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‘Coração de Cowboy’: Drama sertanejo com Gabriel Sater já está disponível na Netflix

O drama sertanejo Coração de Cowboy’ já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada no último dia 12 de novembro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

O elenco conta com Gabriel Sater (da novela ‘Meu Pedacinho de Chão’ e do musical ‘Nuvem de Lágrimas’), Thaila AyalaJackson Antunes, Thaís Pacholek e Françoise Forton.

Além disso, o filme terá as participações especiais dos cantores Chitãozinho e Xororó, Marcos e Belluti, Rio Negro e Solimões, Família Lima e Ricky Sollo.

Na trama, o cantor sertanejo Lucca (Sater) é forçado por sua empresária (Françoise) a cantar músicas chiclete com um apelo mais pop. Depois de um desentendimento na gravação de seu novo disco, Lucca foge da cidade grande e volta ao interior, aonde ele procura inspirações para voltar a compor canções mais autênticas e, assim, se reconectar com o pai (Antunes). No retorno, Lucca encontra uma antiga parceira de composições e amor de infância (papel de Pacholek) com quem vai tentar reatar laços e procura resolver as pendências do passado com o patriarca.

A trilha sonora do filme ainda é assinada pelo músico Lucas Lima (Família Lima) e contou com filmagens nas cidades de Mairiporã e Jaguariúna, ambas no interior de São Paulo.

Gui Pereira dirige.

‘No Mundo da Luna’, série baseada na obra de Carina Rissi, já está disponível na HBO Max!

No Mundo da Luna‘, série baseada no romance homônimo de Carina Rissi, já está disponível na HBO Max.

A produção foi lançada hoje, 13 de novembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Marina Moschen (Malhação) dá vida a Luna, uma jovem de origem cigana que está em busca de seu primeiro emprego como jornalista. Para conseguir atuar na área, a personagem acaba aceitando fazer leituras de horóscopo para um portal de notícias usando cartas do baralho cigano de sua família. O que ela não imagina é que as cartas herdadas — e com séculos de história — falam com ela.

Em dez episódios, ‘No Mundo da Luna‘ narra a trajetória da personagem e acompanha suas crises dos vinte e poucos anos, enquanto tem seu coração dividido entre dois pretendentes, Vini, interpretado por Romani, e Dante, vivido por Leonardo Bittencourt.

A produção traz ainda o livre-arbítrio como um dos temas centrais: entre o ‘destino’ apontado pelas cartas e as escolhas de cada um, por onde anda a vida?

A obra tem direção geral de Roberto d’Ávila.

‘Olhos Famintos: Renascimento’ recebe 0% de aprovação no RT; Confira as REAÇÕES e o trailer!

Olhos Famintos: Renascimento‘ (Jeepers Creepers: Reborn) fracassou em rebootar a querida franquia de terror, que desde seu terceiro filme foi ladeira abaixo.

O reboot, que prometia ser um recomeço da franquia após as polêmicas envolvendo o diretor dos filmes anteriores, amargou 0% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que o novo filme não apresenta absolutamente nada novo ao gênero ou à própria franquia, se apoiando em clichês através de uma produção barata e mal dirigida.

As 13 críticas publicadas foram negativas, enquanto o público deu 8% de aprovação.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Esse reboot não funciona como a revitalização de uma saga, nem mesmo como um simples filme do gênero; é apenas a destruição de uma franquia.” (Guardian)

“‘Olhos Famintos: Renascimento’ é TERRÍVEL” (Olivia Cooke)

“‘Olhos Famintos: Renascimento’ não é nem divertido, nem assustador como o filme original, de 2001. É uma cópia barata, inferior em todos os aspectos.” (Sydney Morning Herald)

“”Olhos Famintos: Renascimento’ é apenas um slasher clichê sem nenhum momento memorável.” (Stuff.co.nz)

“‘Olhos Famintos: Renascimento’ é chocantemente ainda pior que o filme anterior. A atuação e os efeitos são constrangedores. Além disso, os novos elementos introduzidos na história são ilógicos.” (Cody Leach)

“Apesar do começo interessante, a presença do Creeper na história é quase acidental, o que acaba transformando essa produção em um slasher clichê.” (Starburst)

Vale lembrar que o editor-chefe Renato Marafon esteve na première em Los Angeles, trazendo a crítica EM PRIMEIRA MÃO para os leitores do CinePOP.

Assista a crítica e siga o CinePOP no YouTube:

Confira o trailer legendado:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de janeiro de 2023.

A trama gira em torno de um Festival de Horror em Louisiana, que atrai centenas de nerds e fãs do gênero de toda parte do mundo. Entre eles, está Chase e sua namorada Laine, que é forçada a embarcar nessa aventura.

Mas, enquanto o festival se aproxima, Laine começa a ter premonições inexplicáveis e visões perturbadoras associadas ao passado da cidade e, principalmente, sobre a lenda do Creeper. Logo, Laine começa a acreditar que algo sobrenatural foi invocado… e que ela está no centro de tudo isso.

Filmado secretamente durante a pandemia, o longa será o primeiro de uma nova trilogia, que dessa vez não terá o envolvimento de Victor Salva, após o diretor ter sido preso por abuso sexual infantil.

Timo Vuorensola, que já supervisionou os filmes da franquia ‘Deu a Louca nos Nazis‘, dirige a nova produção.

O filme foi escrito por Sean Michael Argo (‘Iconoclast’).

Anne Hathaway faz 40 ANOS | O que aconteceu com a carreira da atriz vencedora do Oscar?

Vencedora do Oscar e com mais uma indicação ao maior prêmio do cinema em seu currículo, a jovem estrela Anne Hathaway completa 40 anos neste dia 12 de Novembro.

Hathaway esteve no topo do mundo como uma das “donas” de Hollywood em meados da década passada. De lá para cá, no entanto, sua carreira parece ter desandado, saindo dos trilhos. São pelo menos cinco produções consecutivas que se tornaram fracasso de crítica e/ou bilheteria estreladas pela talentosa atriz nos últimos cinco anos, sem que Hathaway consiga um único sucesso nesse tempo. Assim, aqui em nossa nova matéria, iremos revisitar a carreira desta renomada intérprete e analisar mais de perto suas escolhas equivocadas nos últimos anos. Confira abaixo.

Anne Jacqueline Hathaway é nativa do Brooklyn, Nova York, e começou sua carreira nas telas em 1999 ao lado de Jesse Eisenberg na série Caindo na Real (Get Real), aos 17 aninhos de idade. O programa não vingou e foi cancelado logo em sua primeira temporada, mas o destino de Hathaway estava traçado e ela seguiu para estrelar o que seria a porta de entrada a fama: o infantil O Diário da Princesa (2001), da Disney – que ano passado completou 20 anos de lançamento. Com isso podemos perceber que Hathaway está ativa nas telonas há duas décadas, a tornando um dos nomes mais experientes de sua geração.

Três anos depois de sua revelação, e a atriz continuva “presa” a papeis inocentes em produções miradas para toda a família, como Uma Garota Encantada e a continuação de O Diário da Princesa. Foi nessa época também, em 2004, que Hathaway, uma soprano bem avaliada de Nova York, esteve na disputa pelo papel de Christine no musical O Fantasma da Ópera (2004), de Joel Schumacher, mas conflitos de agenda a fizeram desistir da personagem, que terminou nas mãos de Emmy Rossum.

Para evitar o estereotipo em personagens infantis, Hathaway decidiu ousar e demonstrar que já era mulher, e não mais uma menina – como Hollywood a enxergava no período. Assim, em 2005 vieram papeis mais arriscados e dramáticos em obras como Garotas sem Rumo (onde encarou suas primeiras cenas de nudez) e O Segredo de Brokeback Mountain – ambos desempenhos rendendo elogios para a atriz. Depois da nova investida, veio o segundo grande ponto de virada na carreira de Anne Hathaway: O Diabo Veste Prada (2006) – filme no qual atuou ao lado da irretocável Meryl Streep e pelo qual ainda é lembrada até hoje. O longa se tornou um fenômeno e serviria para marcar o grande sucesso da carreira da atriz – quiçá até hoje.

O leque performático de Anne Hathaway estava aberto e ela seguia encarando personagens desafiadoras. Daí foi um passo para a primeira indicação ao prêmio máximo do cinema, o Oscar, que ocorreu aos 27 anos de idade, dez depois de sua estreia nas telinhas, em 2009 com O Casamento de Rachel, onde interpreta uma jovem problemática que vive entrando e saindo de clínicas de reabilitação, e precisa se manter “limpa” e longe de problemas para o casamento da irmã mais velha.

O status de superestrela foi alçado a partir disso, e logo Anne Hathaway estava por todos os lados, fosse como chamariz em comédias e romances (vide Noivas em Guerra, Idas e Vindas do Amor, Amor e Outras Drogas e Um Dia), dublando em animações famosas (vide Rio) ou como parte de superproduções que arrasavam nas bilheteiras (Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton). E nessa escalada podemos dizer que a atriz sentou no topo do mundo em 2012; primeiro por ser eleita a nova Mulher-Gato do cinema, sucedendo a inigualável Michelle Pfeiffer – mas não apenas isso, como adentraria o universo prestigiadíssimo do Cavaleiro das Trevas criado por Christopher Nolan, na conclusão da trilogia em O Cavaleiro das Trevas Ressurge. E o melhor, Hathaway não fez feio na pele da anti-heroína. No mesmo ano, mais magra e abatida (tendo perdido peso para o papel), a estrela entregaria a performance que lhe renderia a vitória no Oscar, como a sofredora Fantine no musical operístico Os Miseráveis.

Teria sido Anne Hathaway, como tantas antes dela, vítima da chamada “maldição do Oscar”? Bem, não necessariamente, já que após sua vitória, a estrela seguiu em produções que se tornaram sucesso de crítica e/ou público – algumas das quais são enaltecidas até hoje, como Interestelar (em nova parceria com Nolan) e Um Senhor Estagiário (um O Diabo Veste Prada às avessas). A carreira da atriz começaria a sair dos trilhos há mais ou menos cinco anos, em 2016. Neste período ela participaria da continuação de Alice no País das Maravilhas (Alice Através do Espelho), blockbuster que quase ninguém deu atenção, e Colossal, drama de alto conceito que mistura cinema independente com filme de monstros gigantes. A ideia é boa, mas resultou num longa pouco visto e rapidamente esquecido.

O pior ainda estaria por vir, no entanto. Após a recepção no mínimo morna (para não dizer fria) e a falta de entrosamento do elenco de peso em Oito Mulheres e um Segredo (2018) – reimaginação só com mulheres para a franquia dos Onze Homens e um Segredo -, o que fez escoar para o ralo a possibilidade de uma sequência; Hathaway sentiria o peso do ano de 2019 em sua carreira. Primeiro a estrela protagonizaria o incompreensível Calmaria – pseudo thriller noir que prometia uma premissa interessante, mas renderia a reviravolta mais negativamente extasiante de anos recentes; não por menos se tornando um must nas listas dos piores dos últimos tempos. Depois seria a vez da refilmagem sem energia, sem alma, sem coração, sem gás e, o pior, sem graça As Trapaceiras – reformulação de Os Safados (1988), que mais uma vez substitui o elenco masculino pelo feminino, e coloca Hathaway em mais uma parceria sem qualquer química (desta vez com Rebel Wilson) e numa atuação extremamente forçada e desinteressada.

Com três flops em sequência, a carreira de Hathaway foi tomando danos e nem mesmo bons filmes como O Preço da Verdade a fariam tomar novo fôlego – em especial aqui por este ser um veículo para Mark Ruffalo, no qual muitos sequer lembram da participação da atriz. Hathaway, infelizmente, não teria espaço para manobra – já que seguiria com projetos como A Última Coisa que Ele Queria – execrado pela crítica (novamente figurando em muitas listas de piores) e esnobado pelo público -, o remake do cult Convenção das Bruxas (igualmente ignorado, mesmo tendo direção do prestigiado Robert Zemeckis); e encerrando (até o momento) a fase “nuvem negra”, Locked Down – o filme “sobre o confinamento”, o qual passamos durante o isolamento social devido à Covid-19. A ideia do pioneirismo para falar sobre o tema, um lançamento para a HBO Max, resultou em novo bater de ombros do público e desdém da crítica.

Nesse período de “vacas magras” para sua filmografia, um dos poucos acertos foi o episódio “Take me as I am, Whoever I am” da série Modern Love (2019), no qual Anne Hathaway interpreta uma jovem sofrendo de transtornos resultantes da depressão.

Uma tática que a estrela poderia aplicar em sua carreira para conseguir domar melhor a imprevisibilidade dos resultados de suas produções foi a utilizada pela colega Reese Witherspoon. Em baixa com seus filmes no cinema, Witherspoon resolveu ela mesma “pôr a mão na massa” e através de sua produtora selecionou a dedo os projetos que se envolveria. E para isso, a atriz precisou recorrer à TV, já que os bons papeis para mulheres nas telonas eram cada vez mais escassos. Assim nasciam Big Little Lies, Pequenos Incêndios por Toda Parte e The Morning Show – três grandes sucessos bancados e estrelados por Witherspoon (e grande elenco) para plataformas como a HBO, a Hulu (no Brasil Amazon) e Apple. Com a empreitada Witherspoon recuperou seu prestígio como uma das rainhas atuais de Hollywood e voltará às telonas em breve com Legalmente Loira 3 repleta de moral.

Anne Hathaway também já produziu seus próprios longas, mas suas escolhas foram por obras do cinema independente que passaram em branco pelo público e não causaram o impacto planejado (o ignorado Uma Canção e o citado Colossal). Em breve, Hathaway poderá tentar de novo com The Lifeboat, projeto dos sonhos para a atriz, o qual ela vem tentando tirar do papel há algum tempo. Produzido e estrelado por ela, trata-se da adaptação do livro de Charlotte Hogan sobre uma mulher indo a julgamento por assassinato, e relatando sua experiência como sobrevivente de um naufrágio – o problema é que o barco salva-vidas carregava pessoas demais. Fora isso, também estará no próximo filme de James Gray, o diretor de Ad Astra – Rumo às Estrelas, a ser lançado este ano. Trata-se do drama Armageddon Time, uma história de amadurecimento passada no Queens da década de 1980. Que bons ventos cheguem e tragam novo fôlego para a carreira desta talentosa jovem atriz.

Versão TERROR de ‘O Mágico de Oz’ ganha trailer bizarro; Assista!

Após o ‘Ursinho Pooh‘ e ‘Peter Pan, está na hora de outro clássico infantil ganhar sua versão terror. O longa ‘Gale – Stay Away from Oz‘ (Gale – Fique Longe de Oz, em tradução livre) promete trazer uma versão sinistra da icônica história de ‘O Mágico de Oz‘.

Confira o trailer:

Daniel Alexander é responsável pela direção.

A trama segue a jovem nota da Dorothy Gale, que é puxada para o seu próprio universo cheio de pesadelos que está ligado diretamente com o passado de sua avó.

Nesta reimaginação sombria de ‘O Mágico de Oz‘, Dorothy Gale já está velha, quebrada por anos de tormento sobrenatural envolvendo o reino místico.

Infelizmente, a produção ainda não possui previsão de lançamento.

Múmias embarcam em aventura divertida no trailer de ‘As Múmias e o Anel Perdido’; Confira!

A Warner Bros. divulgou o trailer dublado da animação ‘As Múmias e o Anel Perdido‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de fevereiro de 2023.

Juan Jesús García Galocha é responsável pela direção.

A trama acompanha as divertidas aventuras de três múmias egípcias que vivem numa cidade secreta subterrânea sob as pirâmides do antigo Egito – uma princesa, um piloto de corrida de bigas e o irmão mais novo dele, inseparável de seu bebê crocodilo de estimação. Após uma série de infelizes acasos, o trio de múmias e seu pet embarcam numa hilária e agitada jornada na Londres atual à procura de um anel ancestral, de propriedade da Família Real das Múmias, roubado pelo ambicioso arqueólogo Lorde Carnaby.

A produção conta com as vozes de Joe Thomas (‘The Inbetweeners’), Eleanor Tomlinson (‘O Ilusionista’), Santiago Winder (‘The Hope Rooms’), Celia Imrie (‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’), Dan Starkey (‘Doctor Who’), Hugh Bonneville (‘As Aventuras de Paddington’) e Sean Bean (‘Game of Thrones’).

O roteiro foi coescrito por Jordi Gasull, também produtor do filme, e Javier Barreira, vencedores do Prêmio Goya de Melhor Roteiro (‘As Aventuras de Tadeu’).

Hannah Waddingham se junta a Ryan Gosling e Emily Blunt no elenco de ‘Duro na Queda’

Duro na Queda‘, filme inspirado na clássica série, trouxe mais um grande nome para o seu elenco. Hannah Waddingham, estrela de ‘Ted Lasso‘, se juntará a Ryan Gosling, Aaron Taylor-Johnson e Emily Blunt no filme dirigido por David Leitch (‘John Wick’), segundo informações do The Hollywood Reporter.

A obra criada por Glen A. Larson, mente por trás de ‘Battlestar Galactica‘, trazia Lee Majors (‘O Homem de Seis Milhões de Dólares’) como um dublê de Hollywood que completava suas finanças atuando como caçador de recompensar.

Já no remake, Duke será o melhor amigo do dublê (Gosling). Taylor-Johnson está interpretando a estrela de cinema enquanto Hsu é sua assistente. Blunt é escalada como uma maquiadora protético que tem um passado romântico com o dublê. Por enquanto, não foi informado o papel de Waddingham.

O roteiro de ‘The Fall Guy‘ (no original) é assinado por Drew Pearce (‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw’), que também é creditado como produtor-executivo ao lado de Geoff Shaevitz (‘Rota de Fuga’).

Duro na Queda‘ ainda não tem data de estreia programada.

Alec Baldwin PROCESSA equipe de ‘Rust’ por negligenciar arma carregada

Alec Baldwin, consagrado ator de Hollywood, ganhou destaque nos noticiários após a morte da cineasta Halyna Hutchins durante as gravações do filme ‘Rust‘. O ator foi inocentado pelo tiro acidental que causou a fatalidade, porém agora irá processar a equipe de produção por negligência.

A armeira Hannah Gutierrez Reed, o primeiro assistente de direção David Halls, a proprietária Sarah Zachry e o fornecedor de armas e cartuchos Seth Kenney são os principais alvos do processo.

“Esta tragédia aconteceu porque balas reais foram entregues ao set e carregadas na arma. Gutierrez-Reed não verificou as balas ou a arma com cuidado, Halls não verificou a arma com cuidado e ainda anunciou que a arma estava segura antes de entregá-la a Baldwin, e Zachry não divulgou que Gutierrez-Reed estava agindo de forma imprudente fora do set e era um risco de segurança para aqueles ao seu redor”, diz Quinn Emanuel, advogado de Baldwin.

Segundo informações passadas pelo Deadline, os advogados também apelaram para o estrago que o acidente causou na vida profissional do ator. Lembrando que as autoridades do Novo México multaram a produtora responsável pelo filme, a Rust Movie Productions LLC em US$ 137 mil (cerca de R$ 630 mil) .

Martin Freeman diz que ‘Invasão Secreta’ será a série mais “DIFERENTE” da Marvel

Em uma entrevista ao Digital Spy, o ator Martin Freeman disse que a nova série da MCU, ‘Invasão Secreta‘, deverá ser bem diferente de tudo aquilo que já vimos nas séries lançadas pelo Disney+.

Ele que interpreta Everett Ross falou que mesmo não tendo lido todo o roteiro da série, achou que existe algo único na produção em questão.

“Parece muito diferente das coisas que vi. Parece uma pequena mudança. Sim, de maneiras que eu não seria capaz de descrever. Mais uma vez, eu não vi tudo. Eu nem sequer li todo o roteiro”, falou a estrela de ‘O Hobbit‘.

Algo que é curioso, já que a série também deve preparar o terreno para o próximo filme dos ‘Vingadores‘. E você, acha que realmente é possível isso que fala o ator?

Veja o trailer da série:

Samuel L. Jackson estrela a produção como o implacável Nick Fury. O elenco ainda contará com o retorno da ex-agente da S.H.I.E.L.D. Maria Hill (Cobie Smulders), o agente da CIA Everett Ross (Martin Freeman) e o Máquina de Combate James Rhodes (Don Cheadle).

O grupo embarcará em uma aventura envolvendo os Skrull, os aliens transmorfos introduzidos em ‘Capitã Marvel‘.

Confira a sinopse oficial:

“‘Invasão Secreta’ é uma série recém-anunciada para a Disney+ que traz Samuel L. Jackson como Nick Fury e Ben Mendelsohn como o Skrull Talos – personagens que se conheceram em ‘Capitã Marvel’. A série marca o evento crossover por trás de uma facção de Skrulls que mudam de forma e que se infiltraram na Terra há anos.”

Lembrando que foi anunciado durante o painel na San Diego Comic-Con, que ‘Invasão Secreta‘ será lançada em 2023, durante a primavera norte-americana (período entre março e maio).

O elenco de ‘Invasão Secreta‘ também contará com Emilia Clarke, Olivia Colman, Kingsley Ben-Adir, Carmen Ejogo, Christopher McDonald e Killian Scott.

A produção deve se inspirar nos quadrinhos de mesmo nome, que mostram Fury (Jackson) e Talos (Mendelsohn), o líder dos Skrulls, durante uma invasão alienígena na Terra.

A primeira temporada contará com seis episódios.

Rihanna lança ‘Born Again’, segundo single de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’

A diva pop Rihanna lançou finalmente o seu segundo single da trilha sonora de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘. O anterior, ‘Lift Me Up‘, fez bastante sucesso, tendo sido o primeiro lançamento da artista após anos em hiato.

Dessa vez, os fãs poderão conferir ‘Born Again‘, ambas as canções trazem uma temática sombria que casa muito bem com o clima do novo longa da Marvel Studios, que já está nos cinemas, e quem já viu conferiu nas telonas.

Abaixo você confere a aguardada canção de Rihanna:

E aí, curtiram essa essa nova música? Ouça também a anterior:

Lembrando que ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ já está em exibições nos cinemas nacionais.

Dirigido por Ryan Coogler, ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estreia em 10 de novembro e conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira, Tenoch Huerta e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

John Travolta surge HILÁRIO como Kratos em comercial de ‘God of War Ragnarok’

Após Ben Stiller dar às caras como o Deus da Guerra, é a vez de mais uma estrela de Hollywood virar o herói badass Kratos, o lendário ator John Travolta. Mais uma investida da Sony em promover a sua maior produção de 2022, ‘God of War Ragnarok‘.

Travolta aparece vestido no comercial como o Kratos ao lado de sua filha, Ella Bleu Travolta. O astro conta como Ragnarok mudou sua vida como pai, ao ponto de fazer mudar o seu visual. Ficando assim engraçadíssimo.

Abaixo você confere como ficou o resultado hilário:

 

Confira o trailer de lançamento:

God of War Ragnarok’ trará Kratos e Atreus encontrando uma forma de parar o apocalipse nórdico. Enquanto o Fantasma de Esparta está mais cauteloso com tudo o que vem acontecendo, seu filho está cheio de dúvidas sobre sua participação na guerra que se aproxima.

Veja o gameplay:

Em entrevista ao Game Informer, o designer chefe de níveis, James Riding, falou sobre a experiência de criar os pontos de interesse do reino: “Queríamos evoluir o gameplay nos espaços dos cenários — mais variedade e verticalidade. Em Svartalfheim, você terá diversos locais para ir em apenas um reino. É muito conteúdo”.

Lembrando que Svartalfheim é lar dos anões, ou seja, se trata da terra natal de Brok e Sindri, irmãos ferreiros e amigos de Kratos e Atreus. Em God of War (2018), o Fantasma de Esparta não conseguia viajar para lá, pois Odin selou a entrada do local — buscando evitar uma aliança entre anões e os deuses Vanir.

Lembrando que a estreia de ‘God of War Ragnarok’ já vinha sendo alvo de discussões há tempos. No início de junho, o jornalista Jason Schreier, do Bloomberg, relatou que o game estava marcado para novembro.

Logo abaixo você confere as imagens dos principais personagens de ‘God of War Ragnarok‘. Confira:

 

 

 

 

 

 

 

God of War Ragnarok será lançado para PlayStation 4 e PlayStation 5 em algum momento de 2022.

‘Hogwarts Legacy’: Warner divulga gameplay incrível de jogo passado em universo de ‘Harry Potter’

A poderosa Warner Bros. Games fez sexta-feira (11) uma transmissão com novidades de ‘Hogwarts Legacy‘, novo RPG da Avalanche Software que é inspirado no universo de ‘Harry Potter‘, a franquia de magia mais querida da cultura pop.

O material contou com comentários dos desenvolvedores e mais de 30 minutos de duração, além de fazer um tour por Hogwarts e mostrar mais detalhes da personalização de personagem, dificuldades disponíveis, missões e toda dinâmica de batalha.

Abaixo você confere a transmissão na íntegra:

A nova data para o RPG no universo de ‘Harry Potter‘ agora é 10 de fevereiro de 2023. O jogo chega para PS5, PS4, Xbox Series, Xbox One e PC. Uma versão para Nintendo Switch também será lançada no futuro.

Em ‘Hogwarts Legacy‘, o jogador controla um bruxo com habilidade de usar “magia antiga” e deve desvendar segredos e lutar contra forças das trevas, tudo em um período anterior aos acontecimentos das histórias principais da franquia Harry Potter.

Novo filme do diretor de ‘Your Name’ ganha trailer de estreia com gatinho misterioso

Para comemorar a estreia de ‘Suzume no Tojimari‘, que aconteceu na última sexta-feira (11) nos cinemas japonêses, a TOHO Animation divulgou um novo trailer da animação dirigida por Makoto Shinkai, responsável pelo incrível ‘Your Name‘.

O material em questão destaca o encontro entre a protagonista Suzume e um viajante misterioso, que é o pontapé para uma aventura emocionante que envolve portais, um gatinho falante.

Confira logo abaixo:

Veja o trailer anterior:

A trama acompanha Suzume, uma jovem moradora de uma pequena cidade na região de Kyushu. Certo dia, ela encontra um viajante procurando por uma porta e acaba entrando em uma grande aventura.

A jornada de Suzume, de 17 anos, começa em uma pacata cidade em Kyushu quando ela encontra um jovem que lhe diz: “Estou procurando uma porta”. O que Suzume encontra é uma única porta desgastada em pé no meio de ruínas, como se estivesse protegida de qualquer catástrofe. Aparentemente hipnotizada por seu poder, Suzume alcança a maçaneta… As portas começam a se abrir uma após a outra em todo o Japão, desencadeando destruição sobre qualquer um que esteja por perto. Suzume deve fechar esses portais para evitar mais desastres.

Lembrando que ‘Suzume no Tojimari‘ será lançado nos cinemas brasileiros no início de 2023. Mas, ainda não há uma data específica.

Você também pode conferir o pôster oficial da animação:

Tanto a direção quanto o roteiro são de Shinkai (que ficou conhecido pelo mega hit ‘Your Name‘) com desenho de personagens de Masayoshi Tanaka (‘O Tempo com Você’, também de Shinkai), Takumi Tanji na direção de arte e Kenichi Tsuchiya na direção de animação. O estúdio é novamente o CWF, e a distribuição é da TOHO.

Sessão da Tarde Anos 80! Relembre as clássicas comédias adolescentes que completam 35 anos

Só quem viveu os famigerados anos 80, sabe a época inesquecível que foi. Sim, foi uma década politicamente incorreta, mas foi também o surgimento de muitos conceitos que mudariam para sempre a cultura popular e a forma como nos relacionamos com o entretenimento e o cinema. Foi nos anos 1980, por exemplo, a consolidação dos chamados blockbusters, ou seja, o auge do cinema entretenimento, de filmes que surgiam nos cinemas e se tornavam maiores que a vida, fazendo parte do nosso dia a dia. Filmes estes comentados e queridos até hoje – como De Volta para o Futuro, Os Caça-Fantasmas, Indiana Jones, Top Gun, Karatê Kid e muitos outros. Foi também a época do surgimento das videolocadoras, lojas que os mais novos talvez tenham ouvido falar. Esses locais que serviam para o aluguel físico de filmes para serem assistidos em casa, sem dúvida contribuíram para a popularidade não apenas dos filmes citados que se tornaram eternos, mas também para a sobrevida de outras produções que haviam passado em branco durante sua estadia nas telonas.

Outro elemento que ajudou muito esta proximidade dos filmes com seu público foram as exibições nos canais de TV. Todo país teve algum canal, ou canais, abertos a todo o público que serviu para introduzir as mais variadas produções cinematográficas a toda uma geração. No Brasil, os principais cicerones foram a Globo e o SBT, que fizeram a alegria de muitas crianças, adolescentes e adultos. Os cinemas e as locadoras podiam não ser acessíveis para todos, mas através das exibições na televisão, qualquer um podia conhecer grandes sucessos da sétima arte e se apaixonar. Pensando nisso, resolvemos homenagear esta época tão especial, lembrando de um programa especializado em exibir filmes que entraram e nunca mais saíram do imaginário popular, a Sessão da Tarde, na Globo. Aqui, relembraremos com você algumas clássicas comédias adolescentes exibidas por lá, que estão completando 35 anos em 2022. Não é pouca coisa. Confira.

Uma Noite de Aventuras

O título original aqui é ‘Adventures in Babysitting’, algo como “aventuras de ser babá”, o que relata exatamente o que vemos em tela. Somente nos anos 80 ser babá era uma atividade extremamente desafiadora e perigosa. O filme da Disney, através da subsidiária Touchstone Pictures, acabou se tornando um veículo para a atriz Elisabeth Shue brilhar, então uma jovem promissora de 24 anos, que havia participado anos antes do sucesso Karatê Kid (1984). No filme, Shue é Chris, uma moça que aceita o trabalho costumeiro de ficar de babá para a pequena Sara (Maia Brewton), uma menina fascinada pelo herói Thor, e Brad (Keith Coogan), o irmão adolescente dela. Se juntando ao trio o melhor amigo “zoeiro” do rapaz, Daryl (Anthony Rapp). Quando a babá decide ir ajudar uma amiga perdida no centro da cidade, resolve levar consigo o trio, e termina passando pela tal “noite de aventuras” do título, com direito a uma passagem por um clube de jazz, serem perseguidos por criminosos, desavenças amorosas com o ex da protagonista, e até mesmo um encontro com o personagem da Marvel citado, ou quase – vivido por Vincent D’Onofrio. Uma Noite de Aventuras pode ser encontrado no acervo atual da Disney+ pelo título original ou pelo novo nome que recebeu por lá: “Uma Aventura de Babás”.

Namorada de Aluguel

O segundo item da lista é igualmente uma produção da Disney, o que pode surpreender muitos. Trata-se de mais um filme lançado pela Touchstone Pictures, mas este presente do acervo do outro streaming da Disney, o Star+. Namorada de Aluguel talvez seja ainda um filme mais lembrado e mais querido pela geração que cresceu nos anos 1980 do que Uma Noite de Aventuras – que se tornou um filme mais cult. Este aqui se concentra mais no gênero do romance adolescente do que numa aventura alucinada como o item acima. Quem protagoniza é outro ator adolescente que fazia muito sucesso nos 80’s, mas que continua até hoje em atividade, conseguindo manter sua fama: Patrick Dempsey. Sua companheira de tela, Amanda Peterson, infelizmente, viria a falecer em 2015, aos 43 anos de idade. A trama, também tipicamente saída das histórias da época mostrava o típico nerd perdedor Ronald (Dempsey) apaixonado por sua vizinha Cindy (Peterson), a menina mais popular do colégio. Então o sujeito tem a brilhante ideia de “comprar” sua popularidade, pagando para a vizinha fingir ser a namorada dele, para dar um up em seus “likes” da época. Mas o título original diz ‘Can’t Buy me Love’, assim como na canção dos Beatles. Ou seja, não pode me comprar o amor.

Manequim

Depois de duas produções icônicas da Sessão da Tarde lançadas no cinema pela Disney, através da subsidiária Touchstone Pictures, chega um filme produzido por um dos estúdios mais queridos e “zoados” da época: a picareta Cannon Films. Especializada em filmes de ação, a Cannon Films foi a responsável por estabilizar as carreiras de gente como Chuck Norris, Charles Bronson e até Jean-Claude Van Damme no período. Mas a Cannon fez filmes em outros gêneros também, e há 35 anos resolvia investir nas tão lucrativas comédias adolescentes. É claro que sendo uma produção da Cannon esta não poderia ser uma comédia romântica adolescente comum, e sim uma fazendo uso de uma trama bem “WTF”. Quem protagoniza aqui é o sumido Andrew McCarthy, ídolo adolescente dos anos 80 que fazia parte do grupinho chamado “brat pack”. Ele vive um jovem que trabalha construindo manequins para lojas de departamento de roupas. Porém, ele termina se apaixonando por sua mais recente criação!

Leia também: 12 Filmes para Conhecer o Brat Pack: Os Astros Mais Quentes dos anos 80

Isso mesmo, a manequim Emmy que, como era de se esperar, ganha vida nas formas de Kim Cattrall (a Samantha de Sex and the City), mas que apenas ele parece ver falando e em movimento. E este é o filme. O curioso é que conta com nomes como James Spader, Estelle Getty (a mãe de Stallone em Pare! Senão Mamãe Atira) e G.W. Bailey, basicamente reprisando seu papel como o Tenente Harris da franquia Loucademia de Polícia. O filme chegou inclusive a ganhar uma continuação em 1991, intitulada Manequim – A Magia do Amor, desta vez com William Ragsdale (A Hora do Espanto) e Kristy Swanson (Buffy – A Caça-Vampiros, o filme) nos papeis principais.

Alguém Muito Especial

Não seria uma lista de filmes adolescentes dos anos 80 sem uma produção de John Hughes, certo? Então aqui chega o tal representante. O icônico diretor ainda é sinônimo de filme adolescente de qualidade, tendo em seu currículo obras atemporais como Curtindo a Vida Adoidado, Clube dos Cinco, Mulher Nota Mil e Gatinhas e Gatões. Justamente por isso, quando filmes como os novos Homem-Aranha da Marvel, com Tom Holland, foram lançados, foram automaticamente descritos como homenagens a John Hughes. Isso porque o diretor soube como poucos canalizar o sentimento do que era ser adolescente na época em suas produções, olhando para além de jovens cheios de hormônios que só tinham uma coisa em mente, como retratados em muitos filmes da época. Pelo contrário, os filmes de Hughes tinham muito sentimento e coração, muitas vezes retratando inclusive a angústia das jovens mulheres – que muitas vezes ganhavam o protagonismo.

É o caso aqui com este Some Kind of Wonderful, no título original, produção da Paramount Pictures que cria uma das personagens femininas adolescentes mais interessantes da década, a roqueira baterista Watts, papel de Mary Stuart Masterson. A personagem já quebrava paradigmas na época, fugindo dos padrões do que a sociedade esperava dela e, claro, recebendo muita hostilidade vinda de mentalidades atrasadas de uma época incorreta. Watts não se vestia como as outras meninas, tinha um estilo próprio, cabelos curtinhos e muita atitude. Justamente por isso, era vista apenas como “a melhor amiga” pelo protagonista Keith (Eric Stoltz), que estava mais interessado nos padrões da época, e visava a menina mais popular do colégio, a doce Amanda Jones (Lea Thompson, a mãe de McFly em De Volta para o Futuro). O legal do filme, que não é dirigido por Hughes, apenas escrito e produzido por ele, é que o autor dá profundidade e desenvolvimento para o trio principal, fazendo deles acima de tudo humanos, entre erros e acertos.

Curso de Verão

Finalizando a lista, temos outro filme que se tornou muito querido em sua época de exibição na Globo, mesmo não tendo sido um sucesso tão grande quando passou pelos cinemas. Na matéria tivemos duas produções da Disney (através da Touchstone Pictures), uma da “picareta” Cannon Films, e agora terminamos com a segunda da Paramount Pictures. Ao contrário do item acima, um filme adolescente mais romântico e até puxado para o lado dramático, aqui temos o que provavelmente é o mais escrachado de todos – lembrando a vibe de comédias como Loucademia de Polícia, por exemplo, onde tínhamos uma gama de personagens excêntricos permeando a narrativa. Na direção temos o saudoso Carl Reiner, pai de Rob Reiner, e diretor de alguns filmes com Steve Martin nos anos 70 e 80, como O Panaca, Cliente Morto Não Paga, O Médico Erótico e Um Espírito Baixou em Mim.

A trama era o pesadelo de qualquer criança da época, que lutava para fugir da recuperação no colégio. Nos EUA, a “recuperação” é conhecida como Summer School, o título original do filme, ou seja “a escola de verão”, que é a época de férias das escolas americanas no meio do ano. Quem ficava de recuperação não tinha férias e ia para a escola. A sacada do filme é que no comando destes alunos que perigavam repetir de ano estava o professor de educação física Freddy Shoop (Mark Harmon), que igualmente vivia seu pesadelo já tendo comprado passagens para suas férias, precisando desistir delas e correndo o risco de perder seu emprego. Assim, alunos e professor não queriam estar ali, mas precisam coexistir e terminam por criar grandes laços de amizade.

‘Grey’s Anatomy’: ABC divulga prévia com DESPEDIDA de Ellen Pompeo da série

E, finalmente, a ABC divulgou nesta última quinta-feira (10) uma pequena prévia do próximo episódio da 19ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘, que trará nada mais, nada menos que a despedida de Ellen Pompeo, protagonista principal que dá nome ao show, como uma atriz regular do elenco.

No material vemos cenas emocionantes com a personagem deixando Chicago, e ainda é revelado que o episódio será exibido no dia 23 de fevereiro de 2023, após o fim do hiato da produção. Marcando assim o fim de uma era.

Confira:

Lembrando que a 19ª temporada de Grey’s Anatomy está em hiato e retorna em 2023.

Grey’s Anatomy‘ que já tem 18 temporadas segue os dramas da vida pessoal e profissional de estagiários de cirurgia e seus supervisores, com destaque à médica Meredith Grey (Ellen Pompeo), do Grey Sloan Memorial Hospital.

Ryan Coogler comenta sobre seu futuro na Marvel após ‘Pantera Negra 2’: “Já dei tudo de mim”

O diretor Ryan Coogler e o CEO da Marvel Studios, Kevin Feige.

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estreou nesta quinta-feira (10) nos cinemas, e mesmo assim a projeção é que o longa se torne um dos maiores sucessos da Marvel, alcançando o desejado bilhão, como aconteceu com o anterior.

Além disso, vemos que, mesmo após a partida de Chadwick Boseman, o cineasta Ryan Coogler, responsável também pelo primeiro filme, conseguiu continuar o legado e criar um roteiro condizente e eficiente em relação a proposta pedida.

No entanto, Ryan Coogler descarta as especulações de que ele é o favorito para comandar ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

“Isso é loucura. Eu amo fazer filmes, mas só pra citar apenas um personagem, eu dei tudo de mim. Este filme tem tudo que posso oferecer ao MCU. Estou agora nessa turnê de imprensa divulgando o nosso trabalho, depois disso preciso sentar e refletir. Provavelmente, também vou chorar muito, porque estou segurando isso até agora. E então, a partir daí, vejo o que farei em seguida”, disse o diretor com muita sinceridade.

Kevin Feige, chefão da Marvel, também foi perguntado sobre a possibilidade de Coogler comandar o sexto filme dos heróis da casa:

“Bem, eu gostaria que Ryan fizesse qualquer coisa a qualquer momento porque ele tem um talento singular e é uma pessoa maravilhosa com quem passar os próximos anos. Mas não, honestamente, não tivemos conversas. Não falamos com ele sobre as Guerras Secretas”, falou Feige à Variety.

Dirigido por Ryan Coogler, ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estreia em 10 de novembro e conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira, Tenoch Huerta e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Pantera Negra 2’ está fora do Top 10 de MELHORES filmes da Marvel; Veja a lista do RT!

A grande maioria das análises e críticas de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever‘ já foram computadas pelos principais veículos e agregadores, porém, mesmo que o primeiro ‘Pantera Negra‘ ainda seja o filme mais bem avalidado da história do MCU, entre a imprensa especializada, a sua aguardada continuação está bem abaixo disso.

Ainda que ‘Wakanda Forever‘ tenha conseguido boas avaliações de maneira geral, apresentando atualmente 87% com 143 avaliações no Rotten Tomatoes, no ranking geral da MCU, o filme não aparece nem os 10 melhores colocados. Estando empatado por exemplo com ‘Homem-Formiga e a Vespa’ entre o 14º e 15º lugar, longe do top 10.

Veja o ranking dos 15 filmes mais bem avaliados da Marvel, segundo o Rotten Tomatoes:

  1. Pantera Negra – 96%
  2. Vingadores: Ultimato – 94%
  3. Homem de Ferro – 94%
  4. Thor Ragnarok – 93%
  5. Homem-Aranha: Sem Caminho para Casa – 93%
  6. Homem-Aranha: De Volta ao Lar – 92%
  7. Guardiões da Galáxia – 92%
  8. Os Vingadores da Marvel – 91%
  9. Shang-Chi – 91%
  10. Homem-Aranha: Longe de Casa – 90%
  11. Capitão América: Guerra Civil – 90%
  12. Capitão América: O Soldado Invernal – 90%
  13. Doutor Estranho – 89%
  14. Homem-Formiga e a Vespa – 87%
  15. Pantera Negra: Wakanda para Sempre – 87%

É bom lembrar que ‘Pantera Negra 2‘ enfrenta muitos desafios, sobretudo após a morte de Chadwick Boseman, ex-protagonista da franquia. Exigindo assim que Ryan Coogler e equipe, além de homenagearem o ator, construíssem todo um novo conceito para a sequência, que, a bem da verdade, é bem satisfatória de maneira geral.

Lembrando que  ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ já está em exibição nos cinemas.

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência também conta com Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Harry Potter e a Câmara Secreta’ completa 20 ANOS; Confira a nossa crítica do filme!

Faz 20 anos que os brasileiros puderam ver o bruxinho Harry Potter, e seu melhor amigo Rony Weasley, voarem sobre Londres dirigindo um carro azul enfeitiçado.

Harry Potter e a Câmara Secreta’ foi lançado em 2002 e carregava consigo um grande fardo: como resgatar todo o gostinho do encantador e do novo na continuação do que viria a ser uma das maiores franquias de ficção fantástica da história? Afinal, A Pedra Filosofal’ nos introduziu ao universo mágico de Hogwarts, mostrando-nos perigos a serem enfrentados, poções a serem feitas e balaços a serem rebatidos. As paredes já não são tão brilhantes assim e se perder nos corredores não é mais uma aventura.

Duas coisas poderiam ter acontecido: o tiro sair pela culatra ou não. Para a alegria de todos, Christopher Columbus, Stuart Craig, Steve Kloves e o restante de sua equipe conseguiram mais uma vez criar uma belíssima adaptação da obra homônima escrita por J.K. Rowling, encantando fãs ao redor do mundo – e de alguma forma, com execução evoluída quando comparado ao primeiro longa-metragem.

Alguns meses se passaram desde que Harry (Daniel Radcliffe) voltou para sua casa na Rua dos Alfeneiros, nº 4 – não mais para um armário embaixo da escada, e sim para um cubículo no segundo andar que costumava servir como quarto de brinquedos de seu primo Duda (Harry Melling) -, vendo o que parecia ser um sonho se despedaçando ao ouvir os mesmos xingamentos e reclamações de seus tios trouxas, Válter (Richard Griffiths) e Petúnia (Fiona Shaw) Dursley. Seus sentimentos são idênticos a quando se tira um doce de uma criança: angústia e ressentimento. E já nos primeiros minutos de narrativa, lidamos com uma crise interna do protagonista: a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts é o seu real lar, mas como ele pode negar sua própria história quando laços sanguíneos o tornam um prisioneiro de sua própria família? Afinal, Petúnia sempre será irmã de sua mãe, e não há nada no mundo que apague isso. Ele pode até considerar a escola seu lar, mas não há nada que negue sua relação com os tios. Além disso, ele se sente isolado, e seu vazio apenas aumenta ao recordar constantemente das cartas nunca respondidas que enviara a seus amigos.

Como toda boa jornada do herói, temos um incidente incitante. E em A Câmara Secreta, ele vem na forma de Dobby (dublado originalmente por Toby Jones), um elfo doméstico atrapalhado e constantemente em culpa que aparece em seu quarto de forma inesperada. Ele está lá para impedir Harry de voltar para Hogwarts, pois coisas terríveis estão prestes a acontecer entre suas paredes. É bem fácil deduzir o que ocorre depois – principalmente porque, se Harry lhe desse ouvidos, não haveria história: Dobby, na verdade, já havia arquitetado um plano para mantê-lo longa da escola, interceptando as cartas que enviava aos seus colegas e alimentando um sentimento de solidão cruel dentro do protagonista. E numa sequência bem equilibrada entre tragédia e comédia, as intervenções da criaturinha acabam por deixá-lo literalmente preso entre as grades.

Dias depois, Harry é resgatado por Rony (Rupert Grint) e seus irmãos gêmeos Fred e Jorge (James e Oliver Phelps, respectivamente), os quais vão buscá-lo num Ford Anglia azul-turquesa voador e levá-lo para a Toca, casa dos Weasley localizado nas planícies interioranas de Londres. Lá, ele se reencontra com Molly (Julie Walters), a matriarca da família, e conhece Arthur (Mark Williams), o pai, e Gina (Bonnie Wright), a filha caçula que entrará em seu primeiro ano em Hogwarts.

Apenas com estas poucas sequências, já é possível determinar qual será o tom deste filme: a contraposição. Entre a Rua das Alfeneiros e a Toca, há uma montagem antitética que oscila entre o monótono, o mundano e o repetitivo (simbolizados pelas dezenas de casas idênticas que ocupam a tela) e o mágico, o distorcido e o sobrenatural (representados pela arquitetura um tanto quanto expressionista da casa dos Weasley. Até a própria paleta de cores contribui para este contraste; ora, as paredes da casa dos Dursley possuem um tom enjoativo de pêssego e rosa, enquanto a Toca traz cores gritantes que inclusive se metamorfoseiam em outras.

Ao finalmente retornar para Hogwarts – após eventos infelizes na Travessa do Tranco e uma sequência muito bem filmada envolvendo o mesmo Ford Anglia de antes – Harry, Rony e Hermione finalmente entendem os misteriosos avisos do elfo doméstico: aparentemente, há uma força misteriosa atacando os alunos nascidos trouxas, deixando-os petrificados e condenando o sentimento de segurança que a escola sempre passou a seus residentes. Mensagens escritas em sangue adornam as paredes, dizendo que uma tal de Câmara Secreta foi reaberta e que os inimigos de um herdeiro desconhecido devem ter cuidado.

Isso parece perigoso. E perigo é como perfume para nossos protagonistas: a partir daqui – e de um resgate nostálgico do primeiro filme -, a obra transforma-se numa narrativa de mistério à la Agatha Christie. O trio parece encarnar os trejeitos de Hercule Poirot, e as investigações se iniciam: eles desejam descobrir o que está ameaçando os alunos em Hogwarts e o que é esta Câmara. As descobertas mostram que um monstro mortal está à solta e está sob controle de alguém que deseja reemergir o legado de Salazar Sonserina (um dos fundadores do complexo educacional).

Seguindo os mesmos padrões de A Pedra Filosofal, as pistas apontam para uma gama de suspeitos inocentes – e nesta lista, há a presença surpreendente de Rúbeo Hagrid (Robbie Coltrane) e sua famigerada história com criaturas fantásticas e, na maioria das vezes, mortais. Apesar de todo o suspense, a identidade narrativa segue a idade dos personagens: Harry, Rony e Hermione são pré-adolescentes, e a própria caracterização de suas roupas e dos cenários que habitam sugerem um leve amadurecimento; eles sentem que conhecem tudo e que são imunes a ameaças externas, e o choque com a mortalidade é de suma importância para sua própria evolução.

Permeando a trama principal, A Câmara Secreta’ desenvolve outros arcos narrativos que contribuem para o molde de arquétipos futuros: aqui, temas como provações e inimizades são constantes, simbolizados pela relação conflituosa entre o trio, Draco Malfoy (Tom Felton) e agora seu pai, Lúcio (Jason Isaacs). Através de diálogos muito bem ritmados, até assuntos mais densos, como preconceito e a dualidade entre tolerância e intolerância, são citados. A expressão que resume a pseudosuperioridade e o egocentrismo da família Malfoy – sangue-ruim – equivale às frases racistas e machistas que são despejadas a rodo na sociedade contemporânea.

Obviamente tantos acontecimentos não poderiam acontecer no mais puro silêncio, e é aí que entra o fabuloso trabalho do compositor John Williams. É possível ver que ele não se preocupa em reciclar a trilha sonora do filme original, e de modo algum isto a torna menos especial: a composição tem a mesma base, mas avanços e mudanças pontuais a tornam mais intimista e mais envolvente, contribuindo para a reafirmação do próprio suspense e dos crescentes perigos que rondam os terrenos do Castelo. A música não chega a ser tétrica, mas nos causa angústia – principalmente quando comparamos a escolha de Williams para momentos de tensão e aqueles mais alegres.

Outro dos pontos a serem destacados é a incrível direção de fotografia de Roger Pratt, sua primeira colaboração para a franquia Harry Potter. E em vez de falar dos aspectos gerais, gostaria de focar no uso particular de um plano perigoso – o plano holandês. Ainda que sutilmente, os enquadramentos de diversas cenas são inclinados, principalmente quando há um close-up dos personagens mais velhos ou em momentos catárticos. A preocupação aqui era se seu uso excessivo poderia quebrar o ritmo da narrativa e tornar as cenas leves demais para o tom do filme, mas a excepcionalidade com que Pratt e Columbus trabalham nem passam perto disso: a composição sugere instabilidade, e é assustador perceber que até as figuras adultas de A Câmara Secreta’ não sabem o que fazer contra o perigo iminente.

Todos os momentos e as decisões tomadas ao longo dos 161 minutos inclinam-se à batalha final – e o próprio longa parece nos preparar para isso. Enquanto no primeiro ato as cores quentes são predominantes – uma composição harmônica de vermelho e amarelo -, transmitindo segurança e conforto tanto para os personagens quanto para o público, os atos subsequentes são gradativamente engolfados em tons mais frios. A ameaça é crescente, e sabemos que, quando tudo estiver tomado pela escuridão, não há mais volta: faz-se necessário enfrentar o perigo para que, enfim, possamos voltar para a luz.

Uma das grandes sacadas da narrativa – e aqui refiro-me tanto ao livro quanto ao filme – é a utilização da inocência e do charlatanismo como catalisadores de conflitos. Personagens cujo semblante pacífico e apaziguador se tornam alvo das forças místicas e derradeiras das trevas, mostrando que nem mesmo o mais puro dos corações está livre de cair em tentações mortais; e contraditoriamente, há aqueles – como Gilderoy Lockhart (uma presença muito bem-vinda do fantástico Kenneth Branagh) – que utilizam-se de artifícios duvidosos para propagar sua fama, fazendo jus à frase “nem tudo é o que parece ser” e tendo seu arco montado sobre o escape cômico.

Harry Potter e a Câmara Secreta’ é uma belíssima continuação de uma franquia fantástica, marcando uma evolução técnica e narrativa capaz de encantar até os mais céticos espectadores – e nos apresentando a pontos de vista nunca imaginados.

Jenna Ortega diz que Ghostface será ainda mais VIOLENTO em ‘Pânico 6’: “É sangrento!”

Jenna Ortega (“Tara”) stars in Paramount Pictures and Spyglass Media Group's "Scream."

Depois de roubar a cena em ‘Pânico‘ (2022), Jenna Ortega está retornando à franquia slasher como Tara Carpenter. E a atriz prometeu que o sexto filme será ainda mais sangrento e assustador.

“O Ghostface fica muito mais intimidante nesse filme, que fica cada vez mais sangrento. Acho que esta é provavelmente a versão mais agressiva e violenta de Ghostface que já vimos”, ela afirmou em entrevista ao Entertainment Tonight. 

Ortega também falou pela primeira vez sobre a saída de Neve Campbell.

“Sinto que realmente não posso falar muito sobre isso só porque não é minha personagem. Mas vou dizer que há tanta coisa acontecendo no sexto filme, que terá tanta ação e tanto sangue, que você não vai sentir tanto sua falta. Mas é claro que há várias referências a Sidney, é claro. Você sabe, é bom porque ainda há uma proteção no roteiro e isso é algo que os atores tinham naturalmente sobre ela porque obviamente a respeitamos e queremos o melhor para ela. Ela sentiu falta e pensou nisso.”, afirmou.

Apesar da decepção com a ausência de Campbell, o novo filme vê o retorno de Hayden Panettiere, que volta a viver Kirby.

“Hayden é um amor. Tenho muita sorte que os diretores Matt [Bettinelli-Olpin] e Tyler [Gillett] e Melissa [Barrera] e Jasmin [Savoy Brown] e Mason [Gooding], todos nós temos tanto amor e respeito um pelo outro. Eles são como uma família para mim, então quando você está em um trabalho como esse, é muito gostoso. Está trabalhando com seus amigos. É o melhor cenário possível.”, concluiu.

A Paramount Pictures do Brasil divulgou a sinopse OFICIAL em português de ‘Pânico 6‘, que teve a estreia antecipada no Brasil para 9 de Março de 2023 – uma semana antes da estreia de ‘Shazam! 2‘.

O texto já havia sido divulgado antes em uma versão mais resumida, mas agora ganha mais detalhes.

Confira:

O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado. Fazem parte do elenco Courteney Cox, Jenna Ortega, Hayden Panettiere, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown e Melissa Barrera

Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornam para a próxima aventura.

Assista à nossa crítica do último longa:

 

‘Pantera Negra 2’: Letitia Wright diz que aprendeu a lição após polêmica sobre discurso anti-vacina

No ano passado, Letitia Wright se envolveu em uma polêmica depois que fontes divulgaram que ela estava espalhando ideais anti-vacina no set de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre.

Na época, a intérprete de Shuri pediu desculpas por ter postado um vídeo contra a imunização em massa em plena pandemia do Coronavírus.

E, enquanto promovia a sequência, Wright foi questionada pela revista Standard se já foi vacinada contra o vírus.

Em resposta, ela foi evasiva ao dizer que “respeita as escolhas de todos”, mas não acha que o momento atual seja adequado para tocar no assunto.

“Respeito as escolhas de todos. Eu não acho que isso é a coisa certa para eu responder agora, porque eu estou aqui para discutir filmes que eu amo e que impactam as pessoas. A única coisa que eu sei é que eu amo o meu trabalho.”

Ela argumentou que aprendeu muito depois da polêmica e reconheceu que, como uma figura pública, ela deve pensar melhor antes de compartilhar seus próprios pensamento com os fãs.

“Já se passaram dois anos e estou orgulhosa das maneiras pelas quais fui capaz de aprender e fazer escolhas melhores. [Essa situação] faz você repensar maneiras de ser positiva em relação à sociedade. Lembro-me de anos atrás, Naomie Harris me disse que ‘como você se comporta, é como as pessoas se identificam com você’. Eu tento me carregar com humildade e bondade, e inspirar as pessoas dessa forma.”

Lembrando que  ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ já está em exibição nos cinemas.

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência também conta com Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.