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Decisão de Partir

(Decision to Leave)

 

Elenco:

Tang Wei
Park Hae-il
Go Kyung-Pyo

 

Direção: Park Chan-wook

Gênero: Suspense

Duração: 139 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 29 de Dezembro de 2022

Sinopse: 

O detetive Hae-joon é chamado para investigar a morte misteriosa de um homem que caiu do pico de uma montanha. Durante sua investigação, ele começa a desenvolver um interesse na viúva do falecido, Seo-rae, que é uma suspeita no caso.

Crítica:

Crítica | Decisão de Partir – Diretor de ‘Oldboy’ aposta no THRILLER POLICIAL para Ganhar o Oscar 2023

Curiosidades: 

» O longa foi selecionado para representar a Coreia do Sul no Oscar 2023, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro;

» Lee Jung-hyun, Park Yong-woo, Go Hyung-Pyo e Kim Shin-young completam o elenco;

» Além de dirigir, Chan-wook também assina o roteiro ao lado de Seo-kyeong Jeong. Os dois trabalharam juntos em ‘A Criada‘ e ‘Sede de Sangue‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Amor Dá Voltas

 

Elenco:

Cleo Pires
Igor Angelkorte
Juliana Didone

 

Direção: Marcos Bernstein

Gênero: Comédia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Imagem Filmes / Globo Filmes

Orçamento: R$ 4 milhões

Estreia: 22 de Dezembro de 2022

Sinopse: 

As confusões, encontros e desencontros amorosos de André, um jovem médico que, ao retornar ao Brasil, após mais de um ano cuidando de doentes na África, descobre que havia trocado cartas de amor não com sua namorada de longa data, mas sim com a irmã da moça.

Crítica | O Amor Dá Voltas – Filme Nacional com Cleo é Envolvente e Surpreendentemente Bom!

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Marcos Bernstein também assina o roteiro ao lado de Marc Bechar e Victor Atherino;

Trailer:

Cartazes:

Fotos: 

Harry Potter e a Câmara Secreta – 20º Aniversário

(Harry Potter and the Chamber of Secrets – 20th Anniversary)

 

Elenco:

Daniel Radcliffe
Emma Watson
Rupert Grint

 

Direção: Chris Columbus

Gênero: Fantasia

Duração: 161 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 26 de Novembro de 2022 – Segunda reestreia 27 de Dezembro de 2022

Sinopse: 

De férias na casa de seus tios Dursley, Harry Potter recebe a inesperada visita de Dobby, um elfo doméstico, que veio avisá-lo para não retornar à Escola de Magia de Hogwarts, pois lá correrá um grande perigo. Harry não lhe dá ouvidos e decide retornar aos estudos, enfrentando um 2º ano recheado de novidades. Uma delas é a contratação do novo Professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, Gilderoy Lockhart, que é considerado um grande galã e não perde uma oportunidade de fazer marketing pessoal. Porém, o aviso de Dobby se confirma e logo toda Hogwarts está envolvida em um mistério que resulta no aparecimento de alunos petrificados.

Curiosidades: 

» Originalmente lançado em 2002, o longa será relançado nos cinemas pela Warner Bros. para comemorar os 20 anos desde a estreia da produção;

» O filme se tornou um sucesso crítico e comercial, arrecadando quase US$ 890 milhões mundialmente e conquistando três indicações ao Oscar;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | O Tesouro do Pequeno Nicolau – Novo Filme é ainda Mais Inocente e tem Sabor de Despedida

A infância de muitas gerações aqui no Brasil foi marcada por filmes e histórias de personagens carismáticos como ‘A Turma da Mônica’, ‘O Menino Maluquinho’ e ‘Sítio do Pica-Pau Amarelo’. Essas histórias fazem total sentido para nós, brasileiros, pois nos relacionamos com elas por refletirem parte de nossa cultura. O mesmo ocorre na infância de outros países, como na França, onde gerações de crianças cresceram lendo as histórias de ‘O Pequeno Nicolau’, que ganhou sua primeira adaptação cinematográfica no ano de 2009. Agora, mais de uma década após sua primeira versão e com um gostinho de despedida, chega aos cinemas brasileiros neste Natal o mais novo filme da franquia, ‘O Tesouro do Pequeno Nicolau’.

Nicolau (Ilan Debrabant) é um garoto feliz. Ele mora com seus pais numa casa legal e adora ir para escola, pois é lá que encontra seus fiéis amigos, com os quais montou um grupo secreto que utiliza todas as iniciais dos mais corajosos, criando laços de amizade que, acredita, durarão para sempre. Certo dia ele recebe uma tarefa de casa para descrever a profissão de seu pai (Jean-Paul Rouve), mas nem ele nem sua mãe (Audrey Lamy) sabem exatamente o que ele faz. Portanto, Nicolau decide passar um dia no escritório onde o pai trabalha, e lá ouve a notícia que faz seu chão tremer: seu pai foi promovido e se tornará o mais novo gerente da filial da empresa… em uma cidade ao sul do país. Isso significa que em breve ele terá que se mudar, e, consequentemente, se afastará do seu grupo de amigos. Decididos a impedir que isso aconteça, Nicolau e seus amigos farão de tudo para dissolver os planos do pai, nem que para isso tenham que encontrar um famoso tesouro.

O Tesouro do Pequeno Nicolau’ é, sem dúvidas, um filme infantil, e entende muito bem como funciona o universo das crianças. Baseado nos personagens criados por René Goscinny, o roteiro de Julien Rappeneau e Mathias Gavarry é construído a partir da perspectiva infantil, e isso se reflete em todos os detalhes, como por exemplo nesse lance da profissão do pai (é muito comum que as crianças não saibam especificar no quê seus pais trabalham, que inventem profissões ou funções etc). Em uma hora e quarenta, o filme alterna seu enredo entre as angústias do pequeno diante da iminente mudança e a tal promoção do pai; entretanto, sendo o universo do pequeno Nicolau muito mais imaginativo e interessante, toda vez que a trama se volta para o mundo adulto a narrativa soa um pouco forçada, desconexa, sinalizando que o forte da produção é mesmo o núcleo da criançada.

Tudo isso é reforçado não só pela angulação da câmera do diretor Julien Rappeneau, sempre posicionada na altura das crianças ou sob a ótica dela, mas também com uma produção extremamente colorida e plasticamente brilhante, que recupera a estética da década de 1950, quando se passa a história, e também corrobora o lúdico do universo de uma criança de nove anos, com gestuais e performances caricatas e exageradas. Reunidas em uma mesma cena, é bonito de ver.

 ‘O Tesouro do Pequeno Nicolau’ é um filme inocente com o humor infantil, adorável, e totalmente voltado para os pequenos, suas angústias e desejos. Mais um acerto do universo do Pequeno Nicolau, que, mesmo sendo belga-francês, consegue dialogar com crianças do mundo inteiro trazendo uma linda mensagem ao final.

Versão estendida de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ estreia em 1º LUGAR na HBO Max

A versão estendida de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreou em primeiro lugar entre os títulos mais assistidos da HBO Max.

Com 11 minutos de cenas inéditas, a versão se chama ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa – A Versão Ainda Mais Divertida‘ e chegou a ser lançada nos cinemas nacionais em Setembro.

Confira, com o anúncio e um teaser:

Além dos efeitos especiais do filme terem sido finalizados após a estreia nos cinemas, a nova versão ainda traz várias cenas inéditas inserindo mais humor.

Assista à nossa entrevista com o Tom Holland:

Mundialmente, a sequência arrecadou mais de US$1,88 bilhão.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco ainda conta com Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Greta Gerwig, diretora de ‘Barbie’ e ‘Lady Bird’, vai comandar um novo filme pela Netflix

Scott Stuber, o chefe de cinema da Netflix, em entrevista ao Bloomberg disse que a empresa está em negociações com outros cineastas, e Greta Gerwig é um dos nomes que comandará um novo longa para a gigante do streaming.

O CEO também disse que Guillermo Del Toro e David Fincher também estão em negociações com a plataforma. Del Toro acabou de lançar sua versão de Pinóquio, e Fincher é um veterano da casa, tendo ‘Mank‘ e ‘Love, Death & Robots‘ como suas últimas produções na casa, sem falar em outras obras como ‘House of Cards‘ e ‘Mindhunter‘.

Nas últimas semanas, surgiu o rumor que Gerwig estaria no comando do novo filme de ‘As Crônicas de Nárnia‘, em desenvolvimento pela Netflix. Ele também está no elenco de ‘Ruído Branco‘, filme da Netflix de Noah Baumbach.

Greta Gerwig, que comandou o premiado ‘Lady Bird: É Hora de Voar‘ e ‘Adoráveis Mulheres‘, também está no comando do aguardado filme da ‘Barbie‘, com Margot Robbie (‘Esquadrão Suicida’).

Stan Lee, lendário criador da Marvel, ganhará DOCUMENTÁRIO especial no Disney+

O Disney+ e a Marvel Studios vão lançar um documentário em comemoração aos 100 anos de Stan Lee.

O título que será lançado em 2023 terá diversas participações nos filmes da Marvel, onde o criador de diversos super-heróis da Casa dos Quadrinhos, o primeiro teaser sobre a produção foi divulgado.

Confira o anúncio oficial:

Escritor e editor da Marvel Comics, Stan Lee se tornou o criador de quadrinhos mais famoso da história, se tornando conhecido ao ponto de rivalizar com seus próprios personagens. Sua carreira começou em 1941 ao publicar seu primeiro trabalho, uma história em prosa que apareceu no quinto volume de Captain America Comics. Na época, ele tinha apenas 17 anos.

Nos anos 1960, um Stan Lee já reconhecido cravou sua marca na história da cultura pop. A história do famoso quadrinista deve ser contada no documentário do Disney+, que ainda não tem uma data de lançamento, sendo divulgado apenas que chegará em algum momento de 2023.

Charlie Cox indica que série do ‘Demolidor’ da Disney NÃO vai adaptar ‘A Queda de Murdock’

O ator Charlie Cox, em entrevista à iNews, adiantou que ‘Daredevil: Born Again‘, do Disney+, não deve ser uma adaptação de ‘Demolidor: A Queda de Murdock‘, como o título original em inglês sugere.

Born Again‘ é o nome oficial de ‘A Queda de Murdock‘ nos Estados Unidos.

Cox disse que o título simplesmente foi escolhido por ser familiar para os fãs.

“A única maneira de adaptar seria se, tonalmente, a série fosse muito diferente. Mas não acho que alguém deva esperar o tipo de história que vamos contar com base apenas no título”, declarou o ator.

Levando em conta que a série será um recomeço, é realmente previsível que não devem colocar uma história que basicamente serve como uma espécie de despedida do personagem.

Veja nossa entrevista com o ator:

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

Diretor diz que ‘Babilônia’ tem versão menor com 2 horas de duração filmada em iPhone

Babilônia‘, novo filme de Damien Chazelle (‘La La Land’), promete ser um dos principais lançamentos de 2023, este que é estrelado por Brad Pitt e Margot Robbie, mas está indo mal nas bilheterias lá fora.

O longa tem cerca de 3 horas e 9 minutos de duração, mas a versão original do filme parecia muito diferente – e era muito mais curta, segundo revela o próprio diretor.

De acordo com a Entertainment Weekly, em uma sessão de perguntas e respostas de pré-lançamento em Los Angeles em novembro, Chazelle revelou que antes do início das filmagens, ensaiou e filmou todo o roteiro sozinho. Com apenas dois dos atores do elenco, e sua esposa Olivia Hamilton e o astro Diego Calva, as filmagens foram feitas com um iPhone, no quintal de sua casa.

“Nós ensaiamos o filme inteiro em seu quintal, apenas Olivia, Diego e eu. Foi um tipo de situação muito incomum”, disse o cineasta.

Lembrando que Babilônia chega aos cinemas nacionais em 19 de janeiro.

Ambientada numa Los Angeles da década de 1920, a narrativa traz uma história de ambição e excessos desmedidos, acompanhando a ascensão e a queda dos personagens durante uma era de decadência desenfreada e depravação em uma jovem Hollywood.

Chloe FinemanJeff Garlin, Troy Metcalf, Diego Calva, Jovan Adepo, Li Jun LiKatherine Waterston, Olivia Wilde, Spike Jonze, Phoebe Tonkin, Max Minghella, Lukas Haas, Flea, Rory Scovel, Eric Roberts, PJ Byrne e Damon Gupton também fazem parte do projeto.

Vale lembrar que Robbie substituiu Emma Stone, que teve conflitos de agenda por causa de sua gravidez e de outros projetos que irá filmar no próximo ano.

A atriz viveria Clara Bow, a primeira it girl da indústria do entretenimento.

Pitt dará vida a uma estrela de filme fictícia que luta para fazer a transição para os filmes falados, conhecidos como talkies. Seu papel será livremente baseado em John Gilbert.

Olivia HamiltonMatt Plouffe, MaguireMarc Platt entram como produtores.

‘Dream Scenario’: Comédia da A24 com Nicolas Cage ganha novas imagens promocionais; Confira!

A24 divulgou novas imagens promocionais de Dream Scenario, nova comédia da A24 estrelada por Nicolas Cage (‘O Peso do Talento’).

Confira:

Produzido por Ari Aster (‘Midsommar – O Mal Não Espera a Noite’), o longa é descrito apenas como uma comédia, mas não foram divulgados detalhes sobre a trama.

Kristoffer Borgli (‘Sick of Myself’) entra como diretor e roteirista.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para o longa.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Para quem não sabe, a A24 é uma das companhias mais aclamadas do cinema atual, sendo responsável por sucessos como ‘Moonlight – Sob a Luz do Luar’, ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’, ‘Joias BrutaseO Farol‘.

Lembrando que o filme mais recente de Cage é a comédia metalinguística ‘O Peso do Talento.

‘Star Trek: Picard’: Patrick Stewart está de volta no novo clipe oficial da 3ª e última temporada; Confira!

A Paramountdivulgou um novo clipe oficial da 3ª e última temporada de Star Trek: Picard’.

Os novos episódios têm estreia marcada para o dia 16 de fevereiro de 2023.

Confira, junto ao trailer:

A série tem como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Patrick StewartJonathan FrakesGates McFaddenMichael DornLeVar Burton fazem parte da produção.

Alison Pill (The Newsroom’), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace’)  completam o elenco.

Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. 

Crítica | ‘The Witcher: A Origem’ é uma grande caldeira de clichês cansativos

Em 2019, a famosa franquia The Witcher ganhava sua adaptação para as telinhas com uma primeira temporada que, apesar das críticas mistas, conquistou o público ao redor do mundo. Depois de um segundo ciclo que provou que a produção ainda tinha muito a contar, a criadora Lauren S. Hissrich resolveu aliar forças com Declan de Barra para explicar vários elementos de grande importância para compreender o universo arquitetado por Andrzej Sapkowski. Foi a partir daí que The Witcher: A Origem’ surgiu: a minissérie, composta por quatro episódios, chegou recentemente ao catálogo da Netflix e teve como principal objetivo, ao menos em teoria, fornecer um pouco mais de esclarecimento aos fãs da saga de fantasia.

A trama é bem simples e, por essa razão, parece não convencer logo de cara. Ambientada mais de um milênio antes dos eventos da série primária, a produção explora, a princípio, a história da antiga civilização élfica que habitava o mundo antes de sua trágica ruína. A primeira cena, inclusive, abre com a aparição de um personagem amado da mitologia de The Witcher, Jaskier (Joey Batey), que está no meio de uma sangrenta batalha e é salvo por Seanchai (Minnie Driver), uma misteriosa mulher que deseja contar a bardo a história da Conjunção das Esferas, um dos eventos que mudou a realidade que todos conheciam e que prenunciou a queda dos elfos, a ascensão dos humanos e a criação do primeiro bruxo.

Há muito tempo, a princesa elfa de Xin’trea, Merwyn (Mirren Mack), estava obcecada em não repetir os erros do passado e deseja encontrar ou se tornar a Solryth, uma figura poderosa cujo objetivo é unir todos os reinos e fazê-los prosperar. Dessa forma, ela une forças com o druida Balor (Lenny Henry), colocando em prática um plano maligno de depor as forças que governam Xin’trea e instaurar um novo império – sem perceberem que a ambição é uma faca de dois gumes e que, em virtude de tantos acontecimentos trágicos, eles não têm apoio dos camponeses. Jurando colocar um fim em qualquer um que ouse se colocar em seus caminhos, Merwyn e Balor dão início a um reino de caos e violência que chama a atenção de Éile (Sophie Brown), uma ex-guerreira da guarda da rainha, e de Fjall (Laurence O’Fuarain), um elfo guerreiro, que juram vingar aqueles que pereceram na mão da impiedosa e tirânica imperatriz.

Em suas andanças, eles encontram aliados na forma de Syndril (Zach Wyatt), que descobriu um jeito de viajar entre as dimensões; Zacaré (Lizzie Annie), uma maga elfa, irmã celestial de Syndril; Meldof (Francesca Mills), uma anã que perdeu o grande amor de sua vida e jurou se vingar de seus algozes; Scían (Michelle Yeoh), uma poderosa guerreira e última sobrevivente do clã dos elfos fantasmas, que deseja invadir o palácio de Merwyn e recuperar uma poderosa espada que foi roubada de seus antepassados; e Callan “Irmão Morte” (Huw Novelli), um espadachim aposentado. Juntos, eles lutam contra adversidades para recuperar o que lhes pertence e para impedir que a imperatriz e seus lacaios alcancem o que desejam.

Se você está acostumado com produções de fantasia, sabe que o enredo descrito nos parágrafos acima está longe de ser original e já foi reciclado diversas vezes. Entretanto, as fórmulas podem ser deixadas de lado quando determinada narrativa entrega algo original ou um aspecto específico que é explorado de forma diferente do que conhecemos; infelizmente, esse não é o caso de ‘A Origem’: cada episódio se desenrola em um punhado de diálogos pré-fabricados e previsíveis que não permite ao público se conectar com os protagonistas ou os coadjuvantes. Até mesmo a cena em que Scían, utilizando sua sagacidade, engana os soldados da imperatriz para garantir que seus aliados adentrem Xin’trea parece uma versão derivada de qualquer sequência similar dos últimos vinte anos.

O elenco faz um bom trabalho, ainda que não tenham muito com o que trabalhar. A personalidade dos guerreiros é superficial demais para ser levada a sério ou para fornecer densidade considerável à trama – o que é triste, considerando o ótimo trabalho que Hissrich fez na 2ª temporada. Os pontos positivos se restringem à belíssima direção de arte e às cenas de luta, cujas coreografias são de tirar o fôlego. Todavia, a sólida investida imagética não é forte o bastante para nos livrar dos múltiplos deslizes e pela frustrante realização de que, no final das contas, nada foi dito.

The Witcher: A Origem’ é uma produção desnecessária que só vale pelos momentos finais, em que um atropelado roteiro vomita informações que já foram vistas na série principal. A verdade é que os quatro episódios poderiam ser resumidos em uma cena-prólogo na próxima temporada, visto que abrem espaço para a Caçada Selvagem e para os eventos dos novos capítulos. Mas, além disso, quase nada se salva.

Paul Rudd revela que o Pelé foi um dos grandes HERÓIS da sua infância

Edson Arantes Nascimento, o Pelé, considerado o maior jogador de futebol do mundo, morreu nesta quinta-feira (29) aos 82 anos, em São Paulo.

Ele foi internado no Hospital Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, no dia 28 de novembro para reavaliação da quimioterapia contra o tumor de cólon e o tratamento de uma infecção respiratória. Hoje, foi anunciada a morte do jogador.

Pelé foi o herói da infância de várias pessoas, incluindo do astro Paul Rudd.

Em entrevista ao CinePOP para divulgarHomem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, Rudd revelou que Pelé foi um dos seus grandes heróis.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

“Meus super-heróis foram minha mãe e meu pai. É uma resposta previsível e clichê, mas foram minha mãe e meu pai. E alguns jogadores de futebol que eu considerava meus heróis. Como o Pelé. Eu o assisti jogando quando era criança. Quando eu tinha cinco anos, costumava jogar futebol. Meu avô nos visitou. Eu estava vivendo na Califórnia naquela época. O Pelé estava jogando pelo New York Cosmos e George Best estava jogando pelo Los Angeles Aztecs. Eu tive a chance de vê-los jogando um contra o outro. E eu jogava. Eu era o número 10, e amava o Pelé.”, afirmou.

‘Canibal’: Vilarejo esconde segredo SOMBRIO no trailer da nova série do Star+

O Star+ divulgou o primeiro trailer da série de suspense ‘Canibal‘, cujos dois primeiros episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

Confira, legendado e dublado:

Depois de causar um certo incidente, o policial Daigo Agawa leve sua esposa e filha para morar na vila Kuge, apesar do misterioso desaparecimento do oficial que prestava serviço por lá. Um dia, o corpo de uma idosa é encontrado na montanha. A família Goto diz que ela foi atacada por um urso, mas Daigo percebe uma marca de mordida humana nela. Logo fica claro que nem tudo é o que parece nessa vila.

O elenco conta com Yuya Yagira, Show Kasamatsu, Riho Yoshioka, Mahiro Takasugi, Baijaku Nakamura e Mitsuko Baisho.

Pelé, considerado o maior jogador de futebol do mundo, morre aos 82 anos

Edson Arantes Nascimento, o Pelé, considerado o maior jogador de futebol do mundo, morreu nesta quinta-feira (29) aos 82 anos, em São Paulo.

Ele foi internado no Hospital Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, no dia 28 de novembro para reavaliação da quimioterapia contra o tumor de cólon e o tratamento de uma infecção respiratória.

Hoje, foi anunciada a morte do jogador.

Em 2000, Pelé foi eleito Jogador do Século pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS) e foi um dos dois vencedores conjuntos do prêmio Melhor Jogador do Século da FIFA. Nesse mesmo ano, Pelé foi eleito Atleta do Século pelo Comitê Olímpico Internacional.

Recentemente, a Netflix lançou um documentário sobre sua vida.

Abrangendo um extraordinário período de 12 anos, a produção mostrará como o único jogador a vencer três Copas do Mundo passou de astro do futebol em 1958 a herói nacional em 1970, uma época radical e turbulenta no Brasil. Além do acesso sem precedentes a entrevistas com Pelé, o documentário inclui imagens de arquivo impressionantes e entrevistas com ex-companheiros de equipe como Zagallo, Jairzinho e Rivellino.

A produção foi dirigida por Ben Nicholas e David Tryhorn, com produção executiva do cineasta vencedor do Oscar Kevin Macdonald.

Ruggero Deodato, diretor de ‘Holocausto Canibal’, morre aos 83 anos

De acordo com o The Sun, o diretor italiano Ruggero Deodato, responsável pelo infame e polêmico ‘Holocausto Canibal‘, morreu aos 83 anos.

O longa foi um dos primeiros filmes de terror gravados no formato found footage, tendo influenciado cineastas notáveis como Quentin Tarantino e Eli Roth.

Ao longo de sua carreira, o cineasta também comandou ‘A Casa no Fundo do Parque‘, ‘Contagem de Cadáveres‘ (1986), ‘Os Bárbaros‘ (1987), ‘A Face‘ (1987), entre outros.

Seu filme mais recente foi o terror antológico ‘Deathcember‘ (2019).

Porém, o seu trabalho mais popular continua sendo ‘Holocausto Canibal‘ (1980), que virou tópico de controvérsia por causa de suas “cenas brutais envolvendo sadismo e assassinato real de animais”.

A produção serviu de inspiração direta para ‘Canibais‘ (2013), dirigido por Eli Roth. O próprio Ruggero Deodato já havia trabalhado com Roth em 2007, quando fez uma participação especial na sequência ‘O Albergue 2‘.

Opinião | ‘Late Night’ é uma honesta e divertida comédia que você precisa assistir antes do ano acabar

Mindy Kaling é uma mulher multifacetada e extremamente talentosa por diversas razões: além de ter despontado na premiada série The Office’ (não apenas por sua atuação, mas também por suas aplaudíveis habilidades narrativas), ela vem se tornando um nome expoente da indústria do entretenimento, tendo marcado presença na literatura, nos palcos e também nas telonas – trabalhando ao lado de nomes como Judd Apatow, Sandra Bullock e Cate Blanchett nos últimos anos.

Em 2019, Kaling retornou com uma deliciosa dramédia intitulada Late Night, que também marcou sua volta para a cadeira de roteirista. No longa-metragem, ela colabora com outro nome emergente: Nisha Ganatra, conhecida por seu trabalho na produção televisiva Transparent’. E o que poderia se tornar mais um coming-of-age vazio e convencional, na verdade, funciona como um belíssimo e satírico conto de fadas desconstruído que arranca o melhor de seu elenco de ponta e aproveita o espaço para inserir críticas sociais sem cair nas fórmulas do panfletarismo documentário. É claro que nada disso poderia funcionar sem alguém que encabeçasse essa jornada cinematográfica e tão contemporânea aos dias de hoje – e quem melhor para esse cargo que Emma Thompson?

A trama principal, num escopo bem simplificado, já foi explorado com exaustão em outras obras: nesse caso, Thompson encarna Katherine Newbury, a única apresentadora mulher do horário nobre da televisão americana que enfrenta a dura realidade do sexismo no show business. Entretanto, Kaling constrói uma história que cultiva a protagonista em duas extremidades completamente diferentes; enquanto na frente das câmeras Katherine é a queridinha da América e um símbolo de superação, nos bastidores ela é uma calculista mulher de negócios que é vista com medo por uma equipe majoritariamente masculina – refletindo, na visão dos funcionários homens, uma construção extremamente estereotipada que inclusive é utilizada como argumento para o que sucede em seu arco narrativo.

As coisas mudam, como mencionado acima, quando ela percebe que a audiência de seu programa vem caindo há alguns anos e só questão de tempo até que ela seja substituída pela presidente da emissora. É por essa razão egoísta (a priori) que resolve contratar a sonhadora Molly (Kaling mais uma vez), uma jovem que se demitiu do emprego numa indústria química e resolveu perseguir seu sonho de trabalhar com a mulher que sempre a inspirou. Todavia, como é clássico de contos desse gênero específico, as aparências são mais enganosas que verdadeiras – e ela descobre do pior que jeito que Katherine é uma pessoa problemática demais para conviver com outras pessoas.

O longa se desenrola em uma espécie de O Diabo Veste Prada’ às avessas, numa versão em que Andrea decide não se submeter em humilhação aos desejos insanos de Miranda Priestly. Katherine, aqui, é uma versão abrandada da icônica editora da Runway, percebendo que ela precisa mudar sua atitude se quiser continuar com seu programa – começando por mudar seu time esteticamente idêntico de homens brancos que não tem um pingo de empatia. A chegada de Molly é, sem sombra de dúvida, o ponto de virada central que permite que a protagonista e todos ao seu redor caiam em si e tomem como mote a necessidade de transformar o talk show em algo mais acessível para a geração millenial.

De fato, percebemos que a base de todo o escopo fílmico é o confronto quase saudável entre gerações e a aceitação de que, às vezes, é mister engolir alguns sapos em prol de um benfazejo sucesso. No meio do caminho, como também já era de se esperar, ambas as fortes personagens femininas partem para caminhos diferentes apenas para se reencontrarem em um desfecho à la “final feliz”, onde todas as pontas soltas convergem para uma conclusão crível o suficiente para um público que espera por uma mensagem positiva, porém não explorada o bastante para que realmente acreditemos que aquilo pôde acontecer. Mesmo assim, Thompson consegue fluidamente tomar conta dos holofotes em um discurso final empolgante, dramático e bastante reflexivo.

Ganatra pode não explorar para além das fechadas estruturas cênicas das tragicomédias atuais, optando por clichês estéticos que, eventualmente, funcionam da forma que prometem. Há um ou outro foreshadowing, uma ou outra quebra de expectativa que talvez mereça nossa atenção – mas não tanto quanto o caminho pavimentado pelas brilhantes performances de Thompson, Kaling e nomes como John Lithgow, Denis O’Hare, Hugh Dancy, Reid Scott e outros.

No final das contas, Late Night serve como um memorando para sempre irmos em busca de nossos sonhos, por mais perdidos que eles pareçam. É claro que toda essa bela e repetitiva mensagem não nos é apresentada com tanta obviedade assim; porém, é o que a obra realmente significa. Afinal, até mesmo Katherine consegue redescobrir a paixão que primeiro a lançou na carreira de apresentadora e comediante – sendo obrigada a retornar para suas raízes para entender como ela se perdeu nessa longa jornada.

‘Avatar: O Caminho da Água’ recebe duras CRÍTICAS da comunidade indígena; Entenda!

Algumas das críticas de ‘Avatar: O caminho da Água’ tocaram no fato de que o longa romantiza a prática da colonização.

Isso porque personagens humanos, como Jake Sully (Sam Worthington), são vistos como os salvadores e figuras dominantes das tribos Na’vi depois que assumem seus corpos artificais.

Agora a presidente da IllumiNative, Crystal Echo-Hawk, reforçou oscomentários negativos sobre o longa, afirmando que a trama prioriza o olhar do homem branco sobre o colonialismo.

Em entrevista concedida para a CNN, Hawk disse que:

James Cameron pode estar contando essa história de colonização, mas ele está contando através das lentes de um homem branco. A decisão de centralizar a história em Jake Sully é um claro paralelo aos colonos brancos e flerta com a ideia do ‘salvador branco’.”

Outros membros da comunidade de nativos norte-americanos também se manifestaram sobre o assunto.

Yuè Begay, um artista e ativista Navajo, está promovendo um boicote ao filme nas redes sociais e já recebeu mais de 47.000 curtidas.

Autumn Asher Blackdeer, um pesquisador da Nação Cheyenne do Sul, compartilhou uma lista de filmes para incentivar o público a conhecerem obras que verdadeiramente fazem jus aos indígenas em vez de assistirem ‘Avatar‘.

Adam Piron, cineasta e diretor do programa Indígena do Sundance Institute, disse que ainda não viu o novo filme, mas julgou o título anterior como parte de uma longa história dos brancos colocando a si mesmos em posições heroicas.

Além disso, ele alega que a cultura nativa ficou restrita a o que os brancos entendem da cultura indígena, sem dar espaço para que seus costumes fossem explorados pelo víes interno.

“Tudo o que esses filmes transmitem é um desejo não indígena de ser indígena ou de ter algum tipo de conexão com os indígenas sem se importar genuinamente com os interesses dos nativos. É o típico homem branco que quer ter uma posição de destaque em meio àqueles que ele acha inferior.”

Em resposta, Cameron disse o seguinte:

“Falando de uma perspectiva de privilégio branco, não cabe a mim dizer a eles que eles estão errados. Suas reclamações são válidas. Seria inútil, para mim, dizer que nunca foi minha intenção [mostrar o homem branco como herói]. O importante é ouvir e ser sensível aos problemas que as pessoas têm com isso.”

Lembrando que o filme continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista à nossa crítica e à entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

‘O Homem Invisível 2’: James Wan pode ajudar a desenvolver a sequência

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Jason Blum voltou a falar sobre a possível sequência do aclamado e bem-sucedido suspense ‘O Homem Invisível‘.

O produtor indicou que o envolvimento de James Wan pode ser fundamental para o projeto sair do papel. Anteriormente, havia sido reportado que a Blumhouse e a Atomic Monster estão em negociações para trabalharem juntas em futuros lançamentos.

“Se os nossos sonhos se tornarem realidade e nossas duas empresas trabalharem juntas, talvez James [Wan] possa nos ajudar [a desenvolver ‘O Homem Invisível 2’].”

 

Vale lembrar que o primeiro filme, lançado em 2020, está disponível na Netflix.

Dirigido por Leigh Whannell, o elenco conta com Elisabeth MossOliver Jackson-CohenAldis HodgeStorm Reid e outros.

Charlie Cox quer explorar OUTRO lado da vida do ‘Demolidor’ na nova série

Diferente da abordagem que trazia mais ação e pancadaria na série do ‘Demolidor‘ feita pela Netflix, Charlie Cox diz que quer uma pegada mais diferente e analítica nessa nova série feita pela Disney com o personagem, ‘Daredevil: Born Again‘, tendo assim mais momentos no tribunal.

Através de uma entrevista à revista GQ, o ator disse que tem até mesmo estudado para entender mais do mundo da advocacia, pois tem esperanças de que vá aparecer como advogado bem mais do que atuava na série anterior.

“Acho que, por causa do número de episódios com os quais eles se comprometeram, haverá uma forte influência das coisas de tribunal – Matt Murdock, o advogado da nova série”, disse Cox.

“Então, estou muito focado em pesquisar essa área do personagem e de sua vida. Foi uma das áreas em que não exploramos antes. Até o meu sotaque provavelmente está muito enferrujado”, conclui.

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.