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Explore o reino de Númenor no novo vídeo promocional de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’; Confira!

Prime Video divulgou um novo vídeo promocional belíssimo de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘, série que adapta as obras de J. R.R. Tolkien durante a segunda era da Terra-Média.

O teaser leva o público a explorar o reino insular de Númenor.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção tem estreia marcada para 02 de setembro.

Anteriormente, a plataforma liberou um trailer que se aprofunda nos personagens do reino insular de Númenor, como Isildur (Maxim Baldry), Elendil (Lloyd Owen), Pharazôn (Trystan Gravelle), e a Rainha Regente Míriel (Cynthia Addai-Robinson). Outros Númenóreanos também anunciados recentemente são Kemen (Leon Wadham) e Eärien (Ema Horvath).

Confira:

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Walker: Independence’: Pré-sequência de ‘Walker’ ganha novo teaser com cenas INÉDITAS

Foi divulgado mais um teaser oficial da série ‘Walker: Independence‘, pré-sequência do adorado reboot ‘Walker‘.

A produção tem lançamento agendado para o dia 6 de outubro, na The CW.

Confira:

A produção é ambientada no século XIX e acompanha Abby Walker (Katherine McNamara), “uma mulher abastada de Boston cujo marido é assassinado diante de seus olhos durante sua jornada para o oeste. Em sua busca por vingança, Abby cruza com Hoyt Rawlins (Matt Barr), um amável ladino em busca de um propósito. A jornada de Abby e Hoyt os leva a Independence, no Texas, onde eles encontram diversos residentes ecléticos fugindo de seus próprios passados conturbados e perseguindo seus sonhos”.

Hoyt, por sua vez, é descrito como um fora da lei charmoso, escorregadio e apostador que se esconde na cidade de Independence. Convencido, confiante, impetuoso e um pouco imprudente, ele tem tido um caso complicado com Lucia Montero, filha do rancheiro local – mas depois de conhecer Abby, ele parece ter congelado no tempo, chegando a perceber que ela pode ajudá-lo a sair da vida do crime.

Lawrence Kao (‘Wu Assassins’, ‘The Originals’) e Greg Hovanessian (‘Another Life’, ‘When Hope Calls’) também farão parte da produção como Kai e Tom Davidson, respectivamente.

Jared Padalecki, que estrela a produção original, servirá como produtor executivo ao lado de Anna FrickeSeamus Fahey, Dan Lin e Lindsey Liberatore.

Seamus Fahey fica responsável pelo roteiro ao lado de Fricke, que é a showrunner.

‘Amor em Verona’: Netflix divulga trailer FOFO de sua comédia romântica inspirada em ‘Romeu e Julieta’

Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Amor em Verona’ (‘Love in the Villa’), comédia romântica estrelada por Tom Hopper (‘The Umbrella Academy’) e Kat Graham (‘The Vampire Diaries’) e baseada livremente na clássica peça ‘Romeu e Julieta’, de William Shakespeare.

A produção tem estreia agendada para o dia 01 de setembro.

Confira:

Na trama, uma jovem faz uma viagem para a romântica Verona, na Itália, após um término, mas acaba descobrindo que o local que ela reservou também foi alugado por um cínico (e muito bonito) jovem britânico, com quem ela terá que dividir a habitação.

Mark Steven Johnson (‘Amor Garantido’) fica responsável pela direção.

Além de dirigir, Johnson também servirá como produtor ao lado de Margret Huddleston e Stephanie Slack.

Love In The Villa key art
CR: Netflix

‘A Casa do Dragão’: Matt Smith é Daemon Targaryen no novo cartaz INCRÍVEL da série; Confira!

A Casa do Dragão(‘House of the Dragon’), série derivada da aclamada Game of Thrones, chega em breve à HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo e belíssimo cartaz da produção.

O pôster traz Matt Smith como o Príncipe Daemon Targaryen, à frente de um gigantesco dragão vermelho-escarlate.

Confira:

Aqueles que já tiveram a oportunidade de assistir à première da série disseram que o show é épico, muito vibrante e que irá satisfazer os fãs da obra original.

Confira as reações:

“Acho que o primeiro episódio satisfaz os fãs curiosos depois do conturbado final de Game of Thrones. Acho que eles conseguiram uma temporada da lealdade contínua dos fãs. Se eles entregarem a promessa do primeiro episódio para a temporada inteira, fique de olho, porque ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’ estão de volta!”.

“Não sabia o quanto eu sentia falta do tema musical de Game of Thrones até ouvi-lo em A Casa do Dragão. O primeiro episódio é fantástico! Mal posso esperar pelo que vem aí”.

“O piloto de A Casa do Dragão explica com eficiência o contexto em relação a Game of Thrones, introduz os personagens principais e apresenta o conflito central da série. Não é fácil seguir uma estreia com cores tão vibrantes e uma textura tão detalhada. Absolutamente um sucesso, até agora”.

“Para aqueles curiosos sobre a série, sem spoilers, posso dizer que a coisa de que realmente gostei foi o fato de ainda ser épico em escala e escopo, enquanto conta uma história pessoal e íntima sobre uma família, mostrando tanto o amor quanto a disfunção”.

“O fogo vai reinar! Uau. Violento! Chocante! Épico. Melhor que Game of Thrones e ‘Breaking Bad’. A HBO faz de novo. Este não é apenas mais um show de fantasia, é a melhor série já feita! Ótima ação e música também. Um final digno para antecipar o que vem por aí”.

A primeira temporada será composta por dez episódios e tem estreia agendada para o dia 21 de agosto.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Chucky’: Terminam as filmagens da 2ª temporada!

CHUCKY -- "An Affair to Dismember" Episode 108 -- Pictured in this screengrab: Chucky -- (Photo by: SYFY/USA Network)

Através das redes sociais, a icônica Jennifer Tilly, que interpreta Tiffany na franquia Brinquedo Assassino e na elogiada série Chucky, revelou que as gravações da 2ª temporada finalmente terminaram.

Confira:

Lembrando que o próximo ciclo irá estrear no dia 5 de outubro.

Assista ao trailer:

A segunda temporada contará com o retorno de Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpretará Glen/Glenda.

Sutton Stracke, Joe Pantoliano, Tony Nappo, Meg Tilly Lara Jean Chorostecki também farão parte dos novos episódios.

Anteriormente, Mancini falou sobre a possibilidade de enviar o Chucky ao espaço, levando-nos a crer que ele não descarta a ideia.

“Eu nunca senti que havia um limite sobre o que eu pudesse fazer com o Chucky. Ele é um personagem muito versátil e se encaixa em diversos tons e gêneros – seja terror, comédia ou uma mistura de ambos. Acredito que o personagem é complexo o suficiente para ir para qualquer lugar… até mesmo ao espaço. Apesar de ter dado essa ideia como uma brincadeira, acredito que ela daria um filme divertido.”

Ele completa, “Quando [as franquias de terror] enviam seus vilões para o espaço, geralmente é uma indicação que eles foram longe demais. Mas quem não gostaria de ver o Chucky em um pequeno traje de astronauta?”

Vale lembrar que a série já foi lançada no Brasil, através da plataforma do Star+.

‘Espiral’: Diretor compartilha imagem SANGRENTA de cena cortada do filme

Através do seu Instagram, o diretor Darren Lynn Bousman compartilhou uma imagem inédita do longa ‘Espiral: O Legado de Jogos Mortais‘, que fazia parte de uma cena que foi cortada da edição final por ser muito gráfica.

“Eu sempre tive problemas com o MPAA, ainda mais com o meu quarto filme da franquia ‘Jogos Mortais’. Tivemos que lutar para lançar esse filme nos cinemas. Já tem uma década que eu trabalho com o Francois Dagenais, mestre dos efeitos práticos. É triste que muitos nunca irão ver o trabalho incrível que ele fez em ‘Espiral’. Havia uma cena em que o assassino tirava a pele de um corpo com uma faca. Era uma cena muito intensa. A faca cortava pele, músculo, gordura e mostrava o esqueleto exposto. No final, apenas alguns segundos permaneceram na edição oficial,” declarou o cineasta.

Vale lembrar que um novo filme da franquia ‘Jogos Mortais‘ já está em desenvolvimento.

O roteirista Josh Stolberg (‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’) revelou novos detalhes sobre o projeto, indicando que o filme será uma pré-sequência e terá o retorno do icônico John Kramer (Tobin Bell).

“De volta à minha família de terror, polindo o roteiro do próximo ‘Jogos Mortais’. Eu poderia te falar que vai ter muito sangue, mas você já sabe disso. O que posso prometer a vocês é que isso deixará os fãs de John Kramer muito felizes,” declarou Stolberg.

James Wan retornará como produtor pela Atomic Monster.

Audiência do episódio FINAL de ‘Better Call Saul’ deixou a AMC fora do ar

A aclamada série Better Call Saul, derivada de Breaking Bad, chegou ao fim na noite de ontem (15), e a audiência foi tão grande que deixou fora do ar a AMC, que transmite a atração nos EUA.

Através do Twitter, a página oficial da emissora pediu desculpas pelo ocorrido, dizendo:

“Olá, estamos cientes de problemas para alguns usuários que estão tentando assistir o episódio deste noite de ‘Better Call Saul’. Estamos trabalhando para corrigir o mais rápido possível.”

Como o episódio foi lançado ontem, ainda é cedo para a emissora divulgar o número de visualizações, mas considerando o hype do público, é possível que o desfecho tenha sido mais assistido que a estreia.

Em abril, a AMC Networks anunciou que a estreia da 6ª temporada e atraiu o maior número de novas assinaturas do serviço de streaming AMC+.

O episódio intitulado ‘Wine and Roses‘ também foi a estreia mais assistida de uma série dramática de 2022, com 1,4 milhão de espectadores totais nas classificações da Nielsen, empresa especializada em coleta de dados.

Além disso, o retorno da atração gerou mais de 01 milhão de engajamentos em redes sociais, como Twitter e Facebook na segunda-feira, um aumento de mais de 60% em relação à estreia da 5ª temporada, lançada em 2020.

Através de um comunicado, Dan McDermott, presidente de entretenimento da AMC Studios disse:

“Foi uma longa espera de dois anos para a temporada final de ‘Better Call Saul’, e os fãs encontraram o momento de seu retorno com uma resposta condizente com tudo o que esta notável equipe criativa entregou em todos esses anos. Seja transmitindo no AMC+, assistindo em nossa rede linear suportada por anúncios ou engajados nas mídias sociais, os fãs apareceram e ontem à noite foi apenas o começo do que será uma temporada inesquecível de uma série marcante para nossa empresa e para a televisão.”

Agora só nos resta aguardar para saber a audiência do episódio final. E aí, o que você achou da série?

A última temporada conclui a complicada jornada e a transformação de seu herói comprometido, Jimmy McGill (Odenkirk), no advogado criminal Saul Goodman. Do cartel ao tribunal, de Albuquerque a Omaha, a 6ª temporada acompanha Jimmy, Saul e Gene, bem como o complexo relacionamento de Jimmy com Kim (Rhea Seehorn), que está em meio a uma crise existencial. Enquanto isso, Mike (Jonathan Banks), Gus (Giancarlo Esposito), Nacho (Michael Mando) e Lalo (Tony Dalton) estão presos em um jogo de gato e rato com riscos mortais.

Criada por Vince Gilligan e Peter Gould, a produção serve como pré-sequência e spin-off da aclamada e premiada série ‘Breaking Bad‘.

O elenco ainda conta com Rhea Seehorn, Patrick Fabian, Michael Mando, Giancarlo Esposito e Tony Dalton.

Ranqueamos TODAS as adaptações das obras de Neil Gaiman para o cinema e a televisão

Que Neil Gaiman é um dos melhores autores não apenas de sua geração, mas da história do entretenimento, não é novidade para ninguém. E, no geral, boa parte de seus belíssimos escritos ganharam adaptação competentes para as telonas ou para as telinhas – como a adorada aventura fantástica ‘Stardust – O Mistério da Estrela’ ou a arrepiante animação em stop-motion Coraline e o Mundo Secreto.

Agora, com a recente chegada de Sandman ao catálogo da Netflix, chegou a hora de relembrar a incrível carreira de Gaiman e as consequentes releituras de seus projetos para o cinema e a televisão – e garantimos que a série em questão ganhou nossos corações por capturar a essência das HQs originais.

Pensando nisso, resolvemos ranquear todas as produções do romancista e quadrinista que ganharam uma adaptação audiovisual.

Veja abaixo a nossa lista e conte para nós qual o seu título favorito:

7. COMO FALAR COM GAROTAS EM FESTAS (2017)

Baseado no conto homônimo de Gaiman, o filme ‘Como Falar com Garotas em Festas’, de 2017, falhou em fazer jus à história do romancista. Com recepção mista por parte dos especialistas, a trama acompanha três amigos que dedicam sua vida ao punk, seja incorporando os ideais do movimento ou simplesmente indo em shows de bandas iniciantes. É ao sair de uma destas apresentações que Enn (Alex Sharp), Jonesy (Eddie-Joe Robinson) e John (Ethan Lawrence) encontram uma estranha mansão, de luzes coloridas iluminando as janelas. Acreditando ser mais uma festa organizada por Boadicea (Nicole Kidman), eles entram no local e lá encontram um grupo de pessoas bem estranho, dividido em colônias e com atitudes pré-definidas. Dentre elas está Zan (Elle Fanning), que sente-se presa ao status quo e vê em Enn a chance de enfim mudar seu destino.

6. AMERICAN GODS (2017 – 2021)

O romance ‘Deuses Americanos’ é um dos mais poderosos já escritos por Gaiman e nutre-se da fantasia adulta para discorrer sobre o embate dos Velhos Deuses e dos Novos Deuses pela supremacia do mundo e dos humanos. Adaptada para as telinhas em 2017 sob o nome American Gods, a obra teve um começo bastante forte, mas decaiu consideravelmente com a saída de diversos membros do elenco e escândalos de racismo – motivo pelo qual a terceira e última temporada parece ter perdido toda a vontade de até mesmo existir.

5. LUCIFER (2016 – 2021)

Lucifer ascendeu ao patamar de uma das séries mais bem-sucedidas da Netflix (anteriormente da Fox) e, até hoje, continua conquistando fãs ao redor do mundo. Destrinchada em seis temporadas, a produção é baseada nos personagens criados por Gaiman, Sam Kieth e Mike Dringenberg – retirado dos quadrinhos ‘The Sandman e levado ao selo Vertigo, da DC Comics. A adaptação, estrelada por Tom Ellis, gira em torno de Lucifer Morningstar, que abandona o Inferno e se muda para Los Angeles, onde toma conta de uma balada noturna chamada Lux e se torna consultor para o Departamento de Polícia local. Além de Ellis, o elenco também conta com Lauren GermanKevin AlejandroD.B. WoodsieLesley-Ann Brandt e outros.

4. GOOD OMENS (2019 – PRESENTE)

Em 1990, Gaiman se aventurava na comédia fantástica mais uma vez com ‘Belas Maldições’, assinando o aclamado romance ao lado de Pratchett. Quase trinta anos mais tarde, a Amazon Studios e a BBC Studios adquiriram os direitos intelectuais da obra e deram vida à elogiada minissérie ‘Belas Maldições’. Protagonizada por Michael Sheen e David Tennant, a produção amalgama inúmeros temas e figuras da mitologia cristã e tem como principal foco narrativo as aventuras espetaculares e hilárias do anjo Aziraphale e do demônio Crowley – que transcendem os próprios laços quando o apocalipse é anunciado. O sucesso foi tamanho que, quase dois anos mais tarde, a Amazon anunciou uma segunda temporada do show.

3. SANDMAN (2022 – PRESENTE)

Depois de tanto tempo esperando, Sandman saiu do limbo criativo e ganhou uma adaptação mais que encantadora. A ideia principal da nova série da Netflix (um dos melhores títulos do ano, sem sombra de dúvida) é clara e trilha um caminho certeiro, com potencial de sobra para nos tirar o fôlego e nos presentear com uma joia do audiovisual contemporâneo, movido pelo embate entre a leniência e o desconhecido. Aqui, as performances de um elenco que conta com Tom SturridgeGwendoline ChristieJenna ColemanDavid Thewlis e vários outros são o centro de nossa atenção, juntamente ao roteiro, as investidas técnicas e artísticas foram escolhidas com cautela surpreendente.

2. STARDUST – O MISTÉRIO DA ESTRELA (2007)

‘Stardust – O Mistério da Estrela’ ainda é e sempre será uma das melhores adaptações da incrível e distorcida mitologia criada por Neil Gaiman. O que poderia se tornar mais um fracasso qualquer da extensa vertente das ficções fantásticas e suas respectivas adaptações para o cinema na verdade nos deu uma centelha de esperança que as coisas realmente poderiam funcionar, mantendo-se original ao teor da obra e criando um cosmos audiovisual totalmente único e emocionante. Não é surpresa que, apesar dos efeitos especiais que não eram tão sofisticados à época, a narrativa ambientada em Stronghold é memorável e encanta pessoas de qualquer idade.

1. CORALINE E O MUNDO SECRETO (2009)

Coraline e o Mundo Secreto encantou o público quando chegou aos cinemas em 2009 – e permanece como a melhor adaptação dos escritos de Gaiman. Aqui, a genialidade criativa do autor se atrela à incrível condução cinematográfica de Henry Selick, diretor que já havia emprestado suas habilidades com a incrível animação stop-motion ‘O Estranho Mundo de Jack’. É claro que Gaiman não havia escrito o romance pensando em levá-lo às mídias audiovisuais, o que deixa a naturalidade e o complexo organismo do filme ainda mais surpreendentes. Há um notável respeito do diretor ao novelista e uma mutualidade de pensamento que se infiltra nas sutis entrelinhas da produção.

10 Filmes que Completam 10 Anos em 2022 e Mereciam NOVA CHANCE!

O mundo não é cem por cento justo e todos temos nossos leões diários para matar. No mundo do cinema não é diferente, ainda mais quando falamos de um mercado competitivo como o de Hollywood. Sim, a fábrica de sonhos pode transformar qualquer um no novo astro do momento e dar a ilustres desconhecidos fama e fortuna. Mas as engrenagens desta indústria também são capazes de devorar os azarados, os presentar apenas com 15 minutos de fama (o que para muitos já vale uma vida) ou os arremessar de novo no anonimato. É assim que funciona, se um ator, por melhor que seja, dá bolas fora consecutivas, participando de um fracasso retumbante atrás do outro, os engravatados dos estúdios logo percebem tal artista como “dedo podre”, um risco para boas bilheterias e seu status no mercado cai rapidamente. Pode não parecer, mas os passes dos astros e estrelas são muito parecidos com os de esportistas, ou as ações do mercado financeiro, podem despencar de uma hora para outra e não serem mais dignos de investimento.

Pensando nisso, aqui trazemos uma matéria diferente. A proposta é olhar para dez anos atrás e perceber o potencial não atingido de certas produções, que poderiam ter rendido franquias lucrativas gerando frutos até hoje, mas que por alguma razão do destino terminaram jogadas para escanteio. Aqui, proporemos uma olhada em 10 filmes de 10 anos atrás que mereciam nova chance em versões no cinema ou na TV. Confira.

John Carter – Entre Dois Mundos

Essa é uma produção que a Disney deve ter muito medo de mexer. O estúdio do Mickey é uma verdadeira máquina de fazer dinheiro, e com a adição da Disney Plus ao seu repertório, o que não falta é universo expandido da Marvel e de Star Wars. No entanto, voltando dez anos no passado, muitos devem lembrar o fiasco monumental que foi a investida em John Carter, tentativa de transformar o romance ‘A Princesa de Marte’, de Edgar Rice Burroughs, na nova franquia sensação repleta de efeitos e aventura. Burroughs é o criador do personagem Tarzan. Com um orçamento absurdo de US$250 milhões, John Carter arrecadou apenas US$284 milhões mundiais. Entendemos que o risco é grande, e talvez seja muito difícil, mas seria legal ver a Disney investindo novamente na ideia, mesmo que em uma animação.

Sombras da Noite

Está para estrear na Netflix a nova série em live-action da Família Addams. Intitulada Wednesday e focada em Wandinha Addams (Jenna Ortega), o programa tem produção e direção de seus 8 episódios de Tim Burton. O fato fez com que os fãs pedissem para que Johnny Depp fosse o intérprete do patriarca Gomez e Eva Green vivesse a matriarca Morticia – papeis que terminaram nas mãos de Luis Guzmán e Catherine Zeta-Jones, respectivamente. A verdade é que Burton já teve a chance de dirigir sua própria “Família Addams” estrelada por Depp e Green, com o filme Sombras da Noite. Tudo bem, o longa é baseado numa série de TV de mesmo nome (Dark Shadows no original), e leva-la aos cinemas era o sonho do astro Johnny Depp. Uma pena que não deu certo. Mas como os Addams vivem tendo sobrevida na cultura pop, porque não a menos conhecida família Collins?

Anjos da Lei

Por falar em Johnny Depp, o astro problemático teve sua primeira grande oportunidade na carreira ao protagonizar o seriado Anjos da Lei (21 Jump Street) e se tornar sensação lá em 1987. A série que acompanhava uma divisão da polícia, na qual os agentes possuem aparência juvenil para se infiltrar em escolas e universidades, era febre na época e teve 5 temporadas. Demorou, mas o programa foi adaptado para o cinema na forma de uma comédia escrachada. A sacada foi muito boa e até mesmo o próprio Depp, e os colegas Peter DeLuise e Holly Robinson Peete, reprisaram seus personagens no longa. O sucesso foi grande e dois anos depois Channing Tatum e Jonah Hill estavam de volta para a sequência. Mas, passados quase dez anos, a pergunta que fica é: “cadê o terceiro Anjos da Lei?”.

Dredd

Existem alguns personagens que parecem intransponíveis dos quadrinhos para as telas. É o caso com o Hulk, que não deu sorte em seus dois longas e logo a Marvel tratou de transformá-lo em coadjuvante de luxo. O Justiceiro também deu bola fora três vezes antes de ganhar uma série de sucesso na Netflix. Agora, falta os produtores do MCU estudarem muito bem o terreno para levarem o Quarteto Fantástico e o Motoqueiro Fantasma de uma forma satisfatória para o MCU. Saindo dos personagens da Marvel, outro que ainda não encontrou seu caminho é o juiz Dredd, criação de John Wagner e Carlos Ezquerra para os quadrinhos britânicos. Juiz, júri e executor, Dredd faz parte da polícia do futuro num governo totalitário. A primeira vez do personagem nas telonas foi em 1995, num filme estrelado por Sylvester Stallone. Anos mais tarde, foi a vez do boa-praça Karl Urban viver o personagem num filme mais fiel, cru e violento. Também não deu muito certo, apesar dos elogios. Há algum tempo fala-se de uma série com o personagem intitulada Mega City One, mas nada de concreto apareceu por enquanto.

Fúria de Titãs 2

É interessante vermos novas versões de obras cult do passado. Este foi o caso com Fúria de Titãs. O original completa 41 anos em 2022 e virou uma produção muito querida para os fãs, embora não tenha explodido como deveria na época. Assim, em 2010 foi a vez de um remake moderno e lotado de efeitos que, entre outras coisas, aproveitava a fama de Sam Worthington (Avatar e O Exterminador do Futuro 4) como o protagonista meio homem, meio Deus do Olimpo, Perseu. Apesar da transposição canhestra em 3D, o filme não fez feio nas bilheterias. Assim, dois anos depois, contemplaria o que o original não havia conseguido: uma sequência. A continuação fez um pouco menos de dinheiro que o anterior, mesmo assim lucrou o suficiente para a franquia ter continuado. Quem sabe a Warner, detentora dos direitos, se anima para uma série na HBO Max.

A Sombra do Inimigo

A palavra de ordem no momento em Hollywood é universo compartilhado. E até mesmo a autora de suspense número 1 no mundo, Agatha Christie, vem ganhando o seu no cinema pelas mãos do cineasta Kenneth Branagh. Uma fonte repleta de possibilidades, se feita da maneira certa, é a série de livros do autor James Patterson sobre o investigador criminal e psicólogo Alex Cross. No cinema, o personagem começou em grande estilo nas formas de Morgan Freeman no filme Beijos que Matam (1997), correndo atrás de um psicopata predador sexual. Em 2001, chegava a continuação ainda com Freeman em A Teia da Aranha, onde a missão era o sequestro da pequena filha de embaixador. Há dez anos, Cross era rejuvenescido nas formas de Tyler Perry, num filme mais preocupado com a ação do que o suspense. Já está mais do que na hora do investigador receber nova chance, de preferência na TV.

Os Três Patetas

Esse longa sempre irá encabeçar a lista dos melhores projetos que nunca aconteceram. O caso é que inicialmente a primeira adaptação para as telonas do trio de comediantes que são verdadeiras lendas do humor e do entretenimento, teria uma trinca de intérpretes mais que especial. Veja só, os Três Patetas seriam interpretados por ninguém menos que Jim Carrey, Sean Penn e Benicio Del Toro. Já pensou? Com estes talentos envolvidos, certamente veríamos algo bem fora da caixinha, ao contrário do filme que de fato ganhamos pelas mãos dos irmãos Farrelly. Embora não seja um filme ruim, caiu rapidamente no esquecimento, sem que ninguém fale muito nele hoje. Justamente por isso, achamos que estes ícones merecem nova chance, agora que a Fox faz parte da Disney.

A Origem dos Guardiões

Seguindo por produções orientadas para toda a família, quando pensamos nas animações mais populares de dez anos atrás no cinema, nos vem imediatamente à cabeça filmes como Hotel Transilvânia, Detona Ralph, A Era do Gelo 4, Madagascar 3, Valente, sucessos cult como Frankenweenie e ParaNorman, e até mesmo O Lorax. Mas o que quase ninguém lembra ou comenta é de uma produção injustiçada da Dreamworks e da Paramount chamada A Origem dos Guardiões. A ideia era boa e apresentava figuras folclóricas como o Papai Noel, o Coelho da Páscoa, a fada do dente e o gelado Jack Frost formando uma equipe de super-heróis. Fora isso, a animação bacana tinha as vozes de gente como Hugh Jackman e Chris Pine dublando os personagens. O filme não atingiu o alvo, mas dez anos depois poderia ganhar sobrevida como uma série de TV.

Sequestro no Espaço

Agora damos um pequeno desvio para uma produção cult desconhecida do grande público, que no Brasil recebeu lançamento direto em vídeo. Com toda a aura de filme B, este Lockout (no original) bem que poderia ser o roteiro recauchutado para uma terceira parte da franquia Fuga de Nova York, criada por John Carpenter e protagonizada por Kurt Russell. O filme original é de 1981, e mostra a ilha de Manhattan se transformando numa enorme prisão no futuro. O avião do presidente cai no local e ele é feito como refém. Só o renegado Snake Plissken (Russell) pode resgatá-lo. Mais de dez anos depois, em 1997, a dupla retornaria em Fuga de Los Angeles, basicamente um remake do primeiro longa, com a prisão agora relocada para Los Angeles. Por anos Carpenter falou na possibilidade de um terceiro filme, que seria intitulado Fuga do Planeta Terra, com Plissken possivelmente indo para o espaço. E essa é a história de Sequestro no Espaço, com Guy Pearce fazendo o Plissken da vez, ou quase, um sujeito durão programado para resgatar uma jovem de uma prisão espacial. Não é exatamente tão bom quanto um Fuga de Nova York, mas enquanto o terceiro filme não sai, bem que algum produtor poderia levar essa trama novamente às telas.

O Espetacular Homem-Aranha

A aparição dos Homem-Aranha Tobey Maguire e Andrew Garfield no fenômeno Sem Volta para Casa deixou os fãs ouriçados. E além de terem feito o terceiro filme protagonizado por Tom Holland na pele do herói o grande marco da volta aos cinemas pós-Covid, ainda se encheram de esperança para novas produções com os cabeça de teia originais. E os produtores, é claro, estão dando corda. Sejamos sinceros, a Sony (estúdio que é dono do personagem) só teria a lucrar. Assim, não param de surgir especulações sobre um possível Homem-Aranha 4 com Tobey Maguire, a ser dirigido por Sam Raimi. O próprio diretor tem comentado e alimentado tais rumores, deixando os fãs inquietos. Desta forma, o público também vem mencionando muito seu desejo pela volta de Andrew Garfield, para ao menos encerrar sua trilogia, que foi desligada sem uma conclusão, após somente dois filmes como o personagem. E é justamente dessa vontade que falamos aqui. É a chance de Garfield e o diretor Marc Webb se redimirem e trazerem em tela pela primeira vez, por exemplo, a Gata Negra pincelada nas formas de Felicity Jones, e também a Mary Jane de Shailene Woodley (cortada do segunda filme). Será que é pedir muito?

Samara Weaving é destaque em imagem dos bastidores de ‘Pânico 6’; Confira!

As filmagens da sequência ‘Pânico 6‘ continuam a todo vapor e, através do Twitter, foi divulgada a primeira imagem da atriz Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’) nos bastidores da produção.

A imagem também traz o novato Tony Revolori e a Jasmin Savoy Brown (Mindy), que está com um visual completamente diferente.

Confira:

O novo filme contará com o retorno de Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Jasmin Savoy Brown (Mindy), Mason Gooding (Chad), Courteney Cox (Gale) e Hayden Panettiere (Kirby).  

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco. 

Confira a sinopse:

“Sam, Tara, Chad e Mindy, os quatro sobreviventes do massacre realizado pelo Ghostface, decidem deixar Woodsboro para trás em busca de um novo começo em uma cidade diferente. Mas não demora muito para eles se tornarem alvo de um novo serial killer mascarado.”

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornarão para a próxima aventura, que está programado para chegar aos cinemas em 31 de março de 2023.

Assista à nossa crítica do último longa:

 

De ‘A Hora do Pesadelo’ a ‘Sobrenatural’ | Os Filmes de Terror que Completam 12 Anos em 2022

Sim, caros amigos, o tempo voa cada vez mais rápido e fora de nosso alcance. Para termos uma ideia, filmes que parecem ter sido lançados “ontem”, como A Origem e A Rede Social, por exemplo, estão completando 12 anos de sua estreia em 2010. Já está se sentindo velho? No entanto, como você pode ter lido no título, o tema desta matéria é um assunto muito caro para todos aqui no CinePOP, filmes de terror. E se voltarmos um pouco no tempo, perceberemos que 2010 não foi o melhor dos anos quando falamos no gênero.

É verdade que tivemos o retorno às telonas de dois verdadeiros mestres do horror, John Carpenter e o saudoso Wes Craven, assim como alguns remakes de novos clássicos das décadas de 1970 e 1980, e até mesmo uma nova roupagem para um dos filmes mais icônicos do cinema quando o tema é monstro imortal. Ah sim, as continuações de sucessos recentes não poderiam faltar, assim como versões americanas para obras de terror europeias. No fim das contas, a maioria resultou em longas abaixo da média, seja na opinião dos críticos ou do público. Do lote, podemos citar um projeto verdadeiramente bem sucedido também, que resultou em sua própria franquia muito querida, terminando por cimentar os nomes de uma dupla de cineastas responsáveis ao estrelato.

Sem mais delongas, vamos conhecer alguns filmes de terror famosos que completam 12 anos em 2022.

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Demônio

Saindo de grandes nomes do cinema atual para outro, o indiano M. Night Shaymalan já teve seus dias de glória e seus dias de luta. E aqui, o cineasta se via basicamente na segunda parte da frase citada. Após escorregadas consecutivas em A Dama na Água (2006) e Fim dos Tempos (2008), Shyamalan teve um 2010 sofrido. Primeiro com a adaptação de O Último Mestre do Ar, um pretenso e malfadado blockbuster. Depois com a criação de um selo de horror que em muito pouco tempo morreu na praia.

Talvez nem todos lembrem, mas este Demônio seria o primeiro passo do ‘The Night Chronichles’, proposta do diretor para diversos filmes do gênero lançados sob o selo, que contariam com sua produção e direção de artistas em início de carreira. Bem, o resultado deste longa sobre cinco estranhos presos num elevador, onde um deles é o próprio mal encarnado, tratou de pôr um fim a esta empreitada. E você, curte o filme?

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Sobrenatural

Começamos a lista com o filme bem sucedido citado acima. Do lote que separamos para vocês, Sobrenatural (Insidious) é o que melhor coexistiu entre boas avaliações da crítica e sucesso do público. Tanto que seguiu para gerar mais três continuações, e a possibilidade de novos capítulos. Esse, no entanto, foi um sucesso surpresa de um filme independente, que se comporta como grande herdeiro do clássico Poltergeist (1982).

Fora isso, o primeiro Insidious deu continuidade para a parceria do diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell, iniciada em Jogos Mortais (2004), outro grande acerto. Hoje, é claro, Wan e Whannell são estrelas do Time A de Hollywood tendo comandado trabalhos como Aquaman e O Homem Invisível respectivamente.

O Lobisomem

Agora adentramos por um terreno de obras subestimadas. Por menor apreço que eu tenha por refilmagens de clássicos, não gosto de taxa-las sempre no mesmo patamar, e acredito sim que existam boas “reimaginações”. Não me leve a mal, O Lobisomem foi sem dúvidas uma produção pra lá de problemática, vivendo para se tornar um verdadeiro flop. Com mais jeitão de blockbuster do que de um filme intimista sobre o tema, a versão 2010 para o clássico guarda igualmente seus atrativos, boas atuações e muita criatividade na hora de criar suas cenas.

Os efeitos são legais, temos boas atuações do elenco, em especial Benicio Del Toro e Anthony Hopkins, e a maquiagem… bem, nem precisa ser dito, já que levou o Oscar para o excepcional Rick Baker – o clássico de 1941 foi o que fez o artista se apaixonar por cinema e a profissão. Ou seja, vale muito a pena dar novas chances a este filme incompreendido.

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Deixe-me Entrar

Por falar em refilmagens que recebem menos amor do que deveriam dos fãs, há dez anos ganhávamos a versão americana do cult sueco Deixa Ela Entrar (2008). Não me leve a mal (parte 2), o original é irretocável, perfeito em todos os sentidos e, além disso, não apoio este mau costume dos EUA de querer refilmar sucessos de outras nacionalidades para fugir das legendas – o que só propaga o preconceito com o cinema estrangeiro.

Porém, tirando todos estes entraves da frente, vale mencionar a surpresa com uma obra que todos estavam prontos para odiar, inclusive este que vos fala. O medo era de uma versão muito mais “domada” e que fugisse dos temas principais propostos. No entanto, para a surpresa geral, embora desnecessária, esta refilmagem acerta em todos os quesitos, demonstrando o talento do diretor Matt Reeves e nos deixando muito animados para o seu vindouro The Batman (2022).

 

Piranha 3D

Este é outro grande acerto quando falamos em terror de dez anos atrás. O longa do francês Alaxandre Aja demonstra como tirar da cartola um remake original, adicionando novos elementos e inclusive mudando a dinâmica do gênero. O Piranha (1978), de Joe Dante, era uma desavergonhada cópia de Tubarão (1975), que tentava desesperadamente surfar em tal onda, no processo se levando a sério. Foi só na sequência comandada por James Cameron (1981) que os realizadores se tocaram do quão ridículo era o material que tinham em mãos, decidindo tirar sarro da coisa toda.

Já o remake, de começo já se mostra uma grande brincadeira, se comportando como uma verdadeira ida a um parque de diversões. O humor é elemento pulsante na produção, que não esquece os sustos, o sangue e as referências: como Richard Dreyfuss num barco, por exemplo. Fora isso, enfatizando ainda mais a diversão, Piranha 3D, como diz o título, se mostrou um dos melhores exemplares da tecnologia dos “óculos no cinema” no período de seu boom – deixando toda a experiência ainda mais saborosa.

Doce Vingança

Por falar no ano de 1978, foi exatamente de onde saiu este puro exemplar do exploitation. Filmes de baixo orçamento cuja trama explorava (no sentido mais literal e intenso da palavra) algum tema – fosse o cinema negro, as lutas marciais, etc., eram lançados a torto e a direito durante seu auge na década de 1970. E o cruel e visceral A Vingança de Jennifer se enquadrava no tópico dos exploitation de “estupro e vingança”, no qual ainda se encaixa Aniversário Macabro (1972), primeiro filme de Wes Craven, por exemplo.

A Vingança de Jennifer viveu para se tornar um dos filmes mais polêmicos da época. E é claro que os produtores de Hollywood iriam tirá-lo do baú durante a “febre das refilmagens”. Assim, há exatos dez anos, chegava às salas a nova versão de I Spit on Your Grave – título original de ambos o clássico e o remake, que por aqui ficou chamado de Doce Vingança. Na trama, uma jovem escritora decide trabalhar em sua casa de campo na floresta, quando é atacada, estuprada e deixada para morrer por caipiras trogloditas. Uma vez recuperando suas forças, a caça agora é caçadora.

 

A Hora do Pesadelo

Cada época tem a sua tendência no cinema. E quando falamos em terror, as refilmagens começavam a bater muito forte em meados da década de 2000 e ainda não possuem data para acabar. É fato que daqui a pouco todos os filmes antigos do gênero terão ganhado novas roupagens, e quando penso nisso, o que mais resume essa sensação é uma cena de Pânico 4 na qual a personagem de Hayden Panettiere narra em fração de segundos diversas refilmagens de clássicos famosos do gênero das décadas de 1970 e 1980. Pânico 4, Wes Craven… olha a ponte para este remake.

A Hora do Pesadelo (1984) é não somente um dos slashers mais famosos do cinema, como um dos filmes de terror mais icônicos de todos os tempos. E há dez anos ganhava sua refilmagem – após seis continuações e um derivado. Sem qualquer envolvimento de Craven, o novo A Hora do Pesadelo terminou não dando em nada e serviu para colocar, até o momento, um ponto final nas matanças de Fred Krueger. O melhor foi deste remake foi nos apresentar Rooney Mara como protagonista.

 

A Epidemia

Seguindo pelos remakes de clássicos setentistas, quem entra em pauta agora é o filme do mestre George Romero, pai do cinema zumbi. O Exército do Extermínio (1973), como ficou conhecido este The Crazies no Brasil, nada mais é do que uma tentativa do cineasta em retocar os filmes dos zumbis, dando-lhes uma leve repaginada. Na trama, um vírus feito pelo homem faz uma tremenda bagunça numa cidadezinha, transformando os contaminados em criaturas insanas e raivosas – ou seja, zumbis.

A diferença aqui é um tom mais crítico ao governo americano. Seguindo esta mesma lógica, o remake moderniza o tópico, tem produção do próprio Romero, e trouxe Timothy Olyphant, Radha Mitchell e Danielle Panabaker no elenco. Quem diria que dez anos depois estaríamos vivendo no mundo nossa própria versão deste filme.

 

Jogos Mortais: O Final

Para sentirmos o drama da situação, até o momento na lista tivemos apenas duas produções originais (bem, uma quase, já que Sobrenatural é praticamente um remake não declarado de Poltergeist) e nada menos que seis remakes. Bem, agora adentramos no terreno das continuações – sempre populares também. Citamos Jogos Mortais (2004) no início do texto, a primeira colaboração entre o diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell. E acho que nem mesmo eles esperavam o tamanho sucesso que o filme se tornaria.

O longa se tornou influente, criando (ou modernizando) seu próprio subgênero (os torture porn) e viveu para se tornar o “Sexta-Feira 13” dos anos 2000, com um exemplar lançado a cada ano durante toda a década.  Após cinco continuações lançadas até 2009, finalmente a série chegava à sua autoproclamada conclusão com este Jogos Mortais: O Final – em inglês “Saw 3D”, enfatizando mais o artifício em terceira dimensão do que o fim da franquia em si. E os americanos estavam certos, já que sete anos depois era lançado Jogos Mortais: Jigsaw, e ano que vem estreia Espiral, o reboot encabeçado por Chris Rock. Largar o osso pra quê?

 

Atividade Paranormal 2

E se Jogos Mortais chegava a seu pseudo desfecho há dez anos, outra franquia de sucesso no terror estava em seus primeiros passos. Assim como Jogos Mortais, Atividade Paranormal foi um sucesso independente inesperado. Este ainda mais, levando em conta que o filme foi feito a troco de banana, com a câmera no estilo found footage e basicamente dois atores numa casa – é quase um filme amador destes de conclusão de curso mesmo.

O filme foi exibido pela primeira vez em 2007 em um festival de terror, mas só veria a luz do dia dois anos depois, após ter chamado atenção de um certo Steven Spielberg, que bancou seu lançamento. Foi só o que o longa assustador precisava para ficar conhecido como A Bruxa de Blair do fim dos anos 2000. O longa virou fenômeno e a campanha de marketing foi insana. Com tanto sucesso é claro que os produtores não iriam dormir no ponto, e um ano depois a continuação era lançada.  Assim, novas sequências e derivados foram lançados em 2011, 2012, 2014 e 2015. Um novo foi lançado esse ano, mas foi esculachado pelos críticos.

 

A Sétima Alma

Terminando a lista, mas não menos importante, muito pelo contrário, temos as voltas de duas verdadeiras lendas do cinema de terror: Wes Craven e John Carpenter. Aqui, começamos pelo primeiro, falecido em 2015 e deixando muita saudade. Os anos até sua morte não foram tão gentis para a carreira do inesquecível Wes Craven, que durante toda a sua filmografia viu altos (A Hora do Pesadelo, Pânico) e baixos (A Maldição de Samantha, Shocker). Depois da trilogia Pânico, Craven lançou apenas mais quatro filmes, incluindo a tardia quarta parte da franquia citada (seu melhor trabalho dentre os últimos, mas igualmente subestimado).

O primeiro que viria era o malfadado Amaldiçoados (2005) – que o reuniu ao roteirista Kevin Williamson para uma história de lobisomens desta vez – você pode ler sobre o filme aqui. Cinco anos sem filmar e o diretor retornava neste longa saído de uma ideia unicamente sua. E mais uma vez, Craven viu um terror seu passar completamente em branco. A história pensada pelo cineasta aqui fala sobre alguns jovens ligados por uma tragédia. A ideia era promover um novo vilão icônico, nos moldes de Freddy Krueger e Ghostface. O resultado? Bem, veja por si mesmo – se tiver coragem.

Aterrorizada

Caminho parecido trilhou outra verdadeira lenda do horror, esta ainda viva. John Carpenter também não estava obtendo bons resultados em seus últimos filmes. Nos anos 2000, por exemplo, dirigiu apenas a ficção com doses de Fuga de Nova York, Fantasmas de Marte – que viveu para se tornar um de seus últimos flops, após o subestimado Vampiros (1998). Assim, quase dez anos após sua visita a Marte, Carpenter resolveu que uma história sobre uma ala só de jovens mulheres num hospital psiquiátrico assombrado seria um bom tema para seu novo filme.

Quem protagoniza é a então promissora Amber Heard – e apesar do título esta não é uma recriação de seu casamento com Johnny Depp. Heard se sai bem como uma jovem traumatizada, que precisa enfrentar seus demônios e talvez alguns externos também, nesta mistura de Garota, Interrompida (1999) num manicômio amaldiçoado. Completando o elenco de jovens problemáticas, Mamie Gummer (a filha de Meryl Streep), Danielle Panabaker (ela de novo!) e Lyndsy Fonseca. E você, tinha ouvido falar deste filme do grande John Carpenter?

Wolfgang Petersen, diretor de ‘A história sem fim’ e ‘Inimigo meu’, morre aos 81 anos

Wolfgang Petersen, lendário cineasta alemão, morreu aos 81 anos, na última sexta-feira (12), vítima de um câncer no pâncreas. A informação foi confirmada por sua produtora ao site da revista Variety nesta terça-feira (16).

Petersen começou a carreira na Alemanha e dirigiu filmes ousados como ‘A consequência‘ (1977) sobre um amor homossexual. Ele despontou para Hollywood em 1981, quando dirigiu ‘O barco: inferno ao mar‘, que teve seis indicações ao Oscar, com duas delas para Wolfgang, como melhor diretor e melhor roteiro adaptado.

Depois disso, o cineasta começou uma carreira de sucesso no cinema americano. Um dos filmes mais conhecidos é o clássico infanto-juvenil ‘A história sem fim‘ (1984).

Entre os outros filmes de sucesso estiveram ‘Força aérea um‘ (1997), com Harrison Ford, ‘Epidemia‘ (1995) com Dustin Hoffman e Morgan Freeman, e o espetacular ‘Inimigo meu‘ (1985), com Dennis Quaid.

‘Last Light’: Matthew Fox busca sua família no trailer da nova minissérie apocalíptica do Peacock

O Peacock divulgou o primeiro trailer de ‘Last Light‘, minissérie de suspense que marca o retorno de Matthew Fox (‘Lost’) às telinhas.

Confira:

Com 5 episódios encomendados, a produção vai estrear no dia 8 de setembro.

A produção é baseada na homônima obra apocalíptica de Alex Scarrow e acompanha “uma família lutando para sobreviver em um mundo que foi repentinamente lançado no caos”.

O petroquímico Andy Nielsen sabe como o mundo depende do petróleo; se algo acontecesse com o suprimento mundial de petróleo, isso desencadearia uma reação em cadeia: o transporte pararia, os suprimentos deixariam de ser entregues, a aplicação da lei seria sobrecarregada. Durante uma viagem de negócios ao Oriente Médio, Andy percebe que seus piores medos estão se tornando realidade e sua família está separada neste momento crucial. Sua filha adolescente, Laura, está sozinha em casa em Londres, enquanto sua esposa, Elena, e seu filho pequeno, Sam, estão em Paris. Em meio a esse caos, cada membro da família sacrificará tudo para se encontrar, apesar da distância e dos perigos que os separam.

O elenco ainda conta com Joanne Froggatt, Alyth Ross, Taylor Fay, Amber Rose Revah, Victor Alli e Tom Wlaschiha.

Patrick Massett e John Zinman (‘Friday Night Lights’) servem como showrunners.

‘Meet Cute’: Comédia romântica com Kaley Cuoco e Pete Davidson ganha as primeiras imagens oficiais

O Peacock divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘Meet Cute‘, comédia romântica estrelada por Kaley Cuoco (‘The Flight Attendant’) e Pete Davidson (‘Morte Morte Morte’).

Confira:

O longa vai estrear na plataforma no dia 21 de setembro.

Alex Lehmann é responsável pela direção.

A trama segue a história de Sheila e Gary, que se apaixonam à primeira vista. O problema é o primeiro encontro deles não é obra do destino. Sheila tem acesso a uma máquina do tempo, e ela e o Gary têm se apaixonado repetidamente. Uma noite perfeita nunca é o suficiente, então Sheila decide viajar para o passado do Gary para mudá-lo no homem perfeito.

O elenco ainda conta com Deborah S. Craig, Kirk Kelly, Sierra Fisk, Wesley Holloway, Rock Kohli e Andrew Stevens Purdy.

O primeiro trailer deve ser divulgado em breve. Fiquem ligados!

‘Mulher-Hulk’ | Conheça as origens da personagem nas HQs

Estreia nesta quinta-feira (18) a nova série da Marvel em parceria com o Disney+: Mulher-Hulk: Defensora de Heróis. Estrelada por Tatiana Maslany, a produção conta a história da advogada superpoderosa, Jennifer Walters (Maslany), que concilia sua vida nos tribunais com suas atividade de herói, já que ela teve seus genes alterados pela radiação gama, herdando parte dos poderes de seu primo, um tal de Bruce Banner (Mark Ruffalo), também conhecido como o Incrível Hulk.

Assim como grande parte das personagens do MCU, a Mulher-Hulk é uma adaptação de uma personagem já existente nos quadrinhos. Criada nos anos 80 por Stan Lee e John Buscema, ela surge como uma forma da Marvel assegurar os direitos sobre a marca, porque a série do Hulk, estrelada por Lou Ferrigno e Bill Bixby, fazia muito sucesso na TV americana, e a Casa das Ideias temia que as concorrentes decidissem criar uma versão feminina do Golias Esmeralda para chamar de sua. Então, a alternativa foi criar correndo uma “Hulka” para poder ter embasamento jurídico e poder processar por plágio qualquer personagem parecida com um Hulk feminino que surgisse.

E toda essa pressa em criar uma Mulher-Hulk refletiu diretamente em sua origem pouco inspirada e visual não tão criativo assim. Por isso que o Hulk é um gigante com jeitão de gorila e a Jennifer é praticamente uma mulher mais alta e musculosa. Pois bem, sua origem também é bem simples. Jennifer Walters cresceu em Los Angeles, filha de um delegado, tendo perdido a mãe muito jovem. Por conta disso, ela acabou se aproximando da família materna, principalmente de seu primo, Bruce Banner. Eles passavam muito tempo juntos, mas acabaram se afastando por conta dos estudos.

Pois bem, o tempo passa, os dois se formam e Jen começa a atuar como advogada em Los Angeles. Alguns anos antes, porém, Bruce já havia passado pela explosão que irradiou seu corpo com os Raios Gama e já vivia seu tormento de se transformar em Hulk ao menor sinal de estresse ou fortes emoções.

No dia em que ele está por Los Angeles e decide visitar sua prima para revelar a ela as dores de ser o Hulk, Jen sofre um atentado fatal de um bandido que seria delatado por um dos réus defendidos por ela. Assim, vendo a prima sangrar até a morte, Bruce improvisa uma transfusão com seu próprio sangue e vai embora, temendo virar o Hulk e causar uma tragédia ainda maior. O que ele não esperava é que seus genes gama fossem passar para ela, fazendo com que a prima herdasse parte dos seus poderes. No hospital, os bandidos voltam para finalizar a moça, que fica completamente selvagem e se transforma na Mulher-Hulk.

Porém, diferentemente do primo, Jennifer é capaz de controlar seus poderes, juntando a força, resistência e agilidade dos “genes Hulk” com a inteligência e personalidade tradicionais da Jennifer Walters.

Ou seja, ela reúne o melhor dos dois mundos. Assim, indo contra grande parte dos heróis, ela realmente gosta de seus superpoderes e prefere passar a maior parte do tempo como Mulher-Hulk, o que acaba fazendo dela uma referência nos tribunais quando o assunto são super-heróis.

Despontando como a maior defensora de heróis da Marvel, ela volta e meia se envolve com os assuntos dos maiores heróis da Terra e acaba ajudando em algumas missões, fazendo dela uma integrante de alguns dos grupos mais famosos dos quadrinhos. A série deve trazer algumas participações especiais, sendo as duas maiores o Hulk e o Demolidor (Charlie Cox).

Com o passar dos anos, a Mulher-Hulk deixou de ser uma personagem mais tímida e ganhou uma personalidade mais forte, fazendo piadas e ganhando, com a fase de John Byrne, a característica favorita dos fãs: a quebra da quarta parede. Sim, no meio das lutas e julgamentos, Jen “se desliga” momentaneamente da história e conversa com o leitor. Isso faz dela uma das poucas personagens do Universo Marvel capazes de fazer isso. E como ela é muito inteligente, seus comentários são muito certeiros e geralmente arrancam riso fácil.

Na série, é bem capaz que a fase de John Byrne sirva de inspiração, enquanto seus problemas pessoais sejam adaptados para o Século XXI. Com nove episódios de aproximadamente meia hora, cada, Mulher-Hulk: Defensora de Heróis estreia nesta quinta-feira (18) exclusivamente no Disney+. Ansiosos?

Harry Styles e Florence Pugh no trailer DUBLADO do suspense ‘Não Se Preocupe, Querida’

A Warner Bros. divulgou o novo trailer dublado de ‘Não Se Preocupe, Querida‘, suspense psicológico estrelado por Harry Styles (‘Dunkirk’) e Florence Pugh (‘Midsommar’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de setembro.

Olivia Wilde (‘Fora de Série’) é responsável pela direção.

Na trama, Alice é a dona de casa perfeita, vivendo numa comunidade utópica no deserto da Califórnia, junto com o seu marido Jack. Escondendo suas frustrações, ela acaba fazendo uma descoberta perturbadora que a faz questionar sua realidade “impecável“.

O elenco ainda conta com Chris Pine, Gemma Chan, KiKi Layne, Nick Kroll, Sydney Chandler e Kate Berlant.

‘Entrevista com o Vampiro’: Adaptação da AMC ganha novo trailer com cenas INÉDITAS

A AMC divulgou o novo trailer da série ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview with the Vampire), adaptação do livro homônimo da Anne Rice.

Confira:

A produção vai estrear oficialmente no dia 2 de outubro.

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que será o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dará vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que viverá o Daniel Molloy; Assad Zaman, que dará vida a Rashid; e Bailey Bass (‘Avatar 2’), que irá interpretar Claudia, jovem que é transformada em vampira por Louis e Lestat.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

Fenômeno! ‘One Piece Red’ já arrecadou mais de 7 bilhões de ienes em apenas 10 dias

O longa animado ‘One Piece Film: Red‘, que estreou há apenas 10 dias no Japão, já está alcançando números impressionantes. Sendo assim um fenômeno total.

Segundo a Siliconera, ‘One Piece Film: Red‘ já arrecadou 7,6 bilhões de ienes em bilheteria, o que é cerca de R$ 272 milhões na cotação de hoje (16).

Desse modo, a animação se torna o filme de maior sucesso da história da franquia com apenas um pouco mais de uma semana em cartaz.

Lembrando que ‘One Piece Film: Red‘ está em cartaz apenas nos cinemas do Japão e da França. O filme está previsto para chegar na China, América do Norte, Austrália e Nova Zelândia ainda em 2022. No entanto, não há nenhuma previsão para o Brasil.

Ainda que esteja tudo em japonês, há legendas em português brasileiro pelo recurso de legenda oculta do YouTube, que é acionado no ícone de engrenagem na parte inferior do vídeo.

Lembrando que ‘One Piece Film: Red‘ está previsto para estrear no dia 6 de agosto, no Japão. Não há previsão de chegada para o filme no Brasil.

Lembrando que o estúdio já havia divulgado antes um clipe:

Confira também o trailer:

Lembrando que Uta será interpretada por Kaori Nazuka. O tema musical é composição de Yasutaka Nakata (‘Tales of Crestoria: The Wake of Sin‘).

Também foi divulgado um novo pôster desenhado pelo próprio Oda:

One Piece Red‘ é dirigido por Goro Taniguchi (‘Code Geass: Lelouch of the Rebellion‘), com roteiro por Tsutomu Kuroiwa (‘One Piece: Heart of Gold‘). Como falamos, o trailer original postado no canal em japonês da animação, conta com legendas em diversos idiomas, inclusive em português.

Lembrando que o primeiro trailer foi repostado pela Crunchyroll, dias depois da Toei divulgá-lo. Isso tudo dá indícios de planos para um lançamento internacional, ainda não confirmado. O autor do mangá, Eiichiro Oda, pediu para uma personagem feminina ter protagonista no filme, que pelo jeito é Uta, filha de Shanks.

‘Wandinha’: Netflix não irá revelar interprete de Tio Chico antes do lançamento

A Netflix divulgou finalmente as primeiras imagens oficiais da série ‘Wandinha‘, com vários integrantes da ‘Família Addams‘, mas não há nenhum sinal do tio Chico por enquanto.

Segundo Alfred Gough, co-produtor do show, isso é totalmente proposital. A ideia é que seja uma surpresa ao público. “Não vamos fazer nenhum comentário relacionado ao tio Chico. Apenas assista a série”, contou Gough à Vanity Fair.

Christopher Lloyd (‘De Volta Para o Futuro’) interpretou tio Chico nos dois filmes clássicos, enquanto a série de TV original trouxe Jackie Coogan.

Veja as imagens reveladas:

A produção estreia em breve na plataforma de streaming.

Assista ao primeiro teaser:

Além de Ortega, Zeta-Jones e Guzman, Gwendoline Christie será Larissa Weems, diretora da Academia Nevermore, que tem uma rixa antiga com Mortícia.

Wandinha fará parte da Academia Nevermore, na cidade de Jericho, e estará acompanhada de diversos outros personagens, incluindo vários estudantes.

Confira a descrição de cada um abaixo:

  • Joy Sunday como Bianca Barclay: uma das estudantes mais populares da Academia, Bianca é descendente de uma longa linhagem de sereias com um poder encantador de persuasão.
  • Emma Myers como Enid Sinclair: Enid é a animada e vibrante colega de quarto de Wandinha. Vinda da Califórnia, ela faz parte de uma matilha de lobisomens.
  • Hunter Doohan como Tyler Galpin: um morador local que constrói uma amizade inesperada com Wandinha. Ele tem um relacionamento complicado com o pai, o xerife Donovan.
  • Moosa Mostafa como Eugene Otinger: um dos estudantes mais peculiares da Academia e presidente do clube de apicultura.
  • Georgie Farmer como Ajaz Petropolus: estudante da Academia que também é uma górgona. Estranho e tímido, Ajaz fica muito ansioso quando alguém olha em seus olhos.
  • Naomi J. Ogawa como Yoko Tanaka: uma vampira inspirada pela estética harajuku e uma das jovens mais legais da Academia.
  • Percy Hynes White como Xavier Thorpe: um estudante caristmático e sobrenaturalmente artístico que vem de uma família abastada, graças ao célebre pai.
  • Jamie McShane como o Xerife Donovan Galpin: Nascido e criado e Jericho, esse xerife sempre teve problemas com a Academia – e uma vingança pendente com um ex-aluno de lá, Gomez Addams.
  • Thora Birch como Tamara Novak: supervisora do dormitório de Wandinha e a única sem atributos sobrenaturais na Academia, com paixão por todas as coisas que se relacionam com botânica.
  • Riki Lindhome como a Dra. Valerine Kinbot: uma terpaista local que fica extremamente intrigada com sua nova paciente, Wandinha.

 

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.

‘Sintonia’: Série é renovada para 4ª temporada pela Netflix

Foi anunciado nesta terça-feira (16) pela Netflix que a série brasileira ‘Sintonia‘ foi renovada para uma 4ª temporada.

Divulgaram uma imagem com o elenco principal, formado por Christian Malheiros, Bruna Mascarenhas e Jottapê Carvalho, comemorando então a notícia de renovação da série.

Veja abaixo o post:

“É muito significativo ver que Sintonia continua emocionando e divertindo a audiência mesmo depois de três temporadas. Esse sucesso confirma o imenso talento das equipes em frente e atrás das câmeras, que fazem com que muitos brasileiros possam se ver na tela”, afirmou Haná Vaisman, diretora de conteúdo para séries de ficção.

A produção brasileira, o show segue um trio de amigos que cresceram juntos na mesma favela, em São Paulo, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes, ao mesmo tempo em que tentam equilibrar a amizade e se manterem firmes.

As três primeiras temporadas de ‘Sintonia‘ estão no catálogo da Netflix.