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Timothy Spall entra para o elenco da série antológica ‘Philip K. Dick’s Electric Dreams’

O prestigiado ator Timothy Spall é mais uma estrela a ingressar o elenco da série antológica ‘Philip K. Dick’s Electric Dreams‘. O veterano participará do primeiro episódio, intitulado ‘The Commuter’.

The Commuter’ conta a história de Ed Jacobson (Spall), ‘um empregado despretensioso de uma estação de trem que é alarmado ao descobrir que um número de viajantes diários está pegando o trem para uma cidade que não deveria existir”.

Quem dirigirá o episódio é Tom Harper e o conto foi adaptado por Jack Thorne. Ao lado de Spall, Rudi Dharmalingham, Tuppence Middleton, Anne Reid, Ann Akin, Hayley Squires, Tom Brooke, Nicole Agada, Marko Leht, Matthew Raymond e Naveed Khan farão parte do elenco de ‘The Commuter’.

As filmagens do episódio já estão acontecendo em Londres.

 

Produzida pela Amazon e inspirada nas obras do prestigiado autor de ficção científica, Philip. K. Dick, Philip K. Dick’s Electric Dreams‘, conta com episódios independentes, baseando cada um deles em um conto diferente do renomado escritor.

Com 10 episódios já encomendados, o nome da produção faz uma alusão à obra ‘Andróides Sonham Com Carneiros Elétricos?‘, de 1968, e responsável por também inspirar o roteiro do clássico oitentista, ‘Blade Runner, o Caçador de Andróides‘.

O projeto é fruto de uma parceria entre a Sony Pictures Television e o Channel 4, sendo adquirido pela Amazon Prime para a transmissão norte-americana e futuramente global. O roteiro e a produção executiva estão a cargo de Ron Moore (‘Outlander‘) e Michael Dinner (‘Masters of Sex‘). Bryan Cranston também foi escalado para o elenco da antologia.

Philip Kindred Dick é conhecido por suas obras de ficção científica, sendo vanguardista em abordar a tecnologia de modo até então pouco explanado. A maior parte de seus escritos ganharam mais notoriedade após sua morte em 1982 e seu trabalho continua inspirando adaptações cinematográficas, como já aconteceu com ‘Blade Runner‘ (1982), ‘O Vingador do Futuro‘ (1990), ‘Minority Report: A Nova Lei‘ (2002), ‘O Homem Duplo‘ (2006) e, mais recentemente, a série ‘The Man in the High Castle‘.

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Vídeo traz várias referências escondidas; Confira!

Star Wars: Os Últimos Jedi’ ganhou um novo vídeo, que traz inúmeras referências escondidas em novas filmagens divulgas.

Confira:

Leia a nossa Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

Corre ver a matéria especial do Jânio Nazareth, Repórter Hollywood, sobre a première do filme:

O longa já faturou US$ 1 bilhão ao redor do mundo e está em cartaz no Brasil.

EXCLUSIVO! ‘Law & Order: SVU’: O episódio sobre os escândalos sexuais de Trump vai ao ar? Nós descobrimos!

A aclamada série ‘Law & Order: Special Victims Unit’ chegou à sua 20ª temporada em 2018, se consagrando como a mais longeva, ao lado da colega ‘Law & Order’.

E com o novo ciclo estreando na próxima terça-feira (23), no canal Universal TV, o CinePOP conversou, com EXCLUSIVIDADE, com um dos atores principais da produção, Peter Scanavino.

Por telefone, o intérprete do detetive Dominick Carisi conversou com a nossa jornalista Rafa Gomes e comentou sobre o polêmico e inédito episódio da 18ª temporada, baseado nos escândalos de abuso e assédio sexual envolvendo o atual presidente norte-americano, Donald Trump.

Ao ser questionado se o capítulo – jamais exibido – eventualmente veria a luz do dia, Scanavino revelou:

“O episódio do Trump? Eu creio que ele está em absoluto sigilo, não há como o público encontrá-lo. Mas eu não sei, não ouvi nenhuma conversa a respeito disso em relação a essa capítulo. Eu atuei nele, mas nem eu mesmo o assisti! Eu não acho que eles liberariam esse episódio em algum momento, mas nunca se sabe. Quem sabe, daqui há muito tempo, isso não aconteça? Mas, honestamente, não sei se realmente seria possível.

Sacanavino ainda compartilhou seu episódio favorito, desde que entrou para o elenco fixo da produção, há quatro anos:

“Para o meu personagem, foi um da 17ª temporada, onde há um caso que envolve a Igreja Católica e a fé do Carisi é questionada. Ele é católico com muito orgulho, possui uma fé muito grande e ver a igreja em que ele cresceu se envolver em tanta controvérsia e crimes balança um pouco sua estrutura. Eu acho que esse episódio foi muito profundo e para mim, como ator, diz muito sobre o caráter do Dominick, sobre quem ele genuinamente é”.

Na série, Olivia Benson e sua equipe de elite do departamento de polícia de Nova York investiga crimes, incluindo agressão sexual, abuso infantil e violência doméstica.

A 19ª temporada registrou uma média de 1.28 na demo.

[EXCLUSIVO] ‘Chicago Med’: Nick Gehlfuss revela detalhes INÉDITOS da 5ª temporada

A quinta temporada da popular sérieChicago Med’ promete trazer fortes emoções para os fãs do drama. Revelações, relacionamentos amorosos e as dolorosas sequelas de um grave acidente de carro marcam o novo ciclo, garantindo uma leva de histórias hipnotizantes e envolves, para o deleite da audiência.

E a nova temporada promete começar trazendo algumas das respostas que o público tanto tem aguardado, em virtude do impactante final do ciclo anterior. E segundo o astro Nick Gehlfuss, intérprete do médico Will Halstead, uma jornada de auto descoberta emocional está prestes a se iniciar.

Durante uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o protagonista comentou sobre os capítulos que estreiam em breve no Brasil, salientando os reflexos que as escolhas de seu personagem trarão para o universo de ‘Chicago Med‘.

Em um bate papo com a jornalista Rafa Gomes, Gehlfuss revelou alguns dos detalhes do episódio inaugural da quinta temporada e o que o futuro reserva ao longo das próximas semanas de Chicago:

Nós estamos retomando a narrativa exatamente de onde paramos ao final da temporada anterior, onde o doutor Halstead está com o amor de sua vida nos braços, sem saber o que vai acontecer. E logo no episódio de estreia vamos ver o quão ferida a Natalie ficou, em virtude desse acidente de carro. Além disso, vamos também desvendar o mistério por trás do pai do dr. Connor Rhodes. Temos muitas coisas novas vindo por aí!

Gehlfuss foi ainda mais além e compartilhou um pouco sobre o atual quadro que Halstead-Natalie estão enfrentando, em virtude dos chocantes acontecimentos finais e da quase revelação feita pela colega de trabalho:

É exatamente isso que tem deixado Will tão ansioso e preocupado, ele está tentando descobrir o que ela queria lhe dizer. E ao longo dos primeiros episódios, ele vai tentar achar essa resposta. Ele não vai descobrir logo de cara, mas certamente essa dúvida é algo que vai consumir sua atenção e energia por um bom tempo. E tem alguns problemas com a Natalie que vêm das consequências do acidente de carro e isso vai deixá-lo muito envolvido e aflito. São coisas que podem colocar até mesmo em risco a habilidade dela desenvolver o seu trabalho e a trama vai se desenrolar em torno disso e ao redor de quais são suas intenções com a Natalie”. 

O astro compartilhou um pouco a respeito do impacto emocional que o acidente de carro teve em seu personagem. Segundo ele, os fãs podem esperar um momento ainda mais complexo na jornada do carismático médico:

Eu acho que todas as vezes que passamos por algum momento que muda nossas vidas nós sempre reavaliamos onde estamos e o que queremos para nós. E ele está literalmente segurando a Natalie em seus braços no final da última temporada e aqui ele inicia o novo ciclo correndo para o hospital segurando-na, na esperança de que ela não morra, tentando achar uma solução para o que está acontecendo. E no final da temporada passada ele tomou a decisão de ficar em Chicago, ele estava pensando em ser realocado para outro lugar, porque estava correndo perigo. E após terminar o seu relacionamento, ele decidiu ficar e sabia que isso poderia ser perigoso… e então ele é surpreendido por esse acidente e isso vai balançá-lo. Mas ele sabe o que quer, sabe onde quer estar e nada vai entrar no meio disso e impedi-lo”.

A quinta temporada de ‘Chicago Med‘ ainda guarda grandes revelações quanto ao relacionamento dos personagens April e Dr. Choi. Será que chegou o momento do casal finalmente encarar uma gravidez? Gehlfuss tentou responder, se esquivando de spoilers:

“Essa é a grande questão! Eles estão realmente conversando sobre a possibilidade de ter um bebê e nós vamos descobrir ao longo dessa temporada que eles dois possuem ideias diferentes sobre como isso deve acontecer e estaremos bem envolvidos nessa trama”.

Os fãs da série médica ainda podem se empolgar, pois um dos grandes mistérios da narrativa será finalmente resolvido, conforme revelou o astro:

Sim, o mistério que envolve a morte do pai de Connor chegará ao fim, sendo resolvido logo no primeiro episódio! Tem um detetive que se envolveu com o caso e ao final do capítulo nós saberemos o que de fato aconteceu com ele”.

Haja coração para esperar até a estreia!

Os aguardados episódios inéditos de Chicago Fire, Chicago P.D. e Chicago Med estreiam na sessão “Segundas de Chicago”, dia 4 de novembro, a partir das 21h30, no Universal TV.

 

 

[EXCLUSIVO] ‘Utopia’: Série sobre pandemia promete mudar a visão do público a cada episódio

Os fãs de produções sci-fi e teorias da conspiração podem se animar, pois a nova série original da Amazon Prime Video, intitulada ‘Utopia‘, promete reunir alguns dos aspectos mais intrigantes de ambos os contextos, em uma jornada cujo tema central é uma grandiosa pandemia.

Com um timing impecável que ecoa o tumultuado momento em que o mundo enfrenta a pandemia do Coronavírus, a produção traz personagens que são reflexos da realidade contemporânea e que devem surpreender a audiência a cada novo episódio, conforme revelado pelo protagonista da série, John Cusack.

Em uma entrevista EXCLUSIVA a um grupo seleto de jornalistas, incluindo o nosso editor-chefe Renato Marafon, o popular ator comentou sobre como o seu personagem é um espelho de grandes figurões do ramo tecnológico:

“Há referências à algumas figuras reais que fazem parte do universo da tecnologia, esses novos capitães da indústria que são muito populares, bem orientados em termos de relações públicas e que são bem inteligentes”.

Ainda assim, nem tudo na série é como incialmente aparenta ser. Completando o seu raciocínio, Cusack foi mais além e preparou os fãs para reviravoltas inesperadas na construção dos protagonistas:

“Eu não quero falar muito porque, o que quer que você pense sobre os personagens…Lá pelo segundo ou terceiro episódio você vai achar que já os conhece, mas então no quinto sua visão sobre eles mudará e ao final da temporada, no último episódio, muitas das suas percepções e visões mudarão novamente. Então, os personagens, seus significados e papéis – no sentido de heróis e vilões – continuarão sendo subvertidos e eu acho isso um aspecto muito interessante da série”.

O thriller de oito partes é da autora e roteirista premiada Gillian Flynn (Garota Exemplar e Sharp Objects). Depois de anos aprimorando o ambicioso projeto, Flynn oferece uma série artisticamente detalhada que incita os espectadores a esperar o inesperado: Salvar a humanidade, mas, primeiro, encontrar Jessica Hyde.

Embora a história central da série preveja o fim do mundo, Utopia está repleta de significados ocultos, reviravoltas chocantes e evoluções radicais para seus personagens dinâmicos – trazidos à vida por um elenco de talentos novos e experientes.

Jessica Rothe, de ‘A Morte te dá Parabéns‘, estrela ao lado de John Cusack.

Utopia estreia nesta sexta-feira, 30 de outubro.

Assista:

Utopia concentra-se em um grupo de fãs de quadrinhos que se conhecem on-line e se unem pela obsessão comum em um quadrinho aparentemente fictício chamado “Utopia”. Juntos, Becky (Ashleigh LaThrop), Ian (Dan Byrd), Samantha (Jessica Rothe), Wilson (Desmin Borges) e Grant (Javon “Wanna” Walton) descobrem significados ocultos nas páginas de “Utopia”, prevendo ameaças à humanidade. Eles percebem que não se trata de uma conspiração; são perigos muito reais que agora ganham vida em seu mundo. A arriscada aventura coloca o grupo frente a frente com a famosa personagem central dos quadrinhos, Jessica Hyde (Sasha Lane), que se junta a eles em sua missão de salvar o mundo, enquanto guarda seus próprios segredos. A série também conta com John Cusack como Dr. Kevin Christie, Rainn Wilson como Dr. Michael Stearns, Farrah Mackenzie como Alice, Christopher Denham como Arby e Cory Michael Smith como Thomas Christie.

 

 

Confira todas as estreias da Netflix na 1ª semana de novembro

O mês de novembro já está entre nós e a Netflix preparou uma seleção de novos lançamentos, que chegam na grade de programação ao longo dos próximos dias.

E na primeira semana do mês, os assinantes do streaming serão presenteados com o western ‘Vingança & Castigo‘, a 3ª temporada de ‘Narcos: México‘, além da comédia romântica ‘Um Match Surpresa‘.

E para você não perder nada de novo que chega em breve na Netflix, separamos a agenda completa da semana, confira!

01/11

A Família Noel
Jules odeia as festas de fim de ano. Mas, quando o avô fica doente, ele descobre o legado mágico da família e percebe que é o único que pode salvar o Natal.

Millennium: A Garota na Teia de Aranha
Contratada para recuperar um programa poderosíssimo, a hacker Lisbeth Salander (Claire Foy) se vê envolvida em uma rede de mentiras inesperadamente familiar. Adaptação da série literária Millennium.

Aya e a Bruxa
No mais novo filme do renomado Studio Ghibli, uma garota órfã e determinada é adotada por uma bruxa egoísta e acaba descobrindo que tem poderes mágicos.

02/11

Caixa Postal 1142: O Campo Secreto para Nazistas nos EUA
Neste curta documental, veteranos da Segunda Guerra revelam um campo militar secreto nos EUA onde soldados judeus interrogaram prisioneiros de guerra nazistas.

Ridley Jones: A Guardiã do Museu: Temporada 2
A mágica do museu continua, e a corajosa Ridley conta com novos amigos para enfrentar missões ainda mais arriscadas.

03/11

Vingança & Castigo
Sedento por vingança, o fora da lei Nat Love reúne seu bando para derrotar o impiedoso Rufus Buck, um criminoso que acabou de sair da prisão. Com Idris Elba, Regina King e Jonathan Major.

04/11

Na Cola dos Assassinos
Acompanhe o trabalho das equipes de investigação que precisaram resolver casos horripilantes de assassinatos em série.

05/11

Big Mouth: Temporada 5
Confissões românticas, broncas e boatos terríveis correm soltos com a chegada dos Besouros-do-amor e das Minhocas do Ódio.

Narcos: México: Temporada 3
Novos líderes de cartéis disputam o poder. Enquanto a imprensa busca a verdade, agentes do governo se equilibram na tênue corda bamba entre a justiça e a corrupção.

Assassinato do Primeiro-Ministro: Minissérie
Um homem alega ter testemunhado o assassinato do primeiro-ministro da Suécia, Olof Palme, mas ele pode estar mais envolvido no crime do que se imagina.

Um Match Surpresa
Depois de conhecer o par perfeito em um aplicativo de namoro, uma escritora de Los Angeles (Nina Dobrev) descobre que foi enganada após viajar cinco mil quilômetros para surpreendê-lo no Natal.

Não Devíamos Ter Crescido
Incitado por uma solicitação de amizade, um quarentão irresponsável relembra seus relacionamentos desde os anos 1990, à procura de esperanças e sonhos que já não existem.

Yara
Uma promotora determinada é consumida pelo caso de uma menina de 13 anos desaparecida e faz de tudo para descobrir a verdade. Baseado em um caso real.

Um Filme de Policiais
Neste documentário, as experiências vividas por dois policiais mostram de perto o esquema de corrupção da polícia mexicana.

06/11

Arcane
Em meio ao conflito entre as cidades-gêmeas de Piltover e Zaun, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

 

‘G20’ se torna um dos 10 filmes de ação mais assistidos do Prime Video

O suspense de ação ‘G20‘, estrelado por Viola Davis, já ultrapassou a marca de 50 milhões de espectadores globais no Prime Video desde sua estreia em 10 de abril. Segundo informações confirmadas ao Deadline, o longa se consolidou como um dos 10 filmes de ação mais assistidos de todos os tempos da Amazon MGM Studios na plataforma.

O sucesso da produção também se reflete nos números da Nielsen, que apontou ‘G20‘ como o filme mais visto na semana de estreia, com 516 milhões de minutos assistidos apenas nos Estados Unidos.

Dirigido por Patricia Riggen, ‘G20‘ se destacou por atrair fortemente o público feminino, segundo dados da própria Amazon. A estratégia da empresa em investir em produções lideradas por mulheres tem se mostrado acertada, com outros títulos como ‘Maintenance Required‘ (com Madelaine Petsch), ‘The Map That Leads to You‘ (com Madelyn Cline e KJ Apa) e ‘Mentirosos‘ (com Emily Alyn Lind) também ganhando força no streaming. Além disso, a aguardada terceira e última temporada de ‘O Verão que Mudou Minha Vida‘ estreia no próximo dia 16 de julho.

Na trama, a Presidente dos EUA, Taylor Sutton, deve defender a sua família, os seus colegas líderes e o mundo quando a cúpula do G20 na Cidade do Cabo, na África do Sul, é invadida por terroristas.

Com audiência massiva, reconhecimento da crítica e uma protagonista de peso, ‘G20‘ se consolida como mais um acerto de Davis e uma aposta certeira da Amazon em entretenimento de ação liderado por mulheres.

Relembre o trailer:

Caitlin ParrishErica WeissLogan MillerNoah Miller assinam o roteiro.

Anthony AndersonMarsai MartinRamón RodriguezAntony StarrDouglas HodgeElizabeth MarvelSabrina ImpacciatoreGideon Emery e outros completam o elenco.

‘Solo: Uma História Star Wars’: Nova foto sugere que Boba Fett poderá aparecer no spin-off

Alguns rumores já estavam indicando a presença do mercenário Boba Fett no spin-off Solo: Uma História Star Wars, agora parece que temos uma confirmação vinda (acidentalmente!) do diretor Ron Howard, que publicou uma foto em seu Twitter com o ator Paul Bettany, mas todo mundo ficou de olho em algo que estava escondido lá atrás no cenário. Veja:

Você viu? No fundo da imagem podemos ver o capacete de Boba Fett. Um usuário no Reddit percebeu o detalhe e compartilhou. Confira:

Boba Fett spoted in Solo film set. from StarWarsLeaks

Uma imagem promocional deSolo: Uma História Star Wars foi divulgada online, mostrando o protagonista ao lado do jovem Lando (Donald Glover) e da personagem de Emilia Clarke. Confira:

Um fã e usuário do Reddit afirma ter assistido o primeiro trailer de Solo: Uma História Star Wars, e resolveu compartilhar no fórum o que viu no vídeo. Confira a descrição:

Deets on Solo teaser from StarWarsLeaks

“Não é muita coisa, mas aqui vai um resumo do que eu vi. Obviamente tem mais coisa, mas esses são o que se destacou:

  • Han caminhando, o ângulo só mostra o seu blaster;
  • Wookiees sendo transferidos para algum lugar. O planeta parece novo, nunca tinha visto ele antes;
  • Han se aproxima de um grupo de pessoas ao redor de uma mesa, algo assim;
  • Close nos dados de Han;
  • Há uma cena com o personagem de Woody Harrelson, mas é em um beco escuro e ele parece paranoico;
  • Han grita “Yehoo!” e a Falcon viaja na velocidade da luz;
  • Chewbacca ruge e corre ao lado de Han;
  • Alguém diz “não vale o risco”, quase certeza de que era a voz do Lando;
  • Corta para uma tela preta e alguém diz “eu farei ele pagar” e tem um grande rifle na mesa com pedaços de armadura ao lado;

Não vi muita coisa da personagem da atriz de ‘Game of Thrones’, [Emilia Clarke]. Aparece escrito “Neste Verão” e depois um flash de vários stormtroopers andando em direção à um beco.”

Vale ressaltar que nenhuma dessas informações foram confirmadas, então, não passam de rumores.

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson, Emilia Clarke (de Game of Thrones), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

Crimes em Happytime

(The Happytime Murders)

 

Elenco:

Elizabeth Banks

Melissa McCarthy

Maya Rudolph

Direção: Brian Henson

Gênero: Comédia

Duração: 91 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 40 milhões

Estreia: 27 de Setembro de 2018

Sinopse:

Em Crimes em Happytime, Phil Phillips, após descobrir que um serial killer é o responsável pelo assassinato de seu irmão e que pretende eliminar todos os integrantes de uma série de TV, vai precisar capturá-lo, junto com seu parceiro, Edwards, antes que faça uma nova vítima.

Crítica | Crimes em Happytime – Era melhor ter continuado só com os Muppets (Nota: 2.0)

Curiosidades:

» ‘Crimes em Happytime’ amarga 25% de aprovação no RT; Confira as críticas!

» ‘Crimes em Happytime’ tem a pior estreia da carreira de Melissa McCarthy

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Crítica | ‘Space Force’ tem potencial para voos mais altos, apesar do começo irregular

Quem conferiu nossa matéria com as ‘Primeiras Impressões’ pode ter ficado meio desanimado para assistir Space Force, nova série da Netflix, criada por Steve Carell e Greg Daniels. Isso porque a série, até então, não tinha encontrado o equilíbrio entre as críticas e o humor, ficando algo forçado e, bem… sem graça.

No entanto, contrariando o início sem sal, Space Force ganha muita força a partir do sexto episódio. A principal diferença é que o departamento de exploração espacial passa a desenvolver um papel maior na trama, e os personagens secundários ganham mais destaque, funcionando como um ambiente comum de trabalho. Ou seja, tudo fica muito mais identificável, apesar do cenário militar no qual as situações são retratadas.

A dupla improvável traz muito carisma para a série

O grande destaque dessa “segunda metade” da primeira temporada é realmente a relação entre o Dr. Chang Kaifang (Jimmy O. Yang) e a Capitã Angela Ali (Tawny Newsome). Além de terem uma química muito interessante em tela, os dois passam a interagir com outros personagens, como o Dr. Mallory (John Malkovich) e Erin (Diana Silvers). Até mesmo o personagem mais insuportável da primeira metade, o assessor de imprensa Tony (Ben Schwartz) consegue ficar um pouquinho menos insuportável na segunda parte. Infelizmente, quem segue subaproveitada é Lisa Kudrow. Realmente não faz diferença ser interpretada por ela, dando a impressão de que só escalaram a atriz para fazer média com os fãs de Friends.Junto ao crescimento dos secundários, a dupla principal consegue desenvolver ainda mais a relação de amizade entre dois opostos de uma forma bastante carismática. Steve Carell parece enfim encontrar o tom para seu Mark Naird – não coincidentemente é um tom bastante parecido com o do Michael Scott a partir da terceira temporada de The Office, e John Malkovich segue impecável no papel do Dr. Mallory, que acaba sendo bastante exposto até o fim da temporada.

John Malkovich está perfeito como Dr. Mallory

O roteiro em si também fica mais envolvente, trazendo situações mais amplas, com mais cenários e mais transições, dando mais dinamismo ao que é mostrado em cena. E deixando a ambientação mais chamativa também. E mesmo ficando mais divertida, a trama não abre mão das críticas sociais direcionadas a diversos setores americanos. Elas ficam cada vez mais afiadas e melhor inseridas nas falas dos personagens. O único problema mesmo continua sendo o núcleo familiar de Naird. Não tem graça mesmo e fica repetindo a mesma piada o tempo todo.

O núcleo familiar corta muito a dinâmica da trama

Por fim, acredito que valha a pena relembrar que a primeira temporada de The Office não foi muito bem recebida nos EUA e quase custou a existência de uma das maiores séries de humor da história. O grande problema até então era que a versão americana do seriado ainda tentava replicar o estilo da série britânica. Ou seja, era muito centrada em um quarteto principal, enquanto o resto do escritório fazia meramente figuração. O protagonista (Steve Carell) era muito engessado e tinha um jeitão de paródia forçada, não deixando que Carell usasse seu carisma para dar mais profundidade e ‘alma’ para Michael Scott. E esse parece ser o mesmíssimo caso de Space Force. Pelas críticas que ela vem recebendo, é capaz que não seja renovada para uma nova temporada, mas quem conseguir sobreviver aos cinco primeiros episódios, sem sombra de dúvidas vai enxergar uma produção com bastante potencial para crescer e melhorar bastante se for renovada para uma segunda temporada. Não nos decepcione, Netflix!

Por incrível que pareça, Space Foce merece MUITO uma segunda temporada

A primeira temporada de Space Force está disponível na Netflix.

Crítica | Palmeiras na Neve – Pérola da Netflix para quem gosta de um Ótimo Romance

O filme é de 2015. Muita coisa mudou de lá pra cá. Mais ainda nos últimos meses – com todos os debates antirracismo que estão tomando conta das plataformas –, o que torna difícil assistir a este ‘Palmeiras na Neve’, da Netflix, sem ser parcial.

Clarence (Adriana Ugarte) é uma jovem espanhola que acaba de enterrar seu pai, Jacobo (Alain Hernández), mas sente que não tem conexões com sua família. Diante do Alzheimer do tio, Killian (interpretado por Mario Casas na maior parte do tempo), Clarence encontra um diário com anotações em fotos da época em que os dois viveram na Guiné Equatorial, onde a Espanha manteve ocupação até o ano de 1968, quando o país se independeu. Numa jornada pessoal de reconexão com seus laços familiares, Clarence decide ir até a Guiné para descobrir a verdadeira verdade sobre uma história de amor cheia de segredos e partidas.

Com essa sinopse, já dá pra imaginar mais ou menos o que acontece no roteiro de Sergio G. Sánchez, baseado no livro homônimo de Luz Gabás. Com uma estrutura que vai e volta no tempo, alternando entre os dois núcleos, o filme acabou precisando de quase três horas de duração para poder contar a jornada de Clarence, a história de amor central e, de quebra, falar um pouquinho da exploração dos cidadãos guinéu-equatorianos pela imposição espanhola na ilha de Bioko. Com tantas camadas, os laços afetivos entre os personagens acabaram pulando etapas, o que acelera o tempo narrativo para caber dentro do arco histórico da trama.

O filme de Fernando González Molina tem pontos positivos e outros que geram desconforto. ‘Palmeiras na Neve’ é uma super produção, com um elenco enorme e competente – do qual se destaca Bisila, interpretada por Bertha Vázquez (a Cachinhos de ‘Vis a Vis’) e uma direção de arte impecável, que recriou toda a atmosfera dos anos 1950-1960 com bastante atenção ao cabelo, figurino e cenografia. As tomadas aéreas também são deslumbrantes e ajudam o espectador a sentir o impacto da beleza geográfica da Guiné.

Entretanto, embora seja uma história de amor ficcional localizada em um período histórico real, assistir a ‘Palmeiras na Neve’ nos dias de hoje certamente causará desconforto naqueles que estão buscando narrativas afrofuturistas e antirracistas. O filme, como se pode perceber, é contado pelo ponto de vista da família espanhola, e, portanto, romantiza toda a presença desses cidadãos na Guiné, construindo os personagens brancos como salvadores que às vezes, coitados, cometem erros, colocando os negros como uma mão de obra enraivecida e selvagem. Estereótipos né. Exemplos podem ser vistos nas duas cenas em que há briga nas festas (os motivos da brigas e como elas terminam), na intenção de Clarence (ela tem certeza de que alguém na Guiné recebia uma mesada do seu tio e ela queria se certificar de que a pessoa não passasse necessidades, pois parte do princípio único de que todo mundo na Guiné passa necessidade).

Palmeiras na Neve’ desperta sentimentos conflitantes no espectador crítico. Por um lado, é uma boa produção, com uma história bem construída; por outro, enaltece a narrativa da branquitude e sua perspectiva eurocentrada, gerando um desconforto que nos impede de torcer pelos personagens. É um filme cinematograficamente belo, mas cujo conjunto estético encontrará resistência nos dias de hoje.

‘Pokémon: Detetive Pikachu’: Filme ganha nova imagem e comercial super divertido

O vindouro e muito aguardado filme ‘Pokémon: Detetive Pikachu‘ ganhou uma nova imagem mostrando Pikachu e Justice Smith investigando algum lugar sombrio, além de um divertido comercial de TV.

Confira:

‘Pokémon: Detetive Pikachu’: Mal conhecemos e já amamos o live-action; Entenda!

O surpreendente trailer de Pokémon: Detetive Pikachu‘ se tornou um fenômeno no Youtube em claro sinal de ótima recepção dos espectadores para o filme. O trailer se tornou uma dos mais populares do ano de 2018 ao atingir a marca de 60 milhões de visualizações.

Para efeito de comparação, o trailer foi visto quatro vezes mais que o teaser de’ Toy Story 4‘ que teve 14 milhões de visualizações até agora. Os dois vídeos foram lançados no mesmo dia.

Caso ainda não tenha visto, confira o vídeo logo abaixo:

O longa será protagonizado por Ryan Reynolds, como a voz do Pikachu, e o elenco também conta com Ken Watanabe, Justice Smith, Kathryn Newton, Bill Nighy e Chris Geere. 

Pokémon: Detetive Pikachu‘ tem estreia prevista para 9 de maio de 2019.

‘É um sonho de tornando realidade’, diz Kennedy McMann sobre estrelar ‘Nancy Drew’

Nos próximos meses, uma versão mais adulta e sobrenatural de ‘Nancy Drew’ irá estrear na The CW. A jovem detetive, que estrelou diversos romances, programas de televisão e filmes com o passar dos anos, está pronta para um novo arrepiante mistério e será interpretada por Kennedy McMann.

Em recente entrevista ao site ComicBook, a atriz contou um pouco sobre sua experiência com a icônica personagem e disse que é uma honra dar vida à Nancy.

“Eu li todos os livros, joguei todos os jogos”, ela contou. “[‘Nancy Drew’] foi parte da minha vida por muito tempo, é um sonho se tornando realidade”.

McMann aproveitou o momento para contar um pouco sobre a atmosfera da nova série, dizendo que ela é uma espécie de “thriller”.

“Tem um pouco de thriller”, acrescentou. “Obviamente é um mistério, então temos bastante trabalho de detetives. Mas [o show] não se leva muito a sério, não afundamos no melodrama. [Esses personagens] são amigos muito inteligentes e engraçados, são ácidos, e temos um pouco de romance no meio. Se encaixa em tudo”.

O show é ambientado no verão logo depois da graduação de Nancy. A jovem de dezoito anos deseja sair de sua cidade natal começar a faculdade, mas acaba se envolvendo na investigação de diversos assassinatos que podem estar conectados com seu próprio passado.

‘Nancy Drew’ traz em seu elenco a novata McMann como a personagem-título, acompanhada por Tunji KasimAlvina August, Maddison Jaizani, Scott Wolf e Alex SaxonPamela Sue Martin, que deu vida à personagem original, fará uma aparição especial.

Jonathan SchwartzStephania Savage, que trabalharam juntos em RunawaysGossip Girls, ficam responsáveis pelo roteiro do piloto ao lado de Noga Landau.

Ainda não há data de estreia confirmada.

‘Fargo’: 4ª temporada estreia em abril deste ano!

FX anunciou hoje (09) que a aguardada 4ª temporada aclamada série Fargo já tem data confirmada para retornar: os novos episódios estreiam no dia 19 de abril, chegando ao serviço de streaming do Hulu um dia depois.

A première será composta por um episódio duplo.

Timothy OlyphantChris Rock, Ben Whishaw, Jessie BuckleyJack Huston, Jason Schwartzman, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno , Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri CrutchfieldAmber MidthunderUzo Aduba fazem parte do elenco do novo ciclo.

Na produção de Noah Hawley, após duas grandes ondas de imigrantes chegarem nos Estados Unidos, uma família italiana e uma negra comandam o crime organizado de Kansas City. Para conseguir alcançar a paz entre as duas organizações, os chefes de cada família trocam seus filhos mais velhos. Rock será o líder de um dos grupos grupos.

As gravações da 4ª temporada de ‘Fargo estão agendadas para setembro deste ano e a previsão de lançamento é somente para 2020.

Ian Holm, astro de ‘O Senhor dos Anéis’, morre aos 88 anos

O lendário ator Ian Holm, conhecido por ter vivido Bilbo Bolseiro na saga O Senhor dos Anéis, morreu aos 88 anos. As informações são do The Guardian.

Em uma mensagem oficial, o agente de Holm disse: “é com grande tristeza que o ator Sir Ian Holm morreu nesta manhã, aos 88 anos. Ele morreu em paz no hospital, com sua família e amigos”. Segundo ele, o falecimento foi em virtude de complicações pela doença de Parkinson.

O ator foi um dos rostos mais reconhecíveis da indústria do entretenimento, levando para casa um BAFTA e sendo indicado ao Oscar por seu papel em Carruagens de Fogo.

Além de ter participado de O Senhor dos Anéis e de O Hobbit, Holm também ficou conhecido por sua icônica performance como o androide Ash em Alien: O Oitavo Passageiro, de Ridley Scott.

Ele nasceu em 1931 na cidade de Essex, Reino Unido, e começou a carreira com ator nos palcos da Royal Shakespeare Company antes de migrar para as telonas e ter uma prolífica vida.

Seus outros créditos incluíram O Quinto ElementoRatatouille‘O Dia Depois de Amanhã’ Os Bandidos do Tempo.

‘Os Novos Mutantes’: Novas artes conceituais revelam visual alternativo do Urso Místico; Confira!

Em seu Instagram oficial, o artista conceitual Deryl Braun revelou o visual alternativo do amedrontador Urso Místico, entidade sobrenatural que persegue Dani Moonstar (Blu Hunt) em Os Novos Mutantes.

As imagens apresentam um look mais realista e mortal do demônio.

Confira:

O filme finalmente estreou nos cinemas nacionais e, ao contrário da fraca recepção crítica, grande parte do público está gostando do filme.

Confira as reações:

Crítica | Os Novos Mutantes – Uma ‘Malhação’ com poderes especiais

A trama, dirigida por Josh Boone, acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

Confira o trailer:

 

‘Os 7 de Chicago’: Drama da Netflix conquista SEIS indicações ao Oscar 2021

O aclamado drama histórico ‘Os 7 de Chicago‘ (The Trial Of the Chicago 7) é um dos grandes títulos da temporada de premiações e, durante a apresentação dos indicados ao Oscar 2021, conquistou nada menos que seis nomeações.

O filme disputa pelas estatuetas de Melhor FilmeMelhor Ator Coadjuvante para Sacha Baron CohenMelhor Roteiro Original para Aaron SorkinMelhor EdiçãoMelhor FotografiaMelhor Canção Original para “Hear My Voice”, de Celeste.

Os vencedores serão revelados no dia 25 de abril.

O que era para ser um protesto pacífico na Convenção Nacional do Partido Democrata de 1968 se transformou em um violento confronto com a polícia e a Guarda Nacional dos EUA. Os organizadores do protesto — que incluíam nomes como Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale — foram acusados de conspiração por incitar a desordem, e o julgamento decorrente foi um dos mais notórios da história.

O elenco é formado por Sacha Baron CoenEddie RedmayneJoseph Gordon-LevittSeth RogenWilliam HurtMark RylanceYahya Abdul-Mateen IIJeremy StrongFrank Langella e Michael Keaton.

O filme, produzido por Steven Spielberg, esteve na geladeira por mais de uma década e finalmente vai começar a caminhar.

Além de dirigir, Sorkin assina o roteiro da produção.

CHICAGO P.D. — “Lines” Episode 718 — Pictured: Lisseth Chavez as Vanessa Rojas — (Photo by: Matt Dinerstein/NBC)

 

‘Cry Macho’: Drama faroeste dirigido por Clint Eastwood ganha trailer FANTÁSTICO; Confira!

HBO Max e a Warner Bros. divulgaram o trailer oficial de Cry Macho: O Caminho para Redenção’, novo drama faroeste dirigido e estrelado pelo lendário Clint Eastwood.

O filme estreia nos cinemas e na plataforma de streaming em 22 de outubro de 2021.

Confira:

Baseado no romance homônimo escrito por N. Richard Nash em 1975, o roteiro foi lapidado por Nick Schenk (‘Gran Torino’) a partir dos rascunhos desenvolvidos pelo próprio Nash, falecido em 2000.

A trama acompanha um criador de cavalos de raça e ex-astro do rodeio aceita o trabalho de transportar um jovem do México para o Texas, para longe de sua mãe alcoólatra.

Durante a viagem, os dois desenvolvem laços inesperados e aprendem muito um com o outro, e o cavaleiro cansado do mundo pode encontrar seu próprio senso de redenção ensinando ao menino o que significa ser um bom homem.

Eduardo Minett e Dwight Yoakam completam o elenco.

Eastwood também entra como produtor ao lado de Al RuddyJessica MeierTim Moore.

Cry Macho será o retorno de Clint Eastwood como ator desde A Mula, drama lançado em 2018.

‘Atlanta’: 3ª temporada ganha data de estreia oficial!

Depois de três anos de hiato, Atlanta finalmente está retornando com novos episódios e, agora, a FX anunciou a data de estreia oficial da 3ª temporada.

A aclamada produção, que já levou para casa cinco estatuetas do Emmy (incluindo Melhor Ator em Série de Comédia para Donald Glover), tem retorno agendado para o dia 24 de março de 2022.

Assista ao primeiro teaser oficial abaixo siga o CinePOP no YouTube:

Para quem não conhece, a trama acompanha Earnest “Earn” Marks (Glover), que vira o agente da carreira de súbito sucesso de seu primo. Porém, os dois discordam em diversos pontos sobre a divisão entre arte e entretenimento no hip-hop. Além disso, ele terá que lidar com a mãe de seu filho e com o colaborador do primo.

O elenco ainda conta com Brian Tyree Henry, LaKeith Stanfield, Zazie Beetz e Khris Davis.

No Brasil, as duas primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix.

Artigo | Apesar dos problemas, ‘Hotel’ é a temporada mais ambiciosa de ‘American Horror Story’

Após a circinal narrativa supersaturada de Freakshow’, Ryan Murphy, Brad Falchuk e todo o time criativo que os ajudou desde a primeira iteração de American Horror Story perceberam que a adição cada vez mais frequentes de elementos únicos para cada um dos anos estava começando a se fixar muito aos clichês. Até mesmo a grandiosidade subestimada de Coven’ teve seus claros deslizes e abriram espaço para algumas ousadias fracassadas – não podemos tirar mérito da incrível maturação dos personagens, é claro, mas o foco aqui é como cada uma das subtramas permanece num estado de inconclusão inexplicável.

Em Hotel’, as coisas parecem mudar de perspectiva, não apenas com a misteriosa e inquietante adição de Lady Gaga ao elenco protagonista, mas também com a decisão de convergir diversas obras-primas do gênero do terror para um único locus, transformando a quinta temporada em uma das mais ousadas em termos estéticos e visuais – mas em uma das mais inconstantes também, seja pelo ritmo dos acontecimentos ou pelas múltiplas narrativas paralelas. Apesar das duras críticas mixas e da aceitação parcial por parte do público, é inegável dizer que essa nova iteração tem seus momentos de glória, ainda que não recupere totalmente a crueza e o gore dos anos anteriores.

CHECKING-IN

Já se tornou hábito dentro do macrocosmos de AHS’ a presença de um breve prólogo para nos introduzir a um novo cenário perscrutado por assassinatos, sangue e o melhor do sobrenatural. As inúmeras referências já começam por aqui – e podemos traçar uma linha identitária que recupera as pequenas sequências iniciais de franquias como A Hora do Pesadelo’ e Pânico’, cuja estética slasher influencia com magnitude inenarrável a antologia de Murphy e Falchuk. Aqui, seguimos a breve história de duas turistas europeias que chegam ao Hotel Cortez e são rapidamente assombradas por figuras fantasmagóricas e demoníacas até cederem a forças superiores e encontrarem seu fim dentro dos corredores claustrofóbicos.

Temos indícios sutis de que esta será a temporada mais poética e também mais perturbadora em termos narrativos pela condução do primeiro episódio. É possível sim traçar uma linha cronológica de cada um dos eventos, mas a convergência dos personagens ainda emerge como algo muito questionável. Kathy Bates retorna para mais essa iteração como a recepcionista Iris, cujo semblante de plenitude na verdade esconde uma personalidade controladora e inflexível, principalmente em virtude das ações de seu filho Donovan (Matt Bomer), que insiste em negar seu amor e a curvar-se a uma vida de prazeres mundanos e pecaminosos.

Apenas com estes dois personagens pode-se perceber um dos temas a ser discutido com muito afinco dentro da temporada – a contraditória relação entre o que é certo e o que é satisfatório. Afinal, Iris e Donovan são forças extremas de uma relação familiar de primeiro grau que vai além dos laços entre mãe e filho que estamos acostumados a ver em produções audiovisuais. Descobrimos, ao longo da série, que a recepcionista conseguiu seu trabalho no Hotel Cortez para poder vigiá-lo e para manter sua proximidade com o que ele representa agora – uma ameaça para si próprio e para a sociedade, visto que transformou-se em vampiro pelas mãos da Condessa (Gaga), uma das personagens mais charmosas e mais sedutoras da franquia. A manda-chuva do hotel é, na verdade, uma espécie de Messias para os visitantes, convidando-os a passar não apenas uma noite nos quartos, mas sim a eternidade, protegendo-os como se fossem seus próprios filhos.

Denis O’Hare também marca presença como a governanta Liz Taylor (uma clara homenagem ao ícone do cinema clássico Elizabeth Taylor, conhecida por seu senso de alta-costura inegável e por sua beleza indescritível). Diferentemente das temporadas anteriores, Hotel’ procura tratar sobre assuntos de gênero ao colocar uma personagem que constantemente é atacado por sua orientação sexual e por suas preferências estilísticas, obrigado a literalmente se esconder nos quartos em detrimento de ser quem gostaria. Perto de seus colegas de trabalho, Liz porta-se como um homem de negócios – mas assim que tem a oportunidade, abandona a máscara padronizada para se enfiar em vestidos Prada e sentir-se como bem quiser.

Uma das personagens mais complexas da temporada é aquela que também emerge como representação material do tema principal: Sally Hipodérmica (Sarah Paulson). Sua construção através dos episódios pode não ser uma das melhores, mas isso só ocorre pelo fato dela já estar morta e já ter cumprido sua missão dentro dos limites do plano terrestre. Encontrando seu fim devido às drogas, sua inclinação aos vícios não se restringe apenas ao arco pessoal, mas encontra espaço em cada um dos outros personagens: a Condessa tem uma paixão incontrolável não apenas pelo sangue, como premedita sua condição de vampira, mas pelo sexo e pelo controle daqueles que o cercam; Iris, pela necessidade de reafirmação do amor de seu filho pela sua figura doentia e que é capaz de matar para mantê-lo a salvo. Sally, entretanto, é mais poética que todas as outras, por transformar cada um dos assassinatos que comete em uma dança psicodélica e emocionante, como se louvasse cada um dos novos integrantes de sua família, indicando também por sua busca pela aceitação de outrem.

Há também aqueles que estão do lado de fora da bolha apresentada, mas são forçosamente colocados em um caminho de autodestruição que conversa com os personagens já condenados. Wes Bentley, Chloë Sevigny e Shree Crooks encarnam John, Alex e Scarlett Lowe, uma família conturbada e cujas relações estão em queda livre após o sumiço inexplicável do filho mais novo do casal. Após discussões e mais discussões, pai e mãe entraram em um estado de letargia, impactando diretamente na vida da filha. Scarlett foi obrigada a crescer muito mais rápido que qualquer outra criança se quisesse manter a sanidade e ajudar aqueles que precisava. John, por sua vez, é um detetive que começou a se envolver em um dos casos mais chocantes e absurdos de toda sua carreira, o qual começa a tomar forma mais consistente após a metade da temporada. E Alex é uma médica influenciável que deixou toda a reputação que construíra de lado para proteger o que restava de seu legado de sangue, caindo inclusive nas garras da Condessa.

A MIMÉSIS NARRATIVA

Ao mesmo tempo que AHS’ dá uma nova roupagem a elementos clássicos do horror, o seriado é cheio de homenagens a longas-metragens – principalmente a título do gênero. Desde Murder House’, o ano de estreia, percebemos o quão apaixonado Murphy é para criar um hibridismo identitário para sua própria criação, colocando a sutileza de elementos de O Bebê de Rosemary’ numa perspectiva muito mais gore; em Coven’, temos inclinações que vão além da narrativa e fincam-se na fotografia, recuperando a estética de Suspiria’.

Entretanto, como supracitado, Hotel’ é uma temporada essencialmente ousada por se afastar de tramas convincentes e fornecer uma visão bem mais artística e nostálgica para a franquia. A subestimação parte da perspectiva endossada de que o gênero terror deve ter fórmulas a serem seguidas para a aceitação do público, e negar um potencial em construção para recontar narrativas clássicas. O vampirismo, tão abusadamente explorado por autores e roteiristas contemporâneos, retorna às raízes de Drácula’ para mergulhar de cabeça em personagens mal compreendidas e movidas por um desejo tão milenar quanto a fome ou o instinto de sobrevivência. É a partir daí que faz-se necessário analisar a grandiloquência desta temporada de uma forma livre de preceitos e definitivamente com olhos mais limpos em relação aos outros anos.

A referência de maior peso é, sem sombra de dúvida, na arquitetura do Hotel Cortez. Seja pelos carpetes minimamente detalhas com uma orgia geométrica, ou pela forte paleta de cores fundada no vermelho, no marrom e no dourado, Murphy abre seu leque para selecionar cuidadosamente elementos visuais de O Iluminado’ para compor sua obra. O longa de Stanley Kubrick conta a história de uma família que passa as férias de inverno em um longínquo hotel chamado Overlook, no qual ficam presos durante uma forte nevasca e começam a ser reféns de percepções extrassensoriais. O filme de 1980 é conhecido por sua construção supersimétrica, assim como Hotel’: em outras palavras, a direção antes perscrutada pelos maneirismos exagerados e pela distorção cênica encontra um ponto de apoio e traz intertextualidade com a atmosfera de cada uma das sequências.

David Fincher também não deixa de dar seu auxílio na subtrama envolvendo John Lowe. Afinal, em AHS’, o detetive deve desvendar uma série de assassinatos baseados nos Dez Mandamentos, cada qual ocorrido dentro de uma metáfora muito bem construída. Para os amantes do cinema, a premissa lembra com clareza o longa Se7en – Os Sete Crimes Capitais’, no qual dois investigadores analisam cenas de morte que reproduzem de forma grotesca os pecados capitais, criação de um homicida que provoca os dois com suas dicas macabras. Apesar de não chegar aos pés da majestuosidade de Fincher, Murphy opta por trazer o sobrenatural a esta porção protagonizada por um serial killer, seja com a aparição de demônios ou com um desfecho inesperado envolvendo a conturbada psique humana.

Era de se esperar que os trejeitos das eternas obras vampirescas fossem reutilizadas com a Condessa ou até mesmo outros personagens – como a arqui-inimiga da nossa “heroína”, Ramona Royale (Angela Bassett). Felizmente, somos apresentados a algo muito mais parecido com Fome de Viver’, longa da década de 1980 que trata o vampirismo de uma forma diferente e sensual. Hotel’, assim como o filme protagonizado por Catherine Deneuve, David Bowie e Susan Sarandon, retrata uma doença antiga que requer o consumo de sangue e um apelo sexual insaciável. O casal do filme caça suas vítimas com a sedução, seguindo o padrão feito pela Condessa e por Donovan.

As referências não são apenas fílmicas, mas também se alastram para âmbitos históricos, principalmente envolvendo assassinos em série famosos. Lily Rabe, por exemplo, encarna Aileen Wuornos, uma prostituta homicida que já foi interpretada por Charlize Theron nas telonas e que volta para fazer uma breve aparição no episódio Devil’s Night”, ao lado de diversos outros serial killers famosos. Evan Peters também dá as caras como o primeiro dono e idealizador do Hotel Cortez, James March, o qual é inspirado em fatos reais, principalmente na vida do excêntrico H.H. Holmes. Traçando comparações, ambos foram donos de franquias de hotéis nos quais construíram passagens secretas para acobertar o vício pelos assassinatos que cometeram, escondendo corpos ainda vivos em corredores sem saída ou empalados nas paredes.

De forma superficial, pode-se pensar que Hotel’ venha a cair nos mesmos equívocos de Freakshow’, principalmente no tocante à quantidade de personagens. Mas a quarta temporada tinha como pano de fundo as criaturas abandonadas pela sociedade em que cresceram por sua deformidades físicas, enquanto o novo ano traz uma leveza poética e metafórica digna de aplausos. Seja pela incrível e fluida performance de Gaga como a protagonista ou pela organicidade dos elementos cênicos, os inúmeros residentes do Cortez entram em função dos erros cometidos pelo ser humano, em detrimento de uma construção arquetípica. Todos eles são combinados em uma determinada parcela de eventos que entra como base para as autodescobertas, por exemplo, de John. É por isso que não vemos backstories definitivas – apenas menções dos passados obscuros que os cercam.

ENTERRE-ME

Se a quinta temporada de American Horror Story parte de uma perspectiva ousada e inovadora, qual é o seu problema? E eu já lhes respondo: o desfecho e a superficialidade sonora. Em outras palavras, Murphy mais uma vez desanda nos últimos episódios da iteração e nos entrega conclusões ao acaso, envolvendo a morte da maioria dos personagens e um término aos moldes de um conto de fadas às avessas. A saturação não vem com o número de subtramas, mas sim com o modo forçado com o qual os criadores tentam conectá-la às temporadas anteriores.

É claro que já vimos nas iterações predecessores indícios de que a franquia tem suas conexões, ainda que em décadas diferentes. Enquanto em Freakshow’ temos a presença de Pepper (Naomi Grossman) no circo dos horrores e depois sendo trancafiada em Briarcliff de Asylum’, Hotel’ traz ainda mais correlações: a Condessa, por exemplo, faz um aborto no mesmo casarão de Murder House’, e Billie Jean Howard (Paulson na primeira temporada) e Queenie (Gabourey Sidibe em Coven’) também contribuem para a alta intertextualidade, ainda que não de forma convincente o suficiente.

Outro ponto a ser analisado é a trilha sonora da temporada. As músicas escolhidas conversam diretamente com o que nos é apresentado em cena, causando uma atmosfera redundante em vez de complexa. Na primeira sequência em que Gaga e Bomer aparecem, temos como pano de fundo Tear You Apart”, do grupo She Wants Revenge, cuja letra fala basicamente sobre sexo e morte – premeditando o que os personagens farão com o inocente casal do cine drive-in. Nos momentos em que somos apresentados ao hotel, a ambiência é tomada por Hotel California”, da banda Eagles – uma escolha mais do que óbvia, ainda mais se associarmos a história da música com a caracterização da protagonista.

O quinto ano de AHS definitivamente não é um dos melhores, mas merece crédito pela ousadia. Ainda que esteja longe de recuperar o fator que permitiu nos apaixonarmos pela antologia, ele tem pontos altos e que mostram uma potencialidade em estado bruto para endossar o legado de horror idealizado por Murphy e Falchuk.