoqueiro Fantasma: Espírito da Vingança (também indicado para pior continuação) e O Pacto.

Outro “menino de ouro” do Framboesa é o ator, produtor, diretor e roteirista Tyler Perry, que até tem seu público cativo nos EUA, mas não é muito enaltecido pelos críticos por sua qualidade dramatúrgica. Perry estava à toda há 11 anos no cinema e o Framboesa não perdoou. Na época, Perry dirigiu dois filmes: o “drama” Uma Boa Ação e a “comédia” As Testemunhas de Madea. Pelo primeiro, recebeu as indicações de pior ator e pior diretor, e pelo segundo recebeu indicações como pior diretor, pior “atriz” (já que interpreta a idosa Madea), pior elenco, pior dupla (Perry e sua fantasia de Madea) e pior continuação. Mas não parou por aí, Perry também foi indicado como pior ator em sua tentativa de seriedade no thriller A Sombra do Inimigo, onde substituiu o veterano Morgan Freeman no papel do investigador Alex Cross.

Na categoria de piores atrizes, já sabemos que a vitória foi da atual indicada ao Oscar Kristen Stewart pelo último Crepúsculo, e também da indicação de Tyler Perry como Madea. Completando as cinco nomeadas, sobrou para Milla Jovovich no quinto Resident Evil, Katherine Heigl pela pseudo comédia romântica Como Agarrar Meu Ex-Namorado, e até mesmo para a veterana Oscarizada Barbra Streisand no road movie com Seth Rogen, Minha Mãe é uma Viagem.

Já em matéria dos coadjuvantes, foram “homenageados” Jennifer Lopez (O Que Esperar Quando Você Está Esperando), Jessica Biel (por ambos o remake de O Vingador do Futuro e a comédia Um Bom Partido) e o meme ambulante David Hasselhoff como ele mesmo por “terrir” Piranha 2.

Finalizando os indicados do pior do cinema que completam 11 anos em 2023, tivemos menções desonrosas para o remake do oitentista Amanhecer Violento, com Chris Hemsworth (pior… bem, refilmagem); Os Três Patetas, a comédia dos irmãos Farrelly que deveria ter sido muito boa, mas foi bem ruim (indicado a pior dupla – para os integrantes do reality Jersey Shore) e a adaptação do livro polêmico que coloca o capitalismo num pedestal, A Revolta de Atlas – Parte 2 (Atlas Shrugeed), de Ayn Rand (com indicações para pior diretor John Putch e pior roteiro).

ASSUSTADOR! Russell Crowe no trailer DUBLADO do terror ‘O Exorcista do Papa’

A Sony Pictures divulgou o trailer nacional do terror ‘O Exorcista do Papa‘ (The Pope’s Exorcist), dirigido por Julius Avery (‘Operação Overlord’).

Confira, dublado e legendado :

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de Abril.

Russell Crowe (‘Fúria Incontrolável’) estrela como o Padre Gabriele Amorth.

O longa é baseado na história real do exorcista, “um lendário padre italiano que realizou mais de 100 mil exorcismo para o vaticano”.

Alex Essoe (‘Doutor Sono’) e Daniel Zovatto (‘Corrente do Mal’) também estrelam a produção.

A versão mais recente do roteiro, escrita por Evan Spiliotopoulos, contará com revisões de Chuck MacLean. O enredo original foi escrito por Chester Hastings e R. Dean McCreary.

Vale lembrar que William Friedkin, diretor do clássico ‘O Exorcista‘, lançou um documentário sobre a história do Padre Gabriele Amorth, intitulado ‘O Diabo e o Padre Amorth‘.

O Padre Gabriele Amorth faleceu em 2016, aos 91 anos.

‘O Senhor dos Anéis’: Fãs estão PREOCUPADOS após anúncios de novos filmes; Confira as reações!

A Warner Bros. Discovery anunciou ontem que está desenvolvendo novos filmes da franquia ‘O Senhor dos Anéis‘.

Foi dito que o estúdio assinou um contrato de vários anos com a Middle-earth Enterprises, detentora dos direitos autorais das obras de J.R.R. Tolkien, autor da saga.

Por enquanto, ainda não há informações adicionais sobre esses próximos filmes – incluindo detalhes do enredo, equipes criativas ou janelas de lançamento.

No entanto, a novidade não foi bem recebida por boa parte dos fãs, que estão extremamente preocupados com o futuro da franquia.

Isso porque grande parte dos fãs detestou ‘O Hobbit‘ e a série derivada produzida pela Amazon Prime.

Confira as reações:

Confira o comunicado:

“Após nossa recente aquisição da Middle-earth Enterprises, estamos entusiasmados em embarcar nesta nova jornada colaborativa com a New Line Cinema e a Warner Bros. Pictures, trazendo o incomparável mundo de JRR Tolkien de volta à tela grande de maneiras novas e emocionantes. Entendemos o quanto essas obras são apreciadas e, trabalhando em conjunto com nossos parceiros da New Line Cinema e da Warner Bros. Pictures, planejamos honrar o passado, olhar para o futuro e aderir ao mais alto nível de qualidade e valores de produção.

Vale lembrar que animação ‘A Guerra dos Rohirrim‘, que serve como uma pré-sequência ambientada 183 anos antes de ‘O Senhor dos Anéis‘, está em desenvolvimento na New Line Cinema e na Warner Bros. Animation.

O filme – que conta com dublagem de Brian Cox e da estrela original Miranda Otto – está programado para estrear nos cinemas em 12 de abril de 2024.

Os 21 Filmes de TERROR Mais Aguardados de 2023; Adivinha qual é o 1º?

Cada início de ano é época de olhar para o futuro, e começar a aquecer para o que vai vir nos próximos meses até dezembro. Um dos gêneros que sempre entra no radar dos cinéfilos por possuir uma verdadeira legião de fãs e adeptos é o terror. E aqui no CinePOP não poderia ser diferente, já que o site nasceu da paixão pelo gênero mais assustador de todos.

Pensando nisso, decidimos aderir também e divulgar agora a nossa lista dos 21 filmes de terror mais esperados para 2023.

21 | There’s Something Wrong with the Children

Nova produção da Blumhouse, este filme será lançado diretamente online em plataformas digitais. A trama mostra uma família, com dois filhos pequenos, se reunindo para passar o fim de semana ao lado de dois amigos numa casa no campo. As crianças entram na floresta à noite e parecem se perder momentaneamente. Mas quando retornam parecem não estar mais “puras”, causando alucinação em um dos amigos de seus pais.

20 | Sick

Aqui no CinePOP não escondemos nossa paixão pela franquia Pânico, que acaba de lançar o novo trailer de seu sexto episódio. A franquia, porém, deve muito a um nome: Kevin Williamson. Os fãs sabem muito bem o significado deste nome, já que Williamson foi quem escreveu o roteiro do filme original e de duas das cinco continuações. Infelizmente o roteirista não está mais trabalhando em Pânico, mas seus fãs seguem suas outras produções. A mais recente é esta Sick, que Williamson escreveu bem aos moldes de Pânico, ou seja, um slasher adolescente, com um assassino mascarado e misterioso à solta perseguindo jovens. A grande sacada do novo texto do autor é que esta história se passa no auge da pandemia de COVID-19, em abril de 2020. Ou seja, espere muitas gags e tiradas usando isso como pano de fundo. Lá fora, Sick foi um lançamento da Peacock, serviço de streaming da Universal e por aqui deve chegar em algumas das plataformas mais populares. O filme recebeu 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.

19 | O Nascimento do Mal

Por falar em Pânico, aqui temos mais um elo com a franquia do maníaco Ghostface. Isso porque quem estrela é a graciosa Melissa Barrera, a nova protagonista da série, que interpreta a heroína Sam Carpenter. Em O Nascimento do Mal, Barrera é Julie Rivers, uma mulher grávida passando pela última fase de sua gestação antes de dar à luz. Seu médico a recomenda que fique em repouso na cama durante esse momento, mas ela começa a desconfiar que sua casa possa ser assombrada, o que complica ainda mais as coisas nesse momento difícil. A Diamond Films traz o longa para o Brasil no dia 27 de abril.

18 | O Exorcismo do Papa

Filmes de exorcismo podem ser um tema batido, ainda mais em um ano em que teremos uma espécie de continuação / reboot do clássico absoluto O Exorcista. No entanto, precisamos dar atenção a um filme de exorcismo quando este traz no papel protagonista de um padre, o vencedor do Oscar Russell Crowe e o veterano Franco Nero como o Papa. Fora isso, na direção temos Julius Avery, do subestimado Operação Overlord (2018). A Sony Pictures é quem trará ao Brasil no dia 6 de abril.

17 |  True Haunting

Teremos ainda mais um filme de exorcismo em 2023. Este com uma premissa bem interessante e baseado numa história real. O longa conta sobre o primeiro exorcismo televisionado da história, que foi ao ar em 1971, exibido pela rede norte-americana, NBC. Os números de audiência do canal subiram pelo teto, se tornando um sucesso. No entanto, para a família no local do exorcismo, as coisas pioraram muito. Quem protagoniza é Erin Moriarty, a Luz-Estrela da série sensação The Boys. Ao seu lado, Jamie Campbell Bower, o Vecna de Stranger Things em pessoa. Na direção, Gary Fleder, do clássico Beijos que Matam (1997).

16 | Cuckoo

Protagonizado pela atriz trans Hunter Schafer, a Jules da série Euphoria da HBO, este terror conceitual e misterioso fala sobre uma jovem perseguida por uma mulher psicótica após se mudar com a família para um resort. A família está tentando superar o trauma da perda da mãe, e agora a protagonista precisa lutar por sua vida e a de sua irmã. Completando o elenco, Dan Stevens e Jessica Henwick.

15 | Os Vampiros de Salem

Pulando de demônios e exorcistas para vampiros agora na lista. Esta superprodução da Warner foi adiada de 2022 para este ano – e na verdade ainda não definiu uma data de estreia, podendo possivelmente ser adiada novamente para 2024. Esperamos, no entanto, que possamos conferir ainda em 2023. A obra é baseada num dos primeiros livros de Stephen King e já foi adaptada para as telas na forma de uma minissérie de TV dividida em dois episódios. Na trama, um autor retorna à sua cidadezinha nos EUA, apenas para descobrir que o local aos poucos está sendo tomado por uma horda de vampiros. A história serviu de base para a minissérie da Netflix, Missa da Meia Noite.

14 | Ursinho Pooh – Sangue e Mel

Um dos filmes de terror mais trash a serem lançados em 2023, mas que vem despertando o interesse dos fãs mais hardcore, este longa é um slasher que usa como tema os clássicos personagens criados pelo autor A.A. Milne. Mas e se você pergunta como a Disney pode ter liberado os direitos de sua querida propriedade para um filme, digamos, de nível “C”, o que acontece é que os direitos do ursinho Pooh caíram em domínio público – assim como Peter Pan e Robin Hood. Ou seja, qualquer um pode fazer um filme sobre eles. Sem perder tempo, os produtores bolaram um slasher (que na verdade poderia ser qualquer filme), colocaram umas máscaras nos assassinos e chamaram de Ursinho Pooh. Tem tudo para ser o Sharknado do ano.

13 | O Urso do Pó Branco

O “terrir” da lista, este filme possui uma premissa tão insana que nos deixa desde já curiosos com que tipo de conteúdo iremos nos deparar. Na verdade, o que vendeu o filme realmente foi seu trailer alucinógeno, já que até então o que se esperava era uma obra extremamente trash e tosca. Sim, o filme é exatamente isso também, mas o que surpreende ao assistirmos à prévia é o humor certeiro e incorreto com que a diretora Elizabeth Banks permeia a trama nonsense sobre um urso que come um tablete inteiro de cocaína e fica frenético na matança.

12 | Five Nights at Freddy’s

Baseado no famoso videogame, a história fala sobre um vigia noturno em uma pizzaria, que descobre que passar a noite de guarda no local pode ser mais perigoso do que imagina. Acontece que durante à noite, os bonecos animatrônicos ganham vida de forma assustadoras e planejam mata-lo. A ideia é muito boa, mas o filme Willy’s Wonderland – com Nicolas Cage – saiu na frente e trouxe uma história muito parecida em 2021.

11 | Infinity Pool

É difícil definir precisamente do que se trata esta nova obra escrita e dirigida pelo cineasta Brandon Cronenberg – o mesmo do sucesso cult Possessor (2020). E se o nome do diretor chamou sua atenção, não é coincidência, o sujeito é realmente o filho de David Cronenberg. Assim como o pai, o Cronenberg filho aposta em certo surrealismo e ficção científica emulando alguns trabalhos do pai, para criar a insanidade de seu novo filme. O que sabemos é que conta com Alexander Skarsgard e Mia Goth no elenco.

10 | Renfield

Por falar em Nicolas Cage, o ator está de volta com tudo! Depois de ter feito as pazes com o sucesso este ano ao interpretar a si mesmo em O Peso do Talento, um novo projeto do ator vem chamando atenção dos fãs e cinéfilos. Em Renfield, Cage realizará um sonho de sua carreira: interpretar o maior vampiro do cinema, Drácula. Embora seja taxado também como terror, o longa vem sendo definido como uma comédia. É esperar para ver, mas estamos no mínimo curiosos.

 

09 | Beau is Afraid

Vamos falar claramente, Beau is Afraid promete ser o filme mais insano de 2023. É impossível não notar certas semelhanças com mãe! (2017), de Darren Aronofsky, no que diz respeito ao surrealismo de cada cena, e no exagero da mensagem que seus autores visam passar. Ari Aster e Robert Egger chegaram à cena cinematográfica quase juntos e logo foram elevados ao posto de reis do terror moderno. Eggers fez A Bruxa e O Farol, mas em seu terceiro filme, divergiu um pouco do terror com um projeto mais ambicioso, com O Homem do Norte. Aster ao que tudo indica segue pelo mesmo caminho com este longa, depois de Hereditário e Misommar. É só dar uma conferida no trailer para notar o caos que cerca o personagem de Joaquin Phoenix, enquanto precisa vencer o medo e ir resgatar sua mãe.

08 | A Freira 2

O “Invocaverso” criado pelo diretor James Wan na Warner rapidamente se tornou uma mina de ouro. Logo de início Invocação do Mal (2013) gerou derivados antes mesmo de sua primeira continuação em 2016, como o spin-off da boneca satânica Annabelle – que teve duas continuações. Agora é a vez do segundo filme da imagem demoníaca de uma freira num quadro ganhar sua sequência. O filme original de 2018 fez sucesso suficiente para gerar mais uma produção, que repetirá a direção de Michael Chaves e o protagonismo de Taissa Farmiga.

07 | The Last Voyage of the Demeter

Nem só da versão cômica com Nicolas Cage viverá o lendário Drácula no cinema em 2023. Os fãs do maior vampiro de todos os tempos não terão do que reclamar, já que o personagem irá aparecer em pelo menos dois filmes de terror de alto conceito no ano. Além de Cage, Drácula irá ganhar uma adaptação mais séria e assustadora com este Last Voyage of the Demeter, que é um dos filmes pelo qual estamos mais ansiosos. Acontece que a história é retirada de um único capítulo do livro Drácula, de Bram Stoker, que o cinema nunca deu muita atenção. Trata-se da viagem num navio russo que o conde contratou para leva-lo dos Cárpatos até Londres, no percurso se alimentando de todos os tripulantes.

06 | Sobrenatural 5

Sobrenatural é outra franquia de terror muito conhecida dos fãs da nova geração. Os dois primeiros filmes possuem uma dupla de cineastas bastante badalada no gênero: o diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell – este segundo assumindo as rédeas no comando absoluto no terceiro filme. Este quinto exemplar marcará a estreia de Patrick Wilson na direção e trará a volta da família Lambert – com Wilson também protagonizando e a volta de Rose Byrne e Ty Simpkins no elenco.

05 | Jogos Mortais 10

Os filmes de tortura que geraram um subgênero sobre cortes e dilacerações bem reais marcaram os anos 2000. O episódio “final”, assim como em Sexta-Feira 13, não foi de fato o último, ocorrendo em 2010 – depois de seis filmes. Sete anos depois seria lançado Jogos Mortais: Jigsaw e em 2021 foi a vez de Espiral – O Legado de Jogos Mortais, ambos tentativas de reiniciar a franquia que não deram certo. Agora, o décimo filme visa justamente isso. E a “carta na manga” é a volta do psicopata John Kramer (Tobin Bell).

04 | O Exorcista

Estamos um pouco apreensivos com este reboot / sequência do clássico absoluto O Exorcista (1973). Por um lado, essa “sequência” trará de volta a atriz do original, Ellen Burstyn, a mãe da menininha possuída, vivendo o mesmo papel. Por outro lado, na direção temos David Gordon Green, o cineasta responsável pela nova trilogia de Halloween, que dividiu bastante os fãs, para dizer no mínimo. ca-robô dona de inteligência artificial. É claro que vai dar ruim.

03 | MaXXXine

O cineasta Ti West surpreendeu os cinéfilos com os sensacionais ‘X – A Marca da Morte‘ e seguida por ‘Pearl‘. Em 2023, ele lançará a conclusão de sua trilogia de terror estrelada por Mia Goth para a A24.

O enredo de ‘MaXXXine‘ acompanha Maxine (Goth) após os acontecimentos de ‘X – A Marca da Morte‘, continuando sua jornada rumo à fama na Los Angeles dos anos 80. Ela é a única sobrevivente das gravações de um filme adulto que dá errado, no qual elenco e equipe de produção precisam lutar por suas vidas após seus anfitriões idosos descobrirem o que de fato está acontecendo.

02 | A Morte do Demônio – A Ascensão

Em segunda posição dos filmes mais esperados de terror para 2023, está a volta de uma franquia muito conhecida dos fãs, saída dos anos 80. O primeiro Evil Dead – A Morte do Demônio estreou em 1981, e se tornou uma produção cult, feita à toque de caixa. O cineasta Sam Raimi mostrava todo seu talento e criatividade, trabalhando com pouco e entregando muito. Assim, vieram continuações em 1987, 1992, um remake em 2013 e uma série em 2015. Agora, é a vez da tão aguardada continuação da franquia original – que irá dar sequência à história clássica, trinta anos depois nos cinemas. Não tem como não se empolgar.

01 | Pânico 6

Por mais que todos os filmes desta lista (ou ao menos a maioria) sejam muito animadores para os fãs e aficionados por terror, é preciso levar em conta que não existiria o site CinePOP se não fosse pelo filme Pânico original lá de 1996. Foi devido à paixão ao filme noventista e ao gênero terror também, que o site surgiu e reuniu os fãs para falar de seus filmes preferidos no gênero. Desta forma, não tem como outro longa emplacar em primeira posição de nossa lista que não seja o sexto Pânico, o segundo capítulo após uma espécie de reboot trazido para a franquia no episódio anterior. Foi no quinto Pânico que novos personagens foram introduzidos de maneira satisfatória, em especial as irmãs Carpenter, Sam (Melissa Barrera) e Tara (Jenna Ortega). Fora isso, a trama do sexto irá levar a ação pela primeira vez para Nova York. O filme estreia dia 9 de Março nos cinemas.

As Múmias e o Anel Perdido

(Mummies)

 

Elenco:

Sean Bean
Eleanor Tomlinson
Hugh Bonneville

 

Direção: Juan Jesús García Galocha

Gênero: Animação

Duração: 88 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 23 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

A trama acompanha as divertidas aventuras de três múmias egípcias que vivem numa cidade secreta subterrânea sob as pirâmides do antigo Egito – uma princesa, um piloto de corrida de bigas e o irmão mais novo dele, inseparável de seu bebê crocodilo de estimação. Após uma série de infelizes acasos, o trio de múmias e seu pet embarcam numa hilária e agitada jornada na Londres atual à procura de um anel ancestral, de propriedade da Família Real das Múmias, roubado pelo ambicioso arqueólogo Lorde Carnaby.

Crítica: 

Crítica | As Múmias e o Anel Perdido é uma aventura de animação dispensável

Curiosidades: 

» O roteiro foi coescrito por Jordi Gasull, também produtor do filme, e Javier Barreira, vencedores do Prêmio Goya de Melhor Roteiro (‘As Aventuras de Tadeu’);

» A dublagem original ainda conta com as vozes de Joe Thomas (‘The Inbetweeners’), Santiago Winder (‘The Hope Rooms’), Celia Imrie (‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’) e Dan Starkey (‘Doctor Who’);

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Fracasso que custou US$ 220 milhões e conta com Rihanna faz SUCESSO na Netflix

Nos últimos anos, a Hasbro tem tentado replicar o sucesso de ‘Transformers‘ sem sucesso. A empresa fez dois filmes de baixo orçamento do tabuleiro ‘Ouija‘ que se pagaram nas bilheterias, mas fracassou feio com ‘GI Joe‘ e ‘Battleship‘.

Battleship‘ foi um dos maiores fracassos da história do cinema: custou US$ 220 milhões e batalhou para arrecadar apenas US$ 330 milhões mundialmente, deixando a Hasbro e a Universal com um prejuízo de mais de US$ 150 milhões.

Agora, ‘Battleship‘ finalmente encontrou seu público na Netflix – aonde estreou no TOP 10 dos filmes mais assistidos do streaming.

Assista ao trailer:

Alex Hopper (Taylor Kitsch) é um oficial naval do navio USS John Paul Jones, comandado pelo almirante Shane (Liam Neeson). Alex é noivo de Sam (Brooklyn Decker), filha de Shane, apesar de não ser bem visto por ele. Já em alto mar, eles precisam unir forças com a tripulação do navio USS Samson, comandado pelo irmão mais velho de Alex, Stone (Alexander Skarsgaard), ao encontrar uma força alienígena desconhecida, que ameaça a existência da humanidade.

No elenco, o azarado Taylor Kitsch protagoniza, tendo como coadjuvantes Liam Neeson, Alexander Skarsgard, Brooklyn Decker e a estreia com pé esquerdo de Rihanna como atriz. Com tentativas de piadas totalmente sem noção – como confundir deficientes com alienígenas – Battleship levou o Framboesa de pior coadjuvante para Rihanna, e foi indicado para pior filme, pior roteiro, pior elenco, pior diretor (Peter Berg), pior ator coadjuvante (Liam Neeson – também indicado por Fúria de Titãs 2) e uma segunda pior atriz coadjuvante (Brooklyn Decker – também indicada por O Que Esperar Quando Você Está Esperando).

Pokémon | ‘Pokémon Company’ revela mais dois personagens da nova série animada

Em dezembro de 2022, após mais de 25 anos do início da série animada, o mestre Pokémon Ash Ketchum enfim conquistou o campeonato Oito Mestres, equivalente ao torneio mundial desse universo, e verá sua jornada de décadas chegar ao fim junto com o término de Jornadas Supremas Pokémon. Mas como a franquia não pode parar, uma nova série já foi anunciada e terá como protagonistas a dupla Liko e Rain, que pelo mundo viajarão tentando desvendar mistérios de dois objetos: o pingente de Liko e a Pokébola de Rain.

Na manhã desta sexta-feira (24), a The Pokémon Company emitiu um comunicado anunciando mais dois personagens recorrentes da nova saga, que podem agradar a uns, mas certamente deixará outros meio decepcionados. Confira!

A dupla é formada pelo Professor Friede, um dos mais experientes pesquisadores do mundo Pokémon, e seu companheiro de aventuras, o Capitão Pikachu. Esses dois devem acompanhar a dupla principal enquanto novos Pokémon aparecem e novas jornadas se desenvolvem. Mais informações devem ser divulgadas em breve.

Divulgação/ The Pokémon Company

Ao mesmo tempo em que é interessante ver esses novos personagens que dominarão a franquia nas telinhas e telonas nos próximos anos, soa meio repetitivo novamente trazer um Pikachu para ser personagem de destaque na série. Mercadologicamente é uma decisão óbvia, já que o ratinho amarelo é símbolo da franquia mais lucrativa da Cultura Pop mundial. No entanto, grande parte dos fãs esperava que a imagem do Pikachu seria preservada um pouco após quase três décadas de exposição constante. Não é como se faltassem outros Pokémon carismáticos, não é mesmo? Mas, no comunicado, o vice-presidente de marketing da The Pokémon Company International, Taito Okiura, comentou um pouco mais sobre o que esperar dessa nova série e o motivo de manterem o Pikachu como um dos personagens-chave da saga.

“À medida que o mundo Pokémon se expande e evolui, os fãs poderão embarcar em uma nova jornada de ação, aventura e amizade através dos olhos de personagens únicos como Friede e Capitão Pikachu na estreia da próxima série animada, neste ano. […] Por 27 anos, Pikachu tem sido sinônimo da franquia Pokémon, e estamos ansiosos para ver esse amado Pokémon continuar a ter uma presença significativa na série animada e permanecer um ícone para a marca”, afirmou Okiura.

Até o momento, não há uma data de lançamento para a nova série, só é sabido que ela está prometida para 2023. Entretanto, é possível que nova informações sejam reveladas no próximo Pokémon Day, que acontece na próxima segunda-feira (27), trazendo um vídeo exclusivo de aproximadamente 20 minutos com novidades da franquia, chamado Pokémon Presents.

Ansiosos para a nova série?

Jornadas Supremas Pokémon está disponível na Netflix.

 

Crítica | A Baleia é – sem sombra de dúvidas – um EMOCIONANTE conto sobre perdão e reconciliação familiar

Entre um semblante cansado e um corpo fatigado pelas marcas do excesso de peso, Charlie é um homem solitário e recluso, que se esconde em uma pequena casa pouco arejada e fria, que ressoa a chuva torrencial que insiste em cair sobre o telhado. Nesse cenário, surge um Brendan Fraser diferente. Com uma maquiagem elaborada capaz de gerar bastante controvérsia entre militantes, ele estampa a delicadeza e a tristeza de alguém que abriu mão de si mesmo e passa os seus dias à deriva de sua própria existência, à espera do seu inevitável fim. Assombrado pelas consequências de suas escolhas duvidosas e por um passado doloroso, ele é um professor universitário que faz de suas aulas online o artifício que precisa para esconder suas feições do restante do mundo.

O título A Baleia pode gerar a impressão errada. Ao contrário do que muitos inevitavelmente poderiam sugerir, o título do novo drama de Darren Aronofsky de fato faz uma alusão direta ao clássico da literatura Moby Dick. Apaixonado pela arte da escrita, Charlie é apegado a um antigo papel que traz uma breve análise sobre o livro. Sempre que se sente diante de alguma crise em sua saúde, se volta para as curtas linhas escritas a fim de se acalmar. A simbologia desse profundo e misterioso instante são explicadas ao longo da narrativa, que ainda mostra a reconexão entre um pai distante e sua filha adolescente Ellie (Sadie Sink), que cresceu debaixo do fantasma do abandono. E aqui, essas duas pessoas tão distintas formam dois extremos de uma mesma moeda: Enquanto uma é vítima da alienação parental, o outro é reduzido ao abandono pessoal e social, por medo das opiniões alheias.

Ao longo dessa jornada, Fraser dá vida a um pai que tenta reconstruir sua história com sua filha, a partir de uma relação disfuncional regida pelo abuso verbal, desrespeito e falta de autoridade. E nesse contexto, ainda estamos diante de uma penosa história de redenção, acompanhando as agruras de um pai que vive sob o medo. E sua dor, seus anseios e suas mágoas nos acompanham, queimando nossa alma tamanho o brilhantismo da performance de Fraser. Se submetendo ao estado de mais pura fragilidade psicoemocional, o carismático ator ressurge como a fênix em um protagonismo há muito tempo esperado por nós. Após anos subjugado ao ostracismo – em virtude de uma denúncia de abuso sexual que envolvia um executivo de Hollywood -, ele faz de A Baleia sua própria história de redenção, mostrando seu poder de renascimento como um artista que jamais deveria ter sido ignorado por compartilhar um trauma sofrido nos bastidores.

Com uma performance apaixonante que parte nossos corações, o astro de A Múmia entrega em seu olhar muito mais do que qualquer diálogo poderia expressar e nos convida para a sua dor a partir de uma caracterização complexa, emocionalmente delicada e difícil de ser digerida. Trazendo um nível de sensibilidade extrema a um personagem que facilmente poderia cair no radar das agendas contemporâneas que negam a obesidade mórbida como uma doença, ele presenteia a audiência com um trabalho puro, cuidadoso e sensato – capaz de se identificar com todos os tipos de público. Provando ser um dos candidatos mais fortes ao Oscar 2023 – ao lado de Austin Butler e de sua versão de Elvis, Brendan Fraser tem chances reais de redefinir sua carreira com a tão sonhada estatueta. E com uma elaborada sinergia que exala em cada cena, Fraser, Sink e Hong Chau formam um trio poderoso que retrata três facetas tão diferentes de um mesmo tipo de sofrimento.

Concentrando sua trama em um único ambiente, a adaptação da peça homônima de Samuel D. Hunter (que também assina o roteiro) ainda destaca a habilidosa direção de Aronofsky, que sabe explorar os ângulos extremos para ampliar a sensação de espaço entre os personagens, à medida em que também é capaz de construir uma atmosfera claustrofóbica, que sufoca tanto eles, bem como o público. E abordando um tema menos abstrato, que deixa de lado aqueles entraves da psique que já vimos em seus longas anteriores, o aclamado cineasta entrega um excelente trabalho e faz da performance de Fraser o norte que guia toda a sensibilidade do longa. E ainda que haja um certo sentimentalismo às vezes forçado, A Baleia é – sem sombra de dúvidas – um emocionante conto sobre perdão e reconciliação familiar.

Assista a crítica em vídeo:

‘X-Men’: James Marsden ainda sonha em reprisar seu papel como Ciclope

James Marsden deu vida a Scott Summers, o Ciclope, na primeira trilogia dos ‘X-Men‘, lançada entre 2000 e 2006.

Em 2014, ele reprisou o papel em uma breve aparição em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘.

Mas o astro ainda sonha em retornar ao papel.

Durante uma entrevista para o The Wrap, ele foi questionado se aceitaria o convite e respondeu de forma positiva, dizendo:

“Claro. Sim, quero dizer, tudo depende do roteiro, do que se trata a história e o que o personagem estaria fazendo, mas é um personagem do qual eu tenho muito carinho, junto com essa família. Eu sinto muito a falta deles. Criamos uma coisa muito especial com os primeiros filmes dos ‘X-Men‘ e sim, eu adoraria explorar isso. Mas, você sabe, eu gostaria de saber como é primeiro, eu acho.”

Confira:

“Fãs da #Marvel, perguntamos a James Marsden se ele repetiria seu papel como Ciclope nos próximos filmes dos #XMen? Nós temos a resposta. Talvez um multiverso?”

Vale lembrar que rumores apontaram que ‘Deadpool 3‘ vai mostrar o Mutante Tagarela vivido por Ryan Reynolds viajando através do tempo e do espaço para revisitar alguns filmes de heróis da Fox, como ‘X-Mene ‘Quarteto Fantástico‘.

Esta seria uma ótima maneira de mostrar o Ciclope para os fãs matarem a saudade.

O que você acha da ideia?

O longa será lançado em novembro de 2024.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’), a partir do roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

Opinião | 15 anos depois, ‘Mamma Mia! O Filme’ não é tão bom quanto você se lembra

Quando um musical da Broadway alcança um sucesso considerável que conquista uma legião de fãs, os olhos da indústria audiovisual logo se viram para o teatro e diminuem a já tênue linha entre os palcos e as telas, buscando traduzir toda a magia em questão para uma nova perspectiva que, esperançosamente, agradará boa parte do público. Foi partindo dessa ideia que a diretora Phyllida Lloyd resolveu trazer a obra escrita por Catherine Johnson aos cinemas e entregou-se a um projeto que tinha tudo para dar certo: Mamma Mia! O Filme’. Entretanto, mesmo contando com números musicais engenhosos e interessantes e um elenco de ponta, o longa-metragem pareceu não acreditar no próprio potencial e transformou-se em uma tentativa falha que recorreu ao pior dos clichês para se concretizar: o excesso de melodrama.

A história é um tanto quanto cômica: a jovem Sophie (Amanda Seyfried) vive na paradisíaca ilha grega de Kalokairi junto com sua mãe, Donna (Meryl Streep), e nunca conheceu seu pai, visto que foi criada sozinha e através da ajuda de outras figuras que participaram ativamente da jornada da matriarca. Agora, tendo encontrado seu suposto amor verdadeiro, Sophie irá se casar e gostaria muito que seu pai, caso ainda vivo, estivesse presente – porém ela nunca o conheceu e não tem ideia de quem possa ser. Até que, ao encontrar o misterioso diário da mãe, descobre que na verdade as possibilidades são maiores que imaginou: anos atrás, ao sair da universidade de Oxford, Donna teve três casos diferentes e nem mesmo ela sabe de quem a garota é filha.

Sophie, pois, decide tentar a sorte e convida os três supostos pais para seu casamento sem o conhecimento da mãe e tentando fazer uma surpresa de última hora: e quando menos imagina, Bill (Stellan Skarsgard), Sam (Pierce Brosnan) e Harry (Colin Firth) dão as caras na ilha e descobrem o real motivo de encontrarem a ex-amante após todos aqueles anos. A partir daí, a narrativa, adaptada pela própria Johnson, mergulha em uma aventura cíclica que se respalda na comédia e no musical puros, mas que também abre margens para temas como amadurecimento, relacionamentos familiares e o enfrentamento de fantasmas do passado – incluindo um amor que nunca deixou de existir entre Donna e Sam.

E basicamente isso é o que acontece. Isso e a já esperada re-eternização da banda sueca ABBA, que empresta suas músicas, assim como fez à versão teatral, para compor o escopo sonoro abraçado pelos personagens. Mamma Mia!’ vale-se muito de um sentimento nostálgico, nos transportando de volta para a década de 1970 e 1980 com as canções conhecidas por várias gerações; porém, em termos criativos e artísticos, inclina-se muito para os convencionalismos de gênero, como os escapes cômicos, os momentos de drama matrimonial e o obrigatório momento em que a protagonista percebe como sua vida está prestes a mudar. Tudo é movido com a maior fluidez possível – mas, se prestarmos bastante atenção, o elemento principal que permite essa sutil transição é a trilha sonora.

Claro, não podemos tirar mérito de Streep encarnando mais um icônico personagem e entregando-se de corpo e alma para Donna, cuja personalidade irreverente, rebelde e totalmente livre conversa diretamente com a própria construção imagética – ou seja, com as paisagens oníricas perscrutadas pelas cristalinas águas do Mediterrâneo e pelo pôr-do-sol que mais se assemelha a uma pintura em tinta a óleo. Ainda que não ouse muito mais da zona de conforto, a fotografia elaborada por Haris Zambarloukos consegue captar a atmosfera em questão, afastando-se dos retratos panfletários que costumamos encontrar em filmes de tal vertente. Mas não espere algo extremamente minucioso – ainda mais porque o foco da história é fazer com que o público saia do cinema cantando diversas vezes a discografia de ABBA.

Além de Streep, duas outras figuras roubam a cena em caricaturas tão bem-feitas que fica muito difícil não se deliciar com o que nos é apresentado: Christine Baranski e Julie Walters encarnam, respectivamente, Tanya e Rosie e parecem concentrar toda a química existente dentro da iteração. As duas são amigas de longa data de Donna e são dotadas de tamanha complexidade que fica muito difícil não se conectar em alguma instância com essas coadjuvantes – fato que não é verdadeiro, por exemplo, com grande parte dos outros personagens, incluindo alguns estereótipos descartáveis trazidos pelo roteiro. Baranski, em especial, protagoniza com esmero a sequência intitulada Does Your Mother Know: e no que a cena falta em coreografia cênica, ganha vários pontos pela potência vocal da atriz e por suas expressões hilárias.

Ainda que Seyfried brinque pouco com a oportunidade que lhe é dada, ela até consegue momentos emocionantes ao lado de Streep: em uma arquitetura que mais parece um videoclipe promocional, ambas cantam Slipping Through My Fingers” enquanto contracenam em momentos de puro amor idealizado e utópico que esbarra nas características românticas próprias do musical. E, ao invés de criar uma atmosfera realmente catártica para os espectadores, insurge, bem como o restante das investidas da obra – com exceção, talvez, de The Winner Takes It All” -, em um pedantismo extremo.

Mamma Mia! O Filme’ é uma adaptação falha em diversos aspectos e que reside na mediocridade fílmica, salvando-se da total ruína pela capacidade de seu elenco em transcender as expectativas quando falamos em atuação e química. Em suma, algo esquecível – e que seria ofuscado por uma continuação mil vezes melhor.

Indicado a 11 Óscares, ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’ estreia no Prime Video!

‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (Everything Everywhere All at Once) se tornou um dos filmes mais aclamados dos últimos anos e, agora, já está disponível no Prime Video.

A aclamada produção foi lançada hoje, 24 de fevereiro, na plataforma de streaming.

Destaque no Oscar 2023 com nada menos que 11 indicações, a produção disputa pelos prêmios de Melhor Filme, Melhor Atriz (Michelle Yeoh), Melhor DireçãoMelhor Roteiro Original (ambos para Daniel Kwan e Daniel Scheinert), Melhor Figurino (Shirley Kurata), Melhor Montagem (Paul Rogers), Melhor Ator Coadjuvante (Ke Huy Quan), Melhor Atriz Coadjuvante (Jamie Lee Curtis e Stephanie Hsu), Melhor Trilha Sonora Original (Son Lux) e Melhor Canção Original (‘This Is A Life’).

Relembre o trailer:

Michelle Yeoh (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) estrela a produção.

Dirigido por Daniel Kwan e Daniel Scheinert, conhecidos como Daniels, ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ conta a história de Evelyn Wang (Yeoh) uma mulher que se envolve por acaso em uma aventura multidimensional que coloca o destino de todos os universos em suas mãos – e também a faz questionar quem ela é para si mesma e sua família.

O elenco ainda conta com Ke Huy Quan, Stephanie HsuJenny SlateHarry Shum Jr., James Hong e Jamie Lee Curtis.

‘F1: Dirigir para Viver’: 5ª temporada da série documentária já está disponível na Netflix!

A 5ª temporada da série documental F1: Dirigir para Viver já está disponível na Netflix.

Os novos episódios chegaram à plataforma de streaming hoje, 24 de fevereiro.

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 6ª temporada.

Relembre o trailer:

Do produtor James Gay-Rees, de ‘Amy‘ e ‘Senna‘, esta série documental apresenta o mundo da Fórmula 1, revelando um lado pouco conhecido dos pilotos, suas famílias e equipes.

Confira a sinopse oficial abaixo:

Um mergulho no universo da Fórmula 1, desde os bastidores do Campeonato Mundial até o funcionamento das dependências de autódromos. Velocidade, tensão e rivalidade, com direito a depoimentos exclusivos de pilotos e diretores do torneio principal.

‘Fantasma e Cia’: Comédia sobrenatural com David Harbour estreia na Netflix!

Fantasma e Cia‘ (We have a ghost), comédia sobrenatural estrelada por Anthony Mackie (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e David Harbour (‘Stranger Things’), já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada hoje, 24 de fevereiro, na plataforma de streaming.

Baseada no conto ‘Ernest‘, escrito por Geoff Manaugh, a trama acompanha Kevin (Mackie) e sua família, que descobrem que um fantasma chamado Ernest (Harbour) está assombrando sua nova casa e acabam ganhando popularidade nas mídias sociais. Mas, quando Kevin e Ernest decidem investigar um mistério de seu passado, eles acabam se tornando alvo da CIA.

Relembre o trailer:

O longa é dirigido por Christopher Landon (‘A Morte te dá Parabéns’), que também leva crédito pelo roteiro junto com Manaugh.

O elenco ainda contará com Tig Notaro (‘Army of the Dead’), Jennifer Coolidge (‘Bela Vingança’), Jahi Di’Allo WinstonErica Ash, Isabella Russo, Niles Fitch, Faith Ford e Steve Coulter.

‘O Consultor’: Série de suspense com Christoph Waltz já está disponível no Prime Video!

A série de suspense ‘O Consultor‘, estrelada por Christoph Waltz, já está disponível no Prime Video.

A 1ª temporada foi lançada hoje, 24 de fevereiro, na plataforma de streaming.

Regus Patoff é o novo consultor contratado para acelerar os negócios de uma empresa de games digitais, a CompWare. Com sua chegada, os funcionários experienciam novas demandas e desafios que os colocam à prova, ameaçando até mesmo suas vidas.

Relembre o trailer:

Criada por Tony Basgallop, a série é baseada no livro homônimo de Bentley Little.

O elenco conta com Christoph Waltz (‘Bastardos Inglórios’), Nat Wolff (‘Cidades de Papel’), Brittany O’Grady (‘The White Lotus’) e Aimee Carrero (‘O Menu’).

‘Wonder Man’: Marvel escala mais uma diretora para comandar a série estrelada por Yahya Abdul-Mateen II

Segundo o DeadlineStella Meghie foi a mais recente diretora contratada para comandar alguns episódios da adaptação seriada de Wonder Man, da Marvel Studios.

A realizadora é conhecida por seu trabalho em ‘Jean of the Joneses’‘The Weekend’‘A Fotografia’. Detalhes sobre sua participação na série não foram revelados.

Meghie se junta aos previamente confirmados James Ponsoldt (‘Daisy Jones and the Six’) e Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’).

Já o roteiro fica a cargo de Andrew Guest (‘Gavião Arqueiro’).

A produção será estrelada por Yahya Abdul-Mateen II (‘Aquaman’) como Simon Williams, que se transforma no herói titular.

Vale lembrar que Ben Kingsley reprisará o seu papel como o canastrão Trevor Slattery, que foi originalmente introduzido em ‘Homem de Ferro 3‘ e, posteriormente, retornou em ‘Shang-Chi‘.

Nos quadrinhos, o Wonder Man apareceu no início dos anos 1960, criado por Stan Lee, Jack Kirby e Don Heck. A versão principal do herói é Simon Williams. Ele ganha poderes especiais, como força e durabilidade sobre-humanas, após se aliar com o Barão Zemo para invadir a sede dos Vingadores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Fora da Prisão’: Série de comédia com Kerry Washington e Delroy Lindo ganha trailer DUBLADO e data de estreia no Brasil

O Star+ divulgou o trailer oficial de Fora da Prisão (‘Unprisoned’), série de comédia estrelada por Delroy Lindo e Kerry Washington interpretando pai e filha, respectivamente.

A produção, composta por 8 episódios, chega à plataforma de streaming no dia 29 de março.

Confira:

Yvette Lee Bowser entra como showrunner.

Inspirado na vida de Tracy McMillan, Fora da Prisão é uma comédia sobre uma confusa, mas perfeccionista terapeuta de relacionamento e mãe solteira cuja vida vira do avesso quando seu pai sai da prisão e vai morar com ela e seu filho adolescente.

Jee Young HanMarque RichardsonEdwin Lee Gibson e Jordyn McIntosh também fazem parte do elenco.

Olivia Colman é destaque no trailer oficial de ‘Grandes Esperanças’, série baseada no romance de Charles Dickens

FX divulgou o trailer completo e oficial de Grandes Esperanças, drama de época baseado no lendário romance homônimo de Charles Dickens.

A produção estreia no Hulu em 26 de março. No Brasil, a série deve ser exibida pelo Star+, mas ainda não tem data de lançamento confirmado.

Confira:

Steven Knight, criador de Peaky Blinders, é responsável pela minissérie de seis episódios.

Tom HardyRidley Scott estão a bordo do projeto como produtores executivos ao lado de Dean BakerDavid W. ZukerKate Crowe Mona Qureshi.

Na trama, o órfão Pip começa a crescer na vida graças à ajuda de um benfeitor misterioso. Ele passa a ganhar espaço e conviver em meio à alta sociedade londrina, portando-se como um verdadeiro cavalheiro. Já adulto, Pip resolve usar seu status para impressionar a bela Estella, por quem sempre foi apaixonado. O problema é que a origem da fortuna recentemente adquirida por Pip é obscura e acaba por provocar consequências devastadoras às pessoas que vivem ao seu redor.

Fionn WhiteheadOlivia Colman estrelam. Ashley ThomasJohnny HarrisHayley SquiresOwen McDonnellLaurie OgdenMatt BerryTrystan GravelleRudi Dharmalingam completam o elenco.

‘Shazam!: Fúria dos Deuses’: Ouça a música-tema OFICIAL da sequência!

DC Studios e a Warner Bros. divulgaram a música-tema oficial de Shazam! Fúria dos Deuses’, aguardada sequência que chega aos cinemas nacionais no dia 16 de março.

A canção, assim como a trilha sonora completa, foi composta por Christophe Beck.

Ouça:

De acordo com informações de especialistas em bilheterias do The Hollywood Reporter, o filme terá a menor abertura da história da DC nas bilheterias.

A sequência deve atrair míseros US$35 a US$40 milhões em seus primeiros três dias nos cinemas. Esta é uma grande queda em comparação com os US$67 milhões que ‘Adão Negro‘ arrecadou em seu primeiro final de semana.

A encargo de comparação, o primeiro ‘Shazam‘ abriu com US$ 53 milhões, enquanto ‘Aquaman‘ fez US$ 67 milhões em seu primeiro final de semana.

David F. Sandberg volta à cadeira de direção.

Na trama, deuses antigos chegam à Terra em busca da magia roubada deles há muito tempo. Shazam e seus aliados são lançados em uma batalha por seus superpoderes, suas vidas e o destino do mundo.

Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘O Urso do Pó Branco’ ataca no novo teaser OFICIAL do suspense cômico; Confira!

O suspense cômico ‘O Urso do Pó Branco‘, que narra a história real de um urso que morreu de overdose de cocaína, ganhou um novo teaser oficial.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 09 de março.

O roteiro é escrito por Jimmy Warden.

Ray Liotta, Keri Russell, Alden Ehrenreich, O’Shea Jackson e Jesse Tyler Ferguson estrelam. Margo Martindale (‘Mrs. America’), Kristofer Hivju (‘Game of Thrones’), Christian Convery (‘Sweet Tooth’), Brooklynn Prince (‘Home Before Dark’), Kahyun Kim (‘American Gods’) e o comediante Scott Seiss fazem parte do elenco.

O urso em questão foi batizado de “Pablo EskoBear”, e se tornou uma das mais bizarras atrações turísticas do Kentucky. O caso aconteceu nos anos 80, quando o ex-policial Andrew Thornton se tornou um traficante internacional e iniciou a operação de uma rota de drogas da Colômbia para os EUA.

Durante um dos voos do tráfico, Thornton tinha que pular do avião em pleno voo enquanto sobrevoava a Floresta Nacional de Chattahoochee, com 40 recipientes de plástico cheios de cocaína em seu corpo.

O traficante morreu, pois o peso extra da cocaína fez com que o paraquedas não suportasse a queda. E então os US$ 15 milhões dos 40 quilos de cocaína desapareceram. O urso comeu.

A história do filme mostrará o urso preto de 80 quilos que foi encontrado morto por overdose depois de ingerir grandes quantidades de cocaína jogada na floresta pelo traficante.

Phil Lord e Miller (‘Homem-Aranha no Aranhaverso’) entram como produtores do longa.

Halsey lança “Die 4 Me”, seu novo single oficial; Ouça!

A cantora e compositora Halsey lançou hoje (24) a canção “Die 4 Me”single promocional que fará parte de seu próximo álbum de estúdio.

Mais detalhes sobre o compilado de originais não foram divulgados.

Ouça:

Lembrando que o último álbum da artista foi o aclamado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, que se tornou uma das produções mais bem recebidas do ano passado e inclusive entrou para nossa lista de melhores álbuns de 2021, conquistando o terceiro lugar da lista.

Crítica | Halsey entrega o melhor álbum da carreira com o incrível e politizado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’

O disco é acompanhado de um filme, dirigido por Colin Tilley e com roteiro da própria Halsey, além de trazer produção de Trent ReznorAtticus Ross, vencedores do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pela animação ‘Soul’.

Halsey fez sua estreia no mundo da música com Badlands, em 2015. Desde então, lançou mais dois álbuns: Hopeless Fountain Kingdom (2017) e o elogiado Manic (2020), ambos ganhando elogios por parte da crítica especializada. Vendendo mais de um milhão de álbuns e recebendo mais de 6 bilhões de streamings apenas nos Estados Unidos, a artista já foi indicada duas vezes para o Grammy e já levou para casa quatro Billboard Music Awards.