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‘Pantera Negra 2’ está fora do Top 10 de MELHORES filmes da Marvel; Veja a lista do RT!

A grande maioria das análises e críticas de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever‘ já foram computadas pelos principais veículos e agregadores, porém, mesmo que o primeiro ‘Pantera Negra‘ ainda seja o filme mais bem avalidado da história do MCU, entre a imprensa especializada, a sua aguardada continuação está bem abaixo disso.

Ainda que ‘Wakanda Forever‘ tenha conseguido boas avaliações de maneira geral, apresentando atualmente 87% com 143 avaliações no Rotten Tomatoes, no ranking geral da MCU, o filme não aparece nem os 10 melhores colocados. Estando empatado por exemplo com ‘Homem-Formiga e a Vespa’ entre o 14º e 15º lugar, longe do top 10.

Veja o ranking dos 15 filmes mais bem avaliados da Marvel, segundo o Rotten Tomatoes:

  1. Pantera Negra – 96%
  2. Vingadores: Ultimato – 94%
  3. Homem de Ferro – 94%
  4. Thor Ragnarok – 93%
  5. Homem-Aranha: Sem Caminho para Casa – 93%
  6. Homem-Aranha: De Volta ao Lar – 92%
  7. Guardiões da Galáxia – 92%
  8. Os Vingadores da Marvel – 91%
  9. Shang-Chi – 91%
  10. Homem-Aranha: Longe de Casa – 90%
  11. Capitão América: Guerra Civil – 90%
  12. Capitão América: O Soldado Invernal – 90%
  13. Doutor Estranho – 89%
  14. Homem-Formiga e a Vespa – 87%
  15. Pantera Negra: Wakanda para Sempre – 87%

É bom lembrar que ‘Pantera Negra 2‘ enfrenta muitos desafios, sobretudo após a morte de Chadwick Boseman, ex-protagonista da franquia. Exigindo assim que Ryan Coogler e equipe, além de homenagearem o ator, construíssem todo um novo conceito para a sequência, que, a bem da verdade, é bem satisfatória de maneira geral.

Lembrando que  ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ já está em exibição nos cinemas.

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência também conta com Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Harry Potter e a Câmara Secreta’ completa 20 ANOS; Confira a nossa crítica do filme!

Faz 20 anos que os brasileiros puderam ver o bruxinho Harry Potter, e seu melhor amigo Rony Weasley, voarem sobre Londres dirigindo um carro azul enfeitiçado.

Harry Potter e a Câmara Secreta’ foi lançado em 2002 e carregava consigo um grande fardo: como resgatar todo o gostinho do encantador e do novo na continuação do que viria a ser uma das maiores franquias de ficção fantástica da história? Afinal, A Pedra Filosofal’ nos introduziu ao universo mágico de Hogwarts, mostrando-nos perigos a serem enfrentados, poções a serem feitas e balaços a serem rebatidos. As paredes já não são tão brilhantes assim e se perder nos corredores não é mais uma aventura.

Duas coisas poderiam ter acontecido: o tiro sair pela culatra ou não. Para a alegria de todos, Christopher Columbus, Stuart Craig, Steve Kloves e o restante de sua equipe conseguiram mais uma vez criar uma belíssima adaptação da obra homônima escrita por J.K. Rowling, encantando fãs ao redor do mundo – e de alguma forma, com execução evoluída quando comparado ao primeiro longa-metragem.

Alguns meses se passaram desde que Harry (Daniel Radcliffe) voltou para sua casa na Rua dos Alfeneiros, nº 4 – não mais para um armário embaixo da escada, e sim para um cubículo no segundo andar que costumava servir como quarto de brinquedos de seu primo Duda (Harry Melling) -, vendo o que parecia ser um sonho se despedaçando ao ouvir os mesmos xingamentos e reclamações de seus tios trouxas, Válter (Richard Griffiths) e Petúnia (Fiona Shaw) Dursley. Seus sentimentos são idênticos a quando se tira um doce de uma criança: angústia e ressentimento. E já nos primeiros minutos de narrativa, lidamos com uma crise interna do protagonista: a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts é o seu real lar, mas como ele pode negar sua própria história quando laços sanguíneos o tornam um prisioneiro de sua própria família? Afinal, Petúnia sempre será irmã de sua mãe, e não há nada no mundo que apague isso. Ele pode até considerar a escola seu lar, mas não há nada que negue sua relação com os tios. Além disso, ele se sente isolado, e seu vazio apenas aumenta ao recordar constantemente das cartas nunca respondidas que enviara a seus amigos.

Como toda boa jornada do herói, temos um incidente incitante. E em A Câmara Secreta, ele vem na forma de Dobby (dublado originalmente por Toby Jones), um elfo doméstico atrapalhado e constantemente em culpa que aparece em seu quarto de forma inesperada. Ele está lá para impedir Harry de voltar para Hogwarts, pois coisas terríveis estão prestes a acontecer entre suas paredes. É bem fácil deduzir o que ocorre depois – principalmente porque, se Harry lhe desse ouvidos, não haveria história: Dobby, na verdade, já havia arquitetado um plano para mantê-lo longa da escola, interceptando as cartas que enviava aos seus colegas e alimentando um sentimento de solidão cruel dentro do protagonista. E numa sequência bem equilibrada entre tragédia e comédia, as intervenções da criaturinha acabam por deixá-lo literalmente preso entre as grades.

Dias depois, Harry é resgatado por Rony (Rupert Grint) e seus irmãos gêmeos Fred e Jorge (James e Oliver Phelps, respectivamente), os quais vão buscá-lo num Ford Anglia azul-turquesa voador e levá-lo para a Toca, casa dos Weasley localizado nas planícies interioranas de Londres. Lá, ele se reencontra com Molly (Julie Walters), a matriarca da família, e conhece Arthur (Mark Williams), o pai, e Gina (Bonnie Wright), a filha caçula que entrará em seu primeiro ano em Hogwarts.

Apenas com estas poucas sequências, já é possível determinar qual será o tom deste filme: a contraposição. Entre a Rua das Alfeneiros e a Toca, há uma montagem antitética que oscila entre o monótono, o mundano e o repetitivo (simbolizados pelas dezenas de casas idênticas que ocupam a tela) e o mágico, o distorcido e o sobrenatural (representados pela arquitetura um tanto quanto expressionista da casa dos Weasley. Até a própria paleta de cores contribui para este contraste; ora, as paredes da casa dos Dursley possuem um tom enjoativo de pêssego e rosa, enquanto a Toca traz cores gritantes que inclusive se metamorfoseiam em outras.

Ao finalmente retornar para Hogwarts – após eventos infelizes na Travessa do Tranco e uma sequência muito bem filmada envolvendo o mesmo Ford Anglia de antes – Harry, Rony e Hermione finalmente entendem os misteriosos avisos do elfo doméstico: aparentemente, há uma força misteriosa atacando os alunos nascidos trouxas, deixando-os petrificados e condenando o sentimento de segurança que a escola sempre passou a seus residentes. Mensagens escritas em sangue adornam as paredes, dizendo que uma tal de Câmara Secreta foi reaberta e que os inimigos de um herdeiro desconhecido devem ter cuidado.

Isso parece perigoso. E perigo é como perfume para nossos protagonistas: a partir daqui – e de um resgate nostálgico do primeiro filme -, a obra transforma-se numa narrativa de mistério à la Agatha Christie. O trio parece encarnar os trejeitos de Hercule Poirot, e as investigações se iniciam: eles desejam descobrir o que está ameaçando os alunos em Hogwarts e o que é esta Câmara. As descobertas mostram que um monstro mortal está à solta e está sob controle de alguém que deseja reemergir o legado de Salazar Sonserina (um dos fundadores do complexo educacional).

Seguindo os mesmos padrões de A Pedra Filosofal, as pistas apontam para uma gama de suspeitos inocentes – e nesta lista, há a presença surpreendente de Rúbeo Hagrid (Robbie Coltrane) e sua famigerada história com criaturas fantásticas e, na maioria das vezes, mortais. Apesar de todo o suspense, a identidade narrativa segue a idade dos personagens: Harry, Rony e Hermione são pré-adolescentes, e a própria caracterização de suas roupas e dos cenários que habitam sugerem um leve amadurecimento; eles sentem que conhecem tudo e que são imunes a ameaças externas, e o choque com a mortalidade é de suma importância para sua própria evolução.

Permeando a trama principal, A Câmara Secreta’ desenvolve outros arcos narrativos que contribuem para o molde de arquétipos futuros: aqui, temas como provações e inimizades são constantes, simbolizados pela relação conflituosa entre o trio, Draco Malfoy (Tom Felton) e agora seu pai, Lúcio (Jason Isaacs). Através de diálogos muito bem ritmados, até assuntos mais densos, como preconceito e a dualidade entre tolerância e intolerância, são citados. A expressão que resume a pseudosuperioridade e o egocentrismo da família Malfoy – sangue-ruim – equivale às frases racistas e machistas que são despejadas a rodo na sociedade contemporânea.

Obviamente tantos acontecimentos não poderiam acontecer no mais puro silêncio, e é aí que entra o fabuloso trabalho do compositor John Williams. É possível ver que ele não se preocupa em reciclar a trilha sonora do filme original, e de modo algum isto a torna menos especial: a composição tem a mesma base, mas avanços e mudanças pontuais a tornam mais intimista e mais envolvente, contribuindo para a reafirmação do próprio suspense e dos crescentes perigos que rondam os terrenos do Castelo. A música não chega a ser tétrica, mas nos causa angústia – principalmente quando comparamos a escolha de Williams para momentos de tensão e aqueles mais alegres.

Outro dos pontos a serem destacados é a incrível direção de fotografia de Roger Pratt, sua primeira colaboração para a franquia Harry Potter. E em vez de falar dos aspectos gerais, gostaria de focar no uso particular de um plano perigoso – o plano holandês. Ainda que sutilmente, os enquadramentos de diversas cenas são inclinados, principalmente quando há um close-up dos personagens mais velhos ou em momentos catárticos. A preocupação aqui era se seu uso excessivo poderia quebrar o ritmo da narrativa e tornar as cenas leves demais para o tom do filme, mas a excepcionalidade com que Pratt e Columbus trabalham nem passam perto disso: a composição sugere instabilidade, e é assustador perceber que até as figuras adultas de A Câmara Secreta’ não sabem o que fazer contra o perigo iminente.

Todos os momentos e as decisões tomadas ao longo dos 161 minutos inclinam-se à batalha final – e o próprio longa parece nos preparar para isso. Enquanto no primeiro ato as cores quentes são predominantes – uma composição harmônica de vermelho e amarelo -, transmitindo segurança e conforto tanto para os personagens quanto para o público, os atos subsequentes são gradativamente engolfados em tons mais frios. A ameaça é crescente, e sabemos que, quando tudo estiver tomado pela escuridão, não há mais volta: faz-se necessário enfrentar o perigo para que, enfim, possamos voltar para a luz.

Uma das grandes sacadas da narrativa – e aqui refiro-me tanto ao livro quanto ao filme – é a utilização da inocência e do charlatanismo como catalisadores de conflitos. Personagens cujo semblante pacífico e apaziguador se tornam alvo das forças místicas e derradeiras das trevas, mostrando que nem mesmo o mais puro dos corações está livre de cair em tentações mortais; e contraditoriamente, há aqueles – como Gilderoy Lockhart (uma presença muito bem-vinda do fantástico Kenneth Branagh) – que utilizam-se de artifícios duvidosos para propagar sua fama, fazendo jus à frase “nem tudo é o que parece ser” e tendo seu arco montado sobre o escape cômico.

Harry Potter e a Câmara Secreta’ é uma belíssima continuação de uma franquia fantástica, marcando uma evolução técnica e narrativa capaz de encantar até os mais céticos espectadores – e nos apresentando a pontos de vista nunca imaginados.

Jenna Ortega diz que Ghostface será ainda mais VIOLENTO em ‘Pânico 6’: “É sangrento!”

Jenna Ortega (“Tara”) stars in Paramount Pictures and Spyglass Media Group's "Scream."

Depois de roubar a cena em ‘Pânico‘ (2022), Jenna Ortega está retornando à franquia slasher como Tara Carpenter. E a atriz prometeu que o sexto filme será ainda mais sangrento e assustador.

“O Ghostface fica muito mais intimidante nesse filme, que fica cada vez mais sangrento. Acho que esta é provavelmente a versão mais agressiva e violenta de Ghostface que já vimos”, ela afirmou em entrevista ao Entertainment Tonight. 

Ortega também falou pela primeira vez sobre a saída de Neve Campbell.

“Sinto que realmente não posso falar muito sobre isso só porque não é minha personagem. Mas vou dizer que há tanta coisa acontecendo no sexto filme, que terá tanta ação e tanto sangue, que você não vai sentir tanto sua falta. Mas é claro que há várias referências a Sidney, é claro. Você sabe, é bom porque ainda há uma proteção no roteiro e isso é algo que os atores tinham naturalmente sobre ela porque obviamente a respeitamos e queremos o melhor para ela. Ela sentiu falta e pensou nisso.”, afirmou.

Apesar da decepção com a ausência de Campbell, o novo filme vê o retorno de Hayden Panettiere, que volta a viver Kirby.

“Hayden é um amor. Tenho muita sorte que os diretores Matt [Bettinelli-Olpin] e Tyler [Gillett] e Melissa [Barrera] e Jasmin [Savoy Brown] e Mason [Gooding], todos nós temos tanto amor e respeito um pelo outro. Eles são como uma família para mim, então quando você está em um trabalho como esse, é muito gostoso. Está trabalhando com seus amigos. É o melhor cenário possível.”, concluiu.

A Paramount Pictures do Brasil divulgou a sinopse OFICIAL em português de ‘Pânico 6‘, que teve a estreia antecipada no Brasil para 9 de Março de 2023 – uma semana antes da estreia de ‘Shazam! 2‘.

O texto já havia sido divulgado antes em uma versão mais resumida, mas agora ganha mais detalhes.

Confira:

O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado. Fazem parte do elenco Courteney Cox, Jenna Ortega, Hayden Panettiere, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown e Melissa Barrera

Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornam para a próxima aventura.

Assista à nossa crítica do último longa:

 

‘Pantera Negra 2’: Letitia Wright diz que aprendeu a lição após polêmica sobre discurso anti-vacina

No ano passado, Letitia Wright se envolveu em uma polêmica depois que fontes divulgaram que ela estava espalhando ideais anti-vacina no set de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre.

Na época, a intérprete de Shuri pediu desculpas por ter postado um vídeo contra a imunização em massa em plena pandemia do Coronavírus.

E, enquanto promovia a sequência, Wright foi questionada pela revista Standard se já foi vacinada contra o vírus.

Em resposta, ela foi evasiva ao dizer que “respeita as escolhas de todos”, mas não acha que o momento atual seja adequado para tocar no assunto.

“Respeito as escolhas de todos. Eu não acho que isso é a coisa certa para eu responder agora, porque eu estou aqui para discutir filmes que eu amo e que impactam as pessoas. A única coisa que eu sei é que eu amo o meu trabalho.”

Ela argumentou que aprendeu muito depois da polêmica e reconheceu que, como uma figura pública, ela deve pensar melhor antes de compartilhar seus próprios pensamento com os fãs.

“Já se passaram dois anos e estou orgulhosa das maneiras pelas quais fui capaz de aprender e fazer escolhas melhores. [Essa situação] faz você repensar maneiras de ser positiva em relação à sociedade. Lembro-me de anos atrás, Naomie Harris me disse que ‘como você se comporta, é como as pessoas se identificam com você’. Eu tento me carregar com humildade e bondade, e inspirar as pessoas dessa forma.”

Lembrando que  ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ já está em exibição nos cinemas.

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência também conta com Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

ISSO TÁ UM ESPETÁCULO! ‘Avatar: O Caminho da Água’ ganha imagens extremamente realistas

A demora para James Cameron terminar ‘Avatar: O Caminho da Água‘ está cada vez mais explicada. O filme ganhou quatro novas imagens que são um deleite visual, mostrando o realismo que ele conseguiu criar no universo de Pandora.

Confira:

A franquia já tem três sequências programadas para serem lançadas ou produzidas, no entanto James Cameron revelou que pode acabar já no terceiro filme.

De acordo com o cineasta, o segundo longa servirá como um teste para ver se o público ainda se interessa pelas histórias de Jake (Sam Worthington) e sua família em Pandora.

“O mercado nos dirá se é o fim em três meses. Estamos em um mundo diferente daquele em que estávamos quando escrevi os filmes. Por outro lado, talvez nós lembremos as pessoas do significado de ir ao cinema. Esse filme com certeza faz isso. A pergunta é: alguém ainda se importa?”, disse Cameron à Total Film.

O Caminho da Água‘ terá em torno de 3 horas e 10 minutos de duração. O longa trará Jake Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoë Saldana) uma década depois dos eventos do filme original. Os dois agora têm filhos e precisam enfrentar uma nova ameaça para proteger sua família.

 

Vale lembrar que nós já assistimos 15 minutos do filme, chega aos cinemas nacionais em 15 dezembro deste ano, 13 anos após o lançamento do original.

Confira:

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de Avatar teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

“Não quero ninguém reclamando da duração, ainda mais porque eles sentam e fazem maratona [de séries] por oito horas”, ele comentou. “Eu já posso ver essa parte nas críticas: ‘o filme agonizante de três horas…’. É tipo, me deixem em paz. Eu assisti cinco episódios de uma hora cada com meus filhos. Esse é o paradigma social que precisa mudar: não tem problema você levantar e ir ao banheiro”.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

Dirigido por James Cameron, o filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Abaixo-assinado para salvar série CANCELADA pela Netflix ultrapassa 100 mil assinaturas

Netflix cancelou outra série querida pelo público na última semana, e os fãs estão revoltados.

Logo após o lançamento da aguardada segunda temporada, o streaming pegou a todos de surpresa ao anunciar o cancelamento de ‘Fate: A Saga Winx‘ – adaptação baseada no desenho ‘O Clube das Winx’.

Para tentar contornar o cancelamento, um grupo de fãs criou um abaixo-assinado pedindo para a Netflix realizar a terceira temporada:

“É realmente devastador. É uma das melhores séries da Netflix e teve uma história inacabada para terminar. Todo mundo estava ansioso por mais temporadas e estava esperando que eles renovassem o show. Em vez disso, eles optaram por cancelar o show, deixando muitos fãs furiosos e com o coração partido. É por isso que criei esta petição para que as pessoas assinem para que a Netflix possa trazê-la de volta.

Em vez disso, a Netflix usa a maior parte de seus recursos em documentários sobre serial ki//ers, em vez de trazer de volta séries incríveis que as pessoas adoram e mal podem esperar pela próxima temporada. Que não machuquem nem afetem as vítimas ou familiares que ainda estão conosco. Mesmo que você não seja fã desse programa em particular, esta petição pode ajudar a impedir que a Netflix cancele programas populares e, em vez disso, publique vários documentários sobre serial killers e dê a eles o destaque em vez de pessoas que realmente merecem.

Por favor, me ajude a assinar esta petição para trazer de volta o incrível show Fate: The Winx Saga e obter o final que merecemos!”

Para assinar o abaixo-assinado, que já conta com mais de 105 mil assinaturas, clique aqui!

Através de um comunicado, o showrunner e criador Brian Young disse:

“Não tenho boas notícias para compartilhar. A Netflix decidiu não renovar a série ‘Fate: A Saga Winx’ para a terceira temporada,” declarou o showrunner e criador Brian Young. “Isso é especialmente difícil porque sei que muitos de vocês amaram o segundo ciclo. É de partir de coração. [Trabalhamos nessa série] por quatro anos incríveis. Espero vê-los novamente no futuro.”

Como a segunda temporada terminou com diversos ganchos para futuras narrativas, o público está revoltado com a decisão, já que a série não vai terminar com um fim adequado.

Confira as reações nas redes sociais:

Criada por Brian Young, a série é baseada na animação ‘O Clube das Winx‘.

A trama acompanha cinco amigas fadas que chegam a Alfea, um internato mágico localizado em Outromundo, onde devem aprender a dominar seus poderes enquanto se aventuram entre amores, rivalidades e os monstros que ameaçam sua própria existência.

O elenco conta Abigail Cowen (Bloom), Hannah van der Westhuysen (Stella), Precious Mustapha (Aisha), Eliot Salt (Terra), Elisha Applebaum (Musa), Sadie Soverall (Beatrix), Freddie Thorp (Riven), Danny Griffin (Sky), Theo Graham (Dane) e Jacob Dudman (Sam).

10 Curiosidades de ‘Um Príncipe em Nova York’, um dos melhores filmes de Eddie Murphy

Clássico das comédias da década de 1980, Um Príncipe em Nova York se tornou um dos maiores sucessos da carreira de Eddie Murphy. Além de ter ajudado a consolidar o nome do humorista no cinema, o longa trouxe pontos que mostraram todo seu talento como ator e marcaram a estreia de algumas de suas marcas registradas nas telonas. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 curiosidades sobre o filme. Confira!

 

Fragmentado

Atualmente, uma das marcas mais famosas de Eddie Murphy é interpretar mais de um personagem no mesmo filme. Inclusive, fazendo com que seus personagens distintos interajam entre si nas tramas. E se isso faz tanto sucesso é porque ele decidiu arriscar essa maluquice, inspirada no ator Peter Sellers, que já havia feito isso em Dr. Fantástico (1964), pela primeira vez em Um Príncipe Em Nova York (1988).

 

A voz do povo

Claro que houve um receio da produção e do próprio Murphy de que essa ideia desse errado. Então, para testar se a maquiagem e as próteses estavam críveis, Eddie Murphy saiu pelos estúdios da Paramount vestido e maquiado como Saul, o senhor judeu. Ele se aproximava das pessoas em um carrinho de golfe e dizia que era o Eddie Murphy. Absolutamente ninguém acreditava e começava a rir da suposta imitação do senhorzinho do Eddie Murphy. Com essa aprovação popular, a ideia foi pra frente e marcou de vez a carreira do ator.


Careca de saber

O ator e humorista Cuba Gooding Jr. participa do filme como o garoto que está cortando o cabelo na barbearia do Clarence (Murphy). Em uma das cenas mais inesperadas, ele diz ao barbeiro que não tem como pagar pelo corte. Então, o profissional resolve o problema de forma simples e rápida: ele arranca uma lapa de cabelo do garoto bem no meio da cabeça. A cena é hilária, mas, infelizmente para os cabelos de Cuba, acabou sendo retirada do corte final do longa. Ah, essa foi a estreia do ator nos cinemas.


Mesmo elenco

Inclusive, ainda falando da barbearia e dos vários personagens de Murphy, a sequência no estabelecimento economizou bastante com novos atores, mas gastou horrores em maquiagem. Isso porque todos os personagens da barbearia foram interpretados por Eddie Murphy, Arsenio Hall, Clint Smith e o próprio Cuba Gooding Jr.

Assustador

Uma das cenas mais icônicas do filme é quando os dançarinos fazem uma apresentação frenética na cerimônia de escolha de esposas para o príncipe Akeem, o “ritual de côrte”. Porém, um detalhe que pode ter passado despercebido é que os passos de dança nada mais são que a coreografia de Thriller, do Michael Jackson, em velocidade muito acelerada.

Muitos talentos

Perto de 30 minutos de filme, na sequência em que o príncipe Akeem e o Semmi entram na boate, há uma música dançante tocando ao fundo. A canção é I Got It, que é cantada pelo próprio Eddie Murphy.

#ReleaseTheLandisCut

Depois do lançamento e do filme se tornar um sucesso de bilheteria nos anos 80, o diretor do filme, John Landis, em 2015, com o lançamento do blu-ray do longa, tentou convencer a Paramount a deixá-lo lançar como bônus uma versão do diretor, que seria mais curta. Isso porque Landis sentiu que o ritmo ficou muito arrastado, então o diretor queria dar mais dinamismo para a obra. No entanto, a Paramount vetou a ideia justamente porque o filme havia feito muito sucesso e isso poderia causar reações negativas nos fãs.

Superstição

As filmagens do longa aconteceram em Nova York e na Califórnia. As cenas em NY, as principais do filme, ocorreram sem maiores problemas. No entanto, em Los Angeles, a produção quis gravar as cenas da festa na casa do McDowell. O problema é que Eddie Murphy havia visto em um documentário do lendário Orson Welles, que citava uma profecia de Nostradamus, que previa o acontecimento de um terrível terremoto na Califórnia justamente na semana em que as gravações ocorreriam. No final das contas, Murphy não compareceu a essas filmagens, assim como o terremoto, que nunca aconteceu.

Era o que tinha

Durante muito tempo, o título do filme foi “The Quest”, algo como “A Busca”. O título “Coming To América”, algo como “Indo Para a América”, que acabou sendo traduzido no Brasil para “Um Príncipe em Nova York”, foi sugerido no meio da produção e acabou ficando porque a equipe criativa não conseguiu pensar em um nome melhor.

Bigode polêmico

Logo no comecinho do filme, o rei olha para a cara do príncipe Akeem durante o café da manhã de aniversário e fica surpreso que o filho está usando bigode. Essa é uma piada tirada diretamente de Um Tira da Pesada (1984), em que Axel (Ed Murphy) visita a Jenny na galeria de arte em que ela trabalha, causando surpresa na moça justamente por estar usando bigode.

Um Príncipe Em Nova York está disponível no Amazon Prime Video

‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ começa bem e tem o 10º MAIOR dia de Abertura da história

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ começou bem nas bilheterias, conquistando o 10º maior dia de abertura da história. A sequência arrecadou US$ 84 milhões em seu primeiro dia nas bilheterias, elevando suas projeções para US$ 185 milhões em seu primeiro fim de semana.

Nas prévias de sexta-feira o filme fez US$ 56 milhões, o que está acima dos US$ 54,7 milhões arrecadados feitos por ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ em seu primeiro dia.

Internacionalmente, o longa foi lançado em 17 mercados – onde já arrecadou US$ 10.1 milhões. Para termos de comparação com outros filmes recentes do gênero, o resultado está 225% acima dos números de ‘Adão Negro‘ e 45% acima de ‘Batman‘.

O novo filme da Marvel dominou aos cinemas internacionais, incluindo na América Latina, onde alcançou o topo das bilheterias apenas com a pré-estreia.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Assista a nossa crítica:

 

Com 169 críticas publicadas até o momento, a sequência conquistou 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

O consenso geral é que, apesar de não conseguir superar o primeiro filme, o longa emociona e se diferencia das outras produções da Marvel ao abordar temas como luto e superação.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Com reflexões sobre a perda pessoal e o orgulho das nações, ‘Pantera Negra 2’ é um épico incrível, cuja maturidade temática e narrativa eleva o gênero de super-heróis a novas alturas.” (Inverse)

“Há muitas coisas admiráveis nesse filme, principalmente o cuidado com o detalhes, mas muitos irão sentir falta da energia do primeiro filme.” (Vanity Fair)

“Você assiste ‘Pantera Negra 2’ pensando no filme que nunca foi feito, na história que nunca foi finalizada e na vida que se foi cedo demais.” (Seattle Times)

“É incrível como os pontos mais fortes do primeiro ‘Pantera Negra’ e sua sequência são quando suas histórias ignoram as obrigações de suas franquias [no universo da Marvel].” (Los Angeles Times)

“‘Pantera Negra 2’ é um filme sobre luto e superação. Não é tão bom quanto o primeiro, mas é a direção certa.” (Arizona Republic)

“Apesar de ser barulhento como qualquer filme de super-herói, ‘Pantera Negra 2’ é sincero e entrega um drama efetivo – um dos melhores da Marvel.” (Observer)

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

 

‘Pantera Negra 2’: Censura na China reforça o PRECONCEITO contra cenas LGBTQ+

A China é um dos mercados mais lucrativos para o cinema por conta da quantidade de pessoas na região, mas o país está vetando a estreia de diversos filmes heróis.

O último filme da Marvel lançado por lá foi ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‎‎‎‎’ (2019), e as mais recentes proibições foram ‘Adão Negro(da DC) e Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

No caso de Adão Negro‘, a culpa pode ter sido de Pierce Brosnan, intérprete do Senhor Destino.

Ao que parece, fanáticos da Marvel compartilharam na Weboo, uma das maiores redes sociais da China, uma entrevista em que Brosnan apoiava os pensamentos políticos do Dalai Lama, o mais alto líder espiritual e ex-chefe de Estado do Tibete.

Para quem não sabe, o governo chinês considera o Dalai Lama como um separatista com o objetivo de usar sua influência religiosa para separar o Tibete da China.

Quanto aos filmes da Marvel, muitos foram descartados por conta de cenas que fazem referência à representação LGBTQ+, já que o governo chinês é extremamente conservador.

A repressão do país oriental às franquias americanas representa a perda de dezenas de milhões de dólares para os estúdios.

Atualmente, ‘Adão Negro‘ registra apenas US$ 327,2 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento avaliado entre US$ 195-200 milhões.

Quanto a Pantera Negra 2‘, insiders informaram que o veto é devido a uma cena de menos de cinco segundos entre os guerreiros wakandanas Aneka e Ayo, na qual elas compartilham um beijo na testa e dizem ‘eu te amo’.

“Na China, ‘Pantera Negra 2’ foi banido devido a cenas LGBTO+.”

Como a Disney é contra a censura de conteúdo LGBTQ+ em suas produções, a cena não foi excluída para se adequar aos padrões chineses. Por esse mesmo motivo, filmes como ‘Lightyear‘ também foram banidos por lá.

Ironicamente, essas proibições estão prejudicando não penas os EUA, mas os donos de cinemas na própria China, já que o THR divulgou que as bilheterias no país caíram 35% em relação a 2021.

Lembrando que ‘Adão NegroePantera Negra: Wakanda para Sempre‘ continuam em exibição nos cinemas nacionais.

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência também conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Dica do fim de semana | Destaques dos principais streamings

Neste fim de semana, o CinePOP selecionou cinco produções bastante diferentes que estão disponíveis nos principais serviços de streaming do país, com suspense, aventura e animações, que você pode assistir caso ainda não saiba o que ver neste final de semana. Confira!

Não Se Preocupe, Querida

Filme com os bastidores mais polêmicos dos últimos meses, Não Se Preocupe, Querida acabou chamando mais atenção pelas fofocas da relação conturbada entre a diretora Olivia Wilde, seu namorado Harry Styles e a atriz Florence Pugh. No entanto, fora as histórias da vida real, o filme tem seus pontos favoráveis para se sustentar como produção interessante. O longa se passa nos anos 1950 e acompanha um casal supostamente perfeito, em que o marido (Styles) trabalha em um projeto secreto, enquanto a esposa (Pugh) passa o dia cuidando da casa e confraternizando com as outras esposas do condomínio. Porém, certo dia, ela decide questionar sua vida perfeita e as coisas saem de controle.

Onde assistir: HBO Max

 

A História do Cinema Negro nos EUA

Com pouco mais de duas horas de duração, esse documentário não aborda toda a história negra no cinema norte-americano, mas explora principalmente a década de 1970, quando a comunidade negra dos EUA vira tema de uma série de produções cinematográficas. Para debater sobre o espaço direcionado aos negros nas telonas, o diretor convida atores, atrizes e nomes fortes da indústria para deporem sobre suas experiências pessoais e levantar um importante debate.

Onde assistir: Netflix

 

Entre Facas e Segredos

Uma clássica história de assassinatos e detetives, Entre Facas e Segredos é um suspense repleto de aventura e mistérios sobre a morte misteriosa de um ricaço na noite posterior ao seu aniversário, em que reuniu toda a família para uma comemoração bastante incômoda. E diante da idade avançada do coroa, os parentes claramente só compareceram para tentar abocanhar a possível herança do coitado. Assim, com a morte misteriosa, um famoso detetive é convocado para tentar resolver o mistério.

Onde assistir: Telecine

Star Wars: Histórias dos Jedi

Criada pelo brilhante Dave Filloni (The Mandalorian), essa série de curtas é canônica no universo Star Wars e faz uma expansão maravilhosa dessa mitologia espacial em poucos capítulos. Ela se passa antes do Império assumir o controle da galáxia muito, muito distante e acompanha principalmente os caminhos de Ahsoka Tano e o Conde Dookan.

Onde assistir: Disney+

 

Zen: Grogu e as Criaturas do Estúdio Ghibli

Sucesso entre crianças e adultos, o Bebê Yoda praticamente virou o rosto de Star Wars para a nova geração. Na última semana, foi anunciada a parceria entre a Lucasfilm e os Estúdios Ghibli para uma produção conjunta entre o estúdio japonês e a saga da galáxia mais famosa da fantasia. E o resultado foi este curta animado de cerca de três minutos que, ao som de música zen, mostra o bebê Grogu interagindo com outras criaturas clássicas dos japoneses. Ah, vale lembrar que esse curta é todinho feito à mão.

Onde assistir: Disney+

Monstros mutantes atacam no trailer do terror lovecraftiano ‘Freeze’; Confira!

O terror ‘Freeze‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Charlie Steeds é responsável pela direção.

“Em uma missão de resgate no ártico para salvar um velho amigo e sua expedição perdida, o Capitão Mortimer encontra mais do que esperava quando seu navio fica preso no gelo e se torna alvo de criaturas monstruosos sedentas por sangue.

O longa ganhou como Melhor Filme no H.P. Lovecraft Film Festival, em 2022.

O elenco conta com Johnny Vivash, David Lenik, Beatrice Barrila, Rory Wilton, Jake Watkins, Ricardo Freitas, Sam Lane, Jaime Seal, Jay O’Connell, Simon Pengelly, Elliot Hadley e Tim Cartwright.

Zack Snyder fala sobre voltar à DC após contratação de James Gunn

O cineasta Zack Snyder ganhou bastante notoriedade por suas produções pela DC, mesmo que todas fossem sempre questionadas, ainda assim, não são poucos aqueles que aguardam o seu retorno.

Mesmo afastado por anos, agora com a reestruturação do DCU, que agora será comandada pela dupla James Gunn e Peter Safran, o próprio Snyder comentou a possibilidade de voltar para os filmes da DC.

“Tudo que eu sei, que é muito pouco, é que estou fazendo algo próprio e não recebi nenhuma ligação nem nada do tipo. Então estou apenas desejando tudo de melhor a eles e que eles façam filmes muito legais”, disse Snyder ao The Preston & Steve Show, desmentindo que existiam planos para o seu retorno.

Abaixo você confere a entrevista na íntegra:

Vale lembrar que o último projeto do diretor lançado para a DC foi ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, que estreou em 2021, sendo uma versão diferente de acordo com a visão dele do filme de 2017.

Crítica | Ligações Perigosas – Intriga, Romance HOT e Traições na série da Lionsgate+

Dangerous Liaisons Season 1 U.S. Key Art; Image ID's: DLI1_100321_1414DLI1_100321_1515DLI1_100321_1454DLI1_100321_1454DLI1_100321_1202DLI1_100321_1202DLI1_100321_1215DLI1_100321_1406DLI1_100321_1448

Vivemos a era das novas adaptações. Sucessos que viraram a cabeça de leitores e espectadores no passado estão ganhando novas roupagens para o público atual, numa tentativa de atrair as atuais gerações para narrativas primevas que conquistaram o público anterior. Lançado primeiramente em 1988, o filme de romance de épocaLigações Perigosas’ causou frisson em Hollywood por trazer os bastidores da corte parisiense retratados por debaixo dos panos com muita safadeza e libido. Após uma releitura fracassada e contemporânea feita pela Netflix, uma nova adaptação do romance francês chega esse mês em formato seriado e com o mesmo título, em episódios semanais estreando todo domingo na plataforma da Lionsgate+, antiga Starzplay.

Camille (Alice Engert) é uma inocente e bonita cortesã das ruas de Paris, obrigada a tal por conta das circunstâncias da vida. É no cabaré em que trabalha que, em sua primeira noite, conheceu o jovem Valmont (Nicholas Denton), que contratara seus serviços por estar interessado em aprender os truques de como amar a uma mulher, em todas as suas formas. Com o passar do tempo, os dois caem perdidamente apaixonados um pelo outro. Porém, há uma realidade que Valmont não conta à amada: ele é um homem falido, sem nenhum tipo de posse, e sua perspectiva de ascender socialmente reside no fato de ele se envolver amorosamente com várias mulheres casadas para depois chantageá-las, e, com isso, conseguir ganhar algum dinheiro. Dispostos a ficarem juntos de uma vez por todas, os dois decidem marcar de fugir juntos, entretanto, um infortúnio do destino fará com que o casal não se encontre, e as consequências dessa noite impactarão na vida dos dois amantes para sempre.

Dividido em oito episódios de cerca de uma hora de duração cada, a nova adaptação de ‘Ligações Perigosas’ traz uma leitura mais picante e provocante dessa história, como bem tem sido boa parte das novas adaptações de romance de época que tem feito sucesso com o público. Aliás, essa tem se tornado uma das características principais da plataforma Lionsgate+, então, para quem curte esse gênero, fica a dica.

Luxuosamente produzido – desde as locações reais, passando pelo figurino deslumbrante e os objetos em cena condizentes com a época – inicialmente o casal protagonista pode parecer meio cru, mas isso faz parte da própria aura de inocência juvenil desses dois que acreditavam no amor até serem destruídos pela sociedade. Aos poucos Nicholas Denton e Alice Engert vão ganhando confiança e conquistam o espectador pelo seu crescimento em cena através da malícia que os personagens vão ganhando em suas trajetórias e pelo amadurecimento que imprimem a Valmont e Camille, indicado pelo roteiro de Harriet Warner para a história criada por Chordelos de Laclos.

Leonora Lonsdale e Olly Blackburn dividem bem a direção da série, balanceando um quê de ‘O Fantasma da Ópera’ com ‘Guerra e Paz’ e uma pitada de Marquês de Sade por debaixo das saias e corpetes, transformando ‘Ligações Perigosas’ num romance hot com diálogos intensos e verborrágicos com uma leve pegada pop. Tudo é sedução e disputa em um jogo de quem vence na sociedade parisiense do século XVIII. Em episódios de duração suficientes, a nova série é uma caliente opção para acompanhar no domingo à noite.

Fotos mostram o esqueleto de VAMPIRA medieval que foi descoberto na Polônia

De acordo com o Metro UK, arqueologistas descobriram o esqueleto de uma possível “vampiramedieval na Polônia. Os restos mortais pertenciam a uma mulher que foi enterrada de costas, com uma lâmina sobre a sua garganta.

Especialistas acreditam que a lâmina foi uma medida para garantir que, se a mulher voltasse dos mortos, sua cabeça seria cortada do seu corpo ao tentar se levantar.

Confira as imagens:

Sobre o caso, o professor Dariusz Poliński explica: “A foice não foi colocada plana, mas colocada no pescoço de tal forma que, se o falecido tentasse se levantar, provavelmente a cabeça teria sido cortada ou ferida.”

Detalhes adicionais incluem o fato de que a mulher usava um gorro de seda – um possível indicador de alto status social – e um de seus dentes da frente foi considerado “saliente”. Por fim, também havia um cadeado preso ao dedão do pé esquerdo.

Nos últimos anos, cientistas têm encontrado, em várias culturas diferentes, exemplos de mortos sendo enterrados com diversas precauções para garantir que eles não escapassem do túmulo.

“Como forma de impedir o retorno dos mortos, havia medidas como cortar a cabeças ou as pernas, posicionar o corpo de cabeça para baixo, queimar o cadáver ou amassá-lo com uma pedra,” declara o Professor Poliński.

Vale lembrar que esse método de enterro já havia sido descoberto na Polônia, em 2014. Seis esqueletos foram descobertos enterrados com lâminas sobre suas gargantas.

‘Duro de Matar’, ‘Velocidade Máxima’ e os filmes de AÇÃO que se passam num único cenário

Trem-Bala já está disponível nas plataformas digitais e foca grande parte de sua ação dentro de um trem-bala, quando um grupo de exímios assassinos se encontra a bordo e percebe que seus destinos estão interligados. O trem do filme é uma versão fictícia do trem real Shinkansen – um dos mais rápidos do mundo.

Essa é a primeira vez que um filme de ação usa como cenário o veículo incrivelmente veloz – ao menos em grande parte de sua narrativa (já que no passado longas como o primeiro Missão: Impossível e Wolverine Imortal realizaram uma cena específica utilizando o veículo).

Pensando nisso e pegando como gancho esse novo longa que vem sendo muito elogiado, resolvemos relembrar com você alguns dos icônicos filmes de ação do passado que usaram um único cenário, seja um veículo ou outro local, o usaram como centro de sua narrativa e o venderam em cima disso. Confira abaixo.

Duro de Matar (1988)

Não dá para falar de filme de ação sem pensar em Duro de Matar. Ainda hoje o filme estrelado por Bruce Willis e dirigido por John McTiernan (o mesmo de O Predador) é sinônimo de excelência quando o assunto é o gênero. Muitos podem não saber, mas o filme responsável por transformar Willis num astro e nome associado ao cinema policial é baseado num livro também. Aqui, obviamente, a história se desenrola toda dentro de um prédio de Los Angeles, o fictício Nakatomi Plaza (na verdade o Fox Plaza, o prédio que continha os escritórios de um dos maiores estúdios de Hollywood e produtor do filme).

Duro de Matar 2 (1990)

O primeiro Duro de Matar foi um sucesso unânime, assim seria muito difícil o estúdio não dar sinal verde para uma continuação, mesmo que ele não pedisse necessariamente. Mais difícil ainda, previa os pessimistas, seria realizar um filme tão bom quanto o original. Bem, podemos dizer que os pessimistas estavam errados de novo. Bruce Willis retornava e a trama era novamente baseada num livro (talvez aí esteja o segredo da franquia). A ação agora era movida para Washington, para o aeroporto internacional Dulles. O local se mostrou um cenário tão eficiente quanto o prédio original, numa trama talvez ainda mais repleta de reviravoltas e ação mirabolante.

A Força em Alerta (1992)

Hoje, Steven Seagal pode até ser uma piada para muitos, mas no fim dos anos 80 e início de 90, ele galgava ao posto de astro da ação com filmes que eram sucesso de crítica e público. Esse aqui foi seu maior e mais ambicioso projeto: uma superprodução de US$35 milhões bancada pela Warner e com direção de Andrew Davis, que no ano seguinte faria o indicado ao Oscar O Fugitivo, com Harrison Ford. Aqui, Seagal vivia um cozinheiro militar condecorado, que vê o navio encouraçado no qual está a bordo ser tomado como refém por terroristas – assim como toda a tripulação -, restando apenas ele para salvar o dia. E sim, é um “Duro de Matar no navio”.

 

Passageiro 57 (1992)

Tudo que faz sucesso e vira fenômeno em Hollywood logo cria sua própria tendência. Por lá o número de “imitadores” é sempre maior do que as ideias originais. A verdade é que no mundo real as coisas também não são diferentes disso. Seja como for, Duro de Matar se tornou uma febre e logo alastrava suas influências no cinema de ação para outros filmes. A Warner foi uma das que agiu mais rápido e sem perder muito tempo gerou seus próprios “filhotes” de Duro de Matar. É muito fácil imaginar que este veículo protagonizado por Wesley Snipes (então um dos reis do gênero) foi vendido para os executivos como um “Duro de Matar passado num avião”. E é exatamente isso que ele é.

A Força em Alerta 2 (1995)

A Força em Alerta pode ser considerado o maior e mais ambicioso filme da carreira de Steven Seagal. E foi também o mais bem sucedido de crítica e bilheteria. Naturalmente, a Warner viu não uma janela, mas uma porta escancarada para uma sequência. Afinal, a rival Fox já tinha um carismático herói nas formas do John McClane de Bruce Willis, e Casey Ryback de Steven Seagal parecia ser uma ótima pedida para a Warner também. Assim, três anos depois, o estúdio tirava do papel a continuação que colocava o protagonista desta vez dentro de um trem em alta velocidade, onde terroristas ameaçavam o mundo. Isso que é estar no lugar errado, na hora errada. Bem, não chegava a ser um trem-bala, mas fez estrago.

Velocidade Máxima (1994)

Muito antes de John Wick e antes mesmo de Matrix, o gente-boa Keanu Reeves se tornava um herói de ação ainda no início dos anos 90. Muitos podem apontar Caçadores de Emoção (1991) como sua entrada com pé direito no gênero, mas foi Velocidade Máxima que atingiria novos níveis de sucesso para o estrelato do ator. Velocidade Máxima foi sensação em sua época, e de forma surpresa roubou grande parte dos holofotes de outros blockbusters, vide True Lies e Os Flintstones – O Filme. A trama começa dentro de um elevador e segue claustrofóbica dentro de um ônibus, que não pode diminuir sua velocidade caso contrário uma bomba o explode. Reeves vive Jack Traven, e o filme ainda nos apresentaria uma Sandra Bullock novinha em sua virada na carreira.

Con Air – A Rota da Fuga (1997)

A geração mais nova pode até não acreditar, mas Nicolas Cage era um dos maiores heróis de ação no fim dos anos 90, após ter vencido o Oscar de melhor ator. Tá bem, pode ser informação demais para os mais novos assimilarem, então iremos nos concentrar no filme. Após ter se saído muito bem em A Rocha (1996), diversos roteiros do gênero chegavam à porta do ator, que na época tinha sim renome. O primeiro que ele aceitou foi esse Con Air, que o colocava como herói trágico, um presidiário cumprindo pena por ter matado um sujeito numa briga defendendo a esposa. O tal Con Air do título se refere ao avião que transporta os condenados e que curiosamente o coloca ao lado dos piores criminosos do país. Quando os bandidos tomam conta da aeronave, cabe a Cameron Poe (Cage) fazer o que é certo.

 

Velocidade Máxima 2 (1997)

Não existe nada tão bom que não possa ser estragado. E nem sempre a continuação de um filme de sucesso chega aos pés de seu original. Nem todos podem ser Duro de Matar 2. E Velocidade Máxima 2 definitivamente não é. Embora o mesmo Jan de Bont tenha retornado para dirigir, o astro Keanu Reeves decidiu seguir seu próprio caminho, não querendo nada com essa continuação, que trocava o ônibus por um cruzeiro transatlântico. E sim, se você acha que um cruzeiro é um veículo lento demais para um filme de ação chamado Velocidade Máxima, você está completamente certo. Sandra Bullock retornou e ganhou os holofotes como protagonista. E na ausência de Reeves, entrou em cena o insosso Jason Patric. A melhor coisa é o sempre ótimo Willem Dafoe vivendo o caricato vilão.

‘Creed 3’: Ryan Coogler, diretor do original, revela o que achou da sequência

Antes de assumir os filmes do ‘Pantera Negra’, Ryan Coogler dirigiu ‘CreedNascido para Lutar‘ em 2015, derivado da franquia ‘Rocky‘, estrelada por Sylvester Stallone.

Com Michael B. Jordan no papel principal, o derivado conta a história do filho de Apollo Creed (Carl Weathers), Adonis, e o sucesso foi tão grande que rendeu uma sequência em 2018, dirigida por Steven Caple Jr.

Agora a franquia está prestes a ganhar a mais um filme, a comando do próprio Jordan.

E, como Coogler deu origem a toda essa história, ele já teve a oportunidade de conferir o roteiro da sequência.

Em entrevista para o Collider, ele foi questionado se deu algum conselho a Jordan e revelou sua reação ao filme.

“Se eu dei algum conselho? Eu não vou responder isso, mano. Eu não vou responder isso. Mas posso responder como reagi [ao filme]. É Fantástico. Foi isso que senti. Eu senti muito orgulho de Mike, de Jonathan [Majors], de Tessa [Thompson], de Phylicia [Rashad] e da jovem estrela que todo mundo está prestes a conhecer, que interpreta Amara.”

Ele continuou:

“Eu estava cheio de um profundo sentimento de orgulho. Principalmente do meu irmãozinho, Kennan [Coogler], que escreveu o roteiro junto com Zach Baylin. Eu fiquei orgulhoso de todos eles. Eu liguei para Mike e disse algumas coisas a ele. Não vou entrar em detalhes, mas ele me disse: ‘Eles ainda estão trabalhando nisso, cara. Mas eu acho que é um filme único’. E realmente é”

Lembrando que a sequência foi adiada de novembro deste ano para 03 de março de 2023.

Confira os cartazes:

 

Creed: Nascido para Lutar‘ (2015) mostrou a jornada de Adonis (B. Jordan), filho de Apollo Creed, ao ser treinado por Rocky (Sylvester Stallone). A sequência foi lançada três anos depois, com Adonis enfrentando um antigo inimigo ligado ao passado de sua família.

Todos os filmes somados arrecadaram mais de US$ 387 milhões nas bilheterias mundiais e apresentaram a franquia Rocky para uma nova geração. O terceiro filme sobre Adonis Creed contará com os retornos de Tessa Thompson e Phylicia Rashad, além de B. Jordan, que desta vez também vai dirigir o título.

No entanto lado, Stallone já havia confirmado que não participaria da nova sequência. A novidade fica a cargo de Jonathan Majors (‘Loki’), que viverá o principal antagonista da trama.

“Bem, é diferente porque na verdade eu recusei. Não sei se havia espaço para mim. Leva em uma direção diferente. Desejo o melhor a eles, que continuem dando socos”, falou Sly.

‘Zathura’, clássica aventura com Josh Hutcherson e Kristen Stewart, completa 17 anos; Veja curiosidades!

17 anos atrás, Jon Favreau nos entregava uma das aventuras mais divertidas das últimas décadas: Zathura: Uma Aventura Espacial’.

Estrelada por Josh HutchersonJonah BoboDax ShepardKristen Stewart, a trama acompanha dois garotos, Walter e Danny, que são deixados aos cuidados de sua irmã adolescente e instruídos a ficarem dentro de casa. A dupla, que antecipam um dia chato, ficam chocados quando começam a jogar Zathura, um jogo de tabuleiro com tema espacial, que eles percebem ter poderes místicos quando sua casa é atirada no espaço. Com a ajuda de um astronauta, os meninos tentam voltar para casa.

Apesar do fracasso comercial, a produção conquistou diversos elogios por parte da crítica especializada, além de ter ganhado uma legião de fãs com o passar dos anos e ser redescoberto constantemente.

Para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve matéria especial trazendo algumas curiosidades de bastidores para você conferir, logo abaixo:

  • O início e o fim do filme foram filmados no mesmo set. Ao longo do filme o set foi danificado e destruído, forçando o filme a ser rodado em sequência.
  • Bobo perdeu quatro dentes durante das filmagens; logo, os realizadores tiveram que fazer dentes falsos para ele usar.

  • Stewart admitiu que ficou perturbada ao ver a réplica em tamanho real feita dela para as cenas em que Lisa está congelada. Pouco tempo depois, vários homens se ofereceram para comprar a réplica, o que a assustou ainda mais quando ela descobriu.
  • O longa foi originalmente construído como uma sequência direta de ‘Jumanji’. O supervisor de efeitos visuais Ken Ralston estava cotado para comandar o projeto antes da Sony Pictures descartar a ideia e adaptar Zathura.
  • O filme é baseado no romance homônimo de Chris Van Allsburg. Em todos os seus livros, há um bull terrier chamado Fritz. Favreau colocou Fritz no filme – procure um Beanie Baby bull terrier atrás de Walter perto do final do filme.

  • Quando Danny mostra o jogo a Walter pela primeira vez, Walter diz com desdém: “fascinante”. Lisa, também desinteressada, diz a mesma coisa mais tarde, quando os meninos lhe mostram o jogo, mostrando que Walter deve ter aprendido esse desdém com a irmã mais velha.
  • Quando as crianças veem o astronauta pela janela pela primeira vez, você pode ver o rosto de Walter no reflexo do capacete, dando uma dica de sua verdadeira identidade.

  • Os alienígenas, chamados Zorgons, são, na verdade, um híbrido de efeitos ao vivo e digitais, uma abordagem que o estúdio estava apenas começando a explorar de maneira séria naquela época.
  • O longa foi rodado na mesma casa que seria utilizada mais tarde no terror ‘Paranoia’, também de 2007.

Crítica | Uma Quedinha de Natal – O Retorno de uma Enferrujada Lindsay Lohan às RomComs Natalinas

Nós esperamos muito, muito mesmo, para voltar a ver Lindsay Lohan atuando. Especialmente, voltando a atuar em filmes natalinos – razão pela qual ficamos quase que mensalmente assistindo a ‘Meninas Malvadas’, apenas para ver a clássica cena da apresentação do grupo de amigas na escola. Bom, depois de um grande hiato que pareceu durar uma eternidade, a Netflix anunciou ‘Uma Quedinha de Natal’, sua nova comédia romântica e carro-chefe das produções festivas desse fim de ano, e o longa incluía ninguém menos do que nossa malvada favorita Lindsay Lohan. Aí imediatamente a expectativa da galera foi lá em cima, porém, o resultado, que pode ser conferido desde ontem na plataforma, ficou bem aquém do que gostaríamos de ver, apesar de o filme de Natal estrear direto no Top 10.

Sierra Belmont (Lindsay Lohan) é herdeira de um luxuoso complexo de ski no interior dos Estados Unidos. Ela está prestes a ocupar a vice-presidência do ramo de turismo hoteleiro do seu pai, Beauregard Belmont (Jack Wagner), mas na verdade o que ela quer é ser influencer, tal qual seu namorado Tad Fairchild (George Young). Quando, às vésperas do Natal, ela e Tad se aventuram em um local inóspito nas geladas montanhas, Sierra acaba sofrendo um acidente, sendo encontrada mais tarde por Jake Russell (Chord Overstreet). Confusa e desmemoriada, Sierra não consegue se lembrar de nada de antes do acidente, nem mesmo do próprio nome ou do quanto era uma menina mimada. Sem ter para onde ir, Jake acolhe-a em sua pousada, Estrela do Norte, que, apesar de aconchegante, está perigando fechar as portas por conta da baixa procura dos hóspedes. Enquanto tenta se lembrar de quem é, Sierra passará por muito aprendizado com Jake e sua família.

Mastigado para ser uma romcom bem açucarada, ‘Uma Quedinha de Natal’ é aquele tipo de filme natalino que busca agradar a toda a família, focando bem nesse quesito, ainda que não faça muito sentido para o que ele mesmo se propõe. Aí o roteiro de Jeff Bonnett e Ron Oliver constrói, por exemplo, um pai sério super focado nos negócios da família, para, no final, torná-lo um bonachão que aceita com a maior facilidade o fato de sua filha jogar tudo pro alto. Incoerente.

Com uma hora e meia de duração, mais do que as frequentes incoerências do roteiro, o que mais gera incômodo é o elenco, engessado e sem nenhuma química. Janeen Damian não consegue fazer com que seus atores transmitam sentimentos verdadeiros, chegando a ser quase possível ouvir o “ação!” na introdução das cenas, com personagens entrando e saindo mecanicamente dos ambientes e com propósitos muito forçados. Apesar disso, no quesito técnico o longa não decepciona, construindo um ambiente natalino digno dos sonhos, que inclui muita neve, locações charmosas, decoração natalina para encher os olhos e um ambiente que quase tem cheiro de chocolate quente. Um mergulho de cabeça real para quem ama essa época do ano.

Sem química e engessada, ‘Uma Quedinha de Natal’ traz uma história clichê mal costurada, em um ambiente deslumbrante e imersivo nas festas de fim de ano. Apesar do desequilíbrio, traz um grande presente aos fãs: uma cena de Lindsay Lohan cantando música natalina e disputando no rádio para deixar a música rolar. Quem é fã vai pescar o easter egg.

‘Pantera Negra 2’: Compositor fala sobre os desafios de reproduzir a cultura Maia na trilha sonora

Interpretado por Tenoch Huerta, Namor finalmente foi introduzido ao MCU em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

Retratado como o governante do reino subaquático Talokan, o Príncipe Submarino foi adaptado com base na cultura Maia, uma das civilizações pré-colombianas que habitou a região do México.

E é claro que a trilha sonora deveria trazer referências a essa cultura, o que foi uma grande dificuldade para o compositor Ludwig Göransson.

Em entrevista para o Deadline, ele explicou que começou a idealizar a trilha após uma longa pesquisa com arqueólogos especialistas em música na Cidade do México:

“A música Maia e sua cultura foram apagadas à força, então não sabemos exatamente como a música deles soava. A primeira coisa que fiz ao pensar em como poderíamos reimaginar o som e essa música foi entrar em contato com alguns arqueólogos musicais na Cidade do México. Lá, eu comecei a trabalhar com especialistas que me mostraram instrumentos encontrados em sepulturas, como conchas do mar e cascos de tartaruga, flautas de barro, muitos deles soam como sons da natureza.”

Ele continuou, argumentando que foi explorando cada descoberta até chegar no material que precisava:

“Havia diferentes tipos de assobios, uma flauta chamada apito da morte e outra chamada flauta da verdade. Com o tempo, tudo isso começou a fazer parte do som Talokan e se tornaram parte integrante para Namor. O que é interessante é como com a concha é limitada no alcance e na melodia que você pode tocar, mas o timbre se assemelha a uma trompa.”

E aí, você já assistiu ao filme? O que achou da trilha sonora?

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência também conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Tim Allen, Elizabeth Mitchell e mais no cartaz oficial de ‘Meu Papai (ainda) é Noel’; Confira!

Depois do trailer, o Disney+ divulgou o cartaz oficial da série ‘Meu Papai (ainda) é Noel‘ (The Santa Clauses), que dá continuidade à clássica franquia natalina ‘Meu Papai é Noel‘.

Confira:

Os dois primeiros episódios chegarão à plataforma de streaming no dia 16 de novembro.

Tim Allen e Elizabeth Mitchell reprisam seus papéis como Scott Calvin/Papai Noel e Carol/Mamãe Noel.

Austin KaneRupali ReddDevin BrightLaura San Giacomo também fazem parte do elenco.

Jason Winer, conhecido por seu trabalho em obras como The Big LeapModern Family (que lhe renderam indicações ao Emmy Awards), fica responsável pela direção e pela produção executiva.

Na trama:

“Scott Calvin está prestes a fazer 65 anos e percebe que não pode ser o Papai Noel para sempre. Ele está começando a não dar conta dos seus deveres como Papai Noel e, mais importante, ele tem uma família que poderia se beneficiar de uma vida no mundo normal, especialmente seus dois filhos que cresceram no Polo Norte. Com muitos elfos, crianças e família para agradar, Scott sai em busca de um Papai Noel substituto adequado enquanto prepara sua família para uma nova aventura em uma vida ao sul.”

Jack Burditt entra como showrunner, além de ser produtor executivo.

Lançado em 1994, o filme original arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente, garantindo duas sequências ‘Meu Papai é Noel 2‘ (2002) e ‘Meu Papai é Noel 3‘ (2006).