A 12ª temporada do reality show ‘RuPaul’s Drag Race‘ já estreou na Netflix! Todos os episódios do novo ciclo já estão disponíveis no serviço de streaming.
Vale lembrar que a Netflix também divulgou todos os episódios Untucked do décimo segundo ano.
Atualmente, a produção irá exibindo a 5ª temporada do All Stars.
Confira o trailer:
Criado em 2012, o spin-off de ‘RuPaul’s Drag Race’ funciona como a competição original; entretanto, ele traz drag queens que já participaram do reality show para uma nova tentativa de conseguir a coroa e o prêmio de US$100 mil, além de participar do Hall da Fama da lendária apresentadora RuPaul.
Assista à entrada das novas queens:
As novas competidoras são: Shea Couleé (9ª temporada), Miz Cracker (10ª temporada), Alexis Mateo (3ª temporada e All Stars 1), Blair St. Clair (10ª temporada), Mariah Balenciaga (3ª temporada), India Ferrah (3ª temporada), Jujubee (2ª temporada, All Stars 1), Derrick Barry (8ª temporada), Mayhem Miller (10ª temporada) e Ongina (1ª temporada).
Quem quiser conferir o primeiro filme da ‘Mulher-Maravilha‘ na Netflix terá que se apressar. O longa será removido do serviço de streaming em duas semanas, no dia 26 de março.
A remoção do conteúdo da Warner Bros. e de seus associados se tornará ainda mais agressiva nos próximos meses, em consequência do futuro lançamento do serviço de streaming da HBO Max no Brasil.
Dentre outros títulos da distribuidora a serem removidos da Netflix nas próximas semanas, inclui-se ‘No Olho do Tornado‘, ‘Miss Simpatia 2: Armada e Poderosa‘, ‘Viagem 2 – A Ilha Misteriosa‘, entre outros.
Vale lembrar que, nos EUA, a sequência ‘Mulher-Maravilha 1984‘ foi lançada simultaneamente no serviço de streaming da HBO Max e nos cinemas; uma decisão que, por causa da pandemia de COVID, será seguida por TODOS os lançamentos da Warner Bros. em 2021.
Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?
O elenco também conta com Chris Pine, Kristen Wiig e Pedro Pascal.
De acordo com o Deadline, Lizzy Caplan (‘Castle Rock’) estrelará a série baseada no suspense clássico ‘Atração Fatal‘, que está sendo desenvolvida pela Paramount+.
A atriz irá interpretar Alex, personagem que foi vivida pela Glenn Close no filme original. A personagem acaba se tornando obcecada pelo seu amante após um breve caso extraconjugal.
O projeto está sendo descrito como uma reimaginação do thriller psicossexual, e será contado através de um ponto de vista modernizado quando se trata de mulheres fortes, transtornos de personalidade, culpa da vítima e controle coercitivo.
O roteiro da adaptação ficará por conta de Alexandra Cunningham e Kevin Hynes (‘Dirty John’).
No filme de 1987, o caso de uma noite volta a assombrar um homem casado quando sua amante começa a perseguir ele e sua família.
Stanley Jaffe e Sherry Lansing, produtores do longa original, serão produtores executivos da série.
Em entrevista ao Bloody Disgusting, o ator Lance Reddick revelou como foi interpretar múltiplas versões do vilão Albert Wesker na adaptação da Netflix, ‘Resident Evil: A Série‘.
No sexto episódio da primeira temporada, descobrimos que o Albert Wesker que acompanhamos na história é apenas um dos clones criados pela versão original do personagem – que aparece brevemente para tentar eliminar as pontas soltas.
“Eu só conhecia os filmes [da franquia ‘Resident Evil’]. Eu nem conhecia os jogos. Então, eu tive a chance de ler o roteiro e fiquei impressionado com os personagens e as suas relações entre si, além das cenas de ação e terror. E, claro, ao final do sexto episódio, percebi que teria a chance de interpretar múltiplas versões do Wesker. Interpretar o Bert foi a minha parte favorita durante essa temporada.”
Ele completa, “Para tentar entender o personagem – o Albert que tem mais destaque na trama –, além de me apoiar nos roteiros, eu tive a ajuda de um amigo, que é um professor de bioquímica. Eu conversei com ele sobre como é fazer ciência e a psicologia em torno disso.”
Vale lembrar que todos os episódios já estão disponíveis na Netflix!
Em 2036, 14 anos após a dor causada por Joy, Jade Wesker luta para sobreviver em um mundo tomado por chocantes criaturas sedentas por sangue. Em meio a essa carnificina, ela é assombrada pelo passado em New Raccoon City, pela ligação do pai com a sinistra Umbrella Corporation e principalmente pelo que aconteceu à irmã, Billie.
O elenco conta com Ella Balinska, Tamara Smart, Siena Agudong, Adeline Rudolph e Paola Nunez.
O ator Lance Reddick (‘John Wick’) interpreta o vilão Albert Wesker.
A Paramount+ divulgou o trailer dublado do terror ‘Jogo Perigoso: Vítimas da Herança‘, que já está disponível em sua plataforma.
Confira:
Sean McNamara é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Brian Buccellato.
Uma reunião de família em uma mansão remota se transforma em um pesadelo quando eles ficam presos lá dentro e são forçados a participar de um jogo mortal de sobrevivência, onde apenas um sairá vivo.
O elenco conta com Jonathan Rhys Meyers, Will Sasso, Jon Voight, Laura Mennell, Megan Charpentier, Kaya Coleman, Skyler Shaye, Dylan Playfair e Bradley Stryker.
Em entrevista ao Variety, Jeff Wadlow (‘A Ilha da Fantasia’) revelou que o terror ‘Verdade ou Desafio‘ quase ganhou uma sequência. O novo filme, engavetado por causa da pandemia de COVID, seguiria o mesmo estilo de metalinguagem de ‘A Hora do Pesadelo 7‘.
Apesar de ter sido massacrado pelos críticos – com 15% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa rendeu um enorme sucesso para a Blumhouse. Com orçamento de apenas US$ 3.5 milhões, o terror arrecadou impressionantes US$ 95 milhões mundialmente.
“Nós escrevemos o roteiro para uma sequência de ‘Verdade ou Desafio’. No primeiro filme, havia nove personagens e sete deles morrem. Eu não queria fazer uma continuação estilo ‘Premonição’ ou focar em um novo grupo de personagens. Essa ideia parecia chata para mim. [Intitulada ‘Verdade ou Desafio na Vida Real’], a sequência começaria com a Markie e a Olivia, as personagens da Lucy Hale e Violett Beane. Haveria uma cena tensa, e a Markie começaria a rir do nada. Então, você ouviria ‘Corta!’, e o diretor apareceria na câmera. Seria como ‘A Hora do Pesadelo 7’. Lucy e Violett ainda são amigas, e elas embarcariam em uma viagem com os outros atores do filme original.”
Ele completa, “Todos que estavam no primeiro filme, eles se tornaram amigos, e nós iríamos descobrir que os roteiristas daquele projeto pesquisaram sobre um demônio real. Assim como Calux pode assombrar um jogo, ele também pode assombrar um filme na vida real. A continuação seria assustadora, surreal, engraçada e traria muito subjetividade.”
Olivia, Lucas e um grupo de amigos viajam ao México como uma despedida antes da formatura. Lá, um estranho convence um dos estudantes a jogar um aparentemente inofensivo jogo de verdade ou desafio com os outros. Ao começar, o jogo desperta algo maligno – um demônio que força os amigos a compartilharem segredos sombrios e confrontarem seus medos mais profundos. A regra é simples, porém cruel: fale a verdade ou morra, faça o desafio ou morra, e se parar de jogar, também morre.
Através do seu Instagram, Neil Marshall (‘Abismo do Medo’) compartilhou uma atualização decepcionante sobre o desenvolvimento de uma possível sequência para o clássico ‘Cães de Caça‘.
O diretor revelou ter passado os últimos seis anos em negociações para tirar o projeto do papel, mas as discussões foram interrompidas abruptamente e a continuação está efetivamente morta.
“É com o coração pesado que devo anunciar que este cartaz é provavelmente o mais perto que chegaremos de uma sequência de ‘Cães de Caça’. Já que tantos fãs continuam perguntando, senti que não podia apenas guardar as notícias decepcionantes para mim. Sua lealdade inabalável merece algo melhor. Nos últimos 6 anos, eu e o produtor Christopher Figg, temos trabalhado incansavelmente para negociar os direitos de fazer uma sequência com o produtor/detentor dos direitos David E. Allen.”
“Infelizmente, essas negociações chegaram a um fim repentino e inesperado quando, no início deste ano, deveríamos finalizar e assinar os acordos e… eles desapareceram. Desapareceram. Cortaram toda a comunicação. Recusaram-se a responder e-mails ou ligações. Eu não sei o motivo. Simplesmente não sabemos o que aconteceu ou por que, mas o resultado final é que não temos os direitos para fazer uma sequência sem esse acordo em vigor, tornando-a efetivamente morta. Sinto muito. Nós tentamos. Realmente tentamos. Queríamos fazer este filme para vocês. Para todos os inúmeros fãs que pediram. Mas, no final, talvez não fosse para ser.”
Escrito e dirigido por Neil Marshall, a trama do filme original acompanha um grupo de soldados ingleses que é mandado para treinamento na floresta e precisa lida com criaturas inusitadas, que já mataram outra equipe e continuam em busca de mais vítimas, aterrorizando e deixando um rastro de sangue por onde passam.
Vale lembrar que, em 2004, um sequência intitulada ‘Dog Soldiers: Fresh Meat‘ havia sido anunciada, mas o projeto nunca saiu do papel.
Para promover o lançamento da 2ª temporada de ‘Wandinha‘, a Netflix divulgou um vídeo inédito mostrando os bastidores e o processo de criação da incrível sequência em stop-motion apresentada no novo ciclo.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
O elenco também conta com Catherine Zeta-Jones, Luís Guzmán, Isaac Ordonez, Emma Myers, Hunter Doohan, Percy Hynes White e outros.
Através do seu Instagram, o diretor Damien Leone revelou que o quarto capítulo capítulo (e possivelmente o último) da franquia ‘Terrifier‘ será ambientado durante o período de Ano Novo.
Vale lembrar que a narrativa do terceiro filme se passou durante o Natal.
“Sem espaço sideral. Sem páscoa. Art vai trazer o Ano Novo,” declarou o cineasta.
Anteriormente, o cineasta havia prometido que o novo filme irá se aprofundar na história de origem do psicótico palhaço Art: Eu adoro o mistério. Essa é a parte mais importante, porque os espectadores estão muito curiosos para saber o mistério por trás [do Art]. Acho que as pessoas não percebem que é o mistério que faz o personagem funcionar tão bem. Se revelarmos muito, perderemos esse elemento. Não devemos ver como a magia é feita, é quase sempre decepcionante. Acredito que há um jeito de explicar a origem dele sem perder esse mistério. É arriscado, mas acredito que a maior parte dos espectadores irá ficar satisfeita. Vocês terão muitas respostas.”
Ele ainda confirmou que a explicação por trás da origem do antagonista será explicada logo no início do quarto filme: “Sei que essa palavra é usada com frequência, mas ‘Terrifier 4’ será épico. Não irá decepcionar. O público irá descobrir a história de origem do Art nos primeiros 15 minutos do filme.“
Sucesso nos cinemas, o terceiro filme da franquia arrecadou quase US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 2 milhões. O terror também foi bem-recebido pelos críticos, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A Marvel divulgou um vídeo que faz um tributo à esposa de Stan Lee, Joan B. Lee, que faleceu recentemente.
No vídeo, o mestre quadrinista conta sua belíssima história de amor com a modelo, com quem esteve casado por 70 anos, além de revelar o papel crucial que ela teve para o nascimento do Universo Marvel nos quadrinhos.
Confira:
Joan Lee sofreu um acidente vascular cerebral no início desta semana e foi hospitalizada.
A ex-modelo britânica casou-se com Stan Lee em dezembro de 1947.
Nossos sentimentos ficam com os familiares e amigos.
A Lucasfilm liberou mais um teaser de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’.
Confira:
O filme deve se aproveitar do feriado de Memorial Day e arrecadar cerca US$ 170 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos em seu fim de semana de estreia, de acordo com novas projeções do Deadline.
O site ainda menciona ainda que o longa registrou uma taxa de 28 pontos de interesse entre um público selecionado, pouco mais que ‘Rogue One’, que registrou23 pontos.
A duração de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ também foi revelada pela organização do Festival de Cannes. O novo derivado da franquia terá 2 horas e 15 minutos.
‘Han Solo – Uma História Star Wars‘ terá sua première no Festival de Cannes, informou o Deadline.
O festival acontece de 8 a 19 de maio, e o filme será exibido no dia 15.
A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.
“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars’, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.
Em How to Get Away With Murder, treta e sangue se combinam em narrativas cheias de cliffhangers e mistérios escabrosos, de tão enrolados e complexos que são. Como uma série que consolidou sua premissa a partir da fatídica morte do esposo da protagonista, sua narrativa tem sido um desenrolar do primeiro crime, abrindo brecha para subtramas que – a fim de garantir maior longevidade à produção – esqueceram um pouco do seu passado de origem. Na 5ª temporada, Annalise Keating vive a volta dos que não foram, com os erros de outrora vindo para puxar seu pé e o de toda sua equipe de estudantes, encurtando as noites de sono e os seus dias de paz.
Voltando-se às suas raízes, a produção entrega uma sólida temporada, consolidando novos personagens, um novo escritório de advocacia, mas mantendo o seu pé no primeiro ciclo, aquele onde a paz deixou de reinar e a culpa passou a abundar. Com a protagonista, vivida por Viola Davis, ainda curtindo os dissabores da sua bem sucedida ação coletiva, ela se depara com a chegada de uma nova carta nesse tortuoso baralho, uma misteriosa figura que busca respostas de coisas enterradas há cinco anos – literalmente. Sem saber no que está realmente se metendo, Gabriel Maddox (Rome Flynn) desenterra memórias doloridas, nos lembrando que o passado mal resolvido sempre volta para nos assombrar.
E à medida que resgata alguns fragmentos antigos, a série dá passos adiante, quebrando um período em que permaneceu andando em círculos em algumas subtramas que pareciam mais atrasar do que dar ritmo à produção. Mostrando que ainda tem fôlego para manter a atenção de sua audiência, a produção nos leva na angústia de ser Annalise Keating, uma mulher voraz em sua vida profissional. Sua empoderada persona se contradiz com o ápice da fragilidade de uma mulher que sofre com vícios terríveis, frutos de traumas ainda piores. Mantendo a complexidade de sua personagem como força motriz da dramaticidade, Shonda Rhimes, Peter Nowalk e sua equipe de Shondaland seguem com um exímio trabalho de construção conceitual da personagem, fazendo da protagonista não apenas o pilar de toda a narrativa, mas o grande motivo de semanalmente assistirmos à produção.
Mantendo a estética dos cliffhangers e segurando a tensão para os episódios finais, o novo ciclo passa num piscar de olhos e foca nas péssimas decisões que os coadjuvantes insistem em tomar. Mais do que nunca, eles se tornam a confusão que a protagonista deve solucionar e aqui testemunhamos o quanto suas percepções de certo e errado estão ainda mais turvas. Impulsividade e péssimo timing pautam os motivos dos personagens, que como rolos compressores esmagam tudo e todos, nos confirmando que estamos ainda mais longe da plenitude de uma vida sem assassinatos.
Nos mostrando que em How to Get Away With Murder para morrer basta estar vivo, a quinta temporada continua poderosa em sua construção dramática, honrando o Oscar de Viola Davis em uma sucessão de atuações fortíssimas, que voltam ao seu passado, revelando novas camadas do seu tempestuoso casamento, bem como de seus traumas e frustrações pessoais. Mantendo seu pico lá no alto, se encerrando com um grande ponto de interrogação, a série entrega um ciclo com várias pontas soltas, que de antemão anunciam um novo capítulo entremeado na história da família de um dos nossos coadjuvantes. Mais um vez, a produção parece recorrer às suas origens, ressuscitando estrategicamente assuntos até então encerrados – mas que de fato sempre estiveram inacabados.
A mais recente temporada é também um lembrete de que nenhuma boa ação vem sem punição. Deixando as gloriosas conquistas de Keating para trás (o repentino parto no elevador e sua vitória diante da Suprema Corte), a série produzida por Shonda Rhimes já inicia um novo processo de tortura psicológica na protagonista, que vai ter que descobrir o que de fato aconteceu com uma de suas mais promissoras estudantes. Agora, é torcer para que as respostas venham junto à renovação de How to Get Away With Murder.
Uma divertida cena do décimo episódio da 7ª temporada da comédia ‘Brooklyn Nine-Nine‘ foi divulgada e traz os personagens Jake e Amy anunciando sua gravidez para a corporação.
Confira:
Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.
Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.
O elenco inclui Andy Samberg, Andre Braugher, Stephanie Beatriz, Terry Crews, Melissa Fumero, Joe Lo Truglio, Chelsea Peretti, Dirk Blocker e Joel McKinnon Miller.
A 11ª (e última) temporada de ‘The Walking Dead‘ ganhou um novo e misterioso teaser, que traz uma frase pichada na parede de uma estação de metro, com os dizeres: “Se existe um Deus, ele terá que implorar pelo meu perdão“.
Assista:
Vale lembrar que a última temporada terá 24 episódios, e a AMC também está desenvolvendo um spin-off focado no Daryl e na Carol que está programado para estrear em 2023.
Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.
A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.
O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Jeffrey Dean Morgan e Lauren Cohan.
Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023
Na periferia de uma cidade mexicana, um inspirador professor de escola pública desafia um desatualizado e corrupto sistema ao fazer do ensino uma apaixonante e aventureira experiência. Como sonhos infantis que ganham vida de forma colorida e imaginativa, ele transforma as questões mais banais da vida em uma oportunidade de compartilhar o conhecimento, a partir de métodos nada ortodoxos e convencionais. Radical é a história real de um jovem educador que fez da escassez apenas um ponto de impulso para incentivar mentes ainda mais curiosas e ávidas pelo desconhecido.
É inevitável assistir a Radical e não enxergar um pedacinho do nosso Brasil. Distante dos centros urbanos e coloquialmente conhecida como uma escola do terror, a unidade de ensino fundamental onde o professor Sergio Juarez ensina é exatamente como tantas outras que temos no nosso país. E conforme conhecemos sua história e como ela se funde ao histórico da educação básica das crianças mexicanas, mais nos identificamos com ele. Sua raça, determinação e criatividade quase pueris são um convite para uma vida diferente, longe do descaso das ruas de terra batida que circulam a pobre comunidade local servida pela escola.
E o cineasta Christopher Zalla direciona a atenção do mundo para essa que é uma das histórias de superação e inspiração mais encantadoras. Com uma direção simples, deixando que o roteiro faça a maior parte do trabalho, ele nos apresenta às agruras sociais mexicanas sem a necessidade de apelar para os estereótipos tão usados por diretores americanos em Hollywood. Trazendo a realidade como ela é, crua e sem apelativos, ele ainda consegue fazer de Radical um conto sobre sonhos impossíveis que se cumprem, pautando o ritmo da trama a partir do entusiasmo e carisma de seu protagonista, vivido lindamente por Eugenio Derbez.
Com pequenos ares do clássico Meu Mestre, Minha Vida, Radical explora o contexto social do México em contraste com a deprimente e dolorosa dinâmica escolar local, estimulando a audiência a se entregar à mesma visão idealista do sr. Juarez. Alegre, solar e leve, o drama tem seus momentos mais dolorosos, mas nos mantém concentrados à luz do fim do túnel, em uma jornada em que aprendemos a crer que, de fato, tudo parece impossível até que seja feito. E entregando um final emocionante, capaz de nos levar às lagrimas, o longa mexicano é uma experiência cinematográfica doce e delicada, que solidifica Derbez como um talento que vale a pena acompanhar de perto.
Em sua performance, o astro do vencedor do Oscar No Ritmo do Coração, lançado em Sundance de 2021, personifica e homenageia o professor Sergio Juarez, com uma caracterização enérgica, cheia de espontaneidade e carisma. Aqui, o ator de origem mexicana nos conquista a cada cena e traz um nível de profundidade doce e sensível para o personagem. E cercado por um elenco infantil realmente impressionante, ele traduz essa emocionante história de superação de forma palpável para as telas do mundo. Com potencial para ser daqueles filmes que cruzam os anos sendo uma boa dose de estímulo pessoal e profissional, Radical é mais um sucesso de Derbez que começa sua jornada nas gélidas montanhas de Park City.
De Johnny Depp a Harrison Ford, o Festival de Cinema de Cannes começou na última terça-feira, dia 16 de maio, com polêmicas envolvendo o filme de abertura, Jeanne du Barry, homenagens a Michael Douglas e o octogenário Indiana Jones.
Em apenas três dias, o CinePOP já assistiu sete filmes, os quais você pode acompanhar os comentários diários no nosso canal do YouTube. Assista baixo:
Dia 1
Michael Douglas – O Filho Prodígio, de Amine Mestari
Jeanne du Barry, de Maïwenn
Dia 2
Monster, de Kore-Eda Hirokazu
O Reino Animal (Le Règne Animal), de Thomas Cailley
Dia 3
O Retorno (Le Retour), de Catherine Corsini
Youth (Spring) (Juventude (Primavera), de Wang Bing
A Disney divulgou 26 novas datas de lançamentos até 2023 e, entre elas, está a data oficial de lançamento de ‘Indiana Jones 5’, que chegará aos cinemas em 10 de julho de 2020. A informação é do Slash Film.
Recentemente foi divulgado que Steven Spielberg planeja começar as filmagens no começo de 2019 e o diretor quer Chris Pratt atuando ao lado de Harrison Ford.
O roteiro está sendo escrito por David Koepp, e o filme não contará com o retorno do personagem de Shia LaBeouf, Mutt Williams.
A revelação foi feita pelo roteirista da sequência, DavidKoepp, em uma entrevista ao site EntertainmentWeekly. Segundo ele, as especulações que apontavam para uma possível apresentação de um novo herói não passam de boatos.
Conforme pontuou, Harrison Ford segue firme no papel de Dr. Jones:
“Eu posso te garantir com certeza que Harrison interpreta Indiana Jones. E quando a ShiaLaBeouf, seu personagem não estará no filme”.
Koepp também falou sobre o bom andamento da narrativa, salientando que o início das filmagens cabe mais à disponibilidade de Steven Spielberg e Ford:
“Nós estamos redobrando os esforços para finalizá-lo. Agora, no que diz respeito ao início das filmagens, isso depende mais de Spielberg e Ford. O que posso dizer da trama é que há um artefato bem precioso que os protagonistas estarão procurando. E estamos bem contentes com o roteiro que estamos escrevendo. Eu sei que o trabalho é interminável e contínuo, além disso, Steven acabou de encerrar as filmagens de ‘The Post‘. No entanto, eu creio que se tudo ocorrer como planejado, ‘Indiana Jones‘ será seu próximo filme”.
‘Os Defensores’ teve a menor audiência para uma série Marvel/Netflix, o que inviabilizou uma segunda temporada.
Cindy Holland, executiva da Netflix, confirmou em entrevista ao Deadline que o seriado realmente não retornará.
“Pode ser possível um dia, mas no momento não temos nenhum plano para isso.”, afirmou.
A informação já tinha sido adiantada pela atriz Krysten Ritter (Jessica Jones) em entrevista ao Vulture.
“Me diverti muito com ‘Os Defensores’, foi uma experiência tão boa que com certeza faria novamente. Mas não penso que iremos fazer novamente, nunca foi pensado para ser assim na verdade, mas caso exista uma oportunidade eu aceitaria, claro”
‘Os Defensores‘ foi assistido por apenas 17% de toda a audiência da Netflix no período de 30 dias.
A Variety citou ainda que no comparativo semana a semana, a série caiu de 77%, para 67%, em seguida 48% e finalizou com 41%.
Nos últimos meses, os executivos da Disney vêm tomando uma série de decisões controversas visando uma readequação financeira, que renderam inúmeras reclamações dos fãs e muitas incertezas acerca do futuro de franquias queridas. Dentre as polêmicas, as mais recentes foram a exclusão de conteúdos originais do Disney+ para reduzir a carga tributária, mesmo que isso signifique apagar produções que existiam exclusivamente na plataforma, e agora a demissão de 75 funcionários de uma de suas marcas mais poderosas: a Pixar.
O mais curioso disso tudo é que a Pixar já vinha numa época de crise há alguns anos, e isso se intensificou após John Lasseter se desligar da empresa por acusações de assédio sexual. Para piorar a cena, no período pandêmico, as concorrentes no setor de animação parecem ter encontrado novos caminhos inovadores para conquistar o público, enquanto a Pixar seguiu com sua fórmula padrão, que já está desgastada para boa parte dos espectadores, o que reflete diretamente nas bilheterias de seus últimos projetos.
Segundo a agência de notícias Reuters, uma das principais causas para a Pixar entrar na rota de demissões foi o desempenho baixíssimo de Lightyear (2022), que não conseguiu se pagar com seu baixo desempenho em críticas e bilheteria, rendendo um grande prejuízo para os cofres da Disney. E não pense que a reestruturação afetou apenas as partes mais simples da empresa. Alguns medalhões foram mandados embora, como Angus MacLane e a LENDA Galyn Susman. Para quem não conhece, ambos estavam na Pixar desde o começo da empresa, mas Galyn ficou imortalizada no meio da animação por ter salvo o trabalho de milhares de colegas com uma ação simples e despretensiosa há algumas décadas.
Galyn se tornou uma lenda nos estúdios da Pixar
Nos anos 90, após o lançamento e a enxurrada de críticas positivas de Toy Story (1995), a Pixar entrou de vez no ramo das grandes animações cinematográficas e começou a trabalhar incansavelmente para manter o alto padrão que eles mesmos estabeleceram e colocaram como meta seguir inovando o máximo possível. Isso rendeu ao time de animadores e roteiristas uma estafa mental gigantesca, que atingiu seu ápice na produção de Toy Story 2, como revelou o cofundador da Pixar, Ed Catmull, em seu livro Creativity Inc., lançado em 2014.
O contexto era o seguinte: os executivos haviam decidido que iriam investir no mercado Home Video, e que a melhor forma para chamar atenção para esse ramo seria trazer a sequência do fenômeno dos cinemas como um lançamento exclusivo para esse formato, com Toy Story 2. Então, era um filme que não poderia dar errado, já que poderia colocar em risco toda a segmentação de Home Video da empresa. Só que a equipe criativa vinha de dois projetos enormes, Toy Story (1995) e Vida de Inseto (1998), e estavam todos esgotados. Isso refletiu diretamente na produção da sequência, que não estava fluindo.
Com essa “crise criativa” e a estagnação da equipe, parecia que eles não conseguiriam fazer um Toy Story tão bom quanto o original, o que só aumentou a pressão para cima do time. Para complicar ainda mais a situação já precária dos animadores, um dos funcionários acidentalmente apagou de forma irreversível aproximadamente 90% de tudo que já havia sido produzido de Toy Story 2, com mecanismos, efeitos, cenários e personagens animados indo embora com o simples digitar do código /bin/rm -r -f *.
Agora pense: se a situação já estava ruim com a equipe criativa precisando de um descanso para pensar em como concluir o filme, o quanto mais insalubre ficaria sua condição de trabalho se o longa precisasse ser reanimado todinho de novo? O desespero foi tanto que eles tentaram cortar a energia do prédio para impedir que o apagamento fosse concluído, mas correram em vão. E a situação foi tão aterrorizante que até mesmo o arquivo de backup do filme estava corrompido. Ou seja, foram meses de trabalho efetivamente jogados no lixo por acidente.
No entanto, como mar calmo nunca fez bom marinheiro, foi no meio desse caos que Galyn Susman se consagrou como uma das maiores lendas da história da Pixar. Na época, ela fazia a supervisão da direção técnica do projeto, mas teve que se afastar por conta do nascimento de seu bebê. Só que ela não queria deixar de trabalhar, mesmo estando de licença maternidade, porque sabia como o time estava cheio de trabalho e não queria complicar ainda mais a produção do filme.
Por conta desse pensamento proativo, Galyn realizou uma cópia de praticamente tudo que havia sido produzido até então e levou para casa para poder supervisionar de lá e eventualmente ligar para os companheiros para passar orientações. Assim, quando chegou a notícia de que haviam apagado o filme todo por acidente, a supervisora avisou que tinha uma cópia dos arquivos e levou para a equipe um raio de esperança, salvando a produção do filme.
Com essa raio de luz trazido por Galyn, a equipe conseguiu finalizar o filme a tempo e entregar para o estúdio. Então terminou tudo bem, certo? Errado! Isso porque apesar da Disney ter aprovado o projeto, que foi finalizado a duras penas, John Lasseter chegou da turnê de divulgação de Vida de Inseto e correu para assistir o corte final de Toy Story 2, dirigido pelo então iniciante Ash Brannon (Tá Dando Onda). E o resultado foi um filme tão genérico e previsível, que Lasseter ligou imediatamente para a Disney e pediu um prazo para refazer o projeto todo. Inicialmente, o estúdio achou que era piada, já que o processo médio de realização de um longa animado era de aproximadamente quatro anos. Mas o diretor insistiu e a empresa deu a ele um prazo máximo de apenas um ano para entregar o novo filme.
Foi assim que John Lasseter abriu mão de suas férias, afastou Brannon do projeto e se reuniu com a equipe criativa para escrever um novo roteiro do zero, inserindo a trama da Jessie e do Mineiro e toda a sequência final ambientada no aeroporto. Com isso, o filme ganhou muito mais alma e aventura, fazendo dele o sucesso que é amado até os dias de hoje. Para não dizer que a ação de Galyn foi descartada por isso, seu resgate do filme original permitiu que os animadores reaproveitassem alguns códigos e personagens já animados previamente para ajudar na construção do novo filme. E foi por meio dessa reciclagem, que aproveitou também cenários e elementos de animações prévias, que os animadores conseguiram finalizar o projeto com excelência nesse prazo recorde de um ano.
Quando os executivos viram o novo filme, eles acharam o resultado tão espetacular que desistiram da ideia do Home Video e prepararam um pomposo lançamento para os cinemas, correndo o risco de terem mais uma sequência com o selo Disney indo mal nas bilheterias. E isso logo se provou uma grande besteira, já que a altíssima qualidade do filme o levou a arrecadar impressionantes 512 milhões de dólares ao redor do mundo, fazendo dele um grande sucesso da casa.
Agora, com a demissão de Galyn Susman, que ascendeu na empresa até virar produtora, a Pixar se despede de uma de suas maiores lendas, que marcou época não só com essa história incomum, mas principalmente por sua contribuição para alguns dos maiores sucessos da casa.
Quem acompanha o que há de melhor na cultura pop (e, especificamente, os lançamentos de terror) lembra quando, em 2016, um determinado filminho de zumbi fez inesperado sucesso dentre o público. De lá pra cá, a galera pediu (e ganhou) a aguardada continuação do sucesso ‘Invasão Zumbi’, do diretor sul-coreano Sang-ho Yeon, quatro anos depois. Então, veio aquele vazio, de não sabermos mais o que esse diretor em ascensão estava planejando para a gente. Bom, após mais um hiato (prolongado pela pandemia, é verdade), chegou este ano, na plataforma da Netflix, o mais novo lançamento desse ótimo realizador: a ficção científica apocalíptica ‘Jung_e’.
Em um futuro pós-apocalíptico, no ano de 2135, o planeta Terra sucumbiu à destruição dos seres humanos. O que sobrou da humanidade tenta encontrar saídas para sobreviver em outros planetas e em outras condições, e uma guerra se formou entre os seres humanos e os robôs, confeccionados no período de transição. Rebeldes fundaram o que autodenominam como país de Adrian. Nessa guerra, foi de fundamental importância a desenvoltura da capitã Yung (Kim Hyun-joo), herói do povo. Porém, com sua morte em um momento crucial, cientistas conseguiram recuperar o cérebro da capitã, e passaram a desenvolver uma pesquisa para transferir a inteligência da capitã em uma nova versão robótica dela que fosse capaz de superar seu próprio desafio e acabar com a guerra. Anos se passaram e pouco se avançou na pesquisa, hoje chefiada pela cientista Seohyun (Kang Soo-youn, primeira sul-coreana a ser premiada em um festival europeu e que faleceu antes do lançamento desse filme), filha da capitã. Porém, quando os CEOs da empresa financiadora decidem descontinuar o projeto, um senso de urgência se apodera de Seohyun para salvar muito além do que sua pesquisa.
É inevitável falar que o que mais chama a atenção em ‘Jung_e’ é a qualidade impressionante dos efeitos visuais. Tudo é feito com tamanha técnica e perfeição, que nos faz imaginar quanto dinheiro foi gasto para confeccionar esse mundo pós-apocalíptico (e também nos faz pensar que esse seria um filme bom para ver na tela grande). Entretanto, se por um lado sobra efeito especial, por outro falta o principal: história.
Escrito e dirigido pelo próprio Sang-ho Yeon, o roteiro de ‘Jung_e’ passa a sensação de possuir apenas dois arcos dramáticos: o primeiro, com quase uma hora de duração, contextualiza a trama e fica num lenga-lenga sem fim da tal pesquisadora fazendo inúmeras simulações com o robô e falhando sempre no mesmo ponto, como se estivéssemos acompanhando o dia a dia dos personagens; o segundo arco, que acaba sendo super acelerado, traz a explicação da coisa toda, o desenvolvimento e a conclusão, tudo espremido num espaço de menos de quarenta minutos.
Muito bonito e impressionante, ‘Jung_e’ falha na sua desenvoltura, trazendo muita maquiagem e pouco conteúdo. O clima de ficção científica e ação ambientam bem o espectador dentro de uma história a la videogame, entretanto, é como se, ao jogarmos, ficássemos rodando em círculos voltando sempre ao início da partida sem conseguir avançar de fase.
O presidente da The CW, Mark Pedowitz, pode ter revelado notícias bastante animadoras acerca do piloto de sua nova série, ‘Batwoman’.
O evento do ‘Arrowverse’ no ano passado, intitulado ‘Elsewords’, introduziu aos fãs novas versões dos nossos amados personagens, bem como novos rostos para o panteão da emissora, incluindo Kate Kane (Ruby Rose), também conhecida como Batwoman.
O público logo se apaixonou por sua personalidade – não é à toa que ela irá ganhar sua própria série-solo, e parece que as coisas estão caminhando muito bem, visto que fontes indicam que o show pode ter ganhado sinal verde para uma temporada completa.
As gravações devem começar ainda em março, e serão supervisionadas pelo diretor David Nutter, de ‘Game of Thrones’.
O elenco é formado por Rose, Meagan Tandy, Camrus Johnson, Nicole Kang e outros.
Ainda não há data prevista para o lançamento da série.
A Netflix divulgou novas imagens oficiais do novo longa-metragem de Martin Scorsese, ‘O Irlandês’ (‘The Irishman’).
Confira:
O filme de máfia terá 3 horas e 30 minutos de duração (210 min), se tornando o filme mais comprido do diretor.
Mirando nas grandes premiações de 2020, a produção será lançada no dia 01 de novembro nos cinemas. Na plataforma, a obra tem estreia marcada para o dia 27 de novembro (quase um mês depois).
Assista ao trailer:
Robert DeNiro, Al Pacino, Joe Pesci, Harvey Keitel, Ray Romano, Anna Paquin e Bobby Cannavale estrelam o drama.
A trama apresenta um mafioso conhecido como o Irlandês (De Niro), lembrando do seu possível envolvimento com a morte do sindicalista Jimmy Hoffa (Al Pacino).
A HBO divulgou as imagens oficiais de “The Winter Line”, segundo episódio da 3ª temporada de ‘Westworld’ que vai ao ar no dia 22 de março.
Confira, junto à promo:
O novo ciclo abriu com 73% no Rotten Tomatoes, com nota 6.86/10 baseada em 22reviewsaté o momento. Segundo o consenso geral, “[a série] alcança sucesso em rebootar si mesma à medida que abre o escopo do parque de diversões titular, enquanto clareia algumas narrativas – apesar de algumas parecerem sem alma”.
Confira algumas críticas:
“Como Maeve diz, nada disso importa, porque nada parece real… Como resultado, tudo parece legal, mas soa vazio” – Rolling Stone.
“Este é um Westworld mais bobo e louco, e muito mais divertido” – The Atlantic.
“‘Westworld’ quer gerar uma nova conversa existencial na terceira temporada, mas mesmo quando o show introduz novos rostos, os detalhes que vêm à vida são perfunctórios” – Observer.
“Esse recomeço parece incrível, mas, se a segunda temporada nos ensinou algo, foi: apenas assista, não pense” – Newsday.
“‘Westworld’ retorna com as baterias recarregadas e um começo enérgico” – Espinof.
Confira os títulos e as premissas dos novos episódios:
“Parce Domine”
Direção: Jonathan Nolan
Roteiro: Lisa Joy & Jonathan Nolan
Data de exibição: 15 de março
Se você está preso em um looping, tente andar em linha reta.
“The Winter Line”
Direção: Richard J. Lewis
Roteiro: Matthew Pitts & Lisa Joy
Data de exibição: 22 de março
As pessoas constroem muros. Traga um martelo para sua vida.
“The Absence of Field”
Direção: Amanda Marsalis
Roteiro: Denis Thé
Data de exibição: 29 de março
Se você não gosta do que vê no espelho, não o culpe.
“The Mother of Exiles”
Direção: Paul Cameron
Roteiro: Jordan Goldberg & Lisa Joy
Data de exibição: 05 de abril
A verdade nem sempre irá te libertar.
A produção estreia no dia 15 de março de 2020.
Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.
Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.
O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.
Depois de dar luz à sua primeira filha e seguindo o sólido lançamento de ‘Bedtime Stories’, Madonna já estava pronta para seguir para sua próxima empreitada na indústria fonográfica. E é claro que o mundo aguardaria ansiosamente para que a rainha do pop, já bem estabelecida na esfera mainstream e tendo aberto portas para suas conterrâneas de uma forma nunca antes vista, voltasse ao topo do mundo mais uma vez.
Apesar de ter iniciado sua carreira nos primeiros anos de 1980, a década seguinte se provou bastante prolífica para Madonna. Depois de declarar seu amor e seu apoio para a comunidade LGBTQ+ ao reapropriar-se do estilo de dança vogue com as melhores intenções possíveis, a cantora e compositora provou estar em outro patamar artístico que não conhecia limites e que não se prendia ao que se esperaria de uma sociedade conservadora, homofóbica, segregativa e machista. Com ‘Erotica’, ela havia quebrado tabus de gênero e idolatrado seu próprio corpo sem quaisquer desculpas, enfrentando um de seus primeiros grandes backlashes e sendo tachada de revolucionária anos depois; com ‘Bedtime Stories’, o recuo para o R&B foi uma bela máscara para criticar aqueles que vieram atacá-la; mas e a agora? O que o futuro aguardava para a performer?
Depois de incursões fracassadas com Babyface e Patrick Leonard, este último já tendo colaborado em ‘True Blue’, Madonna resolveu dar uma repaginada em seu visual fonográfico. Mantendo sua reputação de “camaleão”, bastante adaptável a basicamente quaisquer tendências que surgiam ao redor do mundo, ela se aliou a William Orbit, um dos maiores produtores de todos os tempos, para introduzir um novo elemento à sua discografia: o intelligence dance music (IDM). Ao contrário do EDM, que prezo por dançantes construções instrumentais, o estilo IDM é adepto ao minimalismo, à irreverência e à sinestesia melancólica, optando por progressões que devem ser ouvidas em ambientas mais familiares e reflexivos, dentro de um prospecto quase espiritual. E foi a partir daí que surgiu ‘Ray of Light’.
Considerado por muitos, inclusive por esse que vos fala, como o melhor álbum da rainha do pop, ‘Ray of Light’ foi lançado em 1998 e representa um dos ápices do fin-du-siècle. O sucesso do CD foi tamanho que Madonna foi indicada a nada menos que seis categorias do Grammy Awards, levando para casa quatro estatuetas (as primeiras nas categorias musicais de Madonna); mais do que isso, a obra carrega um legado tão extenso quanto ‘Like a Prayer’, lançado em 1989, e, segundo a própria artista, é uma de suas evoluções mais satisfatórias. E não é por menos: em um momento em que as boybands e os girlgroups ganhavam força, e com a insurgência de nomes como Christina Aguilera e Britney Spears no cenário adolescente, Madonna precisava manter-se ativa e, depois de seu sétimo lançamento de estúdio, credita-se a ela a globalização da música eletrônica, que, até então, restringia-se às inventivas inflexões europeias.
Do mesmo modo que introduziu o dub à atmosfera noventista em sua produção anterior, a performer fez o mesmo com o trip hop e com o house dance, misturando poderosas letras às culturas orientais que vinham pincelando sua personalidade há alguns anos. Não é surpresa que, ao longo de treze faixas impecáveis, o público é presenteado com algo bastante diferente do que ela já havia mostrado: afastando-se por completo da mercadológica pós-disco “Borderline”, de seu “Act of Contrition” e até mesmo da agridoce “Secret”, Madonna abriu espaço para um compilado de originais chocantes e convidativas. No geral, ‘Ray of Light’ rende-se ao épico orquestral do techno-pop, implicando elementos considerados “fora do contexto” a um universo único, marcado pelas delineações pós-apocalíptica de “Drowned World/Substitute for Love”, pela espiritualidade de “Swim”, pelo synth-grunge de “Candy Perfume Girl”.
A primeira forte influência do electro-dance aparece na propositalmente dissonante “Skin”, uma rendição dark que resgata a utilização dos sintetizadores em construções que premeditariam o EDM dos anos 2000. O anseio da artista em se provar necessária no panorama da época é, de fato, a força-motriz que garante estabilidade e coesão para cada track – e, na verdade, ela não precisaria de muito para entregar mais uma joia fonográfica. O principal fator que permite a construção de laços entre os ouvintes e as canções exibidas é, talvez, a mudança vocal da lead singer: diferente do soubrette explorado em “Like a Virgin” e o comodismo pop de “Express Yourself”, percebe-se que Madonna alcança uma tecedura apaixonante, cultivada ainda em ‘Evita’ e trazida para uma das maiores arquiteturas musicais de todos os tempos. “Nothing Really Matters” explora isso em todas as suas camadas, ainda mais por ser acompanhado por pinceladas instrumentais divertidas e envolventes.
É um fato dizer que ‘Ray of Light’ serviria de base a todas as outras investidas da performer, incluindo ‘Music’ e o recente ‘Madame X’. Madonna, como nenhuma outra artista de sua época, baseava-se bastante em sua história para permanecer viva na cultura mainstream e nunca deixava de mencionar a si mesma em cada construção. Versada numa poesia única que reflete a grandiosidade de peças como a upbeat“Sky Fits Heaven” e a evocativa “Shanti/Ashtangi”, ela mostra que não se preocupa com o que os outros pensam de sua arte: ela está ali para colocá-la em boa vista, doa a quem doer.
Retomando os solilóquios amorosos, a cantora leva a paixão para o espectro indiano de “Frozen”, uma das melhores canções de sua carreira; guia-nos através do consumismo exacerbado e da falta de perspectiva do mundo na faixa-título, fazendo um apelo para que as pessoas apreciem as pequenas coisas da vida; joga-se na teatralidade sintética e na acre sensação de um coração partido com a irretocável “The Power of Good-Bye”; eventualmente, não há uma música que destoe do que Madonna pretende nos entregar – e essa cautela explosiva e ambiciosa é o que coloca este provocativo álbum na lista dos melhores não só da década de 1990, mas da história.
Depois de Selena Quintanilla Perez ganhar sua própria série através da Netflix, chegou a vez da plataforma de streaming nos apresentar a outro ícone da música – dessa vez, viajando algumas décadas no passado para relembrar um dos episódios mais incríveis e complexos da história fonográfica em ‘A Voz Suprema do Blues’. A nova cinebiografia, que já conquistou o coração da crítica e estreou hoje (18) no catálogo do serviço, trouxe ninguém menos que a vencedora do Oscar em mais uma corrida pela estatueta ao interpretar Ma Rainey, a Mãe do Blues. Acompanhando-a, temos também Chadwick Boseman em sua última performance antes de seu trágico falecimento, dando vida a um jovem trompetista que deseja fundar sua própria banda e ganhar um mundo movido pela supremacia e pelo lucro.
Entretanto, falaremos aqui sobre Ma Rainey. A lendária musicista nasceu em 1886 numa pequena cidadezinha da Geórgia, Estados Unidos, e ascendeu à fama a partir de 1915, quando abraçou o blues e trouxe o gênero para o cenário mainstream. É claro que Rainey não criou o gênero em questão, visto que ele foi construído e trazido à vida quase trinta anos de seu nascimento por descendentes afro-americanos que incorporaram cantigas de trabalho, baladas de narrativas e rimas simples à complexidade do jazz e do R&B, que vieram ainda antes. De qualquer forma, ela, ao lado de outro clássico nome – Bessie Smith, a Imperatriz do Blues – forjaram uma amizade inigualável para levarem essa incursão sonora para além das comunidades negras no sul do país, invadindo o norte dominado por brancos e deixando fortes marcas na história que seriam resgatadas muitos anos depois (por Tony Bennett e Amy Winehouse, por exemplo).
Nascida Gertrude Pridgett, a jovem adotou um alter-ego que representasse seu poder nos palcos: Rainey sugava, de um jeito positivo, o ar de qualquer lugar que passasse, por sua presença majestosa, por suas vestimentas exageradas e, principalmente, pela potência de densos e roucos vocais. Ela se montava com perucas feitas com pelos de cavalos selvagens, moedas douradas que formavam um colar em seu pescoço; uma pena de avestruz era exibida em suas apresentações para deixá-la ainda mais misteriosa, enquanto implantes dentários de ouro reluziam toda vez que abria a boca. Mas seu principal marco foi fornecer um significado diferente da melancolia do blues, guiando enredos ácidos sobre traição, empoderamento e sexo de uma forma como ninguém mais fazia.
Afinal, a cantora e compositora insurgiu como um arauto do passado e, ao mesmo tempo, do futuro: seu estilo tradicional se mesclava com características originais, ainda mais por incorporar os elementos expressivos do folk e do jazz. Ma Rainey, sem perceber ou até mesmo sem ter em mente esse objetivo, utilizou um dom invejado por muitos para dar origem a um pastiche fonográfico que serviria de base para as várias e inesperadas misturas de gênero que encontramos na sociedade contemporânea – como vemos em tantos artistas do escopo internacional.
Abrindo espaço para as experiências da comunidade negra centralizada num continente castigado pela Era Jim Crow e pelas consequências segregativas da escravidão – que, de certa forma, se tornara enraizada na mentalidade daqueles que se sentiam superiores -, suas canções até podiam estender reflexos para os ecos dos trompetes e para as melódicas teclas do piano, mas tais rendições apenas mascaravam tristes estórias de vida que ajudaram na popularização entre os ouvintes. O próprio título de “Black Bottom”, que inspirou o longa-metragem da Netflix, já se vale da irreverência para nos preparar a uma jornada quase mística por uma dança sensual e popular, remontando, de certa maneira, a uma época em que escravos encontravam um pouco de liberdade nas expressões corporais e nos rituais eternizados por seus antepassados. Em “Prove It On Me Blues”, Rainey parece se referenciar ao criar uma personagem com personalidade difícil que perde seu parceiro, mas não desanima e não aceita a culpa por ele ter fugido.
A performer fechou seu primeiro contato em 1923 com a Paramount, quatro anos depois do primeiro disco de blues ser gravado por Mamie Smith. Rainey não encontrou resistência por parte do público, visto que já tinha uma experiência quase vaudeviliana no circuito teatral, tendo se apresentado em diversas casas sulistas de espetáculo antes de finalmente viajar para Chicago e começar a expandir seu “império” para o restante do país. Em sua primeira sessão, ela nos entregou clássicas iterações como a incomparável “Bo-Weevil Blues” e a famosa “See See Rider”, uma das mais conhecidas de todos os tempos – e uma das principais quando deseja-se aprender sobre o gênero supracitado.
Diferente de tantos outros músicos conterrâneos, principalmente aqueles que almejavam uma carreira seguindo as inúmeras ramificações do blues e do jazz-country, Rainey conquistou sua reputação não apenas como profissional, mas também como empreendedora. Ma Rainey sabia exatamente o que queria e quando queria – o que explica suas mais de noventa gravações com o estúdio, um número muito maior até mesmo que os artistas brancos da época. Sua carreira com a Paramount durou breves cinco anos, mas foi o suficiente para cimentar seu legado sem ao menos perceber, ainda mais por ter arrastado Smith consigo através dessa montanha-russa. Direta, simples e honesta, as canções traziam temáticas cotidianas e abriam discussões prévias sobre sexualidade, promiscuidade, vícios, a odisseia do wanderlust, magias e superstições, e até mesmo o ato de se fazer música.
Oscilando entre a metalinguagem e a evocação histórica – utilizando o cenário afro-estadunidense na era pós-reconstrução da América do Norte, conforme William Barlow explicou em seu ensaio sobre a emergência da cultura do blues‘Looking Up at Down’. Não é surpresa que sua importância tenha ressoado em nomes como Langston Hughes e Sterling Brown, na poesia, e na ativista Alice Walker, que a caracterizou como um modelo cultural da mulher afrodescendente e a usou como inspiração para a peça vencedora do Pulitzer ‘A Cor Púrpura’. Em ‘Black Pearls’, livro documental que retrata as rainhas do blues, a autora Daphne Harrison sumarizou com perfeição o que Ma Rainey representou e continuou representando décadas depois de sua prematura morte: uma corajosa e determinada reafirmação do que é ser negro.
Em entrevista ao Collider, Mads Mikkelsen, que foi recentemente escalado para viver a nova versão de Gellert Grindelwald no vindouro e problemático ‘Animais Fantásticos 3’, falou um pouco sobre as tentativas de replicar o que Johnny Depp havia construído com o antagonista nas investidas anteriores, dizendo que copiá-lo seria “criativamente estúpido”.
“Ninguém está interessado em tentar copiar alguma coisa, isso seria um suicídio criativo imediato, especialmente quando já foi feito de forma incrível antes. Então todos estão esperando que sigamos um caminho diferente. Dito isso, precisamos de uma ponte entre o que [Depp] fez e o que eu irei fazer, então essas pontes devemos encontrar juntos – o que implica um certo visual, certas atitudes em certas situações, mas deve ser feito de um modo único. Tudo o mais seria criativamente estúpido”.
A estreia foi adiada de novembro de 2021 para 15 de julho de 2022.
O elenco também conta com Eddie Redmayne, Dan Fogler, Jude Law, Katherine Waterston, Alison Sudol e Ezra Miller.
David Yates comanda o projeto a partir de um roteiro assinado por Steven Kloves e J.K. Rowling.
A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gaga e o lendário e múltiplo vencedor do Grammy Tony Bennett finalmente lançaram o aguardado álbum ‘Love for Sale’.
O disco marca a segunda colaboração dos artistas, sete anos após o elogiado ‘Cheek to Cheek’, e já está está disponível em todas as plataformas digitais.
A produção será composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.
Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado ‘Cheek to Cheek’, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.
Vale lembrar que ‘Love for Sale’ será o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singlesao redor do mundo.
Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.
O sétimo episódio da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’ já foi exibido – e se tornou o mais bem avaliado pelo público no IMDb e um dos melhores de todo o reality show
Uma das grandes surpresas do capítulo foi o fato de nenhuma competidora ser mandada embora e, dessa forma, levando Ru a condecorar duas queens como as melhores da semana para disputarem pelo prêmio de US$5 mil.
No lip-sync, Lady Camden e Daya Betty performaram a clássica canção “One Way Or Another”, do grupo de rockBlondie – e tirara o fôlego dos espectadores e de suas colegas.
Confira:
O próximo episódio será exibido no dia 25de fevereiro.
O novo ciclo conta com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jasmine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.
Dentre as confirmadas no painel de jurados convidados, estão a aclamada atriz Taraji P. Henson, bem como Andra Day, Dove Cameron, TS Madison, Lizzo, Alicia Keys e outras.
A HBO Max revelou recentemente que ‘Godzilla II: Rei dos Monstros’ já tem data de lançamento em seu catálogo.
A produção será lançada no dia 27 de julho na plataforma de streaming.
Confira o novo trailer promocional:
O filme foi dirigido por Michael Dougherty.
Nesta continuação, que se passa cinco anos após ‘Godzilla’, os integrantes da agência Monarch precisam lidar com a súbita aparição de vários monstros, incluindo Mothra, Rodan e Ghidorah. Enquanto buscam uma aliança com o próprio Godzilla a fim de garantir o equilíbrio da Terra, os humanos acabam fazendo parte de uma grande disputa por poder protagonizada por titãs.
O filme trouxe Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Bradley Whitford, Sally Hawkins, Charles Dance, Thomas Middleditch e outros ao elenco.
A 3ª e última temporada de ‘Fronteiras do Universo’ (‘His Dark Materials’) finalmente estreou na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou o trailer dos próximos episódios.
O quinto e o sexto capítulo vão ao ar no dia serão exibidos em 19 de dezembro.
Confira:
O novo ciclo conta com a adição de Adewale Akinnuoye-Agbaje (‘Esquadrão Suicida’) como o Comandante Ogunwe; Jamie Ward (‘Tyrant’) como o Pai Gomez; Kobna Holdbrook-Smith (‘Liga da Justiça de Zack Snyder’), Simon Harrison (‘No Man’s Land’) e Chipo Chung (‘Into the Badlands’) como os anjos rebeldes Balthamos, Baruch e Xaphania; Amber Fitzgerald-Woolfe como Ama; Sian Clifford (‘Fleabag’) como o Agente Salmakia; e Jonathan Aris (‘Sherlock’) como o Comandante Roke.
Lembrando que os novos episódios irão adaptar o romance ‘A Luneta Âmbar‘, de Philip Pullman.
Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One, e é baseada na saga literária escrita por Philip Pullman.
Lyra Belacqua é uma órfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um daemon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.
DafneKeen, AmirWilson, Ruth Wilson, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda estrelam.
O adorado drama ‘Virgin River’ foi oficialmente renovado para a 6ª temporada pela Netflix (via Deadline).
Além disso, foi revelado que a 5ª temporada chegará à plataforma de streaming no outono norte-americano, isto é, entre os meses de setembro e novembro de 2023.
Lembrando que os outros quatro ciclos já estão disponíveis na plataforma de streaming.
A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.
A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.
A produção é estrelada por Martin Henderson, Alexandra Breckenridge, Annette O’Toole e Tim Matheson.
‘A Queda da Casa de Usher’, série de terror comandada por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), chegou recentemente à Netflix e já se tornou uma das melhores produções do ano.
A história acompanha o declínio da Família Usher, um proeminente clã que dominava a indústria farmacêutica e que tinha como patriarca o impiedoso Roderick Usher (Bruce Greenwood), que observou, impotente, cada um de seus filhos morrer das maneiras mais grotescas possíveis.
Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional em que o elenco protagonista reage às suas mortes na obra.
Confira:
A produção conquistou 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira as análises:
“Mesmo que assuma uma previsibilidade semelhante a de um slasher, empurrando os personagens para mortes inventivas, um por um, ‘A Queda da Casa de Usher’ também se torna mais sombria à medida que avança e enfrenta as ofensas do mundo real espelhadas na história.” – TV Guide.
“Embora a minissérie de Mike Flanagan tenha recebido muitos elogios, “O que Edgar Allen Poe teria pensado da família Sackler?” prova ser um arremesso substancial, elevado por um elenco que nunca esteve melhor.” – Consequence.
“‘A Queda da Casa de Usher’ é uma fatia ferozmente divertida do gênero televisivo que você não deve perder.” – Guy at the Movies.
‘”Um elegante redemoinho de opulência, ganância, sangue e horror com vibes góticas, ‘A Queda da Casa de Usher‘ é a melhor criação de Flanagan até agora.” – TNM.
“Uma jornada intensa e cheia de suspense pela história de uma família realmente confusa e com muitos segredos de família. Não economiza sangue e sangue coagulado, o que é uma coisa muito boa.” – Mama’s Geeky.
“Flanagan criou uma família Usher tão atraente quanto as lendas da TV ‘The Ewings’ ou ‘The Sopranos’. Alguns são tão desagradáveis que sua punição é deliciosa, mas muitos também são simpáticos.” – United Press International.
Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.
Carla Gugino, Mark Hamill, Carl Lumbly e Mary McDonnell estrelam a produção.
Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez,Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth Gish, Robert Longstreet, Kate Siegel, Willa Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.
Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor Macy, Emmy Grinwis e Michael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.
O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por ‘Missa da Meia-Noite’, pelos elogiados ‘A Maldição da Residência Hill’ e ‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller‘Jogo Perigoso’ e a cancelada ‘The Midnight Club’.
Segundo o Deadline, Domhall Gleeson (‘O Paciente’) e Sabrina Impacciatore (‘The White Lotus’) foram escalados para o vindouro reboot da aclamada série de comédia ‘The Office’).
Os papéis dos atores não foram revelados, mas sabe-se que eles farão parte do elenco protagonista.
Greg Daniels, co-criador da produção original, ficará responsável pelo projeto.
Durante uma entrevista par o AV Club, o ator Craig Robinson, intérprete do capataz Daryl na produção original, expressou seu desejo de reprisar o papel caso a ideia seja confirmada.
“Ouvi dizer que havia algo acontecendo, mas não foi mencionado diretamente a mim. Então, se acontecer, eu adoraria retornar como Daryl em algum momento, mas agora não sei se [o reboot] é para valer”, disse Robinson.
Por falar nisso, Daniels conversou com o Collider e foi questionado sobre o assunto e fez mistério, sem confirmar ou negar a possibilidade.
“Bem, acho que há muito especulação. O fato desse rumor ter explodido com base em um relatório do Puck News foi legal, eu acho, no sentido de que os fãs ainda se importam muito. Mas o que eu diria é que, quando houver algo para anunciar, com certeza irei anunciar.”
Além disso, ele mencionou que gostaria de apostar em personagens diferentes. Ele comparou a abordagem a algo como uma expansão do mesmo universo.
Para quem nunca assistiu, ‘The Office’ foi criada com o objetivo de retratar a vida cotidiana dos funcionários de uma empresa americana de papelaria, através de uma mistura de comédia e drama. A série segue a vida dos funcionários da Dunder Mifflin, desde os altos e baixos de suas carreiras profissionais até as dinâmicas de suas vidas pessoais.
Ao longo de nove temporadas, a atração conta com Steve Carrell, John Krasinski, Jenna Fischer, Rainn Wilson, Ellie Kemper, Angela Kinsey.
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