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‘Invocação do Mal 3’ ganha vídeo com cenas INÉDITAS e depoimentos

Invocação do Mal: A Ordem do Demônio’, que chega aos cinemas nacionais no dia 3 de Junho, teve um featurette divulgado.

O vídeo traz o depoimento de Debbie Johnson, viúva do Arnie – o rapaz possuído do filme.

Assista, com nosso vídeo dos 11 minutos iniciais.

Vale lembrar que o David é vivido pelo ótimo  Julian Hilliard, que já havia aparecido em ‘A Maldição da Residência Hill‘. O ator mirim dá um show de atuação e consegue entregar uma performance realmente aterrorizante.

Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) assume a direção.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.

Patrick Wilson e Vera Farmiga estrelam como Ed e Lorraine Warren, respectivamente. O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook, Julian Hilliard, Charlene Amoia, Paul Wilson e Sterling Jerins.

 

Uma das ficções científicas mais ELOGIADAS da história do cinema está disponível na Netflix

Um dos filmes mais elogiados dos últimos anos está disponível no catálogo da Netflix. Trata-se da aclamada sequência do clássico ‘Blade Runner‘, intitulada ‘Blade Runner 2049‘.

Conquistando a surpreendente marca de 90% de aprovação no Rotten Tomatoes,Blade Runner 2049’ arrebatou o coração da crítica especializada, que não poupou elogios ao novo trabalho do já aclamado cineasta Denis Villeneuve.

A ficção científica se tornou uma das mais aclamadas da história, apesar de uma jornada tímida nas bilheterias mundiais, aonde arrecadou apenas US$ 260,5 milhões mundialmente. Agora, o filme encontra uma nova vida na Netflix e está fazendo sucesso entre os assinantes do streaming.

Assista ao trailer:

Dentre os atributos mais exaltados está a estética noir da produção que, embora conte com um vasta cartela de efeitos especiais, conseguiu manter o realismo em seu conceito. Outro aspecto salientado é narrativa, considerada de extrema riqueza, ao ponto de sua qualidade ser comparada a outro clássico do cinema, ‘O Poderoso Chefão II’.

Confira o que os críticos falaram do filme:

Crítica | Blade Runner 2049 – Superprodução de grife (Nota: 9.0)

“É difícil criar caso contra reboots e sequências há tanto tempo esperadas, quando uma exceção à regra, como ‘Blade Runner 2049’ chega até nós. Sem cinismo pretensioso ou repetição de dados, essa sequência consegue se aprofundar nas ideias do primeiro filme”. – Alonso Duralde, TheWrap

“Será que o diretor de fotografia, Roger Deakins, indicado ao Oscar 13 vezes, finalmente receberá uma maldita estatueta? Sim. Eu espero que sim. Deveria ser ‘sim’”. – Michael Phillips, Chicago Tribune

“A sequência hipnotizante de Villeneuve marcha por conta própria ao status de lenda do cinema. Gosling e Ford é uma dinamite dupla, em um fascinante dobramentes que faz novas perguntas com o objetivo de atormentar, provocar e nos manter noites a dentro acordados. E você iria queria de outro jeito?” – Peter Travers, Rolling Stone

“Mesmo quando suas emoções se arriscam a seguir tão legal como a paleta de cores, ‘2049’ busca e encontra algo memorável: a elevação do fazer filmes convencionais para a mais alta arte”. – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly

“Como ‘O Poderoso Chefão II’, é uma sequência de um filme muito celebrado que pode, de fato, até ser melhor que o original”. – Geoffrey Macnab, Independent

“Um voluptuoso banho de humor que é, impressionantemente, sustentado do começo ao fim”. – Todd McCarthy, Hollywood Reporter

“Super estilizado e profundamente humano – até mesmo com androides e hologramas por todas as partes – a espetacular sequência toma a história de detetive do primeiro filme e a torna em uma grande mitologia da identidade, memória, criação e revolução”. – Brian Truitt, USA Today

“Tem um visual ótimo e ostenta performances sólidas de um elenco mal utilizado, mas (assim como no original) é um triunfo de estilo que sobrepõe a substância”. – Scott Mendelson, Forbes

Jared Leto “ficou temporariamente cego” para papel em ‘Blade Runner 2049’

 

Sidney com amnésia! Kevin Williamson revela como seria a trama original de ‘Pânico 5 e 6’…

Não é segredo que ‘Pânico 4‘ deveria ser o primeiro filme de uma nova trilogia. Infelizmente, após o desempenho morno do terror nas bilheterias, as outras duas sequências foram engavetadas.

Em uma entrevista ao Bloody Disgusting, o roteirista Kevin Williamson revelou detalhes sobre os seus planos originais para ‘Pânico 5‘ e ‘Pânico 6‘.

“[Em ‘Pânico 5’], Jill iria para a faculdade, então assassinatos começariam a acontecer no campus. O assassino sabia que ela estava por trás da máscara no filme anterior, então ele estaria tentando expor a verdade. Para esconder o seu passado, a Jill teria que continuar matando para encobrir os fatos. Seria assassino vs. assassino. E a Sidney sofreria de amnésia e seria uma professora na faculdade.”

Ele completa, “O ‘Pânico 6’ iria responder o que aconteceu entre Dewey e Gale. Sidney também iria retornar, mas o filme seria focado na narrativa da Gale.”

Pânico VI‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornam para a próxima aventura.

Pânico VI‘ vai chegar aos cinemas brasileiros no dia 9 de março.

Assista à nossa crítica e entrevistas do último longa:

 

‘Mussum, o Filmis’ espanta pela SEMELHANÇA do elenco com os Trapalhões originais; Confira!

Paris Filmes lançou o aguardado filme Mussum, o Filmis’ – que conta a trajetória de vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, indo muito além do Mussum que o grande público conhece: a infância pobre, a carreira militar, a relação com a Mangueira, o sucesso com os Originais do Samba, além de bastidores d’Os Trapalhões.

Vencedor de seis Kikitos na 51ª edição do Festival de Gramado, incluindo Melhor Filme, o longa dirigido por Silvio Guindane traz nomes como Ailton GraçaThawan Lucas BandeiraYuri MarçalCacau ProtásioGero Camilo e vários outros no elenco.

Um dos aspectos do projeto que mais chama a atenção do público, inclusive, é a profunda semelhança entre o elenco e os performers originais.

Confira abaixo:

AILTON GRAÇA como MUSSUM

GERO CAMILO como RENATO ARAGÃO

FELIPE ROCHA como DEDÉ SANTANA

GUSTAVO NADER como ZACARIAS

ELENCO REUNIDO

A atuação de Ailton Graça como o comediante foi ovacionada na internet.

Confira as reações:

 

‘Deadpool e Wolverine’ passa ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ e se torna a 9ª MAIOR bilheteria da Marvel

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Deadpool & Wolverine continua quebrando recordes nas bilheterias e está subindo rapidamente no ranking de maiores bilheterias da Marvel.

O longa, que marca o retorno de Ryan Reynolds e Hugh Jackman como os icônicos mutantes, chegou à marca de US$ 1,142 bilhão mundialmente

O filme ultrapassou ‘Capitã Marvel‘, ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ se tornando a 9ª maior bilheteria da Marvel.

Ao longo da semana, o filme deve ultrapassar ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Confira o Top 12:

1. Vingadores: Ultimato – US$ 2.748.242.781
2. Vingadores: Guerra Infinita – US$ 2.048.359.754
3. Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – US$ 1.908.532.719
4. Os Vingadores – US$ 1.515.100.211
5. Vingadores: Era de Ultron – US$ 1.395.316.979
6. Pantera Negra – US$ 1.334.157.082
7. Homem de Ferro 3 – US$ 1.215.392.272
8. Capitão América: Guerra Civil – US$ 1.151.899.586
9. Deadpool e Wolverine – US$ 1.142.616.895
10. Homem-Aranha: Longe de Casa – US$ 1.132.937.929
11. Capitã Marvel – US$ 1.129.576.094
12. Doutor Estranho no Multiverso da Loucura – US$ 952.224.986

É importante destacar queDeadpool e Wolverine alcançou a marca de US$ 1 bilhão em um tempo recorde, superando a bilheteria de ‘Coringa’, mesmo com o filme de Joaquin Phoenix não tendo sido lançado na China.

Além disso, o filme se consolidou como o segundo maior sucesso de bilheteria de 2024, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2’.

Aqui estão todos os outros recordes que o filme já bateu:

  • Maior bilheteria da história para um filme para maiores, desbancando ‘Coringa’ (US$ 1,074 bilhão em 2019)
  • Maior estreia mundial para um filme para maiores de idade: Superou ‘Coringa’ (2019), que arrecadou US$ 147 milhões.
  • Maior estreia para um filme para maiores nos EUA: SuperouDeadpool (2016), que arrecadou US$ 132,4 milhões.
  • Maior estreia da carreira de Ryan Reynolds nos EUA: Superou Deadpool (2016), com US$ 132,4 milhões.
  • Maior estreia da carreira de Hugh Jackman nos EUA: Superou X-Men: O Confronto Final’ (2006), que arrecadou US$ 102,7 milhões.
  • Maior estreia da carreira de Shawn Levy nos EUA: Superou ‘Uma Noite no Museu 2’ (2009), que arrecadou US$ 54,1 milhões. 

Assista nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Débora Bloch pede a benção de Beatriz Segall para viver Odete Roitman em ‘Vale Tudo’!

Débora Bloch publicou um post pedindo a benção de Beatriz Segall – que morreu em  5 de setembro de 2018 – para estrear em ‘Vale tudo‘ neste sábado (26).

A atriz interpreta Odete Roitman, vivida pela veterana na versão original da novela em 1988.

“É hoje! Peço a bênção a quem um dia foi minha avó em cena – e que hoje, de forma simbólica, reencontro em mim. Agora, somos a mesma mulher, em tempos e gestos diferentes. Que eu consiga honrar, com delicadeza e força, tudo o que aprendi ao seu lado”.

Débora e Beatriz interpretaram neta e avó em ‘Sol de Verão‘, de 1982.

 

Taís Araújo viv Raquel, enquanto a filha da personagem, Maria de Fátima, é Bella Campos. Paolla Oliveira é Heleninha Roitman. Quem também está nesse time poderoso é Alexandre Nero como Marco Aurélio.

Manuela Dias, autora da novelaAmor de Mãe, é a responsável pela adaptação.

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, ela revelou que a personagem Odete Roitman será diferente da versão original, perdendo uma de suas principais características.

Segundo a autora, a personagem continuará sendo uma vilã, mas não terá frases que, hoje em dia, já não possuem o mesmo sentido.

Odete seguirá sendo uma vilã, mas sua vilania está muito ligada ao momento. ‘Vale Tudo’ foi a novela da volta da democracia, e naquele momento, falar mal do Brasil, ou poder falar mal, era resistência, era revolucionário, era novo. Hoje, não é mais. A gente está saturado disso.”

Na versão original da novela, Odete Roitman possuía frases marcantes falando mal dos brasileiros, sendo uma provocação ao que parte da elite costumava pensar fora das telas.

A autora do remake acredita que “falar que o Brasil é uma porcaria não traz nada”, e por esse motivo, a personagem terá características diferentes. Agora, Odete terá “críticas construtivas”, segundo palavras de Manuela Dias.

10 Momentos Memoráveis de Star Wars (2)

Nesta semana, depois de mais de trinta anos, milhões de fãs veremos em tela grande o que anda acontecendo naquela galáxia muito, muito distante. Mas, antes que a força desperte em casa um de nós, faço a lista de 10 momentos memoráveis da Saga Star Wars nos cinemas.

  1. Luta final entre Obi-Wan e Anakin

Star Wars - Ep. I - img 1

Possivelmente um dos poucos momentos que podem ser salvos da trilogia apócrifa. É certo consenso entre crítica e público de que os episódios I, II e III são ruins, especialmente o A Ameaça Fantasma. Eles vêm envelhecendo mal, mas, peneirando, podemos achar alguns bons momentos. A luta final entre Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor) e Anakin Skywalker (Hayden Christensen) é das poucas coisas interessantes da nova saga, não só pela luta em si, como também pelo duelo verbal entre os dois.

  1. Destruição de Alderaan

É a Saga original que define o DNA de Star Wars. É nela que estão os momentos marcantes. A destruição do planeta Alderaan, no Episódio IV, apresentou para o público uma das armas mais ameaçadoras da história do cinema, a Estrela da Morte! Um único raio varrendo um planeta do espaço. A cena também possui efeitos especiais de impacto para a época. O momento se completa com a reação de Obi-Wan (Alec Guinness), o que ajuda o espectador a entender a Força.

  1. Congelamento de Han Solo

Star Wars - Ep. V - img 3

Não é um momento definidor, mas é daqueles que os fãs adoram! Desde a chegada Han Solo (Harrison Ford), Princesa Leia (Carrie Fisher) toda a trupe à cidade das nuvens já há um clima de ameaça. Quando vemos Darth Vader (David Prowse e voz de James Earl Jones) na sala de jantar, isso se confirma! O congelamento de Han em carbonita marca o público tanto por deixar a dúvida sobre o destino do personagem como pela declaração de amor mais cafa do universo.

  1. Batalha Final de Star Wars – Episódio VI – O Retorno de Jedi

Tão características da Saga quanto os robôs e as diversas raças, são as batalhas espaciais. A batalha que fecha O Retorno de Jedi não é apenas um capricho de efeitos especiais; a montagem alternando as várias frentes dessa batalha (no espaço, em Endor e no confronto entre Luke e Vader) brinca com a adrenalina do público. Em comparação com outras batalhas da saga original, suas proporções são maiores e os efeitos especiais mais refinados.

  1. Batalha Final de Star Wars – Episódio IV

Star Wars - Ep. IV - img 2

Se a batalha final de O Retorno de Jedi tem escala épica, a batalha que encerra o Star Wars – Episódio IV é memorável! Nunca o cinema havia visto algo parecido. Uma orquestra de naves espaciais lutando na orbita da Estrela da Morte – uma das concepções artísticas mais impressionantes que o cinema já produziu. A sequência é um marco dos efeitos especiais – assim como a toda a saga original, responsável por moldar o cinemão atual. A batalha não se reduz aos efeitos especiais, como alguns filmes atuais. A sequência é construída para manter alta a adrenalina do público, intercalando momentos de perigo, como as explosões das X-Wings, com momentos mais intimistas, como as lições sobre a força dadas por Obi-Wan para Luke Skywalker (Mark Hamill).

  1. Treinamento Jedi de Luke com Mestre Yoda

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Todas as cenas envolvendo o treinamento Jedi de Luke com Yoda (Frank Oz) no planeta Dagobah (O Império Contra-Ataca) são cruciais para a narrativa. O treinamento é essencial para transmitir ao público o alcance da Força e para transformar Luke, definitivamente, em um herói. A sincronia entre o ator (Mark Hamill) e o boneco que representa Yoda é essencial para tornar crível essa relação – ao ponto que a morte de Yoda em O Retorno de Jedi ser dos momentos mais comoventes da Saga. Por fim, quando ele retira a X-Wing do atoleiro, torna-se, para um Luke e um público mesmerizados, o Mestre Yoda.

  1. Batalha de Hoth

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Os confrontos espaciais são mais numerosos na Saga, mas uma das batalhas mais incríveis é a que ocorre no planeta gelado de Hoth, o primeiro confronto em O Império Contra Ataca. Orquestração entre soldados, naves e veículos terrestres, a batalha de Hoth é um feito artístico e técnico. Como a sequência transcorre em um planeta coberto por neve, havia uma dificuldade a mais para esconder as linhas que indicavam a montagem, algo bem mais simples nos confrontos espaciais. Vale a pena assistir ao making of dessa batalha. Além se ser, de longe, o melhor confronto em terra da saga.

  1. Luta final entre Luke e Darth Vader

Star Wars - Ep. VI - img 1

Sabres de luz! Poucos objetos são mais icônicos na saga do que os sabres de luz. Eles expõem a influência que os filmes de samurais tiveram na concepção de Star Wars. E nenhuma luta de sabre de luz conseguiu superar os confrontos entre Luke e Darth Vader. O confronto de ambos na parte final de O Retorno de Jedi é das mais belas lutas de toda a saga. Dramática, não é um simples luta de sabres, é um confronto de emoções, um duelo entre pai e filho, entre os dois lados da força. É o cumprimento da profecia de que um Skywalker traria equilíbrio à força, bem como é a redenção de um dos maiores vilões do cinema. O instante em que Luke retira a marcara de Vader levou fãs ao êxtase.

  1. Abertura de Star Wars – Episódio IV

Star Wars - Ep. IV - img 3

Primeiro um letreiro, silencioso, falando de uma galáxia muito, muito distante, seguido dos acordes de John Williams emoldurando o nome Star Wars e um prólogo textual. E o espaço, que logo é cortado por uma nave espacial, sendo perseguida por outra muito maior. Imaginem o que foi isso no ano de 1977! Se os efeitos especiais dessa sequência continuam ótimos mesmo para os padrões de hoje, o que devem ter sentido aqueles que estavam na sala de projeção. Fato, o público já tinha visto imagens até mais perfeitas em 2001: Uma Odisseia no Espaço, de 1968. Mas, em Star Wars – Episódio IV, a técnica foi usada em uma orquestração que uniu a escala épica (já presente em 2001) e o plano da aventura. No filme 2001, não vemos ação, mas reflexão. Para o bem e para o mal, a prioridade em Star Wars era a emoção derivada da aventura e da ação, tão típica dos filmes de faroeste e de samurais, relida em uma chave sci-fi. Se Tubarão, de Steven Spielberg, foi o primeiro filme pipoca, Star Wars – Episódio IV foi a certidão de nascimento do que viria a ser os blockbuster, com essa sequência de abertura sendo um batismo para o público.

Esta abertura ainda foi capaz de, em poucos planos, estabelecer Darth Vader como um dos vilões mais temidos do cinema. O desenho de sua roupa, a sua entrada, surgindo do meio de uma névoa branca e sua postura e respiração são uma aula para qualquer aspirante a diretor que queira aprender como um personagem deve ser apresentado ao público.

  1. “Eu Sou Seu Pai”

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Sem essa frase, a Saga Star Wars ainda seria um imenso sucesso e ainda venderia milhões de ingressos e quiquilharias. Mas, a revelação de que Drath Vader era pai de Luke Skywalker definiu o que é a Saga Star Wars e seu significa para milhões de fãs. Talvez, nem todos os fãs tenham essa noção, mas essa virada – das mais conhecidas do cinema – é o norte que orientou toda a saga até hoje – e certamente ainda influenciará os próximos filmes. Por ela que lemos os seis filmes. Por causa dela que podemos falar que a Saga é a história da família Skywalker, ou que é a história da queda e redenção de Anakin, ou ainda que é sobre como a Força foi reequilibrada.

Alguns podem ver a virada como um clichê. Eu prefiro vê-la como uma lição de bom uso do clichê. Com uma única frase – obviamente sustentada por tudo que veio antes nos filmes – mudou-se todo o eixo narrativo, a percepção que temos sobre a história, além de ter dado uma dimensão mítica e trágica à Saga. George Lucas usou o conceito de monomito (mais conhecido como Jornada do Herói) para construir o primeiro filme. Ao transformar antagonistas em pai e filho, Lucas regressa às bases da mitologia e do teatro grego, e adentrando, inclusive, no terreno psicanalítico. Pode parecer viagem deste crítico, mas, sem essa frase, Star Wars não teria a mesma importância cultural.

E você, quais seus momentos favoritos? Muito ansioso para O Despertar da Força?

Crítica | ‘Will & Harper’ – Fabuloso documentário que deveria ser Indicado ao Oscar

Um reencontro aguardado, uma viagem emocionante, um filme com mensagens lindas tendo a amizade como força. Chegou ao catálogo da Netflix um documentário interessantíssimo, que poderia muito bem ser um dos indicados ao Oscar. Rodado em 16 dias pelas estradas norte-americanas nos mostra uma viagem de carro para relembrar uma amizade quando Will Ferrell fica sabendo que Harper se assumiu como uma mulher trans.

No mesmo dia que o astro de Hollywood Will Ferrell foi contratado para o famoso programa de comédia Saturday Night Live, uma outra pessoa assinava um contrato como roteirista, Andrew Steele. Logo, uma forte amizade nasce que acaba também virando reflexo dos ótimos textos do show humorístico famoso em todo o mundo. Durante a pandemia, Will recebe um e-mail onde seu amigo de longa data lhe conta uma novidade.

As dúvidas e perguntas de ambas as partes fazem parte dos humorados bate-papos.  Começando por Nova York, pelos estúdios do programa que fizeram durante anos, passando por um jogo de basquete do time de Indiana, a dupla relembra boas e velhas histórias. Mas, principalmente no sul dos Estados Unidos, o preconceito se mostra presente em alguns lugares que visitam os colocando em situações de reflexões. Os medos e curiosidades se misturam em uma narrativa que atravessa a cultura da sociedade norte-americana.

Encontrando amigos pelo caminho, conhecendo pessoas novas a cada parada, os 27 anos de amizade vão se atualizando e assim vai se construindo um filme comovente com vários momentos marcantes. Lembranças se mostram presente, e longe das temporadas de incertezas que Harper viveu em grande parte da vida, atravessa com maturidade os desabafos sobre o transicionar e o se sentir aceita por família, amigos e amigas.

Dirigido por Josh Greenbaum esse é um filme sobre memórias, aceitação e os reflexos no presente. Nessa jornada encantadora, além de um fortalecimento do que é amizade, o público ganha uma história linda sobre as redescobertas no viver.

 

10 Grandes Atuações do Camaleônico Joaquin Phoenix

Em cartaz atualmente nos cinemas brasileiros com Você Nunca Esteve Realmente Aqui – filme que guarda mais uma de suas estupendas atuações -, Joaquin Phoenix atingiu o patamar dos maiores intérpretes do cinema. O ator camaleão realmente pode fazer de tudo, exibindo grande alcance performático, indo de uma ponta a outra do espectro – do humor ao drama, da vilania ao heroísmo, do trauma à redenção.

Crítica | Você Nunca Esteve Realmente Aqui – ‘Taxi Driver’ encontra a fúria de Joaquin Phoenix

Poucos atores da atualidade escolhem projetos tão desafiadores e conseguem constantemente se sobressair neles, mesmo quando o filme não o acompanha. Pensando nisso, resolvemos homenagear este grande artista com nossa nova lista. Estas são 10 das grandes atuações da carreira de Joaquin Phoenix. Diga abaixo quais são as suas favoritas.

Gladiador (2000)

Um dos épicos mais adorados da história do cinema, Gladiador, de Ridley Scott, foi indicado para 12 Oscar e venceu 5, incluindo melhor filme e melhor ator para Russell Crowe, na pele do general transformado em escravo e depois transformado em gladiador Maximus Decimus Meridius. Mas o que seria de um grande herói sem um grande antagonista à altura. E Phoenix provém justamente isso.

Entre as indicações ao Oscar que o filme recebeu está a de ator coadjuvante, a primeira da carreira de Joaquin Phoenix. Seu trabalho como o cruel e covarde Commodus, o herdeiro preterido e incestuoso, é de tamanha intensidade que se torna um daqueles vilões que adoramos odiar, entrando para o hall de célebres personagens do tipo. Nesta época, Phoenix ainda não tinha o peso que possui hoje, mas já demonstrava seu brilhantismo inerente.

Johnny & June (2005)

Baseado no livro do próprio Johnny Cash, Phoenix sofre uma incrível transformação ao personificar o icônico músico. Podemos dizer que foi daqui que começou a surgir a lenda em torno das performances metódicas do ator.

Apesar de uma entrega assombrosa por parte de Phoenix, sua indicação (a segunda da carreira) não foi seguida de vitória, ao contrário do desempenho da companheira de cena Reese Witherspoon – provando mais uma vez que os prêmios da Academia funcionam muito à base de Lobby e nem sempre acertam. O filme tem o comando de James Mangold, o mesmo do sucesso Logan (2017).

O Mestre (2012)

Excelência chama excelência. E uma coisa que todo grande ator faz é se cercar de talento, sejam outros atores, produtores renomados e, principalmente, diretores de prestígio. Atualmente, poucos cineastas possuem a mão de confeiteiro de Paul Thomas Anderson. A prova disso é que dificilmente um filme do diretor passa em branco na época de premiações. O Mestre marca a primeira parceria destes talentos proeminentes.

Nesta espécie de relato dos primórdios da Cientologia, Phoenix interpreta Freddie Quell, veterano da marinha perdido sem rumo ao voltar para casa. Repleto de frustrações e raiva, o sujeito ruma velozmente em direção ao fundo do poço. É quando em sua vida aparece uma luz no fim do túnel, surgida através de uma religião/seita recém-criada por Lancaster Dodd. Phoenix dá show, mas ele não está sozinho e como dito, recebe total amparo de atuações igualmente chamativas, de Philip Seymour Hoffman e Amy Adams – todas indicadas ao Oscar, marcando a terceira e última (até o momento) para o ator.

Ela (2013)

O desempenho mais melancólico da carreira do ator, traz Phoenix como um homem apaixonado pela voz de Scarlett Johansson. Na verdade, ele interpreta Theodore, sujeito sensível e introspectivo, que se vê entregue a solidão após o término de um relacionamento muito dolorido. Sem qualquer vontade de recomeçar do zero com outra pessoa, ele termina interagindo com uma inteligência artificial e criando com ela um dos relacionamentos mais inusitados e belos da história do cinema. O filme se passa num futuro próximo.

Acostumado a viver personagens traumatizados e problemáticos, em sua maioria truculentos, Phoenix demonstra com este filme outro lado de seu repertório, igualmente cativante. Indicado para 5 prêmios no Oscar, incluindo melhor filme, ELA levou na categoria de roteiro original para o diretor Spike Jonze. Infelizmente, o desempenho de Phoenix não foi lembrando, causando uma das maiores injustiças de anos recentes. No elenco, além de Johansson e do ator, uma constelação feminina, que conta com Amy Adams, Rooney Mara e Olivia Wilde.

Um Sonho Sem Limites (1995)

O que maior parte do público lembra ao pensar neste filme é da incrível atuação da protagonista Nicole Kidman na pele de uma aspirante a jornalista sem escrúpulos, que faz de tudo pela fama e sucesso. É uma espécie feminina de O Abutre (2014), voltada ao humor negro e baseado numa inacreditável história real. Dirigido por Gus Van Sant, o filme marcou um divisor de águas na carreira de Kidman, mostrando a atriz por trás do rostinho lindo.

Mas por que citamos o filme se os holofotes estão em Kidman? Bem, porque não muito atrás está um desempenho que igualmente serviu como marco para a carreira de Joaquin Phoenix. Primeiro, por se tratar do primeiro filme de sua fase adulta na qual ele deixava de lado de vez a alcunha de Leaf Phoenix (como era conhecido em seus trabalhos na infância e adolescência) e assumia o nome Joaquin. E segundo, por se tratar da atuação da qual todos começaram a prestar atenção no ator e perceber um grande talento a ser moldado. Phoenix tinha 21 anos ao interpretar Jimmy Emmett, um dos jovens manipulados pela felina protagonista.

Vício Inerente (2014)

Segundo trabalho do ator ao lado do talentoso PTA, a dupla segue por um caminho totalmente inverso do intenso O Mestre. Esta é uma comédia escrachada, moldada às formas de um noir detetivesco, com a típica roupagem dos filmes do diretor. Ou seja, espere muito mais questões do que respostas e cenas pra lá de enigmáticas.

Mesmo carregando nas tintas de sua inspiração – claramente uma homenagem aos trabalhos dos irmãos Coen, em especial o cult O Grande Lebowski (1998) -, e não chegando ao mesmo patamar, a comédia surpreende por ser o ponto fora da curva extremo para as carreiras tanto de PTA quanto de Phoenix. Sinal de um grande ator, o intérprete entrega outra performance pra lá de empenhada na pele do maconheiro atrapalhado Larry ‘Doc’ Sportello, fazendo rir em muitos trechos nonsense. O elenco é uma verdadeira constelação e conta com nomes como Josh Brolin, Reese Witherspoon e a revelação de Katherine Waterson, entre outros.

Eu Ainda Estou Aqui (2010)

Joaquin Phoenix teve uma vida traumática fora das telas também. Ainda criança, perdeu o irmão mais velho, o também ator River Phoenix – muito comparado a James Dean – devido a uma overdose. No início desta década, todos achavam que o ator havia enlouquecido e saído dos trilhos de vez. Seu comportamento errático era reportado por toda a cidade, inclusive em aparições em talk shows – o caso mais notório sendo no programa de David Letterman (que pode ser visto no Youtube).

O que parecia ser mais uma vítima do sucesso, vide Britney Spears e Lindsay Lohan, era na verdade uma grande brincadeira, fruto experimental para este filme, o documentário falso Eu Ainda Estou Aqui. Bem, ao menos foi o que Phoenix e o diretor do projeto, e cunhado do ator, Casey Affleck, quiseram nos fazer acreditar. O fato é que o filme está aí para quem quiser ver. Nele, vemos Phoenix interpretar a si mesmo, saturado da indústria, largando a carreira de ator para se concentrar em seu novo projeto: se tornar um cantor de rap. A ideia do filme não deu muito certo, e ele voltaria à normalidade dois anos depois com O Mestre. De qualquer forma, só mesmo um grande ator para enganar de verdade o mundo inteiro. Sua maior prova de talento. Ou será que foi verdade?

Amantes (2008)

Um dos projetos menos lembrados na filmografia de Joaquin Phoenix, este foi seu último trabalho antes de embarcar na “loucura” de Eu Ainda Estou Aqui. Curiosamente, este filme que passou abaixo do radar de todos, guarda um dos desempenhos mais contidos e introspectivos da carreira do ator, porém, igualmente marcante. No papel, estão todas as características que veríamos depois em outros trabalhos seus mais chamativos: a melancolia, solidão, a falta de sentido na vida e uma ponta de esperança para a redenção.

Nesta terceira colaboração com o diretor James Gray – num total de quatro, a última sendo Era uma Vez em Nova York (2013) -, o ator vive Leonard Kraditor, um sujeito sem muitas aspirações cujo futuro já está delineado para ele, sem que tenha muito a dizer sobre. O que lhe aguarda adiante é assumir o negócio da família e casar com Sandra (Vinessa Shaw), filha de amigos dos pais e parte de um casamento arranjado, com quem ele não possui afinidade. Seu coração, no entanto, orbita em direção a Michelle (Gwyneth Paltrow), a nova vizinha, desapegada e de espírito livre. Phoenix entrega aqui um papel pouco visto em sua filmografia, ainda mais nesta nova fase.

O Homem Irracional (2015)

Existem alguns itens que todo grande ator precisa riscar de sua lista. Um deles é trabalhar com o lendário Woody Allen. Pena que nem todos irão poder realizar tal feito. Mas Joaquin Phoenix pôde. Este, no entanto, é o que podemos chamar de filme menor do cineasta. A talentosa Emma Stone também está no elenco, e ao contrário de musas anteriores de Allen, vide Scarlett Johansson, suas duas colaborações com o diretor (este e Magia ao Luar) não se relevaram obras marcantes em sua filmografia.

Seja como for, uma coisa é inegável: a força com que Phoenix entrega sua atuação e como molda seu personagem. Aqui, ele é Abe Lucas, um atormentado professor universitário, que parece ter desistido de se importar com qualquer aspecto de sua vida. Desmotivado, o sujeito beira o suicídio. Stone vive uma aluna em busca de salvar o sujeito, que termina se apaixonando por ele (ei, o que seria de um filme de Woody Allen sem o relacionamento entre uma jovem com um homem bem mais velho). Existe um grande ponto de virada, tanto no filme, quanto no protagonista. Ponto este que o próprio Allen pediu para não ser revelado, a fim de não estragar a experiência de quem assiste. E quem somos nós para contradizer o gênio.

Maria Madalena (2018)

Muitos taxaram o novo filme do diretor Garth Davis (Lion: Uma Jornada para Casa) como uma obra morna e esquecível. É difícil entregar uma produção sobre o tema que seja marcante sem apelar para certa polêmica (como foi o caso com os ótimos A Última Tentação de Cristo, de Scorsese, e A Paixão de Cristo, de Mel Gibson). A verdade é que este filme faz mais do que apenas redimir historicamente uma das figuras mais injustiçadas de todos os tempos.

Maria Madalena durante séculos teve seu nome reduzido, e sua importância junto a criação do cristianismo desmerecida. Mas além desta retratação, o filme traz desempenhos quase líricos de seus intérpretes. Phoenix traz imensa serenidade para sua personificação de Jesus, na atuação mais onírica de sua carreira. Sua performance exala paz e grande calmaria. Já Rooney Mara, outra grande atriz subestimada, é a aprendiz em busca de liberdade. Os atores engataram num relacionamento na vida real.

Bônus 1:

Já está mais do que na hora de uma nova indicação ao Oscar para Joaquin Phoenix. E quem sabe ela pode sair este ano. Além de Jesus Cristo em Maria Madalena – filme que deve se manter afastado dos radares de prêmios – o ator entregou dois trabalhos excepcionais que podem emplacar no gosto dos votantes. O primeiro é justamente o citado Você Nunca Esteve Realmente Aqui, no qual ele vive um veterano militar atormentado, pegando para si uma missão muito especial e assim fazendo justiça contra traficantes sexuais com as próprias mãos. Um dos chamarizes sem dúvida é a atuação de Phoenix. O filme, no entanto, foi lançado em 2017 por diversos festivais, estreando em circuito nos EUA em abril deste ano. O que pode ser muito distante para os votantes lembrarem daqui a alguns meses.

Don´t Worry, He Won´t Get Far on Foot, no entanto, pode ser a escolha ideal para tal missão. O filme marca a reunião do ator com o cineasta Gus Van Sant e relata a história real do cartunista John Callahan, que após um grave acidente se torna cadeirante e decide se curar do alcoolismo. Phoenix vive o protagonista, fazendo uso da transformação física que a Academia tanto gosta.

Bônus 2:

Coringa

Ainda em fase de pré-produção, este filme pode ser algo realmente único no subgênero. Associar Joaquin Phoenix, um ator tão intenso quanto ele, a um filme de super-herói não é uma tarefa tão fácil quanto se pensa. A Marvel já tentou com Doutor Estranho, mas foram negados. O motivo, muito provavelmente, deve ter sido a falta de liberdade artística e a ligação obrigatória com novos projetos. A DC conseguiu, sabe-se lá em quais termos para isso. Um personagem como o Coringa merece uma atuação que só Phoenix pode dar.

Além disso, a produção deste filme solo do vilão é de ninguém menos do que Martin Scorsese. E o elenco contará ainda com os somatórios do lendário Robert De Niro e da ótima Zazie Beetz. Imaginem as possibilidades.

Jovens Atrizes e Atores que São Filhos de Grandes Estrelas de Hollywood e Você Não Sabia

Em Hollywood, a maior indústria de cinema do mundo, existem famílias consideradas verdadeiras dinastias. Artistas que estiveram envolvidos com os primórdios desta fábrica de sonhos, e continuaram neste negócio através das gerações. É claro que discussões sobre nepotismo sempre voltam à pauta, mas a verdade é que depois do favorecimento, é preciso existir talento e esforço da parte destes artistas herdeiros.

De Drew Barrymore a Michael Douglas, alguns dos maiores astros de Hollywood tiveram pais ou avós bem famosos, o que sem dúvida facilitou sua entrada na área. Sua permanência, no entanto, se deve unicamente por mérito próprio. Nessa nova matéria iremos abordar jovens talentos que estão dando o que falar na atualidade, e que são filhos de famosos sem que muitos saibam. Confira abaixo.

Margaret Qualley

Indicada para dois prêmios Emmy, a jovem de 29 anos já trabalhou com Quentin Tarantino em ‘Era uma Vez em Hollywood’, esteve em ‘Pobres Criaturas’, na série ‘Maid’ e lançou recentemente ‘Garotas em Fuga’. O céu é o limite para Margaret Qualley. O que muitos podem não saber, principalmente por não usar o nome da mãe, é que Qualley é filha da estrela dos anos 90 Andie MacDowell.

Zoey Deutch

Graciosa e dona de um belo sorriso, Zoey Deutch, também de 29 anos, coleciona filmes como ‘Jovens, Loucos e Rebeldes’, ‘O Artista do Desastre’ e ‘Zumbilândia – Atire Duas Vezes’ em seu currículo. ‘Influencer de Mentira’ foi um de seus mais recentes trabalhos. Deutch é filha da atriz Lea Thompson, eternizada como a Lorraine McFly da trilogia ‘De Volta para o Futuro’.

Dakota Johnson

Essa talvez seja mais fácil. Dakota Johnson não teve a melhor das sortes ao lançar no início deste ano ‘Madame Teia’, que se tornou um dos filmes mais execrados por crítica e público de tempos recentes. Mas isso não irá apagar o brilho da jovem estrela de 34 anos, que guarda trabalhos como ‘A Filha Perdida’, ‘Suspiria – A Dança da Morte’, ‘Cha Cha Real Smooth’ e ‘Um Mergulho no Passado’ em sua filmografia. Johnson é filha dos atores Melanie Griffith e Don Johnson, e neta da veterana Tippi Hedren.

Maya Hawke

Essa também não deve ser segredo para muitos. Maya, de 25 anos, chamou atenção na terceira temporada do fenômeno ‘Stranger Things’ e também esteve em ‘Era uma Vez em Hollywood’, de Quentin Tarantino. Recentemente apareceu em ‘Maestro’, filme indicado ao Oscar desse ano. Maya é filha da musa de Tarantino, Uma Thurman, com o ator Ethan Hawke.

Nico Parker

A atriz mais jovem da lista, Nico Parker tem apenas 19 aninhos. Mas a artista já coleciona produções famosas em sua filmografia, como a reimaginação em live-action de ‘Dumbo’ e a ficção científica ‘Caminhos da Memória’, estrelada por Hugh Jackman. Seu trabalho mais marcante, no entanto, foi na série sensação ‘The Last of Us’. Parker é filha da atriz Thandiwe Newton com o diretor Ol Parker.

Sosie Bacon

O sobrenome entrega algumas destas atrizes e atores da matéria. É o caso com Sosie Bacon, jovem de 31 anos que fez sucesso com ‘Sorria’, surpresa de terror em 2022. Sosie também esteve em séries como ‘Mare of Easttown’ e ’13 Reasons Why’. Sosie, é claro, é filha do ator Kevin Bacon e da atriz Kyra Sedgwick.

Zoë Kravitz

Outra que apenas os mais distraídos talvez tenham deixado passar. Seja como for, nem todos podem saber. Como diz o sobrenome da atriz de 35 anos, que é a nova Mulher-Gato do cinema em ‘Batman’ (2022), Zoë Kravitz é filha da atriz Lisa Bonet e do músico Lenny Kravitz. Zoë está na estrada há mais de uma década, e seu currículo guarda filmes como ‘X-Men – Primeira Classe’, ‘Mad Max – Estrada da Fúria’ e a série ‘Big Little Lies’.

Billie Lourd

Lourd tem 31 anos e já esteve em superproduções como a mais recente trilogia ‘Star Wars’, a comédia romântica ‘Ingresso para o Paraíso’ (com Julia Roberts e George Clooney) e séries como ‘American Horror Story’. Billie Lourd é filha da saudosa Carrie Fisher, nossa eterna Princesa Leia de ‘Star Wars’.

Jack Quaid

O jovem Jack Quaid, de 31 anos, se tornou um dos atores mais famosos da atualidade, graças ao papel de Hughie Campbell na adorada série ‘The Boys’, o carro-chefe do streaming Amazon Prime Video. Fora isso, Quaid também esteve no reboot de ‘Pânico’ e até mesmo no indicado ao Oscar ‘Oppenheimer’. É claro que seu nome não esconde, Jack é filho dos veteranos dos anos 80 e 90 Dennis Quaid e Meg Ryan.

Wyatt Russell

Outro que deixa o sobrenome entregar o parentesco, Wyatt Russell já marcou presença em filmes como o terror ‘Operação Overlord’ e na comédia indie ‘Ingrid Vai para o Oeste’. Porém, o divisor de águas na carreira do ator de 37 anos foi quando assinou com a Marvel para viver nas telas o personagem John Walker, vulgo Capitão América/Agente Americano em ‘Falcão e o Soldado Invernal’.

O personagem voltará ao MCU no filme ‘Thunderbolts’. Wyatt é filho dos icônicos Kurt Russell e Goldie Hawn, e apareceu recentemente em ‘Monarch – Legado dos Monstros’, dividindo o mesmo personagem com seu pai.

Scott Eastwood

Fechando a matéria, temos outro ator cujo sobrenome entrega sua linhagem. Falamos, é claro, do filho temporão do nonagenário Clint Eastwood. Scott, de 37 anos, já marcou presença em muitos projetos famosos, como na franquia ‘Velozes e Furiosos’, na qual entrou no oitavo filme. Scott também esteve em ‘Esquadrão Suicida’, ‘Infiltrado’ e ‘Círculo de Fogo – A Revolta’.

‘Animas’: Cartaz e novas imagens iniciam viagem alucinante ao inferno

O terror ‘Animas‘ ganhou novas imagens bizarras, além do primeiro cartaz.

Confira:

Escrito e dirigido por Laura Alvea e Jose Ortuño, o filme será lançado no dia 05 de outubro.

“Alex é uma garota com uma personalidade forte e grande tenacidade. Ela é muito próxima ao seu melhor amigo Abraham, que é uma pessoa que ela dá constante ajuda e apoio, uma vez que Abraham é tímido e inseguro, principalmente por causa de sua complicada relação entre ele e os seus pais. Mas tudo muda quando Daniel – pai do Abraham – morre em um trágico acidente, cuja causa é incerta. A partir deste momento, Alex se encontra em uma jornada alucinada ao inferno, onde a linha entre a realidade e os pesadelos está borrada ao ponto que Alex começa a questionar as razões de sua própria existência.”

Clare Durant, Ivan Pellicer Angela Molina estrelam.

‘O Beco das Almas Perdidas’: Leonardo DiCaprio está em negociações para estrelar o remake

De acordo com o Deadline, Leonardo DiCaprio está em negociações para estrelar a nova adaptação de ‘O Beco das Almas Perdidas‘ (Nightmare Alley), que será produzida pelo Guillermo del Toro.

Além de produzir, del Toro também irá coescrever o roteiro ao lado de Kim Morgan.

Assim como o original, o novo longa também será baseado no livro escrito por William Lindsay Gresham.

A primeira adaptação foi lançada em 1947, e dirigida por Edmund Goulding. O clássico noir conta a história de um jovem ambicioso que começa a se relacionar com uma psiquiatra ainda mais corrupta do que ele. Os dois se dão bem destruindo a vida das pessoas, mas logo começam uma manipulação entre eles.

‘Jamtara’: Golpistas no trailer da nova série indiana da Netflix; Assista!

A Netflix divulgou o trailer da série indiana ‘Jamtara‘.

Confira:

Baseada em uma história real, a trama gira em torno dos golpes que ocorrem na cidade de Jamtara, Jharkhand. Um grupo de jovens engana as pessoas em todo o país por meio de simples telefonemas. Você pode não conhecê-los, mas eles definitivamente já têm seu número. Você está a apenas um telefonema de perder sua poupança de vida.

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 10 de janeiro.

Internautas defendem o Chris Evans após sua nude ter sido vazada na internet; Confira!

Neste sábado (12), o ator Chris Evans postou acidentalmente sua suposta nude no stories do Instagram.

Apesar de ter apagado rapidamente a publicação ao perceber o deslize, os internautas já haviam salvado a imagem, levando o nome do astro ao assunto mais comentado do Twitter.

Enquanto parte dos internautas compartilham memes sobre o assunto, os fãs do ator defendem sua privacidade e estão extremamente chateados com essa situação, mandando mensagens de apoio ao astro.

Confira as reações:

O astro havia compartilhado um vídeo de 15 segundos, que havia sido feito através da gravação da tela do celular. Ao término do vídeo, a galeria pessoal do ator apareceu, relevando uma foto íntima.

‘And Just Like That…’: Chris Noth retornará como o Mr. Big no revival de ‘Sex and the City’

De acordo com o TVLine, Chris Noth (‘Desaparecidos’) retornará como o Mr. Big no aguardado revival de ‘Sex and the City‘, intitulado ‘And Just Like That…‘.

Vale lembrar que o Mr. Big e a Carrie se casaram no primeiro filme e comemoraram seu aniversário de casamento na sequência.

“Estou animado em trabalhar com o Chris novamente em ‘And Just Like That…’. Como poderíamos fazer um novo capítulo de ‘Sex and the City’ sem nosso Mr. Big?,” declarou o produtor executivo Michael Patrick King.

Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis retornarão para os seus icônicos papéis da série original. John Corbett, que interpretou o ex da Carrie, também retornará para um arco de múltiplos episódios.

Sara Ramirez (‘Grey’s Anatomy’) fará sua introdução como Che Diaz, uma comediante não binária que apresenta um podcast que conta regularmente com a Carrie como convidada.

Kim Cattrall, que interpretava a icônica Samantha, não retornará.

Confira o primeiro teaser:

“A série acompanha Carrie, Miranda e Charlotte à medida em que elas navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos”.

Criada por Darren Star (hoje à frente de ‘Emily em Paris‘), a série original contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 1998 e 2004 na HBO.

A trama acompanha quatro amigas que lidavam com a vida de solteiras em Nova York no final dos anos 1990, enquanto uma delas relata suas experiências em uma coluna jornalística.

Já nos cinemas, ‘Sex and the City‘ arrecadou US$ 415 milhões mundialmente, enquanto a sequência alcançou US$ 280 milhões.

‘Pacificador’: James Gunn fala sobre a possível 2ª temporada

Em entrevista ao Deadline, o cineasta James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) comentou sobre a possibilidade de uma 2ª temporada da série ‘Pacificador‘ (Peacemaker), mostrando-se bastante positivo com as chances da produção ganhar continuidade.

“Há uma boa chance de termos uma segunda temporada. Nós somos a série mais popular do mundo no momento.”

Vale lembrar que, segundo o Business Insider, ‘Pacificador‘ foi a série mais assistida entre os serviços de streaming no primeiro mês de 2022.

A confirmação veio após uma pesquisa uma pesquisa realizada pela Parrot Analytics, uma empresa especializada em análise de dados.

Ao acumular dados do dia 1º até o dia 22, a Parrot chegou à conclusão que ‘Pacificador‘ teve um índice de audiência 69,5 vezes maior que ‘O Livro de Boba Fett’, que a 4ª temporada de ‘Cobra Kai‘ e até mesmo que a aguardada 2ª temporada de ‘The Witcher‘.

Infelizmente, a empresa não revelou o percentual isolado de cada uma das produções citadas, mas justifica que esses números são resultados do aumento de interesse do público nas produções originais do HBO Max.

Somente em 2021, a demanda da plataforma de streaming cresceu 39,2%, enquanto a da Netflix evoluiu apenas 10,3%, mesmo com três vezes mais assinantes do que a concorrente.

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

‘American Horror Story’: Cartazes individuais apresentam os novos personagens da 11ª temporada

O FX divulgou novos cartazes individuais da 11ª temporada de ‘American Horror Story‘, intitulada ‘American Horror Story: New York City‘.

Confira:

Com estreia marcada para o dia 19 de outubro, o próximo ciclo terá sua história situada em Nova York, durante a década de 1970.

O elenco contará com o retorno dos veteranos Zachary Quinto, Evan Peters, Billie Lourd, Denis O’Hare e Leslie Grossman.

Também fazem parte do elenco da nova parcela Sandra Bernhard, que apareceu em outra série FX produzida por Murphy, ‘Pose‘; e Joe Mantello, que esteve em dois projetos de Murphy, ‘Hollywood‘ da Netflix e ‘The Normal Heart‘ da HBO.

Ator que RETORNAR em novo revival da comédia ‘Três é Demais’

Em entrevista ao Yahoo! Entertainment, que aconteceu antes da greve dos atores de Hollywood, Dave Coulier revelou que adoraria retornar para um novo revival da comédia clássica ‘Três é Demais‘ (Full House).

“Acredito que nós deveríamos fazer um novo revival de ‘Três é Demais’, onde mantemos o legado do [falecido] Bob Saget vivo. Poderia ser como ‘Friends’, com todos nós já adultos. Nossos personagens sem as crianças tentando ser uma família novamente. Eu não descartaria essa possibilidade.”

Apesar da animação do ator, outros membros do elenco não pensam em retornar sem Saget. Ano passado, enquanto conversava com E! News, John Stamos declarou: “Não seria a mesma coisa sem ele. Haveria algo faltando. Nós fizemos muitas homenagens. Sempre que eu tenho a chance, eu falo sobre ele. Quando estamos muito calados, quase podemos ouvi-lo reclamar que não falamos sobre ele o suficiente. Nós continuaremos a fazer essas homenagens, mas não acredito em um revival de ‘Três é Demais’ sem ele.”

Vale lembrar que, há alguns anos, a Netflix lançou o revival ‘Fuller House‘, que trazia a Candace Cameron Bure, que interpretou DJ Tanner na série original, como protagonista.

Todos os episódios estão disponíveis na Netflix.

Criada por Jeff Franklin, a série é um revival da popular série de comédia ‘Três é Demais‘.

A nova trama conta a história da veterinária D.J. Tanner-Fuller, sua irmã mais nova e aspirante à musicista, Stephanie e Kimmy, sua melhor amiga e mãe solteira que vivem sob o mesmo teto para criar os três filhos de D.J após ter ficado viúva.

O elenco conta com Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin, Andrea Barber, Michael Campion, Elias Harger, Soni Bringas, Dashiell Messitt e Fox Messitt.

Confira o HILÁRIO trailer da 2ª temporada de ‘Die Hart’, série de comédia de ação com Kevin Hart

O Prime Video divulgou o trailer da 2ª temporada de ‘Die Hart‘, comédia de ação estrelada por Kevin Hart (‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva’).

Nesta sequência, intitulada ‘Die Hart 2: Die Harter‘, Kevin Hart, agora o maior astro de ação do mundo, é vítima de uma trama de vingança maligna e deve contar com a ajuda de sua co-estrela favorita e de seu ansioso assistente se quiser sobreviver.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A nova temporada será lançada no streaming no dia 30 de maio.

Hart interpreta uma versão fictícia de si mesmo que está disposta a fazer de tudo para sair do estigma de sidekick dos filmes de comédia e tentar se tornar um herói de ação, aos moldes de Dwayne Johnson e Vin Diesel. Para isso, ele vai encarar uma escola nada ortodoxa, que visa colocar suas habilidades à prova, a fim de transformar sua carreira. No entanto, o treinamento para se tornar uma figura de ação será mais penoso do que ele imaginava.

O elenco ainda conta com John Travolta, Nathalie Emmanuel (‘Game of Thrones‘), Jean Reno e Josh Hartnet no elenco.

A produção foi criada por Tripper Clancy e Derek Kolstad (franquia ‘John Wick‘), com direção de Eric Appel (Brooklyn Nine-Nine).

Kate e Rooney Mara irão interpretar irmãs gêmeas em filme baseado em história REAL

De acordo com o Deadline, as irmãs da vida real Kate e Rooney Mara irão interpretar gêmeas em ‘Bucking Fastard‘, filme baseado em uma história verdadeira.

O projeto marcará a primeira vez que as irmãs trabalham juntas.

A trama irá explorar a história real das inseparáveis irmãs gêmeas Joan e Jean, que viveram à margem da sociedade.

Werner Herzog (‘Deserto em Fogo’) será responsável pela direção e roteiro.

Ariel Leon Isacovitch, Agnes Chu, Andrea Bucko e Emanuele Moretti servirão como produtores.

As filmagens estão programadas para meados de 2025, na Irlanda e Eslovênia.

Joan e Jean faziam parte do Gale Sisters, um grupo de quatro irmãs, formado por dois pares de gêmeas, que se destacaram no teatro e no cinema durante as décadas de 1920 e 1930. O grupo iniciou sua carreira no Vaudeville, apresentando-se em diversos locais dos Estados Unidos e realizando uma turnê pela Europa.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.