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‘Brincando com Fogo’: 2ª parte da 4ª temporada já está disponível na Netflix!

A segunda parte da 4ª temporada do reality show ‘Brincando com Fogo‘ já chegou à Netflix.

Os novos episódios foram lançados hoje, 14 de dezembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

No programa, jovens solteiros e cheios de energia passam seus dias numa praia paradisíaca. Parece perfeito, só que, para ganhar o prêmio de 100 mil dólares, eles precisam renunciar ao sexo.

‘The Flash’: Nicole Maines retornará como a heroína Dreamer na última temporada

De acordo com o TVLine, Nicole Maines (‘Clube da Mordida’) vai participar da 9ª (e última) temporada de ‘The Flash‘.

A atriz vai reprisar o seu papel de ‘Supergirl‘, a heroína Dreamer. A personagem fará parte de “um episódio muito emocional do ciclo final”, declarou o showrunner Eric Wallace. “Tive a chance de fazer o crossover ‘Arrowverse’ dos meus sonhos: uma aventura com a Iris West-Allen (interpretada por Candice Patton) e Nia Nal, duas repórteres investigando um mistério assustador e bizarro.”

Vale lembrar que Javicia Leslie, de ‘Batwoman‘, também retornará ao Arrowverse na temporada final de ‘The Flash’, mas a capacidade de seu envolvimento está sendo mantido em segredo.

O ciclo final estreará oficialmente no dia 8 de fevereiro de 2023.

“Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de The Flash começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez”.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Your Honor’: Bryan Cranston corre perigo no trailer INTENSO da 2ª temporada

O canal Showtime divulgou o trailer completo da 2ª (e última) temporada de ‘Your Honor‘, aclamada série estrelada por Bryan Cranston (‘Breaking Bad’).

Confira:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 13 de janeiro.

O roteirista Joey Hartstone assumirá como showrunner na última temporada, substituindo Peter Moffat.

O drama traz Cranston como Michael Desiato, um respeitado juiz de Nova Orleans cujo filho adolescente, Adam (Hunter Doohan), se envolve com um atropelamento que culmina em um jogo de mentiras, fraudes e escolhas impossíveis.

Michael StuhlbargHope DavisCarmen EjogoIsiah Whitlock Jr.Sofia Black-D’Elia completam o estelar elenco. Amy LandeckerMargo MartindaleLorraine ToussaintChet HanksLamar JohnsonLilly Kay também fazem aparições como atores convidados.

‘Alquimia das Almas’: Jovem desafia seu destino no trailer da 2ª parte da série da fantasia da Netflix

A Netflix divulgou o novo trailer da segunda parte da série de fantasia ‘Alquimia das Almas‘.

Confira:

A produção retornará com capítulos inéditos no dia 21 de janeiro.

Uma feiticeira poderosa no corpo de uma mulher cega encontra um homem de uma família prestigiosa, que quer ajudá-la a mudar o destino dele.

Jung So-MinLee Jae-Wook estrelam a produção. O elenco ainda contará com Hwang Min-hyun, Shin Seung-Ho, Yoo Joon-Sang, Oh Na-ra e Jo Jae-Yoon.

Netflix cancela série LGBTQ+ e os fãs estão REVOLTADOS; Confira as reações!

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Warrior Nun‘ depois de apenas duas temporadas.

De acordo com o Deadline, o segundo ciclo teve um retorno baixo de audiência, permanecendo por apenas três semanas no TOP 10 da Netflix, na quinta posição.

Com um desfecho sem uma conclusão adequada, os fãs estão revoltados com o serviço de streaming. Além disso, os assinantes estão acusando a Netflix de homofobia após a gigante do streaming também ter cancelado recentemente ‘Primeira Morte‘ (First Kill).

Confira as reações:

A série, que é baseada nos quadrinhos de Ben Dunn, acompanha Ava, uma jovem que acorda no necrotério e descobre um artefato em suas costas que oferece poderes sobrenaturais. Por ter sido escolhida, ela precisa lutar contra criaturas demoníacas que ameaçam a Terra, enquanto tenta recuperar uma vida normal.

Criada por Simon Barry, a série é baseada no mangá homônimo de Ben Dunn.

O elenco conta com Alba Baptista, Tristán UlloaKristina Tonteri-YoungLorena AndreaToya TurnerThekla Reuten.

‘Westworld’ será REMOVIDO do HBO Max; Saiba o motivo!

Westworld‘, série que foi cancelada em novembro, deve deixar o catálogo do HBO Max muito em breve. Pois, segundo informações da Variety, a companhia quer evitar gastos mantendo as produções já canceladas na plataforma.

Até o momento, a série e outros títulos já cancelados seguem no catálogo brasileiro e ainda não há informações em relação à decisão da plataforma no Brasil.

Lembrando que a HBO anunciou o cancelamento de ‘Westworld‘ logo após o término da quarta temporada.

A empresa alegou o alto custo de produção da série e os baixos índices de audiência das temporadas mais recentes como fatores determinantes para o cancelamento da produção.

Anteriormente, a co-criadora Lisa Joy também havia expressado o seu desejo em encerrar a narrativa da série na quinta temporada: “Nós temos um desfecho em mente que desejamos alcançar [na quinta temporada]. Nós ainda não vimos o final da história.”

E aí, você também se sentiu decepcionado com o cancelamento?

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Thandie Newton, Jeffrey Wright, Tessa Thompson, Aaron Paul, Angela Sarafyan, Luke Hemsworth, Aurora Perrineau, Ariana DeBose, James Marsden e Ed Harris.

‘Amsterdam’: Filme com Margot Robbie e Christian Bale já está disponível no Star+!

‘Amsterdam’, novo projeto cinematográfico de David O. Russell (‘O Lado Bom da Vida’), finalmente chegou ao Star+.

A produção foi lançada na plataforma de streaming no dia 07 de dezembro.

Relembre o trailer:

Situado nos anos 30, três amigos testemunham um assassinato, tornam-se suspeitos e descobrem uma das tramas mais ultrajantes da história americana.

Baseado em fatos que se unem à ficção, o filme estrela o vencedor do Oscar Christian Bale, a atriz duas vezes indicada ao Oscar Margot Robbie, John David Washington, Alessandro Nivola, Andrea Riseborough, Anya Taylor-Joy, Chris Rock, Matthias Schoenaerts, Michael Shannon, Mike Myers, Taylor Swift, Timothy Olyphant, Zoe Saldana, com o vencedor do Oscar Rami Malek e o duas vezes vencedor dos Prêmios da Academia Robert De Niro.

Escrito e dirigido por Russell, o longa-metragem é produzido por Arnon Milchan, Matthew Budman, Anthony Katagas, David O. Russell e Christian Bale.

‘Star Wars Jedi: Survivor’: Cameron Monaghan não descarta interpretar Cal Kestis em live-action

Depois de fazer sucesso como intérprete de Cal Kestis no game ‘Star Wars Jedi: Fallen Order’, Cameron Monaghan voltou a interpretar o personagem na sequência ‘Star Wars Jedi: Survivor‘, agendada para 2023.

Mas será que ele estaria disposto a dar vida ao herói em uma série ou filme live-action?

Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, o astro foi questionado com a mesma pergunta e não descartou a ideia.

No entanto, ele disse que seu foco, no momento, é garantir que a franquia de jogos seja bem-sucedida.

“Eu amo esse personagem. Eles estão começando a explorá-lo por meio de outros meios, temos um romance chegando, e tem sido realmente incrível ser o rosto de Cal nos videogames porque acho que os jogos são muito subestimados em comparação a outras mídias porque recebem atenção por um curto período de tempo.”

Ele continuou:

“Mas o legal dessa franquia é que as pessoas estão olhando para ela percebendo o quanto é incrível, comovente e significativa. Portanto, minha prioridade agora é garantir que tenhamos um arco satisfatório dentro dos jogos. O que vai acontecer no futuro, ninguém sabe. Mas posso dizer que amo Cal e foi uma alegria dar vida a ela nos últimos anos. Se surgir a possibilidade [de interpretá-lo em live-action]… Bom, veremos.”

Ambientado entre ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ e ‘Star Wars: Uma Nova Esperança‘, ‘Star Wars Jedi: Survivor’ continua acompanhando as aventuras de Kestis como um Jedi sobrevivente do massacre causado pelas tropas imperiais.

Depois de enfrentar Darth Vader e os Inquisidores, o personagem agora tenta encontrar outros cavaleiros na tentativa de salvá-los e perpetuar a ordem Jedi.

Enquanto o game não é lançado, vale lembrar que a produção mais recente baseada na saga ‘Star Wars é a série ‘Andor‘, pré-sequência ‘Rogue One’.

Relembre o trailer:

A primeira temporada contará com 12 episódios, que serão dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisará seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).

Nicholas Britell ficará responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Artigo | Se você gosta de dramas poderosos, ‘História de um Casamento’ é o filme que você estava prourando

Ao longo da extensa história da esfera cinematográfica, diversos filmes encontraram espaço de sobra para se voltarem às explorações dos dramas familiares – ou seja, de narrativas que se conectassem mais com o cotidiano do público do que fantasiosas investidas ou ações inexplicavelmente majestosas. A ideia de conexão entre obra audiovisual e audiência, entretanto, ganhou palanque extremo nas últimas décadas e, assim como tantos outros gêneros, caiu nas ruínas da saturação e deu ares de um infeliz cansaço artístico que, caso não lapidado, continuaria a nos entregar a mesma coisa.

De qualquer forma, é sempre interessante analisar de que modo os cineastas e suas extensas equipes pretendem nos engolfar em verdades que não aceitamos, mas que estão presentes constantemente nas nossas vidas – seja através de um cronológico e expansivo coming-of-age (Boyhood – Da Infância à Juventude’), ou então a partir de uma perspectiva pueril que se vê no centro de uma transformação traumática (Ponte para Terabítia’, Sete Minutos Depois da Meia-Noite’), ou até mesmo embebida pela gritante contradição entre duas viscerais famílias (Deus da Carnificina’). E foi de modo chocante e emocionante que o diretor Noah Baumbach se valeu de todos esses aspectos supracitados para dar vida à História de um Casamento’ – cujo título pode nos guiar em um caminho conhecido, mas perscrutado por reviravoltas que se nutrem do âmago da frustração humana.

A trama gira em torno de Nicole (Scarlett Johansson), uma ex-atriz de cinema que agora trabalha em teatros independentes, e Charlie (Adam Driver), seu marido e diretor dramatúrgico. O filme se inicia com dois breves solilóquios em que os dois protagonistas falam sobre o que mais gostam de seus parceiros, enaltecendo suas personalidades altivas e seu senso de imperfeição que muitas vezes é ofuscada pelas exaustivas tentativas de alcançar a divina construção. Na verdade, essa mescla de qualidades e defeitos que sempre retorna aos nossos pensamentos quando nos prestamos a analisar alguém muito próximo a nós, é a estrutura principal sobre a qual irá se trilhar o caminho para o catártico finale – em sua versão mais sutil possível.

Ainda que tudo esteja às mil maravilhas, tudo não passa de aparência: afinal, Nicole e Charlie estão à beira de um divórcio, arquitetado primeiramente pela desistência da personagem de Johansson em continuar em uma mentira belamente contada. Não demora muito, inclusive, para que ela caia em si e perceba que seu casamento já não existe há muito tempo, ainda mais pelo egocêntrico egoísmo de Charlie que o impede de ver que sempre dominou o relacionamento e nunca deu abertura para que outras pessoas expressassem o que desejavam – quanto mais discordar de algo que já está decidido.

Baumbach, que também fica a encargo do roteiro, não apenas bebe de outras icônicas produções pelas quais ficou responsável (como ‘A Lula e a Baleia’ e Frances Ha’), como imprime uma sólida perspectiva do que insurge em meio a um profundo estudo antropológico. Aqui, as barreiras etárias que normalmente separam a sabedoria inerente dos mais velhos e o purismo inocente dos mais jovens deixam de existir em prol de aglutinar em uma pungente fusão cada uma das personas trazidas às telonas. Nem mesmo Nicole e Charlie, que carregam um certo “quê” de solenidade, estão livres de se renderem a certos momentos do primitivismo comportamental mais propositalmente ridículo – a sequência em que tentam resolver as coisas entre si e então trocam ataques vergonhosos que, na verdade, não têm a menor coerência.

É essa vergonha não-premeditada que inclusive antecipa a calmaria: em poucos minutos em que o casal tentaria ter uma conversa civilizada, o pacífico diálogo dá lugar a uma guerra explosiva que traz o pior de cada um à tona; ambos colocam para fora todos os sapos que foram obrigados a engolir e, depois de tangenciarem um agonizante ilogismo, recobram a consciência e caminham para o que podemos encarar como um final feliz às avessas: eles permanecem separados, mas nunca deixaram de amar um ao outro; entretanto, funcionam melhor como pessoas independentes, cuja visão profissional e pessoal diverge ao ponto de criar atritos complexos.

O diretor também abre espaço para teorizar acerca de outros temas importantes para o enredo e que são traduzidas do cotidiano para o cinema com atenção máxima: depois que contratam seus respectivos advogados (interpretados com perfeição por Laura Dern e Ray Liotta), tudo não passa de formalidades e tentativas quase idióticas de racionalizar algo que vai muito além de segmentos congruentes e que deveria ser discutido apenas pelos participantes desse complicado (e caro) aspecto de suas vidas. E, como se não bastasse, essa preocupação narrativa se estende também para as realizações estéticas, pinceladas com uma crescente melancolia que eventualmente se volta para uma inebriante letargia e uma compreensão de que tudo aquilo é inevitável.

‘História de um Casamento’ é uma das grandes surpresas dos últimos anos. O grande ponto da produção é ir para além das costumeiras resoluções de melodramas familiares – ora, até mesmo as convecções cômicas são deturpadas com um fundo da mais ardente verdade. E essa preocupação em se afastar de tudo o que conhecemos sem cair em arquiteturas inverossímeis é analisada de tal forma que é impossível não derramar uma lágrima com a história.

Taylor Swift – 33 Anos | 10 músicas muito subestimadas da icônica artista

A icônica cantora e compositora Taylor Swift completa 33 anos no dia de hoje, 13 de dezembro – e é claro que não poderíamos deixar seu aniversário passar em branco.

Pensando nisso, montamos uma breve lista elencando dez músicas muito subestimadas da carreira da loirinha, tentando perpassar por todas as eras que ela já nos entregou.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual canção você acha a mais subestimada:

“FIFTEEN”

Álbum: Fearless

“Fifteen” é uma das canções mais belas e pessoais de Taylor Swift e, como ficaria marcado ao longo de sua explosiva carreira, foi inspirada por seu primeiro coração partido, ainda no colegial. A balada country-pop traz mensagens de empoderamento e aconselha adolescentes a não se apaixonarem tão fácil – ainda mais quando as consequências podem ser drásticas.

“ENCHANTED”

Álbum: Speak Now

“Enchanted” foi inspirado por um rapaz que Swift conheceu em Nova York mas que nunca o viu pessoalmente. Trocando e-mails entre si, a música é acompanhada por um tom agridoce de não saber se esse relacionamento sem precedentes seguiria em frente ou se encontraria obstáculos diversos. Uma platônica declaração amorosa que deixa a canção ainda mais polida do que já é.

RED

Álbum: Red

Voltando às raízes, Taylor Swift reabriu as portas para o country com a música homônima do álbum Red. Colaborando mais uma vez com Chapman e, dessa vez, com Dann Huff, a performer utilizou metáforas interessante para falar de um relacionamento tumultuoso e intenso – e, apesar das boas intenções, teve recepção ambivalente por parte da composição.

“ALL YOU HAD TO DO WAS STAY”

Álbum: 1989

“All You Had To Do Was Stay” pode não ser um single oficial de 1989, mas é um de seus pontos altos depois de “Out of the Woods”. Trazendo Swift no melhor de sua composição pop, a semi-balada é construída com singelo crescendo que se envolve em um dançante refrão e uma análise de um amor que não foi correspondido e que, agora, é tarde demais para ser recuperado.

“DON’T BLAME ME”

Álbum: Reputation

Taylor Swift nos deu vida com as inflexões do dub de “Don’t Blame Me”, uma das faixas mais coesas de Reputation. Misturando elementos do gospel e do synth-pop, a canção merecia ter ganhado mais atenção da mídia, mas ao menos caiu no gosto popular. Os versos tratam do amor como se fosse uma droga viciante e perigosa, ainda que necessária.

“THE ARCHER”

Álbum: Lover

Seja com metáforas líricas on point, seja com uma produção bastante caprichosa e saudosista, “The Archer” foi lançada de surpresa e, mesmo assim, não se configurou com um dos singles principais de Lover. De qualquer forma, o dream-pop e o new wave se uniram em uma potente composição movida pelos sintetizadores e trazendo uma das rendições mais pessoais de Swift.

“MISS AMERICANA & THE HEARTBREAK PRINCE”

Álbum: Lover

Enquanto a carreira de Taylor é recheada de explosivos e dançantes refrões, “Miss Americana & The Heartbreak Prince” prova que ela não tem medo de experimentar coisas novas. Apostando na suavidade de um synth-pop e num verborrágico enredo do medo de perder alguém, essa faixa é um dos estandartes que passaram longe do radar de Lover.

“CHRISTMAS TREE FARM”

Sem álbum

“Christmas Tree Farm” é uma das músicas de Natal mais adoráveis e bem escritas dos últimos anos e, por mais que não se equipare ao estrondoso sucesso que Swift fez ao longo da carreira, é uma celebração digna de fim de ano que merece entrar para nossa lista de festividades. A faixa foi produzida por Swift e pelo vencedor do Oscar Jimmy Napes.

“SEVEN”

Álbum: Folklore

A melodia mágica entre o violão e o piano transforma “Seven” em uma das melhores entradas do trajeto trilhado por Swift até hoje. Aqui, ela se restringe a declamações poéticas e incomuns às incursões vocais a que estava acostumada. Seja pelo sutil prolongamento das vogais, seja por retomar as raízes de Pensilvânia, a música é saudosista e emocionante ao longo de seus três atos.

“MARJORIE”

Álbum: Evermore

É difícil não se emocionar com a potência taciturna de “marjorie”. Um dos muitos ápices artísticos de Swift em Evermore, a faixa trata com carinho e com uma saudade imbatível Marjorie Finlay, falecida avó da performer que a encorajou a mergulhar no mundo da música. A própria cantora e compositora disse que Finlay a visita, ainda que em sonhos, para lhe dar inspiração e para segurar sua mão em momentos difíceis.

‘Bailarina’: Norman Reedus entra para elenco de derivado de ‘John Wick’

Segundo o Deadline, o astro de ‘The Walking Dead‘, Norman Reedus, entrou para o elenco de ‘Bailarina‘, filme spin-off de ‘John Wick‘.

Até o momento, Reedus ainda não teve a identidade de seu personagem divulgada.

Ele se junta aos previamente confirmados Keanu ReevesAnjelica HustonIan McShaneLance Reddick, que reprisarão seus papéis da saga original.

Ana de Armas (‘Entre Facas e Segredos’, ‘007 – Sem Tempo para Morrer’) estrela.

Há a expectativa da produção começar em breve.

Lembrando que Len Wiseman (‘Anjos da Noite’) irá dirigir o filme, enquanto Shay Hatten (‘John Wick 3: Parabellum’) fez a versão preliminar do roteiro.

Já ‘John Wick 4‘ tem estreia marcada para 24 de março de 2023. ‘John Wick 5‘ seria gravado ao mesmo tempo que o 4, mas a pandemia impediu o desenvolvimento dos dois filmes, então a equipe optou por fazer apenas um deles. Agora só nos resta para saber se a sequência deixará um gancho para novas histórias.

Fique ligado para mais informações!

‘Star Wars: Rogue Squadron’: Fonte diz que filme de Patty Jenkins “é uma completa bagunça”

No início de novembro, foi anunciado que as gravações de ‘Star Wars: Rogue Squadron foram adiadas por tempo indeterminado.

Originalmente, o longa dirigido por Patty Jenkins deveria ter entrado em produção no início de 2022, com estreia prevista para dezembro de 2023, mas agora não há previsão para o lançamento.

E, de acordo com o jornalista Jeff Sneider, do The Ankler, o projeto está engavetado por ser “uma bagunça”.

Em entrevista para o podcast The Hot Mic, Sneider disse o seguinte:

“Ouvi algumas coisas sobre Patty Jenkins. Ouvi dizer que ela é um pesadelo. Sinto muito, eu odeio ser o cara que xinga uma mulher! Mas, ouça, eu também disse isso sobre inúmeros diretores do sexo masculino. Ouvi dizer que as ideias dela para ‘Mulher-Maravilha 3′ foram uma bagunça. Ouvi dizer o mesmo de Star Wars: Rogue Squadron‘, é uma completa bagunça.”

Anteriormente, Matthew Belloni, ex-editor do The Hollywood Reporter, disse que Jenkins não estava satisfeita com os planos de alguns executivos da Lucasfilm para o filme.

Na época, Belloni disse que:

“Isso não é incomum em grandes produções, mas é um problema ridiculamente persistente na gestão de Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm. Os principais cineastas estão morrendo de vontade de fazer um filme de ‘Star Wars‘, até darem de cara com os obstáculos da microgestão e da burocracia dentro do estúdio.”

Ele continua:

“Fontes que trabalham em ‘Rogue Squadron‘ me disseram que Patty tem muitas diferenças criativas com o estúdio. Basicamente, o roteiro que ela aprovou passou por inúmeras alterações. Aconteceu o mesmo com os showrunners de ‘Game of Thrones‘ , David Benioff e Dan Weiss, que foram contratados para criar uma nova trilogia, mas desistiram. Também aconteceu com Rian Johnson, roteirista e diretor de ‘Os Últimos Jedi’, que foi contratado para comandar uma nova trilogia, mas o projeto continua arquivado.”

Por fim, ele defende a visão criativa de Jenkins, argumentando:

Jenkins não está disposta a ceder, e ela tem outros projetos a caminho, como ‘Mulher-Maravilha 3′. Apesar dos problemas na Warner Bros, ela desfruta de mais liberdade criativa com eles.”

Alguns meses atrás, Jenkins havia revelado aos fãs da saga intergaláctica que o roteiro estava quase pronto:

“Será incrível. Trabalhei no projeto por seis meses antes mesmo de anunciá-lo, então estamos bem investidos nisso. Estamos terminando o roteiro, juntando a equipe, e tudo será incrível. Estou animada sobre a história e com o fato de sermos o próximo capítulo de Star Wars, que é uma grande responsabilidade e uma oportunidade incrível de explorar coisas novas”.

Em outra entrevista, dessa vez à Associated Press, a diretora comentou que a obra irá abrir uma nova era no panteão intergaláctico, abraçando elementos ainda não vistos na franquia.

“Estou apaixonada com esses três novos projetos no meu prato agora. Definitivamente tenho Rogue Squadron como próximo e estou animada para ‘Mulher-Maravilha 3’. Os livros de Michael Stackpole e os videogames e tudo sobre Rogue Squadron [têm] uma história incrível que é importante honrar. E, ainda, deve ser trazida a uma nova era, porque temos que contar uma nova história e tentamos mesclar o melhor de tudo. […] É um grande amontoado de coisas que tentamos juntar e manter como uma história simples”.

O longa vai acompanhar as missões da equipe de artilharia espacial introduzida em ‘Star Wars: O Império Contra-Ataca‘ (1980).

Matthew Robinson (‘Amor e Monstros’) também fica responsável pelo roteiro.

Assista ao primeiro teaser oficial abaixo:

‘How Do You Live’: Studio Ghibli revela data de estreia e pôster do novo filme de Hayao Miyazaki

O Studio Ghibli anunciou que ‘How Do You Live‘ (Kimi-tachi wa Dou Ikiru ka), novo filme do lendário animador e diretor Hayao Miyazaki (‘A Viagem de Chihiro’), chegará aos cinemas do Japão no dia 14 de julho de 2023.

A nova animação é inspirada em uma obra infantil de 1937, escrita por Yoshino Genzaburo. O livro original acompanha um jovem de 15 anos que reflete sobre a vida em um Japão pré-guerra, o filme foi descrito como uma “grande e fantástica história”.

Miyazaki também fica responsável pelo roteiro da produção, que ganhou um novo cartaz divulgado pelo Studio Ghibli. Confira logo abaixo:

O último longa animado dirigido por Miyazaki foi ‘Vidas ao Vento‘ (2013) que, assim como boa parte da filmografia do diretor, está disponível na Netflix para ser visto nesse momento.

O diretor havia anunciado sua aposentadoria, porém, decidiu sair e dirigir um último filme. Miyazaki iniciou a carreira de 1963. Seu primeiro longa-metragem, ‘O Castelo de Cagliostro‘, é de 1979. Ele se tornou um diretor cult com ‘Nausicaä do Vale do Vento (1984), antes de co-fundar o Studio Ghibli, o primeiro de animação no Japão.

‘Warrior Nun’ é CANCELADA pela Netflix após 2 temporadas

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Warrior Nun‘ depois de apenas duas temporadas.

De acordo com o Deadline, a audiência do segundo ciclo não conseguiu justificar o gasto para uma nova temporada. Em um padrão parecido com outras séries canceladas anteriormente, a segunda temporada permaneceu apenas três semanas no TOP 10 da Netflix, alcançando a quinta posição.

Apesar da série ter construído uma pequena base de fãs leais, o serviço de streaming decidiu que não era o suficiente para dar continuidade à produção.

A série, que é baseada nos quadrinhos de Ben Dunn, acompanha Ava, uma jovem que acorda no necrotério e descobre um artefato em suas costas que oferece poderes sobrenaturais. Por ter sido escolhida, ela precisa lutar contra criaturas demoníacas que ameaçam a Terra, enquanto tenta recuperar uma vida normal.

Criada por Simon Barry, a série é baseada no mangá homônimo de Ben Dunn.

O elenco conta com Alba Baptista, Tristán UlloaKristina Tonteri-YoungLorena AndreaToya TurnerThekla Reuten.

Tá chegando! Trailer de ‘Pânico 6’ ganha data de lançamento…

Faltam menos de três meses para a estreia de ‘Pânico VI‘ (Sim, o título oficial será ‘Scream VI’) e os fãs estão desesperados pela falta de divulgação do filme.

Mas a espera está chegando ao fim. O Collider divulgou que o primeiro trailer será lançado amanhã, 14 de dezembro, junto com as cópias de ‘Babilônia‘.

O vídeo, que terá pouco mais de um minuto de duração, deve ser divulgado na internet amanhã também.

No vídeo, os fãs poderão ver o retorno de Hayden Panettiere como Kirby (retornando pela primeira vez desde Pânico 4 !), ao lado de nossas novas heroínas, Sam e Tara Carpenter, interpretadas por Melissa Barrera e Jenna Ortega.

Confira a sinopse:

O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado. Fazem parte do elenco Courteney Cox, Jenna Ortega, Hayden Panettiere, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown e Melissa Barrera

Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornam para a próxima aventura.

Assista à nossa crítica do último longa:

 

‘O Beijo do Destino’: Série de romance coreana já está disponível no Star+!

A série coreana de romance ‘O Beijo do Destino‘ estreou oficialmente no catálogo brasileiro do Star+.

Todos os 12 episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

Na trama…

Kong Yesool, a melhor executiva de contas da equipe de planejamento 1 da Zeu Ad, tem um segredo: ela consegue ver o futuro quando beija alguém. Um dia, depois que seus lábios acidentalmente tocam os lábios de seu chefe de equipe, Minhoo, ela se vê na cama com ele no futuro.

Confira o trailer:

Criada por An Changhyun, a série é baseada na webtoon homônima.

O elenco conta com Yoon Kyesang, Seo Jihye, Kim Jisuk, Lee Juyeon, Tae Inho e Kim Gaeun.

FLOPOU! Os Maiores Fiascos de Bilheteria do Cinema que Completam 10 Anos em 2022

Ao olharmos de volta 10 anos no passado, alguns filmes ainda permanecem muito vivos na cabeça dos fãs de cinema, guardados com muito carinho, comentados e revisitados pela grande maioria. Afinal, quem poderia esquecer de obras como o primeiro Os Vingadores, Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge, Jogos Vorazes, Django Livre, O Espetacular Homem-Aranha, O Lado Bom da Vida e até mesmo o último exemplar da franquia Crepúsculo, Amanhecer – Parte 2. Goste você ou não, o que importa é que todos esses possuem sim seus fãs e seguem constantemente lembrados e mencionados. Isso é o que define seu sucesso.

Mas para todo sucesso é preciso existir o fracasso. E enquanto essas produções resistem ao teste do tempo, outras tantas esmaeceram rapidamente, algumas logo após serem lançadas inclusive. A arte é assim mesmo, está viva e em movimento. E quando falamos de cinema, enquanto alguns filmes podem ressurgir às vezes depois de anos, sendo redescobertos por novas gerações, outros tantos ficam trancados a sete chaves, esquecidos muitas vezes para sempre. Outros, que até fizeram relativo sucesso em sua estreia, podem igualmente ir perdendo a força com o passar dos anos, e não serem repassados para a geração seguinte. O sucesso de um filme interfere realmente muito nisso, sendo mais fácil fiascos serem varridos para debaixo do tapete.

Aqui falaremos justamente deles, os fracassos de bilheteria que não fizeram jus ao seu orçamento, reflexo do público simplesmente não comparecer para assisti-los. Confira 10 grandes fiascos financeiros do cinema que estão completando uma década em 2022.

Battleship – A Batalha dos Mares

Existem alguns atores que são simplesmente muito azarados e independente de seu talento, parecem não conseguir evitar se envolver em fracassos consecutivos. Saber se o resultado de um filme será positivo ou negativo é uma caixinha de surpresa tão grande quanto o de uma partida de futebol. Assim, o jovem Taylor Kitsch teve algumas chances de se tornar um astro quente de Hollywood protagonizando alguns blockbusters, mas o dedo pobre do sujeito o fez estrelar obras como John Carter e este Battleship. A intenção da Universal Pictures era replicar o sucesso da Paramount com a linha de brinquedos Transformers, que se tornaram uma franquia muito lucrativa nas telonas. Aqui, a investida foi no jogo de tabuleiro Batalha Naval. Com um orçamento de US$209 milhões, o filme que marcou a estreia da cantora Rihanna no cinema fez apenas US$65 milhões nos EUA e US$303 milhões mundiais.

 

John Carter – Entre Dois Mundos

A Disney é o estúdio mais poderoso da atualidade, dono de propriedades como a Marvel, franquias como Star Wars e Indiana Jones e até mesmo toda a biblioteca da Fox. Mas isso não significa que já não tenha visto sua cota de fracassos. E para isso nem é preciso voltar muito no tempo. Olhando dez anos no passado, lembramos do lançamento de uma das apostas mais ambiciosas do ano – que era planejado para ser o novo Avatar (2009). Com o orçamento infladíssimo de US$250 milhões, John Carter rendeu US$73 milhões nos EUA, e US$284 milhões mundiais, chegando muito perto de sequer se pagar; e fazendo cabeças rolarem.

Sombras da Noite

Ter um filme de fracasso no currículo já é ruim o suficiente. Pior ainda é quando se trata de um projeto dos sonhos, que um ator ou diretor tentava tirar do papel durante anos, ou até mesmo décadas, e quando finalmente consegue, se torna o mais novo fiasco da praça. Foi exatamente isso o que aconteceu com a última parceria entre Johnny Depp e o diretor Tim Burton, num total de oito trabalhos juntos. Projeto de paixão do astro, Depp era fã confesso do programa original, uma espécie de novela intitulada Dark Shadows que trazia elementos sobrenaturais e certo terror a uma família e seus dramas. Por exemplo, um dos membros é um vampiro milenar. Depp queria transformar a ideia num blockbuster, e a Warner comprou a ideia e escalou o diretor Tim Burton, amigo do astro. Mas com um orçamento inflado de US$150 milhões, o filme viu o retorno de apenas US$79 milhões aos cofres do estúdio nos EUA. A salvação, em partes, foi a bilheteria mundial de US$245 milhões.

 

Rock of Ages – O Filme

Além de terminar com os sonhos de um ator em se tornar o mais novo astro do pedaço em Hollywood, o fracasso de certos filmes podem também puxar o tapete de grandes ícones estabelecidos no cinema. Foi o sufoco que mega astro Tom Cruise passava há dez anos. Dono do maior sucesso deste ano, com Top Gun – Maverick, Cruise havia lançado o quarto Missão: Impossível no ano anterior e esperava mostrar um lado diferente de sua atuação com esta comédia muito rock n roll baseada num famoso musical dos palcos da Broadway. No filme, Cruise vive uma espécie de Axl Rose (ou qualquer outro roqueiro famoso dos anos 80) e solta a voz de verdade. Apesar disso, o público não se interessou muito, e com orçamento de US$75 milhões, nem mesmo mundialmente a produção da New Line/Warner conseguiu se pagar, com uma bilheteria de US$59 milhões.

Este é o Meu Garoto

Por mais duvidosos que fossem as comédias de Adam Sandler, elas sempre se tornavam sucesso de público também. Afinal, o ator havia conquistado seu público-alvo, em sua maioria meninos adolescentes em busca de comédias escrachadas e politicamente incorretas. Assim, Sandler seguia reinando nas bilheterias. Mas a maré iria mudar para o comediante há exatos 10 anos. Foi nesta época que Adam Sandler lançava Este é o Meu Garoto, filme que desafiava todos os costumes e o bom-gosto, atingindo um novo nível de baixeza até mesmo para o humorista. E isso levando em conta que no ano anterior ele havia feito Cada um Tem a Gêmea que Merece (2011). Resultado, a produção da Columbia/ Sony com um orçamento de US$70 milhões, viu o retorno de US$57 milhões mundiais e sequer viu as telas de cinema em grande parte do mundo, como no Brasil – onde pela primeira vez um filme de Sandler saía direto em vídeo.

 

Esquadrão Red Tails 

A importância do diretor e produtor George Lucas jamais será diminuída. O “pai” dos blockbusters (ao lado de Steven Spielberg), o cineasta foi responsável pela criação da maior franquia de todos os tempos no cinema, com Star Wars – Guerra nas Estrelas, ainda em 1977. O segundo blockbuster da história, atrás de Tubarão (1975), mudaria para sempre a relação dos fãs com o cinema, fazendo um filme transcender das telas para nosso dia a dia em tudo que é forma de produto. Star Wars continua dando frutos até hoje, mas Lucas queria novos sucessos após ter vendido seu bem mais valioso para a Disney. No mesmo ano desse negócio das Arábias, Lucas se voltava para a Fox para produzir o drama de guerra histórico Esquadrão Red Tails, que fala sobre uma divisão de pilotos de elite formada apenas de homens negros durante a Segunda Guerra Mundial. O tópico é digníssimo, mas o filme não convenceu e com orçamento de US$58 milhões, rendeu apenas US$50 milhões mundiais – no Brasil sendo lançado direto em home vídeo.

O Legado Bourne

Em time que está ganhando não se mexe – já diz o ditado. Mas procure falar isso para os engravatados de Hollywood, em busca de uma nova fortuna a todo custo, doa a quem doer. E a quem doeu neste caso foi na Universal Pictures. Acontece que após a trilogia de sucesso Bourne (com A Identidade, a Supremacia e o Ultimato), os produtores queriam dar continuidade a este universo particular de superagentes de uma divisão do governo tão secreta, que seus operativos têm a memória apagada. A trilogia funcionou porque tinha o astro Matt Damon atrelado no papel principal. Assim, foi só o ator deixar a franquia que o público perderia o interesse. E não adiantou nem mesmo o estúdio contratar Jeremy Renner (saído do sucesso de Os Vingadores, da Marvel) como protagonista para uma outra investida neste universo. Com orçamento de US$125 milhões, o filme rendeu US$113 milhões nos EUA e US$276 milhões mundiais.

Amanhecer Violento

Aqui temos um exemplo de jogada de marketing na base da “malandragem” que os atores tanto gostam, para não dizer o contrário. Remake de uma produção cult de 1984, que mostrava os EUA sendo invadidos sem cerimônia por tropas russas em plena Guerra Fria. Quando os cidadãos do país se deram por conta, seus quintais estavam repletos de russos. A sacada desta fantasia na verdade era contar com um elenco de jovens promissores como os heróis da história, vide Patrick Swayze, C. Thomas Howell, Charlie Sheen, Lea Thompson e Jennifer Grey – todos donos de seus próprios sucessos dos anos 80. O remake também seguiria por esse caminho e trouxe nomes como Josh Hutcherson, Adrianne Palicki e Isabel Lucas, por exemplo. Mas o maior astro que esse elenco teria, na época ainda desconhecido, era o ator Chris Hemsworth. O estúdio até engavetou a produção até a estreia de Thor (2011), a fim de surfar no sucesso da Marvel. No entanto não adiantou muito. Com um orçamento de US$65 milhões, o filme somou US$50 milhões mundiais e não viu um lançamento nos cinemas em grande parte do mundo, como no Brasil.

Vizinhos Imediatos de 3º Grau

Ter no elenco de sua comédia nomes como Ben Stiller, Vince Vaughn e Jonah Hill seria um presente para qualquer produtor ou diretor. Mas infelizmente este não foi o resultado deste filme de humor com toques de ficção científica com lançamento da FOX. Acontece que no centro da trama e no título em inglês temos referência às patrulhas de bairros – nos EUA, os próprios moradores criam grupos de segurança para vigiar as redondezas de suas casas dos subúrbios, aquelas mansões de filmes. O problema é que muitos destes vigilantes fazem uso de armas para expulsar qualquer invasor com segundas intenções. E um pouco antes do lançamento deste filme, um jovem inocente foi assassinado por um destes grupos de vigilantes ao ser confundido com um criminoso. Assim, às pressas toda a trama da comédia precisou ser alterada para incluir uma invasão alienígena secreta. O resultado custou caro, já que com US$68 milhões de orçamento, o longa rendeu US$35 milhões nos EUA, e US$68 milhões mundiais.

As Mil Palavras

Poucos astros de Hollywood viveram tantos altos e baixos em suas carreiras quanto Eddie Murphy. Surgido nos anos 80 como a grande sensação do humor, o comediante apareceu em cena no programa Saturday Night Live e logo virou fenômeno. Assim, logo estavam fazendo filmes para o ator estrelar, como 48 Horas (1982) e Trocando as Bolas (1983). O estouro mesmo viria com Um Tira da Pesada (1984) e quatro anos depois um novo estrondo com Um Príncipe em Nova York (1988) – comédias atemporais. Depois disso, a carreira de Murphy viraria uma montanha russa de altos e baixos – para cada sucesso, um novo fracasso. Mas em meados dos anos 2000 em diante era muito difícil achar algo que se salvasse em sua filmografia. Isto é, até Mr. Church e Meu Nome é Dolemite. Mas há 10 anos, Murphy precisava lidar com um de seus pontos mais baixos, com esta comédia infantil de “quinta” da Dreamworks / Paramount, que custou US$40 milhões e rendeu só metade, com US$22 milhões.

Gostou de ‘Dark’ e ‘1899’? 10 ótimas SÉRIES que não foram feitas nos Estados Unidos

Todo mundo sabe que os primeiros grandes sucessos do mundo da televisão, quando pensamos em seriados, vieram dos Estados Unidos e sua indústria poderosa e criativa na arte do entretenimento. Mas o audiovisual foi se desenvolvendo chegando a um presente onde maravilhosas produções são produzidas em todos os cantos do mundo. Pensando nisso, e buscando dar algumas sugestões de ótimos projetos que foram não foram feitos na maior potência do mundo, segue abaixo 10 ótimas séries que não foram feitas nos Estados Unidos:

 

Som na Faixa (Suécia)

A força do algoritmo contra o pensamento obsoleto. Dividido em capítulos que mostram pontos de vistas diferentes sobre a criação e consolidação do serviço de streaming de música, Spotify, Som na Faixa é uma minissérie sueca que causa seu impacto através da profundidade com que consegue gerar reflexões sobre um modelo de negócios à princípio muito contestado mas que acabou sendo algo revolucionário na indústria fonográfica. As interseções da narrativa não deixam de ser grandes embates onde o público recebe bastante informações para tirar suas próprias conclusões.

 

My Name (Coreia do Sul)

As reviravoltas de um crime. Seguindo na linha de Infiltrados mas com um arco bem forte familiar embutido, além de uma vingança óbvia por trás dos atos, o seriado coreano My Name, disponível na líder dos streamings, caminha entre a ação e o drama para mostrar a saga de uma jovem que praticamente abdica de sua vida para encontrar o verdadeiro assassino do pai. Com um roteiro repleto de surpresas e oito episódios eletrizantes, o seriado deve agradar bastante pra quem der uma chance.

 

Gente Ansiosa (Suécia)

As linhas tênues entre a lei e as regras da vida. Baseada no best-seller do escritor sueco Fredrik Backman, Gente Ansiosa atravessa as surpresa de um mistério para refletir sobre a compaixão. Disponível na Netflix, essa minissérie de curtos seis episódios com cerca de 30 minutos em cada um deles mostra um acontecimento que vira um ponto de intercessão de algumas pessoas para entenderem melhor a própria vida que levam. Sem pretensões ou julgamentos o projeto encanta pela simplicidade e pelas ricas entrelinhas quando pensamos nas leis e nas regras de uma sociedade repleta de um conservadorismo exagerado.

 

1899 (Alemanha)

Na curiosa trama, conhecemos um grupo de pessoas que compram uma passagem de navio saindo de um país da Europa para os Estados Unidos. Nesse grupo de pessoas, de diversos países diferentes, estão, entre outros: Maura (Emily Beecham), Ling Yi (Isabella Wei), Krester (Lucas Lynggaard Tønnesen), Eyk (Andreas Pietschmann), Ángel (Miguel Bernardeau) Ramiro (José Pimentão), Jérome (Yann Gael), Clémence (Mathilde Ollivier), Lucien (Jonas Bloquet) Sra. Wilson (Rosalie Craig), Olek (Maciej Musial), Tove (Clara Rosager), Franz (Isaak Dentler). Parece que esses personagens, que se tornam os principais da história, possuem um elo que são os fortes traumas que viveram em um passado nem tão distante. Ao longo do trajeto dessa viagem, muitas coisas estranhas começam a acontecer e decisões sobre o que fazer colocará todos eles em risco.

 

Meu Querido Zelador (Argentina)

Criada pelo trio Mariano Cohn, Gastón Duprat e Martin Bustos, ao longo de onze episódios de cerca de 30 minutos de duração acompanhamos a história de Eliseo (Guillermo Francella), um quase senhor de idade, bastante ativo, que é zelador de um prédio de classe média alta numa região central de uma grande cidade na Argentina. Seus dias são intensos, com muitos afazeres e tentando agradar a todos os moradores a todo instante. Mas o protagonista tem um lado obscuro ligado ao seu egocentrismo marcante buscando levar vantagens em situações do dia a dia.  Seu controle sobre tudo acaba indo por agua abaixo quando um dos moradores, o narcisista Matías Zambrano (Gabriel Goity) resolve colocar em prática uma votação para criar uma piscina no último andar do prédio, exatamente o lugar onde Eliseo mora. Ao mesmo tempo, o projeto prevê a demissão dele. Assim, o intrigante personagem principal dessa história embarcará em uma jornada para convencer a maioria dos moradores do prédio a votarem a seu favor.

 

Dois Verões (Bélgica)

Um crime e as interpretações da impunidade. Chegou ao catálogo da Netflix, uma minissérie belga que busca em seus intensos seis episódios nos mostrar os desenrolares, ao longo de décadas de uma linha temporal, sobre um crime cometido por um grupo de amigos que se reúnem tempos mais tarde onde as verdades são jogadas na mesa. Dois Verões traz para a reflexão do público interpretações dos personagens para a violência cometida e quais seriam as maneiras de punição propostas.

 

Line of Duty (Inglaterra)

Na trama, acompanhamos o superintendente Ted Hastings (Adrian Dunbar), que logo na primeira temporada precisa encontrar mais um integrante para a equipe que chefia, a AC-12, uma unidade anti-corrupção da polícia britânica. Assim chega no nome do sargento Steve Arnott (Martin Compston). Ele se junta a policial Kate Fleming (Vicky McClure) e o trio irá enfrentar histórias complexas onde precisam encontrar as pistas para investigações que envolvem alguém da força policial. Detestados pela maioria dos policiais, eles embarcam em situações de fortes emoções que acabam convergindo, em alguns casos com as suas próprias vidas pessoais.

 

Amor e Anarquia (Suécia)

A vida robótica em contraponto às belezas das imperfeições que existem no mundo. Criado pela cineasta Lisa Langseth, do ótimo filme Hotell (filme com a ganhadora do Oscar, a sueca Alicia Vikander), Amor e Anarquia, seriado sueco disponível na Netflix, é a princípio uma serie despretensiosa que vai crescendo conforme entendemos a caótica e monótona vida de uma mulher na casa dos 40, sonhadora, que vive uma rotina pouco intensa para seus sonhos. A chegada de um jovem estagiário à sua vida, mexe com tudo que estava congelado dentro de seus desejos. Além de uma intensa e provocante história de amor, o seriado tem o mérito de levantar excelentes discussões sobre o complexo mercado editorial e as transações do antigo para o novo: do físico para o digital.

 

Dark (Alemanha)

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’, bastou os espectadores irem aos poucos terminando a temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo, culminando no desfecho da última temporada dentro do período pandêmico que o mundo viveu em 2020. Muito bem ranqueado em diversas listas dos principais sensores de cinema/séries do mundo, Dark é uma série difícil de esquecermos.

 

Normal People (Inglaterra)

Quando o amor traduz as lacunas complexas do vazio existencial. Baseado no livro de grande sucesso da escritora irlandesa Sally Rooney, Normal People, disponível na Lionsgate+, nos apresenta a saga de um platonismo às vezes reverso entre dois jovens, através de um período de tempo importante em suas vidas. Caminhamos junto com os personagens rumo às mágoas, as derrapadas, o pânico, o caos social, a maturidade precoce, a imaturidade tardia, são cerca de 30 minutos divididos em 12 episódios que desejamos que nunca acabem. A minissérie, envolvente, intensa, que conta com uma fabulosa trilha sonora, foi indicada a quatro Emmys, sendo alguns episódios dirigidos pelo competente cineasta Lenny Abrahamson (O Quarto de Jack, Frank).

10 ganhadores de Oscar que já fizeram ótimos filmes de TERROR

Os filmes de terror cada vez mais vem ganhando a preferência de grande parte dos cinéfilos. São aqueles aguardados filmes que mais combinamos de assistir com os amigos e sempre tomamos baitas sustos na cadeira do cinema.  Buscando esse contexto como base e trazendo para essa reflexão grandes nomes da indústria audiovisual mundial, pensamos em criar uma lista muito interessante com 10 ganhadores de Oscar que já fizeram ótimos filmes de terror:

 

Daniel Kaluuya (Corra!)

Na trama, conhecemos o jovem e apaixonado Chris (Daniel Kaluuya) que possui um relacionamento intenso com sua namorada Rose (Allison Williams) e adora fotografia. Certo dia, Rose convida Chris para conhecer sua família em uma cidade do interior. Chegando lá, é apresentado a família da namorada e coisas estranhas começam a chamar sua atenção e aos poucos o protagonista vai percebendo que nada é o que parece nessa família.

 

Jessica Chastain (It – Capítulo Dois)

Baseado na obra do rei do suspense Stephen King, IT – Capítulo Dois nos leva de volta a mesma cidadezinha, agora vinte e sete anos depois dos eventos que chocaram os adolescentes no primeiro filme. Agora mais velhos, não mantiveram contato durante esse hiato mas perceberam a necessidade de se reunirem novamente por Pennywise voltou a atacar e somente o Clube dos Perdedores, como o grupo era conhecido, sabe como combater esse mal. Com um orçamento que beirou aos 80 milhões de dólares e um elenco recheado de nomes conhecidos como Jessica Chastain e James McAvoy, esse novo capítulo embarca em explicações mais detalhadas do passado do palhaço e como a mudança no modo de pensar do grupo de amigos pode ser fundamental para poderem enfrentar seus medos e assim derrotar Pennywise.

 

Kathryn Bigelow (Quando Chega a Escuridão)

Na trama, acompanhamos um jovem Caleb Colton (Adrian Pasdar) que mora com seu pai e sua irmã em uma fazenda no interior dos Estados Unidos. Um dia, acaba conhecendo uma bela jovem chamada Mae (Jenny Wright) por quem logo se apaixona. O problema é que Mae é uma vampira e faz parte de um grupo de perigosos vampiros. Assim Caleb precisará fazer escolhas e lutar para de alguma forma sobreviver em meio aos caóticos dias que vive. Um dos primeiros filmes da carreira da fantástica cineasta Kathryn Bigelow.

 

Ben Kingsley (A Experiência)

Lançado no ano de 1995, dirigido por Roger Donaldson, A Experiência conta a história de uma manipulação genética que acaba criando uma alienígena que se desenvolve mega rápido e tem o objetivo reproduzir sua espécie. O filme tem como protagonista a atriz Natasha Henstridge e o grande Ben Kingsley no elenco. Com um orçamento de 35 milhões de dólares, faturou mais que o triplo só em bilheteria.

 

Lupita Nyong’o (Nós)

Um dos grandes filmes de terror dos últimos anos, Nós conta a história de uma família que embarca em uma viagem para passarem férias e acabam em uma jornada de descobertas impactantes quando um grupo de outras pessoas aparecem. O filme é escrito e dirigido pelo ótimo Jordan Peele. No elenco a ganhadora do Oscar Lupita Nyong’o.

 

Kathy Bates (Louca Obsessão)

Na trama, acompanhamos um pacato escritor de sucesso chamado Paul Sheldon (James Caan) que está prestes a entregar a primeira e única cópia de seu mais novo livro. No seu processo de escrever, ele sempre vai para uma cabana numa região gelada do estado do Colorado. Saindo desse lugar rumo ao encontro com sua editora, ele acaba sofrendo um grave acidente. Ele acorda em uma casa onde mora Annie (Kathy Bates) uma enfermeira super fã do escritor que viu o acidente e o ajudou. Nos primeiros dias de recuperação Paul acha que tirou a sorte grande mas aos poucos vai entendendo que se meteu em uma grande enrascada e precisa encontrar soluções para fugir daquele lugar.

 

Steven Spielberg (Poltergeist)

Um dos grandes clássicos do terror, Poltergeist, lançado no início da década de 80 e com roteiro escrito pelo grande Steven Spielberg, nos mostra a saga de uma família que mora na Califórnia e precisa enfrentar situações aterrorizantes.

 

Danny Boyle (Extermínio)

Em um dos grandes filmes de apocalipse zumbi dos últimos anos, Extermínio nos mostra a luta de um grupo de pessoas que precisam sobreviver em um mundo onde uma praga transformou a maioria da população em perigosos infectados. O projeto é dirigido pelo ganhador do Oscar Danny Boyle.

 

Octavia Spencer (Arraste-Me para o Inferno)

Dirigido pelo grande Sam Raimi, Drag Me to Hell no original, conta a história de uma jovem que é amaldiçoada por um espírito maligno. O elenco é ótimo com nomes como: Alison Lohman, Justin Long (que recentemente esteve em outro excelente filme de terror, Noites Brutais) e a vencedora do Oscar Octavia Spencer.

 

Gary Oldman (Drácula de Bram Stoker)

Dirigido pelo genial Francis Ford Coppola, com um roteiro baseado na obra do escritor irlandês Bram Stoker, em Drácula de Bram Stoker vemos o conde drácula, seu rompimento com a igreja e seu desespero após seu grande amor se matar pensando que ele estava morto em batalha. Muito tempo se passa e ele descobre o que pode ser a reencarnação de sua amada que é noiva de um jovem advogado.

 

 

 

 

 

 

‘Viagem das Loucas’ | Goldie Hawn saía da aposentadoria há 5 anos, num filme que ninguém viu – mas que vale descobrir

Você já ouviu falar de Viagem das Loucas? Pois é, a maioria não ouviu. Há cinco anos estreava sem qualquer alarde esta comédia da 20th Century Fox que marcou por trazer em seu elenco protagonizando uma das atrizes mais queridas de Hollywood. E não me refiro à Amy Schumer. Nada contra. Mas o assunto aqui é a veterana Goldie Hawn.

Antes de Viagem das Loucas, a estrela estava há nada menos do que 15 anos afastada das telas. Vencedora do Oscar pelo filme Flor de Cacto (1969) – um dos longas que inspiraram Quentin Tarantino em Era uma Vez em Hollywood -, Hawn estreou em sua carreira mais ou menos nesta mesma época, no fim dos anos 1960. Foi o que bastou para a atriz causar um grande impacto, afinal poucas são as intérpretes que logo em seu primeiro filme saem laureadas com o prêmio máximo do cinema – algo que todos os profissionais da área almejam. Já é um presente ser indicado, o que dirá sair vitorioso.

Na década de 1970 Goldie Hawn já era a nova namoradinha da América, devido ao jeito ingênuo e doce no qual a maioria de suas personagens eram montadas, além da aparência angelical da atriz. Filmes como Caiu uma Moça na Minha Sopa (1970), com Peter Sellers, A Garota de Petrovka (1975), com Anthony Hopkins, Louca Escapada (1974), de Steven Spielberg, Shampoo (1975), com Warren Beatty, e Golpe Sujo (1978), com Chevy Chase, contribuíram para a construção desta persona de Hawn e para o estrelato da jovem – que iniciou essa jornada aos 25 aninhos.

Uma das atrizes mais queridas das décadas de 70 e 80, Goldie Hawn saía da aposentadoria de 15 anos em ‘Viagem das Loucas

Goldie Hawn adentrava os anos 1980 com nova indicação ao Oscar, desta vez como atriz principal por A Recruta Benjamin (1980), filme sobre uma mulher rica que decide ingressar no exército, mas não imagina a dureza que enfrentará. O filme é uma comédia, gênero nem sempre apreciado pelos votantes da Academia, mas um terreno onde a atriz sempre se sentiu segura para exalar seu charme inocente. Daí seguiram Parece que Foi Ontem (nova parceria com Chevy Chase), Amigos Muito Íntimos (com Burt Reynolds), Segundo Turno (onde conheceu o marido Kurt Russell), Trapalhadas na Casa Branca, Uma Gatinha Boa de Bola e a segunda parceria com o companheiro na comédia cult Um Salto para a Felicidade.

Em sua terceira década de atuação no cinema, os anos 1990, Goldie Hawn perdia a relevância que uma vez teve, e seus filmes não se conectavam tanto assim mais com a audiência. Isso não significa que não tenha tido sucessos na época – como o cult A Morte Lhe Cai Bem (1992) e O Clube das Desquitadas (1996). A recepção ruim de seus últimos projetos, já no fim dos anos 1990 e início dos anos 2000, fez com que Goldie Hawn resolvesse dar um tempo na atuação e se dedicasse à família – com sua filha (um clone seu), Kate Hudson, herdando produções nos mesmos moldes que a mãe costumava fazer. Atualmente, seu filho mais novo, Wyatt Russell, também faz sucesso nas telas e aderiu ao Universo Cinematográfico da Marvel onde vive o personagem John Walker, o Agente Americano.

Amy Schumer, também produtora do filme, foi a responsável por trazer Goldie Hawn a bordo do projeto.

É uma faca de dois gumes quando um ator, ainda mais veterano, resolve se aposentar por motivo de seus filmes não estarem mais rendendo lucro nas bilheterias ou elogios dos críticos. Por um lado, sentimos falta destes astros tão queridos e desejamos vê-los de novo em cena – em especial em bons projetos. Por outro, sempre teremos seus clássicos para revisitar quando quisermos, afinal o cinema os torna imortais. O que é preferível, sair de cena enquanto lembramos deles de forma especial, ou seguirem participando de tranqueiras até se tornarem os “tiozinhos que fazem filmes ruins” para as novas gerações? Este é o caso com lendas como Robert De Niro, Al Pacino, Bruce Willis e até Anthony Hopkins. É claro que vira e mexe conquistam um acerto e conseguem reinventar suas carreiras – como é o caso com Sylvester Stallone.

Grandes atores do passado optaram por se aposentar, indo contra a máxima de que um ator nunca se aposenta verdadeiramente, só na morte. Gente do nível de Sean Connery estava aposentado desde 2003 até seu falecimento em 2020. Assim como o grande comediante Gene Wilder havia saído de cena no fim dos anos 1990, até falecer em 2016. O “monstro” Gene Hackman ainda está vivo, mas não faz um filme desde 2004. Jack Nicholson saiu de cena em 2010, e como protagonista em 2007; e Warren Beatty não estrelava um filme desde 2001, saindo brevemente da aposentadoria em 2016 para Regras Não se Aplicam. Ou seja, existe precedente. E Goldie Hawn era um destes exemplos de atores que simplesmente cansaram.

Amy Schumer se tornou sensação em 2015, e em seu trabalho seguinte realizou um feito louvável: tirar Goldie Hawn da aposentadoria.

Até então o último trabalho de Goldie Hawn como atriz no cinema havia sido Doidas Demais (2002), que está completando 20 anos em 2022, e no qual protagoniza ao lado de Susan Sarandon como duas ex-roqueiras que viviam nas estradas atrás das bandas. Antes disso foi justamente ao lado de Warren Beatty no fiasco Ricos, Bonitos e Infiéis (2001). Quinze anos se passaram e nada de Goldie Hawn. Até que em 2017, há exatos cinco anos, um filme mexeu com a curiosidade da estrela e a fez deixar a aposentadoria e voltar às telonas. Trata-se de Viagem das Loucas (Snatched), veículo para a humorista Amy Schumer – que por sua vez se tornou sensação nos EUA ao protagonizar o sucesso surpresa Descompensada (2015). Schumer faz o estilo da mulher solteira, beberrona e pegadora, cuja vida pessoal e profissional é um trem desgovernado. Esse estilo que apenas replica o comportamento muito criticado dos homens do passado desce cada vez menos redondo nos tempos politicamente corretos de hoje em dia – e fez com que o público rapidamente enjoasse do repertório da comediante, garantindo o fracasso de Viagem das Loucas, logo dois anos depois de seu maior sucesso.

Esta cena terminou deletada do corte que foi aos cinemas de ‘Viagem das Loucas’.

Apesar disso, o que conta a favor de Amy Schumer é sua atitude body positve. Ou seja, Schumer é uma atriz acima do peso, que vai contra os padrões de estética passados – e se tornou uma forte representante do conceito “seja feliz com seu corpo, seja ele como for”. Isso se reflete na maioria de seus filmes. Apesar da esnobada do público em Viagem das Loucas, o filme tem mais atrativos do que se possa imaginar à primeira vista, e pode surpreender os desavisados. Não me leve a mal, a comédia está muito longe de ser um primor, ou sequer original. Na verdade o que conta aqui são as entrelinhas e em especial a química entre Schumer e Hawn como filha e mãe. Os estilos das comediantes se encontram e se balanceiam.

Na trama, escrita pela roteirista Katie Dippold (da série Parks & Recreation e da comédia com Sandra Bullock e Melissa McCarthy, As Bem-Armadas), traz Amy Schumer como Emily, a típica personagem da atriz. Ela é egocêntrica e destrambelhada. Mas o que Schumer retrata na verdade é uma crítica a um estilo de vida fútil, vivido por muitos. Sua personagem vive de aparência e decidiu que uma viagem para um cenário exótico iria alavancar seu status social, priorizada acima até mesmo de ter um emprego. Tudo piora para ela quando seu namorado pede a separação e ela fica sem companhia para a tal viagem que acha que mudaria sua vida. Depois de procurar nos quatro cantos, resolve apelar para a mãe (papel de Goldie Hawn) como colega de viagem, quem ela considera que está se escondendo do mundo, reclusa em sua rotina monótona e que no passado era uma aventureira nata.

Apesar do resultado abaixo do esperado, ‘Viagem das Loucas’ guarda muitos momentos hilários.

Assim, após convencer a mãe, a dupla de “loucas” como diz o título parte para o Equador – embora a produção tenha filmado no Havaí. Existe ainda a questão da polêmica que costuma acometer filmes americanos que retratam culturas da América do Sul ou Central como países repletos de perigos e criminosos. Assim como o último Rambo Até o Fim (2019) mostra o herói de Stallone contra mexicanos – Viagem das Loucas vai além de uma comédia sobre a relação problemática de mãe e filha muito diferentes, se torna uma espécie de thriller (de mentirinha) onde ambas são sequestradas e depois perseguidas por bandidos equatorianos. Talvez isso não tenha feito os espectadores do país citado nada felizes.

Apesar destra controvérsia, da rotina formulaica de filmes do tipo e de momentos que realmente não funcionam (como as personagens de Wanda Sykes e Joan Cusack – apesar de renderem pelo menos uma piada boa ao final), como dito o filme possui seus momentos engraçados, em especial os que dizem respeito ao humor autodepreciativo de Amy Schumer – que faz a trama girar e coloca as duas em risco. É bobo, mas ao mesmo tempo ácido e incorreto – dono de muitas piadas abaixo da linha da cintura e impróprias para menores, como esperado do humor de Schumer. A violência aliás corre solta, aumentando um pouco a censura.

Mas o grande chamariz é realmente a volta de Goldie Hawn às telas. É dito que Amy Schumer precisou lutar para ter a veterana no filme, de quem é fã. O estúdio não queria Hawn, mas Schumer ameaçou deixar a produção caso sua mãe não fosse interpretada por ela. Parte do que funciona em Viagem das Loucas se deve também pela direção dinâmica e enxuta de Jonathan Levine, especialista em mesclar humor com muito coração. Em seu repertório, o cineasta tem obras como 50% (2011) e Casal Improvável (2019). No centro deste filme também temos uma relação mais sincera do que poderíamos imaginar à primeira vista.

Com um orçamento de US$42 milhões, Viagem das Loucas arrecadou US$45 milhões nos EUA, e US$60 milhões mundiais, evitando um prejuízo, mas ficando longe do sucesso. No Brasil, o filme sequer foi lançado nos cinemas. Uma chance de conferi-lo é no acervo da Star+. Talvez o principal objetivo de Viagem das Loucas tenha sido atingido: fazer o bichinho da atuação morder de novo Goldie Hawn, despertando novamente o interesse da estrela pelas telas. Depois do filme, Hawn fez participação ao lado do marido nos dois Crônicas de Natal (2018 e 2020), no qual viveu a esposa do Papai Noel, a Sra. Noel, para a Netflix. Fora isso, Family Jewel está atualmente em fase de pré-produção e promete reunir em tela Goldie Hawn, Bette Midler e Diane Keaton, veteranas de O Clube das Desquitadas, numa história sobre três mulheres forçadas a passar o Natal juntas, ao lado de suas famílias, depois que o homem com quem as três foram casadas morre. Os fãs agradecem.