Site Página 3045

‘Fargo’: Dave Foley, de ‘The Kids in the Hall’, é escalado para a 5ª temporada!

Segundo o DeadlineDave Foley, conhecido por seu trabalho no programa de esquetes ‘The Kids in the Hall’ e por dublar Flik na clássica animação ‘Vida de Inseto’, foi escalado para a 5ª temporada da aclamada série Fargo.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Ele se junta aos previamente confirmados Joe Keery (‘Stranger Things’), Lamorne Morris (‘New Girl’) e Richa Moorjani (‘Eu Nunca…’). Keery dará vida a um personagem chamado Gator Tillman; Morris será Witt Farr; e Moorjani, por fim, será Indira Olmstead.

Juno TempleJon HammJennifer Jason Leigh completam o time.

Recentemente, a FX revelou que o novo ciclo começará a ser rodado muito em breve, com início programado para o outono estadunidense, isto é, entre setembro e novembro de 2022.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Criada por Noah Hawley, a série é inspirada no filme ‘Fargo: Uma Comédia de Erros‘, lançado em 1996.

A trama antológica apresenta várias crônicas de engano, intriga e assassinato dentro e ao redor de Minnesota. No entanto, todas essas histórias remetem misteriosamente de uma forma ou de outra a Fargo, Dakota do Norte.

‘Kindred’: Adaptação do clássico sci-fi de Octavia E. Butler ganha trailer INCRÍVEL

FX revelou recentemente um novo teaser oficial de Kindred: Laços de Sangue’, adaptação do romance sci-fi da lendária romancista Octavia Butler.

A produção será lançada no Hulu no dia 13 de dezembro. No Brasil, a série deve ser lançada pelo Star+, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Mallori Johnson fará sua estreia na televisão como a protagonista Dana, uma jovem mulher negra aspirante à escritora que tenta recomeçar ao se mudar para Los Angeles. Lidando com crises de epilepsia, Dana é assombrada por seu passado – de uma forma bastante real e visceral: ela é violentamente arrastada para o passado, oscilando entre o presente e o passado escravista do século XIX, onde se encontra com seus ancestrais.

Micah StockRyan KwantenGayle RankinAustin SmithAntoinette Crowe-LegacyDavid Alexander Kaplan fazem parte do elenco.

Janicza Bravo, conhecida por seu aclamado trabalho em Zola, entra como produtora executiva e diretora.

Em entrevista ao Deadline, Bravo comentou sobre sua animação para o projeto, dizendo que tem uma conexão pessoal com os escritos de Butler:

“Eu li Kindred pela primeira vez 20 anos atrás. Estava na faculdade. Nunca havia me visto em um mundo como aquele. E certamente não em seu centro. O que apenas parecia como o retrato de uma mulher invisível se mostrou como um potente abraço do nosso relacionamento com a história e como isso pode nos deixar mais próximos do futuro”, ela disse.

Branden Jacobs-Jenkins (‘Watchmen’) assina o roteiro. Courtney Lee-MitchellDarren AronofskyJoe WeisbergJoel Fields também entram como produtores executivos.

‘Gears of War’: Criador do game quer Dave Bautista ESTRELANDO a adaptação ação da Netflix

Há alguns dias, foi revelado que ‘Gears of War‘, aclamada franquia de games da Microsoft, ganhará novas adaptações em filme live-action e série animada pela Netflix.

E o criador dos jogos, Cliff Bleszinski, já está fazendo campanha para trazer Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’) como membro do elenco do filme.

Em seu perfil do Twitter, Bleszinski escreveu:

“Ah sim, Bautista como Marcus, por favor – e um ator latino como Dom, caramba.”

Confira:

Apesar do desejo de ver Bautista no filme, Bleszinski confirmou que não está envolvido nem no filme nem na série animada, mas deu sua bênção a cada projeto.

Além disso, ele deixou claro que estaria aberto a consultoria em ambos se a Netflix o contatasse, mas expressou que não tem ressentimentos se ficar de fora das produções.

Por enquanto, ainda não há informações sobre quem vai dirigir as adaptações, mas o projeto tem parceria da desenvolvedora canadense The Coalition.

Lembrando que ‘Gears of War‘ é uma das franquias mais populares do Xbox. Com a novidade, a Netflix acrescenta mais um grande nome na lista de adaptações de jogos, que incluem ‘Arcane‘ e ‘The Witcher‘, por exemplo.

Vale destacar que o anúncio ocorre em celebração ao aniversário de 16 anos da franquia, que teve seu primeiro título lançado em 2006. Ainda não há previsão de lançamento para as adaptações de ‘Gears of War‘.

Criador de ‘Percy Jackson’ diz que série do Disney+ é “a adaptação que os fãs estavam esperando”

Percy Jackson e os Olimpianos‘ ainda não mostrou muita coisa ao público, apenas deu um gostinho de como vai ser. Desde que a produção começou a ser feita em junho desse ano, a série lançou algumas imagens, deu insinuações e até encerrou a sua apresentação na D23 Expo com um pequeno trailer do herói Walker Scobell navegando no Acampamento Meio-Sangue.

Desde então, a produção foi retormada em Vancouver e deve encerrar as filmagens da primeira temporada em janeiro de 2023. E, ainda que ‘Percy Jackson‘ só seja lançada em 2024 pelo Disney+, o autor e produtor executivo, Rick Riordan, garantiu aos fãs que essa espera valerá a pena por um motivo importante.

“O formato de TV é uma das coisas que mais amo porque nos dá tempo e espaço para contar toda a história do livro, ‘O Ladrão de Raios’, de uma forma um pouco mais fiel ao que escrevi. Acho que essa é a adaptação que os fãs estavam esperando. É tão bom que eu finalmente posso dizer aos meus leitores que me acompanharam por anos. Esta é a adaptação que você estava querendo e sonhando”, falou o autor à Entertainment Weekly.

Veja a entrevista completa:

Os oito episódios também estão sendo produzidos em grande estilo pela incrível Industrial Light & Magic. A famosa empresa de efeitos visuais fez parceria com ‘Percy Jackson‘ e construiu um StageCraft novinho em folha no set do show em Vancouver, que foi usado para a produção esta semana.

“Isso está além de tecnologia de ponta, essas ferramentas que estamos usando. Ser capaz de ter isso como nosso playground e ter a próxima geração dessa tecnologia para aproveitar, está mudando tudo o que podemos fazer”, disse Riordan.

Recentemente, o nosso editor-chefe Renato Marafon participou da DisneyD23 e teve a oportunidade de entrevistar os astros da adaptação.

No vídeo, Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase) e Aryan Simhadri (Grover Underwood) falam sobre seus personagens, quais são seus livros preferidos da saga, quais Deuses queriam ter como pais e muito mais.

Assista:

Por enquanto, a primeira temporada ainda não tem data de estreia confirmada.

O elenco ainda contará com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan) e Olivea Morton (Nancy Bobofit).

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

‘The Umbrella Academy’: Título do primeiro episódio da 4ª temporada é REVELADO; Confira!

Através das redes sociais, o showrunner Steve Blackman divulgou o título oficial do primeiro episódio da 4ª e última temporada de The Umbrella Academy, adorada série da Netflix.

O capítulo de reestreia é intitulado “The Unbearable Tragedy of Getting What You Want” e ainda não tem data de lançamento confirmada.

Confira:

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

Após os irmãos terem ido parar em períodos diferentes na década de 1960, eles conseguem finalmente se reunir e impedir o fim do mundo. No entanto, quando a família retorna para 2019, convencidos de terem consertado a linha do tempo e evitado o apocalipse, eles percebem que as coisas não são mais as mesmas e conhecem a Sparrow Academy.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

 

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme do DCEU – incluindo ‘Adão Negro’

Sucesso! Apesar das críticas mistas – 40% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a adaptação de ‘Adão Negro‘ arrecadou US$ 67 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas – tornando-se o maior lançamento da carreira do Dwayne Johnson como protagonista solo.

Internacionalmente, o longa ainda soma US$ 73 milhões através de 76 mercados, totalizando uma estreia global de US$ 140 milhões.

Para termos de comparação, o resultado está 27% acima dos números registrados por ‘Shazam!‘, em 2019.

Além disso, a adaptação da DC Comics ganhou um B+ CinemaScore. A nota é a mesma de ‘Liga da Justiça‘, ‘Coringa‘, ‘Esquadrão Suicida‘ e ‘Mulher-Maravilha 1984‘.

Pois bem, agora que o último filme desse universo já está disponível para grande parte do público, o CinePOP decidiu rankear os filmes do UDC do pior para o melhor, incluindo Liga da Justiça de Zack Snyder, que foi vendida pela Warner como um grande bônus. Esteja à vontade para discordar nos comentários, contanto que mantenha o respeito. Dito isso, vamos lá!

12. Esquadrão Suicida (2016)

O último lugar da lista não podia ser outro. Dirigido por David Ayer, esse filme é indefensável. Vendido com um primeiro trailer espetacular e com histórias forçadas de bastidores alegando que Jared Leto supostamente teria enlouquecido para viver o Coringa, o resultado dessa produção foi um longa genérico, bagunçado, sem personalidade, sem nada a dizer ou mostrar e com o desperdício de um dos melhores elencos que o DCU já reuniu. Dentre os vários problemas, incluindo a ausência de roteiro, nenhum é tão grande quanto a direção.

David Ayer se perde diante do grande orçamento e abre mão de um elenco fantástico muito talentoso ao reduzir praticamente todos os personagens do filme a secundários em prol de um quase triângulo amoroso inexplicável entre Arlequina, Pistoleiro e Coringa. Fora o uso de câmeras digno dos piores filmes da MTV, de onde ele parece ter tentando copiar a estética de videoclipe.

Essa questão estética, inclusive, era um dos chamarizes do trailer, mas até nisso a execução foi mal feita, já que a linguagem visual não combina com a linguagem narrativa. Existe até um movimento que pede o lançamento da versão estendida desse filme. Os adeptos alegam uma interferência dos executivos na mudança de tom do filme, o que realmente ocorreu. Mas, vendo os materiais excluídos que o diretor vem postando nos últimos tempos, os fãs deveriam apenas esquecer dessa bomba, porque parece mesmo que o que já é ruim pode piorar.

Curiosamente, corroborando com a bagunça contraditória que é esse projeto, Esquadrão Suicida é o único filme do DCU – até agora – a contar com um Oscar no currículo por Melhor Maquiagem.

11.  Mulher Maravilha 1984 (2020)

Cercado de muitas expectativas pelo sucesso do primeiro filme, Mulher Maravilha 1984 leva Diana Prince (Gal Gadot) para a década de 1980. Conforme os trailers destacavam, a questão da ambientação e estética oitentista seria parte importante de uma história sobre manipulação midiática e controle mundial. Além disso, foi prometido um controle total da diretora Patty Jenkins sobre a história, que traria o misterioso retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e alguns elementos clássicos dos quadrinhos da super-heroína. Infelizmente, não funcionou.

Com uma duração desnecessariamente longa, esse filme se estende em momentos que não acrescentam em nada ao desenvolvimento da trama e resolve de forma muito rápida pontos importantes, como a motivação dos vilões – ridiculamente caricatos – e toda a situação envolvendo o retorno de Steve. Sem contar que Diana toma ações questionáveis, que não apenas não condizem com aquilo que foi mostrado dela anteriormente nesse universo, mas também extrapolam limites éticos e morais de forma assustadora.

Isso sem mencionar que a tal estética anos 80 se resume a uma cena no shopping de 15 minutos de duração. Depois dela, se alguém dissesse que o filme se passa em 2010, não faria a menor diferença. Uma pena, porque tinha um potencial gigante.

 

10.   Batman Vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Esse aqui vai causar polêmica, mas tudo bem. Talvez o projeto mais ambicioso dos filmes com heróis depois de Os Vingadores (2012), BVS foi o maior tiro no pé que a DC poderia ter cometido no seu suposto planejamento de universo compartilhado. Isso porque esse foi apenas o segundo filme dessa linha do tempo, onde Zack Snyder quis apresentar um novo Batman, uma nova Mulher Maravilha, colocar o Batman recém-introduzido contra um Superman que ainda tentava conquistar o coração do público, dar um pontapé inicial para a Liga da Justiça e ainda linkar pelo menos mais cinco filmes que sequer haviam sido lançados. Tudo isso num longa de duas horas e vinte de duração. Foi um verdadeiro atropelo! E apesar de ter momentos muito bons, como a luta que dá nome ao filme, BVS tropeça nas próprias pernas por não conseguir desenvolver tramas que ele mesmo propôs momentos antes.

Esse foi mais um caso que sofreu com interferência do estúdio, que pediu para que algumas cenas fossem cortadas para reduzir um pouco do tempo de tela. Isso claramente afetou o produto final, que ficou bagunçado e cansativo. O resultado foi o lançamento posterior de uma versão estendida que realmente desenvolve e explica certos furos de roteiro, mas que segue com os mesmos problemas do original, como a falta de um bom ritmo narrativo, a falta de peso nos personagens e a pressa em introduzir várias tramas diferentes, deixando a história principal solta.

9. Liga da Justiça (2017)

Depois dos baldes de água fria que foram BVS e Esquadrão Suicida, Liga da Justiça nasceu em meio ao caos empresarial da Warner. Insatisfeitos com o rumo de críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado que esse universo seguia, os executivos queriam algo diferente do que Zack Snyder estava entregando com sua visão sobre a DC. Então, quando uma tragédia pessoal afastou o diretor e produtor de Liga da Justiça, a Warner correu atrás de Joss Whedon para refilmar o longa ao estilo Vingadores. Não tinha como dar certo, né? As duas equipes são completamente diferentes e foram desenvolvidas nos cinemas de formas distintas.

Desse turbilhão de decisões ruins, o filme da Liga chegou como uma colcha de retalhos que tinha momentos do Snyder mesclados com os de Whedon, seguindo passo a passo a estrutura narrativa de Os Vingadores (2012), mas ruim. Sem contar também as inúmeras polêmicas de bastidores que acabaram mostrando uma face bem podre de Joss Whedon para o mundo. Por outro lado, esse filme não consegue ser o pior de todos por conta de um personagem: o Superman.

Depois de duas abordagens controversas do personagem, ele enfim se mostra um símbolo de esperança nesse filme. Seu otimismo e uso de poderes são uma leitura fantástica dos quadrinhos. Só não é perfeita porque foram inventar de remover o bigode dele digitalmente.

 

8. Liga da Justiça de Zack Snyder (2021)

Depois do fracasso de crítica e bilheteria que foi Liga da Justiça, os fãs do Snyder se sentiram ofendidos pelo que a Warner fez com o trabalho do ídolo deles, então começaram uma campanha de proporções absurdas para que o estúdio disponibilizasse a versão do diretor, o famoso Snydercut. Foram quatro anos de muita encheção de saco nas redes sociais da Warner do mundo todo, que se recusava a atender os pedidos dos fãs com sua #ReleaseTheSnyderCut.

Então, com a chegada do HBO Max, o estúdio precisava impulsionar as assinaturas de seu novo streaming. Assim, eles deram uma verba para que Zack Snyder finalizasse seu corte inacabado, e os fãs enfim poderiam ver o Snydercut exclusivamente no HBO Max. O produto final foi um filme de 4h de duração que mais parece uma minissérie de exaltação ao diretor em vez dos heróis da Liga da Justiça em si. É claramente muito superior ao filme de 2017, principalmente por desenvolver melhor vários personagens que foram abandonados no corte pro cinema e por trazer a trama de Darkseid, que seria o vilão de Liga da Justiça 2.

O problema é que Snyder perde muito tempo nos seus “maneirismos” e acaba não trazendo a essência da Liga dos quadrinhos e animações. Resumir o maior grupo de heróis das HQs a um filtro escuro, slow motion, violência gráfica e metáforas religiosas é muito abaixo do que eles realmente são e podem render nas telonas. São os maiores, mais famosos e mais poderosos heróis dos quadrinhos. Não dá para se contentar com pouco quando o assunto é a Trindade Superman, Mulher Maravilha e Batman.

7. Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)

Dirigido por Cathy Yan, que comandou o fantástico Dead Pigs, Aves de Rapina veio com a promessa de ser o filme Girl Power que introduziria uma nova equipe composta apenas por mulheres e deveria ocupar o espaço deixado pelo Esquadrão do Ayer. A aventura é divertida, traz caracterizações bem interessantes e aborda esse mundo de super-vilões por uma perspectiva feminina quase inédita até então. Porém, o filme sofre com dois problemas graves. O primeiro deles é não conseguir desenvolver sequências de ação boas o bastante ao longo da história, como se estivesse economizando para despejar tudo no ato final. Tudo bem, é algo válido. No entanto, quando chega ao ato final, no qual a equipe está reunida e descendo a porrada nos vilões, esse clímax dura uns 15 minutos. E quando o público fica querendo ver mais daquilo, o filme acaba. É meio frustrante.

O outro problema é a Arlequina. Como a personagem de Margot Robbie ficou muito popular, ela acabou se tornando quase intocável nos filmes em que participa. Nesse longa em questão, chega a ser irônico que o projeto se chame Aves de Rapina, sendo que 95% do filme é sobre a Arlequina. A dosagem das personagens é muito mal feita, escanteando atrizes fantásticas de personagens interessantíssimas para continuar com os dilemas da Harley. Se eles soubessem trazer esse equilíbrio entre a história da Arlequina com a criação das Aves de Rapina e tivessem mais cenas como a da invasão da delegacia e a luta delas como grupo, seria um filme fantástico. Como tem esses problemas, é um filme “ok”.

6. Adão Negro (2022)

Poucas pessoas em Hollywood precisaram brigar tanto por um filme do que The Rock e seu xodó, Adão Negro. Ele foi anunciado para o papel do vilão/ anti-herói lá em 2007, há nada menos que 15 anos, e desde então conviveu com uma série de adiamentos e ameaças de cancelamento. Mas ele não se deu por vencido e seguiu atrás de seu sonho de levar seu personagem favorito para as telonas. O projeto foi anunciado há tanto tempo que, na época em que foi escalado para viver Teth-Adam, o ator ainda tinha cabelo.

O grande destaque do longa é mesmo seu protagonista. The Rock sobra em cena e carrega o filme nas costas. O ator é mestre em fazer filmes nos quais seu protagonismo parece ser maior do que a própria história, e aqui não é diferente. Ele corresponde exatamente àquilo que se espera do The Rock vivendo uma criatura superpoderosa.

O roteiro fraquinho segue a estrutura de Shazam!, mas com menos alma, e a direção de Jaume Collet-Serra tenta replicar a estética dos filmes do Zack Snyder, mas também é pouco inspirada e “fora do tempo”. A impressão que dá é que certas cenas foram gravadas seguindo um estilo bem parecido com os longas de 2008. É como se Adão Negro fosse um filme de 2008 (ano que deveria ter sido originalmente lançado) estreando em 2022. E o CGI de alguns momentos realmente não ajuda. O vilão também é bastante apático, mas cumpre seu papel de mostrar que o protagonista é um anti-herói, não apenas um malfeitor. É um filme divertido e grandioso, mas não deixa de ser genérico.

 

5. O Homem de Aço (2013)

O pontapé inicial do DCU nos cinemas foi bem controverso na época. Utilizando cansativamente metáforas cristãs (sério, só falta apontarem pro Super e falarem “você é Jesus”) para descrever o herói, Zack Snyder tenta transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um épico bíblico de super-heróis. E o curioso disso é que funciona em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante cria um ar épico para o longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço tem de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme é mais no ato final, no qual o diretor perde um pouco da linha e corrompe de forma complicada fatores morais que são intrínsecos ao personagem. Sem contar a lógica dos Power Rangers de calcinar a cidade para salvar a cidade. Sério, pelo estado que fica Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer faz na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado a trilha sonora do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e trazer scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.

 

4. Aquaman (2018)

Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquaman conseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou até hoje: mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o UDC de forma ampla, Wan conseguiu com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.

Apostando no carisma de Jason Momoa para conduzir a trama, o longa também ganha pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos tipicamente de histórias em quadrinhos, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.

3. Mulher Maravilha (2017)

Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo DC, Mulher Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas que BVS deixou, Diana conta sua história de origem baseada em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins é muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trazia. Então, é um longa que honra o legado da super-heroína explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também consegue fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança.

Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surge com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não devem se entregar aos vilões. Porque ela está ali para ajudá-los e isso os motiva a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pega seu escudo e atravessa a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiram e avançam junto a ela. É de arrepiar.

Além disso, os personagens de apoio são muito carismáticos e a direção não perde tempo tentando sexualizar a Mulher Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo que esse longa é.

2. O Esquadrão Suicida (2021)

Depois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunn assumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseia exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo. P

arte importante para esse filme funcionar é que roteiro, direção e elenco entendem que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente tem sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo é visto como um bando de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolverem as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso signifique não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, seja pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida conta ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que em praticamente todos os outros filmes da casa.

1. Shazam! (2019)

Por fim, chegamos ao primeiro colocado da lista: Shazam!, um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa é a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou ao primeiro lugar do nosso ranking. Ele está aqui porque consegue trazer elementos próprios que fazem dele muito mais que uma adaptação exemplar.

É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos ganhando as telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado é uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.

Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.

Artigo | Relembrando ‘Dark’, aclamada série da Netflix que completa 5 anos em 2022

Darké uma série como você nunca viu. É claro que sua premissa pode parecer mais um simulacro das inúmeras obras de ficção científica que tem como estrutura principal as viagens no tempo. E é mais que óbvio traçar paralelos entre a primeira produção alemã da plataforma Netflix e filmes imortalizados e relembrados até hoje, como a trilogia de ação e aventura De Volta para o Futuro’ ou o drama histórico Em Algum Lugar do Passado’. A produção até mesmo mantém um dialogismo com o então recente sucesso Stranger Things’ quando pensamos no enfrentamento do desconhecido. Entretanto, a obra criada por Baran bo Odar não emerge como uma investida de gênero, mas uma incumbência híbrida de várias narrativas. 

O cenário é conhecido: uma pequena cidade, isolada do restante do mundo e perscrutada pelos próprios valores e regras, é assolada com um acontecimento drástico, algo que muda completamente a perspectiva outrora pacífica. A atmosfera convidativa e nostálgica é tamanha que até mesmo é reforçada por diálogos entre os personagens, os quais divagam sobre sua aparente “inutilidade” frente à escassez de acontecimentos interessantes no vilarejo – é claro, com exceção da abertura da usina nuclear de Winden na era pós-Chernobyl. É a partir de toda essa conjuntura cíclica e à prima vista inquebrável que os eventos consecutivos tornam-se cada vez mais obscuros, fazendo jus ao nome da série.

Após a costumeira apresentação de seus personagens, os quais claramente escondem segredos por trás dos semblantes inexpressivos ou engessados, mergulhamos em uma mitologia um tanto quanto complexa mas que vale-se por suas explicações imagéticas em detrimento de uma verborragia incisiva e saturada. Aqui, já percebemos que o tom da série é mostrar, em vez de explicar: logo, não é nenhuma surpresa que as longas e perturbadoras sequências que prezam por uma simetria muito além de um conforto cênico atinjam um tempo que ao mesmo tempo aguça nossos sentidos para possíveis pistas dentro do mistério principal e nos façam ansiar pela conclusão dos arcos. 

Dark mostra sua originalidade ao revelar o mistério em meados da primeira temporada, mais precisamente com as inúmeras revelações do quinto episódio (Truth”); o que realmente importa aqui é mostrar a grandiosidade do universo perante às falhas e inúteis tentativas humanas de controlar o seu destino. Como a narrativa discorre acerca do tempo, qualquer investida mais forçada ou mais ousada pode provocar um furo na história que renega a criação de um novo microcosmos – mas o time de roteiristas preocupa-se em fornecer um desenvolvimento maior para seus personagens e deixar que a história entre em seu próprio curso. Afinal, é muito mais fácil aceitar a inexorabilidade do tempo do que tentar mudá-la. 

A série não mede esforços para conduzir o espectador através de arcos múltiplos e que conversam entre si das mais diversas maneiras. A princípio, cremos que o escopo terá como foco o desaparecimento do jovem Mikkel Nielsen (Daan Lennard Liebrenz). Inclusive, utilizo-me desse espaço para discorrer sobre uma das sequências mais enervantes e angustiantes dentro do show: o ano é 2019, mas o senso de curiosidade dos adolescentes e crianças parece não ter mudado muito; em determinado momento do segundo capítulo, “Lies”, Mikkel acompanha seus irmãos mais velhos Magnus (Moritz Jahn) e Martha (Lisa Vicari), ao longo do protagonista Jonas (Louis Hofmann) e do melhor amigo Bartosz (Paul Lux) em uma pequena caminhada pela floresta que cerca Winden, em busca de uma grande remessa de maconha escondida perto de uma caverna. 

A premissa da série resgata os melhores elementos dos gêneros de crime, mistério, ficção sobrenatural e científica. A atmosfera da sequência supracitada é um dos maiores e mais funcionais clichês que unem essas quatro vertentes em um composé clássico de inúmeras e divergentes obras fílmicas, incluindo E.T. – O Extraterrestre’, A Bruxa’ e It – A Coisa’. O enfrentamento do desconhecido e a impotência perante uma força muito maior e inexplicável é o ponto crucial que transforma esses jovens audaciosos e “intocáveis” em personas muito mais cautelosas e traumatizadas. E se sua construção narrativa já preza por isso, as composições imagéticas reforçam-na sem cair na redundância: antes de perderem Mikkel, todos eram banhados por uma luz dura que reforçava sua distinção dos demais, além de estarem inseridos em planos diversos e sem equilíbrio – uma extensão de suas personalidades rebeldes. Após passarem por tamanho trauma, os personagens parecem se fundir ao cenário, tornando-se partes amorfas e desbotadas do cenário, difundidos por uma constante e inebriante névoa. 

Talvez um dos poucos que permaneça ainda engajado em seus ideais primários seja Jonas. Ele se sente responsável pelo desaparecimento de Mikkel, e um gatilho sagazmente construído em meados do segundo ato dessa odisseia ativa uma necessidade de encontrá-lo a toda custa. Como já disse, Dark fala sobre as concepções de tempo e sobre um tema “batido”, por assim dizer: os buracos de minhoca. Entretanto, não da forma com estamos acostumados, mas realizando uma ligação tridimensional entre três épocas distintas: 1953, 1986 e 2019. É claro que a construção da usina e o constante uso de elementos químicos e radioativos contribuiu para a existência dessa múltipla dobra no tempo – ou talvez ela sempre existisse. São essas questões inexplicáveis que levam o público a querer entender mais sobre as relações entre os personagens e como todos estão conectados pelo passado, presente e futuro. 

Mesmo com a clássica jornada do herói beirando o suspense da série, os jovens protagonistas emergem como introdução para a complexidade dos personagens adultos, principalmente quando falamos do detetive Ulrich Nielsen (Oliver Masucci) e sua esposa Katharina (Jördis Triebel), que têm mais uma vez suas vidas marcadas pelo desaparecimento de alguém da família. Acontece que Ulrich, na década de 1980, também teve seu irmão desaparecido sob as mesmas circunstância que o filho Mikkel; essa corrente de eventos desenvolve dentro do investigador uma necessidade bruta de justiça, que o torna cego perante as pistas mais simples e claras e que o fazem utilizar muito mais do lado emocional e vingativo que o racional e lógico. 

Karoline Eichhorn também insurge como um grande nome dentro da série. Seu papel como Charlotte Doppler, a chefe do departamento de polícia de Winden que relembra dos estranhos acontecimentos da cidade quando era uma garota – e que agora estão ressurgindo das cinzas e trazendo ainda mais amargura para uma cidade marcada pela mentira e pela tragédia. Sua personalidade forte é muitas vezes uma máscara para os problemas pessoais que enfrenta em casa, incluindo a sexualidade do marido e de seu possível envolvimento com o desaparecimento de Mikkel e das outras crianças. É justamente seu semblante blasé que lhe confere humanidade, algo tão complicado de ser transparecido que chega a ser surreal. 

Dark é crível. Palpável, nostálgico e sua originalidade não vem com o tema principal nem com sua premissa, mas sim com o fato de entregar-se a uma nova perspectiva mais humana em detrimento do escopo da ficção científica. Seus personagens somos nós, pessoas comuns que sofrem com perdas e traumas, desmanteladas com a justiça e cegas pela impotência de não estar apto a fazer nada para mudar o que aconteceu.

Sylvester Stallone diz que ‘Creed 3’ é uma “SITUAÇÃO LAMENTÁVEL”; Entenda!

Como é sabido, Sylvester Stallone não estará em ‘Creed 3‘, o primeiro da franquia que o ator não fará parte. De acordo com Sly, a ausência dele no terceiro filme do spin-off trouxe uma “situação lamentável”, porque ele queria estar no cast e fazer parte das decisões criativas.

Em uma entrevista recente ao The Hollywood Reporter, Stallone comentou a ausência da produção, assim como a diferença criativa com o produtor Irwin Winkler e Michael B. Jordan, protagonista e diretor do novo longa da franquia.

“É uma situação lamentável, porque eu sei o que poderia ter feito. O filme foi levado em uma direção bem diferente daquela que eu queria. É uma filosofia diferente, tudo que fez Irwin Winkler e Michael B. Jordan, disse o eterno Rocky Balboa.

“Desejo o melhor para eles, mas sou um sentimental. Gosto dos meus heróis brilhando, mas não quero eles em um lugar sombrio”, contou.

Veja os últimos cartazes divulgados:

O filme vai demorar alguns meses a mais para estrear nos cinemas. Originalmente marcado para chegar em novembro de 2022, o longa dirigido e estrelado por Michael B. Jordan agora vai estrear apenas no dia 3 de março de 2023.

Após a alteração, ‘Creed III‘ vai concorrer diretamente contra ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes‘, que entrará em cartaz no mesmo dia nos Estados Unidos. Lembrando que a franquia ‘Rocky‘ ainda ganhará um novo derivado, agora focado em Ivan Drago, boxeador implacável vivido por Dolph Lundgren, e seu filho, Viktor (Florian Munteanu).

Creed: Nascido para Lutar‘ (2015) mostrou a jornada de Adonis (B. Jordan), filho de Apollo Creed, ao ser treinado por Rocky (Sylvester Stallone). A sequência foi lançada três anos depois, com Adonis enfrentando um antigo inimigo ligado ao passado de sua família.

Todos os filmes somados arrecadaram mais de US$ 387 milhões nas bilheterias mundiais e apresentaram a franquia Rocky para uma nova geração. O terceiro filme sobre Adonis Creed contará com os retornos de Tessa Thompson e Phylicia Rashad, além de B. Jordan, que desta vez também vai dirigir o título.

No entanto lado, Stallone já havia confirmado que não participaria da nova sequência. A novidade fica a cargo de Jonathan Majors (‘Loki’), que viverá o principal antagonista da trama.

“Bem, é diferente porque na verdade eu recusei. Não sei se havia espaço para mim. Leva em uma direção diferente. Desejo o melhor a eles, que continuem dando socos”, falou Sly.

‘Bailarina’: Keanu Reeves RETORNA como John Wick no filme derivado

Segundo o ColliderKeanu Reeves está em Praga e irá reprisar seu papel como John Wick no filme derivado Bailarina, estrelado por Ana de Armas.

Ainda não se sabe se Reeves terá apenas uma participação no longa-metragem ou se ele terá papel mais proeminente na história.

Há a expectativa da produção começar em breve.

 

 

 

Lembrando que Len Wiseman (‘Anjos da Noite’) irá dirigir o filme, enquanto Shay Hatten (‘John Wick 3: Parabellum’) fez a versão preliminar do roteiro.

Já ‘John Wick 4‘ tem estreia marcada para 24 de março de 2023. ‘John Wick 5‘ seria gravado ao mesmo tempo que o 4, mas a pandemia impediu o desenvolvimento dos dois filmes, então a equipe optou por fazer apenas um deles. Agora só nos resta para saber se a sequência deixará um gancho para novas histórias.

Fique ligado para mais informações!

‘Rick e Morty’: 2ª parte da 6ª temporada ganha trailer OFICIAL; Confira!

Adult Stim divulgou o trailer oficial dos episódios finais da 6ª temporada de ‘Rick e Morty’.

Os próximos capítulos chegam à HBO Max Brasil no dia 21 de novembro, um dia depois da exibição nos Estados Unidos.

Confira:

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

Confira a sinopse oficial:

“Rick e Morty estão de volta! Começando logo após o final da quinta temporada, a situação está complicada. Será que eles conseguirão partir em novas aventuras? Ou eles serão engolidos por um oceano de mijo? Quem sabe?! Mijo! Família! Intriga! Um monte de dinossauros! Mais mijo! Será mais uma temporada inesquecível da sua série favorita!”

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Ryan Reynolds e Will Ferrell fazem ALERTA sobre seu vindouro musical natalino; Confira!

Intitulado ‘Spirited – Um Conto Natalino‘, o musical estrelado por Ryan ReynoldsWill Ferrell chega ao catálogo da pple TV+ em 18 de novembro e as estrelas gravaram uma ‘mensagem de alerta’ para o público.

O projeto é baseado em Um Conto de Natal, clássica história assinada por Charles Dickens e traz Reynolds como Briggs, um personagem rabugento ao melhor estilo Scrooge, personagem que odeia o Natal.

No entanto, Briggs vai passar por uma transformação ao se encontrar com o espírito do Natal Presente (Ferrell).

No vídeo, Reynolds questiona: “Você tem alguma ideia de como é estar em um filme de Natal de Will Ferrell que não é ‘Um Duende em Nova York‘?”

“Bem, sim. Eu estava lá quando filmamos”, responde Ferrell. “Eu não acho que eles estão esperando algo do tipo Um Duende em Nova York‘.”

Enquanto discutem, Ferrell faz o alerta:

“Bom não é [leve] como Um Duende em Nova York‘, mas também não é [pesado] como ‘Deadpool‘. É um musical, é engraçado.”

Confira, junto com o trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco também conta com Octavia Spencer (‘Histórias Cruzadas’, ‘Estrelas Além do Tempo’, ‘Ma’) e Sunita Mani (‘Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo’, ‘Glow’).

Confira as fotos:

Sean AndersJohn Morris, dupla responsável pela franquia Pai em Dose Dupla, ficam responsáveis pela direção e pelo roteiro. Anders também entra como diretor. 

O conto, publicado originalmente em 1843, é ambientado na cidade de Londres às vésperas do Natal e gira em torno do ranzinza Ebenezer Scrooge, um magnata sovina e solitário que não vê razão para tanta alegria. Nessa mesma noite, ele recebe a visita fantasmagórica de seu antigo sócio, Marley, que se arrependeu no pós-morte de ter passado a vida apenas atrás de dinheiro e, por isso, resolve levar Scrooge em uma viagem inesquecível para tentar salvá-lo enquanto há tempo.

Um Conto de Natal já foi adaptado diversas vezes para o cinema, com a mais recente releitura trazendo Jim Carrey como o personagem principal da animação Os Fantasmas de Scrooge (2009).

Reynolds é conhecido por seu papel na franquia Deadpool. Seus últimos projetos incluíram Detetive Pikachu e o spin-off Hobbs & Shaw. Ferrell, por sua vez, ganhou notoriedade por sua participação no programa Saturday Night Live e, desde então, participou de projetos como Austin PowersO Âncora.

‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ conquista 93% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 95 críticas publicadas até o momento, a aguardada sequência ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

O consenso geral é que, apesar de não conseguir superar o primeiro filme, o longa emociona e se diferencia das outras produções da Marvel ao abordar temas como luto e superação.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Com reflexões sobre a perda pessoal e o orgulho das nações, ‘Pantera Negra 2’ é um épico incrível, cuja maturidade temática e narrativa eleva o gênero de super-heróis a novas alturas.” (Inverse)

“Há muitas coisas admiráveis nesse filme, principalmente o cuidado com o detalhes, mas muitos irão sentir falta da energia do primeiro filme.” (Vanity Fair)

“Você assiste ‘Pantera Negra 2’ pensando no filme que nunca foi feito, na história que nunca foi finalizada e na vida que se foi cedo demais.” (Seattle Times)

“É incrível como os pontos mais fortes do primeiro ‘Pantera Negra’ e sua sequência são quando suas histórias ignoram as obrigações de suas franquias [no universo da Marvel].” (Los Angeles Times)

“‘Pantera Negra 2’ é um filme sobre luto e superação. Não é tão bom quanto o primeiro, mas é a direção certa.” (Arizona Republic)

“Apesar de ser barulhento como qualquer filme de super-herói, ‘Pantera Negra 2’ é sincero e entrega um drama efetivo – um dos melhores da Marvel.” (Observer)

O longa será lançado nos cinemas nacionais na quinta-feira, dia 10 de novembro.

Confira o trailer:

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Diretor do remake de ‘Suspiria’ quer fazer versão “MUITO ASSUSTADORA” de ‘A Múmia’

O aclamado cineasta italiano Luca Guadagnino (‘Chama-me Pelo Teu Nome’), revelou numa entrevista entrevista recente ao site Collider, que gostaria de fazer um remake “muito assustador” de ‘A Múmia‘ (1932) da Universal Pictures.

Sobre isso, a informação surgiu durante a entrevista sobre o mais recente trabalho de Guadagnino, o drama romântico de terror canibal ‘Ossos e Tudo‘, protagonizado por Timothée Chalamet e Taylor Russell.

Como sabemos, Guadagnino dirigiu a hipnotizante nova versão de ‘Suspiria‘, lançada em 2018, Nemiroff perguntou ao italiano qual o clássico de terror que mais gostaria de refazer, uma questão que despertou muito entusiasmo e a vontade da melhor resposta possível.

“Oh meu Deus. Essa é uma pergunta incrível para a qual não me preparei. Oh meu Deus, o que devo fazer? Acho que seria incrível fazer algo sobre ‘A Múmia, falou o diretor.

“É um corpo podre em ligaduras podres, então o que está dentro é tão interessante quanto o que está fora”. Enquanto o remake de 1999 e o filme de 2017 encabeçado por Tom Cruise seguiram a rota de ação e aventura, Guadagnino preferiria apoiar-se no conceito do horror”, comentou quando foi questionado da escolha.

E você, aprovaria uma versão aterrorizante de ‘A Múmia‘?

‘Adão Negro’ | Saiba Quais Atores QUASE Estiveram na Superprodução que já é um dos maiores sucessos do ano

Como anunciado pelo astro Dwayne ‘The Rock’ Johnson, a “hierarquia de poder” realmente mudou. Mas não apenas dentre os personagens do universo DC nas telonas, e sim dentre os filmes mais bem-sucedidos nas bilheterias no ano de 2022. Tendo estreado entre os dias 19 e 21 de outubro em diversos países pelo mundo, como EUA, Brasil e Europa, Adão Negro está há menos de 3 semanas em cartaz nos cinemas, mas foi o suficiente para se tornar o 11º filme mais lucrativo de 2022. Graças ao carinho dos fãs, como não cansa de proferir o astro e intérprete do personagem título. É seguro dizer que o blockbuster ainda tem uma longa trajetória de sucesso e em breve seus números devem subir, com a promessa de desbancar alguns dos populares filmes do início do ano, como Uncharted – Fora do Mapa, Sonic 2 e Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore.

Esse sucesso junto ao público indiscutivelmente abriu caminho para mais inserções do personagem anti-herói no cinema, quem sabe o juntando em um único filme com heróis emblemáticos como Shazam e o Superman. Tudo o que precisou foi 15 anos de desenvolvimento. Isso mesmo, Adão Negro havia recebido sinal verde em 2007 e ficou todo esse tempo passando pelas mais variadas formas, até finalmente se tornar o filme que temos hoje nos cinemas. Com um orçamento de US$195 milhões, o filme arrecadou US$319.6 milhões mundiais nestas primeiras duas semanas e tem fome de “poder”, almejando escalar ainda mais. Neste período de 15 anos muita coisa aconteceu, mas uma certeza era imutável: Dwayne Johnson seria o personagem no cinema! Por outro lado, praticamente todos os outros personagens teriam caras diferentes das que terminaram recebendo.

Pensando nisso, trazemos aqui nesta nova matéria os atores que quase contracenaram com The Rock e fizeram parte de Adão Negro. Confira.

Liam Neeson

Essa é batata! Afinal, precisamos levar em conta que o agora astro da ação Liam Nesson protagonizou nada menos do que quatro filmes do gênero dirigidos por Jaume Collet-Serra, que calha também de ser o comandante de Adão Negro. Os filmes em parceria da dupla foram: Desconhecido (2011), Sem Escalas (2014), Noite Sem Fim (2015) e O Passageiro (2018). Dessa forma, o grandalhão irlandês por pouco não esteve em Adão Negro. Mas calma, ele não seria o personagem título, é claro, e sim era cotado para viver o mais apropriado Senhor Destino, álter-ego de Kent Nelson, papel que terminou nas mãos do eterno 007, Pierce Brosnan. Já imaginou como seria ver os astros da ação Liam Neeson e Dwayne Johnson juntos?

Armie Hammer

Persona non grata em Hollywood após inúmeras denúncias de violência, abusos, estupros e até mesmo atos de canibalismo nos últimos anos contra variadas mulheres, o então promissor Armie Hammer talvez nunca mais consiga se erguer e desista para sempre da carreira como ator. Realmente é muito difícil voltar depois disso. Hammer colecionava em sua breve carreira sucessos até mesmo indicados ao Oscar, como A Rede Social (2010) e Me Chame Pelo Seu Nome (2017). Seu último filme lançado foi Morte no Nilo, que estava pronto desde 2020, mas estreou somente no início deste ano. Antes desta bomba explodir para o ator, ele era considerado para o papel do Gavião Negro no blockbuster da Warner, papel que terminou nas mãos de Aldis Hodge. Curiosamente, Hammer quase viveu outro herói bem famoso do mesmo universo: Batman, no cancelado filme da Liga da Justiça, de George Miller.

Alexander Skarsgard

Em filmes como A Lenda de Tarzan (2016) e o recente O Homem do Norte (2022), o ator Alexander Skarsgard pôde mostrar seu físico avantajado e fazer uso dele como um bom protagonista de cenas de ação. Justamente por isso, o ator foi um dos finalistas para o papel do Gavião Negro, um herói alado da DC que originalmente exibe bastante de seus músculos, em especial na parte de cima do corpo. Tanto Skarsgard quanto Hammer, no entanto, se encaixariam de uma forma mais tradicional no personagem, um homem branco nos quadrinhos. A opção dos realizadores foi por um Gavião Negro nas formas de um homem negro, Aldis Hodge.

Dacre Montgomery

O ano de 2017 serviria como divisor de águas na carreira do jovem australiano Dacre Montgomery, de 27 anos. Isso porque foi há exatos cinco anos que o ator descolava o papel do personagem trágico Billy no maior sucesso da TV na atualidade, a série teen de terror e ficção Stranger Things. Tendo começado o programa como violãozinho odiado, o irmão de Max era um rebelde puro rock n roll, que dividia seu tempo entre atormentar os garotos, trabalhar como salva-vidas na piscina e seduzir mulheres casadas e mais velhas. Ele permaneceu na série por duas temporadas, até precisar se provar um herói, dando a vida para salvar o dia. No mesmo ano de sua estreia no personagem, ele abocanhava também o papel de Jason, o protagonista e líder da equipe, no subestimado e ótimo reboot de Power Rangers no cinema. Fora isso, esteve esse ano em Elvis, e foi um dos finalistas para o papel do herói Esmaga Átomo em Adão Negro, que ficou com Noah Centineo.

Jacob Elordi

Por falar em Noah Centineo, o ator é conhecido por ser o queridinho das adolescentes e novo “muso” da Netflix. Tudo isso por ter participado de algumas comédias românticas adolescentes da casa, vide O Encontro Perfeito, Sierra Burgess é uma Loser e a trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei. Como sabemos, Centineo – que quase foi o He-Man num reboot – terminou com o papel de Al Rothstein, identidade secreta do gigante Esmaga Átomo. Mas um colega de Centineo dos filmes adolescentes da Netflix, e também um crush da garotada da nova geração, foi considerado para o mesmo papel, chegando muito perto de ficar com ele. Trata-se de Jacob Elordi, o Noah da trilogia A Barraca do Beijo. O ator não ficou com o papel, mas os que quiserem vê-lo atuando de verdade em papeis mais sérios podem conferi-lo em Águas Profundas e, claro, na série Euphoria, onde vive o canalha sociopata Nate e atua ao lado de Zendaya. Elordi também será Elvis no filme Priscilla, de Sofia Coppola.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Em 2018, a Marvel Studios lançava um de seus melhores títulos – o incrível e aclamado Pantera Negra. Além de se configurar como uma das grandes produções da companhia, o título também ganhou reconhecimento internacional pelas importantes questões que trouxe à tona, incluindo um elenco de peso que destilou representatividade, guiado pela tour-de-force do saudoso Chadwick Boseman como T’Challa. Agora, quatro anos depois, está na hora de retornarmos para esse universo absolutamente incrível com o vindouro Pantera Negra: Wakanda para Sempre.

Trazendo Ryan Coogler de volta à cadeira de direção, a trama já se inicia com uma potente sequência que anuncia a trágica morte de T’Challa (uma saída tocante encontrada pelos realizadores após o precoce falecimento de Boseman), impulsionando a Rainha Ramonda (interpretada pela sempre impecável Angela Bassett) e a Princesa Shuri (Letitia Wright) a reorganizarem tanto o reino de Wakanda quanto a visão de mundo – visto que devem lidar com a pungência de um luto desmedido e com o fato de que pessoas dependem de sua liderança. Nesse quesito, o longa trata essa dor da perda de forma muito cândida, colocando em xeque a crença espiritual de Ramonda contra a mente calculista e factial de Shuri – mostrando que cada uma lida à sua própria maneira e enfrentam as consequências do modo que as convêm.

Mas isso não é tudo: além do sólido impacto que a morte de T’Challa emplaca, um outro problema surge no horizonte. Diferente do que todos pensavam, o valioso metal conhecido como vibranium não era característico apenas em Wakanda, mas sim em um mundo submarino conhecido como Talocan, que é um reduto da mesma substância. Ainda que as grandes potências do planeta não tenham descoberto a localização desse novo reino, o divinal soberano Namor (Tenoch Huerta) se vê obrigado a realizar uma ofensiva contra aqueles que escavam o fundo do mar, pedindo a ajuda dos wakandanos para proteger Talokan, seus habitantes e toda a cultura que lutam para manterem viva. E de que forma eles podem ajudar? Encontrando o paradeiro da jovem cientista que criou a tecnologia que detecta o uso do vibranium, Riri Williams (Dominique Thorne), que futuramente ficaria conhecida como Coração de Ferro.

É claro que as coisas não são tão simples como parecem e o embate entre Wakanda e Talokan se concretiza e dá início a uma batalha pincelada com coreografias incríveis que ofuscam os pontuais problemas de efeitos visuais (algo já recorrente no MCU há algum tempo). Mais do que isso, a certeira direção de Coogler é um deleite para os olhos e permite que a produção não seja apenas uma ótima e instigante aventura, mas um amoroso tributo a Boseman, cujo legado permite que a obra ganhe camadas de profundidade e humanidade de tirar o fôlego. De fato, as quase três horas do filme passam em um piscar de olhos, refletindo a capacidade do compente time em nos manter vidrados do começo ao fim.

Além dos visuais, os obstáculos se estendem para uma insistente previsibilidade em certos diálogos, que são antecipados até mesmo pelo público não-aficionado pelo universo Marvel. Porém, tais deslizes também são varridos para debaixo do tapete pelas assustadoras performances do elenco protagonista e coadjuvante. Wright é a verdadeira protagonista e aproveita o longa anterior para pegar elementos emprestados da complexa configuração de T’Challa, inclusive numa cena-chave que lhe arremessa para um arco misto de vingança, redenção e perdão; Bassett volta a nos encantar como Ramonda, reafirmando seu icônico status no cenário do entretenimento; Thorne e Huerta fazem uma impecável estreia no MCU e servem como contraponto um do outro, ainda que quase não dividam as cenas; e Danai Gurira nos rouba a atenção ao reprisar o papel de Okoye, general das Dora Milaje.

Um dos emblemáticos aspectos de Pantera Negraé o respeito com que trata as raízes africanas que inspiram as engrenagens de Wakanda – e isso não seria diferente no segundo capítulo da franquia. A irretocável trilha sonora de Ludwig Göransson pode lhe render mais uma indicação ao Oscar, sabendo como ditar a atmosfera de qualquer sequência através de instrumentos inusitados, como a sutil presença do cajón e dos atabaques; a fotografia de Autumn Durald Arkapaw glorifica o conflito imagético entre Wakanda e Talokan, contrastando o misticismo submarino e a imponência terrestre; e, para completar, temos um resgate da cultura mesoamericana que funciona em boa parte da produção – mas não podemos deixar de sentir um gostinho agridoce por essa parte não ser mais explorada do que deveria.

Pantera Negra: Wakanda para Sempre é uma ótima e refrescante adição ao MCU, principalmente depois de recentes títulos duvidosos. Ainda que não tenha o mesmo peso de seu predecessor, o longa nos envolve ao celebrar o poder saudosista da memória e dos entes que já se foram – nos relembrando de que, mesmo caindo, conseguimos nos levantar mais fortes e prontos para voltar ao campo de guerra.

Disney e Sony estão BRIGANDO pelos direitos de dois personagens do Homem-Aranha

No livro ‘Great Power: How Spider-Man Conquered Hollywood During The Golden Age of Blockbusters‘, segundo Sean O’Connell, os estúdios da Marvel Studios e da Sony Pictures estão brigando pelos direitos de dois personagens do universo do Homem-Aranha, que são o Rei do Crime e a Mulher-Aranha.

O Rei do Crime realmente é conhecido como o vilão do Spider, mas recentemente, se tornou mais associado ao Demolidor, ficando conhecido mundialmente pela série. Fora a série do ‘Gavião Negro‘, Rei do Crime está confirmado em ‘Eco‘ e ‘Daredevil: Born Again‘, do Disney+.

Lembrando que a Fox utilizou Fisk no live-action ‘Demolidor: Homem sem Medo‘ (2003), interpretado na ocasião por Michael Clarke Duncan, hoje saudoso.

Já a Mulher-Aranha ainda não recebeu uma adaptação na tela grande, embora um filme esteja em desenvolvimento há algum tempo na Sony, com Olivia Wilde na direção. A heroína, no entanto, aparecerá em ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘, com a voz de Issa Rae.

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Anteriormente, sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

‘Deadpool 3’: Ryan Reynolds revela QUANDO as gravações serão iniciadas

Deadpool 3‘ está programado para chegar aos cinemas em novembro de 2024 e, embora isso pareça muito distante, a produção do filme vai começar em breve.

Durante uma entrevista para a rádio SiriusXM, Reynolds revelou que as filmagens serão iniciadas antes do próximo verão norte-americano, que acontece entre junho e agosto.

Apesar do astro não mencionar uma data específica, é possível que as câmeras comecem a rodar até o fim do primeiro trimestre de 2023.

“A produção deve começar esperançosamente pouco antes do próximo verão”, disse Reynolds. “Mas a filmagem é a parte curta e mais fácil. As partes mais trabalhosas são a preparação e a escrita. A filmagem é rápida e então você tem o processo de edição, é aí que o filme realmente é feito.”

Vale lembrar que o longa vai contar com o retorno de Hugh Jackman como Wolverine, papel que desempenhou pela última vez em ‘Logan’, dirigido por James Mangold em 2017.

Em entrevista ao Collider, Reynolds disse que foi o próprio Jackman que entrou em contato para falar do seu desejo de reviver o personagem.

“Meu primeiro encontro com Kevin Feige foi quando a Disney comprou a Fox, e era sobre fazer um filme com nós dois, Deadpool e Wolverine, mas isso não era possível na época. Então, Hugh simplesmente ligou no momento perfeito para dizer que estava interessado em voltar como Logan”, revelou.

“Ele demonstrou interesse em voltar, então o meu trabalho foi apenas levar isso para o Kevin Feige”, contou.

Veja a entrevista na íntegra em inglês:

Deadpool 3‘ terá direção de Shawn Levy (‘Stranger Things’) e roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

Cleo vive romance proibido no trailer da comédia ‘O Amor Dá Voltas’; Confira!

A Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer da comédia nacional ‘O Amor Dá Voltas‘.

Confira:

Marcos Bernstein (‘O Outro Lado da Rua’) é responsável pela direção.

André (Igor Angelkorte) é um jovem médico que, ao retornar ao Brasil após mais de um ano cuidando de doentes e feridos num acampamento da Médicos Sem Fronteiras, descobre que havia trocado cartas de amor não com sua namorada, Beta (Juliana Didone), mas, sim, com a irmã dela, Dani (Cleo). Enquanto passam por encontros e desencontros amorosos, eles tentam esclarecer o mal entendido e buscar novos caminhos para suas vidas.

O longa está programado para ser lançado nos cinemas no dia 22 de dezembro.

‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ deve arrecadar US$ 365 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, a sequência ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ deve dominar os cinemas mundialmente, com uma sólida estreia global em torno de US$ 365 milhões.

Para termos de comparação, os números representam a terceira maior estreia pós-pandemia, atrás apenas de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ ($568M) e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ ($429M).

Nos EUA, o longa deve arrecadar entre $175M-$185 milhões durante o primeiro final de semana.

O site ainda afirma que ‘Pantera Negra 2‘ deve reinar absoluto nos cinemas por um longo período, tendo a chance de barrar a animação da Pixar, ‘Mundo Estranho‘, que estreará durante o Dia de Ação de Graças no território norte-americano.

Sucesso entre os críticos, ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

O consenso geral é que, apesar de não conseguir superar o primeiro filme, o longa emociona e se diferencia das outras produções da Marvel ao abordar temas como luto e superação.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Com reflexões sobre a perda pessoal e o orgulho das nações, ‘Pantera Negra 2’ é um épico incrível, cuja maturidade temática e narrativa eleva o gênero de super-heróis a novas alturas.” (Inverse)

“Há muitas coisas admiráveis nesse filme, principalmente o cuidado com o detalhes, mas muitos irão sentir falta da energia do primeiro filme.” (Vanity Fair)

“Você assiste ‘Pantera Negra 2’ pensando no filme que nunca foi feito, na história que nunca foi finalizada e na vida que se foi cedo demais.” (Seattle Times)

“É incrível como os pontos mais fortes do primeiro ‘Pantera Negra’ e sua sequência são quando suas histórias ignoram as obrigações de suas franquias [no universo da Marvel].” (Los Angeles Times)

“‘Pantera Negra 2’ é um filme sobre luto e superação. Não é tão bom quanto o primeiro, mas é a direção certa.” (Arizona Republic)

“Apesar de ser barulhento como qualquer filme de super-herói, ‘Pantera Negra 2’ é sincero e entrega um drama efetivo – um dos melhores da Marvel.” (Observer)

O longa será lançado nos cinemas nacionais na quinta-feira, dia 10 de novembro.

Confira o trailer:

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Batman pode fazer participação especial em filme do Besouro Azul; Entenda!

Os fãs do Batman a essa altura podem comemorar, pois o morcego deve aparecer em nada mais, nada menos que até três filmes do universo DC que serão lançados no próximo ano.

Isso porque, além de ‘The Flash‘ e ‘Aquaman 2‘, o Cruzado Encapuzado pode dar as caras no filme do Besouro Azul.

O ator ator George Lopez, em conversa recente com o podcast The Byron Scott, revelou que o Batman deve fazer uma participação no filme estrelado por Xolo Mariduena: “Acho que o Batman está no nosso filme”.

Contudo, o ator não deu mais detalhes, já que trata-se de rumor, porém, se isso se confirmar, fica a dúvida de quem estará no filme, se é Ben Affleck ou Michael Keaton.

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo estão confirmados no elenco principal.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) dirige, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).