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‘Mulher-Hulk’: Novas artes conceituais mostram detalhes de Demolidor e Jen Walters

Ryan Meinerding, designer de personagens de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, divulgou algumas artes conceituais que mostram e detalham o design da protagonista interpretada por Tatiana Maslany e do Demolidor vivido por Charlie Cox.

Meinerding, que também é diretor criativo e chefe de desenvolvimento visual da Marvel Studios, liberou as fotos que fizeram antes da produção da série.

Confira:

Lembrando que todos os episódios de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ continuam disponíveis na Disney+.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

‘Indiana Jones 5’: Mads Mikkelsen surge com visual de Voller em nova imagem revelada

Foram reveladas algumas imagens de Harrison Ford em ‘Indiana Jones 5‘, dessa vez o ator Mads Mikkelsen (‘007: Cassino Royale’) foi quem ganhou destaque em uma nova foto divulgado pela revista Empire neste sábado (19), como o vilão da trama.

O astro dinamarquês apareceu pela primeira vez como Voller, que antagonizará o quinto filme da franquia.

Abaixo você confere:

Veja as imagens anteriores reveladas:

Mangold negou totalmente as especulações envolvendo exibições teste supostamente “ruins” ou mesmo “desastrosas”, como disseram.

Na verdade, segundo cineasta, nenhuma foi realizada até agora, vale dizer.

“Não. Não houve nenhuma exibição teste até agora”, falou Mangold no Twitter.

Ele rebateu um fã que disse: “Mas não é verdade! Então não é horrível!”.

Lembrando que a nova aventura chega aos cinemas em 30 de junho de 2023.

O elenco traz também Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Boyd Holbrook (‘Logan’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

Lembrando que Steven Spielberg decidiu passar o manto para um cineasta mais jovem, a fim de trazer uma perspectiva renovada ao personagem. Dessa forma, James Mangold comanda o novo capítulo da franquia.

John Williams retorna para a trilha sonora, tendo atuado como compositor em todos os filmes anteriores.

Após quase dois anos juntos, Harry Styles e Olivia Wilde estão “dando um tempo”

De acordo com a People, Harry Styles e Olivia Wilde estão supostamente “dando um tempo” em seu relacionamento, depois de quase dois anos juntos.

A notícia foi confirmada por várias fontes, dizendo que a decisão foi tomada amigavelmente por ambos, principalmente por conta da agenda lotada de Styles, que está viajando pelo mundo com a sua turnê musical, ‘Love on Tour‘.

A decisão ocorre apenas alguns dias depois que Wilde e seus filhos foram vistos no show de Styles em Los Angeles, realizado no último dia 15.

Como afirma um amigo citado na matéria:

“No momento, eles têm prioridades diferentes que os mantêm separados. Ele ainda está em turnê e agora está indo para o exterior. Ela está se concentrando nos filhos e no trabalho em Los Angeles. É uma decisão muito amigável.”

Outra fonte garante que:

“Eles ainda são amigos muito próximos.”

O casal começou a se relacionar publicamente em janeiro de 2021, em meio à produção do filme ‘Não se preocupe, querida‘, estrelado por Styles e dirigido por Wilde.

Lembrando que o suspense também conta com Florence Pugh (‘Viúva Negra’) e já está disponível na HBO Max.

Na trama, Alice é a dona de casa perfeita, vivendo numa comunidade utópica no deserto da Califórnia, junto com o seu marido Jack. Escondendo suas frustrações, ela acaba fazendo uma descoberta perturbadora que a faz questionar sua realidade “impecável”.

Relembre o trailer:

Olivia Wilde (‘Fora de Série’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Chris Pine, Gemma Chan, KiKi Layne, Nick Kroll, Sydney Chandler e Kate Berlant.

Crítica | Baran bo Odar e Jantje Friese estão de volta com o insano suspense sci-fi de ‘1899’

Em 2017, Baran bo Odar e Jantje Friese apresentavam ao mundo a uma das séries mais complexas e elogiadas da Netflix – o drama de ficção científica Dark, uma celebração de todas as histórias clássicas do gênero que fala, essencialmente, sobre teorias de conspiração do tempo e da existência de caminhos que conectam o passado, o presente e o futuro. Cinco anos mais tarde, a dupla retorna para o cenário mainstream com o aguardado lançamento de 1899, uma produção que parte de princípio similar e que, apesar dos erros aparentes, é uma instigante construção liderada por um elenco de peso e por uma reviravolta chocante que rema contra tudo o que esperávamos.

Com poucos materiais promocionais, a temporada de estreia é ambientada no final do século XIX e gira em torno de um grupo de passageiros a bordo do Kerberos, todos indo em direção à Nova York para começarem uma vida nova. Dentre as várias pessoas almejando conquistar o que sempre quiseram, temos Maura Henriette (Emily Beecham), uma das primeiras médicas do Reino Unido cuja especialização em neurologia a leva a cruzar o oceano e a tentar descobrir o que aconteceu com o irmão, que sumiu misteriosamente em um outro navio chamado Prometheus; o capitão Eyk Larsen (Andreas Piestchmann), cujos traumas o levam a tomar decisões impróprias em prol da tripulação dos passageiros; Ángel (Miguel Bernardeau), um jovem espanhol rico que viaja com Ramiro (José Pimentão), ambos escondendo um segredo que pode destruir sua reputação; Ling Yi (Isabella Wei), uma misteriosa mulher da China que posa como membro da burguesia japonesa para chegar às Américas; e vários outros.

Apesar dos problemas pessoais que enfrentam logo no episódio de abertura, as coisas ficam ainda mais complicadas quando eles cruzam caminho com o Prometheus e Eyk, acompanhado de uma força-tarefa formada por Maura, Franz (Isaak Dentler), Jérôme (Yann Gael) e mais, resolve investigar o que aconteceu – apenas para descobrir que cada membro da tripulação simplesmente desapareceu e não deixou nada para trás. Isto é, com exceção de um menino (Fflyn Edwards) que é resgatado e levado de volta para o Kerberos. É a partir daí que eventos bizarros começam a acontecer, desde uma neblina indesvendável que os impede de prosseguir viagem a uma quieta doença que dizima um a um até que que ninguém fique vivo.

Considerando que essa é uma incursão de Odar e Friese, as explicações não apareceriam como um passe de mágica, mas fariam parte de uma profunda análise antropológica subsidiada em temas como luta de classes, traumas psicológicos e uma necessidade de independência autodestrutiva. A principal chave do enredo é Maura, que sente uma conexão anfigúrica com o menino e com um homem chamado Daniel (Aneurin Barnard), que subiu ao navio e se metamorfoseou como um dos passageiros acreditando que ninguém perceberia sua presença agourenta atravessando os corredores. Mas Maura rouba os holofotes ao se envolver cada vez mais uma espécie de conspiração que a leva a perceber que o pai, Henry (Anton Lesser), é o responsável por aquela inescapável prisão em alto-mar.

Os oito capítulos são delineados como forma de dar destaque aos protagonistas em uma solenidade multilinguística que perpassa as várias culturas espalhadas pelo planeta; todavia, o aparente obstáculo que posa entre os personagens é logo varrido para debaixo do tapete: todos estão no mesmo barco (sem querer fazer um trocadilho) e comungam de uma experiência tirada de um pesadelo, de onde não conseguem fugir, não importa o quanto tentem. A majestosa configuração do transatlântico é diminuída a um claustrofóbico labirinto que os leva de lugar nenhum a nenhum lugar, como se estivessem encarcerados em um sádico estudo de um criador vingativo e sem amor. Não é surpresa que essa compreensão seja a centelha que explode um barril de pólvora de ressentimentos e que coloca todos em risco iminente.

Friese e Odar não apenas se jogam de cabeça em uma aterrorizante aventura sci-fi, como também tentam equilibrar drama, ação e romance em uma epopeia que celebra a liberdade e a vida. Entretanto, é necessário comentar acerca dos deslizes técnicos e artísticos que se espalham pelos episódios – como a duvidosa escolha da trilha sonora e algumas sequências descartáveis que só existem para preencher eventuais buracos do roteiro e dar uma falsa sensação de ritmo contínuo. Não obstante os equívocos, o resultado é bastante positivo e nos prepara para uma segunda temporada que deve trazer algumas respostas (ainda mais com um finale que mais nos confunde do que fornece explanações).

1899 pode não ser uma série perfeita, mas cumpre com o prometido e tem plena ciência de como conduzir os espectadores em uma das incursões mais insanas do ano. O principal elemento de que ela se usufrui é o elenco, que entrega performances impecáveis, e de uma cultivação da angústia que nos deixa à beira de um ataque de pânico – e que nos faz criar diversas teorias sobre o que o futuro aguarda.

DELICIOSA! Primeira novela de comédia romântica da Netflix surpreende e se torna a MAIS VISTA do streaming

Nós, brasileiros, a-do-ra-mos uma novela. São gerações e gerações que cresceram vendo e ouvindo novelas, fosse nas rádios, fosse na TV aberta. Gostamos daquelas mais dramatizadas, com personagens sofrendo ao ponto de fazer a cidade (ou o país) inteiro parar pra ver o que está acontecendo, mas também gostamos – e muito! – daquelas mais pastelão, com atuações teatrais e histórias tão clichês, mas tão clichês, que parecem ser as mesmas sempre. Nesse último quesito, os maiores destaques foram as clássicas novelas mexicanas, que, entre os anos 1980 e 2000, encantaram os espectadores brasileiros com protagonistas mulheres fortes e vingativas. E como ainda somos bastante fãs desse tipo de entretenimento, não é à toa que produções similares façam sucesso hoje em dia, como tem ocorrido com ‘Até Que o Dinheiro nos Separe, novela colombiana que desde sua estreia figura no Top 10 de séries da Netflix.

Alejandra Maldonado (Carmen Villalobos) é uma mulher de negócios extremamente bem-sucedida. Gerente de vendas de uma empresa de automóveis, sua vida é trabalhar, trabalhar e trabalhar, pois quanto mais vende, mais comissão ganha, e, consequentemente, consegue manter seu padrão de vida luxuoso. Razão pela qual ela encoraja sua equipe a vender cada vez mais. Como está prestes a se casar com Luciano Velenzuela (Gregorio Pernía), Alejandra, que nunca teve um negócio mal feito, aposta todas as suas fichas na venda de 20 caminhões para uma companhia, fechando um grande negócio para sua firma. Porém, a caminho da assinatura do termo de compromisso, ela sofre um acidente ao bater seu carro com o de Rafael (Sebastian Martínez), um endividado vendedor de artigos falsos e de procedência duvidosa, que, mesmo precisando fazer uma entrega de bebidas a um amigo para receber uma grana para pagar a mensalidade da faculdade da irmã, Mileninha (Stephania Duque), deixa tudo de lado para salvar a vida de Alejandra e levá-la ao hospital. Porém, para não admitir a culpa do acidente, Rafael finge ser marido da vítima, e a confusão está armada quando Luciano, o verdadeiro noivo da moça, aparece no hospital.

Dividido em 85 episódios com cerca de uma hora de duração (o que daria, na prática, uma novela de quatro meses e meio de duração mais ou menos), ‘Até Que o Dinheiro nos Separe’ mistura personagens e núcleos bem caricatos para construir o embate entre universo rico versus universo pobre, e mostrar o que há de bom em cada um deles de modo a levar os protagonistas para fora de suas bolhas. Se por um lado Rafael tem um quê de Lin-Manuel Miranda em ‘Em Um Bairro em Nova York’ (o simpático vendedor amigo de todos), bastante comum nos núcleos populares das novelas globais, por outro temos a Alejandra meio Elon Musk, com olhos focados no dinheiro mas, no fundo, uma boba inocente crente no amor. Da química entre os dois é que sai as melhores sacadas do roteiro de Andrés Burgo.

Ainda que demore a engrenar, a novelinha de comédia romântica tem seus pontos altos e garante boas gargalhadas para quem apenas quer ver algo leve e se entreter depois de um dia pesado de trabalho ou de estudos. Tipo de programa pra ir vendo aos poucos, sem necessidade de maratonar, que propõe diversão com chuva de clichês, às quais crescemos acostumados a consumir nos horários nobre da TV.

Com Música de Taylor Swift, Drama da ‘Juma Marruá’ dos EUA faz SUCESSO na HBO Max

É unânime: a novela ‘Pantanal’ se tornou um dos maiores sucessos da Rede Globo, mesmo sendo uma adaptação de uma versão anterior. São muitos os personagens que fazem a cabeça do povo: o peão Trindade e seu pacto com o cramulhão, a Maria Bruaca e força feminina para dar um basta à violência doméstica, e, claro, Juma Marruá, a mulher que vira onça e não leva desaforo pra casa. A bem da verdade é que se sairmos dos centros urbanos e adentrarmos no interior dos países, encontramos muitas Jumas espalhadas por aí, vivendo e sobrevivendo, apesar do mundo. E a história de uma dessas ‘Jumas’ é o filme ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’, que estreou fazendo sucesso na HBO Max.

Assista ao trailer:

Na década de 1950, na pacata Barkley Cove, rodeada por pântanos por todos os lados, vive a família Clark. Eles moram numa casa isolada às margens do brejo e longe da cidade. O pai, (Garret Dillahunt) é um cara violento e começa a agredir a família. Então, a mãe (Ahna O’Reilly) decide ir embora, e, aos poucos, todos os outros três filhos também vão embora, exceto Kya Clark (Jojo Regina). Com o passar do tempo, também o pai parte, e a pequena fica completamente só, vendo-se obrigada a ter que aprender a se virar. É nessa época que conhece o pequeno Tate (Luke David Blumm) e o casal Mabel (Michael Hyatt) e Pulinho (Sterling Macer Jr.), donos da mercearia. Assim se passam mais de dez anos na vida de Kya (Daisy Edgar-Jones), isolada do convívio social, tornando-se uma espécie de lenda local na cidade, chamada de “A Garota do Brejo”. Tudo ia bem na vida da jovem, até um homicídio ocorrer na cidade e a polícia local culpá-la do ocorrido.

Um Lugar Bem Longe Daqui’ é desses filmes deliciosos que você nem vê o tempo passar, tamanha a desenvoltura do roteiro de Lucy Alibar, construindo cenas envolventes que costuram o enredo de maneira muito competente, desenvolvendo os personagens e a história no tempo certo. Ajuda muito, claro, o fato de a história ser baseada no livro de Delia Owens (lançado no Brasil pela editora Intrínseca), e do livro ter participado do clube do livro da Reese Witherspoon, que é a produtora executiva do longa. Ainda bem, pois o empenho da atriz em tornar esse projeto realidade fez toda a diferença para que a história ganhasse o apoio necessário.

E é mesmo uma história muito emocionante, que merecia ganhar as telonas. A direção de Olivia Newman emprega sentimento em cada sequência, tirando o melhor do seu elenco que imprime os sentimentos certos para que o espectador tenha muito claro de quem deve gostar. As tomadas aéreas na natureza, explorando as sombras e as luzes, o movimento dos animais, tudo isso é transposto no longa de maneira imersiva e envolvente, transportando-nos para aquele mundo de Jumas Marruás vivendo sozinhas no meio do mato lutando pelo simples direito de serem deixadas em paz por Joves, Leôncios e companhia.

Com música inédita de Taylor Swift, ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’ tem cheirinho de Oscar, misturando drama e suspense em uma história bem construída e humana. Leve seu lencinho para o cinema.

Artigo | Três décadas de ‘Golden Axe’! A franquia ÉPICA medieval da Sega

A era medieval dos “briga de rua”

Desde que foi lançado nos Arcades, em 1989, ‘Golden Axe‘ se tornou, rapidamente, um dos jogos mais populares da Sega, empresa já experiente no mercado, mas que ainda não tinha emplacado um grande título dos beat em’ up, estilo que dominava as casas de fliperama.

Aliás, foi também nesse ano que o maior fenômeno do gênero ganhou o mundo, o hit da Capcom, ‘Final Fight‘. Porém, é sempre bom lembrar que ‘Golden Axe‘ foi lançado alguns meses antes e já tinha encontrado ali o seu espaço.

Tomando como referência clássicos do estilo, a exemplo de ‘Double Dragon‘, adicionando fantasia medieval e trazendo figuras emblemáticas como dragões, cavaleiros, duendes e feiticeiros, o jogo da Sega tentava alçar grandes voos, sendo ambicioso, imaginativo e, acima de tudo, proporcionando diversão em estado bruto.

Se o título da Capcom era mais refinado e trazia uma jogabilidade mais fluida, sendo assim mais influente na indústria dos jogos eletrônicos, ‘Golden Axe‘ possuía um visual único e abordava temas que jamais outra produção da vertente havia feito.

Tínhamos guerreiros empunhando machados e espadas, lutávamos com amazonas seminuas e inimigos montados em dragões e confrontávamos hordas de inimigos. Isso fez com que ‘Golden Axe‘ tomasse emprestada a pegada dos clássicos cult medievais dos anos 70 e 80, porém com a estética dos filmes B americanos, como ‘O Príncipe Guerreiro‘ e ‘Conan – O Bárbaro‘.

Víamos ataques mágicos poderosos que cortavam bandidos em pedacinhos, algo também nunca tinha sido feito, além de cenários belíssimos, com castelos, ravinas e arenas enormes; aldeias de tartarugas que nos leva para lugares inexploráveis, ou mesmo a possibilidade de voar nas costas de águias gigantes, tal como acontece em ‘O Hobbit‘, com tudo soando novo e funcionando super bem. Façanhas que os conhecidos personagens de Final Fight não podiam fazer, e somente o clássico da Sega era capaz.

No entanto, para chegar nesse resultado, houve muito estudo e preparação, trouxeram ideias tiradas das mais variadas mídias e empreenderam uma jogabilidade mais direta, ainda que os desenvolvedores fizessem questão de que o jogo fosse único e trouxesse uma experiência diferenciada, tanto pelo seu flow da campanha quanto pela estética rustica.

De onde tiraram isso?

Golden Axe‘ é um jogo criado pelo hoje conceituado designer japonês Makoto Uchida, que já havia entregado outro clássico da Sega, ‘Altered Beast‘, de 1988, com este sendo inspirado na mitologia grega. Por sinal, o pedido para Uchida fazer Golden Axe aconteceu justamente na fase final do desenvolvimento de ‘Altered Beast‘.

O chefe de produção do estúdio pediu que a equipe preparasse um jogo de ação que rodasse na placa System 16, do próprio Altered Beast, mas que trouxesse, dessa vez, uma jogabilidade parecida com o jogo da Technos que basicamente fundou o estilo dos briga de rua, Double Dragon. No entanto, o próprio Uchida fala que, sim, seguiu o que foi determinado pelo seu chefe, mas que iria criar um Double Dragon que não fosse Double Dragon.

Para o designer, a Technos já era uma empresa experiente nesse mercado, que estavam naquele momento trabalhando nos jogos da série Kunio-Kun, como os clássicos ‘Renegade‘ e River City Ransom, e sabiam o que fazer. Ou seja, para ele não tinha como a Sega fazer naquele momento um jogo trazendo novamente o tema de gangues, muito também porque a própria Capcom já estava apostando exatamente nesse nicho com o vindouro ‘Final Fight‘.

Makoto Uchida percebeu então que, de todos os beat em’ up que haviam sido lançados até ali, nenhum havia abordado ainda um tema que estava fazendo muito sucesso em jogos de RPG, como ‘Final Fantasy e ‘Dragon Quest’, o estilo medieval. Ele então foi fundo no mundo das histórias de capa e espada, dos contos de magia e das lendas arturianas, além de também beber na saga épica do Anel escrita por J. R. R. Tolkien.

Após um mergulho profundo nesse mar de influências, Uchida emergiu com um produto que mesclava a mitologia do ocidente e do oriente, com uma pegada que lembrava um pouco dos RPG’s produzidos pela Enix, unidas a clássicas histórias medievais europeias. Um resultado que afastou Golden Axe de jogos como os já citados Double Dragon e Renegade, com o público tendo assim outra opção no mercado.

Mas ainda estava faltando um toque especial para Golden Axe se tornar um título que possuísse uma cara própria e trazer um protagonista original para representar a produção, foi aí que ele lembrou dos filmes que assistia com o seu velho pai, sempre focados em ação e aventura. Quer dizer, ele lembrou de um filme em especial que via a exaustão, Conan – O Bárbaro.

A adaptação cinematográfica dos quadrinhos, estrela por Arnold Arnold Schwarzenegger, serviu como um norte para Uchida, que usou o visual e vários elementos presentes no longa, bem como a brutalidade do personagem central. O designer diz que viu tantas vezes uma fita VHS que pegou de Conan, que em determinado momento o material já estava desgastado.

Ah, como já falamos, é claro que ele bebeu bastante da fonte do Tolkien e livros como ‘O Senhor dos Anéis‘ e ‘O Hobbit‘. Uchida comprou muitos trabalhos de artistas e ilustrações que eram baseadas na representação da Terra Média, onde usou boa parte desse material para criar os conceber cenários e construções. O sujeito fala que é tão fã de Tolkien que se pudesse votaria no Gandalf como presidente. Olha que doido!

É sobre o que?

Mas se ele tomou como referência tanta coisa tradicional dessa área mais medieval, digamos assim, será que a história também é uma espécie de cópia ou versão dessas obras? Bom, ela está um pouco longe tanto de ‘Conan‘ quanto de ‘O Senhor dos Anéis‘, pelo menos no que se refere a trama central. Sendo mais semelhante as histórias do Rei Arthur e dos Cavaleiros da Távola Redonda, ou mesmo do resgate de donzelas e reinos em perigo.

Tudo se passa em lugar fictício chamado Yuria, uma terra de fantasia medieval semelhante ao mundo de Conan, com reinos enormes e bravos guerreiros – mas as semelhanças vão até aí. Pois a trama abordada no primeiro jogo, traz a entidade maléfica Death Adder que capturou o rei e sua filha, mantendo os dois aprisionados em um cativeiro dentro do seu próprio castelo.

Adder encontra por lá o Golden Axe (o Machado de Ouro), que é o símbolo de Yuria, sabendo disso, o vilão ameaça destruir tanto o machado quanto a família real, a menos que o povo do lugar o aceite como governante supremo.

Após essa situação extrema, três bravos guerreiros partem em uma missão para salvar Yuria, o rei e também vingar perdas pessoais causadas pelas forças de Death Adder. E aqui já podemos conhecer um pouco dos personagens de Golden Axe, que sem dúvidas acabaram sendo a coisa que mais chamou atenção no título, já que cada jogador tinha um deles como favorito, pois cada um possuía características únicas.

O primeiro deles é Gilius Thunderhead, que, sim, é o protagonista do jogo, um anão, velho, feio e barbudo que vai completamente de encontro aos clichês do estilo. No entanto, é um personagem muito forte e que possui golpes de longo alcance, combinando resistência e velocidade, mas usando magias de trovão que são um tanto fracas, sendo melhor no combate corpo a corpo. Gilius está em busca de vingança pela partida do seu irmão, que morreu lutando contra o exército de Death Adder.

O personagem que todos achavam que era o protagonista é o bárbaro Ax Battler, que não conhece o significado da palavra calças e mais parece uma mescla de Conan com He-Man, mas na verdade tomou como base o visual de Dar, protagonista de O Príncipe Guerreiro.

Ele decide enfrentar o mal usando uma espada que empunha com duas mãos, possuindo uma grande força de ataque e muita resistência, onde suas magias são medianas, mas por ser o mais pesado do trio, quase não tem velocidade. Ax usa magias de explosões, uma mistura de fogo e terra para causar terremotos devastadores. Ele procura vingança pela morte de sua mãe, que teve sua vida ceifada pelas tropas do vilão.

Por fim, mas não menos importante, temos a musa de Golden Axe, Tyris Flame, uma amazona belíssima que assim como Ax não curte muita roupa. A amazona usa uma espada leve e seu alcance é bem limitado, além de apresentar uma resistência baixa, trazendo como qualidade a sua agilidade e poderosas magias, sendo capaz invocar um fantasma e até mesmo um dragão. Ela entra na batalha porque os seus pais foram mortos pelas tropas de Death Adder, que parece ter extinguido parte de quase todas as famílias de Yuria.

Esses três guerreiros conseguem resgatar então os habitantes do Vilarejo Tartaruga, que tem esse nome por estar localizado no casco de uma tartaruga gigante. Essa mesma tartaruga, aliás, leva os guerreiros através do mar para um lugar alto de planícies, onde o grupo em seguida voa para o castelo de Death Adder, nas costas de uma águia gigante. Finalmente no castelo, o trio consegue derrotar Death Adder, que estava dominando o Golden Axe e enfim salvar Yuria do sofrimento eterno.

E falando de final, uma das coisas mais legais do primeiro Golden Axe, em sua versão de arcade, é que após os créditos finais do jogo, temos uma brincadeira com a quebra da quarta parede. Isso porque vemos dois garotos jogando Golden Axe em uma máquina de fliperama, que de repente explode e de dentro sai diversos inimigos do jogo para o mundo real, indo assim atrás dos moleques. Da máquina, logo depois, os três heróis também surgem e vão atrás dos vilões para salva-los.

Ports e continuações

Como era previsto, já que o Mega Drive tinha como sua principal proposta a ideia de trazer os games de Arcade para a casa dos jogadores, Golden Axe foi portado para o console da Sega de maneira muito fiel e bem feita.

Por sinal, essa versão do Mega traz uma fase a mais, um chefe final surpresa, que é a força por trás de Death Adder, além de incluir o modo duelo, onde Golden Axe se transforma em um jogo de luta. O final também foi modificado, fazendo mais referência a história do que propriamente a brincadeira de metalinguagem com os arcades.

Também foi lançada uma versão para PC, muito parecida com a de Mega Drive, porém a de PC possuía chip de vídeo, ostentando assim um modo VGA de 256 cores, funcionando em computadores como EGA, CGA e Hercules.

Também foi feito uma versão para Amiga, que era mais semelhante ao jogo de arcade. A desenvolvedora Telenet também chegou a fazer um port para PC Engine, para a verão de CD, que trazia música com alta qualidade e também cenas que foram cortadas.

Todos os títulos foram bem-recebidos pela imprensa especializada e ganharam notas dignas, sobretudo a versão lançada para o Mega Drive, que foi a mais jogada no mundo todo e virou um título indispensável do videogame mais querido da Sega.

Por sinal, o próprio Mega Drive recebeu exclusivamente as continuações de Golden Axe, Golden Axe II, de 1992, que trouxe de volta os três personagens do primeiro jogo, e apresentava gráficos melhorados, além de exibir uma campanha maior, e ao mesmo tempo não trazer muitas novidades em relação ao original.

No entanto, vale também salientar que saiu para os arcades exclusivamente a sequência Golden Axe: The Revenge of Death Adder, que trazia não só personagens diferentes – como Goah, o gigante, Stern Blade, o bárbaro, Dora, a Kentauride, e Little Trix, um jovem elfo – como também foi programado na placa System 32, que suportava até os quatro personagens ao mesmo tempo em tela e trazia gráficos muito mais bonitos, sendo um jogo completamente diferente do segundo que saiu para o Mega Drive.

No entanto, o Mega Drive ganhou um terceiro capítulo da franquia, também de maneira exclusiva, chamado apenas de Golden Axe III, que chegou em 1993 aqui no Japão. Jogo que de tão problemático só foi ser lançado na América do Norte dois anos depois, já que, segundo a crítica, os gráficos eram muito inferiores até aos jogos anteriores, com os efeitos das magias claramente sendo simplificados, soando apenas como a continuação pobre da franquia.

Mais de uma década depois, em 2008 para ser mais exato, a Sega lançou para Playstation 3 o no mínimo peculiar Golden Axe: Beast Rider, que tentou modernizar a franquia por trazer não só gráficos modernos, mas jogabilidade reformulada. Acontece que nada funcionava muito bem e, sem querer, fizeram o que muitos consideram um dos reboots mais bizarros da sétima geração, mais até que o próprio Bionnic Commando da Capcom.

Até o momento a franquia se encontra adormecida, sem que a Sega esboce qualquer interesse de mexer na série. Talvez até mesmo o número de fãs tenha sido reduzido, o que faz com que o estúdio não se preocupe em fazer demais títulos da IP. No entanto, Golden Axe é um daqueles jogos que continua vivo no coração de quem viveu a era de ouro dos briga de rua, e da famosa disputa de Mega Drive e Super Nintendo. Por isso, sempre será lembrado por nós!

Quentin Tarantino surpreende ao revelar qual é o seu MELHOR FILME

Raramente um cineasta tem uma reposta na ponta da língua quando lhe perguntam qual é o seu melhor filme, já que eles veem a obra de uma maneira diferente de como o público vê.

No entanto, Quentin Tarantino (‘Kill Bill’) é diferente.

Ao participar do podcast do The Howard Stern Show (via SlashFilm), ele disse que conhece muito bem o impacto de cada um de seus filmes na mente do público e na história do cinema.

Questionado sobre qual dos seus filmes ele considera o melhor, o diretor argumentou:

“Durante anos, as pessoas costumavam me perguntar coisas assim. E eu sempre dizia algo como: ‘Ah, eles são todos meus filhos'”, mas então ele deu uma resposta definitiva. “Eu realmente acho que ‘Era uma Vez em Hollywood’ é o meu melhor filme.”

Alguns fãs acreditam que ‘Pulp Fiction‘ seria sua obra-prima por conta de tantas cenas e diálogos que marcaram história, como a dança entre os personagens de John Travolta e Uma Thurman.

Já ‘Cães de Aluguel‘ foi o filme que catapultou sua carreira ao trazer uma trama simples, mas bem construída em torno de um um grupo de assaltantes que lida com a suspeita de que há um traidor entre eles.

Outros afirmam que ‘Kill Bill‘ mesclou perfeitamente os clássicos filmes de faroeste com o estilo dos dramas japoneses e filmes de ação orientais, criando assim o título que se tornou sinônimo de sua filmografia.

Bastardos Inglórios‘ também tem seu mérito por retratar o período da Segunda Guerra Mundial como nenhum outro filme conseguiu, abrindo espaço para reescrever a história e dar um desfecho menos doloroso aos fatos.

No entanto, Tarantino tem motivos pessoais para classificar ‘Era uma Vez em Hollywood‘ como seu melhor trabalho.

Infelizmente, o cineasta não entrou em detalhes sobre quais seriam estes motivos.

Mas provavelmente é devido à narrativa, que dialoga diretamente com a indústria cinematográfica, apresentando ao público como funciona os bastidores, como é o ego de atores e dublês e todo o glamour que cerca as vidas de algumas celebridades.

E aí, você concorda com ele?

Confira o trailer:

O longa foi escrito e dirigido por Tarantino, sendo esta a 9ª produção sob o seu comando.

Na trama, um ator de televisão e seu dublê embarcam em uma odisseia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles.

O elenco grandioso conta com Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Al Pacino, Margot RobbieKurt Russell, Dakota Fanning, James Mardsen, Bruce Dern, Michael Madsen, Tim Roth, Timothy Olyphant, Damian Lewis, Lena Dunham, Emile Hirsch, Luke Perry, Scoot McNairy e James Remar.

Crítica | Belchior – Apenas um Coração Selvagem – O grito de um poeta quase indecifrável da música popular brasileira!

Exibido no Festival é Tudo Verdade 2022, Belchior – Apenas um Coração Selvagem nos mostra por meio de depoimentos do próprio ao longo de muitas entrevistas que concedeu ao longo de sua carreira parte da trajetória desse compositor, cantor, letrista que usava sua música para falar sobre a vida, a juventude, sobre o cidadão comum sujeito a vida, não interessado em nenhuma teoria, com foco em ajudar a refletir. A fama, o sucesso, o sumiço, também geram pensares, reflexões. O posicionamento dos artistas sobre questões sociais também. Em um momento onde a cultura é diariamente ferida por um governo que não enxerga o poder de transformação da arte na vida das pessoas, sempre bom lembrarmos ou até mesmo conhecermos pessoas que dentro do seu refletir reproduziram a essência existencial de um Brasil atemporal. O filme também será exibido no Festival do Rio 2022.

Nascido no norte do Ceará, um dos filhos de 23 irmãos, o mais bem sucedido deles, foi para São Paulo, viver de sua arte. Vivia o dia, vivia a noite sem precisão na sua definição artística, que era uma soma de muitas influências. Em cerca de uma hora e meia de projeção, acompanhamos sua impactante chegada na música popular brasileira, seu modo de pensar caminhando para a morte pensando em vencer na vida.

Pela dor e a incerteza há como descobrir o poder da alegria? Dono de um pensar carismático sobre o que enxergava sobre a vida, refletia sobre a vida do nordestino na cidade grande, principalmente quando chegou em São Paulo para ganhar a vida no mundo das artes. Há um recorte do nordestino na visão de um homem que refletia a todo instante sobre sua origem. A religião como influência, o canto popular nas festas das cidades, o seu olhar sobre uma região, um povo, tudo que viveu, viu, leu, da poesia para a música. Afirmação de ideias e sentimentos dentro de um trabalho contemporâneo, atemporal e nordestino ao mesmo tempo que era devoto de que os homens não tinham raízes permanentes. Em alguns momentos do documentário, poemas e letras do artista são declamadas pelo ator cearense Silvero Pereira.

Uma aventura cheia de romantismo? Uma encarada como ofício? Emergindo do underground, sua chegada na música como ofício é guiada por um forte sentimento poético, além de referências como: Luiz Gonzaga, Joao do Valle, Jackson do Pandeiro, o movimento da Tropicália, Os Beatles, e mais da música popular de sua época. Seus encontros com grandes nomes da música, como com a cantora Elis Regina, que gravou uma de suas composições mais conhecidas, Como Nossos Pais, são mostrados rapidamente.

O filme atravessa alguns detalhes de seu álbum mais consagrado, Alucinação, lançado em em meados da década de 70 e que de alguma forma inaugura a distância da maçante metáfora da época dentro de um discurso interpretativo, um trabalho de confronto com a realidade onde não apenas os rapazes latino americanos sem dinheiro banco se sentiam representados mas todos que de alguma forma enxergavam que para viver é necessário a resistência de seus sonhos e no acredita.

Bocejos ou sonhos matinais? Delírio dentro de suas experiências com coisas reais? Participante de movimentos democráticos, Belchior, adepto do amar e o mudar, dava luz aos problemas da até então nova geração, dentro de um quase paradigma do que seria a básica ação de suportar o cotidiano sem comprometimento com o passado.

A fórmula de buscar decifrar o artista numa espécie de ‘Belchior por Belchior’ é mais que certeira. Você pode terminar esse documentário e querer sair correndo para conhecer as canções de Belchior, eternizadas no universo constante e radiante da Música Popular Brasileira. Um belíssimo trabalho dos diretores Natália Dias e Camilo Cavalcanti.

Sequência descartada de ‘Todo Poderoso’ traria Jim Carrey com os poderes de Satanás

Já se passaram quase duas décadas desde a estreia de ‘Todo Poderoso‘ (2003), comédia que mostra Jim Carrey como um repórter que ganha os poderes de Deus (Morgan Freeman) e assume seu lugar momentaneamente.

Em 2007, foi lançada uma sequência chamada ‘A Volta do Todo Poderoso‘, estrelada por Steve Carell (‘The Office’) e com uma trama sem ligação com Bruce Nolan, personagem de Carrey.

No entanto, os roteiristas do original, Steve Koren e Mark O’Keefe, disseram à SYFY Wire que planejaram uma continuação com o retorno de Carrey.

Intitulada ‘Brucifer‘, a sequência daria a Bruce os poderes de Satanás, e a ideia ganhou o apoio de Carrey, sendo apresentada à Universal Pictures no final de 2010, mas acabou não se concretizando.

“Jim e seu empresário estavam animados com a ideia de ‘Brucifer‘. Entramos em contato com a Universal e apresentamos uma proposta, mas não deu certo porque nos disseram que era muito tarde… Teria sido outro filme gigante e acho que eles não queriam fazer isso. Simplesmente não deu certo por algum motivo, mas muitas pessoas adoraram, incluindo Jim”, disse O’Keefe

Koren também revelou que Bruce iria ao inferno após a morte de sua esposa, Grace (Jennifer Aniston), então ele faria um pacto para trazê-la de volta, mas tudo iria sair do controle.

“Sinceramente, acho que os executivos do estúdio ficaram um pouco assustados, eles acharam que uma comédia não deveria deixar as pessoas deprimidas, mas nossa ideia era fazer algo divertido. Acho que Jim foi um dos poucos que entendeu o conceito. Eu tenho certeza que seria uma grande comédia e as pessoas iriam se conectar com a história.”

E aí, você acha que essa ideia faria sucesso?

Orçado em US$ 80 milhões, ‘Todo Poderoso‘ fez um tremendo sucesso comercial, arrecadando US$ 484,6 milhões pelo mundo.

Por outro lado, conquistou apenas 48% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

ABC descarta série de suspense do criador de ‘Big Little Lies’ com Neve Campbell, mas outro canal pode assumir

No início deste ano, foi anunciado que Neve Campbell (‘Pânico’) iria estrelar ‘Avalon‘, nova série de suspense criada por David E. Kelly, de ‘Big Little Lies‘ e ‘Big Sky‘.

Campbell assinou contrato com a ABC para interpretar uma detetive “um tanto impertinente” na série que seria baseada em um conto de Connelly.

Agora, a Variety revelou que a ABC descartou a série depois de ver o piloto.

De acordo com o canal, a ABC está “optando por não avançar” com a série. Porém, o A+E Studios está considerando outras opções, então a série ainda pode seguir em outro canal.

Desenvolvida pela ABC, a produção é baseada no conto homônimo de Michael Connelly, trazendo Campbell no papel principal.

Confira a sinopse:

A trama se passa na cidade de Alavon, na Ilha Catalina, onde a detetive de Los Angeles Nicole “Nic” Searcy (Campbell) é encaminhada para servir. Catalina tem uma população local que acolhe mais de 1 milhõa de turistas por ano.

Cada dia, quando a barca chega, centenas de potenciais novas histórias são introduzidas à ilha. A Detetive Searcy será puxada para um dos maiores mistérios de sua carreira, que irá mudar tudo o que ela acredita sobre si mesma e sobre a ilha.

A personagem de Campbell é descrita como “uma detetive solitário que não é facilmente intimidada e mantém firme sua moral. Ironicamente, são os seus valores que a fizeram ser banida da cidade grande para Avalon”.

‘Renfield’: Nicholas Hoult diz que Nicolas Cage está BIZARRO como Drácula

No ano passado, foi anunciado que o ator vencedor do Oscar, Nicolas Cage, dará vida ao Conde Drácula em ‘Renfield‘, o próximo filme de monstros da Universal Pictures.

Dirigido por Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’), o longa é estrelado por Nicholas Hoult como o personagem titular, o mordomo de Drácula.

Para quem não sabe, esta não é a primeira vez que Hoult trabalha com Cage.

Em 2005, eles contracenaram em ‘O Sol de Cada Manhã‘, quando Hoult era apenas um adolescente.

Recentemente, o astro conversou com o The Hollywood Reporter e foi questionado sobre como se sentiu ao atuar ao lado de Cage agora que já é um adulto.

“Eu me senti tão feliz por estar de volta ao set com ele porque sou um grande fã”, disse Hoult. “Não acredito que haja duas figuras mais icônicas do que o Drácula e o Nicolas Cage. Juntá-los em um só e ter a chance de compartilhar as cenas com ele, assistindo-o dar vida ao personagem, foi muito divertido. É lindo ver sua dedicação, seu amor pela atuação. Como pessoa, Cage tem uma alma muito pura e é alguém que você quer ter por perto.”

Ele continuou:

“Eu estou muito animado para que o público possa ver [a performance dele como Drácula]. É original, mas também é baseada em muitos elementos da história e do folclore do personagem. É muito interessante e ao mesmo tempo bizarro para um filme de terror cômico. Estou realmente animado.”

O longa, que focará no servo do lendário vampiro Drácula, será lançado nas telonas no dia 14 de abril de 2023.

Confira a imagem dos bastidores:

O elenco ainda contará com Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), Adrian Martinez (‘Golpe Duplo’), Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’), James Moses Black (’24 Horas: O Legado’) e Ben Schwartz (‘Sonic: O Filme’).

A trama é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que servirá como produtor do filme.

Recentemente, Kirkman revelou que o longa será divertido e “extremamente violento”.

“Nós estamos fazendo um filme muito legal para a Universal [Pictures] que focará no Renfield. Será uma história sobre ele como servo do Drácula, e mostraremos como o trabalho é péssimo. Será uma comédia divertida e extremamente violenta. Será muito sangrento.”

O roteiro fica por conta de Ryan Ridley (‘Rick e Morty’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

O filme MAIS CARO da história! Problemas no set fazem orçamento de ‘Velozes e Furiosos 10’ chegar a US$ 340 milhões

Os ataques de estrelismo de Vin Diesel fizeram ‘Velozes e Furiosos 10‘ se tornar o filme mais caro da história. Segundo o The Wrap, o orçamento da produção da chegou na casa dos US$ 340 milhões, 70% acima do filme anterior, que custou US$ 200 milhões.

Justin Lin abandonou as gravações por atritos com Diesel e cada dia que a produção ficou sem diretor a Universal gastou US$ 1 milhão por dia até encontrar um substituto.

O orçamento ainda incluiu reajuste no salário de Vin Diesel e custos com protocolos de segurança para o COVID-19.

O novo escolhido para dirigir ao filme foi Louis Leterrier, de ‘Truque de Mestre‘ e ‘Carga Explosiva‘.

De qualquer forma, Lin continua atado como produtor da sequência, que tem previsão de estreia para maio de 2023.

Lembrando que o novo filme traz para o elenco dois nomes bem conhecidos entre o público geek: Jason Momoa (‘Aquaman’), que será um dos vilões principais da ainda desconhecida trama, e Brie Larson (‘Capitã Marvel’) cujo papel ainda não foi revelado.

‘Wandinha’: Spin-off de ‘A Família Addams’ conquista 72% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 18 críticas publicadas até o momento, ‘Wandinha‘, série derivada de ‘A Família Addams‘, conquistou 72% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que, apesar da excelente performance da Jenna Ortega e do tom sombrio, a série falha em entregar um mistério interessante ao se apoiar em clichês adolescentes.

Separamos os trechos das principais críticas:

Jenna Ortega se destaca no papel ao assumir um humor inexpressivo, que se torna ainda mais engraçado pela falta de interesse de sua personagem em qualquer coisa que se aproxime do riso.” (RogerEbert.com)

“Apesar de ser uma série de mistério genérica, a busca obstinada de Wandinha pela verdade consegue manter a trama interessante.” (Bloody Disgusting)

“Você pode ter tido expectativas maiores para uma série focada na melhor personagem de ‘A Família Addams’, mas pelo menos a Jenna Ortega está perfeita no papel.” (Empire Magazine)

“Os adolescentes que essa série tenta atrair não irão se interessar pela antiga linhagem da Família Addams. Ao invés disso, eles vão ficar viciados com essa série que parece uma mistura insana entre ‘Euphoria’ e ‘Hotel Transilvânia’.” (Daily Telegraph UK)

“Apesar de ter um tom mais sombrio que o apresentado em ‘A Família Addams’, essa série mantém todos os elementos e personagens que tornam essa história especial.” (Collider)

“A série tem um tom macabro e uma performance fantástica de Jenna Ortega, mas o tom adolescente pode ter sido um erro fatal.” (TVLine)

Lembrando que a produção será lançado na plataforma no dia 23 de novembro.

Confira o trailer:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.

O elenco também traz Catherine Zeta-Jones como Mortícia, Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

Nova série dos criadores de ‘Dark’ está deixando os assinantes da Netflix CONFUSOS; Confira as reações!

1899, produção de terror criada por Jantje FriseBaran bo Odar, responsáveis pela aclamada Dark, estreou na Netflix e já está dando o que falar.

A história acompanha um grupo de imigrantes europeus a bordo de um navio e em busca de uma nova vida em outro país.

No entanto, a jornada toma um rumo inesperado quando se deparam com um navio que havia desaparecido meses antes de sua viagem, e o que eles encontram a bordo transforma a passagem à terra prometida em um pesadelo mortal.

Nas redes sociais, os assinantes que começaram a assistir já estão completamente imersos e confusos com a trama, que promete dar tantos nós na mente quando ‘Dark‘.

E os elogios vão desde à abertura psicodélica, à profundidade e imprevisibilidade do roteiro, ao clima de suspense e às atuações convincentes, elementos que prendem a atenção do público a todo momento.

Confira as reações:

Relembre o trailer:

A produção terá oito episódios e será multilíngue.

A história gira em torno das circunstâncias misteriosas da viagem de um navio de imigrantes da Europa para Nova York. Os passageiros, todos com experiências e nacionalidades diferentes, são unidos pelas esperanças e pelos sonhos de um novo século e um futuro em outro país. Quando descobrem um segundo navio vagando no mar aberto que havia desaparecido meses atrás, a jornada toma um rumo inesperado. O que eles encontram a bordo vai transformar a passagem à terra prometida em um pesadelo mortal, conectando cada um deles a uma teia de segredos.

Aneurin Barnard, Andreas Pietschmann, Miguel Bernardeau e Emily Beecham estrelam.

‘The White Lotus’: Fãs comemoram RENOVAÇÃO da aclamada série para a 3ª temporada!

HBO anunciou ontem (18) que a aclamada série ‘The White Lotus‘ foi oficialmente renovada para a 3ª temporada.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para os próximos episódios, mas os fãs já estão comemorando a notícia nas redes sociais em ritmo de euforia.

Confira as reações:

Lembrando que o segundo ciclo está atualmente em exibição e pode ser conferido na HBO Max.

O show novamente foi rodado na Itália, mas dessa vez se mudou da Sicília para o norte de Roma, no Lumina Studios. Anteriormente, o seriado havia sido rodado em um resort que havia fechado as portas durante a pandemia da Covid-19.

Intitulado ‘White Lotus: Sicily‘, o próximo ciclo será focado em um novo elenco – com o retorno de apenas alguns rostos conhecidos.

Jennifer Coolidge retorna e o elenco também contará com F. Murray Abraham, Aubrey Plaza, Adam DiMarco, Meghann Fahy, Tom Hollander, Sabrina Impacciatore, Michael Imperioli e Theo James.

Vale lembrar que, recentemente, a primeira temporada conquistou 20 indicações ao Emmy Awards e levou para casa as estatuetas de Melhor Minissérie, Antologia ou Filme para TVMelhor Atriz Coadjuvante em Minissérie, Antologia ou Filme para TV para Coolidge e Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie, Antologia ou Filme para TV para Murray, além de outros sete prêmios.

‘Moxie’: Keke Palmer vai estrelar comédia de ação da diretora de ‘Gavião Arqueiro’

De acordo com o Deadline, Keke Palmer (‘Não! Não Olhe!’) foi escalada para a vindoura comédia de ação dirigida por Bert, metade da dupla Bert & Bertie, responsável pela série ‘Gavião Arqueiro‘.

Intitulado ‘Moxie‘, o longa escrito por Heather Quinn (‘Lobisomen na Noite’) é sobre uma stripper desbocada que irrita muito o FBI ao se torna a melhor candidata para um sofisticado programa de novos agentes.

Além de estrelar, Palmer será uma das produtoras, junto com Peter Lawson e Kate Churchill.

Por enquanto, ainda não há outros nomes no elenco e nem previsão de estreia, mas diversas plataformas de streaming e distribuidoras estão interessadas na compra.

Como o projeto está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Até lá, assista a entrevista com o elenco de ‘Não! Não Olhe’ e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Não! Não Olhe! – Jordan Peele subverte as expectativas em filme que parece um episódio de ‘Além da Imaginação’

Crítica | Até os Ossos – Timothée Chalamet (e não Armie Hammer) Vive CANIBAL em novo TERROR de Luca Guadagnino

Em 2017 o mundo cinematográfico ficou em polvorosa com o filme ‘Me Chame Pelo Seu Nome’, um romance de verão na Itália entre um homem mais velho e um bem mais jovem. O longa, dirigido por Luca Guadagnino, levou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e as atuações de Timothée Chalamet e de Armie Hammer chamaram tanto as atenções dos espectadores, produtores e diretores do mundo inteiro que, a partir daí, ambos receberam muitos convites para outros projetos. Porém, enquanto Timothée chegou a trabalhar com Woody Allen e brilhou, Armie, após estrelar ‘Morte no Nilo’, se afundou em polêmicas que envolviam canibalismo humano. Ironia do destino, Timothée Chalamet e Luca Guadagnino voltam a trabalhar juntos, pela primeira vez desde ‘Me Chame Pelo Seu Nome’, e, ao invés de trazerem a aguardada continuação do romance gay, os dois voltam apresentando ‘Até os Ossos’, filme sobre canibalismo… e não incluíram o coitado do Armie Hammer no elenco.

Maren (Taylor Russell) é uma jovem comum numa cidade comum, tentando fazer amigos. Certa noite ela decide escapar de casa, após o pai (André Holland) ir dormir, para ir na casa de uma amiga, mas, uma vez lá, ela tem um comportamento inexplicado: do nada, ela morde o dedo da amiga e o come. Desesperada, ela volta para casa, e Maren e o pai se mudam mais uma vez. Já na nova cidade, o pai sente que não consegue mais seguir com essa vida e abandona a jovem, que já completou dezoito anos. Sozinha e sem entender porquê sente a necessidade de comer carne humana, Maren decide atravessar o país em busca de sua mãe (Chloë Sevigny), mas, no caminho, conhecerá outros Devoradores, como o esquisito Sully (Mark Rylance) e o galante Lee (Thimotée Chalamet).

Baseado no livro homônimo de Camille DeAngelis, ‘Até os Ossos’ é a história certa nas mãos erradas. Partindo da jornada de uma protagonista adolescente que está descobrindo o mundo agora, Luca Guadanigno impõe um tom muito sério a todos os elementos do enredo. Nem mesmo o amor juvenil ou as cenas de terror ganham o tom certo, sempre com muita austeridade. O diretor faz escolhas esquisitas para um projeto que deveria ser mais leve, apesar do tema; assim, não são poucos os close ups que o diretor imprime em elementos da trama que já haviam sido explicados anteriormente, subestimando a inteligência do espectador jovem, posto que este é o público-alvo. Exemplo é a cena em que Maren deixa o carro com Lee adormecido dentro; ele acorda e ela diz que vai abastecer; ele comenta que ela está com todo o dinheiro e não dá muita bola; ela se abaixa, pega o dinheiro da bota (antes já havíamos visto em close up ela colocando o dinheiro ali, e antes ainda vimos Lee entregar o dinheiro para ela) e o coloca em cima do painel do carro. É bem evidente que o conteúdo depositado ali só pode ser o dinheiro, porque o roteiro conduz o espectador a entender isso sozinho. Mas o diretor, não satisfeito, vai lá e dá um close no dinheiro, por longos cinco segundos. Pra quê? Isso acontece repetidas vezes ao longo das mais de duas horas de filme.

Se é terror que o espectador está buscando, também ficará decepcionado aqui. Ainda que se tratando de canibalismo, são poucas as cenas em que o filme mostra os personagens comendo carne humana. A bem da verdade, nem mostra direito: as cenas apresentam os personagens se abaixando no corpo, fazendo os movimentos, a câmera se afasta e, em seguida, os personagens reaparecem na cena seguinte, cobertos de sangue. Frustrante. As mensagens de zap zap do Armie Hammer dão mais medo que as cenas de ‘Até os Ossos’.

Muito longo e se levando a sério demais, ‘Até os Ossos’ é mais drama que terror, nas mãos de quem busca ganhar prêmios. Ainda assim, traz uma bonita metáfora do amadurecer adolescente, os perigos da vida e a maturação da identidade, seja ela qual for.

Atriz de ‘Sex Education’ vive a lendária autora Emily Brontë no trailer LEGENDADO da cinebiografia

Imagem Filmes divulgou o trailer legendado de ‘Emily‘, cinebiografia que traz por Emma Mackey (‘Sex Education’) como a lendária autora inglesa Emily Brontë.

Além disso, foi confirmado que a produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de janeiro de 2023.

Confira o trailer:

O filme marca a estreia diretorial de Frances O’Connor, que também assina o roteiro.

O mundo quer que ela seja quieta e obediente, mas Emily Brontë (Mackey) tem uma imaginação forte e uma voz que anseia por ser ouvida. Enquanto se recusa a fazer o que esperam dela, Emily vive um amor doloroso e proibido com Weightman (Oliver Jackson-Cohen) e mostra que pode até ser estranha e rebelde, mas é também genial. A história da mente por trás de O Morro dos Ventos Uivantes, um dos maiores clássicos da literatura mundial.

Alexandra DowlingAmelia GethingOliver Jackson-CohenFionn Whitehead e outros completam o elenco.

‘Pânico 6’: Rumor indica que Kirby será [SPOILER] na sequência

O Twitter foi tomado por rumores de que o trailer de ‘Pânico 6‘ já foi assistido por algumas pessoas e Kirby (Hayden Panettiere) será uma agente do FBI na sequência.

Obviamente deve-se encarar como rumor, mas uma imagem do set mostra a personagem com um cinturão que parece ter um porte para arma.

Os rumores ainda afirmam que o trailer mostrará Gale recebendo sua primeira ligação do Ghostface e que o filme se chamará ‘Scream VI‘, o que é bem suspeito visto que a Paramount Pictures está tentando desvincular o título de números para atrair mais público.

Confira:

 

A Paramount Pictures do Brasil divulgou a sinopse OFICIAL em português de ‘Pânico 6‘, que teve a estreia antecipada no Brasil para 9 de Março de 2023 – uma semana antes da estreia de ‘Shazam! 2‘.

O texto já havia sido divulgado antes em uma versão mais resumida, mas agora ganha mais detalhes.

Confira:

O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado. Fazem parte do elenco Courteney Cox, Jenna Ortega, Hayden Panettiere, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown e Melissa Barrera

Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornam para a próxima aventura.

Assista à nossa crítica do último longa: