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James Gunn responde critica a respeito do novo DCU

O cineasta James Gunn está liderando a criação do novo Universo Estendido DC (DCU), que terá início em 2025 com o filmeSuperman: O Legado’.

Recentemente, Gunn respondeu às críticas dos fãs sobre as produções da DC estarem distribuídas em diferentes plataformas.

Essa crítica surgiu após a estreia da animação ‘O Natal do Pequeno Batman’ na Amazon Prime.

 

Publicado por @jamesgunn
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“Não sei de onde vem a raiva, mas você não entende. Projetos da DC sendo espalhados por diferentes plataformas, para que mais pessoas tenham acesso às histórias, não é o mesmo que não ter nenhuma coesão na linha do tempo da DCU, o que fazemos muito (começa com Creature Commandos). Merry Little Batman na Amazon é um divertido filme infantil animado que já estava sendo feito quando embarcamos, mas projetos animados da Elseworld como esse continuarão acontecendo. Não sei como isso é confuso.”

Quando anunciado, o cineasta explicou como funcionaria o novo DCU.

“Muitas pessoas acham que será a Marvel 2.0, e definitivamente aprendi muitas coisas na Marvel. Acho que temos muitas diferenças”, explicou Gunn na época. “Estamos contando uma história central grande e enorme, como a Marvel, exceto que acredito que estamos muito mais planejados desde o início do que a Marvel, porque reunimos um grupo de roteiristas para trabalhar completamente nessa história. Mas também estamos criando um universo que é como Star Wars, onde existem diferentes tempos, lugares e coisas, ou como Game of Thrones, onde os personagens são um pouco mais complexos moralmente.”

O novo Universo Estendido DC começará com Superman: O Legado’, agendado para estrear em 2025.

O filme terá David Corenswet como protagonista, interpretando Clark Kent/Superman, com Rachel Brosnahan no papel da jornalista Lois Lane, e Nicholas Hoult como o supervilão Lex Luthor. Além disso, incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy GardnerIsabela Merced como a Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.
O filme estreia em 10 de julho de 2025.

‘Long Gone Heroes’: Ação com Frank Grillo e Josh Hutcherson ganha trailer!

O aguardado filme de ação ‘Long Gone Heroes’ (Heróis Perdidos – tradução livre)acaba de divulgar seu primeiro trailer, prometendo uma jornada intensa e emocionante.

Estrelado por Frank Grillo, conhecido por seus papéis em filmes como Capitão América: O Soldado Invernal, e Josh Hutcherson, da saga Jogos Vorazes, o longa promete adrenalina e suspense do início ao fim.

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Na trama, acompanhamos um ex-soldado das forças especiais que, desiludido com o mundo, precisa retornar ao campo de batalha para resgatar sua sobrinha, uma repórter que se envolveu em uma perigosa operação clandestina. Em meio a tiroteios, perseguições e reviravoltas, o protagonista terá que enfrentar seus próprios demônios e lidar com as consequências de suas escolhas.

O filme é dirigido por John Swab (‘Candy Land’), que também assina o roteiro ao lado de Santiago Manes Moreno.

O elenco ainda conta com Beau Knapp (‘O Sinal – Frequência do Medo’) e Andy Garcia (‘O Poderoso Chefão’).

‘Long Gone Heroes’ estreia nos EUA no dia 20 de setembro. No Brasil, a data de lançamento ainda não foi divulgada.

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‘As Marvels’: Nia DaCosta revela que versão final do filme não foi o que ela idealizou

A cineasta Nia DaCosta, diretora de As Marvels, filme do Universo Cinematográfico Marvel (UCM) que se tornou um notório fracasso de bilheteria, causando prejuízos significativos para a Disney, falou sobre sua experiência na produção.

Conforme o ComicBook, DaCosta explicou que a sequência não correspondeu ao filme que ela originalmente planejou.

“Foi interessante porque houve um momento em que eu pensei, ‘Ok, este não vai ser o filme que eu propus ou nem mesmo a primeira versão do filme que eu filmei'”, disse DaCosta. “Então, eu percebi que agora isso é uma experiência, e é uma curva de aprendizado, e isso realmente te fortalece como cineasta no que diz respeito à sua habilidade de navegar”.

A produção deAs Marvels passou por diversas mudanças de data de lançamento. Inicialmente previsto para julho de 2022, o filme foi adiado várias vezes, até finalmente ser lançado em novembro de 2023, trocando de lugar com ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’.

“Eles tinham uma data e estavam preparando certas coisas, e você só tem que se entregar ao processo de forma intensa”, afirmou DaCosta. “A maneira como eles fazem esses filmes é muito diferente da maneira como, idealmente, eu faria um filme. Então você tem que se entregar ao processo e esperar o melhor”.

Ela acrescentou: “O melhor não aconteceu dessa vez, mas você tem que confiar na máquina”.

Em uma entrevista anterior, em 2023, DaCosta revelou que uma de suas primeiras propostas para o filme incluía a participação de Adam Warlock, personagem que posteriormente estreou em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’, e viagens no tempo.

“Eu acho que eles já tinham viagens no tempo o suficiente em Loki, então não fizemos isso”, explicou a diretora na época.

Lembrando que o World of Reel revelou que ‘As Marvels‘ custou muito mais caro do que o inicialmente divulgado.

O orçamento divulgado havia sido de US$ 270 milhões, mas na verdade era de US$ 378 milhões – facilmente tornando-o um dos filmes mais caros já feitos.

Analisando os detalhes deste processo, você descobre que a Disney/Marvel gastou mais de US$ 100 milhões no último ano de produção — que foi depois da primeira rodada de refilmagens.

As Marvels‘ foi o primeiro filme do MCU a não ultrapassar a marca de US$ 100 milhões domesticamente, e não chegou nem perto de atingir esse número, terminando sua temporada com insignificantes US$ 83 milhões.

Como o filme arrecadou apenas US$ 206 milhões nas bilheterias, o fracasso foi ainda maior que o divulgado anteriormente.

O prejuízo foi de altos US$ 170 milhões.

As Marvels, que reuniu as heroínas Capitã Marvel (Brie Larson), Ms. Marvel (Iman Vellani) e Monica Rambeau (Teyonah Parris), já está no Disney+.

Comparativamente,As Marvels não conseguiu superar nem mesmo a arrecadação global de ‘The Flash’ (US$ 270,6 milhões), que também foi considerado um dos grandes fracassos de 2023.

Confira nossa crítica:

Relembre o trailer:

‘Pacificador’: James Gunn revela se Superman vai aparecer na série

O cineasta James Gunn, co-CEO do novo DCU, falou recentemente sobre a possibilidade de Superman (David Corenswet) aparecer na segunda temporada de Pacificador, especialmente após a inclusão de Lex Luthor (Nicholas Hoult) e outros personagens do novo universo.

Em entrevista à Variety, Gunn revelou que, embora o ator principal quisesse participar, sua aparição não se encaixou na trama.

“Não! Na verdade, David [Corenswet] ficou muito chateado que Nick apareceu na série e ele não. Simplesmente não funcionou”, disse Gunn.

“Eu precisava de Lex na série para cumprir um propósito específico. E, na verdade, o que Lex e Rick Flag estão fazendo afeta muito o que acontece em um aspecto de Homem do Amanhã”, Gunn provocou. “Tudo isso está conectado. Mas essa relação entre Rick Flag e Lex Luthor é potencialmente negativa para o Superman e todos os meta-humanos”.

O co-CEO da DC Studios já havia descrito Pacificador como um prequel para ‘Homem do Amanhã’.

‘Pacificador’: James Gunn revela se a 2ª temporada foi escrita como crítica a Trump e à sociedade atual

Gunn explicou que a aparição de Lex Luthor na série de streaming sempre fez parte do plano maior para o DCU, mesmo antes dele e Peter Safran assumirem a liderança.

“Totalmente, sim. Eu não sabia de alguns detalhes, mas sabia qual era a história geral do DCU”, compartilhou. “Foi algo que apresentei ao [CEO da Warner Bros. Discovery] David Zaslav antes mesmo de assumirmos o cargo. Eu disse: aqui está a história. Haverá este filme, esta série, este filme, esta série, e todas essas coisas se encaixam de maneiras diferentes”.

Ele concluiu que, embora alguns projetos tenham surgido e outros enfrentado dificuldades, o plano central permanece.

“Algumas coisas surgiram, como ‘Cara-de-Barro’, que não esperávamos, e outras tiveram um caminho mais difícil. Mas o esqueleto geral dessa história é o que seguimos através de Superman, Peacemaker, Man of Tomorrow e além”, concluiu.

‘O Homem do Amanhã’: James Gunn afirma que novo longa está conectado ao universo de ‘Pacificador’

Vale lembrar que a 2ª temporada está em exibição na HBO Max.

Com 34 reviews publicadas até o momento, a segunda iteração abriu com impressionantes 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca o tom divertido da produção – que segue afiada, violenta e com sinais de amadurecimento.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Ancorada pelo ótimo trabalho de John Cena, a segunda temporada de ‘Pacificador’ eleva seu já alto padrão com uma mistura bem calculada de coração, loucura e uma águia briguenta.” (Empire Magazine)

“Enquanto ‘Pacificador’ continua sendo um destaque do gênero nas telinhas, esta série de super-heróis não se afasta de suas origens humildes.” (RogerEbert.com)

“As piadas e a violência continuam abundantes, mas não são os temas dominantes desta temporada. James Gunn encontra ressonância emocional no conceito de multiverso — algo que a Marvel, apesar de todos os seus esforços nessa dimensão, até agora não conseguiu mostrar.” (TheWrap)

“As cenas de luta continuam criativas, enquanto todos trabalham com um orçamento bem mais modesto do que o de Gunn em seus filmes. E o elenco ainda tem uma boa química. Mas definitivamente há uma mudança de tom.” (Rolling Stone)

“Tudo funciona bem suficiente para provar que Gunn é capaz de operar em tons diferentes dentro do mesmo universo. E, independentemente do ângulo, ele prioriza a diversão dos quadrinhos — um verdadeiro alívio.” (Consequence)

“A segunda temporada de ‘Pacificador’ aborda a transição do DCEU para o DCU de forma brilhante, mas ainda garante a mesma vibração maluca e emocional.” (Moviefone)

Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).

Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.

‘Invencível’: 5ª temporada já está quase pronta, revelam criadores da série!

Enquanto a 4ª temporada de Invencível segue em exibição no Prime Video, a produção do quinto ano já caminha a passos largos. O cocriador Robert Kirkman comentou recentemente sobre o cronograma de lançamento e as expectativas para a continuação da saga de Mark Grayson.

Ao ser questionado pelo ComicBook sobre o intervalo entre as temporadas, Kirkman sugeriu que o objetivo é manter o padrão de lançamentos recentes.

“Talvez seja em abril… Eu diria que o objetivo é voltar nesse período geral”, afirmou, embora tenha ressaltado que ainda não pode confirmar uma data específica.

O co-showrunner Simon Racioppa reforçou que a equipe já está na transição entre o fim da animação e o início da pós-produção, um processo que envolve dublagens adicionais (ADR) e refilmagens técnicas. Kirkman brincou sobre a intensidade do trabalho:

“Não vamos parar até todo mundo dessa produção estar esgotado. Já estamos bem avançados na 5ª temporada, então estamos em uma boa posição”, acrescentou.

‘Invencível’: 4ª temporada será a mais violenta da série, prometem showrunners; “Será que fomos longe demais?”

Além da 5ª temporada já confirmada, Kirkman tem planos ambiciosos para o futuro no streaming. Segundo o autor, para adaptar fielmente todo o conteúdo dos quadrinhos originais, seriam necessárias entre 7 e 9 temporadas.

No entanto, o sucesso estrondoso da animação abre portas para expansões. Kirkman revelou que há espaço para ir além do material base, incluindo histórias inéditas que não apareceram nas HQs, prolongando a vida útil da série no Prime Video.

As quatro temporadas de ‘Invencível’ estão disponíveis na íntegra no catálogo do Prime Video.

O detalhe de ‘Homem-Aranha’ que ENCANTOU Steven Spielberg

Lançado em 2002, ‘Homem-Aranha’ se tornou um dos maiores filmes de super-heróis já feitos e um dos trabalhos mais conhecidos da carreira de Sam Raimi.

Chegando aos cinemas em um período em que os live-action de quadrinhos não estavam em alta, o filme ajudou a alavancar o gênero, assim como ‘X-Men’.

O filme de sucesso também chamou a atenção de Steven Spielberg, um dos maiores nomes da história do cinema, que revelou, em conversa com Roger Ebert, qual detalhe o agradou muito no filme dirigido por Sam Raimi.

Spielberg elogiou o CGI utilizado nas cenas de ação do filme, afirmando ter gostado do fato de que os efeitos afastavam o filme de algo muito real e faziam com que as cenas realmente lembrassem os quadrinhos.

“Em ‘Homem-Aranha,’ que eu realmente gostei, apreciei os efeitos de CGI que faziam o voo do Homem-Aranha parecer uma história em quadrinhos e não a realidade. Isso me levou de volta às revistas do Homem-Aranha que eu lia quando era mais jovem. Sam Raimi estava tentando capturar essa estética de quadrinhos, e o que isso exige é que as cenas ao vivo com Tobey Maguire pareçam o mais possível com a arte das histórias em quadrinhos, assim como as cenas de voo do Homem-Aranha em CGI. O desafio é fazer esses elementos se encontrarem no meio”, declarou Steven Spielberg.

Após comandar a trilogia ‘Homem-Aranha’, estrelada por Tobey Maguire, o diretor Sam Raimi retornou para a Marvel em 2022, dirigindo Doutor Estranho no Multiverso da Loucura.’

O elenco do filme foi formado por Benedict Cumberbatch, Elizabeth Olsen, Xochitl Gomez, Rachel McAdams e Benedict Wong.

Confira o trailer abaixo:

‘Fullmetal Alchemist’: Filme live-action ganha trailer destacando luta contra Scar

Foi divulgado pela Warner do Japão um novo trailer do próximo filme live-action de ‘Fullmetal Alchemist‘, e dessa vez vemos como destaque um aperitivo da luta entre Scar contra os irmãos Edward e Alphonse Elric.

Veja o trailer abaixo:

Lembrando que o filme será dividido em duas partes, com a primeira, chamada de ‘Scar The Avenger‘, que ganhará um lançamento no 20 de maio, enquanto o final estreará no dia 24 de junho, intitulado ‘The Final Alchemy‘.

O longa conclui a história que deu início no primeiro filme live-action, lançado em 2017. A versão mangá original foi escrito e ilustrado por Hiromu Arakawa e ganhou duas adaptações de anime: ‘Fullmetal Alchemist‘ e ‘Fullmetal Alchemist: Brotherhood‘.

A rainha voltou! Madonna vai celebrar 40 anos de carreira com turnê MUNDIAL… e o Brasil?

Madonna, a eterna rainha do POP, anunciou nesta terça-feira (17) as primeiras datas da turnê mundial em comemoração aos seus 40 anos de carreira.

A notícia foi divulgada através de um vídeo com referências ao filme ‘Na Cama com Madonna‘ (1990). O vídeo conta com a participação de Judd Apatow, Jack Black, Lil Wayne, Diplo, Bob the Drag Queen, Berlant, Larry Owens, Meg Stalter, Eric Andre e termina com a humorista Amy Schumer desafiando Madonna a sair em turnê e apresentar os seus maiores hits.

Confira o anúncio abaixo:

Sendo então produzida pela Live Nation, a ‘The Celebration Tour‘ vai começar no dia 15 de julho, em Vancouver, no Canadá. A primeira perna da turnê será na América do Norte de julho a outubro.

A partir do dia 14 de outubro, Madonna leva o show para 11 cidades da Europa até 1º de dezembro. Os ingressos poderão ser comprados a partir da próxima sexta (20) no site oficial.

Até o momento, nenhuma data na América do Sul foi divulgada. Vamos aguardar se ela também voltará ao Brasil!

Jessica Lange vai negociar retorno para quinto ano de ‘American Horror Story’

Antes da estreia de ’American Horror Story: Freak Show’, Jessica Lange chegou a declarar que a quarta temporada seria a sua última na série. A estrela pode ter reconsiderado sua decisão.

Em entrevista ao Yahoo! TV, Lange confirmou estar aberta a negociações para retornar na quinta temporada.

“Eu não quero dizer nada definitivo, então Ryan [Murphy, cocriador da série] e eu temos que sentar e conversar, porque eu o amo profundamente. E sei que ele quer que eu continue”, falou.

Recentemente, Murphy afirmou que todas as temporadas da série estão, de alguma forma, conectadas – leia mais.

A estreia de American Horror Story: Freak Show registrou os maiores números da história da série. O primeiro episódio foi visto (ao vivo e na reprise) por 13,4 milhões de telespectadores, superando a audiência do terceiro ano, American Horror Story: Coven’ – até então a temporada mais assistida.

Exibida no Brasil pelo canal pago Fox, ‘American Horror Story‘ só retorna por aqui em janeiro.

American Horror Story já foi renovada para sua quinta temporada. O canal FX encomendou 13 novos episódios, que serão exibidos em outubro de 2015, além de uma série derivada, ‘American Crime Story’.

EXCLUSIVO: Confira o cartaz nacional do elogiado terror ‘Boa Noite, Mamãe’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o cartaz nacional do elogiado terrorBoa Noite, Mamãe‘ (Ich seh, Ich seh).

O filme foi escolhido para representar a Áustria na competição de Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2016.

Confira:

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Uma família vive em uma casa isolada em meio a árvores e plantações de milho. Depois de alguns dias afastada por conta de cirurgias plásticas, a mãe (Susanne Wuest) retorna para casa e não é reconhecida pelos filhos gêmeos. As crianças, de nove anos, não acreditam que a mulher com o rosto coberto seja realmente sua mãe e a partir de então nada será como antes.

Susanne Wuest, Lukas Schwarz e Elias Schwarz estrelam. Severin Fiala e Veronika Franz dirigem.

A Playarte Pictures lança ‘Boa Noite, Mamãe‘ nos cinemas nacionais dia 21 de Janeiro de 2016.

‘Game of Thrones’ faz HBO quebrar recorde de audiência no Brasil

A produção original da HBO, ‘Game of Thrones‘, segue quebrando recordes também no Brasil. O episódio de estreia da nova temporada colocou o canal HBO em primeiro lugar, comparado aos canais de filmes e séries, e registrou um aumento de 148% na audiência, em relação à estreia da quinta temporada.

Quando a série começou a ser exibida na televisão, em 2011, os livros de George R. R. Martin já faziam sucesso nas prateleiras, mas nada comparado ao que estava por vir. Hoje, cinco anos após a sua estreia na HBO, o primeiro episódio da sexta temporada da série – intitulado de ‘The Red Woman‘ (A Dama Vermelha em português) – atingiu no Brasil a maior audiência do canal nos últimos oito anos.

Atualmente, ‘Game of Thrones‘ é a série mais assistida de todos os tempos e se tornou um fenômeno da HBO. Os eventos, as disputas e as narrativas entre os personagens continuam chamando a atenção de todos os públicos. Mas, os jovens brasileiros foram os mais interessados em descobrir o desfecho de Jon Show: 49% das pessoas que assistiram à estreia da sexta temporada, no dia 24 de abril, tinham entre 18 e 34 anos.

As exibições da estreia nos canais HBO, HBO2 e Cinemax aumentaram em 61% a audiência dos canais. Já o segundo episódio teve um aumento de audiência de 83% nos canais HBO e HBO2, em relação ao segundo episódio da temporada anterior.

A sexta temporada de ‘Game of Thrones‘, vai ao ar todos os domingos, às 22h.

 

 

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Carro do ‘Motoqueiro Fantasma’ em ação em vídeos de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’

O carro do ‘Motoqueiro Fantasma‘ saiu às ruas de Los Angeles para rodar uma série de cenas externas para a nova temporada de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.

Pelo que o ComicBookMovie revelou, Gabriel Luna, o ator que interpreta o personagem, não fez parte das sequências de ação.

Confira:

#agentsofshield p

Um vídeo publicado por @al3xand3r_th3_gr3at___ em

@chloebennet filming @agentsofshield. Best work day ever. ❤️ #daisy #quake #skye #agentsofshield #ghostrider

Um vídeo publicado por Fernando Barboza (@fernieb28) em

#dodge #charger #dodgecharger #rt #chargerrt #picturecar #moviecar #agentsofshield

Uma foto publicada por Marius Haugan (@mhariush) em

 

Vale lembrar que durante a San Diego Comic-Con, Gabriel Luna, de ‘Matador‘ e ‘Wicked City‘, foi confirmado como o Motoqueiro Fantasma em sua versão mais nova das HQs, Robbie Reyes.

Confira o primeiro teaser, pôster e as imagens do carro do Motoqueiro Fantasma:

Na reinicialização do ‘Motoqueiro Fantasma‘, realizada em 2014 pela Nova Marvel, Robbie Reyes é quem assume o traje do personagem. Mas aí é que vem a grande sacada, Gabe Reyes é irmão de Robbie . E o anti-herói tem como principal objetivo ajudar na recuperação de seu irmão, que é cadeirante.

Uma outra boa diferença para a história original e para os filmes de Nicolas Cage, é que ao invés de uma moto, o esquentadinho tem um carro.

Vale lembrar que no início de julho um trem em San Diego foi visto com uma adesivagem bastante sugestiva sobre o personagem.

A 4° Temporada de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘ tem estreia marcada nos Estados Unidos para dia 20 de setembro.

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‘The Walking Dead’: O episódio 7×01 jamais será esquecido!

[SPOILERS]

The Walking Dead‘ tem suas irregularidades. Assim como toda série. Umas mais, outras menos. Mas a narrativa do drama que conta a história de um grupo de sobreviventes num mundo apocalíptico que, de repente, se tornou infestado de zumbis, sempre deixou claro que os mortos-vivos aqui, nunca foram os principais problemas de Rick e de seus amigos… eles são apenas figurantes num cenário onde a maior adversidade são as pessoas que tentarão tirar proveito de uma sociedade inexistente. Os “Walking Dead” do título, sempre foram nada mais que “enfeites” para a VERDADEIRA FACE MALIGNA dos vivos!

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Dito isso, chegamos a ninguém menos que Negan (Jeffrey Dean Morgan). Um sujeito horripilante, imponente, ainda que charmoso, mas sem qualquer alma piedosa e possuidor de um sarcasmo doentio que só perde para a sua violência desmedida. Sem sombra de dúvidas, o personagem entra fácil em qualquer Galeria dos Maiores Vilões da Ficção. E como todo marcante vilão, ele precisa ser impactante, chocar, seja nas frases ou na ação. E Negan tem os dois!

Os produtores da série foram ainda mais corajosos em liberar a violência explícita (considerando que o canal AMC não é tão fechado assim), e mais do que apresentar a barbárie gráfica vinda de Negan, seus executivos deixaram com que a violência psicológica se aliasse a todo o caos provocado por ele; é quase insuportável ficarmos inertes aos deboches do vilão após seus atos insanos. Negan se torna o ser MAIS CRUEL da série até então.

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‘The Walking Dead’ gera polêmica nos EUA e grupo pede boicote 

E mesmo que as irregularidades possam vir a acontecer em futuros episódios (espero mesmo que não!), o fato é que depois desse show de Jeffrey Dean Morgan e de Andrew Lincoln… o episódio 7×01 não será esquecido jamais!

 

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Prévia eletrizante do episódio 6×07 da última temporada de ‘Grimm’

A NBC liberou o teaser do sétimo episódio da sexta e última temporada de ‘Grimm‘.

A temporada será reduzida e terá apenas 13 episódios.

Confira:

Grimm

A série acompanha Nick Burkhardt, um investigador do departamento de polícia de Portland que descobre fazer parte de uma linhagem de guardiões conhecidos como “Grimms”.

Paralelo ao seu trabalho como policial, ele precisa enfrentar diversas criaturas mitológicas, baseadas nos contos dos irmãos Grimm.

‘Grey’s Anatomy’, ‘Scandal’ e ‘The Catch’ na prévia TGIT dessa semana; Assista!

TGIT (Thank God It’s Thursday) dessa semana promete vir ainda mais eletrizante.

Confira mais detalhes nas prévias de ‘Grey’s Anatomy’, ‘Scandal’ e ‘The Catch‘.

Assista:

Confira o primeiro – e perturbador – cartaz de ‘American Horror Story – Cult’

American Horror Story – Cult‘ ganhou seu primeiro cartaz.

Cult estreia em 5 de setembro.

Confira:

A sétima temporada de American Horror Storyfocará em todo o processo de votação entre Donald Trump e Hillary Clinton.

Vale lembrar também que ‘American Horror Story‘ foi renovada no começo do ano para mais duas temporadas, a sétima e a oitava.

Não esqueça também que Ryan Murphy confirmou uma temporada crossover de Murder House e Coven.

[SPOILER] GIGANTESCO de ‘Thor: Ragnarok’ vaza durante divulgação do filme; Confira!

Thor: Ragnarok‘ está dando o que falar, e, apesar de Mark Ruffalo não estar com muita moral após ter vazado trecho do filme, ele não é o único.

Um apresentador de TV australiano, do The Project, acabou dando um plot-twist na história de soltar spoilers e deu uma ajudadinha em Mark para ele “ficar ileso”. O pior de tudo, foi Hemsworth e Ruffalo tentando lidar com a situação.

No meio da entrevista, uma pergunta sobre Hela (Cate Blanchett) surge.

ALERTA DE SPOILER GIGANTES

O apresentador pergunta sobre a revelação de que Hela é, na verdade, irmã do Thor.

Diante disso, Chris ficou completamente desconfortável e começou a dar uns cortes no apresentador.

“Você não pode dizer isso! Você não pode dizer que ela é irmã dele!”

Ruffallo responde com uma advertência em “Pig Latin” (uma linguagem infantil que mistura as palavras): “ixnay on the istersay”. Que pode ser traduzido como: “Não sobre a irmã”.

Apesar de ser lamentável a informação ter escapado desse jeito, a ideia de Hela ser irmã de Thor faz bastante sentido e ajuda a mostrar um pouco mais as motivações da personagem. Ela afirma que foi “reivindicar o que é dela” e se ela for a filha mais velha de Odin, poderia se sentir a real herdeira do trono de Asgard.

No universo dos quadrinhos, Thor tem uma irmã chamada Ângela. Sabemos que em ‘Thor: Ragnarok‘, Hela será uma junção do seu personagem clássico com Gorr, O Carniceiro. Mas, diante desse babado, talvez Ângela seja o terceiro elemento para inspirar Cate Blanchett a entrar na personagem.

Quer ver o momento fatídico? Assista ao vídeo original:

O mundo de Thor está prestes a explodir em Thor – Ragnarok. Seu irmão desajeitado, Loki, assumiu Asgard, a poderosa Hela emergiu para roubar o trono para si e Thor é preso no outro lado do Universo. Para escapar do cativeiro e salvar sua morada da destruição iminente, Thor deve primeiro ganhar uma batalha mortal contra seu ex-aliado e antigo Vingador… O Incrível Hulk.

A estreia acontece dia 26 de Outubro.

Primeira imagem de Isabela Moner, de ‘Transformers’, como ‘Dora, a Aventureira’

Foi divulgada a primeira imagem da atriz Isabela Moner, de Transformers: o Último Cavaleiro, caracterizada como Dora, a Aventureira’.

Paramount Pictures marcou para o dia 2 de agosto de 2019 a estreia do live-action.

Confira:

Além disso, de acordo com novidades no site, o filme terá suas cenas gravadas na Austrália e a produção começa  entre julho e agosto desse ano.

O roteiro está sendo escrito por Nick Stoller (‘Vizinhos’) e conta com a produção de Andrew Form e Brad FullerJames Bobin vai dirigir.

O longa será uma parceria entre a Platinum Dunes, de Michael Bay e a Paramount. Os detalhes sobre a produção ainda são mantidos em segredo.

Lançado em 2000 na Nickelodeon, Dora, a Aventureira’ ficou no ar até 2015 e teve 170 episódios produzidos, inclusive, foi indicado a 11 Emmys de Melhor Animação Infantil e levou uma única vez, em 2011.

Na trama, Dora e seu macaquinho inseparável seguem várias aventuras para entreter e ensinar as crianças.

Netflix sobe o preço de seus planos; Ainda vale a pena assinar?

A Netflix chegou ao Brasil em 2011, revolucionando a forma como consumimos filmes e séries de TV.

Porém, o público começou a ter mais opções com a chegada dos concorrentes Amazon Prime Video, Globoplay, entre outros.

Agora, a Netflix tentará se impor no mercado e subiu o valor de sua assinatura em todo o território nacional.

O plano mais básico, que era de R$ 19,90, agora custa R$ 21,90. Nele, você tem acesso a apenas uma única tela e sem qualidade HD.

O plano com duas telas simultâneas e qualidade HD foi de R$ 27,90 para R$ 32,90.

Já o plano de R$ 37,90 subiu para R$ 45,90, com até quatro telas simultâneas e Ultra HD.

As mudanças entreram em vigor imediatamente.

“Mudamos nossos preços de tempos em tempos para continuar investindo no melhor do entretenimento, além de melhorar a experiência da Netflix para nossos membros no Brasil”, afirmou a empresa em comunicado.

Mas e a pergunta que não quer calar: Vale a pena continuar assinando Netflix?

Para responder a esse latente questionamento, fizemos uma densa busca nas três concorrentes presentes no Brasil e separamos o que vale a pena conferir, quais os principais diferenciais de cada plataforma e o valor da assinatura – até porque todos nós temos que pagar as continhas e não tá fácil contratar todos os serviços que tem por aí, não é?

Então, confira ai!

 

Amazon Prime Video

A plataforma da Amazon tardou, mas chegou ao Brasil em dezembro de 2016. E com pouco mais de um ano no currículo, ela foi capaz de reconfigurar sua grade de programação, investindo pesado na produção de conteúdos originais, fazendo com que o timing seja seu aliado, com lançamentos simultâneos aos Estados Unidos.

Aqui, temos um leque poderoso de séries originais, que incluem:

As aclamadas: ‘Mozart in The Jungle’, ‘American Gods’ e ‘The Marvelous Mrs. Maisel’ (premiada no Globo de Ouro 2018),

As estreantes: ‘Jack Ryan’ – estrelada por John Krasinski -, ‘Philip K. Dick’s Electric Dreams’,  – a ‘Black Mirror’ da Amazon – e ‘Jean Claude Van Johnson’ – com o próprio vivendo um agente secreto.

Para assistir sempre que quiser: ‘The Office’, ‘Parks and Recreation’ e ‘The Night Manager

E os filmes mais queridos: ‘Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças’, ‘John Wick – Um Novo Dia Para Morrer’, ‘A Cabana’, ‘O Regresso’, ‘O Amor e Outras Drogas’, só para citar alguns.

A cereja do bolo: A primeira temporada completa de ‘This is Us’ (que por sinal é da Fox)

Mensalidade: R$ 7,90 nos seis primeiros meses, subindo para R$ 14,90 em seguida

Compensa?
Com o menor valor dentre as quatro plataformas de streaming presentes no Brasil, a Prime Video possui um catálogo bem recheado, que será contemplado com uma cartela de séries originais ao longo de 2018. Este ano, figurinhas carimbadas como Julia Roberts, Michael Sheen e Orlando Bloom estrelam as novas produções que chegam em breve.

Ponto extra: As smartvs da Samsung possuem o aplicativo da Prime Video, então dá pra conferir o conteúdo direto do sofá da sala!

 

HBO Go

Pensando no seu leque de produções originais, que inclui vários documentários indicados ao Oscar, bem como as séries mais cobiçadas do momento, a HBO não perdeu tempo e em 2016 reuniu sua cartela milionária em uma plataforma de streaming. Aqui você encontra todo o conteúdo original da emissora, bem como alguns dos filmes que fazem parte dos estúdios subsidiários à Time Warner, dona do canal. Isso inclui produções da Warner Bros.e New Line Cinema e também significa que muito em breve os assinantes poderão rever a ovacionada adaptação de ‘Mulher-Maravilha’.

Aqui, temos uma variedade de séries originais, algumas você conhece bem como:

As aclamadas: ‘Game of Thrones’, ‘Big Little Lies’, ‘Westworld’, ‘Silicon Valley’ e ‘Veep

As estreantes: ‘Mosaic’, ‘Here And Now’, ‘High Maintenance’ e ‘The Deuce

Para assistir sempre que quiser: ‘Família Soprano’, ‘The Night Of’, ‘Boardwalk Empire’ e ‘Band of Brothers

E os populares filmes: ‘Kong: A Ilha da Caveira’, ‘A Chegada’, ‘Sully: O Herói do Rio Hudson’ e ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam

A cereja do bolo: ‘LEGO Batman’ (porque ele é simplesmente maravilhoso)

Mensalidade: R$ 34,90 para dispositivos Android e US$ 10,99 para iOS

Compensa?
O preço é salgado, mas tem suas vantagens. Com algumas das produções mais cobiçadas do momento, a plataforma tem as duas joias da coroa da atualidade: ‘Game of Thrones’ e ‘Big Little Lies’. Além disso, é uma questão de tempo até que ‘Westworld’ se transforme no próximo GOT. Pelo menos é para isso que os chefões da emissora trabalham! E ah, não se esqueça que os criadores do sucesso épico também estão produzindo uma série de spin-offs, que virão para cobrir a lacuna que os Sete Reinos deixarão nos corações nerds. Vale a pena considerar a assinatura.

 

Fox 

A Fox patinou no começo com a oferta do seu serviço de streaming, mas reavaliou sua proposta e conseguiu montar uma plataforma que possui uma boa qualidade de navegabilidade, além de excelentes opções de conteúdo. O único problema para quem já é assinante da TV a cabo é que agora não basta apenas assinar os canais Fox. Se você não possui na sua grade de programação as versões Premium, vai ter que contratar o serviço por fora ou fazer um upgrade junto à contratante. Independente disso, a emissora é a casa das populares séries de ‘Homeland’, ‘Empire’ e da indutora instantânea de lágrimas, ‘This is Us’. E se você curte esportes, pode conferir a programação da Fox Sports também.

É possível contratar os 11 canais da FOX – na programação ao vivo + conteúdos on demand – junto às operadoras de TV Paga, banda larga e telefonia móvel, ou diretamente pelo app da FOX por R$ 34,90.

Aqui, temos uma boa cartela de séries originais, algumas você já era fã e não sabia, como:

As aclamadas: ‘This is Us’ (vâmo chorar junto Brasil!), ‘The Americans’, ‘The Walking Dead’, ‘American Crime Story’, ‘Baskets’, ‘Empire’, ‘Os Simpsons’, ‘American Horror Story’,  ‘Trust‘, ‘Arquivo X‘, ‘The Young Pope‘, ‘Taboo‘,  ‘Marte‘, ‘Britannia‘, ‘911‘ e ‘Uma Família da Pesada‘.

As estreantes: ‘Atlanta’, ‘The Halcyon’ e ‘Better Things

Para assistir sempre que quiser: ‘Black Sails’, ‘Tyrant’ e ‘Da Vinci’s Demons

E os filmes mais diversos: ‘Indomável Sonhadora’, ‘Piranha’, ‘Magic Mike’ e ‘Ace Ventura: Um Detetive Diferente

Mensalidade: R$ 34,90

Compensa?
A Fox possuí grandes séries originais, mas seu catálogo ainda é muito limitado em se tratando de quantidade. Apenas algumas produções possuem todas as temporadas e a grade de programação dos filmes é muito pequena, com conteúdos que ou já são bem antigos (vide ‘Ace Ventura’), ou são um tanto desprezíveis, como ‘Acertando as Contas com Papai’. A Fox tem muito potencial, mas precisa colocar mais água nesse feijão para compensar o valor.

 

Telecine Play

A plataforma não dispõe de séries, mas conta com um catálogo com mais de 1.500 filmes, frutos da extensa parceria da Globosat com os maiores estúdios de cinema, como a Disney e a Universal Pictures. O assinante pode ver seus filmes favoritos, pausar aquele qur não gostou e voltar quantas vezes quiser para aquela cena marcante que toca o coração. O serviço pode ser contratado diretamente no próprio site do telecineplay.com.br por R$37,90 por mês.

Aqui você vai encontrar desde os clássicos cults aos grandes lançamentos, como

Os aclamados: ‘Fragmentado’, ‘La La Land: Cantando Estações’, ‘Estrelas Além do Tempo’, ‘Intocáveis

Os populares: ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’, ‘Capitão América: Guerra Civil’, ‘Moana – Um Mar de Aventuras’, ‘500 Dias Com Ela’ e ‘12 Anos de Escravidão

Compensa?
A plataforma em si compensa e muito! Com os maiores sucessos de bilheterias, além de muitas produções clássicas, para o público infantil e até mesmo documentários, o Telecine Play tem tudo que um bom cinéfilo ama.  Se joga!

“Foi o Coringa quem terminou com a Arlequina em Aves da Rapina”, explica Margot Robbie

As atrizes Margot Robbie e Ella Jay Basco deram uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP durante a divulgação de Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa)’ .

Em uma prévia da entrevista, Robbie é questionada se o Coringa deve aparecer nos próximos filmes, e se esquiva:

“Honestamente, mesmo que ela diga que terminou com ele… na verdade, foi ele quem terminou com ela”, diz a atriz.  “E ela não está bem com isso. Ela está tentando ficar de boa com isso, dizendo para si mesma: Eu sou uma mulher forte, pronta para ser independente”.

Assista:

A entrevista completa será divulgada em breve.

Estiveram no palco Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya) e Ella Jay Basco (Cassandra Cain) que além de apresentarem um pouco suas personagens ainda trouxeram um trecho com quase 5 minutos do filme, a cena de abertura, e ainda, o segundo trailer.

Nenhuma das cenas foram liberadas on-line.

Claro, a Arlequina de Robbie dispensa apresentações. A personagem é um sucesso de público, e claramente, uma das poucas coisas que se salvaram de Esquadrão Suicida. Robbie até comentou “eu não estava pronta para dizer adeus para Arlequina depois de Esquadrão Suicida. Eu amei muito interpreta-la”.

Robbie ainda afirmou ter entrado de cabeça e ficado obcecada pela personagem ao procurar mais informações nas histórias de quadrinhos. A atriz afirma que o mundo criado para o filme é “maluco e imprevisível” o que ficou claro nas cenas que foram exibidas no painel.

Confira a descrição:

O tom do filme é uma comédia de ação e as piadas realmente funcionam.

O filme começa com a Arlequina narrando o seu término de namoro com o Coringa. Vemos ela sendo jogada pra fora do clube dele por um segurança. Ela entra em crise, corta o cabelo e fica em casa, sofrendo com o término do namoro.

Vemos ela dando a volta por cima, ela arruma um emprego, mas quando vê suas colegas falando que ela é dependente de um homem, ela decide se emancipar e procurar um novo amor: Uma hiena chamada Bruce, em homenagem ao Bruce Wayne.

Após adotar o animal, ela decide roubar um caminhão químico e destruir a ACE Chemicals, o local one ela e o Coringa selaram o seu amor.
Vemos uma grande cena de ação, em que ela joga um caminhão na fábrica de produtos químicos e temos uma grande explosão que deixa o céu colorido, assim como visto no primeiro filme.

Então ela diz que agora Gotham é dela. E que na cidade haviam outras mulheres em busca de uma emancipação. Assim, somos apresentados às demais Aves de Rapina e em seguida sobe a logo do filme.

E a cena levou para uma discussão interessante sobre quem são essas mulheres em busca de independência. Yan primeiramente afirmou estar empolgada com a reação do público, que fez bastante barulho desde da entrada das atrizes até cada cena exibida no painel.

Ela afirmou “nós trabalhamos bastante neste filme para vermos as reações de vocês…. principalmente das mulheres”. A diretora ainda agradeceu Robbie por ter tido a idéia do filme que ela chama de uma “inspiradora história”.

Assim, aos poucos, as atrizes falaram sobre suas personagens, suas origens no longa, e como elas tem personalidades diferentes, mas que serão importantes uma para as outras, em sua própria maneira, no decorrer do filme. Robbie afirmou que a presença de Yan na direção ajudou a contar o filme de uma perspectiva feminina interessante. “Me pareceu certo. Foi muito divertido”.

Rosie Perez, a detetive Renee Montoya, também se mostrou empolgada sobre sua personagem, uma das poucas sem super-poderes “Ela é muito inteligente….ela é bem bad-ass, e não aceita afrontas”. A jovem Ella Jay Basco afirmou que sua personagem, Cassandra Cain tem uma aura boazinha, mas também é desbocada. A personagem da Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell) parece que irá ajudar Arlequina a superar o fim do relacionamento, onde as duas irão se apoiar uma nas outras para curar suas feriadas. Nas cenas vistas, vimos que a personagem irá usar seus poderes no longa, um grande grito quase super sônico.

Outro destaque das cenas, foram que vimos pela primeira vez, o grande vilão do filme, o personagem de Ewan McGregor, o Máscara Negra usar sua máscara.

No final a Warner Bros fez um painel grandioso, barulhento e colorido, assim como, as primeiras impressões que o longa passou para o público.

Aves de Rapina será lançado nos cinemas  nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

‘Lenda Urbana’: Terror com Jared Leto estreia na Netflix dia 1º de Agosto

Após adicionar ‘A Casa de Cera‘ em seu catálogo, a Netflix vai adicionar mais um clássico filme de terror.

Lenda Urbana‘, terror slasher estrelado por Jared Leto, Alicia Witt, Rebecca Gayheart e Tara Reid, estreia no catálogo dia 1º de Agosto.

Em ‘Lenda Urbana‘, uma universidade é devastada por uma onda de assassinatos macabros e Natalie começa a notar que há um padrão na forma como os crimes estão sendo cometidos, ficando mais suspeita quando sua colega de quarto morre estrangulada. O tranquilo campus universitário vira uma zona de caça ao maníaco e Natalie quer que o peguem antes que ela se torne a próxima vítima.

Assista ao trailer:

Vale lembrar que o filme ganhará reboot pela Screen Gems, uma das divisões da Sony Pictures.

Colin Minihan vai dirigir e roteirizar a produção.

Mike MedavoyBenjamin Anderson entram como produtores ao lado de Eric PaquetteMichael Bitar.

O diretor fez sua estreia com o curta-metragem What Keeps You Alive, em 2018. Ele também foi co-criador da popular franquia Fenômenos Paranormais.

‘Jurassic World 4’? Julianne Moore gostaria de voltar para a franquia!

O vindouro Jurassic World: Domínio não apenas servirá como o terceiro capítulo da franquia rebootada, mas também como a sexta entrada da icônica saga, visto que trará o retorno dos atores da trilogia original – incluindo Jeff GoldblumLaura Dern.

E parece que mais um membro dos primeiros filmes expressou interesse em revisitar o universo: a vencedora do Oscar Julianne Moore, que estrelou a sequência ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park como a Dra. Sarah Harding.

Em uma nova entrevista ao Collider, a atriz revelou que ainda não foi contatada pela produção, mas estaria disposta a voltar à franquia.

“Sim, como Sarah Harding. Talvez ela não tenha contado toda sua história. Não sei. Mas ninguém me contatou ainda. E tudo bem! Mas se eles me chamassem? Com certeza! Com certeza, com certeza”.

Enquanto promovia a série ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico‘, o diretor Colin Trevorrow aumentou as expectativas sobre ‘Domínio‘.

“Este é o filme que eu esperava fazer desde o início. É aquele em que passamos os últimos dois filmes construindo. Realmente era parte de uma história maior e parte de um design.”, ele afirmou.

Segundo ele, a participação de Sam Neill, Dern e Goldblum vai surpreender as pessoas.

“Acho que as pessoas podem estar subestimando o tamanho e a importância do retorno dos personagens de Laura Dern e Sam Neill e Jeff Goldblum neste filme. Vai ser surpreendente. Esse elemento – a capacidade de pegar esses personagens amados de quase 30 anos agora e entender como eles interagem uns com os outros no contexto de um mundo que realmente nunca vimos antes e não fomos capazes de testemunhar até agora é muito emocionante para mim.”, concluiu.

Jurassic World: Domínio teve sua estreia adiada em um ano. Outrora agendado para o 2021, o novo capítulo da franquia chegará aos cinemas apenas em 10 de junho de 2022.

A companhia também divulgou o cartaz oficial da continuação, que traz todos os nomes protagonistas da próxima aventura.

Confira:

Ação com astros de ‘Outlander’ e ‘Batwoman’ se torna o 2º filme mais visto da Netflix; Assista ao trailer!

O thriller de ação ‘Ascensão do Cisne Negro’ (SAS: Red Notice) estreou direto pela Netflix no Brasil e está fazendo o maior sucesso na plataforma.

Dirigido por Magnus Martens, ‘Ascensão do Cisne Negro‘ abriu em 2º lugar entre os filmes mais vistos do catálogo.

A produção é estrelada por Sam Heughan (‘Outlander‘) e Ruby Rose, ex-protagonista de ‘Batwoman‘.

A história começa no Eurotunel, trem que liga Reino Unido e França, quando um grupo de terroristas armados e extremamente violentos chamado Cisnes Negros sequestra o trem que passava em direção à Paris e faz mais de 400 pessoas de reféns.

Confira, com o trailer:

O elenco também é formado por Ruby Rose, Andy Serkis, Tom Wilkinson, Hannah John-KamenTom HopperOwain YeomanNoel ClarkeRay PanthakiJing LusiDouglas ReithRichard McCabeAnne Reid.

‘O Esquadrão Suicida 2’ vai demorar, revela James Gunn

Apesar de ter sido extremamente elogiado pelos críticos, ‘O Esquadrão Suicida falhou em chamar público aos cinemas.

Mesmo tendo sido lançado durante a pandemia, o filme performou bem abaixo do esperado e arrecadou apenas US$ 165,4 milhões mundialmente. Foram US$ 55 milhões nos EUA e US$ 110 milhões no resto do mundo.

Agora, em entrevista ao Playlist, o diretor James Gunn revelou que está mais focado na segunda temporada de ‘Pacificador‘ e que ‘O Esquadrão Suicida 2‘ vai demorar…

“Eu e a Warner já conversamos sobre O Esquadrão Suicida 2, mas honestamente eu tenho apenas poucas horas ao longo do dia para trabalhar nos projetos. E eu me diverti tanto trabalhando na televisão que realmente acho que é isso que vou passar o próximo ano da minha vida fazendo. Estou trabalhando muito seriamente em outro projeto da DC, onde estou muito envolvido na escrita e na direção. Haverá uma mistura dos personagens de ‘Pacificador’ nas outras séries em que estou trabalhando. E estou envolvido com algumas outras coisas [da DC] também.”, afirmou.

O orçamento de  ‘O Esquadrão Suicidafoi de altos US$ 185 milhões.

O filme se tornou a pior arrecadação do DCEU, atrás de ‘Aves de Rapina (que fez US$ 201 milhões).

A produção já está disponível no catálogo do HBO Max.

 

Assista à nossa crítica:

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

Kiersey Clemons retorna como Iris West em novo clipe de ‘The Flash’

A atriz Keirsey Clemons retorna como Iris West em um novo clipe do filme ‘The Flash‘.

Clemons fez sua estreia como Iris na versão original de ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, mas viu seu papel ser cortado da versão do filme de Joss Whedon.

Assista, junto com a nossa análise do filme:

De acordo com uma página do Twitter dedicada a novidades sobre ‘The Flash‘, a adaptação terá 144 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 24 minutos.

Até o momento, a Warner Bros. ainda não confirmou a informação, mas o corte exibido durante a CinemaCon tinha aproximadamente a mesma duração.

Agora só nos resta aguardar pela estreia para sabermos a confirmação.

Confira a publicação:

 

Com estreia marcada para 15 de junho nos cinemas nacionais, a adaptação é dirigida por Andy Muschietti (‘It- A Coisa’).

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey ClemonsAntje TraueMichael Keaton completam o elenco.

Sequência de uma das MAIORES FRANQUIAS de ação da história estreia na Netflix

A sequência de uma das MAIORES FRANQUIAS de ação da história acabou de estrear na Netflix.

No terceiro capítulo da saga John Wick, o universo da franquia se expande e prova que é possível ir além dos tiros e de uma bela estética.

Desde o primeiro capítulo da saga, a palavra “noir” se destaca, como uma explicação, e justificativa, para a trama do assassino aposentado que “volta ao jogo“ por um motivo, aparentemente, esdrúxulo: recuperar um carro e vingar a morte de seu cachorro. E ai de quem mexer com o cachorro de John Wick! Ao contrário de João da Neves, ele cuida de seu parceiro com uma dedicação e fidelidade, perdão o trocadilho, canina. Na eterna vingança, nunca saciada, de Charles Bronson e o, quase, inumano poderio bélico e resistência de Chuck Norris, Wick encontra paralelos para se firmar como o anti-herói (nunca gostei do termo, mas aqui, não cabe outro) que precisamos.

Pensando na estética, ele tem muito do chamado Neo-Noir: as cores escuras e profundas, os contrastes de azul e rosa ou, em contraste de sombras duras em brilhantes recortes, que deixam bem claras e definidas a luz e a escuridão. Sem esquecer o clima, sempre chuvoso da grande metrópole, intercalando excêntricos cenários que evocam o perigo – e a sujeira – da marginalidade, tanto quanto um universo secreto escondidos atrás das paredes mais insuspeitas… como a de um hotel de luxo no centro da cidade. Tem tiro, tem briga, tem mistério, tem pactos de sangue, tem juramentos (mais de um, uma verdadeira farra da troca de favores), elementos suficientes para ganhar a “pecha”, mas ainda sim, pouco define esse universo.

O novo capitulo, já em seu título, deixa clara as pretensões de ser maior e mais barulhento. Derivado, diretamente, do provérbio em latim “Si vis pacem, para bellum” ou “se quer paz, prepare-se pra guerra” em tradução livre.“Parabellum” define o papel de John, e o destino que ele vem desenhando desde o primeiro filme, para si: a disposição de, mesmo sozinho, mover uma batalha contra tudo e contra todos para viver a memória de seu grande amor. Soa piegas, eu sei, mas é bem Noir. Isso define bem as motivações que levam John pelo caminho que segue. Ele vive, e segue querendo viver pela memória de Helen, a mulher que perdeu.

Se a perda da cadela Daisy foi o estopim para sua vingança desmedida na primeira parte, os capítulos seguintes, foram uma sequência de provações para que ele permanecesse inteiro, e assim, a lembrança de Helen. “Parabellum” começa pouco depois do fim do segundo capítulo – na verdade, quase imediatamente – característica, inclusive, que faz todo o sentido, uma vez que esse filme parece ser uma continuação direta de eventos do anterior e assim por diante, como s capítulos de um livro. A trama aqui resgata personagens, fatos e eventos que foram importantes, direta e indiretamente, para os acontecimentos dessa narrativa. Esta é outra caraterística própria da saga de John Wick, não ser uma história fechada. E ainda deixa uma bela abertura para um futuro capitulo 4. No fim do capítulo 2, John era “excumunicado”, tendo sua cabeça colocada a prêmio para quem estiver disposto a se arriscar pela grana. E aqui, entendemos o significado disso.

A primeira metade do filme temos John numa corrida enlouquecida para sobreviver as hordas de assassinos que tentam a sorte numa luta contra a lenda. Ele vaga por Nova Iorque tentando juntar peças para conseguir uma saída e, a cada grupo de matadores que surge, nos vemos em uma série de planos sequências que misturam artes marciais, tiros, piruetas e lances que beiram o cômico, de tão insanos. A estética de videogame reina. John Wick consegue emular melhor os videogames na tela do cinema, que o cinema consegue emular os videogames na tela grande. E é aqui que reside uma das grandes vantagens, como também, um dos grandes defeitos desse filme. É muito divertido ver John navegando de um espaço para outro, como em fases de um jogo de ação, usando diferentes armas, técnicas e artifícios locais de acordo com o cenário em que se encontra.

A Nova Iorque, plural e cosmopolita, permite isso. Não é estranho sair de uma louca briga de facas numa loja de armas antigas e, em minutos, se lançar numa disputa de tiros em um estábulo. A brincadeira segue com John correndo para cenários ainda mais exóticos que cavam seu passado e nos mostram um personagem com cores ainda mais ricas, e uma nova miríade de personagens vão surgindo nessas novas camadas. Temos Halle Berry que entra como uma versão feminina de John (o que poderia render, nas mãos de uma Hollywood sedenta por spin offs, uma série só dela) com direito a seu próprio amor incondicional pelos amigos de quatro patas (ao melhor estilo John, disposta a começar uma guerra pelos cães dela). Ela entra com uma série de questões passadas com John que quase não chegam a ser exploradas nesse filme. Não soa tanto como uma falha, mas mais como um convite a “vamos ver mais dela no futuro”. Não duvido nem um pouco.

Outra adição interessante é de Anjelica Huston, mais um personagem que entra e sai da trama para ajudar Wick quando ninguém mais pode (afinal, ele quebrou as regras, ninguém pode ajudar John e correr o risco de amanhecer com a boca cheia de formigas). John tem meios que podem soar com uma sucessão de “Deus Ex machina” pela forma abrupta com que surgem, e se emendam, no momento em que John precisa, mas acabam se aninhando dentro da trama e abrindo possibilidades. É difícil explorar a trama de alguém que DEVE ter um passado riquíssimo, lendário (e muitas cenas com pretensão cômica deixam isso claro, com movimentos de cortesia e frases soltas de admiração, de um assassino ou outro, por John, quase como fãs de um clubinho) e certas coisas não surgem de forma bem “conveniente”.

O importante é que John apanha. E muito. ele sangra, várias vezes, nos mesmos lugares. facas e tiros não são como raios, e pelo tanto que ele lutou, não é difícil ele já ter levado uma facada, ou tiro num lugar que já tinha um buraco ou um ferimento ainda cicatrizando. Neste capítulo, mergulhamos um pouco no passado de John, tanto pessoal como profissional, assim como nos embrenhamos um bocado nos meandros da Alta Cúpula, uma estrutura que se mostra muito mais burocrática, recheada de regras e leis internas que uma organização criminosa qualquer. Algumas conversas – das raras que o filme permite – deixariam George Lucas, e suas pretensões de discussão política na primeira trilogia de Star Wars, com inveja. A figura da Juíza (Asia Kate Dillon), a estrutura administrativa vintage, quase steampunk, do centro de informações (que parece, novamente, arrancado de algum jogo de videogame), a reverência das conversas, acordos, debates, todos pautados em honra e regras cria o contraste da violência a que seus agentes são submetidos.

Winston quase não se movimenta em quanto as balas voam, apenas alguns metros da sala onde está. Aproveitando, Ian McShane quase não se esforça na construção de seu chefão magnânimo, com um olhar que evoca desdém, mas também uma certeza cruel que só um demônio, ou um “Deus” pode expressar. Ele nasceu para esse tipo de papel. John pode chegar sujo, sangrando, quebrado, depois de ter matado uns 50 soldados, e ainda sim, conversa com a calma e civilidade de um negociador de papéis da bolsa sobre os termos de uma trégua. Toda a trama é permeada desses contrastes que funcionam como respiros dentro de uma sequência quase ininterrupta de pancadaria. E aqui, chego em um dos problemas mais visíveis pra mim. Ação e pancadaria, por si só, não são um problema, ainda mais quando tão bem coreografadas, registradas, em cenas belamente construídas.

O ritmo de videogame, com sequência de briga, abertura de conversa, e nova sequência de briga (sempre procurando variar o cenário, o modo, as armas e a dificuldade e, vez ou outra, apresentando um “chefão” de fase – temos fase com motos, com balé, com cavalos, num mercadinho, hotel, etc) é contínuo e funciona. Mas o excesso, em volume e em tempo, às vezes, briga com a narrativa, tornando alguns momentos enfadonhos. Mesmo apresentando novos elementos, eles pouco são desenvolvidos. Tudo gira em torno de explicar porque John é perigoso, é o melhor no faz e como ele vai sair da situação. Até os elementos de seu passado, que citei mais acima, pipocam para dar um passe livre para John seguir em frente. Algo é pincelado mas logo dá-lhe pancadaria. Um pouco de história não faria mal.

A gente se diverte, ri de momentos de auto paródia, ou auto homenagem, como quando Keanu recita uma frase clássica de Neo em Matrix. Tem a aparente inocência, ou falta de cinismo que esperamos dos vilões malvadões, quando eles querem passar a sensação de que são “gente como gente” entre seus iguais. O momento de leveza, de piada em meio a tanta violência. Aqui, levanto a bandeira de Mark Dacascos. Ele segue como um Bruce Lee que não chegou lá. Quase. Bateu na trave. Ele e seus alunos são os donos de alguns dos momentos mais “cômicos” do filme. Ainda que Dacascos tenha certo carisma, parece não ter o carisma certo. Enfim, esse não era, realmente o ponto. John Wick entrega um filme de ação que expande sua mitologia e, como um bom livro, deixa portas abertas, e um imenso desejo de querer mais. Talvez o melhor filme da franquia.

O final de ‘Coringa: Delírio a Dois’ já tinha sido REVELADO em 2019 e ninguém percebeu

Coringa: Delírio a Dois’ já está disponível na MAX após gerar debates com um final bastante surpreendente e chocante.

Com avaliações negativas tanto dos críticos quanto do público, o filme teve uma recepção muito diferente da esperada, tornando-se um fracasso após o sucesso do longa anterior, lançado em 2019.

Seguindo um rumo inesperado em seu desfecho, Coringa: Delírio a Dois’ revela que o personagem interpretado por Joaquin Phoenix na verdade não é o Coringa que conhecemos.

No entanto, a ideia de Todd Phillips já havia sido revelada em 2019, quando o ator concedia entrevistas sobre o primeiro filme.

“Talvez o personagem de Joaquin tenha inspirado o Coringa. Você realmente não sabe. Sua última fala no filme é ‘você não entenderia’. Há muito acontecendo ali”, disse o diretor.

Planejado inicialmente para ser um filme sem sequência, Coringa já trazia a ideia de que Arthur Fleck na verdade era outro personagem. O segundo filme apenas reforça a ideia de que o “verdadeiro Coringa” surgiu graças a Fleck, mas possui outra personalidade.

Agora, o diretor Todd Phillips, também deu uma declaração impactante após o lançamento do segundo filme do palhaço da DC, confirmando essa teoria.

Em conversa com a Entertainment Weekly, o diretor afirmou que Arthur Fleck nunca foi o Coringa. Phillips afirma que a persona foi apenas imposta pelas pessoas de Gotham.

“De certa forma, ele aceitou o fato de que sempre foi Arthur Fleck; nunca foi essa coisa que lhe impuseram, essa ideia que as pessoas de Gotham colocaram sobre ele, que ele representa. Ele é um ícone involuntário.”

A afirmação gerou debates e até mesmo reclamações entre os fãs. Após o sucesso do primeiro filme, que foi promovido como uma história de origem do Coringa, parte do público não concorda com a ideia de desvincular o protagonista da figura do grande vilão.

O filme arrecadou apenas US$ 206 milhões nas bilheterias mundiais. 

‘Sobrenatural: O Mundo Sangrento’: Tudo o que sabemos sobre o SEXTO filme da franquia!

Sobrenatural‘ vai ganhar um novo filme em 2026, que teve seu título revelado: ‘Insidious: The Bleeding World‘ (Sobrenatural: O Mundo Sangrento, na tradução literal).

A sinopse é mantida em sigilo. A rainha da franquia, Lin Shaye, retorna para estrelar ao lado de  Amelia Eve (‘A Maldição da Mansão Bly’), Brandon Perea (‘Não! Não Olhe!’), Maisie Richardson-Sellers (‘Os Originais’), Sam Spruell (‘Fargo’) e Island Austin.

Sobrenatural 6: O Mundo Sangrento’ tem lançamento confirmado nos cinemas nacionais para o dia 20 de agosto de 2026.

Jacob Chase será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick (‘Invocação do Mal 2, A Órfã). David Garbett (‘A Morte do Demônio: A Ascensão’) é o diretor de fotografia.

Jason Blum, Oren Peli, James Wan e Leigh Whannell são os produtores, com Johnson-McGoldrick, Ryan Turek, Steven Schneider e Brian Kavanaugh-Jones como produtores executivos.

Através do seu Facebook, Lin Shaye (‘O Grito’) comentou sobre o futuro da franquia ‘Sobrenatural‘ (Insidious).

A atriz esclareceu rumores recentes, destacando que o sexto capítulo da saga não marcará sua despedida deste universo.

“É uma informação falsa que o sexto filme será o ‘meu último’ da franquia ‘Sobrenatural’. Nós estamos apenas começando,” declarou Shaye.

Vale lembrar que as filmagens já foram finalizadas.

Vale lembrar que a Mandy Moore (‘This is Us’) estrelará um derivado da franquia, intitulado ‘Thread: An Insidious Tale‘. O spin-off contará a história de um casal que usa um feitiço para voltar no tempo com o objetivo de evitar a morte de sua filha.

Crítica | The Final Girls: Terror nos Bastidores – Sátira dos filmes slasher estreia na Netfli

Se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela. Dirigido pelo cineasta nova iorquino Todd Strauss-Schulson, protagonizado pela jovem Taissa Farmiga e pela estonteante atriz sueca Malin AkermanThe Final Girls – Terror nos Bastidores’ é um projeto insólito, que veste a carapuça de filme tosco, repleto de personagens estereotipados nos mais clássicos trabalhos do gênero terror dos anos 90.

Na trama, conhecemos a delicada jovem Max (Taissa Farmiga – irmã mais nova da atriz Vera Farmiga), traumatizada e culpada pelo acidente trágico que matou sua mãe Amanda (Malin Akerman), uma atriz fracassada que ficou marcada por um único papel em um filme trash anos atrás. Três anos se passaram e Max, certo dia, resolve aceitar um convite para comparecer a uma exibição para fãs do filme trash que sua mãe participou. Após um inusitado acidente, envolvendo uma garrafa de vodka e uma guimba de cigarro, ela e os amigos vão parar dentro do filme que estava sendo exibido e a partir disso precisam lutar contra o assassino da história.

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Max é uma espécie de prima mais velha de Julie James (a protagonista de Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado interpretada por Jennifer Love Hewitt) e sobrinha mais nova de Sidney (a protagonista do inesquecível filme Pânico, interpretada por Neve Campbell). Todo o grau de semelhança com essas personagens não é mera imaginação, The Final Girls – Terror nos Bastidores, entre erros e acertos, não deixa de ser uma homenagem a toda uma geração de cinéfilos que cresceram assistindo a filmes onde tínhamos que descobrir junto com os personagens quem era o assassino.

Não podemos negar que The Final Girls – Terror nos Bastidores é um filme honesto do começo ao fim, feito para divertir sem se pensar. Escrito por M.A. Fortin e Joshua John Miller, o roteiro possui médios e baixos. Um exemplo a isso, em relação a personagens, Duncan (Thomas Middleditch) escolhido para ser a ponta cômica, além de ficar pouco tempo em cena, possui um leque de piadas altamente sem graça deixando o público refém para se conectar com os diálogos forçados. Mesmo assim, ao longo dos 88 minutos de projeção, mesmo em meio a bizarrices e cafonices, consegue ser um pouco criativo na montagem da história, pensando dentro de seu universo do absurdo.

Crítica | ‘Uma Vida de Esperança’ – Um filme convencional sobre superações morais, mas que emociona

Os milagres acontecem, mas é sempre bom termos pessoas que nos conduzem até eles. Preenchendo a tela com superações morais e com a fé atravessando seu roteiro, o longa-metragem Uma Vida de Esperança nos coloca de frente com o luto e, ao mesmo tempo, a necessidade de sermos uma fortaleza, a partir de um protagonista que enfrenta tempestades em forma de tragédias.

Com filmagens no Canadá (Winnipeg) e nos Estados Unidos (Albany), o projeto, ambientado em meados da década de 1990, tem uma fácil compreensão quando pensamos em sua estrutura narrativa – que não se arrisca, seguindo a cartilha da maioria dos filmes sobre superação –, com atalhos usuais e uma base linear que provoca essa assimilação rápida. Inspirado em uma história real, a obra se constrói em torno de uma ideia solidária, batendo nessa tecla com frequência para gerar mensagens positivas, algo que se mostra como o grande objetivo do projeto.

 

Ed (Alan Ritchson) é um pai e marido amado. Quando a esposa parte precocemente, o tempo passa e uma de suas filhas é diagnosticada com uma doença que exige um transplante urgente. Com as conta hospitalares e custos diários aumentando, entra em sua vida Sharon (Hilary Swank), uma cabelereira com marcas no passado e por seus problemas com o alcoolismo. Sensibilizada pela situação da família de Ed, Sharon vai atrás de soluções, se tornado peça-chave de alguns milagres.

Mãos dadas são mais firmes do que qualquer caminhada solitária. Da superação moral à fé – esta colocada à prova de muitas formas – nossos olhos estacionam, na maioria parte do tempo, na personagem Sharon (interpretada pela duas vezes vencedora do Oscar, Hilary Swank), grande força motriz da história. Achando um propósito ao ler no jornal uma notícia, parte ao encontro de algo que dá significado para sua trajetória – marcada pelo vício, que a afastou de muitas pessoas, incluindo seu único filho. Essa história de superação, a partir do fazer o bem, é um exemplo das já mencionadas mensagens positivas que o filme se propõe a transmitir.

Uma Vida de Esperança, mesmo em um sua forma simplista e direta na definição dos conflitos, encontra algumas camadas pelo caminho, chegando inclusive na transmissão da emoção de forma intensa em seu clímax. Esse é um filme para ser sentido, entrega lindas mensagens, mas recorre ao habitual quando pensamos em sua estrutura dramática.

‘Esquadrão Suicida’ (2016) | Cinco anos da Promessa de Fenômeno POP que se tornou um “filme maldito”

Com a estreia de O Esquadrão Suicida nos cinemas do Brasil, os fãs puderam finalmente conferir por aqui o que vem sendo anunciado como um dos melhores filmes de entretenimento do ano. Dono de 93% de aprovação dos críticos, a superprodução da DC (Warner) tem comando de James Gunn (Guardiões da Galáxia), um dos grandes nomes do gênero na atualidade. Os não escolados no universo de heróis de quadrinhos podem até lembrar que já ouviram este título antes no cinema, e não estão errados. É claro que todo o resto do mundo sabe muito bem o que foi Esquadrão Suicida (sem o uso do artigo “o”).

A badalação criada pelo novo filme de James Gunn já havia sido experimentada sobre o mesmo tema há exatos cinco anos no passado – ou seja, tempo insuficiente para criar uma nova geração. Lançado no início de agosto de 2016 (dia 4 no Brasil e 5 nos EUA em grande circuito), Esquadrão Suicida era a promessa de um verdadeiro fenômeno cultural pop. E em partes o foi. Mas não da maneira esperada. É seguro dizer que ninguém, nem os fãs, tampouco os envolvidos com o projeto esperavam o backlash (o famoso tiro pela culatra) que a produção sofreria após seu lançamento – primordialmente devido à incisivas críticas ruins dos maiores e mais prestigiados veículos especializados, que destroçaram o longa, por falta de palavra melhor.

Veja que disparidade: enquanto o novo O Esquadrão Suicida (de James Gunn) angariou os exemplares 96% de aprovação, seu predecessor, fazendo uso do mesmo material em mãos, amargou irrisórios 26% de aprovações com a mesma imprensa cinco anos antes. O que podemos perceber com isso não é a superioridade ou gênio de um cineasta sobre outro, mas sim o aprendizado de um grande estúdio como a Warner no que diz respeito à interferência na visão de um artista para sua obra. Cinco anos se passaram e a mesma Warner cedeu à pressão dos fãs por um Snydercut, a versão planejada por Zack Snyder para sua Liga da Justiça. E a empresa igualmente parece ter dado total liberdade ao diretor James Gunn, que também assina o roteiro, para que entregasse o filme que planejava.

É preciso ter em mente que há cinco anos, a Warner se via desesperada para engatar um universo cinematográfico nos moldes do que a Marvel vinha fazendo. Assim, todos os filmes da DC no período ficariam estigmatizados como produções esquizofrênicas mais preocupadas em tecer ligações entre seus filmes do que criar uma obra coerente com começo, meio e fim. A pressão embutida nos cineastas era tamanha que muitas vezes eles tinham seus filmes “sequestrados” pelos executivos, com profissionais chamados às pressas – e não envolvidos com a produção do filme – para dar seu pitaco e reeditar tais obras. Foi o caso com Esquadrão Suicida (2016), que teve sua versão final editada pela empresa Trailer Park, Inc., responsável pela edição do trailer do filme – aquele com a música do Queen que fez muito sucesso e despertou em todos o interesse imediato pelo produto.

O mundo é um lugar injusto, e no mundo do cinema a competição é visceral. Promessas e sonhos podem ser dilacerados instantaneamente. A carreira de um artista, hoje com o advento da mídia na ponta do dedo de cada espectador, pode ir pelo ralo com apenas um deslize. É devastador pensar no tempo e a dedicação que profissionais aplicam a uma determinada obra e quando o resultado surge, se não agradar é necessário encontrar alguém para culpar. David Ayer foi o diretor de Esquadrão Suicida (2016), então um cineasta estabelecido, tendo trabalhos badalados tanto como roteirista (Velozes e Furiosos / Dia de Treinamento) quanto na direção (Marcados para Morrer / Corações de Ferro).

O novo O Esquadrão Suicida (2021) se beneficiou em partes pelo hype comedido em relação ao longa, que nem de longe se compara ao que foi alcançado com o filme de Ayer em 2016. Há cinco anos, nada no estilo havia sido feito antes, com o filme então sendo o primeiro a se concentrar em vilões como protagonistas ao invés dos heróis. O tal trailer contendo a canção do Queen gerou mais visualizações, por exemplo, do que ambos do que era o maior filme da casa para aquele ano: Batman vs Superman, lançado em março de 2016. De fato, uma das promessas sobre Esquadrão Suicida é que iria fazer pelos personagens secundários da DC o que Guardiões da Galáxia havia feito pelos da Marvel dois anos antes. Ou seja, transformá-los em ícones pop. E aí está uma coincidente ligação com James Gunn.

É preciso levar em conta também que Esquadrão Suicida seguia a recepção mais do que morna que o citado Batman vs. Superman havia recebido da mídia especializada (com 28% de aprovação). Mesmo assim, bastava uma olhada no trailer do filme de Ayer para todos ganharem muita confiança em relação ao longa. Não existe uma pessoa sequer que não tenha sido “enganada” pela prévia mais legal dos últimos anos. O problema foi que depois de termos assistido ao filme, percebíamos que o trailer era mais interessante e melhor. O hype, no entanto, havia sido gerado bem antes, com a revelação do elenco, com a divulgação das imagens dos atores caracterizados como seus personagens. Esquadrão Suicida contou com um dos melhores grupos de atores dos últimos anos, daquele tipo que não acreditamos que tenham conseguido reunir tanta gente boa num único projeto.

Em especial quatro nomes chamavam muita atenção na frente das câmeras. Will Smith, um dos maiores astros de Hollywood, adentrava pela primeira vez nos chamados “filmes de super-heróis”, aceitando um papel que estava muito longe de personagens como Batman, Superman ou qualquer outra figura encapuzada famosa. No filme ele era o bandido Pistoleiro, vilão B da galeria da editora. Sua participação demonstrava a confiança do ator no projeto e numa dinâmica ensamble (termo usado para quando não temos apenas um protagonista dentro da história). Na cola de Smith chegava Margot Robbie, jovem atriz australiana que havia sido revelada como furacão em O Lobo de Wall Street (2013) e aqui repetia a dobradinha com Smith de Golpe Duplo (2015). Robbie ganhava o papel de sua carreira na pele da Arlequina.

Viola Davis já nesta época vinha sendo considerada uma grande intérprete de pura representatividade. Ela havia sido indicada ao Oscar por Histórias Cruzadas (2011), na TV era celebrada na série How to Get Away With Murder (2014-2020) e no mesmo ano ganharia o Oscar por Um Limite Entre Nós. Davis era a escolha perfeita para a fria e calculista Amanda Waller, chefe de uma agência secreta do governo. Fechando o quarteto principal, o excêntrico Jared Leto havia dado um tempo de sua carreira como ator até retornar para sua vitória no Oscar em Clube de Compras Dallas (2013). Sua performance e sua vitória no filme citado o levaram ao papel do psicopata Coringa, um dos maiores vilões da cultura pop. Do filme citado até Esquadrão Suicida foram mais três anos para o ator.

Algumas caracterizações acertaram o alvo, como a de Robbie e Davis, outras se tornaram escolhas duvidosas e controversas, como a de Leto. Seja como for, houve um incrível empenho de todos os atores envolvidos. Todos se entregaram aos papeis, aprendendo lutas, se exercitando, se desafiando, aprendendo a usar armas, técnicas de combate. Robbie aprendeu a andar no trapézio e técnicas de circo. Smith se dedicou com fuzileiros reais. Foram meses de estudos nos mais variados âmbitos da parte de todos os atores. Cara Delevingne, por exemplo, contratada para o papel da feiticeira Magia sem que existisse um roteiro ainda, foi recomendada pelo diretor que andasse nua à luz da lua e sentisse a lama em seus pés descalços – como forma de se preparar para a personagem. Coisa que a modelo e atriz levou à risca.

Margot Robbie aprendeu a arte da tatuagem, já que sua personagem tem o corpo coberto pelos desenhos na pele. O elenco se tornou tão unido que uma forte amizade surgiu entre eles, as fotos divulgadas e tudo que cercava a produção fazia questão de enfatizar este clima de camaradagem, como há muito não se via numa produção deste porte. Era a forma de todos atestarem um envolvimento genuíno além de seu contracheque ao fim do trabalho. A conexão foi tão forte, com o elenco acreditando tanto no projeto, que todos fizeram tatuagens (a maioria feita por Robbie) em seus corpos com os dizeres “SKWAD”, uma gíria na forma de escrever a palavra Esquadrão em inglês. É claro que os relatos mais polêmicos vieram do ator do método Leto que, entre outras coisas, incorporou a persona do Coringa, só queria ser chamado pelo personagem e enviou presentes para lá de bizarros (como ratos) para seus colegas de cena.

A pressão em relação ao projeto já acontecia antes de seu lançamento, com Margot Robbie admitindo ter recebido ameaças de morte por ter aceitado o papel, vindas da parte de “fãs” alucinados e ter percebido a partir daí a dimensão do projeto em que se envolvia. Com o lançamento do filme, a pressão foi outra, mais real e substancial. David Ayer escreveu algumas vezes de forma aberta em suas redes e para a mídia sobre a decepção de ter se dedicado tanto e sua obra não ter agradado. Ayer disse também que faria muitas coisas diferente se pudesse ter uma nova chance – grande parte do seu filme foi retalhada e a construção dos personagens (um número significativo em tela) terminou comprometida pelos cortes, com muitas cenas gravadas não utilizadas no produto final. Sendo o Coringa de Leto um dos que mais sofreram na versão que foi aos cinemas.

Esquadrão Suicida (2016) custou aos cofres da Warner US$175 milhões e recuperou quase tudo em seu fim de semana de estreia na América do Norte, com US$133 milhões em caixa. Foram US$325 milhões em bilheteria no seu território e US$746 milhões ao total no mundo – o que garantiu ao filme um sucesso financeiro. Junte a isso uma vitória no Oscar (na categoria de maquiagem), tornando o longa o quarto filme do subgênero a possuir tal honraria. Não deixa de ser um fato muito curioso Esquadrão Suicida ser o filme “odiado” mais bem sucedido dos últimos anos. O “fracasso”, porém, não passou despercebido pelos mesmos executivos que trataram de afastar Ayer do projeto Sereias de Gotham, seu próximo passo dentro deste universo.

Além de Ayer, um dos que mais sentiram o golpe foi o astro Will Smith, que tratou de se manter longe da continuação de Gunn (e deve estar arrependido agora). Entre mortos e feridos, Margot Robbie foi a que mais lucrou na história (isto é, desconsiderando as ameaças de morte). Arlequina a transformou uma estrela internacional aos 25 anos. A personagem (e Robbie) ganhou filme solo ano passado (Aves de Rapina) e novamente é chamariz em O Esquadrão Suicida (2021), além de ter se tornado, ela, o fenômeno pop que Esquadrão Suicida (2016) planejava ser. Todas as atenções no filme foram para a personagem e a atriz, garantindo extrema popularidade nas mais variadas mídias. Hoje, até quem não assistiu ao filme sabe da Arlequina.

David Ayer, cinco anos passados e com a poeira tendo baixado, começa a falar em sua versão do filme, querendo seguir pelo caminho do Snydercut. Agora com a propriedade nas mãos de outro cineasta, pode ser que o estúdio considere que esse “barco já partiu”. Isso é, a não ser que os fãs comessem a se mexer nesta direção.

‘Dead to Me’: Netflix lançará série de comédia sobrenatural

A Netflix lançará uma nova série original, a comédia sobrenatural ‘Dead to Me‘.

De Liz Feldman, Will Ferrell, Adam McKay e Jessica Elbaum, a comédia será “sobre uma poderosa amizade que floresce entre uma viúva em luto e um espírito livre com um segredo chocante.”

10 episódios foram encomendados para a 1ª temporada.

Ainda não há previsão para a estreia.

‘One Dollar’ é cancelada pela CBS All Access após uma temporada

A CBS All Access cancelou oficialmente ‘One Dollar‘ depois de apenas uma temporada.

A história acompanha uma nota de um dólar que muda de mãos e conecta um grupo de personagens envolvidos em um chocante assassinato de múltiplas pessoas. O caminho da nota de um dólar e o ponto de vista de cada episódio traçam o panorama de uma cidade americana moderna de profunda divisão de classe que se acentuam à medida que os segredos da cidade são revelados.

Nathaniel Martello-White, Philip Ettinger, Kirrilee Berger, Joshua Bitton, John Carroll Lynch, Christopher Denham, Níke Uche Kadri e Ashlie Atkinson estrelam.