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‘Orange County à Venda’: Série derivada de ‘Sunset – Milha de Ouro’ estreia na Netflix!

Orange County à Venda(Selling the OC), novo spin-off de ‘Sunset – Milha de Ouro’, popular e elogiado reality show que gira em torno de um grupo de agentes imobiliárias de luxo, finalmente chegou na Netflix.

A produção foi lançada no último dia 24 de agosto na plataforma.

A série derivada, que foi anunciada pouco depois de ‘Tampa Bay à Venda’, acompanha Jason Oppenheim, um dos fundadores da Oppenheim Group, se mudando para Orange County, na Califórnia, e deixando o escritório principal da franquia imobiliária em West Hollywood nas mãos da corretora Mary Fitzgerald (conforme visto na última temporada da produção original).

Alexandra HallAustin VictoriaKayla Cardona, Alexandra Jarvis, Alexandra RoseBrandi MarshallGio HelouLauren BritoPolly BrindleSean PalmieriTyler Stanaland estão no elenco.

Relembre o trailer:

Vale lembrar que tanto a série original quanto o primeiro spin-off estão disponíveis na Netflix.

Sofia Carson canta “Blue Side of the Sky” na nova cena deletada de ‘Continência ao Amor’; Confira!

O romance teen Continência ao Amor (‘Purple Hearts’), estrelado por Sofia Carson e Nicholas Galitzine, já se tornou um dos grandes sucessos da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou uma cena deletada do longa-metragem.

No vídeo, Carson canta a música original “Blue Side of the Sky”.

Confira:

Elizabeth Allen Rosenbaum comanda a produção. O roteiro é assinado por Carson e por Liz W. Garcia.

Cassie Salazar e Luke Morrow não poderiam ser mais diferentes. A perspicaz Cassie trabalha à noite em um bar em Austin, Texas, para sobreviver enquanto persegue seu sonho de se tornar uma cantora e compositora. Luke é um fuzileiro naval no Exército, prestes a embarcar para o serviço, que encontra conforto na disciplina inabalável do serviço. Mas um encontro casual no bar de Cassie muda o curso de suas vidas.

Anthony IppolitoLinden Ashby e outros completam o elenco.

‘Mike – Além de Tyson’: Minissérie não autorizada sobre o lendário boxeador estreia no Star+!

A minissérie não autorizada, ‘Mike: Além de Tyson‘, sobre o ex-pugilista Mike Tyson, já chegou ao Star+.

A produção, que conta com 8 episódios, foi lançada no último dia 25 de agosto, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A minissérie explora a dinâmica e controversa história de Tyson, trazendo os altos e baixos da trajetória de Tyson tanto no boxe quanto na vida pessoal, e do atleta mundialmente adorado ao homem criticado.

Com total foco em Tyson, a série também examina o racismo e o classicismo nos Estados Unidos, a fama e o poder da mídia, a misoginia, a divisão da riqueza, a promessa do sonho americano e, finalmente, o papel do público na história de Mike.

Além de Trevante Rhodes no papel titular, a produção traz no elenco Russell Hornsby, Harvey Keitel, Laura Harrier e Li Eubanks.

Craig Gillespie (‘Eu, Tonya’) atua como produtor executivo e dirige o piloto do programa, com Steven Rogers (‘Eu, Tonya’) como roteirista e Karin Gist (‘Our Kind of People’) como showrunner.

‘Stargirl’: Investigação de assassinato na sinopse oficial do episódio 03×03; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial do 3º episódio da 3ª temporada de ‘Stargirl‘, estrelada por Brec Bassinger.

Intitulado “Frenemies – Chapter Three: The Blackmail”, a trama acompanha “Courtney e a JSA recebendo uma dica anônima que pode ajudá-los na investigação de um assassinato. Enquanto isso, depois de ser aconselhado a encontrar o equilíbrio, Sylvester procura por empregos em potencial em Blue Villey, enquanto tenta descobrir quem ele é sem a identidade de Starman”.

O capítulo vai ao ar no dia 07 de setembro. O novo ciclo, por sua vez, estreia em dia 31 de agosto.

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker e Hunter Sansone.

Seth Green fará parte do novo ciclo como Thunderbolt, substituindo Jim Gaffigan.

‘Uma História de Natal’: Sequência do clássico ganha data de estreia OFICIAL!

Nesta última quarta-feira, a Warner Bros. reorganizou seu calendário de estreias e aproveitou para revelar que a sequência do clássico Uma História de Natal já tem data de estreia oficial.

A produção chegará ao catálogo da HBO Max no próximo dia 17 de novembro, a tempo das comemorações de fim de ano (via Deadline).

Peter Billingsley retornará como o protagonista Ralphie, reprisando seu papel quase quarenta anos depois do longa-metragem original.

Ambientado nos anos 1970, a história agora trará Ralphie como um homem adulto, que deseja criar a mesma experiência mágica de Natal para os próprios filhos. As filmagens começaram no final de fevereiro, na Bulgária.

Nick Schenk (‘Cry Macho’, ‘Gran Torino’), frequente colaborador do lendário Clint Eastwood, escreveu o roteiro da sequência. Clay Katis (‘Crônicas de Natal’) comanda o projeto. Billinsgley também entra como produtor ao lado de Vince Vaughn.

Nenhum outro membro do elenco foi confirmado, mas rumores apontam que Julie Hagerty (‘Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu!’) está em negociações para interpretar a mãe de Ralphie, originalmente vivida por Melinda Dillon.

Leia a sinopse oficial da sequência abaixo:

A trama gira em torno de um Ralphie já adulto nos anos 1970, que retorna para sua casa na Rua Cleveland para dar aos filhos um Natal tão mágico quanto o que teve enquanto crescia. Com a mesma atenção ao tom do passado, Ralphie se reconecta com amigos de infância, reconcilia a morte de seu pai e planta sementes para as origens de um amado clássico de fim de ano.

Lançado em 1983, o longa original foi dirigido por Bob Clark e baseado nas anedotas semi-ficcionais de Jean Shepherd.

Estrelando Dillon, Darren McGavin e Billingsley, a obra conquistou aclame por parte da crítica internacional e fez um barulho considerável na bilheteria, arrecadando quase US$21 milhões.

Relembre a sinopse:

Na década de 1940, o jovem Ralphie passa a maior parte de seu tempo tentando evitar um menino valentão. Enquanto isso, tenta convencer seus pais e Papai Noel de que o seu presente ideal de Natal seria um rifle.

‘The Front Room’: Brandy vai estrelar o novo terror psicológico da A24

De acordo com o Variety, Brandy Norwood (‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’) vai estrelar ‘The Front Room‘, novo terror psicológico que está sendo desenvolvido pela aclamada produtora A24.

O projeto será dirigido por Max e Sam Eggers, irmãos de Robert Eggers – diretor de ‘A Bruxa‘ e ‘O Homem do Norte‘.

A trama é baseada no conto homônimo escrito por Susan Hill.

A história segue um jovem casal grávido que é forçado a acolher uma madrasta doente que há muito se afastou da família.

O elenco ainda contará com Kathryn Hunter, Andrew BurnapNeal Huff.

Max coescreveu o roteiro de ‘O Farol‘, enquanto Sam foi um assistente de produção em ‘A Bruxa‘.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

“Samaritano é um SUPER-HERÓI COMUM que faz coisas incomuns”, diz Stallone

O longa de ação ‘Samaritano‘, estrelado pelo Sylvester Stallone, estreia nesta sexta-feira (26) na plataforma Amazon Prime Video e traz o veterano dos cinemas interpretando o primeiro super-herói da história da sua carreira.

E em uma entrevista a nossa jornalista Rafa Gomes, Sly deu detalhes sobre o seu novo filme e revelou porque o Samaritano é o tipo de herói capaz de se identificar com toda a audiência.

Ao longo do bate-papo, o astro ainda refletiu sobre com se sente por finalmente ter o seu próprio universo de super-herói nos cinemas.

Assista a nossa entrevista, junto ao trailer e às imagens:

Julius Avery (‘Operação Overlord‘) é o responsável pela direção.

A trama se passa 20 anos após uma destrutiva batalha que acarretou na morte de um super vilão. Com o fim da ameaça, o herói acaba abrindo mão de seu ofício, levando uma vida distante do combate ao crime. Até que um garotinho começa a desenvolver uma amizade com o velho, suspeitando que o senhor é o herói desaparecido. Gradativamente, ele vai descobrir que a verdade é mais sombria do que pensava.

O roteiro foi escrito por Bragi F. SchutMark L. SmithZak PennChuck MacLean.

Dascha Polanco (Orange Is the New Black), Martin Starr (Silicon Valley), Pilou Asbaek (Operação Overlord) e Moises Arias (Hannah Montana) completam o elenco.

Tim Burton Completa 64 anos | Conheça os MELHORES e PIORES filmes dirigidos pelo icônico cineasta

Um dos fortes ícones do cinema Hollywoodiano dos anos 80 e 90, o diretor Tim Burton completa hoje, dia 25 de agosto, 64 invernos em preto e branco. O cineasta veterano começou sua carreira como técnico em animação para grandes estúdios como a Disney. De gosto exótico, Burton sempre foi apaixonado por filmes antigos em preto e branco, cinema de terror e de monstros, e a técnica de animação em stop-motion. Esse seu gosto particular foi colocado em prática quando ele teve a chance de realizar seus primeiros curtas, logo depois transportando-o para longas metragem de sucesso. Justamente por isso, em seu início de carreira Tim Burton chamaria atenção pelo estilo gótico na arquitetura de seus cenários, direção de arte, figurinos e maquiagem de seus personagens e filmes.

Tudo isso fez dele o candidato perfeito para comandar a superprodução da Warner que adaptou para as telonas os quadrinhos de um dos personagens mais queridos da cultura pop, o sombrio Batman. Bem, podemos dizer que foi Burton e seu estilo visual que trouxeram Batman novamente para as sombras – já que suas iterações na época (quadrinhos, desenhos animados e até mesmo o seriado “Soc, Pow, Bam”) estavam bem coloridas. Burton decidiu voltar às raízes do personagem, num filme de tom monocromático e uma atmosfera extremamente melancólica. Batman (1989) foi um grande sucesso e uma verdadeira febre. Para o segundo filme, Burton recebeu carta branca do estúdio para fazer o que quisesse, logo depois os mesmos executivos decidiram que ele havia ido longe demais com Batman – O Retorno (1992).

Esse estilo inicial de Tim Burton, que fez seu nome, talvez tenha se perdido em seus mais recentes trabalhos – todos muito coloridos e repletos de efeitos especiais de computadores, que tiram um pouco de sua tão badalada identidade visual. Isso andou resultando em obras que o público sequer consegue reconhecer como sendo do diretor. Porém, nem tudo está perdido para Burton, já que ainda este ano ele lançará sua primeira série na Netflix – e uma que tem tudo a ver com o Burton old school: Wednesday, série da Família Addams focada na Wandinha. Mal podemos esperar pelo programa, mas enquanto ele não estreia seguimos daqui homenageando o diretor e apresentando seus melhores e piores filmes (somente os que dirigiu) de acordo com os críticos e o grande público. Confira.

MELHORES

05 | A Noiva Cadáver (2005)

Muita gente pode até confundir e achar que o cultuado O Estranho Mundo de Jack (1993) é um filme dirigido por Tim Burton, já que o nome do cineasta é usado para vender a animação em stop-motion. Mas tanto Jack quanto James e o Pêssego Gigante (1996) são filmes apenas produzidos por Burton, com direção do colaborador Henry Selick. Tudo bem que no filme de 1993 Burton também criou a história e os personagens, mas a primeira animação em longa-metragem dirigida por ele foi mesmo este A Noiva Cadáver. E que estreia com os dois pés direitos. A história é tão impactante que consegue transcender ser “um filme para crianças”, sem a necessidade de algum dia surgir um remake com atores reais.

04 | Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007)

Primeiro e único musical da carreira de Tim Burton, Sweeney Todd foi o retorno do diretor a um clima mais soturno de seu início de carreira. Baseado num famoso musical dos palcos, a história tem tudo a ver com Burton e parece ter sido criado para o cineasta levar ao cinema realmente. Na trama, Johnny Depp vive um barbeiro de Londres preso injustamente após se ver no caminho de poderosos corruptos. Após cumprir sua pena, ele faz um pacto macabro com uma fabricante de tortas de quem aluga um quarto. Assim, o sujeito começa a usar sua barbearia para fazer justiça sangrenta, enquanto sua cúmplice cozinha tortas inusitadas, que começam a fazer muito sucesso.

03 | Os Fantasmas se Divertem (1988)

Essa lista é baseada na opinião dos críticos e do grande público. Caso fosse unicamente a opinião deste amigo que vos fala, provavelmente Batman – O Retorno (1992) entraria neste top 5 dos melhores filmes de Tim Burton. Mas como nem eu, nem ninguém do CinePOP, teve dizer na formulação de ambos os top 5, Beetlejuice terminou conquistando a medalha de bronze dos melhores longas do diretor. Nada contra, adoramos o filme. Não sei se necessariamente entraria no meu ranking pessoal. Mas está bem longe também de figurar no ranking dos piores. Aqui, nesse segundo filme de Tim Burton para o cinema, e o primeiro “autoral”, o cineasta resolve investir num conto de fantasmas numa mansão mal-assombrada. Ah sim, trata-se de uma comédia. E também um dos filmes mais queridos dos anos 80. Burton tenta tirar uma continuação do papel há tempos.

02 | Edward Mãos de Tesoura (1990)

Conquistando a medalha de prata está a versão de Tim Burton para o clássico Frankenstein. Assim como o conto mórbido de Mary Shelley, o diretor cria sua própria história sobre um homem nascido de forma artificial, montado por um inventor, que termina sem conseguir ensiná-lo sobre a vida e suas dinâmicas sociais. Edward é um filme extremamente cultuado em parte devido à sua forte veia romântica, que relata um amor proibido entre uma adolescente angelical (Winona Ryder) e um monstro bonzinho e de coração doce (Johnny Depp) com tesouras no lugar das mãos. Esse talvez seja o primeiro filme de Tim Burton a misturar diversas sensações e emoções, sendo de certa forma uma obra mais humana do que suas comédias e filmes de ação que vieram antes.

01 | Ed Wood (1994)

Com a medalha de ouro fica Ed Wood, e nisso o grande público, os críticos e eu concordamos. Talvez se dependesse de mim criar uma lista com os 5 melhores filmes de Tim Burton, eu mudaria algumas posições, deixaria alguns que apareceram aqui de fora, e incluiria alguns outros não mencionados. Porém, numa coisa em que concordamos é sobre a primeira posição do top 5, ele precisa ser de Ed Wood. Não tem jeito, esse é realmente o melhor filme de Tim Burton. Isso porque funciona em variados âmbitos. Primeiro, é o filme mais sério e maduro do cineasta, um que não possui elementos fantásticos e um que as crianças que geralmente gostam de seus filmes não se identificariam tanto. Segundo, não esquece as esquisitices de Burton, mesmo sendo um filme mais adulto, ainda é todo criado em preto e branco, retratando um “mundo bizarro”. E terceiro, funciona como baita homenagem à sétima arte e a paixão por filmes, sendo a biografia do sujeito considerado o pior diretor de todos os tempos. A cara de Burton.

PIORES

05 | Marte Ataca! (1996)

Começamos a lista do fundo do poço de Tim Burton justamente com o filme que ele fez a seguir do que é considerado o melhor filme de sua carreira, o item acima. Aqui irei parafrasear o grande crítico Roger Ebert quando deu seu veredito sobre Marte Ataca! – “Tim Burton fez um filme sobre Ed Wood, e com seu trabalho seguinte parece querer se tornar Ed Wood”. Afinal, o “pior diretor de todos os tempos” ficou famoso por seu filme extraterrestre totalmente B. Tim Burton também fez o seu, mas usando muitos milhões de dólares no orçamento. Muito comparado a uma versão cômica de Independence Day por terem sido lançados no mesmo ano, Marte Ataca! é na verdade baseado numa série de figurinhas da década de 60, daí sua falta de substância. É um prazer culposo cult.

04 | Alice no País das Maravilhas (2010)

Você pode até dizer que Alice de Tim Burton é um filme mirado para crianças bem pequenas, mas precisamos levar em conta que isso não justifica a falta de qualidade de certos filmes infantis, afinal temos excelentes representantes do gênero – como E.T. (1982), por exemplo. Ou seja, um filme para crianças não significa automaticamente um filme ruim para adultos. E Alice, embora seja um dos maiores sucessos financeiros da filmografia do diretor, simplesmente carece de imaginação, bons personagens (tirando a Rainha Louca de Helena Bonham Carter) e termina parecendo que Burton não teve muito espaço para fazer do filme uma obra sua – talvez a Disney o tenha restringido demais. Se não soubéssemos que esse é um filme seu jamais diríamos. Agora pense como seria bom ver verdadeiramente um Alice no País das Maravilhas pelas mãos do Tim Burton raiz – ou seja um filme estranho e levemente perturbador.

03 | Dumbo (2019)

Exatamente tudo o que foi dito de Alice no País das Maravilhas no item acima pode ser dito deste Dumbo, uma nova versão em live-action de uma famosa animação da mesma Disney. A sensação com estes filmes é que Tim Burton foi extremamente podado, sem poder deixar fluir sua verdadeira essência. Nove anos depois das severas críticas sofridas por Alice, Tim Burton se vê novamente sem autonomia e nesse período não fez nada de verdadeiramente significativo. É como se ele tivesse se tornado apenas um diretor de aluguel, obedecendo aos mandos e desmandos de produtores e executivos do estúdio para que entregasse o filme que eles queriam e não o que Burton queria. O resultado: um filme que qualquer um poderia ter feito, sem qualquer sensação da pegada Burton de outrora. Mais uma vez, teria sido muito bom ver Dumbo receber o tratamento Tim Burton raiz, num filme sombrio, melancólico e para lá de insano com doses perturbadoras – mas ainda com grande coração e encantamento.

02 | Planeta dos Macacos (2001)

Por mais que Marte Ataca! não tenha funcionado da maneira planejada, ainda podemos sentir em cada frame as mãos de Tim Burton e suas esquisitices. Aqui foi onde as coisas começaram a sair dos trilhos na carreira do diretor. Quando Tim Burton foi oficializado como diretor do remake de Planeta dos Macacos para a Fox, os fãs vieram à loucura, imaginando que seria um filme no estilo de seus Batman, Edward Mãos de Tesoura e Ed Wood, ainda mais que seu trabalho anterior havia sido A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça (1999), um conto gótico de terror que tem a cara e a alma de Burton. O que recebemos, no entanto, foi um filme de ação que qualquer um poderia ter dirigido. Logo de cara percebemos que esse não seria muito um Planeta dos Macacos de Tim Burton quando o maquiador Rick Baker disse que só faria o filme se os macacos fossem realistas e não “macacos de Tim Burton”, ou seja, surrealistas. E aí começaram os problemas de falta de identidade…

01 | Sombras da Noite (2012)

 

Três dos quatro itens acima são filmes que não possuem “a cara de Tim Burton”. Os filmes do diretor não são reconhecíveis somente pelo visual (que inclui direção de arte, figurinos e maquiagem), embora esse seja sim um dos grandes componentes. Existe também um clima bem específico com o qual o cineasta gosta de trabalhar. Em sua essência, Burton coloca um teor melancólico em sua narrativa. O que acontece é que esse clima termina casando perfeitamente com o visual proposto. Talvez Burton tenha iluminado seus dias e decidido que a vida agora é bela e diurna. Esse não é verdadeiramente o problema dos itens acima. Afinal, um filme pode “não ter a cara de Tim Burton” e ser bom, como Peixe Grande (um dos melhores de seu repertório). Assim como outros podem ser totalmente a sua cara e não prestarem muito. Esse é o caso com Sombras da Noite, o pior “filme Tim Burton” de Tim Burton. Por anos o astro Johnny Depp visava tirar sua novela preferida das telinhas e leva-la para as telonas. Ao lado de Burton, o que era para ser um rival à altura de A Família Addams ficou devendo muito no que diz respeito a um roteiro mais enxuto e também mais (bem mais) substancial.

‘Boneco do Mal 2’: Trama da sequência foi ALTERADA após o sucesso do Brahms na internet

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor William Brent Bell revelou que a sequência de ‘Boneco do Mal‘ (The Boy) originalmente seguiria por um caminho MUITO diferente, focando no serial killer do primeiro filme – sem a introdução dos criticados elementos sobrenaturais.

A mudança no roteiro – e, consequentemente, na direção de toda a franquia – se deu para colocar o boneco no centro da história, que havia ganhado muita popularidade desde o lançamento do longa original.

Originalmente, a sequência seria um slasher continuando a história do serial killer [do primeiro filme], mas, alguns anos [após o lançamento do original], o boneco se tornou muito popular nas mídias sociais, ganhando sobrevida além do filme. Então, a história da sequência girou mais em torno dele.”

Sobre a demora para o lançamento do segundo filme, Bell declara: “Se nós tivéssemos feito o primeiro filme com o Jason Blum, já estaríamos desenvolvendo o terceiro filme na época que o segundo foi lançado. [Blum] sabe quando ele tem algo que os espectadores estão interessados. Nós não tínhamos essa segurança, então tivemos que esperar para saber o que iria acontecer [com a franquia].”

Vale lembrar que a sequência ‘Brahms: Boneco do Mal II‘ foi um FRACASSO de crítica e público, registrando apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes, com míseros US$ 20.3 milhões arrecadados mundialmente.

Os dois filmes da franquia estão disponíveis no Amazon Prime Video.

No original, Lauren Cohan (The Walking Dead) vive Greta Evans, uma jovem tentando recomeçar a vida na Inglaterra, após os maus tratos do abusivo ex-namorado. A bela arruma emprego de babá / governanta numa antiga e gigantesca mansão, muito semelhante a um pequeno castelo. Seus proprietários são o casal de idosos Sr. e Sra. Heelshire (Jim Norton e Diana Hardcastle). Aparentemente normais e amáveis, a dupla esconde um tenebroso segredo.

A sequência foi estrelada por Katie Holmes.

‘Sexta-Feira 13’: NOVO filme da franquia pode ser lançado em 2023

Apesar do fim da batalha legal, pouco havia se falado sobre um novo filme da franquia ‘Sexta-Feira 13‘ – uma vez que os direitos ficaram divididos e, aparentemente, um acordo deveria ser feito para o desenvolvimento de um novo filme.

No entanto, parece que um novo capítulo do terror pode ser lançado muito em breve.

Através de seu perfil no Cameo, Sean S. Cunningham, diretor do longa original de 1980, indicou que o próximo filme da franquia deve ser lançado em 2023.

“Sean S. Cunningham dirigiu e produziu o terror ‘Sexta-Feira 13’, criando o icônico vilão Jason Voorhees. A franquia gerou 12 capítulos, com o 13º agendado para o próximo ano,” declara sua biografia.

Vale lembrar que, de acordo com o advogado Larry Zerner, o roteirista Victor Miller venceu o processo legal e, atualmente, detém os direitos do roteiro do longa original (apenas nos EUA).

“[O roteirista] Victor Miller e [o diretor] Sean Cunningham estão livres para desenvolver seus próprios filmes baseados na franquia? Não! Victor só tem os direitos do roteiro do primeiro filme, apenas nos EUA. E, apesar do Sean ter os direitos do icônico Jason adulto com a máscara de hóquei, ele não pode usá-lo legalmente em um filme sem a permissão do Victor,” revela o advogado.

No final das contas, é praticamente impossível o desenvolvimento de um novo filme da franquia ‘Sexta-Feira 13‘ sem que ambas as partes entrem em um acordo, por causa dessa fratura nos direitos da saga.

A expectativa é que Victor e Sean entrem em um consenso, seguindo juntos, para o desenvolvimento de um novo filme.

O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso de crítica, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.

Um clássico ganha vida no APAIXONANTE trailer do live-action de ‘Pinóquio’; Assista DUBLADO e LEGENDADO!

Pinóquio‘, o próximo live-action da Walt Disney Studios, estreia no dia 08 de setembro e, agora, a Casa Mouse divulgou o trailer dublado e legendado da produção.

Confira:

O vencedor do Oscar® Robert Zemeckis dirige a versão em live action e CGI que reconta a adorada história do boneco de madeira que embarca em uma aventura eletrizante para se tornar um menino de verdade. Tom Hanks estrela como Gepeto, o carpinteiro que constrói e trata Pinóquio (Benjamin Evan Ainsworth) como filho. Joseph Gordon-Levitt é Grilo Falante, que atua como guia e “consciência” de Pinóquio; Cynthia Erivo, indicada ao Oscar, é Fada Azul; Keegan-Michael Key é João Honesto; Lorraine Bracco, também indicada ao Oscar, interpreta a nova personagem Sofia, e Luke Evans é o Cocheiro.

Robert Zemeckis (‘De Volta para o Futuro’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Tom Hanks, Cynthia ErivoLuke EvansBenjamin Evan AinsworthJoseph Gordon-LevittKeegan-Michael KeyLorraine Bracco.

David Allen, do remake de ‘A Morte do Demônio’, é CONFIRMADO no jogo baseado na franquia

Além da Mia Allen (Jane Levy), a Saber Interactive anunciou que o seu irmão, David Allen (Shiloh Fernandez), do remake ‘A Morte do Demônio‘, também será lançado no jogo ‘Evil Dead: The Game‘.

Ambos personagens serão lançados no dia 8 de setembro.

Esse será o primeiro conteúdo do remake no jogo, que já conta com personagens da franquia original e da série ‘Ash vs. Evil Dead‘.

Contendo os modos co-op e PvP, o jogo está disponível para PC, PlayStation®5, PlayStation®4, Xbox Series X|S, Xbox One e Nintendo Switch.

“Pela primeira vez, o universo de ‘A Morte do Demônio’ se conecta em uma experiência eletrizante com o herói Ashley J. Williams. Trabalhe em equipe com um time de quatro sobreviventes, explorando, criando, controlando o seu medo e encontrando artefatos essenciais para fechar a fenda entre os mundos. Ou possua o controle dos poderosos demônios Kandarianos para caçar Ash e seus amigos através dos Deadites, o clima e até mesmo os próprios sobreviventes enquanto você devora suas almas.”

“Muitas surpresas aguardam nessa batalha sangrenta contra o mal que captura o humor, terror e espírito da franquia. Enfrente a ação em locais memoráveis, incluindo a infame cabana na floresta, e descubra mais de 25 tipos de armas.”

Bruce Campbell retorna como o icônico Ash.

O jogo também conta com o retorno da Dana DeLorenzo (Kelly Maxwell, da série ‘Ash vs. Evil Dead‘), Ray Santiago (Pablo), Marcus Gilbert (Arthur, de ‘Uma Noite Alucinante 3‘) e Richard DeManincor (Scotty, do original ‘A Morte do Demônio‘).

‘Belo Desastre’: Romance do diretor de ‘Segundas Intenções com Dylan Sprouse ganha teaser DUBLADO e LEGENDADO

A Diamond Films divulgou o primeiro teaser do romance ‘Belo Desastre‘, estrelado pelo Dylan Sprouse (‘After – Depois da Verdade’) e Virginia Gardner (‘Halloween’).

Confira:

Infelizmente, o longa ainda não tem previsão para ser lançado no Brasil.

Dirigido por Roger Kumble, o longa é baseado no livro homônimo escrito por Jamie McGuire.

Abby Abernathy é uma boa garota e acredita que seu passado sombrio está bem distante, porém, quando se muda para uma nova cidade com America para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy do local: Travis Maddox. O menino é um conquistador e logo se depara com a resistência de Abby ao seu charme. Intrigado, Travis a atrai com um jogo. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento dele pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, nem passa pela cabeça do garoto que ele acaba de se deparar com uma adversária à altura. E é então que eles se envolvem em uma relação intensa e conturbada, que pode acabar os levando à loucura.

O elenco ainda conta com Samuel Larsen, Libe Barer, Brian Austin Green, Austin North, Rob Estes e Trevor Van Uden.

Tim Burton – 64 Anos | Por que ‘Sweeney Todd’ é um dos melhores filmes do icônico diretor

Em meados da década de 1840, o conto ‘The String of Pearls’ apresentou ao mundo um dos personagens mais bizarros e mais aterrorizantes dos últimos tempos: Sweeney Todd, um barbeiro insano e problemático que, em conluio com uma simples dona de loja de tortas, assassinaram inúmeros nomes da alta sociedade para ao mesmo tempo saciar um desejo de vingança há muito cultivado e assar pequenas “delícias” de carne para vender à comunidade londrina – e pior: tornar-se um sucesso imenso por seu sabor inigualável. E é claro que uma história tão macabra quanto essa chamaria a atenção de inúmeros artistas, principalmente dos dramaturgos Hugh Wheeler e Stephen Sondheim, que levaram tal narrativa para os palcos e conseguiram trazer elementos cômicos, trágicos e líricos para um escopo essencialmente mórbido.

Coloque todos esses elementos um ao lado do outro e pense em um nome que poderia readaptar mais uma vez tal conto, mas dessa vez para os cinemas. Talvez não houvesse nome mais qualificado que o de Tim Burton para fornecer uma perspectiva única e uma rendição memorável para tal peça, ainda que seu histórico fílmico tenha sido marcado por altos e baixos. O grande problema seria saber como mesclar a comédia e o drama de forma a não transformar o longa em um produto trash ou algo caricato demais para ser levado a sério, visto que o pano de fundo traz um desejo quase animalesco por resgatar o que outrora foi perdido e pagar na mesma moeda uma vida desvendada por traumas e dores.

Johnny Depp e Helena Bonham Carter, como já é de se esperar para um filme do cineasta, se reuniram mais uma vez para uma incrível e satisfatória combinação na releitura cinematográfica de ‘Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet’. Depp encarna o personagem-título, outrora conhecido como Benjamin Barker e que, após ser vítima de uma condenação sem acusações ou sem qualquer senso de justiça, passa quinze anos cumprindo sua pena e então retorna para sua cidade-natal nutrido por um crescente ódio. Após chegar ao porto da cinzenta metrópole, tomada por uma densa e misteriosa névoa que espalha por todas as suas ruas, ele percebe que não tem nenhuma possa e definitivamente nada a perder – e é através de seu vago perambular que ele conhece a Sra. Lovett, uma “empresária” sem qualquer sucesso que tenta sobreviver dia após o outro.

Os dois personagens mantêm um nível de semelhança e diferença quase intrínseca a suas personalidades: ainda que opostas, suas ambições são parecidas se pensarmos que eles desejam alcançar um sucesso naquilo que fazem de melhor à medida em que se vingam de um sistema injusto que os coloca às margens da sociedade. Suas construções cênicas são pautados em uma mescla monocromática entre preto e branco, incluindo as faces muito esbranquiçadas e os olhos fundos, ressaltados por uma maquiagem mórbida e que funciona por todo o longa-metragem; mesmo assim, as rudes vestimentas ainda buscam um pouco de brilho ao serem adornadas com alguns tons avermelhados que são chamativos e propositalmente chamam a atenção para uma possível mudança de status quo.

Lovett enxerga uma imensa poesia na vingança desmedida de Todd, e utiliza isso para começar a idolatrá-lo mais para benefício próprio que de forma altruísta. Ela compreende sua necessidade de não ficar parado após anos de impotência e cárcere, e tais chamas diabólicas reacendem ainda mais quanto ela lhe conta que sua ex-esposa Lucy (Laura Michelle Kelly) ficou louca e faleceu, enquanto sua filha Johanna (Jayne Wisener) tornou-se a protegida do mesmo homem responsável por prendê-lo, o Juiz Turpin (encarnado por uma envolvente e dilacerante performance do veterano Alan Rickman). Mas para isso, precisa desenvolver um plano sólido e não agir apenas por impulso – e é justamente aí que ambas as figuras conseguem se complementar.

Burton consegue capturar toda a essência do conto e transformá-lo em uma releitura memorável e aplaudível, principalmente por optar por sequências fílmicas muito fluidas e que se complementam com o constante progresso de Londres. Além disso, afastando-se da estética do “teatro filmado”, ele não se restringe apenas às concepções formulaicas como campo-contracampo, mas ousa com sua habilidade ao criar enquadramentos não muito convencionais para tal história. Podemos traçar alguns paralelos com suas obras anteriores, incluindo ‘Ed Wood’, mas aqui tudo se finca incontestavelmente à mesma identidade das obras apresentadas no Grand Gouignol, lendário palco de apresentações reconhecido por trazer ao público um naturalismo exacerbado. Logo, é natual que vejamos construções quase escatológicas, permeadas por uma quantidade assustadora de sangue, tripas e miolos.

Como toda boa obra, temos o escape cômico bem estruturado e que se apresenta de praxe no início do segundo ato. Adolfo Pirelli (Sacha Baron Cohen) é o típico canastrão e enganador que utiliza de falta de esperança da comunidade inglesa para prometer-lhes milagres – no caso a cura para a calvície dos homens, além de trabalhar como um barbeiro tão habilidoso que foi chamado para trabalhar com o próprio Papa. Cabe, pois, a Todd desmascarar esse ardiloso ladrão em uma “batalha” muito bem coreografada e que tem um desfecho hilário e inesperado – o que leva o circense homem a visitá-lo com segundas intenções e desencadear um plano que não seria notado por ninguém. Após um ataque de violência inusitado, Todd acaba assassinando-o e Lovett tem a brilhante e horrenda de ideia de reaproveitá-lo em suas tortas de carne – afinal, a crise deve ser enfrentada de algum jeito, certo? O preço da carne cresce exponencialmente, e ela precisa manter os negócios funcionando de algum jeito.

Apesar do tenso e perigoso ambiente, esse longa-metragem configura-se como um incrível musical. John Logan (que ganharia ainda mais fama com sua rendição ao terror com a série ‘Penny Dreadful’) fica responsável pela adaptação da peça e mesmo que não traga todas as incríveis músicas, entrega-se de corpo e alma para relê-las dentro de um escopo satisfatório. Desde as suaves baladas como “Johanna” e “Nothing’s Gonna Hurt You”, passando pelo iconoclasta “There’s No Place Like London” e encontrando seu ápice com uma das canções mais memoráveis do filme, intitulada “A Little Priest”, é incrível notar como o roteirista consegue criar pequenos núcleos cênicos que funcionam dentro de suas próprias completudes tanto de modo isolado quanto justapostos; em outras palavras, os blocos sequenciados buscam uma maestria inenarrável e que, em grande parte, encontram aproveitamento máximo.

Um dos arquétipos explorados por Burton e Logan – e que talvez funcione um pouco melhor na adaptação que na peça – é o da inocência: a ingenuidade pueril de Toby (Ed Sanders) colabora para que o público entre em um estado catártico ainda mais profundo, principalmente se levarmos em conta o seu desfecho. O garoto é adotado por Todd e Lovett, tornando-se uma espécie de filho e ajudante para a confeiteira, além de nutrir um carinho muito grande por sua protetora. Tal reciprocidade é posta em xeque quando ela percebe que o rapaz é mais esperto do que aparenta e, eventualmente, se tornará uma ameaça para seu plano.

‘Sweeney Todd’ não é uma simples narrativa presunçosa que busca o nada dentro de lugar nenhum; é uma história literalmente visceral e que preza pela manifestação imagética exacerbada, seja nos enquadramentos em planos-detalhe que mostram claramente o momento dos homicídios, seja nas escolhas da paleta de cores, incluindo um vívido contraste entre cores neutras e a vermelhidão do sangue que praticamente toma conta do cenário.

Esta talvez seja uma das melhores obras de Burton e uma das poucas que realmente demonstra um pouco de versatilidade sem obrigá-lo a abandonar suas afeições. Sua perspectiva não se mostra afetada ou carregada de artificialidade, mas move-se de forma muito fluida e entrega-se para uma nova vertente a ser explorada muito mais do que aparenta.

‘The Handmaid’s Tale’: 5ª temporada ganha trailer LEGENDADO e data de estreia no Brasil

A Paramount+ divulgou o trailer legendado da 5ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘, que promete um confronto épico entre a June e a Serena.

Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 18 de setembro.

Confira o trailer:

Lembrando que, na nova temporada, June (Elisabeth Moss) enfrenta as consequências pela morte de Waterford enquanto luta para redefinir sua identidade e propósito.

A viúva Serena (Yvonne Strahovski) está em Toronto, onde a influência de Gilead se aumenta. O comandante Lawrence (Bradley Whitford) trabalha com Lydia (Ann Dowd) para subir ao poder.

OT Fagbenle, Samira Wiley, Madeline Brewer, Amanda Brugel e Sam Jaeger também estão no elenco. Alexis Bledel deixou a série após quatro temporadas.

‘Dragon Ball Super: Super Herói’ derrota ‘A Fera’ e DOMINA as bilheterias dos EUA

Os animes da Crunchyroll continuam surpreendendo nas bilheterias norte-americanas! ‘Dragon Ball Super: Super Herói‘ estreou em primeiro lugar no país, com sólidos US$ 20.1 milhões arrecadados durante o primeiro final de semana.

O resultado representa quase o dobro da estreia de ‘A Fera‘, thriller de sobrevivência estrelado pelo astro Idris Elba, que ficou em 2º lugar com US$ 11.5 milhões.

De acordo com o Deadline, a Crunchyroll segue uma estratégia de marketing completamente diferente das produções tradicionais – que focam suas campanhas em anúncios para a televisão. O site afirma que a força do marketing vem dos anúncios em redes sociais.

Segundo os dados, 39% da audiência assistiu o trailer no Youtube, enquanto 22% assistiu o trailer no Instagram.

No Brasil, ‘Dragon Ball Super‘ conquistou a primeira posição no ranking dos filmes mais assistidos do país. O longa foi lançado em 950 salas no território nacional, batendo o recorde de anime com MAIOR circuito de abertura da história do país.

O exército Red Ribbon havia sido destruído por Son Goku… Mas certos indivíduos decidiram levar adiante sua missão e criaram os androides supremos: Gamma 1 e Gamma 2. Estes dois androides – que se intitulam “super-heróis” – decidem atacar Piccolo e Gohan! Qual será o objetivo do Novo Exército Red Ribbon? Quando o perigo é iminente, é então que desperta o Super-Herói!

Tetsuro Kodama está na direção, Chikashi Kubota é o diretor da animação e Jae Hoon Jung está na direção de CG. Naoki Sato está na composição musical e Nobuhito Sue está na direção de arte.

‘Superman & Lois’: Jordan Elsass revela o motivo REAL de ter deixado o elenco da série

Através das redes sociais, Jordan Elsass quebrou o silêncio sobre sua chocante saída da série ‘Superman & Lois‘. O ator revelou que teve que priorizar sua saúde mental, indicando que há chances de não voltar a atuar.

“Tem sido umas semanas difíceis, como vocês podem imaginar, com tudo o que está acontecendo com a série. É triste. Eu estava animado para a terceira temporada, mas o que eu posso fazer? Saúde mental definitivamente é 100% prioridade… e a minha… nos últimos anos… tem sido difícil.”

Ele completa, “Preciso passar algum tempo comigo mesmo. Eu ainda estou debatendo se voltarei a atuar. Talvez eu siga para uma direção diferente. Eu sei que isso será decepcionante para algumas pessoas.”

O ator interpretava o personagem Jonathan Kent na série – papel que terá que ser reescalado no próximo ciclo da produção.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

‘The Good Doctor’ vai ganhar spin-off focado em advogada com TOC

De acordo com o Deadline, a emissora ABC está desenvolvendo um spin-off para a série médica ‘The Good Doctor‘.

Intitulado ‘The Good Lawyer‘ (A Boa Advogada, em tradução livre), o projeto irá focar em Joni, uma advogada brilhante que sofre com Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).

A personagem será introduzida em um episódio especial da próxima temporada de ‘The Good Doctor‘. Joni será contratada como a advogada de defesa do Dr. Shaun Murphy (Freddie Highmore).

David Shore e Liz Friedman servirão como produtores executivos da série derivada.

A série foi criada por David Shore (‘Dr. House’).

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Fiona Gubelmann, Will Yun Lee, Christina Chang, Paige Spara, Noah Galvin, Bria Samoné Henderson, Osvaldo Benavides, Hill Harper e Richard Schiff.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Globo Play.

‘Cidade de Deus’ na frente de ‘Parasita’? 10 filmes estrangeiros mais assistidos da HISTÓRIA

O cinema norte-americano é sem dúvidas o maior expoente da indústria quando se fala de números e popularidade, até por todo investimento de marketing e pelas estrelas presentes no elenco que, por si só, são capazes de captar o público mundial. Nas bilheterias então vemos que isso é bem destacado, até pelos números históricos dos filmes que mais deram lucro na história do cinema.

Grandes franquias e os famosos filões vivem quebrando, anualmente, um recorde atrás do outro, com casos de termos anos que exibem dois ou mais filmes que faturaram o sonhado bilhão de dólares. A Disney, então, que hoje detém grande parte da fonte do entretenimento global, após absorver a Century Fox, possui na lista dos dez principais simplesmente oito títulos presentes.

Mas, e o mercado estrangeiro, que chega agora em vários lugares através dos meios digitais, será que de fato vem ganhando espaço e penetrando em barreiras que nunca conseguiram chegar? Bom, para ter essa resposta, a Preply, uma plataforma online que conecta alunos e tutores nativos em todo o mundo inteiro, analisou diversos filmes e séries e descobriu uma grande popularidade de obras fora da indústria estadunidense.

Vale destacar que o levantamento analisou diversos filmes e as séries em língua estrangeira mais populares através do IMDB. Além de obras em inglês, o intuito era saber quais obras de diferentes idiomas são famosas entre o grande público.

Nessa lista, um dos casos mais curiosos foi o do filme brasileiro ‘Cidade de Deus‘, que aparece logo na segunda posição dos mais assistidos do mundo, atrás apenas do francês ‘Intocáveis‘. Já em terceiro está o filme ‘O Fabuloso Destino de Amélie Poulain‘, outro filme francês. Enfim, vamos a lista de todos os citados.

1º. Intocáveis (2011, francês)

Para quem não sabe, ‘Intocáveis‘ foi o filme mais visto na França em 2011, com cerca de 19,385 milhões em bilheteria, sendo a terceira maior francesa da história, com o primeiro lugar sendo ocupado por ‘Titanic (1997) e o segundo por ‘A Riviera Não é Aqui‘ (2008). Foi, também, o segundo filme mais visto na Alemanha na sua estreia, tendo alcançado o primeiro lugar na quarta semana de exibição nesse país. Também é o filme francês mais lucrativo da história, com uma taxa de rentabilidade de 602%.

Na trama, vemos que Philippe (François Cluzet) é um aristocrata rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar Sy), um jovem problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado.

Aos poucos, Driss aprende a função, apesar das diversas gafes que comete. Philippe, por sua vez, se afeiçoa cada vez mais ao jovem por ele não o tratar como um pobre coitado. De pouco em pouco a amizade entre ambos vai se estabelecendo, conhecendo melhor um o mundo do outro.

2º. Cidade de Deus (2002, português)

Hoje em dia isso não é tão lembrado, mas ‘Cidade de Deus’ foi por muitos anos a maior referência do cinema brasileira não só nos EUA, mas no mundo todo. O filme que fez um sucesso imenso, e também junto a crítica, fez tudo isso também se refletir nos prêmios recebidos. O filme não conseguiu uma indicação ao Óscar no ano em que foi lançado, pois não tinha entrado em circuito internacional, sendo lançado na Europa e Estados Unidos apenas em janeiro de 2003. Não à toa, é tão visto e lembrado pelo mundo.

Já em janeiro de 2004, o longa foi indicado a quatro categorias no Oscar, de melhor direção, melhor roteiro adaptado, melhor edição e melhor fotografia. O filme também conseguiu diversas indicações no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, vencendo nas categorias melhor filme, melhor diretor (Fernando Meirelles), melhor roteiro adaptado (Bráulio Mantovani), melhor fotografia (Cesár Charlone), melhor som e melhor edição (Daniel Rezende).

A história traz Buscapé (Alexandre Rodrigues), um jovem pobre, negro e muito sensível, que cresce em um universo de muita violência. Buscapé vive na Cidade de Deus, favela carioca conhecida por ser um dos locais mais violentos da cidade. Amedrontado com a possibilidade de se tornar um bandido, Buscapé acaba sendo salvo de seu destino por causa de seu talento como fotógrafo, o qual permite que siga carreira na profissão. É através de seu olhar atrás da câmera que Buscapé analisa o dia-a-dia da favela onde vive, onde a violência aparenta ser infinita.

3º. O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001, francês)

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain‘ deixou todo mundo apaixonado ao trazer uma das personagens mais curiosas, carismáticas e fofas, que virou tendência não só no cinema, mas também na moda e nas tendências de estilo. Conseguiu cinco indicações ao Oscar, como Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Som e Melhor Roteiro Original.

Teve também uma indicação ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. E dois prêmios no BAFTA como Melhor Roteiro Original e Melhor Desenho de Produção, sendo ainda indicada em outras 7 categorias, como Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz (Audrey Tautou), Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Fotografia, Melhor Trilha Sonora e Melhor Edição.

Na trama, após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo ­ e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou).

Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.

4º. A Viagem de Chihiro (2001, japonês)

A Viagem de Chihiro‘ começou a ser exibido nos cinemas do Japão em Julho de 2001, e desde então conseguiu arrecadar 230 milhões de dólares, sendo o filme de maior bilheteria da história do cinema japonês. Também teve uma bilheteria mundial de 275 milhões de dólares, sendo o primeiro filme que ganhou mais de 200 milhões de dólares a nível mundial antes de estrear nos Estados Unidos. Além de também ser aclamado pela crítica. No Rotten Tomatoes, o filme possui 97% de aceitação entre os críticos, com um total de 152 comentários e com uma qualificação média de 8,5/10.

O filme ganhou trinta e cinco prêmios ao todo, entre os quais incluem o Oscar de Melhor Animação em 2003. Assim, se tornou o segundo filme a receber esta condecoração, pois a categoria se iniciou em 2002, sendo o único filme em língua não-inglesa a ganhar o prêmio. Na vigésima quinta premiação dos Prêmios da Academia Japonesa – o equivalente japonês do óscar – recebeu os prêmios de melhor filme do ano e melhor canção.

Chihiro é uma garota de 10 anos que acredita que todo o universo deve atender aos seus caprichos. Ao descobrir que vai se mudar, ela fica furiosa. Na viagem, Chihiro percebe que seu pai se perdeu no caminho para a nova cidade, indo parar defronte um túnel aparentemente sem fim, guardado por uma estranha estátua. Curiosos, os pais de Chihiro decidem entrar no túnel e Chihiro vai com eles.

Chegam numa cidade sem nenhum habitante e os pais de Chihiro decidem comer a comida de uma das casas, enquanto a menina passeia. Ela encontra com Haku, garoto que lhe diz para ir embora o mais rápido possível e ao reencontrar seus pais, Chihiro fica surpresa ao ver que eles se transformaram em gigantescos porcos. É o início da jornada de Chihiro por um mundo fantasma, povoado por seres fantásticos, no qual humanos não são bem-vindos.

5º. Parasita (2019, coreano)

Parasita‘ estreou no Festival de Cannes de 2019, onde se tornou o primeiro filme sul-coreano a ganhar a Palma de Ouro. O longa faturou US$ 20,8 milhões durante o fim de semana de abertura na Coreia do Sul. Desde então, arrecadou um total de US$ 70,9 milhões a nível nacional e US$ 19,2 milhões internacionalmente, totalizando US$ 90,1 milhões. No Rotten Tomatoes, mantém uma taxa de aprovação de 99%, com uma classificação média de 9,39/10.

Bong Joon Ho estava bem feliz com as indicações ao Oscar de Melhor Edição e Melhor Design de Produção, pois sentiu que os grandes técnicos e mestres da indústria cinematográfica coreana estavam sendo reconhecidos pela primeira vez.

Em ‘Parasita‘, toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Uma obra do acaso faz com que o filho adolescente da família comece a dar aulas de inglês à garota de uma família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe, filho e filha bolam um plano para se infiltrarem também na família burguesa, um a um. No entanto, os segredos e mentiras necessários à ascensão social custarão caro a todos.

6º. A Vida É Bela (1997, italiano)

A Vida É Bela‘ foi comercialmente muito bem-sucedido, faturando US$ 48,7 milhões na Itália. Foi a maior bilheteria do cinema italiano em seu país natal até 2011, quando foi ultrapassado por Che bella giornata. O filme arrecadou um faturamento mundial de US$ 230 milhões. Foi o filme de língua estrangeira de maior bilheteria nos Estados Unidos até o lançamento de ‘O Tigre e o Dragão‘, lançado em 2000.

Foi aclamado pela imprensa italiana, com Benigni sendo tratado como um “herói nacional”. O Papa João Paulo II, que assistiu a uma exibição privada do filme com o próprio Benigni, nomeou ‘A Vida É Bela‘ como um dos seus cinco filmes favoritos da vida. Foi exibido no Festival de Cannes de 1998 e ganhou o Grand Prix, ao receber o prêmio, Roberto Benigni beijou os pés do presidente do júri, Martin Scorsese.

Na história, durante a Segunda Guerra Mundial na Itália, o judeu Guido (Benigni) e seu filho Giosué são levados para um campo de concentração nazista. Afastado da mulher, ele tem que usar sua imaginação para fazer o menino acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, com o intuito de protegê-lo do terror e da violência que os cercam.

7º. O Labirinto do Fauno (2006, mexicano)

Durante suas primeiras três semanas nas bilheterias americanas ‘O Labirinto do Fauno‘ arrecadou US$ 5,4 milhões. No mundo todo somou US$ 83,9 milhões. Na Espanha, por exemplo, arrecadou quase US$ 12 milhões, e é o quinto filme estrangeiro de maior bilheteria nos Estados Unidos. Estreou no Festival de Cinema de Cannes em 2006. Seu primeiro lançamento geral foi na Espanha em outubro de 2006, seguido por um lançamento no México nove dias depois.

O Rotten Tomatoes dá ao filme uma pontuação de 95% com base em 236 comentários e uma classificação média de 8,61/10. O Labirinto do Fauno foi escolhido como representante do México para o Oscar de melhor filme estrangeiro.

O Labirinto do Fauno‘ se passa na Espanha, 1944. Oficialmente a Guerra Civil já terminou, mas um grupo de rebeldes ainda luta nas montanhas ao norte de Navarra. Ofelia (Ivana Baquero), de 10 anos, muda-se para a região com sua mãe, Carmen (Ariadna Gil). Lá as espera seu novo padrasto, um oficial fascista que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade.

Solitária, a menina logo descobre a amizade de Mercedes (Maribel Verdú), jovem cozinheira da casa, que serve de contato secreto dos rebeldes. Além disso, em seus passeios pelo jardim da imensa mansão em que moram, Ofelia descobre um labirinto que faz com que todo um mundo de fantasias se abra, trazendo consequências para todos à sua volta.

8º. Oldboy (2003, coreano)

OldBoy venceu o Grand Prix na edição de 2004 do Festival de Cannes, e foi muito elogiado pelo presidente do júri naquele ano, o diretor americano Quentin Tarantino. Também recebeu elogios da crítica especializada nos Estados Unidos, conquistando uma qualificação de 81% “Certified Fresh” no Rotten Tomatoes. Na Coreia do Sul, o filme foi visto por 3.260.000 espectadores e ocupa o quinto lugar como o filme de maior bilheteria de 2003. Ele arrecadou um total de US $ 14.980.005 em todo o mundo.

Em vários países gerou controvérsia a cena em que o ator Choi Min-sik come um polvo vivo. Para a realização desta cena foram usados 4 polvos, até que se chegasse à tomada final. Ele treinou por 6 semanas e perdeu cerca de 12 quilos para interpretar o protagonista de ‘Old Boy‘.

Na trama, Oh Dae-su (Choi Min-sik) é um homem comum, bem casado e pai de uma garota de 3 anos, que é levado a uma delegacia por estar alcoolizado. Ao sair ele liga para casa de uma cabine telefônica, para logo em seguida desaparecer, deixando como pista apenas o presente de aniversário que havia comprado para a filha.

Pouco depois, ele percebe estar em uma estranha prisão, onde há apenas uma TV ligada, no qual ele recebe pouca comida e respira um gás que o faz dormir diariamente. Através do noticiário da TV ele descobre que é o principal suspeito do assassinato brutal de sua esposa e sem ter outra opção, ele passa a se adaptar à escuridão de seu quarto e a preparar seu corpo e sua mente para sobreviver à pena que está sendo obrigado a cumprir sem saber o porquê.

9º. A Vida dos Outros (2006, alemão)

Com ‘A Vida dos Outros‘, Henckel von Donnersmarck se tornou o terceiro cineasta alemão a receber o Oscar de melhor filme estrangeiro. Também foi indicado ao Globo de Ouro de melhor filme em língua estrangeira. O custo de produção foi de apenas dois milhões de dólares, mas seu lucro mundial foi de mais de 77 milhões. Antes de sua morte, Sydney Pollack estava considerando fazer um remake estadunidense do filme. Só para se ter noção, em 2009, a revista estadunidense National Review nomeou A Vida dos Outros o melhor filme dos últimos 25 anos.

A história traz Georg Dreyman (Sebastian Koch), que é o maior dramaturgo da Alemanha Oriental, sendo por muitos considerado o modelo perfeito de cidadão para o país, já que não contesta o governo nem seu regime político. Apesar disto o ministro Bruno Hempf (Thomas Thieme) acha por bem acompanhar seus passos, para descobrir se Dreyman tem algo a esconder.

Ele passa esta tarefa para Anton Grubitz (Ulrich Tukur), que a princípio não vê nada de errado com Dreyman mas é alertado por Gerd Wiesler (Ulrich Mühe), seu subordinado, de que ele deveria ser vigiado. Grubitz passa a tarefa a Wiesler, que monta uma estrutura em que Dreyman e sua namorada, a atriz Christa-Maria Sieland (Martina Gedeck), são vigiados 24 horas. Simultaneamente o ministro Hempf se interessa por Christa-Maria, passando a chantageá-la em troca de favores sexuais.

10º. Princesa Mononoke (1997, japonês)

A Princesa Mononoke‘ foi um grande sucesso mundial arrecadando cerca de US$158 milhões, além de ter conseguido inúmeras críticas positivas. Foi o filme com a maior bilheteria da historia no Japão até a estreia de ‘Titanic‘. Custou cerca de US$20 milhões figurando como uma das animações mais caras já produzidas da história do cinema animado japonês para a época em que foi feito.

A Disney/Miramax, que lançou o filme nos Estados Unidos, estava obrigada por contrato a não editar nenhuma parte do filme para a estreia americana. Apesar deles terem mantido a acordo de não mudar nada, eles lançaram o filme em bem menos cinemas do que o prometido e depois expressaram surpresa porque o filme fez pouco dinheiro nas bilheterias. Hayao Miyazaki pretendia que esse filme fosse seu último antes de se aposentar. O enorme sucesso da animação incentivou ele a fazer outro, ‘A Viagem de Chihiro‘. Depois ele ainda fez alguns outros filmes.

A aldeia de Ashitaka é invadida por um estranho demônio, e quem resolve enfrentá-lo é o corajoso príncipe. Ele luta com o bicho e consegue matá-lo, mas antes fica com o braço ferido e é contaminado por uma maldição. Ele irá se corroer pelo ódio até se tornar um demônio igual ao outro e morrer, a não ser que ele vá atrás da cura na floresta proibida. É aí que começa a jornada de Ashitaka, que vai enfrentar animais fantásticos, princesas amaldiçoadas e os mistérios da natureza. O príncipe vai conhecer também os homens que querem destruir a floresta e a pequena San, ou Princesa Mononoke.

Ator de ‘Esqueceram de Mim’ é acusado de estupro

Devin Ratray já foi preso em 2021 após ser acusado de agredir sua ex-namorada. Dessa vez, de acordo com a CNN, via Rolling Stone, o ator conhecido por viver Buzz McCallister no clássico ‘Esqueceram de Mim‘ também foi acusado de estupro.

O ocorrido se passou em meados de 2017. Na época, a vítima, Lisa Smith, chegou a denunciar o estupro para o Departamento de Polícia de Nova York — a investigação, no entanto, acabou sendo arquivada.

Lisa, em entrevista ao veículo, lembrou que tudo aconteceu em uma noite de 2017, quando ela, seu irmão e um outro amigo foram até o apartamento de Devin Ratray em Manhattan. Naquele dia, depois de ingerir uma bebida sugerida pelo ator, Smith teria ficado inebriada em um sofá, onde teria sido abusada durante bastante tempo.

A mulher apresentou uma acusação contra o ator na Polícia de Nova York. Na época, entretanto, o departamento responsável pela denúncia acabou abandonando o caso após algum tempo reunindo evidências e entrevistando testemunhas. Dessa forma, Ratray não foi acusado e a vítima decidiu divulgar o caso na mídia.

“Por que eu teria me encontrado com a promotoria em primeiro lugar, anos atrás, se não estivesse disposta a apresentar queixa? Tudo isso foi muito perturbador para mim”, disse Lisa.

Devin Ratray negou todas as acusações de Lisa Smith. Em outubro deste ano, entretanto, o ator será julgado pelas agressões contra sua ex-namorada, que teriam ocorrido em Oklahoma City.