‘O Predador: A Caçada‘ estreou no Star+ conquistando o público e a crítica.
Com 142 críticas publicadas até o momento, o filme conquistou impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Nas redes sociais, o filme também está fazendo o maior sucesso, com o público afirmando ser o melhor filme desde o original, quiçá o melhor da franquia.
Confira as reações:
PREY de fato é um ótimo filme, muito bem pensado e dirigido. Dan Trachtenberg é um diretor inteligente e sabe usar seus recursos narrativos tão bem quanto os técnicos.
Mas não é melhor do que o original de 1987 como andam dizendo por aí. Tem que gente que se emociona demais. pic.twitter.com/Ty7HtKKmY2
— Por onde anda Lily Santos???? (@o_boneca) August 6, 2022
Que filme foda! Uma grande surpresa!
O Predador de volta ao básico, e feito de forma muito eficiente. A jornada da protagonista é muito bem construída e se entrelaça com a do próprio Predador, ambos em suas primeiras caçadas. Amber Midthunder está fenomenal no papel. #PreyMoviepic.twitter.com/Pqp5XKdfmk
O Predador: A Caçada (Prey-2022)_Crítica#PreyMovie
Uma jornada muito imersiva pela dupla-aprendizagem, inteligentes construções de soluções através do visual, uma incrível composição de CGI, gore satisfatório e um senso de urgência muito preciso.#PreyHulu
Nota: 9.8 (excelente) pic.twitter.com/tMH12ukcGv
Mano vai tomar no cu é Índio contra Predador, que sabooooor. O suspense, conceito e fotografia está incrível. O predador continua trazendo esse ar de impotência pra qualquer um que ele desafiei, estou com tesao cinematographic
Estava vendo #PreyMovie e de repente gritei, “MENINA, NÃO TOQUE NESSE SANGUE”. Daí me lembrei que quem tem sangue ácido é o xenomorph do Alien, não o Predador (Alien V. Predador bagunçou minha cabeça).
O consenso geral dos críticos é que a produção é um dos filmes mais divertidos do ano, com ótimas cenas de ação e sequências tensas, conseguindo se destacar dos filmes anteriores da franquia ao invés de usá-los como elemento nostálgico.
Separamos os trechos das principais críticas:
“‘O Predador: A Caçada’ entrará para a história como um dos filmes mais divertidos de 2022.” (MovieFreak)
“Essa pré-sequência consegie capturar o espírito do filme original e, ao mesmo tempo, traz algo completamente novo. A produção instantaneamente conseguiu se destacar na franquia.” (Rolling Stone)
“Suas cenas intensas não se apoiam apenas no que já conhecemos da franquia. Não é um filme carregado pela nostalgia, o que é algo raro de se ver atualmente.” (Independent UK)
“‘O Predador: A Caçada’ toma muito cuidado com a autenticidade dos seus protagonistas, mas não tiveram a mesma atenção com o roteiro.” (New York Times)
“Diretor Dan Trachtenberg entrega o melhor filme de ação do ano.” (Irish Times)
“Um filme tenso e divertido que consegue trazer cenas surpreendentemente emocionais.” (RogerEbert)
Vale lembrar que o longa já está disponível no Star+!
Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) é responsável pela direção.
A história vai seguir Kee, uma mulher comanche que vai contra as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira. Muitos anos atrás – em uma época antes de qualquer europeu invadir suas terras –, o povo Comanche tinha uma sociedade e normas de gênero bem definidas. Kee é muito próxima de seu irmão mais novo, Taabe, que está sendo preparado para ser um líder. Tão capaz quanto qualquer jovem da tribo, Kee sempre foi uma professora e fonte de inspiração para Taabe. Na tradição Comanche – ela é Patsi – a irmã mais velha que ajudou a moldá-lo. Kee é inspiradora e tem insights que os outros não têm. Jovem, ela quer provar a si mesma no mundo masculino do seu povo. Quando uma ameaça desconhecida coloca todos em perigo, Kee terá que mostrar que é tão capaz quanto qualquer outro guerreiro.
Desde que a Walt Disney Studios comprou a Fox (que agora é intitulada 20th Century Studios) e adquiriu os direitos da franquia ‘X-Men’, inúmeros rumores indicavam que o aclamado ator Giancarlo Esposito(‘Breaking Bad’, ‘O Mandaloriano’) faria parte do panteão super-heroico como Charles Xavier ou Erik Lensherr.
Apesar do reboot dos mutantes ainda estar longe de se concretizar, algumas referências já começaram a aparecer no Universo Cinemático Marvel – como com o último episódio da série ‘Ms. Marvel’, que estabeleceu que o gene-X faz parte do MCU.
Esposito ainda não deu confirmação de quem irá viver em produções futuras, mas, em uma recente aparição em uma convenção (via We Got This Covered), ele não apenas conversou com os executivos da companhia sobre um papel na franquia, como também já escolheu o seu candidato X-Men favorito para interpretar.
“Então, eu não trabalhei com a Marvel ainda. Eu estive em uma sala e conversei com eles e, para responder sua pergunta, acho que o que eles fazem dialoga com aquela jornada mitológica de que Joe Campbell falava”, ele comentou. “Eles fazem a mesma coisa. Então, houve conversar sobre Magneto, sobre o Sr. Frio, sobre… Sobre quem mais eles estavam falando? Ah, Destino! E há o Professor X. Escolher um? Vou com alguém que é um pouco diferente. Vou jogar para o universo que é o Professor X”.
Como era de se esperar, as boas novas sobre a escalação do ator geraram inúmeras debates nas redes sociais, com os fãs comentando sobre qual personagem seria mais adequado para ele.
“Se Giancarlo Esposito quer interpretar o Professor X, você o deixa interpretar o Professor X. Se Giancarlo Esposito quer interpretar qualquer coisa, você o deixa”.
Professor X is fine by me. Let him do that. He’d be a perfect Charles Xavier & not playing Magneto or Doom gives him a chance to NOT be a villain lmao. https://t.co/PDuiM8h1zY
“Professor X está bom para mim. Deixe-o fazer isso. Ele seria um Charles Xavier perfeito e não interpretar Magneto ou Destino lhe dá uma chance de não ser um vilão”.
“Eu, na verdade, quero ver Giancarlo Esposito mais como Professor X do que como Magneto. Ele é realmente um artista talentoso e seria legal vê-lo em um papel diferente, em vez de outro vilão”.
E você? Gostaria de ver Esposito interpretando quem no MCU?
Em um gênero que constantemente peleja pela falta de originalidade, Continência ao Amor surge como uma inesperada surpresa da Netflix – que se apropria dos clássicos clichês românticos para envolver um público mais diverso em uma história apaixonante sobre redenção e cura. A adaptação da obra de Tess Wakefield inicialmente aparenta ser um filme ultra feminino, perfeito para cativar os corações mais sonhadores. Mas ao alicerçar sua trama em uma premissa essencialmente masculina – a jornada de um problemático jovem no exército norte-americano -, o drama romântico encontra um fôlego novo e traz vida a um conto que vale a pena ser assistido por qualquer um.
Não se engane pelo título piegas, que naturalmente remete aos amados e elogiados doramas. Continência ao Amor, dirigido por Elizabeth Allen Rosenbaum, vai além de um romance sobre duas pessoas completamente opostas na esfera sociopolítica. Na trama, uma promissora e feminista cantora e um jovem fuzileiro de direita decidem forjar um casamento a fim de resolver seus problemas financeiros. Naturalmente, as inesperadas circunstâncias transformarão o arranjo firmado entre eles em um inesperado e sensível amor – nascido a partir do sofrimento e de suas diferenças.
Abordando as visões políticas de direita e esquerda de forma majoritariamente indireta, a produção ainda faz uma breve reflexão sobre posicionamentos extremistas de ambos os lados e sobre como a linha que separa os dois contrastes é mais tênue do que aparenta. Não desperdiçando tempo de tela em divagações desnecessárias a respeito deste assunto, o roteiro de Kyle Jarrow e Liz W. Garcia faz uma metáfora sobre o amor em tempos tão polarizados, à medida em que se dedica a contar uma história delicada e simbólica sobre restauração familiar, recomeços, cura e redenção.
Trazendo alguns elementos que compõem a tradicional jornada do herói, Continência ao Amor homenageia as tropas norte-americanas – constantemente levadas para guerras incompreensíveis – e faz da música um detalhe inesperado que dita o tom e o ritmo da trama. Com Sofia Carson estampando seu talento em canções originais, o drama faz uma justaposição entre duas figuras tão diferentes unidas por um amor jamais planejado.
E mesmo em meio a clichês batidos e alguns erros de roteiro que prejudicam o terceiro ato do filme com reviravoltas excessivas, o longa é capaz de emergir acima de todos os seus problemas a partir de uma contagiante dinâmica entre Carson e Nicholas Galitzine. Com uma química palpável, a dupla de atores nos faz ansiar por mais momentos de alívio e leveza entre eles e é capaz de transformar o previsível roteiro em uma jornada de autodescoberta focada no desenvolvimento de seus personagens.
E embalando a audiência até seus minutos finais, Continência ao Amoré um refrigério que ainda se permite trazer lições valiosas sobre a vida à dois e o significado de família. Formulaico, mas ainda assim identificável, o novo original Netflix pode até não inovar no gênero de drama romântico, mas é capaz de revigorar os maneirismos cafonas com preciosidade e muito carisma.
A vencedora do Oscar e do Grammy Lady Gaga irá co-estrelar a aguardada sequência ‘Joker: Folie à Deux’ (‘Coringa: Loucura a Dois’) no papel da Arlequina, e ela pode ter entregado sua risada insana como a personagem durante um show realizado ontem em Toronto.
Também protagonizado por Joaquin Phoenix, que reprisa seu papel como o personagem titular, o anúncio da escalação de Gaga parou as redes sociais e encantou os fãs da icônica artista – que logo expressaram sua animação em assistir ao longa-metragem.
Confira algumas das reações:
A Marvel colocando em Vingadores uns 380 heróis de universos multiconectados não chega perto do mega evento que será Lady Gaga fazendo o filme do Coringa.
não galera, a capacidade que a Gaga tem de desestabilizar a vida de um g4y com um anúncio é coisa de outro mundo, minha mente até o final do dia vai ser só pensando nela em Joker 2 e o tanto que isso vai ser icônico em níveis estratosféricos pic.twitter.com/Kqy3Na9AOn
A Warner anunciou que lançará o filme nos cinemas em 4 de outubro de 2024.
Após uma longa negociação com a Warner, o ator vai faturar alto pelo filme.
Quando ele interpretou pela primeira vez o vilão mais infame de Gotham em ‘Coringa‘ de 2019, Phoenix ganhou US$ 4,5 milhões. O filme arrecadou mais de US$ 1 bilhão e rendeu ao ator um Oscar.
Agora, o ator pediu um aumento significativo para a Warner Bros. Para colocar Phoenix de volta na maquiagem de palhaço, o estúdio teve que desembolsar US$ 20 milhões mais participações nos lucros das bilheterias. O valor foi revelado pelo Hollywood Reporter.
Diversos artistas estão compartilhando fan arts imaginando a estrela caracterizada como a personagem, como fez o Boss logic.
Em ‘Coringa‘, Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) trabalha como palhaço para uma agência de talentos e, toda semana, precisa comparecer a uma agente social, devido aos seus conhecidos problemas mentais. Após ser demitido, Fleck reage mal à gozação de três homens em pleno metrô e os mata. Os assassinatos iniciam um movimento popular contra a elite de Gotham City, da qual Thomas Wayne (Brett Cullen) é seu maior representante.
‘Pânico 6‘ é um dos filmes mais aguardados do ano que vem e, agora, uma nova imagem oficial de bastidores trouxeHayden Panettierede volta como a icônica Kirby, que achávamos ter morrido no quarto capítulo da saga slasher.
Pelo visto, a atriz usará o mesmo penteado de ‘Pânico 4‘.
Em entrevista ao Good Morning America, Panettiere comentou sobre o seu aguardado retorno na sequência e garantiu que os fãs não ficarão decepcionados.
“Eu mesmo liguei para eles e fiquei tipo ‘então… vocês não querem trazer Kirby de volta, querem?’ Eu queria muito retornar. Esse é o papel perfeito para mim agora. Não posso [revelar muitos detalhes], mas acho que ninguém vai se decepcionar.”
Anteriormente, sua colega de elenco, Jenna Ortega, havia declarado que a Kirby terá sua chance de redenção no novo filme. Será que ela finalmente se elevará como a final girl que nasceu para ser? Vamos torcer.
Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack Champion, Liana Liberato, Devyn Nekoda, Josh Segarra e Henry Czerny completam o elenco.
Confira a sinopse:
“Sam, Tara, Chad e Mindy, os quatro sobreviventes do massacre realizado pelo Ghostface, decidem deixar Woodsboro para trás em busca de um novo começo em uma cidade diferente. Mas não demora muito para eles se tornarem alvo de um novo serial killer mascarado.”
Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornarão para a próxima aventura, que está programado para chegar aos cinemas em 31 de março de 2023.
Depois do grande sucesso dentro do circuito de festivais, o thriller psicológico dos cineastas austríacos Veronika Franz e Severin Fiala causou um alvoroço de proporções inimagináveis em sua semana de estreia – tanto nos Estados Unidos quanto aqui no Brasil. Era de se esperar tal reação do público, principalmente pela dúbia interpretação que tanto os cartazes do filme quanto a sinopse deixaram no ar. E parece que as críticas também não ajudam muito: uns acham a produção admirável, outros um ótimo jeito de retomar o gênero de terror, e alguns consideram-no uma incestuosa representação sádica.
Pode-se dizer que ‘Boa Noite, Mamãe’ é um suspense gótico situado em uma moderna vila. E a casa em questão não é um simples ornamento ou uma mansão secular, mas sim um elegante e remoto sobrado erguido em ângulos complicados e espaços em brancos, cercado por campos de milho, lodaçais e cavernas. Projeto com sinistra precisão, o cenário se torna um enervante playground para os gêmeos Lukas e Elias, de dez anos de idade (interpretado pelos verdadeiros Lukas e Elias Schwartz), os quais passam seus dias pulando na cama elástica, nadando no lago, correndo por entre as árvores e explorando pilhas e pilhas de ossadas escondidas em catacumbas.
A estrutura básica de um filme terror exige uma criatura vilanesca e muitas vezes sobrenatural que servirá de antagonista e obstáculo aos heróis. Neste caso, o misterioso “monstro embaixo da cama” é a Mãe (Susanne Wuest), que acabou de ter alta no hospital e chega à casa com o rosto completamente coberto por ataduras – cuja razão, para a qual não somos apresentados em sua plenitude, foi uma provável cirurgia plástica – e que mantém uma estranha e tensa relação com seus filhos – e, em vários momentos, sua personalidade compulsória e mandatória vai se revelando, incluindo momentos de dependências e vulnerabilidade.
A Mãe permanece na maior parte do tempo trancafiada em seu quarto, demandando silêncio na casa – e mais: não dirige uma palavra a Elias, nem sequer o alimentando. Os meninos, quando a sós, começam a se questionar o porquê de ela estar tão mudada, e depois de um tempo se aquela pessoa é mesmo sua mãe. Será que há uma impostora por baixo das bandagens?
Mas os próprios garotos se mostram um tanto quanto frios perante os acontecimentos, sugerindo que eles estão longe de serem inocentes nessa história: Franz e Fiala optam por retratarem-nos como uma alegoria às duas meninas, por exemplo, de ‘O Iluminado’ e os dois jovens psicopatas de “Violência Gratuita”.
A tensão e a ideia de incerteza persistem pela maior parte do filme, capturando o minuto amplificado de interação entre as três personagens de modo a tornar a essência ainda mais angustiante: um jogo de “Quem sou eu?” coloca a suposta impostora em cheque, ao passo que os garotos escolhem “Mama” como a pessoa que deve ser identificada – e ela parece errar detalhes básicos sobre seu próprio eu. Mas poderia a Mãe estar fazendo isso de propósito? Suas perguntas e respostas soam mais impacientes a sem noção.
A casa é adornada com retratos borrados da matriarca, o que aumenta a sensação generalizada de incompletude, de personagens cujas reais naturezas permanecem desconhecidas. O foco no tema “jogos” – brincadeiras infantis, jogos de tabuleiro – faz com que nos perguntemos se há algum jogo psicológico por trás da relação mãe-filho. Mas é também difícil não sentir a ação que se desdobra sob a sombra de um provável e oculto trauma do passado.
‘Boa Noite, Mamãe’ é um filme recheado de elipses e pontuado eximiamente com cenas de absoluto silêncio – e o arco de cada um dos personagens funcionam muito melhor quando os lemos sob nenhuma palavra. E aqui, devo penetrar no território dos spoilers: o longa contém, perto do final, o que em muitas outras histórias é chamado de plot twist. É uma revelação que parece bastante evidente desde o começo. Entretanto, é necessário analisar o conjunto da obra em vez de blocos separados. O momento catártico, digno de “O Sexto Sentido”, é uma combinação da melancolia, do sentimento de ameaça e do suspense causados por todas as outras pontas do roteiro.
É completamente compreensível a grande negação do terceiro ato: a história se transforma em uma sequência interminável de violência extrema, deixando o público mais desconfortável do que já estava. E mesmo assim, é impossível não sentir qualquer compaixão por trás de tanta crueldade – mais trágica que sádica. ‘Boa Noite, Mamãe’ é um filme inquietante e suspensivo, mas que procede com exímia cautela.
‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado‘, reboot da adorada série de mistério ‘Pretty Little Liars‘, já está disponível na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou o teaser oficial do 6º e do 7º episódios.
Ambos os capítulos vão ao ar no dia 11 de agosto.
Confira:
Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.
O novo grupo de protagonistas é formado por Noah (Maia Reficco), Minnie (Malia Pyles), Tabby (Chandler Kinney), Faran (Zaria) e Imogen (Bailee Madison).
O elenco também conta com Mallory Bechtel (Karen) e Carson Rowland (Chip).
Lembrando que a produção já está renovada para a 3ª temporada. No Brasil, ela é exibida pela plataforma do Star+.
A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.
A 7ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars‘ chegou ao fim e, agora, a WoW divulgou um vídeo promocional do relembrando a trajetória de Raja, vencedora do prêmio She Done Already Done Had Herses.
Confira:
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
Além de ganhar US$ 200 mil, a vencedora será coroada a Rainha de Todas as Rainhas.
Nos capítulos recém-lançados, Devi está cheia de coragem para tomar decisões ousadas, enquanto lida com o seu tumultuado relacionamento com a mãe, novos amores e a chegada de novos colegas na escola.
O ícone da música Beyoncé divulgou um novo remix oficial de “Break My Soul”, aclamado lead single do recente álbum ‘Renaissance – Act I’.
A versão promocional conta com interpolações da clássica faixa “Vogue“, da rainha do popMadonna.
Lembrando que o disco já está disponível em todas as plataformas de streaming.
Confira:
Confira a tracklist oficial:
1. I’m That Girl 2. Cozy 3. Alien Superstar 4. Cuff It 5. Energy (feat. Beam) 6. Break My Soul 7. Church Girl 8. Plastic off the Sofa 9. Virgo’s Groove 10. Move (feat. Grace Jones e Tems) 11. Heated 12. Thique 13. All Up in Your Mind 14. America Has a Problem 15. Pure/Honey 16. Summer Renaissance
Em 2018, Queen-B colaborou com o marido, Jay-Z, com o álbum conjunto ‘Everything Is Love’; um ao mais tarde, lançou o álbum ao vivo ‘Homecoming’, em celebração a suas apresentações no Festival Coachella; em 2019, divulgou ‘The Lion King: The Gift’, para comemorar o remake em live-action de ‘O Rei Leão’; em 2020, lançou o filme musical ‘Black Is King’, que conquistou uma estatueta do Emmy Awards; e, por fim, conquistou mais dois prêmios do Grammy com “Black Parade”, que levou a estatueta de Melhor Performance R&B, e “Be Alive”, música original de ‘King Richard – Criando Campeãs’, que faturou uma indicação ao Oscar.
Além disso, Beyoncé fez história na cerimônia do Grammy 2021 ao tornar-se a mulher mais condecorada da história da premiação, com nada menos que 28 estatuetas.
‘Rick e Morty’ é uma das séries mais aclamadas e adoradas da televisão contemporânea e, agora, o Adult Swim divulgou, durante seu festival homônimo, o primeiro cartaz promocional da vindoura 6ª temporada.
Lembrando que, recentemente, foram divulgados os títulos oficiais dos próximos episódios. Infelizmente, mais detalhes sobre os próximos capítulos não foram revelados (via ComicBook.com).
Confira:
Bethic Twinstinct
Ricktional Mortpoon’s
Rickmas Mortcation
Full Meta Jackrick
Final Destination
Rick: A Mort Well Lived
Night Family
A Rick in King Mortur’s Mort
Solaricks
Analyze Piss
Juricksic Mort
Lembrando que o próximo ciclo irá estrear no dia 4 de setembro.
“Rick e Morty estão de volta! Começando logo após o final da quinta temporada, a situação está complicada. Será que eles conseguirão partir em novas aventuras? Ou eles serão engolidos por um oceano de mijo? Quem sabe?! Mijo! Família! Intriga! Um monte de dinossauros! Mais mijo! Será mais uma temporada inesquecível da sua série favorita!”
Lembrando que as cinco primeiras temporadas já estão disponíveis na HBO Max.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
Coulée, que é conhecida por ter ganhado a quinta temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’, se junta aos previamente confirmados Alden Ehrenreich, Lyric Ross, Anthony Ramos, Manny Montana e Harper Anthony.
“Inspirada por Tony Stark, a genial Riri Williams decide criar sua própria armadura para lutar pelo bem. Essa garota super inteligente trabalha duro e trará muita humanidade ao seu papel como a super-heroína Coração de Ferro”.
Vale lembrar que a personagem será introduzida ao MCU na aguardada sequência ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, próximo filme da Marvel.
Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner.
Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.
‘Coração de Ferro’ irá estrear em 2023 durante o outono norte-americano, que engloba os meses entre setembro e dezembro.
No ano passado, foi lançado nos EUA o criticado reboot de ‘Atividade Paranormal‘, intitulado ‘Paranormal Activity: Next of Kin’. Apesar da expectativa de alguns fãs, o longa registrou apenas 16% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.
Agora, em entrevista à Variety, o produtorJason Blum disse que a franquia “já teve o suficiente”.
“Com ‘Halloween’, nós só tínhamos os direitos de três filmes, então dissemos: ‘Halloween Ends’! Acabou para Blumhouse, pelo menos “, acrescentou o produtor. “Com outras coisas, você tem essa sensação de que é hora de colocá-los na gaveta. Atividade Paranormal só voltaria se algum diretor que eu amo, como Scott Derrickson, dissesse: ‘Eu tenho uma ótima ideia para um filme de ‘Atividade Paranormal’ .’ Mas não é algo que eu queira fazer [no momento].”, afirmou.
“Pegamos emprestado o sistema autoral francês e o aplicamos a filmes muito comerciais”, acrescentou Blumhouse. “Nós damos a eles mais controle do que eles normalmente têm em Hollywood, mas eles também têm que nos dar algo: um compromisso de fazer filmes de baixo custo… tempo em que o diretor está planejando como eles vão conseguir o que querem. Em um filme de US$ 200 milhões, o diretor está gastando 80% de seu tempo em política e 20% realmente fazendo o filme. Em nosso filme de US$ 4 milhões, 100% do tempo é gasto em fazer um bom filme.”
O longa acompanha Harper, uma jovem que, após se tornar viúva, decide ir morar sozinha no interior da Inglaterra. Vivendo o seu luto, ela começa a perceber que alguém está lhe perseguindo e suas memórias e medos voltam para assombrá-la.
Assista ao trailer e confirma as críticas dos principais veículos:
“Performances fascinantes de Jessie Buckley e de um verdadeiramente camaleônico Rory Kinnear fazem deste… início de conversa um destaque de gênero não convencional”– The Hollywood Reporter
“O público está praticamente garantido para ficar aterrorizado com essa aposta de folk-horror bizarro, mesmo que alguns espectadores não concordem sobre o que os incomodou sobre isso”– Variety
“Um pastiche de folk-horror britânico nada sutil e esquemático, mas muito bem atuado…” – The Guardian
Além de Buckley, a indicada ao Oscar por A Filha Perdida,Rory Kinnear (‘007 – Sem Tempo Para Morrer’) e Paapa Essiedu (‘I May Destroy You’) também estão no elenco.
Garland também assina o roteiro do filme. Ele também está trabalhando em seu novo filme com a A24, com Kirsten Dunst e Wagner Moura no elenco.
Fortes conflitos familiares ligados ao rompimento de um casamento acaba chegando nas telonas mundo à fora, cada qual em seu respectivo recorte sobre essa fase que muitos já passaram, alguns passam e outros passarão na sua trajetória de vida. Os desenrolares da separação, alguns em conflituosos divórcios, outros em mútuo entendimento que era o certo a fazer, as dúvidas quando não há certezas, acabam nos trazendo paralelos com a realidade nos fazendo conhecer personagens fascinantes para quem curte refletir sobre os caminhos da vida. Pensando nisso, segue uma lista abaixo com 10 filmes sobre complicações no divórcio:
História de um Casamento
História de um Casamento conta a vida de Nicole (Scarlett Johansson) e Charlie (Adam Driver), um casal que vive seus dias agitados em Nova Iorque entre um espetáculo e outro, já que ambos trabalham em uma companhia de teatro onde a primeira é a atriz protagonista das peças e o segundo o diretor. O casal possui um filho que é muito amado por ambos. Quando Nicole recebe uma oferta irrecusável de trabalho em Los Angeles (lugar bem distante de NY), o casamento afunda em uma crise sem retorno. Alguns meses se passam, Nicole se estabelece em Los Angeles e a luta dos dois agora é pelos acordos do divórcio que se submetem.
Celeste e Jesse – Para Sempre
Na trama, conhecemos a relação de divórcio esquisita entre ex-pombinhos Celine e Jesse que estão se separando mas vão juntos a todos os lugares, fora as brincadeirinhas infantis típicas de muitos relacionamentos. Celeste é uma mulher bonita, inteligente que é analista de tendência e possui uma empresa de marketing. Já Jessie é um designer que não gosta muito de trabalhar e adora ficar em casa, abrindo salgadinhos embalados e chorando vendo os ‘Vt’s’ das olimpíadas de Pequim. Com o passar do tempo e com novas pessoas circulando na vida social da dupla, perguntas e muitos conflitos vão começando a se formar. Ao subestimar a relação de anos em que vivia Celeste aos poucos percebe que cometeu um erro e tenta consertá-lo a todo instante. Entre um encontro e outro o espectador fica com um leque aberto de opções para chegar até o desfecho.
A Vida de Outra Mulher
Na trama, que tem o roteiro baseado em um livro de Frederique Deghelt, somos apresentados rapidamente e sem enrolação à uma jovem morena francesa que se apaixona perdidamente por um rapaz e após uma noite de muito carinho e acorda anos mais tarde e descobre que é mãe de um menino e que seu marido(que é o mesmo que ela passara à noite anos atrás) e ela estão no meio de um divórcio. Assim, a jovem, agora madura, precisa reconquistar muitas pessoas importantes em sua vida que deixaram lacunas por conta do rumo em que sua vida se determinou.
Planos para Amanhã
Esse primeiro longa-metragem da cineasta espanhola Juanas Macías, é um grande quebra-cabeça onde conhecemos histórias que se encontram após um acidente de trânsito que modifica para sempre todos os envolvidos nessa história. Aborto, traição/abandono de uma mãe para viver um antigo amor e a luta pelo divórcio (e suas consequências) são basicamente os conflitos vividos. É um filme de escolhas, onde você consegue sentir a dor do personagem em cada uma delas.
Amor à toda Prova
O longa conta a história de um homem que descobre que foi traído por sua mulher e resolve aceitar os conselhos de um garanhão para se dar bem nas futura investidas românticas, ao mesmo tempo em que tem que lidar com os inúmeros problemas que seu divórcio trás à sua família.
A Perfectly Normal Family
Baseado em fatos reais, o filme conta a história de Thomas (Mikkel Boe Følsgaard), um pai de família que tem duas filhas, Caroline (Rigmor Ranthe) e Emma (Kaya Toft Loholt), com a esposa Helle (Neel Rønholt). O pai é muito carinhoso com as filhas com quem possui uma enorme ligação. Certo dia, após tentarem adotar um cachorrinho, uma grande surpresa acontece quando Thomas e Helle anunciam para as filhas o divórcio e ainda que Thomas fará uma cirurgia para virar mulher. O tempo passa um pouco e agora Thomas, já com corpo de mulher, se chama Agnete e precisará compreender e ser compreendido no dia a dia com as filhas.
What a Wonderful Family
Na trama, conhecemos um velhinho aposentado, mal humorado, chato (protagonizado por Isao Hashizume) que vive uma vida confortável após a aposentadoria. Dentro de sua casa moram com ele dois de seus três filhos e a sua nora e netos, transformando o ambiente em uma grande movimentação diária. Certo dia, após voltar para casa e esquecer que era dia de aniversário de alguém muito importante recebe um inusitado pedido de divórcio de sua esposa. Assim, tentando entender (do seu jeito) o porque que sua esposa quer se separar dele, e tendo que conviver com a fofoca que rola em torno do assunto por todos que são próximos a casa, o protagonista busca, entre um drink e outro, alguma solução para a inusitada situação.
Laços de Afeto
Na trama, conhecemos Leone (Francesco Gheghi), um jovem estudante do ensino médio que resolve fazer um documentário caseiro sobre a relação dos seus pais Paolo (Filippo Timi) e Simone (Francesco Scianna). Só que paralelo a isso, diversas coisas acontecem, como: ele se apaixona, os pais rumam ao divórcio, questões que levam o protagonista para um pensar mais reflexivo sobre toda sua vida.
Escrito e dirigido por Xavier Legrand, em seu primeiro trabalho na direção de uma longa-metragem o projeto conta a história de Myriam (Léa Drucker) que tem seu casamento encerrado por conta dos problemas com violência com seu ex-marido Antoine (Denis Ménochet). Agora, a preocupação de Myriam é sobre a guarda de seu filho Julien (Thomas Gioria). E assim, dá o início a uma batalha dolorosa pela custódia do jovem.
Na trama conhecemos Jerry (Jake Gyllenhaal) e sua esposa Jeanette (Carey Mulligan), um casal de classe média baixa que mora em uma cidadezinha de Montana em meados dos anos 60. O Casal possui um único filho, Joe (Ed Oxenbould), e muito pela ótica desse personagem que vamos acompanhando o casamento dos pais ir do céu ao inferno, culminando em uma separação dolorosa onde mudanças acontecerão para marcar a vida de todos os envolvidos.
Nem sempre o ambiente de trabalho é um lugar saudável para muitos trabalhadores. Muitas vezes, e das mais diversas formas são colocados conflitos com obstáculos difíceis de serem superados. Concorrências exacerbadas, as manipulações de alguns que mandam, propostas intrigantes, abusos de vários tipos, são alguns dos pontos que algumas estradas podem nos levar a enfrentar. Pensando nessa complicada relação, na maioria dos casos, o cinema volta e meia nos traz histórias para refletirmos sobre o assunto. Algumas mais leves, outras bem profundas e emocionantes. Assim, pensando nisso tudo dito, resolvemos criar uma lista com 10 filmes que mostram conflitos entre chefes e funcionários:
El Buen Patrón
O malabarismo do suposto equilíbrio. Vencedor do prêmio Goya de Melhor Filme em 2022 (Oscar da Espanha), El Buen Patrón fala sobre a relação entre patrões e empregados que aqui, quase didaticamente, acaba nos levando na direção da realidade, nessa sempre conflituosa relação. Aqui o ponto de vista é do patrão, um manipulador de ações e situações que acaba caindo em verdades do mundo, sendo muitas vezes o vilão da sua própria trajetória. Há outros vilões implícitos, o capitalismo por exemplo e suas formas de corroer. Dirigido e escrito pelo cineasta Fernando León de Aranoa o projeto é sarcástico na medida certa, o que culmina em momentos hilários mas sem deixar de gerar a reflexão. O filme marca uma das grandes atuações recentes na carreira do excelente ator Javier Bardem.
O Destino de Haffman
Na trama, conhecemos o experiente joalheiro judeu Joseph Haffmann (Daniel Auteuil) que vive uma vida repleta de amor e muito trabalho com sua família em Paris. Ele tem um funcionário no qual conhece faz pouco tempo, François (Gilles Lellouche) que sonha em conseguir com seu talento dar uma boa vida para sua esposa Blanche (Sara Giraudeau). Ambos sonham em ter filhos. Durante essa época, no início da década de 40, acontece a ocupação alemã e judeus são perseguidos por todos os lados. Buscando encontrar uma saída para a situação, Haffman propõe a François que ele assuma os negócios da joalheira e sua casa, para após a guerra ele volte para o verdadeiro dono. Só que Haffman não consegue fugir a tempo e precisará passar meses ao lado de François e Blanche só que numa posição invertida, fato que passará a criar conflitos profundos na vida dos três personagens.
Na trama, conhecemos Inácio (Murilo Benício), o dono de um restaurante que está prestes a encerrar mais um dia de trabalho ao lado de seus funcionários, principalmente o cozinheiro chefe Djair (Irandhir Santos) e a faz tudo Sara (Luciana Paes), além de um cliente jantando sozinho, o ex-policial Amadeu (Ernani Moraes) e em seguida chega o casal Veronica (Camila Morgado) e Bruno (Jiddu Pinheiro). Em certo momento da noite, uma dupla de assaltantes invade o local fazendo todos os personagens citados acima de refém. Só que a noite reserva muitas surpresas e somos testemunhas de algumas inversões sobre quem está realmente no comando das ações.
Na trama, conhecemos Jane (Julia Garner), uma jovem que conseguiu faz poucos meses um trabalho como assistente de um dos mandas-chuvas de uma grande empresa ligada ao audiovisual. Pelo andamento que acompanhamos parece que ela sempre teve esse sonho de trabalhar nessa área. Porém, com o passar dos dias, os egoísmos de outros funcionários e um assédio moral e sexual observado por ela a deixam em estado assustada principalmente quando resolve buscar ajuda e é surpreendida com o tratamento que recebe.
Na trama, três amigos não aguentando mais seus respectivos chefes decidem procurar ajuda para se desfazerem desses, encontram um homem em um bar que tenta ajudá-los no objetivo.
Na trama, acompanhamos a saga de Vitor, um jovem trabalhador de uma pequena empresa que está em home office assim como todos de sua equipe. Após ser selecionado por seu chefe para criar uma nova apresentação para a empresa, na hora de enviar o trabalho pronto comete um grave erro e envia o arquivo errado que contém uma série de memes do seu chefe. Assim, buscando alguma solução para essa inusitada situação, resolve pedir a ajuda de alguns amigos de trabalho.
O Chefe
Na trama, conhecemos o endinheirado e CEO de uma empresa que ele mesmo criou, César (o ótimo Luis Callejo), um homem que atravessa uma fase difícil na vida com a eminente separação de seu casamento de anos, o distanciamento de seu único filho, e a surpreendente notícia de que alguém de sua própria empresa o está roubado faz anos. Munido de uma personalidade explosiva, que aflora na semana que vai definir de vez os rumos de sua vida dali pra frente, em uma noite trabalhando até tarde no escritório acaba conhecendo Ariana (Juana Acosta), uma faxineira colombiana que acaba criando um laço de amizade com o protagonista.
Apprentice
Na trama, conhecemos os primeiros dias do jovem e ex-militar Aiman (Firdaus Rahman) no serviço prisional de segurança máxima em uma das maiores cadeias de Singapura. Logo na primeira semana consegue destaque e ser visto com bons olhos por um dos chefes de execução do local Rahim (Wan Hanafi Su). Lutando contra seus conflitos pessoais, alguns ligados à irmã que está de viagem marcada para a Austrália onde irá se casar, certos segredos vem a tona para o público, transformando esse filme em um grande dilema para o protagonista.
No filme, lançado no início da década de 90, dirigido pelo cineasta nova iorquino James Foley (que mais tarde seria o diretor de Cinquenta Tons de Liberdade e Cinquenta Tons Mais Escuros), conhecemos quatro corretores de imóveis que são colocados em uma situação de muito stress ao serem ameaçados de demissão se não forem os melhores vendedores do mês. O projeto é baseado de uma peça teatral homônima de David Mamet.
Dois Dias, uma Noite
Na trama, somos apresentados a Sandra (Marion Cotillard), uma mulher com grave crise de depressão que tem uma única chance de convencer seus colegas de trabalho a abdicar um bônus de 1000 Euros para ela ser mantida no trabalho. Assim, percorrendo os seus dramas e a de todos os outros colegas de trabalho, parte em busca de uma redenção que pode não ser necessariamente a manutenção de seu emprego.
Charlie Cox volta ao MCU como o ‘Demolidor‘ na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, e uma imagem divulgada mostra que ele usará um traje semelhante ao da série da Netflix.
Além de compartilharem a profissão de advogados, Jennifer Walters e Matt Murdock são grandes amigos nos quadrinhos daMarvel.
E não vai ser diferente na série…
Quando o Demolidor (Charlie Cox) apareceu no novo trailer da atração, os fãs ficaram animados com seu retorno e agora estão imaginando como o herói vai interagir com a personagem de Tatiana Maslany.
Enquanto promovia a série na San Diego Comic-Con, a estrela confirmou a amizade da dupla.
“Quando você assistir a série, verá que [O Demolidor e eu] seremos melhores amigos. Tipo, amigões mesmo”, disse ela (via Comic Book).
A showrunnerJessica Gao também tocou no assunto e deu mais detalhes sobre a relação deles.
“Bem, obviamente, o que Jen tem em comum com Matt Murdock é que ambos são advogados, mas também, de forma única, ambos são advogados que são super-heróis, então eles têm esse segredinho, o que traz à relação deles um senso de confiança mútuo.”
Agora só nos resta aguardar a estreia para descobrir como será a interação entre a dupla.
Lembrando que os episódios estarão disponíveis na Disney+ a partir de 17 de agosto.
A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.
“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes.Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”
Nesta sexta-feira, dia 5 de agosto, os fãs foram agraciados e podem finalmente conferir o mais recente exemplar da franquiaO Predador, intitulado Prey no original. Essa é a primeira vez em que um filme da franquia não recebe o título Predador no original – já que aqui no Brasil os responsáveis não conseguiram evitar e tascaram um Predador: A Caçada. E pela primeira vez também a franquia apostará num teor mais minimalista evitando os cinemas e orquestrando sua estreia para as plataformas de streaming. Sim, este é um admirável novo mundo, mas a manobra da Disney (agora detentora da 20th Century Studios) está mais relacionada ao mal desempenho dos últimos filmes do caçador intergaláctico – em especial o filme de 2018.
O novo filme, dirigido por Dan Trachtenberg, volta no tempo 300 anos, para mostrar uma das primeiras “caçadas” do Predador na Terra, enfrentando aqui uma tribo Comanche, conhecidos por serem nativo-americanos com muita experiência e talento para a caça. Em especial, essa é uma história de crescimento e superação da jovem Naru, personagem da indígena Amber Midthunder. Em homenagem ao novo longa de um dos vilões mais queridos da cultura pop, o extraterrestre com cabelos de rastafari, que já chega despertando todo tipo de elogio da imprensa especializada, resolvemos voltar no tempo também, mas apenas 35 anos no passado, para revisitarmos a primeira aparição da criatura nas telonas – que resultou no sucesso O Predador (1987), veículo de ação para o musculoso Arnold Schwarzenegger.
O Predador (1987) é um dos filmes mais icônicos dos anos 80 e definitivamente um dos mais marcantes da carreira do grandalhão Schwarzenegger. Na trama, o astro austríaco é o líder de um time militar de elite, do tipo que realiza as missões que ninguém mais conseguiria ou seria louco para tentar. É claro que nesta equipe teremos todo tipo de brucutu truculento, daqueles que dá medo só de olhar, de figuras como Carl Weathers, Jesse Ventura, Sony Landham, Bill Duke, Shane Black e Richard Chavez. A tarefa deles é simples: resgatar a tripulação de um helicóptero que caiu atrás das linhas inimigas num país da américa central, e continha um oficial de alta patente. Até aí a trama lembra Fuga de Nova York(1981).
Quando chegam ao local, percebem que os passageiros de tal helicóptero caído foram mortos da forma mais brutal e sádica possível, esfolados vivos e pendurados de ponta cabeça na mata. Eles creditam o ato selvagem aos rebeldes inimigos, dos quais dão cabo prontamente – e aí O Predadorganha contornos de Rambo 2 – A Missão (1985). Mas nem tudo são flores para esta equipe de ossos duros de roer, e ao levarem consigo uma sobrevivente feita como refém pelos guerrilheiros, eles se deparam também com uma entidade sobrenatural na floresta – a quem a prisioneira em sua crendice se refere como “o diabo”. O interessante de O Predador é o mistério que faz sobre a criatura. Quem assiste ao filme pela primeira vez sem saber nada sobre ele, pode imaginar diversas possibilidades, mas nunca de fato o que a história irá apresentar.
Perdidos na selva. Os Comandos de Arnold enfrentam uma ameaça sobrenatural na floresta.
A incógnita sobre a verdadeira identidade do ser que os espreita é um dos elementos mais eletrizantes do filme. Será mesmo o diabo? Será alguma entidade folclórica das selvas da américa central? Será um superespião inimigo infiltrado? Esse mistério é completamente eliminado nas continuações, por já sabermos exatamente o que esperar da ameaça. Aqui no original no entanto, a criatura só é de fato revelada no terceiro ato da narrativa. O que acontece é que à primeira vista a floresta “ganha vida” e vai eliminando os comandos em ação um a um, das formas mais violentas possíveis. No final, resta apenas o protagonista de Schwarzenegger e a jovem prisioneira (papel de Elpidia Carrillo). O herói então realiza um mano a mano com a criatura, sem que nenhum dos dois apele para armas.
O roteiro de O Predador(1987) foi escrito pelos irmãos Jim e John Thomas. E a ideia para a história nasceu de uma brincadeira em relação ao rival de Schwarzenegger nas telas nos anos 80, Sylvester Stallone e seu personagem mais famoso da carreira, Rocky. Alguém teria dito de brincadeira: “Quem falta para Rocky enfrentar? Acho que só E.T. – O Extraterrestre”. Assim nascia o conceito de um homem numa luta até a morte com uma criatura de outro planeta. Mas outros elementos seriam inspiradores para esta trama. O primeiro deles foi o sucesso Aliens – O Resgate, lançado no ano anterior e citado pelos próprios roteiristas como uma de suas maiores influências para criar O Predador. A semelhança é fácil de pegar: um grupo de fuzileiros fortes, corajosos e armados até os dentes, enfrentando uma criatura extraterrestre (no caso de Aliens, várias) e sendo eliminados um a um. Em Predador 2 – A Caçada Continua (1990), também escrito pela dupla, eles homenageiam sua criação, colocando o crânio de um xenomorfo no interior da nave do Predador. E claro, Alien vs. Predador seria sua própria franquia de muito sucesso, gerando brinquedos, games, quadrinhos e até eventualmente filmes.
“You’re one ugly motherfucker!” virou “Nossa, você é muito feio” na versão dublada e também clássica.
A segunda influência admitida pelos escritores é outro filme de Stallone, o já citado Rambo 2 – A Missão (1985), onde um guerrilheiro sobrevive na floresta enfrentando todo tipo de inimigo. Aliás, uma das primeiras ideias para o roteiro traria o personagem de Schwarzenegger igualmente sozinho em sua missão de resgate, se deparando com a criatura e depois precisando enfrenta-la. A ideia foi descartada pois era preciso demonstrar o quão letal esse adversário poderia ser, e a melhor maneira era eliminando um a um diversos “Rambos”, até o mais forte deles restar. Essa ideia aliás, já havia se transformado no primeiro tratamento do roteiro, recusado por Arnold e reescrito pelos irmãos Thomas.
Outras das ideias descartadas em tratamentos anteriores do roteiro foram a existência de diversos Predadores para enfrentar os comandos. Como se apenas um já não fosse ruim o suficiente. De novo, esse plano foi descartado em prol de apresentar uma ameaça gigantesca vindo de apenas um Predador. O conceito, no entanto, ficaria na mente dos Thomas e veria a luz do dia em Predador 2(1990). Depois disso, os demais filmes sempre trouxeram mais de um caçador intergaláctico em suas tramas. A terceira ideia descartada foi ter como protagonista um personagem nativo-americano (ou indígena). Essa ideia eventualmente seria adaptada ao personagem Billy (Sony Landham), um dos coadjuvantes de peso no longa. E agora, como sabemos, o novo O Predador: A Caçadatraz um elenco inteiro desta linhagem.
Essa ideia maluca de um roteiro que começou meramente como especulativo seguiu de porta em porta para os maiores estúdios de Hollywood, sempre vendido como “Alien – O Oitavo Passageiro(1979) passado na selva”. Eventualmente, o texto iria cair nas mãos da 20th Century Fox e se tornar uma de suas propriedades mais quentes. O próximo passo era encontrar um comandante para a produção. Embora Geoff Murphy (Freejack – Os Imortais) fosse a primeira escolha, e tenha ficado vinculado um tempo ao projeto, O Predador terminou nas mãos do então novato John McTiernan, que tinha no currículo apenas o terror cult Delírios Mortais (1986) àquela altura. O Predador foi seu segundo filme, e McTiernan realizou um trabalho tão bom que logo se tornaria o menino de ouro da Fox, sendo escalado logo no ano seguinte para a direção de Duro de Matar(1988), outro clássico da ação. O cineasta seguiria para outros grandes títulos como A Caçada ao Outubro Vermelho (1990), O Último Grande Herói(1993) e Duro de Matar – A Vingança(1995).
Embora a ideia vendida para McTiernan tenha sido o encontro de “Rocky (ou Rambo) com Alien”, o diretor gostava mais de pensar em seu filme como o clássico King Kong (1933). Segundo o cineasta, ele descreveria O Predador da seguinte forma: “Um bando de homens chega a um ilha e vão se embrenhando cada vez mais fundo, e aí, se deparam com o que estavam perseguindo, que se revela bem maior do que eles pensavam, fazendo com que precisem dar meia volta e fugir”.
Para o papel protagonista de Dutch, o líder do esquadrão da morte, o austríaco Arnold Schwarzenegger entrava logo em cena. O grandalhão ex-mister universo vinha de trabalhos significativos em sua carreira, como os dois Conan, O Exterminador do Futuro e Comando para Matar. O ator de ação, que vinha galgando o posto de astro, aceitou o projeto por imaginá-lo como uma versão de um clássico que adorava e sempre pensou em fazer algo parecido: o faroeste Sete Homens e um Destino(1960). Segundo Arnold, “é um filme com um grupo de sujeitos que precisam trabalhar juntos”. Uma curiosidade é que enquanto filmava O Predador, Schwarzenegger tinha outro projeto nos mesmos moldes em desenvolvimento, a adaptação para o cinema dos quadrinhos da DC Sargento Rock. O personagem é um herói de guerra, líder de um pelotão. A revistinha do personagem inclusive aparece em O Predador (1987), sendo lida por Hawkins (Shane Black). O filme do personagem de quadrinhos não vingaria.
Com orçamento de aproximadamente US$15 milhões, O Predadorse tornaria a segunda maior abertura de fim de semana em sua estreia em 1987, recuperando praticamente todo o seu valor – US$12 milhões em caixa. O Predador ficou atrás somente de Um Tira da Pesada 2, que havia estreado quase um mês antes e marcado US$26.3 milhões em um único fim de semana. O Predador terminou sua carreira nas telonas mundiais com US$98. 2 milhões, garantindo seu sucesso absoluto. O filme ainda seria indicado ao Oscar de efeitos especiais – mas perderia o prêmio para Viagem Insólita, produção de Steven Spielberg. Fora isso, foi incluído na lista do American Film Institute, de 2001, dos 100 filmes americanos mais eletrizantes. Hoje, 35 anos depois de seu lançamento seu legado segue dando frutos com o mais recente e elogiado capítulo da saga, ao mesmo tempo em que O Predador (1987), o filme original, se mantém como um clássico moderno ainda muito querido e comentado. O teste do tempo é o verdadeiro prêmio para a arte.
Ps: Ambos O Predador: A Caçada e O Predador (1987) estão disponíveis no acervo da Star+.
A série de vampiros ‘Primeira Morte‘ (First Kill) foi cancelada pela Netflix em menos de dois meses após a estreia, totalizando uma única temporada.
Ambientada em um mundo de caçadores de monstros, a trama acompanha uma vampira adolescente chamada Juliette (Sarah Catherine Hook), que acaba se apaixonando por uma caçadora de vampiros, a bela Calliope (Imani Lewis).
Durante uma entrevista para o Daily Beast, a showrunnerFelicia D. Henderson disse que o cancelamento foi culpa do péssimo marketing da plataforma de streaming, que foi negligente em classificar a atração como uma simples série de vampiras lésbicas e nada mais…
“Eu entrei nesse projeto com tanto entusiasmo porque havia tanto para explorar… Lideranças de mulheres fortes, intrigas sobrenaturais, uma épica batalha shakespeariana entre famílias em guerra e os dramas da adolescência. Além do mais, destacar uma família negra num gênero como este é algo que os espectadores negros desejam e que também incentiva o público a apoiar a representatividade.”
Ela continuou:
“Os cartazes produzidos eram lindos. Mas eu achei que [o romance gay] era apenas um dos elementos que seriam explorados no marketing, mas eles só focaram nisso. Havia tantos elementos igualmente atraentes e importantes na série. Monstros contra caçadores de monstros, a batalha entre duas matriarcas poderosas, etc. Mas a série nunca foi promovida como deveria.”
‘Primeira Morte‘ até foi um sucesso moderado para a Netflix, estreando em 3º lugar entre o TOP 10 do catálogo na primeira semana de exibição, atrás apenas de ‘Stranger Things’ e ‘Peaky Blinders‘.
Na internet, os fãs se revoltaram com o streaming:
o peso do cancelamento dessa série só entende quem é lésbica/sáfica pq somos representadas da pior forma possível sempre e quando fazem diferente abordando na adolescência de forma leve, como em first kill a série é cancelada #savefirstkillpic.twitter.com/LgLoJ0wDqY
first kill foi MUITO bem de view e o custo foi baixo e mesmo assim foi cancelada eu quero ver só qual vai ser a desculpa da netflix pra essa palhaçada porque a única explicação é que eles não tem interesse de manter série sáfica no catálogo série LGBT+ só se for de gay branco
— lorrane.⍟ : o retrato de Dorian Gray (@paynoxsoldier) August 3, 2022
first kill teve numeros tão bons quanto os de heartstopper que foi renovado pra mais DUAS TEMPORADAS enquanto first kill é cancelada serio ISSO TEM NOME
gnt eu sei q vcs tão tristes q first kill foi cancelada e a gnt sabe q o fato da série ter protagonismo lésbico foi um fator pra isso mas zoar a aparência do joe ñ é a resposta, ele ñ tem nada com isso
odeio ficar correndo e correndo atrás de migalhas, tentando me ver em alguma coisa pra no final ser cancelada: The owl house, First Kill, I’m not okay with this…
First Kill cancelada sendo que passou semanas no topo de mais assistida em vários lugares só prova que o problema pra Netflix é que eles não esperam que coisas lgbt façam sucesso pq eles não querem que faça. Eles querem aparentar representatividade pra marketing.
Ainda bem que eu não assino aquela bomba que é a Netflix. First Kill foi uma série que os fãs lutaram pra fazer dar certo, e DEU certo, a série hitou muito, e a Netflix tá foda-se pra isso. Mais uma série com protagonismo lésbico que foi cancelada
Infelizmente, a produção terminou com a trama aberta, com ganchos que nunca terão resolução.
Relembre o trailer:
Quando chega o momento da vampira adolescente Juliette (Sarah Catherine Hook) matar pela primeira vez para que ela possa conquistar seu lugar em uma família de poderosos vampiros, ela coloca os olhos em uma nova garota na cidade, Calliope (Imani Lewis). Mas, para a surpresa de Juliette, Calliope é uma caçadora de vampiros, de uma família renomada de caçadores.
O elenco ainda conta com Elizabeth Mitchell, Aubin Wise, Jason Robert Moore, Gracie Dzienny, Will Swenson, Phillip Mullings Jr., Dominic Goodman, Dylan McNamara, MK xyz, Jonas Dylan Allen e Roberto Mendez.