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‘Titãs’: Série revela primeira imagem de Titus Welliver como o vilão Lex Luthor

O vilão Lex Luthor finalmente chega ao universo dos ‘Titãs‘ a partir desta 4ª temporada. A série da DC divulgou a primeira foto de Titus Welliver como o personagem. Confira logo abaixo o novo visual da mente mais inteligente do crime:

Como podemos observar, essa versão bastante diferente do que todos nós conhecemos, com o Lex ostentando uma barba, porém o sujeito continua com a mesma pose de sempre.

Vale destacar que Titus Welliver é mais conhecido do público por interpretar um policial na série-título ‘Bosch’. Ele também tem participações em ‘Argo‘ (2012) e ‘Transformers: A Era da Extinção‘ (2014). Não foi revelado mais informações do personagem na série.

Lembrando que ‘Titãs‘ retorna com episódios inéditos em novembro. Embora a série seja um original HBO Max, a transmissão no Brasil ocorre pela Netflix. As três primeiras já temporadas estão disponíveis na Netflix.

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

A série foi criada por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Ravena) e Ryan Potter (Mutano), Curran Walters (Jason Todd), Connor Leslie (Donna Troy), Alan Ritchson (Rapina) e Minka Kelly (Columba).

Jacob Elordi, de ‘Euforia’, estrela filme de Sofia Coppola sobre Elvis e Priscilla Presley pela A24

E teremos mais um filme do Rei do Rock em breve, pois, após ganhar uma cinebiografia comandada por Baz Luhrmann, Elvis Presley voltará às telonas encarnado por Jacob Elordi, o jovem vilão de ‘Euphoria‘, no novo filme de Sofia Coppola.

O nome do projeto na realidade se chama ‘Priscilla‘ e é baseado em ‘Elvis and Me‘, este que é um livro de memórias escrito pela própria Priscilla Beaulieu Presley. A esposa de Elvis Presley será interpretada por Cailee Spaeny, da série ‘Mare of Easttown‘.

O longa vai contar a história do romance entre Elvis e Priscilla pela perspectiva da mulher. A produção será distribuída pela A24 na América do Norte e pela Vision Distribution e Stage 6 Films/Sony Pictures International Releasing no resto do mundo.

Priscilla‘, que também conta com o roteiro de Sofia Coppola, não tem data de estreia definida. Em breve o CinePOP trará mais novidades.

Jacob Elordi e Cailee Spaeny

Artigo | ‘Amizade Desfeita’ e o começo da revolução found footage

É muito comum produções de baixo orçamento optarem por um gênero bastante conhecido da indústria cinematográfica – o found footage. Surgido na década de 1980 com ‘Holocausto Canibal’ e imortalizado com A Bruxa de Blair’ quase vinte anos depois, a técnica era simples: câmera na mão, poucos atores, seguindo o estilo de um falso documentário (ou mockumentary) que deixasse toda a narrativa a mais verdadeira possível. O impacto foi tão grande que até mesmo teorias conspirativas começaram a pipocar de todos os lados acerca da veracidade ou da ficção acerca das obras. Entretanto, assim como diversos outros estilos, este caiu em um abuso desmedido e acabou perdendo força conforme mais e mais diretores saturavam o mercado do entretenimento com tramas vazias e formulaicas. 

Apesar de pouquíssimos longas conseguirem se salvar dessa ruína iminente (Atividade Paranormal’ e Cloverfield – Monstro’ são alguns que ainda buscam pelo novo, sem o sucesso que prometeram), grande parte apenas reciclava premissas já utilizadas, normalmente embebidas na ficção sobrenatural, para tentar preencher uma espécie de vazio existencial. Qual foi nossa surpresa quando, em 2014, o desconhecido cineasta Leo Gabriadze resolveu usar os clichês a seu favor em uma roupagem nova e modernizada – e foi assim que Amizade Desfeitanasceu. Na história, a utilização das câmeras é substituída pela tela compartilhada de um computador e pela webcam, além de aproveitar a viralização exponencial das redes sociais para criar um escopo competente, satisfatório em quase sua completude, e sem abrir mãos dos jumpscares e dos clímaces do além-vida.

A trama principal gira em torno de cinco amigos que resolvem se reunir através do Skype e percebem que aquele dia marca o aniversário de morte de Laura Barns (Heather Sossaman), uma jovem estudante que cometeu suicídio após um trágico vídeo circular pela internet e manchar sua reputação e sua vida social. Entretanto, o que parecia ser um simples encontro virtual para jogar conversa fora se torna uma corrida pela sobrevivência quando o espírito vingativo de Laura entra no grupo e resolve expor os podres segredos de cada personagem, colocando-os um contra o outro até que não sobre nenhum. A simples aparição da garota já faz bom uso do foreshadowing e induz o público a pensar que ela sabe quem publicou o vídeo e que fará de tudo para punir o responsável do jeito mais cruel possível. 

Entretanto, o obstáculo principal recai nas mãos de Gabriadze; afinal, sua obra parte do princípio da imobilidade imagética. Um bom roteiro é imprescindível para fornecer dinamismo e ritmo – e é justamente nesse ponto que ele pretende focar mais. Os diálogos são fluidos e partem de um simples chat até entrar numa progressão catártica e melodramática bem estruturadas e respaldadas pela ótima performance do elenco. Cada um dos protagonistas se torna refém de um usuário fantasma, cujos poderes vão muito além do que podem imaginar. A princípio, pensamos que tudo não passa de uma brincadeira, até a virada para os segundo ato, no qual a primeira vítima é feita. 

Não há como negar que várias coisas acontecem ao mesmo tempo. Blaire (Shelley Hennig) e Mitch (Moses Storm), representando o casal do filme, além de serem obrigados a participar dos doentios jogos de Laura, tentam a todo custo manter seu relacionamento, mesmo com todas as mentiras e as frustrantes revelações que colocam em xeque a integridade de cada um. Não é surpresa que o roteirista Nelson Greaves orquestra um arco destrutivo, dentro do qual nossa empatia pelas personas deixa de existir conforme cada uma mostra quem realmente é. No final das contas, a vingativa jovem apenas desejava mostrar algo que já sabia há muito tempo: a confiança é intangível e não deve ser entregue a qualquer um. 

Entretanto, não se engane: a história não tem como objetivo, em momento algum, trazer críticas construtivas acerca do uso indiscriminado das redes sociais. A atmosfera de terror é a única coisa que a move, sem mensagens subliminares ou sutilezas narrativas – afinal, se este fosse um filme socialmente engajado, provavelmente teria cedido às ruínas da presunção e se transformado em um drama desnecessário. A complexidade jaz de modo justo e acíclico na relação das personagens: eles existem naquele momento, naquele espaço, e não abrem margem para tramas muito mais profundas – e nem precisam. 

Gabriadze consegue se entregar a uma renovação do gênero, isso é inegável. Mas o caminho não é trilhado às mil maravilhas e ainda há muito a ser lapidado. Mais de uma vez, a narrativa perde seu ritmo e seu foco, e a mudança brusca de telas – do Skype para o navegador, do Facebook para o Google, e assim por diante – corta nossa interação com o que realmente acontece. As tentativas da multiplicidade de perspectivas não funcionam do jeito que poderiam e, apesar de buscarem uma catarse mordaz e angustiante do público, confundem-no, infelizmente. Além disso, a conclusão da jornada parece uma sequência geométrica, recortada de um lugar-comum e costurada às pressas, não fazendo jus a tudo que víramos. 

Amizade Desfeita pode não ser perfeito, mas definitivamente trouxe algo novo e interessante ao já martirizado found footage. Desde a modernização até as referências compulsórias e funcionais, o resultado final é positivo, satisfatório, provando-se como uma aventura sobrenatural que ajudou a abrir portas diferentes para o gênero – ainda que títulos posteriores o tenham superado.

Entrevistamos o elenco da SÉRIE ‘Percy Jackson e os Olimpianos’; Assista! [EXCLUSIVO]

O editor-chefe Renato Marafon participou da DisneyD23 e teve a oportunidade de entrevistar os astros de ‘Percy Jackson and the Olympians’, série baseada na saga literária ‘Percy Jackson e os Olimpianos’, de Rick Riordan.

No vídeo, Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava’ Jeffries (Annabeth Chase) e Aryan Simhadri (Grover Underwood) falam sobre seus personagens, quais são seus livros preferidos da saga, quais Deuses queriam ter como pais e muito mais.

Assista:

A primeira temporada ainda não tem data de estreia confirmada.

Apesar da 1ª temporada não ter estreado ainda, Riordan comentou que a série está sendo desenvolvida com múltiplas iterações em mente.

Walker ScobellLeah Sava JeffriesAryan Simhadri estrelam como Percy Jackson, Annabeth Chase e Grover Underwood, respectivamente.

O elenco ainda contará com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan) e Olivea Morton (Nancy Bobofit).

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

Rina Sawayama lança “Hurricanes”, novo single de seu 2º álbum de estúdio; Confira!

A aclamada cantora e compositora Rina Sawayama lançou hoje, 12 de setembro, mais uma música oficial de seu aguardado álbum Hold the Girl.

Intitulada “Hurricanes”, a canção já está disponível nas plataformas de streaming. O disco, por sua vez, será lançado em 16 de setembro.

Confira:

O álbum também conta com o single homônimo e as faixas “This Hell”“Catch Me In the Air”“Phantom”.

A artista nipo-britânica começou a ganhar fama com o lançamento de SAWAYAMAdébut que foi aclamado pela crítica mundial e contou com os singles “Comme Des Garçons (Like the Boys)” e “XS”.

Desde então, colaborou com inúmeros nomes lendários do cenário fonográfico, incluindo Elton John, Charli XCX e Lady Gaga. Recentemente, participou da colaboração “Follow Me”, da drag queen brasileira Pabllo Vittar.

De ‘Homem-Formiga 3’ a ‘Vingadores 6 e 7’ | Conheça os próximos filmes e séries da MARVEL…

Bastante controversa, a Fase Quatro da Marvel ganhará um fim oficial em breve. O CEO do Marvel Studios, Kevin Feige, anunciou que assim que estrear, Pantera Negra II: Wakanda Para Sempre encerrará a Fase Quatro.

Além disso, foi confirmado também que essa “Era pós-Longe de Casa” se chama A Saga do Multiverso. Vale lembrar que os filmes entre Homem de Ferro (2008) e Homem-Aranha: Longe de Casa (2019) compõe a Saga do Infinito.

Dito isso, a Fase Cinco começa em 2023 e vai passar pelos cinemas e pelo Disney+. Confira os filmes e séries que farão parte dela!

Homem-Formiga e a Vespa: Quantamania (Nos cinemas em 17 de fevereiro de 2023)

O filme trará o Homem-Formiga e Vespa em uma possível viagem pelo Reino Quântico, que já foi usado para viagens no tempo. Além do vilão Kang, o Conquistador (Jonathan Majors), foi confirmada a presença de M.O.D.O.K. no longa. Cassie Lang, agora vivida por Kathryn Newton, ganhará um traje e virará a Estatura. O filme ganhou seu primeiro pôster ilustrado, dando o visual do trio heroico e do vilão Kang.

Invasão Secreta (Entre março e maio de 2023 no Disney+)

A produção acompanha Nick Fury (Samuel L. Jackson) e o Skrull Talos (Ben Mendelsohn) e pelo que indica o trailer, vai abordar a infiltração dos Skrull na Terra. Além do retorno do Máquina de Combate (Don Cheadle), o elenco conta ainda com Kingsley Ben-Adir, Emilia Clarke e Olivia Colman.

Guardiões da Galáxia Volume 3 (nos cinemas em 5 de maio de 2023)

O capítulo final dos Guardiões da Galáxia chega aos cinemas em maio de 2023 (talvez chegue no finalzinho de abril no Brasil) e foi confirmado que Chukwudi Iwuji interpretará o Alto Evolucionário.

Eco (entre junho e setembro de 2023 no Disney+)

Introduzida na série do Gavião Arqueiro, a Eco ganha sua série própria pelo núcleo urbano da Marvel. A produção provavelmente vai trazer ligações com o Demolidor.

2ª Temporada de Loki (entre junho e setembro de 2023 no Disney+)

A segunda temporada de Loki chega mais ou menos na mesma época. A série vai acompanhar o Deus da Trapaça tentando retornar para sua linha do tempo.

The Marvels (nos cinemas em 28 de julho de 2023)

A continuação de Capitã Marvel (2019) vai juntar o ‘Bonde das Maravilhas’ num filme só. Como visto no final de Ms. Marvel, a Capitã Marvel (Brie Larson) e a Ms. Marvel (Iman Vellani) trocaram de lugar. Junto a elas, a Fóton (Teyonah Parris), como visto em WandaVision, também entrará na história reencontrando sua “Tia Carol”.

Blade (nos cinemas em 3 de novembro de 2023)

Estrelado por Mahershala Ali, o Caçador de Vampiros faz sua estreia no MCU com esse núcleo sobrenatural cada vez mais em expansão.

Coração de Ferro (estreia no Disney+ entre setembro e novembro)

Após fazer sua estreia em Pantera Negra II: Wakanda Para Sempre, a jovem Riri Williams será vista novamente em sua série solo, que já deve trazer uma armadura mais avançada. Ela deve funcionar como a substituta do Homem de Ferro no futuro do MCU.

Agatha: Coven of Chaos (estreia no Disney+ entre dezembro de 2023 e fevereiro de 2024)

Spin-off de WandaVision, a série vai focar na bruxa Agatha Harkness (Kathryn Hahn) – e ninguém mais. Pouco se sabe da série, mas o subtítulo adicionado nesta SDCC traz uma possível ligação com a Feiticeira Escarlate.

Demolidor: Renascido (estreia no Disney+ entre março e junho de 2024)

Depois de aparecerem em produções do MCU, Charlie Cox e Vincent D’Onofrio reprisam seus papéis como Demolidor e Rei do Crime em uma série de 18 episódios. O título pode ser uma referência ao vilão, cuja última aparição foi em Gavião Arqueiro, quando levou um tiro na cabeça.

Capitão América: Nova Ordem Mundial (nos cinemas em 3 de maio de 2024)

Sam Wilson (Anthony Mackie) segue sua jornada como Capitão América após a luta contra os Apátridas. Provavelmente haverá referências a infiltração de Sharon Carter no governo americano e sua ligação com as diferentes organizações criminosas internacionais.

Thunderbolts (nos cinemas em 26 de julho de 2024)

O grupo de anti-heróis usados pelo governo para irem a missões nas quais os heróis não possuem jurisdição está sendo formado desde 2021 nas séries e filmes do Disney+. Em 2024, todos eles se encontrarão em um filme do grupo, encerrando assim a Fase Cinco.

Fase Seis

A sexta fase do MCU teve três projetos anunciados.

Quarteto Fantástico (nos cinemas em 8 de novembro de 2024)

O tão aguardado filme do Quarteto vem só no finalzinho de 2024. Ainda sem elenco ou direção anunciados, é só isso que sabemos do filme até agora.

Vingadores: A Dinastia Kang (estreia nos cinemas em 2 de maio de 2025)

Depois do Quarteto, há alguns projetos ainda não anunciados. Porém, em 2025, haverá os dois últimos filmes da Fase Seis. O primeiro deles é Vingadores: A Dinastia Kang, que terá o Conquistador como vilão principal.

Vingadores: Guerras Secretas (nos cinemas em 7 de novembro de 2025)

No mesmo ano, as Guerras Secretas, que devem terminar com um choque de realidades, trazendo vários personagens de outras linhas do tempo para coexistirem no universo regular do MCU, chega aos cinemas para encerrar a Fase Seis.

Para qual projeto da “Saga do Multiverso” você nutre mais expectativas? Diga nos comentários!

‘Thunderbolts’: Marvel pode ter confirmado participação do Barão Zemo de uma forma bem estranha; Confira!

No último fim de semana, a Marvel Studios confirmou o desenvolvimento de um filme dos Thunderbolts‘, equipe formada pelos anti-heróis do MCU, como Yelena Belova, Soldado Invernal, Agente Americano, Guardião Vermelho, Treinadora e a Fantasma.

No entanto, os fãs sentiram falta do Barão Zemo entre os personagens confirmados, já que ele geralmente assume a liderança do grupo nos quadrinhos.

Apesar do vilão não ter sido apresentado oficialmente no anúncio, a Marvel parece ter confirmado que ele estará presente, de fato, mas de uma maneira bem estranha.

Através do Twitter, a página Marvel Updates revelou que:

“A Marvel Studios confirmou que Zemo fará parte dos #Thunderbolts inserindo seu nome no link dedicado à apresentação da equipe.”

Confira:

É bom deixar claro que o fato do nome de Zemo ter entrado nesse link não significa necessariamente que ele esteja no filme, pois isso poderia facilmente ter sido o resultado de algum tipo de erro.

No entanto, esta seria a maneira perfeita de resgatar um personagem tão marcante e querido pelo público, como é o caso dele.

Qual é a sua opinião?

Lembrando que Yelena Belova, personagem vivida por Florence Pugh (‘Midsommar’) será a líder da equipe.

Jake Schreier‎‎ (Frank e o Robô) está definido como diretor, enquanto Eric Pearson (Viúva Negra) fica responsável pelo roteiro.

Thunderbolts concluirá a Fase 5 do MCU, com a estreia agendada para 26 de julho de 2024.

Confira a imagem da equipe, registrada pelo nosso Renato Marafon durante a D23:

‘Chucky’: 2ª temporada ganha novas imagens oficiais; Confira!

A revista SFX Magazine divulgou novas imagens oficiais da 2ª temporada de ‘Chucky‘, série que dá continuidade aos eventos da clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘.

Confira:

Lembrando que o próximo ciclo irá estrear no dia 5 de outubro nos EUA. No Brasil, a produção é exibida pelo serviço de streaming do Star+.

A segunda temporada contará com o retorno de Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpretará Glen/Glenda.

Sutton Stracke, Joe Pantoliano, Tony Nappo, Meg Tilly Lara Jean Chorostecki também farão parte dos novos episódios.

Anteriormente, Mancini falou sobre a possibilidade de enviar o Chucky ao espaço, levando-nos a crer que ele não descarta a ideia.

“Eu nunca senti que havia um limite sobre o que eu pudesse fazer com o Chucky. Ele é um personagem muito versátil e se encaixa em diversos tons e gêneros – seja terror, comédia ou uma mistura de ambos. Acredito que o personagem é complexo o suficiente para ir para qualquer lugar… até mesmo ao espaço. Apesar de ter dado essa ideia como uma brincadeira, acredito que ela daria um filme divertido.”

Ele completa, “Quando [as franquias de terror] enviam seus vilões para o espaço, geralmente é uma indicação que eles foram longe demais. Mas quem não gostaria de ver o Chucky em um pequeno traje de astronauta?”

Margot Robbie e Brad Pitt estampam BELOS cartazes nacionais de ‘Babilônia’; Trailer sai amanhã!

Nesta segunda-feira (12), foram revelados os cartazes dos personagens do novo filme do diretor Damien Chazelle, ‘Babilônia‘. As imagens mostram em detalhes a caracterização de Brad Pitt, Margot Robbie, Diego Calva, antecipando a expectativa pelo trailer do longa, que será divulgado nesta terça-feira, dia 13.

Babilônia é um filme de época que se passa em Los Angeles na década de 1920. A narrativa traz uma história de ambição e excessos desmedidos, acompanhando a ascensão e a queda dos personagens durante uma era de decadência desenfreada e depravação em uma jovem Hollywood.

Confira:

Chloe FinemanJeff Garlin, Troy Metcalf, Diego Calva, Jovan Adepo, Li Jun LiKatherine Waterston, Olivia Wilde, Spike Jonze, Phoebe Tonkin, Max Minghella, Lukas Haas, Flea, Rory Scovel, Eric Roberts, PJ Byrne e Damon Gupton também fazem parte do projeto.

Roteirizado por Chazelle e ambientado no final dos anos 1920, durante a transição da indústria do cinema dos filmes mudos para os filmes falados, ‘Babylon‘ explora a ascensão e queda de várias estrelas do cinema.

Vale lembrar que Robbie substituiu Emma Stone, que teve conflitos de agenda por causa de sua gravidez e de outros projetos que irá filmar no próximo ano.

A atriz viveria Clara Bow, a primeira it girl da indústria do entretenimento.

Pitt dará vida a uma estrela de filme fictícia que luta para fazer a transição para os filmes falados, conhecidos como talkies. Seu papel será livremente baseado em John Gilbert.

Paramount Pictures ficará a encargo da distribuição do drama, que terá lançamento limitado em 25 de dezembro de 2022 antes de estrear no circuito internacional em 07 de janeiro de 2022, ganhando destaque nos festivais.

Olivia HamiltonMatt Plouffe, MaguireMarc Platt entram como produtores.

Artigo | 15 anos depois, ‘Stardust – O Mistério da Estrela’ continua como uma das melhores adaptações de Neil Gaiman

‘Stardust – O Mistério da Estrela’ ainda é e sempre será uma das melhores adaptações da incrível e distorcida mitologia criada por Neil Gaiman. O que poderia se tornar mais um fracasso qualquer da extensa vertente das ficções fantásticas e suas respectivas adaptações para o cinema na verdade nos deu uma centelha de esperança que as coisas realmente poderiam funcionar, mantendo-se original ao teor da obra e criando um cosmos audiovisual totalmente único e emocionante. Não é surpresa que, apesar dos efeitos especiais que não eram tão sofisticados à época, a narrativa ambientada em Stronghold é memorável e encanta pessoas de qualquer idade.

A história começa um prólogo muito bem orquestrado pelo diretor Matthew Vaughn (sim, o mesmo responsável por Kickass’, X-Men: Primeira Classe’ e a franquia Kingsman’), no qual, seguindo um padrão mais ritmado que o entroncado detalhismo excessivo do autor original, mostra o encontro de dois mundos muito distintos, separados pelo Muro: a partir dessa fusão que não deveria existir, nasceu o protagonista Tristan Thorn (Charlie Cox), um jovem qualquer que deseja de qualquer modo conquistar o coração de sua amada Victoria (Sienna Miller), a qual não faz nada além de desprezá-lo constantemente e colocá-lo em situações constrangedoras. Entretanto, o coração quer o que quer, e Tristan submete-se a resgatar a estrela cadente que cai para além da divisória entre a cidadela e a floresta e trazê-la para ela, em troca de sua mão.

Ao mesmo tempo em que tal trama mundana se desenrola em uma parte do filme, outras começam a despontar no mágico mundo supracitado, incluindo o levantar sombrio de três irmãs bruxas lideradas pela cruel e impiedosa Lamia (Michelle Pfeiffer) e a busca dos últimos herdeiros de sangue do trono pelo rubi perdido. Como podemos imaginar, fragmentos tão separados assim poderiam cair nas ruínas de serem pouco estruturados e não receberem o tratamento necessário para configurarem-se em pequenos arcos com começo, meio, fim, mas Vaughn, também responsável pelo roteiro ao lado de Jane Goldman, faz questão de uni-las em uma convergência única e natural, afastando-se das forçosas fórmulas vistas constantemente em outras obras do gênero.

Tristan é o primeiro a encontrar a cratera formada pela estrela, e descobre que o astro na verdade é uma linda mulher de nome Yvaine (Claire Danes), a qual caiu do céu ao ser atingida pela mesma pedra preciosa que deve ser encontrada pelos príncipes-irmãos. Tudo corrobora para inúmeros conflitos internos que logo tomam conta de grande parte de Stronghold, permitindo a introdução de personagens necessários tanto para respaldo dos protagonistas quanto para aumentas a complexidade das camadas dramáticas e cômicas. Aqui, já posso a aparição muito bem-vinda de Robert De Niro como Capitão Shakespeare, um caçador de raios que viaja com sua nau e tripulação através dos céus e acaba raptando Yvaine e Tristan, ameaçando matá-los, mas depois mostrando-se sua verdadeira face amigável e protetora.

Sem dúvida alguma, De Niro, Danes e Cox criam mágica em cena. O duo principal, que se envolve numa obrigatória estratégia romântica, mudando o curso natural das coisas, por si só traz uma química espetacular para as cenas, e o veterano mostra suas versáteis habilidades ao sair de sua zona de conforto e mergulhar sem quaisquer pré-conceitos em um dos melhores e mais divertidos papéis de sua carreira. Aqui, Vaughn faz bom uso de todas as criações de Gaiman sem esquecê-los e fazendo questão que cada um tenha o seu momento de glória – nem mesmo que seja por alguns segundos. Os desperdícios quase não existem e, se estão lá, são ofuscados por atuações brilhantes e cenários de tirar o fôlego.

Eventualmente, Tristan e Yvaine passam a enfrentar perigo a cada esquina que viram. O nosso herói deseja apenas levar à sua suposta amada a estrela, e depois devolvê-la para os céus através da mística vela da Babilônia. Entretanto, com Lamia no encalço de Yvaine para devorar o seu coração ao lado das irmãs e recuperar dezenas de anos perdidos para as Trevas, e com Septimus (Mark Strong) insurgindo como o último irmão vivo e dilacerando qualquer um que se coloque em seu caminho, eles devem ser mais cuidadosos. Mesmo com alguns aliados importantes que conhecem, incluindo em última instância a mãe perdida de Tristan, Una (Kate Magowan), a jornada do herói segue firme no longa-metragem e, mais cedo ou mais tarde, é óbvio pensar que a dupla principal irá enfrentar um desafio de vida ou morte.

Ben Davis faz um incrível trabalho também como diretor de fotografia: ao invés de forçar-se aos convencionalismos de gênero, ele se recusa até mesmo a tangenciar construções cênicas panfletárias, optando, ao lado de Vaughn, por enquadramentos próprios a cada sequência, dando preferência ora para as expressões dos personagens em momentos mais dramáticos ou intimistas, ou mostrando de forma proposital os magníficos cenários, fazendo bom uso de uma iluminação correspondente a cada ambiência. Em outras palavras, espere sim a fusão de várias esferas diferentes entre si mergulhadas em um escopo coeso e nem um pouco saturado.

O filme não apenas é original, como também aproveita as brechas para realizar homenagens bem claras a diversas iterações predecessoras – incluindo as várias animações clássicas do universo Disney. Entretanto, as emulações aparecem com mais força na trilha sonora construída por Ilan Eshkeri, que opta por instrumentos de corda suaves e pesados possibilitando uma composição fabulesca e mística em grande parte do tempo. Vez ou outra, o pedantismo fala mais alto; porém, o crescendo do clímax final é delineado com tanta cautela e emoção, que quaisquer clichês são logo jogados no lixo.

De fato, não há uma obra que seja igual a Stardust’. Desde a genial mente que criou a narrativa até a competente equipe artística e técnica que deu vida às páginas, tudo parece se encaixar como um fácil, porém profundo, quebra-cabeça que ainda será lembrado por anos e mais anos.

‘Mald!to Rap’ é RENOVADA para a 2ª temporada pela HBO Max

A HBO Max renovou oficialmente a série de comédia ‘Mald!to Rap‘ (Rap Sh!t), criada e produzida pela Issa Rae (‘Insecure’), para a 2ª temporada.

“Estamos muito animados em continuar essa jornada com a Shawna e a Mia, nesse mundo divertido de ‘Maldito Rap’,” declarou Sarah Aubrey, presidente de conteúdo original da HBO Max, em comunicado oficial. “Com o humor fantástico e as perspectivas únicas de Aida Osman, KaMillion, Issa Rae, Syreeta Singleton, a segunda temporada certamente trará ainda mais confusões e dramas.”

A trama segue duas amigas afastadas do colégio, Shawna (Aida Osman) e Mia (KaMillion), que se reúnem para formar um grupo de rap.

Issa Rae assina o roteiro do primeiro e do último episódio.

Syreeta Singleton serve como showrunner.

SINISTRO! Vídeo legendado revela um pouco mais da história do terror ‘Sorria’…

A Paramount Pictures divulgou um featurette contando um pouco mais da história do terror ‘Sorria‘.

Assista:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de setembro.

Parker Finn é responsável pela direção e roteiro.

Após testemunhar um incidente traumático envolvendo uma paciente, a Dra. Rose Cotter começa a ser assombrada por ocorrências sobrenaturais que ela não consegue explicar. Logo, ela deve confrontar seu passado problemático para sobreviver e escapar de sua nova realidade sinistra.

O elenco conta com Sosie Bacon, Kyle Gallner, Rob Morgan, Jessie T. Usher e Caitlin Stasey.

Premiado no Festival de Toronto, Brendan Fraser brinca ao dizer que seu último prêmio foi recebido na 4ª série

A Baleia‘ é o próximo filme do elogiado diretor Darren Aronofsky (‘Mãe!’), e traz ninguém menos que Brendan Fraser (‘A Múmia’) no papel principal.

Adaptado de uma peça de Samuel D. Hunter, o longa se concentra na vida de um homem de 270 quilos chamado Charlie, que tenta se reaproximar da filha adolescente depois de abandoná-la para ficar com um amante. Após a morte do companheiro, Charlie se entrega a um transtorno alimentar compulsivo em resposta ao luto, o que acaba transformando-o em obeso mórbido.

O filme marca o retorno de Fraser aos holofotes após mais de uma década, e após ser ovacionado por seis minutos no Festival de Veneza, o astro recebeu o Prêmio Tributo no Festival Internacional de Toronto, um dos termômetros para o Oscar.

E, em seu discurso, Fraser arrancou risos da plateia ao dizer que o último prêmio que ele havia recebido foi quando estava na 4ª série, há cerca de 43 anos.

“Isso é novidade para mim. Normalmente, eu sou o cara que entrega os prêmios, e me tornei muito bom nisso: com a mão esquerda eu seguro o troféu, e com a direita eu aperto a mão do vencedor. Além dos elencos impressionantes dos quais fiz parte, a última vez que fiquei esperando ouvir meu nome em voz alta para receber um prêmio foi durante a quarta série, na liga de boliche. Minha mãe disse que era um prêmio importante. Mas, na plaquinha, escreveram ‘Brian Fusher’… Então, se o Brian estiver aqui hoje, pode pegar o seu troféu depois do show. Esse aqui é meu.”

Confira:

Lembrando que ‘A Baleia‘ estreou com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 27 reviews até o momento. Os principais elogios foram destinados à direção de Aronofsky e à performance de Fraser.

Confira alguns dos comentários:

“Fraser demonstra coragem e comprometimento total em seu primeiro papel protagonista em um filme em quase uma década” – Screen International.

“Uma pungente e empática parábola sobre graça e reconciliação, contada com força bíblica” – Daily Telegraph (UK).

“Este é um filme transcendente, triunfante” – South China Morning Post.

“É inorgânico, emulativo, manipulativo, e suas lições são simplistas” – Collider.

“O fato de que Fraser está muito bem no papel e de que Aronofsky é tão habilidoso em modelar a performance combinam-se para fazer de A Baleia uma poderosa e única experiência cinematográfica” – Next Best Picture.

Recentemente, Fraser falou a respeito da sua transformação para estrelar o longa-metragem: afinal, ele engordou e usou próteses para interpretar um personagem com 270 quilos.

Longe das grandes produções de Hollywood, ele revelou que queria “desaparecer” para dar vida ao personagem.

“Se não há risco, então por que se incomodar? Quero aprender com as pessoas com quem estou trabalhando neste momento da minha carreira. Eu tive tanta variedade, muitos altos e baixos, então o que eu quero, na segunda metade do meu tempo fazendo isso, é sentir que estou contribuindo para o ofício e estou aprendendo com isso. Esta é uma excelente oportunidade. Eu queria desaparecer na tela. Minha esperança era que eu me tornasse irreconhecível.” 

O filme chega ao circuito internacional em 09 de dezembro. No Brasil, nenhuma data foi confirmada.

Aronofsky é conhecido por seus densos e críticos filmes que, normalmente, são alvo de diversas controvérsias. Seus trabalhos mais reconhecidos são ‘Réquiem para um Sonho’, que trouxe Marlon Wayans, Jennifer Connelly, Jared Leto e Ellen Burstyn em uma trama sobre vício em drogas; ‘Cisne Negro’, estrelado por Natalie Portman e que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor; e ‘mãe!’, thriller psicológico estrelado por Jennifer LawrenceJavier Bardem.

The Whale
Brendan Fraser
CR: A24

‘Hellraiser’, clássico de terror dos anos 1980, completa 35 anos; Veja curiosidades!

As franquias sobrenaturais dos anos 1980 são algumas das mais amadas e adoradas pelos fãs do gênero de terror – e uma delas é ‘Hellraiser – Renascido do Inferno’.

Lançado oficialmente em 1987, o longa-metragem britânico trouxe Clive Barker como diretor e roteirista e foi baseado em seu próprio romance ‘The Hellbound Heart’. Na trama, Frank Cotton (Sean Chapman) é um conhecedor da depravação sexual, que busca a mais nova experiência sensual e compra um belo e intrincado cubo de quebra-cabeças. Só que Frank tem uma experiência atra com o cubo ao resolver o enigma e abrir as portas do Inferno e do Céu, o que provoca sua morte. Quando uma antiga amante se muda para sua casa, ele tenta convencê-la a ajudá-lo a voltar ao mundo dos vivos.

Além de Chapman, Clare Higgins, Ashley Laurence, Andrew Robinson, Robert Hines, Doug Bradley e mais completaram o elenco. Com baixíssimo orçamento de US$1 milhão, o filme arrecadou quase quinze vezes mundialmente e causou grande comoção entre os críticos internacionais, com vários especialistas rasgando elogios para a atmosfera e a narrativa, enquanto outros condenavam a obra como uma “falência da imaginação”.

Em 2022, a produção completa 35 anos desde seu lançamento oficial e, para celebrar seu aniversário, montamos uma breve matéria trazendo algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • Durante uma entrevista, Bradley descreveu o Inferno como uma prisão; os Cenobitas são os guardas, Pinhead é o diretor, a caixa é a chave para a cela da prisão e os demônios são os prisioneiros que conseguiram escapar.
  • Quando Barker mostrou o filme para sua mãe, ela chorou ao ver o nome do filho nos créditos de abertura. Ele se aproximou dela e disse que aquele era o máximo de felicidade que teria pelas próximas duas horas.

  • A Bradley, foi ofertado originalmente uma escolha entre Pinhead ou um dos carregadores de colchão. Ele quase descartou o papel do Cenobita, visto que acreditava que, para um ator, era muito importante que o público reconhecesse seu rosto.
  • Higgins odeia filmes de terror. Quando ela assistiu ao filme pela primeira vez na première, ela teve de sair dez minutos depois do início da exibição, porque ficou muito assustada. Até hoje, ela nunca viu o filme inteiro.

  • Durante os ensaios, Barker disse a Bradley, que à época estava mais acostumado a trabalhar no teatro, para dominar os movimentos e os gestos, para dar a Pinhead uma aura de completo controle.
  • O termo cenobita é uma palavra que significa “um membro de uma ordem comunal religiosa”. O Coração Inferno especifica que eles são membros da Ordem do Corte, além de se referir a eles como Hierofantes.
  • A maquiagem prostética de Cenobita levou nada menos que seis horas para ser aplicada em Bradley.

  • O conceito de um cubo sendo usado como portal para o inferno tem sua base na lenda urbana de A Caixa de Brinquedos do Diabo, que diz respeito a um cubo de seis lados construído com espelhos voltados para dentro. Segundo a lenda, os indivíduos que entrarem na estrutura e depois a fecharem passarão por fenômenos surreais e perturbadores que lhes concederão simultaneamente uma experiência reveladora e distorcerão permanentemente sua mente.
  • O estúdio havia planejado contratar dublês como os Cenobitas para economizar nos custos de produção. Barker, no entanto, insistiu em contratar atores, argumentando que, mesmo que os personagens não falassem ou aparecessem sob maquiagem pesada, sua linguagem corporal ainda transmitiria uma personalidade.
  • O diálogo inteiro de Chapman foi dublado por outro ator.

‘My Policeman’: Drama sobre romance gay com Harry Styles abre com apenas 50% de aprovação; Confira as críticas!

Baseado no romance de Bethan Roberts, ‘My Policeman‘ conta a história de Tom (Harry Styles), um policial que começa a namorar a bela Marrion (Emma Corrin) ao mesmo tempo em que se apaixona por um curador de museu (David Dawson) numa época em que ser homossexual era crime na Inglaterra. Reprimindo suas emoções, e com tensões entre o casal, Tom decide se casar com Marrion.

Com estreia marcada para 04 de novembro na Amazon Prime, o longa recebeu apenas 50% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Das 12 críticas publicadas até o momento, seis são positivas e seis são negativas.

Entre os comentários, os críticos disseram que o longa tem péssimas atuações e uma narrativa entediante e superficial em relação à representatividade gay.

Além disso, a atuação de Styles não convence, já que ele não transmite a sensação de ser um gay reprimindo seu verdadeiro eu.

Confira as avaliações:

“Apesar de toda a expectativa sobre esta ser uma grande oportunidade para Styles, a falta de profundidade em sua performance e do filme em si deixa claro que a trama não vai deixar a impressão que se propõe.” – Collider.

“‘My Policeman‘ é uma representação gay superficial, sem imaginação visual e que implorando por melhores performances.” – RogerEbert.com.

“Um trabalho de clichês incessantes que é tão sério sobre seus elementos banais que se apresenta como uma paródia limitada.” – The Daily Beast.

“Nós realmente precisamos de outro lembrete de que os tempos eram ruins (e ainda são) para os gay? Precisamos de outro filme óbvio sobre a sofrência causada pelo amor?” – IndieWire.

Styles pode parecer a bela estrela de cinema que ele está sendo agressivamente empurrada com seu cabelo liso de ídolo de matinê sempre no lugar, mas ele é todo construído e sem convicção, um artista tão inseguro de sua habilidade quanto nós.” – The Guardian.

“‘My Policeman‘ é um drama respeitoso, e até que assistível o suficiente, mas incapaz de construir carga emocional em torno de sua exploração das misteriosas linhas de amor e amizade.” – The Hollywood Reporter.

“‘My Policeman‘ tenta tornar as coisas significativas, mas raramente ganha vida. Perfeitamente assistível e tem seus méritos, mas acaba sendo um pouco esquecível porque não consegue superar a narrativa estereotipada.” – AwardsWatch.

Confira:

Michael Grandage, da antologia Genius, comanda a produção a partir de um roteiro assinado pelo indicado ao Oscar Ron Nyswaner (Filadélfia).

Greg Berlanti entra como produtor ao lado do marido Robbie Rogers e de Sarah Schechter.

Confira o que rolou nos 15 minutos de ‘Avatar 2’ exibidos no Disney D23 [VÍDEO]

Após o enorme painel da Marvel da LucasFilm no Disney D23, tivemos a chance de poder conferir 15 minutos de ‘Avatar: Caminho da Água‘.

James Cameron divulgou seis clipes da aguardada sequência,e ainda aproveitou o momento para oficializar que as gravações do quarto filme da franquia já estão acontecendo.

Os vídeos foram mostrados de forma exclusiva para os presentes no Hall D23, e o nosso Renato Marafon esteve lá e descreveu como é cada um deles. Ele já falou também em vídeo, mas abaixo você confere toda descrição ainda mais detalhadas.

Confira o vídeo:

E agora a descrição completa:

O primeiro clipe mostra a sofisticação da tecnologia 3D nesse filme de ‘Avatar’, retratando uma cena embaixo da água em que mostra, juntamente, a imensidão do mar. Crianças estão nadando nas profundezas com animais marinhos, uma delas sendo Na’vi, que nadou alguns minutos, com muitos seres aquáticos ao seu redor.

Já no segundo temos algo um pouco mais pesado, onde aparece as mesmas crianças de Pandora no mesmo laboratório do filme de 2008, discutindo entre eles mesmos a temática do abandono dos pais e paternidade. A doutora Grace, interpretada pela Sigourney Weaver, aparece e conta a história dos pais dessas crianças. Há também um mini debate, em que esse mesmo núcleo jovem se indagam sobre o que aconteceu com a Dra. Grace Augustine e como alguém a engravidou.

A terceira cena destaca jovens do povo da floresta sendo capturados por caçadores em corpo de Na’vi. Eles acabam resgatados pela Neytiri, papel de Zoe Saldana, usando todas as suas habilidades como guerreira. O que mais surpreende são os efeitos especiais e a direção tensa de Cameron nessa cena.

O quarto clipe traz Jake e Neytiri discutindo sobre como vão lidar com a invasão do território Na’vi. Jake insiste que abandonar a floresta é a única coisa que ele pode fazer para proteger a sua família, pois eles estão sendo caçados. Os filhos deles ouvem tudo isso escondidos e ficam chocados. A evolução da captura de expressões faciais nos personagens em CG impressionou, segundo relatos.

O quinto clipe mostra o líder do povo do mar, que aparece dando uma advertência severa com o jovens de Pandora, incluindo o filho de Jake, por eles terem trazidos pessoas de fora para o lugar, e faz um alerta sobre os riscos que isso traz para o ecossistema. Vemos aqui que a tribo da água tem braços maiores e um tórax diferente, e vive em casas mais coloridas e adornos diferentes.

O último trecho foi dita como a mais impressionante segundo pessoas de dentro da Convenção. Também ambientalizando o fundo do mar, um grupo de Navi está navegando e mergulhando com baleias enormes, mostrando um entrosamento entre eles e os animais que ali habitam. Acaba sendo surreal, novamente, pelo incrível sistema de 3D e a maneira como elas começam a “sair” da tela.

Dirigido por Cameron, o filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Cameron vem desenvolvendo as continuações há mais de uma década. O estúdio anunciou quatro sequências de ‘Avatar‘, com duas delas já filmadas e as outras duas aguardando o resultado das bilheterias. O cineasta filmou os dois filmes de maneira consecutiva devido à forma como as cenas precisaram ser captadas.

‘Os Anéis de Poder’ | Depois de ‘O Senhor dos Anéis’ Saiba quais franquias épicas também poderiam ganhar série

A primeira série baseada no épico O Senhor dos Anéis estreou recentemente na Amazon Prime Video debaixo de elogios rasgados da imprensa especializada. Apesar do prestígio junto aos críticos, parte do público garantiu o mimimi e a choradeira de sempre – muito devido a termos uma protagonista feminina dando o tom da história de aventura. Os fãs, por outro lado, abraçaram a produção e reconheceram sua confecção exímia. Um dos tópicos mais adereçados sobre o seriado é a qualidade visual e seu teor de superprodução. Os Anéis de Poder é dita ser a série mais cara da história da Televisão, com US$1 bilhão gosto em sua produção. Tamanho investimento viu seu retorno, já que rapidamente, o programa se tornou o maior sucesso da plataforma de streaming, sendo a produção mais assistida da Amazon Prime Video em suas primeiras 24 horas de estreia.

O Senhor dos Anéis é uma das propriedades mais rentáveis da atualidade e o sucesso de um novo produto com esta marca era de se esperar. Pensando nisso, resolvemos entrar na brincadeira, e apresentar para você algumas outras franquias épicas do cinema que poderiam se dar muito bem em uma adaptação para esta nova fase das séries de TV dos streamings. Confira abaixo.

O Poderoso Chefão

Uma das mais icônicas e queridas trilogias da sétima arte de todos os tempos, O Poderoso Chefão é considerado também o melhor filme de máfia do cinema. Até hoje ninguém se atreveu a mexer na propriedade com a blasfêmia de uma refilmagem ou mais uma continuação. Mas o que podemos dizer é que a franquia voltou aos holofotes recentemente. Além de uma nova versão para o terceiro filme lançada em 2020, este ano tivemos a estreia do seriado The Offer, da própria Paramount Pictures, que descortina os bastidores da produção, incluindo em sua narrativa personagens como Francis Ford Coppola e Marlon Brando, por exemplo. Fora isso, o filme Francis and the Godfather deve ser lançado em breve, igualmente focado na produção do clássico absoluto, trazendo no elenco Jake Gyllenhall, Elle Fanning, Elisabeth Moss e Oscar Isaac como Coppola. Desta forma, esse seria o gancho perfeito da Paramount confeccionar mais um programa para impulsionar seu streaming, melhor ainda se contasse com produção do próprio Coppola e sua direção em alguns episódios. a série poderia focar nos próprios personagens da trilogia, ou seja, na família Corleone em algum momento de sua vida, fosse na construção do império de Vito no passado, em Sony, Michael ou até mesmo em eventos após o terceiro filme. Tudo, é claro, respeitando os fãs.

Piratas do Caribe

Quando o primeiro Piratas do Caribe foi lançado nos cinemas, o terceiro O Senhor dos Anéis também estreava nos cinemas, encerrando a trilogia. O filme dos piratas da Disney igualmente se tornava fenômeno e gerava sua própria franquia, com as partes dois e três gravadas ao mesmo tempo, pegando o gancho da superprodução de Peter Jackson. Depois disso, ainda foram lançados mais dois Piratas do Caribe, mas a cada novo exemplar a força da franquia diminuía – em partes devido à popularidade abalada do astro Johnny Depp. Hoje, não podemos dizer que Depp recuperou seu prestígio, muito pelo contrário, a coisa talvez ainda tenha piorado para o ator. Justamente por isso, a Disney rompeu com o astro de uma de suas franquias mais lucrativas, e boatos davam conta da possível entrada de Margot Robbie à frente de um reinício para Piratas do Caribe, sem nada confirmado oficialmente. Levando em conta toda esta polêmica e o recente sucesso de Anéis de Poder, uma solução para a Disney seria levar a franquia para a plataforma Disney+ na forma de um programa milionário.

Harry Potter

Para muitos fãs de cinema não dá para pensar em O Senhor dos Anéis sem falar em Harry Potter. Acontece que os primeiros exemplares das duas franquias foram lançados no mesmo ano, em 2001, e juntos foram os responsáveis pela nova onda de sucesso do gênero da aventura de fantasia. Harry Potter, é claro, voltado a um público mais jovem e crianças, gerou uma série cinematográfica de oito filmes e atualmente possui seu próprio derivado com Animais Fantásticos, que em 2022 estreou seu terceiro longa. Mais eis que surge o “maldito” Johnny Depp em mais uma franquia multipoderosa, essa da Warner. No terceiro Animais Fantásticos, o astro inclusive foi substituído por Mads Mikkelsen. Um quarto filme ainda é planejado. Não sabemos se a franquia irá encerrar depois disso no cinema. Independente disso, o universo bruxo criado por J.K. Rowling é tão rico, detalhado e vasto que facilmente poderia se expandir por novos projetos e um deles poderia ser uma série de TV para a HBO Max (ou melhor, o substituto do streaming que chega em breve) passado em qualquer linha temporal desejada pelos realizadores.

Alien

Voltando para a Disney, o estúdio do Mickey comprou a Fox como todos sabem e o transformou em 20th Century Studios. Desde então o novo estúdio já mexeu ao menos em uma das grandes propriedades que herdou: O Predador. Este ano, com A Caçada, a Disney através de sua subsidiária Hulu (nos EUA) e Star+ (Brasil) conseguiu seu maior sucesso na plataforma. A Disney realmente possui o toque de Midas. Essa mesma dedicação poderia ser aplicada para a outra franquia de alienígena assassino que conseguiu após o acordo de compra: Alien. Os últimos exemplares da franquia que funcionam como prequels (Prometheus e Covenant) mesmo com o nome de Ridley Scott não atingiram seu objetivo tanto em bilheteria quanto críticas, e colocaram um fim no terceiro capítulo de uma trilogia ainda nas mãos da FOX. Agora, com a Disney, uma opção interessante seria por uma série de TV. A base do programa poderia ser qualquer um dos elogiados games desta marca, ou até mesmo um seriado que ressuscitasse a ideia do cineasta Neill Blomkamp sobre uma continuação direta de Aliens (1986).

Rocky

O drama atual envolvendo o astro Sylvester Stallone e o produtor Irwin Winkler é algo digno das tretas de tabloides. No mundo moderno, não é sequer necessário que veículos adotem um tom sensacionalista, já que às vezes os próprios astros tomam esta atitude por conta próprio. Foi o que fez Sly ao expor em suas redes sociais a desavença com seu antigo produtor e a família pelo controle criativo da franquia que o veterano ator criou. Acontece que lá atrás, quando era um jovem ator em início de carreira, Stallone assinou um contrato e até hoje a família Winkler possui o controle majoritário sobre o personagem. Desta forma, muitos dos planos de Stallone para o icônico boxeador foram constantemente embarreirados. Um dos mais notórios era uma pré-sequência contando a juventude de Rocky, Adrian e Paulie no velho bairro onde cresceram. Provavelmente Sly pensou nesta ideia como um longa-metragem para os cinemas, mas no mundo de hoje ela muito bem poderia ser adaptada para uma série de TV. Isto é, se algum dia Stallone receber os direitos por sua criação ou alguém comprar essa ideia.

Planeta dos Macacos

Outra franquia muito popular da Fox que a Disney deve estar doida para colocar as mãos é O Planeta dos Macacos. Datando de 1968, a ficção científica clássica mostrava um astronauta em missão fora da Terra, caindo num planeta inóspito ao lado dos colegas sobreviventes, somente para descobrir que no local criaturas símias humanoides são quem governam, e os humanos são escravizados. Como todos devem saber bem, no desfecho impactante, descobrimos que tal planeta era apenas a Terra no futuro. Com cinco filmes clássicos, uma série animada, uma série em live-action, um remake (de Tim Burton) e uma nova trilogia moderna com efeitos de primeira, O Planeta dos Macacos parece já ter sido adaptado de todas as formas no audiovisual. Mas talvez o que esteja faltando seja uma nova investida na forma de um seriado nos dias de hoje. Facilmente poderíamos ver o material sendo levado ao Star+ / Hulu como uma série mais intensa passada na mesma época do filme original de 1968, já que a trilogia mais recente nos cinemas era uma prequel.

A Pantera Cor de Rosa

Terminando a lista das franquias clássicas do cinema que mereciam sua própria série de TV, apostamos num gênero que ainda não havia aparecido na lista: a comédia. Depois de franquias de aventura, ação, criminais, suspense e até mesmo ficção científica, uma boa pedida seria uma série cômica. E neste segmento, poucas fizeram tanto sucesso quanto A Pantera Cor de Rosa. O icônico Inspetor Jacques Clouseau, imortalizado por Peter Sellers, foi o protagonista de vários filmes da franquia, sempre exibindo sua clara inaptidão e incompetência na hora de solucionar os mais variados casos. A franquia virou desenho e ganhou reboot com Steve Martin no papel de Clouseau. Essa nova versão com Martin contou até mesmo com a participação de Beyonce em cena e na trilha sonora. Ou seja, a marca já provou que pode ser pop, e com os realizadores certos, pode vir a ganhar novo sopro de popularidade junto a um novo público – já que se encontra na geladeira há algum tempo.

Vindouro suspense psicológico da Netflix é ACLAMADO no Festival de Toronto; Confira!

Em 2014, o premiado jornalista Charles Graber publicou a arrepiante novelização intitulada ‘The Good Nurse: A True Story, Madness, and Mortal of Medicine‘.

A trama narra a história real de Charles Cullen, um enfermeiro e serial killer responsável pela morte de pelo menos 400 pacientes, enquanto escapou da justiça por 16 anos antes de Amy Loughren, sua corajosa colega de trabalho, virar o jogo.

E a vindoura adaptação da Netflix estrelada por Jessica Chastain e Eddie Redmayne foi lançada no Festival de Cinema de Toronto sob bastante aclamação dos críticos.

John DeFore, do The Hollywood Reporter, elogiou como o o filme bem é conduzido pelo diretor dinamarquês Tobias Lindholm em sua estreia em Hollywood, abusando do realismo e deixando de lado o sensacionalismo que costuma marcar o gênero.

Pete Hammond, do Deadline, chamou atenção para as performances de Chastain e Redmayne, dizendo que ambos estão excelentes e conseguem entregar uma imagem bem diferente do que seus fãs estão acostumados.

Inclusive, Hammond garante que The Good Nurse‘ é uma das produções mais marcantes de 2022, tanto pela trama perturbadora quando pela fidelidade aos detalhes do eventos históricos.

Fran Hoepfner, do The Wrap, destacou a manipulação dos pontos de vista na narrativa, algo que consegue confundir a mente do público quanto às intenções dos personagens… O que deixa a trama cada vez mais envolvente.

Lembrando que o longa escrito por Krysty Wilson-Cairns (‘Noite Passada em Soho’) chega à Netflix no último trimestre de 2022.

Na trama, ao suspeitar que um colega pode ser responsável pelas misteriosas mortes de vários pacientes, uma enfermeira arrisca a própria vida para descobrir a verdade. Um suspense de tirar o fôlego, baseado em fatos reais.

“Eu queria conhecer alguém como a Amy. Ela é o tipo de super-heroína que eu quero celebrar, porque estão em toda parte”, disse Chastain a Vanity Fair.

Crítica | Tromba Trem: O Filme – Nova Animação dos Estúdios de ‘Irmão do Jorel’ é Aventura Fofa Para os Pequenos

As produções em animação estão ganhando terreno no país. Muitas delas começam em formato episódico na televisão fechada e, em seguida, após conquistar o público da tv por assinatura, ganham aventuras maiores no formato longa-metragem, como o recente lançamento da semana no circuito nacional, ‘Tromba Trem: O Filme’, que chega em sessões antecipadas nesse feriado para a alegria da garotada.

Gajah é um elefantinho amarelo que, junto com sua amiga Duda, uma tamanduá fofinha, conduz o trem da Rainha Cupim (Elisa Lucinda) em direção ao dirigível, que ela e os outros cupins da colônia acreditam ser o veículo que os levará de volta para casa. Enquanto atravessam o país, a Rainha Cupim sonha em participar do maior prêmio do mundo pop, mas, certo dia, o trem quebra e o grupo é obrigado a desembarcar. Nisto uma cidade de capivaras se encontra em emergência por causa de um terrível incêndio, no qual Gajah ajuda a salvar os filhotes capivarinhas. Em agradecimento, o prefeito faz uma canção para ele, que, ao dançá-la, acaba viralizando nas redes sociais, e, da noite para o dia, Gajah é alçado ao estrelato. A partir daí, o desmemoriado elefantinho terá que decidir qual tipo de vida quer levar, e quais as pessoas verdadeiras que quer ao seu lado na vida.

Em pouco mais de uma hora e meia de duração, ‘Tromba Trem: O Filme’ entrega o tipo de aventura colorida que encanta a pimpolhada menorzinha. Toda a produção é recheada de cores, de movimentos, de animais fofoletes e carismáticos e muitas musiquinhas, acompanhadas de dancinhas, que convidam o pequeno espectador a sair da cadeira e se balançar também. Essa é uma estratégia positiva do filme, e lhe confere não só autenticidade no gingado, mas também contribui para que a criançada queira repetir o filme várias vezes no futuro.

O que talvez não seja muito atraente é justamente a extensão do longa – são 94 minutos; para a criança pequena, pode ser muita coisa. Esse prolongamento acaba se refletindo também na história, com a divisão do núcleo principal em dois, correndo em paralelo, o que faz com que o núcleo secundário encabeçado pelas personagens femininas se torne mais legal do que o do protagonista até o momento em que os dois se encontram; até lá, são bem uns vinte minutos de quebra de ritmo.

Produzido pela mesma galerinha que criou o sucesso ‘Irmão do Jorel’ (aliás, dá para reconhecer algumas vozes dessa animação), ‘Tromba Trem: O Filme’ repete o sucesso já apresentado na Cartoon Network e na Netflix e conta com vozes de Caito Mainier (‘Choque de Cultura‘) e Marisa Orth. É um filminho inocente e agradável para a garotadinha, com uma assinatura bem brasileira seja nos personagens, seja na personalidade destes. E ainda dialoga com a ansiedade da juventude em buscar sucesso e fama nos virais de internet, mostrando o quanto todo esse deslumbre pode acabar confundindo sobre o que realmente importa na vida. Uma vez que as crianças estão cada vez mais cedo acessando a virtualidade, é fundamental começar o debate desde cedo.

‘A Menina Que Matou os Pais’: Filmes sobre Suzane von Richthofen vão ganhar SEQUÊNCIA; Veja fotos!

Apesar de toda a polêmica, ‘A Menina Que Matou os Paise ‘O Menino Que Matou Meus Pais‘ foram considerados um sucesso de audiência e fizeram o assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen voltar a ser um dos assuntos mais comentados da mídia nacional. Agora, os filmes vão ganhar uma sequência.

O ator Leo Bittencourt confirmou em seu Instagram que as filmagens de ‘A Menina Que Matou os Pais – A Confissão’ foram encerradas e divulgou as primeiras imagens do filme.

“Atendendo ao pedido do público, teremos o terceiro filme sobre o caso Richthofen, conhecendo os passos dos três acusados após o crime, além dos bastidores da investigação que culminou na prisão dos envolvidos. Fique atento às novidades!”, ele postou.

Confira:

Suzane e Daniel Cravinhos foram condenados a 39 anos de prisão em regime fechado, enquanto Cristian Cravinhos foi sentenciado a 38 anos de reclusão.

Mas o que aconteceu entre o período do assassinato dos pais de Suzane e seu julgamento? A ideia é justamente abordar a lacuna de quatro anos entre o crime ocorrido em 2002 e o julgamento dos envolvidos, em 2006.

Lembrando que os roteiros dos filme têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação do trio. Cada longa tem aproximadamente 80 minutos de duração e conta um ponto de vista diferente da chocante história que acompanha os assassinos.

Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.

Daniel está livre desde 2018 quando sua equipe de defesa conseguiu lhe garantir uma progressão para o regime aberto. Cristian foi solto em 2017, mas acabou voltando à prisão de Tremembé no ano seguinte por envolvimento em uma tentativa de suborno a policiais.

E aí, você já assistiu aos filmes?