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Artigo | ‘Zumbilândia’ é o gênero de zumbis em seu auge artístico e emocional

O gênero zumbi já dá as caras desde a Era de Ouro do cinema hollywoodiano, construindo-se gradativamente a partir da década de 1940 com clássicas narrativas em que um cientista louco reanimava cadáveres e, sem pensar nas consequências, acabava por criar um gigantesco perigo para todos. Desde então, os famosos mortos-vivos ganharam inúmeras produções em que insurgiam como o principal antagonista, normalmente dentro de um escopo pós-apocalíptico em que um vírus mutante se espalhava em um estalar de dedos pelos sete continentes, dizimando a população mundial e deixando os sobreviventes à flor da pele para se manterem vivos e não fadarem ao trágico destino que seus companheiros tiveram. 

É claro que, apesar de algumas produções serem forçadas demais – como a franquia ‘Resident Evil’, que pode ser vista mais como uma ode às habilidades de luta de Milla Jovovich do que uma convincente e aprazível trama -, alguns desses filmes em questão realmente promoveram uma revitalização do gênero, afastando-se de convencionalismos saturados em prol de uma história nova, mais puxada para o melodrama social ou para a comédia pastelão. A Noite dos Mortos Vivos’, clássico do final da década de 1960, inspirou diversas obras, incluindo o recente Guerra Mundial Z’, além de ter aberto portas para criações inusitadas – como Todo Mundo Quase Morto’, que misturou diversos suis-generis para um único prospecto cênico e acabou se tornando um sucesso da crítica.

É a partir disso que Zumbilândiaconseguiu terreno. Seguindo os passos de construções predecessoras, o pano de fundo já nos é conhecido e está presente em praticamente todas as cenas – mas o que importa aqui não são os zumbis, por assim dizer, e sim os protagonistas. E mais que isso, até mesmo os respaldos cômicos, influência das dramédias televisivas dos anos 2000, ganham uma repaginação interessante, colocando Jesse Eisenberg como o narrador de uma espécie de podcast. Ao dar a vida à Columbus (que não necessariamente é seu verdadeiro nome, mas sim o lugar ao qual deseja ir), ele ganha uma divertida onisciência que o permite abrir certos parênteses em meio às sequências principais, viajando no tempo e no espaço para fornecer breves explicações sobre o que realmente está acontecendo – bem como para nos introduzir a seus companheiros de guerra. 

Columbus é um jovem nerd que sobreviveu ao levante dos mortos graças a um meticuloso plano, que o força a seguir certos procedimentos autoprotetores. A princípio, ele exala um ar de egoísmo abrandado, visto que faria de tudo para se manter vivo; as coisas começam a mudar de cenário quando ele cruza caminhos com o ácido Tallahassee (Woody Harrelson), cuja caracterização visual remonta a um proposital estereótipo do homem do interior, desde o forte sotaque sulista até as roupas de couro e as infindas armas que esconde no porta-malas. Porém, apesar dos extremismos cênicos, mergulhar de cabeça nessa narrativa e permitir a si mesmo conhecer personagens profundos, com medos, traumas e receios quanto a confiar em desconhecidos e ao caótico mundo em que agora são obrigados a viver. 

(l to r) Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg and Abigail Breslin star in Columbia Pictures’ comedy ZOMBIELAND.

Pouco depois, a dupla conhece outras duas personagens: Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin), irmãs golpistas que também trilham seu caminho para um destino em questão, um parque de diversões localizado na Califórnia. Ambas acabam planejando uma armadilha para Tallahassee e Columbus, mas voltam a reencontrá-los em uma situação complicada e, a partir disso, começam a constituir a família mais bizarra do cinema contemporâneo. Eventualmente, o roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, já conhecido por incrementar histórias formulaicas com o melhor do inesperado, faz alusões a tour-de-force tragicômicos familiares, levando-os de um lugar para o outro à medida em que amadurecem – mas nunca deixando de utilizar suas invejáveis habilidades para lutar contra os inimigos ou extravasar a constante adrenalina em, digamos, uma loja abandonada. 

É interessante perceber de que forma o diretor Ruben Fleischer também constrói sua própria identidade dentro desse escopo fílmico – e mais interessante ainda notar como ele se levaria à própria ruína anos depois com o lançamento de Venom’, um forçadíssimo trash que não serve nem mesmo para agradar aos fãs do gênero. Suas investidas artísticas e técnicas em nenhum momento sofrem com fórmulas, preferindo buscar por algo natural e fluido. Não é surpresa que cada nova entrada é sutilmente prevista pela voz do narrador, e mesmo assim não entrega todas as surpresas do longa, cultivando o elemento imprevisível e os obrigatórios jump-scares, que também funcionam em uma completude incrível. 

Não podemos deixar de comentar certos deslizes que quebram o dinamismo apresentado ao público desde o começo – e não, não me refiro aos flashbacks ou explicações que invadem a cronologia do filme, mas sim de certas escolhas que, mesmo com a intenção de aumentar o suspense, a angústia e o drama que antecede o clímax final e já nos insere na conclusão, pareceram artificiais demais. Afinal, ainda que estejamos lidando com uma obra ficcional pós-apocalíptica, a verossimilhança tem um poder inenarrável para nos convencer de que aquilo é verdade – e a sequência no parque de diversões, por mais compreensível que seja, soa como algo juntado às pressas. É claro que isso não tira o brilho da obra; porém, os momentâneos equívocos não passam despercebidos. 

Zumbilândia é uma ótima e aprazível narrativa recheado com incrível potencial para as investidas futuras. Porém, ainda que sirva como uma revitalizada porta de entrada, ela não permanece na zona de conforto e transforma a si mesma em uma híbrida e divertida construção cinematográfica que faz alusão a diversos clássicos do cinema – e tudo isso sem perder sua originalidade. 

Jesse Eisenberg, de ‘Batman vs. Superman’, vai interpretar o Pé-Grande em novo filme

Durante uma recente aparição no Festival de SarajevoJesse Eisenberg, conhecido por inúmeros títulos como ‘Batman vs. Superman’A Rede SocialViveiro, já tem seu próximo projeto em mente e irá interpretar uma das criaturas míticas mais populares do planeta: o Pé-Grande.

Em entrevista à Variety, Eisenberg revelou que não apenas será o personagem, como estará vestido em um traje prático e não terá uma fala sequer no longa-metragem.

“O próximo filme que vou fazer é com os Irmãos Zellner. Eles são esses diretores brilhantes com quem quero trabalhar há muito tempo, e vou interpretar um Pé-Grande”, ele disse. “Completamente maquiador. Completamente com pelos corporais. Sem falas – eu rosno, mas não há falas – e estou muito animado para isso”.

O filme ainda está em estágios iniciais de produção; logo, poucos detalhes foram revelados.

Durante o Festival supracitado, Eisenberg foi questionado pelo Deadline sobre a possibilidade de voltar como Lex Luthor em algum filme da DC – e, como resposta, o ator disse que ficaria “chocado” se reinterpretasse o personagem.

“Olhe, não sou um fã de quadrinhos. Para mim, não foi interpretar um papel que queria desde a infância. Para mim, foi a chance de interpretar esse ótimo personagem que esse grande roteirista escreveu, e eu amei fazer aquilo. Então, interpretá-lo foi divertido, e não interpretá-lo não vai ser algo que vai me trazer vergonha para contar a meus filhos, porque não é um gênero importante na minha vida, ainda que eu tenha amado fazer aquele filme”, ele comentou.

‘365 Dias Finais’: Última parte da trilogia erótica estreia na Netflix!

A última parte de ‘365 Dias‘, intitulada ‘365 Dias Finais‘, já chegou ao catálogo da Netflix.

A produção foi lançada no último dia 19 de agosto na plataforma de streaming.

Na trama, “os melhores médicos lutam pela vida de Laura (Anna-Maria Sieklucka). Seu marido, Massimo (Michele Morrone), terá que tomar uma das decisões mais difíceis de sua vida: salvar Laura ou seu filho. Que decisão ele irá tomar? Ele saberá viver sem a mulher que ama? Será capaz de criar um filho sozinho?”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme anterior, 365 Dias: Hoje‘, amargou raros 0% de aprovação no Rotten Tomatoes e se tornou piada entre os internautas nas redes sociais.

Confira as reações abaixo:

 

Steven Yeun e Brandon Perea revelam detalhes sobre ‘Não! Não Olhe!’ [EXCLUSIVO]

O novo terror de Jordan Peele (‘Nós’), ‘Não! Não Olhe!‘, estreia nos cinemas no dia 25 de Agosto e o CinePOP entrevistou os astros Steven Yeun e Brandon Perea.

No vídeo, eles contam um pouquinho sobre o filme (sem dar spoilers!) e falam sobre a experiência de trabalhar com o diretor Jordan Peele.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Não! Não Olhe! – Jordan Peele subverte as expectativas em filme que parece um episódio de ‘Além da Imaginação’

O filme conseguiu ultrapassar US$ 100 milhões nas bilheterias dos EUA, tornando-se o terceiro filme do cineasta a superar a marca no país – após ‘Corra!‘ (US$176.1M) e ‘Nós‘ (US$175M).

A produção ainda não estreou no mercado internacional.

Não! Não Olhe!‘ teve um orçamento maior do que as produções anteriores de Peele, com estimados US$ 68 milhões.

O terror vai precisar ultrapassar US$ 200 milhões para ser um sucesso financeiro, mas a bilheteria doméstica já é um ótimo sinal para a longevidade da produção nas telonas, especialmente por se tratar de um filme original.

Vale lembrar que ‘Corra!‘ e ‘Nós‘ conseguiram superar a marca dos US$ 255 milhões mundialmente.

Na trama, os residentes de uma ravina solitária do interior da Califórnia testemunham uma descoberta estranha e assustadora.

Aprovação de ‘A Casa do Dragão’ cai para 85% no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

A Casa do Dragão‘ (House of the Dragon) estreia na HBO Max às 22h (horário de Brasília) e promete resgatar toda a nostalgia de Game of Thrones, mas desta vez em uma trama focada no auge da casa Targaryen.

Com 345 críticas publicadas no Rotten Tomatoes, a porcentagem de aprovação caiu de 91% para 85%, mas continua bastante sólida.

São 294 críticas positivas contra 51 negativas.

Entre os principais comentários, os jornalistas garantem que a série deixa para trás a imagem manchada das últimas temporadas de GoT e consegue renovar o espírito imprevisível dos romances de George R.R. Martin.

Apesar disso, é preciso reconhecer que a trama não tem tanto impacto para o gênero quanto a original, como explica o crítico do The Film Yap.

Mesmo assim, ainda captura muito da magia e da glória da saga ambientada em Westeros.

Confira as principais avaliações:

“Há muito o que elogiar nesta série, que conta uma nova história que ainda toca em temas familiares em um drama de sucessão em torno de Westeros, sem dar uma sensação de repetitividade.” – Variety.

“Dragões voando e cuspindo fogo lentamente em uma grandeza no final da era mostrada na série original. A série é grande, com grandes cenários, grandes lutas, grandes tragédias, grandes dragões.” – Entertainment Weekly.

“Quem se decepcionou com o final desgastado de ‘Game of Thrones ficará satisfeito que a empolgante pré-sequência começa com mulheres tomando sua própria liderança contra um patriarcado tóxico. E aqueles dragões voando sobre Westeros são espetaculares em todos os sentidos da palavra.” – ABC News.

“No meio do segundo episódio, em vez de relembrar sobre Starks e Lannisters, meu foco ficou totalmente fixo nos Targaryen. ‘House of the Dragon‘ pode nunca ser o próximo ‘Game of Thrones‘… Mas está prestes a sair da sombra da original.” – CNET.

“Esta é a ‘Game of Thrones‘ não adulterada em seus primeiros dias.” – News.com.

“Há muita coisa impressionante nos primeiros seis episódios, mas é tão seguro quanto aquela série com incestos, rios de sangue e representações horríveis de partos.” – The Hollywood Reporter.

“O melhor que qualquer nova série pode fazer é criar um mundo no qual os espectadores vão querer passar o tempo e, nesse sentido, ‘House of the Dragon‘ é perfeitamente bem-sucedida.” – Financial Times. 

E aí, você está ansioso?

Lembrando que a primeira temporada será composta por dez episódios.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Fãs estão MUITO animados para assistir à estreia de ‘A Casa do Dragão’; Confira!

A Casa do Dragão(‘House of the Dragon’), série derivada da aclamada Game of Thrones, estreia hoje, 21 de agosto, na HBO e na HBO Max – e, com poucas horas até a exibição do primeiro episódio, os fãs já estão muito animados para retornar a Westeros.

Confira algumas das reações:

A primeira temporada é composta por dez episódios.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘A Casa do Dragão’: Novo vídeo explora as nobres casas de Westeros; Confira!

A Casa do Dragão(‘House of the Dragon’), série derivada da aclamada Game of Thrones, chega em breve à HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo teaser oficial da produção.

featurette explora as nobres casas que povoam Westeros, o mundo fictício criado por George R.R. Martin.

Confira:

A primeira temporada será composta por dez episódios e tem estreia agendada para hoje, 21 de agosto.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘SEAL Team’: 6ª temporada ganha instigante trailer e data de estreia!

Paramount+ divulgou o instigante trailer oficial da 6ª temporada de ‘SEAL Team‘.

Composto por dez episódios, o novo ciclo tem estreia agendada para o dia 18 de setembro na plataforma de streaming.

Confira:

A série foi criada por Benjamin Cavell (‘The Stand’).

A trama segue as vidas de soldados de elite enquanto treinam, planejam e executam as missões mais perigosas e de alto risco que os Estados Unidos conseguem exigir.

David Boreanaz (‘Bones’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Max Thieriot, Neil Brown Jr., AJ Buckley e Toni Trucks.

Artes conceituais descartadas revelam quem seria o verdadeiro VILÃO de ‘Doutor Estranho 2’

Depois que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ foi lançado, o longa deixou muitas perguntas no ar… E ao que parece, o projeto foi bastante alterado após a saída do diretor Scott Derrickson e entrada de Sam Raimi.

Derrickson queria trazer o Pesadelo como vilão do filme, e algumas artes conceituais descartadas foram reveladas e mostram as cenografias da ‘Wendigo Forest‘, o Doutor Estranho visitando a casa do lago onde sua irmã (Donna Strange) morreu e enfrentando o Pesadelo!

Keanu Reeves (franquia John Wick) estava sendo cotado para dar vida ao vilão, que é um dos inimigos mais tradicionais do personagem-titular e se trata de um demônio interdimensional que se alimento do medo das pessoas durante o sono.

Confira:

 

Assista à nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

SUCESSO! ‘Top Gun: Maverick’ ultrapassa ‘Vingadores: Guerra Infinita’ nos EUA e é a 6ª maior bilheteria da história

Em seu 13º final de semana nas bilheterias dos EUA, ‘Top Gun: Maverick’ se manteve forte e quebrou mais um recorde. O filme já arrecadou US$ 679 milhões e ultrapassou os US$ 678.8 milhões de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, se tornando o 6º filme mais rentável da história no país.

Ao total, ‘Top Gun: Maverick‘ já arrecadou impressionantes US$ 1,38 bilhão.

O filme já arrecadou US$ 679 milhões nos EUA e US$ 704,2 milhões internacionalmente após 13 fins de semana.

Mundialmente, o filme ultrapassou ‘Pantera Negra‘ (US$ 1,347 bilhão), ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2‘ (US$ 1,342 bilhão) e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ (US$ 1,332 bilhão) e se tornou a 13ª maior bilheteria de todos os tempos.

Agora, o filme está atrás de ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (US$ 1,402 bilhão) e ‘Frozen II‘ (US$ 1,45 bilhão)

Vale lembrar que o longa também representa a maior arrecadação – doméstica, internacional e global – da carreira do astro Tom Cruise.

E aí, você já assistiu?

Confira a nossa crítica:

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris

‘Star Wars’: ‘Skeleton Crew’ fará parte do universo compartilhado com ‘O Mandaloriano’ e ‘Ahsoka’

Parece que o produtor Jon Favreau está fazendo com ‘Star Wars‘ o mesmo que fez com o MCU ao criar um universo compartilhado entre seus principais títulos.

Como já ficou claro ‘O Mandaloriano‘ tem ligações com ‘O Livro de Boba Fett e vindoura série da ‘Ahsoka‘, que também deu as caras na 2ª temporada da atração estrelada por Pedro Pascal.

E, durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, Favreau confirmou que ‘Skeleton Crew’, produção estrelada por Jude Law (‘Animais Fantásticos) também será ambientada no mesmo período dos títulos mencionados acima.

“Todos os programas em que trabalhamos – ‘O Mandaloriano’, ‘Ahsoka’, ‘O Livro de Boba Fette agora ‘Skeleton Crew‘ – todas elas existem no mesmo período. Todas elas são ambientadas após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘. Então, entre o ‘Episódio VI’ e o Episódio VII’, há 30 anos de histórias que ainda não foram exploradas, pelo menos na tela.”

Ele continuou, sugerindo uma possível encontro dos personagens de ‘Skeleton Crew‘ com o restante dos protagonistas.

“Há muito espaço para contarmos histórias, e há muitos personagens em jogo porque sabemos ‘quem’ está por perto durante esse período de tempo, então todos podem se conectar uma hora ou outra.”

Confira a entrevista:

Lembrando que as gravações ‘Eskeleton Crew‘, série baseada na saga ‘Star Wars, já foram iniciadas no Manhattan Beach Studios, localizado na Califórnia.

Além disso, ‘Eskeleton Crew‘ terá filmagens adicionais externas em Culver City e na Universidade da California, então é possível que imagens das gravações sejam divulgadas em breve.

Estrelada por Jude Law (‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’), a produção foi criada por Jon Watts e Chris Ford, o diretor e o roteirista de ‘Homem-Aranha: De Volta para Casa‘, respectivamente.

A trama se passa após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘, e é descrita como “uma versão intergaláctica dos filmes de aventura dos anos 80 da Amblin“, produtora responsável por sucessos como ‘E.T – O Extraterrestre‘ e ‘Os Goonies‘.

A estreia está prevista somente para 2023, na Disney+.

Eriberto Leão é um escritor em crise no trailer de ‘Maior que o Mundo’; Assista!

A Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer de ‘Maior que o Mundo‘, drama nacional estrelado por Eriberto Leão.

Confira:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Roberto Marquez é responsável pela direção.

Sofrendo de bloqueio criativo, Kbeto (Leão) é um escritor que vive atrás de inspiração para escrever seu segundo romance e dar continuidade a uma interrompida carreira literária. Ao encontrar um diário perdido, fica entusiasmado com a história do anão Altair e decide transcrever o manuscrito para vendê-lo como se fosse seu. O que ele não esperava é que não demoraria muito para o verdadeiro autor da história aparecer e o que parecia ser a solução da sua vida se tornar um problema ainda maior.

O elenco ainda inclui Luana Piovani, Maria Flor, Giovanni Venturini, Lucas Miagusuku, Carolina Miranda e Eduardo Parisi.

‘Obi-Wan Kenobi’: Ewan McGregor explica porque Leia foi o foco da série em vez de Luke

A trama da série dedicada ao ‘Obi-Wan Kenobi‘ acompanhou o velho mestre Jedi se aventurando para resgatar a pequena Leia (Vivien Lyra Blair) depois que ela se tornou alvo da Inquisidora Reva (Moses Ingram).

No entanto, os primeiros rascunhos do projeto dariam mais foco ao pequeno Luke (Grant Feely), que teve uma curta participação na série.

Durante sua participação na Fan Expo Boston, o protagonista Ewan McGregor comentou que:

“Quando a ideia era fazer uma trilogia de filmes, a trama seria sobre mim e Luke. Essa era a ideia inicial: Mostrar os dois se aventurando e enfrentando os perigos de Tatooine. Mas houve um momento genial em que todos pensaram: ‘Espere um minuto e se mudarmos o foco?'”

Ele acrescentou que achou a ideia genial porque o público já viu Kenobi e Luke juntos em ‘Uma Nova Esperança‘, e mostrar mais do passado de Leia seria uma experiência inédita.

“Acho que o mais legal da Disney e da Lucasfilm é que eles se importam em entregar novas experiências ao público. Eles realmente querem que você tenha uma experiência 100% inédita, então trazer mais foco à Leia foi a parte mais inteligente dessa série.”

Além disso, dar foco à Leia fez todo sentido, justificando porque a personagem tem tanta confiança em Kenobi em ‘Uma Nova Esperança‘. No filme, Luke também parece estar conhecendo o jedi mais a fundo, o que ficaria desconexo se ele já tivesse vivido uma aventura com Ob-Wan.

E aí, o que você achou da série?

Lembrando que todos os episódios já estão disponíveis na Disney+.

A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Confira o trailer:

Além de McGregor e Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.

O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’)  Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

Ator de ‘House of the Dragon’ explica como é ser um dornês em meio a tantos Targaryen

House of the Dragon‘ chega amanhã na HBO e vai acompanhar a dinastia Targaryen em seu auge, séculos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘.

Mas é claro que a trama também vai explorar personagens de outras casas, que vivem em regiões variadas de Westeros.

Um desses personagens é o dornês Criston Cole, vivido por Fabien Frankel.

Em entrevista para o Comic Book, o astro deu alguns detalhes sobre o personagem, explicando como é a vida de um dornês em meio a tantos Targaryen.

“Acho que o meu personagem é o único dornês que vemos no primeiro episódio. Daí você se pergunta: como ele se encaixa com a família Targaryen? Quem sabe? Eu acho que ele é um estranho desde o início porque ele parece diferente e o série me mostrou como os dorneses são mal falados e vistos pelo restante de Westeros. Eu estava conversando com uma mulher com quem trabalhei e ela estava dizendo que era assim que os irlandeses eram vistos na Inglaterra nos anos 50, 60, e antes disso eles não tinham nenhum respeito. Acho que a melhor definição para Criston é um forasteiro.”

Nos romances de George R.R. Martin, Cole tem um importante papel, tornando-se líder da Guarda Real em Pedra do Dragão.

Questionado sobre a possibilidade na adaptação, Frankel respondeu:

“Isso depende dos roteiristas. Tipo, acho que sim, quero dizer, bem, acho que a maioria de nós lê o livro e seria emocionante se isso acontecesse. Se não acontecer, tenho certeza de que eles criarão outras possibilidades tão incríveis como essa. Vamos ver, temos que acompanhar.”

De acordo com os críticos, ‘House of the Dragon‘ tem o potencial de repetir o sucesso das primeiras temporadas de ‘Game of Thrones‘, já que conquistou sólidos 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Das 104 críticas publicadas até o momento, apenas 24 são negativas.

Entre os principais comentários, os jornalistas garantem que a série deixa para trás a imagem manchada das últimas temporadas de GoT e consegue renovar o espírito imprevisível dos romances de George R.R. Martin.

Apesar disso, é preciso reconhecer que a trama não tem tanto impacto para o gênero quanto a original, como explica o crítico do The Film Yap.

Mesmo assim, ainda captura muito da magia e da glória da saga ambientada em Westeros.

Confira as principais avaliações:

“Quem se decepcionou com o final desgastado de ‘Game of Thrones ficará satisfeito que a empolgante pré-sequência começa com mulheres tomando sua própria liderança contra um patriarcado tóxico. E aqueles dragões voando sobre Westeros são espetaculares em todos os sentidos da palavra.” – ABC News.

“No meio do segundo episódio, em vez de relembrar sobre Starks e Lannisters, meu foco ficou totalmente fixo nos Targaryen. ‘House of the Dragon‘ pode nunca ser o próximo ‘Game of Thrones‘… Mas está prestes a sair da sombra da original.” – CNET.

“Esta é a ‘Game of Thrones‘ não adulterada em seus primeiros dias.” – News.com.

“Há muita coisa impressionante nos primeiros seis episódios, mas é tão seguro quanto aquela série com incestos, rios de sangue e representações horríveis de partos.” – The Hollywood Reporter.

“O melhor que qualquer nova série pode fazer é criar um mundo no qual os espectadores vão querer passar o tempo e, nesse sentido, ‘House of the Dragon‘ é perfeitamente bem-sucedida.” – Financial Times.

“Há muito o que elogiar nesta série, que conta uma nova história que ainda toca em temas familiares em um drama de sucessão em torno de Westeros, sem dar uma sensação de repetitividade.” – Variety.

“Dragões voando e cuspindo fogo lentamente em uma grandeza no final da era mostrada na série original. A série é grande, com grandes cenários, grandes lutas, grandes tragédias, grandes dragões.” – Entertainment Weekly.

E aí, você está ansioso?

Lembrando que a primeira temporada será composta por dez episódios.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Stranger Things’ é DESTRONADA da lista de séries mais assistidas por outro grande sucesso da Netflix

Que Stranger Things é um dos maiores sucessos da televisão contemporânea, não é nenhuma novidade. Afinal, a série criada pelos Irmãos Duffer alcançou o topo do ranking dos títulos mais assistidos na Netflix dos Estados Unidos por várias semanas – mas, agora, a obra foi destronada por outro grande sucesso da plataforma de streaming (via ComicBook.com).

Segundo dados da Nielsen Media Research, o aclamado drama romântico ‘Virgin River’ alcançou o primeiro lugar da lista dos mais assistidos na semana de 18 de julho a 24 de julho, com nada menos que 2.6 bilhões de minutos exibidos. Na mesma época, Stranger Things veio em segundo lugar, com quase 2.3 bilhões, seguido de perto pela ação ‘Agente Oculto’, em terceiro lugar, e pela primeira temporada de ‘Resident Evil’, em quarto.

E, durante um comunicado divulgado pelo Comic Book, o co-CEO Reed Hastings listou alguns títulos responsáveis por impedir que a queda de usuários da Netflix fosse maior.

Entre os títulos mencionados estão ‘Ozark‘, que teve novos episódios lançados em março, e Stranger Things‘, que teve a 4ª temporada dividida entre maio e julho.

“Analisando o último trimestre, estivemos servindo diverss conteúdos de qualidade. Tivemos ‘OzarkeStranger Things‘, entre outros títulos, que renderam muitas visualizações. Estamos melhorando tudo o que fazemos em torno do marketing, melhorando o serviço, o merchandising e você sabe que tudo isso compensa lentamente.”

Ele acrescentou:

“Mas se pudermos dar os crédito a uma única produção, escolheríamos ‘Stranger Things‘. Uma perda de quase 1 milhão de assinantes é menos dolorosa que perder 2 milhões, como estávamos prevendo, então nossa empolgação é ditada pelos resultados menos ruins.”

Lembrando que a Netflix continua sendo o maior serviço de streaming de vídeo do mundo, com quase 221 milhões de assinantes. Já para o terceiro trimestre de 2022, a companhia estima que conseguirá 1 milhão de novos usuários. De acordo com dados da consultoria Refinitiv, analistas de Wall Street esperavam uma previsão de 1,84 milhão de novos assinantes.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘Batgirl’: Incrível fan art traz Dylan O’Brien como Asa Noturna ao lado da heroína; Confira!

Já faz anos que os fãs do Asa Noturna fazem campanha para que Dylan O’Brien (‘Maze Runner’) seja escalado para uma versão live-action do herói.

E muitos torciam para que o astro assumisse o papel em futuras sequências da adaptação de ‘Batgirl‘.

No entanto, como o longa acabou sendo cancelado, a ideia está ainda mais longe de acontecer.

Mesmo assim, um usuário do Instagram compartilhou um fan art realista imaginando O’Brien caracterizado como o herói ao lado de Leslie Grace como a Batgirl.

Confira:

Após o cancelamento de Batgirl‘, Grace e os diretores Adil El Arbi e Billal Fallah (‘Bad Boys para Sempre’) lamentaram a decisão em tons cordiais, apesar do choque.

No entanto, nem todos os membros do elenco conseguiam manter uma postura educada.

Em uma declaração compartilhada pela IndieWire, um ator que não quis revelar sua identidade desabafou sobre o cancelamento e insultou David Zaslav, o atual presidente da Warner Bros. Discovery e responsável direto pela decisão.

“As múltiplas plataformas de streaming e suas vagas garantias parecem tudo menos seguras. Estou muito ofendido com o que aconteceu e me sinto péssimo pelos diretores e por Leslie Grace, que são maravilhosos com quem trabalhei, assim como todos os técnicos. Foi um desafio enorme e gratificante fazer este filme durante a pandemia e durante o clima frio de Glasgow. Mas nenhuma dessas coisas importa para um imbecil como David Zaslav. Sua covardia é de tirar o fôlego. Estou feliz por ter participado e desejo o melhor para todos os envolvidos – exceto os executivos da Warner Bros. Mas todos eles serão substituídos mais cedo ou mais tarde.”

Além de Grace, o elenco da adaptação ainda contaria com Brendan Fraser (Vagalume), Michael Keaton (Batman), J. K. Simmons (James Gordon), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

Até o momento, não está claro se a fala partiu de um dos astros principais ou de algum figurante ou dublê.

Apesar de alguns acreditarem que a narrativa escrita por Christina Hodson não tenha agradado os executivos do estúdio, isso não é verdade.

De acordo com a GQ, foi divulgado que a ideia não foi para frente porque sua escala e orçamento mais modestos não combinam com os planos para futuros filmes da DC Comics, que serão definidos como grandes eventos.

E isso significa que outros projetos de baixo custo que estão em desenvolvimento pelo estúdio podem ser congelados e consequentemente cancelados.

Isso porque a Warner Bros está passando por um período de mudanças e reviravoltas nos bastidores por conta da fusão com a Discovery.

Inclusive, vários executivos de alto nível deixaram a WarnerMedia devido à junção das marcas, incluindo o presidente Jason Kilar e o diretor de conteúdo da HBO Max, Andy Forssell.

A saída de Kilar reflete a intolerância dos executivos às ideias mal planejadas, já que o próprio Kilar admitiu que foi uma péssima estratégia lançar grandes produções no cinema e na HBO Max ao mesmo tempo, como ‘Godzilla vs Kong’ e ‘O Esquadrão Suicida‘.

E Zaslav já planeja dar um fim à HBO MAX e criar uma nova plataforma de streaming.

Mas, até lá, a Warner já está removendo diversos títulos do catálogo da HBO Max e não dará continuidade aos seus projetos originais.

Pelo visto, a atual estratégia de conteúdo do estúdio não envolve gastar grandes somas em recursos diretos para streaming, como era o caso de ‘Batgirl‘, que custou US$ 90 milhões.

Dados os relatórios recentes sobre as decisões de negócios da Warner Bros. Discovery, com a empresa supostamente procurando cortar US$ 3 bilhões do seu orçamento, isso explicaria os cancelamentos sem precedentes.

O estúdio já cortou a programação roteirizada nas redes a cabo TNT e TBS nos EUA, chegando a cancelar séries horas antes da estreia da temporada.

Ainda assim, a decisão de cancelar filmes de alto perfil no processo – incluindo uma tão esperada adaptação do universo DC – ainda é CHOCANTE.

‘Reservation Dogs’: Novos dramas no trailer LEGENDADO da 2ª temporada

O Star+ divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de ‘Reservation Dogs‘, aclamada série de comédia criada pelo Taika Waititi.

Confira:

Infelizmente, a produção ainda não possui previsão para chegar ao serviço de streaming no Brasil.

Na trama, quatro adolescentes indígenas da zona rural de Oklahoma, Estados Unidos, passam seus dias cometendo pequenos crimes e lutando contra quem entrar no seu caminho. Tudo isso para juntarem dinheiro suficiente para saírem do interior direto para a Califórnia.

A série foi criada por Sterlin Harjo e Waititi.

O elenco conta com Elva Guerra, Sarah Podemski, D’Pharaoh Woon-A-Tai, Devery Jacobs e Paulina Alexis.

‘Pais por Acidente’: Nova série latina do Disney+ ganha trailer ADORÁVEL; Confira!

O Disney+ divulgou o primeiro trailer da série latina ‘Pais por Acidente‘.

Confira:

A produção vai estrear oficialmente no dia 24 de agosto.

Apresentando as incríveis paisagens e a diversidade cultural do México, a história é centrada em California (Farah Justiani), uma jovem de treze anos que, no dia do aniversário, é presenteada com as chaves de uma van que foi enviada pela própria mãe, que deseja vê-la mais uma vez depois de seu desaparecimento inesperado.

Apesar das boas intenções de Itzel, Miguel (Jorge Blanco), Morgan (Michael Ronda) e Diego (Lalo Brito), pais adotivos de California, têm certos resguardos sobre o reencontro das duas, mas acabam mergulhando de cabeça nessa jornada hilária e emocionante.

Pato Safa Javier Colinas entram como diretores, com roteiro assinado por Ana Sofia Clerici. Vale lembrar que a primeira temporada terá dez episódios.

Crítica | 365 Dias Finais – Brochante, Trilogia Encerra Sem Fim e Sem Fazer Gozar

Definitivamente um dos filmes mais polêmicos da pandemia foi ‘365 Dias’, que trouxe a história de uma mulher que era sequestrada por um mafioso italiano que simplesmente cismou de estar apaixonado por ela, e, com o passar dos dias, ela foi se apaixonando por ele. O longa revoltou terapeutas, feministas e sexólogos do mundo inteiro. Então, veio a sequência, no início de 2022, intitulado ‘365 Dias: Hoje’, que basicamente não tinha história nenhuma e era um compiladão de cenas luxuosas de um pornô barato com sussurros abafados por música alta, e isso revoltou ainda mais o público, que aguardou para saber se a mocinha tinha sobrevivido ao acidente no penhasco. Agora, a Netflix lança a prometida parte final da trilogia, de nome ‘365 Dias Finais’, que, apesar do título, não traz um final para a saga.

Após sobreviver à tentativa de assassinato, Laura (Anna-Maria Sieklucka) volta a morar na mansão de Massimo (Michele Morrone), que a tem sob máxima vigilância com medo de que Nacho (Simone Susinna) reapareça e os dois iniciem uma guerra entre as famílias mafiosas da Itália. Só que tanto controle está sufocando Laura, que decide dar um tempo nisso tudo e se afastar com sua melhor amiga, Elena (Blanka Lipinska), para Portugal, focando em seu trabalho como estilista. Porém, afastar-se de tudo não é suficiente para Laura, que não consegue tirar da cabeça o tempo carinhoso que passou com Nacho, e, agora, ela deverá tomar uma decisão definitiva sobre com quem quer passar o resto de sua vida.

A coisa boa em ‘365 Dias Finais’ é que, ao contrário do seu antecessor, este filme tem história. Tá, ela até pode ser ruim, mas bem, há diálogos, cenas de interpretação, locações diferentes, tramas que querem ir para algum lugar etc. Parece bobagem, mas, em um projeto tão polêmico, há de se comemorar cada pequena vitória.

Apesar de ter história, o roteiro de Barbara Bialowas, Tomasz Mandes, Tomasz Klimala e Blanka Lipinska (aliás, o longa é baseado nos livros desta, que veio ao Brasil mês passado para a Bienal do Livro de São Paulo) realmente só se preocupa em inserir o enredo do livro em cenários luxuosos com tudo de bom e do melhor, numa tentativa de compensar na produção o que lhe falta em história. E tal qual nos filmes anteriores, também este abusa em determinados pontos. Dá a impressão de que os roteiristas têm uma boa ideia e decidem socá-la ao máximo na produção, repetindo-a até cansar. É assim que, neste, a maioria das cenas se dão ao pôr do sol, por exemplo, mesmo quando supostamente ainda era para ser de dia; e que Massimo se torna excessivamente babaca, só para tornar Nacho legal, tornando-se um grosseirão gratuito, abusador de drogas e degustador de mulheres como se fossem objetos; e a tal melhor amiga, Elena (que é, na real, interpretada pela autora do livro), mais do que um alívio cômico se torna uma bêbada chata e vexatosa, incapaz de entrar em cena sem derrubar coisas e fazer comentários idiotas. Por quê?

Ao menos a coisa toda, apesar de a história ser ruim, é bem dirigida por Barbara Bialowas e Tomasz Mandes, especialmente as (poucas) cenas de sexo, que incluem, ainda, um suposto ménage dos protagonistas e uma música bem similar à voz de Anitta na cena da praia; apesar de não constar nos créditos, a cantora brasileira postou foto com os bonitões no seu instagram.

Apesar da leve melhoria, ‘365 Dias Finais’ é brochante. Não traz um final para a saga sem pé nem cabeça dos personagens e relega ao espectador a escolha de Laura. Ou seja, é muito investimento para, no final, não fazer a gente gozar.

Crítica | Royalteen – Romance Teen Norueguês é um misto de ‘O Diário da Princesa’ com ‘Meninas Malvadas’

Aparentemente, no hemisfério norte é meio comum as pessoas irem para a escola ou para o trabalho e se depararem, de repente, com algum membro da realeza. Talvez porque ainda haja muitos países sob a monarquia pelas bandas de lá, e isso acaba se refletindo no audiovisual, seja em produções como ‘A Princesa e a Plebeia’, em que a gêmea da protagonista simplesmente esbarra com ela e decide trocar de lugar, ou como em ‘Tratamento de Realeza’, em que o príncipe decide cortar cabelo com uma cabeleireira comum de Nova York e se apaixona por ela. Se por séculos a realeza manteve uma fachada de pessoas distantes e inalcançáveis, hoje a ideia é justamente desconstruir isso e mostrá-los como seres comuns – e os filmes de romance têm ajudado muito nessa missão. Como a estreia ‘Royalteen’, romance adolescente norueguês que acaba de chegar na Netflix.

Lena (Ines Høysæter Asserson) é uma jovem que acaba de se mudar com sua família para Oslo, capital da Noruega. É seu primeiro dia de aula e sua mãe (Veslemøy Mørkrid) está superanimada porque a filha vai estudar na mesma sala que os príncipes herdeiros do trono. Para a surpresa de Lena o príncipe Kalle (Mathias Storhøi) não só demonstra ser simpático, mas parece interessado nela. Com o passar dos dias, Lena vai percebendo que seu coração também está balançando pelo herdeiro ao trono, mas isso passa a incomodar à princesa Margrethe (Elli Rhiannon Müller Osborne), que fará de tudo para separar dos dois e manter a segurança da coroa.

Com uma hora e quarenta, ‘Royalteen’ começa bem e se desenvolve bem, mas, no arco final da trama, a coisa toda parece rolar ladeira abaixo sem nada para se segurar. Baseado no livro de Randi Fuglehaug e de Anne Gunn Halvorsen, o roteiro de Ester Schartum-Hansen é centrado nessa protagonista que parece uma jovem com uma família comum, em uma vida comum, mas, de repente, o roteiro começa a inserir um bocado de informação e de background sinistro para uma personagem com quem o espectador deveria se conectar e por quem deveria torcer; sendo atropelados, de repente, com um tanto de ações questionáveis de Lena, começamos a duvidar se queremos mesmo que ela fique com o carismático príncipe, que é gente boa.

Parte dessa problemática deve ser atribuída também à direção de Per-Olav Sørensen e Emilie Beck, que constrói todo o enredo numa vibe romance teen para, do nada, transformar a coisa toda numa espécie de ‘Meninas Malvadas’ velada e encerrar sua trama com um final aberto, dando a entender que poderá haver continuação. Bom, o problema é que por mais de uma hora de projeção nada indica uma sequência, então, sermos surpreendidos de repente por um bocado de motivos e assuntos mal resolvidos parece uma forçada de barra para garantir mais filmes.

Apesar dessa ganância da produção, ‘Royalteen’ é um romance teen fofinho, com um príncipe adorável e que sai da mesmice das produções reais britânicas. Tal como aprendemos em Las Encinas, de ‘Élite’, misturar a plebe com a realeza desperta a inveja de muitas pessoas, mesmo na Noruega.