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‘Demolidor: Renascido’: Atriz de ‘Revenge’ deve interpretar novo interesse amoroso do herói

De acordo com o Deadline, Margarita Levieva (‘Revenge’) entrou para o elenco da série ‘Demolidor: Renascido‘ (Daredevil: Reborn), que está sendo desenvolvida pelo Disney+.

A atriz deve interpretar o novo interesse amoroso do Matt Murdock.

Além disso, também foi confirmado que Sandrine Holt (‘Gigolô Americano’) foi confirmada no elenco, possivelmente como o novo interesse amoroso do Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio).

Charlie Cox voltará a interpretar o herói na nova série. O ator já havia reprisado o seu papel em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão no roteiro e produção do show.

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Anteriormente, sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

‘The Flash’: Filme com Ezra Miller tem estreia ADIANTADA em uma semana

De acordo com o THR, a Warner Bros. antecipou em uma semana o lançamento de ‘The Flash‘, que será estrelado pelo Ezra Miller.

A produção agora está programada para estrear no dia 16 de junho de 2023.

Com a mudança, o filme estreará no mesmo dia de ‘Elementos‘, nova animação da Pixar. Apesar disso, a nova data dará mais tempo à adaptação da DC Comics nos cinemas antes da antecipada estreia de ‘Indiana Jones e o Chamado do Destino‘, que acontecerá no dia 30 de junho.

Anteriormente, o editor Paul Machliss havia sido questionado sobre a demora no lançamento, mas garantiu que a espera vai valer a pena devido à tecnologia inovadora aplicada nas filmagens.

“Quando estrear, você vai entender porque a esperar vai valer a pena. Vai ser emocionante. A Warner nos encarregou de fazer o melhor filme que pudéssemos. O que posso dizer é que vamos utilizar uma tecnologia inovadora… Somos o primeiro filme a utilizar uma tecnologia muito, muito nova em termos de obter múltiplas versões do mesmo ator na tela, em vez de usar câmeras bloqueadas.”

Ele continuou:

“O desenvolvimento dessa tecnologia é algo maravilhoso, algo sobre o qual eu adoraria falar agora, mas tenho que deixar para o ano que vem, quando o filme for lançado, aí podemos entrar em detalhes. Mas isso é muito, muito empolgante e estou muito satisfeito em dizer que somos os primeiros a usar esse artifício em um filme dessa escala. Provavelmente, é por isso que demorou tanto para terminarmos. Mas vale a pena esperar, porque está fantástico.”

Lembrando que a trama de ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Andy Muschietti dirige.

Robert Downey Jr. rebate críticas de Tarantino à Marvel: “Uma perda de tempo”

Para quem não lembra, o aclamado cineasta Quentin Tarantino causou polêmica ao falar sobre os atores da Marvel, e Robert Downey Jr. falou sobre o caso.

Tarantino disse que os atores de filmes de super-heróis não são estrelas de cinema de verdade, e que os novos astros são sim os personagens que eles interpretam.

Downey Jr., em entrevista a Deadline, disse que “é uma perda de tempo” o mercado estar em guerra interna, e que existe espaço para todos os tipos de filmes.

“Penso que as nossas opiniões sobre estas questões dizem muito sobre nós. Acho que estamos em um tempo e lugar para o qual involuntariamente contribuí, onde a franquia teve precedência sobre o princípio e a personalidade. Mas é uma faca de dois gumes. Uma parte das franquias é muito boa quanto o talento humano que você consegue para representá-la, e você pode ter uma ótima franquia, mesmo que esteja vindo de um autor ou de um tesouro nacional de um diretor de roteiristas, e se você não tiver o tipo certo de artista desempenhando esse papel, você nunca saberá o quão bom poderia ter sido”, falou Robert Downey Jr. ao site.

“Eu acho que criativamente é uma perda de tempo estar em guerra com nós mesmos. Eu acho que este é um momento em que tudo está muito mais dividido. […] Somos todos uma comunidade. Há espaço suficiente para tudo, e graças a Deus para Top Gun: Maverick e Avatar: O Caminho da Água. Isso é tudo o que tenho a dizer. Precisamos das grandes coisas para abrir espaço para filmes como Armageddon”, conclui.

Por sinal, recentemente, o cineasta disse que não trabalharia em um filme na Marvel: “Você precisa ser uma mão de obra para fazer essas coisas. Não sou mão de obra. Não estou procurando por um emprego”.

Veja o podcast completo:

Ainda que Tarantino tenha razão quanto a algumas produções, outras da Marvel fizeram história e foram até indicadas ao Oscar, como ‘Pantera Negra‘. Por sinal, vale lembrar que o filme mais recente da Marvel éPantera Negra: Wakanda para Sempre.

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência também conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘ToeJam & Earl’, um dos maiores clássicos da SEGA, ganhará filme pela Amazon

Um dos jogos mais clássicos da SEGA, ‘ToeJam e Earl‘, vai ganhar sua adaptação como um filme animado pela Amazon Studios.

De acordo com o The Hollywood Reporter, Amos Vernon e Nunzio Randazzo, roteiristas de ‘Hotel Transylvania 4‘ e de ‘Superfudge‘, série do Disney+, estão trabalhando na trama da produção.

Criado por Mark Voorsanger e Greg Johnson, o jogo acompanha dois rappers alienígenas que vêm à Terra em busca de uma cura para a doença que erradica o ritmo, o funk e o groove de seu planeta natal.

Dmitri M. Johnson e Dan Jevons (‘Sonic – O Filme’), Erick Peyton, Mike Goldberg estão na produção. Timothy I. Stevenson, Jenelle Lindsay, Voorsanger e Johnson são produtores executivos.

Ainda não há data de estreia oficial para ‘ToeJam e Earl‘.

‘Doctor Who’: Nova temporada com Ncuti Gatwa inicia suas filmagens

Foi anunciando pela BBC que as filmagens da nova temporada de ‘Doctor Who‘, estrelada por Ncuti Gatwa, começou oficialmente suas filmagens.

Abaixo você confere o anúncio do canal:

Com Gatwa como o décimo quinto Doctor, a série também terá Millie Gibson (conhecida por interpretar Kelly Neelan em Coronation Street) como Ruby Sunday, a nova companion, e Yasmin FinneyRussell T. Davies é o showrunner da temporada.

Lembrando que Jodie Whittaker saiu da série da BBC após 4 anos. Ela foi a primeira Doutora da história da série. Nas redes sociais, a emissora confirmou que Tennant vai ser mesmo o 14º Doutor, mesmo já tendo feito a décima versão do alienígena.

Lembrando que a Disney está em negociações para adquirir os direitos de transmissão de ‘Doctor Who‘, da BBC.

Russell T. Davies retornará como o showrunner do novo ciclo.

Mais informações sobre a próxima temporada não foram revelados.

‘Mickey7’: Novo filme do diretor de ‘Parasita’ com Robert Pattinson ganha trailer

Foi divulgado pela Warner Bros. Discovery o primeiro trailer de ‘Mickey7‘, novo filme de Bong Joon-ho, diretor do premiado ‘Parasita‘.

Mickey7‘ será estrelado por Robert Pattinson. Confira o trailer:

Na trama, Mickey faz parte de um programa espacial de colonização, e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes. Steven Yeun, Mark Ruffalo, Naomi Ackie e Toni Collette estão no elenco.

Vale destacar que o filme é inspirado no livro de Edward Ashton e conta com o roteiro adaptado de Bong Joon-ho. A Warner Bros. está supervisionando o projeto, que está em pré-produção.

Mickey7‘ está previsto para chegar aos cinemas em 17 de março de 2024.

A produção é inspirada no livro de Edward Ashton e conta com o roteiro adaptado de Bong Joon-ho. A Warner Bros está supervisionando o projeto, que está em pré-produção.

O livro será publicado no primeiro trimestre de 2022, e segue o protagonista ‘Mickey7‘, um empregado descartável em uma expedição humana enviada para colonizar o mundo de gelo Niflheim. Sempre que há uma missão muito perigosa – até mesmo suicida – a equipe se volta para Mickey. Depois que uma iteração morre, um novo corpo é regenerado com a maioria de suas memórias intactas. Após seis mortes, Mickey7 entende os termos de seu acordo.

Sandrine Holt e Margarita Levieva entram para o elenco de ‘Demolidor: Renascido’

As atrizes Margarita Levieva (‘The Deuce’) e Sandrine Holt (‘Gigolô Americano’) entram para o elenco de ‘Daredevil: Born Again‘ (no original), nova série do diabo de Hell’s Kitchen.

A dupla pode ser o interesse amoroso de Matt Murdock (Charlie Cox) na nova série da Disney+. Vincent D’Onofrio como Wilson Fisk, o Rei do Crime, e Michael Gandolfini também estão no elenco.

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais’, estão no roteiro e produção do show.

Levieva também está confirmada no elenco de ‘The Acolyte’, nova série de Star Wars em desenvolvimento.

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Anteriormente, sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

‘The Flash’: Artes oficiais revelam traje inédito para o personagem; Confira!

Um usu[ário do Twitter diculgou novas artes promocionais do vindouro ‘The Flash‘, estrelado por Ezra Miller.

E o curioso é que uma das imagens mostra o herói correndo lado de sua versão alternativo, que veste um traje diferente de tudo o que já foi visto em relação ao personagem.

Trata-se do traje mesclado com referências ao Batman, incluindo as pontos na máscara e luvas pretas.

Confira:

Adiado várias vezes e agora programado para junho de 2023, o filme está sendo bastante aguardado por conta da trama envolvendo o multiverso, pela introdução da Supergirl e pelo retorno de Michael Keaton e Ben Affleck como diferentes versões do Batman.

Em entrevista para o IBC, o editor Paul Machliss foi questionado sobre a demora no lançamento, mas garantiu que a espera vai valer a pena devido à tecnologia inovadora aplicada nas filmagens.

“Quando estrear, você vai entender porque a esperar vai valer a pena. Vai ser emocionante. A Warner nos encarregou de fazer o melhor filme que pudéssemos. O que posso dizer é que vamos utilizar uma tecnologia inovadora… Somos o primeiro filme a utilizar uma tecnologia muito, muito nova em termos de obter múltiplas versões do mesmo ator na tela, em vez de usar câmeras bloqueadas.”

Ele continuou:

“O desenvolvimento dessa tecnologia é algo maravilhoso, algo sobre o qual eu adoraria falar agora, mas tenho que deixar para o ano que vem, quando o filme for lançado, aí podemos entrar em detalhes. Mas isso é muito, muito empolgante e estou muito satisfeito em dizer que somos os primeiros a usar esse artifício em um filme dessa escala. Provavelmente, é por isso que demorou tanto para terminarmos. Mas vale a pena esperar, porque está fantástico.”

Lembrando que a trama de ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Andy Muschietti dirige.

Crítica | O Paciente Perdido – Netflix Estreia Suspense Psicológico Francês de dar Nó na Cabeça

Podemos já falar “que saudade a gente estava de um bom suspense psicológico”? Talvez não seja exagero dizer isso, afinal, em um leque grande de opções que a Netflix oferece mensalmente em sua plataforma aos seus assinantes chega todo tipo de filme, porém, especificamente no gênero do suspense, a coisa fica um pouco mais restrita, pois, apesar de o streaming até ter uma gama de opções que circundam o thriller, a bem da verdade são poucos os filmes que são realmente bons nesta categoria, que fazem valer a pena o tempo investido pelo espectador. Felizmente é o caso de ‘O Paciente Perdido’, novo suspense francês que, desde a sua estreia na plataforma, tem figurado entre as primeiras posições do Top 10 da gigante do streaming.

Thomas Grimaud (Txomin Vergez) acordou no hospital. Desorientado, ele não sabe o que aconteceu para estar ali, apenas entende que há uma psicóloga tentando ajudá-lo e enfermeiros dispostos a cuidar dele. Aos poucos, Thomas entende a verdade: ele fora encontrado esfaqueado na sala de sua própria casa, e toda a sua família estava morta, assassinada na mesma noite que ele fora encontrado. Confuso e sem conseguir linkar a ordem dos acontecimentos, ao mesmo tempo em que vai fazendo fisioterapia para voltar a andar, Thomas vai tentando recuperar sua memória e lembrar o que aconteceu de fato na noite em que sua família morreu, ao mesmo tempo em que tenta descobrir o paradeiro de sua irmã, Laura (Rebecca Williams), que está desaparecida. Só que ele também precisa tomar cuidado, pois um encapuzado misterioso está rondando o hospital, à sua espreita.

Em uma hora e quarenta de duração, ‘O Paciente Perdido’ constrói um bom suspense psicológico do tipo quebra-cabeças, em que tanto o protagonista quando o espectador precisam ir encontrando os pedaços da história e juntando-os à medida em que os elementos vão sendo inseridos no enredo. O roteiro de Elodie Namer e Christophe Charrier, baseado na história em quadrinho de Timothé Le Boucher, faz um bom uso do mote criado pelo quadrinista e o adapta bem à linguagem audiovisual, exercendo a influência da iluminação com a movimentação da câmera se aproximando/afastando para corroborar o clima de tensão no ar vivida pelo protagonista cuja movimentação é limitada dada sua condição física, e que, por sua vez, se ancora na boa expressividade de Txomin Vergez, capaz de intercalar de humor tão somente com sua expressão facial.

Dirigido pelo próprio Christophe Charrier, a montagem de ‘O Paciente Perdido’ é peça fundamental para costurar os flashbacks do protagonista com o tempo presente da ficção de modo a confundir o espectador sobre a veracidade de elementos e personagens em contextos em que são apresentados. Nada é definido até que o espectador chega ao fim do filme, e é isso que buscamos em um bom suspense psicológico.

Artigo | ‘A Despedida’ é uma poderosa dramédia que merece ser apreciada por completo

Awkwafina ganhou notoriedade há alguns anos por dois principais motivos: o primeiro é sua já vindoura arte musical, visto que é uma rapper estadunidense que tem dois álbuns de estúdio lançados – e mais um em produção; o segundo volta-se para as performances cinematográficas e seriadas, tendo participado de diversas obras em papéis secundários (como Oito Mulheres e Um Segredo’, Podres de Ricos’ e, mais recentemente, em ‘Shang-Chi’). Agora, chegou a vez da atriz e compositora brilhar em seu primeiro grande papel nas telonas com a comédia dramática A Despedida, cujo retrato intimista do que é ser uma família transformou o filme em um dos melhores do ano.

Do ponto de vista estrutural, a trama é bastante simples: Billi Wang (Awkwafina) descobre através de seus pais que sua avó, carinhosamente apelidada de Nai Nai (Zhao Shuzhen) foi diagnosticada com câncer terminal e tem apenas mais três meses de vida. Mas o problema não é esse, e sim o fato de que todo o núcleo familiar não quer contar a ela sobre sua situação – o que leva Billi e os próprios espectadores a acharem absurdo tirar tal conhecimento de uma pessoa. E é aí que a habilidade autobiográfica de Lulu Wang entra em cena para nos guiar numa pungente luta entre valores tradicionalistas e a contemporaneidade do mundo em que vivemos.

A diretora, que também fica responsável pelo roteiro, anunciou antes mesmo de entrar em pré-produção, que traria certas histórias de seu cotidiano para as telonas. Em entrevista ao programa de rádio This American Life, Wang comentou sobre como lidou diariamente com “a relação com a minha família versus a relação com meus amigos e meus colegas e o mundo que habito”. Dessa forma, dividiu a narrativa em dois ciclos principais: Billi como uma construção norte-americana (capitalista e individualista) e sua herança chinesa (pautada na coletividade e na sociedade); não é surpresa que, desde o princípio, até seus pais tentam esconder-lhe a condição da avó com medo de que ela não aceite o consenso a que chegaram e acabe revelando o segredo.

Mesmo assim, a protagonista resolve viajar para sua terra natal (da qual saiu aos seis anos de idade ao lado dos pais) e, por se considerar uma “turista”, por assim dizer, estranha como seus parentes se portam e como a organicidade de seu outrora cotidiano é posta em xeque. Os constantes choques promovidos pelo enredo são o que entregam a beleza do filme, seja mais sutilmente – como a família criar o pretexto de um casamento para que os filhos e netos vejam a matriarca uma última vez -, seja com força dramática – os embates ideológicos que ocorrem entre Billi e o pai, Haiyan (Tzi Ma), e a mãe, Lu (Diana Lin). Na verdade, a arquitetura complexa da personagem principal não é única, estendendo-se para a constante queixa da geração mais antiga: Lu, por exemplo, engolfa-se em uma chocante autoafirmação ao discorrer sobre o teor de velórios chineses (“se você não chora o bastante, significa que não amava quem partiu”, ela repete).

Por mais racionais que consideremos os povos asiáticos, não podemos deixar de lado a outra perspectiva que Wang imprime em seu longa-metragem. A exímia delineação entre cultura e vivência desmembra-se em um agonizante estudo antropológico que pode não ser conhecido por nós, bombardeados constantemente por gigantescas produções hollywoodianas dia após dia, mas é intrínseco a eles. Para além disso, Billi sente-se compulsoriamente isolada por perder o senso de pertencimento a qualquer grupo social, transformando-se em uma amargurada figura cuja voz é posta de lado em prol de um “compartilhamento de responsabilidades”, como bem pontua o tio Haibin (Jiang Yongbo).

A parcialidade é posta de lado e aproveita essa atenuação para nos embebedar com uma narcótica experiência que desconstrói os limites cênicos e nos leva a reflexões emblemáticas sobre nossa própria vida. E é claro que a cineasta não deixaria de se ater à belíssima composição cênica que, apesar de tratar de dois mundos tão opostos, os une em uma melancólica identidade imagética, tanto na excessiva simetria dos enquadramentos (ainda que não pareçam), quanto na propositalmente engessada e cúbica edição e na fria paleta de cores que nem mesmo nas sequências matrimoniais ousam sair do espectro a que se propõe.

As restrições da obra não são autoimpostas, como erroneamente pensaríamos ao lembrar-nos dos melodramas familiares; na verdade, Wang se afasta de quaisquer rótulos e deturpa até os momentos menos tensos em uma irônica sátira que se estende para os outros elementos. E, também diferente do que se possa imaginar, cada beat, cada frame é pensado com diferentes objetivos, a fim de que o público compreenda a transição do arco dos personagens, sejam eles coadjuvantes ou protagonistas – Billi acaba aceitando de cabeça baixa o destino da avó e o fato de provavelmente não poder lhe dizer adeus, enquanto a mãe e o pai sofrem por se lembrarem dessa milenar tradição; a única que se recusa (e não por falta de tentativas) a sair de sua plenitude é a avó, que pode ser muito bem um espelho daqueles que amamos.

A Despedida é uma “boa mentira” cujas consequências não são explanadas em tela: na verdade, a iteração termina sem um fim, deixando as pontas soltas ainda mais soltas. A mudança de atmosfera é destinada a suas personas e somente a elas – e, apesar de conseguirmos prever os próximos capítulos desse metódico tour-de-force, a frustração de não existir nenhum parâmetro confirmativo é canalizado para uma resignada heroína e para nós.

Crítica | Nosso Natal na Fazenda – O ‘Babe, O Porquinho Atrapalhado’ Natalino da Netflix

Qualquer pessoa que cria uma criança numa cidade grande em algum momento da vida se pergunta se seria melhor sair do centro urbano e ir morar em algum lugar mais próximo à natureza, com menos poluição, estresse, violência e todos os males das cidades grande. Claro, o interior tem muitas vantagens para a criação e o desenvolvimento das crianças, e esse mote já foi muitíssimo abordado na sétima arte – especialmente por países como Estados Unidos e Inglaterra, que parecem ter uma cultura de “ou cidade ou campo”, como se ambos os cenários não pudessem coexistir em uma mesma realidade. Trazendo uma versão natalina desse mote, chegou recentemente à Netflix o longa ‘Nosso Natal na Fazenda’, uma das apostas de fim de ano da gigante do streaming para seus assinantes.

Matt Cunningham (Scott Garnham) é viúvo e pai de cinco filhos. Todos os dias ele tenta dar conta de criá-los, mas sempre os atrasa para a escola e, por consequência, também se atrasa no trabalho, onde é gerente de projeto de marketing. Certo dia, duas coisas inacreditáveis acontecem: a primeira é que sua chefe (Ashley Jensen) encarrega a ele a principal campanha do ano, cujo contrato com o cliente garantirá o emprego de todo mundo na empresa, e Matt também recebe uma misteriosa carta, comunicando-lhe o testamento de seu desaparecido pai, que deixa a seus cuidados a Fazenda do Visco, no interior do país. Numa tentativa de conciliar todas as pendências, Matt decide levar os filhos para uma temporada na tal fazenda, imaginando que lá as crianças fossem se divertir enquanto ele cuidaria da venda do imóvel e também trabalharia na tal campanha da empresa. O que ele não esperava era encontrar resistência dos moradores da região, altamente conectados com o local, atrapalhando todos os seus planos.

Escrito e dirigido por Debbie Isitt, ‘Nosso Natal na Fazenda’ tenta trazer um clima meio ‘Babe: O Porquinho Atrapalhado’ com ‘Nanny McPhee – A Babá Encantada’ e ‘Esqueceram de Mim’, indo para todos os lados sem se preocupar com qualquer coerência. Parece que o longa foi escrito para trazer o que há de melhor nesse tipo de filme (aventura, bichinhos fofinhos, crianças brincando com bichinhos, um cara adulto agindo como se fosse criança para mostrar que o mundo mágico é melhor que a realidade, um cenário pitoresco) somado à necessidade de obedecer certas demandas atuais, mas faz tudo de maneira mal feita e estereotipada. Por vezes o filme dá atenção a assuntos sem desenvolvê-lo (a suposta problemática do menino que sofre bullying na escola por gostar de usar coisas brilhantes, mas isso não é mostrado, não tem consequência nem influencia na trama, ou seja, é apenas jogado no roteiro) e por outras simplesmente resolve de maneira bem infantil pontos que deveriam ser trabalhados com mais de cuidado, ou simplesmente excluídos do enredo, se estavam atrapalhando (como a resolução do tal projeto de Matt, tratado como um dever de casa de escola).

Numa vibe beeeem Sessão da Tarde, ‘Nosso Natal na Fazenda’ é um filminho família para deixar os vovôs e as crianças reunidas na sala, entretidos com uma historinha boba, enquanto papais e mamães cuidam dos preparativos da ceia. Misturando aventura com protagonismo infantil e muitos animaizinhos, é bem o tipo de produção pensada tão somente nos pequenos mesmo.

Rumor indica que filme do ‘Besouro Azul’ será inspirado por ‘Justiça Jovem’

Segundo o insider Daniel Richtman, o filme do ‘Besouro Azul‘ terá inspiração em ‘Justiça Jovem‘, série animada da DC que teve ao todo três temporadas. Assim como na animação, o Besouro Azul deve ser capaz de conversar com seu próprio traje, de um modo mais divertido.

Não foi divulgado quem fará a voz do traje, porém já falam do nome de Harvey Guillén, ator que está confirmado no elenco, mas ainda não sabemos qual será o seu papel.

Também é citado que Ted Kord, o Besouro Azul original, ainda está vivo na trama, mas está desaparecido. O seu paradeiro não deve ser revelado até o final. Vale lembrar que Bruna Marquezine deve interpretar Jenny Kord, a filha de Ted.

As informações em questão são apenas rumores, do qual uma conta do personagem divulgou sobre a informação divulgada pelo insider. Confira:

Confira o cartaz divulgado do filme na CCXP 2022:

 

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo estão confirmados no elenco principal.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) dirige, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

Jim Parsons responde críticas de colegas sobre o fim de ‘The Big Bang Theory’

O maior astro de ‘The Big Bang Theory‘, Jim Parsons, se pronunciou sobre as críticas de colegas do elenco sobre como a série chegou ao fim após pedido do próprio astro. Ele que deu vida ao icônico Sheldon disse que “fez o que tinha que fazer”, embora tenha se arrependido sobre como tudo aconteceu.

“Nunca é legal ouvir que você fez algo que, mesmo acidentalmente, machucou ou irritou alguém. Fiz o que tinha que fazer, e era uma obrigação apenas minha lidar com isso. Para ser sincero, nunca achei que éramos o tipo de grupo que precisava de uma reunião assim”, disse o ator ao Yahoo!.

Lembrando que Parsons fez Sheldon desde o início do sitcom, acompanhado por Leonard (Johnny Galecki), Penny (Kaley Cuoco), Raj (Kunal Nayyar), Howard (Simon Helberg) e mais. A saída do ator foi anunciada em 2018, levando a série a uma temporada final até maio de 2019.

Com 279 episódios exibidos ao longo de 12 temporadas, ‘The Big Bag Theory’ permaneceu no ar entre 2007 e 2019, tornando-se uma das atrações mais duradouras da TV norte-americana.

Além disso, o último episódio atraiu nada menos que 23,44 milhões de telespectadores nos EUA, de acordo com as classificações ao vivo da CBS, fazendo com que a série seja o programa não esportivo mais assistido entre 2018 e 2019 em qualquer plataforma de rede ou streaming.

Relembre como tudo começou na popular série geek no vídeo abaixo, que traz alguns momentos emocionantes dos bastidores e das declarações dos elenco sobre o fim da série:

‘Emily em Paris’: 3ª temporada ganha novos cartazes individuais; Confira!

Netflix divulgou cartazes individuais da 3ª temporada de ‘Emily em Paris’, comédia estrelada por Lily Collins.

Confira:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 21 de dezembro.

Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Na trama, Collins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

O elenco conta com Ashley Park (musical ‘Meninas Malvadas na Broadway), Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!‘), Lucas Bravo (Smartass), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (‘15h17 – Trem Para Paris‘) e Bruno Gouery (Doc Martin).

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

‘Noite Infeliz’: Diretor de arte revela suas inspirações e se voltaria a trabalhar para a Marvel [EXCLUSIVO]

Noite Infeliz‘ (Violent Night), suspense de ação estrelado por David Harbour, já chegou aos cinemas nacionais e, recentemente, o nosso jornalista Thiago Nolla teve a oportunidade de conversar com Roger Fires, diretor de arte de designer de produção do longa-metragem.

Veja o que ele contou para a gente:

A trama acompanha um grupo de mercenários que invade a mansão, mas acabam se arrependendo depois de se tornarem reféns de um louco fantasiado de Papai Noel (Harbour).

Relembre o trailer completo:

Agendado para o dia 1º de Dezembro, ‘Noite Infeliz foi escrito por Pat Casey e Josh Miller (‘Sonic – O Filme’), e dirigido por Tommy Wirkola (‘João e Maria: Caçadores de Bruxas’).

John Leguizamo (‘John Wick’), Beverly D’Angelo (‘Férias Frustradas’), Alex Hassell (‘The Boys’) e Alexis Louder (‘A Guerra do Amanhã’) completam o elenco.

‘Noite Infeliz 2’? Produtora responde se o suspense cômico vai ganhar sequência

Em entrevista ao Collider, a produtora Kelly McCormick indicou que o suspense cômico ‘Noite Infeliz‘ (Violent Night) deve ganhar sequência.

A produtora declarou que, apesar de estar focando em outros projetos atualmente, ela espera começar a trabalhar em ‘Noite Infeliz 2‘ nas próximas semanas.

“Nós estamos desenvolvendo muitos filmes originais atualmente. Também estamos trabalhando na sequência ‘Anônimo 2’. Esperamos começar a trabalhar em ‘Noite Infeliz 2’ nas próximas semanas, se tudo der certo.”

Ele completa, “Temos uma tendência de focar nos projetos iminentes. Então, estamos trabalhando nisso. Nós ainda temos uns dois meses e meio de trabalho pela frente.”

Vale lembrar que o primeiro filme surpreendeu em sua estreia nas bilheterias norte-americanas. O longa estrelado por David Harbour (‘Stranger Things’) superou as projeções, que indicavam um lançamento em torno de US$ 10-12 milhões, arrecadando US$ 13.3 milhões em seu primeiro final de semana no país.

Internacionalmente, a produção ainda acrescenta US$ 7 milhões através de 73 mercados – totalizando uma sólida estreia global de US$ 20.3 milhões.

“‘Noite Infeliz’ teve uma estreia excelente. A produtora 87North, o diretor Tommy Wirkola e o incomparável David Harbour como Papai Noel, criaram um filme original, divertido e irreverente sobre o maior super-herói de todos, animado o público nesse final de semana e muitos outros pela sempre,” declarou Chief Jim Orr, presidente de distribuição doméstica da Universal Pictures.

O longa foi escrito por Pat Casey e Josh Miller (‘Sonic – O Filme’), e dirigido por Tommy Wirkola (‘João e Maria: Caçadores de Bruxas’).

A trama acompanha um grupo de mercenários que invade a mansão, mas acabam se arrependendo depois de se tornarem reféns de um louco fantasiado de Papai Noel (Harbour).

John Leguizamo (‘John Wick’), Beverly D’Angelo (‘Férias Frustradas’), Alex Hassell (‘The Boys’) e Alexis Louder (‘A Guerra do Amanhã’) completam o elenco.

‘Glass Onion’: Netflix revela cartazes individuais da sequência de ‘Entre Facas e Segredos’

Glass Onion: Um Mistério Knives Out‘, filme já aclamado pela crítica internacional, recebeu nesta segunda-feira (05) alguns cartazes oficiais divulgados pela Netflix, destacando o elenco formado por vários astros de Hollywood.

Confira logo abaixo:

Veja os trailers divulgados:

Anteriormente, foram divulgadas as imagens dos principais personagens.

Entre eles, Edward Norton (‘Beleza Oculta’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Kate Hudson (‘Quase Famosos’), Leslie Odom Jr. (‘Hamilton’), Kathryn Hahn (‘WandaVision’) e Janelle Monáe (‘A Escolhida’).

Confira:

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

Warner Bros Discovery deve mudar nomeclatura da HBO Max apenas para “Max”

A partir do momento em que as duas grandes companhias de entretenimento se fundiram para formar a Warner Bros Discovery, com David Zaslav a frente da presidência, havia conversas para combinar o catálogo dos serviços HBO Max com o Discovery+ em um único streaming.

A CNBC confirmou nesta segunda-feira (05) que um novo nome será escolhido para o serviço combinado será simplesmente “Max“, segundos advogados das empresas.

Ainda assim, o nome oficial ainda não foi confirmado pela empresa, mas “Max” é a opção favorita de todos os envolvidos em relação a escolha do nome.

A plataforma tem seu lançamento nos Estados Unidos previsto para a primavera do hemisfério norte de 2023. A companhia espera atingir 130 milhões de assinantes até 2025, e na época do anúncio, Zaslav apontou.

“Em relação ao streaming, nossa principal prioridade agora é lançar um serviço SVOD integrado. Isso faz parte de como a estratégia de streaming evoluiu ao longo do último ano. Então, assim que estiver firmemente estabelecido no mercado, vemos potencial real e estamos explorando a oportunidade de uma oferta rápida e gratuita, que daria aos consumidores que não querem pagar uma taxa de assinatura acesso a um ótimo conteúdo, ao mesmo tempo em que servem como um ponto de entrada para o nosso serviço premium”, disse Zaslav.

‘Servant’: Acerto de contas final no trailer TENSO da última temporada

A Apple TV+ divulgou o trailer completo da 4ª (e última) temporada da aclamada série ‘Servant‘, drama de terror de M. Night Shyamalan.

Confira:

O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 13 de janeiro de 2023.

Assista a nossa entrevista com o designer de produção de ‘Servant‘:

Dirigida por Shyamalan, a produção é do gênero thriller psicológico e foi co-criada pelo produtor executivo e roteirista Tony Basgallop.

A história gira em torno de um casal da Filadélfia que ainda está de luto após uma tragédia quase destruir o seu casamento. As coisas ficam mais tenebrosas do que o imaginado quando os dois abrem as portas e sua casa para uma força misteriosa – e perigosa.

O elenco é formado por Lauren Ambrose e Toby Kebbell nos papéis de Dorothy e Sean Turner. Nell Tiger FreeRupert Grint e S.J. Son também estrelam.

‘Harry & Meghan’ revelam os bastidores POLÊMICOS da realeza no trailer do novo documentário da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo de ‘Harry & Meghan‘, série documental sobre o príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 8 de dezembro.

Vale lembrar que o projeto teve seu lançamento adiado por causa de polêmicas envolvendo a 5ª temporada de ‘The Crown‘.

Recentemente, John Major, antigo primeiro-ministro do Reino Unido, detonou uma narrativa do próximo ciclo da série que sugere que, em 1991, o príncipe Charles – atualmente o rei – o convocou para lamentar sua espera para assumir o trono.

Major insiste que tal diálogo nunca existiu entre eles, e a sugestão da série em criar um plot sobre tirar a falecida rainha do poder era “maliciosa e sem noção”. Desde então, outras figuras da mídia passaram a criticar a série, apontando os acontecimentos falsos que a nova temporada alegadamente irá apresentar.

Por este motivo, o serviço de streaming sentiu que não seria um bom timing lançar o documentário focado no príncipe Harry e Meghan no mês seguinte da estreia do novo ciclo de ‘The Crown‘.

Vale lembrar que a Netflix e o Palácio de Buckingham entraram em um conflito sensível após o falecimento da Rainha Elizabeth, em setembro – o que levou o serviço de streaming a reconsiderar sua estratégia para o vindouro documentário.