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10 ÓTIMOS Filmes para assistir quando for tirar Férias

Uma das coisas que nós cinéfilos amamos é estarmos de férias e assim poder colocar em dia nossa lista de filmes que queremos assistir. Para ajudar você leitor que está nessa situação, segue abaixo uma lista bem legal com 10 ótimos filmes para assistir quando for tirar férias:

 

Terra Firme (Tem na Prime Video)

O longa é um sinal de alerta, uma crítica social aos confins da pobreza e consequentemente a fuga ilegal para uma nova terra com oportunidades. Na trama, uma família que vive numa ilha (que não existe nem no Mapa Mundi), enfrenta muita dificuldade quando resolvem ajudar imigrantes ilegais. A ética do mar é muito mais forte, para os envolvidos na trama, que qualquer lei de imigração.

 

Beira-Mar (Tem na HBO Max)

Na trama, acompanhamos o jovem Martin (Mateus Almada) que faz uma viagem ao litoral do Rio Grande do Sul para visitar parentes que não conhecia e leva com ele o seu melhor amigo Tomaz (Maurício José Barcellos). Após resolverem questões relacionadas a família do primeiro, os dois personagens isolam-se em uma linda e bela casa na beira da praia.

 

Gloria (Tem na Netflix)

Como viver intensamente quando o destino não dava nenhum sinal de felicidade? Em Gloria, acompanhamos a protagonista, que dá nome ao filme, em suas aventuras em busca da alegria de viver. Gloria em muitos momentos é forte, madura e adora buscar novas alternativas para alegrar seu cotidiano monótono. Mora em um prédio de classe média na capital chilena e sofre com os transtornos de seu vizinho que não a deixam dormir. Tem dois filhos do primeiro e único casamento com os quais tem uma relação carinhosa, porém distante. Sua vida começa a ganhar ares de felicidade quando conhece o dono de um parque de diversão chamado Rodolfo, um divorciado que vive com fortes laços com sua família. Se fosse uma música, ele seria sua orelha. Se fosse uma água, ele seria seu copo. Se fosse a luz, ele seria o olho. O amor nasce entre os dois personagens é digno de cinema. Se divertem juntos, conversam sobre diversas coisas e criam planos para que vivam o resto de suas vidas. Mas será que isso basta?

 

A Corte (Tem para aluguel no Youtube)

Integrante dos seletos filmes do Festival de Veneza, A Corte conta a história de um recluso e competente juiz, Michel Racine (Fabrice Luchini), que as vésperas de mais um júri popular, que deverá julgar um pai acusado de homicídio da filha, reencontra a enfermeira Ditte (Sidse Babett Knudsen), uma mulher com que o senhor juiz tem um passado de amor secreto e unilateral. Assim, ao longo dos intensos dias no tribunal Michel Recine precisará equilibrar toda sua emoção e continuar fazendo justiça.

 

Nunca mais Nevará (Tem no Telecine)

Na trama, conhecemos Zenia (Alec Utgoff), um jovem ucraniano que está na Polônia (não sabemos de maneira ilegal ou não) oferecendo seus serviços de massagem para um leque de famílias de um condomínio na Polônia. O personagem, bastante introspectivo e com dons no piano acaba virando um grande conselheiro e bastante querido por todos pelas suas ótimas sessões de massagens e energia que é levada de casa em casa. Por meio de lembranças curtas e noites mal dormidas, vemos conhecendo pouco a pouco esse intrigante personagem de poucas falas.

 

O Túnel (Tem para aluguel na Apple Tv)

Exibido no Festival de Locarno, O Túnel (Teo-neol) conta a história de um trabalhador chamado Jung-soo (Jung-woo Ha) que voltando para casa em seu carro acaba ficando entre escombros quando seu carro atravessava um túnel na Coréia do Sul que desaba com ele ainda lá dentro. Restando pouca bateria, consegue pedir socorro e uma equipe de salvamento tentará fazer de tudo para retirá-lo com vida dessa situação extremamente difícil.

 

Sem Perdão (Tem para aluguel na Apple Tv)

Na trama, conhecemos o consultor de imóveis Jacob (Nikolaj Coster-Waldau) que após uma noite de comemoração com sua esposa e um casal de amigos acaba avançando o sinal vermelho, causando um acidente com mortes. Chegando na prisão de segurança máxima, percebe que precisa se impor para sobreviver nesse ambiente hostil. Assim, aos poucos, acaba se transformando no violento Money, um dos cabeças de um grupo violento.

 

No Fim do Túnel (Tem para aluguel no Youtube)

Na trama, conhecemos o recluso Joaquín (Leonardo Sbaraglia), um homem que vive uma total depressão e que possui dívidas atrás dívidas. Joaquín vive em uma cadeira de rodas em uma casa de três andares e usa uma espécie de elevador para poder se locomover ao subsolo onde mantém uma rotina de trabalho ligado à eletrônica. Certo dia, bate em sua porta uma mulher chamada Berta (Clara Lago) e sua filha buscando moradia em uma das partes da casa que o protagonista colocou para alugar. Pouco tempo depois da chegada dessa misteriosa mulher em sua vida, Joaquín quase que por acaso descobre que criminosos estão cavando um túnel na casa ao lado e que esse túnel passa por baixo de sua casa. Em um ato desafiador e perigoso, o personagem principal resolve filmar e gravar as ações dos criminosos que antecedem o crime: invadir um banco que fica próximo ao lugar onde estão. Assim, após descobrir um grande segredo, resolve fazer de tudo para atrapalhar o plano dos bandidos.

 

A Salvação (Tem para aluguel no Youtube)

Na trama, voltamos ao ano de 1870 em uma América indefinida, naqueles tempos onde os vilões bigodudos dominavam as estradas de areia que andavam os cavalos. Assim, conhecemos o dinamarquês Jon (Mads Mikkelsen) que chegara há algum tempo na América junto a seu irmão e ambos conseguiram crescer em seus empreendimentos, permitindo a vinda da esposa de Jon e de único filho para a terra das oportunidades. Porém, assim que sua família chega, são assassinados brutalmente por um parente de um bandido local. Jon então parte em busca de vingança a qualquer preço.

 

O Novíssimo Testamento (Tem no Reserva Imovision)

Le Tout Nouveau Testament no original, conta a história de Deus (Benoît Poelvoorde), que, no imaginário mundo dos roteiristas deste projeto, é casado e tem uma filha. Ele está entediado e sua única e peculiar diversão é definir as consequências das atitudes das pessoas, criando situações irritantes para elas. Chateada com essas atitudes do pai, a filha de Deus invade o computador dele envia uma mensagem para os celulares de todas as pessoas na Terra dizendo quando casa uma delas vai morrer. Além disso, ela, com a ajuda do irmão J.C, resolve montar um novo testamento e corre atrás de discípulos na Terra. Assim, por conta de tudo isso e mais um pouco, Deus será obrigado a descer e tentar resolver a situação.

 

 

 

 

5 Filmes sobre AMORES Platônicos

Você já deve ter ouvido falar dessa expressão: amor platônico! Podendo ocorrer em qualquer fase da vida, sua definição é cheia de interpretações. Pode estar associada a algo inalcançável, até mesmo impossível. O termo surgiu em referência ao livro O Banquete, do filósofo grego da Antiguidade, Platão, onde surgem uma série de discursos sobre as práticas e maneiras de entender esse sentimento intenso chamado amor. Pensando nisso, resolvemos deixar abaixo uma lista bem legal com 5 filmes sobre amores platônicos:

 

O Jovem Caçador de Baleias

A realidade de alguns, longe de muitos. Exibido na Mostra de SP 2021, a Co-produção Rússia, Polônia, Bélgica, O Jovem Caçador de Baleias busca seus objetivos na sensibilidade dos porquês, nas inconsequências, que podem ser interpretadas como ato de coragem por alguns. As relações de um vilarejo no estreito de Bering (que liga os oceanos Pacífico e Ártico, entre a Rússia e os Estados Unidos) com a tão sonhada vida na América é marcada aqui pelo conflito emocional de uma paixão imaginária. Dirigido pelo cineasta russo Philipp Yuryev, O Jovem Caçador de Baleias é uma saga reflexiva sobre o universo globalizado.

 

The Lunchbox

Na curiosa história, conhecemos dois personagens que sofrem por amor, cada um à sua maneira. Saajan Fernandes (interpretado pelo excelente Irrfan Khan) é um homem solitário que está prestes a se aposentar depois de 35 anos na mesma empresa. Já Ila (Nimrat Kaur) é uma mulher que se sente muito sozinha, pois, é rejeitada pelo marido que a trai constantemente.  Quando um equívoco no sistema de entregas de refeições de Mumbai – os Dabbawallahs – acontece, todo almoço preparado por Ila para seu marido vai para Saajan. Assim, essas duas almas carentes por um grande novo amor, constroem juntos um mundo paralelo de amizade, carinho e afeto através de bilhetes deixados nas marmitas nas quais as comidas são entregues. Até que certo dia eles resolvem se conhecer pessoalmente.

 

O Efeito Aquático

Na trama, conhecemos o tímido Samir, um operador de guindaste que mora próximo de Paris e vive uma vida pacata. Certo dia, em um local da cidade avista a professora de natação Agathe, uma mulher forte e cheia de energia que conquista o coração de Samir logo à primeira vista. Para viver esse amor platônico e intenso, Samir resolve se matricular nas aulas de natação de Agathe (mesmo já sabendo nadar) para assim ir conhecendo melhor a personalidade da amada.

 

Encontros e Desencontros

Já um clássico da ótima filmografia da cineasta Sofia Coppola, Encontros e Desencontros nos mostra um ator norte-americano que está no outro lado do mundo, no Japão, para participar de um comercial. No mesmo hotel que ele, está uma jovem que está em viagem com o marido que a deixa sozinha quase sempre. Essas duas almas se encontram certa vez e seus destinos acabam interligados a partir desse momento.

 

Um Brinde à Amizade

Na trama, escrita e dirigida por Joe Swanberg, conhecemos Kate (Olivia Wilde) e Luke (Jake Johnson), dois grandes amigos que trabalham em uma fábrica de cerveja. Ambos estão em relacionamentos com seus respectivos namorados mas possuem uma cada vez mais evidente paixão platônica.

‘Velma’: Derivado de ‘Scooby-Doo’ é criticado por SEXUALIZAR adolescentes

Desde que a nova animação da ‘Velma‘ foi anunciada surgiram diversos comentários a respeito da proposta do show. Isso porque, além da personagem se identificar como lésbica, o spin-off da franquia ‘Scooby-Doo‘ teria uma proposta diferente e apostaria no público adulto, não indicado assim para menores.

A sinopse deixa claro: Esta releitura da franquia Scooby-Doo desvenda as origens misteriosas da Máquina de Mistérios – como visto através dos olhos da amada detetive de óculos Velma.

Mindy Kaling (‘The Office’), a criadora da série e também dubladora, fez a personagem com etnia alterada em relação à original – no novo título ela é sul-asiática.

Diversos comentários preconceituosos foram proferidos na época em relação a ideia do show, só que, dessa vez, segundo o site Decider, as recentes críticas apontam outras questões delicadas da obra, como a personalidade peculiar da protagonista e a forma do desenho sexualizar adolescentes.

Velma‘ apresenta diversos temas adultos e discute sexualidade, sendo por assim uma série para adultos, mas em uma cena, por exemplo, vemos um vestiário cheio de garotas do ensino médio, que estão todas nuas, exceto por algumas espumas estrategicamente colocadas, o que atraiu críticas por sexualizar adolescentes e fazer piadas de mau gosto, segundo aponta alguns espectadores.

Por sinal, uma dessas garotas usa o movimento #MeToo como uma piada e parece especialmente estranha para um programa que parece querer abraçar a diversidade e o feminismo. Algo que acabou pegando mal na indústria.

E você, o que está achando dessa nova série da HBO Max, tem curtido a nova proposta ou acha um tanto exagerada?

Confira o último trailer:

A série foi criada por Charlie Grandy.

A produção conta com as vozes de Mindy Kaling (Velma), Glenn Howerton (Fred), Sam Richardson (Salsicha) e Constance Wu (Daphne).

‘Ghostbusters 2’ NÃO terá retorno do diretor Jason Reitman; Saiba quem vai comandar!

De acordo com o Deadline, Gil Kenan (‘A Casa Monstro’) foi contratado para dirigir a sequência de ‘Ghostbusters: Mais Além‘.

Além disso, foi confirmado que Paul Rudd e Carrie Coon irão reprisar seus papéis no novo filme. Finn WolfhardErnie Hudson também vão retornar.

As filmagens começam nos próximos dias.

Anteriormente, a atriz Mckenna Grace (‘Annabelle 3: De Volta para Casa’) já havia confirmado que irá retornar na sequência.

“Eu tenho perturbado constantemente o diretor Jason Reitman para saber como será a história da sequência. Não faço ideia qual será a direção que ele vai seguir. Mas, se eu soubesse, estaria sentada aqui dizendo ‘Não sei, estou muito ansiosa’. Eu só estou animada para retornar para o segundo filme.”

Ela completa, “Estou ansiosa para interpretar a Phoebe novamente.”

A sequência será lançada nos cinemas em 20 de dezembro de 2023.

Jason Reitman, diretor do filme anterior, servirá como produtor ao lado de Kenan e Jason Blumenfeld.

Reitman havia expressado seu desejo em trazer novos talentos para a franquia:

“Nós queríamos fazer um filme que abrisse esse universo para todo o tipo de histórias. Eu quero ver filmes dos ‘Ghostbusters’ feitos por todos os meus diretores favoritos e espero que esse filme dê essa oportunidade a eles.”

Sucesso nos cinemas, ‘Ghostbusters: Mais Além‘ arrecadou mais de US$ 200 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica:

Crítica | Ghostbusters: Mais Além é a Sequência PERFEITA que a franquia merecia!

Esposa de Elvis Presley revela o que o Rei do Rock iria achar do filme de Austin Butler

A cinebiografia de ‘Elvis’ Presley, o Rei do Rock, conquistou 77% de aprovação dos críticos e o protagonista Austin Butler colecionou elogios por conta de sua performance, tanto na dança quanto na voz.

Antes de morrer, Lisa Marie Presley, filha do cantor, disse que “comeria o próprio pé” se Butler não receber um Oscar por sua interpretação, afirmando que o ator atribuiu precisão e respeito à imagem de Elvis.

Além dela, a esposa de Elvis, Priscilla, também exaltou o trabalho do astro.

Em entrevista para o Deadline, o diretor Baz Luhrmann disse que recebeu uma carta de Priscilla dizendo o que ela acredita que seu marido teria achado da performance de Butler.

“Não vou compartilhar tudo o que ela escreveu, mas a principal coisa que ela disse foi: ‘Toda a minha vida tive que aturar pessoas que se faziam passar por meu marido, e não sei como aquele menino conseguiu fazer isso tão bem, mas cada movimento, cada piscada… Se meu marido estivesse aqui, ele diria: ‘Caramba, você sou eu.'”

Vale lembrar que tentar reproduzir uma das vozes mais marcantes de todos os tempos e que embalou diversas canções de amor entre os anos 50 e 70 não foi uma tarefa nada fácil.

Quando a produção foi pausada em 2020 por conta da pandemia do Coronavírus, Butler disse à GQ que mergulhou em uma extensa pesquisa sobre Elvis, transformando seu apartamento em uma espécie de santuário dedicado ao cantor.

No entanto, por mais que estivesse por dentro da vida e da carreira do músico, ele ainda não tinha adquirido suas expressões corporais e nem seu modo de cantar, que era a parte mais essencial do trabalho, obviamente.

Ao revelar um pouco mais sobre como a experiência foi cansativa, ele se lembrou de um dia em que voltou chorando para casa depois de ter sido humilhado pelo diretor Baz Luhrmann e um grupo de executivos da Warner Bros em seu primeiro dia no estúdio de gravação.

Mesmo assim, Butler deixa claro que foi tudo em nome da arte, já que o cineasta queria mostrar a ele como era desafiador ser um cantor em ascensão, tentando lidar com o assédio do público e com a pressão dos empresários.

“Quando eu estava no meu primeiro dia no estúdio de gravação, Baz queria que eu chegasse o mais perto possível de me apresentar”, disse Austin à VMAN. “Ele chamou todos os executivos da RCA para em verem e disse: ‘Eu quero que todos vocês se sentem de frente para Austin‘, em seguida pediu a eles para me atrapalharem, me interrompendo e me maltratando. E eu fiquei lá enquanto eles tiravam sarro de mim enquanto eu tentava me concentrar no que eu cantava.”

Ele continuou:

“Foi difícil! Eu voltei para casa chorando naquele dia. Mas me fez sentir um pouco do que Elvis sentiu quando subiu ao palco pela primeira vez.”

Por falar nisso, Luhrmann já é conhecido por extrapolar em seus métodos de direção, e Butler revelou até mesmo Leonardo DiCaprio o avisou para não se assustar com o diretor depois que ele conseguiu o papel.

Para quem não sabe, DiCaprio já havia trabalhado com Luhrmann em ‘Romeu + Julieta’ (1996) e em ‘O Grande Gatsby (2013).

“Leo veio falar comigo depois que ele soube [que eu tinha ganhado o papel] e me disse: ‘Baz vai te forçar de maneiras que você não sabia que alguém seria capaz de fazer, ele vai tentar te desequilibrar só para saber se você consegue se manter em equilíbrio.”

Mas, felizmente, Austin foi capaz de superar as intensas condições de trabalho, e o próprio Luhrmann vem fazendo questão de exaltar seu talento.

O longa conquistou 78% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes  e recebeu nota A- do público no CinemaScore.

Crítica | Austin Butler brilha na frenética cinebiografia ‘Elvis’, de Baz Luhrmann

Dirigido por Baz Luhrmann (‘Moulin Rouge’), o filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (DeJonge).

O elenco também conta com Tom HanksOlivia DeJonge, Dacre MontgomeryNatasha Bassett, Xavier Samuel, Richard Roxburgh, Ellen Thomson, Kate Mulvany, Charles Grounds, Josh McConville, Adam Dunn, Leon Ford e Gareth Davies.  

O casal Presley seria vivido originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, que acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do Coronavírus.

‘A Lenda de Vox Machina’: 2ª temporada da animação ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

O Prime Video divulgou um novo cartaz oficial da 2ª temporada de ‘A Lenda de Vox Machina‘, série animada adulta inspirada no clássico jogo ‘Dungeons & Dragons‘.

Os novos episódios têm estreia marcada para o dia 20 de janeiro de 2023 na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer:

Lembrando que a produção já foi renovada para a 3ª temporada.

A trama acompanha o grupo de desajustados Vox Machina, um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.

A série foi criada por Matthew Mercer, que também estrela a produção.

A produção ainda conta com as vozes de Ashley JohnsonTravis WillinghamLaura BaileyLiam O’BrienTaliesin JaffeMarisha RaySam Riegel.

Festival GRLS! 2023 | ANAVITÓRIA, Majur e Lexa são confirmadas no evento

A organização do Festival GRLS! anunciou três novas atrações para a próxima edição do evento: ANAVITÓRIAMajurLexa.

O trio se junta a diversas outras artistas já confirmadas, incluindo TinasheSandyLudmillaJojoAlcioneMargareth Menezes e mais.

Além disso, foi revelado o line-up por dia do festival.

Confira:

Lembrando que as vendas já começaram. Confira mais detalhes aqui!

O evento ocorre nos dias 04 e 05 de março, em São Paulo.

Nas redes sociais, a produção emitiu uma declaração oficial:

“A hora do reencontro é sempre a mais especial. Para os que já me conhecem, quero dizer que os dias que passamos juntos em 2020 foram muito especiais e estarão para sempre na memória como os melhores daquele ano. Para os que ainda não me conhecem, existo para amplificar o trabalho de mulheres e suas mensagens, suas visões de mundo, suas vozes. Inspirar a indústria da música e do entretenimento na busca pela igualdade, diversidade e inclusão. Potencializar conversas e estimular conexões. Um espaço para reflexão, inspiração e transformação com protagonismo feminino”.

A primeira edição do festival ocorreu em março de 2020 e trouxe diversas atrações musicais nacionais e internacionais, incluindo IZA, Linn da Quebrada, Ludmilla, Gaby Amarantos, Little Mix e a icônica rainha do dance Kylie Minogue.

CinePOP teve o prazer de participar do evento – e você pode relembrar nossa cobertura clicando aqui.

Fique ligado para mais informações!

‘Shazam!’: Elogiado filme com Zachary Levi estreia no Prime Video!

Shazam!‘, elogiado filme de super-heróis estrelado por Zachary Levi, já está disponível no Prime Video.

A produção foi lançada no último dia 13 de janeiro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

O filme foi dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam’).

Billy Batson (Asher Angel) tem apenas 14 anos de idade, mas recebeu de um antigo mago o dom de se transformar num super-herói adulto chamado Shazam (Zachary Levi). Ao gritar a palavra SHAZAM!, o adolescente se transforma nessa sua poderosa versão adulta para se divertir e testar suas habilidades. Contudo, ele precisa aprender a controlar seus poderes para enfrentar o malvado Dr. Thaddeus Sivana (Mark Strong).

Jack Dylan GrazerDjimon Hounsou também fizeram parte do elenco.

Sucesso de crítica e de bilheteira, o longa arrecadou US$ 366 milhões mundialmente. O segundo filme será lançado nos cinemas brasileiros no dia 29 de dezembro de 2022.

‘Hunters’: Prime Video divulga resumão da 1ª temporada antes da estreia dos novos episódios; Assista!

A 2ª (e última) temporada da adorada série Hunters chega em breve ao Prime Video.

Enquanto os novos episódios não estreiam, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional fazendo um grande resumão do ciclo de estreia.

Confira:

A temporada final estreará oficialmente no dia 13 de janeiro.

Sobre o última temporada, o criador David Weil revelou que deseja reparar a frustração por Adolf Hitler nunca ter respondido pelos seus crimes contra a humanidade: “‘Hunters’ é uma série sobre catarse, sobre empoderamento e sobre a realização de desejos para crianças judias como eu, que cresceram querendo recuperar o poder. Eu espero que a segunda temporada seja a conclusão que merecemos.”

Vale lembrar que Udo Kier (‘The Kingdom’) interpretará Hitler na segunda temporada.

A série tem produção executiva de Jordan Peele (‘Corra!‘ e ‘Nós‘).

A trama segue um grupo diversificado de caçadores de nazistas em 1977, na cidade de Nova York. Os Caçadores, como são conhecidos, descobriram que centenas de oficiais nazistas de alto escalão estão vivendo entre nós e conspirando para criar um Quarto Reich nos EUA. A equipe eclética dos Caçadores partirá em uma sangrenta busca para levar os nazistas à justiça e frustrar seus novos planos genocidas.

O elenco ainda conta com Logan Lerman, Kate Mulvany, Tiffany Boone, Carol Kane, Saul Rubinek, Josh Radnor, Louis Ozawa, Jerrika Hinton, Greg Austin, Dylan Baker e Lena Olin.

‘Somebody I Used to Know’: Comédia romântica dirigida por Dave Franco ganha trailer oficial e data de estreia

Prime Video divulgou recentemente o trailer oficial de Somebody I Used to Know, nova comédia romântica de Dave Franco.

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 10 de fevereiro.

Confira:

Alison BrieJay EllisKiersey Clemons estrelam, com Brie co-escrevendo o roteiro ao lado de Franco.

A história é centrada em uma workaholic (Brie) que, em uma viagem para sua cidade natal, passa uma noite se lembrando do ex-namorado, Sean (Ellis) e se questionando sobre todas as escolhas da vida e sobre a pessoa que se tornou. As coisas ficam mais confusas quando ela conhece Cassidy (Clemons), uma jovem mulher que a lembra de um passado que não voltará mais.

Marty Bowen, Wyck Godfrey, Isaac Klausner, Ben Stillman, Leigh Kittay e Michael Heimler entram como produtores.

“Alison e eu amamos comédias românticas e fomos inspirados pelos clássicos dos anos 1980 e 1990”, Franco comentou, em uma declaração oficial. “Não poderíamos estar mais animados em trabalhar com Jay e Kiersey, que são performers extremamente naturais, capazes de trazer leveza e drama em medidas iguais. E estamos honrados em ter fechado parceria com a Amazon Studios, que tem sido incrivelmente motivadora em nos ajudar a trazer o projeto a vida”.

Franco fez sua estreia como diretor com o thriller Vigiados, também estrelado por Brie e por nomes como Dan Stevens Sheila Vand. O longa, que ganhou elogios por parte da crítica especializada e conquistou 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, contou a história de dois casais em um retiro à beira-mar que começam a suspeitar que o dono da casa, aparentemente perfeita, pode estar espionando-os.

‘Kung Fu Panda: O Cavaleiro Dragão’: 2ª temporada da série animada já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada de ‘Kung Fu Panda: O Cavaleiro Dragão’, série animada baseada na aclamada trilogia da DreamWorks, já chegou à Netflix.

Os episódios foram lançados na plataforma de streaming no último dia 12 de janeiro.

Jack Black retorna para o papel do urso panda Po, enquanto a cantora e atriz Rita Ora interpreta a Lâmina Andarilha.

A nova produção acompanhará a tour culinária de Po na China, quando ele é erroneamente acusado de mau uso de armas mágicas. Para limpar seu nome, Po terá que se unir com o cavaleiro britânico para embarcar em uma jornada épica.

A DreamWorks Animation desenvolveu a série animada, que conta com Peter Hastings, Shaunt Nigoghossian, Chris Amick e Ben Mekler como produtores executivos.

Artigo | Relembrando ‘Paddington 2’, uma das melhores sequências da história do cinema

O que esperar de um filme cujo personagem principal é um pequeno e muito fofo urso pardo que vai morar em uma vizinhança habitada pelos atores e atrizes mais versáteis da indústria do entretenimento britânica? Exatamente aquilo que tal escopo nos leva a imaginar: uma narrativa satisfatória, agradável e que, ao final do dia, nos faz refletir sobre as pequenas coisas que tornam o nosso cotidiano mais feliz. E bom, se a história original já se tornou um sucesso tanto de crítica quanto de público, só posso dizer que As Aventuras de Paddington 2’ é uma sequência digna e que mantém o ritmo otimista que nos foi apresentado no predecessor de forma muito minimalista e aplaudível.

O protagonista titular retorna às telonas neste ano para mais uma de suas aventuras – e o inocente e muito bem antropomorfizado animal tem como principal objetivo encontrar o presente perfeito para o centésimo aniversário de sua Tia Lucy (Imelda Staunton), a qual o resgatou de uma trágica morte quando era apenas um filhotinho. Agora, residindo em Londres, mais precisamente na casa da cômica e adorável família Brown, ele receberá sua “musa inspiradora” e precisa fazer com que essa viagem valha a pena demonstrando todo o seu amor. Mas não espere que Paddington (marcando o retorno do carismático Hugh Bonneville à franquia) se renda às ostentações e às superficialidades de roupas de marca, perfumes caríssimos ou qualquer coisa do tipo; ele busca sim por algo singelo e marcante, como um poema, uma história – ou até mesmo um escondido livro pop-up escondido em meio às inúmeras tralhas de uma loja de antiguidades.

Desde o início do primeiro ato, somos apresentados a uma narrativa que definitivamente não segue o mesmo padrão dos filmes de gênero. Ao invés de nos apresentar a um núcleo familiar conturbado e que mantém esse padrão até a grande reviravolta do terceiro ato, toda a atmosfera é propositalmente otimista, como forma de nos direcionar aos clássicos contos de fada e até mesmo às histórias da carochinha que ouvíamos quando criança. Por mais que os obstáculos existam, eles em momento algum são perigosos ou frutos de um acontecimento ocasional, mas resgatam situações prováveis que ocorrem de jeitos cômicos e aventureiros – por mais bobos que possam parecer à prima-vista. Sem sombra de dúvida, todo o conjunto do produto final é o que realmente vale a pena e o que o torna uma obra belíssima, ainda que com seus aparentes, porém ignoráveis, deslizes.

Paddington é como qualquer vizinho que você possa conhecer; ele tem uma rotina, ele trabalha, ele tem desejos e comete erros – mas aqui, a principal fonte de envolvência que a trama emana é utilizar sua inocência e seu altruísmo e esperança em relação a todos com quem convive como base para quebras de expectativa que nos fazem rir e torcer para que as coisas deem certo no final das coisas. Há uma sequência, na verdade a principal que dá continuidade à sua futura jornada, em que ele acaba causando um erro irreversível no couro cabeludo de um cliente e perde seu emprego; tal acontecimento faz com que sua família o leve para um circo próximo, onde conhecem o ator e ilusionista Phoenix Buchanan (Hugh Grant) e, após conversar com ele pessoalmente, acaba revelando quais são seus planos para o aniversário da Tia.

Acontece que o livro que deseja comprar é a chave para descobrir um tesouro de uma contorcionista assassinada há muito tempo e que se perdeu conforme os anos passaram. Sabe-se que a fortuna escondida tem suas pistas escondidas nas páginas do romance e que, caso caiam em mãos erradas, podem ser utilizadas não como forma de garantir o legado da artista em questão, mas sim para outros propósitos. Logo, Phoenix, com a mente ambiciosa que possui, acaba utilizando um de seus vários disfarces para roubar o pop-up e incriminar o urso, que eventualmente é pego pelos policiais e mandado para a prisão local.

O ápice do longa-metragem não é sua história, por mais comovente e completa que seja: com a chegada do último ato, Paul King e Simon Farnaby parecem se perder com a ordem de resolução dos eventos e prezam muito mais por uma estética que remonte ao gênero de ação e aventura em detrimento de algo mais original – temos até mesmo a insurgência da possível morte do protagonista e de sua ressurreição final por meio de forças externas. Mas toda a sua estética definitivamente rouba a atenção, principalmente pela montagem, que preza por flashbacks bem posicionados e cortes paralelos fluidos e que permitem o entrelace entre cenas divergentes entre si. King também entra como diretor do projeto e sua visão logo nos remonta a outros cineastas de grande peso dentro do cenário cinematográfico.

É quase impossível não realizar comparações entre Paddington 2’ e ‘O Grande Hotel Budapeste’. Desde sua narrativa rocambolesca e com núcleos narrativos bem definidos até o uso excessivo de enquadramentos simétricos e que permanecem na linha do horizonte, o filme pode não alcançar a mesma maestria, mas sem sombra de dúvida funciona como uma boa e comedida homenagem. O uso de tons pasteurizados também é muito bem-vindo, principalmente quando todo o foco da trama volta-se para dentro da prisão, onde o protagonista se encontra com o caricato e ao mesmo tempo complexo cozinheiro Knuckles McGinty (Brendan Gleeson). Aqui, a opção por tons como vermelho, rosa, laranja e seus derivados entra em constante choque com a atmosfera que uma facilidade carcerária normalmente deveria nos passar – e mais uma vez, nos recordamos da irreverência com a qual Wes Anderson trabalha magnificamente em sua obra.

Além de Gleeson, Sally Hawkins também tem os seus momentos de glória, principalmente quando em conjunto a Hugh Bonneville. Os dois interpretam a Sra. e o Sr. Brown, um casal diferente de todos que conhecemos e que nutrem uma paixão indescritível tanto por seu “filho adotivo” quanto pelas pessoas que os cercam. King sabe dosar muito bem o tempo de cena de cada um dos personagens quando em relação ao papel que ocupam dentro do arco principal, e não é nenhuma surpresa que a Sra. Brown e Paddington tenham momentos de pura comédia e também de um melodrama que se faz necessário dentro dos limites impostos pelo filme.

As Aventuras de Paddington 2’ é uma obra que nos faz pensar em ser pessoas melhores. Funcionando tão bem quanto a obra original, tudo aqui se encaixa quase perfeitamente, ainda que não se preocupe de forma mais endossada no tocante à narrativa; definitivamente, esta é uma daquelas histórias que beiram o impossível e que, mesmo assim, conversam com a nossa própria realidade em diversos níveis.

‘Titanic’: Fãs fazem piadas com ERRO BIZARRO no pôster de relançamento do filme; Confira!

Poucos filmes conseguiram o status lendário que Titanic, épico romântico escrito e dirigido por James Cameron.

Estrelado por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, o longa conta a história de amor do improvável casal Jack e Rose durante a fatídica viagem do transatlântico que naufragou após colidir contra um iceberg.

Mais de 25 anos após seu recorde de bilheteria, o filme estará voltando aos cinemas em 09 de fevereiro, desta vez em 3D, 4K e HDR, assim como aconteceu com o recente relançamento de ‘Avatar’.

No entanto, a equipe de marketing foi bastante descuida na hora de editar o pôster para promover o relançamento, deixando Winslet com um penteado bem incomum.

Nas redes sociais, o descuido não passou despercebido pelos internautas, que começaram a fazer piadas e até comparando o visual ao penteado do humorista Adamastor Pitaco, que de um lado é liso e do outro encaracolado.

Confira as reações:

Confira o trailer e cartaz do relançamento:

Aclamado pela crítica, o longa-metragem fez um estrondo de bilheteria, dominando o topo das produções mais bem-sucedidas de todos os tempos até ser destronado por ‘Avatar’ (também de Cameron), tornando-se o primeiro filme a ultrapassar a marca de US$1 bilhão mundialmente e estacionando com nada menos que US$2,2 bilhões. Como se não bastasse, Titanic conquistou 11 estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, e permanece como o mais condecorado da premiação ao lado de ‘A Malvada’ (1950) e ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’ (2003).

Para celebrar seu futuro relançamento, o CinePOP separou uma lista com algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

  • As cenas ambientadas em 2012 (que englobam todo o filme, com exceção das cenas no presente e nos créditos de abertura e encerramento) têm um total de 2 horas e 40 minutos, o exato tempo que o Titanic levou para afundar por completo. Além disso, a colisão com o iceberg levou 37 segundos – mesmo tempo da cena de colisão no longa.
  • Durante a cena em que a água invade a sala da Grande Escadaria, os realizadores tiveram apenas uma tomada para rodá-la, visto que o cenário e a mobília seriam totalmente destruídos.

  • As mãos que desenham Rose não são de DiCaprio, mas sim de Cameron. Na pós-produção, Cameron, que é canhoto, espelhou a imagem para que o artista parecesse se destro, como DiCaprio.
  • Cameron fez 12 mergulhos para o verdadeiro Titanic e comentou que a experiência foi muito emocionante e de tirar o fôlego. Durante sua primeira viagem, ele estava tão focado que conseguiu rodar todas as tomadas que queria; entretanto, quando voltou à superfície, ele desabou em lágrimas depois de perceber a magnitude da tragédia histórica que havia presenciado. Eventualmente, ele passou mais tempo com o transatlântico do que os passageiros.
  • Quando Jack está se preparando para desenhar Rose, ele diz a ela: “ali na cama… No sofá”. A fala original dizia “deite no sofá”, mas DiCaprio cometeu um deslize e Cameron adorou como ficou, deixando a sequência no corte final.

  • Alegadamente, Cameron conversou com cada um dos extras (aproximadamente 150 pessoas) e deu a eles nomes e backstories de passageiros do Titanic para adotarem e encarnarem na obra.
  • Cameron estava decidido a não incluir qualquer canção no filme, nem mesmo nos créditos finais, visto que não acreditava que elas seriam uma boa adição ao tom da obra. O compositor James Horner, todavia, estava lutando para terminar o longa de forma emocionante e secretamente se encontrou com o liricista Will Jennings e a cantora Céline Dion para escrever “My Heart Will Go On”, utilizando o tema musical central do filme como melodia. Cameron acabou adorando a música e a manteve no final. O resultado? A faixa levou para casa o Oscar de Melhor Canção Original.
  • Indicada à categoria de Melhor Atriz Coadjuvante aos 87 anos, Gloria Stuart, que viveu a versão mais velha de Rose, se tornou a pessoa mais velha a ser nomeada a um Oscar. Stuart carregou esse recorde por dezenove anos, até Christopher Plummer ser indicado a Melhor Ator Coadjuvante, aos 88.

  • Uma recente investigação mostou que, caso o Titanic divesse colidido com o iceberg de frente, não teria afundado. Apesar de sofrer vários danos, o transatlântico não teria naufragado e chegaria à cidade de Nova York com um ou dois dias de atraso.
  • Johnny Depp havia sido considerado para o papel de Jack e até mesmo recebeu uma oferta. Porém, o ator recusou o projeto e, até hoje, considera um dos maiores arrependimentos de sua carreira.

10 curiosidades de ‘Karatê Kid: A Hora da Verdade’, o início de uma das franquias mais famosas da Cultura Pop

Sucesso dos anos 80, o primeiro Karatê Kid se tornou um daqueles fenômenos atemporais. Com direito a sequências e um revival recente com a série Cobra Kai, a franquia está mais em alta do que nunca. Pensando nesse sucesso todo, o CinePOP separou 10 curiosidades sobre o primeiro filme. Confira!

 

Inspiração

A ideia para fazer o filme veio de uma forma inesperada. O produtor do filme, Jerry Weintraub, viu uma reportagem sobre um garoto magrelinho que era vítima de bullying na escola, mas conseguiu dar a volta por cima e se tornou mestre de artes marciais.

Sequência

Uma das maiores curiosidades sobre os bastidores desse filme é que ele foi gravado em ordem cronológica. Ou seja, as cenas foram filmadas na sequência correta que foi montado o filme. Isso praticamente nunca acontece nos cinemas, já que há conflitos de agenda, aluguel de estúdios e permissões de filmagem em lugares que não costumam permitir que sejam gravados assim.

Oscar

O ator Pat Morita, que interpreta o Sr. Miyagi, recebeu uma surpreendente indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu trabalho em Karatê Kid. Para o diretor do filme, a indicação só aconteceu por conta da sequência em que o Sr. Miyagi fica bêbado, sequência que quase foi cortada pelo estúdio.

Designer

O icônico logo do quimono que o Daniel LaRusso usa no torneio final do filme, e que agora foi resgatado pela série Cobra Kai, foi criado pelo próprio Pat Morita. Ele se inspirou nos bonsais que seu personagem cuidava no filme.

Dublê inspirador

A inspiração para a criação do Sr. Miyagi foi o mestre japonês de Karatê, Fumio Demura. Para trazer veracidade ao personagem, eles convidaram o próprio mestre para ser dublê de Pat Morita nas cenas de ação. No entanto, a dupla conviveu tanto que o Fumio acabou dando conselhos para Pat, que praticamente copiou os trejeitos e ensinamentos do mestre.


Zabka

Ao contrário do que dizem alguns boatos, o ator William Zabka não sabia karatê quando foi escalado para o filme. Ele tinha conhecimento de luta por conta da luta greco-romana. Mas acabou que deu tudo certo, já que, segundo o próprio Zabka, até o lançamento de Cobra Kai, tinha gente que encontrava ele na rua e o desafiava para uma luta, de tanta raiva que ficaram do coitado do Johnny Lawrence.

Novinho

Apesar de interpretar um personagem no auge da adolescência, quando foi escalado para viver Daniel LaRusso, o ator Ralph Macchio tinha assustadores 22 anos de idade. No entanto, ele tinha essa carinha de criança, que fez com que até mesmo membros da produção achassem que ele estava mentindo sua idade. Essa idade mais avançada se tornou um problema nas continuações da saga.

Machucou

Na sequência da luta do Halloween, Daniel LaRusso recebe uma série de chutes giratórios desferidos por Johnny Lawrence, até que o Sr. Miyagi aparece e desce a porrada nas crianças. Pois bem, o último chute que LaRusso leva antes da entrada em cena do Miyagi acertou o ator Ralph Macchio de verdade. Inclusive, machucou bastante.

 

Valeu a pena

O Ford Super De Luxe amarelo de 1948 que Daniel fica encerando para treinar os movimentos ensinados pelo Sr. Miyagi acabou sendo dado de presente para o personagem. O interessante é que a produção repetiu o gesto e deu o carro como recordação para Ralph Macchio, que tem o carro funcionando até hoje, como visto em Cobra Kai.

Sucesso 

Além de ser um sucesso de crítica e bilheteria em 1984, Karatê Kid: A Hora da Verdade conseguiu outra marca expressiva no ano seguinte: ele se tornou o filme mais alugado de 1985, aumentando ainda mais o sucesso comercial do longa e dando força para a realização da sequência.

Karatê Kid: A Hora da Verdade está disponível na Netflix.

Matt Reeves promete que ‘Batman 2’ não vai repetir erro comum nos filmes de heróis; Entenda!

Quando um filme de herói gera uma sequência, é muito comum que os vilões ganhem mais espaço que os protagonistas.

Isso porque o filme de estreia serve como uma apresentação de origem do herói, enquanto as sequências tendem a dar mais espaço aos novos personagens para que o público possa conhecê-los melhor.

No entanto, isso acaba atrapalhando o desenvolvimento do protagonista… Um erro que não deve acontecer em ‘Batman 2‘.

Durante uma entrevista para o Collider, o diretor Matt Reeves disse que:

“Para mim, Rob é muito especial no papel. Meu objetivo sempre foi fazer essas histórias de ponto de vista que permitem que o herói seja sempre o centro emocional da história. Muitas vezes, o que acontece é que, depois de fazer o primeiro, de repente, outros personagens da galeria de vilões aparecem e eles meio que assumem o controle, e então o protagonista fica em segundo plano em termos de desenvolvimento ou emocionalmente.”

No original, a trama mostra um Bruce Wayne recluso, que evolui de uma misterioa e temida criatura da noite para um símbolo de esperança numa Gotham City aterrorizada pela cruzada do Charada (Paul Dano) contra a elite.

Sendo assim, é mais do que natural explorar como Wayne vai encarar e lidar com o novo status que o Batman adquiriu no desfecho do longa.

Por enquanto, os detalhes do próximo filme estão sendo mantidos na Batcaverna. Ainda não está claro se a sequência contará com o Coringa, o clássico inimigo de Batman provocado nos momentos finais do filme de Reeves e interpretado por Barry Keoghan.

A notícia chega após o diretor assinar um acordo de exclusividade com a Warner Bros. Discovery.

Reeves e sua produtora 6th & Idaho já tinham um contrato de exclusividade com a Netflix. No entanto, depois de dirigir Batman e trabalhar em Batman 2 e O Pinguim, faz sentido mover seu foco diretamente para a Warner Bros.

Além da série do Pinguim, uma derivada sobre o Asilo Arkham vai explorar o passado do Coringa.

Em entrevista para o portal, Reeves foi questionado sobre a importância do personagem em seu Batverso, ao que ele respondeu:

“Pode haver respostas [sobre o passado dele]… Há coisas que estou muito interessado em fazer com a série do Arkham para a HBO Max. Há coisas sobre as quais conversamos nos bastidores. Então é muito possível [que ele esteja na série]. Também não é impossível que haja alguma história que remonte ao passado dele até o que vimos [em ‘Batman’].”

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Batman‘ está disponível na HBO Max.

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‘Deadpool 3’: Ryan Reynolds explica qual é a maior dificuldade em fazer o filme; Confira!

Ryan Reynolds já está trabalhando no 3º filme do Deadpool, que vai marca a estreia do Mutante tagarela no MCU.

Dirigido por Shawn Levy (‘O Projeto Adam’), o longa também vai contar com Hugh Jackman, reprisando seu papel como Wolverine.

Por falar nisso, Reynolds comentou sobre a dificuldade de trazer dois personagens tão icônicos para um mesmo filme pela primeira vez.

Conversando com o The Wrap (via Yahoo!), ele disse que:

“Esse filme é uma caminhada na corda bamba. Quero dizer, a maioria desses filmes é sempre uma caminhada na corda bamba. Porém, neste caso, você tem o encontro entre dois personagens bastante icônicos que existem no Universo Auxiliar da Marvel – Agora estamos no Universo Cinematográfico da Marvel. A parte mais difícil disso tudo é encontrar uma maneira de fazer jus aos dois personagens sem perder a autenticidade de ambos. Acho que eles são dois personagens deslocados que podem dar certo quando estão juntos.”

Anteriormente, Jackman conversou com a People e fez novos comentários sobre sua decisão de retornar como Wolverine.

Além de argumentar que “socar Ryan Reynolds foi um dos principais motivos”, ele também disse que o longa lhe dará a oportunidade de fazer algo que nunca fez antes na pele do mutante.

“Quando fico pensando em mim e em Ryan, como Wolverine e Deadpool, que são rivais clássicos dos quadrinhos, há também uma dinâmica que nunca tive antes enquanto interpretei o Wolverine. Eu apenas pensei: ‘Isso vai ser divertido. Vou fazer algo que nunca fiz antes. Mal posso esperar’.”

Lembrando que ‘Deadpool 3‘ será lançado em novembro de 2024 e, embora isso pareça muito distante, a produção do filme vai começar em breve.

O roteiro fica a cargo de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

10 razões para assistir Abbott Elementary, a série de comédia da Disney mais elogiada e premiada do momento

ABBOTT ELEMENTARY - KEY ART (ABC/)

Abbott Elementary chegou de fininho no Brasil, sem chamar muita atenção na plataforma de streaming Star+. Mas seu indiscutível sucesso nos Estados Unidos e suas recentes vitórias nas principais premiações estão gradativamente mudando esse quadro.

Acompanhando um grupo de professores de uma conturbada escola pública da cidade de Filadélfia, a original da emissora ABC/Hulu tem muito a ver com a realidade brasileira e mostra, com muito bom humor e idealismo, como é possível vencer os desafios do descaso público através do amor pela profissão.

E se você ainda não foi convencido de que essa pode ser sua nova série de comédia favorita, separamos 10 motivos para te encorajar a assistir Abbott Elementary. Confira!

Formato mockumentary

O subgênero de pseudo documentário (mockumentary) é uma excelente forma de subverter a comédia, fazendo do sarcasmo seu maior aliado. Mas executar isso do jeito certo é um desafio. E em tempos onde todos se sentem tão ofendidos e vitimizados, resgatar esse formato pode acabar sendo um tiro no pé. Mas Quinta Brunson – protagonista e criadora de Abbott Elementary – acerta em cheio.

Com um roteiro afiado que sempre mantém um ar um tanto idealista, a série consegue enfrentar o fogo cruzado da zona de cancelamento sem precisar se curvar a qualquer agenda. Focando nos dilemas dos professores a partir de personagens tão diferentes que, a série é um sopro de novidade em meio a roteiros tão blasé que têm surgido nos últimos tempos.

Otimismo regado por crítica social

A escola Abbott Elementary vive de perrengue em perrengue, rendendo em uma lista infindável de críticas sociais ao sistema norte-americano. Mas um dos aspectos mais cativantes da produção é justamente sua visão otimista e promissora de um presente tão caótico.

Sempre regada por mensagens inspiradoras que celebram os professores (genuínos heróis sem capa), a série funciona como uma bela e encorajadora homenagem, que direciona seus olhos para uma das classes mais fundamentais da sociedade, mas muitas vezes tão esquecida. Brunson faz um trabalho lindo ao unir um entretenimento da mais alta qualidade a uma proposta sociocultural tão valiosa.

Personagens excelentes

Abbott Elementary é feita de personagens diversos que sabem muito ocupar o seu lugar dentro da trama. Às vezes mais caricatos e dentro dos tropos tradicionais de Hollywood, às vezes mais complexos e sensíveis, eles são bem elaborados, fogem da superficialidade e rapidamente se conectam com a audiência.

E com um roteiro que sabe muito sincronizar cada um desses arcos de forma que todos contribuam diretamente para a trama principal, fica difícil não se apaixonar por ele. Inclusive pela diretora Ava, a nossa Michael Scott da série.

Episódios curtos e dinâmicos

Seguindo o formato do subgênero mockumentary, a original da plataforma Star+ sabe desenvolver sua trama dentro de menos de 30 minutos. Dando espaço de tela suficiente para todos os protagonistas principais brilharem, os episódios sempre exploram os dilemas dos professores de forma criativa e engraçada – sem perder aquela boa dose de crítica social que serve como denúncia para o descaso do ensino público norte-americano.

Perfeita para quem tem saudades de The Office e Modern Family

Os cortes rápidos, os ângulos constrangedores e as histórias mais peculiares que jamais seriam flagradas se não fosse por uma câmera documental são alguns dos elementos que tornaram The Office e Modern Family os sucessos que até hoje são. Abbott Elementary resgata toda essa estranheza e sarcasmo que tanto sentíamos falta. Com uma direção perspicaz e um roteiro que serve sacadas cômicas bem ácidas e desconfortáveis, a série de Quinta Brunson é a resposta pra quem ainda morre de saudades da Dunder Mifflin e do clã Pritchett-Dunphy.

Tyler James, o Chris de Todo Mundo Odeia o Chris

Você já pode parar de atazanar o ator Tyler James Williams com uma coletânea infindável de frases da amada comédia Todo Mundo Odeia o Chris! O astro – que por sinal é também um ótimo cantor – traz um novo fôlego pra sua carreira com um papel excelente em Abbott Elementary. Introspectivo e soturno, ele dá vida a Gregory Eddie, um professor substituto perfeccionista que sonha em ser o diretor de escola, mas que ainda sofre com as pressões de suprir as expectativas de seu pai.

Com uma atuação excelente e bastante irônica, ele entrega um humor do avesso – que fica muito nas entrelinhas. Sua performance, além de lhe garantir um ótimo destaque diante um elenco que já é brilhante, ainda lhe rendeu o Globo de Ouro de Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical em 2023. E te garanto, você vai ficar tão na dele!

Humor inteligente feito pra todo mundo

A criadora e protagonista da série, Quinta Brunson, soube combinar estrategicamente o humor leve com uma abordagem social mais madura. Tratando assuntos sérios sem perder a oportunidade de brincar com a comédia, ela convida a audiência para se divertir de forma despretensiosa, mas não a deixa encerrar seus episódios sem um ponto reflexivo e inspirador.

E assim, sem perceber, o público aprende mais sobre os desafios da educação básica pública dos EUA, encontra suas inúmeras identificações com a realidade brasileira e ainda se diverte com o pessimismo de professores veteranos que já estão habituados com um sistema corrupto. Cinco episódios depois e fica inegável se sentir completamente envolvido com cada uma dessas histórias.

Futuro promissor

Os mais recentes prêmios conquistados pela série no 80º Globo de Ouro já garantiram sua renovação para a 3ª temporada, com um horizonte bastante otimista. Com seu segundo ciclo ainda em exibição nos Estados Unidos (mas não no Brasil), aqueles que detestam começar uma série nova sem saber até onde ela pode chegar podem ficar aliviados. Abbott Elementary está bem longe de entrar em qualquer tipo de recesso escolar.

Origem inspiradora

Embora Abbott Elementary seja uma série fictícia, ela é baseada nas experiências da mãe da atriz e criadora Quinta Brunson, que foi professora do ensino básico público na cidade de Filadélfia – onde a trama se passa. Além disso, o próprio nome da série é uma homenagem a uma das professoras da artista, chamada Joyce Abbott.

Sheryl Lee Ralph de volta ao estrelato, aos 66 anos de idade

Sheryl Lee Ralph possui uma longa trajetória em Hollywood, mas seus anos dourados pertenciam ao passado até a chegada de Abbott Elementary. Com pequenas participações de destaque na séries ‘Ray Donovan‘ e ‘Motherland: Fort Salem‘, a veterana parecia ter caído no ostracismo, com seu talento sendo esquecido pela indústria.

Famosa por seu trabalho na amada sitcom familiar ‘Moesha‘ e na sequência ‘Mudança de Hábito 2‘, Sheryl viu seu valor profissional ser esquecido pelo tempo e por sua idade madura. Mas Abbott Elementary não apenas lhe resgatou das sombras de Hollywood, como ainda lhe garantiu o reconhecimento digno diante do público e de seus colegas de profissão. Sua performance como a professora crente Barbara lhe renderam o Oscar da televisão, o Emmy Award.

Terror sobre apartamento ASSOMBRADO estreia no Amazon Prime Video; Assista ao trailer!

O Amazon Prime Video disponibilizou em seu catálogo terror ‘O 3º Andar – Terror na Rua Malasaña’, que traz uma história pra lá de interessante.

Na trama, Manolo e Candela se mudam para o bairro Malasaña, em Madri, com seus três filhos e o avô Fermín.

Eles deixam sua cidade natal para trás em busca da prosperidade que parece ser oferecida na capital de um país em plena transição. Mas há algo que a família Olmedo não sabe: no apartamento do 3º andar em que os integrantes vão morar, eles não estão sozinhos.

Apesar de ter feito sucesso nas bilheterias, o terror conquistou apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo o consenso geral dos críticos, “O filme inicialmente parece ser um destino promissor para os fãs de terror, mas O 3º Andar – Terror na Rua Malasaña acaba abrigando pouco mais do que clichês de histórias de fantasmas reembaladas”.

Assista a um clipe e o trailer:

Albert Pintó dirige. O elenco conta com Begoña Vargas, Iván Marcos, Bea Segura e Sergio Castellanos.

Crítica | ‘I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston’ é um ESPETÁCULO

Em se tratando de Hollywood (e, a bem da verdade, de Brasil também), as cinebiografias musicais têm dado muitíssimo certo com o público (a ver ‘Bohemian Rhapsody’, ‘Elvis’, ‘Rocketman’ e por aí vai). Para abrir a temporada cinematográfica de 2023, uma grande potência chega às salas de cinema com cheirinho de indicações às premiações: o impressionante ‘I Wanna Dance With Somebody – A História de Whitney Houston’.

Uma coisa Nippy (Naomi Ackie) sempre soube: queria cantar. De jovem, fazia parte do coro da igreja e era backing vocal nas apresentações de sua mãe (Tamara Tunie), mas, no fundo, Whitney Houston sempre soube que sua voz podia se expandir muito mais do que estava fazendo. Certo dia, ela conhece Robyn (Nafessa Williams), uma jovem que rapidamente se transforma de melhor amiga à companheira inseparável de Nippy, tornando-se presença fundamental no dia em que o empresário Clive Davis (Stanley Tucci) vê Whitney se apresentar no bar e percebe que a jovem poderá se tornar a maior voz daquela geração. Com pouco mais de vinte anos, Whitney assina contrato com a gravadora, e, em pouquíssimo tempo, se torna um verdadeiro fenômeno mundial, quebrando recordes atrás de recordes, despertando, ao mesmo tempo, todo tipo de interesse nas pessoas que a cercam, desde seu próprio pai (Clarke Peters) a Jermaine Jackson (Jaison Hunter) e Bobby Brown (Ashton Sanders), que mais tarde se tornaria seu marido.

Anthony McCarten assina o roteiro. Caso o nome não lhe soe familiar, Anthony é simplesmente o responsável pelos roteiros dos premiados ‘Bohemian Rhapsody’, ‘A Teoria de Tudo’, ‘Dois Papas’ e ‘O Destino de uma Nação’. Isso significa que não só o cara não dá ponto sem nó, mas que também sabe entregar exatamente o que tanto público quanto crítica querem de um filme. Por outro lado, para quem já viu todas essas produções, pode esperar exatamente a mesma estrutura narrativa: um catártico número musical para encerrar o filme, flashbacks de momentos marcantes na vida da biografada, recriação fidedigna aos figurinos utilizados e muita, muita música, interpretadas com competência por Naomi Ackie, ainda que 95% da voz utilizada no filme seja da própria Whitney.

A principal escolha que o roteiro fez foi se dedicar principalmente à fase de ascensão de Whitney, ao impacto de sua voz na indústria fonográfica e sua importância enquanto legado para pessoas negras. Em outras palavras, o filme de Kasi Lemmons (‘Harriet’) pouco aborda as drogas e a violência doméstica vivida pela cantora. Esses elementos estão no filme, mas colocados como apenas como menção, não como tema principal, e esta foi provavelmente a escolha mais acertada da produção: fazer um filme que mostre quem Whitney foi, sem permitir que a violência de seu marido e as drogas a definisse como pessoa e como artista. Sem apontar muito o dedo para culpados, o filme mostra uma Whitney vulnerável e inocente em um mundo onde todos ao seu redor queriam um pedaço dela, e os inúmeros assédios vividos por ela pelos dois principais homens de sua vida (o pai e o marido) – incluindo assédio moral, financeiro, emocional -, em oposição às duas mulheres de sua vida (a mãe e a namorada), que, embora fossem exigentes, sempre demonstraram apenas querer o bem da cantora e fazê-la alcançar seus objetivos.

Assim, ‘I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston’ é um filme positivo, sensivelmente representativo, emocionante, impactante e, ainda que ficção, bastante real, trazendo detalhes da vida da biografada que muitos desconheciam, construindo uma trajetória de vida inspiradora para as próximas gerações, fazendo com que Whitney seja lembrada para sempre,e acima de tudo, como a incrível potência vocal que foi, para além das pessoas que a cercaram e que destruíram sua carreira.

Com duas horas e meia, certamente a duração do filme pode acabar assustando alguns espectadores (e, vamos lá, dava para fazer com um pouquinho menos), mas a real é que em ‘I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston’ é um espetáculo. Para os fãs, é um deleite aos olhos e aos ouvidos. Para quem não a conhece ou pouco a conheceu, é um ótimo caminho para conhecer a cantora para além de sua fase obscura. Imperdível nas telonas.

Crítica | Esquema de Risco – Operação Fortune – Jason Statham e Hugh Grant em ÓTIMO Filme de Ação Recheado de Comédia

Jason Statham tá com tudo! Tendo iniciado sua carreira com filmes de ação mais sérios, nos quais mostrou todo o seu talento quebrando tudo em cena, aos poucos Jason tem percebido (assim como o fizeram muitos atores que brilharam no gênero da ação) o grande filão que é estrelar filmes desse gênero mas que não se levem tão a sério assim, mesclando doses de humor para balancear a sisudez da ação. Foi assim em ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’ e é assim com seu mais novo filme, ‘Esquema de Risco – Operação Fortune’, que abre a temporada 2023 de filmes blockbusters nos cinemas brasileiros.

A inteligência britânica chefiada por Norman (Eddie Marsan) interceptou uma informação perigosa: tudo indica que uma nova forma de inteligência artificial, capaz de destruir toda a economia mundial, não só foi criada, como foi roubada de seu local de origem e será comercializada no mercado informal. Para tentar impedir que isso aconteça, Norman chama Nathan (Cary Elwes), que, por sua vez, recruta Orson Fortune (Jason Statham), um mercenário especialista nesse tipo de missão perigosa. Para ajudar a descobrir qual o papel do bilionário Greg Simmonds (Hugh Grant) nisso tudo, Orson convida Sarah (Aubrey Plaza) e JJ (Bugzy Malone) e monta com eles um esquema de disfarces que colocará a vida de todos em risco, especialmente o ator Danny Francesco (Josh Hartnett), ator favorito de Greg e que terá que fazer um esforço redobrado de atuação para ganhar a confiança do bilionário.

Se por um lado Jason Statham está com tudo, Guy Ritchie é o cara! Autor, diretor e roteirista, Guy tem se tornado cada vez mais o nome-referência no quesito “filmes de ação super ágeis, com humor ácido e diálogos rápidos”. Em ‘Esquema de Risco – Operação Fortune’ a estrutura é exatamente esta, apresentando os gêneros da comédia e da ação em doses equilibradas para que um não anule o outro, de modo que o espectador, no fim de tudo, se diverte com um filme bobagem que entretém e entrega exatamente o que o trailer promete.

Escrito pelo próprio Ritchie com colaboração de Ivan Atkinson e Marn Davies, o roteiro não apresenta nada de novo para esse tipo de filme: algo inestimável é roubado, o protagonista (única pessoa no mundo capaz de resolver o problema) é recrutado, juntamente com um time de apoio que mais faz companhia do que resolve qualquer coisa e alguém fodão do outro lado se faz de vilão. No meio de tudo, muita pancadaria, trocas de ofensas, atitudes passivo-agressivas e ostentação de luxo. Nada de novo aí. Porém, não passa despercebido, por exemplo, o personagem JJ, único ator negro na produção, ser o único da equipe a chamar Orson de “chefe”. Enfim…

Em ‘Esquema de Risco – Operação Fortune’ o destaque fica mesmo na canastrice de Hugh Grant como um bilionário bem intencionado cheio de más intenções. Hugh está totalmente à vontade no papel e arranca sorrisos toda vez que entra em cena, ganhando uma cena final maravilhosa para seu personagem. Porque no final das contas, ‘Esquema de Risco – Operação Fortune’ é isso: entretenimento de qualidade sem muito compromisso com a seriedade, ornado com muita perseguição, pancadaria e cenas de ação estilo ‘Missão Impossível’. Pura diversão.