‘Heated Rivalry‘, série baseada no livro homônimo, se tornou fenômeno de público no território norte-americano – e os fãs mal podem aguardar para retornar a esse explosivo mundo dos esportes e do romance com a já confirmada segunda temporada.
Agora, Connor Storrie, que interpreta o jogador Ilya Rozanov na produção LGBTQIA+, trouxe uma atualização sobre o cronograma de gravações do próximo ciclo – acreditand que a série retomará produção muito em breve.
“Acho que [o criador Jacob Tierney] ainda está escrevendo. Acho que vamos começar a filmar, não sei exatamente quando”, disse Storrie no programa Today, quando o co-apresentador Craig Melvin perguntou se a produção poderia começar até o verão norte-americano. “Sim, acho que por volta dessa época”.
Vale lembrar que a série chega ao Brasil em fevereiro, na HBO Max
Duas estrelas rivais do hóquei no auge de suas carreiras enfrentam o desafio inesperado de se apaixonar, o que complica suas carreiras e as expectativas do esporte.
A minissérie de três capítulos, produzida pela Halcyon Heart, é baseada em uma investigação de dez anos sobre as empresas de água da Inglaterra e nas histórias reais de denunciantes e vítimas que acreditam que suas vidas foram destruídas após entrarem em contato com água contaminada por esgoto.
‘Dirty Business’ narra a história de dois detetives improváveis que percebem que os peixes do rio que atravessa seu idílico vilarejo em Oxfordshire estão morrendo. Eles contatam a companhia de água para descobrir o motivo, e a resposta estranha e evasiva da empresa dá início a uma investigação que permanece em andamento até hoje.
Thewlis interpreta Ash, um cidadão preocupado e ex-detetive da polícia, enquanto Watkins interpreta seu vizinho Peter, um professor de biologia que usa seu conhecimento científico para comprovar que a estação local não está tratando o esgoto corretamente e despeja frequentemente os dejetos brutos nos cursos d’água da região. Chaudhry, por sua vez, aparece como um funcionário da estação de tratamento de esgoto que denuncia o problema.
A série também acompanha a história real da família Preen, devastada pela dor após a morte de sua filha de oito anos, Heather, vítima da bactéria E. coli O157. Heather estava brincando em uma praia onde, dias antes, um cano de esgoto próximo havia despejado efluentes no mar. Os Preen acreditam que a morte de Heather foi causada pelo contato com o esgoto bruto. A série também acompanha a história do jovem surfista Reuben, que acredita que sua doença crônica, a doença de Ménière, é resultado do surfe em águas poluídas.
O vencedor do BAFTA Joseph Bullman (‘Partygate’) entra como roteirista e diretor do projeto.
Laura McCutcheon e Meeshan Saxena assumem a função de produtores.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de março.
Mona Fastvold (‘O Sonâmbulo’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela assinou ao lado de Brady Corbet.
Ann Lee, a líder fundadora do movimento Shaker, é proclamada como o Cristo feminino. A trama mostra como ela estabeleceu uma sociedade utópica onde os Shakers adoram por meio de música e dança.
Aclamado pelos críticos, o longa conquistou 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. De modo geral, os especialistas elogiaram bastante o filme, destacando especialmente a atuação marcante de Amanda Seyfried no papel principal, Ann Lee.
Confira as reações:
“Embora ela seja claramente meio excêntrica, Ann tem otimismo, compaixão e vida, que Fastvold revela em uma série de números musicais hipnotizantes extraídos das verdadeiras escrituras dos Shakers. Também ajuda muito ter Amanda Seyfried no papel principal”, disse Damon Wise do Deadline
“Dramaticamente, o filme pode se tornar cansativo ao longo de seus longos 136 minutos de duração. Mas é como um verdadeiro espetáculo de música e dança, a forma mais inesperada e ousada que a história de Lee poderia assumir, que o filme se torna mais impressionantemente convincente”, disse Guy Lodge da Variety.
“Em última análise, Fastvold merece admiração por realizar um projeto claramente concebido com poucas preocupações comerciais”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Fastvold une forma e função para encontrar uma líder religiosa do século XVIII em seus próprios termos, oferecendo uma encantadora e moderna reinterpretação de uma melodia antiquada”, disse Ben Croll do TheWrap.
“Nos seduzindo com vários números musicais, permitindo que abracemos sua essência final como uma fábula de recuperação, Amanda Seyfried brilha com convicções compassivas pelo que parece revolucionário, o controle da mulher sobre seu próprio corpo”, disse Nicholas Bell do ION Cinema.
“As comparações com O Brutalista são inevitáveis… No entanto, a grandiosidade livre e os detalhes minuciosos, sujos e realistas do filme de Fastvold são totalmente únicos: assim como Ann, fiquei tonto e sem fôlego com sua grandeza e coragem”, disse Robbie Collin do Daily Telegraph.
“É um tecido desgastado de história que contém momentos de ousadia artística e beleza, mas que nem sempre se entrelaça em algo satisfatório e sólido”, disse Wendy Ide do Screen International.
O vídeo nos leva aos bastidores da atração, mostrando o processo de filmagem na ilha em que Rachel McAdams (‘True Detective’) e Dylan O’Brien (‘Amor e Monstros’) vão parar após um trágico acidente de avião que coloca a sobrevivência dos dois em xeque.
‘Socorro!‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de Janeiro.
Na trama, dois “colegas” de trabalho ficam presos em uma ilha deserta, sendo os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles devem superar seus problemas do força e inteligência para saírem vivos.
Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro.
Além de dirigir, Raimi também servirá como produtor através da Raimi Productions.
Depois de ter conquistado a crítica e o públco com o aclamado álbum ‘Brat’, que lhe rendeu nada menos que três estatuetas do Grammy, a cantora e compositora Charli XCX já está pronta para embarcar em sua próxima era musical.
Agora, a artista divulgou uma nova faixa da obra, intitulada “Wall of Sound”. A canção é precedida pelas faixas “House” e “Chains of Love”.
Ouça:
O álbum tem estreia agendada para o dia 13 de fevereiro de 2026.
“Liguei para Emerald e perguntei a ela o que ela esperava da minha leitura do roteiro”, a performer explicou por que decidiu criar um álbum inspirado no filme em entrevista ao Substack. “Ela timidamente sugeriu: ‘uma música?’. E eu sugeri: ‘um álbum?’. Por que não? Eu queria mergulhar na persona, em um mundo que parecia inegavelmente cru, selvagem, sexual, gótico, britânico, atormentado e cheio de frases reais, pontuação e gramática. Sem um cigarro ou um par de óculos escuros à vista, era tudo completamente diferente da vida que eu estava vivendo. Eu estava totalmente imersa”.
Vale lembrar que o remake é estrelado por Margot Robbie (‘Barbie’) e Jacob Elordi (‘Frankenstein’). Fennell (‘Bela Vingança’) fica responsável pela direção e pelo roteiro.
O longa-metreagem foi lançado hoje, 16 de janeiro, na grade de programação da Netflix.
Na trama, um grupo de policiais de Miami descobre um esconderijo de milhões em dinheiro, o que gera desconfiança quando pessoas de fora descobrem a grande apreensão e se perguntam em quem confiar.
Em entrevista ao The Direct, Catalina Sandino Moreno (‘Dominação’) compartilhou uma previsão sobre quando podemos esperar o lançamento da aguardada 4ª temporada da série de terror ‘Origem‘ (FROM).
Atriz ainda confirmou que a filmagens do quarto ciclo foram encerradas em novembro de 2025.
“Acredito que [a quarta temporada] será lançada em março, [talvez] abril. Será lançada em breve. É uma ótima temporada, vocês irão amar,” declarou a artista.
A próxima temporada contará com 10 novos episódios.
A trama é ambientada em uma misteriosa cidade no interior dos Estados Unidos que aprisiona de forma sobrenatural aqueles que chegam lá. Para piorar a situação, seres monstruosos caçam os moradores durante a noite, então o xerife Boyd Stevens (Harold Perrineau) tenta deixar os sobreviventes da cidade seguros enquanto procura por uma forma de escapar.
O ator Paul Giamatti esteve no Brasil para divulgar a série ‘Star Trek: Academia da Frota Estelar‘ (Starfleet Academy), próxima série derivada do universo ‘Star Trek‘, e concedeu uma entrevista exclusiva a Renato Marafon.
O ator demonstrou entusiasmo com a possibilidade de ‘Star Trek‘ retornar às telonas, chegando até a brincar sobre a ideia de um filme dirigido por Quentin Tarantino — projeto que chegou a ser discutido anos atrás.
“Claro, seria ótimo. Eu gostaria de dirigir um novo filme. Meu Deus. O Tarantino não ia fazer um em algum momento? O Tarantino não falou sobre isso? Seria estranho. Hum, meu Deus, eu não sei. Eu adoraria se alguém voltasse. Não sei quem seria um bom diretor. O Tarantino seria ótimo, mas não sei.”, afirmou.
Em 2024, Quentin Tarantinojogou água fria nos sonhos dos fãs de ‘Star Trek’: o diretor confirmou que não irá dirigir um filme da franquia espacial.
Segundo o ComicBook, Tarantino desmentiu os rumores sobre sua participação no projeto, explicando que a disseminação de informações falsas sobre seus trabalhos é um problema constante.
“Isso nunca vai acontecer. Houve tanta desinformação sobre o que seria — nada além de especulações. Eu vivo em uma zona especial, e parte disso é porque não estou no Instagram ou no Facebook; não estou constantemente dialogando com o mundo sobre o que está acontecendo na minha vida”, explicou Tarantino.
“Consequentemente, se você é um repórter qualquer e ouve que Quentin vai fazer um filme de Star Trek ou um filme chamado The Movie Critic, ou qualquer outra coisa, é um pouco como aquele cara que escreveu a biografia de Howard Hughes que acabou sendo uma farsa. O ponto é que eles podem dizer qualquer coisa. A minha questão é que eles publicam isso em uma revista de entretenimento, e depois a informação se espalha por diversos veículos porque eu não estou impedindo isso, já que não estou conectado”, concluiu.
Lembrando que o roteirista Mark L. Smith afirmou que já havia escrito um roteiro para o projeto, revelando que Tarantino, pelo menos em algum momento, esteve envolvido em um projeto de ‘Star Trek’.
“Quentin e eu discutimos muito; ele estava considerando algumas coisas sobre isso, mas então começou a se preocupar com o número de filmes que pretende fazer, seu número não oficial. Eu me lembro de estarmos conversando, e ele disse: ‘Se eu conseguir aceitar que Star Trek poderia ser meu último filme, a última coisa que eu faço. É assim que eu quero encerrar minha carreira?’ Acho que esse foi o obstáculo que ele nunca conseguiu superar, então o roteiro ainda está na mesa dele”, disse Smith.
“Eu sei que ele falou muitas coisas positivas sobre isso. Eu adoraria que acontecesse. Mas é uma daquelas coisas que eu realmente não consigo imaginar acontecendo. No entanto, seria o maior filme de Star Trek, não pelo meu roteiro, mas pelo que Tarantino faria com ele. Era algo realmente audacioso”, concluiu.
Vale lembrar que Paul Giamattiserá o vilão principal da 1ª temporada, enquanto Holly Hunterdará vida a uma das capitãs e à chanceler atual da Academia Espacial. A produção chegará ao serviço de streaming hoje, dia 15 de janeiro.
Na trama…
Acompanhamos as aventuras de uma nova turma de cadetes em um dos lugares mais lendários da galáxia. Sob o olhar atento e exigente de seus instrutores, eles descobrirão o que é preciso para se tornarem oficiais da Frota Estelar enquanto navegam por amizades florescentes, rivalidades explosivas, primeiros amores e um novo inimigo que ameaça tanto a Academia quanto a própria Federação.
O elenco conta com Karim Diané (‘Um de Nós Está Mentindo’), Zoë Steiner (‘Significant Others’), Kerrice Brooks (‘My Old Ass’), Bella Shepard (‘Wolf Pack’), George Hawkins (‘Tell Me Everything’), Oded Fehr (‘A Múmia’), Tig Notaro (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’), Mary Wiseman (‘Star Trek: Discovery’) e Robert Picardo (‘Star Trek: Voyager’).
A atração conta com Alex Kurtzman (‘Star Trek: Discovery’) e Noga Landau (‘Nancy Drew’) atuam como coshowrunners e produtores executivos.
Agatha Christie é um nome que praticamente o mundo todo conhece.
Conhecida como a Dama do Crime, Christie tornou-se uma célebre romancista que eternizou incontáveis histórias de mistério e de suspense – que são lidas e relidas até os dias de hoje. Afinal, a autora é responsável por clássicos da literatura como ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, ‘Morte no Nilo’, ‘… E Não Sobrou Nenhum’ e tantos outros romances que marcaram época e que a colocaram no mesmo patamar de nomes como Edgar Allan Poe e Sir Arthur Conan Doyle.
Imortalizando prestigiados detetives da ficção, como Miss Marple e Hercule Poirot, Christie foi levada dezenas de vezes para as telonas e para as telinhas, com adaptações de seus maiores sucessos. Kenneth Branagh, por exemplo, comandou três longas-metragens da Saga Hercule Poirot nestas últimas duas décadas, enquanto títulos como ‘A Casa Torta’, ‘Os Crimes ABC’ e ‘O Mistério dos Sete Relógios’ foram relidos para o streaming e o cinema.
É engraçado tentar imaginar que alguma obra de Christie nunca tenha sido adaptada, considerando a popularidade da escritora. Todavia, apenas quatro de seus romances nunca ganharam versões audiovisuais – e, agora, convidamos você a conhecer essas obras.
E NO FINAL A MORTE (1944)
‘E No Final a Morte’ destaca-se entre as várias obras de Christie por ser a única não ambientada no século XX e sem contar com quaisquer personagens europeus. Ambientada dois mil anos antes da era comum em Tebas, a trama foi construída após o apreço que a autora criou pelo trabalho de Sir Max Mallowan, seu marido arqueólogo, no Oriente Médio.
Na trama, a jovem viúva Renisenb volta para a casa de seu pai, o sacerdote funerário Imhotep, para encontrar tudo aparentemente do jeito que deixou antes de se casar. O frágil equilíbrio familiar é quebrado quando o patriarca retorna de uma de suas viagens trazendo para casa a jovem Nofret para ser sua concubina: uma presença que desperta os piores sentimentos nos habitantes da casa.
UM DESTINO IGNORADO (1954)
Após ser publicado em 1954, o romance ‘Um Destino Ignorado’ chamou a atenção da crítica por se mostrar como um trabalho mais despojado da Dama do Crime. A trama nos leva para Paris e acompanha o desaparecimento misterioso do cientista nuclear Thomas Betterton durante uma conferência. Ele é apenas um entre vários acadêmicos de elite que sumiram sem deixar rastros, causando inquietação entre as autoridades de diversos países. Cabe ao Serviço Secreto de Inteligência Britânico investigar o paradeiro dos pesquisadores, bem como descobrir quem os está sequestrando e por quê. A chave para este mistério parece estar nas mãos de uma mulher enigmática, que se encontra à beira da morte.
Considerando que a obra se afastou dos mistérios construídos por Christie ao longo de sua carreira e apostou fichas em um thriller de espionagem, as expectativas para a condução narrativa eram altas – e, à época, alguns críticos comentaram sobre certas resoluções impalpáveis e ocasionais demais para serem levadas a sério, algo que, dentro do mundo dos espiões no cinema e na televisão, é algo complicado.
PASSAGEIRO PARA FANKFURT (1970)
‘Passageiro para Frankfurt’ novamente traz Agatha Christie mergulhando no mundo da espionagem. O livro foi publicado em 1970 para coincidir com o aniversário de oitenta anos da romancista e com o octogésimo lançamento literário de sua genial mente. Porém, os críticos comentaram sobre a falta de coesão narrativa – algo que impedia que as páginas fossem levadas às telonas.
A trama acompanha Sir Stafford Nye, um diplomata de meia-idade que adentra o mundo da espionagem, dos agentes duplos e dos grupos secretos para provocar mudanças nos centros de poder internacionais. Nesse meio-tempo, ele conhece uma mulher que o escolheu para ajudá-la em um momento crucial, quando um atraso devido ao mau tempo altera o local de pouso do voo que os dois seguiriam para a Inglaterra. O romance, inclusive, conta com vários comentários da própria autora sobre as profundas mudanças pelas quais o mundo passava no final da década de 1960, em especial da mentalidade dos jovens universitários da Europa, dos Estados Unidos e da América do Sul.
PORTAL DO DESTINO (1973)
Em ‘Portal do Destino’, Christie nos convida a conhecer Tommy e Tuppence Beresfords, que, beirando os setenta anos, se mudam para uma pacata vila inglesa, ansiosos por uma aposentadoria tranquila. Mas, como logo descobrem, a antiga e espaçosa casa guarda segredos. Quem é Mary Jordan? E por que alguém deixou uma mensagem codificada em um livro antigo sobre sua morte “não natural”?
Publicado em 1973, o romance marcou a última publicação da autora antes de seu falecimento e, ainda que contando com uma premissa muito interessante, também não teve a recepção esperada. À época do lançamento, por mais que alguns críticos tenham tecido elogios em meio ao claro envelhecimento da autora, a recepção foi majoritariamente negativa – algo que explica o motivo da obra nunca ter sido adaptada.
A atrizPamela Anderson revelou no programa Andy Cohen Live, da SiriusXM, que se sentiu “estranha” e “desconfortável” sentada ao lado de Seth Rogen, o astro de ‘The Studio‘, após o envolvimento dele na minissérie ‘Pam & Tommy‘, de 2022.
A série retrata o relacionamento turbulento entre Anderson e Tommy Lee nos anos 90 e o escândalo que se seguiu ao vazamento de um vídeo íntimo caseiro dos dois.
“Seth Rogen fez aquela série sem falar comigo, sabe, Pam & Tommy , e isso foi outra coisa… Eu só pensei: ‘Ah, sei lá’. Sabe?”, disse ela. “Como alguém pode fazer uma série de TV sobre os momentos difíceis da sua vida, sendo que eu sou um ser humano vivo e respirando. Oi?’”
Anderson admitiu que saiu da cerimônia de premiação de domingo à noite logo após apresentar o prêmio de melhor atriz em filme de comédia ou musical para Rose Byrne e “foi direto para a cama”.
Mas o apresentador Andy Cohen perguntou à atriz se ela havia encontrado Rogen antes de sair.
Ela observou que “ele estava na plateia do Globo de Ouro, ali do lado”, mas, no geral, achou estranho vê-lo.
“Talvez eu tenha pensado: ‘Não sou nada aqui'”, disse Anderson. “Me senti um pouco estranha com isso. E pensei: ‘Ando tão ocupada trabalhando. Fiz cinco filmes no último ano. Então, estive muito ocupada, mas às vezes isso te atinge e você se sente meio para baixo. Não sei. Foi uma sensação meio ruim.”
A estrela de ‘Corra que a Polícia Vem Aí‘ disse que espera que Rogen eventualmente “entre em contato com ela e peça desculpas”, mas ela ainda está um pouco “irritada” com toda a situação porque retratou “o pior momento da sua vida”.
“Bem, você está livre para ser exposto. Quando você é uma pessoa pública, dizem que você não tem direito à privacidade. Mas seus segredos mais obscuros e profundos, ou suas tragédias, não deveriam ser assunto para uma série de TV. Isso me irritou bastante”, compartilhou Anderson.
Anderson já havia criticado ‘Pam & Tommy‘, afirmando que os produtores da série deveriam ter pedido sua permissão antes de produzi-la.
A atriz recentemente ganhou o documentário na Netflix ‘Pamela Anderson – Uma História de Amor’, descrito como a história real por trás da vida da polêmica estrela de cinema.
A produção surpreendeu os críticos e conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Das 22 avaliações publicadas até o momento, todas são positivas.
Entre os comentários, os jornalistas destacaram como o documentário consegue desconstruir a imagem polêmica imposta sobre Anderson ao longo de sua carreira.
Além disso, os elogios também reforçam o olhar humanizado que o diretor Ryan White (‘The Keepers’) escolheu para contar a história.
Confira:
“O resultado final é um retrato revelador e, às vezes, surpreendentemente triste, mesmo que, previsivelmente, não se encaixe nas contradições de sua personalidade.” – BuzzFeed.
“É um produção cativante, especialmente para aqueles que nunca pensaram muito sobre quem realmente é Pamela Anderson.” – Associated Press.
“O resultado deste documentário é uma visão humanizada de uma mulher muitas vezes reduzida a uma caricatura de desenho animado, embora ocasionalmente pareça um produto licenciado.” – CNN.
“Não posso dizer que ‘Pamela Anderson – Uma História de Amor‘ é um acréscimo essencial ao cânone, mas me fez pensar sobre essa mulher muito famosa sob uma luz diferente.” – TV Guide.
“‘Pamela Anderson – Uma História de Amor‘ sai tão real quanto esse formato permite. Desprotegido? Não. Profundo? Na verdade não, mas um tanto sincero. Sem filtro, com defeitos e tudo? Talvez, mas apenas aqueles que ela quer que vejamos, crianças.” – Roger Moore.
“‘Pamela Anderson – Uma História de Amor‘ devolve a Anderson sua autonomia e permite que ela conte suas próprias histórias, com seus defeitos e tudo.” – Whynow.
Mostrando vídeos e diários pessoais, Pamela Anderson fala sobre a ascensão à fama, os romances turbulentos e o escândalo da sex tape.
Chegamos à metade do primeiro mês de 2026, e algumas novidades já foram adicionadas em alguns dos streamings disponíveis no Brasil. Entre aguardadas segundas temporadas, um ótimo curta-metragem brasileiro e uma história carismática sobre a descoberta do amor, separamos abaixo algumas opções que servem como sugestão para você assistir e tirar suas próprias conclusões:
Logo no primeiro dia de um grupo de novos residentes em um hospital escola de Pittsburgh – conhecido como The Pitt – uma série de complicadas situações se mostram à disposição de novas e experientes pessoas que escolheram a medicina como ofício. Ao longo de 15 horas, acompanharemos as batalhas morais e escolhas difíceis de homens e mulheres que podem ser a última barreira entre a vida e a morte.
Nessa comédia que entrou há pouco tempo na Netflix, acompanhamos uma dedicada funcionária de uma empresa que conhece um homem às vésperas de, provavelmente, ser efetivada para um cargo maior, mas precisa lidar com uma surpresa: ele é o filho do chefão da empresa.
Nessa impactante série documental, lançada no início de 2026 na Netflix, acompanhamos a trajetória de Fabrizio Corona, um homem que conseguiu marcar seu nome no universo dos famosos, sobretudo por estar sempre à frente de escândalos envolvendo várias celebridades.
Baseado em um vídeo viral e também na série de ficção Round 6, chegou na Prime Video um reality show empolgante que leva competidores vindos de todos os lugares dos Estados Unidos na busca por um prêmio milionário. Mas a tarefa não é nada fácil! Provas em grupo, elos e confianças sendo quebrados, sorte, inteligência emocional são algumas das variáveis que encontramos em Beast Games.
Prestes a concluir o ensino médio, duas irmãs gêmeas se veem em possíveis estradas diferentes para o futuro. Acontece que, um dia, uma delas é sequestrada pelo próprio professor e acaba ficando presa em um cubículo por anos, um acontecimento que muda para sempre a vida de muitas pessoas.
Marissa (Sarah Snook) é uma empresária bem-sucedida que leva uma vida confortável ao lado do marido, o investidor Peter (Jake Lacy), na cidade de Chicago. No entanto, toda a aparente perfeição e sucesso da família é colocado em xeque quando o filho do casal é sequestrado por uma mulher misteriosa. A partir desse ponto, pessoas próximas ao casal passam a se tornar suspeitas, nos guiando para desenrolares bombásticos que afetam a vida de todos os personagens.
Simon (James Nesbitt) é um consultor financeiro bem-sucedido, pai de três filhos, que vive feliz ao lado da esposa, a pediatra Ingrid (Minnie Driver). Só que toda a aparente calmaria na família esconde um grave problema: a filha mais velha, Paige (Ellie de Lange), se tornou uma viciada em drogas e sumiu de casa faz alguns meses. Na busca por seu paradeiro, Simon é envolvido em uma estrada onde situações o levam ao limite do desgaste emocional.
As séries 2026 estão começando a chegar pelos streamings! Esse é o caso de Dele & Dela, produção de seis episódios da Netflix, baseada na obra homônima da escritora britânica Alice Feeney. O casal de protagonistas, interpretados pelos ótimos Jon Bernthal e Tessa Thompson, busca lapidar seus intrigantes personagens de forma intensa, despertando um certo desconforto pelos julgamentos morais, em pontos de vistas que avançam pela narrativa.
No dia 12 de julho de 1998, a equipe masculina de Futebol Brasileira enfrentou a França na final da Copa do Mundo. Para Erika, uma adolescente nipo-brasileira, esse dia se torna marcante ao despertar conflitos emocionais profundos.
Neste último dia 15 de janeiro, chegou ao catálogo da Netflix a mais nova adaptação dos escritos de Agatha Christie: ‘Os Sete Relógios’, minissérie de três episódios inspirado no romance de 1929 da Dama do Crime, é centrada na jovem aristocrata Eileen “Bundle” Brent (Mia McKenna-Bruce), que se vê arrastada para uma investigação perigosa após encontrar seu amigo e pretendente Gerry Wade (Corey Mylchreest) morto.
O jovem rapaz foi encontrado no quarto de Bundle, que cedeu o cômodo para que ele passasse a noite após uma festa no casarão da família, ao lado de sete despertadores acionados para dispararem no mesmo horário como parte de uma brincadeira de dois amigos próximos dele, Ronny Devereux (Nabhaan Rizwan) e Bill Eversleigh (Hughie O’Donnell). A princípio, o laudo da perícia indica suicídio por sonífero – mas pistas estranhas levam Bundle a acreditar que ele foi assassinado. Para tanto, ela se alia a Jimmy Thesiger (Edward Bluemel) e aos outros para tentar descobrir quem é o responsável pela série de mortes que começa a acompanhá-la.
Mas quem foi o responsável pelos homicídios?
QUEM É O ASSASSINO?
Ao longo da narrativa, o diretor e roteirista Chris Chibnall nos apresenta a duas mortes chocantes – e a outras tentativas de assassinato é claro – que compelem Bundle a continuar as investigações, mesmo colocando a vida em risco. A primeira delas, mencionada nos parágrafos acima, é a de Gerry; a segunda ocorre quando a protagonista resolve viajar para Londres para obter mais informações e cruza caminho com Ronny, que foi baleado no coração e deixado para morrer após resolver ajudá-la na investigação.
Conforme nos aproximamos do encerramento do mistério, descobrimos que a artimanha em que Bundle se envolveu era maior do que o previsto. Afinal, ela já suspeitava de que as mortes de Gerry e Ronny poderiam estar atreladas com o descobrimento de informações valiosas sobre o Ministério de Relações Exteriores com a chegada de um gênio da engenharia, o Dr. Cyril Matip (Nyasha Hatendi). O Dr. Matyp havia chamado a atenção de alguns magnatas ingleses, incluindo George Lomax (Alex Macqueen) e Sir Oswald Coote (Mark Lewis Jones), por ter criado um revestimento de aço indestrutível que poderia ditar o futuro do país – principalmente no quesito militar (e, considerando que a trama é ambientada em 1925, sabemos da polvorosa situação geopolítica da Europa no cenário pós-I Guerra Mundial).
Porém, Matyp, que cresceu em Camarões, não criou o revestimento para que fosse usado em conflitos bélicos, deixando isso bem claro após revelar que perdeu toda sua família durante os conflitos que se estenderam na África, colocando uns aos outros até que nada restasse além da pura destruição. Como ele mesmo afirma, confiar nas pessoas certas é um trabalho complicado – e, caso sua criação caísse nas mãos erradas, tudo poderia estar em risco. Não é surpresa, pois, que a fórmula e o protótipo construídos por Matyp se tornem alvos do assassino, sendo roubados por ninguém menos que Loraine Wade (Ella-Rae Smith), meia-irmã de Gerry que inclusive foi a responsável pelo envenenamento do jovem. O motivo? Gerry havia contado a ela sobre o misterioso clube conhecido como Sete Relógios – lar de uma organização secreta que Bundle acreditava estar envolvida com os homicídios, mas cujo objetivo era impedir que conflitos sanguinários continuassem a acontecer.
É claro que Loraine não agiu sozinha, aliando-se a Jimmy para conseguir escapar com a fórmula e o protótipo. Jimmy, inclusive, foi responsável por assassinar Ronny assim que descobriu que o amigo tinha informações valiosas demais para serem divulgadas. E isso não é tudo: Loraine, conseguindo a vantagem de que precisava, apressou-se para a estação de trem, onde faria a troca com a verdadeira antagonista da história: Lady Caterham (Helena Bonham Carter), mãe de Bundle.
No início da minissérie, somos apresentados a Lorde Caterham (Iain Glen), que chega à cidade de Ronda, na Espanha, e cai em uma emboscada que culmina em sua morte. Pouco depois, Lady Caterham é obrigada a dizer adeus ao filho mais velho, que morreu em combate, deixando-a desampara e com um sentimento quase misantropo e indiscutivelmente desiludido sobre a Inglaterra e sobre as pessoas. Dessa forma, ao descobrir que Matyp possuía uma arma em potencial que ditaria o futuro da Europa, ela engendrou um complexo plano, recrutando a ajuda de Loraine e Jimmy para vender o revestimento ao inimigo. Eventualmente, os três são presos – e os planos de Lady Caterham não se concretizam.
O QUE SÃO OS SETE RELÓGIOS?
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Jimmy fez questão de criar uma distração ao rearranjar os despertadores no quarto onde Gerry foi assassinado – chegando inadvertidamente a levar Bundle a acreditar que os membros da organização conhecida como Sete Relógios fossem os responsáveis pelas mortes.
Quando Bundle descobre a carta de Gerry que mencionava os Sete Relógios pela primeira vez, ela jamais imaginaria que seria levada a um popular clube noturno de Londres onde os integrantes dessa “seita” se reuniriam. Mais do que isso, é nesse momento que ela descobre que um deles, conhecido como Sete, estaria na reunião entre os membros do Ministério de Relações Exteriores e o Dr. Matyp, fazendo de tudo para conseguir um convite para participar da conversa e descobrir quem, de fato, é o assassino.
Eventualmente, como já explicado nos parágrafos acima, Bundle descobre que a mãe, ao lado de Jimmy e Loraine, foram os responsáveis pelos crimes. Mas então o que, de fato, são os Sete Relógios?
Após retornar à casa da família, Bundle cruza caminho com Alfred (Josef Davies), um antigo serviçal do casarão. Confrontando-a com uma pistola, Alfred a leva até o local secreto da organização, onde acredita que será assassinada. Porém, o membro conhecido como Sete revela sua verdadeira identidade: o Superintendente Battle (Martin Freeman), oficial da Interpol que também investigava o possível assassinato de Gerry. Mais do que isso, Battle observava Bundle há bastante tempo, principalmente pelo fato do pai da jovem, Lorde Caterham, ser um membro da organização.
Os Sete Relógios, na verdade, funcionam como “justiceiros sociais” que impedem que conflitos bélicos continuem a acontecer e que a facilitação de armas ou quaisquer objetos de perigo inegável caiam nas mãos erradas – como é o caso da fórmula criada pelo Dr. Matyp. Battle viu em Bundle uma coragem imprescindível que o impulsionou a convidá-la a participar do grupo. Como podemos imaginar, a protagonista aceita a proposta, deixando uma espécie de “final aberto” que inclusive pode render outros títulos.
Lembrando que a minissérie já está disponível na Netflix.
‘Vingadores: Doutor Destino’ (‘Avengers: Doomsday’) é um dos projetos mais ambiciosos da Marvel Studios e irá introduzir ninguém menos que Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o principal vilão da Saga do Multiverso.
Enquanto os fãs se preparam para o longa-metragem, os Irmãos Russo, que retornam à cadeira de direção após ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Vingadores: Ultimato’, pediram aos espectadores que “prestassem atenção” aos quatro primeiros teasers promocionais – afirmando que cada um deles contém “pistas” sobre o que esperar da história.
No final de cada vídeo, inclusive, há um relógio com contagem regressiva que culmina no lançamento do longa nos cinemas, mas só depois de mostrar alguns números aleatórios. Agora, um usuário do fórum Reddit acredita ter solucionado esses relógios, argumentando que as marcas de tempo se relacionam com momentos específicos de ‘Ultimato’.
Por exemplo, no teaser de Steve Rogers (Chris Evans), na marca 1:24:20, somos levados à cena em que a Anciã (Tilda Swinton) alerta Hulk (Mark Ruffalo) sobre os perigos de remover as Joias do Infinito de seu devido lugar no tempo (e como isso criará linhas temporais ramificadas).
“Isso confirma que a missão de Steve de devolver as joias (e sua subsequente decisão de permanecer no passado) é central para o conflito”, escreve o usuário u/Fear_Itself. “Sugere que suas ações podem ter desencadeado inadvertidamente uma incursão”.
No teaser de Thor (Chris Hemsworth), em 1:17:20, coincide com o momento em que Loki (Tom Hiddleston) rouba o Tesseract e escapa – outro momento que criou uma linha temporal ramificada e eventualmente levou o Deus da Trapaça a ocupar o centro do Multiverso na série de TV do Loki.
O teaser dos X-Men apresenta os números 1:11:20 e é um pouco mais difícil de decifrar. Corresponde ao momento em que Rocket (Bradley Cooper) pergunta a Thor: “você está chorando?”. Embora não esteja diretamente ligado à equipe mutante, o internauta argumenta que pode ser uma referência a Thor chorando sobre Wade Wilson (Ryan Reynolds), que tem uma leve ligação com os X-Men, em ‘Deadpool & Wolverine’.
Por fim, temos 1:04:20 no teaser ambientado em Wakanda; em ‘Ultimato’, a marca temporal nos leva à cena em que os Heróis Mais Poderosos da Terra planejam e testam o Roubo do Tempo, outra forte indicação de que sua missão de restaurar metade do universo terá grandes ramificações para ‘Doutor Destino’.
Como acrescenta o usuário, “os irmãos Russo disseram aos fãs para ‘prestarem atenção’, porque estes não são apenas trailers; são ‘histórias’. O código nos diz que o apocalipse é a consequência direta do Roubo do Tempo. Cada marcação temporal aponta para um momento em que os Vingadores interferiram no tempo, criando o multiverso fragmentado que o Doutor Destino provavelmente tentará reparar ou governar”.
E você? O que achou da teoria?
O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).
O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.
Poucas coisas, para quem ama séries, são melhores do que aquele final de episódio que te faz assistir ao próximo em um ciclo constante até o desfecho da temporada. Para você que curte se aventurar em uma maratona sempre que possível, segue abaixo algumas ótimas sugestões:
Prestes a concluir o ensino médio, duas irmãs gêmeas se veem em possíveis estradas diferentes para o futuro. Acontece que, um dia, uma delas é sequestrada pelo próprio professor e acaba ficando presa em um cubículo por anos, um acontecimento que muda para sempre a vida de muitas pessoas.
Nessa impactante série documental, lançada no início de 2026 na Netflix, acompanhamos a trajetória de Fabrizio Corona, um homem que conseguiu marcar seu nome no universo dos famosos, sobretudo por estar sempre à frente de escândalos envolvendo várias celebridades.
Dirigido pela ótima cineasta Rebecca Miller, o documentário Mr.Scorsese nos leva, em cinco episódios, até detalhes marcantes da vida pessoal e da carreira fantástica de um dos mais lendários cineastas da história do cinema. Uma aula, pra quem ama cinema!
Reflexões sobre as linhas tênues entre jornalismo e crime. Na década de 1990, tabloides sensacionalistas dominam as rodas de conversa de uma sociedade sedenta pela informação – e ainda longe dos avanços das redes sociais. Nesse período, no Reino Unido, um introspectivo e reservado repórter buscava seu espaço ilustrando situações e transformando em interesse público, inclusive se passando por um falso sheik.
Marshall dedica sua vida a suas pesquisas. Um dia, pelas florestas peruanas, encontra um cogumelo azul que logo se mostra como um poderoso remédio contra qualquer coisa. Observado de perto por agentes enviados por pessoas que não querem que esse cogumelo vire de conhecimento público, Marshall precisará encontrar soluções para sobreviver tendo a ajuda apenas de uma ex-amiga dos tempos de colégio.
O Naufrágio do Heweliusz, nova minissérie da Netflix, dirigido por Jan Holoubek e roteiro assinado por Kasper Bajon, chega para jogar luz sobre uma tragédia, mostrando de forma detalhada o antes, o durante e o depois, reunindo fatos que se juntam para uma explicação complexa sobre o que realmente aconteceu em uma madrugada que ficaria marcada na história.
Na trama, conhecemos a policial Naia (Danica Curcic), uma mulher que sofre por não ter tempo para cuidar de sua filha. Mãe solteira, ela tem como objetivo mudar de trabalho para conseguir mais tempo para sua família. Só que uma série de assassinatos cometidos pela mesma pessoa, um serial killer que deixa como rastro bonecos feitos de castanhas, começam a acontecer, levando Naia a uma angustiante jornada rumo à verdade.
Nessa hilária série, também cheia de camadas de crises existenciais, acompanhamos um homem bem-sucedido que passa a viver um verdadeiro inferno astral ao pegar a esposa o traindo e, tempos depois, ser demitido. Sem direção do que fazer, resolve roubar seus amigos e vizinhos ricos para não quebrar.
Um ex-padre, que se tornou agente do FBI, precisa liderar uma força tarefa designada para investigar uma série de roubos e acontecimentos violentos. Por diversas perspectivas, vamos acompanhando essa história rumo a um final de temporada de tirar o fôlego.
Após intensos rumores sobre sua possível saída da presidência da Lucasfilm, Kathleen Kennedyconfirmou hoje que está deixando a empresa.
Ela está passando o comando para seus colaboradores de longa data. A divisão Disney será dirigida pelo Diretor Criativo Dave Filoni e, na área de negócios, por Lynwen Brennan, uma executiva galesa experiente que atuou como Vice-Presidente Executiva e Gerente Geral da Lucasfilm após 16 anos na ILM.
Kennedy planeja retornar ao seu primeiro amor: a produção. Ela fará muitos filmes de ‘Star Wars‘, num futuro distante, além de colaborar em alguns projetos com Frank Marshall. Eles são casados há quase 40 anos e se apaixonaram enquanto comandavam a Amblin de Steven Spielberg em seu auge.
Antes de aceitar a oferta de George Lucas para comandar a Lucasfilm em 2012, antes da Disney adquirir a empresa por pouco mais de US$ 4 bilhões em dinheiro e ações, Kennedy já havia participado de praticamente todos os grandes sucessos de bilheteria que marcaram nossas vidas. Seus primeiros créditos como produtora foram em Poltergeist e E.T. – O Extraterrestre, seguidos por filmes como A Lista de Schindler , O Sexto Sentido , Munique e Guerra dos Mundos. Incluindo os filmes de Star Wars que ela produziu, isso representa mais de US$ 11 bilhões em bilheteria mundial.
Desde que assumiu o cargo máximo na Lucasfilm, há quase 14 anos, a empresa produziu cinco filmes que deram continuidade à saga iniciada por Lucas em 1977 ou exploraram outras direções. Esses filmes arrecadaram US$ 5,9 bilhões em bilheteria mundial. O primeiro, ‘Star Wars: O Despertar da Força‘, tornou-se o filme de maior bilheteria de todos os tempos na América do Norte, com US$ 936 milhões nos Estados Unidos, e foi um dos únicos sete filmes a ultrapassar a marca de US$ 2 bilhões em todo o mundo.
Nos últimos 14 anos, ela foi uma figura controversa e divisiva entre os fãs da saga, chegando a aparecer em um episódio da série animada ‘South Park‘, onde suas decisões foram alvo de piada.
Apresentado na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes 2025, Me Ame Com Ternura(Love Me Tender), primeiro longa-metragem de ficção da diretora francesa Anna Cazenave Cambet, chega aos cinemas brasileiros ancorado em uma premissa que, à primeira vista, pode remeter a um clássico do cinema judicial como Kramer vs. Kramer(1979). Mas a semelhança é apenas inicial — e, em muitos sentidos, enganosa.
Adaptado do romance homônimo de Constance Debré, o filme acompanha Clémence (Vicky Krieps), uma advogada e mãe, que se vê tragada por uma batalha judicial não por ter abandonado o lar, mas justamente por ter afirmado sua liberdade. Já divorciada, Clémence revela ao ex-companheiro Laurent (Antoine Reinartz) que está se relacionando com mulheres. A partir desse momento, o conflito se instala: após um fim de semana na casa do pai, o pequeno Paul (Viggo Ferreira-Redier) se recusa a voltar a ver a mãe, e o ex-marido entra com uma denúncia alegando que ela submete a criança a comportamentos obscenos e moralmente indevidos.
O que poderia se estruturar como um drama jurídico clássico se transforma, nas mãos de Anna Cazenave Cambet, em um filme que evita o tribunal como espetáculo. A disputa legal existe, mas nunca encontra um verdadeiro ápice narrativo. Embora coerente com a ideia de um sistema opressor e burocrático, essa escolha acaba tornando a experiência cansativa. A ausência de um clímax faz com que o filme se mova em círculos, reiterando a mesma dor sem oferecer novas camadas dramáticas.
Vicky Krieps, como já demonstrou em filmes como Trama Fantasma(2017) e Corsage (2022), é uma atriz de impressionante versatilidade. Seja no cinema norte-americano, francês ou alemão, ela consegue nos convencer independentemente do papel. Há algo em seu rosto que captura o olhar do espectador, uma presença que convida à empatia quase automaticamente. Em Me Ame Com Ternura, ela está bem — contida, digna, silenciosamente ferida. Ainda assim, nem mesmo sua força interpretativa é suficiente para compensar as fragilidades da narrativa.
A diretora estreante aposta em uma mise-en-scène sóbria, estruturada em capítulos e atravessada por uma voz off que retoma trechos do livro de Debré. A opção instaura um distanciamento reflexivo coerente com o dispositivo narrativo, mas acaba por produzir também um afastamento emocional em relação à protagonista. Pouco se revela da vida de Clémence para além do embate com o filho e da engrenagem judicial que a engole. Seus afetos, desejos e cotidiano permanecem elididos durante a disputa pela guarda da criança — inclusive no romance mal engendrado com Sarah (Monia Chokri) —, o que fragiliza a possibilidade de uma conexão mais profunda com a personagem.
Algumas cenas se tornam repetitivas, especialmente os encontros entre mãe e filho, sempre marcados por silêncios, olhares interrompidos e despedidas dolorosas. A repetição não gera progressão emocional: as angústias retornam, mas raramente se transformam. Falta ao filme a percepção concreta da passagem do tempo — a consciência de que aquelas feridas não serão apaziguadas e de que o tempo perdido entre mãe e filho nunca mais poderá ser recuperado.
Esse deveria ser o ponto mais dilacerante do filme. A constatação de que a infância passa, de que o vínculo se rompe sem retorno possível, de que o sistema não apenas pune, mas rouba o tempo. Esse elemento, no entanto, nunca se impõe como verdadeira força dramática. Ele existe, mas permanece à margem, como se o filme evitasse mergulhar totalmente nessa dor irreversível.
Ainda assim, Me Ame Com Ternura encontra sua relevância ao abordar o preconceito vivido por uma mulher homossexual — e, sobretudo, por uma mãe — em pleno século XXI. Ao deslocar o foco da figura masculina tradicionalmente associada à dor romântica (evocada ironicamente pelo título inspirado na canção de Elvis Presley) para uma mulher privada do direito de amar e maternar, o filme escancara o quanto a sociedade ainda impõe limites violentos às existências que escapam da norma.
Mesmo deixando a desejar em termos de cadência e envolvimento emocional, Me Ame Com Ternura provoca uma ressonância incômoda: até que ponto avançamos, de fato, quando a liberdade afetiva de uma mulher ainda pode ser usada como arma contra ela? É nessa fricção entre potência temática e fragilidade narrativa que o filme se sustenta, imperfeito, por vezes exaustivo, mas impossível de ignorar.
Lançado no Festival de Cannes e no Festival do Rio, em 2025, Me Ame Com Ternurachega aos cinemas brasileiro nesta quinta-feira, dia 15 de janeiro, com distribuição da Imovision.
Agatha Christie é uma das autoras mais célebres da história – e não é por qualquer motivo que é conhecida como a Dama do Crime. Ao longo de sua ilustre carreira, Christie assinou clássicos da literatura de mistério como ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, ‘…E Não Sobrou Nenhum’, ‘A Noite das Bruxas’ e diversos outros romances que caíram no gosto popular e da crítica. Até hoje, seus escritos são lembrados e traduzidos em diversas adaptações para os streamings e para os cinemas, sendo o mais recente deles a minissérie de três episódios ‘Os Sete Relógios de Agatha Christie’, que chegou ao catálogo da Netflix nesta última quinta-feira, 15 de janeiro.
Inspirado no livro ‘O Mistério dos Sete Relógios’, lançado em 1929, o projeto nos leva para a aristocracia britânica do início do século XX e acompanha a jovem Lady Eileen “Bundle” Brent (Mia McKenna-Bruce), que vive com a mãe, Lady Caterham (Helena Bonham Carter), em um imponente casarão. Durante uma das festas celebratórias em que seus amigos e outros membros da elite se reúnem, Bundle cruza caminho com o charmoso Gerry Wade (Corey Mylchreest), membro do Ministério das Relações Exteriores que trabalha para George Lomax (Alex Macqueen) e que nutre de uma afeição amorosa pela moça. Prestes a ser pedida em casamento, Bundle vê seu mundo se desmantelar quando, na manhã seguinte, Gerry aparece morto na cama.
Após as investigações da polícia, chega-se à conclusão de que Gerry tirou a própria vida ao ingerir uma quantidade perigosa de sonífero. Porém, Bundle sabe que algo não soa certo, visto que o rapaz nunca precisou de medicamentos para poder dormir, visto que tinha um sono muito pesado. Mais do que isso, alguns objetos parecem estar fora de lugar, enquanto sete despertadores programados para dispararem na mesma hora – uma peça pregada pelos amigos de Gerry, Ronny Devereux (Nabhaan Rizwan) e Bill Eversleigh (Hughie O’Donnell) – foram realinhados de maneira estranha sobre a cômoda. Para completar o estranho cenário, uma carta escrita pela metade mostra que Gerry estava escrevendo à irmã, Lorraine (Ella-Rae Smith), falando sobre algo conhecido como os Sete Relógios.
Não demora muito até que Bundle decida investigar por conta própria o que está acontecendo, pedindo a ajuda de Ronny, Bill, de Jimmy Thesiger (Edward Bluemel) e do misterioso oficial da Interpol, o Superintendente Battle (Martin Freeman), para descobrir o que de fato significa essa misteriosa frase – e provar que Gerry foi assassinado. À medida que navega pelas complexas engrenagens políticas da hierarquia mundial, a jovem descobre que a morte de seu amado pode ter sido apenas o início de uma grande conspiração. E é em meio a essa intrincada atmosfera que o diretor Chris Chibnall, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Doctor Who’ e ‘Torchwood’, tenta honrar o romance original de Christie – ainda que falhe em construir uma história que merecia ser contada.
Responsável também pelo roteiro, Chibnall nos apresenta a um interessante primeiro ato que nos apresenta aos personagens e aos principais suspeitos da narrativa, mergulhando nas clássicas incursões detetivescas britânicas que, volta e meia, voltam a enfeitar o circuito seriado e fílmico. Afastando-se da sisudez costumeira das produções do gênero, o cineasta constrói um panorama a princípio regado a tons vibrantes de dourado e diamante que pincelam uma fachada de bonança, antes de mergulhar na melancolia de uma paleta sóbria e inerte com a morte de Gerry. Todavia, essas pulsões criativas são logo deixadas de lado por uma quantidade inexplicável de convencionalismos e de ocasionalidades que destituem o enredo de Christie de sua genialidade.
Tentando navegar entre a comédia, o mistério e o drama, o cineasta acaba não acertando o tom na maioria das sequências, construindo diálogos expositivos demais para que o aspecto whodunnit que esperamos de produções como essa seja mantido. Enquanto McKenna-Bruce posa como uma joia a ser admirada, fornecendo uma característica ácida e rápida à personalidade de Bundle, é notável como a superficialidade é forte o bastante para nos privar de apreciar as centelhas de beleza do enredo – e o mesmo pode ser dito acerca da firme presença de nomes como Bonham-Carter, que diverte-se no papel de Lady Caterham, Bluemel como o inquietante e ávido Jimmy, e outros.
A minissérie transforma-se em uma sucessão de eventos impalpáveis demais para serem considerados críveis e, ao estender-se por quase três horas no total, não justifica sua existência. Ainda que se valha das já mencionadas ótimas performances e de uma ambientação impecável que de fato nos arremessa para o auge dos anos 1920 em Londres, talvez a melhor saída tivesse sido reimaginar a história original em algo mais constrito e reduzido, aproveitando o imponente cenário aristocrático para colocar os personagens dentro de um espectro quase labiríntico e inescapável, mesmo se afastando da essência estrutural do enredo.
Com exceção de pontuais momentos de criatividade, ‘Os Sete Relógios de Agatha Christie’ é uma produção esquecível do catálogo da Netflix que não tinha qualquer necessidade de ser como é. Caso fosse construído como um longa-metragem, acredito que as engrenagens se encaixariam com mais fluidez e o resultado seria muito mais aprazível do que o que nos foi dado.
Brad Winderbaum, chefe de Streaming, Televisão e Animação da Marvel Studios, compartilhou recentemente novidades sobre ‘VisionQuest’, a nova série derivada de ‘WandaVision’, que acompanhará a jornada do herói Visão.
Segundo o ComicBookMovie, Winderbaum elogiou o showrunner Terry Matalas e confirmou que a série abordará temas ligados à paternidade.
“É realmente sobre pais e filhos e, especificamente, sobre três gerações: avô, pai e filho. Um homem que teve um pai abusivo pode ser um bom pai ele mesmo? Fica muito emocional em alguns momentos, e é uma aventura empolgante”, explicou.
“Quando você vê o Visão em ação, com toda a diversão e aventura típicas da Marvel, tudo acontece em um contexto de desafios humanos reais e emoções, o que torna a série grandiosa. É como uma descarga de adrenalina”, acrescentou Winderbaum.
Detalhes da trama ainda não foram totalmente revelados, mas sabe-se que James Spader reprisará seu papel como Ultron, que provavelmente será o avô da história.
A série também será uma sequência de ‘Agatha: Desde Sempre’, na qual vemos Billy/Wiccano, no final da trama, sair em busca de seu irmão Tommy. Espera-se que Billy tenha destaque em ‘VisionQuest’, mas Tommy deve assumir um papel ainda mais central como filho.
A atriz Emilia Clarke, eternizada como Daenerys Targaryen, relembrou recentemente seu trabalho em ‘Game of Thrones’, contando que se sentiu “machucada” e “muito irritada” ao ler um artigo em que o linguista da série criticava sua pronúncia em Dothraki.
De acordo com a Variety, Clarke recordou com tristeza as críticas de David J. Peterson, responsável pela criação do idioma fictício da série:
“Coloquei tanta energia em aprender Dothraki”, disse Clarke. “Mas o criador da língua, li em um artigo, disse que eu era péssima no Dothraki. Eu fiquei tipo: ‘O quê, mano?’ Não é real! Não é uma língua real! Eu não posso ser ruim nisso porque estou falando na TV, é assim que funciona… Honestamente, fiquei tão machucada. E depois, muito irritada”.
Após as declarações da atriz, Peterson se manifestou, explicando que ela havia entendido mal o que ele havia dito. Ele afirmou que, embora acreditasse que o Dothraki de Clarke estivesse um pouco instável na série, isso era exatamente o que a personagem Daenerys Targaryen precisava, já que ela não era nativa da língua.
“Eu acho que Emilia pode ter interpretado mal o que eu disse, porque nunca critiquei o Dothraki dela. Por que eu faria isso? A personagem dela nunca deveria falar como se fosse sua primeira língua, então ela nunca precisou ser perfeita”, explicou.
“Criticar qualquer imperfeição na performance dela seria como criticar Colin Firth por gaguejar em ‘O Discurso do Rei’. Seria perder totalmente o ponto. Na verdade, erros gramaticais e de pontuação foram incorporados em muitas das falas em Dothraki dela, e esses erros estavam nos arquivos de áudio que gravei para ela justamente com esse propósito… Emilia Clarke fez um trabalho excelente com o Dothraki, pois interpretava uma personagem que, diante de dificuldades enormes, era obrigada a aprender uma língua que nunca tinha ouvido antes e, eventualmente, se torna funcionalmente fluente, como uma falante não-nativa, e em um período relativamente curto”, concluiu.
“Nove famílias nobres lutam pelo controle sobre as terras míticas de Westeros, enquanto um antigo inimigo retorna depois de estar adormecido por milhares de anos”, diz a sinopse.
A cinebiografia ‘Marty Supreme’, estrelada porTimothée Chalamet, já está em cartaz nos cinemas nacionais. No entanto, o longa quase teve um final completamente diferente, que mudaria totalmente o tom da trama.
Segundo a Variety, Josh Safdie, cineasta responsável pelo filme, revelou que um rascunho inicial acompanhava a jornada do personagem até o final dos anos 1980, quando ele se torna um empresário de sucesso.
Nos momentos finais desse roteiro, um plot twist inesperado aconteceria: o empresário Milton Rockwell, interpretado por Kevin O’Leary, se revelaria um vampiro, dando “uma mordida em seu pescoço”, cumprindo a fala de Rockwell, “Eu sou um vampiro”, dita anteriormente no terceiro ato.
“Ele transforma aquela [loja de sapatos] na mais bem-sucedida da Orchard Street. Muda o nome para Marty Mauser’s Shoes”, disse Safdie sobre o final descartado. “Franquias, mais franquias, ele sai do estado de Nova York e se torna um homem muito rico. Todos os indicadores de sucesso estão lá. A família cresce, ele deixa a cidade, tem uma casa linda, e termina em um show do Tears for Fears com a neta. Eles têm ótimos lugares, bem na frente, e ele está assistindo. Ele pensa em ‘Todo Mundo Quer Dominar o Mundo’, na juventude e no que isso significa. Ele alcançou o sucesso, mas não está fazendo aquilo que acreditava ter nascido para fazer”.
Safdie revelou ainda o clímax vampírico do roteiro: “Você está nos olhos dele, nós construímos próteses para o Timmy e tudo, e o Sr. Maravilha aparece atrás dele e dá uma mordida em seu pescoço. Essa seria a última imagem. E ele não tinha envelhecido”.
O cineasta lembrou que, quando a A24 leu o final, os executivos do estúdio perguntaram: “‘Isso é um erro, certo?'”.
O’Leary comentou recentemente que apoiava totalmente o desfecho vampírico, revelando que Safdie“foi até o ponto de criar dentes digitais”. Ele acrescentou: “Sei que parece loucura, mas, para mim, seria a punição certa.”
Apesar do entusiasmo do cineasta, o final acabou sendo rejeitado, e o longa termina de outra forma, sem vampiros na história.
‘Marty Supreme’ já está em cartaz nos cinemas nacionais.
Além de Chalamet, o longa será estrelado por Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’Leary, Tyler the Creator e Abel Ferrara.
‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.
O roteiro do longa é coassinado por Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.