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‘A Maldição da Residência Hill’: T’Nia Miller e vários outros se juntam ao elenco da 2ª temporada

Foram divulgadas grandes novidades no elenco da 2ª temporada de ‘A Maldição da Residência Hill‘, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly‘.

T’Nia Miller, Rahul Kohli e Amelia Eve se juntam ao elenco do novo ciclo. E retorno de Catherine Parker também foi confirmado.

As crianças Benjamin AinsworthAmelie Smith irão interpretar Miles e Flora, respectivamente.

Vale lembrar que o retorno de Oliver Jackson-Cohen, Kate Siegel, Victoria PedrettiHenry Thomas já foi confirmado.

O diretor Mike Flanagan (‘Doutor Sono‘) retorna no comando do novo ciclo, que será baseado no livro de Henry James, chamado ‘A Outra Volta do Parafuso‘.

A história gira em torno de uma jovem governanta responsável por duas crianças convencida de que a remota casa em que mora é, na verdade, assombrada.

A nova temporada será lançada apenas em 2020.

‘Divirta-se com o Olaf’: Olaf apronta em novos episódios da websérie; Assista!

A Disney divulgou dois novos episódios da websérie ‘Divirta-se com o Olaf‘ (At Home with Olaf).

Confira:

Hyrum Osmond, diretor de animação dos longas-metragens em questão, é o criador. Ele também é conhecido por seu trabalho em ‘Moana – Um Mar de Aventuras’.

Vale lembrar que ‘Frozen 2’ arrecadou mais de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se a animação com a MAIOR bilheteria da história dos cinemas.

‘WandaVision’: Personagens se reúnem em novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

A série ‘WandaVision‘ ganhou um novo cartaz incrível, com todo o elenco principal reunido.

Confira, com o novo trailer:

Lembrando que o quinto capítulo será lançado no dia 5 de fevereiro.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘The Visitor’: Atriz de ‘Mortal Kombat’ estrelará novo terror da Blumhouse

De acordo com o Deadline, Jessica McNamee (‘Mortal Kombat’) estrelará o novo terror da Blumhouse, intitulado ‘The Visitor‘, que será lançado em parceria com o EPIX.

Finn Jones (‘Game of Thrones’) também estrelará a produção.

Justin P. Lange é responsável pela direção.

Após uma série de tragédias, incluindo a morte de seu sogro, Robert e sua esposa Maia deixam sua casa em Londres para voltar para a casa de sua infância. Porém, quando Robert descobre no sótão um velho retrato de um homem que é idêntico a ele, Robert faz de tudo para descobrir a identidade desse misterioso doppelganger conhecido apenas como “o visitante”. Não demora muito até que ele perceba que… para onde o visitante vai, a morte o segue.

O roteiro foi escrito pela dupla Adam MasonSimon Boyes.

Esse é o terceiro projeto fruto da parceira entre BlumhouseEPIX, seguindo ‘A House on the Bayou‘ e ‘American Refugee‘, que irão estrear oficialmente no dia 19 de novembro e 10 de dezembro, respectivamente.

Boa Sorte, Leo Grande

(Good Luck to You, Leo Grande)

 

Elenco:

Emma Thompson
Daryl McCormack
Isabella Laughland

 

Direção: Sophie Hyde

Gênero: Comédia

Duração: 97 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 28 de Julho de 2022

Sinopse: 

Depois de perder o marido, a professora aposentada Nancy Stokes resolve romper com seus tabus. Para se redescobrir, ela contrata o jovem Leo Grande, um profissional do sexo. E a história se desenrola quando Nancy revela nunca ter tido um orgasmo ou uma relação íntima com prazer, pois seu casamento era estável, mas chato e sem emoção.

Crítica | Boa Sorte, Leo Grande – Emma Thompson desperdiça seu talento em comédia com premissa sex-positive

Curiosidades: 

» O roteiro foi assinado por Katy Brand, de ‘Glued‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Ruby Marinho: Monstro Adolescente

(Ruby Gillman: Teenage Kraken)

 

Elenco:

Lana Condor
Jane Fonda
Toni Collette
Annie Murphy

 

Direção: Kirk DeMicco, Faryn Pearl

Gênero: Animação

Duração: 90 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 70 milhões

Estreia: 29 de Junho de 2023

Sinopse: 

A doce e desajeitada Ruby Marinho, de 16 anos está desesperada para se encaixar na Oceanside High, mas na maioria das vezes ela se sente invisível. Ela está impedida de sair para a praia porque sua supermãe superprotetora a proíbe de entrar na água. Mas quando ela quebra a regra, Ruby descobre que ela é descendente direta das rainhas guerreiras Kraken e está destinada a herdar o trono de sua avó comandante, a Rainha Guerreira dos Sete Mares. O Kraken jurou proteger os oceanos do mundo contra as sereias vaidosas e famintas por poder que lutam com o Kraken há eras. Há um grande e imediato problema com isso: a nova garota bonita e popular da escola, Chelsea por acaso é uma sereia. Em última análise, Ruby precisará abraçar quem ela é e se esforçar para proteger aqueles que ela mais ama.

Crítica | ‘Ruby Marinho’ é uma animação óbvia demais em todos os aspectos (Nota: 3.0)

Entrevistas:

Curiosidades: 

» Do mesmo diretor de ‘Os Croods‘ (2013);

» Além de dirigir, Kirk DeMicco também assina o roteiro ao lado de Pam Brady;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Cara da Piscina

(Poolman)

Elenco:

Chris Pine
Annette Bening
Danny DeVito

Direção: Chris Pine

Gênero: Comédia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 6 de Junho de 2024

Sinopse: 

Darren Barrenman é um homem que passa seus dias cuidando da piscina do conjunto residencial Tahitian Tiki, em Los Angeles. Quando descobre uma curiosa conspiração, ele fará o que pode para proteger a cidade que tanto gosta.

Curiosidades: 

» Além de dirigir e estrelar, Chris Pine também assina o roteiro ao lado de Ian Gotler;

» Este longa marcará a estreia diretorial de Chris Pine;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Anthony Mackie enfrenta mundo pós-apocalíptico no novo trailer LEGENDADO de ‘A Linha da Extinção’

O thriller de ficção científica ‘A Linha da Extinção‘ (Elevation), estrelado por Anthony Mackie (‘Capitão América 4’) e Morena Baccarin (‘Deadpool’), ganhou um novo trailer legendado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de novembro, pela Paris Filmes.

George Nolfi (‘Os Agentes do Destino’) é responsável pela direção.

Ambientada em um mundo pós-apocalíptico, a trama segue um pai solteiro e duas mulheres saem da segurança de suas casas para enfrentar criaturas monstruosas e salvar a vida de um menino.

Maddie Hasson (‘Maligno’) completa o elenco.

Atriz de ‘Logan’ estrelará ‘Whistle’, novo TERROR do diretor de ‘A Freira’

De acordo com o Bloody Disgusting, Dafne Keen (‘Logan’) será a protagonista de ‘Whistle‘, novo terror do diretor Corin Hardy (‘A Freira’).

O elenco ainda contará com Sophie Nélisse (‘Yellowjackets’), Sky Yang (‘Rebel Moon’), Percy Hynes White (‘Wandinha’) e Nick Frost (‘Todo Mundo Quase Morto’).

Na trama…

“Um grupo de estudantes desajustados do ensino médio encontra um objeto amaldiçoado, um antigo Apito da Morte Asteca. Eles descobrem que, ao soprar o apito e libertar seu som aterrorizante, invocam suas futuras mortes. À medida que a contagem de corpos aumenta, os amigos investigam as origens do artefato mortal em um esforço desesperado para deter a terrível cadeia de eventos que eles mesmos desencadearam.”

Confira a 1ª imagem oficial e siga o CinePOP no Youtube:

O longa recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade. O terror foi classificado pelo MPAA por “violência extrema, gore, conteúdo com drogas e linguagem”.

Owen Egerton (‘Festival Sangrento’) assina o roteiro, adaptado de seu próprio conto.

Timidez

(Timidez)

 

Elenco:

Dan Ferreira
Antônio Marcelo
Evana Jeyssan

 

Direção: Thiago Gomes Rosa, Susan Kalik

Gênero: Drama

Duração: 83 min.

Distribuidora: O2 Play

Orçamento: R$ — milhões

Estreia:

Sinopse: 

Em TIMIDEZ, Jonas divide a casa com Nestor, seu irmão cego, encontrando ao mesmo tempo amparo e prisão. Sob o silêncio de memórias que o adoecem, Jonas alimenta em segredo o afeto pela vizinha Lúcia. Os dois combinam um jantar e Jonas precisa confrontar os fantasmas que o impedem de se reconhecer digno de amor.

Curiosidades: 

‘Timidez’: Suspense nacional ganha trailer; Confira!

» O longa é baseado aclamado texto teatral baiano “O Cego e o Louco”, de Cláudia Barral, espetáculo de grande relevância que é remontado no Brasil há 25 anos;

» Além de codirigir, Susan Kalik também assina o roteiro da adaptação ao lado de Barral e Marcos Barbosa;

» A produção baiana foi o grande destaque do 16º Festival de Cinema de Triunfo, conquistando seis prêmios e uma menção honrosa do júri popular;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Trust’: Brendan Fraser e Hilary Swank vão estrelar nova série de Danny Boyle

O novo acréscimo ao elenco da minissérie ‘Trust‘, do cineasta Danny Boyle, é o veterano Brendan Fraser.

Na trama, o ator viverá James Fletcher Chace, o excêntrico investigador particular contratado pelo magnata J. Paul Getty.

Hilary Swank interpretará Gail Getty, a mãe do jovem milionário sequestrado que está desesperada para recuperar seu filho. Apesar da grande fortuna existente na família de seu ex-marido, seu conturbado divórcio acaba forçando-a pagar pelo resgate do rapaz, embora não tenha nenhum recurso para isso.

Já o consagrado ator Donald Sutherland viverá seu sogro, o magnata J. Paul Getty.

O novo projeto vai relatar a história de John Paul Getty III, que foi sequestrado, mas teve seu resgate negado pelo próprio avô, o magnata J. Paul Getty.

A primeira temporada de ‘Trust’ terá 10 episódios, que se passarão em 1973, quando o jovem Getty foi sequestrado em Roma. De acordo com a Variety, a série abordará o tumultuado sequestro, os horrores enfrentados pelo herdeiro e o abandono por parte do pai, viciado em heroína, e do avô, que não acreditou em toda a situação e pensou que tudo não passava de um trote do próprio neto para conseguir mais dinheiro.

Além de dirigir, Danny Boyle assume como produtor executivo de ‘Trust’, ao lado de Christian Colson e Simon Beaufoy, que também assina o roteiro da série. A produção está sendo desenvolvida pelo canal FX.

 

 

Reboot ‘O Predador’ ganha vídeo direto do set de filmagens; Assista!

As filmagens de ‘O Predador‘ seguem a todo vapor e o astro Sterlinh K. Brown compartilhou um vídeo direto do set de filmagens, através de sua conta oficial do Instagram.

Confira:

#ThePredator coming in September! ✊🏿

Uma publicação compartilhada por Sterling Brown (@sterlingkbrown) em


Agendado para chegar aos cinemas em agosto, o reboot de ‘O Predador‘ foi adiado para setembro. Na época, foi especulado que o adiamento se daria por causa de filmagens adicionais, e o roteirista, Fred Dekker, confirmou recentemente nas redes sociais.

Segundo Dekker, “alguns retoques” começaram em Vancouver essa semana. O roteirista também fez questão de destacar que “sim, um teaser trailer chegará em breve.”

O Predador será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.

Shane Black é o diretor e o elenco conta com Boyd Holbrook (‘Logan’), Olivia Munn (‘X-Men: Apocalypse’), Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’) e Kyle Strauts.

O Predador estreia em 14 de setembro de 2018 nos EUA. Ainda sem data definida para o Brasil.

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Globo de Ouro cancela contrato com a Fiji, mas ‘Garota da Água’ vira sensação

A festa do Globo de Ouro foi boa e repleta de personalidades do ramo cinematográfico. Mas quem realmente roubou a cena foi a “Garota da Água”, com sua bandeja repleta de garrafinhas da caríssima marca Fiji, uma das empresas patrocinadoras do evento.

Fotobombando os artistas que percorriam o tapete vermelho do evento, a jovem de vestido azul não mediu esforços para ser discreta e acabou comprometendo uma série de fotos de celebridades. Virando sensação na internet, a modelo até virou meme, o que não pegou nada bem para a marca e seu relacionamento com a aclamada premiação.

E após várias especulações, a crítica de cinema e membro da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (responsável pela organização do Globo de Ouro), Ana Maria Bahiana, falou sobre o caso, revelando o que de fato aconteceu.

Por meio de uma publicação em sua conta oficial do Facebook, ela compartilhou que a estratégia do photo bomb foi, de fato, da própria Fiji – o que resultou na reincidência do contrato com a marca:

“A parada da moça da água (que eu nem posso dizer o nome, agora) ficou complexa. Pelo que aprendi nas últimas horas, foi armação da marca, que obviamente a moça topou de cara. Ela conseguiu o que queria, mas a marca se deu mal, pelo menos com os Golden Globes e com várias celebridades que ela fotobombou. Os Globes estão rescindindo o contrato com a marca (era um dos patrocinadores) e os agentes e divulgadores das estrelas estão exigindo a remoção das fotos da mídia e das redes sociais. A star is born?”

Embora as coisas não tenham ficado um tanto tumultuadas  para a Fiji, a “Garota da Água”, Kelleth Cuthbert, viu seu rosto percorrer o mundo em imagens, memes e muitas piadas, que lhe renderam uma fama meteórica. Sendo convidada para talk shows e programas de rádio, ela ainda continuou divulgando a própria marca de água, trajando o mesmo vestido azul que ajudou a lhe render o sucesso instantâneo.

De anônima à pseudo celebridade

A Airfluencers, empresa de marketing de influência, analisou 26 mil posts no Twitter do Brasil relacionados ao Globo de Ouro, no período de 04 a 09 de janeiro. Um dos pontos levantados é que a hashtag oficial #goldenglobes foi a mais citada, alcançando 2.626 mil menções.

No período relacionado, a Airfluencers detectou que quem ganhou os holofotes no tapete vermelho foi a “Garota da Água”, Kelleth Cuthbert. A modelo, que entregava garrafas de água para as celebridades, não perdeu um clique, aparecendo em grande parte das fotos da premiação. Para se ter uma ideia da dimensão, o tweet do perfil Thiago (@manilegion), um dos primeiros a publicar sobre a moça, recebeu 29.308 retweets, 82.003 mil curtidas e 1,4 mil comentários.

Com a repercussão, o perfil digital de Kelleth (@kellethcuthbert) bombou. No Instagram, sua foto publicada no sábado (05), recebeu 9.393 mil curtidas e 72 comentários. A imagem dela no tapete vermelho, publicada no domingo (06), após suas aparições nas fotos, recebeu 131.943 mil curtidas e nada menos que 5.374 comentários. Em dois dias de publicação, seu perfil cresceu, em curtidas, 1.504%. Hoje, a modelo possui 207 mil seguidores.

Nesse contexto, a marca Fijiwater, responsável pela contratação da modelo, não perdeu tempo e está utilizando da influência do ‘meme’ em seu perfil no Instagram. O post com o mosaico de fotos dos artistas, mostrando Kelleth ao fundo, postada no dia 07, recebeu 19.873 mil curtidas e 708 comentários, enquanto sua última publicação, anterior a premiação, obteve 2.297 mil curtidas e 72 comentários. Um crescimento de 965% em curtidas.

Também no Instagram, o volume de postagens com a #goldenglobes é bastante relevante, inclusive pelo visual do prêmio. Até o dia 09 de janeiro foram publicadas 899.608 mil postagens referentes à premiação.

‘Brooklyn Nine-Nine’: Jake e Amy tentam engravidar em hilária cena divulgada; Assista!

A sétima temporada da aclamada série cômica ‘Brooklyn Nine-Nine‘ continua em exibição e uma nova e hilária cena do sexto capítulo foi divulgada e traz os personagens Jake e Amy tentando engravidar.

Confira:

Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.

Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.

O elenco inclui Andy Samberg, Andre Braugher, Stephanie Beatriz, Terry Crews, Melissa Fumero, Joe Lo Truglio, Chelsea Peretti, Dirk Blocker e Joel McKinnon Miller.

‘Superman & Lois’ ganha novo cartaz com os filhos do casal em destaque; Confira!

A nova série do Arrowverse, ‘Superman & Lois‘, promete mostrar um lado bem diferente do herói Superman, mostrando os contrastes da sua vida como um justiceiro, à medida em que ele tenta equilibrar a paternidade e seu casamento com a jornalista Lois Lane.

E a produção ganhou um novo e belo cartaz oficial, que além de trazer a sua clássica fazenda em destaque, nos apresenta ainda aos filhos do casal homônimo, Jonathan (Jordan Elsass) and Jordan (Alexander Garfin).

Confira, com o trailer:

A série irá estrear no dia 23 de fevereiro, em um especial de duas horas.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

“Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje. Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.”

Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’) estrelam. O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

‘Twenty-Five Twenty-One’: Novo dorama da Netflix ganha apaixonante teaser oficial; Assista!

Os dorameiros de plantão podem comemorar, pois a Netflix continua investindo em novas produções coreanas.

E o seu vindouro dorama ‘Twenty-Five Twenty-One‘ ganhou um apaixonante teaser oficial, que apresenta ao público uma história de amor diferente e que atravessou o tempo.

Assista:

A trama acontece de 1998 a 2021. Em 1998, em um mundo que parece à beira do desastre, duas pessoas com 22 e 18 anos se encontram pela primeira vez, mas acabam se machucando aos 23 e 19 anos. Aos 24 e 20 anos, eles aprendem a confiar um no outro e, aos 25 e 21 anos, começam a se apaixonar.

Na Hee-do, Baek Yi-jin, Go Yu-rim, Moon Ji-woong e Ji Seung-wan estrelam a produção.

A 1ª temporada da série contará com 16 episódios, que começam a ser exibidos no dia 12 de fevereiro de 2022.

Rio2C | Coletiva de imprensa com Charlie Brooker e Annabel Jones, criador e produtores de Black Mirror

Entre os dias 23 e 28 de abril aconteceu, na Cidade das Artes, localizado na Barra da Tijuca, a Rio Creative Conferente, conhecida como Rio2C. Durante o evento o criador e produtores da série de sucesso Black Mirror, Charlie Brooker (Dead Set) e Annabel Jones (Cunk on Britain), realizaram uma palestra em que falaram sobre a criação da série, o filme Bandersnatch, o que acreditam ser uma inovação no universo audiovisual, entre outros assuntos, para em seguida conversar um pouco com a imprensa.

O CinePOP esteve presente na coletiva de imprensa e eu, Karolen Passos, fiz uma pergunta para os mesmos sobre como Bandersnatch foi e continua sendo uma inovação para o entretenimento em streaming. Portanto, será que os fãs podem esperar outro filme ou episódio interativo de Black Mirror?

“Quando estávamos fazendo Bandersnatch, por muitas vezes, olhamos um para o outro e dissemos: nós nunca faremos isso de novo. E acho que, eu não fiz o milagre de parir uma criança, mas entendo que é doloroso. E ainda sim, as pessoas esquecem quão horrível foi e querem outro filho. Então, ao final de Bandersnatch, eu disse: ‘oh, eu tenho uma outra ideia que podemos fazer’. Portanto, podemos fazer isso. Mas temos outras histórias que chegarão que chamamos de tradicionais, porque histórias regulares são histórias que as pessoas ainda querem.”, disse Brooker. Enquanto Annabel respondeu, “Eu esqueci a dor do parto, mas não esqueci a dor de Bandersnatch. Mas acredito que se tivermos uma ideia que poderia ser ajustada/melhorada com interatividade, então, nós revisitaríamos. Mas precisamos realmente possuir o direito de usar interatividade para contar a história.”

Os dois estavam muito confortáveis e também comentaram a respeito da construção de um roteiro. O criador disse que o primeiro rascunho, na maioria das vezes, será horrível, mas está tudo bem, enquanto a produtora falou para não desistir. Quando questionados sobre a dificuldade de estar fora do universo digital e se isso sequer existe, Charlie contou sobre o fato de que costumava ser um fumante muito viciado, que chegava a fumar dentro do banho, “(…) costumava acordar e a primeira coisa que pegava eram os cigarros, antes de abrir meus olhos, e agora faço isso com meu celular. Então, é muito difícil não ser seduzido por esses aparelhos tecnológicos. Em algum nível, achamos isso (celulares) mais interessantes que o mundo real”.Jones, “É difícil quando se tem diversos aparelhos que envolvem te ajudar com tudo na vida. Alarme, relógio, tudo. Está interligado com cada minuto do nosso dia. Então, se você ficar longe tornará sua vida mais difícil”, e completou “Tudo está mudando tão rápido e a tecnologia está em nossas vidas tão recentemente que ainda estamos aprendendo a ter um relacionamento com isso, então, acredito que todos ainda precisam encontrar seu equilíbrio pessoal e acho irônico que agora nossos celulares nos dizem para coloca-los de lado.”

Em relação a utilização de avatares de pessoas no futuro, como no episódio ‘USS Callister’, o primeiro da quarta temporada, Brooker disse acreditar que já vivemos neste futuro, afinal, todos possuem um personagem que interpretam nas redes sociais, que é como uma espécie de jogo baseado em adquirir seguidores e curtidas. Já Annabel brincou falando que acredita sim e se fossem eles fazendo a coletiva de imprensa seria muito melhor. No quesito cineastas, filmes e videogames que os inspiraram para criar Black Mirror, o criador disse Twilight Zone foi uma grande inspiração para a série, além de tudo. Porque quanto mais eu lia sobre The Twilight Zone, mais eu ficava interessado no criador daquela série. Porque ele queria escrever sobre coisas que não era permitido falar sobre na TV nos 1950 e 1960 como racismo, etc. E achei isso fascinante, porque se fizéssemos essa série agora do que falaríamos e tecnologia foi a resposta.”

Sobre o processo de produção e quanto tempo leva da primeira ideia até o produto finalizado, “Depende da ideia. Às vezes, a ideia vem rápido e o roteiro também segue esse ritmo. Tendo a escrever bem rápido quando sei qual será o final. E às vezes, fico preso por anos e preciso colocar o roteiro de lado por meses. Então, depende muito. Bandersnatch levou muito tempo até levarmos para a tela da primeira ideia até a conclusão.”, disse Charlie Brooker ao que Annabel concluiu, “como fazemos para a TV não é o mesmo que um filme que se tem um ano, até dois anos para desenvolver, muitos rascunhos, os planos do diretor, treinamento dos atores, etc, não temos esse luxo. Uma vez que começamos, é isso, temos que continuar, por isso é tão difícil de fazer.”

A coletiva durou cerca de vinte minutos, e ambos foram muito simpáticos e, por vezes, brincalhões com a imprensa que se encontrava presente. A quinta temporada de Black Mirror ainda não possui uma data certa para estrear.

‘Shazam!’: Zachary Levi conta como engordou 10 quilos em um mês para o papel

O ator e protagonista de ‘Shazam!’, Zachary Levi, revelou ao Collider como engordou 10 quilos em um mês com uma dieta de 3.700 calorias para o viver o herói. Atualmente pesando 100 quilos, ainda revela que é a própria Warner que cuida da sua comida, que se baseia em óleo de peixe e Omega 3:

“Eu estou com 100 quilos. Antes de receber o papel tinha 90, sempre pesei 90 em minha vida adulta. Eles que entregam minha comida, faz parte do trabalho. Eles tem sido muito bons comigo neste quesito”

Recentemente, o diretor David F. Sandberg anunciou que as filmagens começaram, e divulgou as primeiras imagens dos bastidores.

Este será o próximo filme da DC após ‘Aquaman’.

Confira:

Let’s go!⚡️

Uma publicação compartilhada por David F. Sandberg (@ponysmasher) em

O novo filme da DC é dirigido por David F. Sandberg. Com Asher Angel, Zachary Levi, Jack Dylan Grazer, Grace Fulton, Lotta Losten, Ron Cephas Jones, Cooper Andrews Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

‘Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.

O Paciente – O Caso Tancredo Neves

Elenco:

Othon Bastos

Esther Góes

Leonardo Medeiros

Direção: Sergio Rezende

Gênero: Biografia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Downtown/Paris

Orçamento: R$ 8 milhões

Estreia: 13 de Setembro de 2018

Sinopse:

Os últimos dias da vida de Tancredo Neves, o primeiro presidente civil, eleito pelo colégio eleitoral no Congresso Nacional, depois da ditadura militar. Toda a expectativa da população brasileira e a doença de Tancredo, que depois de 39 dias de internação, morreu no dia 21 de abril de 1985, nunca sendo empossado.

Crítica | O Paciente – O Caso Tancredo Neves – Um drama médico envolvente (Nota: 7.0)

Entrevista Othon Bastos:

Curiosidades:

» —

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

‘Ms. Marvel’ | Primeiro trailer confirma POLÊMICA sobre a personagem

Diferentemente de suas outras produções, que costumam criar um hype até para lançamento de trailers, o primeiro trailer oficial de Ms. Marvel chegou ontem à internet meio de surpresa, e logo dividiu opiniões dentre os fãs.

Apesar de contar com muitos elementos retirados diretamente dos quadrinhos, principalmente no que envolve o núcleo de coadjuvantes da jovem Kamala Khan (Iman Vellani), o trailer confirmou um temor antigo dos fãs acerca de uma mudança importante num dos aspectos mais marcantes da personagem: seus poderes.

Criada em agosto de 2013, Kamala foi concebida como uma pré-adolescente de Nova Jersey que amava fazer fanfics, era fanática por super-heróis e sofria bullying, principalmente por conta de sua descendência paquistanesa. Esses aspectos fizeram dela um verdadeiro sucesso entre a juventude da época e só ganhou mais fãs conforme foi desenvolvendo sua jornada de super-heroína.

Nos quadrinhos, ela ganha seus poderes após entrar em contato com uma Névoa Terrígena, uma fumaça liberada pelos cristais terrígenos que não afetam as pessoas que não tenham gene inumano. No caso de Kamala, que tinha genes Inumanos adormecidos, ela ganhou a capacidade de esticar seu corpo e alterar completamente sua aparência. Assustada, ela acaba assumindo a aparência de sua super-heroína favorita, a Capitã Marvel, e assim começa sua vida no mundo dos heróis.

Com o tempo, ela vai conhecendo e interagindo com seus ídolos, mas mesmo sendo capaz de coisas fantásticas, a menina segue com as inseguranças normais da idade. Nesse ponto, as mudanças corporais e todas as bizarrices pelas quais o corpo passa nessa idade são representadas nos próprios poderes da Ms. Marvel. Uma das coisas mais legais da personagem nos quadrinhos é como sua jornada de aceitação como super-heroína e como pessoa caminham lado a lado, fazendo analogias incríveis. É estranho ver a Kamala com essas mãozonas? É, mas tudo bem. Crescer é estranho. Faz parte.

Na série, porém, seus poderes de expansão e transformação corporal parecem ter sido deixados de lado. O boato de que Kamala teria novas habilidades surgiram em 2021, quando o diretor da produção, Bilall Fallah, compartilhou a primeira arte conceitual da protagonista, que mostrava ela com seu uniforme e com o punho envolvido por um tipo de energia roxa.

Na época, que coincidiu com os anúncios do novo Quarteto Fantástico, os fãs especularam que tal mudança seria para evitar confusões com Reed Richards, o Senhor Fantástico, que tem os poderes elásticos como uma de suas marcas registradas. Porém, até que ponto isso faria algum tipo de sentido? Porque ter personagens com poderes parecidos nunca foi um problema no MCU. Caso contrário, o Máquina de Combate (Don Cheadle), o Soldado Invernal (Sebastian Stan) e A Poderosa Thor (Natalie Portman) jamais deveriam aparecer nos filmes e séries.

Pelo que indica o trailer, seus poderes agora virão de braceletes que expelem uma energia roxa capaz de criar armas de impacto, mais ou menos como o anel do Lanterna Verde. Ainda não se sabe se a origem inumana da personagem será mantida, já que os personagens chegaram a ser introduzidos no MCU em uma época na qual os X-Men pareciam um sonho distante. Para piorar, a série Inumanos foi um fracasso tão grande, que nem faz mais parte do cânone do Universo Cinematográfico Marvel.

Ou seja, existe a possibilidade que essa mudança de poderes esteja ligada a um possível apagamento da franquia desse universo. Por outro lado, pode ser que eles mantenham a origem inumana da personagem e só esteja usando essa primeira temporada como um teste de aceitação da Kamala. Dessa forma, talvez justifiquem esse bracelete como um canalizador dos poderes inumanos da personagem, uma herança de família para controlar suas habilidades até que ela saiba como usar plenamente seus novos poderes. É possível.

Fato é que essa primeira impressão deixada pelo trailer não foi exatamente positiva para todo mundo. Não só porque os poderes, parte importante de sua personalidade, aparentemente foram mudados, mas também pelo clima da série, que parece tentar replicar aquela trama batida de filme adolescente dos anos 80, tipo A Vingança dos Nerds.

Isso porque outra parte importante da personagem nas HQs é sua representatividade. Sua origem e tradições paquistanesas são parte fundamental de Kamala Khan, que é mais alvo de bullying pelo preconceito do que por seus gostos adolescentes. No trailer, ele aparece sendo alvo de piadas por ser nerd, por usas camisas de heróis. Apesar de ser engraçadinho, preocupou os fãs. Será um tiro no pé se trocarem a dificuldade de aceitação por conta do preconceito por um simples bullying de “nerdices”. Há também uma preocupação de que a religiosidade da personagem não seja tratada de forma respeitosa, funcionando quase como um empecilho para a jornada de Kamala Khan na série.

Seja como for, por enquanto, isso é quase tudo especulação. Então, vale esperar até 8 de junho de 2022, quando a série começará a ser exibida no Disney+.

Crítica | Lov3 – Série Nacional da Prime Video enfoca as Múltiplas Formas de Amar

Como diria Bauman, vivemos tempos de amores líquidos. O que basicamente significa que as relações interpessoais entre os seres humanos não se solidificam mais, e, portanto, tendem a se dissolver, cansar, até mesmo se destruir com o passar do tempo e a perda de interesse. É uma característica da tal modernidade, em que tudo é descartável, inclusive as pessoas. Agora, imagina ser jovem, cheio de hormônio, carregado de potencial e crescer num mundo assim, tão irrelevante. Dessa angústia surge a série nacional ‘Lov3’, que chega essa semana aos assinantes da Prime Video no Brasil.

Sofia (Bella Camero), Beto (João Oliveira) e Ana (Elen Cunha) são irmãos, sendo que os dois primeiros são gêmeos e a última é a mais velha, recém-separada do marido e que decidiu ir morar com os irmãos na casa onde cresceram, mas sem contar para os pais. Quando Fausto (Donizeti Mazonas) e Baby (Chris Couto) aparecem sem avisar os filhos e comunicam que eles estão se separando, os três ficam sem chão. Mais ainda: Baby lhes dá dez dias para desocuparem o apartamento e tomarem rumo na vida, que ela irá utilizar o imóvel. Começa aí o desespero dos três: como arranjar dinheiro para pagar o aluguel à mãe? Ou seria melhor se independer do ninho e procurar a própria sorte com o próprio esforço?

Dividido em seis episódios de cerca de trinta minutos cada, a série ‘Lov3’ é claramente voltada para seu público específico: a juventude classe média urbana que, entediada com seu próprio privilégio, busca alívio das suas angústias de maneira incansável e exploratória. E, no caso, os protagonistas de ‘Lov3’ encontram esse alívio no sexo – ou, mais especificamente, na busca e no encontro das múltiplas possibilidades de amar. Essa é a solução de seus problemas.

Criado por Rita Moraes e Felipe Braga, um dos acertos da série é dialogar abertamente sobre a abertura amorosa que os tempos 00 trouxeram para a sociedade, com relacionamentos não monogâmicos, não heteronormativos e plurais. É onde os protagonistas querem encontrar as soluções de suas inquietações – Ana e seu casamento aberto; Sofia e o casal trisal; Beto e o amor gay. Porém, o roteiro de Rafael Lessa vai construindo esses personagens de maneira bem birrenta, especialmente Sofia, que se autointitula a dona da casa. Talvez a direção de Gustavo Bonafé (do filme e da série ‘O Doutrinador’) e Mariana Youssef tenha deixado passar em demasia o jeito mandão dessa protagonista, tornando-a uma mala mimada. Dos três irmãos, o mais simpático é Beto, que, com toda a sua insegurança, tem a jornada mais adorável de se acompanhar.

Estreando em plenas férias escolares da garotada jovem adulta, ‘Lov3’ é uma série nacional bem-produzida, que dialoga com um determinado nicho da população brasileira. Com muito sexo, pegação em grupo e personagens pouco carismáticos, é uma produção para debater a abertura de leque dos relacionamentos humanos nos tempos atuais tendo em vista as construções para o futuro, e tentar entender como a juventude urbana está buscando interagir, inclusive com os pais e familiares, que, sem jeito de como abordar essa galerinha espírito livre, acaba se afastando. Vale como ferramenta de debate.

‘Shazam!’: Herói aprende a voar em novo clipe; Confira

Shazam!’ ganhou um novo clipe no qual mostra o herói aprendendo a voar.

Confira:

As primeiras reações de ‘Shazam!‘ já estão entre nós, e parece que o longa agradou bastante os críticos. Com 47 críticas registradas, o filme alcançou 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que a produção traz uma mistura natural de humor e emoção, sendo um filme de super-heróis que nunca esquece o poder real do gênero: a realização de um desejo alegre.

Separamos trechos das principais críticas para vocês:

The Wrap:

“O longa captura a combinação dos quadrinhos originais com heroísmo ventoso e uma trama maluca, transferindo-a da década de 40 para a era moderna com grande habilidade.”

Guardian:

“Flutuante e despretensioso, ‘Shazam!’ tem objetivos baixos e, em sua maioria, bem-sucedidos. Uma brincadeira divertida para crianças, alimentada com energia suficiente para manter seu público-alvo envolvido com um conceito central divertido, que funciona como um cruzamento entre Big e Superman.”

EW:

“Sempre que [Zachary] Levi está na tela, impressionado com seu novo físico adulto (seus músculos parecem ter músculos) e chocado com seus poderes recém-descobertos, o filme realmente acerta.”

We Got This Covered:

“Shazam! é a palavra mágica no que diz respeito a estabilidade do Universo da DC, já que David Sandberg prova que os super-heróis da Warner podem ser engraçados, cheios de coração e eletrificados com muita ação – tudo isso ao mesmo tempo.”

AV Club:

“O que muitas vezes é a parte mais comercial de uma história de origem de super-heróis – estabelecendo os poderes do herói –, acaba se tornando a parte mais divertida de ‘Shazam!’, carregada pelo encanto inquietante e infantil de [Zachary] Levi.”

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary Levi, Asher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan Grazer, Grace Fulton, Lotta Losten, Ron Cephas Jones, Cooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril.

Crítica de Álbum | Lana Del Rey nos convida para uma inebriante experiência musical em ‘Norman Fucking Rockwell!’

Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada ‘Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

Como se não bastasse, o sexto álbum de estúdio da cantora não se isola em uma investida completamente original e faz ótimo uso da discografia antecessora. Não é surpresa, pois, que a produção retome construções de ‘Honeymoon’, ‘Born to Die’ e até mesmo ‘Ultraviolence’ (em uma perspectiva bem mais sutil, é claro), dando vida a um delicioso compilado que, apesar das longas faixas (como “Venice Bitch”, que se desenrola em mais de nove minutos), é aprazível do começo ao fim e sabe muito como se estruturar. Além disso, é interessante observar de que forma a artista se mantém fiel às raízes, trazendo elementos do trip hop e do rock psicodélico com assertiva fluidez.

Logo de cara, a faixa-titular demonstra a regência principal dessa epopeia musical: o piano clássico é o instrumento que definitivamente ganha maior peso ao longo das catorze tracks, algo que também não se configura como uma escolha inesperada. O choque (no sentido mais positivo da palavra), na verdade, dialoga com a forma de uso à qual Lana se rende, em detrimento de uma significação convencional do que o classicismo exacerbado representa para a indústria fonográfica contemporânea; em outras palavras, a cantora mergulha em uma narcótica experiência, respaldando-se em uma narcótica sinestesia que desconstrói o formulaico e abre portas para uma identidade única e emocionante.

As sutilezas psicológicas também configuram a preferência pessoal de Del Rey: temos as notas propositalmente dissonantes de “Venice”, que se rearranjam na verborrágica “Fuck It, I Love You”, em que esse descompasso se transpõe para os vocais quase falados, antecedendo o refrão em crescendo. Em uma análise mais profunda, entretanto, é inegável dizer que as lyrics roubam nossa atenção com força maior que a progressão sonora – aliás, esta faixa se dispõe de um cansaço criativo notável que, apesar de ser retificado nas faixas seguintes, não deixa de representar um deslize considerável.

Porém, não pense que Lana abre mão de outras características próprias de sua discografia: se em ‘Honeymoon’ nos víamos diante de acuadas delineações, ‘Rockwell’ dosa com maestria a complacência e a sedução, algo que toma forma com “Doin’ Time”. Mesmo não sendo composta por Del Rey – visto que a ideia aqui é revisitar a clássica produção da banda Sublime, que já funciona como cover de “Summertime”, de George Gershwin. E, enquanto o grupo em questão já se afastava do jazz de Gershwin, a lead opta por dar adeus à constância do rap da virada do século para abraçar com força inegável a mistura do trap e de um onírico pop que reflete suas tendências para o hibridismo de gêneros e suis-generis. Porém, essa revitalização também vem acompanhada de uma inexpressividade obrigatória dos vocais, que variam do ecoante grave até o belo falsetto sem qualquer dificuldade aparente.

Ao contrário do que poderíamos imaginar, a primeira balada romântica não dá as caras até a metade do álbum: é claro que a artista chega a explorá-la com “Mariners Apartment Complex”, mesmo prestando homenagem a nomes como Anna Nalick em um pop-rock travestido de folk acústico à la anos 1970, mas é com “Love Song” que Lana volta a atingir sua excelência. Em meio à abafada sobriedade do violão, do piano e do violino, ela se dispõe a cantar de modo milimetricamente cronometrado, oscilando dentro de um dinamismo que, por vezes, nos faz esquecer do lent-tempo que ouvimos – isso sem mencionar a teatralidade que ela também imprime nesses quase quatro minutos. Tal escopo se expande para a similar “Cinnamon Girl”, que, ao mesmo tempo, se excede em uma épica e sintética entrega.

Não podemos deixar de mencionar alguns deslizes que beiram o amadorismo, como a supracitada “Fuck It, I Love You” e a esquecível “Bartender”, que acaba abrindo mão de um suposto subito e orquestra uma monótona e frustrante peça. Felizmente, Del Rey não deixa que alguns tropeços tirem sua concentração, permitindo que ela volte à boa forma com a sucessora “Happiness Is a Butterfly” antes de culminar com a ilustre presença de “Hope Is a Dangerous Thing for a Woman Like Me to Have – but I Have It”, cuja premeditada redundância é composta por inúmeras referências sagazes e um minimalismo conceitual e trágico que refrata uma memorável joia fonográfica.

O classicismo mencionado alguns parágrafos acima aparece também com impactante força na rock-ballad “The Greatest”, track que, sem sobra de dúvida, é uma das melhores produções de sua carreira. A aliança entre baixo e guitarra vem à tona em uma opressiva jornada psicológica que preconiza um icônico solo apenas como forma de sustentar uma dramática e comovente performance. Essa mesma união instrumental também é utilizada em outras faixas, incluindo a transgressora “California” – que não se esconde em meio a tanta coisa acontecendo.

‘Norman Fucking Rockwell!’ é um explícito convite de Lana Del Rey para uma experiência bastante sensorial que, talvez daqui a um tempo, seja consagrado como o álbum mais intimista de sua carreira. Em meio a ótimas composições e deslizes ofuscados pela competência musical de sua artista, o álbum entrega tudo o que promete – e mais.

Nota por faixa:

  • Norman Fucking Rockwell – 4,5/5
  • Mariners Apartment Complex – 4/5
  • Venice Bitch – 4,5/5
  • Fuck It, I Love You – 3/5
  • Doin’ Time – 4,5/5
  • Love Song – 5/5
  • Cinnamon Girl – 5/5
  • How to Disappear – 4/5
  • California – 4/5
  • The Next Best American Record – 4,5/5
  • The Greatest – 5/5
  • Bartender – 2,5/5
  • Happiness Is a Butterfly – 4,5/5
  • Hope Is a Dangerous Thing for a Woman Like Me to Have – but I Have It – 5/5

‘Mulan’: Live-action ganha novos cartazes individuais; Confira!

A Disney divulgou novos cartazes individuais de seu próximo remake em live-action‘Mulan’.

Confira:

As últimas projeções do BoxOffice indicam que ‘Mulan‘ vai estrear nos EUA com uma arrecadação na faixa de US$ 40 a 60 milhões, valor bastante decepcionante considerando o quanto o estúdio gastou no filme.

A Disney gastou entre US$ 200 e US $ 300 milhões no remake, que deve ter uma abertura semelhante à de ‘Dumbo‘, extremamente decepcionante se esses números de orçamento fossem precisos.

O filme está previsto para estrear em 26 de março de 2020.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

Crítica | ‘Gaslighter’ é uma volta triunfal para as The Chicks – e uma grande obra de empoderamento

Previamente conhecida como The Dixie Chicks, o grupo formado pela estonteante vocalista Natalie Maines e pelas talentosíssimas irmãs Emily Erwin e Martie Erwin carrega consigo um legado infindável e representa uma grande mudança no enário mainstream para as cantoras femininas. Surgido em 1991, o trio, que agora abraçou o simples título de The Chicks, já levou para casa nada menos que 13 estatuetas do Grammy (incluindo uma de Álbum do Ano em 2007) e, até hoje, permanecem como uma das bandas de maior sucesso comercial e crítico de todos os tempos. Entretanto, esse caminho de puro sucesso não foi trilhado com pacifismo – muito pelo contrário: depois do tremendo sucesso, as integrantes do trio resolveram se posicionar contra o governo de George W. Bush e de suas ofensas contra o Iraque em 2003, dizendo que “sentiam vergonha de que o presidente fosse de nossa mesma terra natal”.

Como Taylor Swift sabiamente falou em seu documentário ‘Miss Americana’, lançado neste ano, as pessoas não querem que ídolos musicais se manifestem em âmbitos políticos, principalmente se você for uma mulher. E, assim como Madonna, Cher e tantas outras divas da indústria fonográfica, Natalie, Emily e Martie arriscaram sua carreira em prol de algo muito maior – e receberam um injusto boicote que durou quase uma década e meia. Felizmente, grande parte do público percebeu que elas estavam certas, no final das contas, pavimentando um retorno glorioso àquilo que outrora as havia colocado no topo do mundo. Depois de longos catorze anos, as Chicks retornaram com força descomunal através do lançamento do irretocável ‘Gaslighter’.

Logo de cara, percebe-se que o grupo não deixou de lado sua necessária militância – que, nos dias de hoje, vem ganhando uma dimensão maior e mais globalizada. O próprio título do álbum, que estende-se para a faixa de abertura, é uma menção ao abuso psicológico sofrido por diversas mulheres, que são tachadas de loucas e de histéricas pelo modo como os homens as tratam, tentando fazê-las duvidar da própria sanidade mental e da própria memória. Um tanto quanto digno para um comeback, visto que foi isso que as Chicks experimentaram durante tanto tempo ao falar coisas que as pessoas não estavam prontas para ouvir. O resultado final transforma essa obra em sua incursão mais coesa e mais exuberante, criando uma amálgama bastante fluida de country-pop que as eternizou logo no começo da carreira.

Aqui, o grupo se reúne com o aclamado produtor Jack Antonoff para uma jornada ao mesmo tempo íntima e dançante que explora os grandes problemas da sociedade atual – por mais que se renda às fórmulas do mainstream. E, conhecendo os trabalhos de Antonoff, não esperaríamos nada além de envolventes inflexões saudosistas e originais, transmutando-se em um ensaio sociológico ao longo de doze faixas – e, mais do que isso, o produtor soa similar e, de alguma forma, diferente de tudo que já nos apresentou (como ‘1989’, ‘Norman Fucking Rockwell!’ e ‘Melodrama’). É possível ver em cada faixa um pedacinho daquilo que marcou sua identidade sonora, enquanto busca por elementos novos que o tornem mais versátil.

Entretanto, é impossível tirar o crédito das aplaudíveis rendições das líderes dessa delineação fantástica. De um lado, temos as inclinações ácidas e pungentes às marchas de bandinhas escolares na track titular, enquanto “Sleep at Night” mostra-se afável ao resgate de instrumentos mais clássicos, como o violino; de outro lado, as dissonâncias propositais e “modernizadas”, por assim dizer, ganham voz na crescente “March March”. Há de tudo um pouco no álbum – e, em vez de apenas fazerem o que bem entenderem, elas têm plena ciência de que essa explosão catártica é exatamente o que seus fãs vinham lhe pedindo por tantos anos. “Eu sou o exército de uma só” é um dos inúmeros versos emblemáticos que resumem as mensagens de empoderamento e de autossuficiência declamadas do começo ao fim.

As baladas não ficam de fora – e, em vez de buscarem inspiração nas progressões épicas de tantas canções similares e conterrâneas (até mesmo dentro de sua própria discografia), as Chicks mergulham na sutileza minimalista dos sintetizadores, enquanto tanto os lead vocals quanto o fundo performativo opta pelo sensorialismo, pela sinestesia fonográfica que ganhou impulso em meados da década passada – como é o caso da controversa “Everybody Loves You” e da exultante “My Best Friend’s Wedding” (uma das melhores criações da carreira, sem sombra de dúvida). Já em “Tights On My Boat”, Natalie encarna uma vingança pessoal na altivez crua de alguém que a machucou sem escrúpulos no passado – e para quem o universo vai se encarregar de punir, uma hora ou outra; e o mais incrível, sem dúvida, seja o fato de que cada assinatura lírica reflete as disparidades de gênero que existem até hoje e que foram vividas através de slutshaming e mansplaining quando as integrantes eram mais jovens.

O álbum recua mais uma vez em seu terceiro ato, possivelmente abandonando quaisquer reminiscências de um pano de fundo “superficial”, atingindo-nos com a poderosa e melódica “Julianna Calm Down”, um hino de sororidade que as Chicks precisavam colocara para fora, deixando claro que estão ali para quem precisar. Em “Young Man”, temos a presença muito bem-vinda de um saudosista e narcótico country, infundido com as calmas arquiteturas do violão e do violino. E, em etérea conclusão, “Set Me Free” é exatamente o que a banda procurava desde seu início no cenário musical: liberdade.

‘Gaslighter’ não é uma produção revisionista – muito pelo contrário: as The Chicks não têm mais medo do que um passo em falso pode ocasionar; afinal, elas já viveram em um pesadelo interminável após falarem o que pensavam. Aqui, passado e presente se entrelaçam em um único e lancinante fio que prova que as coisas não mudaram tanto dos anos 2000 para cá, cabendo a elas mostrar que renascer pode ser muito mais belo do que as pessoas imaginam.

Nota por faixa:

  • Gaslighter – 5/5
  • Sleep at Night – 5/5
  • Texas Man – 4/5
  • Everybody Loves You – 5/5
  • For Her – 4,5/5
  • March March – 5/5
  • My Best Friend’s Weddings – 5/5
  • Tights On My Boat – 5/5
  • Julianna Calm Down – 5/5
  • Young Man – 4,5/5
  • Hope It’s Something Good – 4/5
  • Set Me Free – 5/5

Especial de Natal de Mariah Carey ganha cartaz oficial; Confira!

Apple TV+ divulgou o cartaz oficial de ‘Mariah Carey’s Magical Christmas Special’, evento musical apresentado pela lendária cantora e compositora.

Confira, junto ao trailer:

Assim como diversas produções especiais apresentadas por celebridades, incluindo as sessões musicais com Kacey Musgraves, o evento trará diversos nomes de grande calibre para as telinhas, incluindo Billy Eichner, Tiffany Haddish, Jennifer Hudson, Ariana Grande, Misty Copeland e Snoop Dogg.

Carey convidou um grupo mais que especial de superestrelas para acompanharem-na nesse evento único. Moroccan e Monroe, gêmeos da cantora e compositora, também aparecerão no especial. Lidando com uma crise de fim de ano, o Polo Norte sabe que há apenas uma pessoa que pode salvar o dia: a melhor amiga do Papai Noel, Mariah Carey. Combinando performances musicais, danças dinâmicas e animações de tirar o fôlego, a Rainha do Natal está pronta para criar um feriado espetacular e deixar o mundo mais feliz.

‘Mariah Carey’s Magical Christmas Special’ será lançado no dia 04 de dezembro.

‘Primal’: Aclamada animação de Genndy Tartakovsky conquista duas estatuetas do Annie Awards 2021

A aclamada e visceral animação adulta ‘Primal’, de Genndy Tartakovsky, fez bonito na última edição dos Annie Awards e levou para casa duas estatuetas.

A série conquistou os prêmios de Melhor Animação para TV – Público GeralMelhor Direção para TV.

Lembrando que a produção é transmitida pela Warner Channel no Brasil.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada e tem previsão de retorno para 2021.

A série gira em torno de um homem das cavernas no alvorecer da evolução e de um dinossauro à beira da extinção. Unidos pela tragédia, a dupla desenvolve uma amizade inesperada que se torna o único modo de sobreviver em um mundo primitivo e violento.

A animação foi criada e dirigida pelo vencedor do Emmy Genndy Tartakovsky (‘Samurai Jack’‘Star Wars: A Guerra dos Clones’).

‘JAGUAR’: Nazistas se escondem entre os espanhóis no trailer oficial da nova série da Netflix

A nova série espanhola da Netflix, intitulada ‘JAGUAR‘, ganhou seu primeiro e misterioso trailer completo.

A produção tem estreia marcada para 22 de setembro na plataforma de streaming.

Confira:

Na trama, muitos nazistas reconstruíram suas vidas na Espanha após a Segunda Guerra Mundial. Mas existe uma gangue não esquece de seus rostos e não vai parar, até que a justiça seja feita.

Blanca Suárez, Iván Marcos, Francesc Garrido e Adrián Lastra estrelam a produção.

Ramón Campos e Gema R. Neira assinam a criação.

Christian Bale – 48 Anos | 9 filmes com o “camaleão de Hollywood” para conferir nos streamings

Christian Bale é um dos atores mais conhecidos de sua geração – e construiu uma carreira recheada de sucessos que o eternizaram como o “camaleão de Hollywood”, por sua incrível e invejável capacidade de se transformar totalmente para cada um de seus papéis.

Bale encarnou seu grande primeiro papel no cenário cinematográfico com o drama de guerra ‘Império do Sol’, que estrelou com apenas 13 anos. Desde então, participou de projetos como ‘Psicopata Americano’, a trilogia ‘Batman’, de Christopher Nolan, a dramédia criminal ‘Trapaça’ e diversos outros longas-metragens. Por seu papel em ‘O Vencedor’, conquistou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, além de um Globo de Ouro na mesma categoria.

No dia de hoje, 30 de janeiro, o icônico ator completa 48 anos de idade – e é claro que não poderíamos deixar essa data passar em branco. Dessa forma, montamos uma lista com nove títulos estrelados por Bale que você precisa conferir nos streamings.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

IMPÉRIO DO SOL (1987)

Onde assistir: Prime Video, HBO Max

Até hoje, não consigo entender como Bale nem ao menos conquistou uma indicação por sua irretocável performance no drama de guerra ‘Império do Sol’ (afinal, são poucas as crianças que conseguem entregar uma rendição tão espetacular com apenas 13 anos). Na trama, o ator interpreta Jim Graham, um garoto de onze anos de uma família inglesa que vive no Oriente. Jim tem um padrão de vida alto, mas de repente é separado de seus pais em virtude da China ser invadida pelo Japão. Isso o força a se defender e o obriga a crescer, tornando-se então um sobrevivente em um campo de concentração com rígidas regras.

PSICOPATA AMERICANO (2000)

Onde assistir: Prime Video

Patrick Bateman (Bale) jovem, branco, bonito e sem nada que o diferencie de seus colegas de Wall Street. Protegido pela conformidade, privilégio e riqueza, Bateman também um serial killer, que vaga livremente e sem receios em busca de uma nova vítima. Seus impulsos assassinos são abastecidos por um zeloso materialismo e uma inveja torturante quando ele encontra alguém que possui mais do que ele. Após um colega dar-lhe um cartão de visitas melhor que o seu em tinta e papel, a sede de sangue de Bateman surge e ele aumenta ainda mais suas atividades homicidas, tornando-se um perigoso e violento psicopata.

O OPERÁRIO (2004)

Onde assistir: Prime Video

A última vez em que Trevor Reznik (Bale) dormiu foi há um ano, sendo que desde então o cansaço vem destruindo progressivamente sua saúde física e mental. Ele trabalha numa fábrica operando maquinário pesado, e faz de tudo para manter seu emprego. Envergonhado por causa de seu problema, Trevor isola-se cada vez mais, tornando-se paranóico. Depois de se envolver em um acidente no trabalho em que um homem perde um braço, Trevor começa a crer que seus colegas estão conspirando para demiti-lo. Ele precisará lutar não apenas para se manter no cargo, mas também para manter a sanidade.

TRILOGIA BATMAN (2005 – 2012)

Onde assistir: HBO Max

A partir de 2005, Bale daria vida a um dos personagens mais emblemáticos da cultura pop, Batman (alcunhado como Cavaleiro das Trevas). Sua performance conquistaria o público e a crítica especializada e interpretaria o protagonista em três longas-metragens: ‘Batman Begins’‘O Cavaleiro das Trevas’‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge’. Comandado por Christopher Nolan, a trilogia ajudaria a alavancar e a cimentar o gênero de super-heróis no cinema, além de reacender o interesse do público neles.

O VENCEDOR (2010)

Onde assistir: Globoplay, Telecine, Prime Video

Bale voltaria a reiterar sua incrível versatilidade como ator com o drama biográfico esportivo ‘O Vencedor’, comandado por David O. Russel. Na produção, o astro interpreta Dicky Eklund, meio-irmão do protagonista Micky Ward (Mark Wahlberg) e ex-boxeador profissional que ficou conhecido como “o Orgulho de Lowell”. Bale foi exaltado por sua interpretação e conquistou não apenas o Globo de Ouro, mas também o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

TRAPAÇA (2013)

Onde assistir: NOW

Retomando sua colaboração com Russell, Bale estrelou ao lado de nomes como Amy AdamsJennifer LawrenceBradley Cooper a comédia criminal ‘Trapaça’. Na trama, Irving Rosenfeld (Bale) é um grande trapaceiro, que trabalha junto da sócia e amante Sydney Prosser (Adams). Os dois são forçados a colaborar com um agente do FBI ( Cooper), infiltrando o perigoso e sedutor mundo da máfia. Ao mesmo tempo, o trio se envolve na política do país, através do candidato Carmine Polito (Jeremy Renner). Os planos parecem dar certo, até a esposa de Irving, Rosalyn (Lawrence), aparecer e mudar as regras do jogo.

A GRANDE APOSTA (2015)

Onde assistir: Globoplay, Prime Video, Netflix

Michael Burry (Bale) é o dono de uma empresa de médio porte, que decide investir muito dinheiro do fundo que coordena ao apostar que o sistema imobiliário nos Estados Unidos irá quebrar em breve. Tal decisão gera complicações junto aos investidores, já que nunca antes alguém havia apostado contra o sistema e levado vantagem. Ao saber destes investimentos, o corretor Jared Vennett (Ryan Gosling) percebe a oportunidade e passa a oferecê-la a seus clientes. Um deles é Mark Baum (Steve Carell), o dono de uma corretora que enfrenta problemas pessoais desde que seu irmão se suicidou. Paralelamente, dois iniciantes na Bolsa de Valores percebem que podem ganhar muito dinheiro ao apostar na crise imobiliária e, para tanto, pedem ajuda a um guru de Wall Street, Ben Rickert (Brad Pitt), que vive recluso.

VICE (2018)

Onde assistir: Looke

Na juventude, Dick Cheney (Bale) se aproximou do Partido Republicano ao ver na política uma grande oportunidade de ascender de vida. Para tanto, se aproxima de Donald Rumsfeld (Carell) e logo se torna seu assessor direto. Com a renúncia do ex-presidente Richard Nixon, os poucos republicanos que não estavam associados ao governo ganham imediata importância e, com isso, tanto Cheney quanto Rumsfeld retornam à esfera de poder do partido. Décadas depois, com a decisão de George W. Bush (Sam Rockwell) em se lançar candidato à presidência, Cheney é cortejado para assumir o posto de vice-presidente. Ele aceita, mas com uma condição: que tenha amplos poderes dentro do governo, caso a chapa formada seja eleita.

FORD VS. FERRARI (2019)

Onde assistir: NOW, Apple TV+

Talvez um dos filmes mais subestimados da carreira de Bale, ‘Ford vs. Ferrari’ é um competente drama esportivo que gira em torno da rixa entre duas das marcas automobilísticas mais famosas da história – Ford e Ferrari. Na trama, Bale interpreta o piloto e engenheiro Ken Miles, que é contratado pelo ex-piloto Carroll Shelby (Matt Damon) para entrar no ramo das corridas de carros e permitir que a Ford ganhe o mesmo prestígio e glamour da empresa concorrente, a Ferrari. Por seu papel Bale conquistou indicações ao Globo de Ouro e ao SAG Awards na categoria de Melhor Ator.

Lana Del Rey – 37 Anos | Ranqueamos todos os álbuns da icônica artista

Lana Del Rey, um dos nomes mais proeminentes da cultura pop contemporânea, completa 37 anos no dia de hoje, 21 de junho – e nada melhor que celebrar sua carreira e sua importância para o cenário musical com algumas matérias especiais.

Depois de elencarmos suas dez melhores músicas, chegou a hora de ranquear todos os seus álbuns oficiais, desde o icônico ‘Born to Die’, um dos favoritos dos fãs, até o aclamado e premiado ‘Norman Fucking Rockwell!’, que solidificou o nome de Lana como uma das melhores compositoras do século.

Para tanto, não estamos levando em consideração o disco ‘Lana Del Ray’, lançado em 2010, visto que a performer ainda não tinha adotado seu alter-ego oficial e que a produção passou por alguns contratempos desde sua divulgação.

Confira abaixo a nossa lista e conte para nós qual o seu álbum favorito:

7. HONEYMOON (2015)

Não se enganem: Lana Del Rey não tem um álbum ruim em toda sua carreira. ‘Honeymoon’ apenas ocupa o último lugar do nosso ranking por, em alguns aspectos, não alcançar a beleza cinemática de suas produções predecessoras e sucessoras. De qualquer forma, a cantora e compositora mergulha em uma instrumentação diferente da produção anterior, ‘Ultraviolence’, voltando às raízes do baroque-pop e construindo narrativas que falam sobre a tortura do romance, o ressentimento, a luxúria e, principalmente, um escapismo poético que, até então, já havia se tornado marca registrada de suas composições. Além disso, o disco conta com os ótimos singles “High by the Beach”“Music to Watch Boys To”.

6. BLUE BANISTERS (2021)

“Caracterizar os álbuns de Lana como ‘idênticos’ é realmente não ter a capacidade de perceber os minuciosos detalhes que se escondem em suas músicas – e não compreender a argúcia da qual a artista se vale para dar vida a enredos apaixonantes e movidos por experiências que variam do efêmero ao eterno. Aqui, nota-se uma transgressão do que se tomava como verdade, numa medida que transcende nossas expectativas e desbrava um terreno cinemático e profundamente dramático: a representação máxima desse respaldo vem com “Arcadia”, cuja carga sentimental transborda em uma teatralidade invejável e que, dentro do que se propõe a fazer, nem ao menos tangencia a imodéstia; marcada por versos como ‘meu corpo é um mapa de Los Angeles’ e ‘não posso dormir em casa esta noite, me mande para o Hotel Hilton’, Del Rey continua a degustar as próprias metáforas através de uma elegância atemporal que atravessa gerações” – T.N.

5. ULTRAVIOLENCE (2014)

Dois anos depois de sua estreia oficial no mundo da música, Lana continuou a investir pesado em peculiaridades artísticas e rendições originais que a afastassem do EDM e do pop que regiam o cenário mainstream da época. Em ‘Ultraviolence’, cujo lançamento se deu em 2014, a performer aposta fichas em uma gama considerável de estilos, incluindo o rock psicodélico, o dream pop, o desert rock, o soft rock e vários outros. O disco ajudou a consagrar Del Rey como o ícone que a conhecemos hoje, debutando em primeiro lugar nas paradas mundiais e gerando canções como “West Coast”“Shades of Cool” e a música titular (que rendeu inúmeras controvérsias à época).

4. CHEMTRAILS OVER THE COUNTRY CLUB (2020)

Chemtrails over the Country Club é apenas mais uma apaixonante e reverenciável adição à discografia de uma artista que ainda tem muito a nos contar – seja por seu estilo único, contemporâneo e saudosista ao mesmo tempo, impulsionado pela necessidade de despontar como algo diferente em meio à mesmice. Lana Del Rey encontrou-se em meio ao folk e ao americana para proferir seu estilo e uma identidade que, ano após ano, torna-se mais complexa” – T.N.

3. LUST FOR LIFE (2017)

Com ‘Lust for Life’, Lana Del Rey mais uma vez reinventou a identidade estética e sonora de sua carreira, afastando-se da atmosfera mais sombria e melancólica de ‘Honeymoon’ e abraçando seu retorno para construções inspiradas pelo hip-hop, pelo trap-hop e pelo folk.  Contando com aparições de nomes como The WeekndA$AP RockStevie Nicks, o álbum fez um grande sucesso comercial, estreando em primeiro lugar na Billboard 200, além de conquistar uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum Pop Vocal. Como se não bastasse, Lana também encabeçou diversos singles, incluindo a faixa-título, “Groupie Love”“Love”, conquistando o coração dos fãs.

2. BORN TO DIE (2012)

Born to Die é uma construção à frente de seu tempo e que viria a influenciar uma geração inteira de artistas – e, como já poderíamos imaginar, foi extremamente subestimada pela crítica especializada em seu lançamento (o renomado site Pitchfork, por exemplo, deu uma medíocre nota 5,5/10 para o álbum, mudando, anos mais tarde, sua classificação para 7,8/10, compreendendo a importância do disco para o século XXI). Assim como ‘ARTPOP’ prenunciaria o boom do hyper-pop e seria repreendido por seu proposital exagero, Born to Die serviria como base para o baroque-pop do final dos anos 2010 e começo dos anos 2020, alimentando uma afeição crescente pelo experimentalismo e pela música conceitual que não era muito bem aceita em 2012″ – T.N.

1. NORMAN FUCKING ROCKWELL! (2019)

“A faixa-titular demonstra a regência principal dessa epopeia musical: o piano clássico é o instrumento que definitivamente ganha maior peso ao longo das catorze tracks, algo que também não se configura como uma escolha inesperada. O choque (no sentido mais positivo da palavra), na verdade, dialoga com a forma de uso à qual Lana se rende, em detrimento de uma significação convencional do que o classicismo exacerbado representa para a indústria fonográfica contemporânea; em outras palavras, a cantora mergulha em uma narcótica experiência, respaldando-se em uma narcótica sinestesia que desconstrói o formulaico e abre portas para uma identidade única e emocionante” – T.N.

Final de ‘The Walking Dead’ trouxe aparição surpresa de [SPOILER]

O último episódio da adorada série ‘The Walking Dead’ foi ao ar ontem, 20 de novembro, e marcou o fim de uma das jornadas pós-apocalípticas mais longevas da televisão contemporânea.

series finale fez inúmeras referências a personagens que deixaram a produção ao longo dos anos, boa parte como voiceovers ou montagens em flashback. Entretanto, um dos astros do show, Chandler Riggs (intérprete de Carl Grimes), fez uma breve aparição no capítulo de encerramento.

Riggs pode ser visto andando pelo set de filmagens. Segundo o time criativo da série, Riggs estava na cidade onde a série é rodada e apareceu no estúdio para reencontrar os colegas.

“Chandler Riggs estava na cidade e ele perguntou se podia nos visitar e dizer oi para os amigos”, conta a showrunner Angela Kang, em entrevista à EW“Me diverti muito tendo ele no set, e foi muito revê-lo. E, então, enquanto fazíamos as cenas e precisávamos de alguns extras, nós perguntamos: ‘quer aparecer? Entre lá! Vá ficar no fundo'”.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Cooper Andrews, Callan McAuliffe e Jeffrey Dean Morgan.

A Múmia | Há 15 anos, franquia estrelada por Brendan Fraser chegava a uma decepcionante conclusão

Franquias cinematográficas fazem parte de um círculo perigoso e muitas vezes vicioso, principalmente quando pensamos na originalidade da trama. Enquanto a primeira iteração normalmente emerge como uma perspectiva original e carregada de elementos contraditórios que a perscrutam com complexidade, divertimento e satisfação, as seguintes acabam perdendo um pouco do brilho e caem nas ruínas do esquecimento, rotuladas como “filmes genéricos” e com uma grande perda de potencial. Infelizmente, este é o caso de A Múmia: Tumba do Imperador’ Dragão, longa-metragem que traz um fim para as aventuras de Rick e Evelyn O’Connell.

A história é ambientada no período pós II Guerra Mundial, mais de vinte anos após os acontecimentos de O Retorno da Múmia’, de 2001. Já aposentados, o casal protagonista tenta encontrar algum significado para suas próprias vidas, longe das areias dos desertos e com uma reputação que os acompanha até os dias atuais sobre seus trabalhos realizados para conter as ameaças de forças sobrenaturais e sobre suas capacidades investigativas. E depois da comum sequência introdutória – da qual falarei nos próximos parágrafos -, nos deparamos com uma das grandes mudanças da trilogia: a substituição de Rachel Weisz por Maria Bello como intérprete de Evy (parece que Weisz percebeu a decadência da franquia em que estava e não renovou seu contrato, obrigando os estúdios Universal a correr para a contratação de outra). E já posso dizer que, como era de se esperar, a mudança repentina trouxe certas reações quanto à química do casal principal.

Film Title: The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor
Explorers Rick (BRENDAN FRASER) and Evelyn O’Connell (MARIA BELLO) in an all-new adventure that races from the catacombs of ancient China high into the spectacular Himalayas: “The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor”.
Photo Credit: Jasin Boland
Copyright: © 2008 Universal Studios. ALL RIGHTS RESERVED.

Enquanto os dois lutam contra a monotonia de uma vida londrina, seja atirando em peixes para o jantar ou criando cenas de luta para um romance histórico, Alex (agora interpretado por Luke Ford) está na longínqua China da década e 1950, seguindo os passos dos pais ao abandonar a faculdade e mergulhar no descobrimento de um antigo santuário milenar que permaneceu escondido por séculos até ser encontrado. A partir daqui, fica fácil entender o desenrolar da história – cuja “nova perspectiva” é tamanha, que podemos prever o conteúdo de cada ato até o desfecho mais improvável e clichê que podemos pensar.

Primeiramente, vamos analisar o prólogo: seguindo o padrão estético e identitário de seus predecessores, Tumba do Imperador Dragão’ se inicia com uma narração sobre a vida de um dos líderes mais tiranos da história – o Imperador Han (Jet Li). Através de uma impetuosidade inenarrável e uma constante busca pelo poder supremo e pela imortalidade, o governante chinês destruiu centenas de vilarejos e dizimou exércitos numerosos para endossar o nome de sua crueldade, atraindo olhares malignos e, como podemos prever, traidores dentro de seu próprio séquito. Após encontrar uma feiticeira chamada Zi Juan (Michelle Yeoh), a qual poderia lhe garantir a vida eterna, ele é amaldiçoado e é transformado numa estátua de barro, assim como todos os seus seguidores.

Não é preciso pensar duas vezes para descobrir como o poder maligno do imperador seria libertado: afinal, a família O’Connell parece estar conectada de modo quase inverossímil ao despertar de forças das trevas que têm como único objetivo a destruição de seus inimigos e a reafirmação da onipotência. Alex é o responsável, ainda que indiretamente, pela descoberta, mas é a combinação de vários acontecimentos envolvendo todos da família – incluindo o sempre bem-vindo escape cômico John Hannah como Jonathan Carnahan – que possibilita aos antagonistas da narrativa concretizarem seus planos.

É quase automático realizar uma comparação entre o terceiro filme da franquia e os dois anteriores. As coisas aqui são representadas através de um maniqueísmo utilitário e desnecessariamente pseudometafórico, pois, enquanto Imhotep (Arnold Vosloo) trazia consigo um arco histórico e uma delineação arquetípica que transcendia os conceitos do bem e do mal – ainda que fosse movido por um desejo corrompível -, Han é simplesmente fruto de um cansaço criativo por parte dos roteiristas Alfred Gough Miles Millar e não emerge como um personagem nem agradável nem odiável – mas simplesmente… Existente. A vingança de Imhotep era banhada por um passado de romance e traição que o levaram por um caminho obscuro e culminaram em sua condenação a um destino pior que a morte – a suspensão no purgatório. O Imperador é essencialmente mal, mas essa vertente de sua personalidade não é explorada com afinco e não permite a conexão entre o mundo criado e o espectador.

Brendan Fraser retorna como Rick em mais uma de suas encarnações cômicas. Entretanto, o que parece é que a altivez de outrora que acompanhava seu personagem através das aventuras e o permitia dosar de modo equilibrado a comédia e o drama deu lugar à letargia cênica. A química entre ele e Weisz era invejável e mostrava de forma mútua como o potencial de dois atores poderia ultrapassar os limites físicos de um longa-metragem e transbordar para os olhos fixos do público; mas com Bello, essa paixão é inexistente. Não o vemos como um casal, e sim como construções publicitárias que visam à venda de um filme já morto.

A própria arquitetura da família é falha; em outras palavras, Jonathan, Rick, Evy e Alex não estão na mesma sintonia narrativa e parecem presos a cada um de seus microcosmos, cada um lutando pela retificação da valores – retificação que não é explorada nem mesmo superficialmente pela história. Os conflitos internos de cada personagem, antes com valor agregador à narrativa, desapareceram para darem lugar às resoluções de roteiro do mundo blockbuster no qual a franquia infelizmente se afundou.

Não posso tirar mérito do design de produção, porém; apesar dos graves erros de CGI e dos efeitos especiais extremamente mal-utilizados e que trazem uma saturação desconfortável para a tela, a construção dos cenários é interessante e consegue trazer o melhor de dois mundos para uma mesma sequência. A atemporalidade é um elemento claramente visível quando temos, num mesmo frame, a presença da modernidade pós-Guerra chegando à China – revólveres, vestimentas, automóveis e até mesmo decorações de ano-novo – entrando em um choque agradável aos olhos com a medievalidade do governo imperial, com a arquitetura suntuosa e a crença constante no sobrenatural.

O terceiro e último filme da franquia A Múmia’ marca sua própria decadência, perceptível desde seu predecessor. Através de um roteiro muito fraco e sem identidade, baseando-se em elementos formulaicos da vertente narrativa das histórias de aventura, podemos ficar muito felizes – ou talvez não – de que um dos monstros mais icônicos a já permearem o imaginário das pessoas teve seu fim e encontrará um muito próximo reboot. Só não podemos deixar de ficar tristes pela jornada da família O’Connell ter entrado numa queda livre – e talvez isso seja o que nos doa mais.

‘The Burial’: Drama legal com Jamie Foxx e Tommy Lee Jones ganha cenas INÉDITAS; Confira!

Prime Video divulgou cenas inéditas de ‘The Burial’, drama legal estrelado por Jamie Foxx.

O filme chega aos cinemas estadunidenses em 06 de outubro e à plataforma de streaming em 13 de outubro.

Confira, a partir de 01:56:

O filme é dirigido por Maggie Betts, que também assina o roteiro ao lado de Doug Wright.

A história é baseada no advogado Willie E. Gary e seu cliente, Jeremiah Joseph O’Keefe, que abriu um processo contra uma companhia funerária após ir à falência.

Em 1995, Willie E. Gary (Foxx), um advogado não convencional de danos pessoais com um histórico impressionante, ajuda um dono de uma funerária falida, Jeremiah Joseph O’Keefe (Tommy Lee Jones) a processar a empresa funerária Loewen, liderada por Raymond Loewen (Bill Camp). como resultado de uma disputa contratual. Gary finalmente ganhou o veredicto do júri de US$ 500 milhões e a empresa Loewen entrou com pedido de falência.

Jurnee SmollettMamoudou AthieDorian MissickPamela ReedAmanda WarrenJim KlockAlan RuckBilly SlaughterLance E. Nichols completam o elenco.