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Criador de ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado’ indica que a 2ª temporada terá novo TÍTULO

Através do seu Instagram, o criador Roberto Aguirre-Sacasa (‘Riverdale’) revelou novos detalhes sobre a 2ª temporada de ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado‘, indicando que o próximo ciclo deve ganhar um título diferente.

“É sempre divertido quando algumas das mentiras visitam a sala dos roteiristas para dar um oi, fofocar e contar segredos! A segunda temporada de ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado’ está em desenvolvimento… mas se chamará ‘Um Novo Pecado’ novamente… ou terá um título diferente?”, declarou Aguirre-Sacasa.

Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.

Roberto Aguirre-Sacasa, criador de ‘Riverdale‘, serve como showrunner.

O novo grupo de protagonistas é formado por Noah (Maia Reficco), Minnie (Malia Pyles), Tabby (Chandler Kinney), Faran (Zaria) e Imogen (Bailee Madison).

O elenco também conta com Mallory Bechtel (Karen) e Carson Rowland (Chip).

‘Chicago Med’: Novo membro do elenco original DEIXA a série após 8 temporadas

De acordo com o Deadline, Brian Tee, que interpreta no Dr. Ethan Choi na série médica ‘Chicago Med‘, deixará o elenco da produção após 8 temporadas.

O ator se despedirá da série no nono episódio do ciclo atual, intitulado Could Be the Start of Something New, que irá ao ar no dia 7 de dezembro. No entanto, ele retornará posteriormente, mas apenas nos bastidores.

Tee fará sua estreia diretorial no 16º episódio da série.

“Interpretar o Dr. Ethan em ‘Chicago Med’ foi uma benção. Sempre serei grato aos fãs e os meus colegas enquanto eu embarco em uma nova jornada. Estarei sempre em dívida com o Dick Wolf, NBC e a Universal Television por terem me escolhido,” declarou o ator.

A trama oferece um passeio emocionante através do caos diário do hospital mais explosivo da cidade e seu corajoso time de médicos que se mantêm unidos. Eles enfrentarão novos casos únicos inspirados por eventos da atualidade, forjando relações ardentes no pandemônio da sala de emergência, e, além disso, rostos familiares do Departamento de Polícia e do Corpo de Bombeiros se entrelaçam com esta terceira equipe de heróis de Chicago.

O elenco conta com Nick Gehlfuss, Yaya DaCosta, Torrey DeVitto, Brian Tee, Marlyne Barrett, S. Epatha Merkerson e Oliver Platt.

Lucy Liu é escalada para o elenco de ‘Red One’, que terá Dwayne Johnson como o Papai Noel

Segundo o ComicBook.comLucy Liu (‘As Panteras’) foi escalada para o elenco da comédia Red One, que está sendo desenvolvida pela Amazon Studios.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O elenco ainda contará com Dwayne Johnson, Chris EvansKiernan Shipka.

Descrito como uma comédia de ação e aventura, o roteiro escrito por Chris Morgan (‘Velozes e Furiosos 8, ‘Bird Box”) vai mostrar o Papai Noel (Johnson) percorrendo o mundo, imaginando um universo totalmente novo dentro do subgênero.

Jake Kasdan (‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva’) será responsável pela direção.

Vale lembrar que o cineasta já trabalhou com Johnson em ‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva‘ e ‘Jumanji: Próxima Fase‘.

Além de estrelar, Johnson será um dos produtores, junto com Dany e Hiram Garcia.

A estreia acontece em 2023, ainda sem dia confirmado.

‘Recomeço’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova minissérie romântica estrelada por Zoë Saldaña; Confira!

A Netflix divulgou um novo vídeo promocional da minissérie de romance ‘Recomeço‘, estrelada por Zoë Saldaña (‘Avatar’).

Confira, junto ao trailer:

A produção será lançada na plataforma no dia 21 de outubro.

A série foi criada por Attica Locke e Tembi Locke, que também escreveu o livro From Scratch: A Memoir of Love, Sicily, and Finding Home, no qual o projeto é baseado.

Na trama, uma americana se apaixona por um siciliano que ela conhece na Itália.

O elenco ainda conta com Eugenio Mastrandea, Keith David, Danielle Deadwyler, Judith Scott, Kellita Smith, Lucia Sardo, Paride Benassai e Roberta Rigano.

‘The Winchesters’: O mistério continua na promo oficial do episódio 01×02; Confira!

The CW divulgou a promo oficial do 2º episódio de The Winchesters, intitulado “Teach Your Children Well”.

Na trama, “John e Millie estão em páginas diferentes sobre seu novo interesse pela caça e Ada tenta preencher a lacuna. Mary segue uma trilha de seu pai que aponta para o desaparecimento de um adolescente em Topeka. Enquanto isso, Carlos tem uma conversa franca com Mary, enquanto Latika mergulha em seus livros para identificar o monstro”.

O capítulo vai ao ar no dia 18 de outubro.

Confira:

A série será narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show irá explorar as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo. Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco. Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”

‘La Brea’: Névoa misteriosa é destaque na promo oficial do episódio 02×04; Confira!

A NBC divulgou a promo oficial do 4º episódio da 2ª temporada da série de ficção científica ‘La Brea‘, intitulado “The Fog”.

Na trama, “quando um nevoeiro cai sobre a Clareira, Eve lidera uma defesa contra um grupo de invasores, apenas para encontrar uma ameaça mais perigosa do que eles já enfrentaram antes. Em 1988, Josh e Riley perseguem uma mulher que pode ser a chave para impedir o desastre iminente do maremoto”.

O capítulo vai ao ar no dia 18 de setembro.

Confira:

Uma aventura épica começa quando um buraco enorme se abre no meio de Los Angeles, puxando centenas de pessoas e edifícios para suas profundezas. Aqueles que caíram encontram-se em uma misteriosa e perigosa terra primitiva, onde eles não têm escolha a não ser se unir para sobreviver. Enquanto isso, o resto do mundo busca desesperadamente entender o que aconteceu. Na busca por respostas, uma família dilacerada por este desastre terá que desvendar os segredos desse evento inexplicável para encontrar um caminho de volta para o outro.

O elenco é composto por Natalie Zea, Zyra Gorecki, Chiké Okonkwo, Eoin Macken, Jack Martin e Jon Seda.

‘Dead Space’: John Carpenter quer dirigir adaptação do jogo

Em entrevista ao AV Club, o cineasta John Carpenter (‘O Enigma de Outro Mundo’) declarou que adoraria dirigir uma adaptação do popular jogo ‘Dead Space‘.

“O jogo ‘Dead Space’ daria um ótimo filme. Eu adoraria dirigi-lo. [Gosto] de todos os jogos da franquia, até mesmo do último, que não agradou os fãs.”

O cineasta já havia expressado seu desejo em dirigir uma adaptação do jogo antes. Há 10 anos, Carpenter havia declarado: “Eu adoraria adaptar ‘Dead Space’ em um filme. Essa história está pronta para as telonas.”

Vale lembrar que o jogo ‘Dead Space‘ ganha um remake, que será lançado no dia 27 de janeiro de 2023.

Confira o trailer:

A nova versão está sendo desenvolvida para PC, PlayStation 5 e Xbox Series.

De acordo com o Venture Beat, o remake “continua a impressionar internamente”, com a EA dedicada a atingir o mesmo grau de qualidade que o remake de ‘Resident Evil 2‘, da Capcom.

O jogo original segue o engenheiro Isaac Clarke, que luta contra uma infestação alienígena, parecida com vírus, que transforma humanos em monstros alienígenas chamados “Necromorphs” ou “Necromorfos”, a bordo de uma nave de mineração espacial chamada USG Ishimura.

O jogo ainda rendeu duas sequências, pré-sequência, adaptação para os quadrinhos e até mesmo um filme animado intitulado ‘Dead Space: Downfall‘.

‘O Homem de Palha’: Série baseada no suspense clássico está em desenvolvimento

De acordo com o Deadline, uma série baseado no suspense clássico ‘O Homem de Palha‘ (The Wicker Man) está em desenvolvimento.

O projeto está sendo conduzido por Andy SerkisJonathan Cavendish, quase 50 anos após o lançamento do longa original.

Howard Overman (‘Guerra dos Mundos’) assina o roteiro da adaptação.

Detalhes sobre a nova versão estão sendo mantidos em segredo, mas o site afirma que a série será ambientada nos tempos atuais. O projeto vai explorar temas sobre sacrifício, superstição e rituais.

O longa original segue o policial Neil Howle, que se aventura em uma ilha remota para investigar o desaparecimento de uma menina. A cristão devoto fica chocado ao descobrir que os moradores locais fazem tributos a deuses pagãos e suas intenções são muito mais sinistras do que parecem…

Vale lembrar que, em 2006, foi lançado um remake estrelado pelo Nicolas Cage, intitulado ‘O Sacrifício‘. Massacrado pelos críticos, a produção se tornou infame com o passar dos anos, ganhando sobrevida através de memes e paródias das escolhas questionáveis do roteiro e elenco.

‘American Horror Story’: Cartazes individuais apresentam os novos personagens da 11ª temporada

O FX divulgou novos cartazes individuais da 11ª temporada de ‘American Horror Story‘, intitulada ‘American Horror Story: New York City‘.

Confira:

Com estreia marcada para o dia 19 de outubro, o próximo ciclo terá sua história situada em Nova York, durante a década de 1970.

O elenco contará com o retorno dos veteranos Zachary Quinto, Evan Peters, Billie Lourd, Denis O’Hare e Leslie Grossman.

Também fazem parte do elenco da nova parcela Sandra Bernhard, que apareceu em outra série FX produzida por Murphy, ‘Pose‘; e Joe Mantello, que esteve em dois projetos de Murphy, ‘Hollywood‘ da Netflix e ‘The Normal Heart‘ da HBO.

A magia ganha vida no novo trailer INCRÍVEL de ‘A Escola do Bem e do Mal’; Confira!

Netflix divulgou o trailer final da adaptação ‘A Escola do Bem e do Mal‘ (The School for Good and Evil).

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia dia 19 de outubro.

Com roteiro de David Magee (‘As Aventuras de Pi’) e Laura Solon (‘A Última Ressaca do Ano‘), a trama adapta a saga de romances assinada por Soman Chainani e Alice Klesck.

No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são. Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.

Sophia Anne Caruso (‘Evil’) e Sofia Wylie (‘High School Musical: O Musical: A Série’) serão as protagonistas Sophie e Agatha – estudantes da escola titular onde jovens são treinados para se tornarem personagens de contos de fadas.

Kerry Washington e Charlize Theron também estrelam como a Professora Dovey e a Lady Lesso, respectivamente. Cate Blanchett será a narradora, enquanto Michelle Yeoh será a professora Emma Anemone

Paul Feig (‘Uma Segunda Chance para Amar’) é responsável pela direção.

SCHOOL FOR GOOD AND EVIL

‘Mulher-Hulk’ | O que esperamos do último episódio?

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos oito episódios de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Companheira fiel desde o finalzinho de agosto, Mulher-Hulk: Defensora de Heróis termina nesta quinta-feira (13) com uma personagem muito interessante adicionada ao panteão de mitos da MCU nos cinemas e streamings. Transitando pelos personagens mais aleatórios e inesperados possíveis desse universo, a série parece se consolidar como uma bola dentro da Marvel. Tudo bem que a essa altura do campeonato, é bem difícil que a produção faça um episódio final ruim a ponto de estragar os pontos positivos trabalhados até, mas nunca se sabe.

A trajetória de Jennifer Walters (Tatiana Maslany) passou por um turbilhão de emoções. Dentre os vários problemas que ela enfrentou ao longo da série, dois se destacam: a busca por aceitar sua identidade e o machismo. E pelos eventos finais do capítulo sete, esperamos que ela precise enfrentar esses dois desafios de uma só vez. Afinal, ela foi vítima de revenge porn, um dos crimes mais nojentos que o machismo é capaz de produzir, e acabou perdeu o controle sobre seus poderes, agindo essencialmente como uma Hulk. E como sabemos, a sociedade enfrenta esse tipo de surto com pesos diferentes dependendo do gênero dos envolvidos. Da mesma forma, o acesso de raiva de Jen se deu em um evento público, repleto de câmeras do mundo todo. Ou seja, de uma vez só, ela foi alvo de um crime e deverá ser julgada por suas reações. E é aí que entra o grande desafio que foi construído para a protagonista em todos os episódios anteriores. Se ela não se aceita como uma Hulk e trata isso como uma condição, como ela poderá responder pelas ações da “Mulher-Hulk”? O problema é que, para a lei, como visto no processo da Titânia (Jameela Jamil), elas são a mesma pessoa. E é hora dela se aceitar assim. Não dá mais para separar uma da outra, o que deve fazer com que Jen enfim se aceite para enfrentar esses problemas.

Ah sim, nutro uma expectativa pessoal para que a série permita uma revanche de Jen contra o Josh, o suposto “cara legal” que não passava de um agente infiltrado da Inteligência usado para conquistar a protagonista, colher uma amostra de sangue dela e fazer o vídeo pornô para tentar humilhá-la com a exposição criminosa do vídeo íntimo dos dois. Ele foi um vilão inesperado e extremamente cruel não só para a série, mas no MCU em geral. É um crime baixo demais até pro Thanos (Josh Brolin). Então, ver a Jen varrer o chão com a cara desse patife seria deveras satisfatório.

Falando na Titânia, a vilã foi uma adição muito divertida para a série e já caiu na porrada com a protagonista, mas ela saiu de cena humilhada da última vez que a vimos. E como Jen deve começar esse episódio completamente em baixa, sendo alvo da mídia e da Inteligência por seu surto, parece ser a hora ideal para que a rival tente crescer sobre ela e ajude a aumentar essa onda de ódio contra a Mulher-Hulk.

E sabendo da presença da tal Inteligência, é bem provável que ela se una a eles. Na verdade, a grande expectativa mesmo é para entender melhor o que é essa organização e quem está por trás dela. Porque o site foi descrito como uma espécie de Reddit, com um monte de lerdões frustrados por trás das telas, mas já vimos que há alguém bem perigoso comandando isso tudo. Há boatos de que possa ser O Líder (Tim Blake Nelson), aquele rapaz que tentou ajudar o Bruce Banner (Edward Norton), mas acabou sendo infectado com o sangue de Bruce, lá em O Incrível Hulk (2008), e nunca mais deu as caras no MCU. Esse boato ganhou força porque ele foi confirmado como vilão principal do vindouro Capitão América: Nova Ordem Mundial. Então, nada melhor do que confirmar um vilão do Hulk em uma série da prima do Hulk para entendermos melhor o que diabos ele quer tentando desafiar o Capitão América, não é?

Falando em Hulk, a última vez que vimos a versão monstruosa de Bruce Banner (Mark Ruffalo), ele estava em uma nave indo direto para Sakaar. Há boatos de que ele foi convocado para se resolver com Skaar, o pimpolho que ele fez e largou sem pai no planeta lixão. E por conta disso, esperávamos que o verdão sequer voltasse a aparecer na série, deixando um gancho para outra produção. No entanto, no teaser que saiu ontem, foi mostrada uma cena de luta do Hulk contra o Abominável (Tim Roth). Então, precisamos saber o que ele foi fazer em Sakaar e como ele voltou de lá. Da mesma forma, cai por terra aquele papinho de que o Abominável estava trabalhando como guia espiritual no retiro. Ou seja, fica a expectativa para que mostrem o que ele escondia por trás desse teatrinho e o que o levou a atacar seu antigo rival, mesmo depois de conquistar a confiança – ou algo assim – de Jennifer Walters.

E como deu para perceber, principalmente pelo teaser divulgado, esse capítulo final será marcado por sequências de ação. Nos últimos anos, a última oportunidade que tivemos de ver dois personagens desproporcionalmente fortes caindo na porrada foi em Vingadores: Ultimato (2019), quando ficamos na expectativa de ver uma revanche do Hulk contra o Thanos, que infelizmente nunca ocorreu. Agora, com esse tanto de Hulks em tela, uma possível Titânia e o Abominável, há mais expectativa do que nunca para sequências de pancadaria franca entre esses gigantes.

Mas nada supera a vontade de ver Jen se aceitar e terminar a série como uma personagem que se aceitou e passou a ser segura de si mesma. Isso deixaria a Mulher-Hulk prontinha para ser usada em outras produções, como Capitão América: Nova Ordem Mundial ou até mesmo no Quarteto Fantástico ou no tão aguardado Deadpool 3.

E aí, quais são suas expectativas para o final da série? Diga nos comentários!

O último episódio de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis estreia nesta quinta (13), somente no Disney+.

Artigo | ‘The Hollow’ é uma subestimada série que é PERFEITA para assistir com as crianças

The Hollow é uma série como nenhuma outra. Falando bem sério, ninguém poderia imaginar que uma animação de dez episódios sem qualquer marketing excessivo por parte da Netflix se tornaria uma das melhores narrativas da plataforma de streaming dos últimos anos – por não se pressionar a buscar a originalidade e deixar que o microcosmos criado pela sua própria perspectiva tomasse o rumo necessário para se convencer e nos convencer de uma mescla entre realidade e loucura. Não é à toa que a simples premissa não é compreendida até os capítulo finais da temporada – propositalmente levando o público através de um caminho maluco e sem qualquer nexo até que comecemos, junto aos protagonistas, a compreender as normas e as leis que regem aquele lugar.

A série de inicia da forma mais bizarra possível: três adolescentes acordam em uma sala revestida por concreto, contendo nada além de um duto de ar inalcançável e uma máquina de escrever antiquada – sim, é exatamente isso o que você leu. Assim que conseguem ter uma noção de onde se encontram, percebem que não têm memória de uma coisa sequer, nem mesmo de como se chamam. Não é à toa que ficam sem opção a não ser acreditar nos pequenos pedaços de papel que encontram nos bolsos, contendo os nomes Adam (Peter Bundic), Kai (Connor Parnall) e Mira (Lana Jalissa). Talvez eles sejam aquelas pessoas, talvez não; mas primeiro, devem descobrir como sair de lá e encontrar respostas para perguntas que ainda nem tomaram forma.

O espectador também não vê outra alternativa além de acompanha-los na jornada por explicações – e tal epopeia se mostra recheada de obstáculos que se mostram cada vez mais perigosos. O trio eventualmente consegue sair do confinamento apenas para adentrarem em um mundo muito mais hostil e que quase beira o nonsense; aqui, já faço um breve parênteses para dizer que, apesar das escolhas propositais, essa estética mais absurda e irreverente pode não agradar a todos – principalmente se não estão acostumados a mergulhar em uma trama que se recusa a seguir convencionalismos formulaicos. É claro que estamos falando de uma série infanto-juvenil (não é nenhuma surpresa que os criadores tenham se inclinado com bastante afinco às técnicas das animações em 2D para darem vida aos personagens), mas não pense que as coisas são jogadas. Cada uma insurge com o propósito único de nos envolver, e isso funcione na maior parte do tempo.

Ainda que nem nós nem os protagonistas compreendam o que está acontecendo, podemos traçar alguns paralelos com outras épicas aventuras do cinema e da televisão que se respaldam na clássica jornada do herói para se concretizarem. O showrunner Vito Viscomi, em parceria com outros três nomes competentes da indústria – e que por alguma razão não são tão conhecidos assim – fez bom uso do material do qual se dispunha e ousou ir até além; diferente de franquias que também seguem pelo mesmo padrão, a compulsória necessidade de explicar as “regras do jogo” dá lugar a uma premissa de independência quase mortal e angustiante. Nós, assim como os personagens principais, estamos sedentos para entender o que diabos está acontecendo – e essa é a principal mágica da série.

Além de criaturas horrendas e que não pensariam duas vezes antes de matá-los, o grupo é auxiliado – se é que posso chamar isso de “auxílio” – pela mais bizarra presença de um charmoso homem intitulado Cara Estranho (Mark Hildreth), o qual tem pele azul e usa roupas chamativas. Aparentemente, ele tem o poder de conjurar portais para salvá-los em momentos de tensão, mas repete numa constância perturbadora para tomarem cuidado com as vezes que poderão pedir por ajuda. Tudo segue uma linha de pura essência enigmática, respaldada pela tétrica trilha sonora que propositalmente não se decide entre algo mais brando ou mais cru, levando-nos à criação de inúmeras teorias para tentar explicar qualquer coisa.

Eles estão mortos? Em um universo paralelo? Em um experimento de algum cientista maluco? Se estão, porque eles foram escolhidos? E como farão para voltar para um lar do qual nem mesmo se lembram? As questões multiplicam-se a cada sequência que se delineia – e por vezes esquecidas para dar lugar às obrigatórias cenas de combate. Apesar de existirem em certo excesso e tornarem-se repetitivas, a maestria cênica com a qual esses momentos são tratados varre os evidentes equívocos e até mesmo serve como base para futuras subtramas importantes – e brechas para aumentar as complexas personalidades dos protagonistas.

O roteiro segue por uma sucessão de acontecimentos que crescem até o primeiro dos ápices da série – a revelação de que, na verdade, Adam, Kai e Mira estão dentro de um videogame. Tal virada pode parecer estranha apenas com esse texto, mas na verdade é um mindblow completo que muda tudo o que pensávamos a respeito daqueles estranho e fantástico cosmos. Entre monges demoníacos, cachorros mutantes, os Quatro Cavaleiros do Apocalipse e uma árvore falante, as explicações sobre os poderes que adquirem e a missão na qual mergulham começam a ganhar mais sustância ao compreendermos que, na verdade, a própria falta de nexo faz sentido. E, como se não bastasse, o time criativo aproveita disso para aumentar a metalinguagem com a qual trabalhava sem percebermos.

Por incrível que pareça, a considerável quantidade de coadjuvantes e antagonistas não se mostra saturada – porque é a ideia de um game ter essas personas para aumentarem a credibilidade da storyline. A narrativa principal toma conta de alguns determinados pontos e deixa que a imaginação corra livre para se render ao que nos envolver mais que qualquer coisa: o suspense, o terror e o inesperado. É por isso que The Hollow merece sim um reconhecimento maior do que está tendo – por misturar tantas coisas boas em um lugar só sem perder seu brilho e sua originalidade.

Assisti ‘E.T. O Extraterrestre’ em seu RELANÇAMENTO nos cinemas e a experiência é indescritível!

Um dos filmes mais conhecidos e adorados de todos os tempos é, sem sombra de dúvida, a clássica aventura sci-fi ‘E.T. O Extraterrestre’. Em 2022, a produção completa nada menos que 40 anos de idade e, para celebrar seu aniversário, a Universal Pictures irá relançar o filme nos cinemas nacionais.

Eu pude assistir a première durante o Festival do Rio em uma telona e com a sessão lotada de pessoas, e a experiência foi indescritível.

Eu conto um pouco mais no vídeo abaixo:

‘E.T. O Extraterrestre – Aniversário de 40 Anos’ estreia no dia 3 de Novembro de 2022.

Lançado em 1982 pelas mãos de lendário Steven Spielberg e escrito por Melissa Mathison, a trama gira em torno de Elliott, um garoto que faz amizade com um ser de outro planeta, que ficou sozinho na Terra, protegendo-o de todas as formas para evitar que ele seja capturado e transformado em cobaia. Gradativamente, surge entre os dois uma forte amizade.

O conceito do longa foi baseado em um amigo imaginário que Spielberg criou quando criança, depois do divórcio dos pais – e se tornou um sucesso de crítica e de bilheteria automático, arrecadando mais de US$790 milhões mundialmente e sendo aclamado pelos especialistas, que o caracterizam como uma das melhores produções de todos os tempos. Indicado a nove categorias do Oscar, o projeto trouxe nomes como Dee WallaceHenry ThomasDrew Barrymore e outros ao elenco.

Crítica | Halloween Ends – Michael Myers está de volta, SEM a força total que esperávamos…

A saga de Michael Myers e Laurie Strode, finalmente, encontrou o seu encerramento. Para aqueles que esperam um filme no modelo tradicional e na linha dos antecessores, Halloween Ends pode ser uma gigantesca decepção. Eu mesmo, como fã da franquia e crítico de cinema, me encontrei com dificuldades para aceitar determinadas escolhas estabelecidas no fim desta jornada.

No final das contas, depois de pensar muito, devo dizer que o filme não é aquilo que eu queria que fosse, ou esperava, conforme o trailer e a sinopse, mas ao passo que a narrativa chegou ao final, confesso que a coragem dos realizadores em apostar numa abordagem tão insana, mas viável, deu ao material o devido valor para uma franquia que renasceu dignamente diante desta nova trilogia, dirigida por David Gordon Green e produzida pela Blumhouse.

Aqui, temos Michael Myers, Laurie Strode, cenas de assassinato, mas uma perspectiva filosófica para refletir sobre o mal em nossa sociedade, dispositivo que pode ser desintegrado quando encarnado num determinado ser, mas impossível de ser aniquilado para sempre, podendo ganhar outras formas e se transformando, aproximando esta nova empreitada com uma espécie de reciclagem, salvaguardadas as devidas proporções, de Sexta-Feira 13 Parte 5: Um Novo Começo, afinal, será apenas o antagonista mascarado o responsável pelos males em Haddonfield? O espectador perceberá, estupefato, novas formas de se encarar o mal.

Sendo uma franquia que atravessou tantos momentos desgastantes, confesso que achei bastante complicado acreditar que a saga de Michael Myers e Laurie Strode poderia se tornar, mais uma vez, uma trama de relevância. Com exceção do primeiro filme e do retorno de Jamie Lee Curtis em Halloween H20: Vinte Anos Depois, sequência que esperava, fosse a inspiração para os momentos de embate físico entre o antagonista e a protagonista, o embate entre os personagens em outras incursões ficou bastante abaixo da média. Assim, a Blumhouse comprovou, portanto, que os dois perfis dramáticos tinham chances de retornar, caso o cineasta, os roteiristas e os demais caminhos de produção fossem devidamente estruturados. Foi o pontapé para o nascimento de uma nova trilogia dentro de uma extensa franquia que atualmente está em seu 13º filme.

Na trama de 2018, tivemos o #metoo e as relações conflituosas numa contemporaneidade minada pela misoginia, situação que se desdobrou em Halloween Kills, produção anárquica que reflete o impacto do efeito manada em Haddonfield, alegoria para qualquer lugar do mundo hoje. Agora, quatro anos após o misterioso sumiço de Michael Myers, a histeria está de volta na cidade. Laurie Strode vive momentos mais amenos, fez terapia, se reintegrou, apesar de transmitir insegurança diante da onipresença da Forma e dos seus traumas, desaguados ao escrever um livro de memórias, tendo ainda que atravessar o luto pela perda da filha.

Ela mora com a sua neta Alysson (Andi Matichack), todas tentando retomar as suas vidas depois de tantas tragédias. A sensação de paz nesta cidade amedrontada pela violência excessiva de um passado recente agora encontrou o seu novo bicho-papão: Corey Cunningham (Rohan Campbell), jovem acusado de ser o assassino de uma criança que tomava conta, acontecimento que sacode a cidade e reforça que a aparente tranquilidade era só momentânea. Na ausência do monstro mascarado, o jovem Corey agora é o psicopata da cidade, alguém que precisa lidar com os dedos apontados e com a falta de sensibilidade das pessoas que não compreendem ter sido um infeliz acidente a tal morte da criança que marcou para sempre a sua vida.

Ele é o personagem que mais passa por transformações no filme, sempre observado por Laurie Strode, figura ficcional que guarda para si a sensação do possível retorno de seu nêmesis, sensação que demonstra não ser apenas instantes de loucura, mas a comprovação de sua sensibilidade ao longo dos 111 minutos de Halloween Ends, slasher que nos apresenta o impiedoso Michael Myers de volta, sem a força total que esperamos, pois agora a violência não parte apenas do bicho-papão, mas do mal que parece ter se tornado contagioso nesta cidade demarcada por tragédias.

Sob a direção de David Gordon Green e roteiro escrito por Danny McBride, Paul Brad Logan e Chris Bernier, com a colaboração do diretor, o texto dramático dosa os diálogos mais reflexivos com momentos de muita tensão, erroneamente deixados para a segunda parte, algo que compromete o ritmo do filme em algumas passagens. Ademais, estão de volta: Lindsey Wallace (Kyle Richards) e o xerife Barker (Omar Dorsey), em pequenas participações, o detetive Frank Hawks (Will Patton), mais significativo em cena, dentre outros.

Esteticamente, Halloween Ends não fica devendo nada aos antecessores: Richard A. Wright nos entrega um design de produção eficiente, com cenários e direção de arte que estão repletos de referências aos momentos mais icônicos da franquia, registrados pela direção de fotografia de Michael Simmonds, também muito eficiente ao emular planos e enquadramentos não apenas do universo criado por David Gordon Green, mas também do clássico de 1978.

Além da força em cena de Jamie Lee Curtis, temos também o empenho de sua dublê, Ashley Rae Trisler, assertiva nas passagens de embate físico com a assustadora figura de Michael Myers, interpretado devidamente em seu tom silencioso por James Jude Courtney, monstro que representa a encarnação do mal, alegoria do bicho-papão para nos fazer refletir que determinados horrores de nossa sociedade ainda se mantém firmes em nosso cotidiano, numa sina que nos deixa constantemente em alerta.

No final, como apontado por Laurie Strode, o mal pode até se desintegrar quando encarnado em algo, mas nunca acaba e apenas muda de forma, como os leitores poderão contemplar neste filme que é um dos momentos mais curiosos da franquia, estruturado para uma recepção que será ame ou odeie.

‘Halloween Ends’ pode NÃO ser o fim: Produtor já fala sobre um possível ‘Halloween 4’

Halloween Ends‘, o terceiro filme da nova trilogia que foca no embate de Michael Myers e Laurie Strode (Jamie Lee Curtis), já chegou nos cinemas e tem sido duramente criticado pelos fãs e pelos críticos.

Mas isso não impede que a franquia ganhe novos filmes no futuro.

O produtor Ryan Freimann falou em entrevista ao ComicBook sobre a possibilidade de ‘Halloween 4‘.

“Estamos focados no momento lançando o último filme do diretor David Gordon Green. A história da franquia, como nos filmes de Rob Zombie, teve várias ramificações. Eles fizeram Halloween 3: A Noite das Bruxas. Então, é como se estivéssemos vivendo o momento com esses filmes que fazem sucesso, e veremos para onde vai a partir do sucesso desses filmes. É bem imprevisível.”

O produtor Jason Blum falou em entrevista ao ComicBook também falou sobre a possibilidade.

“Se o produtor Malek Akkad topár, adoraria continuar a franquia com novos filmes. Porém, estamos ocupados garantindo que o terceiro filme seja espetacular.”, afirmou.  

Você acha que a franquia deveria ganhar um quarto filme?

O nosso jornalista Leonardo Campos já assistiu ‘Halloween Ends‘ e traz as primeiras impressões do final da trilogia.

Confira:

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

David Gordon Green dirige e Jamie Lee Curtis estrela o fim da trilogia.

O filme chega aos cinemas nesta quinta-feira, 13 de Outubro.

Terror está fazendo as pessoas PASSAREM MAL nos cinemas dos EUA; Ambulância foi chamada!

Além de estar fazendo sucesso nas bilheterias – onde já arrecadou mais de US$ 1.2 milhão –, o terror independente ‘Aterrorizante 2‘ (Terrifier 2) está ganhando popularidade por estar literalmente fazendo os seus espectadores passarem mal.

Esta semana, foi reportado diversos incidentes de pessoas desmaiando e vomitando durante as sessões do filme – que promete ser extremamente VIOLENTO.

“Meu amigo desmaiou assistindo ‘Aterrorizante 2’ e o cinema teve que chamar uma ambulância. Super recomendo.”

“Enquanto estava assistindo ‘Aterrorizante 2’ com meu amigo, ele vomitou e desmaiou. Já vi cinco pessoas saírem da sala do cinema. Estou amando!”

“Os espectadores estão vomitando nas salas de cinema por causa de algumas cenas em ‘Aterrorizante 2’. Esse é um dos melhores filmes de terror do ano.”

“Acabei de assistir ‘Aterrorizante 2’. Esse filme é extremamente violento. O cara atrás de mim desmaiou e caiu da cadeira; um outro cara saiu porque ele não estava se sentindo bem. Ouvi ele vomitando horrores no banheiro.”

“Caramba! ‘Aterrorizante 2’ é fantástico! Definitivamente não é para os fracos de coração. Alguém desmaiou de verdade durante a minha sessão. O Palhaço Art já é um ícone do terror.”

Confira o trailer:

Damien Leone retorna à direção.

Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween. Ore para que você não apareça no seu caminho.

David H. Thornton retorna como o palhaço sádico. Lauren LaVera será a protagonista da continuação.

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

Série de terror de Mike Flanagan alcança o 2º lugar das produções mais vistas da Netflix; Saiba qual o 1º!

A série de terror ‘O Clube da Meia-Noite‘, que foi criada pelo aclamado realizador Mike Flanagan, chegou recentemente à Netflix e já se tornou um sucesso tanto de crítica quanto de público.

Além de sólidos 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção catapultou sua posição nas paradas de mais assistidos da plataforma de streaming e alcançou o 2º lugar do ranking desta última semana – atrás apenas da minissérie ‘Dahmer: Um Canibal Americano’.

Confira a lista:

1. Dahmer: Um Canibal Americano
2. O Clube da Meia-Noite
3. Conversando com um serial killer: o Canibal de Milwaukee
4. The Blacklist
5. A Inundação do Milênio
6. A Imperatriz
7. Império da Ostentação
8. Oddballs
9. The Great British Baking Show
10. El Rey, Vicente Fernandez

A trama se passa em Rotterdam Home, um hospício para adolescentes com problemas mentais. Um grupo de pacientes começa a se reunir à meia-noite para contar histórias de terror. Logo, eles fazem um pacto para que a pessoa do grupo que morrer primeiro irá contatar os outros do além.

A série será baseada no livro homônimo escrito por Christopher Pike, lançado em 1994, e também deve incorporar outros trabalhos do autor.

Os protagonistas, que formarão o Clube da Meia-Noite, são: Adia, Igby Rigney, Ruth Codd, William Chris Sumpter, Aya Furukawa, Annarah Shephard e Sauriyan Sapkota.

O elenco ainda contará com Heather Langenkamp (‘A Hora do Pesadelo’), Zach Gilford, Samantha Sloyan, William B. Davis, Iman Benson, Larsen ThompsonCrystal Balint, Patricia Drake e Matt Biedel.

Flanagan entra como produtor e roteirista ao lado de Leah Fong (‘Once Upon a Time’).

A primeira temporada será comandada por Emmanuel Osei-Kuffour (‘Black Box’), Axelle Carolyn (‘A Maldição da Mansão Bly), Viet Nguyen (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Morgan Beggs (‘Once Upon a Time’) e Michael Fimognari (‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’).

Trevor Macy serve como produtor executivo da adaptação.

SUCESSO! ‘Sorria’ ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! De acordo com o Deadline, o terror ‘Sorria‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais em menos de duas semanas.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 55.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 46.8 milhões. Ao total, a produção já soma impressionantes US$ 102.3 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o longa teve uma queda de APENAS -18.3% no segundo final de semana, o que representa a segunda maior retenção da história para um filme de terror – atrás apenas de ‘Corra!‘, que teve uma queda de -17% durante seu segundo final de semana, em 2017.

Com orçamento de apenas US$ 17 milhões, o terror já pode ser considerado mais um sucesso do gênero e, possivelmente, o início de uma nova franquia de sucesso.

Assista a crítica:

Crítica | ‘Sorria’ explora o trauma com uma ambiciosa e dissonante narrativa

Parker Finn é responsável pela direção e roteiro.

Após testemunhar um incidente traumático envolvendo uma paciente, a Dra. Rose Cotter começa a ser assombrada por ocorrências sobrenaturais que ela não consegue explicar. Logo, ela deve confrontar seu passado problemático para sobreviver e escapar de sua nova realidade sinistra.

O elenco conta com Sosie Bacon, Kyle Gallner, Rob Morgan, Jessie T. Usher e Caitlin Stasey.

10 Grandes Séries sobre MEDICINA e MÉDICOS

Um assunto que sempre chamou a atenção do espectador que gosta de uma boa história são as trajetórias de médicos e pacientes, seus conflitos, seus dramas. O mundo dos seriados está cheio de ótimas séries que abordam o tema, desde uma das mais antigas e emblemáticas como E.R., até mesmo a série Highlander do tema Grey’s Anatomy. Numa lista difícil de ser feita, resolvi criar uma seleção de 10 produções. Quero muito saber a opinião de vocês, comentem! Segue abaixo, 10 Grandes Séries sobre MEDICINA e MÉDICOS:

 

House

Um dos grandes seriados que nos mostram os dramas e conflitos de um grupo de médicos que se deparam com casos complexos liderados por um ranzinza mas brilhante médico, o Doutor House. Esse seriado marcou história na televisão mundial! Tem na HBO Max.

 

E.R (Plantão Médico)

Um dos mais antigos seriados quando pensamos em dramas médicos, E.R ficou no ar por mais de uma década e sempre entregou temporadas marcantes e emocionantes além de apresentar ao público nomes como George Clooney. Tem na HBO Max.

 

Grey’s Anatomy

Um dos seriados que mais tempo está no ar nos mostra a princípio um grupo de residentes que começam a fazer carreira no Hospital Grace Mercy West, de Seattle. Ao longo das 18 temporadas até aqui, muitas idas e vindas nos levam para os conflitos desses intensos personagens. Tem na Star Plus.

 

The Resident

Um dos mais brilhantes seriados médicos atuais, The Resident mostra os caminhos para um idealismo na relação de médicos com toda o contexto da medicina. Matt Czuchry e Emily VanCamp brilham em cena. Tem na Star Plus.

 

New Amsterdam

Uma série que pouca gente fala, já se encontra na sua quinta temporada, nos apresenta o doutor Max Goodwin (Ryan Eggold) que logo se torna o diretor médico de um procurado hospital público nos Estados Unidos. Tem na Globoplay.

 

The Knick

Uma série que teve apenas duas temporadas e nos leva para décadas atrás onde conhecemos um cirurgião que adota novos métodos no tratamento de pacientes em plena Nova York em 1900. Dirigida por Steven Soderbergh e protagonizada por Clive Owen. Tem na HBO Max.

 

The Good Doctor

Seriado bastante conhecido principalmente por ter tido alguns episódios exibidos na tv aberta aqui no Brasil, The Good Doctor nos mostra a trajetória do brilhante médico, autista, chamado Shaun Murphy que precisa mostrar sua capacidade para a equipe a todo instante. Tem na Globoplay.

 

Scrubs

Em Scrubs acompanhamos a vida pessoal e profissional de um grupo de residentes que trabalham em um hospital chamado Sacred Heart. É uma série bem mais leve que as outras da lista. Protagonizada pelo Zach Braff.

 

Nip/Tuck

Lançada em 2003 e com impactantes e algumas polêmicas seis temporadas, em Nip/Tuck, somos apresentados aos conflitos de dois cirurgiões plásticos que atendem em Miami. Criado por Ryan Murphy. Tem na Prime Video.

 

Sob Pressão

Um dos melhores e mais elogiados seriados produzidos aqui no Brasil, em Sob Pressão acompanhamos uma equipe de médicos que trabalham na emergência de um hospital público no Brasil e lutam a todo instante pelos seus pacientes. Protagonizado pelos brilhantes Júlio Andrade e Marjorie Estiano. Tem na Globoplay.

 

Crítica | A Caçada – TERROR gore lançado na Netflix é debochado e visceral

Em tempos tão sensíveis, thrillers como A Caçada podem ser desconfortáveis. Considerado absurdamente polêmico por explorar o assassinato em série como uma piada ácida e sangrenta, o longa explora o que a elite branca e ociosa é capaz de fazer com muito tempo livre, milhares de dólares a perder de vista e muita ambição egoísta. Na trama, um grupo de pessoas aleatórias são colocadas algemadas e amordaçadas em um campo aberto, à mercê de uma turma de amigos que desfrutarão do sagaz e diabólico prazer de vê-los tentando se livrar das amarras, à medida que fracassadamente lutam por suas vidas.

Dirigido por Craig Zobel, a produção funciona bem se não for levada tão a sério. Com um aspecto sangrento que permeia a trama do começo ao fim, o longa não poupa o nosso estômago e pode ser doloroso para os olhos e mentes mais sensíveis quanto à apresentação de mortes mais gráficas. Mas em sua essência, A Caçada se apresenta de forma muito mais ambiciosa do que genuinamente é. Se apropriando de uma premissa hedonista, onde o prazer pelo prazer é aqui expresso no “deleite” de matar alguém das formas mais animalescas possíveis, o longa peca por ser fundamentalmente isso. Sem uma trama madura que desabroche a partir de seus personagens, o thriller é raso em sua substância e traz à audiência apenas exatamente aquilo que o título obviamente imprime: uma caçada por sobrevivência.

Mas quando observado por uma ótica muito mais simplista e despretensiosa, ainda que a produção estrelada por Betty Gilpin e Hilary Swank não proporcione o debate social que originalmente parece instigar, seu desenvolvimento sólido é suficiente para conduzir uma trama que – ao final de contas – visa suprir na audiência a mesma necessidade por sanguinolência gratuita que seus protagonistas possuem. Com mortes viscerais unapologetic e um humor ácido que pauta os principais diálogos, o roteiro desenvolvido por Damon Lindelof e Nick Cuse (aquele primeiro responsável pela brilhante série Watchmen) é objetivo e célere do começo ao fim, não frustrando o anseio por gore – natural de um bom fã do subgênero.

Com personagens adjacentes que visam mais encorpar a trama e sustentar a protagonista principal, A Caçada consegue suprir uma parte generosa das expectativas pela excepcional performance de Gilpin, que transforma sua linguagem corporal e timbre a fim de encarar uma personagem clássica redneck, que à medida que esbanja estereótipos, também é capaz de surpreender dentro e fora das telas. Protagonizando algumas cenas de corpo a corpo ao longo da trama, a estrela da aclamada série GLOW envolve nossa atenção do começo ao fim e surpreende a audiência com uma bela cat fight contracenada ao lado de Swank, que agora enferrujada – após uma jornada tão gloriosa nos cinemas, tenta recuperar o vigor da sua carreira.

Perdendo a oportunidade de se aprofundar em questões morais sobre como a sociedade contemporânea está a beira de um colapso em seus princípios, o thriller tem potencial para ser uma genuína crítica de humor sombrio, mas prefere se ater à sua zona de conforto, entregando um roteiro evasivo que se sustenta apenas em seu visual violento. Mas ainda que não vá muito longe em sua abordagem, A Caçada é tão deliciosamente debochado, que se torna um pequeno deleite para um bom e velho amante do formato slasher.