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‘Respire!’: Série de suspense com Melissa Barrera já está disponível na Netflix!

A minissérie de suspense ‘Respire!‘ (Keep Breathing), estrelada pela Melissa Barrera (‘Pânico’), estreou na Netflix.

Todos os seis episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

Na trama, uma jovem sobrevive à queda de um avião no meio da selva canadense. Para se manter viva, ela precisa aprender a lidar com a natureza e com seus próprios demônios.

Crítica | Respire!: Melissa Barrera luta por sua sobrevivência em ótima minissérie original da Netflix

Confira o trailer:

Após seu avião particular cair em uma fronteira remota no Canadá, a única sobrevivente Liv (Barrera) deve enfrentar o clima imperdoável da natureza e traumas pessoais para se manter viva.

O elenco ainda contará com Jeff Wilbusch, Austin Stowell, Juan Pablo Espinosa, e Florencia Lozano.

Maggie KileyRebecca Rodriguez dirigiram os episódios.

Showrunners de ‘A Casa do Dragão’ comentam sobre as comparações com a série de ‘O Senhor dos Anéis’

Este ano tem estreia de duas aguardadas séries de fantasia inspiradas em grandes títulos da literatura, uma delas é ‘A Casa do Dragão, derivada deGame of Thrones‘.

E a outra é ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘, baseada nos romances de J.R.R. Tolkien.

A primeira estreia na HBO Max no fim de agosto, enquanto a segunda estreia na Amazon Prime no início de setembro.

Por conta dessa proximidade, o público acredita que vai haver muitas comparações entre as produções.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, os showrunners Ryan Condal e Miguel Sapochnik tocaram no assunto e disseram que não estão preocupados com possíveis comparações.

“Minha esperança é que ambas as séries funcionem e encontrem uma enorme base de fãs”, disse Condal. “Não estamos preocupados com comparações! Eu acho que quanto mais fantasias grandes e caras funcionarem na televisão, melhor para nós, fãs, porque farão mais delas. Eu quero desesperadamente que ‘Os Anéis do Poder’ faça sucesso. Eu estarei lá assistindo na primeira noite em que estiver disponível, assistirei a todos os episódios.”

Sapochnick acrescentou:

“‘O Senhor dos Anéis’ é uma ótima propriedade intelectual e tem um ótimo material. Eu não tenho ideia do que eles fizeram, mas acho fantástico. A frase que melhor resume a estreias das série é: quanto mais, melhor, realmente.”

Lembrando que a primeira temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será composta por dez episódios e chega em 21 de agosto.

Confira o trailer:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Flash Gordon | Taika Waititi vai investir na franquia – Relembre a superprodução “flopada” de 1980

Superprodução do herói é um exemplar marcante das adaptações desse tipo na década

O início do século XX para a indústria de quadrinhos foi o momento mais propício para o surgimento de propriedades que, na falta de clássicos prévios (com a provável exceção de Tintim), posicionaram muitas das regras e personagens que são marcantes até hoje. Além de nomes consagrados como Superman, Batman, Mulher Maravilha, Shazam há um outro no qual muito pouco vinha se falando.

Flash Gordon fez sua estreia em 1934 como uma resposta comercial ao sucesso do também herói de ficção científica Buck Rogers, cujas histórias eram publicadas desde 1928 na revista Amazing Stories. Visando o sucesso da concorrência, a editora King Feature Syndicate começou a desenvolver sua própria versão de Buck Rogers, confiando a Alex Raymond a responsabilidade de criar uma nova propriedade.

De início o material fonte a que Raymond mais se debruçou foi o livro When Worlds Collide, obra de ficção cientifica lançada em 1933 por Philip Wylie e Edwin Balmer. Duas semelhanças entre ambas as histórias são inegáveis: um terráqueo que se vê em meio a uma ameaça à Terra envolvendo mundos alheios e a presença da parceira entre o elenco de apoio. Para a mitologia de Flash Gordon essas também se tornaram características importantes.

Buck Rogers foi uma inspiração para Flash Gordon.

A trama que nasceu daí foi a saga do homônimo jovem jogador de polo que, alertado por seu amigo Dr. Zarkov, descobre que um planeta batizado de Mongo está em rota de colisão com a Terra. O cientista então sequestra Flash e o também estudante Dale para partirem junto com ele em um foguete rumo ao planeta Mongo e tentar descobrir uma forma de impedir a destruição.

É ali que Flash conhece seu nêmesis, o maligno imperador Ming, O Impiedoso. Entre 1934 e 1992 as edições de Flash Gordon eram publicadas diariamente, apresentando novas aventuras do herói e seus amigos em diferentes localidades do planeta Mongo. As primeiras tentativas de adaptar essas histórias para um formato live-action aconteceram ainda nos anos 30, mais especificamente em sua reta final, e em formato serializado.

Esses tipos de produção eram muito comuns nos cinemas na primeira metade do século XX; por um determinado preço o público tinha acesso não só à sessão principal mas a um curta que antecedia ao filme. Geralmente essas produções eram animações (os estúdios Fleischer, por exemplo, construíram a fama de competidor da Disney com essas exibições) mas com Flash Gordon houveram três seriados episódicos entre 1936 e 1940.

Flash Gordon foi um dos primeiros heróis dos quadrinhos.

Vieram então os anos 80 e com eles a ascensão de um dos produtores mais prolíficos da década: Dino De Laurentiis. Um dos responsáveis pela maior visibilidade do cinema italiano no cenário internacional a partir da segunda metade do século, o produtor detinha os direitos de uma adaptação de Flash Gordon desde os anos 60. Um então jovem George Lucas abordou De Laurentiis com o interesse de dirigir o filme, uma vez que os curtas mencionados do personagem tiveram grande influência na infância do cineasta.

No entanto, o produtor recusou a proposta. Isso se deveu à sua vontade de contratar um nome mais estabelecido e conceituado como o de Federico Fellini. Àquela altura o diretor já era um dos expoentes do novo cinema italiano e sua contratação seria essencial para uma maior consolidação desse segmento junto a um público norte-americano mais abrangente.

O primeiro contratempo da produção surgiu quando Fellini teve que abandonar o projeto, forçando o produtor a ir atrás do diretor britânico Nicolas Roeg (um dos seus filmes mais famosos até então havia sido O Homem que Caiu na Terra estrelado por David Bowie em 1976). A parceria teve início promissor, com o cineasta confirmando ser um fã de longa data dos quadrinhos de Flash Gordon e elaborando uma primeira versão de roteiro para o longa.

Porém, após De Laurentiis recusar essa abordagem inicial, Roeg também abandonou o projeto. Sem maiores opções ele recorreu à Mike Hodges, famoso até então pelo thriller Carter – O Vingador, estrelado por Michael Caine, de 1971. Para o papel principal foi escolhido o novato Sam J. Jones, tendo aqui sua primeira grande oportunidade; no papel antagonista de Ming, O Impiedoso foi escalado o lendário Max von Sydow; Timothy Dalton, em um período antes de assumir o manto de 007, como príncipe Barin.

Sam J. Jones contracena com Max von Sydow na adaptação dos anos 80.

A trilha sonora foi composta pela banda Queen, seguindo sob um certo ponto de vista o planejamento do cancelado Duna de Alejandro Jodorowsky anos antes, em que bandas de rock estariam responsáveis por compor a trilha sonora ao invés do modelo tradicional de confiar a um único compositor essa tarefa. Ainda se mantendo nesse tópico, anos após o lançamento de Flash Gordon tornou-se cada vez mais comum a discussão sobre o quão inspirado, em termos técnicos pelo menos, ele foi por Duna.

Isso porque os figurinos do núcleo de habitantes do planeta Mongo costumeiramente é associado com aqueles elaborados pelo quadrinista Jean Giraud para a mencionada ficção científica jamais realizada. É inclusive o visual chamativo (tanto no design quanto no uso de cores vivas como o vermelho) de Flash Gordon que tornam o filme um produto marcante e bem inserido no contexto de outras produções de fantasia que pautaram os anos 80 (Conan e Mestres do Universo por exemplo).

Tendo um orçamento em US$ 27 milhões, que eventualmente acabou em determinado momento da produção, o filme arrecadou o mesmo valor na bilheteria doméstica, o que foi considerado um fracasso. Ainda assim, criticamente ele foi elogiado pelo diretor entender que tinha a sua disposição um material com forte tendência à galhofa e, mesmo assim, não tendo medo de pender a narrativa para esse caminho quando necessário.

Desde então a franquia Flash Gordon permaneceu dormente, quando apenas recentemente o diretor Taika Waititi surgiu com a ideia de produzir uma animação sobre a saga. Porém, ele mudou o planejamento para um novo live-action; ainda sem maiores detalhes.

 

Batman (1989) de Tim Burton | Relembre a PRIMEIRA Superprodução do Herói – Um Marco do Cinema

Batman (The Batman, 2022) já estreou nos cinemas pelo mundo e vem se tornando um dos grandes sucessos deste ano – tanto de crítica quanto de público. Com novos atores, uma nova abordagem (mais voltada a um teor investigativo e de suspense), o longa conta os primeiros anos de Bruce Wayne como o herói mascarado, vigilante de Gotham. Se formos contar, o novo filme é o oitavo longa solo do Homem-Morcego nos cinemas (sem contar as participações com a Liga da Justiça ou dividindo o título com o Superman). Em homenagem à ótima nova produção, nossa proposta aqui é revisitar onde tudo começou: a primeira superprodução de Batman, lançada lá em 1989.

Batman, de Tim Burton, um dos primeiros filmes de super-heróis de todos os tempos, teve seu lançamento em 1989 (no dia 19 de junho mais precisamente). Em 2019, o filme completou 30 anos de lançamento, e uma produção tão importante para o entretenimento quanto essa, obviamente ganhou diversas homenagens. Aqui no Brasil a rede Cinemark trouxe de volta este clássico para as telonas por duas noites, e o CinePOP esteve presente para relembrar toda a glória da obra. Este foi o primeiro filme americano que este amigo que vos fala assistiu no cinema. Confira abaixo a trajetória do Homem-Morcego das tirinhas de quadrinhos e da série de TV para as telonas em grande estilo.

Hoje em dia, filmes de super-heróis são tão comuns que se tornaram a fonte mais rentável e bem sucedida da Hollywood atual. Mas se formos voltar ao passado e olhar mais de 30 anos atrás, esta realidade era bem diferente. Foi em 1989 que a Warner tirou do papel o primeiro filme do icônico personagem criado pelo artista Bob Kane em 1939, ou seja, em seu aniversário de 50 anos. Antes disso, a imagem mais popular que se tinha do personagem era a interpretada por Adam West no seriado camp da década de 1960 – aquele do “Pow”, “Soc”, “Wham”. Essa versão do personagem era mais voltada ao humor, dono de um tom extremamente farsesco e caricato. Também gerou um longa-metragem em 1966, que nada mais era do que uma extensão do programa de TV.

Desta forma, Batman (1989) foi a primeira vez que o personagem de fato ganhou um tratamento diferenciado e cinematográfico – no melhor sentido da palavra. Não havia muito precedente, já que na época histórias em quadrinhos ainda eram consideradas coisa de criança e todo estúdio que se prezava via o material como um tremendo risco. A não ser a própria Warner, que em 1978 tirou do papel, recebeu inúmeros elogios e lucrou com outro famoso herói: o Superman. Essa foi a primeira vez que um filme tratou tais obras com seriedade, apelando tanto aos adultos quanto às crianças. Richard Donner, o diretor, fez com que todos acreditassem que um homem podia voar – esse era inclusive o slogan da produção. No elenco, grandes astros da época davam o respaldo necessário, trazendo credibilidade ao projeto. Marlon Brando – o maior ator da época – viveu o pai alienígena do herói, e Gene Hackman (o ator tinha duas indicações e uma vitória no Oscar na época) deu vida ao vilão Lex Luthor.

Com Batman, o desejo do estúdio era por uma proposta similar: uma obra calcada no realismo, sem esquecer se tratar de uma história de quadrinhos. Essa mescla de fantasia com sobriedade, e elementos adultos, fazia toda a diferença. Mas nem sempre foi assim, o filme quase seguiu os moldes zombeteiros do seriado de TV, e por pouco não teve Bill Murray como o Homem Morcego e Eddie Murphy como Robin. Já imaginou? Nesta época, o diretor Ivan Reitman (Os Caça-Fantasmas) era cotado para comandar a produção.

Mas a opção da Warner e dos produtores Peter Guber e Jon Peters (os homens que fizeram este motor girar) foi mesmo por um tom mais sério, maduro, intenso e sombrio. Depois de muitos diretores serem considerados, o comando do filme terminou nas mãos de Tim Burton, então um cineasta novato de 30 anos de idade, vindo do setor de animação da Disney, com apenas dois longas no currículo – o infantil As Grandes Aventuras de Pee-Wee (1985) e Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice, 1998). Foi inclusive o sucesso do segundo, lançado pela própria Warner, que fez os produtores escolherem Burton de vez – o diretor teve assim mais de um ano para o lançamento Batman, já que Beetlejuice estreou no início de 1988.

De Burton, que depois adotaria de vez o estilo sombrio e o visual gótico, saído do expressionismo alemão, partiu a ideia para a criação daquele universo particular – que englobou a construção de Gotham City e sua direção de arte, o visual dos personagens (como o uniforme do herói – uma armadura negra), a trilha sonora imponente de Danny Elfman, e os demais elementos. O visual de Batman mistura elementos típicos do cinema noir, com uma criminalidade pulsante (bem similar a filmes de gângsteres dos anos 1930, o filme inclusive parece passado em tal década), com o visual fantástico, de sombras e cenários de angulações distorcidas, do expressionismo do cinema alemão, vide F.W. Murnau.

Por falar nesta atmosfera, muitos acreditavam que o filme sequer era indicado para seu público-alvo. O crítico Gene Siskel na época chegou a dizer que Batman “não era um filme para crianças”. Já seu companheiro de programa, Roger Ebert, foi além e citou: “Não é apenas um filme sombrio ou noir, mas existe um grande nível de hostilidade e raiva neste filme, um grande nível de sentimentos ruins. É um filme extremamente perturbador”.

Quanto aos atores, depois de muita procura e ofertas – como é esperado num filme assim, de orçamento estimado na casa dos US$35 milhões (o que na época era um absurdo) -, a produção optou por Michael Keaton, um ator que vinha basicamente de comédias e não tinha o porte do personagem. A opção de Burton era por um homem comum, extremamente identificável, que deixava fluir seu lado sombrio e assustador devido a um grande trauma. A proposta de entregar algo completamente fora do padrão, do esperado e atuando contra o estereotipo se mostrou muito bem sucedida e Keaton ainda permanece como o Batman preferido de muitos. Mas obviamente, a batalha não foi ganha sem chiados e reclamações. Quando foi divulgado como o protagonista, Keaton sofreu uma onda de boicotes dos fãs – que não o viam como o personagem. Mais de 50 mil cartas foram enviadas para a Warner se manifestando contra a escolha do ator, numa era pré-internet.

Para acalmar os ânimos, a Warner divulgou imagens do ator dentro da armadura – os fãs imaginavam o collant típico dos heróis, como nos quadrinhos, na série de TV e o usado por Christopher Reeve em Superman (1978). A ideia da armadura foi revolucionária e coloca o herói, que não possui poderes sobre-humanos como os outros super-heróis, numa situação de vantagem, se tornando inclusive à prova de balas. Como não haviam pensado nisso? A roupa também dava todos os músculos que Keaton precisava para ser o herói. Recentemente, Shazam! usou a mesma estratégia com o ator Zachary Levi.

Quanto ao vilão Coringa, o astro Jack Nicholson só topou interpretá-lo quando a Warner armou uma “armadilha” para o ator. A fim de que o renomado artista aceitasse, chegou aos seus ouvidos que Robin Williams iria ficar com o papel – a quem o personagem havia realmente sido oferecido. Assim, Nicholson pulou na oferta, e Williams por outro lado não gostou nada de ter sido usado como isca. Nicholson fecharia ainda um contrato por uma porcentagem da bilheteria ao invés de um salário fixo pelo filme – já tendo a visão e plena confiança do sucesso da superprodução. Uma manobra arriscada se o filme se mostrasse um fracasso. Mas, visionário, Nicholson acabou embolsando cerca de US$60 milhões de dólares para viver o palhaço do crime – ainda hoje, um dos maiores pagamentos a um ator na história.

Kim Basinger, não topou de primeira viver a repórter Vicki Vale, sendo substituída pela atriz Sean Young (Blade Runner – O Caçador de Androides). Young chegou a gravar cenas como Vale, mas numa delas, na qual andava a cavalo, caiu e quebrou a clavícula, precisando se afastar por completo da produção. Assim, Basinger foi chamada às pressas e depois de reajustes na oferta salarial, topou o desafio. Além disso, Basinger insistiu para aumentar seu papel no filme. Na cena final em que o duelo ocorre entre Batman e Coringa na catedral de Gotham, Vale ficaria de fora lá embaixo. Basinger insistiu para que sua personagem estivesse no ato final, assim os roteiristas ao lado da atriz reescreveram o desfecho para incluí-la. Isso que é iniciativa.

Realmente talvez seja muito difícil para a geração de hoje, nascida numa era de filmes eventos e colossos semanais, entender o fenômeno cultural que foi Batman. Não existia precedentes para esta magnitude. Só em matéria de merchandising, por exemplo, os materiais promocionais de Batman (como cartazes e outdoors) começaram a ser veiculados um ano antes da estreia. Até mesmo no Brasil – lembro claramente na infância de ver o símbolo do herói espalhado pela cidade. Era como se viravam antes da internet. O filme lucrou mais de US$40 milhões em sua estreia, somando mais de US$250 milhões só nos EUA. Pelo mundo, Batman arrecadou mais de US$410 milhões – um verdadeiro arrasa-quarteirão para a época.

Era o início de uma nova era. E o que temos hoje no terreno de superproduções megalomaníacas se deve muito a este filme. Os blockbuters haviam dado seu start com Tubarão (1975) e depois disso, na década de 1980, abriam a porta como nunca antes para o cinema entretenimento. Mas é seguro dizer que Batman elevou o jogo a outro patamar. Como previu o astro Sylvester Stallone após o lançamento deste filme, o cinema comercial estava prestes a mudar, atores davam lugar a marcas, efeitos e personagens.

Atriz de ‘Doutor Sono’ estrelará terror de EXORCISMO do diretor de ‘Operação Overlord’

De acordo com o Deadline, Alex Essoe (‘Doutor Sono’) vai estrelar o terror ‘The Pope’s Exorcist‘, que será dirigido por Julius Avery (‘Operação Overlord’).

Daniel Zovatto, do aclamado ‘Corrente do Mal‘, também foi confirmado no elenco.

Vale lembrar que Russell Crowe (‘Fúria Incontrolável’) também estrelará como o Padre Gabriele Amorth.

O longa, que está sendo desenvolvido pela Screen Gems, será baseado na história real do exorcista, “um lendário padre italiano que realizou mais de 100 mil exorcismo para o vaticano”.

A versão mais recente do roteiro, escrita por Evan Spiliotopoulos, contará com revisões de Chuck MacLean. O enredo original foi escrito por Chester Hastings e R. Dean McCreary.

Anteriormente, Ángel Gómez (‘Vozes’) estava cotado para dirigir a produção, mas abandonou o projeto por motivos desconhecidos.

Vale lembrar que William Friedkin, diretor do clássico ‘O Exorcista‘, lançou um documentário sobre a história do Padre Gabriele Amorth, intitulado ‘O Diabo e o Padre Amorth‘.

O Padre Gabriele Amorth faleceu em 2016, aos 91 anos.

Beyoncé | Ranquemos todos os álbuns da icônica artista – incluindo ‘Renaissance – Act I’

Beyoncé é um dos nomes mais conhecidos da história da música e, ao longo de sua carreira, entregou algumas das músicas e performances mais memoráveis de todos os tempos.

Com uma capacidade de reinvenção e repaginação assustadoras, a cantora e compositora iniciou sua carreira como membro do grupo ‘Destiny’s Child’, lançando-se como performer solo a partir de Dangerously in Love, em 2001, e investindo cada vez mais esforços em sua identidade apaixonante. Não é surpresa que ela já tenha lançado dois dos grandes álbuns do século, ‘BEYONCÉ’Lemonade, e agora esteja de volta com o impecável ‘Renaissance – Act I’, primeira parte de uma trilogia sonora.

Para comemorar a tão aguardada estreia de seu mais recente álbum, resolvemos montar algumas matérias especiais celebrando o legado de Beyoncé – a começar pelo ranking de seus álbuns solos.

Confira:

7. I AM… SASHA FIERCE (2008)

‘I Am… Sasha Fierce’ […] configura-se como uma obra bem pensada e com uma divisão clara entre construções mais mercadológicas e vibrantes, e iterações que refletem o lado mais íntimo da performer (e não é surpresa, pois, que Beyoncé tenha resolvido lançar duas partes que se juntariam, mais para a frente, como um compilado só). Conforme diversas entrevistas que deu para promover o álbum, a ideia era unir o pop e o soul, bem como de incorporações de gêneros distintos para pincelar as faixas, e expandi-los afora os limites impostos. Em comparação com as produções anteriores, algumas músicas deslizam e tropeçam aqui e ali – mas o resultado é consideravelmente sólido e aprazível.” – Thiago Nolla

6. B’DAY (2003)

“Diferente das costumeiras rendições falando sobre amor, ‘B’Day’ aproveitaria a recente participação de Beyoncé no filme ‘Dreamgirls’ para apresentar aos fãs uma série de canções que, unidas, gestam uma narrativa que, em certos aspectos, fugiria das fórmulas dos gêneros explorados e abriria espaço para discussões sobre feminismo e empoderamento – utilizando suas características habilidades artísticas para vocalizar declamações que a acompanhariam nos álbuns subsequentes. E foi nessa ambientação regada a estilos dos anos 1970 e 1980 que o disco ganhou forma e encantou ouvintes ao redor do mundo, além de ter se transformar em um sucesso comercial com nada menos que 8 milhões de cópias vendidas.” – T.N.

5. DANGEROUSLY IN LOVE (2001)

“Funcionando como uma explosiva amálgama de diversos gêneros, Beyoncé já vinha seguido as tendências que ajudara a estampar no mainstream desde os anos 1990, aproveitando a popularização gigantesca do R&B para construir, ao lado de dezenas de produtores e compositores, uma jornada apaixonante pelas múltiplas fases da paixão e do amor. E é apenas inteligente que a faixa de abertura reverbere com “Crazy In Love”lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive em 2022. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, praticamente qualquer lugar.” – T.N.

4. 4 (2011)

“A obra é adornada com diversas iterações eximiamente bem arquitetadas, seja no quesito instrumental, seja nas aproximações sociológicas e literárias que Beyoncé promove ao lado de um time muito competente. Ora, como nos esquecer da icônica “Run the World (Girls)”, cuja infusão de electropop e R&B marcou época e permanece como uma das assinaturas da artista? Apesar da simplicidade lírica, que se vale bastante das repetições e de versos unidimensionais, o que mais nos chama a atenção é a vibrante paleta sonora que atravessa gêneros contrastantes entre si e que carrega uma simbologia que vai além da superfície – e que, de certa forma, parece ter prenunciado o encontro do passado e do futuro em si própria. Algo similar ocorre em “Countdown” (cujas referências também nos jogam de volta para a divertida “Freakum Dress”, de ‘B’Day’)” – T.N.

3. RENAISSANCE – ACT I (2022)

“A verdade é que o primeiro capítulo de Renaissance marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady GagaDua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir. A jornada, por exemplo, se inicia com a ótima “I’m That Girl”, que serve como ponte entre Lemonade e a obra mais recente – em que a densidade do baixo se aglutina ao tropical house e ao rap” – T.N.

2. BEYONCÉ (2013)

“Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular. Entretanto, o que se exalta em foco principal é a explosão de incursões inesperadas que regem cada canção, movendo-se graciosamente por instrumentos contrastantes e um time de produção que demonstra estar sempre atento aos mínimos detalhes” – T.N.

1. LEMONADE (2016)

“Passando por arranjos ainda mais cínicos com “Sorry” e por obscurantismos muito bem-vindos com a joia “6 Inch”, Knowles-Carter alcança mais um ápice em seu álbum com “Daddy Lessons”, que é diferente de tudo o que já ouvimos até hoje. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.” – T.N.

Liga dos Superpets

(DC Super Pets)

 

Elenco:

Dwayne Johnson

Kevin Hart

Kate McKinnon

John Krasinski

 

Direção: Jared Stern, Sam Levine

Gênero: Animação

Duração: 105 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 28 de Julho de 2022

Sinopse: 

Quando a Liga da Justiça é capturada por Lex Luthor, o cachorro do Superman, Krypto, forma uma equipe de animais de estimação que receberam superpoderes: um cão de caça chamado Ace, que se torna super forte; um porco chamado PB, que pode crescer até ficar gigante; uma tartaruga chamada Merton, que se torna super-rápida; e um esquilo chamado Chip, que ganha energia elétrica.

Crítica | DC Liga dos Super Pets – Animais Viram Super-Heróis em animação com Super-Homem e a Liga da Justiça

Curiosidades: 

» Esse é o segundo filme animado da Warner Animation Group em parceria com a DC Entertainment, após ‘Lego Batman: O Filme‘ (2017);

» Além de co-dirigir, Jared Stern também escreve o roteiro ao lado de John Whittington;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | DC Liga dos Super Pets – Animais Viram Super-Heróis em animação com Super-Homem e a Liga da Justiça

Há um ditado que diz que tudo pode ser melhorado se houver animais envolvidos. E é verdade, dada a quantidade de filmes com animaizinhos das mais diversas raças e espécies que anualmente estreia nos cinemas. Isso vale também para o universo pop/geek/nerd, predominantemente ocupado pelas histórias de super-heróis e que a partir dessa semana ganhará também uma versão que une os queridos salvadores da DC com animaizinhos com super-poderes: o longa de animação ‘DC Liga dos Super Pets’.

Quando o Super-Homem ainda era um bebê e foi enviado à Terra por seus pais para ser salvo, o então filhote Krypto (na voz original de Dwayne Johnson, o The Rock) pulou junto na cápsula, e, desde então, se tornou o melhor amigo e protetor do Clark Kent (John Krasinski). Os anos se passaram e hoje os dois não só dominam os poderes especiais que ganharam, como ajudam a combater o crime na Terra – com a ajuda, claro, da Liga da Justiça, que não entende bem a relação dos dois para patrulhar as ruas da cidade. Porém, quando Lex Luthor (Marc Maron) tenta aproximar um asteroide poderoso para adquirir seus poderes, a coisa sai meio que do controle, e o objeto, em vez de afetar aos humanos, acaba afetando aos animais. É assim que o cachorro Ace (Kevin Hart), o esquilo Chip (Diego Luna/Marco Luque), a porquinha PB (Vanessa Bayer) e a tartaruga Merton (Natasha Lyonne) acabam ganhando habilidades especiais… juntamente com Lulu (Kate McKinnon), uma porquinha da índia com ambições de dominar o mundo.

É claro que, para início de conversa, ‘DC Liga dos Super Pets’ é um projeto que se propõe ser exclusivamente entretenimento. Não é para fazer conexão com universos, responder perguntas do núcleo principal da DC nem introduzir personagens. É importante frisar isso porque fãs mais ferrenhos da franquia não devem levar tão a sério o longa, ainda que os queridos personagens da Liga apareçam aqui para combater o mal. É tudo tão somente diversão.

Dito isto, o longa animado chama a atenção pelo elenco de peso na versão original da dublagem, que inclui, além dos supracitados, Keanu Reeves como Batman e Olivia Wilde como Lois Lane. Na versão brasileira, a dublagem ganha uma piada interna: no Brasil, quem empresta a voz para Krypto é o ator Marcelo Garcia, o mesmo que dubla o Capitão Pátria na série ‘The Boys’; não à toa, Krypto tem lá seus comportamentos de salvador da pátria, por vezes semelhante ao personagem da franquia vizinha.

Com uma hora e quarenta e cinco de duração, o primeiro e o terceiro arco do longa são os pontos altos, deixando o desenvolvimento um pouco arrastado. Entretanto, é nesse ponto que o roteiro de Jared Stern e John Whittington fala mais sério e aborda temas profundos como os maus tratos aos animais e o abandono dos bichinhos – assuntos de suma importância para serem dialogados com a criançada, público-alvo da produção. Jared Stern e Sam Levine alcançam uma boa direção do projeto, que diverte, faz rir, produz um brilho no olhar e ainda por cima humaniza os nossos queridos heróis (até mesmo o Batman). Ah, e tem duas cenas pós-créditos, fiquem atentos!

Boa Sorte, Leo Grande

(Good Luck to You, Leo Grande)

 

Elenco:

Emma Thompson
Daryl McCormack
Isabella Laughland

 

Direção: Sophie Hyde

Gênero: Comédia

Duração: 97 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 28 de Julho de 2022

Sinopse: 

Depois de perder o marido, a professora aposentada Nancy Stokes resolve romper com seus tabus. Para se redescobrir, ela contrata o jovem Leo Grande, um profissional do sexo. E a história se desenrola quando Nancy revela nunca ter tido um orgasmo ou uma relação íntima com prazer, pois seu casamento era estável, mas chato e sem emoção.

Crítica | Boa Sorte, Leo Grande – Emma Thompson desperdiça seu talento em comédia com premissa sex-positive

Curiosidades: 

» O roteiro foi assinado por Katy Brand, de ‘Glued‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Boa Sorte, Leo Grande – Emma Thompson desperdiça seu talento em comédia com premissa sex-positive

A sexualidade feminina no auge da melhor idade por si só rende discussões indispensáveis e Boa Sorte, Leo Grande (Good Luck to You, Leo Grande) tenta surfar nessa vertente, com uma comédia sobre a feminilidade e a sensualidade de uma mulher que – teoricamente – não deveria mais desejar por essa área em sua vida. Mas ainda que as intenções sejam boas, o longa de Sophie Hyde caminha por uma rota cafona e blasé, se apropriando do talento nato de Emma Thompson para entregar uma história que se esforça demais para se provar, que de fato não nos convence.

Na trama, Nancy Stokes (Thompson) é uma mulher que viveu todo o seu casamento sob uma submissão incorreta, onde seus direitos e desejos sempre foram abafados e até mesmo negados. Agora, viúva e com seus filhos bem encaminhados, ela se compromete a tentar ter um orgasmo pela sua primeira vez na vida. Para vencer o desafio, ela recorre a um jovem michê, o que tornará o íntimo processo de autodescoberta em uma tumultuada jornada.

Como conceito, Boa Sorte, Leo Grande parece ser uma boa ideia, ao tentar expandir as discussões relacionadas à sexualidade de mulheres na casa dos 60-70 anos – que majoritariamente foram educadas desde a juventude a aceitar que a vida íntima no casamento não seria tão favorável para a mulher, como para o homem. Mas com Katy Brand entregando um roteiro simplista demais que apenas cumpre todos os itens da agenda militante, a produção não entrega a reflexão que tanto promete e ainda desperdiça a performance de Thompson, que é a única coisa realmente genuína na curta duração do longa.

Com a veterana completamente comprometida com sua personagem Nancy, ela é um sopro de vigor diante do ator Daryl McCormack, que peleja em meio à expressões faciais fracas e uma atuação medíocre e pobre, que se torna cansativa em apenas 20 minutos de filme. Fora isso, a martirização exagerada da vida conjugal não apenas subverte algo tão precioso – que é o casamento – como tenta reduzi-lo a um “erro”, sugerindo que seria impossível a mulher ser tão intimamente satisfeita nesta união, como o homem é.

Com discussões tão rasas e vazias, a comédia se torna um filme qualquer, aleatório e pouco tem a acrescentar para a audiência. Não levantando fundamentos bem pautados, a produção de Hyde perece no ar como um desperdício de reflexão e, principalmente, de entretenimento. Irrelevante para o debate e pouco engraçado, Boa Sorte, Leo Grande ainda tenta se aproveitar de uma forte cena de nudez de Thompson, que corajosamente se despede no auge dos seus 63 anos, apenas para ver sua poderosa cena se perder em um filme tão fraco, que sequer deveria ser lembrado.

‘Avatar: A Lenda de Aang’: Série live-action escala intérprete da mãe de Sokka e Katara; Confira!

Uma fan page do Twitter dedicada a novidades da franquia ‘Avatar‘ revelou que a atriz Rainbow Dickerson foi escalada para a série live-action de ‘A Lenda de Aang‘ produzida pela Netflix.

Conhecida por pequenas participações em ‘Banshee’ e ‘Chicago Fire’, Dickerson dará vida à Kya, mãe de Sokka (Ian Ousley) e Katara (Kiawentiio Tarbell).

Uma curiosidade interessante é que Dickerson e Tarbell já haviam interpretado mãe e filha no filme ‘Beans – A Pequena Guerreira‘, lançado em 2020.

Confira a publicação:

Rainbow Dickerson foi escalada como Kya (mãe de Sokka e Katara) na série live-action de ‘Avatar: A Lenda de Aang‘! Ela é uma indígena Rappahannock & Thai e é mais conhecida pelo filme ‘Beans – A Pequena Guerreira‘ (2020), no qual ela também interpretou a mãe de Kiawentiio (Katara)!”

Anteriormente, Daniel Dae Kim, intérprete do Senhor do Fogo Ozai, compartilhou uma imagem mostrando seu treinamento junto com o protagonista Gordon Cormier.

Na legenda, ele escreveu:

“Inimigos mortais na câmera, amigos de treinamento. Feliz por treinar com você a qualquer momento, Gordon!”  

O elenco também é formado por Paul Sun-Hyung Lee (Iroh), Maria Zhang (Suki), Elizabeth Yu (Azula),Ruy Iskandar (Jee) Tamlyn Tomita (Yukari), Yvonne Chapman (a Avatar Kyoshi), A Martinez (Mestre Pakku)  e Casey Camp-Horinek (Gran Gran).

No ano passado, o roteirista e showrunner Albert Kim explicou ao Comicbook porque se interessou em adaptar a animação para a TV.

Kim disse que ficou viciado na animação quando sua filha insistiu que ele assistisse durante a exibição original na Nickelodeon.

Desde aquela época, ele sentiu que o desenho tinha potencial de se tornar uma grande produção em live-action.

Além disso, ele percebeu que poderia contar histórias que estavam nas entrelinhas do material original, respondendo perguntas que permaneceram na mente dos fãs após o fim da animação.

“15 anos depois da transmissão original da animação, eu fui pego de surpresa quando a Netflix me ofereceu a oportunidade de desenvolver a série live-action. Meu primeiro pensamento foi: ‘Por quê? O que eu poderia acrescentar à história? Se não está quebrado, o que há para consertar?”

Ele continuou:

“Enquanto eu pensava nisso, percebei que havia coisas importantes a descobrir, e uma versão live-action estabeleceria um novo referencial em representação, além de atrair uma nova geração de fãs. Esta foi uma chance de mostrar os personagens asiáticos e indígenas como pessoas vivas que respiram.”

Por fim, Kim deixou claro que irá respeitar o material original.

“Estaremos expandindo este universo e haverá muitas surpresas para os antigos e novos fãs. Mas, durante todo esse processo, nossa palavra de ordem tem sido ‘autenticidade’. Para a história, para os personagens, e principalmente para as influências culturais presentes no material original. Autenticidade é o que nos faz continuar, tanto na frente das câmeras quanto atrás dela, e é por isso que montamos uma equipe nunca vista antes – um grupo de talentosos e apaixonados artistas que trabalham sem parar para dar vida a este mundo rico e incrivelmente belo.”

O 1º episódio de ‘Avatar: A Lenda de Aang‘ foi exibido na Nickelodeon em 2005 e, mesmo quase duas décadas mais tarde, a animação continua extremamente popular.

Lembrando que a trama da animação é ambientada num mundo parecido com o nosso, no qual as pessoas podem manipular os elementos da Terra, da Água, do Fogo e do Ar (conhecidos como dobradores) e, durante muito tempo, viveram em paz em suas próprias regiões – até uma delas dar início a uma guerra. Um desses dobradores, conhecido como Avatar, era o único que poderia impedir o conflito, mas desapareceu pouco depois e retornou 100 anos no corpo de Aang.

Além de ser uma queridinha do público, Avatar: A Lenda de Aang levou para casa diversas estatuetas do Emmy e diversos Annie Awards por sua competente história e seu design. Em 2010, ganhou uma versão em live-action dirigida por M. Night Shyamalan que, apesar de ter feito quase US$320 milhões nas bilheterias, foi um fracasso de crítica devido à narrativa absurda e à superficialidade de seus temas.

Um Herói

(A Hero)

 

Elenco:

Amir Jadidi

Sarina Farhadi

Mohsen Tanabandeh

 

Direção: Asgar Farhadi

Gênero: Drama

Duração: 127 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 28 de Julho de 2022

Sinopse: 

Rahim está na prisão por causa de uma dívida que não conseguiu pagar. Durante uma licença de dois dias, ele tenta convencer seu credor a retirar a queixa, se conseguir pagar parte do que deve. Mas as coisas não saem como planejadas.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Asgar Farhadi também é responsável pelo roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

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Aos Nossos Filhos

 

Elenco:

Marieta Severo
José de Abreu
Laura Castro

 

Direção: Maria de Medeiros

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 28 de Julho de 2022

Sinopse: 

A trama gira em torno da relação entre mãe e filha: Vera, a mãe, uma mulher que pegou em armas para lutar contra a ditadura e carrega terríveis traumas do passado, e Tânia, a filha, que vive um casamento de 15 anos com outra mulher, que está grávida do primeiro filho do casal. A notícia da gravidez gera um embate intenso nessa família, que discordam completamente em suas opiniões relacionada a construção familiar.

Crítica | Aos Nossos Filhos – Marieta Severo estrela drama que faz refletir…

Curiosidades: 

» O longa é uma adaptação do espetáculo teatral homônimo;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Aos Nossos Filhos – Marieta Severo estrela drama que faz refletir…

Maternar é uma tarefa que se aprende enquanto se é mãe; por mais que nossas próprias mães possam orientar e guiar, é o ato, em si, que ensina às mulheres como ser e agir com seus filhos. Isso significa muitos aprendizados, tropeços, acertos e descobertas durante a jornada que nunca tem fim. Talvez por isso inspire tantas histórias e debates, tanto na literatura quanto no cinema, e também é o mote de ‘Aos Nossos Filhos’, filme nacional que chega às salas de cinema no próximo dia 28.

Vera (Marieta Severo) é mãe de Tânia (Laura Castro), cuja união estável com Vanessa (Marta Nobrega) em algum nível a incomoda, e por isso as duas não se falam há tempos. Tânia está estudando para passar no concurso para juiz, enquanto Vanessa trabalha com moda e as duas estão tentando engravidar através de inseminação artificial, um tratamento caro. Enquanto Vera não acha certo gastar dinheiro com o procedimento – ganhando a inimizade da filha – Fernando (José de Abreu), pai da moça, se torna o queridinho da família, sempre incentivando as duas. Sobrevivente de torturas durante a ditadura militar, Vera ainda sofre com esse passado não cicatrizado, e seu dia a dia numa ONG de adoção de crianças soropositivas em uma comunidade do Rio faz com que ela reviva constantemente o clima de tensão.

Diferentemente das narrativas redondas que tanto agradam a maioria do público brasileiro, ‘Aos Nossos Filhos’ se desafia em recortar a família através da linhagem matriarcal. Assim, o longa se costura como crônicas da maternagem imperfeita, cheia de cicatrizes, mágoas, rancores e, também, amores e afetos – que nunca cessam apesar das ranhuras diárias.

O roteiro de Laura Castro e Maria de Medeiros joga foco nas vidas das mulheres trazendo os desafios tanto do ser mulher quanto de ser filha e ser mãe, tornando o longa de Maria de Medeiros, acima de tudo, um filme sobre mãe e filhas. E isso faz a diferença.

Assim, todas as personagens têm razão em suas atitudes, ainda que também tenham seus medos e seus preconceitos. Ninguém é perfeita. Isso as torna mais humanas, as aproxima do público, e ajuda a desconstruir a imagem da mãe etérea que tudo sabe e tudo acerta. Por isso a atuação de Marieta Severo se faz potente, entregando angústia, teimosia e inquietude que justificam e também contradizem essa protagonista cheia de camadas. Ainda que o roteiro insira alguns elementos que pouco se desenvolvem, estes entram em cena para preencher a passagem de tempo das crônicas familiares dessas três mães em desenvolvimento constante.

Aos Nossos Filhos’ é um drama que incomoda com a veracidade dos sentimentos. Talvez muitas pessoas se reconheçam em falas e atitudes das personagens. Ao jogar luz sobre a maternidade e a maternagem de formas separadas, ajuda a desconstruir estigmas e a reconstruir as possibilidades para as novas gerações, além de também retratar toda uma geração de mães que, marcadas pelas dores da ditadura, fizeram seu melhor, ainda que as atuais gerações pareçam ter esquecido que esse passado ainda é recente e que lidamos no dia a dia com muitas pessoas sobreviventes desse trauma. Um filme para ver e refletir.

Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída – Edição 40 Anos

(Christiane F. – Wir Kinder vom Bahnhof Zoo)

 

Elenco:

Natja Brunckhorst
Eberhard Auriga
Peggy Bussieck

 

Direção: Uli Edel

Gênero: Drama

Duração: 138 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 28 de Julho de 2022

Sinopse: 

Uma adolescente em Berlim dos anos 70 torna-se viciada em heroína. Tudo em sua vida lentamente começa a distorcer e desaparecer quando ela faz amizade com um pequeno grupo de viciados e se apaixona por um prostituto viciado em drogas.

Crítica | Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída – Clássico que CHOCOU os Anos 80 Volta aos Cinemas e se mostra Atemporal

Curiosidades: 

» Lançado originalmente em 1981, a produção retornará aos cinemas para comemorar seu aniversário de 40 anos;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Todos os filmes da franquia ‘Invocação do Mal’ estrearam na HBO MAX; Confira nosso Ranking do PIOR ao MELHOR!

Invocação do Mal chegou aos cinemas 2013 e se mostrou um sucesso tão grande que, além da óbvia continuação, gerou derivados criando todo um universo cinematográfico interligado. O último exemplar desta ambiciosa empreitada foi Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio, que arrecadou US$ 206,4 milhões mundialmente.

Enquanto os fãs aguardam o confirmado ‘A Freira 2‘, a HBO Max adicionou em seu catálogo TODOS os filmes da franquia de terror.

Para você se divertir (ou se assustar), o CinePOP resolveu criar mais um ranking listando todos os oito filmes (sim, já tem isso tudo desde 2013) deste “Conjuring Universe” expandido, do pior ao melhor. Portanto, veja abaixo nossas colocações e não esqueça de comentar dizendo se concorda e caso contrário, deixe a sua ordem de preferência. Vamos lá.

08 | Annabelle

Neste primeiro spin-off de Invocação do Mal, o foco foi a boneca Annabelle. Pode parecer estranho, mas o objeto demoníaco fez tanto sucesso que ganhou um filme só dela. Talvez esta tenha sido a primeira vez na história do cinema na qual uma boneca que era parte de outro longa, conquistou uma produção só sua.

Seja como for, o consenso geral foi de que Annabelle (2014) não estava no mesmo patamar do que havia sido criado anteriormente. Parte disso se deve pela falta da direção de James Wan, aqui servindo apenas como produtor. O roteiro, escrito por Gary Dauberman – que depois viria a criar os textos de Annabelle 2 e 3, It:A Coisa e a A Freira – é interessante e criativo, inserindo as seitas fanáticas da época no contexto da trama, vide Charles Manson e seus seguidores. O problema principal é a direção anêmica de John R. Leonetti (Mortal Kombat: A Aniquilação e 7 Desejos). Mesmo com as críticas negativas, gerou uma franquia derivada que já chega em seu terceiro filme.

 

07 | Annabelle 3: De Volta para Casa

A franquia derivada começou mal com o primeiro Annabelle (2014) e finalmente decolou com o ótimo Annabelle 2: A Criação do Mal (2017), mas volta a decepcionar em seu terceiro filme – que parece mais a aventura Uma Noite no Museu do que um filme de terror.

O filme começa bem ao trazer uma participação especial de Patrick Wilson e Vera Farmiga como Ed e Lorraine Warren passando o maior sufoco ao trazer a boneca endemoniada para casa e prendê-la no Museu do Ocultismo. Após a interessante e sombria introdução, a história se perde.

O roteiro não decola e abusa de momentos que dão mais sono do que medo. A trama volta a ficar interessante no ato final, mas até lá o espectador já desistiu de se interessar pelos personagens e pelas dezenas de entidades que são apresentadas na esperança de criar novos filmes solos e franquias. O terror está no desconhecido, mas aqui todas as entidades são mostradas exaustivamente até perdemos o medo delas.

O mais triste é ver o potencial desperdiçado, já que o filme poderia apresentar várias novas entidades que poderiam – e devem – ganhar filme solo…

 

06 | A Maldição da Chorona

Não, não é um filme sobre a Chiquinha do ‘Chaves‘. Se você não conhece a Chorona, não se preocupe. Muito conhecida no México, a Lenda Urbana nunca teve força no Brasil. Trata-se de uma entidade sobrenatural que se assemelha ao nosso Bicho-Papão.

O terror acompanha a jovem assistente social Anna (Linda Cardelini), que precisa cuidar dois dois filhos sozinha após a morte do marido. Após se envolver com um caso de abuso infantil, ela acaba atraindo a fúria da Chorona e contará com a ajuda de um Curandeiro (Raymond Cruz) para salvar seus filhos da poderosa entidade.

O grande acerto do filme está em seu elenco. Linda Cardelini, que interpretou a Velma de ‘Scooby-Doo‘, entrega uma atuação bastante sóbria e série que contrasta com o humor de Reymond Cruz (‘Breaking Bad‘), que interpreta um Curandeiro expulso da Igreja Católica. Porém, o grande destaque vai para os filhos da protagonista (vividos por Jaynee-Lynne Kinchen e Roman Christou), que demonstram um grande talento para filmes de terror e são responsáveis pelas melhores cenas do filme.

A direção de Michael Chaves, que comandará ‘Invocação do Mal 3‘, não tem o brilhantismo de James Wan mas é bastante competente ao entregar sustos para a audiência, mesmo que abusando para os velhos clichês do gênero.

 

05 | A Freira

A Freira foi o primeiro filme a dar o novo tom da franquia: mais humor e menos sustos. Prometido como “O Capítulo Mais Aterrorizante da franquia”, o filme segue o caminho completamente oposto. Novamente produzido por James Wan (baseado em uma história sua) e com roteiro de Gary Dauberman, fica clara a falta que um bom diretor faz no comando de uma obra – embora muitos não percebam. Corin Hardy, de A Maldição da Floresta (2015), entrega um filme estiloso… mas não consegue assustar a audiência.

Este é o segundo spin-off da franquia Invocação do Mal, focado desta vez na freira demônio Valak (Bonnie Aarons), que apareceu pela primeira vez no segundo filme (2016).  Taissa Farmiga, irmã na vida real de Vera Farmiga (a protagonista da franquia Invocação do Mal), vive a personagem principal do filme, a noviça Irene – uma personagem interessante, que poderia ser melhor explorada.

Se tivesse sido vendido como um “filme divertido”, talvez não decepcionasse tanto.

 

04 | Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio

Dessa vez, Wan resolveu deixar a cadeira de direção para alguém familiar ao universo: Michael Chaves. O nome pode soar um pouco estranho, mas o diretor ganhou fama ainda em 2019 com o lançamento de ‘A Maldição da Chorona’, cujas tentativas de trazer o mínimo de originalidade não conseguiram ofuscar os múltiplos deslizes da produção. É claro que, por ter se tratado da estreia em longa-metragem, abocanhar um projeto de tamanho nível era arriscado – e os mesmos erros se alastram para Invocação do Mal. Desde uma penosa direção nada inspirada até emulações fracas de elementos cansativos, é complicado chegar ao final dessa “assombrosa” aventura sem ficar imaginando o que aconteceria se as peças se encaixassem com maior fluidez.

‘A Ordem do Demônio’ é uma desequilibrada entrada a Invocação do Mal e, ainda que seja melhor que certos capítulos da saga, é tão apaixonado pelo que já foi entregue que se esquece de buscar uma identidade própria. Enquanto temáticas como família e amor foram trazidos em fusão ao terror e ao suspense nas investidas anteriores, o recente filme quer dizer tantas coisas que acaba não dizendo nada.

 

03 | Annabelle 2: A Criação do Mal

O melhor filme da trilogia Annabelle, de longe! A trama se passa antes do primeiro Annabelle e antes dos Invocação do Mal. Aqui, como diz o título, somos levados a conhecer a origem da boneca, quem a construiu e como ela se tornou maldita. Um grupo de meninas de um orfanato são levadas para sua nova moradia pela freira que cuida delas (papel da bela, carismática e talentosa Stephanie Sigman), local este que guarda os segredos e origens da boneca.

Melhores atores, clima mais assustador, melhor diretor (David F. Sandberg, do bem sucedido Quando as Luzes se Apagam).  Annabelle 2 consegue assustar e dar medo, algo que o primeiro e terceiro filme da boneca do capiroto falham em fazer.

02 | Invocação do Mal 2

Essa aqui foi muito difícil! Decidir ente Invocação do Mal 1 e 2 não é uma tarefa fácil. Os dois filmes são muito bons e se completam de uma forma perfeita. É muito raro, como citado, mas esta continuação consegue adicionar inúmeros elementos novos e com muita criatividade chega a superar seu antecessor em variados quesitos. Um que sobressai, sem dúvidas, é a adição de personagens malditos e icônicos a serem combatidos. Aqui, além de Annabelle (ela não pode faltar), temos a Freira Valak, o Homem Torto (que igualmente merecia um spin-off) e o fantasma rancoroso de Bill Wilkins. O caso retratado, com a família britânica, igualmente é uma história real.

O que faz da sequência um filme tão bom é o fato de conseguir estabelecer momentos mais calmos para contrabalancear o terror e a tensão. Assim, temos cenas como a que Patrick Wilson canta Elvis para as crianças com seu violão. Raramente, nos deparamos com um momento tão solene dentro de uma produção de terror. E você pergunta, por que então Invocação 2 não está em primeira posição? Justamente porque o longa, por melhor que seja, segue de perto o que havia sido estabelecido no ótimo filme original e deve a ele grande parte de seu êxito. O que não tira nem uma grama da excelência que é esta segunda parte de uma grande saga.

 

01 | Invocação do Mal

Quando foi lançado em 2013, Invocação do Mal seguia a linha do terror de assombrações e possessões demoníacas. No entanto, já chegava enaltecido pelos especialistas, pois fazia uso de grandes personagens, intérpretes talentosos (Vera Farmiga saía de uma indicação ao Oscar) e um diretor que cimentava seu nome no gênero, tendo comandado sucessos como Jogos Mortais (2004) e Sobrenatural (2010). Nenhum outro, no entanto, faria tanto sucesso quando as desventuras assombradas do casal Warren, ápice dos moldes do novo terror para muitos.

Na trama, dois especialistas do sobrenatural, marido e mulher, investigam a fazenda repleta de entidades de uma grande família. O filme chamou atenção por se tratar de uma história real. Foi aqui que a boneca Annabelle foi introduzida ao mundo e ganhou seus próprios filmes logo depois. A continuação seguiu pela mesma linha, sendo inclusive superior ao original para muitos. Aqui, porém, por muito pouco, optamos por colocar o original, que ditou a batida da franquia em primeira posição. E não estamos sozinhos nesta opinião.

Esperamos que a franquia volte a ter a pegada assustadora dos dois primeiros Invocação do Mal ao invés de continuar seguindo por um caminho mais comercial e menos assustador. E você?

Irmãos Russo dizem que conselhos de Chadwick Boseman foram ESSENCIAIS para ‘Vingadores: Guerra Infinita’

Enquanto promoviam ‘Agente Oculto‘, os diretores Anthony e Joe Russo relembraram sua colaboração com o falecido Chadwick Boseman e como seu profissionalismo influenciou ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Em entrevista para a Vanity Fair, a dupla falou sobre alguns de seus filmes mais marcantes, incluindo a sequência da Marvel.

Ao longo da conversa, Joe disse que:

Chadwick estava gravandoPantera Negra‘ enquanto estávamos gravando ‘Guerra Infinita’. Anthony e eu fomos visitar o set para acompanhar o trabalho de Ryan [Coogler] e foi a preparação mais impressionante que já vimos em um filme. Eles tinham todas as paredes cobertas com a estrutura de Wakanda, e era tudo muito denso e detalhado. Estávamos completamente deslumbrados. Lembro-me de sair daquela sala e dizer: ‘Esse filme vai ser absolutamente incrível’. E lembro de Chadwick chamando Anthony e eu no canto e nos explicando tudo sobre essa mitologia que eles estavam desenvolvendo. Foi aí que tivemos a ideia de dar mais foco à Wakanda em ‘Vingadores: Guerra Infinita’.”

Anthony também se orgulhou de como Boseman abraçou seu papel como Rei de Wakanda, fazendo de tudo para tornar a imagem do personagem relevante.

“Tínhamos um relacionamento profundo com Chadwick, porque nós apresentamos esse personagem com ele em ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e ele era basicamente o embaixador de tudo o que foi feito depois daquele filme com Ryan Coogler. Ele tinha orgulho e empenho de tornar a imagem de T’Challa relevante, tanto para o público quanto para o elenco. Ele nunca se cansava de comentar sobre a cultura de Wakanda quando conversava com os outros atores.”

Lembrando que T’Challa será homenageado em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘, que chega aos cinemas apenas em 10 de novembro.

Com o retorno de Coogler na direção, a sequência conta com Letitia Wright, Lupita Nyong’o, Angela Basset, Winston Duke, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O enredo ainda não foi revelado, mas a produção continua com a importante missão de seguir o filme e manter o legado do Rei T’Challa, vivido pelo ator Chadwick Boseman, que morreu aos 43 anos devido a um câncer de cólon, em 2020.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Crítica sem Spoilers | ‘Paper Girls’ é uma divertida série que peca no ritmo da narrativa

Paper Girls é uma famosa e elogiada série de HQs escrita por ninguém menos que o lendário Brian K. Vaughan – cujo nome, caso não soe familiar, é responsável por trazer à vida histórias como ‘Runaways’, ‘Ex Machina’ e ‘Y: The Last Man’. A história acompanha um grupo de quatro meninas que entregam jornais em um pequeno bairro e, no Hallowen de 1988, são arrastadas para uma aventura no tempo que muda suas vidas para sempre e que as faz enfrentar seus medos mais profundos – e aqui não me refiro a medos palpáveis, e sim ao prospecto do que o futuro lhes reserva caso não façam alguma coisa a respeito.

Anunciada em 2019, a adaptação televisiva supervisionada pela Amazon Studios prometia ser uma das grandes apostas do gênero sci-fi para o verão estadunidense, trazendo Vaughn como um dos produtores executivos e Stephany Folsom na criação da obra (cuja filmografia inclui ‘Toy Story 4’ e ‘Thor: Ragnarok’). Apesar das boas intenções, é notável como a primeira temporada do show parece deixar de lado um dos elementos mais importantes de qualquer narrativa audiovisual: a emoção. Ao longo de oito curtos episódios, é possível perceber uma frenética necessidade de aglutinar reviravoltas constantes que não permitem que os espectadores se conectem com as protagonistas e naveguem em um excessivo universo através de cronologias infindáveis que parecem não ter um destino conciso. Entretanto, é preciso comentar sobre como alguns dos elementos contribuem para que fiquemos indagados com o que vai acontecer.

Folsom tem uma visão bastante clara do que quer fazer: arquitetar um enredo que tenha começo, meio e fim e que tenta não deixar pontas soltas – talvez um gancho aqui e ali para ser explorado em possíveis temporadas futuras. Logo, é apenas óbvio que o roteiro do episódio piloto, assinado por ela, se inicie com a apresentação das personagens de forma quase solene, como se premeditasse os eventos consecutivos.

Temos Erin Tieng (Riley Lai Nelet), uma jovem asiática que acabou de se mudar para o bairro e resolveu entregar jornais para ajudar a debilitada mãe em casa – até perceber que as coisas não seriam tão fáceis quanto imaginava. Em sua primeira madrugada, ela enfrenta problemas e é auxiliada por Mac Coyle (Sofia Rosinsky), uma garota sem papas na língua e que não leva desaforos para casa; Tiffany Quilkin (Camryn Jones), que utiliza sua sensatez e seu senso de segurança para proteger a si e às outras; e KJ Brandman (Fina Strazza), que posa como uma amigável e calma menina – mas que também enfrenta inúmeras desavenças com o decorrer da trama.

Quando pensamos em episódios pilotos, é necessário que as mentes criativas por trás do capítulo foquem em construir laços com o público, levando-o a comprar a ideia vendida e se deixar guiar pela química e pelo relacionamento dos personagens. O problema é que isso não acontece: o quarteto supracitado é arrastado para uma espécie de dobra temporal que as arremessa para longe da realidade a que pertencem, transportando-as para um futuro desconhecido. Mais do que isso, elas estão sendo caçadas por facções de viajantes no tempo, uma delas liderada pela Prioresa (Adina Porter) – e as múltiplas ideias jogadas na tela se aglutinam em um frenesi inexplicável e cansativo.

Leva um tempo até que Folsom e seus colegas consigam arrumar o ritmo – mais ou menos uns dois episódios. A partir daí, é notável como a exuberância de cores e de montagens fragmentadas se reconcilia com as mensagens promovidas pela série, que são de importância essencial para compreendermos os desejos e os objetivos das personas. Erin, inclusive, se encontra com sua versão mais velha (interpretada pela sempre ótima Ali Wong), em uma mixórdia de ressentimento, frustração e sonhos perdidos, ainda mais quando percebe que o futuro que imaginou é muito diferente. Mac Coyle, por sua vez, enfrenta o trágico prospecto de uma morte prematura e não sabe como lidar com a informação ou como se esquivar de um destino que parece estar talhado pelo universo.

Certas escolhas estéticas seguem as fórmulas do gênero de que se vale, mas partem de um princípio prático e funcional, que não pretende reinventar a roda, e sim utilizar o que já existe para compor esse cosmos. Porém, o que mais serve como força-motriz para acompanharmos as aventuras das protagonistas é o próprio elenco, que vende os complexos laços determinados entre si em uma celebração do que significa crescer e de que forma o amadurecimento compulsório pode trazer dificuldades para o entendimento da vida.

Paper Girls tem seus erros, mas isso não quer dizer que não seja uma série divertida. Há muitos excessos a serem aparados aqui, mas a adaptação do Prime Video consegue entregar o que promete e resgatar a essência dos quadrinhos originais – preparando o público para um futuro recheado de reviravoltas.

‘Sandman’: Morte, Coríntio e Johanna Constantine ganham destaque nos cartazes individuais da série; Confira!

A Netflix divulgou alguns cartazes individuais de ‘Sandman’ em contagem regressiva para a estreia da série, que acontece em 05 de agosto.

As imagens destacam Morte (Kirby Howell-Baptiste), o Coríntio (Boyd Holbrook) e Johanna Constantine (Jenna Coleman).

Confira, junto com a sinopse e o trailer:

 

“Há outro mundo que espera por todos nós quando fechamos os olhos e dormimos – um lugar chamado Reino dos Sonhos, onde Sandman, o Mestre dos Sonhos, dá forma a todos os nossos medos e fantasias mais profundos. Sonho é capturado inesperadamente e mantido prisioneiro por quase um século e sua ausência desencadeia uma série de eventos que mudarão os mundos dos sonhos e dos acordados para sempre. Para restaurar a ordem, ele deve viajar por diferentes mundos e linhas do tempo para consertar os erros que cometeu durante sua vasta existência, revisitando velhos amigos e inimigos e conhecendo novas entidades – tanto cósmicas quanto humanas – ao longo do caminho.”

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Gwendoline Christie (Lucifer) Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) será o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

10 Filmes super divertidos para assistir neste finalzinho de férias

As férias de meio de ano estão chegando ao fim e, pouco a pouco, as pessoas vão se preparando para voltar à programação normal – mas isso não significa que ainda não dê para aproveitar um pouco desse merecido descanso.

Pensando nisso, montamos uma breve com dez filmes super divertidos para você conferir nesses últimos dias do mês de julho, seja sozinho, com os amigos ou com a família.

Veja nossas escolhas abaixo:

O DIABO VESTE PRADA (2006)

Baseado no romance homônimo de Lauren Weisberger, a história é centrada em Andy (Anne Hathaway), uma recém-formada jornalista sem qualquer senso de estilo que consegue um emprego na prestigiada revista Runway, comandada pela temida Miranda Priestly (Meryl Streep). À medida que se envolve dia após dia com roupas de grife e tarefas bizarras, Andy percebe que deve tomar uma decisão: investir em sua vida pessoal ou trilha um caminho de puro sucesso.

MISSÃO MADRINHA DE CASAMENTO (2011)

Dirigido por Paul Feig, o longa gira em torno de Lillian (Maya Rudolph), que vai se casar e convida a amiga Annie (Kristen Wiig) para ser sua madrinha. Ela, que enfrenta problemas profissionais e amorosos, resolve se dedicar à função de corpo e alma. Só que, logo no primeiro evento organizado, Annie conhece Helen (Rose Byrne), uma bela e rica mulher que quer ser a nova melhor amiga de Lillian. As duas logo passam a disputar a proximidade da amiga, assim como o posto de organizadora do casamento e demais eventos pré-nupciais.

A ESPIÃ QUE SABIA DE MENOS (2015)

Susan Cooper (Melissa McCarthy) é uma despretensiosa analista de base da CIA, e a heroína não reconhecida por trás das missões mais perigosas da Agência. Mas quando seu parceiro (Jude Law) sai da jogada, e outro agente (Jason Statham) fica comprometido, Susan se voluntaria para se infiltrar no mundo de um traficante de armas mortais e evitar um desastre global.

PODRES DE RICOS (2018)

Rachel Chu é uma professora de economia nos EUA e namora com Nick Young há algum tempo. Quando Nick convida Rachel para ir ao casamento do melhor amigo, em Singapura, ele se esquece de avisar à namorada que, como herdeiro de uma fortuna, ele é um dos solteiros mais cobiçados do local, colocando Rachel na mira de outras candidatas e da mãe de Nick, que desaprova o namoro. Constance WuMichelle YeohHenry Golding e Awkwafina estrelam.

DORA E A CIDADE PERDIDA (2019)

Tendo passado a maior parte de sua vida explorando a floresta com seus pais, nada poderia preparar Dora (Isabela Merced) para a aventura mais perigosa de todos os tempos – o ensino médio. A aventureira Dora rapidamente se vê liderando o macaco Botas (seu melhor amigo), o primo Diego (Jeff Wahlberg), um misterioso habitante da selva (Eugenio Derbez), seus pais (Eva Longoria, Michael Peña) e um grupo de adolescentes em uma aventura para resolver um mistério impossível por trás de uma cidade perdida de ouro.

GHOSTBUSTERS: MAIS ALÉM (2021)

Do diretor Jason Reitman e produtor Ivan Reitman, vem o próximo capítulo no universo original dos Caça-Fantasmas. Em Ghostbusters: Mais Além, quando uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena, eles começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais e o legado secreto que seu avô deixou para trás.

GODZILLA VS. KONG (2021)

Na trama, Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. No entanto, tudo sai do controle quando eles cruzam o caminho de Godzilla, completamente enfurecido, deixando um rastro de destruição em todo o mundo. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.

O ESQUADRÃO SUICIDA (2021)

Bem-vindo ao inferno, também conhecido como Belle Reve, a penitenciária com a maior taxa de mortalidade nos Estados Unidos, onde são mantidos os piores supervilões, dispostos a fazer qualquer coisa para escapar – até mesmo integrar a supersecreta e supersombria Força Tarefa X. Qual é a missão de vida e morte para hoje? Reunir um grupo de prisioneiros de alta periculosidade como Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Sábio, Tubarão-Rei, Blackguard, Dardo, e a psicopata favorita de todos, Arlequina.

UNCHARTED: FORA DO MAPA (2022)

O esperto Nathan Drake (Tom Holland) é recrutado pelo caçador de tesouros Victor “Sully” Sullivan (Mark Wahlberg) para recuperar uma fortuna perdida há 500 anos. O que começa como um golpe, acaba se tornando uma aventura épica que se estende por todo o mundo para alcançar o tesouro antes do implacável Moncada (Antonio Banderas), que acredita que é o herdeiro legítimo da fortuna. Se Nate e Sully forem capazes de decifrar as pistas para resolver um dos mistérios mais antigos do mundo, eles podem encontrar o tesouro e talvez até o paradeiro do irmão há muito tempo perdido de Nathan… mas só se eles aprenderem a trabalhar juntos.

CIDADE PERDIDA (2022)

A trama de Cidade Perdida acompanha a brilhante – porém reclusa – autora Loretta Sage (Sandra Bullock), que escreve sobre lugares exóticos em seus romances populares de aventura, cujas capas são estreladas pelo belo modelo Alan (Channing Tatum), que tem dedicado sua vida a personificar o personagem herói, “Dash”. Durante a turnê de promoção de seu novo livro com Alan, Loretta é raptada por um bilionário excêntrico (Daniel Radcliffe), para que ela o guie ao tesouro da cidade perdida descrita em seu livro recente.